Arquivo mensal: setembro 2019

Café Le Manjue chega a Vila Nova Conceição

Seguindo o conceito grab and go de comidas saudáveis, os sócios Renato Caleffi, Bruno Amaro e Rafael Miranda inauguraram mais uma unidade do Café Le Manjue, na Vila Nova Conceição.

A nova loja aposta em um projeto totalmente democrático e sustentável, criado pela arquiteta Flávia Machado. Entre os diferenciais está um balcão na esquina, criado para ser um espaço de venda ágil. Além disso, o ambiente conta com um pequeno salão interno com paredes revestidas de tintas orgânicas e luminárias em estilo retrô, proporcionando um lugar aconchegante e acolhedor ao cliente. No centro do café, uma mesa compartilhada tem como objetivo reunir grupos e estimular novas conexões. A calçada também foi reformada, com piso ecológico permeável e uma nova jardineira com intuito de cuidar do espaço público.

O menu com criações assinadas pelo chef Renato Caleffi, que desde 2007 está à frente do restaurante e aposta em uma gastronomia orgânica, funcional, saudável e que conquiste todos os paladares, apresenta novidades. É o caso da “Marmita Fit”, que traz uma opção diferenciada para cada dia da semana e oferece uma proteína e um carboidrato, acompanhados de uma salada (R$ 36).

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Na parte dos doces, os destaques vão para o Brownie Funcional, feito com farinha de mandioca e de arroz, chocolate 55% cacau e castanha-de-caju, uma opção sem glúten e sem leite (R$ 8); o Iogurte de coco com mel ou melaço servido com granola artesanal (R$ 16); e os bombons funcionais, sem açúcar e vegano (R$ 10), além do bolo de aniversário que passa a ser vendido sob encomenda (R$ 100/ quilo).

Já na parte de bebidas a sugestão é o Golden Milk (R$ 11), preparado com leite de coco, mel ou melaço e golden milk (mix de especiarias: cúrcuma, gengibre, cravo, canela, pimenta preta e noz-moscada).

Hoje o café Le Manjue conta com unidades na região do Jardins e no Shopping JK Iguatemi. A ideia dos sócios é expandir e franquiar a rede de cafés e oferecer o melhor da culinária orgânica, saudável e funcional.

Le Manjue:

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Vila Nova Conceição: Rua Afonso Braz, 315. Horário de funcionamento: Segunda a Sábado – 8h às 20h.

Jardins: Alameda Lorena, 1004 – Jardins/SP. Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira – 7h às 22h. Sábado – 9h às 16h

JK Iguatemi: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 -2º Piso – Shopping JK Iguatemi
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado – 10h às 22h. Domingo e feriados – 14h às 20h

Aprenda a preparar catchup de melancia

A chef Iracema Bertoco, do Centro Europeu, principal escola de gastronomia do Brasil, preparou uma receita saudável e deliciosa: Catchup de melancia.

A semente de melancia é rica em proteína e boa fonte de vitaminas e minerais. Além disso, entre vários outros benefícios, ela possui altos níveis de um notável antioxidante, chamado licopeno, que é responsável por manter o coração jovem e evitar os danos feitos por radicais livres.

Catchup de melancia

Ingredientes (rendimento de 250 ml):
– 1 kg de polpa de melancia (parte vermelha com sementes)
– 1 colher (sopa) de vinagre
– ¼ de dente de alho
– 2 colheres (sopa) de azeite
– Pimenta (opcional)
– 1 pitada de sal

Utensílios:
– 1 liquidificador
– 1 panela inox média (3 litros)
– 1 frigideira pequena

Modo de preparo
Em um liquidificador, bata a polpa até virar um suco. Triture bem as sementes. Não precisa coar (a semente de melancia é rica em proteína e boa fonte de vitaminas e minerais). Leve esse suco para uma panela e deixe em fogo médio até reduzir mais ou menos ¾. Ficará cremoso na consistência de molho de tomate. Em outro recipiente, doure o alho no azeite e agregue a redução. Junte os demais ingredientes e conserve na geladeira. Dura um mês.

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Fonte: Centro Europeu

Cinco dicas para otimizar seu tempo no trabalho*

Você quer otimizar o tempo no trabalho, para melhorar a produtividade, diminuir o estresse e encaixar outras atividades, mas não sabe por onde começar? Não precisa se precipitar no primeiro livro de autoajuda que você encontrar. Com algumas dicas simples, é possível organizar seu tempo desde já. Veja o que faz mais sentido para você e coloque em prática agora mesmo.

1 – Planejamento é tudo!

mulher trabalho

Essa regra se aplica para os fãs de organização… e para os alérgicos. Isso não quer dizer que precisa virar escravo da agenda para se beneficiar das vantagens de atividades planejadas. Muito pelo contrário. A base é essa: todos temos momentos do dia de alta e de baixa produtividade. Ou seja, há períodos em que estamos mais dispostos a fazer uma atividade que exige muita concentração, outros em que estamos mais confortáveis a uma tarefa rotineira. Há dias em que queremos pensar sozinhos e há outros que estamos abertos para colaboração.

Essa sequência de fases costuma seguir o mesmo padrão todo dia, com pequenas alterações em função do seu estado de descanso e nível de estresse. Identifique primeiro o seu padrão e, no início do dia, ou da semana, planeje as suas atividades. Por exemplo, deixar a redação de um e-mail importante para o fim do dia não é sempre a melhor escolha. O período da manhã costuma ser o mais recomendado para atividades de alta concentração e pode ser considerado um desperdício de tempo usar esse período do dia para colocar os e-mails em dia. Este é apenas um exemplo, cabe a cada um se conhecer e identificar esse padrão.

2 – Saiba diferenciar o importante do urgente

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Quantas vezes temos a impressão de passar o dia apagando incêndios e começar a “trabalhar” de verdade a partir das 5 horas da tarde? Dessa forma, nunca conseguimos parar para planejar a longo prazo, pensar em estratégia, e realmente ganhar em produtividade e alcançar novos objetivos. Para que o tempo seja um parceiro e não um inimigo do seu dia, a matriz Eisenhower nos convida a organizar as nossas tarefas em função da importância e da urgência, conforme essa frase atribuída ao Dwight Eisenhower, presidente dos Estados Unidos, de 1953 até 1961: “Eu tenho dois tipos de problemas, o urgente e o importante. O que é urgente é raramente importante, e o que é importante é raramente urgente”.

Aloque cada uma das suas tarefas em um dos quatro quadros da matriz e trate cada tarefa com o comportamento adequado. Isso significa, muitas vezes, deixar os e-mails de lado no início do dia, saber dizer não e resistir à tentação de resolver um problema fácil e rápido. Pode ser que não flua tão naturalmente no início, mas, em breve, perceberá os benefícios para a sua produtividade e o tempo ganho.

3 – Identifique e modele os seus hábitos

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Estima-se que 60% das nossas ações ao longo do dia são definidas por um hábito, ou seja, não são decisões conscientes da mente. Alguns desses hábitos são necessários e positivos: escovar os dentes, ligar para alguém na volta do trabalho, ir para a academia à noite. Porém, não somos sempre conscientes de todos os nossos hábitos e, por consequência, não somos totalmente mestres do nosso tempo. Um primeiro passo para ter consciência e saber como efetivamente você gasta as horas acordadas do seu dia, é descobrir esses hábitos.

É provável que você identifique alguns hábitos inimigos da sua produtividade: entrar nas redes sociais toda vez que tiver o celular na mão, verificar e responder os e-mails sempre que for sentar na sua mesa no trabalho, sair para o almoço meio-dia em ponto porque é o hábito dos seus colegas, mas na realidade, meio-dia é um horário de alta produtividade para você, e você sente fome só uma hora mais tarde. Esses são apenas alguns exemplos, é importante identificar os seus próprios hábitos e modelá-los para servir à sua produtividade e ao seu bem-estar.

4 – A importância das pausas

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A tentação é grande de querer compactar as horas de trabalho em um bloco único, para poder encaixar outras atividades no seu dia: atividade física, tempo com a família, estudos. Por isso, você pula o almoço ou recusa o convite para um café com os seus colegas no meio da tarde. Porém, é comprovado que o nosso cérebro se mantém concentrado por um período limitado.

Já nos anos 1950, o pesquisador do sono Nathaniel Kleitman definiu o ritmo ultradiano do cérebro humano, correspondendo a ciclos de 90 minutos de atividade e 20 minutos de descanso do cérebro. Várias pesquisas estenderam esse conceito de ciclo de 90/20 minutos às questões de foco e esforço cerebral. Ignorar essa necessidade natural de descanso do cérebro tem um preço, em termos de estresse e tempo para concluir a tarefa.

Ou seja, você se tornará mais produtivo, menos cansado e menos estressado implementando pausas programadas na sua rotina: aproveite para caminhar, se hidratar, ter um momento de socialização com os seus colegas. Um exemplo de metodologia de produtividade inspirada nesse conceito é o pomodoro: essa técnica preconiza trabalhar por períodos de 25 minutos, sem interrupção e numa tarefa específica definida previamente, e descanso de 5 minutos. Depois de 4 ciclos (2 horas), faça uma longa pausa de 30 minutos, antes de iniciar um novo ciclo.

5 – O peso das interrupções

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Em oposição às pausas programadas, são as interrupções não solicitadas: uma ligação telefônica, a notificação do e-mail do seu desktop que incentiva você a abrir a mensagem na hora, uma conversa barulhenta dos colegas, ou as interrupções que você mesmo provoca sem perceber, abrindo as redes sociais no meio de uma tarefa. São vários os estudos que mostram o impacto nocivo sobre a concentração e produtividade dessas interrupções. Um deles foi realizado pela professora Gloria Mark (University of California Irvine), em que ela demonstrou que leva, em média, 23 minutos para se concentrar de volta na tarefa que foi interrompida. Diante desse número assustador, são inúmeras as dicas para diminuir essas interrupções: supressão das notificações no celular e no computador, uso de espaços adequados para atividades de alta concentração, política de limitação das reuniões e do uso do e-mail, bloqueio de aplicativos depois de um certo tempo de uso… Experimente.

*Por Armelle Champetier, diretora da Yogist no Brasil.

Avon ensina como reproduzir uma maquiagem dos anos 1980

Vitor Martinez, vencedor do Prêmio Avon de Maquiagem na categoria artes performáticas, dá quatro dicas para reproduzir uma maquiagem anos 1980, tendência para a temporada

Os anos 1980 voltaram com muita cor e com muita intensidade! Foi nessa década que o empoderamento feminino ganhou força e quebrou diversos tabus que existiam no universo da maquiagem. A Avon, líder em maquiagem no Brasil, acredita muito na força da mulher em ocupar todos seus espaços e, principalmente, acredita na beleza que é a sua cara. Por isso, a Avon convidou o vencedor do 23º Prêmio Avon de Maquiagem, na categoria artes performáticas, Vitor Martinez, para dar quatro dicas sobre a volta dessa tendência que tem olhos, boca e blush com muita cor e brilho.

Delineado gatinho colorido

AVON MAKE

Uma das tendências que voltaram com tudo são os delineados coloridos e gráficos. Aposte em um delineado colorido ou duplo com o delineado preto tradicional.

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Blush rosado

AVON MAKE 2

O blush nos anos 80 era o carro chefe da maquiagem. Era bem concentrado nas maçãs do rosto e subiam até às temporadas e pouco esfumados. Para os dias atuais, mantenha a marcação, porém mais esfumado para um ar mais natural. Aposte nas misturas de blush para encontrar o tom perfeito para a sua pele. Aproveite para dar um toque a mais com um iluminador.

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Olhos coloridos!

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Na época os olhos costumavam ter muitos tons fortes e vibrantes. Aposte nas sombras coloridas, misturando-as ou usando apenas uma cor. Sombras mais marcadas ou bem esfumadas são bem-vindas. Caso tenha receio do excesso de cor, comece usando apenas nos cantos internos dos olhos.

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Boca vibrante!

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As mulheres não tinham medo de extravasar nas cores e sempre usavam uma boca bem vibrante nos anos 80, geralmente, em tons pink ou vermelho intenso. Continue usando muita cor! E nada melhor do que usar um batom sem se preocupar com a sua duração.

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Onde encontrar: por meio das revendedoras da Avon pelo Brasil, via Rappi para as consumidoras das cidades de São Paulo, Osasco, Região do ABC e Rio de Janeiro e também no site.

Testes em animais estão em baixa no mundo dos cosméticos

Maria Inês Harris, especialista em segurança cosmética, comenta recentes avanços dos testes toxicológicos sem o uso de cobaias animais

Em 10 de setembro, a U.S. Environmental Protection Agency (EPA) anunciou que planeja colocar um fim à necessidade regulatória de testes toxicológicos em mamíferos até 2035. A decisão foi tomada após décadas de manifestação por parte das pessoas e entidades de luta pelos direitos dos animais, que apontam estudos que demonstram que hoje tais testes não são mais necessários para garantir a segurança dos consumidores.

“O mundo caminha na direção da criação de ativos e de produtos cosméticos desenvolvidos sob os mais altos critérios de segurança, sem o uso de testes em animais”, afirma Maria Inês Harris, Diretora Executiva do Instituto Harris e especialista em avaliação de segurança da área cosmética.

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O anúncio da EPA vem na sequência do anúncio do governo holandês de que acabaria com os testes em animais até 2025. De acordo com comunicado distribuído pela organização Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), tais anúncios são fortes indícios da tendência mundial de erradicação dos testes em animais, e de que uma nova era de ainda maior segurança nos testes de toxicidade, sem uso de cobaias animais, está se iniciando.

Inovação do Brasil

No Brasil, acaba de ser inaugurado no Rio de Janeiro, em 9 de setembro, o primeiro laboratório de bioengenharia (filial da Episkin, subsidiária da L’Oréal) a produzir amostras de pele humana reconstruída para testes em cosméticos, como alternativa ao uso de cobaias animais. A operação ocorrerá no Centro de Pesquisa e Inovação, no campus do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Trata-se da terceira no mundo, sendo as outras na França e na China.

Fonte: Maria Inês Harris é Diretora Executiva do Instituto Harris, Química com Ph.D. em Química (Unicamp) e Pós-Doutorado em Toxicologia Celular e Molecular de Radicais Livres (Unicamp) e em Lesões de Ácidos Nucleicos (CNRS, França) e é certificada no curso “Avaliação da Segurança dos Cosméticos na UE” (Universidade de Bruxelas, Bélgica). Atuou como gerente técnica de Pesquisa Clínica na Alergia Pesquisa Dermatocosmética, gerente de segurança de produtos da Natura e especialista em métodos HPLC (High Performance Liquid Chromatography) na Alcon Laboratórios. Também foi professora do Curso de Especialização em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruz (São Paulo) por 19 anos e coordenadora de Pesquisa Institucional da Universidade Bandeirantes (atual Anhanguera) no Brasil. É autora dos livros “Pele – Estrutura, Propriedades e Envelhecimento” e “Pele – do Nascimento à Maturidade”.

Nota da Redação: a notícia é boa, mas, convenhamos, 2025 me parece tão distante…

 

Setembro Amarelo: por que uma pessoa comete suicídio?*

O suicídio  vem chamando a atenção da sociedade. Não é de hoje que somos surpreendidos com alguns casos, seja de alguma celebridade ou de pessoas que, direta ou indiretamente, estavam próximas a nós. Nestas ocasiões, chocados, a pergunta que insistentemente invade a nossa mente é: por quê?

Segundo as estatísticas, podemos ver o quão importante é abordar esse assunto e compreender a situação. Trata-se, além de uma comprovação do sofrimento individual, de um sério problema de saúde pública. Segundo o mais recente relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 800 mil pessoas cometem suicídio a cada ano – uma taxa de 11,4 para cada 100 mil habitantes. Isso significa um suicídio a cada 40 segundos. A “violência autodirigida”, como o suicídio, é classificada pela OMS , é hoje a 14ª causa de morte no mundo inteiro. E a terceira entre pessoas de 15 a 44 anos, de ambos os sexos.

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Nossa cultura valoriza a vida em todos os sentidos, haja vista os incontáveis métodos de rejuvenescimento. Daí a morte, mesmo sendo um processo natural, não é bem-vinda porque rompe com o sonho humano de imortalidade. O suicídio, então, é tido como intolerável, nos conduzindo quase sempre a buscarmos uma justificativa para compreender tal ato e amenizar nossa perplexidade. O comportamento intencional de tirar a própria vida é resultado da soma de diversos fatores de origem emocional, psíquica, social e cultural. O indivíduo busca na morte o alívio, uma forma de fugir daquilo que o deprime, que o exclui de maneira insuportável.

Existem algumas pessoas que são mais propensas a cometer suicídio, são aquelas com transtornos mentais, depressivos, bipolares, transtornos de personalidade, dependentes químicos e esquizofrênicos. Outras podem estar passando por uma enfermidade, como câncer, HIV, ou mesmo pessoas que sofreram ou sofrem algum tipo de abuso ou bullying. Ou passaram por perdas, seja de emprego, separação, ou até uma exposição da vida íntima na internet.

A melhor forma de combater o suicídio é vencer nossos preconceitos e começar a falar desse assunto. Existem muitas pessoas que têm ideias suicidas, mas não cometem o suicídio. Nesse processo, a pessoa pensa em se matar, às vezes até planeja isso, mas não o faz.

O fato de haver um número considerável de pessoas que têm ideias suicidas criou uma crença na nossa sociedade de que quem fala que vai se matar não faz isso. Essa crença não é verdade. A maioria das pessoas que comete suicídio comenta essa ideia com alguém antes de cometer esse ato. Neste caso, os sentimentos de uma pessoa que fala em se suicidar são minimizados por aqueles que não entendem sobre o assunto ou que nunca sentiram o mesmo.

A pessoa que sente vontade de morrer está em um processo de dor tão intenso que não vê outra saída. Na verdade, ela não quer matar a vida, ela quer matar a dor. Há nessas pessoas uma vontade imensa de viver, mas sem a dor, sem o problema. Nesses casos o suicídio pode ser visto como o fim de um longo sofrimento. Essas pessoas não têm encontrado sentido para a vida.

Para prevenir o suicídio é indicado que as pessoas escutem aquele que fala em se matar. Preste atenção em mudanças de comportamento, seja para uma tristeza profunda, a perda de vontade de fazer as coisas que a pessoa gostava, e até mesmo uma mudança repentina de humor para a felicidade. Se a pessoa estava muito triste e de repente fica feliz, pode ser que tenha planejado seu suicídio e está assim por se sentir aliviada em poder acabar com a dor.

Alguns sinais podem nos ajudar a perceber se o indivíduo está pensando em suicídio. Preste atenção se a pessoa costuma dizer as seguintes frases:

“Minha morte seria melhor para todos” ou “Pelo menos vocês não teriam mais que me aguentar”.

“Ninguém se importa, mesmo”, “Ninguém entende o que eu sinto” ou “Você nunca entenderá”.

“Agora é tarde, eu não aguento mais”, “Não existe mais nada a ser feito” ou “Eu só queria que a dor passasse”.

“Eu não tenho razões para viver” ou “Estou tão cansado de viver”.

Conversas assim podem ser indícios que o indivíduo pretende cometer suicídio. Não julgue. Se você nunca pensou ou se sentiu como a pessoa, não diga como ela deveria se sentir ou o que deveria fazer. Apenas demonstre seu apoio e esforce-se para compreendê-la.

Falar que “não é ruim assim” ou “as coisas vão melhorar” não ajuda em nada e fará com que ela sinta que você não entende ou não está ouvindo. Prefira dizer “Você não está sozinho. Eu estou aqui com você e ajudarei no que for preciso”. “Eu não quero que você morra.” ‘Eu me preocupo com você.” Chame a pessoa para fazer algo com você como caminhar, praticar um esporte e qualquer coisa que a ajude a se manter fisicamente ativa. Um diário para a pessoa também pode ajudar. Assim, ela poderá expressar tudo que sente em vez de reprimir as próprias emoções.

mãos ajuda setembro amarelo

Se você que está lendo este artigo agora tem ideias suicidas, saiba que existe um caminho para você. Existem estratégias que você pode usar para ajudar a mudar esses pensamentos. A mente de uma pessoa com pensamentos suicidas funciona de forma diferente. É preciso encontrar estratégias para lidar com isso. O uso, de programação neurolinguística, técnicas de mindfulness e meditação podem ajudar, além de um acompanhamento terapêutico intenso para que a pessoa possa se expressar livremente, sem julgamentos e encontrar atividades que lhes proporcione qualidade de vida.

*Sabrina Ferrer é psicóloga-chefe do FalaFreud. Possui 14 anos de experiência na área de psicoterapia e Gestão de Pessoas. Sua abordagem é baseada na Psicanálise e Teoria Cognitivo Comportamental. Atua em clínicas atendendo adolescentes com questões emocionais, autoconhecimento, adultos com os mais variados sintomas e situações, além de idosos em casos de depressão e falta de motivação.

Dicas para o controle da conjuntivite alérgica, comum em dias de tempo seco

Olhos vermelhos, coceira e inchaço são alguns dos sinais; doença é comum nas estações de tempo seco e quente

Uma das manifestações clínicas da alergia ocular é a conjuntivite alérgica, que atinge, aproximadamente, 20% da população e, em 40% a 60% das vezes, está associada a outras doenças alérgicas como asma, dermatite atópica e rinite alérgica, sendo frequentemente subdiagnosticada. É mais comum durante os dias quentes, secos e ventosos, típicos da primavera, verão e outono, sendo os ácaros da poeira e os pólens de grama os principais agentes desencadeadores. Na região Sul, pode ocorrer pela exposição aos pólens de grama, sendo este quadro conhecido como polinose.

A alergia ocular é um grupo de doenças de hipersensibilidade mediada por IgE, desencadeada pelo contato dos alérgenos dispersos no ar, como os ácaros da poeira, pólens de grama, epitélios de animais domésticos, esporos de fungos, levando a uma inflamação alérgica da conjuntiva.

Apesar de interferir muito na qualidade de vida, as conjuntivites alérgicas são consideradas formas benignas de alergia ocular. Mais raramente, o olho pode ser acometido por outros tipos de alergia ocular, que apresentam sintomas persistentes, crônicos, que podem afetar a córnea e causar danos à visão. São elas, a ceratoconjuntivite atópica, que acomete adultos, e a ceratoconjuntivite vernal, mais comum em crianças.

Durante o 46º Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia, que será realizado no fim do mês em Florianópolis (SC), o tema “Alergia Ocular” será debatido por especialistas. O evento espera reunir cerca de 1.500 pessoas.

De acordo com Elizabeth Mourão, especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), a conjuntivite alérgica se manifesta sempre com prurido (coceira) nos olhos associado à hiperemia da conjuntiva (olho vermelho/irritado), lacrimejamento e inchaço de pálpebras, que geralmente acometem os dois olhos. Pode haver desconforto visual e sensação de corpo estranho. Nos casos mais graves e crônicos, os olhos encontram-se constantemente inflamados, com secreção gelatinosa e dor / desconforto ao olhar diretamente para a luz (fotofobia).

“O diagnóstico das conjuntivites alérgicas é clínico, baseado nos sintomas e exame físico, que vão ajudar a identificar o tipo de alergia ocular. Também é necessário identificar o alérgeno suspeito por testes de alergia na pele (prick-teste) e/ou no sangue pela dosagem de IgE específica”, explica a especialista.

Dicas para melhor controle da conjuntivite:

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– Lavar as mãos sempre que brincar com os animais de estimação ou após contato com tintas, perfumes, produtos de limpeza e outros irritantes.

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Foto: Ashley Frogley/MorgueFile

– Usar óculos de sol sempre que estiver ao ar livre, para diminuir o contato com o pólen ou poeira diretamente sobre os olhos e reduzir o desconforto visual.

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– Evitar passeios a parques, campos, cortar grama ou fazer serviços de jardinagem durante a primavera.

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Foto: Anita Peppers/Morguefile

– Utilizar ar-condicionado com filtro, manter as janelas fechadas do carro.

Novos Tratamentos

A higiene ambiental para diminuir a exposição à ácaros, por exemplo, pode reduzir a frequência das crises. Aplicar compressas frias nos olhos ou lavar os olhos com água fria e aplicar os colírios refrigerados ajuda no controle da coceira/desconforto ocular.

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Conjuntivite – Fonte: WebMd

“O tratamento da conjuntivite alérgica é feito com colírios, que têm propriedades anti-histamínicas e anti-inflamatórias, reduzindo a coceira e a vermelhidão nos olhos. O uso de lágrimas artificiais também deve ser usado, atuando com uma barreira a penetração de alérgenos e irritantes e prevenindo o olho seco, que pode estar associado ao processo inflamatório. A imunoterapia específica (vacina com alérgenos) está indicado para o tratamento da conjuntivite alérgica perene e sazonal, e atua como um tratamento que modifica a história da doença e induz tolerância aos aeroalérgenos”, detalha Elizabeth.

Novos tratamentos, como imunomoduladores, imunossupressores e imunobiológicos, que atuam reduzindo a inflamação da conjuntiva, sob a forma de colírios, pomadas oftálmicas e injetáveis, também podem ser indicados.

Fonte: Asbai

Marca brasileira desenvolve versão plant based de pão de queijo

Monama lança o Revolucionário Pão de Queijo Vegano

Mockup-Pao-de-Queijo

Monama, empresa brasileira de alimentos verdadeiramente saudáveis, lançou recentemente o Revolucionário Pão de Queijo Vegano. Feito apenas com ingredientes naturais e de origem vegetal, a novidade possui sabor e textura iguais à tradicional receita mineira de pão de queijo.

Para chegar a um impressionante resultado, a marca contou com uma equipe de especialistas dedicada 100% ao projeto. Após meses de testes, o Revolucionário Pão de Queijo Vegano surgiu agradando diversos paladares, até mesmo daqueles que não são veganos.

pao de queijo

Um dos segredos da similaridade à versão tradicional é o nutritional yeast. O novo alimento é uma levedura nutricional com sabor semelhante ao queijo parmesão, capaz de oferecer os nove aminoácidos essenciais para o corpo.

Além disso, a consistência do Revolucionário Pão de Queijo Vegano foi projetada para que ficasse perfeita, sem perder aquele famoso “puxadinho” do alimento. A novidade também é clean label, ou seja, só usa ingredientes naturais e fáceis de serem identificados no rótulo.

O Revolucionário Pão de Queijo Vegano da Monama é orgânico e não contém queijo, glúten, leite, ovos e nem manteiga. O produto é temperado apenas com azeite de oliva extravirgem, sal do Himalaia e nutritional yeast.

pao de queijo monama

Tamanho: cada pacotinho contém 400g
Preço sugerido: R$ 17,50

Onde encontrar: Monama

Aprenda receita de bolinho de chuva sem glúten

Quem não adora as lembranças de bolinho de chuva na infância? Essa receita na versão sem glúten vai adoçar seus dias, chuvosos ou não.

Bolinho de chuva

Ingredientes

Para a massa:
1 ovo
½ xícara de leite
1 ½ xícara de Farinha Multiuso Sem Glúten Schär
1 colher de café de fermento químico em pó
2 pitadas de sal
½ xícara de açúcar
1 colher de sopa de óleo

Para empanar:
3 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de canela

Para fritar:
Óleo

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes da massa em uma tigela. Coloque o óleo para ferver.
Pingue com uma colher a massa no óleo quente e frite até dourar, passar pela mistura de açúcar e canela e sirva quentinho.

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Dica:
Para quem adora banana, uma boa opção é cortar uma banana em cubinhos e acrescentar na massa. Uma combinação deliciosa.

Tempo de preparo: 30 minutos
Dificuldade: fácil

Fonte: Schär