Nutricionista reforça a necessidade do consumo de frutas, hortaliças e legumes

De acordo com Angela Hayashi, a ingestão de vitaminas C, E e K deve ocorrer em qualquer época da vida, principalmente durante o isolamento social

As mudanças de hábitos durante o período de quarentena têm sido inevitáveis, ainda mais no que se refere ao consumo de alimentos. No entanto, é fundamental que as refeições do dia a dia sejam ricas em vitaminas para fortalecer o sistema imunológico, sobretudo, nessa época em que as pessoas estão buscando a preservação de sua saúde.

Cuidar da alimentação é importante em qualquer fase da vida, principalmente, durante esse período de isolamento social, pois nosso cotidiano foi modificado o que aumenta a importância da gestão de alimentos saudáveis.

abacaxi pixabay
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“É essencial cuidar do corpo e manter a imunidade alta e, por isso, é recomendável o consumo de vitaminas C, E e K, presentes em alimentos como abacaxi, laranja, cenoura, mamão, abacate, brócolis, espinafre, batata doce, mandioquinha, beterraba e oleaginosas. Eles auxiliam nas defesas para infecções e invasores como vírus e bactérias”, explica a nutricionista Angela Hayashi.

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Especialista em nutrição clínica, funcional, e pediátrica, ela reforça que o consumo diário de frutas (in natura ou não), hortaliças e legumes podem fortalecer o sistema imunológico. É importante ter, no mínimo, três refeições diárias bem equilibradas, considerando duas porções de legumes e hortaliças (almoço e jantar) e, uma fruta para acompanhar cada refeição.

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O açúcar das frutas ajudará na manutenção da saciedade e reduzirá a vontade de consumi-lo além do necessário. “A ansiedade faz com que se consuma mais carboidratos do que seu corpo tem necessidade, manter uma dieta equilibrada ajudará ter uma vida mais saudável”, explica Hayashi.

organicos legumes

Além das escolhas na alimentação, é necessário destacar as boas práticas de fabricação e manipulação no que diz respeito à transmissão do coronavírus por meio de alimentos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades estrangeiras relacionados ao controle sanitário de alimentos, como nos Estados Unidos e na Europa, indicam não haver evidências de contaminação do vírus por meio de alimentos.

Por esse motivo, a entrega para a população brasileira está segura. “O transporte de alimentos e suas matérias-primas obedecem a uma série de regras, além da higienização dos transportes e colaboradores envolvidos em todas as etapas”, finaliza.

Fonte: Angela Hayashi é nutricionista pós graduada em Nutrição Clínica, Funcional e Pediátrica

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