Conheça a diferença entre os salames e aprenda a harmonizá-los com vinhos

Com sabores fortes e marcantes, cada tipo de salame deve ser apreciado com vinhos diferentes para garantir a melhor experiência na degustação

O salame é uma iguaria de origem italiana, que vai muito bem em sanduíches, tábuas, petiscos, patês e até mesmo em pratos quentes, como tortas, quiches, massas e risotos. É um produto curado, feito geralmente com carne suína e toucinho. Há disponível no mercado boa diversidade de salames e a Hans, marca de frios e embutidos preparados com receitas de origem alemã, ensina as diferenças entre os salames e como harmonizá-los com os vinhos mais adequados.

Além do calibre, ou seja, a espessura do produto, o diferencial está na qualidade da carne empregada, que irá impactar diretamente no sabor. Além disso, o tempo de cura, maturação e adição de temperos específicos dão origem aos tipos de salames. Os mais comumente apreciados são os salames italiano, hamburguês e pepperoni.

Conheça as diferenças e aproveite o melhor da experiência gastronômica, com o acompanhamento de um bom vinho:

Salame Italiano Hans: produzido com paleta suína, carne de alta qualidade e saborosa, e toucinho lombar, uma gordura mais firme, que não derrete facilmente. Leva temperos típicos da culinária alemã, como kümmel e páprica, além de vinho tinto. Com maturação prolongada, que leva até 40 dias, ainda passa por rápida defumação no início da fermentação. É um produto com muito sabor e ótima acidez. É recomendado o acompanhamento por um vinho com boa acidez e doçura equilibrada, como o Lambrusco ou até mesmo o Moscatel. Os espumantes harmonizam bem com sabores mais salgados, pois, além da acidez, contam com o gás carbônico, que ajuda a limpar o palato do sal e abrem o apetite. O espumante Brut, o preferido do brasileiro, também harmoniza muito bem, ainda que perca a doçura do Moscatel, equilibrada pelo sal do salame.

 

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Salame Hamburguês Hans: é preparado com paleta suína e toucinho, assim como o Italiano. O seu tempero característico é a pimenta preta em grãos, que é aromática e saborosa. Apresenta alto rigor e controle nas etapas de cura e maturação, que são etapas fundamentais para deixar o salame com textura mais macia e levar mais sabor. É defumado naturalmente e possui tempo de preparo longo, entre 30 e 40 dias.
Para esse tipo de salame são recomendados os vinhos espumantes, como o Moscatel e Brut. A harmonização com vinho branco seco produzido com as cepas Reislin resultam em uma experiência completa. Os vinhos produzidos com estas duas castas, originárias da Alemanha, Áustria e Alsácia (França) são muito aromáticos, com notas de frutas cítricas e flores, e têm bastante acidez. Pela adição da pimenta preta e da defumação, o salame hamburguês é bem aromático e seu sabor é valorizado por estes vinhos brancos, leves e perfumados.

Pepperoni Hans: é preparado com paleta suína e toucinho, assim como o Italiano e o Hamburguês. Sua característica mais marcante é a presença da páprica, que deixa o produto com cor avermelhada e com sabor picante. O seu tempo de preparo é de até 40 dias. Neste caso, a harmonização com melhor efeito é com o vinho tinto produzido com a casta Pinot Noir, que resulta em tintos leves, com boa acidez e taninos macios, o que torna os vinhos muito gastronômicos, fáceis de harmonizar com alimentos mais aromáticos, como o Salame Pepperoni.

Agora que você já conhece as diferenças entre os salames e a melhor harmonização possível com vinhos, a experiência gastronômica está garantida.

Fonte: Hans

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