Nutricionista alerta para tendência de redução de alimentos de origem animal

Para Saiury Carvalho, reducitarianismo poder ser a grande mudança em 2021

A qualidade da alimentação é uma das grandes preocupações atualmente. Além disso, a redução do consumo de alimentos de origem animal se tornou um dos principais motivos de debate. Cada vez mais as indústrias estão se atentando a essa mudança e estão criando alternativas para vegetarianos e veganos.

Para os menos radicais, o reducitarianismo é uma ótima opção, pois é a diminuição do consumo de alimentos de origem animal no cotidiano. É uma alternativa para quem quer começar a ser vegetariano, vegano ou simplesmente melhorar algumas condições de saúde. Esse estilo de vida tem tudo para bombar em 2021.

That’s some good cookin’

Toda mudança alimentar, seja por escolha ou pela saúde, deve ser feita com o acompanhamento de um profissional. A nutricionista e influencer Saiury Carvalho, formada na Universidade Tiradentes, acredita na tendência do movimento e está estudando sobre.

“O reducitarianismo é um movimento um pouco recente, mas vem crescendo com força total e, em 2021, atrairá mais olhares. O propósito é muito bacana, principalmente para quem quer reduzir o consumo de forma mais gradativa e não radical”

Saiury alerta sobre os perigos de fazer uma dieta alimentar drástica e sem o acompanhamento de um profissional da saúde: “A carne é uma excelente fonte de proteína, vitaminas do complexo B e minerais como ferro, zinco, magnésio e ácidos graxos essenciais. Iniciantes em dietas veganas ou vegetarianas devem sempre procurar o acompanhamento de um profissional da área, para equilibrar os aspectos nutricionais com outros alimentos. No reducitarianismo, é um pouco mais tranquilo: a pessoa pode começar com o movimento ‘Segunda Sem Carne’, por exemplo”, acrescenta.

O ex-Beatle Paul McCartney entre as filhas Mary e Stella, defensores da campanha Segunda Sem Carne pelo mundo

Além disso, a nutricionista ressalta que a adaptação varia de pessoa para pessoa. “Conheço pessoas que seguem e que se sentem bem com a redução do consumo, mas também outras que não se adaptaram. É muito relativo. O ideal é seguir o que te faz feliz”, ressalta.

A causa animal também é outro argumento forte para debater esse estilo de vida, já que muitas empresas alimentícias tratam a vida dos animais com descaso. “Acho que é uma causa que deve sim ter uma atenção maior. Os animais também são seres e devem receber todo amor e atenção. Muitos continuam maltratando ou até mesmo abandonando”, desabafou a nutricionista.

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