Dia Mundial do Gato: livros são alternativas para estimular interesse e amor por animais

Nesta quarta-feira (17) é celebrado o Dia Mundial do Gato. Sim, eles são amados por uns e dispensados por outros, pelo estigma de que eles não são afetuosos. Mas só quem tem esses bichanos em suas vidas sabe o quão eles se adaptam à nossa rotina, sendo uma ótima companhia que nos ensina a ser seres humanos melhores.

E, para incentivar a meninada a amar esses fofuchos, seguem abaixo algumas sugestões de livros que ensinam e nos motivam a conhecê-los ainda mais. Confira:

A Gata Penélope – escrito pela jornalista e escritora Isa Colli, a história fala sobre uma gatinha perdida no inverno europeu que, ao ser resgatada, constrói uma amizade linda com sua nova tutora. Um livro que mostra como o dia a dia de uma pessoa pode ser modificado por um gatinho.

Borba, o Gato – escrito por Ruth Rocha, Borba, o gato, e Diogo, o cão pretendem ensinar a todos uma grande lição – que cão e gato podem ser amigos, e juntos enfrentar todos os perigos. Eles vão tomar conta da cidade para todos dormirem com tranquilidade.

O Gato de Botas – ou, ainda, O Mestre Gato é um clássico conto de fadas de autoria do escritor francês Charles Perrault, incluído no livro Les contes de ma mère l’Oye, publicado em 1697. O conto narra a história de um caçula de três irmãos que recebe como herança de seu pai um gato de estimação.

Dewey – um gato entre livros – a rotina da pacata cidade de Spencer, Yowa, Estados Unidos, se transforma após Dewey, um gato, ser encontrado na Biblioteca Pública. A diretora da Biblioteca, que achou o gatinho na caixa de devolução, resolve contar a história e lançou este livro, a história real de um gato que fez da biblioteca – e da cidade – sua casa e de seus habitantes, os melhores amigos.

Um Gato de Rua Chamado Bob – após passar por dificuldades em diversas áreas de sua vida, James Bowen acabou morando na rua e se viciou em drogas. Ele aceitou a ajuda do governo para se livrar do vício e, como consequência, foi morar em uma casa destinada aos pacientes em recuperação. Para seu próprio sustento, James tocava música no centro de Londres, onde ganhava um pouco de dinheiro em cada apresentação. Foi depois de chegar de uma apresentação que James deparou-se com um gato laranjinha encolhido em um corredor de seu prédio. Ele esperou alguns dias, para que o bicho voltasse ao seu dono, mas quando isso não aconteceu, James resolveu trazer o gato – a quem chamou de Bob – para casa. O animal virou seu companheiro de vida, e o acompanhava para as apresentações, encantando todos que passavam e ajudando seu novo dono e deixar de ser “invisível para a sociedade”.

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