Sorvetes Rochinha traz lançamentos com chocolate Bean To Bar de pequenos produtores

Festival Chocolates do Brasil conta com produtos de massa. Chocolate 70% da Bahia com nibs de cacau e Chocolate 71% do Pará são feitos com matéria prima de pequenos produtores

Amanhã, 7 de julho, é o Dia Mundial do Chocolate, que mais do que uma iguaria, é um alimento que promove benefícios à saúde desde que consumidos de maneira adequada e com escolhas mais saudáveis.

Entre suas vantagens para a qualidade de vida estão a sensação de bem-estar que ele proporciona, a melhora no fluxo arterial com consumo moderado, seu poder de hidratação da pele, além de reduzir o estresse e aliviar dores.

“O cacau é o principal ingrediente do chocolate, obtido por meio de fermentação de suas sementes, que posteriormente são torradas e se transformam em barra. É uma fruta riquíssima em polifenóis, que são potentes antioxidantes que ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares, ou seja, têm uma função protetora às células devido a neutralização dos radicais livres, com capacidade de baixar a pressão arterial, aumentar o HDL e diminuir o LDL, por exemplo. Lembrando sempre que a alimentação deve ser balanceada”, explica a nutricionista Patrícia Loiola, da Sorvetes Rochinha.

Alimento milenar que tem o cacau como matéria prima, o chocolate ganhou destaque nos últimos anos com a produção de linhas premium e gourmet – como o Bean To bar – ou seja da amêndoa do cacau à barra. Mais do que uma tendência, os chocolates Bean To Bar vieram para ficar. Ele é feito normalmente por pequenos produtores, que acompanham todo o processo cacaueiro – desde o cultivo, colheita, secagem até a barra pronta para venda.

De olho nesta nova forma mais sustentável de consumir chocolates, a Sorvetes Rochinha, marca tradicional do litoral norte paulista – lançou três sabores de Cacau Bean To Bar em parceria com Instituto Auá. Os lançamentos exaltam o Cacau nacional produzido em dois estados: Bahia e Pará, nos sabores de Chocolate 70% da Bahia com nibs de cacau e Chocolate 71% do Pará e Chocolate 71% com Carimbó – sorvete de castanha do Pará com doce de Cupuaçu. Os produtos de massa estão disponíveis nas 23 lojas da marca em São Paulo – capital, litoral e interior – Paraná, Santa Cataria e Angra dos Reis (RJ).

Os sabores seguem a tendência Bean To Bar, ou seja, da colheita do fruto à transformação da amêndoa em chocolate. O processo é conduzido de maneira sustentável. A amêndoa do cacau tem manejo feito de maneira natural (colhidos com as mãos) e passam pelas etapas de colheita, quebra, transporte, fermentação, secagem natural e armazenamento até se tornar a barra na agroindústria.

Todo cuidado na preparação da amêndoa do cacau selvagem e na produção dos chocolates garante maior qualidade das barras, normalmente feitas por pequenos produtores certificados. Essa característica da origem da matéria-prima e a composição dos ingredientes na produção do chocolate, sem conservantes e sem gorduras trans atesta aos consumidores um produto saudável, bom, limpo e justo.

Os chocolates escolhidos pela Sorvetes Rochinha são de dois microempreendedores parceiros do Instituto AUÁ: o Bahia Cacau – da Cooperativa de Ibicaraí – e Amazônia/Pará, dos Cacau River. Os três lançamentos são produzidos a partir do chocolate com teor de 70% e 71% cacau de pequenos fornecedores. Com isso a marca fortalece sua identidade de valorizar as riquezas e a história do cacau brasileiro, além de ampliar seu compromisso de fomentar a economia sustentável, iniciado em 2020.

A Sorvetes Rochinha busca reforçar sustentabilidade como base da marca, valorizando a biodiversidade brasileira e fomentando o ecomercado – de quem planta e vende até a indústria, gerando emprego e renda para microprodutores.

Com a segunda campanha em parceria com o Instituto Auá a Sorvetes Rochinha acredita que é possível potencializar os pequenos negócios e contribuir com a preservação dos biomas brasileiros de maneira sustentável e, ao mesmo tempo, lucrativa para todas as esferas do desenvolvimento socioeconômico.

Os sorvetes de chocolate Bean To bar da Rochinha são feitos com dois fornecedores: a Cacau River, da comunidade de Mocajuba do Pará, e da Bahia Cacau – do Sul da Bahia. O uso de chocolates regulamentados e de pequenos produtores, além da excelente qualidade, proporciona emprego e renda nas comunidades.

“O Bean To Bar é totalmente rastreável. Além de investirmos em um produto 100% brasileiro desde a fruta com qualidade única, nossa escolha em apoiar o microprodutor gera emprego, renda e dignidade com trabalho e sustentabilidade. Nós acreditamos nisso não só como tendência, mas como escolhas que transformam vidas. Entendemos que o consumidor está atento à isso também”, reforça Lupercio Moraes, CEO da Sorvetes Rochinha.

A Cacau River, explica como é feita a colheita, a secagem e a transformação do cacau amazônico 71% da marca. Segundo ele, a diferença do cacau começa na colheita. “Nossa colheita é de cacau selvagem, de fazendas regulamentadas de pequenos produtores às margens do Rio Tocantins, no município de Mocajuba (PA), onde estão as bases de fermentação nas comunidades Tauaré e Costa da Santana. Ele não é perfurado e na escolha, triamos os que não estão amassados, por exemplo. Isso garante melhor fermentação da fruta e sua secagem, em tupés amarrados de palha, pelo menos cinco dias. Isso dá origem ao nibs sem amargor”, Mário Sampaio, responsável pela marca.

Osaná Crisostomo do Nascimento, diretor presidente da Coopfesba, conta as particularidades da produção do chocolate Bahia Cacau, marca da cooperativa que conta com mais de 60 famílias de pequenos agricultores associados. O estado da Bahia foi por anos referência na produção de Cacau entre os anos de 1970 e 1990, quando chegou a praga da Vassoura de Bruxa. Hoje, o desafio é reerguer a tradição do cacau de maneira sustentável, e consciente e duradoura.

“Vivemos um novo momento. O manejo do cacau selvagem hoje é sustentável, consciente e que preserva o meio ambiente. Nós prezamos pela qualidade desde a colheita. Para que essa amêndoa tenha o melhor caramelo. Nosso chocolate tem mais cacau e menos leite e açúcar. Buscamos seu estado mais puro e com mais saudabilidade”, revela Nascimento.

Foto: Diego Correa

As novidades estarão nas franquias da marca em São Paulo – capital, litoral e interior, Matinhos e Guaratuba (Paraná), Itapema (Santa Catarina) e Angra dos Reis (RJ), além da Food Kombi. Confira endereços no site da marca. Preço Sugerido por quilo: a partir de R$ 99,90.

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