Dia do Miojo: uma das maiores invenções japonesas completa 63 anos hoje

Macarrão instantâneo se tornou tão popular que em 2020 foram consumidas mais de 116 bilhões de porções do alimento em todo o mundo

Hoje, 25 de agosto, uma das criações japonesas mais famosas de todos os tempos completa 63 anos: o macarrão instantâneo, ou simplesmente miojo para nós, brasileiros. Criado em 1958 pelo fundador da Nissin Foods, Momofuku Ando, o alimento se tornou tão popular em diversos países que em 2020 foram consumidas mais de 116 bilhões porções de macarrão instantâneo em todo o mundo, conforme pesquisa da World Instant Noodles Association (WINA).

Mas você conhece a história e a preocupação social que envolveram a criação do miojo? Tudo começou no período pós-Segunda Guerra Mundial no Japão, quando Momofuku Ando teve a ideia de criar um alimento prático, seguro, saboroso, com armazenabilidade e acessível para sanar a fome da população japonesa no período de reestruturação daquele país. Assim nasceu o Chicken Ramen, primeiro macarrão instantâneo do planeta. Em 2018 a WINA (World Instant Noodles Association) incluiu mais dois princípios ao famoso produto: ser nutritivo e ecologicamente sustentável.

Foto: Andree Autza/Morguefile

No Brasil a história do macarrão instantâneo começa em 1965, ano em que o produto chegou ao Brasil, e conquistou rapidamente consumidores de todo o país. Um levantamento da WINA mostra que o Brasil é líder de consumo do alimento na América Latina, com 2,7 bilhões de porções consumidas em 2020, resultando em um consumo per capita de 12 a 13 porções.

Inovação contínua

Momofuku Ando – fundador da Nissin

Em 1971, Momofuku Ando inovou novamente ao criar outro produto versátil, que pudesse ser consumido em um copo – nascia, então, o Cup Noodles. Já em 2000, o macarrão instantâneo foi considerado uma das maiores invenções do século XX, de acordo com uma pesquisa realizada no Japão pelo Fuji Research Institute. Por fim, em 2005, Momofuku Ando desenvolveu o Space Ram, uma versão do macarrão instantâneo para ser consumida em pleno espaço por um astronauta japonês.

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