Especialistas dão dicas para escolher, preservar e descartar colchões

O sono é essencial para uma vida saudável, porém, de acordo com um levantamento da Associação Brasileira do Sono, de 2019, 65% dos brasileiros têm problemas para dormir. As causas são inúmeras, como insônia, estresse, doenças respiratórias e até a qualidade do colchão. Um colchão velho ou de má qualidade pode acarretar inúmeros problemas físicos e desconfortos na hora de dormir, afetando, consequentemente, o descanso mental, o humor e a produtividade diurna das pessoas. Atenta às necessidades individuais, a indústria colchoeira tem investido em produção e materiais tecnológicos para promover um conforto cada vez mais personalizado.

“O nosso DNA é ligado ao sono, logo, cada indivíduo tem um tipo de necessidade. A indústria têxtil inova para, através do toque, do sensorial, adicionar outras funções ao colchão que não seja apenas acomodar o corpo, mas dar segurança e bem-estar. É essa demanda de conforto que temos observado atualmente e que tende a crescer, principalmente numa sociedade onde os indivíduos estão cada vez mais ocupados e dormindo menos”, explica Guilherme Koury, CEO do Grupo CBP, parceiro da Basf, a quem ela fornece matéria-prima, como TDI e Poliol para fabricação de colchões. Ao longo dos 14 anos de parceria, já foram produzidas 146 mil toneladas de unidades que, se fossem empilhadas, alcançariam uma altura equivalente ao prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa.

Pìxabay

Sergio Junior, gerente de vendas isocianatos da Basf, dá algumas dicas para apoiar a decisão na hora de escolher seu colchão:

=Se possível, tentar sentir a densidade da espuma. A escolha por um colchão mais mole ou mais rígido é subjetiva. O que agrada a uns pode não agradar a outros;
=Observar o tecido que reveste a espuma para verificar se ele proporciona conforto térmico;
=Mudar a posição do colchão de tempos em tempos para equilibrar o peso sobre a espuma, evitando marcas permanentes e garantir a qualidade por mais tempo;
=Buscar por produtos com certificado de qualidade, pois isso garante que foram produzidos com materiais adequados;
=O tempo médio de durabilidade de um colchão é de 10 anos. É indicado fazer a troca após esse período a fim de evitar problemas respiratórios e alérgicos também, pois os colchões tendem a acumular ácaros com o tempo.

Conforto para o meio ambiente também

Para o descarte de colchões velhos, Sergio Junior orienta que o consumidor busque pontos de coletas ou serviços de reciclagem de empresas privadas. A Basf, por exemplo, desenvolveu um processo de reciclagem química para colchões usados, para transformá-los em novos produtos. Os testes-piloto estão sendo realizados na Alemanha. Com projetos voltados para a economia circular, a BASF está abrindo novos caminhos e respondendo às expectativas crescentes em matéria de sustentabilidade da indústria de espuma e de colchões, bem como às expectativas dos consumidores.

Fonte: Basf no Brasil

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