Quais as consequências das guloseimas juninas para a pele?

Depois de dois anos de isolamento social, as festas juninas estão de volta e os comes e bebes com elas. Confira quais alimentos podem prejudicar e os que podem fazer bem para a pele

Milho, amendoim, quentão, maçã do amor. Tudo delicioso. Mas pra muita gente essas gostosuras típicas das festas juninas podem afetar a saúde da pele. “Na rotina de cuidados, além de ser essencial a escolha de produtos adequados ao tipo de pele, a alimentação também tem influencia”, diz a dermatologista Luciana Garbelini .

Para conquistar uma aparência saudável, o ideal é uma dieta rica em verduras, legumes e frutas, além de muita água. Mas durante as festas abusa-se de alguns alimentos que fogem dos hábitos. “Amendoim, maçã do amor e arroz doce, por exemplo, são alimentos que podem causar o aumento da oleosidade do couro cabeludo e da pele, resultando em acne e dermatite seborreica por conta da gordura e do açúcar”, diz Luciana.

A pipoca é uma opção saudável das festas juninas, principalmente se preparada sem ou com pouco óleo ou manteiga. E nada de exagero, pois contém carboidrato. A casca do milho é rica em fibras, que ajudam no funcionamento do intestino, além de conter vitamina A e C, potássio e ferro. “A pipoca ainda tem antioxidantes que protegem as células do nosso organismo dos danos causados pelos radicais livres”, afirma Luciana.

Pinhão, abóbora, milho cozido e batata doce, também comuns nessas festas, podem ser ingeridos sem risco para a pele. “Ao contrário – são alimentos que contêm vitaminas e propriedades antioxidantes, que combatem os radicais livres e fazem bem para a pele”, afirma Luciana. No entanto, são ricos em carboidratos e devem ser consumidos com moderação.

E as bebidas alcoólicas?

“Quentão e vinho quente, bebidas mais comuns nessas festas podem prejudicar quem sofre de rosácea e psoríase porque vasodilatadoras. Peles sensíveis e com tendência à dermatite também podem ser afetadas”, diz Luciana. E, claro, como qualquer bebida alcoólica, tem que ser ingerida com moderação. No mais, é tomar bastante água, se preparar para dançar e pular a fogueira!

Luciana Garbelini é dermatologista formada pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em cosmiatria e estética no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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