Isabel Teixeira emociona em filme publicitário sobre beleza e liberdade para a marca Vult

O processo de descoberta da beleza feminina vai além do contato direto com o espelho. Para muito além dos estereótipos e mitos criados sobre o que é “belo”, a beleza para muitas mulheres se revela em diferentes momentos da vida, ao contemplarem suas bagagens emocionais, jornadas, cicatrizes, anseios e particularidades. E em paralelo a tudo isso, a maquiagem, antes uma imposição e que reforçava padrões inalcançáveis, agora se faz como uma verdadeira ferramenta, uma opção para quem deseja realçar suas características, se expressar e se apresentar para o mundo.  

É sobre esse processo que fala o filme “Bem-vinda”, uma peça publicitária de Vult que ganhou vida na interpretação da atriz Isabel Teixeira. Em sua primeira campanha, Isabel interpreta a si mesma e se reconhece nesse processo de descoberta através da beleza.    “Todo mundo está passando por um reencontro consigo mesmo. Cada um a seu modo. E eu tenho passado por isso. Vivendo um renascimento que é meu, mas também é coletivo,” ela explica.  
Isabel Teixeira no making of do filme de campanha “Bem-Vinda” de Vult (Foto: Léo Franco/AG News)
De maneira poética, o filme de 1 minuto mostra a cena simbólica desse momento do encontro consigo mesma, com o espelho e com a maquiagem. Como num clipe musical, Isabel caminha para uma penteadeira ao som da música “Bem-vinda”, desenvolvida especialmente para a campanha e interpretada pela consagrada cantora Cida Moreira e de composição de Sarah Roston, Gavi e Pedro Penna. A canção, que fala desse desabrochar para a vida, nos transporta para um momento íntimo e contemplativo, que conecta esse momento de vida da atriz com o de muitas mulheres. 
Isabel Teixeira no making of do filme de campanha “Bem-Vinda” de Vult (Foto: Léo Franco/AG News)
“Essa campanha tem muito a ver comigo e eu prezo por essa verdade, essa coerência. O roteiro é sobre algo que estou vivenciando de alguma maneira. Esse olhar para si mesma, é um aprendizado.” afirma, Isabel. A atriz também contou sobre um recente reencontro que coincidiu e trouxe ainda mais verdade para a campanha. “Eu fiquei muito tempo sem usar maquiagem, por opção. Mas recentemente, de um jeito muito lúdico e de uma maneira não autoritária, me encontrei com a maquiagem de novo. E é uma delícia ser maquiada e se maquiar, se divertir com isso. E eu posso me maquiar e também posso não me maquiar. O princípio disso tudo não é o da obrigação, da autoridade, é uma escolha. E todo mundo pode. É aí que a gente vê a potência, onde a gente pode chegar, essa é a verdadeira beleza”, conta a atriz.
Isabel Teixeira no filme de campanha “Bem-Vinda” de Vult 
O projeto chega em um momento de muita efervescência cultural ao redor da figura de Isabel, que tem se estabelecido no imaginário da teledramaturgia brasileira. A campanha, criada pela agência Soko para reforçar o novo posicionamento “Voa, que o mundo é seu”, de Vult, é focada em mídia digitais e aposta no poder dessa mensagem de conexão e descoberta, presentes no discurso de ascensão feminina (em todos os âmbitos) que a marca carrega.  

Confira o filme na íntegra clicando em  Bem-Vinda | Vult + Isabel Teixeira      

Sobre Isabel Teixeira

Foto: Léo Franco/AG News
Isabel Teixeira é atriz, diretora, dramaturga e fundadora do Ateliê Fora de Esquadro. Formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), trabalhou com os principais diretores do país em espetáculos que marcaram época, como Toda Nudez será Castigada e Um Bonde Chamado Desejo, com direção de Cibele Forjaz; Gaivota, tema para um conto curto, com direção de Enrique Diaz (cumprindo longa temporada no Brasil e em vários países do mundo); Rainha[(s)], duas atrizes em busca de um coração, com o qual ganhou o Prêmio Shell de melhor atriz, em 2009, sob direção de Cibele Forjaz; A Tragédia da América Latina, com direção de Felipe Hirsch, entre muitos outros. Atuou no espetáculo E Se Elas Fossem Para Moscou?, que cumpriu temporada ao redor do mundo desde 2014, com direção de Christiane Jatahy. Como integrante da Cia. Vértice de Teatro, foi convidada pelo teatro Odeon de Paris e pelo Le Centquatre-Paris para atuar no espetáculo ÍTACA, de Jatahy, que estreou em Paris em abril de 2018 e cumpriu turnê mundial até 2019.

Em 2004 coordenou o projeto Arena Conta Arena 50 Anos (prêmio Shell especial de 2005) e a exposição com o mesmo nome realizada no Instituto Tomie Ohtake. Desde 2003 trabalha como dramaturga e diretora de várias peças e shows, sobretudo os shows de Zélia Duncan e os espetáculos da atriz Regina Braga. Dirigiu (e traduziu) pela primeira vez no Brasil a peça inédita de Beckett, Eleutheria, em 2013 (na Escola de Arte Dramática / ECA/ USP) e, em 2016, dirigiu o ator Renato Borghi na peça Fim de Jogo, do mesmo autor. É autora das peças: Invenções (2009); Inventário (2010); Lov Lov Lov (2016); People vs. People (2019); People vs. Tesla (2020).

Na televisão, esteve no elenco das duas temporadas da série Desalma, de Ana Paula Maia, com direção de Carlos Manga Junior, e da novela Amor de Mãe, de Manuela Dias, com direção de José Villamarin. Atualmente, interpreta a personagem Maria Bruaca no remake de Pantanal, novela de Bruno Luperi inspirada na versão original criada por Benedito Ruy Barbosa, com direção de Rogério Gomes e Gustavo Fernandez.  

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