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Como diferenciar um espirro normal daquele causado pela covid-19?

Chegada do outono traz queda na temperatura e ar mais seco que favorecem doenças respiratórias

A pandemia de Covid-19 deixou todo o mundo em alerta em relação ao autocuidado e, principalmente, aos sinais que o corpo dá quando algo não vai bem. No entanto, alguns sintomas podem acabar gerando pânico nas pessoas que ficam em dúvida se foram contaminadas pelo novo coronavírus ou se apenas estão com alguma outra condição de saúde, como resfriado ou rinite.

“Nem todo espirro é sinal de coronavírus”, alerta Maura Neves, médica otorrinolaringologista formada pela USP e que atende na Medprimus, que lembra que as crises de espirro tendem a ser mais frequentes nesta estação justamente porque o ar mais seco e frio aumenta a concentração de poluentes no ar.

Outro ponto de atenção é que, por causa do frio, muitas vezes trocamos o ambiente ventilado e arejado por locais fechados, de modo que, sem querer, acabamos ficando mais expostos aos ácaros, poeira, fungos e vírus. “Sempre foi assim. O importante é, agora, sabermos diferenciar uma crise de rinite da Covid-19 e evitar o pânico”, diz a médica.

Mas afinal, qual a diferença entre uma infecção e uma alergia?

“As infecções virais, a saber gripes e resfriados, apresentam como sintomas principais: dor de garganta, cansaço, dor de cabeça além dos sintomas nasais de obstrução, coriza e espirro”, ensina Maura.

A diferença entre resfriado e gripe é que, nesta última, os sintomas são mais intensos e podem ser acompanhados por febre. A duração é de 3 a 7 dias com média de 5 dias.

Na rinite e crises alérgicas, os sintomas são só nasais: obstrução, coriza, espirros e coceira. Os sintomas podem durar algumas horas, alguns dias ou serem perenes. “Uma característica importante nas rinites é que os espirros são, muitas vezes, em salvas, ou seja, vêm em séries de muitos e na sequência. Pode ocorrer em qualquer hora do dia a depender do momento da crise de rinite. Muitas pessoas relatam espirros em salva ao acordar ou sair do banho, por exemplo, o que ocorre por conta da variação de temperatura corporal.”

E a rinite é algo bastante comum: estudos populacionais indicam que cerca de 30% da população sofre deste tipo de alergia, sem contar as rinites não alérgicas (irritativa, hormonal, do idoso etc.).

“E a Covid-19? Como diferenciar?” Essa é a grande questão que mais fazem para a médica. Os sintomas da Covid-19 são parecidos com os da gripe e, nos casos mais graves, somam ainda febre alta, tosse e dificuldade para respirar. “Porém, pode ocorrer de serem sintomas mais leves, como nariz entupido ou escorrendo, dor de garganta e até sintomas gastrointestinais, como dor de barriga, diarreia e vômito. A perda de olfato e paladar ocorre muitas vezes sem a obstrução nasal e os espirros não são tão frequentes, embora possam aparecer”, ensina Maura.

A dica deixada pela médica é se atentar aos demais sintomas que acompanham a crise de espirros. Rinites, por exemplo, não têm dor de garganta ou febre e são acompanhadas de coceira e salva. Já gripes e resfriados não têm coceira. Se o nariz ficar obstruído, a perda de olfato ocorrerá por este motivo e, no caso da Covid-19 isso ocorre sem que o nariz fique entupido.

“De qualquer forma, se houver dúvida, o médico deve ser consultado para melhor orientação”, conclui Maura.

Fonte: Medprimus

Ácaros, poeira e mofo podem causar alergias oculares; saiba como evitar

Oftalmologista Keila Monteiro de Carvalho ensina como evitar o problema

Eles podem até não ser vistos a “olho nu”, mas estão longe de passar despercebidos pelos olhos. Ácaros, poeiras, pólen, mofo, pelos de animais, produtos de limpeza (os chamados alérgenos), podem levar o sistema imunológico a uma reação exagerada, causando a alergia ocular.

“O problema é mais comum em indivíduos que já possuam algum tipo de alergia, como sinusite, rinite ou asma, mas estima-se que 15% da população mundial sofra este tipo de reação, que pode afetar pálpebras e córnea”, explica a oftalmologista Keila Monteiro de Carvalho, Professora Titular de Oftalmologia da Universidade Estadual de Campinas e Chefe do Departamento de Oftalmologia da FCM/Unicamp.

Healthline

A oftalmologista explica que os olhos costumam ser alvo fácil para as alergias porque, ao abri-los, a conjuntiva – a parte branca dos olhos– fica totalmente exposta, podendo, em contato com certos alérgenos, desencadear algum processo alérgico. Com sintomas semelhantes aos diferentes tipos de conjuntivite, como vermelhidão, desconforto ocular, irritação, coceira, lacrimejamento, inchaço e fotofobia (sensibilidade à luz), o que difere o problema é o tempo de duração dos sintomas, que em casos de conjuntivite infecciosa, por exemplo, podem persistir por uma a duas semanas, e na forma alérgica, com administração do anti-histamínico, tendem a aliviar já no segundo dia.

Para evitar o problema, a prevenção é o melhor remédio. “O primeiro passo é identificar e eliminar os alérgenos do ambiente. Isso fará com que os sintomas apresentem uma boa melhora. Também é importante realizar o tratamento com o oftalmologista em conjunto com o alergologista”, comenta Keila.

Mudanças simples em casa também podem contribuir em muito para reduzir a incidência da alergia. Entre as medidas que podem ser tomadas, pode-se manter o ambiente limpo, arejado e com exposição solar, para evitar o acúmulo de ácaros; diminuir a quantidade de travesseiros, roupas de cama, cortinas, bichos de pelúcia e objetos que acumulem poeira; e realizar a higienização do ar-condicionado semanalmente.

Mas, caso ocorra uma crise de alergia ocular, a médica explica que é fundamental evitar esfregar ou coçar os olhos, pois, além de estimular as alergias, isso pode facilitar o surgimento ou desenvolvimento de ceratocone. “Deve-se ainda evitar o uso de soro fisiológico para lavar o local, pois o sal do soro irrita ainda mais os olhos. O ideal é aplicar compressas frias sobre os olhos fechados”, orienta a oftalmologista.

Segundo a especialista, colírios específicos podem ser indicados pelo oftalmologista a fim de amenizar os sintomas. Também pode ser prescrita a imunoterapia (vacina para alergia). “O método consiste em injetar gradualmente um número crescente de alérgenos no indivíduo para estimular a imunidade do paciente às substâncias que causam a alergia”, explica ela.

“É importante ressaltar que, se não tratada corretaente, a alergia ocular pode evoluir, trazendo complicações à visão, como o surgimento de vasos anormais na periferia da córnea e úlceras. Por isso, caso os sintomas surjam, deve-se consultar um oftalmologista”, acrescenta a médica.

Fonte: Keila Monteiro de Carvalho é Professora Titular de Oftalmologia da Universidade Estadual de Campinas e Chefe do Departamento de Oftalmologia da FCM/Unicamp

Sete alergias de verão das quais você pode se livrar

Dependendo da época do ano, alguns problemas específicos podem aparecer para incomodar quem tem alergia. O tempo seco pode causar tosse, enquanto o pólen liberado pelas flores, pode acarretar espirros. Se o tempo estiver chuvoso ou frio, as alergias podem evoluir e apresentar quadros de coriza, que lembram resfriados.

Para identificar uma alergia sazonal, o alergista vai perguntar sobre seus sintomas e se eles acontecem em determinadas estações do ano. Além disso, testes cutâneos também podem ajudar a identificar o alérgeno responsável por tal alergia.

O tratamento pode ser feito com sprays nasais, anti-histamínicos, descongestionantes, colírios e/ou vacinas para alergia (imunoterapia).

Conversamos com o médico José Roberto Zimmerman, alergista da Alergo Ar, para tirar as principais dúvidas sobre as alergias mais comuns no verão. Confira:

1)Alergia a picada de mosquito:

Foto: ChelmsfordMosquitoControl

“Além das altas temperaturas, o verão sempre traz os temidos mosquitos! Isto acontece porque o calor favorece a multiplicação de insetos. A alergia a essas picadas se manifesta através de lesões no local, pele quente e avermelhada, surgimento de feridas ou bolhas no local. O tratamento inclui medidas protetivas (como uso de telas em janelas, dedetização e repelentes), medicamentos, além de imunoterapia (vacina para alergia)”.

2) Risco de rinite alérgica no verão:

“Com o clima seco, a poluição aumenta, irritando o nariz, principalmente de quem é alérgico. Na região sudeste, a maior parte das alergias é causada pelo contato com ácaros e pelas grandes mudanças de temperatura. A rinite alérgica é uma inflamação na mucosa nasal que atinge cerca de 30% da população. Se não tratada, pode evoluir para quadros de bronquite, sinusite, faringite ou laringite”.

3)Asma no verão:

“No verão, o uso excessivo de ar-condicionado e ventiladores tem forte relação com a asma e podem ajudar a desencadear crises da doença. Estes aparelhos, quando não higienizados adequadamente, podem espalhar no ar ácaros, poeira, bactérias e fungos. O ar condicionado, além disso, pode provocar uma redução da umidade do ar e deixar este ar ressecado, irritando as vias aéreas. Na época mais quente do ano, use umidificadores de ar corretamente, realize a manutenção adequada do ar condicionado, passe pano úmido na casa, evite produtos com odores fortes, não deixe ocorrer o aparecimento de mofo e dê preferência a lugares abertos e arejados”.

4) Rotavírus

Foto: MD-Health

“O rotavírus é um vírus comum e muito contagioso que causa infecção. Esta infecção gera um quadro de vômito, diarreia, febre e gastroenterite aguda, e não tem tratamento específico. O ideal é prevenir-se tomando a vacina contra o rotavírus”.

=Alergia ao calor existe?

Foto: The Humming Notes

“Basta a temperatura subir, que os incômodos surgem. Entre eles estão coceira e pequenas bolinhas na pele, típicos de reações alérgicas. Na verdade, o nome correto é urticária colinérgica, problema que se manifesta diante do aumento da temperatura corporal, excesso de suor ou ingestão de alimentos quentes e bebidas alcoólicas. Não é considerada grave, mas pode afetar a qualidade de vida. Por isso, é importante buscar ajuda médica”

=Foliculite – tão comum no verão

Wikipedia

“A foliculite é uma infecção de pele que tem origem nos folículos pilosos (a cavidade na qual o cabelo nasce). É semelhante à acne e é causada por pelos encravados, mas também pode ser provocada por uma bactéria ou fungo, fazendo com que surjam bolinhas avermelhadas e com pus na pele. Geralmente, a foliculite é superficial e a inflamação se cura sozinha. Porém, os casos mais graves e recorrentes merecem atenção e tratamento. A imunoterapia (vacinas para alergia) pode tratar diversas doenças de repetição, entre elas a foliculite. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a imunoterapia é o único tratamento para alergia que realmente permite uma melhora duradoura, prevenindo inclusive, novas crises”.

=Candidíase aumenta no verão

No verão é normal que as mulheres frequentem mais a praia ou piscina. Mas muito tempo com o biquíni molhado pode ocasionar a candidíase, pois a umidade favorece o desenvolvimento dos fungos. Roupas apertadas também diminuem a ventilação local e aumentam a umidade e suor, ocasionando a candidíase. Candidíase mais de quatro vezes por ano, isso indica candidíase de repetição- e será necessário um tratamento de imunização.

Fonte: Alergo Ar

Como diferenciar sintomas de Covid-19 de uma gripe comum ou alergias?

Quadros de rinite e sinusite podem confundir os pacientes, prejudicando um tratamento eficaz e assertivo contra as doenças

Andrea Piacquadio/Pexels

Ainda que estivesse no centro das atenções globais durante todo o ano de 2020, a Covid-19 segue chamando a atenção da comunidade médica pela forma como os sintomas se manifestam em cada pessoa. De acordo com Gilberto Pizarro, otorrinolaringologista do Hospital Paulista, esse cenário faz com que muitos pacientes ainda tenham dúvidas para diferenciar o novo coronavírus da gripe comum, rinite e sinusite.

“Essa incerteza pode fazer com que o paciente relute em procurar auxílio médico, pois teme que o ambiente hospitalar aumente os riscos de infecção pelo novo coronavírus (caso ainda não esteja infectado). Se, logo de início, ele se dirige a uma unidade especializada, é possível tratar com mais eficácia as doenças a partir do diagnóstico”, explica o otorrinolaringologista.

Alguns dos sintomas mais comuns da Covid-19 podem ser confundidos em uma análise superficial com os de uma gripe comum ou de doenças alérgicas, como rinite e sinusite. De acordo com o especialista, quadros de rinite e sinusite são mais concentrados no nariz, garganta e olhos do paciente.

“A rinite é uma inflamação da mucosa do nariz. A pessoa costuma apresentar coriza (secreção no nariz), coceira no nariz e espirros em sequência. Além disso, o nariz fica naturalmente congestionado”, afirma Pizarro.

Na sinusite, a inflamação ocorre na mucosa que reveste os seios da face. Com isso, os sintomas também incluem dor facial, nos ouvidos e atrás dos olhos. Além disso, o paciente pode relatar dor ou irritação na garganta e inchaço facial.

“No dia a dia, quem tem quadros recorrentes de rinite e sinusite geralmente consegue identificar os gatilhos das crises, bem como os sintomas que mais o acomete”, completa o médico.

Na gripe comum, no entanto, o quadro de sintomas não fica restrito à congestão e secreção nasal. Nessa situação, o paciente relata febre, mal-estar e dor no corpo. A qualificação de todos os sintomas é importante porque a Covid-19 também gera febre, por exemplo.

“O paciente com Covid-19 costuma ter tosse seca e cansaço, mas, em quadros mais graves, pode apresentar dificuldade para respirar, falta de ar e pressão (aperto) no peito. No entanto, não necessariamente haverá coriza e congestão nasal. Isso é determinante para uma das diferenciações entre essas doenças (gripe comum, rinite e sinusite) e o novo coronavírus”, destaca Pizarro.

“A perda de olfato é um dos sintomas características da Covid-19, mas, aqui, ela ocorre de forma súbita. Nas outras doenças citadas, essa perda de olfato é mais leve e está associada a um quadro de congestão nasal por conta da coriza. A Covid-19 também pode gerar perda de paladar, outra diferença em relação às demais”, completa.

Ajuda especializada

Algumas unidades hospitalares oferecem atendimento especializado para determinadas áreas da Medicina. No caso do Hospital Paulista, diagnósticos e tratamentos são voltados para a otorrinolaringologia. Isso permite que pacientes com rinite e sinusite procurem por auxílio específico, diminuindo sensivelmente as chances de contaminação por Covid-19 em um ambiente de atendimento generalizado.

“Ao chegar ao hospital, o paciente recebe o primeiro atendimento com uma enfermeira, que verifica sua temperatura e avalia seus sintomas e histórico. Se a pessoa relatar sintomas específicos de Covid-19 ou informar que teve contato recente com alguém infectado pelo vírus, é direcionada a um ambiente isolado e controlado. Lá, fará um teste para verificar se está com a doença e será avaliada para sabermos se ela pode ser isolada (e tratada) em sua residência ou se precisa ser internada”, explica o otorrinolaringologista.

iStock

Se os sintomas (e o histórico clínico relatado), no entanto, são característicos de uma gripe comum, rinite ou sinusite, o paciente é tratado na área principal do hospital, sem qualquer contato com a ala responsável pelo diagnóstico dos suspeitos de Covid-19. Vale ressaltar que o Hospital Paulista não é uma unidade hospitalar de referência para internação e tratamento dos casos de Covid-19.

“Isso reduz os riscos e não deixa de oferecer um tratamento adequado, rápido e eficaz ao paciente, independente da doença que ele apresenta. Deixar de tratar quadros de gripe comum e alergias como rinite e sinusite é muito prejudicial, pois pode agravar os sintomas e dificultar o próprio tratamento posteriormente”, conclui.

Fonte: Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Até 40% da população mundial sofre com algum tipo de alergia; confira orientações

Além da saúde, as restrições impostas pelas alergias alimentares também podem trazer impactos sociais, psicológicos e financeiros às famílias

Estudos afirmam que entre 30% e 40% da população mundial possui algum tipo de alergia*. Ao todo, mais de 170 alimentos já foram identificados como gatilhos para reações alérgicas, sendo que oito deles aparecem como os grandes responsáveis pela maioria das alergias alimentares.

Entre eles está o leite de vaca, causador de um dos tipos de alergia mais comuns na infância – estima-se que cerca de 3% das crianças até 3 anos de idade apresentem Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV). A APLV possui sintomas que variam muito, dificultando assim sua identificação, reconhecimento e tratamento. Em média, o tempo entre o início dos sintomas e o diagnóstico de fato costuma ser de quatro meses. Durante este período de adaptação às restrições, os bebês, crianças e famílias costumam sofrer impactos que interferem diretamente em seu desenvolvimento social, psicológico e, até mesmo, financeiro.

Danone Nutricia , divisão de nutrição especializada da Danone, possui uma longa história de pioneirismo, pesquisa e desenvolvimento de soluções nutricionais voltadas para quem sofre de alergias alimentares.

“Reforçando nosso propósito de transformar vidas por meio da nutrição, temos uma gama de soluções nutricionais para apoiar crianças portadoras destas doenças e dos desafios ligados a elas, reduzindo os impactos causados pelas restrições e, consequentemente, trazendo melhorias em relação à qualidade de vida de toda a família. Além disso, trabalhamos constantemente na capacitação e educação médica, a fim de tornar os pediatras mais aptos a identificar e tratar alergias alimentares, sobretudo a APLV”, comenta Thaysa Cezar, gerente de Medical Affairs na Danone Nutricia.

Confira a seguir algumas orientações para que pais e crianças estejam preparados para lidar e se adaptar às restrições da melhor forma, preparadas pelos especialistas da Danone Nutricia:

Atente-se aos principais sintomas

Os sintomas mais comuns causados pelas alergias são inchaço nos olhos, sangue nas fezes, diarreia, coceira (urticária), dermatite, refluxo e cólicas, variando a gravidade de acordo com o seu tipo. Porém, em casos mais agudos, as alergias podem causar choque anafilático, o que requer socorro imediato.

Dessa forma, é necessário que as famílias tenham acompanhamento médico e estejam bem informadas para avaliar as situações e tomar ações emergenciais quando necessário.

Acompanhamento profissional

Além dos sintomas alérgicos, há outras questões menos conhecidas que relacionam alergias ao desenvolvimento infantil. A existência de alergias no período da infância pode resultar em um aumento do risco de outras doenças atópicas no futuro. Dessa forma, é fundamental o acompanhamento frequente de médicos de diferentes áreas, como pediatras, nutricionistas e psicólogos, para identificar tratamentos necessários e melhorar a qualidade de vida das crianças.

Sabe-se, ainda, que crianças com APLV apresentam 27% mais chances de desenvolverem osteoporose no futuro. Também foi verificado um déficit de peso para estatura 7 vezes maior. Por isso, torna-se ainda mais importante o olhar nutricional para a criança com dieta restritiva, para evitar riscos futuros e garantir o seu desenvolvimento.

Dietas adaptadas ao tipo e nível de restrição

As alergias alimentares se manifestam de forma diferente de acordo com cada organismo. Algumas crianças precisam restringir um ou dois grupos de alimentos, caso desenvolvam a alergia múltipla. Além disso, em alguns casos, é possível tolerar alimentos com traços das proteínas alergênicas, enquanto outros, mais sensíveis, demandam mais atenção na análise dos rótulos. Por tudo isso, a orientação do médico ou nutricionista é fundamental. É importante procurar alternativas adaptadas e adequadas às condições de cada criança, com o intuito de garantir a inclusão dos nutrientes necessários na alimentação para que não haja comprometimento no crescimento e no desenvolvimento infantil.

Busque alternativas para minimizar impactos sociais e psicológicos

A partir do momento em que se cria uma nova rotina de acordo com as adaptações impostas pelas alergias alimentares, a preparação dos alimentos e elaboração de novas receitas torna-se mais fácil e prática. Com uma dieta especial estabelecida e as alergias controladas, é possível também reduzir os impactos psicológicos que as restrições podem causar, como a ansiedade e estresse para os pais e crianças.

Saiba clicando aqui.

*World Health Organization. White Book on Allergy 2011-2012 Executive Summary. By Prof. Ruby Pawankar, MD, PhD, Prof. Giorgio Walkter Canonica, MD, Prof. Stephen T. Holgate, BSc, MD, DSc, FMed Sci and Prof. Richard F. Lockey, MD.

Fonte: Danone Nutricia

Alergias e reações de defesa do organismo

Fatores externos, como a presença de ácaros e poluição, agravam problemas respiratórios que podem ser atenuados com a modulação do sistema imune

As alergias são reações de defesa do organismo a agentes que, a princípio, são considerados nocivos, como os ácaros presentes na poeira, por exemplo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as alergias respiratórias acometem 30% dos brasileiros, sendo que a rinite alérgica tem 25% de prevalência, seguida pela asma alérgica, que atinge 20% da população de crianças e adolescentes no país.

Segundo a alergista e imunologista, Ana Paula Castro, Médica Assistente da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é importante saber que há dois pilares que constroem as alergias, que podem derivar em alergias alimentares, dermatites atópica, urticárias e alergias respiratórias. O primeiro deles está associado ao fator genético, pois filhos de pais alérgicos têm mais chances de desenvolver alergias. Sendo assim, as alergias respiratórias podem evoluir para doenças mais graves, afetando a qualidade de vida e a produtividade dessas pessoas. Porém, com os cuidados adequados, os sintomas são preveníveis e têm tratamentos bastante eficazes.

A mudança de estação é a época em que as crises alérgicas se agravam também por alguns motivos, conforme explica Ana Paula. “A população de ácaros é sazonal e varia de acordo com a estação. Quando tiramos roupas que estavam há tempos guardadas no armário, os ácaros se espalham e provocam reações alérgicas. A polinização, mais comum na região Sul do país, também é um agente desencadeador, além de alguns vírus, como o influenza, mais presente no outono e no inverno, o rinovírus e outros, que se proliferam em ambientes de maior circulação, como shoppings, escolas e locais que reúnem um grande número de pessoas”, afirma a médica.

Com a chegada da primavera e do verão nos próximos meses, é essencial deixar o sol entrar nas casas, assim como as roupas que estavam guardadas devem receber ventilação e ar natural. Isso faz com que a incidência de crises alérgicas diminua na alta estação.

Quando se pensa em prevenção de alergias, vale falar sobre o tipo de parto, outro pilar importante para as mamães de primeira viagem. Sim, pois o parto vaginal faz com que a criança tenha contato com bactérias que são muito importantes para o adequado funcionamento do intestino e desenvolvimento do sistema imunológico. “Desde o nascimento essa influência ocorre, já que o nosso organismo é formado por inúmeras bactérias, concentradas em sua maioria no intestino. A microbiota intestinal, conhecida há alguns anos como flora intestinal, abriga bactérias, vírus e fungos, sendo que a maior parte das células do sistema imunológico fica alojada no intestino.

Sendo assim, o tipo de parto também influencia na propensão a alergias, uma vez que no parto por cesárea não há transferência da microbiota da mãe para o bebê. Portanto, há uma relação direta entre o sistema imunológico e a microbiota intestinal. Vale reforçar que o aleitamento materno ajuda a fortalecer o sistema imunológico e uma criança que não foi amamentada também está mais vulnerável a processos alérgicos ao longo da vida”, afirma a médica.

Mesmo com a presença de fatores não controláveis que determinam a predisposição à alergias, é possível equilibrar o sistema imunológico. Evitar o contato com alérgenos, como saliva e epitélio de animais de estimação, bolor, fumaça de cigarro e poluição são formas de prevenção, assim como manter a higiene da casa, em especial do quarto, para evitar a proliferação de ácaros. “Já o uso contínuo de probióticos pode controlar a proliferação de bactérias patogênicas presentes no intestino, proporcionando a absorção de nutrientes para o organismo de forma equilibrada e fortalecendo o sistema imune. As alergias e a imunidade estão correlacionadas ”, explica a médica.

Os probióticos são microrganismos vivos (bactérias boas) que, quando ingeridos em quantidades adequadas, interagem com a microbiota intestinal e têm um papel importante no restabelecimento de seu equilíbrio. 1 “A ação dos probióticos no organismo têm um tempo de resposta. Quando usados durante a gravidez, por exemplo, os probióticos têm ações benéficas a longo prazo para o bebê, modulando o sistema imunológico e agindo na prevenção de doenças não infecciosas, metabólicas e alergias”.

Existem vários tipos de probióticos, com indicações para patologias diversas. O que difere um do outro é a cepa probiótica, determinante para a ação no organismo. O Lactobacilos rhamnosus GG (LGG) é a cepa mais estudada no mundo, com eficácia e segurança comprovadas em todas as faixas etárias, incluindo gestantes e idosos, para equilibrar e proteger a microbiota intestinal. As pesquisas científicas realizadas com o Lactobacilos rhamnosus GG (LGG) já chegam a 35 anos, com validação de mais de 200 estudos clínicos em humanos e mais de 1.000 estudos publicados com essa cepa.

Lactobacillus rhamnosus GG – LGG

O LGG é um bacilo Gram-positivo obtido a partir do intestino de um adulto saudável, totalmente sequenciado geneticamente, revelando-se mais 300 proteínas específicas – o que diferencia essa cepa das demais. Entre suas diversas atividades, consegue resistir bem ao ácido gástrico e à bile, adere de forma eficaz às células intestinais e favorece a produção de muco, fazendo com que o aumento da permeabilidade intestinal em situações onde há desequilíbrio da microbiota seja corrigido.

Fonte: Cellera Farma

Não confunda intolerância à lactose com alergia à proteína do leite

O leite é considerado um alimento básico para crianças e um complemento essencial na dieta dos adultos, pois possui uma composição equilibrada de nutrientes com ótima digestibilidade, resultando em um produto com alto valor biológico. No entanto, seu consumo, em alguns casos, está associado a reações adversas, como alergia às proteínas do leite e intolerância a lactose. Esses são os principais motivos para limitar ou evitar o consumo de laticínios em humanos.

O que é lactose

É o nome dado ao açúcar natural contido no leite de mamíferos. Ela também está presente em uma variedade de produtos derivados do leite, embora sua quantidade varie pelo método de produção e processamento.

A lactose é um “dissacarídeo”, o que significa que é composta de duas moléculas simples de açúcar, quimicamente ligadas entre si (glicose e galactose). Os seres humanos não absorvem esse açúcar duplo. Para digerirmos a lactose, nosso organismo precisa quebrá-la em 2 moléculas, glicose e galactose, para que possam ser absorvidas individualmente.

A lactose é quebrada por uma enzima chamada lactase, presente no sistema digestivo. Uma vez que a enzima quebra a ligação da molécula de lactose com açúcar duplo, a glicose e a galactose são facilmente absorvidas.

Quando a lactase não está suficientemente presente no intestino, a lactose ingerida permanece não digerida no intestino grosso. Ali ela interage com bactérias naturais, criando os sintomas desconfortáveis da intolerância à lactose.

O que é intolerância à lactose?

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A nutricionista Adriana Stavro classifica os três tipos de intolerância à lactose:

1. Deficiência lactase congênita (DLC): uma doença autossômica recessiva extremamente rara, caracterizada por atividade enzimática ausente ou reduzida desde o nascimento.

2. Intolerância primária à lactose ou deficiência de lactase do tipo adulto: uma condição autossômica recessiva comum, resultante de uma alteração regulada no desenvolvimento da expressão do gene da lactase.

3. Deficiência secundária de lactase: uma condição transitória decorrente de lesão intestinal secundária a várias doenças, como infecções, alergia alimentar, doença celíaca, crescimento bacteriano do intestino delgado, doença de Crohn ou enterite induzida por radiação / quimioterapia.

Intolerância à lactose significa a incapacidade que o organismo tem de absorver o açúcar natural do leite (a lactose), devido a produção insuficiente de enzima lactase, cuja função é quebrar a lactose em glicose e galactose, para que possam ser absorvidos adequadamente no intestino delgado.

Sintomas de Intolerância à lactose

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Foto: MD-Health

Alguns sintomas são náuseas, diarreia, cólicas abdominais e gases. Cólicas, dor e diarreia, geralmente são o resultado do excesso de água sendo atraído para o intestino por osmose, quando uma grande carga de açúcar não digerido (lactose) chega lá. O gás é o resultado da lactose não absorvida no cólon (intestino grosso), que abriga trilhões de bactérias. Essas bactérias se alimentam de carboidratos, incluindo lactose não digerida em um processo chamado fermentação. Um subproduto da fermentação bacteriana é a produção de gases, que apesar de inofensivo, pode ser desconfortável e muitas vezes socialmente desagradável.

Indivíduos com intolerância à lactose precisam evitar laticínios?

Não, apenas evitar a ingestão de lactose, não de laticínios. Nem todos os alimentos lácteos contêm lactose. Os laticínios podem ser naturalmente isentos de lactose, como queijos envelhecidos, sendo bem tolerados por pessoas com formas mais leves de intolerância. Outros alimentos são isentos de lactose, através da adição de enzimas lactase aos alimentos durante o processamento, como os leites e derivados sem lactose.

Alergia à proteína ao leite de vaca (APLV)

copo de leite

O ALPV pode ser definido como uma reação imunológica adversa a uma ou mais proteínas do leite de vaca (caseína, β-lactoglobulina, α-lactalbumina). A reação envolve imunoglobulina E (IgE), linfócitos T ou ambos, afetando 2-3% das crianças. Os sintomas alérgicos pode incluir problemas com a pele (erupção cutânea , urticária , pele seca, escamosa ou com coceira), sistema digestivo (diarreia, vômito, constipação e refluxo ) e sistema respiratório (respiração ruidosa, tosse e coriza ). O APLV geralmente ocorre antes do primeiro aniversário do bebê.

A melhor maneira de gerenciar a alergia às proteínas do leite de vaca é remover completamente todos os produtos lácteos da alimentação do bebê ou da criança (ou da mãe se estiver amamentando). Consulte seu médico ou nutricionista para ver qual a melhor alternativa para torná-los nutricionalmente seguros.

Características diferenciadoras entre intolerância à lactose e alergia às proteínas do leite de vaca

A intolerância à lactose é causada por uma deficiência na enzima lactase, responsável por quebrar a lactose. A alergia ao leite é causada por uma reação do sistema imunológico às proteínas encontradas no leite, que desencadeiam sintomas como urticária, inchaço e anafilaxia. Algumas pessoas também podem desencadear sintomas gastrointestinais, como vômitos e diarreia. O leite de vaca possui mais de 20 proteínas, mas as responsáveis por causar alergia são, a caseína, a alfalactoalbumina, a betalactoglobulina ou o soro do leite. tabela leite

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Casos de asma tendem a aumentar com a chegada do inverno

Com a chegada do inverno há um aumento dos casos de asma, mais conhecida como “bronquite asmática” ou “bronquite alérgica”, é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que, em indivíduos suscetíveis, pode causar episódios recorrentes de chiado, falta de ar e tosse, devido a obstrução ao fluxo aéreo. Em casos mais graves, pode haver o impedimento da passagem do ar pelo sistema respiratório, o que é algo extremamente preocupante neste momento de pandemia pela Covid-19.

asma pulmão

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que 300 milhões de pessoas no mundo sofram com a asma, que já é a quarta maior causa de internação no Brasil e a terceira causa entre crianças e adultos jovens. Dados do Ministério da Saúde apontam que, no Brasil, já são 6,4 milhões de indivíduos acima de 18 anos com a doença.

Por isso, com a chegada do inverno e o Dia Nacional de Controle da Asma, lembrado ontem, 21 de junho, Ana Paula Cruz Gonçales, pneumologista pediátrica do Hospital Sepaco, faz um alerta à população sobre a importância de ter um acompanhamento médico para não ser acometido por doenças que podem acarretar em crises graves.

“A asma é resultado de interações entre fatores ambientais e genéticos, pode se manifestar em qualquer fase da vida e também fora do período sazonal. A boa noticia é que, com tratamento adequado, as crises podem ser amenizadas e os sintomas controlados durante todo o ano”, destaca a especialista.

Durante o inverno, os dias são mais frios, secos e há um maior acúmulo de poeira e poluição, fazendo com que os pacientes acabem sofrendo mais com as crises, principalmente, as crianças e os idosos que são mais sensíveis a estes “agentes externos”, os chamados alérgenos.

Quando a mucosa respiratória é agredida por agentes externos, envia um sinal de alerta para a medula óssea, que por sua vez produz células especiais de defesa. Este sinal é recebido como um ‘alerta de ataque’ ao aparelho respiratório e, literalmente, ‘contra ataca’ ao mandar células especiais que provocarão um processo inflamatório nas vias aéreas (brônquios) para expulsar estes ‘invasores’. Quem possui a doença descreve como um ‘sufocamento’, com muita tosse, falta de ar, cansaço, sensação de aperto e chiados no peito, isso devido à obstrução variável do fluxo aéreo causada pela inflamação das vias respiratórias.

A médica ressalta que a doença não tem cura, mas pode ser controlada, as crises evitadas ou até amenizadas, com controle ambiental associado à medicações especificas para cada paciente e de acordo com a gravidade da sua doença. Desta forma, é necessário estar atento, inclusive a outros alérgenos, tais como cigarros, ácaros, mofos, poeiras, pelos de animais, produtos com cheiros fortes (perfumes, incensos, tintas, vernizes etc).

asma bombinha

Para finalizar, Ana Paula destaca que é importante toda a família ter consciência das causas que agravam as crises de asma e criarem hábitos saudáveis, contribuindo assim para que as pessoas asmáticas não sofram tanto e possam ter uma melhor qualidade de vida.

Fonte: Sepaco

Sono Quality apresenta linha “Zero Bactéria” para colchões e travesseiros

Após meses de pesquisas e testes em laboratórios nacionais e internacionais, empresa espera aumentar as vendas em até 50% mais

Com 12 anos de mercado e uma das mais completas instalações e centros de pesquisa do Brasil, a Sono Quality lança uma linha de terapias para os colchões da marca: “Zero Bactéria”. O sistema de tratamento zero bactéria age por meio da aplicação de um desinfetante de superfície revolucionário, cujo ingrediente ativo é um antimicrobiano à base de organosilano, comprovadamente eficaz no controle de uma vasta gama de bactérias, vírus e até bolores. A empresa é a primeira indústria a trazer o produto para sua linha de produtos na América Latina.

Autorizado por laboratórios nacionais e internacionais, este Sistema de Tratamento extermina o DNA dos fungos, bactérias e ácaros. A formulação do Quaternário de Amônia de 6ª geração ajuda na prevenção ao coronavírus (Covid-19). A sua proteção é eficaz contra micro-organismos prejudiciais a saúde.

Os produtos Sono Quality tratados com o “Sistema Zero Bactéria”, são validados pela certificação da EPA (Agência de Microbiologia e Meio Ambiente dos Estados Unidos) e autorização de Anvisa sob registro nº, 3.5048.0002.001-5, além da Fifra (Lei de Compliance técnico de produtos autorizados na Europa).

Os estudos levaram meses para chegar a fase final, os testes em laboratórios foram encaminhados antes da pandemia do novo coronavírus assolar o país. “Em toda convenção da empresa, lançamos um produto ou nova terapia, nossa próxima convenção nacional seria dia 10 de julho em São Bernardo do Campo. Adiamos alguns dias o lançamento porque nosso evento foi reagendado para janeiro de 2021, quando lançaremos novas terapias. O Zero Bactéria veio para ajudar a população a combater vírus, bactérias e fungos”, explica Ricardo Eloi, CEO da marca.

dr bacteria colchao

No caso de micro-organismos e vírus envelopados, a solução atingiu a eficácia na mesma farmácia de coronavírus, como a Sars e Mers. Neste caso, com o mesmo invólucro de proteção à Covid-19 e por a solução estar sendo utilizada na China e Europa, há evidente eficácia a esta classe de coronavírus. Após aplicação, o produto se mantém no colchão por doze meses. Quem encabeça a campanha é um dos biomédicos mais respeitados do Brasil e que se tornou popular por mostrar a realidade das bactérias em todos os locais. Roberto Martins Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, é o responsável por transmitir a novidade para imprensa, por meio das campanhas e filmes exibidos em todas as emissoras parceiras da empresa.

Depois de confeccionado, o produto é levado para uma câmara especial onde é aplicado o tratamento, depois de alguns minutos o colchão segue direto para embalagem final, para manter a eficácia.

Milhares de ácaros, bactérias e fungos são desenvolvidos diariamente. Segundo pesquisas o corpo humano elimina, por noite de sono, 200 ml de suor que vão para os travesseiros, colchão, etc. contribuindo, assim, para criação de colônias destes micro-organismos. Com a aplicação do “zero bactéria”, mesmo com a transpiração natural do corpo, os germes não se procriam ou se alojam nos matérias do colchão.

colchao zero bacteria

Todos os colchões da linha Sono Quality receberão aplicação do zero bactéria, assim como o travesseiro “Evolution”.

Informações: Sono Quality

Pacientes com rinite são mais propensos a contrair Covid-19?

Estamos atravessando uma pandemia por uma nova cepa de coronavírus humano, o Sars-Cov-2, que causa manifestações clínicas com gravidades diversas, nominadas pela Organização Mundial de Saúde como Covid-19. Desde a primeira notificação de caso, em dezembro de 2019 em Wuhan, China, a Covid-19 tem se disseminado pelo mundo. A OMS declarou o fato como uma pandemia, em 11 de março de 2020.

Covid-19 leva a uma infecção viral sistêmica, ou seja, um estado gripal. No estado gripal clássico, assim como acontece com outros vírus, como a influenza, o paciente não apresenta localização inicial da doença. Pode sentir cansaço, falta de energia, dor muscular, cefaleia, dor na garganta, perda do olfato, além de febre.

gripe espirro rinite

Pode haver também sintomas que se sobreponham aos da rinite, como coriza e obstrução nasal. A presença de tosse evoluindo para dispneia já denota uma maior gravidade do quadro.

Os sintomas clássicos na exacerbação da rinite incluem coriza, prurido nasal e ocular, espirros em salva, sensação de obstrução nasal, sem sintomas de febre, adinamia (fraqueza muscular) e dores musculares.

Existe uma grande preocupação na população em geral quanto aos fatores de risco para gravidade das manifestações da Covid-19. Teria um paciente com rinite , por ser considerada uma doença respiratória crônica, um risco aumentado para Sars-Cov2?

Os portadores de rinite não são grupo de risco para Covid 19 nem em infectividade nem em maior gravidade. Vale ressaltar que nestes períodos de grande circulação de vírus respiratórios, o paciente deve manter a rinite e a asma sob controle. Muitas vezes há a sobreposição de manifestações – rinite e asma- se a rinite estiver fora de controle, os sintomas de asma serão muito mais frequentes e graves.

mulher espirro

Quanto aos corticosteroides tópicos utilizados para o controle da rinite, até o momento, as recomendações de órgãos internacionais de referência, são a favor da manutenção do tratamento anterior à pandemia, inclusive em casos infectados. Ou seja, temos que nos manter, na medida do possível, estáveis em relação às manifestações respiratórias.

Fonte: Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia)