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É época de tangerina, aproveite a deliciosa fruta fonte de vitamina C

A tangerina (Citrus reticulata), também conhecida como mexerica e bergamota, possui várias espécies, dentre elas está a Poncã (ou ponkan), Olé, Carioca e Verona. A safra no Brasil vai de abril a setembro.

São frutas cítricas de pele fina e sabor memorável, que variam de muito doce a azedo. São brilhantes e perfumadas, apreciadas por pessoas de todas as idades, e colhidas durante o inverno, quando a paisagem parece monótona e adormecida. Nativas do sudeste da Ásia, a tangerina fresca é uma das frutas mais populares e consumidas do país.

O que percebemos como sabor típico da tangerina, é na verdade uma combinação de sabor e aroma, que juntos, deixam uma sensação inesquecível na boca. O gosto é principalmente pelos níveis de açúcares e ácidos e as proporções relativas entre eles, enquanto o aroma é derivado de uma mistura de diferentes fragrâncias voláteis, incluindo álcoois, aldeídos, cetonas, terpenos e esteres.

É o segundo maior grupo de frutas cítricas cultivados depois das laranjas. Elas compartilham muitas características, como poucas ou nenhuma semente, sabor doce, cor e casca macia que facilita descascar.

=A poncã, é a mais popular e consumida, com textura suculenta e sabor doce vibrante. Ela tem a casca mais grossa, coloração mais amarelada e em geral, é mais doce que os outros tipos de tangerina.
=A carioca é achatada, tem textura rugosa, cor alaranjada mais forte e seu sabor é doce com toque mais ácido.
=A Verona é claramente a espécie mais azeda. Possui sabor marcante, bastante suculenta e diferencial é não tem sementes.
=A Olé tem uma pele ligeiramente áspera e seu sabor é mais suave que a poncã.

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, as tangerinas por estarem intimamente relacionados, possuem um perfil nutricional muito semelhante. São fonte de minerais, fibras, fito químicos bioativos, como alcaloides e carotenoides e são excelente fonte de vitamina C, um nutriente que fortalece o sistema imunológico.

=A vitamina C contribui para a defesa imunológica, apoiando várias funções celulares do sistema imune inato e adaptativo.
=É um antioxidante altamente eficaz, devido à sua capacidade de doar elétrons, protegendo biomoléculas importantes contra danos causados por oxidantes gerados durante o metabolismo celular e pela exposição às toxinas e poluentes (fumaça de cigarro, poluição, agrotóxicos).
=A vitamina C suporta a função de barreira epitelial contra patógenos e promove a atividade de eliminação de oxidantes da pele, protegendo potencialmente o estresse oxidativo ambiental.
=A deficiência de vitamina C resulta em imunidade prejudicada e maior suscetibilidade a infecções.
=Por sua vez, as infecções afetam significativamente os níveis de vitamina C, devido ao aumento da inflamação e dos requisitos metabólicos.

Além dos benefícios nutricionais mencionados acima, a melhor parte das tangerinas é o fato de elas estarem amplamente disponíveis com ótimo custo benefício. Aproveite.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós graduada em Nutrição funcional pela VP e em Fitoterapia pela Courses4U

Como usar a alimentação a favor do crescimento capilar

Ir ao dermatologista para tratamentos de clínica e manutenção em casa é o melhor caminho para tratar a queda capilar, mas você pode usar a alimentação do dia a dia para potencializar a ação e favorecer o crescimento dos fios

Os fios dos nossos cabelos crescem em média 1cm por mês, quando bem cuidados. Há diversos tratamentos, cada um mais indicado para tipos específicos de queda, mas em casa há muita coisa a fazer.

“Em casa o que podemos fazer é primeiramente, usar xampus e condicionadores de boa qualidade, selecionados para o nosso tipo de cabelo e de couro cabeludo. Lavar os cabelos em dias alternados também é importante, pois não deixa o couro cabeludo sujo por muito tempo porque isso gera irritação e entope os orifícios dos fios com oleosidade e queratina, o que irá prejudicar o crescimento”, explica a dermatologista Letícia Bortolini, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Mas você também pode adequar sua alimentação. Abaixo, selecionamos os melhores meios de usar a alimentação ao favor das suas madeixas:

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Mais proteínas no prato: “Os cabelos são formados basicamente de queratina, que é uma proteína. Então, aposte no consumo de alimentos ricos nesse nutriente, como peixe, frango, carne magra, ovos e feijão”, recomenda a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Hidrate-se: “A gente já sabe, mas é sempre bom lembrar: quanto mais hidratado seu corpo estiver, mais hidratada será a sua pele, cabelo e unhas. O líquido ajuda a remover todas as toxinas do seu organismo, deixando tudo mais saudável. Além disso, ela é fundamental para a absorção dos nutrientes dos demais alimentos, garantindo pele e cabelos radiantes”, explica o médico nutrólogo Juliano Burckhardt, membro Titular da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e da International Colleges for Advancement of Nutrology.

Adicione minerais e vitaminas: silício orgânico, zinco e cálcio (além do ferro) e vitaminas (como a vitamina E e o complexo B) podem ser encontrados em produtos para o cabelo, assim como outros ingredientes naturais são bem-vindos, mas a ingestão de alimentos que são fontes desses nutrientes faz muito mais efeito. “Alimentos como semente de linhaça, castanha-de-caju e amendoim são exemplos”, explica Burckhardt. “Além das proteínas, minerais metálicos como ferro e cobre, presentes, por exemplo, no fígado, também possuem participação importante na saúde capilar, da mesma maneira que as vitaminas do complexo B, como a biotina”, completa a médica Marcella. “O magnésio também é essencial para a formação das proteínas que fortalecem os fios; os frutos do mar são ricos em minerais”, conta o Burckhardt .

Invista na soja e em alimentos com ferro: a soja melhora a circulação no couro cabeludo, diminuindo o risco da queda e que os cabelos fiquem opacos e quebradiços. “Tudo o que for rico em ferro, como carnes vermelhas, fígado e leguminosas, como feijão é importante para a saúde capilar. A falta de ferro é uma das principais causas da queda, pois este mineral faz parte da formação dos glóbulos vermelhos, e nutre os folículos capilares, o que deixa os fios mais fortes”, explica Burckhardt .

Aposte nos aminoácidos do arroz e lentilhas: quando combinados, esses aminoácidos dão origem a proteínas que formam o colágeno e a queratina, componentes que fortalecem os cabelos. “Se consumidos regularmente, estes alimentos protegem os fios da queda”, explica o nutrólogo.

Afaste-se do excesso de açúcar: o aumento de insulina provocado pela ingestão de açúcar faz com que sejam liberados hormônios que inibem a divisão celular da raiz capilar, além de provocar um processo inflamatório que afeta o couro cabeludo, favorecendo o afinamento dos fios e a queda capilar. “O excesso de açúcar e carboidratos de alto índice glicêmico na dieta pode comprometer a saúde dos folículos capilares aumentando a possibilidade de eflúvio (queda de cabelos)”, explica Marcella.

Os alimentos podem ser ingeridos in natura, mas quando existe uma dificuldade de absorção ou uma adesão inadequada a esses alimentos, os médicos podem indicar suplementação exógena. “Se o organismo tem uma deficiência de algo, e precisar ‘escolher’ qual parte do corpo ele vai priorizar com o nutriente, ele vai entregar para os rins, coração, pulmões, cérebro etc., que são órgãos vitais, e por último para o cabelo porque este não é necessário para a sobrevivência, então será o primeiro a sentir a deficiência (parar de crescer, ter queda) e o último a receber o nutriente tornando-se saudável novamente”, explica.

“Podemos suplementar com o silício orgânico, compostos com ácido pantotênico, extrato de acerola, sílica, extrato de cavalinha, D-Biotina, feno negro e extrato de fígado de bacalhau”, explica o Burckhardt. “Dentre os ativos orais mais poderosos para estimular o crescimento capilar estão Exsynutriment e Fosfolipídeos de Caviar (FC Oral), que podem ajudar no tratamento contra queda capilar, conferindo ancoragem e sustentação aos fios, e diminuindo a inflamação”, esclarece a farmacêutica Maria Eugenia Ayres, gestora técnica da Biotec Dermocosméticos. “Procure sempre um médico”, finaliza.

Dieta Low Carb versus Carbo Load; nutricionista alerta sobre os perigos do efeito sanfona

No mundo todo, inúmeras pessoas sentem-se insatisfeitas com seus corpos refletidos no espelho e lutam com problemas de imagem corporal. Devido a esse desagrado, tanta gente se submete a anos de dietas restritivas, mas se engana quem acha que esta é a solução. Estes métodos extremistas não fazem bem à saúde e, como consequência, podem produzir o famoso “efeito sanfona”, além de levar a compulsão alimentar e obesidade. De acordo com a Organização Mundial, a projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso; e mais de 700 milhões, obesos.

A julgar pelo altíssimo número de recomendações e dietas que fixam a ideia de restringir nutrientes, são necessárias explicações sobre o que é realmente uma alimentação balanceada e quais são as necessidades nutricionais que precisamos para garantir o bom funcionamento do nosso organismo. Só assim é possível entender o que torna uma dieta, ou hábito alimentar, saudável.

A dieta low-carb é um regime alimentar em que se reduz o consumo de carboidrato (açúcar), o nutriente que fornece energia ao organismo. Em uma alimentação convencional, os carboidratos correspondem de 50% a 55% dos nutrientes ingeridos.

A nutricionista Cynthia Antonaccio, CEO da Equilibrium Latam, empresa consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) explica que o principal erro cometido neste plano alimentar é cortar todos os carboidratos da sua alimentação e adotá-lo por conta própria. Ao submeter o corpo a uma privação extrema do nutriente, existe o risco de haver uma diminuição no metabolismo basal, pois o organismo vai entender que precisa “economizar” suas reservas, inclusive a gordura.

Assim, em vez de gastar tecido adiposo para produzir energia, ele vai queimar os aminoácidos presentes nos músculos, o que dificulta o emagrecimento e gera a perda de massa magra. Esse radicalismo pode trazer sintomas como dor de cabeça, tontura, enjoo, gosto metálico na boca, mau hálito e fraqueza. Dessa forma, em um estado de cetose prolongado, esses efeitos desagradáveis podem fazer com que você desista da dieta, além das chances de desenvolver transtornos alimentares, como a compulsão.

“Restringir a dieta a um só tipo ou grupo de alimentos pode até levar à perda rápida de peso no primeiro momento, mas, por falta de nutrientes importantes, pode gerar o efeito rebote que ocorre quando o metabolismo entre em ‘alerta’ diminuindo seu gasto calórico e estocando energia, afinal, não se sabe quando e como será a próxima refeição”, explica Cynthia.

Enquanto a dieta low carb prevê a diminuição do carboidrato, a carbo load ressalta a importância de consumir o nutriente em diferentes períodos do dia, principalmente na hora da prática de atividades físicas.

Por que manter altas reservas de carboidratos

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=São nutrientes básicos para fornecimento de energia (glicogênio muscular, glicogênio hepático e glicose sanguínea);
=Poupar a utilização de proteínas como fonte de energia;
=Manter as reservas de glicogênio muscular e hepático;
=os níveis de glicose;
=Prevenir e retardar a fadiga muscular (compromete a contração muscular) e a fadiga central (diminui os comandos voluntários);
=Atua na manutenção do sistema imunológico.

Para a especialista o jeito mais eficaz de não sofrer esta consequência é evitar a perda de massa magra e priorizar a perda de gordura conciliando a atividade física com uma alimentação balanceada, contemplando todos os grupos alimentares, na quantidade certa. “Dormir bem também é fundamental, cerca de 8 horas por noite. Noites mal dormidas podem liberar pouco hormônio leptina – que ajuda a regular a fome e a manter o metabolismo ativo – e, assim, a válvula de escape pode ser buscar combustível nos alimentos”, conclui Cynthia.

Fonte: Abimapi

Hoje é o Dia do Biscoito

Nutricionista explica os benefícios e propriedades essenciais do alimento para o bom funcionamento do organismo; versáteis e com diversos sabores, especialista separou um menu completo com sugestões de pratos à base de biscoito

Hoje, 20 de julho, é o Dia do Biscoito. Wafer, cookie, recheado, doce ou salgado não importa, afinal, quem resiste a um biscoito? Seja no café da manhã ou entre as refeições, eles estão presentes na rotina da maioria dos brasileiros, contribuindo para a nutrição e equilíbrio das refeições além de proporcionarem praticidade e muito sabor.

De acordo com a nutricionista e consultora da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), Isabela Lorizola, são vários os benefícios dos biscoitos. O integral, por exemplo, pode fornecer fibras para a nossa alimentação, melhorando o funcionamento do intestino e promovendo a sensação de saciedade. “O consumo diário recomendado de fibras é de, em média, 25 gramas. Além disso, o biscoito integral possui um baixo índice glicêmico, isso significa que o açúcar é liberado no corpo de maneira mais lenta”, explica.

Para quem fica em dúvida na hora de escolher o produto no supermercado, uma das maneiras utilizadas para descobrir a quantidade de grãos integrais é se atentar à lista de ingredientes localizada no rótulo. Os primeiros são aqueles encontrados em maior quantidade no alimento. Ou seja: se farinha integral está em primeiro e farinha branca em segundo, significa que aquele produto tem mais farinha integral do que branca, por exemplo.

E não pense que os biscoitos doces ficam de fora da alimentação saudável “Os de leite ou maisena, por exemplo, oferecem um pico de energia rápido e, por isso, são ideais para consumo antes da realização de atividades físicas”, diz Isabela. O fator saudabilidade, atualmente, significa alimentar-se com satisfação, consciência e equilíbrio. “As embalagens individuais, que contêm de três a quatro unidades, matam a vontade e contribuem para o consumo equilibrado”, destaca a nutricionista.

Na pirâmide alimentar brasileira, os biscoitos fazem parte do mesmo grupo em que se encontram o arroz, pão, macarrão, batata e mandioca. Produtos como estes, que possuem carboidratos, dão energia e vitalidade para o corpo e devem contribuir com 900 calorias diárias, divididas entre as refeições.

A quantidade de carboidratos recomendada varia levando em conta fatores como idade, sexo, atividade física, gravidez, amamentação e do gasto energético diário “Os adultos devem consumir carboidratos na faixa de 55% a 75% do total de calorias diárias, correspondendo ao equivalente de 5 a 9 porções por dia. Já as crianças, precisam de pelo menos 50% a 60% do total de calorias consumidas todos os dias, ou seja, quase metade do que comemos deve vir das fontes do nutriente”, conclui Isabela.

A especialista separou sugestões de pratos à base de biscoito para compor um menu completo com opções de entrada, prato principal, acompanhamento e sobremesa. É só clicar no nome do prato para ir para a página com a receita. Depois é só saborear, apreciar o momento e comemorar o Dia do Biscoito.

Entradas:

Canapé com caponata

Torta gelada de biscoitos com frango

Prato Principal:

Quiche Lorraine

Sobrecoxa de frango crocante

Acompanhamento:

Farofa picante de biscoitos, castanhas e pão

Farofa de castanha e biscoito de queijo

Sobremesa:

Trifle de frutas

Pavê vegano de abacaxi

Fonte: Abimapi

Vegetarianismo: tudo que é preciso saber para considerar esta dieta

Uma dieta pode ser saudável mesmo sem a presença de proteína animal

Embora faça parte da mesa do brasileiro, as proteínas de origem animal não são as únicas fontes de aminoácidos essenciais que necessitamos para o bom funcionamento do organismo. É possível encontrar o mesmo nutriente em combinações simples.

Segundo a nutricionista da clínica Atual Nutrição, Cátia Medeiros, é perfeitamente possível alcançar as necessidades orgânicas diárias, por meio de substituições. “A famosa dupla do arroz e feijão consegue nos dar um suporte no consumo de um bom perfil proteico, pois o que falta em um alimento está no outro, e quando os unimos na refeição, chegamos ao que era esperado vir por meio de uma carne, por exemplo”.

Isso quer dizer que, apesar do nosso organismo precisar dos nutrientes que a proteína animal fornece, ela não é a única fonte. Com as adaptações corretas, o corpo com uma dieta vegetariana é totalmente saudável.

De olho nas vitaminas

Para retirar de vez o consumo de proteína animal da dieta, é preciso buscar orientação para substitui-la com alimentos que forneçam os nutrientes necessários para o corpo, e não se tenha o risco de ter uma deficiência proteica, desenvolvimento de anemia, alteração de sistema nervoso, entre outros.

Ao serem excluídos alimentos de origem animal, nutrientes como vitamina B12, cálcio, ferro e zinco, podem ter seu consumo comprometido. Também pode ocorrer deficiência de ácido graxo ômega-3, fornecido pelos peixes e ovos, por exemplo.

“Além disso, a grande ingestão de fatores antinutricionais, presentes em inúmeros alimentos vegetais que, se não forem inativados corretamente, ou tiverem sua ingestão devidamente orientada, poderão comprometer a absorção de vários nutrientes, aumentando o risco de deficiências nutricionais”, comenta Cátia.

Substituições que dão certo

Problemas nutricionais podem ocorrer com qualquer pessoa, por isso atentar-se às substituições é fundamental para oferecer ao organismo tudo que ele precisa, e com os vegetarianos não é diferente.

“Para substituição desses alimentos de origem animal, é preciso garantir um consumo diário de leguminosas (feijão de qualquer tipo, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico) junto aos cereais (milho, arroz, trigo etc.) é essencial para que se obtenha todos os aminoácidos necessários à síntese de proteínas pelo organismo”, explica Cátia.

Foto: Nicole Franzen

Quanto à ingestão de ferro, a nutricionista explica que as fontes vegetais do mineral não fornecem boa absorção como a de origem da proteína animal, por isso, é importante consumir alguma fonte de vitamina C para que o organismo consiga absorvê-lo.

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“Para garantir a ingestão diária de ferro é necessário o consumo diário de cereais integrais, aumento da ingestão de leguminosas e oleaginosas em geral, de sementes e frutas secas, usar melado ou açúcar mascavo como adoçante, e ingerir mais fontes de vitamina C junto às refeições principais”, acrescenta Cátia.

Foto: Everyday Health

A nutricionista ainda explica que é preciso evitar o consumo exagerado de fibras, pois elas podem diminuir o consumo energético, pois oferecem grande sensação de saciedade, diminuindo a absorção de minerais como ferro, zinco, selênio. “A dica é utilizar uma mistura entre cereais integrais e refinados”, completa.

Para quem está considerando o vegetarianismo, Cátia salienta a importância de se conversar com um profissional especialista, pois a quantidade de nutrientes que precisa ser ingerido tem como base de cálculo, idade, metas como hipertrofia, emagrecimento e manutenção de massa magra. “Mas geralmente de 0,75g a 1g /kg de peso/dia, já é suficiente. Lembrando que este cálculo é feito não por grama do alimento, mas por grama de proteína presente no alimento”, finaliza.

Cátia Medeiros tem 13 anos anos de experiência na área, formada em Nutrição pela Unitri – Centro Universitário do Triângulo, com especialização em Nutrição Clínica pelo Ganep – Centro de Nutrição Humana de São Paulo, especialista em Fitoterapia e Nutrição Esportiva pelo Cefit, assim como em atendimento Gestacional e Pediatria. É fundadora da clínica Atual Nutrição.

Piraquê indica uma sopa irresistível para os dias frios

Aprenda como fazer a nutritiva e original Sopa de Grão-de-Bico, que leva farofa de biscoito Água e Sal

Quando a temperatura cai, logo pensamos em caldos e sopas para aquecer, não é mesmo? Por isso, Piraquê, marca Premium de biscoitos, massas e torradas da M. Dias Branco, sugere uma receita deliciosa e nutritiva: Sopa de Grão de Bico com Carne.

Piraquê acredita que a receita é ser original, por isso, o sabor do prato é único graças à adição da farofa de biscoito Água e Sal, que harmoniza perfeitamente com a proteína. A sopa rende oito porções, ideal para toda a família.

Confira o modo de preparo abaixo e bom apetite!

Sopa de Grão-de-Bico com Carne e Farofa de Biscoito

Ingredientes:
200 g de Massa com Ovos Letrinhas Piraquê
300 g de grão-de-bico
3 colheres de sopa de óleo
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
500 g de músculo
2 colheres de sopa de extrato de tomate
Sal e pimenta-do-reino a gosto
3 tabletes de caldo de legumes
Farofa de Biscoito:
1 embalagem de Biscoito Água e Sal Piraquê
3 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picados
Salsa a gosto picada

Modo de Preparo:
Deixe o grão-de-bico de molho por 6 horas. Em uma panela média, aqueça o óleo e refogue a cebola e o alho. Junte o extrato de tomate, o músculo e tempere com sal e pimenta-do-reino, refogue bem e reserve. Em uma panela grande, ferva 3 litros de água, junte os tabletes de caldo de legumes e mexa até desmanchar. Acrescente o músculo refogado e o grão-de-bico e deixe cozinhar por 50 minutos. Retire o músculo da panela, desfie e acrescente na sopa novamente. Junte a Massa com Ovos Letrinhas Piraquê e deixe cozinhar.

Prepare a Farofa de Biscoito:
Bata o Biscoito Água e Sal Piraquê no liquidificador até obter uma farofa. Em uma frigideira média, aqueça o azeite e refogue o alho. Acrescente a farofa de biscoito e a salsa e deixe fritar por 2 minutos. Retire a sopa do fogo e sirva imediatamente polvilhada com a farofa de biscoito.

Rendimento: 8 porções

Fonte: Piraquê

Linha de sementes para jardinagem traz novidades em ervas e pimenta

Topseed Garden é uma das mais completas do mercado, com mais de 60 anos de tradição em horticultura

A Topseed Garden, uma das mais tradicionais linhas de sementes voltada para jardinagem, hobby e lazer, acaba de agregar ao seu portfólio quatro novas variedades: o levístico Erva-Maggi, o manjericão Lemonette, a pimenta habanero White e o manjericão Toscano Folha de Alface.

O manjericão Lemonette possui folhas pequenas com aroma de limão, é principalmente usado na cozinha asiática para temperar peixe e camarão grelhado; já a pimenta habanero White é uma planta alta, robusta e muito produtiva, com frutos de até 50 x 30 mm de cor creme, em formato de jujuba. Pode ser consumida em conservas, molhos ou seca; o manjericão Toscano Folha de Alface clássico com folhas gigantes, aromáticos e tem sabor um pouco mais doce que as demais variedades.

A planta cresce até uns 50-60 cm de altura; e o levístico Erva-Maggi, uma erva muito versátil com sabor de salsão, cresce até 60 cm. Todas as partes da planta podem ser usadas em sopas, saladas e refogados. As sementes secas são usadas em conservas, queijos e pães.

A Topseed Garden faz parte do portfólio da Agristar do Brasil, empresa referência no desenvolvimento e comercialização de sementes de hortaliças, ervas e flores. Todas estas variedades e outras podem ser cultivadas em casa, para garantir a qualidade final do seu tempero. Saiba mais sobre a forma de cultivo e ainda conheça receitas no site da Agristar do Brasil.

Pratique Plantoterapia

A jardinagem e o cultivo de hortas caseiras vem ganhando cada vez mais espaço na casa dos brasileiros como uma forma de se reconectar com a natureza, produzir seus próprios alimentos e inserir uma alimentação variada, livre de defensivos e transgênicos na rotina diária.

O conceito “Pratique Plantoterapia”, criado pela Agristar do Brasil, consiste em ressaltar os benefícios que o cultivo caseiro tem levado a milhares de pessoas que procuram uma atividade de contato com a natureza. Saiba mais clicando aqui.

Fonte: Agristar

Como e por que turbinar o consumo de fibras

Com efeitos positivos no controle de peso e na saúde intestinal, as fibras podem ser encontradas em alimentos naturais e industrializados

Você provavelmente não está consumindo a quantidade mínima de fibras diárias! Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem ingerir pelo menos 25 gramas por dia, média bem distante da realidade dos brasileiros, que consomem cerca de 12,5 gramas de fibras diariamente, segundo o IBGE.

Apesar de longe do consumo ideal, o brasileiro almeja aumentar esta média, é o que revela uma pesquisa da Tate & Lyle, fornecedora global de ingredientes e soluções para alimentos, bebidas e outros mercados. De acordo com o levantamento, 61% dos consumidores desejam consumir mais fibras, apontando como principal motivo os benefícios à saúde.

Por que consumir fibras?

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As fibras alimentares são carboidratos resistentes às enzimas digestivas humanas. Elas passam pelo estômago e intestino delgado e chegam ao intestino grosso sem sofrer digestão. Isto quer dizer que elas têm baixo valor calórico, seu impacto na glicemia é desprezível, ajudam a prolongar a sensação de saciedade e ainda dão aquela forcinha na saúde intestinal.

“As fibras são aliadas da saúde por uma série de razões. O consumo dentro das médias recomendadas ajuda a controlar o peso corporal, e os níveis de colesterol, de glicose e de insulina no sangue, o que colabora com o controle e com a redução do risco de desenvolver enfermidades como diabetes e doenças cardiovasculares. Além disso, são conhecidas por seu benefício clássico para o funcionamento regular do intestino. Mais recentemente, pesquisas indicam que algumas fibras podem auxiliar no bom funcionamento do sistema imunológico”, explica Renata Cassar, nutricionista da Tate & Lyle.

Como consumir mais fibras?

Frutas, legumes, verduras e grãos (leguminosas como o feijão e cereais como o arroz integral) são as fontes de fibras mais comuns, mas a lista do que você pode consumir para turbinar sua média diária não para por aí. Uma análise rápida nos rótulos dos produtos disponíveis no supermercado pode abrir um leque de novas opções ricas em fibras.

“A fibra adicionada a alimentos e bebidas também ajuda a alcançar a ingestão recomendada, trazendo benefícios comprovados que impactam positivamente a saúde”, destaca Cassar. A indústria alimentícia oferece diversas opções de produtos adicionados de fibras, tais como bebidas, iogurtes e itens de panificação, então, para fazer uma escolha consciente, vale checar o rótulo.

Segundo a nutricionista, as informações referentes à presença de fibras constam na lista de ingredientes, na tabela nutricional e na face principal do rótulo, com alegações do tipo “fonte de fibras” e “rico em fibras”. Na lista de ingredientes, por determinação dos órgãos reguladores, elas podem aparecer com nomenclaturas técnicas, tais como polidextrose, maltodextrina resistente, amido de milho resistente, inulina, pectina, betaglucanos, entre outras, mas são fibras alimentares como as presentes em verduras, frutas e grãos.

“É sempre válido pesquisar os nomes que constam na lista de ingredientes para entender o que se está consumindo. Por exemplo, a polidextrose é uma fibra alimentar, mas muita gente, por não conhecer o nome técnico dessa fibra, acha que é algum tipo de açúcar. A maltodextrina resistente, por sua vez, é uma fibra solúvel obtida a partir do milho. Por isso a importância de conhecer os ingredientes”, aponta a especialista em nutrição.

A análise da tabela nutricional também é fundamental para fazer escolhas conscientes no supermercado, já que nela estão detalhadas a quantidade de fibra alimentar em gramas por porção e a porcentagem que essa quantidade representa no valor diário que um adulto saudável necessita. Segundo as normas da Anvisa, para ser considerado fonte de fibras o alimento precisa conter pelo menos 2,5 gramas por porção e para ser comunicado como rico em fibras a quantidade deve ser ainda maior: 5 gramas por porção.

Outra dica é variar o cardápio. “Há diversos tipos de fibras e muitas delas trazem benefícios específicos. Para potencializar os efeitos positivos no nosso organismo, o ideal é consumir não apenas a quantidade mínima, mas variar as fontes, incluindo frutas, legumes, verduras, feijão e outras leguminosas, cereais integrais e outros alimentos enriquecidos com fibras. E beber muita água, pois a água ajuda na ação das fibras”, conclui a profissional.

Fonte: Tate & Lyle

Três receitas rápidas e fáceis para uma refeição rica em proteínas

Em tempos de isolamento social e mudanças de hábitos e costumes, vale a pena investir no lado cozinheiro. Pensando nisso, o Freeletics Nutrition, aplicativo líder em exercícios físicos e nutrição com uso de inteligência artificial, preparou três receitas fáceis e saudáveis que irão agradar todas as pessoas de casa durante um brunch ou café da manhã reforçado. 

Ovos com mostarda

Esse clássico também pode ser saudável. Nessa receita, substitua a maionese por queijo cottage. Você também pode bater o recheio para deixá-lo mais cremoso.

Ingredientes:

  • 4 ovos cozidos
  • 2 colheres de sopa de mostarda Dijon
  • 100g de queijo cottage
  • 2 colheres de sobremesa de endro picado (fresco ou desidratado)
  • Páprica

Modo de preparo:

  1. Divida os ovos ao meio e retire a gema
  2. Misture a gema com a mostarda, o queijo cottage e metade do endro
  3. Encha as claras com a mistura de gemas e salpique o restante do endro

Abacate assado com salsa fresca

Abacates e ovos são uma bela dupla. Siga a receita abaixo e experimente

Ingredientes:

  • 1 abacate
  • 2 ovos
  • Meia cebola picada
  • 2 tomates picados
  • 2 colheres de sobremesa de alcaparras
  • Meio maço de cebolinhas
  • Suco de meio limão
  • 1 colher de chá de azeite de oliva
  • Flocos de pimenta, sal grosso e pimenta preta

Modo de preparo:

  1. Preaqueça o forno a 200° C
  2. Corte o abacate ao meio e retire o caroço. Quebre os ovos dentro do abacate, tempere com sal e pimenta a gosto
  3. Asse o abacate recheado por aproximadamente 15 minutos na grelha do meio do forno
  4. Misture a cebola picada, o tomate e as alcaparras. Pique ou misture tudo e adicione o suco do limão e o azeite 
  5. Cubra os abacates assados com a mistura e sirva. Salpique com cebolinha picada
Muffins de banana simples

Esses muffins deliciosos são a sobremesa perfeita para o seu brunch. Saudáveis e leves, eles também são bombas proteicas.

Ingredientes:

  • 3 ovos
  • Meia banana madura
  • 150g de framboesas (frescas ou congeladas)
  • 1 colher de chá e meia de óleo de coco

Modo de preparo:

  1. Preaqueça o forno a 200° C
  2. Amasse as bananas com um garfo ou um mixer e bata com os ovos
  3. Unte 9 forminhas de muffin com o óleo de coco e coloque as framboesas nelas. Coloque a mistura de bananas e ovos nas formas até a metade e asse durante 15 minutos na prateleira do meio do forno

Fonte: Freeletics

Linha Multigrãos é novidade da Quaker

As novas versões Mix de Grãos e Granola são opções certeiras para um cardápio mais nutritivo

Uma alimentação balanceada e nutritiva é essencial para fortalecer e manter o bom funcionamento do organismo. Por isso, de olho nas necessidades dos seus consumidores e em seus novos hábitos de alimentação, Quaker lança a linha Multigrãos, nas versões Mix de Grãos e Granola – este último nos sabores cranberry/ maçã e banana/ maçã. Ambos os produtos são ideais para consumo com frutas, iogurte, leite, açaí, ou em complemento a outros lanches diários.

Os novos produtos da linha chegam neste contexto em que o consumidor preza cada vez mais por um estilo de vida balanceado. “Passando mais tempo em casa, os consumidores têm uma oportunidade de ter mais controle do que consomem e de como compor o cardápio diário. Assim como os outros produtos Quaker, os dois lançamentos chegam para somar versatilidade, sabor e nutrição para diferentes momentos de consumo, seja no café da manhã com frutas, no lanchinho com iogurte ou numa tigela de açaí de sobremesa”, comenta Cecília Dias, diretora de Marketing da PepsiCo Brasil Alimentos.

Nesse contexto, alimentos como os cereais integrais podem contribuir com uma grande variedade de nutrientes. A aveia, em especial, é conhecida pela sua alta concentração de fibras solúveis – as chamadas betaglucanas, que podem ajudar no controle e redução do colesterol. Além disso, é uma aliada para o bom funcionamento do intestino e pode contribuir para promover a sensação de saciedade.

Quaker Multigrãos Mix de Grãos, é composto pela aveia integral orgânica em flocos, flocos de cevada, centeio, e ganham um toque de textura e sabor com a presença da castanha de caju e da maçã desidratada. Essa mistura de ingredientes entrega proteína, fibras e minerais e é uma ótima oportunidade para enriquecer seu café da manhã, lanche ou até mesmo para incluir nas suas receitas.

Já Quaker Multigrãos Granola permite aos consumidores explorar sabores de Quaker em novas formas de consumo. O produto possui selo orgânico e também é composto pela aveia integral, flocos de arroz e milho, castanha e frutas secas e é também uma excelente opção para compor um cardápio nutritivo e equilibrado

A campanha de lançamento de Quaker Multigrãos, nas versões Mix de Grãos e Granola, contará com peças e ações diferenciadas nas redes sociais da marca, nos pontos de venda, além dos canais de e-commerce.

Além disso, para gerar experimentação nos consumidores, Quaker Multigrãos estará com uma campanha de Cash&Back no valor de até R$ 20,00 em créditos na compra de qualquer item da nova linha. A mecânica é muito simples! Após comprar qualquer produto da linha, o consumidor precisará apenas cadastrar a nota fiscal no site e receber 100% do dinheiro da sua compra de volta, em crédito, pelo App RecargaPay. A experiência estará disponível até dia 31 de agosto.

Os novos produtos serão comercializados, primeiramente, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Quaker Multigrãos Mix de Grãos está disponível na versão 148g, com preço médio sugerido de R$ 6,99; e Quaker Granola Multigrãos, na versão de 250g, com preço médio sugerido de R$ 13,99.

*Referente apenas aos produtos da linha Quaker Multigrãos participantes. Limitado ao valor de R$ 20,00 e a no máximo 2 produtos por CPF. Promoção válida até 31 de agosto de 2021.

Fonte: PepsiCo