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Estresse pode causar perda de apetite; veja maneiras de lidar com o problema

O estresse pode causar um impacto dramático em nossos hábitos alimentares. E há pessoas que ficam sem se alimentar por longas horas ou dias, por conta da perda de apetite. Saiba como lidar com isso e recuperar o prazer pela alimentação saudável

Durante esse período sem precedentes em que a pandemia ainda continua a nos deixar esgotados mentalmente, todos estamos processando o estresse de maneira diferente. E há um impacto dramático disso em nossos hábitos alimentares.

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“As alterações emocionais são as principais responsáveis pelos comportamentos alimentares equivocados nesses tempos de pandemias. Muitos buscam o conforto das suas emoções nos alimentos e bebidas, muitas vezes se encaminhando para consumos compulsivos. Outros, por insegurança e desinformação, restringem o consumo de grupos ou quantidades alimentares importantes para a manutenção da saúde no momento atípico. Enquanto outras pessoas ainda, rodeadas de problemas e preocupações, simplesmente esquecem de se alimentar por longas horas ou dias”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Nesse último caso, algumas pessoas podem perceber que não importa o quanto de comida você prepara ou tenta abastecer a casa com os alimentos necessários para manter seu corpo saudável: ainda assim é difícil manter um apetite saudável. “Se for esse o caso, inicie o processo de recuperação do apetite, identificando seus estressores. Depois de fazer isso, avalie maneiras pelas quais você poderá reduzir o estresse; seja pedindo ajuda médica nutrológica, psicológica ou buscando controlar esse estresse”, completa a médica.

Segundo Marcella, a perda de apetite pode ser a resposta de luta ou fuga do seu corpo ao estresse e à ansiedade agudos e, a longo prazo, algumas pessoas podem recorrer à comida como alimento fonte de alívio do estresse. Em última análise, o que se resume é sintonizar como o estresse afeta seu corpo especificamente. Abaixo, a médica dá algumas dicas de como recuperar o apetite diante do imenso estresse:

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Definir uma programação – se você ainda estiver tendo dificuldades depois de dar os primeiros passos para restaurar o apetite, tente fazer uma programação ou definir um alarme como um lembrete para comer. “Comece com os alimentos que você é capaz de tolerar e certifique-se de beber regularmente água”, diz a médica.

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Concentre-se em alimentos fáceis de digerir – em termos de escolha de alimentos, é bom encontrar um equilíbrio entre o que você gosta e o que será fácil para o seu corpo digerir. “Quando a ansiedade aumenta, às vezes essa perda de apetite vem acompanhada de náuseas”, diz a médica, acrescentando que, se o que você está comendo atualmente é desagradável, definitivamente vale a pena mudar as coisas. Outro ponto importante: nesse período de alto estresse, evite o autojulgamento com seus desejos: “Dê a si mesmo um pouco de prazer. Se você está ansiando por alimentos que normalmente não come, permita-se apreciá-los. Pode ser exatamente o que seu corpo precisa. Às vezes, a comida traz lembranças agradáveis, uma espécie de nostalgia que nos faz sentir um pouco melhor”, diz a nutróloga.

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Aposte nos temperos – “O uso de ervas aromáticas e especiarias para acentuar os sabores e aromas pode ser uma ótima estratégia. Pimentas também podem ser utilizadas sem exageros”. A médica destaca alguns alimentos que aguçam o paladar e podem ajudar nesse período: “Podemos usar ervas aromáticas como salsa, cebolinha, coentro, manjericão, tomilho, alecrim, manjerona, alfavaca, orégano e especiarias como cúrcuma, gengibre, canela, mostarda, raiz forte, canela, cravo, pimentas, além de alho e cebola, que podem ajudar a acentuar o sabor dos alimentos, sem impactar negativamente em sua qualidade e ainda trazer funcionalidades, já que apresentam características anti-inflamatórias, antioxidantes e de reforço ao sistema imunológico”, diz a médica.

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Myriam Zilles/Pixabay

Experimente boas lembranças do alimento – tente um “comfort food”, ou seja, considere comer algo que você já gostou quando estava em um momento com as pessoas que ama. Vários alimentos podem ser considerados comidas de conforto, porque a sensação está vinculada a preferências e experiências individuais. Podem ser desde comidas caseiras, receitas de família, sobremesas tradicionais, até alimentos saudáveis, com composição, textura e temperatura agradáveis. “Esse conceito ganha cada vez mais adeptos no mundo, na linha contrária dos fast foods e das receitas super elaboradas. O principal conceito da culinária comfort é a simplicidade”, diz a médica. “Essa comida afetiva e confortável mexe com a memória e é ligada às boas lembranças, trazendo aconchego, ao remeter ao aroma da cozinha, da infância, de momentos e experiências especiais que ficam para sempre na memória. Ela confere inúmeros benefícios à saúde”.

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The Advertiser

Busque aconchego também nos amigos – à medida que a perda de apetite persiste, é importante considerar o apoio externo. “As pessoas devem perceber introspectivamente como está a saúde mental. Com o apoio de um terapeuta, você pode aprender novas ferramentas e habilidades que podem ajudá-lo a lidar melhor com o estresse, a fim de garantir que você esteja comendo, dormindo e funcionando da melhor maneira possível”, diz a médica. “Além disso, mesmo que seja virtualmente, você pode conversar com amigos e amigas por meio de um brunch virtual. Todos vocês poderiam fazer aperitivos como se estivessem em um restaurante juntos. Esta é uma maneira de ajudar a obter um sentimento positivo ao comer novamente”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologiado Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Hoje é o Dia da Saúde: veja dicas para manter a sua

Cardiologista ensina a ter qualidade de vida e alerta: mesmo na pandemia, é preciso manter os exames de rotina em dia

Hoje, 5 de agosto, é comemorado o Dia Mundial da Saúde. Em tempos de pandemia, quando milhares de pessoas estão perdendo a vida por causa de um vírus, muitas estão com receio de manter uma rotina de exames em dia. Porém, vale ressaltar que essa espera pode ser desastrosa para a saúde.

De acordo com o cardiologista Augusto Vilela, da Rede MaterDei e do Hospital Belo Horizonte, muitas pessoas estão deixando de visitar regularmente o médico com medo do novo coronavírus.

“Nestes tempos de pandemia, sabemos que tem muita gente protelando esses cuidados, o que não é bom. O melhor a fazer é colocar sua máscara, usar o álcool em gel nas mãos e ir ao médico sim, pois os hospitais e clínicas estão tomando todas as medidas necessárias para a prevenção”, alerta.

O médico salienta que, independente do momento, alguns cuidados são importantes para que ter mais qualidade de vida. Entre eles, estão:

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. Dormir bem: uma boa noite de sono melhora o sistema imunológico, reduz o estresse e a depressão. “Em aproximadamente 10% a 20% dos casos, pacientes depressivos podem se queixar de excesso de sono. Apesar de a insônia ser mais prevalente, a sonolência excessiva também é um transtorno do sono que faz com que o paciente busque tratamento médico”, avalia.

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. Atividade física:  é um grande consenso na medicina. A atividade física feita regularmente previne inúmeras doenças, entre elas a obesidade, uma doença que precisa ser combatida e que tem inúmeras consequências para a saúde.

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. Alimentação: deve andar junto com a atividade física, porém não se trata apenas de manter o peso saudável. Boas escolhas alimentares também previnem e combatem doenças. Um bom prato de salada, legumes, vegetais e carnes magras são como um remédio natural, gostoso e bem mais barato que medicamentos da farmácia.

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. Saúde emocional: até mesmo antes do isolamento social as doenças de fundo emocional já chamavam a atenção das autoridades de saúde. Isso se agravou bastante com a pandemia. Buscar ajuda, conversar e se exercitar ajudam na conquista de uma boa saúde, inclusive a saúde mental.

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. Automedicação não: também mais comum ainda nesta fase da pandemia, a automedicação tem sido amplamente combatida pela comunidade médica. Nunca tome nenhum medicamento sem o conhecimento do seu médico, nem mesmo os que parecem ser inofensivos. As interações medicamentosas ou mesmo os efeitos colaterais podem ter consequências muito graves para a saúde.

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Fonte: Augusto Vilela é cardiologista, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e médico do Departamento de cardiologia da Rede MaterDei e do Hospital Belo Horizonte

Horário das refeições é tão importante quanto o que comemos

Aproveite a quarentena para regularizar o horário das refeições, o que contribui para a manutenção da saúde do organismo, favorecendo o controle do peso e prevenindo doenças cardiovasculares e diabetes

Com a quarentena pela qual estamos passando devido à pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas estão aproveitando para adquirir novos hábitos e melhorar a qualidade e o estilo de vida. Por exemplo, alguns estão utilizando esse tempo livre para finalmente começar aquela dieta que vinha sendo adiada por meses, investindo no consumo de alimentos in natura, diminuindo carboidratos e optando por proteínas mais saudáveis. Porém, o que poucos sabem é que não é apenas o que comemos que conta para uma alimentação saudável, mas também quando comemos.

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“Nosso organismo possui um relógio biológico que faz com que nosso metabolismo atue de formas diferentes em cada momento do dia. Logo, os alimentos são processados de modos distintos dependendo do horário em que os consumimos. Por isso, os horários das refeições possuem grande influência em nossa saúde, no ganho e perda de peso e no risco do desenvolvimento de condições como diabetes e doenças cardiovasculares”, afirma Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia.

De acordo com a especialista, isso ocorre porque nossos hábitos alimentares são influenciados pelo relógio central do cérebro, que é controlado pela passagem do dia para a noite e é responsável por nos manter acordados durante o dia e dormir bem à noite, e pelo relógio periférico do corpo, responsável por regular a produção de enzimas que auxiliam na digestão e, logo, regulado pela alimentação.

“O ideal é que ambos os relógios estejam sincronizados, já que o nosso organismo realiza um regime cuidadoso de processos metabólicos para se manter em equilíbrio. Por exemplo, duas horas antes do horário que costumamos dormir o relógio central do cérebro passa a estimular a produção de melatonina, hormônio responsável por regular os ciclos do sono. Logo, quando comemos algo próximo desse horário, nossos relógios entram em contradição, o que pode causar um desequilíbrio do organismo”, afirma a especialista.

Estudos apontam, por exemplo, que quando comemos mais calorias próximo ao horário de liberação de melatonina há um maior armazenamento de gordura corporal. “Existem também evidências de que nosso corpo se torna menos sensível à insulina com o decorrer do dia, passando a processar açúcares com menos eficácia, o que pode favorecer o aumento dos índices de glicose no sangue e, consequentemente, o surgimento de condições como diabetes”, destaca a médica.

Tais dados, no entanto, ainda são superficiais e precisam de estudos mais aprofundados para que se confirmem. Isso não quer dizer, porém, que não devemos nos atentar aos horários em que nos alimentamos. Por isso, vale a pena aproveitar o tempo livre da quarentena para regularizar quando realizamos as refeições. “Manter uma rotina alimentar, procurando comer sempre no mesmo horário, é extremamente benéfico, pois aumenta a sensação de saciedade, melhora a reação do organismo à ingestão de calorias e ainda acelera o metabolismo, contribuindo para a manutenção e perda de peso”, ressalta Marcella.

No geral, recomenda-se realizar de cinco a seis refeições por dia com um intervalo de 3 horas, em média, entre cada uma delas, tentando realizá-las sempre no mesmo horário. “Ao contrário do que muitos pensam, os lanches são fundamentais para uma dieta saudável e controle do peso, pois, enquanto as três refeições principais fornecem os nutrientes fundamentais para as funções vitais do organismos e a energia para as atividades diárias, os lanches auxiliam no controle da glicemia e do apetite, impedindo problemas como aumento da reserva de gordura, redução do metabolismo, degradação muscular e picos glicêmicos.”

Além do horário, é importante ter em mente que cada uma das refeições possui funções específicas. Por exemplo, enquanto o café da manhã é o momento em que o organismo mais precisa da ingestão de nutrientes para se manter bem ao longo do dia, devendo então ser composto de uma maior quantidade de carboidratos, proteínas e fibras, o jantar deve ser mais leve, pois a noite é o momento em que o organismo está se preparando para repousar.

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“Isso não quer dizer que devemos pular o jantar. Apenas recomenda-se ingerir alimentos mais leves, como sopas, lanches, saladas e proteínas magras, duas horas antes de dormir, já que a capacidade do organismo para digestão é menor após o pôr do sol”, completa a médica. “Por fim, é importante lembrar que cada organismo possui um metabolismo diferente e, logo, tem necessidades específicas. Por isso, o mais importante antes de realizar qualquer mudança drástica em seus hábitos alimentares é consultar um médico especializado, que poderá indicar a alimentação mais adequada para você”, finaliza Marcella.

Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Alimentação rica em cálcio colabora na prevenção da osteoporose

Os queijos são ricos nos minerais e fortes aliados no combate à doença, que afeta a saúde dos ossos

Osteoporose é um problema que atinge cerca de 10 milhões de pessoas somente no Brasil, de acordo com a Fundação Internacional de Osteoporose (IOF). O que nem todo mundo sabe é que consumir alimentos ricos em cálcio, como queijos e vegetais escuros, é a melhor forma de prevenir o mal.

A osteoporose causa fragilidade dos ossos e normalmente só é descoberta após a ocorrência de fraturas, diminuição de 2cm a 3cm de estatura, ombros caídos, entre outros sintomas. É mais comum em pessoas idosas, devido ao desgaste dos ossos, e em mulheres na pós-menopausa. Além de alimentação pobre em cálcio, abuso de álcool, tabagismo, predisposição genética e diabetes podem agravar o problema.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é importante que o cuidado comece ainda na infância, pois é durante esse período que ocorre a formação de massa óssea. A recomendação é o consumo de pelo menos três porções diárias de alimentos ricos em cálcio. Além te proteger os ossos, o mineral ajuda na prevenção de riscos cardíacos, de acordo com estudo da McMaster University (2018), no Canadá.

Rico em cálcio, o queijo é um ingrediente que combina muito bem com saladas, massas e carnes e que pode colaborar com uma vida mais saudável. Quer saber um pouco mais? Veja abaixo a lista com os cinco queijos que mais contêm cálcio:

Parmesão: 1.390mg de cálcio em uma fatia de 100g. Este queijo tem sabor fresco, frutado e doce, e que combina com molho agridoce.
Reino: 1.110mg de cálcio em uma fatia de 100g. Tem textura macia e sabor acentuado. Pode ser consumido puro, em sanduíches ou em preparações mais elaboradas.
Gruyère: 1.083mg de cálcio em uma fatia de 100g. De sabor forte e amendoado pode ser utilizado em aperitivos, lanches, massas e saladas.

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Gouda: 1.050mg de cálcio em uma fatia de 100g. Sua textura é macia e o sabor adocicado e amendoado. Possui sabor suave, ligeiramente adocicado e textura macia.
Provolone: 1.043mg de cálcio em uma fatia de 100g. É um queijo que pode ser produzido com base em coalho de bezerro (suave, doce e leitoso) ou com coalho de cabrito (sabor mais forte). Combina com risotos e molhos agridoces.

Unindo ingredientes saborosos e nutritivos, a Tirolez, uma das marcas mais tradicionais de laticínios do País, disponibilizou duas deliciosas receitas, Empadinhas 3 Queijos e Omelete de Queijo Gouda, para que você e sua família possam aproveitar uma maravilhosa refeição.

Empadinhas 3 Queijos

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Ingredientes:
Massa
2 e meia xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) bem cheia de banha vegetal ou animal
1 ovo
Meia xícara (café) de água

Recheio
500 g de Queijos Tirolez ralados (Estepe, Gruyère e Parmesão)
1 copo de leite integral
1 colher (sopa) de Manteiga Tirolez sem sal derretida
3 ovos
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 pitada de noz moscada
1 pitada de sal

Modo de Preparo:
Massa
Com as pontas dos dedos, misturar a farinha de trigo com a banha até virar uma farofa. Em um vasilhame separado, bater o ovo inteiro (gema e clara) e em seguida acrescentar meia xícara de café de água e bater novamente. Incorpore o ovo batido na farofa e misture bem. Acrescentar uma pitada de sal. Untar as formas com banha ou manteiga. O segredo do obter uma boa massa: amassar a mistura e montá-la nas formas com a ponta dos dedos. Caso opte por uma forma média ou grande, estender a massa com um rolo, sem fazer muita pressão.

Recheio
Em um recipiente, misturar bem a colher de farinha de trigo, os três ovos, a colher de manteiga derretida, o copo de leite. Acrescentar as xícaras dos queijos ralados, mexendo até obter uma mistura homogênea. Não esquecer da pitada de noz moscada para dar um gosto especial. Coloque o recheio sobre a massa que já se encontra na forma escolhida. Leve ao forno preaquecido e retire as empadinhas quando estiverem douradas a gosto.

Omelete de Queijo Gouda

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Ingredientes:
5 ovos
¾ de xícara (chá) de leite zero lactose
1 maço de alecrim fresco picado
Sal, pimenta-do-reino e noz-moscada
1 colher (sopa) de Manteiga com Sal Tirolez
1 pedaço de Queijo Gouda Tirolez (cerca de 250 g)

Modo de Preparo:
Em uma tigela, junte os ovos, o leite e o alecrim e tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada. Aqueça a manteiga em uma frigideira antiaderente e despeje a mistura de ovos. Com uma espátula, vá puxando levemente as bordas da omelete para o centro da frigideira, para que cozinhe aos poucos e mantenha o centro cremoso. Cubra com o queijo gouda cortado em cubos pequenos e escorregue a omelete para a travessa em que será servida, dobrando-a no meio. Sirva em seguida.

Nutricionista orienta sobre os cuidados para evitar ganho de peso na quarentena

Mestra em Fisiopatologia em Clínica Médica, Mariana Cassani de Oliveira, é professora do Ceunsp e dá dicas para a manutenção de uma alimentação equilibrada nesse período de isolamento social

É inevitável que durante a quarentena as pessoas fiquem um maior tempo em casa e, por consequência, aumentem, inclusive, o número de refeições feitas ao dia. Diante disso, a professora Mariana Cassani de Oliveira, do curso de Nutrição do Centro Universitário N. Senhora do Patrocínio (Ceunsp), instituição que integra a Cruzeiro do Sul Educacional, apresenta algumas dicas sobre alimentação saudável e orienta para os cuidados quanto ao ganho de peso.

Mariana é mestra em Fisiopatologia Clínica Médica e avalia que o ganho de peso nesse período, pode se dar a partir do número de refeições feitas a mais, com uma quantidade alta de calorias ingeridas combinada com a redução de exercícios. Para a especialista, o ato de se alimentar de forma intensa ou compulsiva pode acontecer quando o indivíduo passa por um período de estresse, preocupação ou ansiedade.

Fome x vontade de comer

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A docente orienta que é preciso atentar-se para essas sensações, bem como a certas vontades, pois dessa forma, fica mais fácil evitar a ingestão de alimentos calóricos, como, excesso de doces, bebidas açucaradas, alimentos gordurosos e frituras.

“Para reduzir a quantidade de alimentos é ideal que prestemos a atenção no que estamos comendo e que também saibamos diferenciar as sensações de fome e a vontade de comer. A fome é sinal de que o organismo realmente precisa de alimentos e nutrientes, e a vontade de comer se dá quando temos aquela vontade de beliscar algo. Ainda, é importante mencionar que a alimentação, quando equilibrada em calorias, nos auxilia a manter o peso saudável. ¬¬¬¬Sempre incentivamos o abandono do sedentarismo com o começo ou retomada de uma atividade física, para que haja o equilíbrio entre a quantidade de calorias ingeridas e a de calorias gastas durante o dia”, avalia Mariana.

Refeições ao dia

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Quanto ao número indicado de refeições feitas ao dia, a nutricionista orienta que o número pode variar de acordo com a rotina e as preferências do indivíduo.
“Podem ser de três a oito refeições por dia, divididas em refeições principais (café da manhã, almoço e jantar) e refeições intermediárias (lanches entre as refeições principais). O mais importante é saber como organizar estas refeições e equilibrar tipos e quantidades de nutrientes entre elas. Refeições compostas por grande quantidade de alimentos podem fazer com que o indivíduo “pule” a refeição seguinte, o que pode ser prejudicial à saúde. Entretanto, refeições não completas em termos de alimentos e nutrientes também podem ser prejudiciais, pois poderão ocasionar déficit nutricional, sensação de fome, dor de cabeça e/ou fraqueza ao indivíduo durante o dia. Assim, o ideal é que um profissional nutricionista seja consultado para que a rotina de refeições seja recomendada de maneira adequada a cada pessoa”, recomenda.

Tanto para quem quer ganhar quanto para quem quer perder peso, a professora do Ceunsp explica que o indivíduo precisa identificar qual é a sua necessidade nutricional e determinar a composição alimentar de cada refeição.

“Nesse caso, é preciso destacar uma série de determinantes biológicos, nutricionais e dietéticos, os quais devem ser avaliados para que o profissional nutricionista consiga estabelecer como deverão ser realizadas as refeições. Deve-se avaliar quantas calorias o indivíduo gasta por dia, para sabermos quantas calorias ele deverá ingerir com o objetivo de ganhar ou perder peso; Devemos avaliar sua composição corporal, ou seja, qual o seu percentual de gordura, de massa muscular. Além disso, é importante identificar as preferências e aversões alimentares de cada um”, avalia.

Carboidratos/ganho de peso

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Freepik

Quanto à ingestão de carboidratos, a especialista salienta que este não é o fator principal para o ganho de peso. “Carboidratos devem ser evitados quanto ao excesso, mas não significa que é ele um fator principal. Enfatizo o desequilíbrio entre os alimentos, nutrientes e calorias, isso é o que leva o indivíduo a ganhar peso. É o consumo de alimentos além do que é biologicamente necessário. Nenhum alimento ou nutriente, como o carboidrato, pode ser o único culpado, e sim a falta do devido cuidado nutricional do padrão alimentar como um todo”, salienta.

Alimentos sugeridos x evitáveis

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Mariana aponta que, segundo o Ministério da Saúde, alimentos ricos em gorduras saturadas e gorduras trans, assim como alimentos ricos em açúcares simples e sódio não devem ser consumidos em excesso, bem como, embutidos, alimentos industrializados, alimentos “prontos para o consumo”, bebidas adoçadas, alimentos muito doces e fritos devem ser evitados.

“Nenhum alimento é proibido, mas todos estes citados devem ser consumidos com moderação. Os alimentos que devemos consumir de forma mais frequente são: frutas, verduras, legumes, leguminosas e alimentos ricos em açúcares complexos, como os alimentos integrais. Esses são alimentos que possuem diversos benefícios nutricionais e ajudam no bom funcionamento do organismo, melhorando os fatores de defesa contra o desenvolvimento de doenças”, sugere. a nutricionista.

Hidratação

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“Nosso corpo é composto por em torno de 60 a 70% de água. Ela é essencial para a composição do nosso sangue, fluidos e tecidos corporais, como pele, órgãos, massa muscular, é importante para reações químicas entre as células e manutenção da temperatura corporal. A ingestão correta de água facilita a digestão dos alimentos e ajuda na eliminação daqueles nutrientes que não serão mais utilizados, por meio das fezes e da urina. Beber água muitas vezes pode reduzir a sensação de fome, principalmente quando não sabemos ao certo de é verdadeiramente “fome” ou “vontade de comer”, além de ajudar no rendimento físico durante atividades ou exercícios. A correta hidratação, ou seja, manter os níveis de água no corpo dentro do adequado, não é importante apenas para manter o peso ideal, mas no bom funcionamento do organismo como um todo”, explica Mariana, mestra e professora do Ceunsp.

Fatores genéticos

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Por fim, a especialista explica que o aumento de peso na quarentena, também pode estar condicionado aos antecedentes pessoais e familiares.

“É comprovado que existem genes que aumentam o risco do desenvolvimento da obesidade. Filhos e filhas de pais obesos têm mais chances de serem também obesos. Neste sentido, a carga genética pode influenciar o desenvolvimento da doença de 40 a 80% dos casos. A variação desta porcentagem é muito grande devido também a influência dos fatores ambientais, como o próprio padrão alimentar e estilo de vida, como sedentarismo ou tabagismo. Quem apresentou o aumento de peso durante a quarentena deve rever todo o seu dia alimentar para avaliar possíveis erros ou excessos dietéticos. Para uma conduta mais eficaz e assertiva, o profissional nutricionista deve ser contatado pela sua capacidade de avaliação e diagnóstico nutricionais” esclarece Mariana.

Fonte: Ceunsp

Aposte em chás naturais para aumentar a hidratação durante o inverno

Além de manter o corpo hidratado, bebida quente feita com ingredientes naturais proporciona outros benefícios para a saúde, segundo a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau

Há quem espere o ano inteiro para a chegada do inverno. E entre todos os costumes que a temporada mais fria do ano traz, existe um hábito que praticamente vai embora: o de beber água. Ainda que não se sinta sede, a hidratação durante as baixas temperaturas deve ser constante e os chás naturais podem ser grandes aliados nessa tarefa, como sugere a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau.

“Apesar de nada substituir a ingestão de água em si, os chás naturais são uma alternativa para favorecer a hidratação do corpo no inverno. Além disso, ainda fornecem outros benefícios para a saúde, que vão desde melhorar a digestão, o sono e a função intestinal, até reduzir a inflamação do organismo e a diminuir a retenção de líquidos. Vai depender do objetivo e da planta escolhida”, comenta a especialista.

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Um estudo de 2019* incluindo dados de chás de lavanda, fenogrego, camomila, hortelã, hibiscus, erva mate, camomila, chá verde e suas combinações, encontrou benefícios relacionados à saúde da mulher, prevenção de diabetes, de doenças cardiovasculares, de alterações no fígado e até alguns tipos de câncer.

Quer mais motivos para apostar no preparo das bebidas naturais? As receitas de chás com cascas de frutas podem ser uma ótima oportunidade para reduzir o desperdício de alimentos e aproveitar melhor todos os nutrientes que eles podem oferecer. E dá até para consumir gelado, para quem prefere bebidas mais fresquinhas mesmo no frio.

Vale ressaltar que mesmo que os chás naturais somem muitos pontos positivos, devem ser ingeridos com cautela. “Por terem efeitos terapêuticos, os chás devem ser consumidos de forma adequada, tanto no que diz respeito à forma de preparo, quanto na escolha do chá. Os estimulantes, como o de gengibre, chá verde, de hibiscus, preto e branco, devem ser consumidos apenas no período da manhã”, orienta a especialista. “Também é importante destacar que o ideal é que os chás sejam feitos sem adição de açúcares e que gestantes e crianças não devem abusar do consumo de nenhum tipo”, finaliza.

Para quem já era adepto aos chás, mas na opção de sachê, a profissional explica que essa versão não consegue preservar os efeitos terapêuticos da bebida, entretanto, ajudam na hidratação.

Por fim, Renata ensina o passo a passo de quatro opções de chás naturais e ainda dá dicas espertas de preparo. Confira:

Dicas de preparo

•Os chás feitos com as folhas das plantas, chamados de infusão, devem ser preparados com o aquecimento da água até que comece a formar as primeiras bolhas; em seguida, desliga-se o fogo e acrescenta-se a folha escolhida, deixando descansar por cerca de 10 minutos com o recipiente tampado.
•Os chás feitos com as raízes das plantas, como gengibre, canela, cravo ou com frutas, devem ser preparados com o aquecimento da água com a planta junto, por alguns minutos após levantar fervura.

Chá de casca de abacaxi com cravo

Chá de casca de abacaxi (002)

Ingredientes
1 xícara de cascas de abacaxi picadas
5 cravos da índia
500 ml de água

Modo de preparo:
Leve todos os ingredientes ao fogo, cozinhando por 10 minutos após levantar fervura. Coe e sirva em seguida.

Chá de frutas

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Ingredientes
1 rodela de abacaxi
1 maracujá
1 maçã picada com casca
3 paus de canela
800 ml de água

Modo de preparo:
Leve todos os ingredientes ao fogo, cozinhando por 10 minutos após levantar fervura. Coe e sirva em seguida.

Chá verde com frutas e gengibre

Chá Verde (002)

Ingredientes
3 xícaras de água
3 colheres de sopa de folhas de chá verde
1 pedaço grande de gengibre (3cm)
Suco de 1 limão
Suco de 1 laranja

Modo de preparo:
Aqueça a água com o gengibre picado. Deixe cozinhando por cerca de 5 minutos após levantar fervura. Desligue o fogo e espera cerca de mais 5 minutos. Então, acrescente as folhas de chá verde, o suco de limão e o suco de laranja. Tampe e deixe descansar por 10 minutos. Coe e sirva em seguida.

Chá indiano

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Ingredientes
500 ml de água
2 bagas de cardamomo
2 paus de canela
3 cravos da índia
1 colher de sopa de mel
100 ml de leite de arroz
2 colheres de sopa de folhas de hortelã

Modo de preparo:
Aqueça a água com o cardamomo, a canela, o cravo e o mel. Deixe cozinhando por cerca de 5 minutos após iniciar a fervura. Desligue o fogo e espere cerca de 5 minutos. Então, acrescente as folhas de hortelã e o leite de arroz. Tampe e espere mais 5 minutos. Coe e sirva em seguida.

Fonte: Oba Hortifruti

*Referência: Poswal FS, Russell G, Mackonochie M, MacLennan E, Adukwu EC, Rolfe V. Herbal Teas and their Health Benefits: A Scoping Review. Plant Foods Hum Nutr. 2019;74(3):266-276. doi:10.1007/s11130-019-00750-w)

Plant-based: live traz receitas à base de alimentos vegetais

Cada vez mais popular no Brasil, as dietas plant-based trazem uma alimentação natural, variada e colorida. O plano alimentar valoriza os alimentos orgânicos e de produção sustentável, com eliminação ou apenas redução do consumo de produtos de origem animal.

Na dieta, alimentos processados, industrializados e refinados também são retirados das refeições, priorizando o que vem da terra. Além de ser rico em nutrientes, outro benefício do cardápio é o impacto positivo ao meio ambiente.

Focado nos pratos plant-based, o chef Reinhard Pfeiffer irá participar de uma live no Instagram da Jasmine Alimentos, preparando um prato especial, com dicas de passo a passo. O destaque serão as Almôndegas de Berinjela no Bechamel de Tahine, com farofa de repolho e soja de acompanhamento.

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Foto: Lina Sumizono

A live será realizada nesta quinta-feira (30), às 19 horas.

Sete dicas para alimentar seu cão de forma balanceada

É muito importante que os tutores ofereçam aos seus cães alimentos saudáveis e uma dieta balanceada; especialista em comportamento animal Cleber Santos, explica como alimentar os cães da maneira correta – a fim de evitar doenças físicas e problemas psicológicos – e, ainda assim, conseguir satisfazê-los

Os tutores de cães sempre se preocupam com a saúde de seus pets, buscando seu bem estar de diversas formas possíveis. Para manter os animais de estimação saudáveis e dispostos, uma alimentação regrada e na quantidade certa – prezando o equilíbrio da ração e o controle de petiscos- é muito importante e deve ser uma das maiores preocupações desses tutores.

“Uma alimentação adequada para os pets é essencial para a prevenção de graves doenças e o bom funcionamento físico e mental. A qualidade na alimentação é fundamental, uma vez que os animais necessitam de certas proteínas para produção de anticorpos, hormônios, enzimas e hemoglobina”, explica o especialista em comportamento animal Cleber Santos, adestrador e proprietário da ComportPet.

Abaixo, Cleber lista dicas para alimentar o seu cãozinho de forma balanceada e mantê-lo saudável e em ótimas condições:

Dê o alimento na quantidade certa

cão ração

Normalmente, os bichinhos de estimação comem aquilo que lhes é servido, independente da quantidade. Por isso, os tutores são os responsáveis por colocar a quantidade adequada para o animal e seu porte. O ideal é manter o equilíbrio na hora de escolher a porção fornecida ao companheiro de quatro patas.

“Não podemos exagerar no momento em que vamos alimentar nossos animais, pois isso pode gerar problemas como a obesidade, vômitos e diarreia. Entretanto, não devemos reduzir minimamente a quantidade de comida, pois o cãozinho também irá desenvolver outros problemas como anemia, desidratação e pressão baixa.”, alerta.

Alimentação deve ser regrada e seguir rotina de horários

cachorro york comendo

É muito importante que o seu cão faça as refeições no horário certo, pois eles têm hábitos diferentes de se alimentar. Geralmente, comem duas ou três vezes ao dia. “É de extrema importância que haja uma regularidade nos horários de alimentação dos pets, pela qualidade de sua saúde física e psicológica, assim como seu metabolismo, e também para criar uma rotina em sua dieta, deixando-o mais satisfeito e saudável. Por isso, crie horários para alimentar seus bichinhos de acordo com sua fome e disponibilidade”, explica Cleber.

Cleber explica a rotina ideal até o primeiro ano de vida do cão e como os tutores devem seguir a partir dessa idade: “Filhotes até 11 meses comem três vezes dia – café da manhã, almoço e jantar. A partir do 12º mês, os cães devem diminuir a dosagem e comer apenas duas vezes ao dia, no café da manhã e no jantar, ou seja, a cada 12 horas”.

Escolha o alimento adequado para ele

puppy-comendo cachorro

Cada animal possui raça, porte, idade e peso diferentes. Por isso, é preciso escolher bem o tipo de alimentação para cada bichinho, de acordo com suas características. “Uma alimentação balanceada contém fibras, proteína animal, vitaminas, gorduras saudáveis e minerais. Quanto mais diversificada, mais nutritiva será a dieta. Porém, sempre devemos levar em consideração todas as diferentes características do animal na hora de alimentá-lo”, orienta Cleber.

Não dê comida de gente aos seus animais

cachorro comendo snack mão

Os animais possuem sistemas que fazem seu corpo funcionar de maneira diferente dos seres humanos. Portanto, necessitam de outros nutrientes na hora de se alimentar. Alguns alimentos que são inofensivos para nós são extremamente tóxicos para nossos cães. Então, nunca dê restos do seu almoço ou jantar para seus eles, pois isso pode acarretar em diversos problemas de saúde e desenvolvimento”, alerta o adestrador.

Escolha a ração correta

cachorro comendo

Por serem industrializadas, as rações de boa qualidade possuem proteínas e composições específicas que favorecem e enriquecem os ossos, pelos e músculos do cão, podendo ser uma boa alternativa na hora da alimentação. “Normalmente, as rações estão divididas a partir do porte, da idade e até da raça do animal. Por isso, sempre escolha muito bem a marca e o tipo de ração que você fornecerá ao seu pet, para não causar problemas ao invés de ajudá-los”, explica Cleber.

“O ideal é que os tutores optem sempre pelas rações super premium, pois elas são as que apresentam os principais nutrientes necessários em uma refeição: vitaminas, proteínas, minerais, gorduras e carboidratos. O correto é seguir a tabela de alimentação que vem na lateral das embalagens, com a medida correta de acordo com o peso e a idade do seu pet”, completa.

Alimentação natural é uma ótima opção

cachorro comendo maça

A alimentação natural é de grande benefício para os animais, pois não possui toxicidades ou componentes industrializados. Porém, muitas pessoas ainda preferem não alimentar seus amiguinhos desta forma, pois tais alimentos não possuem certos nutrientes sintéticos – que são também importantes – como vitaminas e minerais.

“Os animais de estimação, em média, necessitam de 58 nutrientes diferentes diariamente e é difícil atender a essa demanda só com ingredientes comuns, como carnes, vegetais ou arroz. O ideal seria combinar a alimentação natural com a industrializada, procurando um equilíbrio, alternando o tipo de alimentação, ou fazendo uma junção das mesmas ”, aconselha Cleber.

“Hoje, no mercado, também existem várias opções de rações naturais, que podem ajudar no bem estar de seus bichinhos, evitando que consumam muitos agrotóxicos e conservantes”, explica o especialista.

Não dê chocolates e nem outros doces para os pets

cachorro e chocolate

Muitos donos de pets querem compartilhar chocolates e outras guloseimas que consomem com seus cães. Entretanto, Cleber explica que não se deve fazer isso nunca, pois os chocolates são verdadeiros venenos para esses bichinhos.

O chocolate possui um componente tóxico que afeta os cães, chamado teobromina, uma substância presente no cacau e facilmente metabolizada pelo organismo humano, mas que não tem o mesmo processo dentro dos bichinhos. Os pets não conseguem processá-la de maneira rápida o suficiente e acabam intoxicados, causando diversos problemas.

“A quantia considerada fatal de teobromina varia de acordo com o porte do animal, mas oferecer doce ao bichinho nunca é recomendado, pois não é possível determinar uma quantidade segura para o consumo dos pets. Isso vale para todas as raças e portes de animais”, finaliza Cleber.

cleber santos

Fonte: Cleber Santos é especialista em comportamento animal, atua como adestrador de cães há 12 anos, quando cuidava do canil de treinamento durante o serviço militar, treinando cães de policiais de todo o Brasil. Fez diversos cursos, estágios e especializações, inclusive em outros países – Canadá, Estados Unidos, Argentina, Chile e Alemanha. Desde 2010, está também à frente da ComportPet, centro que oferece consultoria comportamental, adestramento e serviços de hotelaria e creche, além de atendimento veterinário, estética animal e terapias alternativas para pets, como a musicoterapia.

P.S. Você gosta de animais? Eu criei um site só para falar sobre eles, nossos amados amigos. É o Se Meu Pet Falasse. Se inscreva para receber avisos de novos posts. Tem saúde, comportamento, adoção, fofuras… Você vai gostar!

Sterna Café lança kit de bebidas de inverno para fazer em casa

Drinques com KitKat, Churros e Marshmallow são as novidades do cardápio

A rede de Franquias Sterna Café lança o seu kit Neste inverno, viaje por novos sabores, com elementos para preparar em casa 3 tipos de bebidas quentes inspiradas em diferentes partes do mundo.

O primeiro drinque é o Calor Churros, feito com Leite Moça, que leva a um passeio pela Península Ibérica. Depois tem o Croc Blanket com KitKat, que remete à terra da Rainha Elisabeth, para finalizar vem o Marsh-mallow Dream, cujo o doce teve seus primórdios no antigo Egito. 

Cada kit contém todos os itens para o preparo adequado da bebida e o modo de fazer. O Calor Churros vem com 2 colheres cheias de pasta de Churros Nestlé, 100ml de leite, 1 xícara de café 50ml especial Sterna, 2 caracóis de chantilly, 1 colher de xerém de amendoim e 1 mini churros. Já o Croc Blanket traz 1 colher de pasta KitKat, 100ml de leite, 1 xícara de café 50ml especial Sterna Café, 2 caracóis de chantilly e 1 KitKat. Finalizando as novidades, o Marsh-mallow conta com 1 xícara de café de leite, 1 xícara (café) de leite de coco, 30 gramas de chocolate belga meio amargo e 3 marshmallows.

Além das delícias do lançamento, o cardápio ainda conta com bebidas quentes, como Cappuccino, Chocolate Quente Belga, Latte, Macchiato, Mocha Nutella, ou os cafés especiais que são o sucesso da marca.

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As bebidas também podem ser retiradas já prontas pelo sistema ‘take away’, onde o cliente compra e leva para consumir em outro local, ou pedidas pelo delivery.

Informações: Sterna Café

Morango: fruta da época, além de gostosa, traz benefícios surpreendentes

Do aumento da imunidade à regulação da pressão arterial, essa fruta é uma deliciosa fonte de vitaminas e minerais

Uma fruta universalmente amada, o morango encontra consumidores em todas as faixas etárias. Esta rainha de todas as frutas, é fonte de vitaminas e minerais como vitaminas K e C, potássio, folato e magnésio, além de compostos bioativos como flavonoides, antocianinas e ácidos fenólicos. Todos esses compostos exercem efeito sinérgico na promoção da saúde e no suporte a imunidade.

Congelados ou frescos, os benefícios para a saúde são muitos. O ideal é consumir uma porção três vezes por semana. Inclua no iogurte com aveia, smoothies, saladas ou em lanches com amêndoas ou nozes.

Confira algumas funções:

• Fortalece o sistema imunológico.
• O morango é fonte de vitamina C, um nutriente que desempenha papel fundamental no suporte a imunidade.
• Quando se trata de imunidade, a vitamina C é uma celebridade.

morango tabela

Melhora a função cardíaca

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, morangos são fontes de antioxidantes saudáveis para o coração, como ácido elágico, flavonoides, antocianina, catequina e quercetina. Estudos mostram que esses compostos fenólicos diminuem o risco de doenças cardiovasculares, inibindo a formação de colesterol total e LDL (ruim). Além disso, uma extensa pesquisa comprova que, as mulheres que comem três ou mais porções de morangos por semana, têm 34% menos probabilidade de sofrer um ataque cardíaco. Isso foi atribuído aos altos níveis de antocianinas que relaxam os vasos sanguíneos, o que ajuda a diminuir a pressão arterial e evita problemas cardiovasculares. Além disso, o alto teor de fibras, vitamina C e folato, reduz efetivamente o colesterol nas artérias e vasos.

Previne o Câncer

Os morangos são um dos muitos alimentos associados à redução do risco de câncer. São ricos em antioxidantes, incluindo vitamina C e flavonoides. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação e, portanto, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes. Os flavonoides presentes nos morangos, assim como em outras frutas e legumes, não apenas ajudam a reduzir a inflamação, mas também se mostraram promissores na redução da proliferação celular associada ao câncer.

Melhora a função cerebral

morangos maduros

Pesquisas mostraram que comer morango todos os dias é ótimo para o bom humor, pois ajuda na liberação dos neurotransmissores serotonina. “Além disso, o folato presente nos morangos melhora os níveis de memória e concentração.” Explica a nutricionista.

Ajudam a combater a inflamação

A ingestão regular de morangos pode reduzir o risco de inflamação crônica, de acordo com uma revisão de estudos publicados em 2016 no Journal of Agricultural and Food Chemistry . Para a nutricionista, para aumentar os benefícios, combine morangos com outros alimentos anti-inflamatórios como grãos integrais, folhas verdes e gorduras saudáveis como abacate, nozes, amêndoas e azeite.

Saúde dos olhos

Enquanto a maioria das pesquisas sobre saúde ocular se concentra na vitamina A (encontrada em abundância nas cenouras), o antioxidante (vitamina C) encontrado nos morangos demonstrou reduzir o risco de catarata, de acordo com a American Optometric Association.

Cuida da pele

morangos cortados pixabay
Pixabay

O ácido salicílico e o ácido elágico presentes nos morangos, ajudam a reduzir a hiperpigmentação, prevenir a acne e remover células mortas da pele. Como resultado, a pele fica clara e brilhante.

Aumentam a ingestão de folato

O alto teor de ácido fólico nos morangos pode contribuir significativamente para o bem estar da mulher, principalmente durante a gravidez, prevenindo carências e defeitos congênitos nos recém-nascidos. Muitas mulheres em idade fértil não atingem às suas necessidades diárias. Foi o que mostrou um estudo publicado em 2017 no Journal of Nutrition.

Propriedades antienvelhecimento

A exposição contínua ao sol e à poluição está acelerando o envelhecimento da pele. Os morangos minimizam esses danos, pelo poder antioxidante que combatem os radicais livres.

Evitam doenças como diabetes tipo 2

morango

A American Diabetes Association observa que os morangos e outras frutas são fontes de vitaminas, antioxidantes e fibras alimentares, o que significa que são bons para a saúde em geral e podem prevenir doenças. Comer alguns morangos na hora da refeição pode diminuir o estresse oxidativo, inflamação e resposta à insulina.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.