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Vittadely lança novo PopLev sabor queijo vegano

Sempre em busca de novidades para o mercado nutricional, a Vittadely lança seu novo sabor da linha POPLev, o Queijo Vegano. O produto alia equilíbrio, praticidade e crocância em um único snack e é ideal para veganos, celíacos e pessoas que buscam um estilo de vida mais saudável.

Composto por extrato de levedura nutricional e farinhas integrais (arroz, ervilha, sorgo e grão de bico), o novo PopLev Queijo Vegano é rico em fibras e com alta qualidade de micronutrientes. Assim como todos os outros sabores da linha, o produto é fonte de proteínas, não possui adição de lactose ou açúcar e é livre de glúten.

Indicado para qualquer momento do dia, é considerado um lanche intermediário nutricionalmente completo e equilibrado.

Sobre o mercado vegano

De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira e a pesquisa Ibope mais recente, o vegetarianismo está deixando de ser uma escolha restrita de parte da população, para ocupar posição central na mesa dos brasileiros. Essa pesquisa, realizada em 2018, levantou um crescimento rápido no interesse das pessoas por produtos livres de qualquer ingrediente de origem animal, onde mais da metade dos entrevistados declarou o consumo frequente de itens veganos na alimentação.

Os produtos isentos de ingredientes de origem animal são normalmente compostos por uma diversidade de ingredientes advindos da natureza, como grãos, sementes e vegetais. Um componente que está cada vez mais presente na composição de alimentos veganos é a levedura nutricional. As leveduras são importantes na elaboração de alimentos fermentados.

Além disso, estão presentes na microbiota do sistema gastrointestinal, desempenhando papel protetor e regulador no organismo. A Levedura Nutricional é o nome dado ao suplemento com o fungo Saccharomyces cerevisiae inativado, microrganismo que se prolifera em ambiente contendo uma concentração suficiente de carboidratos para atuar como seu substrato energético.

Como principal característica, a levedura nutricional promove um sabor azedinho aos alimentos, semelhante ao queijo.

Em relação à sua composição nutricional, Karla Maciel, nutricionista consultora da Vittadely, destaca alto teor de fibras, capazes de auxiliar no funcionamento intestinal, e também seu baixo teor de sódio. Para os adeptos ao vegetarianismo e veganismo, além de promover um sabor semelhante ao queijo, é considerado um complemento vitamínico, graças à alta concentração de vitaminas, especialmente a B12. Ainda, conta com proporção diferenciada de proteínas por ser um componente de origem vegetal, oferecendo em torno de 7,0 gramas em uma porção de 15g gramas da levedura.

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 PopLev Queijo Vegano – Preço Sugerido: R$ 5,49

Informações: Vittadely

Como aproveitar o comfort food sem prejudicar sua saúde

“Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz especialista

Comfort food, ou comida afetiva, é um termo utilizado para definir um tipo de alimento que desperta reações emocionais nas pessoas, como uma lembrança do passado ou sensação de conforto imediato. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo, explica que isso ocorre porque a mente humana relaciona alguns ingredientes, devido aos seus sabores e aromas, a situações e experiências de vida.

Dessa forma, a busca por determinados alimentos pode não estar apenas atrelada à questão nutricional. Segundo a psicóloga, devido a esse “poder” da comida afetiva, as pessoas podem recorrer a essa fonte de prazer quando se sentem estressadas, desmotivadas ou deprimidas. “É nesse ponto que a relação com a comida afetiva pode deixar de ser saudável”, alerta.

Alimentos considerados comfort food

Segundo a psicóloga, podemos classificar como comfort food alimentos de quatro categorias distintas:

– Nostalgia

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Grupo de alimentos que são buscados por remeterem a um período vivenciado no passado, pode ser de uma região específica onde o indivíduo vivia quando criança ou, por exemplo, a refeição preferida feita pela mãe. “Ao ativar nossos sentidos, esse tipo de comida nos reconecta com o passado”, explica a psicóloga do São Cristóvão.

– Indulgência

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Quando a pessoa busca por um alimento específico, geralmente rico em gorduras, como uma forma de recompensar uma situação negativa, por exemplo, problemas no trabalho, uma briga no casamento etc.

– Conveniência

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Getty Images

Neste grupo estão os alimentos que podem ser consumidos de forma mais prática e acessível, como os industrializados de preparo instantâneo e os fast foods. “A intenção aqui é obter a satisfação e o prazer de forma rápida e simples, o que pode ser bastante prejudicial para a saúde em médio e longo prazo”, comenta a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Ana Paula Gonçalves.

– Conforto físico

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Alimentos que geram sensações boas devido a ação química comprovada no cérebro. Podem ser alimentos ricos em açúcar, café, bebidas alcoólicas entre outros.

Quando o comfort food pode ser prejudicial

Aline ressalta que, quando a pessoa recorre à comida em busca dessa sensação de prazer instantânea, o ato de comer passa a significar algo que vai além do fornecimento de nutrientes para o funcionamento do corpo. “Nesse caso, o ato de comer se torna uma maneira de depositar e compensar sentimentos e emoções, como a ansiedade, o que pode gerar um hábito nocivo ao organismo”, comenta.

A busca frequente por essa sensação que o comfort food provoca pode levar a uma compulsão alimentar, que ocorre quando a pessoa ingere altas quantidades de comida em um pequeno intervalo de tempo. “Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz a psicóloga.

Além disso, conforme explica a nutricionista, é muito comum fazer essa associação afetiva a comidas gordurosas, como uma pizza ou lasanha. “É importante ter consciência sobre o consumo desses alimentos, que geralmente possuem teor mais elevado de carboidratos e calorias”, lembra.

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Um exemplo disso são os fast foods, que também são alvos nesses momentos por proporcionarem satisfação imediata. “Muitas pessoas justificam o fast food como um ‘presente’ em meio a um dia desgastante, por exemplo, e essa atitude quando se torna frequente pode ser prejudicial, uma vez que lanches rápidos são mais calóricos e possuem baixo valor nutricional”, reforça a nutricionista.

A especialista alega que alimentos reconfortantes, em geral, são ricos em gordura saturada, que fazem com que o cérebro demore mais tempo para perceber o grau de saciedade, e nutrientes que agem como estimulantes na produção de hormônios ligados à sensação de prazer. “Normalmente, esses alimentos são consumidos sem maiores reflexões e assumem a característica de apenas proporcionar o prazer imediato”, completa a psicóloga do São Cristóvão.

Como ficar somente com o “lado bom” do comfort food

A maioria das comidas afetivas nos remetem à infância, refeições em família com receitas caseiras. Assim, a nutricionista aproveita esse aspecto para recomendar o uso de ingredientes naturais e menos calóricos que têm grande poder de instigar os sentidos humanos, como:

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Foto: Catkin/Pixabay

alecrim
tomilho
manjericão
cúrcuma
salsinha
alho
molho de tomate caseiro
adoçantes naturais (stevia ou xilitol)
massas integrais

Ingredientes como esses possuem aromas e sabores característicos que aguçam os sentidos e podem ser associados a refeições mais saudáveis, com menos condimentos e ingredientes industrializados, conforme explica Ana Paula Gonçalves.

“O prazer de se sentir bem não deve ter como única e exclusiva fonte uma refeição”, afirma a nutricionista, que recomenda incluir outras atividades na rotina diária para evitar o consumo excessivo de comida afetiva. Entretanto, mudar esse comportamento é um “processo muito importante e complexo, que exige um comprometimento do paciente em se conhecer e entender suas tensões emocionais, podendo contar com apoio profissional nessa jornada”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Obrigado lança coco ralado e leite de coco culinário

Obrigado, empresa baiana de água e produtos à base de coco, acaba de expandir seu portfólio com dois novos produtos de âmbito culinário: coco ralado e leite de coco, em duas versões, para agradar todos os gostos e paladares.

O coco ralado úmido e adoçado (50g e 100g), para quem gosta de produtos adocicados e a versão somente desidratada (também em 50g e 100g), para os consumidores de produtos mais naturais. E o leite de coco culinário (200ml e 500ml), nas versões tradicional e light. Em ambas, a garrafinha pet apresenta uma boca mais larga, facilitando o manuseio no preparo das receitas e tampa de rosquear, que permite o uso de apenas parte do produto, evitando o desperdício.

Focada no meio ambiente e reconhecida por sua água de coco (natural sem adição de açúcar e conservantes), a marca avança nas prateleiras, se fortalecendo na categoria de saudabilidade também com produtos para uso culinário. “Chegou o momento de expandirmos, aproveitando os benefícios do coco seco também para outros produtos. Ampliaremos assim o nosso espaço nas prateleiras de consumo e nos aproximaremos cada vez mais dos consumidores com produtos de qualidade e com garantia de origem”, afirma Roberto Lessa, CEO da companhia.

A Obrigado já tem em seu DNA o cuidado com o meio ambiente e sempre teve como objetivo aproveitar todos os benefícios que o coco oferece. Além do fruto verde, de onde a marca se consagrou como a água de coco pura de verdade, a companhia utiliza a polpa branca do coco seco para a extração do leite de coco. A casca do fruto é transformada em mantas e biorrolos biodegradáveis, que são usados para otimizar o processo de recuperação de áreas degradadas recuperando a vegetação de encostas e taludes.

Os produtos estão disponíveis para compra nas praças do Sudeste e Sul. Em junho, as novidades da Obrigado já estarão nos principais varejistas de todo o Brasil.

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Preços sugeridos:

Coco ralado (50g): R$ 2,60
Coco ralado (100g): R$ 4,15
Leite de coco culinário (200ml): R$ 4,50
Leite de coco culinário (500ml): R$ 9,50

Informações: Obrigado

Cinco alimentos que comemos mais no tempo frio e envelhecem a pele

Cuidado com os alimentos calóricos e fáceis demais nesse inverno. Além dos grandes problemas para o organismo, a pele também pode sofrer

Quando a temperatura começa a diminuir, é comum atacar a geladeira e desregular a alimentação. Afinal, quem não gosta de comer um brigadeiro de colher assistindo filmes e séries em um friozinho com chuva? “As pessoas sentem mais fome e desejo de alimentos com mais calorias no inverno, porque o nosso metabolismo fica naturalmente mais rápido pela tentativa de regular a temperatura corporal. O problema é que muitos desses alimentos que ingerimos mais no inverno podem acelerar o processo de envelhecimento cutâneo”, explica a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. Abaixo, a especialista cita os grandes vilões:

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Doces – apesar de importante para conferir energia ao corpo, o carboidrato (ou açúcar) em excesso pode interagir com as proteínas e gorduras para causar os AGEs (Agentes avançados de glicação) que alteram as estruturas e funções do colágeno e elastina, causando desordens na pele, com aparecimento de rugas, flacidez e manchas. E o problema é que os doces são justamente muito ricos em açúcar. “A glicose em excesso pode causar desregulação dos genes pró-longevidade e aumentar a concentração de AGEs”, afirma a médica.

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Refeições rápidas de micro-ondas – para quem tem preguiça de cozinhar no frio, os alimentos rápidos e ultraprocessados, esquentados no micro-ondas, podem ser um perigo. “Além de vários aditivos químicos, há alta concentração de sódio e carboidratos nesses produtos. Com o alto consumo de sal, o corpo retém mais líquido e a pele sofre com isso, ficando desidratada e muitas vezes com sinais de inchaço e cansaço”, afirma a dermatologista. O sal em excesso prejudica ainda a circulação de sangue, o que tem influência direta na nutrição da pele.

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Carne vermelha – um bom ensopado de carne é capaz de nos deixar saciados por horas, mas a junção de carne vermelha com batata, molhos e sal em excesso podem cair como uma ‘bomba’ no nosso organismo, acabando por limitar a ação antioxidante. “A carne vermelha, rica em gordura saturada, aumenta o colesterol ruim e pode inibir a atividade da SIRT1 (proteína que estimula à longevidade celular) levando a uma vida útil celular reduzida. Isso tem relação direta com o processo de envelhecimento”, afirma a médica.

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Frituras – se a batata frita, um pastel quentinho e outros tipos de frituras como salgadinhos estão no seu cardápio de inverno, saiba que o óleo utilizado em altas temperaturas se torna uma gordura saturada, diminuindo a vida celular, além de adicionar muito sal à alimentação.

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Queijos “amarelos” – além do alto teor de gordura, os queijos prato, coalho, emental, brie, cheddar, mussarela, parmesão, entre outros, como são derivados de leite podem aumentar a expressão do hormônio IGF-1, que tem relação com a produção exacerbada de sebo e acne. “Se não tratada adequadamente, a acne pode deixar manchas e cicatrizes que deixam a pele com aspecto envelhecido”, afirma a médica.

Cardápio do bem

legumes cozidos

Para fugir dos problemas de inverno e ter uma alimentação que influencia beneficamente a pele, a dermatologista recomenda o consumo balanceado de proteínas, conjuntamente com verduras, legumes, frutas e oleaginosas. “Além disso, podemos prescrever suplementos com vitaminas e minerais com ação antioxidante e anti-inflamatória para atuar de maneira endógena contra os agressores ambientais que levam ao envelhecimento”, finaliza a médica.

Fonte: Valéria Marcondes é dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser.

Life Cacao: achocolatado saudável e com baixa caloria

Que tal um achocolatado em pó, saudável e super antioxidante? Essa é a proposta do Life Cacao, novidade que a Vitafor – marca brasileira de suplementos nutricionais de alta qualidade – apresentou  na feira Arnold Classic Brasil 2019, em abril.

Feito com cacau premium 70%, Life Caco é uma ótima opção para substituir os achocolatados tradicionais, sem perder o sabor e com muito mais saúde. Além dos benéficos antioxidantes do cacau, a novidade reúne 15 vitaminas e 12 minerais importantes para um bom funcionamento do organismo.

Life Cacao é vegano e sua fórmula prioriza ingredientes naturais. Por isso, a bebida não possui corante, conservante e nem gordura trans. Também é zero açúcar e usa apenas adoçantes naturais, como a estévia e o xilitol.

Cada porção de Life Cacao possui 32 kcal, o que torna a bebida uma boa opção para quem quer perder peso e também para quem busca qualidade de vida. O lançamento faz parte da linha Healthy Lifestyle Vitafor e já pode ser encontrado em diversas lojas no Brasil e no site da marca.

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Life Cacao – preço sugerido R$ 42,00

Informações: Vitafor

Dicas para consumir alimentos ácidos sem prejudicar os dentes

Você sabia que hábitos como bochechar uma bebida ácida antes de engolir e consumir ácidos antes de dormir aceleram a degradação do dente?

Os ácidos presentes em comidas e bebidas, como sucos cítricos, refrigerantes, álcool e comida processada/refinada são um dos principais tipos de fontes responsáveis pela biocorrosão dos dentes, que é a perda da estrutura dental provocada por um processo químico de dissolução do esmalte por ácido, sem envolvimento de bactérias.

De acordo com Luis Calicchio, odontologista e sócio-diretor da Clínica Ateliê Oral, em São Paulo, a deficiência na produção de saliva, conhecida como xerostomia, é outro fator que predispõe pacientes à corrosão, pois ela tem um papel importante na proteção contra os agentes ácidos.

O especialista ainda alerta: “a biocorrosão, aliada à fricção e à tensão colocada na mordida, principalmente à noite durante o sono, período em que não existe um controle dos mecanismos conscientes, pode causar micro trincas na região cervical (próxima da gengiva e do esmalte dos dentes) e provocar, em pouco tempo, as chamadas lesões cervicais não cariosas (espécie de depressão no esmalte do dente) e a hipersensibilidade dentinária, que são, hoje, as doenças de maior incidência na boca do ser humano, chamadas de ‘mal do século’, com cerca de 80% da prevalência em pessoas jovens e de meia idade”, diz Calicchio.

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Para controlar a erosão, é indicado esperar 30 minutos para escovar os dentes depois de consumir ácidos, evitando, assim, a ação abrasiva das pastas dentais na superfície ainda amolecida do dente.

Outras recomendações para evitar a degradação são: evitar bochechar a bebida antes de engolir e também evitar consumir bebidas ácidas antes de dormir, quando os efeitos protetores da saliva estão reduzidos.

Para você não sofrer esse desgaste, o que pode ocorrer sem perceber, os especialistas do Ateliê Oral reuniram nove recomendações fáceis de adotar no dia a dia:

1. Evitar deixar bebidas ácidas por longo tempo na boca. Quando possível utilizar canudo.
2. Evitar escovar os dentes imediatamente após a ingestão de alimentos e bebidas ácidas e enxaguar a boca com água após a ingestão.
3. Encerrar as refeições com alimentos ricos em cálcio, como queijo, após a ingestão de alimentos ácidos.

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4. Evitar alimentos ácidos tarde da noite, período de diminuição do fluxo salivar.
5. Evitar jejum prolongado, a fim de manter o pH da saliva.
6. Beber água durante o dia para contribuir com a diluição de alimentos na boca.

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7. Evitar ingestão de frutas ácidas e fontes de fibras, barra de cereal, sem ingestão de água subsequente.
8. Evitar ingestão diária de gomas de mascar não cariogênica devido aos seus ingredientes ácidos.

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9. Ao comer frutas, escolha as menos ácidas e aquelas com textura mais macias.

Veja abaixo uma lista de alimentos e bebidas ácidas em ordem decrescente de acidez*

1- Refrigerante
2. Bebidas energéticas
3. Álcool
4. Açúcar
5. Bebidas gaseificadas
6. Comida processada/refinada

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7. Sucos Cítricos
8. Sorvete
9. Pipoca
10. Carne
11. Café
12. Queijo Amarelo
13. Chá

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Pixabay

14. Adoçantes artificiais
15. Massa
16. Pão
17. Suco de fruta pasteurizado
18. Ovos

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Foto: Tarasov/Pixabay

19. Peixe
20. Arroz
21. Leite de soja
22. Aveia

*Livro “Lesões cervicais não Cariosas e Hibersensibilidade dentária” – autor: Prof. Paulo Vinicius Soares e John Grippo (2017)

Fonte: Ateliê Oral

 

Estudo diz que mudança alimentar ajuda a tratar inflamações na pele

Estudo publicado no Skin Therapy Letter no começo de 2018 afirma que alguns alimentos são altamente maléficos para causar ou piorar inflamações de pele, enquanto outros podem ajudar e muito o tratamento da acne, psoríase, envelhecimento, dermatite e rosácea

Definitivamente, ‘você é o que você come’, mas um novo estudo vai um pouco além disso e diz que você sente na pele muita coisa por conta da sua alimentação. A pesquisa científica Skin and Diet: An Update on the Role of Dietary Change as a Treatment Strategy for Skin Disease, publicada em janeiro no Skin Therapy Letter, afirma que a mudança na dieta pode servir como um componente importante na terapia para certas condições da pele, incluindo acne, rosácea, envelhecimento, psoríase e dermatite.

“Certos nutrientes, alimentos ou padrões alimentares podem agir como ‘gatilhos’ de doenças, enquanto outros podem ser benéficos. Por exemplo, um padrão alimentar que enfatize o consumo de alimentos integrais em vez de alimentos altamente processados pode ajudar no tratamento de certas condições da pele, principalmente àquelas ligadas à inflamação”, afirma a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).

De acordo com a médica, esse artigo foi uma importante revisão para esclarecer as relações entre dieta e pele, uma vez que uma simples pesquisa na internet já revela que há muita desinformação. “Um exemplo é o chocolate. Muitas vezes ligado ao aparecimento de acne, esse produto só é maléfico se tiver alta quantidade de carboidratos e gorduras e menor concentração de cacau. De forma que não é o cacau o responsável por piorar inflamações de pele e, sim, a gordura e o carboidrato”, exemplifica. Na sequência, a médica destaca os principais pontos do estudo:

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Alimentos perigosos: a evidência mais forte até o momento sobre os gatilhos dietéticos para acne é para dietas de alta carga glicêmica. “Em um estudo, pacientes com acne demonstraram melhora significativa após 12 semanas de uma dieta de baixa carga glicêmica. Estudos posteriores documentaram que esse padrão alimentar resultou em menor biodisponibilidade de andrógenos e alteração na produção de sebo da pele”, diz a médica. O uso de suplementos como Whey Protein já foi indicado em estudos como influenciador importante no desenvolvimento de acne resistente.

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A dieta ideal: as recomendações alimentares para pacientes com acne incluem alimentos ou suplementos contendo probióticos, ácidos graxos ômega-3, zinco, antioxidantes, fibras e vitamina A. “Alimentos com zinco tem papel importante para o controle da produção de sebo, de acordo com estudos”, afirma a médica.

Envelhecimento da Pele

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Alimentos perigosos: para os pacientes que apresentam fotoenvelhecimento, os fatores do estilo de vida que afetam esse processo são um aspecto importante do tratamento. “Embora o tabagismo e a proteção solar sejam comumente indicados como maléficos a esse tipo de paciente, os fatores dietéticos também devem ser considerados”, diz Valéria. Uma das grandes preocupações é o açúcar e o carboidrato: “Níveis mais altos de açúcar no sangue podem resultar na produção de produtos finais de glicação avançada (conhecidos como AGEs), que agem no endurecimento das fibras de colágeno, o que resulta em perda de elasticidade e flacidez. O consumo de AGEs pré-formados, criados durante certos processos de cozimento, como a fritura, também pode ser prejudicial”, afirma a médica.

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A dieta ideal: muitos estudos em laboratório e em animais descobriram que vários antioxidantes encontrados em alimentos (frutas, vegetais, folhas de chá e sementes) atuam para limitar os efeitos cutâneos nocivos da radiação ultravioleta (UV). “Em um estudo, indivíduos que consumiram pasta de tomate diariamente por 12 semanas apresentaram menos eritema induzido por UV, bem como níveis mais baixos de metaloproteinases (enzimas que degradam colágeno)”, diz a médica. Outras pesquisas em humanos sugerem que uma dieta rica em fitonutrientes pode limitar o fotodano. “Um estudo relatou que a maior ingestão de vegetais, legumes e azeite parece proteger contra danos do fotoenvelhecimento. Em outra pesquisa com mais de 4.000 mulheres, concluiu-se que as vitaminas A e C são importantes para uma pele ser menos envelhecida”.

Dermatite Atópica

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Alimentos perigosos: as alergias alimentares estão altamente correlacionadas com a dermatite atópica e os seis alimentos mais comuns a funcionar como gatilhos são: leite, ovos, trigo, soja, frutos do mar ou nozes.

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A dieta ideal: os simbióticos, que são probióticos em combinação com prebióticos, mostraram-se promissores no tratamento da dermatite atópica. “Probióticos são bactérias vivas, similares àquelas encontradas naturalmente no corpo humano, e que podem ser benéficas para a saúde. Os prebióticos, como certas fibras vegetais, são definidos como carboidratos não digeríveis que estimulam o crescimento de bactérias probióticas no intestino”, explica.

Psoríase

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Alimentos perigosos: a importância da dieta deve ser enfatizada para todos os pacientes com psoríase, principalmente devido ao maior risco de doenças relacionadas, incluindo diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, que podem ser evitadas ou melhoradas por abordagens dietéticas. “É bem reconhecido que o tabagismo e o aumento da ingestão de álcool estão associados à psoríase. Mas alimentos contendo glúten podem atuar como um gatilho em alguns pacientes, e testes para anticorpos celíacos são necessários para aqueles que relatam sintomas gastrointestinais de acordo com o estudo”, explica.

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A dieta ideal: em uma revisão sistemática da literatura, o aumento da gravidade da psoríase pareceu correlacionar-se com um maior índice de massa corporal (IMC), e acredita-se que a obesidade provavelmente predisponha à psoríase e vice-versa. De acordo com o artigo, embora as recomendações dietéticas específicas não sejam claras, um estudo observacional encontrou uma associação benéfica de melhora com pacientes que seguiram a dieta mediterrânea. “Em termos de suplementos nutricionais, vários estudos apostam no óleo de peixe como o mais promissor e a vitamina D oral demonstrando alguma promessa em estudos abertos. Houve evidência limitada para o benefício da suplementação de vitamina B12 e selênio”, afirma a médica.

Rosácea

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Alimentos perigosos: pacientes com rosácea devem evitar os desencadeantes alimentares e nesse grupo entram várias especiarias, molho picante, chocolate ao leite e branco, frutas cítricas, álcool (incluindo vinho e bebidas destiladas), além de bebidas quentes como café e chá. “Não significa que o paciente com o paciente com rosácea deve deixar de ingerir todas essas substâncias, mas ele deve ficar de olho, juntamente com o médico, se esses alimentos não influenciam negativamente na vermelhidão da pele e inflamações”, afirma a médica.

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Pixabay

A dieta ideal: a pesquisa indica o possível papel de uma conexão intestinal na rosácea, sugerindo um aumento do consumo de fibras e da ingestão de água ou o uso de simbióticos por via oral.

Fonte: Valéria Marcondes é dermatologista da clínica que leva seu nome, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser.

SoulBrasil Cuisine lança produtos com selo Origens Brasil no Mercado de Pinheiros

Geleia de manga ubá com cumaru e molho de pimenta jiquitaia baniwa com açaí são resultados deliciosos das conexões éticas entre comunidades indígenas, extrativistas, quilombolas e o mercado

Dia 18 de maio, sábado, a partir das 10h, o público poderá experimentar as novidades lançadas pela SoulBrasil Cuisine, que difunde a brasilidade por meio de ingredientes sustentáveis e orgânicos, e Origens Brasil, que surge para conservar as florestas e valorizar os produtos da sociobiodiversidade de povos indígenas e populações tradicionais.

Geleia de manga Ubá com Cumaru e molho de pimenta jiquitaia Baniwa com Açaí são as novidades que chegam no Mercado de Pinheiros, em São Paulo – endereço certo para quem busca produtos éticos e de altíssima qualidade.

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Dona Nazária Mandú Lopes carrega pimentas frescas ao passar por igarapé no caminho de volta de sua roça de pimenta, próxima à comunidade Canadá, no rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM). Foto: Carol Quintanilha/ISA

Durante toda a manhã será possível degustar as criações no Box Amazônia e Mata Atlântica, com alimentos orgânicos, veganos e naturais e vivenciar essa experiência gastronômica repleta de sabor, cultura e história. Às 11h uma contação de histórias irá entreter as crianças. O lançamento é idealizado pela SoulBrasil Cuisine e Origens Brasil em parceria com o Instituto ATÁ, Instituto Socioambiental (ISA) e Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora).

Através de um QR Code Origens Brasil estampado nos produtos é possível ter acesso a origem e as histórias dos produtos, passando pela sua extração, pelas populações e pelo território em que cada um deles está inserido.

“O Origens Brasil® quer trazer transparência e informações para o consumidor sobre a origem socioambiental dos produtos. E isso é mais do que saber de onde vem, queremos dar luz ao importante papel das populações tradicionais e povos indígenas para o manejo desses produtos e para a conservação da nossa biodiversidade”, explica Patrícia Cota Gomes, coordenadora do Origens Brasil no Imaflora, “também queremos reconhecer empresas que através de suas relações comerciais, praticadas com ética, respeitam e valorizam esses povos e seu modo de vida”, completa.

O Origens é uma iniciativa articulada pelo Imaflora e pelo Instituto Socioambiental lançada em 2016, que defende caminhos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Valorizando as atividades econômicas das populações tradicionais e povos indígenas, suas culturas e modo de vida, mapeando e conectando as empresas aos povos da floresta, é possível criar relações comerciais éticas e de longo prazo.

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SoulBrasil
Data: 18 de Maio
Horário: das 10h às 16h
Local: Box Amazônia e Mata Atlântica – Mercado de Pinheiros
Endereço: Rua Pedro Cristi n. 89 – São Paulo)
Evento gratuito

Feira de Orgânicos Lar Center terá workshop de receitas orgânicas com chef Rodrigo Einsfeld

No próximo domingo, 19 de maio, o Lar Center promoverá um workshop com o chef Rodrigo Einsfeld em comemoração ao primeiro ano da Feira de Orgânicos, que acontece todos os domingos, a partir das 8h, em uma área reservada do estacionamento do Shopping. Ex-participante do MasterChef Profissionais, Rodrigo dará dicas gastronômicas e ensinará três saborosas receitas feitas exclusivamente com ingredientes orgânicos.

Realizada em parceria com a AAO – Associação de Agricultura Orgânica, a Feira de Orgânicos Lar Center reúne pequenos produtores que comercializam uma ampla variedade de alimentos saudáveis e altamente nutritivos. A feira dispõe de uma barraca com diversificado cardápio orgânico para o café da manhã, espaços para refeição e convivência, uma área para as crianças brincarem, além de bicicletário e bebedouros para pets.

Fabiana Teixeira, gerente de marketing do Shopping Lar Center, ressalta que a Feira de Orgânicos tem sido um grande sucesso, reunindo diversos públicos todos os domingos pela manhã.

“Temos o compromisso de sempre promover experiências completas e diferenciadas para os nossos clientes, atendendo toda a família. Na Feira de Orgânicos, além de comprar e consumir produtos de alta qualidade, os frequentadores têm a oportunidade de tomar café da manhã, participar de várias atividades, oficinas e bate-papos conduzidos por renomados profissionais, que abordam a importância da alimentação saudável e como a produção de alimentos orgânicos beneficia o meio ambiente e a biodiversidade e fortalece a economia”, afirma.

Fabiana reforça que aqueles que forem à Feira de Orgânicos no próximo domingo também poderão participar das aulas gratuitas de pilates que a Decathlon, em parceria com o M. Marques Estúdio de Pilates, promoverá às 9 e às 10 horas. Além disso, a partir das 11h, os frequentadores irão curtir o som da Emblues Beer Band, banda itinerante que mescla ritmos variados como folk, blues, jazz e a música regional brasileira em suas apresentações.

Chef Rodrigo Einsfeld

Rodrigo começou a cozinhar por necessidade enquanto trabalhava como ator. Antes de abrir o Barê, em São Paulo, onde ficou por quatro anos no comando da cozinha, passou pelos restaurantes Stuzzi, no Rio de Janeiro, e pelo Arola Vintetres, em São Paulo. O chef também participou da primeira edição do MasterChef Profissionais no Brasil, em 2016, e, em seguida, trabalhou por um período no restaurante – três estrelas Michelin – Atelier Crenn, em São Francisco, na Califórnia. Hoje, Rodrigo integra o Grupo 8+ como Chef Executivo da Tartuferia San Paolo e sócio da Tartuferia Giapponese, além de prestar consultoria para diversos restaurantes em todo o país.

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Workshop com Rodrigo Einsfeld
Data: 19 de maio de 2019
Horário: das 11h30 às 12h30
Entrada: gratuita
Capacidade: 20 pessoas
Local: Feira de Orgânicos Lar Center (estacionamento do Shopping Lar Center)
Endereço: Av. Otto Baumgart, 500 – Vila Guilherme – São Paulo/SP

Cabelos cacheados exigem cuidados especiais

Hair stylist e nutricionista dão dicas e cuidados para você manter os cabelos cacheados sempre saudáveis

Os cabelos lisos reinaram por quase duas décadas, mas a tendência mudou e os cacheados com volume voltaram às passarelas, comerciais de TV e novelas. O crespo e black também estão em alta. Estamos entrando na era do cabelo natural. Mas não é porque o natural está na moda que você precisa sair por aí com um cabelo ressecado e sem forma. Um cabelo cacheado bem cuidado é um charme para mulheres em qualquer idade.

mulher cabelo cachos

De acordo com Gracy Balciunas, hair stylist da Depil Class Beauty & Hair, os cabelos cacheados nascem lisos e começam a formar cachos ao longo do fio. Essas ondulações dificultam que a oleosidade produzida na raiz chegue até as pontas tornando-os secos, porosos e com aquele indesejado frizz. Você sabe como cuidar dos seus cachos selvagens?

O ideal é lavá-los com água morna e produtos para cabelos crespos sempre massageando o couro cabeludo com delicadeza. O condicionar deve ser aplicado somente nos fios e ao secar tire somente o excesso de água com uma toalha macia. Desembarace os fios ainda molhados e para isso, use máscaras hidratantes de tratamento e um pente de madeira para eliminar o frizz.

“Finalizadores diários como, por exemplo, gloss, leave-in, reparadores de pontas, spray intensificador de brilho, pomadas e mousses ajudam a dar forma ao cacho. Tente secar os cabelos naturalmente e, se possível, faça hidratações duas vezes por mês no salão. Mantenha o corte em dia para evitar o ressecamento dos fios e preste atenção ao couro cabeludo para ver se há caspa ou algum machucado. Se a resposta for positiva, procure um tricologista para iniciar um tratamento”, orienta Gracy.

Além dos tratamentos e cuidados com os fios, para ter cabelos fortes, nutridos e belos é necessário estar atento ao que se coloca no prato. O cabelo é composto de muitos elementos. Por isso, é fundamental manter uma alimentação balanceada.

Segundo Débora Copelli de Lima, nutricionista, para um bom crescimento e qualidade dos fios é necessário incluir vitaminas no cardápio. As vitaminas do complexo B e, principalmente a B2, são fundamentais já que a falta delas e de minerais pode levar a perda de cabelo ou o surgimento de fios brancos precoces. Inclua carnes, peixes, frango e ovos. Outra vitamina B crucial é a biotina, ela promove o crescimento mais rápido dos fios e está presente em alimentos como ovos, batatas doces e espinafre. O ferro pode ser encontrado no espinafre e carnes magras, ele ajuda a manter os folículos capilares saudáveis.

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A atriz Viola Davis

“O Zinco prevene e trata a queda capilar. Ele está presente em ostras, espinafre, carne vermelha magra, leguminosas e ovos. O selênio, presente na castanha-do-pará, evita a queda capilar, mas cuidado porque muito selênio é tão ruim quanto pouco. Os ômegas 3 e 6 também são ótimos para parar a queda capilar e podem ajudar o cabelo a crescer. Inclua no cardápio salmão, castanhas, sementes e óleos de grainha, girassol, sésamo, abóbora e coco”, finaliza Débora.

Fontes
=Débora Copelli de Lima é nutricionista formada em Gastronomia e Nutrição pela FMU. Atualmente é Nutricionista Esportiva e Clínica, atua com uma equipe de futebol americano e lutadores de Muay Thai, além de praticantes de atividade física em geral.
=Graciele Balciunas é hair stylist com 19 anos de experiência em corte de cabelo, visagismo, colorista. Formada pelo Senac realizou diversos cursos e workshops complementares e de reciclagem em técnicas de cortes, tratamentos, colorimetria, técnicas de clareamentos, entre outras. Está há 16 anos na Depil Class.
=Depil Class Beauty & Hair