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Dieta cardioprotetora? Conheça receitas aliadas para a saúde do coração

No Dia Mundial da Alimentação, HCor reforça importância de uma dieta equilibrada para a prevenção de doenças cardíacas

Risoto, massa, carne de porco. Dá para comer tudo isso sem colocar em risco a saúde do coração? De acordo com a pesquisadora do maior estudo de nutrição clínica já realizado no Brasil no HCor, Ângela Bersch, a resposta é sim. E, segundo a especialista, que tem formação em Nutrição, a estratégia está justamente na chamada Dieta Cardioprotetora Brasileira (Dica BR), criada pelo Instituto de Pesquisa do HCor em parceria com o Ministério da Saúde.

Para ela, o segredo da dieta cardioprotetora é não restringir o cardápio, mas, sim, promover algumas adaptações em receitas. Tudo ingerido na medida certa, valorizando os ingredientes mais saudáveis e em porções que correspondam às necessidades diárias de cada paciente.

“A frequência no consumo de determinadas comidas precisa ser equilibrada, a fim de não aumentar os níveis de glicemia, colesterol, pressão e também o peso, considerados fatores de risco para as doenças cardiovasculares”, explica.

Pensando nisso, no Dia Mundial da Alimentação, celebrado hoje, 16 de outubro, o HCor destaca algumas receitas mais saudáveis e super saborosas, preparadas com ingredientes aliados na manutenção da saúde cardíaca. Pegue a caneta (ou tire um print de tela) para encarar a cozinha mais tarde.

Risoto de frango

Imagem meramente ilustrativa–Foto: HappyFoodsTube

Ingredientes:
1 colher (sopa) de óleo de soja
6 dentes de alho picados
1 cebola média ralada
500g de filé de frango temperado, cozido e desfiado em lascas
100g de ervilha congelada
½ colher (sopa) de sal
2 tomates médios sem sementes picados
1 cenoura média ralada
1 xícara (chá) de palmito fresco, cozido e picado
2 xícaras (chá) de arroz cozido
Cheiro-verde picado a gosto

Modo de preparo:
Em uma panela, aqueça o óleo, frite os dentes de alho e a cebola, junte o frango e deixe dourar.Acrescente a ervilha, o sal, os tomates, a cenoura e cubra com água. Cozinhe até ficar bem macio. Junte o palmito e o arroz, e deixe cozinhar por mais 5 minutos.Polvilhe o cheiro-verde e sirva.

Sopa de Capeletti

Imagem meramente ilustrativa –

Ingredientes:
2 litros de água
100g de peito de frango sem pele
1 colher (sopa) rasa de sal refinado
4 colheres (sopa) de caldo do frango
500g de capeletti de frango
1 abobrinha pequena cortada em cubos pequenos
200g de abóbora cortada em cubos pequenos
1 colher (sopa) de salsa picada

Modo de preparo:
Coloque em uma panela grande a água fria, o peito de frango, o sal e o caldo de frango. Cozinhe até o frango ficar macio e deixe esfriar.Desfie grosseiramente e, nesse mesmo caldo, acrescente o capeleti, a abobrinha e a abóbora, e deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos, até todos os legumes ficarem macios. Decore com a salsa e abóbora raladinha. Sirva quente.

Lombo recheado com palmito

Imagem meramente ilustrativa – Food & Fire

Ingredientes:
1kg de lombo aberto em manta
Suco de 1 limão
1 colher (sopa) de gengibre ralado
3 dentes de alho amassados
½ xícara (chá) de vinagre
½ colher (sobremesa) de sal
Pimenta-do-reino a gosto
3 ½ xícaras (chá) de palmito fresco, cozido e cortado em cubos pequenos
3 tomates médios picados
3 colheres (sopa) de salsa picada

Modo de preparo:
Tempere o lombo com o suco de limão, o gengibre, os dentes de alho, o vinagre, o sal e a pimenta. Coloque em um refratário, tampe com papel alumínio e leve à geladeira por 2 horas. Misture o palmito, o tomate e a salsa. Distribua essa mistura sobre o lombo. Enrole e amarre com barbante. Coloque em uma assadeira, regue com a marinada, cubra novamente com papel alumínio e leve para assar no forno preaquecido a 220°C durante 50 minutos. Retire o papel alumínio e volte ao forno até dourar, regando de vez em quando com o molho que se forma na assadeira.

Fonte: HCor

Hoje é o Dia Mundial da Alimentação

Nutricionista Adriana Stavro ressalta a importância da refeição saudável

A população global deve atingir quase 10 bilhões em 2050. Mais de 2 bilhões de pessoas não têm acesso regular a alimentos seguros, nutritivos e suficientes;

Quase 690 milhões de pessoas passam fome, um aumento de 10 milhões desde 2019. A pandemia COVID-19 pode adicionar entre 83-132 milhões de pessoas a este número, dependendo do cenário de crescimento econômico;

O impacto da desnutrição em todas as suas formas, desnutrição, deficiências de micronutrientes, bem como sobrepeso e obesidade, na economia global, é estimado em US $ 3,5 trilhões por ano;

Aproximadamente 14% dos alimentos produzidos para consumo humano, são perdidos a cada ano entre as fases de cultivo ou criação, até chegar ao mercado atacadista. Mais alimentos são desperdiçados entre estágios de varejo e consumo.

Por isso no Dia Mundial da Alimentação anote estas dicas da nutricionista Adriana Stavro para reduzir o desperdício de alimentos

Pixabay

=Planeje suas refeições. Criar um cardápio antes de fazer as compras, permitirá que você compre apenas o necessário.
=Limpe a geladeira regularmente. Isso é um grande passo para uma vida com menos desperdício, uma vez que que você pode ver tudo o que tem lá dentro, evitando sobras, frutas e vegetais estragados. Tente fazer isso uma vez por semana.

=Organize sua cozinha para que seja mais fácil cozinhar. Pode parecer óbvio, mas criar um espaço no qual você realmente goste de passar o tempo é fundamental.
=Tenha cuidado com o tamanho das porções. Uma mudança simples é começar com uma porção menor,e repetir se ainda estiver com fome.
=Armazene seus alimentos adequadamente. Pequenas mudanças, como manter o coentro em uma jarra de água na geladeira, não armazenar as cebolas e as batatas juntas, ou manter o leite e os ovos longe da porta da geladeira, aumentará muito a duração dos produtos perecíveis.


=Lembre-se, o”primeiro a entrar, deve ser o primeiro a sair”. É um princípio de restaurante que você pode aplicar em casa, para evitar facilmente o desperdício. Isso significa que você deve girar as compras mais antigas para a frente da sua geladeira, para que possa encontrá-las facilmente e usá-las. Tirar um pouco mais de tempo quando guardar seus mantimentos, colocando os novos itens na parte de trás, e os antigos na frente, faz uma grande diferença no longo prazo.
=Etiquete e date suas sobras. Quantas vezes você olhou para um pote cheio de um alimento, e se perguntou o que exatamente é, e se ainda está bom? Dedicar alguns minutos para etiquetar e datar seus alimentos com fita adesiva,ficará mais fácil saber o que você tem em mãos, e quando deve usá-lo.
=Aprenda novas receitas. A capacidade de ser criativo na cozinha ajudará a transformar seus alimentos.

Foto: Savory Lotus

=Comece a fazer caldos caseiros. Aproveite talos dos vegetais para fazer caldos, sopa, refogados, molhos, feijão e arroz com um sabor especial.
=Evite fazer compras quanto estiver com fome. Além de dificultar a concentração, sentir fome durante as compras pode causar um aumento nos seus gastos. Pesquisas mostraram que comprar comida com fome é um risco, pois os compradores têm a tendência de comprar itens que não precisam, ou encher o carrinho com lanches não saudáveis. Por isso, se sentir uma pontada de fome antes de sair, não hesite em fazer um lanche, mesmo que esteja fora da sua rotina típica de refeições.

FoodNetwrok

=Cozinhe “da raiz à folha”. Verduras, legumes e frutas são alimentos ricos em vitaminas e minerais, então o alimento como um todo é saudável. Mas alguns deles têm concentração maior de nutrientes nas partes que costumam ser desprezadas. As cascas de abacaxi podem ser utilizadas para fazer chá. As sementes de abóbora incrementam o preparo de uma salada. Já os talos de agrião ou brócolis podem servir para rechear uma torta ou farofa.

Confira uma receita que utiliza a fruta toda:

Bolo de casca de banana funcional

Imagem meramente ilustrativa – Foto: Yummly

Ingredientes:
4 cascas de banana
4 bananas
2 xícaras de farinha de arroz
1 xícara de fécula de batata
½ xícara de polvilho
1 colher de sobremesa de canela
1 colher de chá de gengibre em pó
1 ½ xícara de açúcar mascavo
3 ovos
½ xícara de óleo
1 colher de fermento em pó
1 ½ xícara de leite de coco ou outro de sua preferência

Modo de fazer:
Faça uma calda com ½ xícara do açúcar mascavo. Corte as bananas em rodelas de ½ cm e distribua na assadeira. Lave bem as cascas e bata no liquidificador junto com os ovos, o óleo e o leite de coco. Depois misture os outros ingredientes, deixando o fermento por último. Mexa bem até formar um creme homogêneo. Despeje na assadeira com a calda e as bananas. Leve ao forno médio preaquecido por aproximadamente 40 minutos.

Earth911

Se tudo mais falhar, faça compostagem! Se você simplesmente não conseguir encontrar outro uso para restos de comida, certifique-se de que eles acabem em uma caixa de compostagem ao invés de uma lata de lixo. Quando restos de comida vão para aterros sanitários, eles liberam metano , um gás de efeito estufa muito mais potente que o CO². É do interesse de todos que os restos de alimentos não consumidos, se transformem em compostagem.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em doenças crônicas não transmissíveis, mestre do nascimento a adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Quatro alimentos que favorecem a hidratação do corpo

Com a chegada da primavera, Superbom indica produtos ideais para uma pele mais saudável durante a estação mais seca do ano

Precedendo o verão, a primavera chegou oficialmente ao Brasil e se estende até o final de dezembro. Uma das estações mais coloridas do ano, também é marcada, entre outras particularidades, por seu característico tempo seco. Apesar da beleza ocasionada pelos florescimentos de diversas espécies de plantas, o clima árido do inverno ainda pode ser notado nos próximos meses e requer certos cuidados com a pele que, graças à falta de umidade, pode ficar ressecada e até descamada.

Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom , marca pioneira na produção alimentos saudáveis, explica que, além do uso de produtos estéticos, uma boa alimentação pode ser uma grande aliada na hidratação da pele. Segundo a profissional, alimentos antioxidantes e ricos em vitaminas A e C são ideais para a manutenção da pele durante o período.

“Muitas pessoas tendem a negligenciar o poder que os nutrientes dos alimentos têm nos nossos corpos. Certos alimentos são super benéficos e indicados para esse e outros cuidados, tendo características responsáveis por não só aumentar nossa imunidade, mas também proporcionar a reposição do colágeno, responsável por aumentar a elasticidade da pele e retardar o surgimento de rugas e linhas de expressão, por exemplo” afirma Cyntia.

Abaixo, a nutricionista listou os principais alimentos que auxiliam na hidratação da pele. Confira:

Frutas cítricas

Foto: Nicole Franzen

Ricas em vitamina C, além de serem antioxidantes, frutas como laranja, tangerina e limão atuam diretamente na formação do colágeno da pele, ajudando a mantê-la firme e saudável.
“Além de ricas em vitaminas, as frutas cítricas também são ricas em água, e podendo ser consumidas na forma de sucos, elas se tornam grandes aliadas na hidratação e proteção da pele”, comenta Cyntia.

Nozes e castanhas

As nozes e castanhas – também conhecidas como oleaginosas – sendo alimentos que proporcionam muita energia, são ricas em gorduras monoinsaturadas e antioxidantes, responsáveis diretos pela hidratação e elasticidade da pele. Os nutrientes também atuam contra agentes externos que provocam o ressecamento ao estimular a regeneração e proteção das células da pele.

Uvas e derivados

Os flavonoides encontrados nas uvas e seus derivados agem diretamente defendendo as células de radicais livres (um dos maiores causadores do envelhecimento da pele) e funcionam como nutrientes fotoprotetores contra os raios UV transmitidos pelo sol. “Quando usadas em complemento com o filtro solar, as uvas e seus derivados ajudam diretamente na proteção contra o sol, retardando o envelhecimento e evitando manchas ocasionadas na pele. A Superbom conta com diversos produtos que podemos incluir na nossa alimentação diária, desde seu suco de uva integral à geleia da fruta, ideal para refeições rápidas no dia a dia” continua Cyntia.

Água

Além de todos os alimentos mencionados acima, talvez o mais importante para a hidratação da pele seja também o encontrado mais facilmente: a água. Seja pura ou presente em alimentos e sucos, o indicado é o consumo de 1,5 a 3 litros de água por dia. A ingestão do liquido é responsável pela eliminação de toxinas do corpo e, novamente, pela reposição de células da pele que ajudam na saúde e hidratação da mesma.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom:

Suco de Tangerina Integral

O suco de tangerina da Superbom Integral é um suco 100% fruta, feito especialmente para quem deseja ter uma vida mais equilibrada. Saboroso, o suco de tangerina é uma bebida saudável feita a partir de frutas selecionadas que oferecem a doçura característica da tangerina somada ao valor energético da vitamina C.

Suco de Uva Integral


O suco de uva integral Superbom é um produto 100% natural, produzido a partir de uma única variedade de uva: a Isabel. Tendo características próprias e extremamente marcantes dessa uva, esse saboroso suco de uva tem um sabor único desde 1925. Excelente como acompanhamento para refeições, lanches, também é indicado para pré e pós treino, o suco de uva integral Superbom é uma bebida saudável que oferece muitos benefícios à saúde e também está disponível em 300 ml ou 1l.

Geleia de Uva


Além da qualidade, as geleias dão um toque especial aos pratos, são fontes de fibras solúveis, importante na atuação reguladora do intestino. E para aqueles que praticam atividades físicas, também são excelentes fontes de energia. Geleia 100% fruta de Uva.

Frutts Krock Maçã Desidratada


Fruts Kroc é feito de maçã desidratada com casca e temperada com canela. Elaborado com a fruta in natura, da variedade gala ou fugi, esse petisco low carb é produzido a partir de processos de desidratação que mantém todo o sabor da fruta, além de ser muito crocante. A maçã desidratada em pacote é prática, sendo excelente como aperitivo e ideal para o consumo entre as refeições – um lanche saudável fácil de carregar e com baixo teor calórico.

Fonte/informações: Superbom

Suco detox de beterraba com abacaxi fortalece sistema imunológico e ajuda a emagrecer

Aprenda a receita do suco de beterraba com abacaxi da especialista em nutrição Gabi Lodewijks que ajuda a fortalecer o sistema imunológico e tem uma série de outros benefícios

Como muitas pessoas continuam no período de quarentena, investir em boas escolhas nutricionais é apontado por diversos especialistas com algo mais do que necessário para manter a saúde em dia e fortalecer as defesas do corpo.

Neste sentido, a especialista em nutrição Gabi Lodewijks elaborou uma receita natural que traz diversos benefícios ao corpo, ajudando inclusive a fortalecer o sistema imunológico e combatendo outras doenças: “Unimos nesta receita fácil de fazer e saborosa a beterraba, que é ótima para combater anemia, ajuda a melhorar o rendimento nos treinos e fortalece o sistema imune com o abacaxi, que é um poderoso antioxidante, diurético, digestivo, rico em vitamina C e que também fortalece o sistema imunológico. Tanto a beterraba quanto o abacaxi são ótimos para a recuperação pós atividade física então pode ser um ótimo pós treino, tendo em vista que a beterraba ajuda na recuperação muscular.”

Confira a receita de Gabi Lodewijks:

Suco detox de beterraba e abacaxi

Ingredientes
1 colher sopa beterraba picada
1 colher sopa abacaxi
1 punhado de hortelã

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador por alguns minutos e está pronto. Rende um copo americano (250ml). O ideal é consumir na hora. Pode ser levado à geladeira mas não deve consumir depois de 24 horas, pois muitos nutrientes e vitaminas desnaturam durante este período, perdendo a eficácia.

Primavera: alimentos da estação e os benefícios nutricionais de cada um

É primavera, os dias estão cada vez mais longos, o ar cada vez mais fresco e todos parecem estar de bom humor. Esta mudança de estação marca um momento em que todas as coisas ganham vida e experimentam renovação.

Na natureza, isso significa crescimento, flores e deliciosos produtos coloridos. E para nossos corpos, significa deixar para trás a alimentação pesada do inverno e iniciar um novo ciclo.

Na primavera, é a alimentação mais leve do ano e deve conter alimentos refrescantes como brotos, folhas verdes, grãos integrais, frutas, raízes em especial beterraba e cenoura. Sabores doces pouco concentrados e pungentes como mel, hortelã, manjericão, erva doce, manjerona, alecrim, endro e louro podem criar uma primavera interna com muita proteção. Use cebola, alho e hortelã com arroz, sopas leves de vegetais são preparações simples, que ajudam a limpar e refrescar o organismo. Esta ampla variedade de produtos frescos fará você se sentir nutrido, ao mesmo tempo que limpam e reconfiguram suavemente o sistema digestivo e imunológico evitando o aparecimento de doenças.

Para ajudá-la a desfrutar esta estação maravilhosa, cheia de vida, a nutricionista Adriana Stavro fez uma lista dos alimentos da primavera e como usá-los.

Rúcula e outras folhas verdes como alface romana

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Rico em vitaminas A, K e ácido fólico, além de clorofila, fibra e água, essas folhas ajudam a reduzir inflamação, ao mesmo tempo que hidratam e desintoxicam o corpo.
Como comer: Basta misturar as verduras cruas em uma tigela com outros vegetais e algumas nozes ou sementes. Regue com um pouco de azeite de oliva extra virgem e vinagre balsâmico ou suco de limão.

Alcachofras

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Aproveitando um alimento da safra (de setembro a novembro), as alcachofras são ricas em ácido fólico, vitamina C, vitaminas do complexo B e muitos minerais. Esses nutrientes ajudam a diminuir o colesterol, garantem uma gravidez saudável e reduzem os radicais livres.
Como comer: há uma arte na forma básica de cozinhar e comer alcachofra. Eu gosto de fervê-las por + ou – cerca de 20 minutos com muito alho e cebola e um pouco de sal entre suas folhas. Depois sirvo uma inteira para cada convidado, é só descascar e comer a parte comestível do fundo do folhas.

Aspargos

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Abundante em vitamina K, fundamental para a coagulação do sangue, saúde do coração e dos ossos, bem como cobre, selênio, vitaminas B e muitos outros nutrientes importantes.
Como comer: são deliciosos salteados com um alho, sal e azeite. Fique atento para não cozinhar demais. + ou -10 minutos é o suficiente.

Beterraba

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São suculentos, adocicados, saboroso. Eles podem reduzir a pressão arterial, aumentar sua resistência e ajudar a desintoxicação devido seu fitonutriente chamado betaína.
Como comer: você pode adicioná-los a um smoothie, assá-los como acompanhamento, usar cru em saladas.

Cenouras

Estamos todos familiarizados com este vegetal clássico, mas quando estão na estação, as cenouras são absolutamente deliciosas. Rico em vitamina A e outros antioxidantes, eles são ótimos para manter cabelos, pele e unhas saudáveis, portanto considerado um alimento antienvelhecimento, da beleza.
Como comer: são muitas maneiras diferentes de consumir, cru, cozido, assada, em sopas, picar, fatiar, usar em lanches, e até mesmo como uma alternativa à junto com a abobrinha para fazer macarrão.

Hortelã

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Esta erva tem propriedades curativas. A hortelã contém um antioxidante chamado ácido rosmarínico, que pode aliviar os sintomas da alergia sazonal. O mentol que contém é um descongestionante natural e também pode aliviar dores de estômago.
Como comer: a hortelã é delicada, por isso é melhor não cozinhá-la. Eu adoro adicioná-la à água ou ao chá gelado para um sabor natural refrescante, ela também é uma ótima guarnição comestível e pode ser picado e adicionado a saladas de frutas.

Morangos

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Ricos em polifenóis vão apoiar a imunidade, renovação das células e muitas outras funções.
Como comer: poder comer cru, adicioná-los aos smoothies, pode colocá-los em pudim de chia, fazer uma geleia e muitas outras receitas

Cebolinhas

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A cebola contém grande quantidade de polifenóis, principalmente, flavonoides, compostos que desempenham papel importante na prevenção de doenças e na redução do estresse oxidativo. Eles também são anti-histamínicos naturais e têm propriedades antibacterianas e antifúngicas.
Como comer: adicione cebolinhas cruas para finalizar preparações. Molhos, arroz, patês, arroz etc.

Rabanetes

AlicjaPixabay

São ótimos para remover resíduos e toxinas do estômago e do fígado. Eles também são um diurético natural e ajudam a tratar problemas urinários e renais.
Como comer: o ideal é consumir crua. Fatiar em fatias finas para salada, adicioná-los a uma salada de quinoa ou em outra salada de sua preferência.

Lembre-se, variedade maior que quantidade, e boa primavera para você

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em doenças crônicas não transmissíveis, mestre do nascimento a adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Você não precisa abandonar todos os tipos de carboidratos para emagrecer

Se a primeira coisa que você pensa em abandonar quando quer perder peso é o carboidrato, está na hora de rever seus conceitos. Diminuir as porções, no geral, é mais adequado

As dietas mais populares e da moda se concentram em limitar a ingestão de carboidratos e parecem produzir resultados bastante legítimos para muitas pessoas. Portanto, faz sentido que, para perder peso, você pense primeiro em eliminar os carboidratos da dieta, certo? Você não está errado, mas não está totalmente certo.

“Os carboidratos são um nutriente importante, e há muitos conceitos errados sobre quando e como comer carboidratos quando sua meta é perder peso. Além disso, cortar carboidratos pode ser muito difícil e atrapalhar uma série de questões no organismo, pois eles são responsáveis pelo fornecimento de energia. E a maioria das pessoas pode perder peso sem cortar drasticamente os carboidratos”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Primeiro, o que exatamente são carboidratos e o que eles fazem?

Carboidratos são nutrientes e a fonte de energia mais importante para o corpo, de acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA. Seu sistema digestivo converte carboidratos em glicose (também conhecida como açúcar), que o corpo usa para gerar energia para as células, tecidos e órgãos.

“Os carboidratos também são divididos em duas categorias diferentes: carboidratos simples e complexos. Carboidratos simples incluem açúcares, farináceos refinados como trigo branco, amido de milho e polvilho, doces em geral, sorvetes, arroz branco, pães brancos, massas de trigo refinado, sucos concentrados, salgadinhos de pacote, sucos de frutas concentrados, bebidas açucaradas, refrigerantes regulares; enquanto carboidratos complexos incluem cereais como arroz, trigo, aveia, milho, cevada e centeio integrais, sementes, frutas, vegetais folhosos, legumes e tubérculos como as batatas, mandioca, cenoura, beterraba. Seu corpo tende a digerir carboidratos simples mais rapidamente, enquanto os carboidratos complexos fornecem uma fonte de energia mais duradoura”, diz a médica.

Então, quantos carboidratos devo comer por dia para perder peso?

As diretrizes dietéticas recomendam que você obtenha entre 45 a 65 por cento de suas calorias diárias de carboidratos. “Mas, como todos precisam de um número diferente de calorias todos os dias, não existe um número definido de carboidratos que seja igual a uma dieta “baixa em carboidratos” para todos. Se você sabe quantas calorias normalmente consome diariamente, pode fazer um pouco de matemática para encontrar a faixa de baixo teor de carboidratos: por exemplo, se você está comendo 1.800 calorias por dia, isso equivale a 203 a 293 gramas de carboidratos por dia. Reduzir carboidratos abaixo da faixa de 45 a 65 por cento não é recomendado para a maioria das pessoas porque torna a obtenção de todas as vitaminas e minerais a cada dia muito mais difícil”, afirma Marcella.

Chokniti Khongchum/Pixabay

A questão genética deve ser observada com atenção por meio de exames. De acordo o geneticista Marcelo Sady, pós-doutor em Genética e diretor geral da Multigene, laboratório especializado em análise genética e exames de genotipagem, três genes têm destaque quando o paciente é propenso ao acúmulo de gordura: FTO, INSIG2 e POMC. “No caso da desregulação desses genes, o corpo gasta menos energia e ganha mais peso, da mesma forma que ele acumula mais gordura. Para cada alelo de risco (o par do DNA), quando um está alterado, há um ganho de 1,13kg: é o caso de pessoas que engordam com muita facilidade”, afirma Sady.

Segundo Marcella, nesse caso, o paciente responde bem a uma dieta hiperproteica e esse paciente somente se sente saciado quando consome fibras e vegetais que melhoram a saciedade.

Com isso em mente, explica a médica, talvez você precise fazer algumas modificações para encontrar o ponto ideal que funciona melhor para você e seus objetivos de perda de peso. Ela sugere obter cerca de 45% de suas calorias diárias de carboidratos preferencialmente complexos, se você está tentando perder peso, e usar ferramentas como aplicativos para controlar essa ingestão.

De acordo com a médica, você pode querer atingir o limite inferior da faixa de carboidratos ou não consumir carboidratos simples se tiver diabetes ou outros distúrbios metabólicos que exigem que você mantenha o açúcar no sangue estável e níveis mais baixos de insulina. “Se você tem problemas digestivos, especialmente constipação, o uso de carboidratos complexos é interessante, uma vez que uma dieta rica em fibras, como cereais integrais, sementes, frutas e vegetais melhoram o funcionamento intestinal”, diz a médica.

“A chave para manter o controle dos carboidratos é abastecer-se de variedades saudáveis de carboidratos, como grãos integrais, frutas, vegetais em geral e legumes, mantendo as porções sob controle e em equilíbrio com outros macronutrientes”, argumenta. Essas fontes saudáveis de carboidratos também são repletas de fibras, de modo que o saciam mais rápido e reduzem o apetite melhor do que, digamos, massas e donuts.

Como uma dieta baixa em carboidratos o ajuda a perder peso, exatamente?

Em um nível muito básico, a perda de peso acontece quando o número de calorias consumidas é menor do que o número de calorias queimadas. Comer com baixo teor de carboidratos é uma maneira de chegar lá, mas não é a única – principalmente se você sobrecarrega em gorduras e proteínas. “Mais importante do que a grande quantidade de carboidratos é o tipo de carboidrato que você ingere; substituir carboidratos simples, como grãos refinados e açúcar, por carboidratos complexos, como carboidratos de vegetais e legumes, pode ter muitos dos mesmos benefícios do baixo teor de carboidratos”, explica.

Frutas, vegetais, legumes, nozes, grãos inteiros e tubérculos contêm carboidratos, mas são minimamente processados e carregados com fibras e outros nutrientes. “Nenhuma pesquisa mostrou que comer esses tipos de carboidratos impede a perda de peso saudável”, explica Marcella, acrescentando que os carboidratos encontrados em alimentos processados como massas, bagels, muffins, biscoitos, refrigerantes e doces não contêm muitos nutrientes e são os principais culpados pelo ganho de peso e problemas metabólicos.

Por exemplo, uma revisão de 2017 no International Journal of Environmental Research and Public Health sugere que carboidratos simples como açúcares e adoçantes podem aumentar a taxa de obesidade de uma população, de forma que carboidratos complexos como cereais integrais podem contribuir para uma diminuição geral nas taxas de obesidade.

Além da diferença nos benefícios para a saúde entre carboidratos simples e complexos, Marcella diz que existem duas outras maneiras de uma dieta baixa em carboidratos levar à perda de peso: em primeiro lugar, evita picos de açúcar no sangue, ao mesmo tempo que melhora a sensibilidade à insulina. “Isso significa que você sentirá fome com menos frequência e terá menos probabilidade de armazenar energia como gordura”, afirma.

Quando você limita os carboidratos, é mais provável que você obtenha mais calorias diárias de proteínas e gorduras, ambas mais satisfatórias do que os carboidratos. “Você pode comer menos calorias no geral porque fica mais satisfeito com o que está comendo”, diz a nutróloga.

Você pode comer poucos carboidratos?

Daniel Reche/Pixabay

Com certeza. Muitas pessoas relatam que se sentem melhor com uma dieta baixa em carboidratos, enquanto outras se sentem exaustos. Os carboidratos também são conhecidos por aumentar o desempenho atlético, especialmente em alta intensidade. “Os atletas precisam de alimentos ricos em carboidratos antes do treino para armazenar mais glicogênio em seus músculos para abastecê-los durante a atividade física. Eles também precisam de uma fonte de carboidratos de queima rápida durante exercícios intensos ou de resistência, e mais carboidratos após o exercício para se repor e se recuperar”, diz a médica.

Também é importante frisar que comer pouco carboidrato (menos de 100 gramas por dia) pode afetar sua memória, de acordo com o Instituto de Medicina do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). “Cortar drasticamente os carboidratos também pode ter um impacto no seu humor”, afirma Marcella. “Os carboidratos são a fonte de energia preferida do seu cérebro e aumentam a liberação de serotonina, um neurotransmissor que melhora o seu humor e faz você se sentir feliz. É por isso que as dietas com baixo teor de carboidratos estão associadas a um maior risco de depressão.”

RitaE/Pixabay

Em vez de adotar uma dieta com muito baixo teor de carboidratos, pode ser mais interessante começar a enfatizar carboidratos complexos minimamente processados, reduzindo o tamanho das porções e aumentando as quantidades de vegetais sem amido, como as folhas. “E juntamente com isso, buscar exercitar mais o corpo para, estrategicamente, aumentar o gasto calórico”, finaliza Marcella.

Fontes:
*Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
*Marcelo Sady: pós-doutor em genética com foco em genética toxicológica e humana pela Unesp- Botucatu, possui mais de 20 anos de experiência na área. Speaker, diretor Geral e Consultor Científico da Multigene, empresa especializada em análise genética e exames de genotipagem. Professor, orientador e palestrante, autor de diversos artigos e trabalhos científicos publicados em periódicos especializados.

Alimentos que ajudam a combater a depressão e a ansiedade

A nutricionista Angela Federau ressalta que uma alimentação saudável e equilibrada faz bem para corpo e para mente

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), transtornos mentais como a depressão e ansiedade atingem, respectivamente, 5,8% e 9,3% da população. Estima-se que, no mundo, mais de 300 milhões de pessoas de todos os gêneros e idades sofram de depressão. Atualmente, esse distúrbio é a principal causa de incapacitação em todo o mundo e, no pior dos casos, pode levar ao suicídio.

A depressão é resultado de uma complexa interação entre fatores sociais, psicológicos e biológicos. Por exemplo, pessoas que passaram por adversidades como luto, desemprego, trauma psicológico durante a vida podem ser mais propensas a desenvolver um quadro depressivo. Além disso, especialistas alertam que há relação entre a depressão e a saúde física. Por isso, cuidar da alimentação, fazer exercícios físicos regularmente, desenvolver a espiritualidade e relaxar são práticas fundamentais para manter a saúde física e mental em dia.

Mente sã, corpo são e vice-versa

Segundo a nutricionista, a dieta ocidental caracterizada por elevado consumo de alimentos industrializados, doces e refrigerantes, está relacionada com o desenvolvimento de depressão e ansiedade. “A alimentação é o combustível da vida. Se você abastece seu corpo com um bom combustível, a chance de você ter um bom resultado de performance é maior, e o contrário também é verdadeiro”, afirma a nutricionista.

Diversos nutrientes estão diretamente envolvidos na forma como esses transtornos se comportam no organismo. Por exemplo, a carência de vitamina D, zinco, triptofano, magnésio, ácidos graxos ômega-3 e as vitaminas do complexo B, estão intimamente ligados à prevalência da depressão e da ansiedade. Dessa forma, estar atento à qualidade nutricional dos alimentos é muito importante na prevenção e controle da depressão e ansiedade.

Alimentos que melhoram o quadro de depressão e ansiedade

Ricos em vitamina D

Peixes de águas frias (como salmão, atum, sardinha e cavala), gema de ovo, óleo de fígado de peixes são alguns alimentos que melhoram a sínteses da vitamina, portanto, é importante que a vitamina D seja ativada, para isto, fique ao sol 15 minutos por dia, expondo pelo menos 25% do corpo aos raios solares (pele), sem protetor solar, em horários do sol seguro (evitando a exposição das 10h às 15h).

Ricos em zinco

Carne vermelha, frutos do mar, leite e derivados, amendoim, amêndoas etc.

Ricos em tripofano

Queijos, ovos, arroz integral, feijão, carne vermelha (de panela), peixe, aves, cacau e banana.

Ricos em magnésio

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Castanhas, nozes, amendoim, aveia, cacau, vegetais de folhas escuras e abacate.

Ricos em ácidos graxos

Ômega-3: peixes de água fria (como salmão, arenque, cavala, sardinha e atum), além de grãos como chia e linhaça.

Ricos em vitaminas do complexo B

Vitamina B6: carne vermelha, fígado, leite e iogurte, ovo e germe de trigo.
Vitamina B9: vegetais verde-escuros, leguminosas (como feijões, lentilhas e
ervilhas), frutas, nozes.
Vitamina B12: peixes, carnes, vísceras, ovo, leite e derivados.

Alimentos que devem ser evitados

=Alimentos industrializados;
=Carboidratos refinados (como farinha de trigo, açúcar branco e arroz branco);
=Bebidas alcoólicas;
=Café e alimentos que contêm cafeína (como chá verde, mate e preto, energéticos, refrigerantes à base de cola etc.);
=Gorduras saturadas (alimentos de origem animal, como bacon, banha de porco, alimentos industrializados como salgadinhos de pacote e bolacha recheada);
=Embutidos (como salsicha, salames, linguiça, presunto, entre outros).

O principal malefício da dieta ocidental, segundo Angela é que ela intensifica o estado inflamatório do organismo. “O processo de selecionar ingredientes saudáveis, buscar receitas e preparar os próprios alimentos é um ato de autocuidado muito importante e que deve ser estimulado em pacientes que apresentam quadros de depressão e ansiedade. Assim, buscar uma alimentação mais natural possível, com comida de verdade, e na quantidade certa, pode ajudar na construção de hábitos que levam a uma vida plena e feliz” finaliza a nutricionista.

Fonte: Angela Federau é nutricionista clínica, pós-graduada em fitoterapia aplicada à nutrição, especializada em nutrição funcional, pediátrica e escolar. Atua como professora de nutripediatria na pós-graduação de medicina da Faculdade Inspirar, participa como convidada de pesquisas científicas e genéticas da UFPR. Nutricionista responsável pela Associação Paranaense Superando a Mielomeningocele. É empresária do segmento alimentício e atua como parceira da Polícia Militar do Paraná e de clínicas de fertilidade.

Alimentos antienvelhecimento para mulheres 40+

A beleza vem de dentro, quem nunca ouviu isso? A conexão entre nutrição e beleza da pele, ou melhor, o efeito da nutrição no envelhecimento da pele, tem sido um campo de pesquisa ao longo dos últimos anos. O envelhecimento cutâneo consiste em dois processos, intrínseco e extrínseco. A prevenção é a forma mais eficaz de combater os efeitos do tempo na saúde da pele, e a melhor estratégia de autocuidados é incluir um estilo de vida estruturado com ingestão alimentar de qualidade, com boas quantidades de antioxidantes, alimentos anti-inflamatórios, boas fontes de proteínas, vitaminais e minerais essenciais e gorduras saudáveis.

Neste sentido alguns nutrientes são fundamentais, confira com a nutricionista Adriana Stavro:

Foto: ImageParty/Pixabay

Brócolis – os cuidados com a pele não incluem apenas brilho, mas também sua imunidade. Uma vez que o brócolis é uma fonte de antioxidantes e nutrientes como a vitamina C e minerais como cobre e zinco, o brócolis ajuda a manter a pele saudável. Isso significa que também protege a pele contra infecções, além de manter o brilho natural. Além disso a Vit C auxilia na produção de colágeno, tornando a pele mais jovem. Os brócolis contêm uma substância chamada glucorafanina que é convertida em sulforafano, auxiliando na reparação da pele, tornando-a mais saudável. Assim, comer brócolis renova sua pele mais rapidamente, e dá à sua tez um belo brilho natural.

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Sementes de romã – é uma das frutas mais saudáveis. Sua atividade antioxidante parece ser ainda maior do que a do chá verde. Além disso são ricos em vitamina C, que protegem nosso corpo dos danos dos radicais livres, e ajudam a reduzir os níveis de inflamação. Essas frutas contêm um composto chamado punicalaginas, um antioxidante que pode ajudar a preservar o colágeno da pele, retardando os sinais de envelhecimento. Eles também ajudam a proteger a pele dos danos do sol. Além do mais, os pesquisadores sugerem que diferentes partes da romã podem trabalhar juntas para reparar a pele danificada, e aumentar a produção de colágeno.

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Abacate – são ricos em ácidos graxos, que combatem a inflamação e promovem uma pele macia e flexível. Eles também contêm uma variedade de nutrientes essenciais que podem prevenir o envelhecimento, incluindo vitaminas K, C, E e A, complexo B e potássio. O alto teor de vitamina A nos abacates pode ajudar a eliminar as células mortas, deixando uma pele linda e brilhante. Seu teor de carotenoides também pode ajudar a bloquear as toxinas e os danos dos raios solares, e ajudar a proteger contra o câncer de pele. Além disso, os abacates contêm compostos únicos chamados álcoois graxos poli hidroxilados. Eles podem combater a inflamação, proteger a pele do sol, e ajudar a reparar o DNA danificado. Seu alto teor de gordura monoinsaturada, e os antioxidantes luteína e zeaxantina, fornecem proteção adicional à pele e ao DNA.

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Agrião – atua como um antisséptico interno, aumentando a circulação e distribuição de minerais a todas as células, resultando em maior oxigenação da pele. Rico em antioxidantes, o agrião neutraliza os radicais livres prejudiciais, reduzindo as linhas de expressão, as rugas finas. Os isotiocianatos do agrião também podem prevenir o câncer de pele. Esses compostos interferem nas células malignas, e restauram a função celular normal.

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Pimentão vermelho – os pimentões vermelhos são ricos em antioxidantes chamados carotenoides, além de vitamina C, que ajuda na produção de colágeno. Os carotenoides são pigmentos vegetais responsáveis pelas cores vermelha, amarela, e laranja em muitas frutas e vegetais. Eles têm uma variedade de propriedades anti-inflamatórias, e pode ajudar a proteger a pele da luz solar, poluição e toxinas ambientais.

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Mirtilos – são ricos em vitaminas A, C e antocianina. Estes antioxidantes combatem os radicais livres da exposição ao sol, estresse e poluição, moderando a resposta inflamatória, e prevenindo a perda de colágeno, que podem causar danos à pele ao longo do tempo, e acelerar o processo de envelhecimento. Os mirtilos também contêm quantidades significativas de zinco e ferro, ambos elementos amigos da pele.

Mamão – rico em vitaminas A, C, K, E e complexo B, cálcio, potássio, magnésio e fósforo. Fonte de antioxidantes, ajuda a combater os radicais livres, retardar os sinais de envelhecimento, reduz as rugas e linhas de expressão, diminui a acne, (principalmente em adolescente) e melasmas.

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Espinafre – um super-hidratante cheio de antioxidantes, que ajudam a oxigenar e reabastecer o corpo todo. Também é rico em: vitaminas A, C, E, K, magnésio, ferro heme e luteína. O alto teor de vitamina C desta folha verde, aumenta a produção de colágeno para manter a pele firme. A vitamina A promove cabelos fortes e brilhantes, enquanto a vitamina K ajuda reduzir a inflamação nas células.

Foto: Clara Sander/Pixabay

Amêndoas – são ótima fonte de vitamina E, que ajudam a reparar o tecido da pele, reter a umidade e proteger dos raios UV. As amêndoas contém ácidos graxos ômega-3, um anti-inflamatório que ajuda a fortalecer as membranas celulares da pele contra danos dos raios solares, e dão à pele um brilho preservando sua barreira natural. Além disso, fornecem fibras, gorduras essenciais e proteínas. Elas são responsáveis por deixar a cútis macia e flexível, além de dar-lhe um brilho natural e com aparência mais lisa. Portanto, se você ainda não adicionou essas amêndoas em sua alimentação, faça logo para obter uma pele naturalmente brilhante e saudável.

Foto: Atul Prajapati/Pixabay

Temperos e especiarias – as especiarias fazem mais que apenas adicionar sabor à comida. Eles contêm vários compostos que podem ter efeitos benéficos para a saúde. Pesquisas sugerem que algumas especiarias podem até mesmo ajudar a sua pele a parecer mais jovem. É o caso da canela, que demonstrou aumentar a produção de colágeno, e aumentou a firmeza e elasticidade da pele. Além disso, o gengibre contém gingerol. Este composto tem efeitos anti-inflamatórios que podem ajudar a prevenir as manchas senis, que se desenvolvem devido à exposição ao sol.

Foto: Ivabalk/Pixabay

Batata doce – a cor laranja da batata-doce vem de um antioxidante chamado betacaroteno, que é convertido em vitamina A, e pode ajudar a restaurar a elasticidade da pele, promover a renovação das células mortas, e contribuir para uma pele macia e com aparência saudável. A batata doce também é rica em vitamina C e vitamina E, ambas muito importantes para manter a pele saudável, brilhante e flexível. A vitamina C ajuda a aumentar o colágeno, que fortalece a pele. Os antioxidantes presentes na batata-doce também são responsáveis pelo brilho natural da pele. O tubérculo também é uma fonte rica em antocianinas que ajudam a prevenir manchas escuras, mantendo a atividade dos radicais livres sob controle.

Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Sucos 100% naturais: Natural One cria promoção para Dia das Crianças

No formato “Leve 4, pague 3”, a ação vale para os produtos de 180ml

O Dia das Crianças se aproxima e, pensando também na saúde dos pequenos, a Natural One, marca líder no segmento de sucos 100% naturais e segundo maior player no mercado de sucos brasileiro, preparou uma ação especial para celebrar a data. A partir de 6 de outubro, a marca oferece a promoção “Leve 4, pague 3” para sucos de 180ml, formato mais indicado para crianças. A ação estará disponível até o próximo dia 12.

Fazem parte da promoção os sabores laranja, maçã e uva, que podem ser encontrados em pontos de venda espalhados pelo Brasil e no e-commerce da marca. Entre os focos principais do formato especial de vendas, está a possibilidade de oferecer produtos naturais, saudáveis e com diversificação de sabores, também, para crianças e adolescentes.

A Natural One desenvolve sucos 100% naturais a partir de tecnologia de ponta associada ao modelo de envase asséptico. A marca oferece produtos cujo frescor naturalidade mantêm-se mesmo após dias nas prateleiras dos pontos de venda ou na casa dos consumidores.

Informações: Natural One

Proteína vegetal pode prevenir doenças como câncer e aumentar longevidade

Proteína vegetal pode prevenir doenças como câncer e aumentar longevidade, diz estudo recente

Em revisão publicada em julho no British Medical Journal, pesquisadores descobriram que aqueles que ingeriram mais proteína vegetal em sua dieta tiveram um risco 8% menor de morte prematura do que pessoas que raramente ou nunca consumiram esse tipo de alimento.

Adicionar à dieta mais proteína vegetal de fontes como leguminosas, grãos inteiros e nozes pode ajudá-lo a viver mais. Essa é a conclusão de uma revisão publicada em julho de 2020 no BMJ (British Medical Journal), segundo a qual para cada aumento de 3% no consumo diário de proteína vegetal foi associado a um risco 5% menor de morte prematura por todas as causas.

“Em um estudo recente foi confirmado que uma dieta à base de plantas e limitada em produtos animais beneficia a pressão arterial e reduz o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares. Mas essa nova revisão dá mais destaque à proteína vegetal, associando o seu consumo a um menor risco de morte por diversas causas, e incentivando o consumo de legumes, nozes e grãos no lugar de carnes vermelhas e processadas”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os pesquisadores examinaram dados agrupados de 32 estudos publicados anteriormente, representando 715.128 participantes. Durante os períodos de acompanhamento variando de 3,5 a 32 anos, 113.039 pessoas morreram, incluindo 16.429 mortes por doenças cardiovasculares e 22.303 mortes por câncer.

“No geral, as pessoas que consumiram a maior parte da proteína total tiveram 6% menos probabilidade de morrer prematuramente do que os indivíduos com a menor quantidade de proteína em suas dietas. Mas quando os pesquisadores analisaram diferentes fontes de proteína separadamente, eles descobriram que apenas a proteína vegetal – e não a proteína animal – estava ligada a uma vida mais longa”, explica a médica.

Além disso, as pessoas que consumiram a maior parte da proteína vegetal tiveram um risco 12% menor de morte prematura por doença cardiovascular. “O maior consumo de proteína vegetal em substituição às carnes processadas e vermelhas é um comportamento que pode ajudar a reduzir o risco de várias doenças e morte prematura.”

A médica lembra, também, que, no caso da longevidade, apesar da inclusão de mais proteínas de origem vegetal na dieta ser fundamental, é necessário levar em consideração outros fatores, incluindo índice de massa corporal (IMC), tabagismo, consumo de álcool, hábitos de exercício e consumo total de calorias. Apesar disso, outros estudos também já vincularam dietas à base de plantas a uma vida mais longa. Por exemplo, um estudo (Fruit, vegetable, and legume intake, and cardiovascular disease and deaths in 18 countries (PURE): a prospective cohort study) publicado em agosto de 2017 no The Lancet acompanhou 135.335 pessoas por uma média de 7,5 anos e descobriu que comer pelo menos três porções por dia de frutas, vegetais e legumes estava associado a um risco até 22% menor de morte prematura de todas as causas e um risco até 42% menor de morte prematura por doença cardiovascular.

Outro estudo (Nut consumption and risk of cardiovascular disease, total cancer, all-cause and cause-specific mortality: a systematic review and dose-response meta-analysis of prospective studies), publicado em dezembro de 2016 na BMC Medicine, descobriu que cada porção adicionada de 28 gramas de nozes por dia estava associada a um risco 21% menor de doenças cardiovasculares e a uma chance 22% menor de morte prematura por todas as causas. “A carne vermelha e processada, por outro lado, parece ter o efeito oposto na longevidade, sugerem estudos anteriores”, afirma a médica.

Mas afinal, por que isso acontece?

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Segundo a médica, a proteína vegetal tende a ser rica em fibras, o que leva a uma maior satisfação e pode fazer com que as pessoas consumam menos calorias, além de ajudar a reduzir o colesterol.

“A fibra também é fermentada no intestino, o que aumenta a produção de bactérias benéficas que promovem a saúde do organismo como um todo. Além disso, a proteína vegetal é rica em antioxidantes que podem ajudar a prevenir ou retardar o desenvolvimento de muitas doenças crônicas, e polifenóis, que têm propriedades antioxidantes e têm sido associados a um menor risco de câncer”, afirma a nutróloga. “No geral, com todos esses compostos benéficos encontrados em proteínas vegetais, vemos redução da inflamação, menos toxinas, redução da pressão arterial e redução do risco de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares”, acrescenta.

Pequenas maneiras de adicionar mais proteína vegetal à dieta

A médica dá algumas dicas para melhorar o consumo de proteínas vegetais:

*Para colher os benefícios das proteínas de origem vegetal, experimente adicionar uma porção dela no lugar de uma porção de proteínas de origem animal pelo menos uma vez por dia e, em seguida, vá aumentando a partir daí;

*Adicione sementes, nozes e leguminosas (feijões, ervilhas, lentilhas, grãos de bico) aos seus pratos, substituindo a proteína animal gradativamente até limitar seu consumo a três vezes por semana;

Foto: Milza/Morguefile

*Adicione 1 colher de sopa de semente de linhaça, gergelim ou chia moída ao seu smoothie ou vitamina matinal;

*Entre as grandes refeições, coma um punhado de nozes ou castanhas.

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Por fim, a médica diz que uma grande mudança pode ser mais simples ao planejar os menus para a semana. “Busque também receitas de alimentos integrais à base de plantas. Isso ajudará a incluir mais das proteínas vegetais na sua rotina alimentar”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.