Arquivo da categoria: Alimentação saudável

Quem tem deficiência de ferro e falta de cálcio não deve ingerir café junto das principais refeições

Os fanáticos por café se deliciam com a bebida principalmente no início ou logo após as refeições. Isso pode ser especialmente danoso para quem sofre de carências nutricionais

Muitos amam e não vivem sem, outros são extremamente sensíveis a uma pequena xícara. Mas é necessário ter cautela com o consumo dessa bebida, que pode ajudar a causar deficiências nutricionais. “Substâncias presentes no café, como taninos e cafeína, podem comprometer a absorção de ferro, um nutriente presente nas carnes, vegetais folhosos e feijões, geralmente consumidos nas principais refeições; além de prevenir a anemia, esse nutriente funciona também como um combustível para que a hemoglobina, célula do sangue, transporte o oxigênio para todo o corpo, da cabeça aos pés. Por isso que sua deficiência pode impactar na queda capilar, palidez da pele e formigamento das pernas”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Por esse motivo, para as pessoas com carências do mineral, a médica explica que o ideal é beber café duas horas antes ou depois das principais refeições para não prejudicar a absorção.

Stock Photo

Segundo Marcella, outra combinação que requer atenção, principalmente para crianças, gestantes, lactantes, idosos e mulheres na menopausa, é o pingado: café com leite. “O café também pode interferir na absorção de cálcio e, enquanto os idosos têm maior tendência à diminuição desse nutriente, as crianças têm necessidades elevadas desse nutriente como resultado do intenso desenvolvimento ósseo e muscular”, afirma a médica.

Entre os principais sintomas da falta de cálcio estão a confusão mental, espasmos musculares, fraqueza dos ossos, e formigamento nas mãos e pés. “Além do cuidado com a absorção de cálcio por crianças e gestantes, esses grupos são muito mais sensíveis à cafeína, que a população em geral, portanto devem consumir quantidades muito restritas. Lembrando que crianças menores de 12 anos têm contraindicação de consumo de qualquer bebida que contenha cafeína.”

Outro nutriente cuja absorção pode ser comprometida é a vitamina C, então o café deve ficar longe também de suco e vitamina batida de frutas cítricas, para não dificultar a assimilação desse nutriente. “É necessário estar atento também, pois a cafeína está presente também em chás, como o mate e o verde, e refrigerantes à base de cola”, diz a médica.

No entanto, não é necessário eliminar de vez a cafeína da sua vida, até porque para muitos ela pode trazer benefícios, desde que consumida com moderação. “Recomendamos um consumo de uma a quatro xícaras de café por dia, recém preparado, não adoçado, sempre respeitando as necessidades individuais de cada paciente”, afirma a médica, acrescentando que a melhor forma de ingestão varia de acordo com o gosto de cada pessoa, podendo ser quente, frio, fresco ou gelado.

“A maneira mais saborosa e saudável de obter os benefícios do café é moendo os grãos imediatamente antes do preparo e consumo que deve ocorrer logo depois. Para aproveitar os benefícios da bebida o ideal é que seja sem açúcar ou adoçante”, diz a médica. “É necessário ter cuidado com o consumo excessivo, que pode levar à dependência das substâncias estimulantes do café, além de consequências indesejadas, como problemas de digestão e gástricos, alterações de ritmo cardíaco e pressão arterial, agitação emocional e distúrbios do sono”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Quais alimentos ajudam a combater a ansiedade?

Fabiano de Abreu, PhD, neurocientista e neuropsicólogo, fala quais são os alimentos que podem ser consumidos para diminuir o nível de ansiedade

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com maior prevalência de pessoas ansiosas no mundo, no qual aproximadamente 9,3% da população sofrem com algum transtorno de ansiedade. E se você faz parte desse grupo de pessoas, que vira e mexe é tomado por sensações de angústia e tristeza, saiba que é preciso prestar bastante atenção em sua alimentação.

Segundo o PhD, neurocientista e neuropsicólogo, Fabiano de Abreu, a ansiedade é um transtorno mental que se desencadeia por diversos motivos, podendo ser traumas, estresse, genética, doenças físicas e até mesmo a depressão. “A ansiedade constante, desregula outros mensageiros bioquímicos responsáveis por nosso humor, sono, temperatura corporal, fome, entre tudo o que fazemos para sobreviver. Isso acontece porque, como sabemos, tudo na vida provém de melhor resultado quando em equilíbrio e nosso organismo precisa estar em homeostase para que tudo funcione bem”, explica.

E como bem dito pelo neurocientista, ter equilíbrio é fundamental. Mas Abreu, entende que muitas pessoas para fugir da angústia recorrem a má alimentação e acabam ingerindo alimentos que ao invés de ajudar, pode piorar ainda mais o quadro emocional do indivíduo.

“É importante diminuir o consumo de alimentos que possuem muita açúcar e farinha de trigo, já que estão associados com alterações na glicemia e na produção de serotonina, conhecida como hormônio da felicidade. Por outro lado, consumir banana e chocolate, pode ser um bom aliado, visto que esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, promovendo o relaxamento e ajudando a combater a ansiedade”, acrescenta.

Abaixo, Abreu listou e explicou quais são os alimentos que ajudam a combater a ansiedade

Linhaça

Ômega-3: é uma gordura boa e rica em EPA e DHA, ácidos graxos que melhoram o funcionamento do cérebro e reduzem a ansiedade. Essa gordura pode ser encontrada nos seguintes alimentos: atum, salmão, sardinha, linhaça, chia, castanhas, e abacate.

Chia

Magnésio: alguns estudos sugerem que o magnésio poderia ajudar no tratamento do estresse e da ansiedade, pois melhoram a função do cérebro. Esse mineral está presente em alimentos como aveia, banana, espinafre, sementes de abóbora, gergelim, linhaça e chia, e nos frutos secos como castanha-do-pará, amêndoas e amendoim.

Salmão

Triptofano: é um aminoácido que ajuda na produção de serotonina, que é um hormônio essencial para evitar a ansiedade, o estresse, a depressão e a insônia. Esse aminoácido pode ser encontrado em alimentos como carnes, frango, peixes, ovos, banana, queijo, cacau, tofu, abacaxi, salmão, chocolate negro e frutos secos em geral, como castanha, nozes e amêndoas. Confira uma lista completa dos alimentos ricos em triptofano.

Fonte: Fabiano de Abreu é doutor e mestre em Psicologia da Saúde pela Université Libre des Sciences de l’Homme de Paris; Doutor e Mestre em Ciências da Saúde na área de Psicologia e Neurociência pela Emil Brunner World University; Mestre em psicanálise pelo Instituto e Faculdade Gaio, Unesco; Pós-Graduação em Neuropsicologia pela Cognos de Portugal; Três Pós-Graduações em neurociência, cognitiva, infantil, aprendizagem pela Faveni; Especialização em propriedade elétrica dos Neurônios em Harvard; Especialista em Nutrição Clínica pela TrainingHouse de Portugal.

Como a alimentação pode ajudar no tratamento e controle da asma

Entenda como a ingestão de alguns tipos de legumes, frutas, vegetais, cereais, aves e peixes podem ter efeito protetor contra a asma

A asma é uma condição dos pulmões que resulta em uma doença inflamatória que não tem cura definitiva, apenas tratamento e controle. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, estima-se que 339 milhões de pessoas têm asma no mundo, segundo dados de 2016.

Antes da pandemia do coronavírus, três brasileiros morriam de asma todos os dias. Porém, atualmente, a inflamação pulmonar, que limita o fluxo de ar nas vias aéreas ou brônquios, é considerada uma das principais comorbidades relacionadas à Covid-19.

Como a alimentação pode ajudar a controlar a asma

A alimentação tem um papel fundamental no controle da asma, pois a ingestão de alguns alimentos pode amenizar os sintomas. “Os alimentos que são fontes de antioxidantes, encontrados em legumes e frutas vermelhos, alaranjados e amarelos e em vegetais verde-escuros podem ter efeito protetor contra a asma. Além disso, o consumo de ácidos graxos poli-insaturados encontrados em alguns cereais, óleos vegetais e alimentos de origem animal também influencia positivamente no controle de processos inflamatórios”, explica Angela Federau, nutricionista e especialista em saúde da mulher.

Uma dieta saudável pode reduzir os sintomas da asma, pois a ingestão dessas fontes diminui o poder oxidativo, consequentemente inibe o processo inflamatório dos pulmões. Sendo assim, Angela sugere alguns alimentos que não podem faltar na dieta de quem precisa prevenir ataques de asma:

=Antioxidantes – cenoura, tomate, laranja, pêssego, abóbora, brócolis, ervilha e espinafre, pois possuem efeitos benéficos contra a asma.

Foto: Alibaba

=Ácidos graxos poli-insaturados – aveia, arroz, feijão, ervilha e soja constituem importantes fontes desse ácido. Nos óleos vegetais, a maior concentração ocorre no óleo de linhaça, sendo que os óleos de canola e soja também apresentam concentrações significativas. Além disso, está presente em alimentos de origem animal, como peixes marinhos, como a sardinha e o salmão, e aves.

Por outro lado, a nutricionista alerta que alguns alimentos podem desencadear crises de asma. “Apenas pela inalação de alimentos como farinha de trigo e amendoim podem desencadear crises de asma. Além disso, chocolates e doces, comidas condimentadas, leite, café, frituras e alimentos gordurosos também devem ser evitados. Dessa forma, é importante evitar alimentos que contenham alérgenos que possam desencadear reações exacerbadas”, alerta.

Sobre o Dia Mundial da Asma

O Dia Mundial da Asma é organizado pela Iniciativa Global pela Asma, ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 1998. Em 2021, a data é celebrada no dia 4 de maio, em mais de 35 países. O tema da campanha deste ano é “Descobrindo conceitos errôneos sobre a asma”.

Fonte: Angela Federau é nutricionista clínica, pós-graduada em fitoterapia aplicada à nutrição, especializada em nutrição funcional, pediátrica e escolar. Participa como convidada de pesquisas científicas e genéticas da UFPR como mapeamento e estudo genético da comunidade Menonita e é revisora de artigos científicos e textos para sites médicos. É palestrante, escritora de livros, artigos e colunas em jornais e revistas. Nutricionista responsável pela Associação Paranaense Superando a Mielomeningocele.

Como montar um café da manhã low carb com opções saudáveis e deliciosas

É muito comum escutar que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, e por isso, independente dos hábitos alimentares de cada um, é importante tomar um cuidado especial com a escolha dos alimentos. E para ajudar àqueles que querem montar um café da manhã saudável e reforçado com opções low carb, a startup de alimentação saudável Liv Up resolveu dar algumas dicas.

Quando se fala no método low carb, ou seja, uma rotina de alimentação baixa no consumo de carboidratos, é importante frisar que o ideal é que não seja uma alimentação restritiva. Os carboidratos não devem ser extintos, apenas reduzidos, ou em certas situações, substituídos por alternativas de índice glicêmico menor. Isso porque os alimentos ricos em carboidratos, como pães, cereais, biscoitos, massas, entre outros, além de compor uma média de 50% dos nutrientes ingeridos diariamente, são importantes fontes de energia para o organismo.

Contudo, os carboidratos. quando ingeridos, viram açúcar no organismo e o consumo em excesso pode ser prejudicial à saúde. Assim, as opções low carb surgem tanto para quem quer perder peso, quanto para quem busca se alimentar bem e reduzir as porções de açúcar.

Viviane Kim, uma das nutricionistas da Liv Up, ensina: “Ao optar por uma rotina alimentar de redução de carboidratos, é necessário suprir os gastos de energia elevando o consumo de gorduras e proteínas”.

Dessa forma, enquanto alguns alimentos são cortados, outros são incorporados para ajudar no equilíbrio nutricional de uma rotina alimentar saudável. Confira algumas sugestões que a empresa separou do seu cardápio:

Quiche low carb de frango

O quiche de frango da Liv Up tem em seu recheio um extrato de tomate que traz um sabor especial e deixa o prato mais colorido. Alguns outros ingredientes como tomilho, salsinha, e demais temperos naturais, dão um toque final que deixa qualquer um com água na boca.

Ovos cage free

Foto: Scibosnian

Importantes fontes de proteína e ricos em vitaminas, para um café da manhã low carb, uma boa opção é apostar em uma omelete com queijo branco. Na Liv Up, os ovos são cage free, ou seja, as galinhas são criadas livres gaiolas e recebem espaço e condições para viver como se estivessem na natureza.

Frutas (seleção e orgânicos)

Além de ricas em nutrientes, também aumentam a sensação de saciedade e ajudam no bom funcionamento do intestino, porém, em uma alimentação low carb, é preciso se atentar à escolha de qual fruta consumir já que algumas delas possuem bastante açúcar. Na Liv Up, as frutas podem ser encontradas na opção de cesta de orgânicos ou ainda é possível escolher morangos ou laranjas orgânicos disponíveis à parte da cesta.

Castanhas

Sunnysun0804/Pixabay

São oleaginosas ricas em ácidos graxos, potássio, magnésio e fibras, que além de serem fontes de gordura boa, ajudam na regulação do colesterol. Uma boa opção da Liv Up, principalmente para quem quer algo prático, são as castanhas-de-caju ou as castanhas-do-pará – ótimas para consumir sozinhas, ou para incrementar iogurtes e demais preparações.

Fonte: Liv Up

Confira uma lista com os piores alimentos para a digestão

A maioria das pessoas, por mais que adorem certos alimentos, tem alguns na lista que acabam fazendo mal ou causando algum problema de digestão. Melhor se privar que sofre, não é mesmo?

Confira alguns alimentos que podem estar na lista, e veja porque eles às vezes fazem mal.

Comidas fritas

Eles são ricos em gordura e podem causar diarreia. Molhos ricos, cortes gordurosos de carne e sobremesas amanteigadas ou cremosas também podem causar problemas. Escolha alimentos assados ​​ou assados ​​e molhos leves que contenham vegetais em vez de manteiga ou creme.

Frutas cítricas

Como são ricas em fibras, podem causar dor de estômago em algumas pessoas. Vá devagar com laranjas, toranjas e outras frutas cítricas se sua barriga não parecer bem.

Açúcar artificial

Mastigar chiclete sem açúcar em excesso, feito com sorbitol, pode provocar cólicas e diarreia. Alimentos feitos com este adoçante artificial podem causar os mesmos problemas. O FDA (a Anvisa dos EUA) já avisou que uma pessoa pode ter diarreia se comer 50 ou mais gramas de sorbitol por dia, embora quantidades muito menores supostamente causem problemas para algumas pessoas.

Muita fibra

Alimentos ricos em carboidratos saudáveis, como grãos inteiros e vegetais, são bons para a digestão. Mas se você começar a comer muitos deles, seu sistema digestivo poderá ter problemas para se ajustar. O resultado: gases e inchaço. Portanto, aumente a quantidade de fibra que você ingere gradualmente.

Feijões

Eles são carregados com proteínas e fibras saudáveis, mas também têm açúcares difíceis de digerir que causam gases e cólicas. Seu corpo não possui enzimas que podem quebrá-los. Em vez disso, as bactérias em seu intestino fazem o trabalho, liberando gases no processo. Experimente esta dica para se livrar de alguns dos açúcares problemáticos: deixe os grãos de molho de molho por pelo menos quatro horas e despeje a água antes de cozinhar.

Repolho e seus primos

Os vegetais crucíferos, como o brócolis e o repolho, têm os mesmos açúcares que produzem os gases do feijão. Seu alto teor de fibras também pode torná-los difíceis de digerir. Será mais fácil para o seu estômago se você cozinhá-los em vez de comê-los crus.

Frutose

Alimentos adoçados com isso – incluindo refrigerantes, doces, sucos de frutas e pâtisserie – são difíceis de digerir para algumas pessoas. Isso pode causar diarreia, inchaço e cólicas.

Alimentos picantes

Pixabay

Algumas pessoas têm indigestão ou azia após ingeri-los, especialmente quando se trata de uma refeição farta. Estudos sugerem que o ingrediente quente da pimenta, chamado capsaicina, pode ser o culpado.

Laticínios

Se eles desencadearem diarreia, inchaço e gases, você pode ser “intolerante à lactose”. Isso significa que você não tem uma enzima que digere o açúcar do leite e outras formas de laticínios. Evite esses alimentos ou experimente um comprimido de venda livre que contenha a enzima que falta.

Hortelã-pimenta

Pode relaxar o músculo na parte superior do estômago, o que permite que os alimentos voltem para o esôfago. Isso pode causar azia. Outros culpados incluem chocolate ou café. Os especialistas dizem que você pode reduzir a pressão que empurra a comida de volta se perder peso extra, comer porções menores e não se deitar depois de comer. Além disso, aprenda quais alimentos causam problemas, para que você possa evitá-los.

Fonte: WebMD

Açougue Vegano lança loja online para compra da linha de congelados

Entre os produtos, tem a disposição a premiada coxinha de jaca, feijoada vegana, moqueca de banana e hambúrguer de grão de bico

A rede Açougue Vegano, primeira franquia de restaurante vegano do Brasil, criada pelos chefs Celso Fortes e Michelle Rodriguez, acaba de lançar sua loja online para a compra de toda linha de congelados. Inicialmente, a plataforma vai atender apenas a capital paulista e o estado do Rio de Janeiro. No site os clientes poderão programar a data e a hora da entrega e para pedidos acima de R$ 100,00 o frete é grátis.

O portfólio completo inclui desde a premiada coxinha de jaca, eleita a melhor pela Sociedade Vegetariana Brasileira, a feijoada vegana, a deliciosa moqueca de banana, hambúrgueres de grão de bico e shitake, salsicha vegana, uma linha completa para aquele churrasco isento de proteína animal com linguiça, espetinhos e kafta, além das práticas embalagens com carne de jaca desfiada e em pedaços próprias para elaborar receitas saudáveis e nutritivas.

De acordo com Celso Fortes, a loja online vem para dar mais agilidade no atendimento dos seus e-consumidores e também amenizar o impacto com as medidas de isolamento e o fechamento das lojas físicas devido a segunda onda da pandemia do coronavírus.

“Com as restrições de circulação de pessoas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e o endurecimento das determinações com relação à abertura dos estabelecimentos, queremos continuar entregando aos clientes nossas receitas que são originais, saborosas e 100% veganas”, declara.

Sobre o Açougue Vegano

Criada no Rio de Janeiro em 2016, é a primeira rede de franquias de restaurantes veganos do Brasil. Nasceu do encontro entre os amigos Celso Fortes e Michelle Rodriguez que, na época estudantes de gastronomia, começaram a elaborar receitas que fossem realmente saborosas e convencessem os paladares mais exigentes de que a carne não é assim tão essencial. As receitas impressionam até quem não abdicou do consumo da carne, que inclusive hoje representa 58% dos clientes da rede. Entre elas, a coxinha de jaca, premiada pela Sociedade Vegetariana Brasileira, o espetinho de soja, a feijoada vegana, a moqueca de banana da terra, além de uma linha de congelados para ser preparada em casa. Entrou para o franchising em 2019 e, atualmente, possui seis lojas no eixo Rio-São Paulo e com previsão de inaugurar nos próximos meses nas cidades de Teresina/PI e João Pessoa/PB.

Confira alimentos ricos em proteínas que servem como alternativa ao consumo de ovos

Por ser rico em proteína, o ovo é geralmente consumido em grande quantidade por atletas visando o ganho de massa muscular. Porém, o alimento não deve ser a única fonte de proteína, já que, quando consumido em excesso, pode causar complicações

Não é incomum encontrar praticantes de atividade física que consomem grandes quantidades de ovos diariamente visando o ganho de massa muscular, afinal, o alimento é rico em proteína, nutriente que ajuda na reparação e desenvolvimento dos músculos. Porém, é preciso ter cautela ao realizar essa prática.

“As recomendações do consumo de ovos vão depender de uma série de fatores, como sexo, peso, altura e intensidade de atividade física. Mas, no geral, recomenda-se que um adulto deve ingerir cerca de 1 a 3 ovos por dia, independentemente da prática de exercícios. Qualquer valor acima desse deve ser acompanhado por um profissional especializado. Isso porque os ovos, quando consumidos excessivamente, podem causar ganho de peso, sobrecarga renal, alterações no perfil lipídico de pessoas que já possuem predisposição ao problema”, alerta Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Além disso, a médica ressalta que, para uma alimentação balanceada e saudável, os ovos não devem ser a única fonte proteica. A boa notícia é que, apesar do ovo realmente ser um dos alimentos mais ricos em proteína, com cerca de 6 gramas em cada unidade, existe uma série de outros alimentos que possuem quantidades iguais e até mesmo superiores do nutriente, podendo assim servir como alternativas para complementar o consumo de proteína.

A especialista listou algumas dessas opções abaixo:

Carnes vermelhas e brancas: as melhores fontes de proteína são de origem animal. No entanto, é preciso tomar cuidado antes de sair ingerindo carnes excessivamente. “As carnes vermelhas, por exemplo, apesar de serem ricas em proteína, também possuem grande quantidade de gordura saturada, que aumenta os níveis de colesterol ruim, elevando o risco de doenças cardiovasculares. O mesmo vale para o frango, que deve ser ingerido sem pele, dando preferência ao peito assado ou grelhado para evitar a ingestão exagerada de gordura”, destaca a médica.

Peixes: entre as carnes, uma das melhores opções para quem deseja aumentar a ingestão proteica são os peixes, já que tendem a ser mais magros e menos calóricos do que as carnes vermelhas. “O salmão é especialmente interessante, pois, além de ser rico em proteínas, também possui grandes quantidades de ômega-3, o que proporciona uma recuperação muscular mais rápida”, afirma a nutróloga.

Oleaginosas: para quem procura opções veganas, as nozes e amêndoas são uma excelente alternativa aos ovos, pois, de acordo com Marcella, são ricas em proteínas e ainda ajudam a regular o funcionamento do intestino e prevenir doenças cardiovasculares. “No entanto, é importante não exagerar no consumo das oleaginosas, restringindo a 5 ou 6 unidades por dia, já que também são ricas em gordura e altamente calóricas, favorecendo assim o ganho de peso”, alerta.

Quinoa: “A quinoa é uma excelente fonte de proteína, pois, além de ser rica do nutriente, também contém todos os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do organismo. Dessa forma, a proteína do alimento é melhor aproveitada. Como se não bastasse, a quinoa ainda é rica em outros nutrientes, como fibra, magnésio, ferro, potássio, vitaminas do complexo B e zinco.”

Leguminosas: de acordo com a especialista, as leguminosas, como grão de bico, lentilha, feijão, amendoim, ervilha e soja, figuram entre os alimentos com maior valor proteico. “Entre as leguminosas, vale destacar principalmente o grão de bico, que também é rico em fibras e colabora para saciedade, o feijão, que é capaz de reduzir os níveis de colesterol e açúcar no sangue, e a soja, que possui uma das maiores quantidades de proteína, com cerca de 34 gramas do nutriente a cada 100 gramas do alimento”, completa.

Leite e derivados: o leite é um dos alimentos mais nutritivos que existe, pois possui quase todos os nutrientes que o organismo precisa, sendo especialmente rico em proteína, cálcio e fósforo. “O mesmo vale para os derivados do leite, como queijos e iogurtes. Mas é preciso tomar cuidado devido à grande quantidade de gordura que esses alimentos podem conter. No geral, o melhor é optar pelas versões desnatadas e queijos brancos, como o queijo cottage, que também possui uma menor quantidade de calorias”, recomenda a nutróloga.

Por fim, Marcella ressalta que o mais importante para quem deseja aumentar o consumo de proteína visando o ganho de massa muscular é procurar um médico nutrólogo. “Apenas o profissional especializado poderá realizar uma avaliação nutricional, levando em consideração fatores como idade, peso, sexo, altura, histórico familiar de saúde e intensidade da atividade física, para recomendar a quantidade ideal de proteína para o seu organismo e a melhor forma de ingeri-la sem colocar sua saúde em risco”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Vigor lança iogurte Búlgaro, inaugurando a categoria no mercado de lácteos

Atenta às necessidades dos consumidores e sempre em busca de inovações, mais uma vez a Vigor mostra seu pioneirismo no setor de alimentos. A empresa acaba de lançar Vigor Viv Búlgaro, com textura, sabor e processo de produção únicos. Com a novidade, a companhia novamente faz história no mercado brasileiro de lácteos e inaugura mais uma categoria de iogurte no país. O feito se assemelha ao lançamento de iogurte grego no Brasil, que revolucionou o setor, segmento no qual a marca foi pioneira.

O iogurte Búlgaro da Vigor segue o conceito “feito em casa” e é produzido de maneira inovadora: é fermentado diretamente no pote, assim como os antigos iogurtes eram feitos, graças à tecnologia empregada pela empresa. O processo confere ao produto textura muito consistente e um delicioso sabor de leite. Além disso, ele conta com muitos benefícios saudáveis: teor de gordura menor do que o de um copo de leite (2 g) e baixo teor de açúcar (5,5 g).

A linha chega nos sabores Tradicional, Damasco e Blueberry & Baunilha, sendo que os dois últimos contam com calda saborosíssima de frutas, que fica concentrada no fundo do pote.

O conceito e o nome da nova categoria foram inspirados na história do iogurte. De acordo com muitos registros, um cientista búlgaro foi o primeiro a detalhar a composição do iogurte, em 1905, conferindo à Bulgária uma ligação forte com a produção desse alimento. Hoje, o iogurte búlgaro é tido como um dos melhores do mundo por sua alta qualidade, e foi nessa característica que a Vigor se inspirou para criar essa inovação única no Brasil.

A novidade faz parte da submarca recém-lançada Vigor Viv, que traz um novo olhar sobre o bem-estar e reúne produtos saudáveis. Para o lançamento de Viv, foram investidos mais de R$ 35 milhões em desenvolvimento de produtos, maquinário, pesquisas e marketing. A Diretora de Marketing da empresa, Flávia Drummond, conta que o Viv Búlgaro foi escolhido para inaugurar a marca por ser a combinação perfeita entre sabor e saudabilidade.

“Conseguimos reunir nesse produto que queremos que essa linha entregue: o prazer de um alimento gostoso e saudável. Buscamos referências em um dos iogurtes mais reconhecidos no mundo, o búlgaro, e chegamos a essa criação única. Estamos muito felizes em, mais uma vez, mostrarmos nosso pioneirismo”, conta a executiva.

As embalagens da linha seguem o mesmo conceito “feito em casa”. Em formato de leiteira antiga, são transparentes, para mostrar bem o produto, e têm selo ilustrado com desenhos de frutas, copos e jarras de leite, além de formato que se assemelha à forma caseira de cobrir potes com tecidos estampados.

A linha Vigor Viv Búlgaro já está disponível nos principais supermercados do país. O preço dos produtos é R$ 3,65.

Quatro erros comuns ao ler rótulos de produtos alimentícios

Dar uma olhadinha no rótulo dos produtos alimentícios já virou parte da rotina dos brasileiros. Segundo uma pesquisa da Tate & Lyle, fornecedora global de ingredientes e soluções para alimentos e bebidas, 83% dos consumidores no Brasil consultam a tabela nutricional presente na embalagem.

Entretanto, nem sempre a leitura resulta no esclarecimento do consumidor. “Por mais que estejamos caminhando para adoção de rótulos cada vez mais limpos, com informações de mais fácil entendimento, ainda é muito comum o consumidor encontrar dificuldades para entender o rótulo”, comenta Renata Cassar, nutricionista da Tate & Lyle.

Confira abaixo os erros mais comuns ao ler rótulos de produtos e saiba como evitá-los.

=Checar apenas as calorias na tabela nutricional

O valor energético é a primeira informação que vem na tabela nutricional, mas não é por isso que é a mais importante. “Temos que analisar o valor nutricional do alimento e não somente as calorias. É preciso checar os macronutrientes, ou seja, carboidratos, incluindo açúcar, proteínas e gorduras presentes no produto”.

Vale lembrar que as gorduras que constam na tabela nutricional podem estar presentes em pelo menos três categorias: gorduras totais, que são a soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento, gorduras saturadas e gorduras trans. O consumo tanto das gorduras trans como das saturadas deve ser restrito, pois sua ingestão pode aumentar o risco de doenças do coração. Em alguns alimentos, e em condições específicas, a tabela pode trazer também as gorduras insaturadas, um tipo de gordura benéfica à saúde.

“Também recomendo verificar a quantidade de fibra alimentar. Não é regra, mas muitos alimentos e bebidas que contêm fibras tendem a ter menos açúcar e calorias, como é o caso de alimentos da categoria de panificados, como os pães e biscoitos com fibras, e as bebidas vegetais adicionadas desse ingrediente, apenas para citar alguns exemplos. Além disso, a fibra tem um papel fundamental no nosso organismo, principalmente na função intestinal”, explica a nutricionista.

“Tem muita gente que busca alimentos pela quantidade de calorias, mas nem sempre o menos calórico é o mais saudável ou o mais nutritivo, por isso a importância de se analisar a composição nutricional como um todo levando em conta a quantidade por porção”, ressalta a especialista em nutrição da Tate & Lyle. Outra dica é verificar a porcentagem que cada nutriente entrega do valor diário (%VD) que um adulto padrão saudável necessita consumir.

=Não ler a lista de ingredientes

Um dos erros mais comuns é não ler a lista de ingredientes. A leitura é fundamental pois na listagem consta tudo que foi usado para a fabricação do alimento industrializado e, muito importante, na ordem decrescente: do ingrediente em maior quantidade para o ingrediente em menor quantidade e, posteriormente, os aditivos. “Algumas nomenclaturas mais técnicas podem aparecer na lista, mas não é porque não entendemos alguns nomes que temos que ter medo deles. Por exemplo, o ácido ascórbico é a vitamina C e a lecitina é encontrada no ovo. Além disso, há termos que são definidos pelos órgãos reguladores, que a indústria precisa seguir, e muitos consumidores não compreendem. Por exemplo, polidextrose e maltodextrina resistente são nomes técnicos de fibras alimentares. Por isso, recomendo sempre pesquisar aquele termo que causa estranhamento”, pontua Renata Cassar.

=Considerar açúcar tudo que termina com “ose”

Sacarose, frutose, glicose, maltose. É comum encontrarmos a orientação de que tudo que termina com “ose” na lista de ingredientes é açúcar, mas não é bem assim. “As generalizações são perigosas pois sempre deixam de lado a exceção à regra e esse é exatamente o caso da polidextrose, que é uma fibra alimentar, e não um açúcar”, esclarece a nutricionista. Empregada na fabricação de bebidas e alimentos de baixa caloria, esta fibra é usada em estratégias de redução de açúcar e calorias e como solução para o enriquecimento e fortificação com fibras.

=Acreditar que light, diet ou zero gordura é garantia de saúde

O erro mais clássico! Basta entrar na dieta que tudo que é “light”, “diet” ou “zero gordura” se torna mais atrativo. Eles podem sim ajudar na seleção de alguns alimentos e bebidas, porém, por mais que estes termos tenham destaque na embalagem dos produtos, eles não são sempre garantia de um alimento mais saudável. A nutricionista da Tate & Lyle reforça que para uma escolha consciente, é preciso ler o rótulo. E adverte: “não existe alimento mágico, o equilíbrio é o mais importante”.

Fonte: Tate & Lyle

Oito alimentos que combatem o cansaço físico e mental

Do abacate ao macarrão Shirataki, alimentos energizantes ajudam a combater a sensação diária de fadiga

O cenário de pandemia e confinamento que assola o mundo há mais de um ano pode exigir um grande desafio mental e psicológico por parte de todos. Entretanto, poucos sabem que possuem aliados fortíssimos dentro de casa: os alimentos. Uma boa refeição pode gerar uma sensação de bem-estar quase que automaticamente, estando intimamente ligada ao humor. 

De acordo com David Wiener, especialista em nutrição do Freeletics, aplicativo líder em exercícios físicos e estilo de vida com uso de inteligência artificial, é preciso enxergar os alimentos como muito mais do que algo para saciar a fome.

“O que você come afeta a capacidade do seu cérebro de se manter ativo. A comida não serve só para alimentar seu corpo, você também precisa de certos nutrientes para permanecer mentalmente focado e alerta. Se ultimamente você anda se sentindo muito sonolento, cochilando na hora do almoço ou se anda bebendo mais café que o normal na tentativa de se manter acordado, está na hora de parar de jogar a culpa no clima ou na sua possível falta de sono”, alerta.

Ao invés disso, o especialista destaca hábitos alimentares que aumentam a eficiência dos nutrientes e cita oito alimentos energizantes como opções.

1. Abacate

Além de delicioso e versátil, o abacate também é extremamente energético. “Ele até pode ser bastante calórico, mas tem um alto teor de gordura saudável, incluindo ácidos graxos, ômega 3 e ômega 6, que combatem o colesterol ruim, aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro e ajudam o corpo a absorver outros nutrientes”, destaca Wiener. Além disso, o abacate tem mais proteína do que a maioria das frutas. “E já que a gente precisa de carboidratos, gorduras e proteínas para uma energia sustentável, é essa combinação de nutrientes que faz do abacate uma bomba energética”, ressalta.

2. Maçã

As maçãs são um lanche impressionantemente energético. “O que poderia torná-las um pouco mais eficazes do que o seu pãozinho habitual é que elas fornecem calorias ao seu corpo: a principal fonte de energia que alimenta seu corpo e seu cérebro”, pontua o especialista. As maçãs também são ricas em frutose, o açúcar predominante encontrado nas frutas. “Como a frutose é a fonte preferida de energia do corpo, ainda que comer uma maçã pela manhã não te dê aquele impulso inicial que você está acostumado a sentir com uma xícara de café, ela vai te fornecer uma quantidade constante de energia para o seu cérebro e corpo por mais tempo, além de reduzir todas as sensações de fome que você possa vir a sentir mais tarde”, explica. 

3. Grãos integrais e germinados

Ao contrário de açúcares simples, grãos integrais como arroz integral, aveia e trigo sarraceno são uma forma de carboidrato que o organismo quebra lentamente para convertê-los em energia, fornecendo uma fonte de energia constante em vez de um pico seguido de uma queda, que gera sonolência e cansaço. Além disso, os grãos germinados são ainda melhores. “Os grãos germinados são grãos integrais que foram encharcados e deixados germinar. O processo torna mais fácil para o corpo absorver os nutrientes que ele quer e precisa, fazendo com que as vitaminas B, C e folato sejam mais facilmente acessíveis ao organismo”, explica Wiener. 

4. Nozes de macadâmia

Nozes de macadâmia – e a maioria das nozes e sementes – são alguns dos melhores lanches quando o assunto é vencer a fadiga e combater a fome. De 160 a 200 calorias em um punhado, as nozes de macadâmia são uma fonte concentrada de energia, contendo todos os macronutrientes principais, como proteínas, carboidratos e gorduras boas. “Mas não se esqueça que, embora as nozes sejam boas para você, elas também são uma bomba calórica e, portanto, devem ser comidas com moderação. Tudo o que você precisa é de um punhado para sentir seus efeitos energéticos”, alerta o especialista. 

5. Mirtilos

Os mirtilos são super energizantes e podem até elevar a função cerebral, sendo uma ótima fonte de manganês, um elemento químico frequentemente encontrado em minerais combinados com ferro, que desempenham um papel importante na assistência a determinadas atividades metabólicas no corpo, como a conversão de carboidratos e gorduras em energia. Estudos também revelam que os mirtilos podem prevenir a perda de memória e o declínio cognitivo. 

6. Matcha

Enquanto que uma xícara de chá verde extrai apenas alguns dos benefícios nutricionais disponíveis, o matcha é feito a partir de folhas de chá inteiras que foram moídas em um pó verde fino, contendo todos os minerais poderosos, antioxidantes e aminoácidos encontrados dentro da própria folha. Ao contrário do café, a cafeína no matcha é absorvida bem devagar, dando um impulso de energia sustentado e não apenas um pico de energia. “É a combinação de cafeína e l-teanina, um aminoácido raro, que resulta nos efeitos milagrosos, como o aumento da concentração e da atenção”, explica o especialista. 

7. Macarrão Shirataki

Feito a partir de glucomanano, uma fibra que vem da raiz da planta de konjac que cresce no Japão, esta alternativa com baixo teor de carboidratos é composta por 97% de água. “Isso significa que você pode desfrutar do seu prato preferido de macarrão sem a necessidade de cochilar depois do almoço”, destaca Wiener. 

8. Couve

A couve é uma das fontes de nutrientes mais ricas, repleta de vitaminas e minerais essenciais que o cérebro precisa. A couve é uma fonte vegetal de ferro, um nutriente necessário – especialmente para vegetarianos e veganos – para transportar oxigênio aos tecidos e células. Baixos níveis de ferro no corpo podem levar à exaustão e à sensação de cansaço. “Para aumentar a absorção de ferro da couve, consuma com uma fonte de vitamina C, como o suco de limão”, finaliza. 

Fonte: Freeletics