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Danone relança Actimel com lactobacilos e vitamina C para auxiliar na imunidade

Com portfólio composto por garrafinhas de 100g com 10 bilhões de lactobacilos naturais + vitamina C, para ajudar a imunidade

Nunca se falou tanto em imunidade como nos últimos tempos, afinal, o mundo passou por uma mudança forçada de comportamento, em que a saúde se tornou foco para o bem-estar pessoal e coletivo.

Com isso, a Danone relança Actimel, um leite fermentado de 100 g com formulação exclusiva composta por 10 bilhões de lactobacilos Casei Defensis naturais e vitamina C, que ajuda a sua imunidade, nos conhecidos sabores Morango e Tradicional.

“A Danone tem como missão levar saúde através da alimentação ao maior número possível de pessoas e, em momentos tão incomuns como este que estamos vivendo, precisamos ajudá-las a encontrar soluções acessíveis, nutritivas e que entreguem benefícios adicionais à saúde, como o suporte à imunidade. Por isto, ficamos muito felizes em relançarmos no Brasil, essa marca que já é amada na Europa e nos EUA e que possui mais de 20 anos de estudos e tradição”, comenta Marina Fernie, VP de Marketing Danone Brasil.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Kantar em abril de 2020¹, indica que a maior preocupação das pessoas nesse momento é com relação à saúde dos filhos (21%), à saúde dos idosos da família (17%) e à saúde da população em geral (16%).

Dos que participaram da pesquisa, 78% garantem sair do isolamento apenas para o necessário, como bancos e supermercados. Entre as atitudes consideradas, 27% buscam alimentos mais saudáveis e nutritivos, mostrando um grande interesse e preocupação do consumidor com a saúde.

Buscas online sobre “como aumentar a imunidade”; tiveram pico nos últimos meses, com aumento de mais de 1000%. Fato interessante quando se nota que as pessoas relacionam o aumento da imunidade com a ingestão de alimentos saudáveis e de produtos com lactobacilos, vitamina C, vitamina D, zinco, cúrcuma, limão, entre outras receitas.

Dentre todos os nutrientes, a vitamina C é a mais buscada para ajudar na imunidade. E não é por menos. A vitamina C é um potente antioxidante, que contribui com o bom funcionamento do sistema imunológico, possui funções importantes no sistema nervoso central, ajuda na absorção de ferro e até mesmo na redução da sensação de cansaço ².

Como o corpo humano não consegue produzir ou estocar vitamina C, é muito importante incluirmos alimentos fontes desse importante nutriente em nosso dia a dia.

Comercializados, antigamente, apenas em embalagens de 600g com seis unidades, Actimel é relançado e passa a ser vendido também na versão unitária.

Preço sugerido:

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Actimel Tradicional Kit com 6 unidades: R$ 10,99

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Actimel Morango Kit com 6 unidades: R$ 10,99

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Actimel Tradicional 100g: R$ 1,99

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Actimel Morango 100g: R$ 1,99

Informações: Actimel

O poder dos alimentos contra a queda de cabelo

Soja, cenoura e castanhas são alguns exemplos de alimentos que ajudam a fortalecer os fios

Estudos apontam que a queda excessiva de cabelo pode ser sinal de alguma disfunção no organismo, inclusive causada pela má alimentação. Por isso, Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, lista algumas comidas que podem ajudar a manter a saúde dos fios:

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Rachel Gorjestani/Pixabay

Soja, ervilha e feijão: as proteínas de leguminosas como soja, ervilha e feijão são essenciais para diminuir a queda de cabelo e ajudar na reposição de fios novos. Além disso, o nutriente também evita que o cabelo fique opaco e sem vida.

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Oleagionosas: a especialista aponta que castanhas, nozes e avelãs são fontes de zinco, mineral que contribui para o crescimento saudável dos fios, deixando-os mais fortes e resistentes à queda e quebra.

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Vegetais de folhas verde-escuras: devido à alta concentração de vitaminas A e C, que possuem ação antioxidante, vegetais como espinafre, brócolis e couve ajudam a evitar o envelhecimento das células capilares e, por consequência, na queda dos fios e caspa.

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Pixabay

Grãos integrais: alimentos como a aveia são ricos em vitaminas do complexo B, fundamentais para acelerar o crescimento dos fios e prevenir a queda. “Os grãos integrais inclusive possuem a vitamina B5, também conhecida por pantenol, substância presente em poderosos dermocosméticos para hidratar pele e cabelos”, esclarece.

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Pouring water from bottle into glass on blue background

Água: por último, mas não menos importante, está a importância de manter todo o organismo hidratado para evitar o ressecamento dos fios. “O consumo diário de água e de sucos integrais também contribuem para a hidratação dos fios”, completa.

Sugestões de produtos – Superbom

Abaixo a nutricionista indica alguns alimentos prontos, fáceis de serem encontrados em comércios que possuem os nutrientes necessários para deixar os cabelos livre de queda e com vida.

Proteínas da soja – Superbom

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A proteína presente na soja é essencial para a vitalidade dos cabelos. A Superbom tem uma linha de substitutos da carne feitas à base de soja que estão disponíveis nas versões: Bife, Carne, Salsicha, Almôndegas ao molho sugo, Vegan Meat, Salsicha defumada aperitivo, Hambúrguer, Salsicha defumada, Medalhão ao molho madeira, Molho bolonhesa, Cubinhos ao molho mexicano, Escalope ao molho caseiro e Jardineira ao molho caseiro.

Proteínas da ervilha – Superbom

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Alimentos à base de proteína da ervilha também são benefícios para as madeixas. As opções de carnes 100% plant-based feitas a partir da proteína da ervilha da Superbom estão disponíveis nas versões: Frango Vegano, Coxinha Vegana, Steak sabor Peixe e Burger Gourmet vegan.

Fonte: Superbom

Dois copos de refrigerante por dia aumentam risco de problemas circulatórios

Estudo de setembro analisando centenas de milhares de pessoas associou consumo de refrigerantes a maior risco de problemas circulatórios e morte prematura. Pesquisadores observaram que problema provém de bebidas açucaradas artificialmente e ricas em açúcar.

Independentemente do seu peso, se você não larga o refrigerante e mantém seu consumo frequente, é bom começar a se preocupar. Isso por que um novo artigo recente publicado no Jama Internal Medicine, no começo de setembro, observou que um maior consumo de refrigerantes totais, adoçados com açúcar e adoçados artificialmente, foi associado a um maior risco de mortalidade por todas as causas.

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“Enquanto o consumo de refrigerantes adoçados artificialmente foi associado positivamente a mortes por doenças circulatórias, os refrigerantes adoçados com açúcar foram associados a mortes por doenças digestivas”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e do American College of LifeStyle Medicine. Para o estudo, um grupo internacional analisou dados de 451.743 adultos de 10 países europeus. Os dados vieram da European Prospective Investigation on Cancer and Nutrition (EPIC).

De acordo com o estudo, durante um acompanhamento médio (intervalo) de 16,4 anos, ocorreram 41.693 mortes. “Foi encontrada maior mortalidade por todas as causas entre os participantes que consumiram 2 ou mais copos de refrigerante por dia. Também foram observadas associações positivas entre refrigerantes adoçados artificialmente e mortes por doenças circulatórias, quando os participantes consumiam mais de dois copos por dia; já entre os refrigerantes adoçados com açúcar, o maior índice é por mortes por doenças digestivas, quando consumiam apenas um copo ou mais por dia”, diz o estudo.

A angiologista explica que o açúcar está relacionado com a obesidade e com a diabetes mellitus: “Estudos mais recentes vêm apontando o carboidrato, o açúcar, que também está presente no refrigerante, como grande vilão para o aumento de colesterol. Além disso, com o diabetes, podemos desenvolver problemas arteriais, causar um espessamento e acúmulo de placas de gordura dentro da parede das artérias, entupindo as artérias. Dependendo de qual lugar do corpo isso acontece (de qual artéria foi afetada), você pode manifestar um infarto, um derrame ou com aquele problema de claudicação – que é quando você vai caminhar e tem dificuldade de andar porque falta sangue nas pernas (é como se a pessoa andasse uma quadra e tivesse que parar para descansar porque a perna começa a doer)”.

REFRIGERANTE NAO

Já o grande problema dos refrigerantes adoçados artificialmente é a quantidade maior de sódio. “Geralmente, tudo que é gostoso tem um pouco de açúcar e de sódio, que confere sabor no alimento. Então quando você vai tirar o açúcar e acrescenta muito adoçante, uma maneira que a indústria usa para mascarar aquele sabor ruim do adoçante e realçar o sabor doce do alimento é acrescentando sódio. Você pode reparar que todo produto que é light, diet, zero, que é limitado em açúcar e contém adoçante, você pode olhar na tabela e comparar que ele tem mais composição de sódio em geral do que os outros”, explica a angiologista.

“O sódio é vilão, porque ele vai contribuir com o aumento de pressão arterial, que é um fator de risco para a doença aterosclerótica e problemas circulatórios, e aumenta muito a retenção hídrica”, explica ela. “O sódio favorece a retenção de líquido, provoca inchaço e aumenta a pressão sobre os vasos sanguíneos e deixa o sangue mais denso, pesado, podendo favorecer a formação de coágulos”, completa a médica.

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Com o estudo, há uma expectativa de mais campanhas de saúde pública destinadas a limitar o consumo de refrigerantes. “Mas é fundamental que você busque desde já ajuda de um médico ou nutricionista para eliminar gradualmente o consumo desse produto na sua dieta”, finaliza.

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, do American College of Phlebology, e do American College of Lifestyle Medicine. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a médica participa, na Universidade de Harvard, de cursos de pós-graduação. Possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira/Conselho Federal de Medicina.

 

Rede de fish & chips brasileira é primeira a vender “peixe” vegano no Brasil

O “Fakie Fish”, do Sirène Fish & Chips, é feito a partir da proteína texturizada de soja e está disponível nas lojas da rede nas cidades de Balneário Camboriú, Curitiba e São Paulo

Receita típica da Inglaterra, o fish n’ chips está conquistado o paladar dos brasileiros e, agora, ganha uma versão vegana na descolada rede Sirène Fish & Chips. O “Fakie Fish” é a incomparável e surpreendente aposta da rede para os clientes que reduziram ou não consomem proteína animal. Feito à base de soja não transgênica, o preparo utiliza técnicas chinesas aprimoradas pelos séculos.

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Dados da última pesquisa Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), divulgada em 2018, apontam que cerca de 30 milhões de brasileiros já se declaram vegetarianos, cerca de 14% da população. Segundo a mesma pesquisa, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro, esse valor sobe ainda mais, chegando a 16%.

A releitura do fish n’ chips, intitulada “Fakie n’ Chips”, leva o “Fakie Fish” acompanhado pelas deliciosas batatas do Sirène. O preparo exclusivo será comercializado nas unidades da rede espalhadas pelo Brasil com preços a partir de R$ 33,00. “É a nossa manobra para a galera que não curte muito carne voltar a se sentir em casa no Sirène”, comenta o sócio fundador da rede Sirène, Alexandre Lopes. Além do “Fakie n’ Chips”, entram no cardápio molhos, também veganos, e o Sandufish, tradicional sanduíche do empreendimento que ganha uma versão vegetariana.

“Estamos confiantes, pois além de resgatar clientes antigos que deixaram de frequentar o Sirène por falta de opção vegana/vegetariana (mas que ainda gostam da nossa atmosfera), também poderemos atender outros tipos de público que talvez nunca chegassem a conhecer nosso empreendimento. Nos tornaremos, assim, um lugar ainda mais democrático e aumentaremos a diversidade”, complementa Lopes.

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A origem do “Fakie”

Nos esportes de prancha, a palavra “fakie” significa andar para trás com a cauda ou “rabeta” voltada à direção da viagem. Comumente usada em conjunto com o nome de uma manobra, como “fakie ollie” ou “fakie to fakie 900”, o termo dá a entender que a manobra foi realizada de forma correta, porém com sentido contrário. As manobras realizadas de fakie geralmente recebem uma maior pontuação nos campeonatos por conta do grau de dificuldade elevado.

No universo do skate, a palavra dá sentido ao que não é normal, que não é usual ou que é incomum, ou seja, algo autêntico. Além disso, a palavra “fake”, de grafia similar, significa “falso” em inglês e, atualmente, é usada para denominar contas ou perfis usados na internet para ocultar a identidade real de um usuário.

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Dessa forma, o peixe vegano do Sirène foi batizado de “fakie” para fazer essa conexão com o universo do skate que a marca já está inserida e, também, dar sentido ao peixe que não é proveniente do animal, podendo ser entendido como um “peixe falso”.

“Identificamos a necessidade de oferecer ao nosso público alguma outra opção vegana além de apenas batatas fritas. Percebemos que, a cada dia que passa, temos mais pessoas adeptas ao vegetarianismo e veganismo que deixam de frequentar o Sirène por um tempo, por falta de opções. Nós já tínhamos essa vontade, mas levamos cerca de dois anos para encontrar substitutos ideais de proteína não animal, que atendessem as nossas exigências de qualidade. Agora, em parceria com a Germinou, incluímos esse surpreendente alimento feito de à base de soja não transgênica ao nosso cardápio”, finaliza Lopes.

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O “Fakie n’ Fish” está disponível nas unidades de Balneário Camboriú (SC), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).

Informações: Sirène

Pandemia dispara consumo de açúcar; saiba como consumir de forma equilibrada

Ingestão excessiva de açucares pode contribuir para desenvolvimento de diabetes e dificuldade no controle de peso

O período de isolamento e a incerteza quanto ao futuro da pandemia são fatores que vêm contribuindo para o aumento do estresse na população brasileira. O resultado disso é não apenas um crescimento dos problemas relacionados à saúde mental, mas também uma mudança de comportamento alimentar.

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De acordo com dados da pesquisa ConVid, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a UFMG e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o consumo de alimentos saudáveis diminuiu durante a pandemia, passando de 37% para 33%.

Por outro lado, a ingestão de alimentos não saudáveis — tais quais doces, congelados e embutidos — aumentou. Entre jovens adultos, na faixa de 18 a 29 anos, 63% está consumindo doces ou chocolates duas vezes por semana ou mais.

Segundo o nutricionista Leone Gonçalves, esse aumento se explica pela forma como os doces agem no organismo. Ricos em glicose, substância que entra rapidamente na corrente sanguínea, o consumo desses alimentos gera rápida absorção e estimula a produção de alguns hormônios, como a serotonina — neurotransmissor responsável pela regulação do sono e humor.

“Devido a isso, a pessoa experimenta uma sensação de leveza e desestresse, além dos doces estarem frequentemente associados a memórias e sensação de prazer. Ao considerar o cenário atual, é comum que as pessoas busquem por válvulas de escape alimentar, como uma forma de aliviar a tensão”, argumenta o nutricionista.

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O grande problema é que, quando consumido em excesso, o açúcar provoca a sobrecarga do pâncreas, que tem que produzir insulina constantemente para regular os níveis de glicose, podendo não ser o suficiente, o que contribui para o desenvolvimento do diabetes.

Outro fator é que há dificuldade em fazer o controle de peso corporal, o que pode levar a um quadro de obesidade e gerar consequências como propensão a doenças cardiovasculares e hipertensão. “Sem contar que um dos problemas mais citados ao falar de consumo excessivo de doces é a cárie, devido a desmineralização das estruturas dentárias”, comenta o nutricionista.

Atenção aos excessos

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, do percentual de calorias consumidas diariamente, apenas 10% devem ser oriundas de açúcares. Em uma dieta saudável, esse nível de ingestão se restringir a 5%. O ideal é que a pessoa não consuma mais do que 50 gramas da substância por dia.

De acordo com Gonçalves, a dica é procurar manter as principais refeições nos horários corretos e não colocar o doce como o grande vilão. “O doce pode fazer parte da refeição, desde que de maneira equilibrada. Ele pode ser incluído na forma de sobremesas ou como café da manhã, se tiver como base a adição de frutas, por exemplo”, recomenda.

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Além disso, é possível apostar em receitas de doces com ingredientes naturais, que podem ir desde cremes de cacau a picolés de frutas. “É importante não se culpar caso queira comer um doce, ele pode fazer parte da alimentação. É preciso apenas que haja atenção a quantidade e a frequência”, alerta o especialista.

Fonte: Leone Gonçalves é nutricionista, educador físico e acadêmico de Biomedicina

Danoninho caseiro e saudável com quatro ingredientes

O grande protagonista desta receita é o inhame

Todo mundo, independente da origem, possui uma memória afetiva relacionada à comida. Seguindo esse pensamento, temos certeza de que você tem alguma lembrança com relação ao danoninho, já que o alimento era servido como sobremesa após o almoço ou depois de daquela farra entre os amigos.

Pensando nisso, o Sítio A Boa Terra separou uma receita de danoninho usando o inhame como grande protagonista por apresentar uma série de nutrientes que vão ajudar na prevenção de doenças do coração, além de fortalecer os ossos e melhorar a saúde. Confira o passo a passo.

Danoninho de Inhame

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Ingredientes:
• 2 inhames grandes cozidos e sem casca
• 250g de morango
• Leite de coco a gosto
• Mel a gosto

Preparo:
Bata no liquidificar os inhames, os morangos e o leite de coco até ficar homogêneo. Em seguida, adoce com mel. Deixe na geladeira por pelo menos uma hora e consuma gelado.

Sobre A Boa Terra

O Sítio A Boa Terra é um dos pioneiros na agricultura orgânica no Brasil e na entrega de cestas orgânicas na porta de casa. Em 1981 os fundadores Joop e Tini seguiram o sonho de uma sociedade mais justa e uma agricultura também mais justa, mais em equilíbrio com a natureza, com o homem que produz e que se alimenta da terra. Tudo isso em uma época que a grande maioria das pessoas não sabia, nem nunca tinha ouvido falar o que era um alimento orgânico. Atualmente, centenas de famílias são atendidas por semana na grande São Paulo, Ribeirão Preto e algumas cidades mais próximas ao Sítio.

Importância da alimentação para a saúde da pele no inverno

Durante o inverno, é normal a diminuição das taxas de umidade do ar devido às temperaturas mais frias. Além disso, nesse período a maior parte das pessoas tende a tomar banhos mais quentes e a transpirar menos. Todos esses fatores em conjunto contribuem para a deixar a pele mais sensível e seca.

Por isso, para evitar ou amenizar o ressecamento da pele do corpo e do rosto é muito importante fazer hidratações corporais mais profundas, se atentar ao consumo adequado de água e investir em uma alimentação mais saudável.

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Vários estudos têm demonstrado a influência do consumo de determinados micronutrientes e outros compostos presentes em alimentos na saúde da pele. As vitaminas C e E atualmente são os melhores exemplos já estudados.

Portanto, nessa época do ano, o ideal é consumir vegetais e frutas como brócolis, repolho, cenoura, morango, laranja e limão, que são fontes importantes de vitamina C, e adicionar às refeições alimentos como castanhas, nozes e amêndoas, ricos em vitamina E que ajudam a proteger a pele contra a ação de radicais livres, minimizando os efeitos de envelhecimento precoce das células e, consequentemente, a formação de rugas e ressecamento da pele.

Já a vitamina C, além de combater os radicais livres, fortalece a pele, deixando-a com aparência mais jovem e viçosa, devido à participação na síntese de colágeno e na contribuição para maior firmeza e sustentação da pele.

Além disso, nesse período é muito comum que as pessoas diminuam a ingestão de água e de líquidos em geral, o que acaba intensificando ainda mais o processo de ressecamento da pele. Quando o consumo de água permanece adequado, a cútis tende a permanecer mais macia e elástica. Para aqueles que apresentam uma dificuldade maior em se hidratar durante o clima frio, uma opção é a ingestão de chás a base de ervas naturais, intercalando com o consumo de água.

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Foto: Emily Beeson / Morguefile

Para manter a saúde da pele mesmo em climas frios e secos, é necessário se atentar ao cuidado de dentro para fora, com uma alimentação balanceada e com a ingestão correta de líquidos, e não somente o cuidado externo com o uso de hidratantes e outros cosméticos.

*Bruna Pavão é nutricionista da Grano Alimentos

Nutricionista indica lanche rápido para o home office

Ale Luglio atendeu um pedido de A Tal da Castanha para ajudar quem precisa manter uma melhor alimentação em casa

Apesar da flexibilização de algumas regras no isolamento social, muitas pessoas ainda continuam trabalhando de casa. E é aquela história: café da manhã reforçado, repetição do almoço, um docinho aqui e uma massa para fechar o expediente. Com tantas delícias ao alcance, fica até difícil manter uma alimentação equilibrada e saudável.

Mas como resistir a tanta tentação? A dica é tentar manter o equilíbrio e, eventualmente, incluir algumas guloseimas para não deixar a rotina carregada de obrigações e deveres.

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Para dar uma maneirada na comilança, a nutricionista Ale Luglio, que é uma das embaixadoras dos produtos A Tal da Castanha, mostra que um café orgânico com leite vegetal de castanha de caju no aerador pode ser uma ótima companhia com banana quente, castanha-de-caju e canela.

Fonte: A tal da Castanha

 

Conheça cinco alimentos que ajudam no controle do colesterol

Especialista explica quais alimentos e hábitos devem ser adotados para evitar doenças cardiovasculares

No mês em que é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Colesterol (8 de agosto), o Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (Cejam) lista alimentos que podem contribuir para o controle desta doença, que afeta 40% da população brasileira e é responsável por cerca de 300 mil mortes anuais no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

Segundo Ivia Fulguera, médica cardiologista do Cejam, a manutenção da saúde cardiovascular requer três cuidados essenciais: monitoramento periódico da pressão arterial, alimentação com pouca gordura trans e saturada e atividade física.

Sendo assim, a especialista aponta alguns alimentos que podem contribuir com a saúde cardiovascular:

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• A soja pode diminuir o nível de colesterol de LDL (colesterol ruim) já que é uma fonte importante de fitosterol e ácido linoleico;

cebola roxa Anh Nhi Đỗ Lê por Pixabay
Anh Nhi Đỗ Lê/Pixabay

• Cebola, repolho e alface podem ser substituídos pelos mesmos alimentos, porém na cor roxa, que contêm antocianina, um corante natural e antioxidante que ajuda a evitar o colesterol alto;

suco de uvas Babs Müller por Pixabay
Babs Müller/Pixabay

• Suco de uva natural, que também é uma ótima escolha pois tem resveratrol, pode aumentar o colesterol de HDL (colesterol bom);

chocolate amargo cacau elsenaju
• O chocolate contém antioxidantes e, se consumido com moderação, não aumenta o colesterol ruim;

ovos sanduiche saudavel
• Não é necessário evitar comer ovos, consumir um por dia não aumentará o risco de doenças cardiovasculares.

E o mais importante, mesmo com o isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus, é fundamental manter acompanhamento médico.

Fonte: Cejam

Estresse pode causar perda de apetite; veja maneiras de lidar com o problema

O estresse pode causar um impacto dramático em nossos hábitos alimentares. E há pessoas que ficam sem se alimentar por longas horas ou dias, por conta da perda de apetite. Saiba como lidar com isso e recuperar o prazer pela alimentação saudável

Durante esse período sem precedentes em que a pandemia ainda continua a nos deixar esgotados mentalmente, todos estamos processando o estresse de maneira diferente. E há um impacto dramático disso em nossos hábitos alimentares.

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“As alterações emocionais são as principais responsáveis pelos comportamentos alimentares equivocados nesses tempos de pandemias. Muitos buscam o conforto das suas emoções nos alimentos e bebidas, muitas vezes se encaminhando para consumos compulsivos. Outros, por insegurança e desinformação, restringem o consumo de grupos ou quantidades alimentares importantes para a manutenção da saúde no momento atípico. Enquanto outras pessoas ainda, rodeadas de problemas e preocupações, simplesmente esquecem de se alimentar por longas horas ou dias”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Nesse último caso, algumas pessoas podem perceber que não importa o quanto de comida você prepara ou tenta abastecer a casa com os alimentos necessários para manter seu corpo saudável: ainda assim é difícil manter um apetite saudável. “Se for esse o caso, inicie o processo de recuperação do apetite, identificando seus estressores. Depois de fazer isso, avalie maneiras pelas quais você poderá reduzir o estresse; seja pedindo ajuda médica nutrológica, psicológica ou buscando controlar esse estresse”, completa a médica.

Segundo Marcella, a perda de apetite pode ser a resposta de luta ou fuga do seu corpo ao estresse e à ansiedade agudos e, a longo prazo, algumas pessoas podem recorrer à comida como alimento fonte de alívio do estresse. Em última análise, o que se resume é sintonizar como o estresse afeta seu corpo especificamente. Abaixo, a médica dá algumas dicas de como recuperar o apetite diante do imenso estresse:

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Definir uma programação – se você ainda estiver tendo dificuldades depois de dar os primeiros passos para restaurar o apetite, tente fazer uma programação ou definir um alarme como um lembrete para comer. “Comece com os alimentos que você é capaz de tolerar e certifique-se de beber regularmente água”, diz a médica.

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Concentre-se em alimentos fáceis de digerir – em termos de escolha de alimentos, é bom encontrar um equilíbrio entre o que você gosta e o que será fácil para o seu corpo digerir. “Quando a ansiedade aumenta, às vezes essa perda de apetite vem acompanhada de náuseas”, diz a médica, acrescentando que, se o que você está comendo atualmente é desagradável, definitivamente vale a pena mudar as coisas. Outro ponto importante: nesse período de alto estresse, evite o autojulgamento com seus desejos: “Dê a si mesmo um pouco de prazer. Se você está ansiando por alimentos que normalmente não come, permita-se apreciá-los. Pode ser exatamente o que seu corpo precisa. Às vezes, a comida traz lembranças agradáveis, uma espécie de nostalgia que nos faz sentir um pouco melhor”, diz a nutróloga.

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Aposte nos temperos – “O uso de ervas aromáticas e especiarias para acentuar os sabores e aromas pode ser uma ótima estratégia. Pimentas também podem ser utilizadas sem exageros”. A médica destaca alguns alimentos que aguçam o paladar e podem ajudar nesse período: “Podemos usar ervas aromáticas como salsa, cebolinha, coentro, manjericão, tomilho, alecrim, manjerona, alfavaca, orégano e especiarias como cúrcuma, gengibre, canela, mostarda, raiz forte, canela, cravo, pimentas, além de alho e cebola, que podem ajudar a acentuar o sabor dos alimentos, sem impactar negativamente em sua qualidade e ainda trazer funcionalidades, já que apresentam características anti-inflamatórias, antioxidantes e de reforço ao sistema imunológico”, diz a médica.

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Myriam Zilles/Pixabay

Experimente boas lembranças do alimento – tente um “comfort food”, ou seja, considere comer algo que você já gostou quando estava em um momento com as pessoas que ama. Vários alimentos podem ser considerados comidas de conforto, porque a sensação está vinculada a preferências e experiências individuais. Podem ser desde comidas caseiras, receitas de família, sobremesas tradicionais, até alimentos saudáveis, com composição, textura e temperatura agradáveis. “Esse conceito ganha cada vez mais adeptos no mundo, na linha contrária dos fast foods e das receitas super elaboradas. O principal conceito da culinária comfort é a simplicidade”, diz a médica. “Essa comida afetiva e confortável mexe com a memória e é ligada às boas lembranças, trazendo aconchego, ao remeter ao aroma da cozinha, da infância, de momentos e experiências especiais que ficam para sempre na memória. Ela confere inúmeros benefícios à saúde”.

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Busque aconchego também nos amigos – à medida que a perda de apetite persiste, é importante considerar o apoio externo. “As pessoas devem perceber introspectivamente como está a saúde mental. Com o apoio de um terapeuta, você pode aprender novas ferramentas e habilidades que podem ajudá-lo a lidar melhor com o estresse, a fim de garantir que você esteja comendo, dormindo e funcionando da melhor maneira possível”, diz a médica. “Além disso, mesmo que seja virtualmente, você pode conversar com amigos e amigas por meio de um brunch virtual. Todos vocês poderiam fazer aperitivos como se estivessem em um restaurante juntos. Esta é uma maneira de ajudar a obter um sentimento positivo ao comer novamente”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologiado Hospital do Servidor Público de São Paulo.