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Quais alimentos ajudam a combater a ansiedade?

Fabiano de Abreu, PhD, neurocientista e neuropsicólogo, fala quais são os alimentos que podem ser consumidos para diminuir o nível de ansiedade

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com maior prevalência de pessoas ansiosas no mundo, no qual aproximadamente 9,3% da população sofrem com algum transtorno de ansiedade. E se você faz parte desse grupo de pessoas, que vira e mexe é tomado por sensações de angústia e tristeza, saiba que é preciso prestar bastante atenção em sua alimentação.

Segundo o PhD, neurocientista e neuropsicólogo, Fabiano de Abreu, a ansiedade é um transtorno mental que se desencadeia por diversos motivos, podendo ser traumas, estresse, genética, doenças físicas e até mesmo a depressão. “A ansiedade constante, desregula outros mensageiros bioquímicos responsáveis por nosso humor, sono, temperatura corporal, fome, entre tudo o que fazemos para sobreviver. Isso acontece porque, como sabemos, tudo na vida provém de melhor resultado quando em equilíbrio e nosso organismo precisa estar em homeostase para que tudo funcione bem”, explica.

E como bem dito pelo neurocientista, ter equilíbrio é fundamental. Mas Abreu, entende que muitas pessoas para fugir da angústia recorrem a má alimentação e acabam ingerindo alimentos que ao invés de ajudar, pode piorar ainda mais o quadro emocional do indivíduo.

“É importante diminuir o consumo de alimentos que possuem muita açúcar e farinha de trigo, já que estão associados com alterações na glicemia e na produção de serotonina, conhecida como hormônio da felicidade. Por outro lado, consumir banana e chocolate, pode ser um bom aliado, visto que esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, promovendo o relaxamento e ajudando a combater a ansiedade”, acrescenta.

Abaixo, Abreu listou e explicou quais são os alimentos que ajudam a combater a ansiedade

Linhaça

Ômega-3: é uma gordura boa e rica em EPA e DHA, ácidos graxos que melhoram o funcionamento do cérebro e reduzem a ansiedade. Essa gordura pode ser encontrada nos seguintes alimentos: atum, salmão, sardinha, linhaça, chia, castanhas, e abacate.

Chia

Magnésio: alguns estudos sugerem que o magnésio poderia ajudar no tratamento do estresse e da ansiedade, pois melhoram a função do cérebro. Esse mineral está presente em alimentos como aveia, banana, espinafre, sementes de abóbora, gergelim, linhaça e chia, e nos frutos secos como castanha-do-pará, amêndoas e amendoim.

Salmão

Triptofano: é um aminoácido que ajuda na produção de serotonina, que é um hormônio essencial para evitar a ansiedade, o estresse, a depressão e a insônia. Esse aminoácido pode ser encontrado em alimentos como carnes, frango, peixes, ovos, banana, queijo, cacau, tofu, abacaxi, salmão, chocolate negro e frutos secos em geral, como castanha, nozes e amêndoas. Confira uma lista completa dos alimentos ricos em triptofano.

Fonte: Fabiano de Abreu é doutor e mestre em Psicologia da Saúde pela Université Libre des Sciences de l’Homme de Paris; Doutor e Mestre em Ciências da Saúde na área de Psicologia e Neurociência pela Emil Brunner World University; Mestre em psicanálise pelo Instituto e Faculdade Gaio, Unesco; Pós-Graduação em Neuropsicologia pela Cognos de Portugal; Três Pós-Graduações em neurociência, cognitiva, infantil, aprendizagem pela Faveni; Especialização em propriedade elétrica dos Neurônios em Harvard; Especialista em Nutrição Clínica pela TrainingHouse de Portugal.

Ansiedade tem cura? Confira cinco formas de aliviar sintomas e tentar se curar

Será que a ansiedade tem cura? Será que é possível ter um nível de ansiedade que seja saudável? Nos dias de hoje, muita gente precisa aprender a lidar com a ansiedade, que nada mais é do que uma emoção natural do ser humano. Emoção, entretanto, que pode prejudicar a qualidade de vida e o dia a dia das pessoas.

No texto de hoje, além de responder às questões levantadas acima, você vai entender mais sobre o fenômeno da ansiedade e de aprender cinco formas de aliviar os sintomas de forma natural ou com medicamentos.

A ansiedade pode ser saudável?

A resposta é: sim. Existem níveis saudáveis e funcionais de ansiedade. A ansiedade é uma emoção natural, que todo ser humano tem a capacidade de sentir. Então, se todo o ser humano é capaz de sentir ansiedade, não faz sentido dizer que a ansiedade é uma doença. Afinal, se a capacidade de sentir ansiedade é algo universal, deve ser porque ela tem alguma função. E se você estuda a fundo o fenômeno da ansiedade, você entende a função natural da ansiedade: ela prepara o seu corpo para um perigo no futuro.

Você já deve ter percebido que a sua ansiedade aparece, na maioria das vezes, associada a algum problema ou perigo futuro. Por exemplo, se você tem que se preparar para uma prova daqui a duas semanas e ainda não estudou, você sente ansiedade. Ou se você tem uma conversa difícil com o seu marido e ainda não pensou em como irá conduzir o diálogo, você terá ansiedade. Em outras palavras, a ansiedade é uma emoção natural que serve para avisar você de um perigo futuro, para que você se prepare para esse perigo.

Portanto, se a sua ansiedade não lembrasse você de estudar, talvez você não se sentisse pressionado o suficiente para se dedicar ao estudo e passar na prova; se a sua ansiedade não lembrasse você de que essa conversa difícil está prestes a acontecer, talvez você chegasse despreparada na conversa e a conversa se transformasse numa briga. Assim, a ansiedade pode ser saudável quando ela ajuda você a se preparar para um perigo real do futuro.

Ansiedade tóxica

Assim como a gente falou da ansiedade saudável, a gente precisa falar da ansiedade tóxica, que é quando a ansiedade passa do nível saudável. A ansiedade pode ficar tóxica toda vez que você tem alguns sintomas físicos de ansiedade e tem preocupação excessiva relacionada a um problema, mas essa preocupação não se transforma em atitudes práticas para resolver o problema.

Ou seja, quando, em vez de conseguir usar a ansiedade para sentar e estudar, você fica remoendo aquele problema na sua cabeça e nada de prático acontece. Ou, por exemplo, quando em vez de se preparar para essa conversa difícil com o marido, você fica remoendo ela na cabeça e chega para a conversa despreparada.

Tratamentos naturais para ansiedade:

Mesmo não podendo dizer que a ansiedade tem cura, vamos começar com os tratamentos naturais para a ansiedade. Selecionamos três para vocês:

Exercício físico

O primeiro dos tratamentos naturais é aumentar o exercício físico na sua vida. Exercício físico é um antidepressivo natural e um ansiolítico natural. Além disso, pessoas que praticam exercícios físicos regularmente têm de 30% a 50% menos chance de desenvolver um transtorno de ansiedade do que pessoas que não praticam. Isso significa que praticar atividade física, nem que seja uma simples caminhada dia sim e dia não, pode ser uma ótima atitude de prevenção contra transtornos de ansiedade.

Sono

O segundo tratamento natural para a ansiedade é melhorar o sono. Dormir mal causa uma piora nos sintomas de ansiedade na maioria das pessoas. Seguindo a mesma lógica, dormir bem causa uma melhora e uma diminuição dos sintomas de ansiedade para a maioria das pessoas também. E é por isso que você pode tomar, hoje, atitudes simples para melhorar o seu sono – atitudes que custam zero reais e têm um alto poder de impacto. Por exemplo, Você pode começar a fazer uma rotina de sono. Ou seja, ter um passo a passo antes de dormir que se repete, sempre igual, para acostumar o seu cérebro com a hora de dormir. Também, outra atitude muito útil para ter um sono melhor é escutar um relaxamento guiado todo dia antes de dormir. Confira abaixo o relaxamento guiado feito pela Eurekka.

Psicoterapia

Foto: Shutterstock

E a terceira forma de tratamento natural contra a ansiedade é a psicoterapia. A função mais importante da terapia para a pessoa com ansiedade é ensinar ela a se autoacalmar e ajudar ela a enfrentar as coisas que causam ansiedade, em vez de fugir. Porque, na terapia, você consegue reverter esse ciclo vicioso que cada vez faz você ficar mais isolado. Em alguns casos, o terapeuta ajuda você a fazer isso com técnicas da psicologia e você consegue enfrentar os seus medos e ansiedades, um pouquinho de cada vez. E de todos os tratamentos naturais, esse é um dos que mais tem efeito.

Tratamentos medicamentosos para ansiedade:

No tratamento com um médico e com um psiquiatra para ansiedade, existem dois medicamentos que são os mais comuns, ok? O primeiro tipo de medicamento são os remédios antidepressivos e o segundo tipo de medicamento são os remédios calmantes.

Remédios antidepressivos

Shutterstock

Pouca gente sabe disso, mas os remédios antidepressivos também são usados para o controle da ansiedade! Por isso, não fique assustado se o seu psiquiatra receitar um remédio antidepressivo e o seu caso for ansiedade. O objetivo desse remédio é equilibrar a química do seu cérebro, para que você tenha um pouco mais de ânimo e um pouco menos de agitação.
Esses remédios não têm efeito imediato, mas começam a fazer efeito a partir de duas ou três semanas de uso. Alguns dos princípios ativos mais comuns nesse tipo de remédio são: fluoxetina, sertralina, paroxetina, escitalopram, citolopram etc.

Remédios calmantes

Foto: Morguifile/Starblue


Os remédios calmantes, diferentes dos remédios antidepressivos, têm um efeito imediato. Geralmente, o remédio calmante é receitado pelo psiquiatra para ser usado durante um momento de crise ou logo antes de dormir para facilitar o sono.
Esses remédios não devem ser usados em excesso, pois podem causar dependência, ao contrário dos remédios antidepressivos. Nomes comuns desses remédios: alprazolam, clonazepam, rivotril e diazepam.

Fonte: Eurekka

Confira hábitos que ajudam a evitar e combater a gastrite

Dor ou sensação de queimação na boca do estômago são alguns dos sinais de gastrite. A estimativa da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FGB) é de que 70% dos brasileiros sofrem com os incômodos causados pela inflamação na mucosa do estômago. 

Aguda ou crônica, a gastrite tem diferentes causas. A doença tem sintomas em comum com outros problemas digestivos. A orientação é se consultar com um especialista em gastroenterologia que irá pedir os exames adequados para o diagnóstico do motivo da inflamação do estômago para o tratamento adequado. 

O Ministério da Saúde destaca que, além dos medicamentos, o paciente precisa mudar os estilos de alimentação e de vida. Estar atento ao funcionamento do próprio organismo e adotar cuidados simples ajudam a recuperar a saúde. 

Atenção às refeições 

De acordo com o Ministério da Saúde, a pessoa deve se alimentar bem e com calma, mastigando bem os alimentos. Determinar horários para café da manhã, almoço e jantar contribuem para evitar a gastrite. Não é recomendado ficar muitas horas em jejum e indica-se optar por refeições curtas ao longo do dia em vez de uma grande refeição.

As orientações do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ) sobre a mudança nos hábitos alimentares incluem retirar ou reduzir o consumo de café, chás mate e preto, leite e derivados, chocolate, sal e gorduras em excesso, além das frituras, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Picles, feijão, brócolis, repolho, rabanete, nabo, tomate, couve-flor, couve, pepino e rabanete também devem ficar fora do cardápio. 

Outros produtos que costumam ser retirados da rotina de alimentação de pacientes com gastrite são alimentos enlatados ou embutidos, doces processados – como doce de leite, marmelada, goiabada, pé-de-moleque, cocada, geleia, compotas – e as frutas secas e cristalizadas. 

Pixabay

Especialistas do HUCFF lembram que temperos e condimentos em geral – molhos industrializados, mostarda, ketchup, molho tártaro, caldos concentrados em geral, molho inglês, massa de tomate, pimenta, vinagre – também são vilões para pessoas com este quadro. As frutas não podem ser oleaginosas, como as nozes, avelã, coco, amêndoa, castanha-de-caju, castanha-do-pará, amendoim, pistache, nem ácidas, como limão, laranja, abacaxi, damasco, pêssego, cereja, morango e kiwi. 

A prioridade é um cardápio leve com verduras e com carnes magras. Ou seja, salsicha, linguiça, enlatados, patês, carnes gordas, bacon, carne de porco, embutidos em geral, presunto, mortadela e alimentos em conserva estão fora da dieta até a melhora do paciente. 

Prevenindo as causas 

Alguns dos motivos que desencadeiam a gastrite são o tabagismo e o efeito colateral pelo uso de analgésicos, aspirina ou anti-inflamatórios além do prescrito pelos médicos. Portanto, abandonar o cigarro e não abusar de remédios colaboram para evitar ou melhorar o quadro do paciente. 

O Ministério da Saúde indica ainda que a doença também pode ser causada pela bactéria Helicobacter pylori ou até ter origem autoimune. Neste caso, os anticorpos produzidos pelo sistema imunológico atacam e destroem as células gástricas da própria pessoa. 

Cuidando do lado emocional 

Foto: MD-Health

“Gastrite nervosa” é um autodiagnóstico comum entre as pessoas. No entanto, o Blog da Saúde do Ministério da Saúde explica que não existe este tipo de gastrite. O motivo é que estresse, problemas emocionais e pressão psicológica podem interferir no funcionamento do sistema digestivo. Esses quadros podem desencadear dores estomacais, acidez e refluxo. No entanto, eles não são considerados gastrite por não haver inflamação. 

Nesses casos, é necessário tratamento adequado para que o paciente recupere a qualidade de vida. A pessoa deve procurar o gastroenterologista e o apoio de um especialista em psiquiatria ou psicologia para o suporte adequado. Outra orientação é evitar a automedicação e receitas caseiras indicadas na internet que podem agravar a situação. 

Apareceu sintomas? Procure o médico 

Além da dor de estômago intensa, que pode ser rápida ou permanente, a Rede D’Or São Luiz enumera outros sinais de suspeita de gastrite, como sensação de estufamento, indigestão ou má digestão, sensação de estômago cheio após pequenas porções de comida, azia e perda de apetite. Em alguns casos mais sérios, o paciente pode sofrer com náuseas e ter sangue nas fezes e no vômito. 

Aos sinais de gastrite, deve-se relatar todos os sintomas para auxiliar o médico a fazer o histórico clínico. É indicado exame físico e solicitada uma endoscopia, que é o principal procedimento para diagnóstico de gastrite. Também pode haver investigação complementar por raios-X e, se necessário, biópsia.

A partir da identificação das causas da gastrite, a pessoa recebe as orientações para o tratamento adequado, com medicamentos prescritos para reduzir a quantidade de ácido no estômago.

Fonte: Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF)

Dicas para amenizar a ansiedade nos relacionamentos online

Apostar em hobbies e cuidar da saúde mental são importantes para enfrentar o momento de incertezas

Já estamos há mais de um ano enfrentando o distanciamento social e não temos previsão de quando as restrições serão amenizadas. A ansiedade causada pelo momento de incertezas afeta a todos de alguma forma.

Para os solteiros, a sensação de solidão pode ser ainda maior. Porém, o Bumble, o primeiro e único aplicativo de relacionamento do mundo onde as mulheres dão o primeiro passo, notou um aumento no uso das ferramentas dentro do app, o que mostra que as pessoas estão, mais do que nunca, buscando conexões significativas.

“Percebemos um aumento nos níveis de engajamento dentro do aplicativo com os recursos de encontros online – como chamada de voz e de vídeo -, e tivemos um aumento de quase 70% no uso de chamadas de vídeo depois que o estado de emergência foi declarado na primavera passada nos Estados Unidos. Como chegamos a mais de um ano com restrições e distanciamento social, é emocionante ver um forte senso de esperança e otimismo em nossa comunidade ao usar ferramentas digitais como o Bumble para continuarem conectados”, diz Whitney Wolfe Herd, CEO e fundadora do Bumble.

Para ajudar seus usuários a lidarem com a ansiedade dentro e fora do aplicativo, o Bumble compartilhou algumas dicas:

Lembre-se que você não é a única passando por isso

Thinkstock

O mundo inteiro está sentindo os efeitos do momento que estamos vivendo. As chances de a pessoa com quem você está se conectando estar passando pelas mesmas aflições que você, são grandes. Pode até ser uma boa opção conversar com sua conexão sobre os sentimentos de exaustão e insegurança do período. Compartilhar sentimentos pode fazer com que vocês fiquem mais próximos.

Cuide da sua saúde mental

Insira atividades em sua rotina focando no autocuidado. Meditar, ter uma lista com afirmações positivas ou até escutar uma música que te deixe animada pode ajudar. Apostar nos hobbies também é uma ótima opção, como cozinhar, dançar ou qualquer outra atividade que melhore o humor.

Seja gentil consiga mesma

Estamos vivendo uma realidade completamente diferente, então não seja tão dura consigo mesma. Quando der o primeiro passo no Bumble, não tenha medo de ser você mesma – principalmente quando estiver conhecendo melhor sua conexão. Seja gentil com você e com o outro que tudo vai transcorrer de forma mais tranquila.

Dê um tempo, se precisar

Seja honesta com seus sentimentos, principalmente quando se trata de relacionamentos. É importante reconhecer as emoções e analisá-las. Se estiver se sentindo triste, insegura ou cansada, permita-se sentir tudo isso. Estar ciente destes sentimentos vai fazer com que você não se sobrecarregue. O Bumble entende a importância de se desconectar e por isso criou o modo “Não Perturbe”. Desta forma, o perfil fica inativo, porém o usuário não perde nenhuma conexão, podendo retomar quando quiser.

Não se pressione

Conhecer pessoas e se conectar deve ser leve e divertido. Relacionamentos devem somar às nossas vidas e não torná-las mais difíceis ou estressantes. Se a jornada não estiver mais te trazendo alegria, se permita dar um tempo, para que, quando voltar para o aplicativo, você esteja mais confiante.

Se você se sentir ansiosa durante sua jornada dentro do Bumble, o aplicativo traz diversos textos com temas sobre saúde mental. Para acessar, basta entrar no seu perfil e clicar no ícone da ferramenta “Segurança e Bem-estar” ou acessar o link safety.bumble.com.

Para saber mais baixe o app na loja de aplicativos do seu celular.

Sobre o Bumble

O Bumble foi fundado por Whitney Wolfe Herd em 2014 e é o primeiro aplicativo de relacionamentos feito para empoderar mulheres. No Bumble, as mulheres dão o primeiro passo para a criação de relacionamentos mais saudáveis e igualitários O aplicativo foi construído em torno de gentileza, respeito e igualdade, por isso responsabiliza seus usuários por suas ações e tem tolerância zero para ódio, agressão ou intimidação. O Bumble é gratuito e está disponível em todo o mundo na App Store e no Google Play.

Como a pandemia está afetando nosso corpo

A pandemia de Covid-19 e o estresse que veio com ela mudaram nossas vidas de muitas maneiras. Essas mudanças podem afetar a saúde, tanto física quanto mentalmente. Mas você pode fazer algumas coisas para limitar seus efeitos. Confira:

Ansiedade

Muitos aspectos da pandemia podem deixá-la mais ansiosa ou preocupada do que o normal. Se você tiver problemas para dormir ou notar mudanças no seu apetite ou sua energia, é uma boa ideia fazer uma pausa nas notícias e nas redes sociais e encontrar tempo para hobbies e exercícios, mesmo que seja apenas para fazer alongamento ou dar uma caminhada diária.

Depressão

As dificuldades causadas pela pandemia podem ser ainda mais difíceis de lidar se você se sentir isolado por causa do distanciamento físico. Se você se sentir triste, sem esperança ou mal-humorada na maior parte do tempo, é importante se conectar com amigos ou familiares e conversar sobre como está se sentindo. Se você ficar deprimido por vários dias, ou tiver pensamentos de se machucar, procure um médico ou psicólogo para obter ajuda.

Dores de cabeça

A ansiedade também pode afetar você fisicamente. Dores de cabeça e enxaquecas estão entre os sintomas mais comuns causados ​​por preocupação e incerteza durante a pandemia. Além de se desconectar e ser mais ativa, exercícios de meditação ou respiração podem ajudar a aliviar o estresse.

Perda de cabelo

Tufos de cabelo ralos ou caindo podem ser um sinal preocupante de estresse pandêmico, mas é apenas temporário. Acontece quando mais fios de cabelo do que o normal entram na “fase de queda” ao mesmo tempo. Você pode começar a notar dois a três meses após o início do estresse e que ele cessa depois que o estresse diminui.

Problemas dentários

Foto: LiveStrong

Se sua mandíbula estiver dolorida ou seus dentes doerem ou estiverem sensíveis, você pode estar cerrando a mandíbula ou rangendo os dentes sem saber. O estresse pode causar isso, e geralmente acontece quando você está dormindo ou se concentrando muito. Junto com os exercícios de relaxamento muscular, seu dentista também pode recomendar que você durma com um protetor bucal.

Problemas de pele

Lavar as mãos é uma parte importante para conter a disseminação da Covid-19, mas fazer isso com frequência pode quebrar os óleos naturais que protegem suas mãos e secá-las. Se você notar que suas mãos estão mais secas do que o normal, especialmente se você tiver uma condição como eczema, tente usar uma quantidade menor de sabão e água morna em vez de quente. Quando terminar, dê tapinhas nas mãos com uma toalha e, em seguida, use creme para as mãos ou vaselina.

Fadiga ocular

Foto: Optix

Durante a pandemia, as telas se tornaram uma conexão com o mundo exterior, seja um monitor para o trabalho, uma TV para entretenimento ou um telefone para as redes sociais. Mas passar muito tempo na frente delas pode causar queimação, coceira, olhos lacrimejantes e até mesmo visão embaçada ou dupla. Para se proteger, desligue as lâmpadas do ambiente para diminuir o brilho, certifique-se de que suas lentes corretivas seguem a prescrição, use lágrimas artificiais para ajudar com os olhos secos e faça pausas frequentes.

Ganho de peso

Foto: Pablo Merchan Montes/Unsplash

Durante a pandemia, várias coisas tornaram mais fácil ganhar quilos extras, como trabalhar em casa, fazer menos exercícios e fazer lanches quando estava estressada. Não seja muito dura consiga mesma, mas se sentir que precisa controlar seus hábitos alimentares, pode fazer um plano semanal de refeições e lanches, controlar o que come todos os dias, ou, se você trabalha home office, vá para a cozinha apenas quando puder sentar e saborear a comida.

Hábitos não saudáveis

Os maus hábitos são ainda mais difíceis de abandonar com o tempo disponível e poucas distrações. Quer se trate de beber álcool, fumar ou jogar videogame por horas a fio, é fácil escorregar e perder (ou ignorar) os sinais de alerta. Se você está fazendo algo em segredo ou uma pessoa querida tentou falar com você sobre isso, provavelmente é hora de parar. Se você tiver problemas para quebrar um hábito prejudicial à saúde, seu médico pode ajudar.

Dor no pescoço e nas costas

A mesa de jantar ou o balcão da cozinha não são necessariamente um bom substituto para a estação de trabalho ergonômica em seu escritório. Com o tempo, sentar-se em uma posição desleixada ou ter o monitor na altura errada pode danificar partes da coluna e causar todos os tipos de problemas no pescoço e nas costas. É melhor designar uma área de trabalho e seguir as diretrizes para torná-la o mais confortável possível. E não se esqueça de se levantar e andar frequentemente.

Dor nas mãos e nos pulsos

Uma configuração de trabalho confortável também é importante para outras partes do corpo. Certifique-se de que a altura da cadeira esteja ajustada para que os antebraços fiquem na altura do teclado. Mantenha o teclado reto ou inclinado para longe de você (nunca perto). Também é uma boa ideia fazer pausas e sacudir os pulsos com frequência. Também pode ajudar a manter as mãos quentes.

Fonte: WebMD

Pensamento de formiga ou vontade controlada? Como não exagerar nas tentações

Aquela vontade descontrolada de se acabar em doces pode ser uma resposta do organismo com falta de energia necessitando uma reposição de emergência. Quem explica é o farmacêutico homeopata Jamar Tejada (Tejard), da capital paulista que ainda ensina como driblar essa vontade por meio da medicina natural.

Foto: Shutterstock

Uma das consequências da exaustão física e mental – tão comum em tempos de pandemia – é o cérebro pedir o consumo de doces. Isso porque o açúcar é o alimento dos neurônios, as células cerebrais. E, para se manter vivo, o corpo humano precisa dessa substância. Após cinco minutos sem glicose, uma pessoa morre. E a fraqueza pode ser um sinal de alerta. Por isso que muitas vezes, pessoas que trabalham muito e usam muito a energia cerebral sentem tanta falta de doces.

Tejar explica que nem sempre ansiedade está ligada a isso: “Ansiedade na medida é fundamental para trabalhar, cumprir as tarefas do dia a dia e impulsionar a vida de uma maneira geral. Mas, ela sozinha não pode ser a única culpada pelos ataques descontrolados às barras de chocolate”.

Quando o corpo precisa de substrato um energético imediato, pede doce, e isso pode ser sinal de falta de controle nutricional. “Quando há esse descontrole, o cérebro pede glicogênio e, naturalmente, quer a glicose de rápida absorção, que são os doces, por isso a vontade desse consumo aumenta. Consumir alimentos ricos em carboidrato de alto índice glicêmico gera um pico de glicose. Se no momento que você comeu não houve uma atividade que exigisse essa demanda de energia, seu corpo vai armazená-la em forma de gordura e, pouco tempo depois, com a queda brusca de glicemia, o mecanismo da fome é ativado novamente, vira um ciclo vicioso”, explica o especialista.

Quando temos resistência à insulina, a vontade por açúcar vem logo depois do café, almoço ou do jantar. Ela precisa se conectar às nossas células para fazer com que a glicose entre no sangue e nos dê energia. Quando nos tornamos resistentes a essa ação, esse ciclo é interrompido fazendo com que a glicose não nos “reenergize”. O organismo então sente que precisa de mais energia ou de uma fonte rápida, daí nosso cérebro pede mais uma vez o açúcar, ou acabamos comendo mais do que precisamos ou recorremos ao açúcar.

Driblando o problema

Uma das maneiras de se esquivar das guloseimas é por meio da nutrição balanceada, alimentando-se de carboidratos de baixo índice glicêmico. “Manter o equilíbrio nutricional é o que vai diminuir muito o impulso por doces em geral. Mas, antes de tudo, é preciso ter atenção ao que desperta essa vontade. É preciso reabilitar o estilo de vida e rotina e rever as reais necessidades. É importante interpretar onde está o seu problema, ninguém te conhece mais do que você mesmo”, ensina Tejard.

A realização de exames laboratoriais como glicemia é fundamental para descobrir se essa compulsão não é devida a um possível diabetes, assim como exames de T3 e T4 para ver se não há uma disfunção na tireoide entre outros exames orientados por um médico ou nutricionista.

Pelos meios naturais

Se a vontade de doce insistir, uma das alternativas naturais mais indicadas por médicos e demais profissionais de saúde é uma fruta nativa do sul da Ásia chamada Garcinia. Essa fruta possui um efeito regulador do apetite, esse efeito ocorre no fígado, via regulação do nível hepático de glicose, o ácido hidroxicítrico atua como um barômetro nos níveis de glicose no sangue.

“Essa fruta é de escolha primária, já que não causa os danos comuns aos supressores do apetite que estimulam o SNC e que podem resultar em distúrbios psicológicos e cardiovasculares, entre outros. Você pode fazer uso de spray de tintura dessa planta ou ainda tomar as cápsulas, mas sempre com orientação e indicação de um profissional de saúde”, finaliza Tejard.

Fonte: Jamar Tejada é farmacêutico graduado pela Faculdade de Farmácia e Bioquímica pela Universidade Luterana do Brasil, RS, Pós-Graduação em Gestão em Comunicação Estratégica Organizacional e Relações Públicas pela (Universidade de São Paulo), Pós-Graduação em Medicina Esportiva pela (Fapes), Pós-Graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM, Pós-Graduação em Formação para Dirigentes Industriais com Ênfase em Qualidade Total – Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul-(UFRGS) e Pós-Graduação em Ciências Homeopáticas pelas Faculdades Associadas de Ciências da Saúde.

Saiba de que forma o consumo de chás pode ajudar no alívio do estresse e ansiedade

O estresse e a ansiedade fazem parte de qualquer lista dos principais males que atingem a população. É um problema global, que não escolhe raça, sexo, faixa etária nem condição social. Por isso, a busca por métodos que proporcionem o relaxamento está cada vez mais em voga. E alguns dos mais eficazes são oferecidos em forma de sachês.

No universo dos chás, há vários tipos que garantem resultados terapêuticos. Aliás, já faz muito tempo que a ciência provou que a bebida oferece outros benefícios à saúde.

“A forma como cada chá atua no organismo varia conforme as propriedades naturais da sua própria matéria-prima. Ou seja, o efeito calmante de alguns sabores são fruto daquilo que podem oferecer naturalmente. Não é medicamento”, explica Ana Paula Baptista, empresária e proprietária da empresa mineira especializada na fabricação de chás Soulchá.

Um dos mais conhecidos quando se trata desse efeito é o chá de flor de maracujá. O segredo de sua capacidade de diminuir o estresse e a ansiedade está nos flavonoides, que atuam diretamente no sistema nervoso, promovendo até mesmo o relaxamento muscular.

Foto: chamomileteaonline

“Outra opção é o chá de camomila, que além de terapêutico também é eficaz na melhora do sono. Ele ainda favorece a digestão, combate o colesterol ruim (LDL) e alivia as dores de cabeça”, afirma Ana Paula.

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“Uma dica: combine o chá de camomila com hortelã para intensificar a sensação de relaxamento. O mentol faz bem esse papel. Para prepará-lo, basta fazer uma infusão com folhas de hortelã e flores de camomila. Em seguida, peneire e desfrute”, indica.

Um terceiro chá bem conhecido é o de lavanda, que ajuda no combate à ansiedade, ao estresse, à insônia, às cólicas menstruais e às dores de cabeça. Seus compostos interferem diretamente no cérebro, ativando impulsos que elevam o humor e acalmam.

“É muito importante que os chás sejam associados a hábitos alimentares e de vida saudáveis, que contribuam para o desenvolvimento do equilíbrio necessário para deixar o estresse e a ansiedade exatamente no lugar que merecem: bem longe de nós”, conclui.

Fonte: Soulchá

Terapeuta dá três dicas para que você não seja um “cancelador”

Rejeição a Karol Conká acende discussão sobre linchamento virtual que pode causar transtornos psicológicos como ansiedade e depressão

Cancelar é o termo utilizado por usuários da web para definir o ato coletivo de reprovar e boicotar personalidades famosas (e até mesmo desconhecidas) que tenham atitudes consideradas moralmente erradas. Em outras palavras, é a nova forma de se referir ao linchamento virtual, prática que não só prejudica a carreira e reputação, como também afeta seriamente a saúde mental do cancelado e pode levar a transtornos psicológicos como ansiedade e depressão.

O caso mais recente é da cantora e apresentadora Karol Conká, participante do Big Brother Brasil 21, que saiu na terca-feira (23) do programa com rejeição de recorde de 99,17% por suas falas e comportamento de “canceladora” com outros participantes, o mesmo que ocorre aqui fora com ela. Mesmo antes de sua saída, Karol já tinha perdido mais de 200 mil seguidores e impacto negativo financeiro avaliado em cerca de R$ 5 milhões, somando shows, aparições em programas e posts patrocinados suspensos ou cancelados.

Para o terapeuta do Zenklub, Diego Prade, o julgamento moral sempre existiu, mas com o virtual as pessoas expressam mais aquilo que de fato pensam, sentem e rejeitam, sem filtro e em seu modo mais bruto. “O ser humano não é totalmente bom ou totalmente ruim, por isso, cancelar é uma forma de desumanização, você pega uma parte de algo que ela fez e passa a julgar somente com base naquele recorte de uma atitude ou de um período”, analisa.

Para não endossar a prática, tão prejudicial para as relações humanas, o especialista cita três dicas simples:

Não siga a manada

O posicionamento de uma figura de liderança e o consenso coletivo sobre determinado assunto ou pessoa certamente pauta a nossa opinião. No entanto, não é porque muita gente ache aceitável que você, indivíduo, tenha que achar e repetir o comportamento sem questionar. Por isso, antes de comentar sobre um tema que você não tenha conhecimento aprofundado, pesquise. Além disso, respeite o espaço e as redes sociais do outro.

Saia da sua bolha

Em um momento de polarização como o que vivemos, fica cada vez mais difícil se permitir conhecer e se surpreender com outras pessoas, até porque saber lidar com as diferenças é parte fundamental para a construção do respeito. Para isso, um bom exercício prático é conversar, ao menos uma vez por semana, com uma pessoa nova. A menos que o motivo de discordância implique em questões fundamentais, como o direito do outro de existir, vale a pena sair da chamada “câmara de eco”, expressão usada para se referir a diálogos em que só é possível ouvir a si mesmo.

Pratique a escuta empática

No processo do diálogo com o outro, ter a capacidade de escutar é imprescindível para entender que há outras formas de ver o mundo. Pequenas mudanças de atitude numa conversa, como ouvir sem interromper, não falar sobre si, perguntar mais do que interpretar e procurar não aconselhar, podem facilitar o entendimento do próximo e contribuem para deixar sempre o diálogo em aberto. Afinal, se colocar no lugar do outro, por mais difícil que seja em algumas situações, é o caminho para uma sociedade com mais respeito e com relações humanas mais saudáveis.

Sobre o Zenklub
O Zenklub é a maior plataforma de saúde emocional e desenvolvimento pessoal do Brasil. Criado em 2016 pelo médico Rui Brandão e pelo Doutor em Computação e telecomunicações José Simões, atualmente atende empresas em mais de 980 cidades e brasileiros em 124 países. A plataforma oferece sessões online com mais de mil psicólogos, psicanalistas, coaches e terapeutas, além de conteúdos em texto, áudio, vídeo e diversas outras ferramentas em seu aplicativo. Hoje, o Zenklub impacta 1,5 milhão de pessoas por mês e mais de 200 empresas, entre elas Votorantim Energia, Natura, Qualicorp, Tecnisa e Loggi.

Quando a ansiedade deixa de ser ‘normal’?

Entenda a diferença e os sintomas do transtorno de ansiedade, síndrome do pânico e depressão

O Brasil é o país mais ansioso do mundo de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). São 18,6 milhões de pessoas, o que equivale a 9,3% da população nacional. Com o isolamento social, o medo e as incertezas econômicas geradas pela pandemia do novo coronavírus, o quadro tem se agravado ainda mais. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) aponta crescimento importante na busca por suporte médico, tanto de pacientes novos, quanto daqueles que já haviam recebido alta.

Os diagnósticos mais comuns são Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Depressão. As causas são variadas, mas foram agravadas, em sua maioria, devido à mudança de hábitos ocorrida nos últimos anos. “A correria do dia a dia, excesso de tecnologia e informações e também a falta de conexão consigo mesmo, têm levado as pessoas a um empobrecimento do autocuidado, gerando privação do sono, autocobrança, ansiedade, estresse, alterações de humor, assim como dificuldade na regulação emocional”, aponta a psicóloga credenciada da Paraná Clínicas, Ana Paula Zanardi.

Cada paciente precisa ser avaliado individualmente, para identificação do problema, construção do tratamento e identificação dos gatilhos que desencadeiam as crises. Segundo a psiquiatra credenciada da Paraná Clínicas, Priscila Hage Bonicontro, “casos leves podem ser conduzidos apenas com psicoterapia. Já os casos moderados a graves, requerem uso de medicamentos específicos e podem ser aliados a psicoterapia” para o alívio do sofrimento emocional.

Além do tratamento convencional, é importante aprender a administrar o estresse e compartilhar as dificuldades do dia a dia, incluindo na rotina atividades que gerem prazer. “Cuidar do organismo proporciona saúde mental. Por essa e outras razões, devemos manter hábitos saudáveis e praticar atividades físicas regularmente, inclusive porque estudos demonstram que a liberação de hormônios e outras substâncias são importantes para a manutenção do humor”, reforça a psiquiatra.

Você sabe a diferença?

A ansiedade é um sentimento normal e benéfico para o ser humano. É uma resposta do organismo para um momento de perigo ou alguma situação diferente e pode ser traduzida como um “friozinho na barriga”. “O problema é quando esse sentimento se torna mais intenso e constante, trazendo sofrimento e prejuízo social para o indivíduo, deixa de ser ‘normal’ e passa ser considerado doença e deve ser tratado de forma correta”, explica Priscila.

Transtorno de Ansiedade: mal-estar e estresse causados por medos, preocupações excessivas ou antecipações de problemas que ainda não aconteceram e talvez nem aconteçam, estão entre os primeiros indícios de que a ansiedade ultrapassa os níveis saudáveis. Durante as crises, podem surgir sintomas físicos como pupilas dilatadas, batimentos cardíacos e respiração aceleradas, aumento da pressão arterial e também dos níveis de glicose no sangue.

Síndrome do Pânico: ocorre quando as crises de ansiedade começam a ganhar intensidade e frequência. “É o medo de ter uma crise e não conseguir ser socorrido em lugares muito abertos ou com muitas pessoas, por exemplo. Os sintomas podem variar desde tonturas e vertigens, aumento da respiração e palpitações, sensações de nervosismo e pânico incontroláveis, até sensação de iminência de morte”, contextualiza Priscila.

Depressão: é caracterizada pela perda ou diminuição do interesse e prazer pela vida, gerando angústia, tristeza, choro fácil, desesperança, prostração, isolamento social, pensamentos pessimistas, alterações do sono e apetite, entre outros sintomas. “A depressão não promove apenas a sensação de ‘infelicidade crônica’, mas pode provocar alterações fisiológicas, como prejuízo no sistema imunológico e o aumento de processos inflamatórios”, completa a psiquiatra.

Sobre a Paraná Clínicas
Fundada em 1970, a Paraná Clínicas é referência em planos de saúde empresariais e também atua na modalidade coletiva por adesão. Desde setembro de 2020, é operadora integrante da SulAmérica, o maior grupo segurador independente do Brasil. Carrega a missão de cuidar com excelência empresas e pessoas, oferecendo como diferencial os programas de saúde preventiva e promoção de qualidade de vida. Com uma infraestrutura moderna e planejada em uma rede interligada, a Paraná Clínicas conta com sete unidades próprias em Curitiba e Região Metropolitana, chamadas de Centros Integrados de Medicina: CIM Araucária; CIM CIC – 24h; CIM Fazenda Rio Grande; CIM Rio Branco do Sul; CIM São José dos Pinhais; CIM Unidade Infantil – 24h (ao lado do Hospital Santa Cruz) e CIM Água Verde – onde também operam o Hospital Dia, projetado para oferecer o que existe de mais moderno em procedimentos eletivos, e o Centro de Infusão, estruturado para atender com excelência os pacientes de oncologia, hematologia e reumatologia.

Psiquiatra Marco Antônio Abud promove aulas online gratuitas sobre ansiedade e depressão

Para aproveitar o período de alerta que ocorre no mês da conscientização sobre a saúde mental, denominado Janeiro Branco, o psiquiatra Marco Antônio Abud – responsável pelo canal Saúde da Mente, no YouTube, o maior do Brasil sobre o tema, com mais de 1,3 mi de inscritos – promove dois cursos on-line gratuitos voltados a pessoas interessadas em técnicas de controle da ansiedade e formas de lidar com a depressão.

“É uma forma não só de levar conhecimento sobre o tema, como também pode ser um primeiro passo para que essas pessoas tomem consciência sobre si mesmas para conseguirem lidar com essas questões. É importante ressaltar que a ansiedade e depressão são condições que afetam a maioria da população em algum nível e não devem ser tratadas como tabus”, explica Abud.

O médico desenvolveu técnicas para promoção da melhora da qualidade de vida de seus pacientes após anos de estudos e pautado pela sua própria experiência com a ansiedade. Aos 22 anos, o psiquiatra enfrentou sua primeira crise e, diante dos aprendizados como indivíduo e profissional, criou técnicas para ajudar a população em geral a lidar com essas barreiras.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo – no Brasil, os números chegam a 11,5 milhões e de acordo com o órgão, a doença será a mais comum entre a população até 2030. Além disso, em 2019 outro dado importante foi revelado: o Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, com cerca de 18,6 milhões de brasileiros sofrendo com o transtorno (9,3% da população).

De acordo com Abud, aulas e workshops online são uma maneira de oferecer conteúdo de qualidade sobre os temas de maneira acessível a todas as classes sociais. “É a minha forma de levar conhecimento sobre esses assuntos o mais longe possível, para pessoas das mais variadas origens e condições financeiras, com respaldo médico científico”, explica.

Como funcionarão as maratonas de aulas

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Atualmente, em tempos de pandemia, o isolamento se tornou uma medida de segurança para conter o coronavírus. A distância de amigos, familiares e pessoas do convívio social faz parte da realidade de inúmeras pessoas do mundo inteiro e tal fator, somado também ao luto (já são mais de dois milhões de mortes registradas mundialmente pela doença), vem agravando ainda mais a situação tanto de quem já sofria com transtornos mentais quanto de quem passou a desenvolvê-los.

Com o objetivo de ampliar o debate sobre a saúde da mente e qualidade de vida de forma democrática, as maratonas/ workshops se dividirão entre os temas ansiedade e depressão, ambos com quatro aulas gravadas que serão disponibilizadas às 10h da manhã, nos dias 17, 19, 21 e 24 de janeiro. Ocorrerão também aulas complementares ao vivo com o Dr. Marco nos dias 18, 20, 22 e 24.

A Maratona Livre da Ansiedade, que já conta com 57 mil inscritos, será focado nas pessoas que desejam conhecer os diferentes tipos do transtorno e suas crises, além de aprender a controlar a crise de ansiedade de forma prática e assim, conquistar uma vida mais harmônica e equilibrada, com mais felicidade, tranquilidade e redução do estresse.

Para participar, basta se inscrever no site clicando aqui.

Além disso, na aula do dia 24 de janeiro, Abud abrirá inscrições para uma nova turma do Treinamento para Mentes Ansiosas. Já na Maratona Supere a Depressão, que já possui 12 mil inscritos, o foco será desvendar e entender como e porque o transtorno ocorre, entendendo seu diagnóstico e as melhores formas de tratamento.

O objetivo é que, a partir do conteúdo proposto, o público possa aprender a lidar com a doença e assim, conquistar mais qualidade de vida, vitalidade, segurança em si mesmo e melhorar os relacionamentos. Para participar, basta se inscrever no site, clicando aqui.

Além disso, os participantes terão a oportunidade se inscreverem na nova turma do Treinamento para Mentes Depressivas, cuja inscrição também será liberada na aula do dia 24 de janeiro.

Abud frisa que as aulas das maratonas são um primeiro passo para o entendimento sobre os temas e estimulam o autocuidado, o que é especialmente válido para pacientes com sintomas leves e moderados, que possivelmente não precisam de medicação para tratar a condição.

“O autocuidado é um conjunto de estratégias que as pessoas podem colocar em prática para lidarem melhor com seus pensamentos, sentimentos e relações e, assim, melhorarem o bem-estar geral. No caso da saúde mental, é essencial estar alinhado aos estudos e práticas que auxiliam no controle de transtornos, como ansiedade e depressão. No entanto, nem sempre é possível fazer esse controle sozinho e buscar um tratamento adequado, começando por um psiquiatra ou psicólogo, se torna essencial”, finaliza o médico.