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Pessoas de 50+ são maioria entre os que procuram sites de relacionamento

O interesse de pessoas na faixa dos 50 anos por sites e aplicativos de encontro cresceu muito nos últimos anos no Brasil. Isso pode ser explicado por alguns fatores, como a facilidade de encontrar alguém com as mesmas afinidades e conhecer pessoas sem ter de sair de casa e se expor, por exemplo.

Segundo pesquisa do Match Group LatAm (detentora das marcas ParPerfeito, Divino Amor, G Encontros, SingleParentMeet, OurTime e Femme) realizada em abril de 2018, com 5.200 pessoas de várias idades, a faixa que englobava 50 a 59 anos era a maior: 35%. E a estratégia de segmentar sites por nichos deu muito certo por aqui, e o Our Time, voltado a pessoas acima dos 50, foi o que mais cresceu. Tanto que, em 2017, respondeu por 20% do faturamento da empresa.

A pesquisa mostrou que a maioria dos entrevistados (60%) é a favor do uso de sites e apps porque, por meio deles, já sabe se o outro possui os mesmos interesses e características que buscam em alguém antes de marcar um encontro. Aquele antigo preconceito de conhecer alguém usando esses métodos não existe mais: 83% disseram não ter problema em contar que encontrou alguém desse modo, enquanto 57% afirmaram conhecer casais que se encontraram e se casaram por meio desses recursos.

Entre os pesquisados, 36% responderam que não tinham medo de iniciar um novo relacionamento. Uma questão feita a todos foi o que achavam sobre encontrar alguém aos 50 anos, 97% disseram que era “incrível”. Já para a questão “Você acha mais fácil encontrar alguém depois dos 50?”, 50% acharam que sim, “porque as pessoas são mais maduras nesta idade”.

mulher computador lendo

Um dos dados mais interessantes é que, não importa a faixa etária, praticamente todos os entrevistados disseram que entram nas redes sociais para pesquisar a pessoa com quem estão conversando. E a rede social preferida é o Facebook (92%). A maioria confessou que a intenção era ver fotos.

“É uma forma mais rápida de conhecer pessoas, mais cômoda que sair, ir a bares ou festas. Tenho visto pessoas nesta faixa etária usando mais o Facebook, que dá a percepção de que quem está lá é conhecido e, assim, pode-se antecipar algo sobre a historia de vida do outro: o que faz, se trabalha, se é divorciado, tem filhos etc. Além disso, procuram quem tem amigos em comum, o que dá mais segurança e confiança”, afirma Vânia Calazans, psicóloga clínica da Elo Clinica De Saúde

Vânia diz que o preconceito sobre essa forma de conhecer pessoas é coisa do passado. Para ela, já é uma situação bastante comum, especialmente graças aos jovens, que usam muito os apps. “Isso ajudou a desconstruir a ideia de ser algo apelativo, feito por desesperados. Eu conheci histórias de relacionamentos bem sucedidos que se iniciaram assim. O preconceito diminuiu até porque, hoje, todos nós usamos muito as redes sociais, e isso se tornou mais familiar e habitual”.

Com ela concorda a terapeuta e sexóloga do site Solteiros50, Carla Cecarello: “Hoje em dia, o que rege o mundo é a Internet, e as pessoas nesta faixa também se renderam à tecnologia. Além disso, pelos sites e apps, abre-se um leque enorme de possibilidades e a pessoa pode ‘voltar ao mercado’ sem se expor tanto”.

Para Carla, as principais dificuldades desse público é aprender a mexer nos apps, em termos de funcionalidade: “Depois dessa fase, surge a dúvida: será que essa pessoa quer só sexo? Como há muita gente inscrita, é preciso selecionar com cuidado. Converse bastante, até por vídeo chamadas. Seja real no perfil, não adianta se mostrar diferente do que se é, pois do outro lado podem estar fazendo o mesmo, e você não vai gostar”, ensina.

Mais razão, menos emoção

computador mulher pixabay

Como dizem que na Internet as pessoas podem ser o que quiserem, Vânia aconselha aqueles que chegarem ao estágio do encontro ao vivo, que o ideal é se manter o mais racional possível: “Muitas vezes esses encontros ocorrem após algumas conversas virtuais. Nelas, um fala muito o que o outro quer ouvir, só apontando aspectos positivos, após ter algumas informações e entender o que o outro quer ouvir. É o começo de um jogo de sedução muito forte”, afirma.

Segundo a psicóloga, isso faz com que a pessoa vá ao encontro pré-disposta a se encantar e, neste sentido, é importante se manter racional e objetivo. Perceber quem é o outro e se manter, na medida do possível, atento aos sinais evita envolvimento com alguém interesseiro ou maldoso. “É importante buscar informações: a pessoa expõe a vida nos perfis sociais, quem são os amigos? Quanto mais informações, maior a segurança. Não se encante apenas com o que o outro quer mostrar”.

“Se gostar da pessoa, vá conhecê-la, mas não a deixe vir te buscar. Se chegar o momento de se relacionar sexualmente, vá para um motel, nunca para casa. E sempre use preservativo”, acrescenta Carla.

O desbravador

O site Coroa Metade nasceu no fim de 2012 e segue o modelo de matchmaker, sites de encontros, surgidos nos EUA, nos quais as pessoas preenchem amplos cadastros antes de começar a teclar. Seu diferencial foi ser voltado apenas para pessoas maduras. “A idade torna as pessoas mais seletivas. O site é procurado basicamente por homens e mulheres que não têm tempo a perder em encontros sem sentido, mas que ainda acreditam que é possível encontrar sua metade”, conta Airton Gontow, idealizador e diretor da página.

Em dezembro de 2018, o site chegou à marca de 489 mil cadastros e 76 casamentos realizados. Sobre o nome, Gontow explica: “Vimos que algumas pessoas não querem ser chamadas de coroas, mas o nome teve 84% de aprovação em uma pesquisa. De maneira geral, as pessoas percebem que é um nome carinhoso e, acima de tudo, hoje a moda não é esconder a idade, mas mostrar que se tem saúde e qualidade de vida, na idade que a pessoa tem.”

Agora, com todas essas informações e dicas, quem ainda estiver sozinho pode tentar a sorte e passar o próximo dia 12 de junho bem acompanhado.

Veja dicas de postura e segurança para usar sites ou apps de encontro*

Sixty-and-Me mulher computador

– Coloque fotos e preencha tudo, inclusive sobre quem procura.
– Seja verdadeiro em seu perfil.
– Escolha fotos que mostrem os melhores ângulos, mas nunca, em hipótese alguma, antigas que não mostrem como você é hoje;
– Antes de enviar uma mensagem, dê uma última lida. Isso serve tanto para uma reflexão quanto para uma revisão.
– Não deixe que a carência afetiva faça com que você se desvie do que procura. Se não deseja, em hipótese alguma, namorar uma pessoa que fume ou que more em outro estado, não gaste seu tempo com esse perfil.
– Atenção aos detalhes: se a pessoa interessada por você perguntar três vezes, ainda que em dias diferentes, qual sua profissão ou quantos filhos você tem, é um forte indício de que está flertando ao mesmo tempo com várias pessoas.
– Primeiro encontro: sempre em um lugar público. Não marque na sua casa e também não deixe a pessoa buscá-lo. Peça para alguém telefonar para você, e responda algo do tipo: “cheguei, sim, está tudo bem, estou em tal lugar…”, para deixar claro que sabem que você foi encontrar uma pessoa que conheceu no site. Na hora de voltar, por mais simpática e atraente que a pessoa seja, retorne também por conta própria.
– Entre com o coração aberto e acredite que sempre é tempo para ser feliz. Mágoas fazem parte da vida, mas ingresse no site com a mente atenta, lembrando das dicas e de tudo o que você sonha e busca.
– Em muitos lugares você pode encontrar pessoas maravilhosas, mas também as aproveitadoras. O mesmo ocorre na Internet, onde é ainda mais fácil criar um personagem fictício para conquistar e ludibriar;
– Existem normas de segurança. Uma fundamental: nunca, em hipótese alguma, envie dinheiro para a pessoa de quem você está se aproximando. E denuncie aos organizadores do site se alguém pedir dinheiro para você ou mesmo se tiver atitudes inconvenientes;

TECLADO COMPUTADOR
– Ainda neste tema, os motivos mais alegados pelas pessoas desonestas são: tratamento de doenças graves ou de contas hospitalares; liberação de passaporte, bagagem e entrada no país; pagamento de passagem para ir ao seu encontro; liberação de presente de valor ou dinheiro supostamente enviado para você; pagar contas, inclusive de telefone para continuar se comunicando; liberação de heranças (algumas vezes dizem que precisam se casar rapidamente para receber o espólio deixado por um parente distante). Esses são os mais utilizados. Não acredite e, repito, em hipótese alguma mande dinheiro qualquer que seja o motivo alegado;
– Como golpistas agem ao mesmo tempo em vários países, preste atenção nas mensagens com frases ficam repletas de erros ortográficos, de concordância ou mesmo sem nexo; muitos erros de português e palavras em outros idiomas, especialmente o inglês;
– Não são todos, mas boa parte dos golpistas virtuais diz que é ligada à marinha, exército ou aeronáutica. Também costumam dizer que atuam em áreas onde precisam viajar constantemente ou em lugares como plataformas de petróleo.
– Embora as vítimas preferenciais sejam mulheres, não é verdade que apenas elas sofram com golpistas. Para atrair homens, são colocadas fotos de mulheres extremamente bonitas, com perfis falsos.
– Não mande fotos comprometedoras nem se exponha em vídeos. Essas imagens podem ser mais tarde utilizadas para extorsão.
– Diz um velho ditado que “o segundo casamento é o triunfo da esperança sobre a experiência”. Muitas, talvez a maioria das pessoas que frequenta sites de relacionamento, acumularam tristezas e, em algum momento, disseram que não iriam mais casar. Mas a esperança de encontrar alguém que realmente seja compatível fala mais alto.
– Uma das melhores formas para conhecer alguém é se tornar uma pessoa cada vez melhor. Leia bons livros, assista a bons filmes, acompanhe as notícias, pratique ações beneméritas e conviva com pessoas boas, que tenham o que dizer e que, mais que palavras, tenham atitude e se preocupem com os outros.
– O termo Relacionamento Virtual não é completamente correto. Afinal, o meio é que virtual! O que vale é o olhar, o cheiro, o toque, o beijo, a energia. Mesmo com toda a mecanização do mundo moderno, continuamos a ser, felizmente, absolutamente humanos, em busca de carinho e de amor.
*por Airton Gontow, idealizador e diretor do site Coroa Metade

Elas encontraram o amor

Paulo Sérgio Calabria e Shirlei Pires - casal que se conheceu no site Coroa Metade
Paulo Sérgio e Shirlei 

A técnica em laboratório Shirlei Aparecida Pires, hoje com 55 anos, entrou no Coroa Metade em julho de 2013, após o término de um relacionamento de quatro anos. Isso por insistência de uma amiga, que estava preocupada com a tristeza que ela sentia. Queria que Shirlei se distraísse e conversasse com pessoas diferentes. “Meu apelido era Suzy 4 e, no começo, encarei como brincadeira, não levava fé. Porém, percebi que poderia conhecer alguém para compartilhar os momentos da vida. Procurei concentrar-me nas pessoas maduras como eu, resolvidas e independentes, que buscassem cumplicidade e companheirismo. Pessoas bem resolvidas tendem a saber o que querem, sem grandes rodeios”, conta Shirlei.

Ela chegou a conhecer alguns homens ‘interessantes, respeitáveis, educados e sinceros’. Mas foi apenas um que chamou a atenção dela, pela transparência e clareza de ideias, o ‘Piritubano’: Combinava com o que eu queria e, além disso, morava no bairro em que nasci e minha mãe vive até hoje: Pirituba. Conversamos muito pelo chat do site, até que passamos para o telefone e, mais tarde, marcamos um encontro, em um lugar público. Quase deu tudo errado e chegamos a nos perder. Eu me atrasei e, veja só, meu telefone estava sem sinal. Não sei como, mas consegui identificá-lo. Cheguei até ele e, com uma mistura de expectativa e dúvida perguntei: ‘Paulo!?’. E, assim, tudo começou.”, afirma. Hoje, ela e Paulo Sérgio Calábria, 56 anos, moram juntos.

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Daniela e Adriano

Já a consultora financeira Daniela Fabbrocini, de 52 anos, conheceu o namorado, Adriano, também com 52, no Happn. Ela se cadastrou no aplicativo em janeiro de 2018 e, em agosto, conheceu o atual companheiro. “Eu estava no Rio num congresso e resolvi ativar o aplicativo para ver se tinha alguém na mesma região. Gostei do que ele falou no seu perfil e começamos a conversar, mas não nos encontramos de primeira. Voltei pra São Paulo e passamos a nos falar durante horas quase todos os dias. Até que nos encontramos e, em agosto de 2018, começamos a namorar”. Daniela conta que também já fez uso de outros dois aplicativos de paquera, mas acha que é exceção entre pessoas da sua idade. “A maioria das minhas amigas tem muito preconceito com aplicativos. Depois que percebem que é possível conhecer pessoas legais, pra namorar, começam a mudar de ideia”.

Sites de encontro voltados a pessoas maduras
Coroa Metade 
Solteiros50 
Our Time 

mulher executiva celular
Pexels

Sites de encontro (gerais)
Amor & Classe 
Be2 
Poppin 
ParPerfeito 
OneAmour 
Match 
Namoro Online 
POF.com 

Aplicativos de encontro
Badoo
Happn
Tinder
Lovoo
eHarmony
Once
OK Cupid
Kickoff

O vício nas redes sociais e os impactos na saúde

Pesquisa da Diário de Campo revela que 64% das pessoas são compulsivas pelas redes sociais e 84% acompanham a vida de influenciadores digitais. Especialista alerta que a adesão maciça às redes pode ser prejudicial à saúde

A pesquisa #Hashtag Seguidores, realizada pelo Instituto de Estudos de Comportamento e Consumo Diário de Campo, com 1.260 pessoas de todo o Brasil, revelou que o hábito de acompanhar / seguir blogueiros(as) / influenciadores / celebridades é expressivo no país. E o hábito de acompanhar a vida de amigos, conhecidos e estranhos pode até gerar compulsão. O tempo excessivo gasto olhando e/ou curtindo fotos e vídeos no Instagram, por exemplo, tem efeitos diversos para a saúde e vida dos heavy users.

Das pessoas que estão no Instagram:
=84,3% dizem gostar de seguir e acompanhar com frequência blogueiros(as)/influenciadores/celebridades;
=12,2% seguem, mas não veem perfis dos influenciadores com muita frequência;
apenas 3,5% não seguem/não gostam de seguir influenciadores.

E os efeitos de acompanhar a vida de amigos, conhecidos e estranhos geram compulsão:

=64% dos entrevistados se consideram viciados na rede social Instagram;

=43% se assumem viciados em acompanhar influenciadores digitais.

“Esse número é ainda maior, pois há pessoas que não têm consciência ou então se envergonham e não admitem esse vício. Presenciamos isso durante o campo da pesquisa.”, revela Julianna Queiróz, sócia da Diário de Campo Pesquisa.

mulheres usando celular smartphone

O comportamento de entrar frequentemente em rede social e de seguir influenciadores tem alto impacto na vida das pessoas. A psicanalista Flávia Hasky, que estuda como a internet afeta as relações de cada um consigo mesmo e com os outros, explica que esse vício tem efeitos diversos e impacta cada indivíduo de modo singular

Flávia indica que “para uma pessoa mais desenvolta socialmente essa adesão maciça às redes sociais pode ser prejudicial, por reduzir os momentos de convívio com amigos íntimos e familiares, com a natureza ou mesmo o envolvimento em atividades culturais, por exemplo. Há ainda uma diminuição preocupante da capacidade de se haver com o tédio, de lidar com a própria solidão.”, completa.

Bruna Elia, de 24 anos, mestranda em antropologia, identifica alguns desses danos: “o Instagram não tem fim. Fico olhando e de repente me toco que eu estou há 2 horas sem fazer nada. Perco a hora, sempre me atraso pra sair de casa e ainda fico ansiosa por não conseguir ver tudo. Faço print para ler depois. Parece que você está presa ali. É como se ficasse dopada.”

No entanto, a psicanalista esclarece que para uma pessoa mais tímida pode até ser benéfico, pois o mundo dela tende a se expandir. ¨Ela se abre para realidades com as quais dificilmente teria contato por ser mais retraída socialmente.”, explica.

A médica Bruna Gomes, de 27 anos, diz que já aprendeu muito com as influenciadoras que segue. “Elas me fazem pensar sobre mim, me ajudam a refletir sobre vários assuntos, ampliam o meu olhar para o mundo. Já até mudei a minha forma de pensar por causa delas.”

Aspiracional

jovem mulher usando celular pexels

A pesquisa da Diário de Campo também revelou que redes sociais como o Instagram fomentam o aspiracional, ou seja, o sonhar com aquilo que não se tem: 67% das pessoas dizem preferir ver dicas de lugares, passeios, produtos que sabem que não podem pagar, mas que inspiram e fazem sonhar.

¨Se por um lado esse hábito de estar em contato com o inalcançável pode manter as pessoas em um constante lugar de falta, de escassez, elevando os níveis de ansiedade, por outro, paradoxalmente, também tem uma função terapêutica”, explica Renata Del Caro, também sócia da Diário de Campo Pesquisa.

Além disso, os influenciadores, por exemplo, têm um papel muito importante na construção de autoconfiança.

=56% das pessoas dizem que os influenciadores as ajudam a ter mais autoestima e se aceitarem como são;

=51% dizem que os influenciadores as ajudam a encarar a vida de forma mais positiva;

=44% das pessoas dizem que os influenciadores as ajudam a se relacionarem melhor com amigos, familiares, parceiros.

“Muitos influenciadores incluem em suas postagens frases motivadoras, de autossuperação, autoaceitação, dando estímulos necessários em momentos de carência e, até mesmo, aplacando e preenchendo o lugar de falta que o própria rede social fomenta com suas imagens, corpos e vidas perfeitas. Já, inclusive, nos deparamos com depoimentos de casos de depressão que foram amenizados por estímulos de influenciadores.”, diz Julianna Queiróz.

Para Jaqueline da Silva, de 38 anos, seguir pessoas que ela considera de sucesso, a ajuda a ter ideias de como melhorar sua própria vida. “A gente fica querendo acompanhar o que uma pessoa bonita faz para ficar daquele jeito. Quero ver a carreira dela para saber o que ela fez para chegar a esse patamar”, conta Jaqueline.

A influenciadora digital Kika, do perfil no Instagram @DicadaKika, diz perceber que “Hoje em dia está faltando mais esse contato mais próximo entre as pessoas. Vejo as pessoas mais carentes. Então, se a pessoa te vê ali falando no story, ela acha que você está conversando só com ela. Quando eu faço um story, eu penso que eu estou falando para aquela pessoa que está me vendo.”

É assim com Liliane Pereira, de 39 anos, uma das participantes da pesquisa Hashtag Seguidores: “Ver a Kika, do @DicadaKika, toda manhã me faz ter vontade de sair de casa, de viver! Ela ainda me apresenta lugares que antes eram só em sonho pra mim. Um dia ela até me incentivou ir no Copacabana Palace. Vendo ela lá e então sabendo como tudo é lá, acreditei que eu também podia ir.”

Escapismo

mulher executiva celular
Pexels

Redes sociais voltadas a fotos e vídeos espontâneos – como o Instagram – são escolhidos para momentos de escape do dia a dia, das questões pessoais, momento para espairecer. “O Instagram amplifica os espaços vazios dentro da rotina. Curtos momentos de pausa entre uma atividade e outra são expandidos.” explica Renata Del Caro.

=53% porque ajuda a passar o tempo;
=50% seguem porque os influenciadores são engraçados;
=45% seguem porque gostam de ver estilos de vida diferentes dos deles;
=41% seguem porque se sentem bem em ver pessoas que pensam como eles.

Metodologia

A etapa quantitativa da pesquisa #Hashtag Seguidores foi realizada por meio de questionários online com 1.260 pessoas, de 14 a 55 anos, de todas as regiões do Brasil. A etapa qualitativa foi composta de 30 entrevistas em profundidade presenciais e online. A pesquisa se deu entre março e maio de 2019.

Fonte: Instituto de Estudos de Comportamento e Consumo Diário de Campo Pesquisa

Aplicativo classifica locais considerados com risco de assédio a mulheres

Plataforma tem o objetivo de reduzir casos de violência e foi selecionada como finalista do programa Campus Mobile, iniciativa do Instituto NET Claro Embratel

SafeGirl é um aplicativo desenvolvido para contribuir na prevenção de assédio sexual. Pensada para o público feminino, a solução faz parte dos projetos finalistas do Campus Mobile, concurso de inovação e empreendedorismo do Instituto NET Claro Embratel, em parceria com a Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC/USP) e o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, que incentiva a formação de talentos junto a alunos universitários e recém-formados para atuação no mercado de conteúdos e novos serviços de telefonia móvel.

A solução, criada por Mateus Bezerra da Silva, estudante da Universidade Federal do Amapá, e Vitor Hugo Moraes e Brenda Sá, da Universidade Federal do Maranhão, incentiva mulheres a compartilhar no aplicativo a experiência que vivenciam nos lugares que frequentam, a partir de uma classificação com diferentes graus de segurança.

“A plataforma serve para empoderar as mulheres, reduzindo o número de casos de violência, combatendo diversas formas de opressão e proporcionando um espaço de promoção e proteção dos Direitos Humanos”, comenta Mateus.

celular carro pixabay
Pixabay

Além da classificação dos locais, outras funcionalidades devem ser adicionadas no aplicativo, como descontos para usuárias, acesso às leis que garantem seus direitos e também o contato de organizações de combate à violência contra mulher.

Viagem ao Vale do Silício

O aplicativo dos estudantes concorre com outros dois projetos na categoria Diversidade do Campus Mobile. Os vencedores do concurso serão premiados pelo Instituto NET Claro Embratel com uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, para uma imersão nas principais empresas de tecnologia do mundo, como Google, Facebook, Twitter e até mesmo a Universidade de Stanford, para finalizarem os projetos. O resultado final, com a indicação dos vencedores, será divulgado no dia 6 de maio.

Na sétima edição, o Campus Mobile, concurso de ideias e soluções para telefonia móvel, já premiou 18 aplicativos ao longo dos últimos anos. Durante o programa os participantes selecionados recebem monitoria de especialistas da área de inovação para o aperfeiçoamento dos projetos. Eles também participam de uma semana presencial em São Paulo, que conta com maratona de programação, palestras e visitas a empresas parceiras.

Fonte: Instituto Net Claro Embratel

Parques de São Paulo recebem aulas gratuitas de ioga, funcional e corrida

No mês do Dia Mundial da Saúde a Central Nacional Unimed promove aulas nos parques do Povo e Ibirapuera

Desde domingo (7) até o fim do mês de abril, os parques do Povo e Ibirapuera abrigarão aulas gratuitas de ioga, funcional e corrida. A iniciativa é uma ação da Central Nacional Unimed para chamar a atenção dos paulistanos sobre os benefícios que a prática de atividade física regularmente proporciona à saúde. Os interessados podem conferir a agenda completa das atividades e se inscrever pelo aplicativo Mude Fit.

aula yogaaula

As aulas são ministradas por instrutores parceiros da Mude, plataforma digital que promove atividade física ao ar livre em diferentes cidades brasileiras. As aulas de ioga têm capacidade para 100 participantes, enquanto as aulas de corrida e funcional têm 40 vagas disponíveis, cada.

No Parque Ibirapuera, o ponto de encontro para fazer as aulas é no portão 7. Já no Parque do Povo, os interessados em se juntar ao grupo devem ir até o portão 1 pela Avenida Henrique Chamma. A agenda completa das aulas oferecidas pela Central Nacional Unimed, com os horários, datas e local de cada modalidade, está disponível no aplicativo.

Para participar, os interessados devem baixar o app MUDE Fit, se cadastrar, selecionar a cidade de São Paulo e se inscrever na atividade desejada

Essa iniciativa faz parte campanha institucional da Unimed Mude 1 Hábito, que convida as pessoas a identificarem qual hábito poderiam adotar para terem mais qualidade de vida. E por “hábito” pode-se entender fazer mais exercícios, mas não só. Entra na lista de novas atitudes qualquer atividade que promova o bem-estar, tais como ler, fazer algo beneficente, dançar, dormir melhor, beber mais água, comer fruta e por aí vai.

“Adotar hábitos saudáveis é indispensável para manter a saúde em dia e prolongar a qualidade de vida. Por mais que a medicina avance, investir em cuidados preventivos é sempre a melhor recomendação que um médico pode dar aos seus pacientes”, explica Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed.

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*Confira a agenda completa no App do Mude Fit

Apps de namoro para quem tem mais de 50 anos: vale a pena?

Sexóloga fala dos benefícios à saúde de quem tem uma vida sexual ativa na maturidade

Cada vez mais, homens e mulheres de todas as idades têm procurado por um estilo de vida mais ativo, mesmo depois que chegam na maturidade. Uma das ferramentas mais utilizadas por esse público tem sido os aplicativos de namoro para cinquentões e cinquentonas, permitindo conhecer pessoas novas, além de desfrutar de uma parceria mais tranquila depois de tantas experiências vividas.

A sexóloga do site Solteiros50, Carla Cecarello, explica que retomar a vida sexual na maturidade ajuda a proteger até mesmo o coração. “O sexo funciona como exercício, por isso, traz todos os benefícios de uma atividade física comum. Uma pesquisa realizada na Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, já revelou que o sexo regular funciona como exercício cardiovascular, aumentando as chances de combater o câncer e diminuindo os sintomas da menopausa”, destaca.

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Pexels

Além disso, Carla conta que, em 2011, uma pesquisa divulgada durante o Encontro Anual da Sociedade Americana de Gerontologia, revelou-se que a frequência da atividade sexual está diretamente ligada à felicidade dos idosos. “Quanto mais ativa a vida sexual dos mais velhos, maiores são os níveis de bem-estar na vida e felicidade no casamento”, lembra.

O levantamento considerou as respostas de 238 pessoas com mais de 65 anos de idade. Segundo os dados, 60% dos idosos que faziam sexo mais de uma vez por mês se classificaram como “muito felizes” em comparação com 40% dos indivíduos que não tinham tido relação sexual nos últimos 12 meses.

Mas a especialista faz um alerta para quem tem mais de 50 anos: “Embora a sensação de liberdade e a segurança na hora de retomar a vida sexual sejam recorrentes aos mais velhos, alguns cuidados não podem ser deixados de lado. Esta é uma geração que não conheceu o preservativo e hoje em dia, apesar de conhecerem, torcem o nariz para ele. E aí mora o perigo! Curtir a vida é muito válido, mas com precaução”, orienta a sexóloga.

Benefícios de uma vida sexual ativa depois dos 50 anos

casal meia idade feliz

“Os benefícios do sexo são muitos, ele aumenta a autoestima, melhora a qualidade de vida, o humor e a intensidade das relações. No entanto, conforme a idade avança, o corpo vai passando por mudanças, por isso é preciso ficar atento e ter alguns cuidados. A libido não acaba com o envelhecimento. O que pode acontecer são algumas alterações hormonais com a terceira idade, como no caso das mulheres quando muitas vezes têm a testosterona alterada. O homem passa pela andropausa – distúrbio antropogênico do envelhecimento masculino – e essa alteração hormonal pode atingir a libido. Mas se não houver nenhum tipo de alteração no hormônio que desperta desejo sexual, a vontade continua da mesma forma”, descreve a especialista.

É possível ter lubrificação na terceira idade?

A lubrificação tende a diminuir na mulher após a menopausa. Algumas ficam com ‘muito pouco’ e outras desaparecem completamente. Nesse caso, é sempre importante fazer à utilização de géis, principalmente os que são à base de água. Além disso, o lubrificante pode ser usado em cima do preservativo para que o deslizamento seja ainda melhor.

Géis com hormônio são aconselháveis somente com recomendação médica. Vale ressaltar que o prazer continua da mesma forma, o orgasmo é uma sensação cerebral desencadeada por um estímulo no pênis ou no clitóris (vagina), se essa sensação for muito boa e prazerosa com certeza essa pessoa vai chegar ao orgasmo naturalmente.

Família

casal sombra

Muitas vezes a família pode influenciar na vida sexual pelo fato de não conseguir imaginar seus avós ou pais tendo uma vida sexual ativa. “A terceira idade é vista como o fim de tudo na vida daquela pessoa, alguns chegam a recriminar beijos e, portanto, podem não aceitar que saiam para bailes em busca de novos parceiros. O que é uma pena porque nunca é tarde para viver e ser feliz”, conclui a especialista.

Fonte: Solteiros50

55% dos paulistanos em apps de relacionamento estão abertos a namoro

Levantamento feito pelo Poppin aponta que maioria dos usuários paulistanos buscam encontros casuais, mas não descartam relacionamento sério caso a relação evolua

Existe amor em SP. Há quem acredite que os aplicativos de relacionamento funcionam apenas para agilizar e facilitar a paquera e os encontros casuais com novas pessoas. Mas uma recente pesquisa realizada pelo Poppin, aplicativo de relacionamento que usa locais e atividades em comum para aproximar pessoas, com 500 usuários da cidade de São Paulo, mostrou que não é bem assim. Quando questionados sobre o que buscam ao utilizar um dating app, 55% dos entrevistados relataram estar a procura de encontros casuais que podem virar relacionamento sério.

Em segundo lugar, 17% dos usuários querem apenas se encontrar, sem compromisso. Logo depois estão aqueles que buscam um relacionamento sério (12%). Em menor número estão aqueles que querem apenas se divertir sem necessariamente marcar encontros (8%) e fazer amigos (7%). A pesquisa também mostrou que os homens estão mais dispostos a marcar encontros que as mulheres. Mais seletivas, elas são mais acostumadas a olhar as descrições do perfil antes de dar like.

“Realizamos a pesquisa para entender melhor o que os nossos usuários pretendem ao instalar o aplicativo; e ficamos muito satisfeitos ao saber que a maioria busca conhecer pessoas e marcar encontros, nossa principal proposta”, relata Guilherme Ebisui, CEO do Poppin.

casal bebendo vinho pixabay

Para a maioria dos usuários, é trabalhoso marcar encontros na vida real. As principais dificuldades são achar o melhor dia e horário e momento certo; em último lugar vem o receio do outro não aceitar. A proposta do Poppin é justamente gerar mais e melhores encontros na vida real, aumentando a chance de pessoas que gostam de frequentar os mesmos lugares e realizar as mesmas atividades se conhecerem. Lançado em 2016, o app está presente em todo o Brasil e contabiliza mais de 500 mil downloads.

Sobre o Poppin

Fundado pelos empreendedores Guilherme Ebisui e Filipe Santos, o Poppin é um aplicativo de relacionamento que usa locais e atividades em comum para aproximar pessoas, permitindo que os usuários se apresentem dizendo o que querem fazer depois do match. Desta maneira, consegue levar mais matches para o mundo o real. Gera até 90 vezes mais encontros quando comparado com outras plataformas existentes. Está presente em cidades de todo o Brasil e conta com mais de 500 mil usuários.

Resoluções de ano novo: faça o bem sem alterar a sua rotina

Com o auxílio da tecnologia, é possível fazer doações e voluntariado sem gastar dinheiro ou sair de casa

Uma das coisas mais comuns dos novos ciclos é o desejo de ser alguém melhor. Com a chegada do ano novo essa vontade se intensifica, e o ato de fazer o bementra para a tradicional listinha de promessas. O problema é que muitas pessoas acabam adiando esses planos por falta de tempo ou dinheiro, mas a tecnologia fez a sua parte e, hoje em dia, é possível ajudar ao próximo sem gastar nada nem sair da rotina. Confira abaixo seis aplicativos e plataformas que auxiliam a fazer o bemcom apenas poucos cliques. Confira:

Joyz

joyz

O Joyz é uma rede social do bem que nasceu com o objetivo de ajudar causas e ONGs, onde fazer uma doação é tão simples quanto dar um like em uma foto. Disponível para Android e IOS, o aplicativo funciona como um Instagram Filantrópico, e de forma interativa e intuitiva, o usuário pode escolher para quem doará os seus joyz, moeda utilizada na plataforma, que equivale a 10 centavos cada. Qualquer pessoa pode se cadastrar e fazer o bem.

Ao instalar o app, o usuário recebe 40 joyz de presente da plataforma, para doar para as causas que preferir. Após o uso dos bônus iniciais, o doador pode adquirir novas moedinhas por dois métodos: comprando no próprio aplicativo via paypal, boleto, cartão de crédito ou depósito bancário, ou participando de alguma campanha de interação com “empresas amigas”, que firmam parceria com o Joyz e distribuem a moeda do aplicativo para os usuários que interagem com a marca.

Apesar do foco ser as microdoações, quem deseja doar um valor maior pode, basta segurar o botão com a letra “J”. A melhor parte disso tudo é que o app arca com todas as taxas administrativas. Hoje, o aplicativo conta com quase 300 mil usuários, entre causas e doadores, e uma média de 500 a 800 novos perfis por dia. Existem causas que já levantaram mais de R$ 100 mil na plataforma. As opções de causas na plataforma vão desde arrecadação para o custeio de tratamentos médicos de crianças e adultos, passando por causas animais, até ONGs.

Charity Miles

charity miles

O Charity Miles é um aplicativo que incentiva os usuários a praticarem exercícios físicos em troca de ajudar entidades beneficentes, como ONGs de combate ao câncer, AIDS, entre outras enfermidades. Disponível para Android e IOS, o app gera dinheiro cada vez que o usuário completa uma certa distância caminhando, correndo ou pedalando. Esse valor é acumulado e transferido para a instituição que o usuário escolhe no início do seu cadastro. O app é gratuito, no entanto, nãopossui versão em português.

Cupong

cupong

Sabe aquele monte de notinha fiscal que só vai acumulando dentro da bolsa, até esquecer que elas existem? Elas podem ser utilizadas para fazer o bem. Com o Cupong, você seleciona a sua instituição preferida, cadastra os seus cupons fiscais que não incluem CPF na nota e pronto, o valor de crédito da Nota Fiscal Paulista será destinado para essa entidade escolhida. Fácil, não?

Ribon

ribon

O Ribon é um aplicativo que te envia boas notícias diariamente. Nele, o usuário pode fazer o direcionamento de recursos para ONGs internacionais em troca de recebimento de anúncios de grandes empresas. Cada notificação recebida gera uma quantidade de ribons. Atualmente, o app destina as doações para 4 ONGs parceiras: Evidence Action (Água potável), Project Healthy Children – PHC (Nutrição Infantil), Shistossomiasis Control Iniciative – SCI (Verminoses) e Living Goods (Saúde Básica).

Be My Eyes

be my eyes

O Be My Eyes é um app que conecta deficientes visuais a voluntários que o ajudam a ler e identificar os objetos ao seu redor. Ao entrar no aplicativo, você escolhe se é um voluntário ou um deficiente visual, e nesse caso, o app oferece toda a acessibilidade necessária para se conectar à outra pessoa. Quem precisa de ajuda faz o pedido clicando em um botão que ocupa praticamente toda a tela do app e aguarda até que alguém o atenda.

O primeiro que aceita a solicitação inicia uma chamada e pode ajudar o outro a identificar a data de vencimento de um produto, saber se as roupas combinam ou descrever imagens e páginas de internet. As orientações do voluntário são feitas por escrito e o aplicativo consegue lê-las em voz alta para a pessoa com deficiência visual.

Atados

atados

Atados é uma plataforma de voluntariado que conecta pessoas a oportunidades voluntárias, atuando presencialmente na região metropolitana de São Paulo (SP), Grande Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Grande Florianópolis (SC), e no Brasil inteiro com vagas de trabalho voluntário remoto. Nele, organizações, movimentos e coletivos sociais anunciam vagas de voluntariado para uma rede de milhares de pessoas interessadas em fortalecer suas ações. A plataforma também promove cursos e encontros sobre o universo do Terceiro Setor.

Fonte: Joyz

Casal cria aplicativo ideal para quem é apaixonado por pets

Nascido no Brasil e lançado globalmente, o GoApp é um projeto inovador que, entre 1038 startups em todo mundo, foi selecionado para apresentar no Xcite, evento de um dos mais importantes programas de aceleração da Europa.

O GoApp se propõe a revolucionar a forma como humanos e pets se conectam, facilitando o registro por usuários do dia a dia de seu pet e a busca por animais disponíveis para adoção, perdidos ou em busca de amigos.

Quem tem um animal de estimação sabe o amor que ele proporciona. Por outro lado, ter um pet traz diversas responsabilidades. Com o dia a dia cada vez mais corrido, mesmo pets que já possuem um lar acabam tendo suas necessidades essenciais não atendidas. Além disso, há mais de 30 milhões de animais abandonados somente no Brasil. Com o objetivo de ajudar a resolver essas questões, surge o GoApp – um aplicativo inovador que traz o que há de mais essencial dentro do universo pet em um único ambiente.

Idealizado em fevereiro de 2017 e lançado em dezembro de 2018 para smartphones e tablets iOS e Android pelo casal de apaixonados por animais, Marcela Grezes (advogada, 26 anos) e Caetano Altafin (advogado, 35) –também integram o time de fundadores Isabel Machline (designer, 30) e Angelino Cruz (cientista da computação, 44) – o GoApp é um aplicativo pioneiro no mundo ao ajudar ONGs, protetores e governos a darem visibilidade para animais perdidos e abandonados e, ao mesmo tempo, possibilitar que donos de pet administrem melhor a vida de seus animais e se conectem com outros apaixonados por bichos.

 

fundadores goapp
Na foto, o casal fundador do GoApp, Caetano Altafin e Marcela Grezes. Eles apresentaram o GoApp no Web Summit, em Lisboa, em novembro, e em Graz, na Áustria, em dezembro de 2018

Os fundadores observaram que havia um gap enorme entre pets a serem adotados e o usuário final: enquanto, por um lado, as pessoas interessadas em adotar animais não sabem exatamente onde encontrá-los, há abrigos superlotados sem capacidade de divulgar todos os animais que estão em busca de uma casa. Por outro lado, donos de pet possuem dificuldade de cuidar de seus animais diante dos tantos compromissos inerentes à vida moderna.

“Criamos o GoApp com o objetivo de conectar animais e humanos. Entendemos que as pessoas se conectam por afinidade; por gostarem de algo em comum. No GoApp, ajudamos apaixonados por pets a se conectarem entre si e com seus animais; bichos perdidos e abandonados a terem uma segunda chance; e ONGs, protetores e governos a endereçarem uma causa tão socialmente relevante. Além disso, a comunicação do aplicativo ressalta a experiência da adoção de animais como algo feliz e prazeroso para ambos humano e bichinho”, comenta Caetano Altafin, CEO e cofundador do GoApp.

Como funciona

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Pelo GoApp, que já possui cerca de 1.000 animais cadastrados em três continentes, o usuário procura pets por tipo e localização. Ao acessar o GoMap, um mapa onde o usuário pode ver todos os animais cadastrados, é possível se conectar com pets próximos e filtrar especificamente o tipo de pet que se deseja encontrar, de acordo com seu status (em busca de amigos, perdidos ou para adoção).

Para usuários que já tenham pets, fica muito mais fácil administrar a vida de seus bichinhos e se conectar com outros apaixonados por animais. “Tendo dois cachorros e dois gatos, sei como é difícil administrar todas as datas importantes para meus bichinhos. Criamos o GoApp justamente para ajudar donos de pet a se lembrarem de consultas ao veterinário, medicamentos, compras e tudo mais que seus pets precisam”, explica Marcela Grezes, CMO e cofundadora do GoApp.

Por fim, é possível gerar e compartilhar um documento – o GoDoc – com todo o histórico de saúde do animal, facilitando, assim, a vida dos veterinários também. “O GoApp é um aplicativo one-stop shop para qualquer apaixonado por animais. A ideia é continuarmos a adicionar ferramentas úteis e chegarmos até 2020 como o app pet mais utilizado no mundo”, finaliza Caetano.

O aplicativo é gratuito. Para baixar o app basta acessar a App Store ou o Google Play e pesquisar por GoApp.Pet.

Sobre o GoApp

Criado no Brasil, o GoApp é primeiro aplicativo que reúne em um único ambiente digital animais abandonados em busca de um lar, donos de animais que desejam cuidar melhor e com maior facilidade de seus pets e que têm vontade de se conectarem com outros loucos por bicho. O app já possui cerca de 1.000 animais cadastrados em três continentes e seus fundadores foram selecionados para apresentar o GoApp no Web Summit, a maior feira de tecnologia do mundo, em Portugal. Em dezembro, entre 1038 startups de todo mundo, o GoApp, juntamente a outras 14 startups, foi selecionado para apresentar no Xcite, programa desenvolvido pela aceleradora 360o lab, em Graz, na Áustria. O objetivo do quarteto fundador, Marcela Grezes, Caetano Altafin, Isabel Machline e Angelino Cruz é transformar o GoApp na maior plataforma de adoção de animais do mundo até o final de 2019 e na maior plataforma pet do mundo até 2020.

Vai viajar nas férias? Saiba quanto custa levar o pet ou hospedá-lo

Passagem aérea e veterinário pesam no custo do transporte de cachorros e gatos. Hospedá-los na casa de um anfitrião acaba saindo mais em conta

O pet já faz parte da família e, nas férias, há sempre aquele dilema: levá-lo junto durante a viagem ou hospedá-lo em algum lugar? A verdade é que tanto viajar com o cachorro ou gato quanto deixar o animal de estimação em um hotel pode sair mais caro do que o esperado – em alguns casos, o valor ultrapassa R$ 2.500,00.

Além disso, destinos que não são pet friendly e o medo de deixar o bichinho em um hotel, distante da própria rotina, são fatores que dificultam ainda mais a vida do tutor. Para resolver o problema, a DogHero, aplicativo que conecta mães e pais de cachorro a passeadores e anfitriões que recebem os pets em casa, fez um levantamento dos custos para quem deseja viajar com o animalzinho e alternativas para os que buscam a melhor opção para hospedá-lo.

Segundo o levantamento, os pais de cachorro podem gastar até R$ 2.586,00 para levar o pet consigo durante a viagem. O cálculo foi feito considerando as passagens de ida e volta do animal de estimação e os gastos com veterinário. Na DogHero, o valor médio por noite da hospedagem é de R$ 55,00. Além de mais barato, o tutor tem a certeza de que a rotina de passeios, alimentação e brincadeiras do pet será mantida e de que vai fotos e vídeos enviados pelo anfitrião para acompanhar o dia a dia do animalzinho . Confira todos os custos para hospedar e levar o pet durante a viagem:

Para levar o pet de avião ou ônibus

Latam

Transporte na cabine (são permitidos animais de até 7kg com a caixa):

Voos domésticos: R$ 200
Voos internacionais: R$ 827,50 (250 dólares)

Compartimento de carga (até 45kg com a caixa):

Voos domésticos
0-23kg: R$ 150
24-32kg: R$ 200
33-45kg: R$ 250

Voos internacionais
0-23kg: R$ 496,50 (150 dólares)
24-32kg: R$ 744,75 (225 dólares)
33-45kg: R$ 993 reais (300 dólares)

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Foto: Melanie Wynne

Gol

Cabine (até 10kg com a caixa):

Voos domésticos: R$ 150
Voos internacionais: R$ 450

Compartimento de carga (até 30kg com a caixa):
Voos domésticos: R$ 150
Voos internacionais: R$ 450

Azul
Só transporta animais na cabine (entre 7 e 10kg, aproximadamente): R$ 200

Avianca
Cabine (até 10kg com a caixa):
Voos domésticos: R$ 200
Voos internacionais: R$ 413,75 (125 dólares)

*Nas viagens de avião, as companhias exigem um atestado de que o animal está em condições de viajar emitido até 10 dias antes da data da viagem. Por isso, é preciso considerar o valor da consulta veterinária (caso a viagem seja longa, será necessário também emitir outro atestado para usar na volta).

Ônibus

Segundo a legislação, podem viajar animais de até 8kg (em São Paulo, o limite aumenta para 10kg). Muitas companhias exigem que o passageiro compre, além da sua passagem, outra passagem equivalente à poltrona ao lado da sua, para acomodar o animal.

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Exigências

Muitas companhias aéreas não transportam animais braquicefálicos e raças consideradas agressivas (por exemplo, American Staffordshire Terrier, Bull Terrier, Dogue Canário, Dobermann, Dogue Argentino, Fila Brasileiro, Mastim Napolitano, Pitbull Terrier, Rottweiler e Tosa Japonês).

Para transportar filhotes, também é necessário confirmar qual a idade mínima aceitada pela companhia aérea. Algumas aceitam apenas a partir do quatro meses.
Lembre-se de que é preciso manter a carteira de vacinação do pet atualizada e verificar se há alguma exigência específica para o destino da viagem.

Custos para hospedar

recreação cachorros

O valor para hospedar o pet em hoteizinhos tradicionais pode chegar a cerca de R$ 100 por noite.
Na DogHero, o valor varia, em média, entre R$ 30 e R$ 60, cerca de 60% mais barato do que em hotéis de cachorro.

Outros cuidados

hotel toriba pet friendly

Ao considerar levar ou hospedar o pet, leve em consideração:

=A viagem pode ser estressante para o pet, além de que ele vai precisar ficar em caixas;

=O cãozinho vai receber atenção no destino ou ele vai ficar em segundo plano? Ele vai poder participar das atividades?

DogHero

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Disponível para Android, iOS e web, a DogHero é a maior empresa de serviços para cães da América Latina. Pela sua plataforma, conecta pais de cachorro a passeadores e anfitriões que hospedam cães em casa. Atualmente, o aplicativo conta com mais de 16 mil anfitriões em 750 cidades no Brasil, Argentina e México que passam por um extenso e rigoroso cadastro e recebem orientação adequada. Em 2018, a startup foi listada no ranking das “100 startups to watch”, resultado de uma parceria entre as revistas PEGN e Época Negócios e a Corp.vc. A DogHero foi fundada em 2014 por Eduardo Baer, que atua como CEO, e por Fernando Gadotti, CFO da startup.

Marginal interditada? Cinco apps que ajudam a evitar os picos de trânsito

Lentidão na cidade chegou a ficar 25% acima da média após queda de viaduto

Cerca de 15 dias após a queda de um viaduto na Marginal Pinheiros, uma das principais vias da cidade, os paulistanos viram seu tempo gasto com o trânsito aumentar ainda mais. Somente no primeiro dia após a interdição do trecho da via expressa, a cidade já havia registrado um aumento de 25% nos engarrafamentos.

De lá para cá,muitas pessoas que frequentam a região têm se virado para não perderem o dia com os deslocamentos. Sair mais cedo ou esperar o fim dos horários de pico são alternativas, mas para quem não pode contar com estas opções, separamos abaixo 5 aplicativos que podem ajudar a evitar o trânsito da cidade.

Confira:

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Waze
Conhecida ferramenta que revolucionou o uso do GPS, o Waze disponibiliza diversas funcionalidades para quem se desloca de carro em vias urbanas. O serviço engloba informações sobre ruas esburacadas, acidentes, obras e, claro, congestionamentos. Com estes dados, o aplicativo consegue calcular sempre a rota mais rápida para o trajeto que deseja fazer. Recentemente, o app também passou a operar com a função “Carpool”, que permite ao usuário oferecer ou receber carona em distâncias curtas, com trajetos calculados previamente.

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Glovo

O Glovo é um aplicativo de delivery que, cada vez mais, vem ganhando espaço no Brasil. O serviço funciona quase como um assistente pessoal, disponível a qualquer hora do dia, para quem quer buscar ou entregar algo. Se a região onde você estiver for impactada pelo aumento do trânsito, sair para almoçar em um restaurante, por exemplo, pode levar horas. Para economizar este tempo, pedir um delivery é a melhor opção. Além de comida, o aplicativo oferece a opção “Qualquer Coisa”, que permite ao usuário pedir ou enviar qualquer item, dentro das medidas solicitadas, e pode representar, além do ganho de tempo, economia de dinheiro. Em épocas de trânsito insano, ir ao mercado, à farmácia ou mesmo retirar um documento importante pode levar uma manhã toda.

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Yellow
Cada vez mais presente no dia dia dos paulistanos, as bikes significam um alívio para o trânsito da capital. Se você precisa percorrer uma distância não tão longa e quer evitar engarrafamentos, este pode ser o aplicativo certo. O serviço conta com centenas de bikes espalhadas pela capital, que podem ser alugadas pelos usuários por R$ 1 a cada quinze minutos de uso. O maior diferencial deste app é que as bikes não precisam de estações, ou seja, o usuário consegue pegá-las em qualquer lugar e deixá-las em qualquer lugar. Além disso, em alguns bairros, a ferramenta disponibiliza patinetes, também sem o uso de estações.

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Moovit
Voltado para o transporte público, o Moovit é capaz de ajudar você a planejar melhor suas viagens de ônibus pela cidade. O app calcula o tempo de espera de cada linha e, com isso, define qual rota é a melhor para chegar ao destino planejado. A ferramenta também é útil para calcular trajetos feitos a pé. Além disso, o serviço oferece a opção de pedir um Uber, caso o passageiro prefira. Ao final da pesquisa, o usuário consegue ver no aplicativo qual meio de transporte é melhor para o deslocamento a ser feito.

uber juntos

Uber Juntos
As viagens compartilhadas podem ser uma opção para quem não quer ficar parado no trânsito, mesmo que, com isso, seja necessário percorrer um caminho mais longo. Lançada recentemente, a opção “Juntos” do Uber, permite que os usuários se desloquem a pé até um ponto de encontro mais acessível e, assim, evitem o trânsito, economizem tempo e dinheiro com o trajeto. O objetivo do serviço é fazer com que a rota seja calculada desde o pedido até a chegada ao destino.