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Match sem passar pro lado: Poppin muda as regras do “jogo” da paquera

Com formato semelhante ao de um game, app torna seleção de perfis mais dinâmica e divertida

Recentemente, o Poppin, aplicativo de relacionamento brasileiro, apresentou uma novidade para os usuários. Não é apenas uma atualização, mas, sim, uma mudança de regras que resulta em um aplicativo mais interativo e divertido. Com aspectos emprestados de games, o aplicativo tornou a busca pelo “crush” ainda mais empolgante. O maior diferencial está na hora de selecionar perfis: o ato de arrastar para o lado ficou para trás com o Poppin Time.

O “jogo” funciona da seguinte maneira: nas rodadas, três por dia, os perfis surgem no formato de bolhas e seguem subindo na tela. Quando surgir alguém interessante, o usuário apenas deve tocar na bolha e o perfil será selecionado. Sendo assim, não é mais necessário deslizar para as laterais, inclusive para recusar um pretendente. Nesse caso, basta deixar a bolha seguir seu caminho e sumir após cruzar o topo da tela. É válido ressaltar que na etapa de estourar as bolhas, os usuários não dão likes de fato, e sim fazem uma pré-seleção de perfis que gostariam de ver melhor.

Após a seleção, a pessoa cadastrada pode conferir as fotos do perfil como se fossem stories do Instagram. Para saber mais sobre o potencial “crush”, o usuário pode acessar informações como emprego, escolaridade e atividades preferidas. Depois, é possível investir pesado no date e enviar todos os likes de uma vez para os perfis selecionados, o que aumentam as chances de matches.

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O Poppin Time traz um modelo mais interativo, já que as rodadas e a corrida para estourar as bolhas lembram os joguinhos de smartphone. Mas o bom é, que nesse game, ninguém sai perdendo. Agora, as combinações podem ser feitas com mais rapidez e mais diversão. Assim, a preguiça de ter que deslizar várias e várias vezes até achar alguém interessante acabou. Com esse modelo mais “jogável”, os usuários têm uma busca mais prazerosa e eficiente. As chances de arranjar um contatinho aumentam, assim como a vontade de sair estourando as bolhas.

A mudança no aplicativo é justificada no comportamento do usuário. “Nos aplicativos de relacionamento, deslizar entre os perfis se tornou o padrão. O porém é que, com o passar dos anos, esse formato ficou saturado. Nós acreditamos que tudo evolui, inclusive a forma como as pessoas se conhecem na internet”, comenta Guilherme Ebisui, CEO do Poppin. Apesar das mudanças, o aplicativo continua fiel em sua missão: ajudar a criar os melhores encontros na vida real.

Informações: Poppin

Confira sete dicas para curtir o Dia do Sexo

Hoje, seis de setembro, é o Dia do Sexo. Para celebrar a data mais gostosa do ano, a sexóloga Jéssica Siqueira de Oliveira separou algumas dicas para deixar a data ainda mais especial e picante!

=Transe em lugares novos e inusitados: aqui vale soltar a imaginação, a aventura e adrenalina apimentam ainda mais o momento, mas cuidado para não ser pego no flagra em lugares públicos.

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=Troque nudes durante o dia: para esquentar o clima, descubra a parte do seu corpo que ele/ela mais gosta, faça uma foto e envie. Atenção: não encaminhe imagens em que o rosto apareça, pois nunca se sabe onde essa foto pode parar.
=Utilize jogos ou brinquedos eróticos: o objetivo é sexo e diversão, o casal pode abusar de vibradores, anéis, calcinha ou cueca comestível, gel que esquenta ou esfria. =Também vale usar a criatividade com o que se tem em casa.
=Entre no personagem: depois do filme 50 Tons de Cinza, fazer sexo com submissão e dominação virou uma fantasia. Algemas, vendas nos olhos e até uns tapinhas durante o sexo valem, claro, se for ser de consentimento de ambas as partes.

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=Crie roteiros e histórias fictícias: imaginar que você é outra pessoa, ou que vocês estão vivendo outra situação sempre cai bem para sair da rotina.
=Abuse do sexo oral: engana-se quem pensa que sexo oral é só preliminar e para dar um toque especial dá para usar sabores diferentes de menta, morango, chocolate entre outros.

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=Use a tecnologia para inovar no sexo: já existem aplicativos para ajudar o casal a fazer algo diferente na hora H, entre eles o iKamasutra Lite Sex Positions, Desire e Jogo do Sexo para Casais. É só baixar e experimentar.

Agora é só aproveitar as dicas e abusar da criatividade para comemorar o Dia do Sexo com muito prazer.

Sobre o Sexo Sem Dúvida

Fundada em 2013, a plataforma Sexo Sem Dúvida reúne médicos, psicólogos, fisioterapeutas, sexólogos, entre outros profissionais que atuam diretamente com sexualidade humana. Tem como objetivo levar saúde sexual a todo o Brasil, por meio de artigos, guias digitais e também com a realização de consultas online com sexólogos especializados.

Sexo sem Dúvida em números:
– Mais de 37 milhões de acessos no portal;
– Mais de 60 profissionais envolvidos;
– 375 artigos;
– 3.500 consultas online realizadas
– 37 vídeos no Youtube, somando 1.8 milhão de visualizações.

Saiba como fazer o dinheiro render mais sem sacrificar hábitos de consumo

Aplicativo Citizen, do IBPT, auxilia no controle de gastos e promove a educação financeira do cidadão

Happy hour com os colegas de trabalho, aquele cafezinho da manhã na padaria da esquina, o almoço ou jantar naquele restaurante bacana e pronto, é o suficiente para que aquele casaco de inverno visto na vitrine do shopping tenha que esperar um pouco mais, talvez até a próxima estação.

Outro assunto que merece atenção e que faz o dinheiro desaparecer é o parcelamento das compras do cartão de crédito e o parcelamento da fatura, que não sai do pagamento mínimo mês a mês, tornam as contas cada vez mais complexas e o dinheiro mais curto.

Para auxiliar o consumidor a tomar as rédeas das próprias finanças, o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação desenvolveu o aplicativo Citizen. Por meio dele, ao cadastrar as notas fiscais de suas compras, o usuário fica sabendo quanto do valor pago foi abocanhado pelos tributos. Após seis meses de uso constante, registrando compras em supermercados, farmácias, lojas, postos de combustíveis e restaurantes, o aplicativo identifica a inflação do usuário.

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Disponível nas plataformas Android e iOS, após baixar o aplicativo e fazer o cadastro inicial, o usuário faz a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do Danfe da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, podendo também lançar notas fiscais de meses anteriores. No Citizen é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Mudança de hábito

Para não ficar no vermelho e não ter que sacrificar alguns hábitos, é fundamental que o cidadão elenque prioridades e não deixe para depois para se preocupar com o seu dinheiro.

“Temos o costume de nos preocuparmos com o dinheiro quando ele está acabando, e isso é um erro grave, agindo dessa forma, comprometemos nossas finanças e se corre o risco de ele faltar para cobrir algum imprevisto”, diz o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Olenike alerta e dá algumas dicas para que os contribuintes fiquem de olho nas finanças e não comprometam sua renda e salário para não “sobrar mês no fim do dinheiro”.

– Elenque prioridades

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Aluguel, luz, água, telefone e demais contas fixas devem ser prioridade, pois essas contas, principalmente, são as grandes responsáveis pela inserção do nome dos cidadãos em serviços de proteção ao crédito.

– Pesquise antes de comprar

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Nada de sair comprando por aí sem antes pesquisar, e até nisso o Citizen pode ser seu aliado. “Se é um produto que o usuário tem o hábito de comprar com frequência, por meio do Citizen ele pode consultar em qual estabelecimento esse item custou mais barato. Uma boa maneira de economizar no produto e nos tributos”, destaca Olenike.

– Faça listas

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Pixabay

Para não cair em tentação ao ir as compras, faça listas. Assim, você compra somente o necessário. “Como dizemos, quando vamos ao supermercado com fome, acabamos comprando até o que não precisamos. Dessa forma, fazer listas é o ideal, assim o consumidor não foge do seu propósito e não gasta com itens supérfluos”, diz Olenike.

– Tenha uma reserva financeira

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Foto: Cambridge.credit.org

Ninguém está livre de imprevistos, e para isso, é bom ter uma reserva financeira, guardada mês a mês. “É muito importante poupar um pouco do que ganha, pois assim, muitos sonhos podem ser realizados sem ter que esperar muito. Da mesma forma que algo inesperado pode acontecer, um problema de saúde, um inconveniente com o automóvel, e nesses casos, ter uma reserva financeira pode fazer toda a diferença”, ressalta o especialista.

– Evite parcelamentos

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Fuja de parcelamentos longos, priorize as compras à vista e não deixe de pedir “aquele descontinho”.

– Anote o que ganha e o que gasta

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Freepik

Pode abandonar o papel e a caneta, sim! Seu celular, que está com você na maior parte do dia, será a sua ferramenta de controle de gastos. Basta baixar o aplicativo Citizen IBPT e fazer o escaneamento das suas notas fiscais. O Citizen disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, por meio dele é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT

Pessoas de 50+ são maioria entre os que procuram sites de relacionamento

O interesse de pessoas na faixa dos 50 anos por sites e aplicativos de encontro cresceu muito nos últimos anos no Brasil. Isso pode ser explicado por alguns fatores, como a facilidade de encontrar alguém com as mesmas afinidades e conhecer pessoas sem ter de sair de casa e se expor, por exemplo.

Segundo pesquisa do Match Group LatAm (detentora das marcas ParPerfeito, Divino Amor, G Encontros, SingleParentMeet, OurTime e Femme) realizada em abril de 2018, com 5.200 pessoas de várias idades, a faixa que englobava 50 a 59 anos era a maior: 35%. E a estratégia de segmentar sites por nichos deu muito certo por aqui, e o Our Time, voltado a pessoas acima dos 50, foi o que mais cresceu. Tanto que, em 2017, respondeu por 20% do faturamento da empresa.

A pesquisa mostrou que a maioria dos entrevistados (60%) é a favor do uso de sites e apps porque, por meio deles, já sabe se o outro possui os mesmos interesses e características que buscam em alguém antes de marcar um encontro. Aquele antigo preconceito de conhecer alguém usando esses métodos não existe mais: 83% disseram não ter problema em contar que encontrou alguém desse modo, enquanto 57% afirmaram conhecer casais que se encontraram e se casaram por meio desses recursos.

Entre os pesquisados, 36% responderam que não tinham medo de iniciar um novo relacionamento. Uma questão feita a todos foi o que achavam sobre encontrar alguém aos 50 anos, 97% disseram que era “incrível”. Já para a questão “Você acha mais fácil encontrar alguém depois dos 50?”, 50% acharam que sim, “porque as pessoas são mais maduras nesta idade”.

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Um dos dados mais interessantes é que, não importa a faixa etária, praticamente todos os entrevistados disseram que entram nas redes sociais para pesquisar a pessoa com quem estão conversando. E a rede social preferida é o Facebook (92%). A maioria confessou que a intenção era ver fotos.

“É uma forma mais rápida de conhecer pessoas, mais cômoda que sair, ir a bares ou festas. Tenho visto pessoas nesta faixa etária usando mais o Facebook, que dá a percepção de que quem está lá é conhecido e, assim, pode-se antecipar algo sobre a historia de vida do outro: o que faz, se trabalha, se é divorciado, tem filhos etc. Além disso, procuram quem tem amigos em comum, o que dá mais segurança e confiança”, afirma Vânia Calazans, psicóloga clínica da Elo Clinica De Saúde

Vânia diz que o preconceito sobre essa forma de conhecer pessoas é coisa do passado. Para ela, já é uma situação bastante comum, especialmente graças aos jovens, que usam muito os apps. “Isso ajudou a desconstruir a ideia de ser algo apelativo, feito por desesperados. Eu conheci histórias de relacionamentos bem sucedidos que se iniciaram assim. O preconceito diminuiu até porque, hoje, todos nós usamos muito as redes sociais, e isso se tornou mais familiar e habitual”.

Com ela concorda a terapeuta e sexóloga do site Solteiros50, Carla Cecarello: “Hoje em dia, o que rege o mundo é a Internet, e as pessoas nesta faixa também se renderam à tecnologia. Além disso, pelos sites e apps, abre-se um leque enorme de possibilidades e a pessoa pode ‘voltar ao mercado’ sem se expor tanto”.

Para Carla, as principais dificuldades desse público é aprender a mexer nos apps, em termos de funcionalidade: “Depois dessa fase, surge a dúvida: será que essa pessoa quer só sexo? Como há muita gente inscrita, é preciso selecionar com cuidado. Converse bastante, até por vídeo chamadas. Seja real no perfil, não adianta se mostrar diferente do que se é, pois do outro lado podem estar fazendo o mesmo, e você não vai gostar”, ensina.

Mais razão, menos emoção

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Como dizem que na Internet as pessoas podem ser o que quiserem, Vânia aconselha aqueles que chegarem ao estágio do encontro ao vivo, que o ideal é se manter o mais racional possível: “Muitas vezes esses encontros ocorrem após algumas conversas virtuais. Nelas, um fala muito o que o outro quer ouvir, só apontando aspectos positivos, após ter algumas informações e entender o que o outro quer ouvir. É o começo de um jogo de sedução muito forte”, afirma.

Segundo a psicóloga, isso faz com que a pessoa vá ao encontro pré-disposta a se encantar e, neste sentido, é importante se manter racional e objetivo. Perceber quem é o outro e se manter, na medida do possível, atento aos sinais evita envolvimento com alguém interesseiro ou maldoso. “É importante buscar informações: a pessoa expõe a vida nos perfis sociais, quem são os amigos? Quanto mais informações, maior a segurança. Não se encante apenas com o que o outro quer mostrar”.

“Se gostar da pessoa, vá conhecê-la, mas não a deixe vir te buscar. Se chegar o momento de se relacionar sexualmente, vá para um motel, nunca para casa. E sempre use preservativo”, acrescenta Carla.

O desbravador

O site Coroa Metade nasceu no fim de 2012 e segue o modelo de matchmaker, sites de encontros, surgidos nos EUA, nos quais as pessoas preenchem amplos cadastros antes de começar a teclar. Seu diferencial foi ser voltado apenas para pessoas maduras. “A idade torna as pessoas mais seletivas. O site é procurado basicamente por homens e mulheres que não têm tempo a perder em encontros sem sentido, mas que ainda acreditam que é possível encontrar sua metade”, conta Airton Gontow, idealizador e diretor da página.

Em dezembro de 2018, o site chegou à marca de 489 mil cadastros e 76 casamentos realizados. Sobre o nome, Gontow explica: “Vimos que algumas pessoas não querem ser chamadas de coroas, mas o nome teve 84% de aprovação em uma pesquisa. De maneira geral, as pessoas percebem que é um nome carinhoso e, acima de tudo, hoje a moda não é esconder a idade, mas mostrar que se tem saúde e qualidade de vida, na idade que a pessoa tem.”

Agora, com todas essas informações e dicas, quem ainda estiver sozinho pode tentar a sorte e passar o próximo dia 12 de junho bem acompanhado.

Veja dicas de postura e segurança para usar sites ou apps de encontro*

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– Coloque fotos e preencha tudo, inclusive sobre quem procura.
– Seja verdadeiro em seu perfil.
– Escolha fotos que mostrem os melhores ângulos, mas nunca, em hipótese alguma, antigas que não mostrem como você é hoje;
– Antes de enviar uma mensagem, dê uma última lida. Isso serve tanto para uma reflexão quanto para uma revisão.
– Não deixe que a carência afetiva faça com que você se desvie do que procura. Se não deseja, em hipótese alguma, namorar uma pessoa que fume ou que more em outro estado, não gaste seu tempo com esse perfil.
– Atenção aos detalhes: se a pessoa interessada por você perguntar três vezes, ainda que em dias diferentes, qual sua profissão ou quantos filhos você tem, é um forte indício de que está flertando ao mesmo tempo com várias pessoas.
– Primeiro encontro: sempre em um lugar público. Não marque na sua casa e também não deixe a pessoa buscá-lo. Peça para alguém telefonar para você, e responda algo do tipo: “cheguei, sim, está tudo bem, estou em tal lugar…”, para deixar claro que sabem que você foi encontrar uma pessoa que conheceu no site. Na hora de voltar, por mais simpática e atraente que a pessoa seja, retorne também por conta própria.
– Entre com o coração aberto e acredite que sempre é tempo para ser feliz. Mágoas fazem parte da vida, mas ingresse no site com a mente atenta, lembrando das dicas e de tudo o que você sonha e busca.
– Em muitos lugares você pode encontrar pessoas maravilhosas, mas também as aproveitadoras. O mesmo ocorre na Internet, onde é ainda mais fácil criar um personagem fictício para conquistar e ludibriar;
– Existem normas de segurança. Uma fundamental: nunca, em hipótese alguma, envie dinheiro para a pessoa de quem você está se aproximando. E denuncie aos organizadores do site se alguém pedir dinheiro para você ou mesmo se tiver atitudes inconvenientes;

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– Ainda neste tema, os motivos mais alegados pelas pessoas desonestas são: tratamento de doenças graves ou de contas hospitalares; liberação de passaporte, bagagem e entrada no país; pagamento de passagem para ir ao seu encontro; liberação de presente de valor ou dinheiro supostamente enviado para você; pagar contas, inclusive de telefone para continuar se comunicando; liberação de heranças (algumas vezes dizem que precisam se casar rapidamente para receber o espólio deixado por um parente distante). Esses são os mais utilizados. Não acredite e, repito, em hipótese alguma mande dinheiro qualquer que seja o motivo alegado;
– Como golpistas agem ao mesmo tempo em vários países, preste atenção nas mensagens com frases ficam repletas de erros ortográficos, de concordância ou mesmo sem nexo; muitos erros de português e palavras em outros idiomas, especialmente o inglês;
– Não são todos, mas boa parte dos golpistas virtuais diz que é ligada à marinha, exército ou aeronáutica. Também costumam dizer que atuam em áreas onde precisam viajar constantemente ou em lugares como plataformas de petróleo.
– Embora as vítimas preferenciais sejam mulheres, não é verdade que apenas elas sofram com golpistas. Para atrair homens, são colocadas fotos de mulheres extremamente bonitas, com perfis falsos.
– Não mande fotos comprometedoras nem se exponha em vídeos. Essas imagens podem ser mais tarde utilizadas para extorsão.
– Diz um velho ditado que “o segundo casamento é o triunfo da esperança sobre a experiência”. Muitas, talvez a maioria das pessoas que frequenta sites de relacionamento, acumularam tristezas e, em algum momento, disseram que não iriam mais casar. Mas a esperança de encontrar alguém que realmente seja compatível fala mais alto.
– Uma das melhores formas para conhecer alguém é se tornar uma pessoa cada vez melhor. Leia bons livros, assista a bons filmes, acompanhe as notícias, pratique ações beneméritas e conviva com pessoas boas, que tenham o que dizer e que, mais que palavras, tenham atitude e se preocupem com os outros.
– O termo Relacionamento Virtual não é completamente correto. Afinal, o meio é que virtual! O que vale é o olhar, o cheiro, o toque, o beijo, a energia. Mesmo com toda a mecanização do mundo moderno, continuamos a ser, felizmente, absolutamente humanos, em busca de carinho e de amor.
*por Airton Gontow, idealizador e diretor do site Coroa Metade

Elas encontraram o amor

Paulo Sérgio Calabria e Shirlei Pires - casal que se conheceu no site Coroa Metade
Paulo Sérgio e Shirlei 

A técnica em laboratório Shirlei Aparecida Pires, hoje com 55 anos, entrou no Coroa Metade em julho de 2013, após o término de um relacionamento de quatro anos. Isso por insistência de uma amiga, que estava preocupada com a tristeza que ela sentia. Queria que Shirlei se distraísse e conversasse com pessoas diferentes. “Meu apelido era Suzy 4 e, no começo, encarei como brincadeira, não levava fé. Porém, percebi que poderia conhecer alguém para compartilhar os momentos da vida. Procurei concentrar-me nas pessoas maduras como eu, resolvidas e independentes, que buscassem cumplicidade e companheirismo. Pessoas bem resolvidas tendem a saber o que querem, sem grandes rodeios”, conta Shirlei.

Ela chegou a conhecer alguns homens ‘interessantes, respeitáveis, educados e sinceros’. Mas foi apenas um que chamou a atenção dela, pela transparência e clareza de ideias, o ‘Piritubano’: Combinava com o que eu queria e, além disso, morava no bairro em que nasci e minha mãe vive até hoje: Pirituba. Conversamos muito pelo chat do site, até que passamos para o telefone e, mais tarde, marcamos um encontro, em um lugar público. Quase deu tudo errado e chegamos a nos perder. Eu me atrasei e, veja só, meu telefone estava sem sinal. Não sei como, mas consegui identificá-lo. Cheguei até ele e, com uma mistura de expectativa e dúvida perguntei: ‘Paulo!?’. E, assim, tudo começou.”, afirma. Hoje, ela e Paulo Sérgio Calábria, 56 anos, moram juntos.

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Daniela e Adriano

Já a consultora financeira Daniela Fabbrocini, de 52 anos, conheceu o namorado, Adriano, também com 52, no Happn. Ela se cadastrou no aplicativo em janeiro de 2018 e, em agosto, conheceu o atual companheiro. “Eu estava no Rio num congresso e resolvi ativar o aplicativo para ver se tinha alguém na mesma região. Gostei do que ele falou no seu perfil e começamos a conversar, mas não nos encontramos de primeira. Voltei pra São Paulo e passamos a nos falar durante horas quase todos os dias. Até que nos encontramos e, em agosto de 2018, começamos a namorar”. Daniela conta que também já fez uso de outros dois aplicativos de paquera, mas acha que é exceção entre pessoas da sua idade. “A maioria das minhas amigas tem muito preconceito com aplicativos. Depois que percebem que é possível conhecer pessoas legais, pra namorar, começam a mudar de ideia”.

Sites de encontro voltados a pessoas maduras
Coroa Metade 
Solteiros50 
Our Time 

mulher executiva celular
Pexels

Sites de encontro (gerais)
Amor & Classe 
Be2 
Poppin 
ParPerfeito 
OneAmour 
Match 
Namoro Online 
POF.com 

Aplicativos de encontro
Badoo
Happn
Tinder
Lovoo
eHarmony
Once
OK Cupid
Kickoff

O vício nas redes sociais e os impactos na saúde

Pesquisa da Diário de Campo revela que 64% das pessoas são compulsivas pelas redes sociais e 84% acompanham a vida de influenciadores digitais. Especialista alerta que a adesão maciça às redes pode ser prejudicial à saúde

A pesquisa #Hashtag Seguidores, realizada pelo Instituto de Estudos de Comportamento e Consumo Diário de Campo, com 1.260 pessoas de todo o Brasil, revelou que o hábito de acompanhar / seguir blogueiros(as) / influenciadores / celebridades é expressivo no país. E o hábito de acompanhar a vida de amigos, conhecidos e estranhos pode até gerar compulsão. O tempo excessivo gasto olhando e/ou curtindo fotos e vídeos no Instagram, por exemplo, tem efeitos diversos para a saúde e vida dos heavy users.

Das pessoas que estão no Instagram:
=84,3% dizem gostar de seguir e acompanhar com frequência blogueiros(as)/influenciadores/celebridades;
=12,2% seguem, mas não veem perfis dos influenciadores com muita frequência;
apenas 3,5% não seguem/não gostam de seguir influenciadores.

E os efeitos de acompanhar a vida de amigos, conhecidos e estranhos geram compulsão:

=64% dos entrevistados se consideram viciados na rede social Instagram;

=43% se assumem viciados em acompanhar influenciadores digitais.

“Esse número é ainda maior, pois há pessoas que não têm consciência ou então se envergonham e não admitem esse vício. Presenciamos isso durante o campo da pesquisa.”, revela Julianna Queiróz, sócia da Diário de Campo Pesquisa.

mulheres usando celular smartphone

O comportamento de entrar frequentemente em rede social e de seguir influenciadores tem alto impacto na vida das pessoas. A psicanalista Flávia Hasky, que estuda como a internet afeta as relações de cada um consigo mesmo e com os outros, explica que esse vício tem efeitos diversos e impacta cada indivíduo de modo singular

Flávia indica que “para uma pessoa mais desenvolta socialmente essa adesão maciça às redes sociais pode ser prejudicial, por reduzir os momentos de convívio com amigos íntimos e familiares, com a natureza ou mesmo o envolvimento em atividades culturais, por exemplo. Há ainda uma diminuição preocupante da capacidade de se haver com o tédio, de lidar com a própria solidão.”, completa.

Bruna Elia, de 24 anos, mestranda em antropologia, identifica alguns desses danos: “o Instagram não tem fim. Fico olhando e de repente me toco que eu estou há 2 horas sem fazer nada. Perco a hora, sempre me atraso pra sair de casa e ainda fico ansiosa por não conseguir ver tudo. Faço print para ler depois. Parece que você está presa ali. É como se ficasse dopada.”

No entanto, a psicanalista esclarece que para uma pessoa mais tímida pode até ser benéfico, pois o mundo dela tende a se expandir. ¨Ela se abre para realidades com as quais dificilmente teria contato por ser mais retraída socialmente.”, explica.

A médica Bruna Gomes, de 27 anos, diz que já aprendeu muito com as influenciadoras que segue. “Elas me fazem pensar sobre mim, me ajudam a refletir sobre vários assuntos, ampliam o meu olhar para o mundo. Já até mudei a minha forma de pensar por causa delas.”

Aspiracional

jovem mulher usando celular pexels

A pesquisa da Diário de Campo também revelou que redes sociais como o Instagram fomentam o aspiracional, ou seja, o sonhar com aquilo que não se tem: 67% das pessoas dizem preferir ver dicas de lugares, passeios, produtos que sabem que não podem pagar, mas que inspiram e fazem sonhar.

¨Se por um lado esse hábito de estar em contato com o inalcançável pode manter as pessoas em um constante lugar de falta, de escassez, elevando os níveis de ansiedade, por outro, paradoxalmente, também tem uma função terapêutica”, explica Renata Del Caro, também sócia da Diário de Campo Pesquisa.

Além disso, os influenciadores, por exemplo, têm um papel muito importante na construção de autoconfiança.

=56% das pessoas dizem que os influenciadores as ajudam a ter mais autoestima e se aceitarem como são;

=51% dizem que os influenciadores as ajudam a encarar a vida de forma mais positiva;

=44% das pessoas dizem que os influenciadores as ajudam a se relacionarem melhor com amigos, familiares, parceiros.

“Muitos influenciadores incluem em suas postagens frases motivadoras, de autossuperação, autoaceitação, dando estímulos necessários em momentos de carência e, até mesmo, aplacando e preenchendo o lugar de falta que o própria rede social fomenta com suas imagens, corpos e vidas perfeitas. Já, inclusive, nos deparamos com depoimentos de casos de depressão que foram amenizados por estímulos de influenciadores.”, diz Julianna Queiróz.

Para Jaqueline da Silva, de 38 anos, seguir pessoas que ela considera de sucesso, a ajuda a ter ideias de como melhorar sua própria vida. “A gente fica querendo acompanhar o que uma pessoa bonita faz para ficar daquele jeito. Quero ver a carreira dela para saber o que ela fez para chegar a esse patamar”, conta Jaqueline.

A influenciadora digital Kika, do perfil no Instagram @DicadaKika, diz perceber que “Hoje em dia está faltando mais esse contato mais próximo entre as pessoas. Vejo as pessoas mais carentes. Então, se a pessoa te vê ali falando no story, ela acha que você está conversando só com ela. Quando eu faço um story, eu penso que eu estou falando para aquela pessoa que está me vendo.”

É assim com Liliane Pereira, de 39 anos, uma das participantes da pesquisa Hashtag Seguidores: “Ver a Kika, do @DicadaKika, toda manhã me faz ter vontade de sair de casa, de viver! Ela ainda me apresenta lugares que antes eram só em sonho pra mim. Um dia ela até me incentivou ir no Copacabana Palace. Vendo ela lá e então sabendo como tudo é lá, acreditei que eu também podia ir.”

Escapismo

mulher executiva celular
Pexels

Redes sociais voltadas a fotos e vídeos espontâneos – como o Instagram – são escolhidos para momentos de escape do dia a dia, das questões pessoais, momento para espairecer. “O Instagram amplifica os espaços vazios dentro da rotina. Curtos momentos de pausa entre uma atividade e outra são expandidos.” explica Renata Del Caro.

=53% porque ajuda a passar o tempo;
=50% seguem porque os influenciadores são engraçados;
=45% seguem porque gostam de ver estilos de vida diferentes dos deles;
=41% seguem porque se sentem bem em ver pessoas que pensam como eles.

Metodologia

A etapa quantitativa da pesquisa #Hashtag Seguidores foi realizada por meio de questionários online com 1.260 pessoas, de 14 a 55 anos, de todas as regiões do Brasil. A etapa qualitativa foi composta de 30 entrevistas em profundidade presenciais e online. A pesquisa se deu entre março e maio de 2019.

Fonte: Instituto de Estudos de Comportamento e Consumo Diário de Campo Pesquisa

Campanhas de inverno começam a movimentar vaquinhas na Internet

· ONG´s e grupos de apoio buscam doações para poder proteger moradores de rua e animais do frio
· Arrecadações virtuais são oportunidade para qualquer pessoa ajudar a diminuir o sofrimento e até salvar vidas
· Para escolher qual campanha ajudar, basta fazer uma busca com as palavras “frio” ou “inverno” no site Vakinha

Com a proximidade inverno, começam a surgir na internet vaquinhas virtuais que visam arrecadar dinheiro para poder ajudar a proteger cidadãos em situação de rua e animais do frio, que além de aumentar o sofrimento também é a causa de muitas mortes.

No site Vakinha, maior plataforma do país de vaquinhas online, ONG´s e grupos de apoio de várias cidades buscam recursos para comprar desde água e cobertores até luvas e kits de higiene para populações de rua.

“Essa é uma grande oportunidade de ajudar a quem ajuda, viabilizando ações de solidariedade capazes de salvar vidas e ainda poder acompanhar a chegada da doação ao seu destino por meio das redes sociais”, explica Cristiano Meditsh, diretor de marketing do Vakinha.

É o caso da Organização Bem da Madrugada, de São Paulo, que se define como uma ação social, dividida em equipes responsáveis por alimentos, bebidas, roupas, sapatos, higiene pessoal e rações para animais, destinadas a atender a população em situação de rua. Em sua campanha no Vakinha, o valor arrecadado será totalmente usado para a compra de água e cobertores a serem distribuídos nas ações de inverno.

Também para ajudar moradores de rua de São Paulo, o grupo Anjos da Leste, busca doações para a compra de itens como luvas, meias e kits de higiene. E a vaquinha do Família do Bem visa doar cobertor, casaco e um kit higiene a 250 pessoas atendidas pelo projeto no centro da capital paulista.

Moradores de rua também são o foco da campanha “São Sebá sem frio”, que pretende arrecadar dinheiro para comprar cobertores e alimentos para os moradores de rua de São Sebastião, no litoral de São Paulo, que se compromete a divulgar e comprovar todo a compra e entrega de todo o material.

Morte de animais por frio

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BarkPost

Para ajudar animais, a campanha da ONG AuMigos pede doações para comprar cobertores para mais de 250 animais, que se encontram à espera de adoção em 120 canis localizados em Juquitiba, cidade do interior do Estado de São Paulo, conhecida por temperaturas muito baixas no inverno. Em sua página da campanha, a ONG explica que o objetivo é evitar que o frio mate os animais, algo que infelizmente já aconteceu.

Agasalhos novos para crianças

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Com o título “inverno mais quentinho”, a vaquinha criada por Rossana Bruksch, de Porto Alegre (RS), pretende fazer agasalhos para crianças carentes. Segundo a criadora da campanha, essas peças são as menos doadas. “Estou aprendendo a costurar com o objetivo principal de fazer roupas de criança para doação (…). Gostaria de poder contar com a sua colaboração para confeccioná-las”, explica Rossana, que colocou a foto de um conjuntinho de blusa e calça feitos por ela, em malha colegial ao custo de R$ 35,00 de material.

Conheça as campanhas (clique sobre o nome):

Organização Bem da Madrugada

Anjos da Leste

Família do Bem

São Sebá sem frio

Aumigos

Inverno mais quentinho

Outras vaquinhas de inverno também podem ser encontradas clicando aqui.

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Sobre o Vakinha

Criado em 2009 por empreendedores gaúchos, o Vakinha é o primeiro site de arrecadações online do país, inaugurando o sistema de crowdfunding, que só despontou no exterior meses depois. Ao longo de uma década se tornou líder no segmento de campanhas ligadas a solidariedade e causas sociais. Hoje ele é um diário de histórias contadas por milhares de pessoas que se juntam para salvar vidas e transformar sonhos em realidade.

Aplicativo classifica locais considerados com risco de assédio a mulheres

Plataforma tem o objetivo de reduzir casos de violência e foi selecionada como finalista do programa Campus Mobile, iniciativa do Instituto NET Claro Embratel

SafeGirl é um aplicativo desenvolvido para contribuir na prevenção de assédio sexual. Pensada para o público feminino, a solução faz parte dos projetos finalistas do Campus Mobile, concurso de inovação e empreendedorismo do Instituto NET Claro Embratel, em parceria com a Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC/USP) e o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, que incentiva a formação de talentos junto a alunos universitários e recém-formados para atuação no mercado de conteúdos e novos serviços de telefonia móvel.

A solução, criada por Mateus Bezerra da Silva, estudante da Universidade Federal do Amapá, e Vitor Hugo Moraes e Brenda Sá, da Universidade Federal do Maranhão, incentiva mulheres a compartilhar no aplicativo a experiência que vivenciam nos lugares que frequentam, a partir de uma classificação com diferentes graus de segurança.

“A plataforma serve para empoderar as mulheres, reduzindo o número de casos de violência, combatendo diversas formas de opressão e proporcionando um espaço de promoção e proteção dos Direitos Humanos”, comenta Mateus.

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Pixabay

Além da classificação dos locais, outras funcionalidades devem ser adicionadas no aplicativo, como descontos para usuárias, acesso às leis que garantem seus direitos e também o contato de organizações de combate à violência contra mulher.

Viagem ao Vale do Silício

O aplicativo dos estudantes concorre com outros dois projetos na categoria Diversidade do Campus Mobile. Os vencedores do concurso serão premiados pelo Instituto NET Claro Embratel com uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, para uma imersão nas principais empresas de tecnologia do mundo, como Google, Facebook, Twitter e até mesmo a Universidade de Stanford, para finalizarem os projetos. O resultado final, com a indicação dos vencedores, será divulgado no dia 6 de maio.

Na sétima edição, o Campus Mobile, concurso de ideias e soluções para telefonia móvel, já premiou 18 aplicativos ao longo dos últimos anos. Durante o programa os participantes selecionados recebem monitoria de especialistas da área de inovação para o aperfeiçoamento dos projetos. Eles também participam de uma semana presencial em São Paulo, que conta com maratona de programação, palestras e visitas a empresas parceiras.

Fonte: Instituto Net Claro Embratel

Parques de São Paulo recebem aulas gratuitas de ioga, funcional e corrida

No mês do Dia Mundial da Saúde a Central Nacional Unimed promove aulas nos parques do Povo e Ibirapuera

Desde domingo (7) até o fim do mês de abril, os parques do Povo e Ibirapuera abrigarão aulas gratuitas de ioga, funcional e corrida. A iniciativa é uma ação da Central Nacional Unimed para chamar a atenção dos paulistanos sobre os benefícios que a prática de atividade física regularmente proporciona à saúde. Os interessados podem conferir a agenda completa das atividades e se inscrever pelo aplicativo Mude Fit.

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As aulas são ministradas por instrutores parceiros da Mude, plataforma digital que promove atividade física ao ar livre em diferentes cidades brasileiras. As aulas de ioga têm capacidade para 100 participantes, enquanto as aulas de corrida e funcional têm 40 vagas disponíveis, cada.

No Parque Ibirapuera, o ponto de encontro para fazer as aulas é no portão 7. Já no Parque do Povo, os interessados em se juntar ao grupo devem ir até o portão 1 pela Avenida Henrique Chamma. A agenda completa das aulas oferecidas pela Central Nacional Unimed, com os horários, datas e local de cada modalidade, está disponível no aplicativo.

Para participar, os interessados devem baixar o app MUDE Fit, se cadastrar, selecionar a cidade de São Paulo e se inscrever na atividade desejada

Essa iniciativa faz parte campanha institucional da Unimed Mude 1 Hábito, que convida as pessoas a identificarem qual hábito poderiam adotar para terem mais qualidade de vida. E por “hábito” pode-se entender fazer mais exercícios, mas não só. Entra na lista de novas atitudes qualquer atividade que promova o bem-estar, tais como ler, fazer algo beneficente, dançar, dormir melhor, beber mais água, comer fruta e por aí vai.

“Adotar hábitos saudáveis é indispensável para manter a saúde em dia e prolongar a qualidade de vida. Por mais que a medicina avance, investir em cuidados preventivos é sempre a melhor recomendação que um médico pode dar aos seus pacientes”, explica Alexandre Ruschi, presidente da Central Nacional Unimed.

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*Confira a agenda completa no App do Mude Fit

Apps de namoro para quem tem mais de 50 anos: vale a pena?

Sexóloga fala dos benefícios à saúde de quem tem uma vida sexual ativa na maturidade

Cada vez mais, homens e mulheres de todas as idades têm procurado por um estilo de vida mais ativo, mesmo depois que chegam na maturidade. Uma das ferramentas mais utilizadas por esse público tem sido os aplicativos de namoro para cinquentões e cinquentonas, permitindo conhecer pessoas novas, além de desfrutar de uma parceria mais tranquila depois de tantas experiências vividas.

A sexóloga do site Solteiros50, Carla Cecarello, explica que retomar a vida sexual na maturidade ajuda a proteger até mesmo o coração. “O sexo funciona como exercício, por isso, traz todos os benefícios de uma atividade física comum. Uma pesquisa realizada na Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, já revelou que o sexo regular funciona como exercício cardiovascular, aumentando as chances de combater o câncer e diminuindo os sintomas da menopausa”, destaca.

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Pexels

Além disso, Carla conta que, em 2011, uma pesquisa divulgada durante o Encontro Anual da Sociedade Americana de Gerontologia, revelou-se que a frequência da atividade sexual está diretamente ligada à felicidade dos idosos. “Quanto mais ativa a vida sexual dos mais velhos, maiores são os níveis de bem-estar na vida e felicidade no casamento”, lembra.

O levantamento considerou as respostas de 238 pessoas com mais de 65 anos de idade. Segundo os dados, 60% dos idosos que faziam sexo mais de uma vez por mês se classificaram como “muito felizes” em comparação com 40% dos indivíduos que não tinham tido relação sexual nos últimos 12 meses.

Mas a especialista faz um alerta para quem tem mais de 50 anos: “Embora a sensação de liberdade e a segurança na hora de retomar a vida sexual sejam recorrentes aos mais velhos, alguns cuidados não podem ser deixados de lado. Esta é uma geração que não conheceu o preservativo e hoje em dia, apesar de conhecerem, torcem o nariz para ele. E aí mora o perigo! Curtir a vida é muito válido, mas com precaução”, orienta a sexóloga.

Benefícios de uma vida sexual ativa depois dos 50 anos

casal meia idade feliz

“Os benefícios do sexo são muitos, ele aumenta a autoestima, melhora a qualidade de vida, o humor e a intensidade das relações. No entanto, conforme a idade avança, o corpo vai passando por mudanças, por isso é preciso ficar atento e ter alguns cuidados. A libido não acaba com o envelhecimento. O que pode acontecer são algumas alterações hormonais com a terceira idade, como no caso das mulheres quando muitas vezes têm a testosterona alterada. O homem passa pela andropausa – distúrbio antropogênico do envelhecimento masculino – e essa alteração hormonal pode atingir a libido. Mas se não houver nenhum tipo de alteração no hormônio que desperta desejo sexual, a vontade continua da mesma forma”, descreve a especialista.

É possível ter lubrificação na terceira idade?

A lubrificação tende a diminuir na mulher após a menopausa. Algumas ficam com ‘muito pouco’ e outras desaparecem completamente. Nesse caso, é sempre importante fazer à utilização de géis, principalmente os que são à base de água. Além disso, o lubrificante pode ser usado em cima do preservativo para que o deslizamento seja ainda melhor.

Géis com hormônio são aconselháveis somente com recomendação médica. Vale ressaltar que o prazer continua da mesma forma, o orgasmo é uma sensação cerebral desencadeada por um estímulo no pênis ou no clitóris (vagina), se essa sensação for muito boa e prazerosa com certeza essa pessoa vai chegar ao orgasmo naturalmente.

Família

casal sombra

Muitas vezes a família pode influenciar na vida sexual pelo fato de não conseguir imaginar seus avós ou pais tendo uma vida sexual ativa. “A terceira idade é vista como o fim de tudo na vida daquela pessoa, alguns chegam a recriminar beijos e, portanto, podem não aceitar que saiam para bailes em busca de novos parceiros. O que é uma pena porque nunca é tarde para viver e ser feliz”, conclui a especialista.

Fonte: Solteiros50

55% dos paulistanos em apps de relacionamento estão abertos a namoro

Levantamento feito pelo Poppin aponta que maioria dos usuários paulistanos buscam encontros casuais, mas não descartam relacionamento sério caso a relação evolua

Existe amor em SP. Há quem acredite que os aplicativos de relacionamento funcionam apenas para agilizar e facilitar a paquera e os encontros casuais com novas pessoas. Mas uma recente pesquisa realizada pelo Poppin, aplicativo de relacionamento que usa locais e atividades em comum para aproximar pessoas, com 500 usuários da cidade de São Paulo, mostrou que não é bem assim. Quando questionados sobre o que buscam ao utilizar um dating app, 55% dos entrevistados relataram estar a procura de encontros casuais que podem virar relacionamento sério.

Em segundo lugar, 17% dos usuários querem apenas se encontrar, sem compromisso. Logo depois estão aqueles que buscam um relacionamento sério (12%). Em menor número estão aqueles que querem apenas se divertir sem necessariamente marcar encontros (8%) e fazer amigos (7%). A pesquisa também mostrou que os homens estão mais dispostos a marcar encontros que as mulheres. Mais seletivas, elas são mais acostumadas a olhar as descrições do perfil antes de dar like.

“Realizamos a pesquisa para entender melhor o que os nossos usuários pretendem ao instalar o aplicativo; e ficamos muito satisfeitos ao saber que a maioria busca conhecer pessoas e marcar encontros, nossa principal proposta”, relata Guilherme Ebisui, CEO do Poppin.

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Para a maioria dos usuários, é trabalhoso marcar encontros na vida real. As principais dificuldades são achar o melhor dia e horário e momento certo; em último lugar vem o receio do outro não aceitar. A proposta do Poppin é justamente gerar mais e melhores encontros na vida real, aumentando a chance de pessoas que gostam de frequentar os mesmos lugares e realizar as mesmas atividades se conhecerem. Lançado em 2016, o app está presente em todo o Brasil e contabiliza mais de 500 mil downloads.

Sobre o Poppin

Fundado pelos empreendedores Guilherme Ebisui e Filipe Santos, o Poppin é um aplicativo de relacionamento que usa locais e atividades em comum para aproximar pessoas, permitindo que os usuários se apresentem dizendo o que querem fazer depois do match. Desta maneira, consegue levar mais matches para o mundo o real. Gera até 90 vezes mais encontros quando comparado com outras plataformas existentes. Está presente em cidades de todo o Brasil e conta com mais de 500 mil usuários.