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Cachaça Mazzaropi lança novas versões, com vários sabores do Brasil

Produzidas em alambique de cobre, as novas cachaças contam com notas de especiarias, aromas florais, frutados ou tostado de café e chocolate. Entre as novidades está o armazenamento, metade em tonéis de madeiras nacionais e o restante em barris de carvalho

A cachaça é um símbolo do Brasil. E, assim como o país é variado em suas regiões, os estilos da bebida espelham essa diversidade. E agora os tipos oferecidos pela Cachaça Mazzaropi, também. A marca, com produção em alambique de cobre, acaba de lançar oito variedades, com sabores que vão do cítrico ao caramelo.

Cachaça Mazzaropi

Quatro delas, produzidas em 2011, foram armazenadas em tonéis de 20 mil litros. Enquanto a branca traz o gosto suave da cana de açúcar, a bálsamo presenteia o paladar com especiarias que lembram o anis. Já a tatajuba e a grápia, ambas com a tonalidade de um castanho intenso, tem, respectivamente, o adocicado de frutas maduras e um doce levemente cítrico.

As outras variedades da Cachaça Mazzaropi são envelhecidas em barris. Produzida em 2006, a cachaça de sete anos preenche a boca com uma mistura de chocolate, café, baunilha e amêndoas, com aromas florais. A umburana, armazenada em barris dessa madeira brasileira, tem um tom marcante de amarelo e aromas amendoados mais doces. Já o sabor de caramelo é intenso, com tostado de café e chocolate, na bebida envelhecida por cinco anos no carvalho francês. Pelo mesmo tempo, quando envelhecida em carvalho americano, a confere um sabor de caramelo suave, com notas de baunilha e coco.

Casa do Jeca Cachaça Mazzaropi P

Desde o período colonial, a cachaça se confunde com a história do país. Com cuidados e novas técnicas, a bebida popular foi elevada a exemplar de alta qualidade e pode ser encontrada em cartas de restaurantes e bares. A Cachaça Mazzaropi já recebeu vários prêmios, como o primeiro lugar para a cachaça de 7 anos no Concurso de Avaliação da Qualidade da Cachaça, promovido pela USP São Carlos, em 2012. As envelhecidas em carvalho francês e americano ficaram com o segundo lugar.

Parte do imaginário do brasileiro, a cachaça também aparece nos filmes de Amácio Mazzaropi, ator e cineasta que tão bem retratou a vida da gente do país. Essa proximidade com o tema levou os administradores dos Hotéis Mazzaropi a investirem na produção da bebida em alambique.

Casa do Jeca Cachaça Mazzaropi - P

As diferentes versões da bebida podem ser compradas no Hotel Fazenda Mazzaropi e no Museu Mazzaropi (ambos em Taubaté), no Hotel Vila Inglesa (Campos do Jordão) e em diversos pontos no país.

Informações: Cachaça Mazzaropi – Tel.: (12) 3634.3481

Cachaça Samanaú promove eventos de degustação

Além de inspirar a criação do Brasil Cachaça Club na capital paulista, com happy hour toda quinta-feira, a bebida estará no Mercado Municipal de São Paulo para o visitante provar na Banca do Ramon no dia 5 de outubro

Produzida em Caicó, no Rio Grande do Norte, a cachaça orgânica Samanaú é uma das grandes descobertas no setor e foi reconhecida mundialmente entre as melhores na categoria envelhecida, levando medalhas de ouro nos mais importantes concursos realizados na Europa e no Brasil.

cachaça sama

A verdade é que a marca vem conquistando apreciadores por onde passa. Além da referência regional, em São Paulo foi sucesso na Cachaça Trade Fair e na Wine Weekend, feiras especializadas no segmento de bebidas adultas, e motivo de encontro semanal em espaço que recebeu o nome de Brasil Cachaça Club, na zona Sul da capital. Lá, são organizados happy hours toda quinta-feira com música ao vivo, degustação de charutos, café Bit Coffee e cardápio do Pan Y Queso Empório.

No próximo sábado, 5 de outubro, a Samanaú estará com ação especial para degustação no Mercadão Central, na banca do Ramon, e seguirá com uma agenda de eventos para conquistar o consumidor. “Desde que assumimos a distribuição e comercialização da cachaça no Brasil e no exterior, temos feedback motivador de especialistas, críticos com know-how para avaliar a qualidade de elaboração da bebida e apreciadores. Todos aprovam Samanaú, isso nos permite alçar voos cada vez mais altos e audaciosos”, ressalta Pedro Mello, CEO da Brascase Brasil.

A Samanaú produz as seguintes variedades: Prata, destilado de mosto fermentado do caldo de cana de açúcar, nas opções de 500 ml e 1 litro; Envelhecida, armazenada em barril de carvalho e garrafa de 500 ml; Ouro, amaciada em barril de louro-canela, nas versões 50 ml, 160 ml, 500 ml 1 litro; e a Sibaúma, fermentada do caldo de cana de açúcar.

Sobre a Samanaú e seu alambique

O alambique fica na cidade de Caicó, encravada no Sertão do Seridó, a 280 quilômetros da capital do Estado do Rio Grande do Norte. E foi em 1994, com a construção da Barragem Passagem das Traíras, que houve o incremento do cultivo da cana de açúcar com ideia de transformá-la em cachaça. Em 2004, Vidalvo Dadá Costa foi pioneiro na instalação de um alambique artesanal onde produz no Sítio Samanaú.

cachaças samanai

Brasil Cachaça Club
Todas as quintas-feiras a partir das 18h
Rua Barão do Triunfo, 347 – Brooklin Paulista

Informações: Cachaça Samanaú

Drinques para comemorar o Dia da Cachaça e dicas de onde comprar a bebida

De tão famosa, a bebida típica brasileira ganhou uma data todinha para ela: em 13 de setembro é comemorado o Dia da Cachaça. O destilado, famoso por ser base da caipirinha e de muitos outros drinques, conquistou este dia em 2010, e aparece em variadas e criativas opções em estabelecimentos de São Paulo. Confira:

leblon

Recentemente, o restaurante Jangada renovou sua carta de drinques que aposta em novos sabores e apresentações únicas. Foi desenvolvida à quatro mãos pelos mixologistas José Carlos e Alex Mesquita, considerado o melhor do país. Para os apreciadores da bebida, a sugestão é optar pelo drinque apelidado de “Leblon”, preparado com cachaça Leblon, limão, hortelã, xarope de gengibre e gelo aromatizado de violeta (R$ 26).

Kombuchaça sem ferrão

Seguindo sua linha natural, explorando também os drinques com PANC (Plantas alimentícias não convencionais), o restaurante Le Manjue comemora o dia servindo seu drinque chamado “Kombuchaça sem ferrão”, que leva cachaça Yaguara orgânica, mel de abelhas Jataí, pólen negro e limão taiti. O toque especial fica por conta da kombucha de mirtilo, receita exclusiva do restaurante (R$ 38). O coquetel é leve e refrescante, adoçado com mel de abelhas nativas sem ferrão.

imaky

O drinque Dente de Leão (R$ 33) do Imakay, é na verdade um coquetel com notas de caramelo e café. Criado pelo chef de bar Márcio Felipe, finalista no World Class 2015 e 2016, o nome do drinque vem em homenagem à flor da cana de açúcar (ingrediente principal da cachaça) com penugem semelhante a flor de dente de leão e ao mesmo tempo remetendo a algo forte, com personalidade.

lolla

A carta de drinques do Lolla, criada pelo premiado mixologista Marco de la Roche, conta com autorais, clássicos e releituras, como por exemplo o Curatone Negroni, feito com gin, cachaça, campari, punt&mes, noilly prat, luxardo e cassis (R$ 32). Outra bebida feita com base do destilado é a tradicional caipirinha, preparada com cachaça Serra das Almas, açúcar e limão (R$ 29).

kitchin jk

Em suas unidades, JK Iguatemi e Itaim, o oriental Kitchin é uma ótima opção para os fãs de ambientes aconchegantes, mas sem perder o charme trazido pelo bar extenso e iluminado. Para comemorar o dia da cachaça, o barman prepara um coquetel que proporciona sabores únicos. O Gaijin é composto de cachaça, xarope de gengibre, sumo de limão com um toque especial de cravo e canela (R$ 24).

santo grao

Happy Hour na sexta-feira? A rede de cafés Santo Grão é uma ótima opção para brindar com os amigos! Ambiente descontraído e descolado, a casa oferece uma caipirinha especial, feita com cachaça Santo Graal, limão, gengibre e hortelã (R$ 29).

Nice To Meat U

O charmoso bar anexo do Nice To Meat U (NTMU), que tem o churrasco como protagonista da casa, foi parcialmente reformado onde antes funcionava o tradicional açougue São João e agora oferece drinques autorais e clássicos, como a caipirinha de cachaça Leblon, servida nas versões com limão, lima da persa, limão siciliano, tangerina, morango e maracujá (R$ 33).

isola
Foto: Tadeu Brunelli

Os drinques com cachaça estão cada vez mais em alta no paladar paulistano e os profissionais precisam usar da criatividade e versatilidade para conquistar este público. Atentos a isso, os mixologistas do Isola Itaim e Isola JK, Jailson Viana e Alexandre Clement, criaram diferentes drinques à base de cachaça. No Isola Itaim, vale a pena conhecer o Stellato, feito com cachaça, amaro lucano, campari, maple syrup, limão e soda de gengibre (R$ 26); e o Brasiliano, feito com cachaça, limão, caju e clara de ovo (R$ 24). Já na unidade do JK, uma boa pedida é o Atomica, feito com cachaça, aperol, morango, maracujá, e xarope simples (R$ 26); além do Acqua Santa, com cachaça, licor frangelico, purê de mirtilo e xarope simples (R$ 26).

Ummi Finest Sushi tadeu brunelli
Tadeu Brunello

No recém-inaugurado Ummi Finest Sushi, a carta de drinques com cachaça vem chamando atenção, principalmente por seus autorais. Um exemplo é o Sansei, feito com cachaça, purê de pêssego, pepper sugar e suco de limão (R$ 38). Outros drinques mais clássicos, como a caipirinha Leblon, feita com cachaça especial e limão (R$ 34); e a caipirinha Quadrado, que, além da cachaça, leva frutas como morango, abacaxi e maracujá (R$ 34).

Para levar

nega fulo

Na adega do St Marche entre os rótulos que se destacam é a tradicional Nega Fulô 700ml (R$ 150), com aroma de baunilha, chama atenção pela sua embalagem trabalhada em formato de baiana. Os clientes podem encontrar a iguaria nas 19 unidades da rede de supermercados, em São Paulo e na Grande Capital.

emporio santa maria

O tradicional mercado paulistano Empório Santa Maria oferece mais de 2 mil rótulos de destilados na sua adega, entre as opções de rótulos especiais são das cachaças MG Gouveia Brasil Premium Ouro 700ml (R$ 219), a MG Havana 600ml (R$ 599) e a Sagatiba Preciosa 700ml (R$ 659).

 

Conheça receitas especiais com Ypióca para celebrar o Dia Nacional da Cachaça

Drinques da linha Premium apresentam a evolução do destilado nacional e proporcionam novas experiências de sabores e rituais

Para celebrar o Dia Nacional da Cachaça, comemorado hoje, 13 de setembro, a Ypióca, destilaria brasileira com mais de 170 anos de história, compartilha com os fãs da tradicional bebida nordestina receitas de drinques especiais com sua linha Premium. O objetivo é apresentar a evolução do destilado nacional, com líquidos cada vez mais elaborados e sofisticados, além de proporcionar aos clientes novas experiências de sabores e rituais no universo da cachaça.

As receitas são assinadas por Nicola Pietroluongo, embaixador da linha Reserve da Diageo, que buscou referências dentro e fora do Brasil para elaborar os coquetéis. “Minha maior inspiração foi envolver a cachaça nessa onda crescente da alta coquetelaria e torná-la foco principal dos drinques. É preciso explorar mais vertentes desse líquido tão especial e que tem tanto da cultura brasileira” comenta.

Na composição das bebidas são utilizados os três rótulos da linha Premium da destilaria: Ypióca 150, edição comemorativa aos 150 anos da marca, combina sabores nobres de cachaças envelhecidas em barris de bálsamo e carvalho, Ypióca 160, também uma edição de aniversário, tem na composição um blend único e exclusivo com malte, e apresenta um sabor surpreendente e aveludado, e a Ypióca Cinco Chaves, que celebra o conhecimento das cinco gerações de Ypióca com um blend de cachaças raras e envelhecidas em barris de carvalho e castanheira.

Conheça abaixo as cinco receitas e saiba como prepará-las (graduação alcoólica: 15,8g):

Caipirinha 150 (cítrico com um toque de mel)

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Ingredientes:
60 ml cachaça Ypióca 150
25 ml suco de limão siciliano
20 ml xarope de mel

Guarnição:
Casca de limão siciliano

Modo de preparo:
Em uma coqueteleira acrescente gelo, Ypióca 150, suco de limão e mel. Bata vigorosamente. Coe e adicione a mistura em um copo baixo com gelo. Decore o drinque com a casca de limão siciliano

Lady Eugênia (seco e floral)

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Ingredientes:
50 ml Ypióca Cinco Chaves
30 ml St. Germain
4 lances de Angostura Bitters de Laranja

Guarnição:
Casca de limão siciliano

Modo de preparo:
Em uma coqueteleira acrescente Ypióca Cinco Chaves, St. Germain e gelo. Bata vigorosamente. Sirva no copo de Cosmopolitan. Decore com uma casca de limão siciliano.

Maranguape (cítrico)

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Ingredientes:
60 ml Ypióca Cinco Chaves
30 ml Vermute Tinto
15 ml Xarope de Açúcar
2 lances de Angostura Bitters de Laranja

Guarnição:
Lasca de laranja

Modo de preparo:
Encha o copo de gelo. Acrescente 60 ml de Ypióca Cinco Chaves. Acrescente o Vermute Tinto e o Xarope de Açúcar. Finalize com 2 lances de Angostura Bitters de Laranja. Mexa tudo. Finalize com uma longa fatia de laranja.

Rabo de Galo 160 (amargo e complexo)

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Ingredientes:
50 ml Cachaça Ypióca 160
15 ml Vermute Tinto
20 ml Cynar

Guarnição:
Twist casca de limão tahiti

Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes em um copo baixo cheio de gelo. Mexa por 15 segundos
Decore com o twist da casca de limão.

Tonic 5 (refrescante)

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Ingredientes:
50 ml Cachaça Ypióca Cinco Chaves
150 ml Tônica
20 ml Cynar
Ramo de cana de açúcar

Guarnição:
Rodela de limão siciliano

Modo de preparo:
Encha um copo longo de gelo. Acrescente 50 ml de Ypióca Cinco Chaves.Complete com a Tônica. Mexa tudo. Finalize com a rodela de limão siciliano e o ramo de cana.

Aprecie com moderação.
Se beber não dirija
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Fonte: Diageo

Dia da Cachaça: confira bares com drinques com o destilado que é paixão nacional

Sexta-feira é dia de tomar um bom drinque. Seja para relaxar ou para reunir os amigos, o dia é propício para de deliciar com uma bebidinha bem feita. E, se for comemorar uma data importante, melhor ainda.

Hoje, 13 de setembro, é o Dia da Cachaça. Esse destilado que tem a cara do Brasil, além de ser paixão nacional, ganha também apreciadores mundo afora. Seu drinque mais conhecido é a caipirinha, mas a criatividade fez surgirem combinações inusitadas. Como o drinque Rabo de Galo, do Nido, feito de cachaça e vermute tinto (R$26).

Confira bares e restaurantes no Rio com opções com a velha e boa cachaça para celebrar o dia dela.

Spotlab, Ilha da Gigoia

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A Spotlab, casa mais cool da Ilha da Gigoia, oferece a tradicional caipirinha com Cachaça Leblon (R$20).
Spotlab: Ilha da Gigóia – acesso às barcas pelo metrô Jardim Oceânico – Barra da Tijuca Horário de funcionamento: Sexta das 18h às 00h, sábado, das 16h às 00h, domingo, das 16h às 23h

Nido Ristorante, Leblon

Oferece duas opções de bebidas com a famosa aguardente feita de cana-de-açúcar produzida no Brasil. A caipirinha clássica, feita com limão, gelo e açúcar (R$ 26), e também o drinque rabo de galo, feito de cachaça e vermute tinto (R$ 26).
Nido Ristorante: Rua San Martin, 1011 – Leblon Horário de funcionamento: Segunda-feira a partir das 19h, e de quarta-feira a domingo de 12h até 00h.

Em caipirinhas ou para quem prefere a bebida pura, Pátio SP oferece várias opções

Aquela” data que o brasileiro comemora com gosto: Dia da Cachaça. E, variedade não falta, para diferentes paladares. O levantamento “A Cachaça no Brasil – Dados de Registro de Cachaças e Aguardentes”, feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e divulgado em maio deste ano indica que existem 3,6 mil cachaças e 1,8 mil aguardentes de cana registradas pelo governo. Mas, acredita-se que o número seja ainda maior, se considerados os produtores informais.

Os bares são boas vitrines para a bebida, aliás, a cachaça é item essencial no cardápio desses estabelecimentos. No Pátio SP – bar de música brasileira, localizado na boêmia Vila Madalena – a bebida é servida em caipirinhas ou pura.

Batizadas com nomes criativos, as caipirinhas de cachaça são deliciosas:

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Foto: Cris Cartacho

Morena – cachaça leblon, limão taiti, suco de limão siciliano e rapadura (R$ 23); Cara de Pau – cachaça envelhecida em jequitibá, caju, cravo e mel (R$ 23) e Trem das Onze – cachaça envelhecida em bálsamo, tangerina, polpa de cajá e manjericão (R$ 23) e a opção mais tradicional, Três Irmãos – cachaça envelhecida em carvalho, limão taiti, limão siciliano e limão cravo (R$ 22).

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Foto: Cris Cartacho

Também é possível montar a caipirinha, escolhendo entre cachaça da casa (R$ 23) ou cachaça especial Nega Fulô (R$ 25) e as frutas: lima, limão, abacaxi, morango, maracujá, tangerina, caju, kiwi, frutas vermelhas e lichia.

Quem prefere a “pura”, o bar tem as cachaças Sagatiba, Ypióca empalhada ouro (CE), Germana (MG), Espírito de Minas (MG), Nega Fulô Jequitibá (RJ), Yaguara ouro (RS), Yaguara orgânica (RS), Leblon, 1000 Montes.

Pace e Bene Padaria Artesanal anuncia Double Caipirinha na sexta-feira 13

Para comemorar o Dia Nacional da Cachaça, quem pedir um drinque com Sagatiba, ganhará outro a partir do horário do almoço

Nesta sexta-feira 13, Dia Nacional da Cachaça, será sinônimo de Sorte na Pace e Bene Padaria Artesanal. Quem for à casa, localizada na R. Plínio de Moraes 436, e pedir uma caipirinha de Sagatiba, das 12h às 20h, ganhará imediatamente outra.

Caipirinha-Pace-e-Bene karen caetano

Para acompanhar, o casal de sócios Katia Murakoshi e Marcos Martins sugere delícias artesanais da casa como Sanduíches, Toasts, Tapiocas, Coxinhas (tradicionais e veganas), além do Menu de Almoço – com três opções diárias, incluindo sempre uma massa, um risoto e a sugestão do chef -, além dos salgados variados, cestas de pães, antepastos, entre outras opções.

Pace e Bene Padaria Artesanal: Rua Plínio de Morais 436 – Perdizes – São Paulo (SP)Horário de Funcionamento:Terças a Sábados, das 9h às 20h30Domingos, das 9h às 16h

No Dia da Cachaça, desvende como produzir e degustar a bebida típica do Brasil

Especialista em cachaça, Delfino Golfeto explica como é feita a produção artesanal e quais fatores devem ser observados na degustação da bebida; tema é abordado em websérie da Água Doce, veiculada em suas redes sociais

Hoje, 13 de setembro, é comemorado o Dia Nacional da Cachaça. A data foi criada pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), em 2009. Pegando carona na celebração, a Água Doce Sabores do Brasil decidiu produzir uma websérie com um guia que traz preciosas informações sobre como plantar a cana-de-açúcar, produzir a cachaça artesanalmente e, principalmente, como degustar a mais típica das bebidas brasileiras.

Com quatro capítulos, a websérie está disponível redes sociais da rede de franquias e conta com dicas e recomendações concedidas por Delfino Golfeto, empreendedor, fundador do Grupo Água Doce – Sabores do Brasil e especialista que trabalha com cachaça há mais de 30 anos.

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Tudo começa na roça, já que uma cachaça de qualidade depende do bom preparo do solo, rico e bem cuidado. Além disso, a fermentação precisa ser perfeita e a destilação deve ser realizada com muita atenção, principalmente com base no teor alcoólico. Segundo Delfino, a cana deve ser colhida no momento certo, quando a quantidade de açúcar atinge seu ponto máximo de maturação. “Na produção da cachaça artesanal tudo tem que ser feito com muito carinho, de pouco em pouco, por isso é importante que o transporte também seja feito em pequenas quantidades”, revela.

A próxima etapa é a fermentação, processo que transforma o açúcar da cana em álcool. É neste momento que definimos a qualidade da cachaça. Em seguida, chega o momento de efetuar a destilação. O resultado é uma bebida límpida, cristalina e incolor, ou seja, a famosa branquinha!

“Nesse momento, você já pode bebê-la, mas as branquinhas podem ser descansadas em barris de madeira neutra. Ou, se preferir, você pode também envelhecer a cachaça, em barris de madeiras nobres, tornando-a aromática e colorida”, revela o fundador da Água Doce. Enfim pronta, chegou a hora da degustação. Para isso, basta colocar a cachaça em um copo. Primeiro, sinta o aroma dela, dessa forma é possível identificar se ela é de boa qualidade, já que se agredir seu nariz, trata-se de uma cachaça muito ácida, e isso não é bom sinal. Outros fatores a serem avaliados são a presença de bolhas, transparência, oleosidade e frutosidade.

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Para assistir aos vídeos do guia completo é só acessar Facebook da Água Doce Sabores do Brasil clicando em cada episódio: Episódio 1 / Episódio 2 / Episódio 3 / Episódio 4

Para saborear uma boa cachaça, a Água Doce Sabores do Brasil conta com o cardápio mais completo do País, com mais de 100 rótulos que podem ser degustadas nas unidades da rede.

Para celebrar a data em grande estilo

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Desde as raízes há quase 30 anos, a Água Doce tem dedicado um carinho especial à bebida genuinamente brasileira. Como parte das festividades, a rede promove um concurso que premiará um cliente com uma garrafa de Havana, uma das cachaças mais caras do mundo. Para participar, basta os clientes tirarem uma foto em um dos restaurantes da Água Doce, com uma combinação entre cachaça e algum prato ou porção. Em seguida, é preciso postar a imagem no Instagram com a hashtag #CombinaComCachaça. O grande vencedor será o consumidor que efetuar a harmonização mais criativa. Vale ressaltar que o Instagram precisa estar em modo público para que a foto possa concorrer e que é proibida a participação de menores de 18 anos.

Sobre a Água Doce

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Os restaurantes da Água Doce são destino para famílias e grupos de amigos que buscam fazer de almoços, jantares, happy hours e confraternizações variadas um momento especial de entretenimento. O cardápio é extenso, repleto de delícias da culinária brasileira servidas em fartas porções e pratos. Além do extenso menu de cachaças e drinques, a casa é reconhecida pelo melhor escondidinho do País, presente nas versões tradicional (carne de sol), camarão, frango e bacalhau.

Explorando o conceito rústico, os restaurantes proporcionam espaço aconchegante aos clientes, com música ao vivo e espaço kids, mais conhecido como Doce Cantinho. Atualmente, são 75 unidades em nove estados. Além do conceito de restaurante completo, a rede lançou duas marcas com modelos mais enxutos voltados para shopping centers, centros empresariais, supermercados e locais com alta movimentação de pessoas: Água Doce Express e Rei do Escondidinho.

Amanhã é o Dia Nacional da Cachaça

Villa Brunholi aposta em sabores requintados para a popular bebida

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Nesta sexta-feira, 13 de setembro, é celebrado o dia de uma das bebidas mais apreciadas no país e que carrega diversos traços da cultura e da identidade nacional, a cachaça. A data foi criada em 2009, pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), para homenagear a branquinha no mesmo dia em que seu consumo e produção foram legalizados no Brasil, em 13 de setembro de 1661.

Se a sua história começou com a produção da bebida a partir de restos de cana, hoje em dia a cachaça ganhou ares requintados e uma linha premiada produzida pela Villa Brunholi. A Cachaça Ouro ganhou medalha de ouro na 16ª edição brasileira do Concurso Mundial de Bruxelas, e a Cachaça Premium Envelhecida ganhou medalha de ouro no Concurso Nacional de Destilados do Brasil.

Um dos drinques mais queridos do Brasil, a caipirinha, também é um outro produto estrela do portfólio da Villa Brunholi. O destaque vai para os ingredientes da Caipirinha Brunholi: cachaça, limão e açúcar, apenas, sendo assim 100% natural. Um processo exclusivo impede a oxidação do limão, e um sabor idêntico à caipirinha feita na hora.

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Comemorar este dia é uma forma de valorizar a cachaça, seus produtores e sabores que já estão ganhando muitos paladares mundo a fora.

Fonte: Villa Brunholi

Você sabe como harmonizar cachaça com comida?

Fatores como teor alcoólico, índice de acidez e envelhecimento são essenciais para a combinação

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Genuinamente brasileira, a cachaça é uma bebida que, assim como o vinho, pode ser utilizada na harmonização com diferentes tipos de pratos, desde os mais simples até os mais rebuscados. Apesar de não ser uma prática tão difundida no mercado gastronômico, é um hábito que vem ganhando o gosto dos brasileiros com o passar dos anos.

Para não errar nas combinações, separamos algumas dicas de Julio Bertolucci, diretor de franquias da Água Doce Sabores do Brasil, rede de franquia de alimentação. Os 78 restaurantes da marca apresentam pratos típicos com um toque caseiro e regional, porções generosas, drinques criativos com ou sem álcool, além de uma carta extensa com opções variadas das melhores cachaças brasileiras.

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Atualmente, a harmonização com a cachaça, em específico, é uma prática muito aceita pelos consumidores. Neste caso, pratos com acento tropeiro, como linguiças, torresmos, carnes suínas e tutu de feijão, se encaixam bem com uma boa cachaça. Segundo Bertolucci, há dois tipos básicos de harmonização: por semelhança, com uma cachaça suave com pratos mais suaves ou cachaças adocicadas com pratos agridoces; ou contraposição, apostando no contraste, ou seja, uma cachaça mais ácida com pratos adocicados. Para que a bebida possa valorizar a comida é preciso levar alguns fatores em consideração, como o teor alcoólico, o índice de acidez, os sabores, o aroma e o tipo de envelhecimento.

“Outra questão que pesa muito é o tipo de madeira utilizada na fabricação, pois isso traz uma modificação química e sensorial na cachaça, além de contribuir com aromas, cores e sabores. O processo de envelhecimento é feito de acordo com cada tipo de madeira utilizada, sendo que as mais comuns são carvalho, amburana e bálsamo. Isso influencia diretamente no produto final, pois cada madeira cria sabores diferenciados e amoras frutados”, revela o diretor.

Com base nestas informações, é possível indicar quais alimentos combinam mais. No caso das cachaças neutras, que apresentam aspecto cristalino e não passam pelo processo de envelhecimento, os pratos mais indicados são: iscas de tilápia, tilápia ao molho de camarão, casquinha de siri, bolinho de bacalhau, camarão crocante, salmão de água doce, saladas, queijo provolone e tilápia crocante.

Já no caso das cachaças que passam pelo processo de envelhecimento em tonéis madeiras, é preciso levar em consideração o tipo de madeira utilizado para escolher o prato para harmonização. As cachaças envelhecidas no bálsamo, por exemplo, combinam com filé-mignon com gorgonzola, picadinho de carne e picanha na chapa.

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Amburana pode ser perfeita quando a opção é um bolinho de carne de sol, bolinho de mandioca recheado, chapa mista de carne e, por incrível que pareça, até mesmo com sobremesas. O carvalho, por sua vez, pode ser harmonizado com pratos como escondidinho, costelinha suína, torresmo e carne de sol.

Fonte: Água Doce

Caipirinha vendida no exterior é engarrafada e exportada de Jundiaí

Com os ingredientes de cachaça, limão e açúcar, o drinque já chegou ao Reino Unido e República Dominicana

A nossa cachaça é conhecida mundialmente e reconhecida pela qualidade mundo a fora, mas, além dela, o drinque que mais faz sucesso entre os gringos nos bares brasileiros é a caipirinha. Cachaça, açúcar e limão, esses são os únicos ingredientes que fazem da bebida algo único e que desperta curiosidade dos visitantes, e a novidade é que agora ela pode ser exportada, por conta de uma ideia que surgiu no interior de São Paulo, a de engarrafar esta fórmula.

caipirinha

A ideia que parece inimaginável para quem já experimentou essa bebida se tornou possível para o empresário Paulo Brunholi, CEO do complexo turístico e gastronômico Villa Brunholi, que conta com restaurante, mini fazenda, adega e fabricação de bebidas, que levou a mistura de ingredientes para uma garrafa. “O objetivo sempre foi exportar a bebida da mesma forma que bebemos aqui, sem aditivos e conservantes, a Caipirinha Pronta Brunholi só leva três ingredientes, a cachaça, suco de limão e açúcar, então é só colocar gelo e pronto, ela está pronta para o consumo”, explica.

Com a bebida engarrafada fica mais fácil de romper as fronteiras brasileiras, por isso, a exportação da caipirinha já é uma realidade. O drinque já chegou ao Reino Unido e República Dominicana e, desde seu início, mais de 10% da produção já foram exportadas. A expectativa do empreendedor é de aumentar este número em 20% em 2019.

Tudo começou em 2015, após o resultado positivo de uma mutação do licor de cachaça com o limão, mas para conseguir uma caipirinha 100% natural, Paulo, que também é engenheiro químico precisou se dedicar a algumas pesquisas até achar a fórmula correta para que o suco do limão não amargasse com o tempo.

“O grande desafio para a produção da caipirinha foi a estabilização do limão, se você cortar um limão e demorar 40 minutos para fazer a caipirinha, já vai sentir o amargor. Conseguimos, por meio de muitos testes e estudos, um processo onde não há oxidação, sendo assim, ela continua sempre fresca, igual a caipirinha feita na hora”, afirma Brunholi.

A tradição da bebida junto com a praticidade desenvolvida pela Família Brunholi faz com que o produto fique cada vez mais conhecido, se tornando símbolo do país entre os estrangeiros, por representar muito bem o clima tropical brasileiro. No Brasil, já existem diversos sabores de caipirinhas, embora a de limão com cachaça seja a tradicional, outros sabores também tem o seu espaço, e devido ao sucesso da bebida, hoje o “rei da caipirinha” quer novos desafios e lançar novos sabores para exportação.

caipirinha brunholi

A história do Villa Brunholi teve início com plantações de uva, porém, com o passar do tempo passou a trabalhar com licores, sobretudo, o de limão, e atualmente o espaço abriga mini fazenda, restaurante com opções como café da manhã colonial, rodizio de parmegiana entre outras opções, além do museu de vinho e adega com opções de caipirinhas, cachaças, vinhos, geleias, cafés, entre outras opções.

Villa Brunholi

Complexo turístico formado por adega, minifazenda, brinquedoteca, restaurante e museu do vinho. A história do espaço começou em 1897, quando Antônio e Emma Brunholi chegaram da Itália e compraram uma propriedade no bairro de Caxambu em Jundiaí.

O lugar, que passou por muitas transformações desde então, também faz parte do desenvolvimento do turismo rural e do agronegócio. O espaço, além de ser uma opção para os turistas, faz a produção de vinhos de mesa, massas, licores, vinagre e caipirinha que leva o nome da família na marca.

Informações: Caipirinha Brunholi

 

Aprenda a preparar mojito com a tradicional cachaça brasileira

A tradicional bebida cubana, mojito, ganha um toque especial na Água Doce Sabores do Brasil. Na versão original, que combina rum branco com suco de limão e hortelã, o mojito, diminutivo de Mojo, que vem do folclore afro-americano e significa uma espécie de feitiço, encanto. Essa bebida é verdadeiramente um sucesso.

Com o toque brasileiro da pura e tradicional cachaça nacional, a Água Doce substitui o rum, inclui a água com gás e encanta trazendo uma refrescância que é o ponto alto da bebida.

Confira a receita abaixo. Aproveite os dias mais quentes, escolha uma boa cachaça e se delicie com o sabor marcante dos ingredientes do mojito brasileirinho.

Ingredientes

2 colheres de sopa de açúcar
Suco de 3 limões
10 folhas de hortelã
500 ml de água com gás
150 ml de cachaça da sua preferência
Cerca de 10 pedras de gelo

Modo de preparo

Em um copo coloque o açúcar e o suco de limão e mexa. Acrescente metade das pedras de gelo e as folhas de hortelã picadas. Coloque a cachaça, a água com gás e o restante das pedras de gelo. Misture tudo. Decore com uma fatia de limão e um ramo de hortelã e sirva.

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Essa receita não está presente no cardápio das unidades, por isso, a Água Doce Sabores do Brasil conta com uma página no Facebook chamada Doce Minuto, que explica o passo a passo desta e de outras receitas.