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Caipirinha vendida no exterior é engarrafada e exportada de Jundiaí

Com os ingredientes de cachaça, limão e açúcar, o drinque já chegou ao Reino Unido e República Dominicana

A nossa cachaça é conhecida mundialmente e reconhecida pela qualidade mundo a fora, mas, além dela, o drinque que mais faz sucesso entre os gringos nos bares brasileiros é a caipirinha. Cachaça, açúcar e limão, esses são os únicos ingredientes que fazem da bebida algo único e que desperta curiosidade dos visitantes, e a novidade é que agora ela pode ser exportada, por conta de uma ideia que surgiu no interior de São Paulo, a de engarrafar esta fórmula.

caipirinha

A ideia que parece inimaginável para quem já experimentou essa bebida se tornou possível para o empresário Paulo Brunholi, CEO do complexo turístico e gastronômico Villa Brunholi, que conta com restaurante, mini fazenda, adega e fabricação de bebidas, que levou a mistura de ingredientes para uma garrafa. “O objetivo sempre foi exportar a bebida da mesma forma que bebemos aqui, sem aditivos e conservantes, a Caipirinha Pronta Brunholi só leva três ingredientes, a cachaça, suco de limão e açúcar, então é só colocar gelo e pronto, ela está pronta para o consumo”, explica.

Com a bebida engarrafada fica mais fácil de romper as fronteiras brasileiras, por isso, a exportação da caipirinha já é uma realidade. O drinque já chegou ao Reino Unido e República Dominicana e, desde seu início, mais de 10% da produção já foram exportadas. A expectativa do empreendedor é de aumentar este número em 20% em 2019.

Tudo começou em 2015, após o resultado positivo de uma mutação do licor de cachaça com o limão, mas para conseguir uma caipirinha 100% natural, Paulo, que também é engenheiro químico precisou se dedicar a algumas pesquisas até achar a fórmula correta para que o suco do limão não amargasse com o tempo.

“O grande desafio para a produção da caipirinha foi a estabilização do limão, se você cortar um limão e demorar 40 minutos para fazer a caipirinha, já vai sentir o amargor. Conseguimos, por meio de muitos testes e estudos, um processo onde não há oxidação, sendo assim, ela continua sempre fresca, igual a caipirinha feita na hora”, afirma Brunholi.

A tradição da bebida junto com a praticidade desenvolvida pela Família Brunholi faz com que o produto fique cada vez mais conhecido, se tornando símbolo do país entre os estrangeiros, por representar muito bem o clima tropical brasileiro. No Brasil, já existem diversos sabores de caipirinhas, embora a de limão com cachaça seja a tradicional, outros sabores também tem o seu espaço, e devido ao sucesso da bebida, hoje o “rei da caipirinha” quer novos desafios e lançar novos sabores para exportação.

caipirinha brunholi

A história do Villa Brunholi teve início com plantações de uva, porém, com o passar do tempo passou a trabalhar com licores, sobretudo, o de limão, e atualmente o espaço abriga mini fazenda, restaurante com opções como café da manhã colonial, rodizio de parmegiana entre outras opções, além do museu de vinho e adega com opções de caipirinhas, cachaças, vinhos, geleias, cafés, entre outras opções.

Villa Brunholi

Complexo turístico formado por adega, minifazenda, brinquedoteca, restaurante e museu do vinho. A história do espaço começou em 1897, quando Antônio e Emma Brunholi chegaram da Itália e compraram uma propriedade no bairro de Caxambu em Jundiaí.

O lugar, que passou por muitas transformações desde então, também faz parte do desenvolvimento do turismo rural e do agronegócio. O espaço, além de ser uma opção para os turistas, faz a produção de vinhos de mesa, massas, licores, vinagre e caipirinha que leva o nome da família na marca.

Informações: Caipirinha Brunholi

 

Aprenda a preparar mojito com a tradicional cachaça brasileira

A tradicional bebida cubana, mojito, ganha um toque especial na Água Doce Sabores do Brasil. Na versão original, que combina rum branco com suco de limão e hortelã, o mojito, diminutivo de Mojo, que vem do folclore afro-americano e significa uma espécie de feitiço, encanto. Essa bebida é verdadeiramente um sucesso.

Com o toque brasileiro da pura e tradicional cachaça nacional, a Água Doce substitui o rum, inclui a água com gás e encanta trazendo uma refrescância que é o ponto alto da bebida.

Confira a receita abaixo. Aproveite os dias mais quentes, escolha uma boa cachaça e se delicie com o sabor marcante dos ingredientes do mojito brasileirinho.

Ingredientes

2 colheres de sopa de açúcar
Suco de 3 limões
10 folhas de hortelã
500 ml de água com gás
150 ml de cachaça da sua preferência
Cerca de 10 pedras de gelo

Modo de preparo

Em um copo coloque o açúcar e o suco de limão e mexa. Acrescente metade das pedras de gelo e as folhas de hortelã picadas. Coloque a cachaça, a água com gás e o restante das pedras de gelo. Misture tudo. Decore com uma fatia de limão e um ramo de hortelã e sirva.

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Essa receita não está presente no cardápio das unidades, por isso, a Água Doce Sabores do Brasil conta com uma página no Facebook chamada Doce Minuto, que explica o passo a passo desta e de outras receitas.

Água Doce lança cardápio em homenagem às mulheres

A Água Doce Sabores do Brasil investiu em uma ação voltada para o mês da mulher. A marca criou um cardápio comemorativo com opções de porções, sobremesas e drinques mais apreciados por suas freguesas. A iniciativa será realizada nas 75 unidades da rede durante todo o mês de março.

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A edição especial do cardápio em homenagem às mulheres disponibiliza quatro porções diferenciadas: frango ao bacon, isca de tilápia, pastelzinho de carne de sol e salada de salmão. Para acompanhar os pratos, a Água Doce Sabores do Brasil selecionou opções de drinques especiais. “Neste cardápio comemorativo há opções que conquistaram as mulheres e até uma homenagem ao dia delas, o coquetel 8 de março, que leva abacaxi, cachaça, leite de coco, leite condensado, coco ralado e groselha”, revela o diretor de franquias, Julio Bertolucci.

Às que desejam variar, o cardápio também disponibiliza outros drinques, como: Caipi Gin, feito com gin, limão siciliano e hortelã em uma combinação incrível e refrescante; Morango Senses, coquetel incrivelmente saboroso, produzido com vodca Ketel One, St. Remy e morango; Da Patroa, coquetel com vodca Ketel One, champanhe, limão siciliano e licor de cassis; Morena Rosa, uma mistura de sabores elaborada com morango, Aperol, tequila, limão e pimenta dedo de moça; e o Pôr do Sol, feito com gin, limão siciliano, champanhe e cereja. Também há duas opções de sobremesas, a Taça Sedução, preparada com sorvete de morango, biscoito Negresco, farofa de castanha com amendoim, chantili e calda de morango, e a Taça Tentação, preparada com sorvete de creme, brownie, farofa de castanha com amendoim, chantili e calda de chocolate.

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Segundo Bertolucci, a ação lança um novo olhar para os produtos do cardápio oficial da rede, mas com foco no público feminino. Um dos atrativos é valorizar o coquetel 8 de março, porque além de ser uma bebida em homenagem às mulheres, colorida e doce, a opção está há muito tempo no cardápio oficial da marca, no grupo de drinques clássicos, sendo bem aceito pelas clientes.

Promoção Musa do Selfie

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Haverá também promoções para elas e a primeira é o concurso #MusaDaSelfie. A cliente pode ganhar R$ 1.000,00 em consumação na Água Doce. Para participar:

1. Tire uma selfie bem criativa na Água Doce;
2. Poste a foto no Instagram, com a hashtag #MusaDaSelfie.
3. Não esqueça de deixar seu perfil no Instagram em modo público!

Confira o regulamento clicando aqui.

Harmonização paraense: cachaças artesanais e aperitivos que surpreendem

A versatilidade dos sabores típicos do Pará é indiscutível, e serve para composição de vários preparos de alimentos e até de bebidas. Pensando na valorização da matéria-prima da maior floresta tropical do mundo, a Daju Artesanal desenvolveu cachaças artesanais nos sabores açaí, jambu, cupuaçu e pimenta.

“As cachaças artesanais são consideradas exclusivas, uma vez que mesclam a destilação do caldo de cana-de-açúcar fermentado com a adição de frutas, folhas ou ervas da Amazônia, proporcionando uma experiência única de sabores e aromas”, revela Júlia Bentes, engenheira química e produtora das bebidas Daju Artesanal.

Os sabores da Amazônia já não são mais restritos ao Brasil, possuem admiradores espalhados por todo o mundo. De acordo com o chef Eduardo Amaral, que detém ampla expertise em harmonização de bebidas artesanais, a combinação entre cachaças e alimentos pode seguir a mesma linha de vinhos e outras bebidas. “Cachaças de sabor intenso combinam com pratos de sabor da mesma intensidade. Já as cachaças com sabores mais suaves harmonizam com alimentos mais leves”, explica.

De fato, a localização geográfica de Belém do Pará é privilegiada em vários aspectos e, hoje, é destaque no quesito paladar. Conhecida pelo forte caráter nativo brasileiro, incluindo raízes, folhas, frutos e sementes que são encontrados em abundância, fatores que despertam interesse de especialistas em gastronomia.

Para quebrar tabus sobre harmonização entre cachaças e petiscos, o chef  faz sugestões interessantes de combinações entre receitas leves de petiscos. Ele garante que os encontros entre as cachaças e os alimentos são capazes de promover uma verdadeira explosão de sabores.

Cachaça de Cupuaçu

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A mística desta cachaça começa pelo sabor que apesar de azedo, é muito suave. Porém, o processo de destilação a torna adocicada e leve, o que proporciona sessões de degustação e harmoniza perfeitamente com o o peixe popularmente conhecido com Filhote, considerado um nobre da culinária Amazônica. Além disso, é considerado extremamente suculento.

Cachaça de Açaí

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O diferencial dessa cachaça está no frescor e na concentração do sabor do açaí, que deixa a bebida marcante. Ao harmonizar com o peixe dourada (precisa ser frita). A crocância e sabor delicado do peixe é o casamento perfeito com a cachaça de açaí.

Cachaça de Jambu

cachaça de jambu

Quase indescritível é o sabor da cachaça de jambu. Prevalece a sensação de dormência que toma conta da boca, nas que, ao mesmo tempo, consegue ser suave e saborosa com um leve salgado. O camarão no bafo preparado com limão consegue extrair a função cítrica. A junção desses sabores ao combinar com a cachaça de jambu causa uma espécie de salivação. Sensação considerada uma verdadeira explosão de sabores.

Cachaça de Pimenta de Moça

cachaça pimenta de moça

Considerada peculiar, a cachaça de pimenta é capaz de agradar os paladares mais apurados. O álcool da cachaça consegue extrair o ardor da pimenta e, ainda, gerar sabores deliciosos. Por ter um sabor marcante e predominante, a cachaça harmoniza de forma singular com o peixe pirarucu, um dos maiores peixes de águas doces do mundo, com carne suave, macia e sabor único.

Dica do Chef Eduardo Amaral

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“Outra aguardente que pode ser harmonizada com o peixe pirarucu, é a famosa Cachaça do Índio, uma vez que os ingredientes predominantes na bebida são gengibre, milho, caldo de cana e rapadura. A mistura agridoce realça o contraste com o salgado”, explica o chef.

As cachaças possuem 38% de volume alcoólico. Os processos aplicados para produção de bebidas, como a apuração, saborização e engarrafamento, são feitos de forma artesanal para valorizar a essência e sabor da bebida.

“Essas características suaves e marcantes presentes nas cachaças as tornam propícias para acompanhar vários tipos de aperitivos”, conclui Amaral.

Sobre a Daju Artesanal

Há mais de quatro anos presente no mercado paraense, a marca se destaca por preservar o sabor natural das folhas, ervas e frutas da Amazônia na produção 100% artesanal de cachaças e licores. A linha de cachaças tem seis sabores: jambu, açaí, cupuaçu, jenipapo, pimenta e índio. Já a linha de licores se destaca em 17 sabores: gengibre, jenipapo, laranja, tangerina, lima da pérsia, tamarindo, cupuaçu, bacuri, açaí, cacau, castanha-do-pará, araçá, jambu e as novidades em chocolate, chocolate com pimenta e paçoca. Em 2018, recebeu o Troféu Imprensa Marajoara, com a melhor cachaça de jambu, e única contemplada no segmento de bebidas.

Aprenda a fazer a caipirinha perfeita

A caipirinha é um dos drinques mais consumidos do planeta, e até possui uma lei no Brasil garantindo sua proteção e preparação correta (decreto nº 6.871/2009). No livro, Os segredos da cachaça, lançado pela editora Alaúde, os autores João Almeida e Leandro Dias ensinam o passo a passo para se obter a caipirinha perfeita (e dentro da lei).

segredo da cachaça

“A caipirinha é um estado de espírito, tato de quem prepara quanto de quem bebe. Reúna seus amigos e divirta-se. Um brinde!”, celebra Dias.

Confira, abaixo, a receita da caipirinha perfeita e aproveite.

A caipirinha pode ser feita com vários tipos de limões, é importante estar atento aos detalhes e descartar as partes que prejudicam o sabor da caipirinha.

Retire as extremidades do limão e corte a fruta em cubos, descartando o miolo branco.
Depois de colocar o limão no copo, adicione duas colheres de açúcar (para a caipirinha tradicional, use o açúcar branco). Com o auxílio de um macerador, pressione levemente o limão com o açúcar para extrair o sumo, sem agredir a fruta, lembrando que esse cuidado tem a finalidade de evitar que o óleo da casca do limão deixe o drinque amargo.

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Evite o uso de coqueteleira no preparo, pois movimentos bruscos podem “agredir” o limão, fazendo soltar propriedades que amargam a caipirinha. O gelo não tem segredo, basta ser feito de uma boa água mineral e adicioná-lo até completar o copo.
Adicione 60ml de uma cachaça produzida em alambiques de cobre. Deixe no copo uma colher ou um canudo para que, ao apreciar, você possa dar uma mexidinha e interagir com o drinque.

 

Cachaça Week no Trabuca Bar

Destilado nacional por excelência, a cachaça tem um dia só dela, 13 de setembro. E para comemorar o Dia da Cachaça, o Trabuca Bar realiza a Cachaça Week, para curtir e degustar com os amigos que curtem a bebida. Para isso, foi elaborada por Jaqueline Dias e Fernando Spolaor, uma carta de drinques especiais, disponível de 12 a 14 de setembro, e em double drink, das 18 às 21 horas.

Instituída por um decreto parlamentar em 2010, a data chegou para homenagear uma passagem de nossa história conhecida como Revolta da Cachaça, em que a coroa portuguesa (em 1659) proibiu a produção do líquido no Brasil e ordenou a destruição de todos os alambiques. Em 13 de setembro 1661, a rebelião levantada pelos senhores de engenho do Rio de Janeiro acabou, retomando a liberação.

Feita de cana-de-açúcar, a cachaça produzida no país ganhou variadas versões obtidas por meio da fermentação e destilação do caldo de cana ou melaço, que pode ser envelhecido em diferentes tipos de toneis, resultando em bebidas com estrutura, aromas e sabores diferentes. Algumas destas variedades foram utilizadas pelos mixologistas na carta com cinco drinques. São eles:

trabuca bar drinques cachaca

=Jungle Bird by Fernando Spolaor – Blend de Ypiócas (150 e 160), Campari, limão, suco de abacaxi e xarope de amêndoas (R$ 32,00).
=Pinicilina by Fernando Spolaor – Cachaça Nega Fulô Carvalho, limão, cumaru, gengibre e JW Double Black (R$ 32,00).
=Maria Luisa by Jacqueline Dias – Ypióca 5 Chaves, licor Dom Benedictine, Vermute tinto, Vermute da casa, Absinto e Peychauds Bitter. (Releitura do clássico La Louisiane) (R$ 36,00).
=Bendito by Jacqueline Dias – Cachaça Nega Fulô Jequitibá, creme de cassis, limão, Ginger Beer caramelizado com lúpulo da casa (Releitura do clássico El Diablo) (R$ 32,00).
=RJ Sour by Jacqueline Dias – Cachaça Nega Fulô Ypê, chá de camomila, limão, açúcar, vinho tinto e clara de ovo. (Releitura do clássico New York Sour) (R$36,00).

Trabuca Bar: Av. Juscelino Kubitschek, 1.444 – Itaim Bibi / São Paulo. Dias e horários de funcionamento: segunda-feira a quinta-feira, das 12h às 15h; terça-feira a quarta-feira, das 18h à 1h. Quinta-feira, das 18h às 2h. Sexta-feira, das 12h às 2h (sem intervalo). Sábado, das 16h às 2h (sem intervalo). Domingos – fechado

Razões para ir à Água Doce de Santana

A Rede Água Doce – que reúne mais de 80 casas especialistas em oferecer os melhores sabores do Brasil – apresenta lançamentos de seu cardápio, famoso pela variedade e o sabor.

A primeira delícia é a Isca de Mignon Empanada. São suculentas iscas de filé mignon empanadas com parmesão e salsa. Acompanha um saboroso molho de goiabada picante.

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A segunda é a Costelinha Du Chef, cujo destaque é o tempero. Ela é preparada com cerveja preta, gengibre e aquele toque especial que só a Água Doce sabe dar. Acompanha arroz branco e uma deliciosa batata rústica.

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Os amantes de coquetéis diferenciados vão se deliciar com duas novidades. Uma delas é o Itapuã, a combinação surpreendente de vodka Smirnoff, mel, limão siciliano, gengibre e hortelã.

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Manga Picante é o outro coquetel que promete arrasar! É preparado com vodka Smirnoff, manga e pimenta dedo de moça. Uma verdadeira delícia apimentada!

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E quem resiste a uma sobremesa? A Taça Sedução é preparada com sorvete de morango, mistura de farofa Marvi com biscoito Negresco triturado, calda de morango, chantilly. Pura tentação.

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O cardápio da Água Doce: uma atração que vale a pena conhecer de perto

O cardápio da Água Doce é uma explosão de sabor. Traz uma seleção de porções, pratos, saladas, lanches, sobremesas e bebidas com ou sem álcool que agrada paladares variados – e também aqueles que adoram uma porção bem farta, para degustar à vontade!

Tarefa árdua é destacar o que e mais gostoso. Entre as porções, vale apostar na Carne de Sol com Mandioca (carne de sol acebolada acompanhada de mandioca); no Filé Mignon com Requeijão (cubos de filé mignon com cebola, coberto, com requeijão, e acompanhados de pão de alho) e nas Iscas de Frango ou de Suíno (esta vem acompanhada de molho de goiabada picante). Igualmente deliciosos são os bolinhos de bacalhau e calabresa com queijo. E, se preferir um lanche, anote duas sugestões: Carne e Queijo (pão Frances, filé mignon e queijo mussarela, servidos com batata frita e vinagrete) ou Frango e Queijo (pão francês, filé de frango e queijo mussarela, também acompanhados de batata frita e vinagrete).

Gosta de salada? Delicie-se com a Salada Gaúcha, composta por alface, cenoura, bacon, maionese, palmito e batata palha. A Salada Fria é igualmente rica e combina alface, tomate, palmito, salame, mussarela, provolone, azeitonas pretas e verdes.

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Na hora da fome, nada melhor do que um Mignon com Gorgonzola (filé mignon bovino em cubos ao molho gorgonzola acompanhado de crocantes anéis de cebola, na foto); Suíno ao Molho Especial (filé mignon suíno cortado em cubos, coberto por um saboroso molho especial e servido com arroz branco); o Filé à Realeza de Frango e Mignon (filé de frango ou mignon, queijo, tomate, manjericão e cebola acompanhado de arroz branco) ou o Picadinho Agua Doce (iscas de filé mignon, bacon, queijo coalho acompanhados de arroz branco e farofa com alho).

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E como uma sobremesa é sempre bem-vinda, não há quem se arrependa ao provar a Delícia Gelada (sorvete de creme, goiabada, creme de leite e chantili), o Creme de Papaia com Cassis ou o Petit Gateau).

Para acompanhar estes pratos, saladas ou porções, tem sucos, refrigerantes, as melhores cachaças do Brasil, vinho, batidas e coquetéis. Sucos são uma excelente pedida. Tanto o Fitness (água de coco, abacaxi, gengibre, couve e limão) como o Abacaxi com Gengibre fazem sucesso.

Entre as batidas e coquetéis – preparadas com cachaça, vinho, saquê ou vodka – Maria Bonita merece destaque (cachaça, licor, leite condensado, leite de coco, suco de abacaxi e mel ), assim como o Tanqueray Tonic, preparado com gin, limão siciliano e manjericão. Se gosta de morango, a melhor pedida é o Morango Senses, que reúne, além da fruta, vodka e St. Remy.

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Maria Bonita

Há um trio de drinks que não pode ser esquecido, pois tem a cara do Brasil e tudo a ver com o clima da Água Doce. São eles: Ipanema (vodca, hortelã, uvas e gengibre); Leblon (vodca, rum, suco de maracujá e curaçau blue); e Copacabana (rum, abacaxi e hortelã). Degustação obrigatória!

Para finalizar, a Carta de Cachaças da Água Doce fez a fama da rede. São cerca de 100 rótulos, degustados e aprovados por um time de degustadores profissionais, especialistas no verdadeiro destinado nacional, comandados por Delfino Golfeto, o Embaixador da Cachaça no Brasil. Na Carta de Cachaças da Água Doce, só entram produtos naturais, a verdadeira cachaça de alambique.

Água Doce de Santana: Av. Luiz Dumont Villares, 717 – Jardim São Paulo

Bar Pátio SP participa pela primeira vez do projeto Rabo de Galo

Com receitas exclusivas, para cada drinque vendido, R$ 1,50 será revertido para Slow Food do Brasil

O coquetel chamado de rabo de galo é tipicamente brasileiro e está entre os mais consumidos no país. Como uma homenagem a este clássico, acontece a 2ª edição do projeto Rabo de Galo, de hoje (13 de setembro) a 1º de outubro.

Desde o princípio, o coquetel tem como base dois ingredientes: cachaça e bitter (infusão amarga de raízes, folhas, frutos e/ou especiarias em bebida alcoólica neutra). No projeto, o barman de cada bar participante usa a criatividade e os conhecimentos em coquetelaria e cria uma receita especial do rabo de galo utilizando a cachaça Yaguara branca, orgânica ou ouro.

Um dos bares participantes, em São Paulo, é o Pátio SP, localizado na esquina das ruas Mourato Coelho e Wizard, na Vila Madalena. Lá está o bartender João Vieira – entre drinques, copos e bebidas desde 1999 – que elaborou uma receita para participar do projeto, que leva: cachaça Yaguara ouro, vermute e bitter de laranja, a R$ 22. “Optei pelo simples e funcional, menos é mais, porque não queria fugir do padrão. Usei o bitter de laranja que deixa o sabor mais elevado. O resultado é um coquetel suave e refrescante” diz Vieira. “Também usaremos um gelo especial quadrado, ele demora mais para derreter e não fica aguado. O sabor fica igual do começo ao fim, fica refrigerado”, explica.

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Para cada drinque vendido no projeto, R$ 1,50 será doado para o Slow Food do Brasil, movimento que, entre outras coisas, luta pelo reconhecimento do patrimônio gastronômico do país.

História do Coquetel

Por volta de 1950, a fábrica do vermute Cinzano veio para o Brasil. Em pouco tempo, a empresa italiana percebeu que o que o brasileiro consumia era cachaça e não vermute. Foram, então, inventando maneiras de adaptar o produto deles ao mercado. Misturaram vermute e cachaça e desenvolveram um copo exclusivo com as linhas da marcação das doses para fazer um coquetel. “Até aqui, vermute. Daqui pra cima, cachaça.” Para essa criação, deram o nome de cocktail, termo já usado há tempos nos EUA para nomear a mistura de bebidas. Não demorou muito e, para aproximar as pessoas do drinque, traduziram para Rabo de Galo (Cock, galo em inglês, e Tail, rabo).

Projeto Rabo de Galo

O Rabo de Galo foi inventado no Brasil e é um dos coquetéis mais vendidos no país. Para homenagear esse clássico e fortalecer seu reconhecimento como legítimo representante da coquetelaria brasileira, chega à sua segunda edição o Projeto Rabo de Galo. A cachaça Yaguara, criadora do projeto, convidou grandes nomes da coquetelaria de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) para a ação. Durante o período, cada chef de bar das casas participantes apresentará sua versão exclusiva do drinque.

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Pátio SP Bar –  Rua Mourato Coelho, 1.272, Vila Madalena, São Paulo  – Horário de funcionamento: terça a quinta das 17h à 1h; sexta das 17h às 2h; sábado das 12h às 2h e domingo das 12h às 23h.

 

13 de Setembro: Dia da Cachaça

Delfino Golfeto, o Embaixador da Cachaça no Brasil, explica como avaliar uma boa cachaça de alambique

O especialista, que preside a rede Água Doce – Sabores do Brasil, com mais de 90 restaurantes com uma carta de cachaças degustada e aprovada por ele, com cerca de 100 rótulos, alerta: nem toda marca que faz um bom marketing é uma cachaça artesanal, de alambique

A cachaça é o verdadeiro destilado nacional. Delfino Golfeto, considerado o Embaixador da Cachaça no Brasil, defende a versão artesanal, de alambique, como um produto nobre, que deve ser apreciado como uma bebida especial.

“Foi-se o tempo em que as pessoas tomavam a ‘pinguinha’ no boteco e eram discriminadas. Primeiro, porque pinga e cachaça são muito diferentes. Pinga é um produto sintético, cheio de produtos químicos e vendido comercialmente, em larga escala. Já a cachaça é produzida a partir da fermentação da cana de açúcar, em tonéis de madeira, naturalmente. Esse nobre produto, de alambique, é artesanal e, como já citei, natural. Não tem qualquer adição química e seu sabor é completamente diferente. É esse o nobre produto nacional, que deve ser apreciado e valorizado”, diz ele.

Em sua rede de restaurantes, a Água Doce – Sabores do Brasil, há uma carta de cachaças degustada por especialistas, na qual figuram somente produtos de altíssima qualidade, que são avaliados a cada dois anos. “Nós degustamos uma a uma e as que perdem qualidade são excluídas do cardápio”, explica Golfeto.

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Aqui, ele mostra como avaliar uma boa cachaça:

– Quando se toma uma cachaça, é preciso observar a ‘agressividade’, a acidez, o sabor alcoólico inicial e residual. A doçura também deve ser observada: é positiva se ela for resultante dos compostos doces do próprio produto e do método de armazenamento (quando também recebe açúcares provenientes da madeira na qual a cachaça é armazenada). É negativa quando é resultante da adição de sacarose. Muitas vezes, o açúcar mascara sabores ruins;

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– Uma boa cachaça é límpida, transparente e sem resíduos. O degustador também avalia a aparência da bebida e não só o seu sabor. Em seguida, ele a cheira: o aroma deve ser agradável e dar vontade de continuar cheirando – além de despertar a vontade de saboreá-la;

– A boa cachaça deixa no copo uma oleosidade que escorre lentamente. É por isso que o cálice deve liso, transparente e de boca larga. A bebida queima agradavelmente na boca, “descendo bem suave”;

– O degustador de cachaça, quando a coloca em contato com a língua por alguns segundos, sabe definir o paladar: adocicado, ácido, amargo ou salgado.

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– No processo de degustação de várias cachaças de gradação alcoólica diferentes é importante tomar água mineral gasosa e comer pedaços de pão puro.

– Para degustar uma dose, o ‘cachaçólogo’ demora de 15 a 20 minutos. Um coquetel e uma batida requerem de 20 a 30 minutos.

– Geralmente, a boa cachaça tem aroma suave. Alguns degustadores costumam agitar a garrafa para verificar a quantidade de bolhas que se formam. Quanto maior o número de bolhas, melhor a qualidade da bebida.

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– A busca pela qualidade começa no preparo do solo. O processo requer a escolha correta do terreno, um bom preparo do solo e a seleção criteriosa da variedade da cana. O plantio precisa ocorrer na época correta, assim como a colheita. A moagem, extração da sacarose, fermentação e destilação são igualmente importantes.

– A cachaça de qualidade precisa ficar armazenada por, no mínimo, dois anos numa boa madeira. Se ficar acima de oito anos, vira produto nobre e ganha status.

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Informações: Água Doce

Sagatiba tem pack especial para presentear pais que gostam de cachaça

Todo ano bate aquela dúvida de qual o melhor presente para o Dia dos Pais. Buscamos algo diferente e, por vezes, acabamos repetindo o presente. Então, que tal inovar com algo criativo e tipicamente brasileiro para o seu pai esse ano? Sagatiba preparou um pack com uma garrafa de Sagatiba Envelhecida – cachaça premiada internacionalmente, de alta qualidade, envelhecida por no minimo dois anos em barris de carvalho americano, anteriormente usados na produção de de bourbon nos EUA – com dois copos de shot para apreciar a bebida.

O liquido é produzido artesanalmente em pequenos lotes em uma fazenda no interior de Minas Gerais, teve seu processo aperfeiçoado para criar uma bebida única. A cana-de-açúcar fresca é moída menos de 24 horas após sua colheita e fermentada com uma levedura exclusiva para depois ser destilada em alambique de cobre e envelhecida por pelo menos dois anos em barris de carvalho americano com torrefação intensa (ex-Bourbon).

Com graduação alcóolica de 38%, a cachaça possui um buquê agradável, sabor suave a corpo macio. Perfeita para os pais degustarem pura com um bom petisco ou nas mais variadas combinações e caipirinhas (receita sugestão no verso do pack). Recentemente, Sagatiba Envelhecida conquistou diversos prêmios internacionais, que comprovaram a alta qualidade do produto, sendo medalha de ouro pelo BTI (Beverage Tasting Institute) em Chicago, prata pelo New York Internacional Spirits Competition, prata pelo San Francisco Word Spirits e double gold pela Blue Lifestyle.

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Preço sugerido: R$ 59,90

Que tal uma caipirinha diferente para o Dia dos Pais? Conheça uma versão com abacaxi e pimenta:

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Ingredientes
– 50 ml de Sagatiba Envelhecida
– ½ limão
– 2 fatias de abacaxi
– 2 colheres de sopa de mel
– 1 punhado de pimenta rosa

Modo de preparo
Em uma coqueteleira, adicione o limão cortado em cubos, as fatias de abacaxi e o mel. Macere suavemente. Adicione gelo, a dose de Cachaça Sagatiba e bata todos os ingredientes. Sirva em um copo baixo, adicione a pimenta rosa para decorar e aproveite.

Informações: Sagatiba