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La Roche-Posay apresenta Anthelios HydrAOX FPS 60

Com acabamento invisível e textura ultra fluida, o protetor solar oferece maior concentração de Água Termal La Roche-Posay e é indicado para todos os tipos de pele

Mesmo em dias nublados, a pele está diariamente exposta à radiação ultravioleta A e sujeita às suas agressões. Os raios UVA são responsáveis por produzir radicais livres que levam ao envelhecimento precoce causado pelo sol, manchas solares e outros efeitos negativos.

Pensando em oferecer o maior cuidado todos os dias, La Roche-Posay, marca de proteção solar mais recomendada pelos dermatologistas no Brasil, lançou o Anthelios HydrAOX FPS 60. Com acabamento invisível e textura não-pegajosa, o novo protetor solar oferece a maior proteção UVA da história da gama Anthelios e do mercado de proteção solar até FPS80, com PPD 46.

O PPD é o índice que determina a proteção contra os raios UVA (ultravioleta A). Por serem constantes durante o dia e não sofrerem grandes variações, acabam, muitas vezes, não sendo percebidos e penetram mais profundamente na pele, causando danos a longo prazo, podendo até provocar câncer da pele. Por isso, quanto maior o PPD, maior a proteção contra essas radiações.

Já o FPS é o fator de proteção contra os raios UVB (ultravioleta B). Mais intensos ao meio-dia, são os responsáveis pelas queimaduras solares e estão ligados diretamente ao câncer da pele. O Anthelios HydrAOX oferece proteção de amplo espectro contra os danos do sol.

Esta fórmula conta com a Tecnologia HydrAOX, que permite a combinação da maior concentração de Água Termal de La Roche-Posay e vitamina E em um protetor solar da linha Anthleios, ao mesmo tempo que proporciona textura ultra fluida, absorção imediata e um acabamento invisível.

Indicado para todos os tipos de pele, o Anthelios HydrAOX é muito resistente à água e ao suor. Sua alta proteção UVA junto ao complexo antioxidante permite que Anthelios HydrAOX tenha alta proteção contra os danos dos radicais livres, que surgem com a exposição à radiação UVA e são responsáveis pelo envelhecimento precoce, macha solares, entre outros danos à pele.

Além disso, o protetor possui eficácia antioxidante, protegendo a pele dos efeitos nocivos causados pela radiação UV e poluição. Os raios UVA são constantes em áreas de poluição, como grandes cidades ou áreas empresariais, pois conseguem passar pelas nuvens e janelas facilmente. Juntos, os raios UVA e UVB contribuem para o aparecimento de rugas e flacidez.

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Anthelios HydrAOX pode ser encontrado no DermaCub com preço sugerido ao consumidor no valor de R$ 89,90 e em outros parceiros comerciais, como farmácias, drogarias e sites de e-commerce, na versão de 50g.

Informações: La Roche

Médica alerta: cuidado com a insolação

A insolação é uma condição séria provocada pelo excesso de exposição ao sol e ao calor intenso. Ela acontece quando a temperatura corporal ultrapassa os 40ºC, fazendo com que o mecanismo de transpiração falhe e o corpo não consiga se resfriar.

O quadro de insolação merece especial atenção porque com o aumento rápido da temperatura corporal, a pessoa acaba perdendo muita água, sais e nutrientes importantes para manutenção do equilíbrio do organismo.

É importante lembrar que a condição da insolação está bastante associada ao clima quente e seco, mas também pode ocorrer em ambientes úmidos. É uma condição que pode ser fatal. O atendimento médico deve ser imediato, assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas, para evitar o óbito e outras complicações, como danos no cérebro, coração, rins e músculos.

Causas

Segundo a dermatologista Leontina da Conceição Margarido, delegada da Associação Paulista de Medicina (APM) e membro da Academia de Medicina de São Paulo, “A insolação pode ocorrer em qualquer tipo de pele, mas é pior nas pessoas com pele e olhos claros. Os ruivos são os mais susceptíveis às queimaduras e suas consequências”.

O problema é causado basicamente por situações de exposição prolongada ao sol e ao calor. Normalmente acontece em ambientes muito quentes ou em situações que provoquem aumento rápido da temperatura corporal, como, por exemplo:

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=Passar muito tempo exposto ao sol sem protetor solar (na praia, no clube, na piscina etc).
=Praticar atividades extenuantes, ou seja, que causam esgotamento, enfraquecimento físico.
=Usar excesso de roupas, especialmente no calor.
=Ficar sem se hidratar por muito tempo.

A prática regular de atividades físicas é uma orientação padrão dos médicos, especialmente por melhorar a qualidade de vida e prevenir uma série de doenças crônicas, como diabetes, câncer e hipertensão. No entanto, atividades exaustivas, que causam debilitação na pessoa, provocam o efeito inverso, contribuindo para insolação e, em casos mais graves, lesões de diversos tipos e até mesmo a morte.

Apesar de o ambiente externo ser mais propício ao aparecimento do problema, é fundamental ter cautela. Barraca ou guarda sol, por exemplo, não protegem dos raios solares, eles refletem no solo e acabam atingindo mesmo aqueles que estão na sombra. “A proximidade com a água, areia e neve também aumentam a incidência de luz e intensificam a exposição à radiação”, alerta Leontina.

O que fazer

Ela causa sintomas que vão aparecendo aos poucos. Os primeiros sinais são:

.dores de cabeça;
.tontura;
.náusea;
.pele quente e seca;
.pulso rápido;
.temperatura elevada;
.distúrbios visuais;
.confusão mental.

Dependendo do tempo de exposição ao sol, os sintomas podem ser mais graves e podem incluir, entre outras coisas:

.respiração rápida e difícil;
.palidez (às vezes desmaio);
.convulsão;
.temperatura do corpo muito elevada;
.extremidades arroxeadas;
.fraqueza muscular;
.coma;
.morte.

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A insolação provoca o aumento de, pelo menos, 25% das chances de desenvolver câncer de pele. Além disso, favorece o aparecimento de sardas, melasma, queimaduras e envelhecimento precoce.

“É preciso estar atento às lesões que mudam de tamanho, de cor, começam a coçar, doer, arder. Feridas que demoram em cicatrizar ou não cicatrizam, são sinais de degeneração e que não pode ser ignoradas”, completa.

É essencial buscar ajuda médica imediata assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas de insolação.

Fatores de risco

Alguns fatores, hábitos, posturas, comportamentos e situações podem aumentar os riscos de insolação. Crianças, idosos, pessoas com doenças crônicas, como câncer, diabetes, hipertensão, e pessoas com imunidade baixa, como transplantados e portadores de HIV/Aids, devem ter cuidado especial com a insolação, uma vez que esta condição pode provocar efeitos colaterais graves com maior probabilidade nesse público.

Atenção a:

=Não beber líquidos adequadamente.
=Ingerir muito álcool ou cafeína.
=Pessoas que têm gastroenterites.
=Pessoas que fazem uso de medicamentos para pressão alta, diuréticos, antidepressivos ou antipsicóticos.

Fonte: Associação Paulista de Medicina (APM)

 

 

Dez coisas que talvez você não saiba sobre o câncer de pele

Uma das estações mais esperadas do ano chega no dia 22 de dezembro: o verão. Com ela aumentam as atividades ao ar livre, as viagens à praia e o desejo do famoso bronze nessa época do ano. Mas é preciso ficar atento à exposição ao sol. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), cerca de 180 mil novos casos do tipo não melanoma acontecem todos os anos. Esse é o tipo mais comum dos cânceres e o menos letal dentre os de pele.

O mês de dezembro é nomeado Dezembro Laranja, iniciativa criada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia a fim de conscientizar a população sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce da doença. O dermatologista especialista em câncer de pele, Luiz Guilherme Castro, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, tirou algumas dúvidas sobre o tema.

A principal forma de prevenção do câncer de pele não melanoma é evitar a exposição ao sol sem proteção

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Mais de 90% dos casos de diagnósticos de câncer de pele não melanoma são reflexo da exposição aos raios ultravioletas de forma inadequada. Clinicamente o tumor é mais frequente em locais que são expostos ao sol de forma crônica como face, tronco e pernas.

Apenas passar o protetor solar não garante proteção total

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A recomendação do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é para evitar a exposição intensa ao sol no horário das 10h às 16h. Ainda assim, se a exposição for inevitável, o uso de proteção adequada, como roupas, bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e guarda-sóis é fundamental.

Apenas a proteção na pele não basta: lembre-se de proteger os lábios

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O cuidado com os lábios no Verão vai muito além da estética. Castro explica que além de evitar a geração de fissuras na pele sensível, que podem levar a contração de bactérias, o uso de protetor solar labial previne a aparição de rugas precoces e do câncer. “Por ser tratar de uma área delicada do nosso corpo e que sofre com grande exposição ao sol, assim como todo o rosto, é necessário atenção redobrada”, afirma o dermatologista.

O tratamento é, na grande maioria, cirúrgico

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O tratamento mais usado para tratar os casos de câncer de pele é a cirurgia. Eventualmente, também é possível usar outros métodos, como terapia fotodinâmica, radioterapia ou até quimioterápicos em forma de pomada. A escolha do melhor método de tratamento é feita por um médico especialista que levará em conta o tipo da lesão, o subtipo do câncer, o tamanho do tumor, assim como as particularidades de cada paciente.

Pessoas de pele, cabelos e olhos claros têm mais chances de desenvolver a doença

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Castro explica que, por terem menos pigmento na pele, essas pessoas contam com uma menor proteção conta as radiações UV, e, por consequência, têm mais risco de desenvolver o câncer. Além disso, peles claras, que produzem menos melanina, são mais suscetíveis a queimaduras causadas pelos raios UVB do sol. Durante dias nublados a pele recebe a radiação UVA, que embora menos perigosa, é uma grande responsável pelo envelhecimento da pele. Durante o verão, essas radiações estão mais presentes e a exposição ao sol costuma ser maior.

Apesar dos riscos, o sol não precisa ser visto com vilão absoluto

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A vitamina D, que é produzida durante a exposição da pele ao sol, é essencial para a prevenção de problemas cardíacos, osteoporose, gripes e resfriados e até mesmo cânceres, portanto, fugir completamente do sol nem sempre é a melhor solução. “É importante identificarmos os grupos de risco antes de recomendações generalistas. Pessoas de pele clara, olhos e cabelos claros, estão muito mais sujeitas ao aparecimento dos carcinomas (forma mais comum de câncer de pele), uma vez que apresentam uma capacidade reduzida na produção de melanina (pigmentação da pele), logo, terão que tomar mais cuidado com a exposição solar”, conta médico.

Os tipos de câncer de pele melanoma têm pouca relação com a exposição solar

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Um dos tipos mais graves de câncer de pele, responsável por cerca de 5% dos casos da doença, os melanomas têm uma relação menos direta com a exposição solar. Grande parte dos casos de melanoma cutâneo aparecem em áreas não expostas cronicamente ao sol, como dedos, couro cabeludo, nádegas etc. É importante ressaltar ainda que, muitos casos de melanoma, têm mais relação com mutações genéticas do que exposição ao sol.

Os principais fatores de risco para o tumor são: histórico familiar, ter pele e olhos claros, cabelos ruivos ou loiros, ou ser albino. Ter grande número de pintas (+50) também aumenta o risco.

Os carcinomas costumam se manifestar como feridas que não cicatrizam. Já os melanomas se manifestam como pintas, lesões pretas

Para identificar uma pinta suspeita, os especialistas recomendam o uso da regra denominada ABCDE, que consiste na observação de cinco aspectos diferentes:

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A — Assimetria: pintas que não são simétricas;
B — Bordas: quando as bordas apresentam irregularidades em seu formato;
C — Cor: variação da tonalidade das pintas e mudança de tonalidade de uma pinta já existente;
D — Diâmetro: pintas com diâmetro maior que 5mm;
E — Evolução: pintas que se modificam em qualquer aspecto como cor ou tamanho.

Quem tem tatuagem deve redobrar os cuidados

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As tintas escuras usadas nas tatuagens podem encobrir possíveis lesões de câncer de pele. A pigmentação também pode atrapalhar a detecção de alguns casos. O melanoma tem uma alteração celular com muito pigmento, assim como as tatuagens, dificultando a análise da estrutura celular durante os exames patológicos.

Em todos os casos, o prognóstico da doença tende a ser bom se detectado precocemente

“Não existem recomendações oficiais para a detecção do câncer de pele, no entanto, é de extrema importância que a pessoa conheça sua própria pele e saiba identificar possíveis alterações que indiquem a formação de um tumor”, explica o médico.

Caso note alguma alteração suspeita na pele, consulte um dermatologista.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Campanha do Câncer da Pele: exame preventivo gratuito será no dia 7

A ação mais importante do calendário do Dezembro Laranja ocorrerá no dia 7 de dezembro, sábado (de 9 às 15h), quando cerca de 4 mil dermatologistas e voluntários prestarão atendimento para identificação e direcionamento para tratamento da doença, além de esclarecerem sobre a importância de adotar medidas preventivas. As consultas serão realizadas, gratuitamente, em cerca de 130 postos de atendimento em todo o Brasil.

Essa é a 21ª edição da Campanha Nacional do Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Segundo Sergio Palma, Presidente da SBD, “é um dia de voluntariado no qual queremos reforçar a importância da proteção diária para prevenção, além de alertar que a identificação precoce do câncer da pele aumenta as chances de cura e evita danos ou mutilações mais profundas”, adianta o médico.

A ação do ano passado (2018) resultou em 26.161 atendimentos, sendo 3.852 casos de câncer de pele identificados, entre carcinoma basocelular (2.765), carcinoma espinocelular (724) e melanoma (363). Desde a sua implementação, em 1999, a iniciativa já beneficiou mais de 600 mil pessoas. Em 2019, a previsão é de que 30 mil indivíduos passem pela consulta.

Em 2009, a SBD recebeu a certificação do Guinness World of Records por ter promovido a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia, e a maior campanha mundial de prevenção do câncer da pele, com mais de 34 mil atendimentos em diferentes regiões do Brasil.

Câncer da pele: você corre risco?

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Todos os tipos de câncer de pele estão relacionados à radiação ultravioleta do sol. De acordo com Elimar Gomes, Coordenador Nacional do Dezembro Laranja, “tanto a exposição solar crônica diária, ou seja, pequena quantidade de sol nas áreas expostas ao longo da vida,quanto episódios de exibição intensa e desprotegida, que podem ocasionar queimaduras, aumentam as chances de desenvolver o tumor de maior incidência no ser humano”, e ressalta os fatores de risco: “as pessoas de cabelos loiros ou ruivos, olhos claros, ou de pele clara, que facilmente ficam vermelhas quando tomam sol, têm o risco ainda maior.

O fator genético também é muito importante, ou seja, quem tem familiares com histórico de câncer de pele, principalmente o melanoma, deve ficar ainda mais atento. Os cuidados com a proteção precisam ser redobrados também por pessoas com muitas pintas, cicatrizes, feridas crônicas ou imunossuprimidos”, conclui o dermatologista. Se você ou algum conhecido se encaixa neste perfil, fique atento aos #sinaisdocancerdepele e participe do dia do atendimento gratuito para diagnóstico do Câncer de Pele, em 7 de dezembro.

Carcinoma Basocelular: examine seus sinais!

Você sabe qual é o tipo de câncer de pele mais comum? O carcinoma basocelular (CBC) corresponde a 70% da doença, isso significa mais de 120 mil novos casos a cada ano no Brasil. Existem três subtipos principais: o CBC superficial, que se apresenta com manchas avermelhadas, sem sintomas, que podem sangrar facilmente; o CBC nodular, que são lesões elevadas, brancas ou peroladas, com pequenos vasos sanguíneos, bem visíveis; e o CBC infiltrativo, que pode formar feridas ou lesões semelhantes a pequenas cicatrizes, sem história de trauma.

As lesões também podem ser pigmentadas, com áreas azuladas, acinzentadas ou enegrecidas. Acontece principalmente após os 50 anos e é mais comum nas áreas da pele exposta ao sol diariamente, mas também nas áreas cobertas com histórico de queimadura solar. Se diagnosticado precocemente e tratado corretamente, o carcinoma basocelular pode ser curado, mas quando é negligenciado, pode provocar grande destruição local e, raramente, até provocar metástases. Fique atento aos #sinaisdocancerdepele e, sempre que houver dúvida, procure um médico dermatologista. Vá até um dos postos de atendimento gratuito no dia 7/12 e acelere seu diagnóstico e tratamento.

Carcinoma Espinocelular: não ignore os sinais!

Você sabia que uma ferida que não cicatriza pode ser um câncer de pele? O carcinoma espinocelular (CEC) corresponde a 20% dos diagnósticos e pode se apresentar como uma lesão avermelhada verrucosa ou uma ferida que não cicatriza. Tem crescimento progressivo, algumas vezes rápido, pode ficar doloroso, endurecido ou sangrar fácil. O principal fator de risco é a exposição solar crônica diária, ou seja, o efeito cumulativo da exposição ao longo da vida.

Sendo assim, é mais comum em idosos, principalmente homens, no rosto, orelhas, lábios e pescoço. Também ocorrem mais facilmente sobre cicatrizes, queimaduras ou regiões tratadas por radioterapia e em indivíduos imunossuprimidos. Fique atento aos #sinaisdocancerdepele e, diante de uma lesão suspeita, procure um dermatologista. Vá até um posto de atendimento gratuito para diagnóstico do câncer de pele no sábado, 7/12, e se consulte com um médico da SBD.

Melanoma: encare os sinais!

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Você sabe reconhecer os sinais de um melanoma? O tipo de câncer é originário dos melanócitos, ou seja, as células que produzem melanina e dão cor à pele, por este motivo, na grande maioria das vezes, a doença se apresenta como uma pinta irregular na pele. O melanoma tem crescimento progressivo, sendo assim esse sinal chamará cada vez mais a atenção, mudando de formato, coloração ou relevo.

Quem tem a pele clara, com muitas pintas, com diagnósticos na família ou que tiveram episódios de queimadura solar, tem maior risco de desenvolver um melanoma. É o tipo mais grave da doença pois rapidamente pode provocar metástases (disseminação do câncer para outros órgãos).

Por isso, quanto mais cedo o tipo for diagnosticado e tratado, maiores as chances de sucesso do tratamento. Se autoexamine, fique atento aos #sinaisdocancerdepele e, se achar alguma pinta suspeita, procure um dermatologista ou vá até um dos postos de atendimento gratuito na campanha da SBD no próximo sábado, dia 7/12.

Conhece a regra do ABCDE das pintas?

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Ela pode te ajudar a identificar os sinais do câncer tipo melanoma. Autoexamine suas pintas ou peça ajuda a algum parente ou amigo regularmente. Em caso de alguma suspeita, procure um dermatologista imediatamente para uma consulta. Mas, lembre-se: o ABCDE não substitui a ida ao médico.

A de Assimetria: a metade da pinta não “casa” com a outra metade. Pintas perigosas ou melanomas tendem a ter uma assimetria de cores e formas.
B de Bordas: lesões malignas apresentam bordas irregulares, dentadas ou com sulcos, com interrupção abrupta na pigmentação da margem.
C de Cor: a coloração não é a mesma em toda pinta. Lesões muito escuras ou que apresentem diferentes tons em uma mesma lesão devem ser avaliadas, pois podem ser malignas.
D de Diâmetro: lesões que crescem rápido, principalmente aquelas maiores que têm 6 milímetros. Estas têm maiores chances de ser malignas.
E de Evolução: toda pinta que mudar de cor, formato, tamanho e relevo, em curto período de tempo (1 a 3 meses), deve ser examinada por um dermatologista.

Previna-se!

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– Evite o sol entre 9h e 15h
– Use camiseta, chapéu de abas largas, sombrinha e guarda-sol
– Não se esqueça dos óculos escuros, de preferência com lentes de boa qualidade
– Aplique o protetor solar diariamente (fator de proteção de no mínimo 30) e repita a aplicação a cada 2 horas

A SBD reforça que a melhor forma de evitar a doença é a prevenção! Vale lembrar que o autoexame não substitui a consulta ao dermatologista da Instituição. Encontre um dermatologista associado à SBD clicando aqui.

A Campanha Nacional do Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia conta com patrocínio da Galderma, Johnson&Johnson, L’Oréal e Mantecorp.

Saiba mais sobre a campanha, acessando o site Dezembro Laranja.

Para conferir os endereços das consultas do sábado clique aqui. 

Ação de raios solares sobre tatuagens pode causar desbotamento e até câncer

Sol é responsável pela fotodegradação dos pigmentos da ilustração, além de promover a liberação de compostos tóxicos causadores de alergias e infecções. Especialista explica como prevenir o problema.

Que o sol é um dos grandes vilões da pele, sendo o principal responsável pelo surgimento de manchas e até mesmo câncer, todo mundo já sabe. Porém, a radiação solar também é uma inimiga daquelas pessoas que são apaixonadas por tatuagens e as utilizam em seus corpos como forma de arte para expressar sua personalidade.

“Isso por que os raios ultravioletas emitidos pelo sol são os responsáveis por desbotarem as tatuagens, pois promovem uma fotodegradação dos pigmentos utilizados na confecção da ilustração na pele”, explica Lucas Portilho, consultor e pesquisador em Cosmetologia.

Mas o problema não para por aí. A radiação ultravioleta do sol ainda reage com a pele de outras maneiras. Por exemplo, a fotodegradação dos pigmentos gerada pela exposição solar pode resultar em compostos tóxicos que são absorvidos pela pele e pelo organismo, causando reações adversas como infecções, coceira, inchaço, alergia e fotossensibilidade.

“Além disso, o desbotamento das tatuagens causado pelo sol leva a formação das moléculas 4-nitrotolueno e 2-metil-5-nitroanilina. Essas substâncias são cumulativas no organismo e possuem grau carcinogênico, ou seja, à longo prazo essas moléculas têm potencial cancerígeno”, alerta o pesquisador.

Porém, é possível evitar todos estas reações e alterações no organismo e na própria aparência da tatuagem através de um cuidado já conhecido pela grande maioria da população: a fotoproteção.

“O uso diário de protetor solar é fundamental para proteger a pele e a tatuagem dos danos dos raios ultravioletas. Logo, o ideal é que todos os dias pela manhã, mesmo quando o clima estiver nublado, você aplique um protetor solar, que deve ter FPS de, no mínimo, 30 e amplo espectro de proteção contra os raios UVA e UVB. Além disso, é importante que você reaplique o produto a cada duas horas para garantir sua máxima eficácia. Para as tatuagens, uma boa dica é optar pelo fotoprotetor na forma de bastão, já que este, quando combinado ao amplo espectro, é mais resistente a ação mecânica e da água, além de facilitar a aplicação exatamente sobre o local da ilustração”, finaliza Portilho.

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Fonte: Lucas Portilho é consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma e Pesquisador em Fotoproteção na Unicamp. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Novas fórmulas. Possui 17 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. Professor e Coordenador dos cursos de Pós-Graduação com MBA do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional.

Alerta da SBD: nenhum tipo de câncer de pele deve ser subestimado

Câncer melanoma causou a morte de Roberto Leal, cantor português

Na fase avançada e metastática da doença, o câncer melanoma causou a morte de Roberto Leal, cantor português, de 67 anos. Com pesar, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lamenta a perda e faz um alerta: o câncer de pele não deve ser subestimado. Se diagnosticado e tratado precocemente, o melanoma não provoca metástases e tem enormes chances de cura.

Segundo o dermatologista Elimar Gomes, Coordenador da Campanha do Câncer de Pele da SBD, “o melanoma não é o tipo mais comum de câncer da pele mas, sua alta capacidade de se espalhar para outros órgãos, determina casos graves e letais”, enfatiza o médico. Os fatores de risco para a doença são: pele clara, exposição exagerada ao sol, pintas que mudam de cor, forma e tamanho e outros casos da doença na família. “O mais comum é o aparecimento do melanoma em qualquer lugar da pele humana, incluindo unhas e couro cabeludo; mas esse tumor também pode surgir nas mucosas, olhos e sistema nervoso central”, conclui Elimar.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 30% de todos os tumores malignos do Brasil correspondem ao câncer da pele, o que mais acomete o ser humano. Para o biênio 2018/2019, a estimativa é que o número de câncer da pele não melanoma seja de 165.580 mil novos casos e de câncer melanoma, estimam-se 6.260 casos.

“Temos um problema de saúde pública e a SBD transformou esse problema numa causa: a luta contra o câncer da pele através do Dezembro Laranja, mês de conscientização sobre a doença, explica Dr. Sergio Palma, Presidente da Instituição. Segundo ele, “um país com menos casos de câncer da pele é uma meta alcançável e a Sociedade Brasileira de Dermatologia está comprometida em reduzir sua incidência e mortalidade”.

Sobre o câncer da pele

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O câncer da pele é provocado pelo crescimento anormal das células que compõem a pele. Existem diferentes tipos de câncer da pele que podem se manifestar de formas distintas, sendo os mais comuns denominados carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular – chamados de câncer não melanoma – e que apresentam altos percentuais de cura se diagnosticados e tratados precocemente. Um terceiro tipo, o melanoma, apesar de não ser o tipo de câncer da pele mais incidente, é o mais agressivo e potencialmente letal. Quando descoberto no início, a doença tem mais de 90% de chance de cura.

“Em todos os tipos, a exposição excessiva e sem proteção ao sol é o principal fator de risco que pode ser prevenido para o câncer da pele, que pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida; como uma pápula ou nódulo avermelhado, cor da pele e perolado (brilhoso); ou como uma ferida que não cicatriza”, diz Jade Cury Martins, Coordenadora do Departamento de Oncologia Cutânea da SBD.

Por isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia orienta que as pessoas se examinem com periodicidade, consultando um dermatologista em caso de suspeita. Também é importante que se examine familiares, pois muitas vezes os cânceres podem aparecer em regiões que não é possível ver sozinho. Ao se expor ao sol, é importante que as áreas descobertas estejam protegidas, mesmo em dias frios e nublados.

A SBD também lembra que a melhor forma de evitar a doença é a prevenção. Vale reforçar que o autoexame não substitui a consulta ao dermatologista da Instituição. Você pode encontrar um dermatologista associado à SBD visitando o site, clicando aqui.

Recomendações do Consenso Brasileiro de Fotoproteção – Medidas Gerais

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1. Não existe medida fotoprotetora que, isoladamente, garanta uma fotoproteção adequada; por isso, a SBD recomenda a combinação do maior número possível de medidas como a estratégia mais correta;

2. Em todas as condições, a SBD não recomenda a exposição ao sol no período entre 10 e 16 horas (considerar o horário de verão quando necessário). A depender da época do ano (verão) e da localidade da exposição, deve-se considerar um período ainda maior de restrição ao Sol;

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3. O uso de roupas e chapéus ou bonés deve sempre ser estimulado;

4. O uso de óculos de sol é recomendado para a prevenção do dano solar nos olhos;

5. A utilização de sombras naturais (cobertura de árvores) ou artificiais (guarda-sóis, tendas, coberturas de edificações ou outras) é sempre medida adicional a ser orientada;

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6. O uso correto do protetor solar, FPS mínimo de 30, é uma medida essencial e sua seleção e orientação de uso são responsabilidades do dermatologista.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

ONG disponibiliza protetor solar gratuitamente no Parque Villa Lobos

Ação realizada pelo Instituto Melanoma Brasil acontece neste final de semana durante o Rocky Spirit – Festival de Filmes Outdoor

O Instituto Melanoma Brasil, ONG que atua na divulgação e conscientização do melanoma, tipo de câncer de pele mais perigoso e letal, irá disponibilizar protetor solar gratuitamente para uso dos frequentadores do Parque Villa Lobos, localizado em São Paulo (SP), neste final de semana, dias 17 e 18 de agosto. Um totem será instalado na Ilha Musical e estará disponível para o público durante o lX Rocky Spirit – Festival de Filmes Outdoor, das 8 às 17 horas.

Esse é o segundo ano que o Melanoma Brasil participa do Rocky Spirit. Durante os dois dias o protetor solar estará à disposição dos visitantes e praticantes de atividades físicas do parque. A campanha visa promover a importância da proteção solar, independentemente de estar fazendo sol ou chuva.

“Nosso objetivo é alertar a população sobre os perigos do melanoma e oferecer informações sobre medidas preventivas para combater a doença. É importante que as pessoas saibam que estações mais frias, como outono e inverno, também oferecem riscos de câncer de pele. Quando supostamente o sol não apresenta perigo, ações preventivas fundamentais são deixadas de lado como o simples hábito de aplicar protetor solar”, explica Rebecca Montanheiro, presidente do Melanoma Brasil.

O câncer de pele é muito comum entre brasileiros e, sozinho, apresenta mais casos no País do que os outros 17 tipos de tumores, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (INCA). O melanoma é um tipo de câncer de pele originado nos melanócitos – células que produzem a melanina, substância responsável pela cor da pele.

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Ele representa apenas 5% dos tumores malignos de pele, mas é o de maior gravidade e mortalidade devido a sua grande capacidade de produzir metástases – quando as células tumorais comprometem outros órgãos, tais como fígado, pulmões e cérebro. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estimou 6.260 novos casos para 2018-2019, sendo 2.920 em homens e 3.340 em mulheres.

Informações: Melanoma Brasil

Necessidade de ter pele bronzeada o tempo todo pode ser sinal de transtorno psicológico

Dermatologista explica tudo sobre a tanorexia, condição que pode levar a problemas como manchas, envelhecimento precoce e até mesmo câncer de pele

Não há quem não goste de tomar um pouco de sol, hábito que, se for realizado com moderação, nos horários seguros e com a devida proteção, não tem problema algum. Porém, se você passa longos período exposta ao sol e precisa estar constantemente bronzeada, pode estar sofrendo de tanorexia.

“Tanorexia é um transtorno psicológico que se caracteriza pelo vicio de estar sempre bronzeado, independentemente da época do ano, o que leva a pessoa a passar muito tempo debaixo do sol e até mesmo frequentar ilegalmente câmaras de bronzeamento artificial, já que estas são proibidas no Brasil”, explica o dermatologista Jardis Volpe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Ocorrendo principalmente em mulheres que têm entre 20 e 40 anos, este transtorno tem sintomas bem característicos que, além da necessidade de estar constantemente exposta ao sol, incluem ansiedade e frustração por não estar bronzeada e síndrome de abstinência associada à irritação e raiva quando não há a possibilidade de se tomar sol.

“Apesar da causa do problema ainda não ser conhecida, sabe-se que a tanorexia está relacionada a fatores como transtornos depressivos, de ansiedade e dismórfico corporal, além de dependência química, já que a exposição solar é capaz de produzir endorfinas, como a serotonina, que causam sensação de bem-estar e relaxamento nas pessoas”, destaca o médico.

Segundo ele, o grande problema da tanorexia é que a exposição prolongada e sem proteção ao sol pode causar consequências como manchas, envelhecimento precoce e, em casos mais graves, até mesmo câncer de pele, uma das doenças que mais mata pessoas por ano no Brasil.

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“Por isso, caso você note que está passando mais tempo do que deveria ao sol e precisa estar bronzeada para se sentir bem consigo mesma, o mais importante é que você procure um médico para iniciar o tratamento da condição, que é feito através de psicoterapia e o uso de medicamentos que ajudam a controlar a obsessão e o comportamento compulsivo do paciente”, completa.

Porém, é importante ressaltar que não é porque uma pessoa adora ficar no sol que ela necessariamente sofre deste transtorno psicológico. Mas, por precaução, o ideal é sempre respeitar a indicação dos dermatologistas com relação a exposição solar. “Antes de tudo é fundamental lembrar que o bronzeamento não é, de forma alguma, um hábito saudável devido aos riscos já citados acima que ele oferece. Mas se você optar por tomar sol é importante fazê-lo sempre antes das 10 horas e após às 16 horas e nunca sem aplicar o fotoprotetor antes, que precisa ter FPS de, no mínimo, 30 e deve ser reaplicado a cada duas horas”, finaliza Volpe.

Fonte: Jardis Volpe, dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.

Bronzeamento artificial está proibido no Brasil desde 2009, alerta SBD

No início do mês, dia 3 de março, um programa de TV mostrou a atriz Ellen Rocche dentro de uma câmara de bronzeamento artificial durante reportagem sobre os preparativos para o desfile da Rosas de Ouro, escola de samba do carnaval de São Paulo.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia aproveita o assunto para lembrar e alertar que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu bronzeamento em câmaras artificiais no Brasil para fins estéticos desde 2009 e que elas são um perigo real para a saúde da pele. Confira o texto clicando aqui.

A proibição do uso do equipamento ocorreu baseada em diversos estudos científicos que comprovam os efeitos deletérios do uso dessas câmaras e do aumento do risco de câncer da pele, o mais comum no Brasil, incluindo o melanoma, que é o tipo de câncer mais raro, mas com maior risco de disseminação para outros órgãos (metástase) e morte.

Estudos retrospectivos, e mais recentemente, como um estudo norueguês prospectivo, mostram o aumento do risco do câncer da pele com o uso de câmaras de bronzeamento. Quanto mais precoce o início do uso e maior o número de sessões, maior o risco.

“Apesar dos estudos, infelizmente inúmeras clínicas ainda funcionam ilegalmente no Brasil e legalmente em outros países”, afirma Jade Cury, coordenadora do Departamento de Oncologia Cutânea da SBD.

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Como ressaltado no mês de combate ao câncer da pele (Dezembro Laranja), o câncer da pele é o mais frequente e no caso do melanoma, pode levar a metástase e morte relacionada, em qualquer idade.

“A SBD salienta que não existe melhor forma para realizar o bronzeamento artificial. É um procedimento proibido por lei e que envolve situação de risco à saúde”, ressalta Sergio Palma, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Fonte: SBD

Radiação solar atinge níveis extremos e aumenta risco de câncer de pele

O Índice de Radiação Ultravioleta (IUV) tem atingido números alarmantes no Brasil e no mundo. Por isso, é preciso muita atenção aos cuidados com a pele, não apenas durante passeios ao ar livre, na praia ou piscina, mas até mesmo na sombra. Em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba, por exemplo, o IUV tem chegado a 14, nível considerado extremo, com alto grau de periculosidade. O índice normal e seguro fica em torno de 3 a 5.

“É extremamente importante adotar medidas fotoprotetoras, como o uso de filtro solar, chapéus e roupas com Fator de Proteção Ultravioleta (FPU), sempre que for sair de casa. Isso previne problemas de saúde, que podem ser graves, como o câncer de pele”, aconselha o dermatologista José Jabur, especialista em câncer de pele, da Altacasa Clínica Médica e chefe do setor de cirurgia dermatológica da Santa Casa de São Paulo.

Todas as cidades do país vêm registrando níveis de radiação solar extremos, acima dos 12. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste têm os índices mais altos, inclusive cidades do interior. São José dos Campos (SP) registra nessa época do ano IUV 14, igual a capital paulista; e Santos e Ribeirão Preto (SP) vêm marcando 13. No Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes e Búzios também chegam ao IUV 13.

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Foto: Pixabay

No caso das crianças, é preciso redobrar a atenção. Estudo recente publicado no Jornal da Associação Médica Americana de Dermatologia mostrou que o uso de fotoprotetor na infância pode reduzir em 40% o risco de melanoma – tipo mais perigoso de câncer de pele – antes dos 40 anos.

“Os pais não devem usar protetor solar em crianças de até seis meses. Por isso, não exponha o bebê diretamente no sol e coloque chapéus e roupas com Fator de Proteção Ultravioleta (FPU). Após os seis meses de idade, escolha um protetor com no mínimo FPS 30, e que seja ‘resistente à água’ para não sair com facilidade após uma ducha ou uma rápida entrada no mar ou piscina. É preciso reaplicar o protetor a cada três horas”, orienta o médico.

A Austrália é o continente que mais recebe radiação solar e lá existe uma enorme conscientização da população. Todas as crianças usam protetor solar e chapéus com abas largas para ir à escola, por exemplo. Jabur explica que é importante se inspirar no exemplo australiano e orientar as crianças desde cedo sobre a importância de se proteger do sol.

“Fale sempre com a criança sobre a importância de se proteger do sol para a pele não arder, para evitar queimaduras. Aos poucos, ela mesma vai aprender a colocar o chapéu e o protetor solar, sem que você precise brigar para isso. Estimule esse hábito. Dar o exemplo também é primordial. Mães e pais também devem cuidar da pele ao sol”.

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O horário de máxima intensidade de radiação solar é ao meio-dia. É importante evitar se expor entre 10 e 15 horas. A “regra da sombra” é interessante e serve como dica: se a sombra do seu corpo no chão for menor que a sua altura, não deve ficar exposto ao Sol.

Ao comprar o protetor solar, dê preferência a marcas conhecidas e procure um produto que proteja tanto dos raios UVB (que causam vermelhidão e atingem a camada superficial da pele) quanto dos raios UVA (que penetram na camada mais profunda). Mas se a ideia for ficar na praia ou piscina por muito tempo, o ideal é também usar peças com FPU – camisas, bermudas, chapéus e bonés, que garantem a fotoproteção duradoura. Nas áreas protegidas pelo tecido, não é necessário aplicar o filtro solar na pele.

Os dias nublados também queimam a pele e emitem radiação, mesmo que um pouco mais baixa. As nuvens fazem uma camada leve de proteção, mas não bloqueiam totalmente os raios solares. Portanto, é imprescindível que você também se proteja em dias nublados.

IUV registrado nas últimas semanas nas capitais brasileiras:

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São Paulo:14 / Rio de Janeiro: 14 / Belo Horizonte: 14 / Vitória: 13 / Curitiba: 14 / Florianópolis: 13 / Porto Alegre:12 / Campo Grande: 14 / Brasília/DF:13 / Goiânia: 13 / Cuiabá: 13 / Palmas: 13 / Fortaleza: 12 / Salvador: 12 / Recife: 12/ João Pessoa: 12 / Natal: 12 / Teresina: 12 / São Luís: 12 / Manaus: 12 / Belém:12 / Rio Branco: 13 / Porto Velho: 12 / Macapá: 12 / Boa Vista: 12