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Ikesaki promove palestras em parceria com grupo Mulheres no E-commerce no VTEX DAY 2019

Nos dias 30 e 31 de maio, a rede de hiperlojas promoverá ciclo de palestras com profissionais de destaque no e-commerce. Marca também irá apresentar tecnologia de realidade aumentada xAR, exposição da Maurício de Sousa Produções e mais

A Ikesaki, rede de hiperlojas de beleza profissional, irá apresentar na 7ª edição do VTEX DAY, evento de tecnologia em e-commerce que ocorrerá nos dias 30 e 31 de maio, no São Paulo Expo, uma série de ações que destacam inovação e empoderamento. No Meeting point das Mulheres no E-commerce, a Ikesaki idealizou um espaço exclusivo para receber as profissionais do setor.

“O grupo Mulheres no E-commerce surgiu com o objetivo de auxiliar mulheres que empreendem ou trabalham com e-commerce. A iniciativa já reúne aproximadamente 4 mil mulheres e promove o crescimento das profissionais, estimula o networking, e oferece suporte às mulheres”, afirma Carolina Moreno, Diretora de Marketing na Original.io e Fundadora do Mulheres no E-commerce.

Confira a agenda de Palestras da Ikesaki no VTEX DAY 2019:

30 de maio – 14h30 – Palestra de Virginia Vieira – A Gestão das Emoções
30 de maio – 16h – Palestra de Elaine Dias – Os cuidados da saúde no dia a dia das mulheres
31 de maio – 10h – Palestra de Andrea Iorio – Relacionamento com o Cliente na Era Digital
31 de maio – 12h – Palestra de Cristiano Santos – A incrível arte de gerar negócios através do Linkedin
31 de maio – 13h – Palestra de Virgínia Vieira – A Gestão das Emoções
31 de maio – 14h – Palestra de Liliane Ferrari – Pinterest: diga-me o que pinas que te direi quem és
31 de maio – 14h40 – Palestra de Renata Melhen – Empreendedorismo Feminino

Para participar das palestras, as interessadas deverão se inscrever no estande da Ikesaki, das 12h às 14h, nos dois dias do evento.

mulher executiva

Além das palestras, a Ikesaki irá apresentar as seguintes atrações em seu estande no VTEX DAY 2019:

Área de realidade aumentada – Por meio da incorporação da solução de Realidade Aumentada xAR, desenvolvida pela xGB, a Ikesaki lançará um game que consiste em apontar o dispositivo, seja um smartphone ou tablet, para marcadores que estarão disponíveis em um painel durante o evento. Por meio de uma matriz de escolha, os jogadores avançarão até concluírem a jornada proposta. Ao final, os usuários serão premiados com brindes das marcas de beleza parceiras.

Exposição Somos Todas #donasdarua, da Maurício de Souza Produções – A exposição da empresa criada por Mauricio de Sousa, o pai da Turma da Mônica, agrega conteúdos que demonstram, por meio de histórias e exemplos, como meninas do Brasil e do mundo podem exercitar seu direito de ser o que quiserem e entender melhor conceitos como empoderamento e igualdade de oportunidades.

Espaço Empodere-se

Nesta área, a Ikesaki irá oferecer sua experiência de salão de beleza gratuitamente aos visitantes do VTEX DAY. Nos camarins, profissionais aplicarão serviços de análise capilar, de tendências em cabelos, como o corte ‘bordado’; maquiagem e esmaltação. No espaço Barber Shop, serão oferecidos serviços de corte e barba. Haverá também máquinas de fliperama e estúdio de tatuagem. As ações ocorrem em parceria com as marcas Bio Extratus, Dailus, Impala, Barba Forte, Bilhares Mercedes e Okashi San.

Entregas em 2 horas

Nos dois dias de VTEX DAY, os produtos profissionais de beleza da Ikesaki serão encontrados a preços promocionais, com brindes e opção de serviço de entrega rápida – em 2 horas – dentro do pavilhão, para compras efetuadas no totem ou no tablet no estande.

O VTEX DAY é um dos maiores eventos do mercado digital. Um público de mais de 15 mil pessoas é esperado na edição de 2019. O VTEX DAY terá mais de 24 horas de conteúdos inéditos, distribuídos em dois dias de programação e apresentados por mais de 80 especialistas em diversos assuntos. Entre os destaques de palestrantes está o criador da Turma da Mônica, Maurício de Sousa.

Ikesaki no VTEX DAY 2019
Datas: 30 e 31 de maio
Local: São Paulo Expo
Endereço: Km 1,5 da Rodovia dos Imigrantes
Horário: 30/05 (8h) e 31/05 (9h)

Os maiores mentores do cinema

O aconselhamento pode ser fundamental para o desenvolvimento dos personagens

É normal que durante o desenvolvimento do protagonista em um filme ele passe por diversas provações e dificuldades. Muitas vezes, para que este progresso seja efetivo, é necessário que o personagem busque o aconselhamento de uma pessoa que já passou por alguma coisa parecida.

Reconhecendo a importância deste arquétipo, a Knowe, plataforma de mentoria e aconselhamento profissional sob demanda, preparou uma lista com alguns dos maiores mentores do cinema. Confira:

Yoda – Star Wars

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O sábio mestre Jedi, que por anos foi líder do Conselho, é responsável por auxiliar o jovem Luke Skywalker em seu processo de aprendizado para se tornar o principal guerreiro da Aliança Rebelde em Star Wars, a franquia mais rentável do cinema. Antes de se tornar professor de Luke, Yoda foi um dos mais sábios e poderosos Jedi de todos os tempos.

Gandalf – O Senhor dos Anéis

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Personagem das épicas histórias ambientadas na Terra Média de J.R.R.Tolkien, Gandalf é o responsável por orientar guerreiros, anões, elfos e hobbits na guerra contra Sauron, na trilogia “O Senhor dos Anéis”. Antes disso, o Mago ajudou um grupo de anões e um Hobbit na batalha contra o poderoso dragão Smaug em “O Hobbit”.

Lester Bangs – Quase Famosos

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Interpretado no cinema por Philip Seymour Hoffman (1967/2014), Lester Bangs é essencial para o crescimento pessoal e profissional do protagonista Russell Hammond no longa “Quase Famosos”. O filme acompanha a história de um garoto de 15 anos que deve acompanhar a banda Stillwater em sua primeira excursão pelos Estados Unidos para escrever uma matéria para a revista Rolling Stone.

John Keating – A Sociedade dos Poetas Mortos

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Em um dos seus papéis mais emblemáticos, Robin Williams (1951/2014) é John Keating, um professor de poesia diferente do tradicional no clássico “Sociedade dos Poetas Mortos”. Apoiado em uma metodologia bem diferente da habitual, ele usa as aulas revolucionárias para inspirar seus alunos a perseguirem suas paixões independente do que as outras pessoas querem impor.

Senhor Miyagi – Karatê Kid

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Para ensinar artes marciais ao jovem Daniel San em Karatê Kid, Senhor Miyagi, um mestre de karatê utiliza métodos nada ortodoxos, com atividades cotidianas, como pintar uma parede, consertar a cerca ou limpar um carro. Aos poucos, Daniel se especializa e enfrenta as pessoas que faziam bullying com ele em um campeonato de luta.

Frankie Dunn – Menina de Ouro

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Vivendo o ex-treinador de boxe que passou a vida nos ringues Frankie Dunn, Clint Eastwood decide ajudar a jovem lutadora Maggie Fitzgerald (Hilary Swank) em sua trajetória de determinação até se tornar uma lutadora profissional.

Fonte: Knowe

Cinco passos minimalistas para mudar de carreira e de vida

Como a prática do minimalismo pode te ajudar a trocar de carreira e mudar de vida

Desde a escola até a vida adulta aprendemos de forma receptiva e não ativa. Ouvimos uma pessoa que sabe mais do que nós, professores, e fazemos provas ao fim dos semestres para atestarmos que captamos o conteúdo passado. Não somos treinados a aprendermos de forma ativa, sendo proativos, buscando o conhecimento. Isso é refletido na nossa vida profissional. Optamos por profissões em que a linha de ganhos, em reais ou em outra moeda, seja rápida e sempre ascendente.

Além da forma de aprendizado nas escolas, também somos imersos a uma quantidade robusta de informações, redes sociais, padrões de consumo e de quem devemos ser ou perseguirmos ser. Aqui entra a propaganda em massa que não é apenas direcionada a adultos mais também a crianças e adolescentes. Nessa lógica social e vigente, buscando o que não queremos, mas não nos dando conta disso, entramos em um ciclo de acumularmos coisas, relacionamentos rasos, e pouca procura por nós mesmos.

Para se ter ideia em números: no ano de 1983, as companhias gastaram 100 milhões de dólares em publicidade para crianças. Já em 2006, essa cifra subiu para 17 bilhões. Nesse contexto, muitos pais trabalham mais, encurtam o tempo de convivência com as crianças e muitas vezes têm profissões que não os fazem felizes.

Nesse ciclo, trocar de carreira quando se tem filhos pode ser algo impossível. Para aqueles que não são casados e não têm crianças pode parecer mais fácil, porém, mudar de profissão exige um planejamento principalmente mental e isso independe se você mora com outras pessoas, se tem família ou se é responsável por outro indivíduo.

O minimalismo consiste na ideia de “menos é mais”, porém, algo que muitos confundem é que a prática não é a oposição ao capitalismo e/ou ao consumo. E, sim, uma mudança de hábitos no consumo compulsivo. Quantos de nós temos roupas e outros itens em casa que não têm finalidade? Ou como o próprio estudioso Joshuan Fields afirma quanto de nós temos “coisas” que não nos fazem felizes?

Aplicar o minimalismo além do seu lar pode ser algo difícil, porém trará uma vida mais simples e pode ajudar a mudar de carreira e/ou escolher uma profissão que o fará mais feliz.

Seguem 5 ações do especialista em carreira da Minds Idiomas, Fabiano Castro ,que já mudou a vida de milhares de alunos/profissionais:

1) Avalie cada item/coisa que tem em casa e no ambiente de trabalho

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Veja se realmente você usa esse objeto, há quanto tempo não o usa, e se ele tem um propósito, uma finalidade e/ou se lhe faz feliz. É um processo. Você não vai conseguir se desfazer de tudo o que não é útil rapidamente, porém, persista. Cheque o que pode ser doado e o que tem que ir para o lixo. Aos poucos, essa “faxina” no externo intervirará no seu interno e nas suas decisões no dia a dia.

2) Observe os seus comportamentos automáticos

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Nós, seres humanos, somos programados para ficarmos insatisfeitos. Isso porque somos formados pelos nossos hábitos e, muitas vezes, não paramos para observá-los. Olhe como você utiliza o seu tempo, o que come, o que realmente veste, com quem conversa, quantas vezes olha para o celular, enfim. Somos formados por esses hábitos e ao percebermos que podemos mudá-los reprogramamos a forma como pensamos e concomitantemente podemos alterar as nossas ações. Isso fará você trabalhar melhor, planejar a sua mudança de carreira, se assim desejar, e construir relacionamentos mais sólidos.

3) Consciência no uso da tecnologia

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Quanto de nós afirmamos que a falta de tempo nos impede de fazer coisas diariamente. Todavia, um estudo da Nokia revelou que, na média, um indivíduo checa o seu celular 150 vezes por dia. Isso acontece, entre outras razões, porque buscamos a sensação da dopamina que consiste no sentimento de recompensa quando retuitamos algo, recebemos cliques em uma foto, e checamos quem visualiza os nossos stories no Instagram.

Ocorre que, sem o uso consciente do tempo que destinamos por dia aos nossos smartphones, não colocamos em prática experiências realmente importantes para nós. Como um trabalho satisfatório, uma conversa realmente centrada ao que está sendo dito e ouvido, uma viagem, ou a degustação de um bom prato. Viva o presente e real, a tecnologia pode e deve ser usada, mas com consciência.

4) Lembre-se que as suas escolhas precisam ser justificadas apenas para si mesmo, e não ao outro

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Aqui, não estou afirmando a falta de empatia mas, sim, ampliando o debate de que o minimalismo tem a ver intrinsecamente com o que é importante para o indivíduo. Na forma mais singular possível. Ou seja, os itens físicos e escolhas emocionais têm a ver com o propósito que isso tem para esse ser humano. Mantenha coisas e pessoas que lhe fazem felizes e tenham uma finalidade. Isso envolve carreiras, relacionamentos, e até escolhas “banais” do dia a dia.

5) Dê-se liberdade

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O minimalismo concede mais tempo, ou seja, mais liberdade. Mesmo que você more com outras pessoas e tenha que compartilhar das suas escolhas/decisões e, claro, entrar em acordo com os que divide o próprio teto e assim crescer como grupo faça isso por você. O minimalismo não é uma competição de quem tem menos e consegue viver com menos. É uma nova forma de viver mais. Ter mais saúde, trabalhar com o que se gosta, ter mais tempo para os filhos, amigos, e vivenciar experiências reais.

Fonte: Minds Idiomas

Humildade também é sinal de inteligência, por André Castro*

“A humildade não está na pobreza, não está na indigência, na penúria, na necessidade, na nudez e nem na fome. A humildade está na pessoa que tendo o direito de reclamar, julgar, reprovar e tomar qualquer atitude compreensível no brio pessoal, apenas abençoa” Chico Xavier.

Um dia, após uma de minhas palestras, o curador do evento se aproximou de mim e, ao me elogiar, agradeceu minha humildade, dizendo, para minha surpresa, que é comum os palestrantes serem “metidos”.

Esse comentário fez com que eu escrevesse este artigo e refletisse que, assim como devemos ser humildes para aprender, também devemos ser humildes para ensinar. Afinal, não somos melhores que ninguém. Posso, possivelmente, saber mais a fundo um determinado assunto, mas certamente não todos.

Por que, então, não agimos mais como uma criança de sete anos que interage com outra criança com seu coração aberto para novas amizades e curiosidades? Já parou para pensar nisso? Que todos nós somos semelhantes, que possuímos algumas habilidades, outras não e, assim, também, as outras pessoas. Que cada um tem o seu tempo, sua velocidade, suas necessidades e suas virtudes.

Há um tempo acompanhava, nas redes sociais, um colega que treinava para uma prova de 10km. Mesmo sem muito interesse, eu era levado a acompanhar o passo a passo da sua preparação já que diariamente fotos eram postadas. No dia do evento, foram inúmeros cliques durante o início da prova, mas, para minha surpresa, nenhum clique ao final. Tempo depois eu soube que a prova não havia sido concluída por motivos físicos.

Então me pergunto: por que só o lado feliz e vencedor é mostrado nas redes sociais e também na vida? Por que não mostrar também quando não alcançamos o que queríamos, apesar de todo esforço e que, assim, estaremos prontos para uma nova tentativa, a fim de superar ou mostrar sem medo ou receio que somos humanos e propensos a erros e insucessos?

Humildade é mostrar sua vulnerabilidade, que nem tudo está sempre tão bem assim. Humildade também é sinal de inteligência, unindo os indivíduos ao contrário do orgulho. Sendo humilde e ajudando os demais, a chance de um dia você ser ajudado passa a ser maior, pois lembre-se que todos nós precisamos de algum tipo de ajuda em algum momento da vida.

“Para o orgulhoso a humildade é uma humilhação” Eclesiástico 13.20

mãos amizade solidariedade

Esperar o tempo da vida para as respostas que queremos de imediato é outro sinal de humildade. Lembrar que por mais que sejamos bem sucedidos profissionalmente, tenhamos conhecimento ou posição social não somos nada mediante os acasos da vida e do tempo. Que nunca saberemos com quem realmente estamos falando, pois todos têm suas bagagens, suas histórias e consequentemente seus valores.

Não queira estar sempre certo, apenas os tolos estão sempre corretos, os sábios procuram estar atentos a novos conhecimentos, aceite críticas e não fique melindrado com elas.

Antes de ser um excelente profissional, seja um bom ser humano, procurando ter a consciência de quem se é, que somente um ser humano pode salvar a vida de outro e, aí, talvez, um dos maiores exemplos de humildade seja confessar a outro ser humano precisar dele para existir.

“O dinheiro faz homens ricos, o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz grandes homens” Gandhi

*Andre Castro é dentista com especialização em odontopediatria e MBA em gestão em planos de saúde. Como empreendedor, fundou e dirigiu, durante 21 anos, a operadora de planos odontológicos Oral Clean, experiência que lhe deu conhecimentos e habilidades do mundo dos negócios. Como Palestrante, uniu suas experiências para ajudar a transformar vidas por meio de suas palestras sobre superação, entusiasmo e qualidade de vida. Hoje é convidado para palestrar em inúmeros eventos pelo Brasil o que tem proporcionado a oportunidade de dividir seus conhecimentos e entusiasmo pela vida com as pessoas ajudando-as, assim, a descobrir que o sucesso é ser feliz.

São Paulo sedia MaturiFest, festival de empreendedorismo para 50+

Levantando a bandeira da longevidade ativa, festival promoverá uma experiência única para quem quer manter-se relevante para o mercado e lançará a plataforma MaturiServices

A MaturiJobs, primeira e única plataforma de trabalho e desenvolvimento para pessoas acima de 50 anos do país, com mais de 80 mil profissionais cadastrados, é a idealizadora do evento MaturiFest 2019, o primeiro festival de empreendedorismo 50+ do Brasil, que se realizará de 26 a 28 de abril, e espera receber mais de 700 pessoas durante os três dias de evento.

Com workshops práticos, palestras e debates, o MaturiFest é uma oportunidade única para pessoas maduras se manterem ativas, atualizadas e relevantes no novo mundo do trabalho.

Entre os assuntos explorados serão debatidos mudança de carreira, autoconhecimento e propósito, economia compartilhada, presença digital, startups, vendas e comportamento do “maturi” de hoje e do futuro, além de cases de pessoas que se reinventaram profissionalmente após os 50 anos.

“Hoje fala-se muito do trabalho além do emprego: trabalho autônomo, freelancer, empreendedorismo individual, economia compartilhada e colaborativa. Vamos desbravar todas as possibilidades que os 50+ podem e devem usufruir no mundo do trabalho atual”, diz Mórris Litvak, fundador e CEO da MaturiJobs.

Durante o evento será lançada a MaturiServices, nova plataforma criada por Litvak, juntamente com os insights da pesquisa “Empreendedorismo 50+” realizada em conjunto com a NOZ Pesquisa e Inteligência. “Maturi é muito mais do que jobs. A tendência é que as pessoas empreendam e é esse o nosso foco: ajudar os maturis a empreender”, diz Litvak. A MaturiServices vai permitir que os 50+ ofereçam seus serviços e produtos por meio da plataforma, revolucionando o modo como esse público vive seu lado profissional.

pessoas emprego gde

Com apoio do Sebrae, o festival vai ocorrer em dois lugares: no InovaBra Habitat, centro de tecnologia e startups do Bradesco localizado na Consolação, e na Unibes Cultural, que fica no Sumaré – ambos próximos e colados a estações de metrô, e deverá ser o maior encontro de empreendedorismo já realizado na América Latina para esse público. Todos os participantes poderão fazer networking na minifeira de negócios e na praça de food trucks montada no evento.

Alguns dos palestrantes e painelistas são: a fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes; o empreendedor social e fundador da ONG Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; o professor e colunista de inovação, startups e empreendedorismo Marcelo Nakagawa; a especialista em economia criativa Ana Carla Fonseca; a criadora do movimento O Poder da Colaboração, Izabella Ceccato, e o consultor e secretário municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Cid Torquato.

Os valores para participar do encontro vão de R$ 150,00 a R$ 289,00. As inscrições e a programação completa do evento, com os 12 workshops e 20 palestras e debates, estão no site Maturifest.

Profissionais mais maduros vêm ganhando espaço no mercado de trabalho

Essa tendência se deve ao envelhecimento progressivo da população mundial que passará de 606 milhões, no ano de 2000, para cerca de 2 bilhões, em 2050

Conhecimento, experiência, sabedoria, autoridade moral e capacidade de liderança são algumas das principais qualidades que podem ser encontradas em profissionais mais maduros ou ditos seniores. Mesmo, que em diversas situações ainda sejam vistos como pessoas improdutivas, desatualizadas, inflexíveis e desvinculadas de conceitos sociais, econômicos e sociais, os idosos vêm se tornando cada vez mais atuantes no mercado de trabalho e prometem estar ainda mais presentes nos próximos 30 anos.

Essa tendência de mercado se deve ao envelhecimento progressivo da população mundial que passará de 606 milhões (no ano de 2000), para cerca de 2 bilhões, em 2050, segundo dados do Relatório Mundial de Saúde e Envelhecimento, da Organização Mundial da Saúde (OMS). No mundo, esse aumento será mais marcante em países pobres, onde a população idosa quase quadruplicará, passando de 374 milhões para 1,6 bilhão.

Sixty-and-Me mulher computador

No Brasil, a estimativa aponta que de 21 milhões de idosos (11% da população) contabilizados em 2010, a população idosa somará cerca de 65 milhões (30% da população) em 2050, ou seja, em 2046, para cada 100 jovens, haverá 258 idosos. Entre os anos de 1940 e 2015, a expectativa de vida aumentou mais ou menos 30 anos, passando de 40,7 para 75,5 anos, com isso em 2050 se prospecta que a população viva até os 80,7 anos.

Levando em consideração os dados anteriores, somente um quarto dos brasileiros irá parar de trabalhar na idade da aposentadoria, já o restante continuará trabalhando em algum nível após a idade de se aposentar. Indo contra preconceitos, o mercado de trabalho está acolhendo um grande número de idosos que vem sendo contratados formalmente e sendo valorizados por seu potencial agregador, confiável e estimulante.

Segundo a consultora e diretora da empresa Leaders – HR Consultants, Astrid Vieira, o Ministério do Trabalho vem estudando métodos para cuidar de questões de discriminação, entre elas contra profissionais mais experientes no mercado de trabalho. “O objetivo é oferecer maior atenção ao combate ao preconceito no ambiente de trabalho”, afirma.

A consultora ainda explica que seja para complementar a renda familiar, cobrir despesas médicas ou se manter ativo, os idosos se mantêm no mercado de trabalho, atuando principalmente nas áreas de serviços, administração pública, indústria e comércio. “Evidenciando essa realidade, pesquisa recente informa que 36% dos brasileiros que possuem mais de 50 anos ainda estão em plena atividade, no mercado de trabalho”, comenta Astrid Vieira.

Ainda de acordo com Astrid, um dos maiores receios dentre as empresas é o de que um profissional mais maduro não possua o vigor necessário para desempenhar funções laborais intensas, mas hoje já se mostra evidente, que um profissional idoso possui as mesmas dificuldades e demanda o mesmo cuidado básico de um profissional mais jovem.

mulher meia idade laptop pixabay

“No entanto, as vantagens de se investir no desenvolvimento da carreira pós-corporativa de um profissional prestes a se aposentar, também vem sendo levada em consideração pelas empresas, que se beneficiam da habilidade de transmissão de conhecimento desse profissional e da difusão das práticas que possibilitam a continuidade dos negócios”, completa.

Fonte: Astrid Vieira, consultora e diretora da empresa Leaders – HR Consultants

Cinco passos para redirecionar a carreira

A maior dúvida de quem quer mudar o caminho profissional é: por onde começar? Claro que a ajuda profissional é fundamental nessa hora, porque muitas vezes não conseguimos enxergar os problemas sozinhos, e nem mesmo as soluções. Mas, para Tarsia Gonzalez, existem alguns passos que podem ajudar a tomar as primeiras decisões.

1. Invista no autoconhecimento

mulher computador lendo

Entender o que se quer é a primeira grande etapa da mudança e requer uma busca constante de questões que passam pelo que se ama de verdade, quais são as aspirações de vida, quais os propósitos que movem o caminho pessoal e profissional. “Autoconhecimento é algo que não tem fórmula e é um caminho sem fim. Somos seres mutáveis, em constante transformação e, por isso, precisamos ouvir sempre nossa voz interior”, explica Tarsia. Para ela, o primeiro passo para rever o caminho profissional é ter certeza do que se quer: “é preciso jogar fora a indecisão e desenvolver a ousadia, com integridade”.

2. Obtenha informação do mercado

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pixabay

Esse passo é importante para entender como seus talentos serão recebidos e poderão ser utilizados pelo mercado. “Para buscar a melhor vaga ou até mesmo empreender, é preciso entender o que está acontecendo no mundo do trabalho, quais os setores mais prósperos e, mesmo naqueles que ainda estão se reerguendo, quais as funções mais necessárias e de que forma se pode contribuir. Conhecer o mercado é fundamental para gerar oportunidades”.

3. Busque as ferramentas

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Depois se decidir o que quer e entender de que forma o mercado pode receber sua força de trabalho, é importante buscar conhecimento, cursos, consultorias que vão ajudar no processo. “São essas as ferramentas que vão ajudar a construir o planejamento pessoal”, reflete a especialista, que completa: “sem um plano de voo, avião nenhum é autorizado a sair do chão. Da mesma forma, não dá para querer atingir um objetivo sem um planejamento de onde se quer chegar”.

4. Trace suas metas

mulher trabalhando mesa

Planejamento traçado, é hora de determinar as metas, em curto, médio e longo prazo: “Construir metas reais dá mais força, ânimo e permite galgar os primeiros degraus, gerando coragem e autonomia para ir, aos poucos, aumentando os objetivos a atingir”, explica Tarsia. Ela enfatiza: “de nada adianta colocar metas grandiosas e desistir na primeira dificuldade. Com metas possíveis, reais, o potencial de vitória vai aumentando exponencialmente”.

5. Monte um planejamento anual

mulher trabalho

Um planejamento, por melhor que seja, precisa ser revisado de tempos em tempos. “Sozinha ou com ajuda de um especialista, é ótimo rever anualmente seus objetivos e metas. O mercado muda, nós mudamos também, e a máxima ‘em time que está ganhando não se mexe’ não vale mais. Agora, o que sabemos, é que a palavra de ordem é transformação. Então, é preciso rever, de tempos em tempos, e readequar o caminho profissional”, finaliza.

Fonte: Tarsia Gonzalez é gestora, psicóloga, especialista em finanças, presidente do conselho de uma das maiores companhias do país, consultora e palestrante, Tarsia Gonzalez construiu uma carreira de sucesso observando as pessoas, angariando conhecimento e expertise para gerenciar com propriedade e criar times fortes e coesos. Seu esforço para equilibrar governança corporativa e profissionalização com a felicidade das pessoas que formam a empresa levou a Transpes, companhia fundada por seu pai, a receber por três anos consecutivos o prêmio da Revista Você S/A como Melhor Empresa para se Trabalhar do Brasil.

Espiritualidade é o tema do primeiro evento de 2019 do The Women

O encontro ocorre no dia 27 de março a partir das 19h30 na Casa Salamandra, em São Paulo (SP). Vagas limitadas.

O que é espiritualidade para você? Já pensou em como desenvolvê-la e como as terapias vibracionais podem te ajudar neste processo? Com este tema tão interessante e enriquecedor, o The Women fará o seu 1º encontro de 2019: “Espiritualidade: conceito, conhecimento, prática, sua importância e a relação com a vida”, que acontecerá no dia 27 de março, na Casa Salamandra, no Itaim, em São Paulo.

O evento faz parte de mais uma experiência de autoconhecimento, troca e descontração, proporcionada para mulheres dos mais diferentes perfis. O convite inclui um coquetel receptivo, um delicioso jantar harmonizado preparado pela chef Luciane Cataneo, drinques, sorteios, presentes especiais, além da oportunidade de conhecer mulheres maravilhosas.

“Nossos encontros reúnem de 20 a 30 mulheres, criando conexões reais e possibilitando a absorção de um conteúdo que promova o desenvolvimento pessoal e profissional para o universo feminino”, conta a idealizadora do projeto, Theka Moraes.

Para conversar sobre este conteúdo, o The Women convidou a psicóloga, ativista quântica, thetahealer e mestre em reiki, Ana Cassia Stamm. A ideia é mostrar que praticar a espiritualidade não implica, necessariamente, em acreditar em alguma religião ou ter algum credo.

“Na verdade, nada mais é do que um estado de espírito onde a pessoa se conecta consigo mesma e com as forças da natureza que nos envolvem. Praticar o caminho espiritual é aprender a se despertar para o potencial de abundância infinita interna e, isso, é a verdadeira felicidade”, conta Ana Cassia.

Durante o encontro, ainda serão abordados tratamentos complementares como reiki, thetahealing, acupuntura e ho’oponopono, que têm o poder de auxiliar neste processo. A convidada especial destaca: “Estes métodos nos ajudam a vibrar numa alta frequência e nos preparam para entender e praticar a espiritualidade. É incrível ver como eles têm o poder de nos livrar da ansiedade, de hábitos ruins e alinhar nosso corpo com o nosso espírito”.

Muitas vezes, pode parecer difícil harmonizar o mundo moderno, e tudo o que está acontecendo, com espiritualidade, mas, a verdade, é que não existe qualquer conflito. “Pelo contrário, saber encontrar esse estado de espírito é extremamente importante, sobretudo em momentos estressantes como estes. Começar o ano com esse encontro especial nos dá força para enfrentar os novos desafios que virão”, finaliza Theka.

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Serviço

– O jantar acontecerá no dia 27 de março, das 19h30 às 22h30, na Casa Salamandra, na Rua Benedito Lapin, 100, Itaim Bibi, em São Paulo (SP).

– Para mais informações e reserva de vaga, as interessadas devem consultar o perfil no Instagram ou clique aqui.

– A promoção dos eventos é feita com patrocínio e apoio de empresas, como: Amilla, Dress&Go, Estética Santa Beleza, Luciane Cataneo personal chef, Cris Lopes – marketing digital, Su Chapiro – consultoria de imagem e Marcos Mesquita. A organização é feita pela TKM Business Advisory.

Sobre a palestrante

Ana Cassia Stamm é palestrante, socióloga, psicóloga e psicoterapeuta vibracional; fundadora do Despertar do Ser Terapias Vibracionais e Fundadora/Coordenadora Voluntaria da Casinha de Luz em Perdizes, São Paulo. Realiza atendimentos individuais e em grupo e consultorias vibracionais, além de palestras e workshops por todo o Brasil.

Quem participa do ‘The Women’

O conceito inovador do “The Women” atende a mulheres que buscam ter um momento diferenciado do seu hall social e profissional.

Sobre Theka Moraes

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Formada em Gestão Comercial na Anhembi Morumbi, de São Paulo, Theka Moraes possui ampla experiência no mercado de negócios e relacionamentos conquistados ao longo dos últimos 15 anos, com passagem pela área de negócios da revista Cool Magazine, da plataforma de networking Experience Club, da AEG World Wide, entre outras.

As mulheres e a relação com o dinheiro no século 21, por Natalia Cunha*

Antigamente, as mulheres não precisavam se preocupar com as finanças, pois os homens eram os provedores da casa. Fazia parte da cultura conservadora que elas não tivessem envolvimento com o dinheiro. A maioria se dedicava às tarefas domésticas e aos filhos, ou seja, serviam exclusivamente à família.

Pesquisas afirmam que a insegurança da mulher em lidar com o tema vem principalmente das sequelas da cultura machista em que apenas o homem se revelava como um profissional, provedor, assim como falado anteriormente. Isso explica a menor tendência feminina às jornadas integrais de trabalho, não há uma divisão igualitária das tarefas cotidianas na estrutura familiar brasileira, diferente do que acontece em muitos países desenvolvidos, a exemplo disso, a Suécia.

A critério de exemplo, em 2003, Araújo e Scaflon realizaram uma pesquisa em que participaram 2.000 domicílios brasileiros e chegaram à conclusão de que o trabalho doméstico continua sendo designado às mulheres, gerando assim dupla jornada onde pode influenciar a dificuldade da mulher em administrar o dinheiro.

Muito embora alguns estudos apontem para o fato de que as mulheres decidem na hora da compra, o que ocorre é que a decisão de onde/como investir o dinheiro que sobrou no mês fica a cargo dos homens, ou seja, o provedor continua decidindo o destino das finanças em dias atuais.

guarda roupa duvida

Eu diria que hoje a mulher tem quase 50% do seu orçamento destinado a “estética”, dessa forma comprometendo seus rendimentos. No entanto, no meio masculino, isso é irrelevante e a mulher tem uma cobrança imposta pela sociedade. Elas pagam mais caro a coparticipação em seus convênios, pois usam mais que os homens. Exemplo simples, homem pode, durante uma semana, trabalhar com uma calça e uma camiseta branca e a mulher tem uma cobrança para não pode repetir roupas.

Qual seria a solução para isso?

Devemos ficar esperando a sociedade entender que a mulher não é uma “vitrine de moda”? Será mesmo que temos que esperar a sociedade entender isso ou cabe a nós mostrarmos no dia a dia ? Ou mudar nossa postura diante das cobranças excessivas de imagem da sociedade, que impactam diretamente em nossas finanças?

Conseguimos enxergar um posicionamento feminino maior no mercado de trabalho, alcançando assim cargos de diretoria e muitas delas empreendendo. Essa participação mais sólida é um processo que precisou do movimento feminista para mudar e está melhorando, lentamente é claro, pois há muito preconceito enraizado, mas esse posicionamento ainda está longe de ter uma igualdade. Exemplo disso é a desigualdade salarial entre os gêneros, assim como afirma pesquisa do IBGE de 2018, em que mulheres ganham no máximo 77,5% dos rendimentos masculinos.

É quase nulo encontrar conteúdos de cunho financeiro destinado às mulheres, sendo este tema voltado sempre aos homens, numa linguagem masculina e em veículos de comunicação voltado a eles, o que o torna distante do público feminino e assim dificultando o acesso àquelas que tenham realmente interesse em conhecer mais sobre este universo.

Apesar dos poucos avanços culturais neste sentido, existem literaturas, APPs que foram desenvolvidos e publicados para o nicho feminino, no qual ensinam, estimulam e aconselham mulheres a lidar com suas próprias finanças e a realizarem investimentos, dessa forma quebrando paradigmas sobre o seu relacionamento com o dinheiro.

Existe a questão da oferta X demanda. Eu acredito que para mudar essa tendência da pink tax, da mulher ainda vista como bonequinha de luxo, tem que mudar a cultura… porém para isso acontecer, tem que haver uma mudança de tendência. É paradoxal, são assuntos correlacionados.

A solução está na conscientização: a mulher empoderada, que toma para si o conhecimento, que exige que lhe vendam informações e não apenas maquiagens, que vai à luta pela equiparidade salarial.

mulher contas

Tome como exemplo quando as “chapinhas” entraram no mercado brasileiro. Custavam uma fortuna, era o valor de um salário mínimo na época. Com o passar do tempo a demanda aumentou, todas queriam esse acessório de beleza, com isso os preços caíram e hoje é totalmente acessível ter uma.

Com o conteúdo de finanças voltado ao universo feminino tem que ser assim: as mulheres têm que exigir, para que o mercado forneça isso à elas e desse modo, somente assim, poderá se iniciar um processo de modificação cultural sobre o relacionamento mulher x dinheiro.

*Natalia Cunha é administradora executiva, formada pela Universidade Anhembi Morumbi e com capacitação em Psicologia Econômica pela B3 Educação. Atuou em mais de seis anos na área financeira, em empresas como Banco Pan-americano, Nextel, Banco Itaú, Laboratório Cerba LCA e Cummins Brasil. Hoje, atua como consultora financeira na Plano Consultoria, empresa que há dois anos ajuda pessoas a manterem uma relação equilibrada com suas finanças.

Inscrições abertas para curso voltado ao empreendedorismo na moda

Instituição curitibana está com inscrições abertas para curso voltado ao empreendedorismo na moda; ofertado pelo Centro Europeu, o curso “Fashion Business” prepara profissionais para atuar em um dos segmentos que mais cresce no mundo

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Mais do que desfiles e tendências em roupas e acessórios, o mercado da moda é extremamente abrangente e está em constante expansão. No Brasil, o segmento é o segundo maior gerador de empregos no país, e de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), são mais de 32 mil empresas que empregam cerca de 1,5 milhões de pessoas. É lógico que investir neste mercado exige muita pesquisa, conhecimento e competências profissionais. Pensando nisso, o Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões da América Latina, acaba de lançar o curso “Fashion Business”.

Com uma abordagem dinâmica e multidisciplinar, o objetivo do curso é fomentar a produção local e o design autoral formando profissionais capazes de avaliar novos comportamentos de consumo e identificar o potencial de um negócio. “A intenção é ampliar o olhar profissional dos alunos, oferecendo as ferramentas necessárias para que eles entendam o mercado e desenvolvam habilidades e competências para transformar suas ideias em negócios”, explica Nicolle Gora, supervisora do curso “Fashion Business” do Centro Europeu.

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“Além disso, os participantes serão incentivados a desenvolver projetos de forma criativa e colaborativa, trabalhando com pessoas de diversas áreas como fotografia, cinema, artes visuais, e empreendedorismo, em um espaço que inspira criatividade “, complementa a especialista.

Ministrado por mentores experientes e com destaque no mercado de trabalho, o curso tem duração de 4 meses e é composto por disciplinas pautadas nas principais tendências mundiais de empreendedorismo e design de moda. Economia criativa, mercado e profissões de moda, comunicação e branding, plano de negócios e Design Thinking, identidade de marca, método canvas de negócios de moda, formação de preço, estratégias de venda, estratégias de inserção no mercado são alguns dos assuntos abordados no curso.

Além disso, os alunos serão constantemente inseridos na realidade do mercado de trabalho, estudando o dia a dia de empreendedores do ramo e participando de palestras, showroom, pitches e mentorias exclusivas.

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A próxima turma do curso “Fashion Business” do Centro Europeu tem início neste mês de março, com aulas aos sábados, no período da manhã, das 8h30 às 11h45. As atividades serão realizadas na sede Batel (Benjamin Lins, 999).

Informações: Telefone (41) 3233-6669 ou no site do Centro Europeu.