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Saúde mental no trabalho: existe prevenção?*

O que é mesmo saúde mental? Em primeiro lugar, é bom lembrar que saúde mental não significa apenas a ausência de doença mental. A própria OMS (Organização Mundial da Saúde) realça que o conceito de saúde mental não se limita à ausência de doença ou enfermidade. Abrange, na verdade, o conjunto das atividades que promovem o bem-estar e permitem o equilíbrio dinâmico entre diferentes esferas da vida: social, física, espiritual, econômica, emocional…

E hoje, 10 de outubro, Dia Mundial da Saúde Mental, é uma excelente oportunidade para falarmos de prevenção, ou seja, como detectar as primeiras falhas nesse equilíbrio sutil que é a saúde mental. Existem formas simples e acessíveis de monitorar alguns aspectos no dia a dia, em particular no trabalho.

Faça regularmente o check-in com você mesmo

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Em um dia típico de trabalho, é comum acordar cedo, passar o dia inteiro entre uma atividade e outra e chegar em casa exausto, sem se atentar a alguns alertas que o corpo ou a mente possam estar emitindo, como uma dor na lombar, uma tensão muscular no pescoço, ou algum assunto que anda preocupando, uma sensação de baixa energia se arrastando. Somente quando sentimos algo mais intenso é que corremos ao fisioterapeuta, ou recorremos a algum remédio para ajudar a relaxar e a dormir.

Por que não agir de forma preventiva e não curativa? Tome um tempo para si mesmo, para se auto-observar e perceber esses sinais. Esse momento pode ser uma caminhada, uma meditação, ou uma simples pausa de alguns minutos para respirar profundamente. Aproveite esses minutos para avaliar os diferentes aspectos do seu equilíbrio e, num segundo tempo, elabore um plano de ação para tratar na raiz esses sintomas. Dívida com os seus colegas, amigos ou familiares a sua situação e saiba pedir ajuda.

Tenha uma estratégia de gerenciamento do estresse

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O estresse é uma reação inerente ao ser humano, um elemento evolutivo central na sobrevivência da nossa espécie: não tem como eliminar completamente o estresse da nossa vida, até porque, às vezes, é um elemento positivo e ajuda em um momento específico a estar alerto e acordado.

O que está dentro do nosso alcance é estabelecer uma estratégia de gerenciamento do estresse, para evitar que ele se torne uma condição crônica e vire uma verdadeira ameaça à nossa saúde. Um pré-requisito essencial antes de tudo: saiba identificar os seus gatilhos, as situações que causam estresse em excesso. Num segundo momento, instaure uma rotina que favoreça a regularização do seu nível de estresse: uma conversa com uma pessoa atenciosa, uma caminhada.

A prática da meditação e de mindfulness (conjunto de técnicas práticas, possíveis e cientificamente comprovadas que ajudam a focar no momento presente, sem deixar o passado ou o futuro te afetarem, tornando sua mente mais desperta e saudável, sendo sua aliada) são ferramentas comprovadamente eficientes para abaixar o nível de estresse, diminuir a frequência cardíaca e pressão arterial, e, de forma geral, aumentar a sensação de bem-estar.

Pratique a atenção plena

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Evitar olhar os e-mails de trabalho em casa, ou cuidar de assuntos pessoais pelo celular durante uma reunião de trabalho são apenas exemplos de situações em que a nossa cabeça está em um lugar e a mente em outro. Esse comportamento, muito favorecido pela presença das tecnologias no nosso dia a dia, prejudica de várias formas a nossa saúde mental: atrapalha a nossa concentração e a nossa produtividade no trabalho, criando mais estresse e potenciais frustrações e baixo desempenho, ameaçando o pilar emocional e econômico do equilíbrio que compõe a saúde mental. Em situações de socialização, trazer questões de trabalho, por exemplo, lendo os seus e-mails, põe em perigo a sua capacidade de criar, manter e fortalecer vínculos com amigos e familiares, escutar e ser escutado de volta, ameaçando o pilar social tão importante da sua saúde mental.

Pratique a benevolência consigo mesmo e com os seus colegas

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Criar um ambiente de trabalho no qual é fácil pedir ajuda, fazer uma pausa, realizar uma atividade de relaxamento é a base para fomentar a saúde mental. Aproveite as iniciativas propostas pela sua empresa (massagem, ginástica laboral, meditação, yoga corporativo…) e seja também protagonista. Não seja perfeccionista e reavalie as suas expectativas em relação aos seus colegas. Isso ajuda a evitar frustrações e estresse em excesso.

*Armelle Champetier é diretora da Yogist no Brasil, que tem como objetivo levar o yoga às empresas, com foco na saúde e bem-estar das equipes, combatendo o estresse no trabalho e os distúrbios osteomusculares.

 

Como melhorar o desempenho nas áreas de empreendedorismo, administração e finanças

Onde e como você se enxerga na próxima década? Agora que já imaginou, tenha em mente que, antes de buscar o seu desenvolvimento na carreira, é necessário projetar o seu crescimento profissional. Para auxiliar nessa etapa, o personal growth é o profissional que apoia o aperfeiçoamento das competências e habilidades que visam aprimorar o conhecimento.

Segundo Daniel Lustig, especialista em personal growth, é preciso estimular as formas de evolução: “A mudança de hábito acontece gradualmente e melhora a sua atitude no desempenho das atividades profissionais. Ser mais receptivo, pró-ativo e positivo são algumas atitudes básicas para crescer na carreira”, explica.

Lustig complementa que “a chave para o crescimento é estar aberto para novas oportunidades que surgem na sua área”.  Pensando desta forma, preparou dicas para as principais carreiras. Confira:

Empreendedorismo

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Segundo Lustig, o indivíduo que escolhe essa área precisa de saúde financeira e mental para atingir os seus objetivos. “Para alcançar os resultados desejados é primordial construir o seu caminho. Ter um plano de ação com metas alcançáveis é ser mais assertivo, pois estabelece foco no trabalho”, afirma.

Além disso, estipular pequenas metas para alcançar em um espaço determinado de tempo, ajuda a conquistar resultados e dá fôlego para seguir até o objetivo final. O personal growth atua nesse processo junto ao cliente, na organização e na adoção de um novo olhar em relação à vida.

“A dificuldade pode aparecer no mundo empreendedor como em qualquer área de atuação. Nesse momento em que pode haver dúvidas sobre o seu negócio, é importante buscar alternativas para encontrar uma solução viável” destaca.

Administração

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Nessa área é preciso otimizar a produtividade e usar a tecnologia ao seu favor. “Adequar-se aos processos do mundo digital facilita e melhora os processos que estão presos às técnicas passadas”, fala Lustig.

Não tenha medo de inovar. “Ser criativo é propor novos formatos para o que está antigo. Com o auxílio do personal growth, você desenvolve esse lado criativo para atingir os objetivos desejados”, completa.

Finanças

 

mulher estudando wiseGEEKInvestir na capacitação é uma forma de atuar com excelência e diminuir erros. Lustig diz que ter coragem e ter paixão pelo que faz, motiva o indivíduo a participar de treinamentos e cursos. “Quando você está aberto para novas oportunidades, você cresce como profissional”, avalia.

Lustig adverte que o método do personal growth não é apenas uma forma de evoluir na carreira ou na educação, mas na transformação pessoal.

Fonte: Daniel Lustig é personal growth e fundador da Mind Factory. Formado em administração, capacitado pela Sociedade Brasileira de Coaching, Association for coaching, Institute of Positive coaching & research, Via institute on character, Worth Ethic Corporation e Behavioral Coach Institute nas áreas de Personal & Professional, Executive, Positive e Career Coaching, Mentoring e liderança.

 

Especialista em carreira alerta para armadilhas da vaidade

A vaidade é perigosa. Tem um conceito tão amplo e sedutor quanto o próprio sentimento. A palavra originária do latim significa oco, vazio. No dicionário quer dizer valorização que se atribui a própria aparência ou a intelectualidade, mas pode se encontrar mais de 130 sinônimos correlacionados a vaidade. Na história do cristianismo, a vaidade é o primeiro pecado capital.

Para o professor da FGV e fundador da escola do Pensar da ESIC Internacional, Luciano Salamacha, a vaidade é uma fera que deve ser controlada no ambiente profissional. Em excesso pode cegar, colocar tudo a perder e, na falta dela, pode ser a pitada que faltava para a autoestima, sentimento fundamental na disputa de cargos de liderança.

Salamacha orienta algumas atitudes que podem fazer com que não se caia na fogueira da vaidade:

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1 – Todo profissional deve, periodicamente, revisar as atividades que desenvolve, pois algumas vezes, alimentamos por vaidade certa rotina de trabalho que passou a ser desnecessária.

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2- A vaidade acontece o tempo todo em nossas vidas, por isso, tenha sempre pessoas de sua confiança que possam apontar se deve manter afazeres por necessidade ou por pura vaidade. Pessoas que possam, inclusive apontar se você está certo sobre certas habilidades que você considera ter.

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3 – Não seja refém de pessoas que, por maldade, vão usar essa característica para provar que você deve ser menos pretensioso, sem ganância, sem ambição, porque, na verdade, querem te frear na competição.

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4- Perceba o que está cultuando na empresa. Estamos em um momento em que certos valores estão sendo revistos. Às vezes, valorizamos coisas que não têm a menor finalidade prática.

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5 – Perceba o quanto sua vaidade é nociva ou não. Há pessoas autocríticas que se condenam demais, destroem a própria autoestima. Saem de um extremo a outro. Gerencie melhor suas emoções e seu julgamento sobre você.

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5 – Troque a vaidade por validade. Na vaidade somos oco, na validade temos força e poder. Estamos plenos.

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6- Use a vaidade para avaliar melhor a si mesmo e aos outros e tenha cuidado ao alertar um vaidoso. Talvez ele saiba, mas prefere mostrar que continua na ignorância, ou talvez acredite que seja esse o caminho.

Salamacha diz que subir na carreira requer antes de mais nada melhorar a nós mesmos, por isso temos que entrar em contato com a realidade e tentar controlá-la. O antídoto da vaidade é a humildade e isso nada tem a ver com nos humilhar, mas em encarar o outro de forma mais igual, muitas vezes aceitando os defeitos e erros, pois somos seres humanos e como tal, absolutamente todos erramos.

As pessoas vaidosas dentro de uma empresa são soberbas na hora de ensinar, deixando claro que estão em uma posição acima do outro, mas Salamacha aconselha: “Nada é estático principalmente em uma companhia, o estagiário que se ensina hoje, pode chegar a chefia amanhã.”

O professor afirma que pessoa vaidosa é pouco estratégica e é frágil porque alguns elogios podem quebrar sua resistência. Salamacha avalia que a vaidade é o caminho para a autossatisfação, é como uma droga: “Ilude temporariamente, fazendo com que talvez a pessoa seja o que não é, achando que tem um poder que não existe e, nessa ilusão, o vaidoso coloca os pés pelas mãos”.

Salamacha diz que vaidade extrema é um defeito, mas a falta dela também. A falta de vaidade também pode indicar falta de amor próprio. Como amar o que se faz, ou ganhar o respeito do outro quando demonstramos que não amamos a nós mesmos?

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O lado positivo da vaidade na medida certa é a autoconfiança e a autoestima que temos ter todos os dias quando saímos para o trabalho. Para Salamacha, não basta apenas uma boa formação curricular, há de se ter nessa era uma boa formação ética e acima de tudo cultivar boas relações.

Fonte: Luciano Salamacha é doutor em Administração e mestre em Engenharia de Produção. Preside e integra conselhos de administração de empresas brasileiras e de multinacionais, atuando como consultor e palestrante internacional. É professor da Fundação Getúlio Vargas em programas de pós-graduação. Recebeu da FGV o prêmio de melhor professor em Estratégia de Empresas nos MBA’s, por sete anos seguidos. É um dos raros professores que fazem parte do “Quadro de Honra de Docentes”, da FGV Management. Fundador da Escola do Pensar, coordenador de MBA de neurociências na ESIC Internacional, uma das mais importantes escolas de negócios da Europa.

Girls just wanna be CEO – por Thaísa Passos*

O ano é 1983 e Cyndi Lauper contagia multidões, ao cantar que, ao fim de um dia de trabalho, “garotas só querem se divertir”. A canção com Girls Just Wanna Have Fun vira hit imediatamente, e se torna um hino à igualdade de gêneros para as várias gerações de mulheres.

Quase três décadas depois, Beyoncé hipnotiza um público de 110 milhões no Super Bowl defendendo que as mulheres é que comandam o mundo. São “espertas o bastante para fazer milhões” e “fortes o suficiente para cuidar dos filhos e depois voltar aos negócios”, diz ela em Run the world (Girls).

Essas músicas, que aliás recomendo fortemente que entrem para sua playlist, são ótimas provocações para pensarmos a respeito dos desafios mulheres no mercado de trabalho.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho), por exemplo, divulgou em maio desse ano que empresas com lideranças femininas impulsionam seus resultados em até 20%. Na prática, a abertura à diversidade de gêneros é latente – 6 em cada 10 companhias monitoradas pela OIT, aliás, se dizem adeptas à ideia. Infelizmente, isso não significa que ela ocorra em todos os níveis.

Um dado alarmante, por exemplo, é que menos de um terço dos conselhos administrativos do mundo tenham uma representatividade feminina minimamente relevante, com 30% de suas cadeiras ocupadas por mulheres.

Além disso, atualmente, em nível global, para cada 10 homens empregados, há apenas seis mulheres exercendo funções remuneradas, número que sinaliza para uma grande desigualdade no mercado de trabalho.

E o que dizer de nossa capacidade de liderança?

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Ler na mesma frase as palavras CEO (ou presidente) e um nome feminino ainda hoje é raríssimo, mesmo com todas as conquistas recentes. Nos anos 1980, Katharine Graham foi uma das pioneiras ao exibir a famosa plaquinha de CEO em sua mesa. O cargo máximo no Washington Post, e o comando da cobertura do escândalo de Watergate, aliás, garantiu a ela o mérito de botar o jornal na lista das maiores e mais rentáveis corporações do planeta, na lista da Fortune 500, da revista Fortune.

Mulheres para nos inspirar não faltam. O que precisamos mesmo é de movimentos individuais para, conjuntamente, quebrarmos paradigmas.

E já passamos da hora de quebrar alguns paradigmas. Há séculos uma questão é particularmente preponderante nas discussões sobre empoderamento feminino e trabalho: a maternidade. Essa verdadeira dádiva da natureza, para os empregadores, é sinônimo de “perdas” em doses homeopáticas, com pagamento de licença, ausências devido a doenças da criança, reuniões escolares… isso sem falar no preconceito mais raso e típico, onde se questiona a capacidade de uma mulher em cuidar dos filhos ao mesmo tempo em que exerce seu papel no mundo do trabalho.

Em tempos de Beyoncé, existem várias líderes que confrontam esses discursos limitantes e que carregam, junto com sua prole, o sucesso das empresas que lideram. Esses exemplos devem ser seguidos. Não deixemos que destruam nossos sonhos. Mas, por outro lado, também é preciso compreender a realidade para partirmos para a ação.

Jornada interrompida

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Segundo a Unesco, as mulheres já são maioria quando o assunto é graduação, mas ainda são minoria ostentando diplomas em áreas científicas, tecnológicas, de engenharia e matemática. Ou seja: esses setores seguem majoritariamente ocupados por homens.

No Brasil, temos um cenário no qual, de acordo com IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), elas trabalham mais e recebem menos, chegando a espantosos 76,5% dos rendimentos pagos a homens.

E é lamentável que uma pesquisa produzida pela FGV tenha mostrado que quase metade das trabalhadoras gestantes perdem seus empregos após retornarem da licença-maternidade, no Brasil.

Enfim, enfrentamos um enorme desafio. As corporações precisam urgentemente de um olhar mais atento sobre como se formam suas lideranças. Porque hoje a realidade é que, ao sermos lançadas fora do mercado de trabalho assim que nos tornamos mães, mesmo sendo mais estudiosas que os homens, subir novos degraus rumo a cargos de liderança se torna uma verdadeira proeza.

Não deveria ser assim. Afinal, de acordo com a consultoria empresarial Mckinsey, empresas com pelo menos uma mulher em seu time executivo são mais lucrativas.

Em recente estudo, intitulado “Um panorama atual das mulheres no mercado de trabalho 2018”, onde foram analisados dados de 279 empresas, que empregam no total 13 milhões de pessoas, a Mckinsey alerta para a necessidade de se eliminar as lacunas de gênero na contratação e nas promoções, especialmente no início do processo, quando as mulheres geralmente são negligenciadas. Isso significa adotar medidas arrojadas e efetivas para criar uma cultura respeitosa e inclusiva na qual todos, no mundo corporativo, se sintam seguros e apoiados.

A ideia é, então, promovermos mudança para avançarmos mais rápido. Fórum Econômico Mundial calcula que a igualdade de gênero só será alcançada na América Latina em 74 anos – embora o nosso continente seja uma das regiões mais prósperas do planeta nesse sentido.

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É hora de mostrar como as organizações podem tirar o melhor proveito dos nossos talentos. Por exemplo? Vários cientistas e pesquisadores têm demonstrado como a jornada dupla – maternidade e administração – drenam a nossa energia de maneira particularmente desafiadora, trazendo prosperidade. E até mesmo os altos e baixos emocionais, que enfrentamos com maior frequência e intensidade do que os homens, nos fazem ganhar resiliência para seguir em frente, mesmo quando coisas ruins acontecem. Tudo isso nos traz uma forma mais construtiva de ver o mundo. Vamos estabelecer novos significados para nós mesmas, e aceitar riscos para ajudar a pavimentar um novo mundo empresarial. You go, girl. You can be a CEO!

*Thaísa Passos é gerente global de marketing da S.I.N. Implant System

Cinco dicas para empreender com sucesso após os 50 anos

Há dez anos, a grande maioria das pessoas na faixa dos 50 anos estava se aposentando ou começando a planejar sua retirada do mercado de trabalho. Hoje, o cenário mudou radicalmente. Segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população entre 50 e 54 anos, formada hoje por mais de 12,3 milhões de brasileiros que caminham para a maturidade, desejam continuar no mercado de trabalho; muitos deles, como empreendedores.

“Essas pessoas continuam ativas, produzindo. E, aos 50 anos, encontram-se no auge de suas capacidades intelectual, emocional, relacional, social e, consequentemente, produtiva. São indivíduos que enxergam a aposentadoria como algo muito distante da realidade deles”, explica Ismael Rocha, mestre em sociologia e consultor de negócios, sócio-diretor da Nextt 49+, primeiro hub de inovação do Brasil para empreendedores acima dos 50 anos.

Confira, a seguir, as estratégias do consultor da Nextt 49+ para quem deseja empreender com sucesso após os 50 anos:

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=Acredite nas oportunidades alinhadas com seu perfil. O mercado apresenta inúmeras ofertas para quem deseja empreender. É preciso, porém, estar preparado para aproveitá-las. Por isso, antes de mergulhar em um negócio, é necessário fazer uma autoanálise do seu perfil e competências. “Lembre-se: ter afinidade com a área já é um grande ganho”, explica Ismael Rocha.

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=Negócios de impacto social são tendência para futuro. “Antes de iniciar a sua jornada empreendedora, é importante estudar o mercado onde se deseja atuar”, diz Rocha. “E vale também apostar em algo que melhore e cause impacto na vida das pessoas, segmentos bastantes promissores”, conclui ele.

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=Busque ajuda. Profissionais mais experientes tendem a ser mais autoconfiantes, porém, isso pode ser uma armadilha. É importante consultar especialistas para conseguir orientações sobre a viabilidade do seu projeto e dispor de um plano de negócios, antes de dar o start no projeto. “Por fim, elabore quais serão os diferenciais e avalie os riscos”, alerta o consultor.

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=Invista em capacitação. No atual mundo do trabalho e dos negócios, sempre haverá algo novo para se aprender. É preciso sair da zona de conforto e buscar conhecimento. Muitos dos empreendedores acima dos 50 anos passaram boa parte de suas vidas como funcionários de empresas; muitas vezes, como especialistas em determinada atividade. “Ser dono de empresa, por sua vez, exige colocar em prática várias competências ao mesmo tempo. Buscar o aperfeiçoamento nas várias áreas que sentir necessidade é o caminho para superar com mais facilidade os desafios”, explica.

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=Construa uma visão de futuro. O mundo muda a uma velocidade nunca vista. Podemos dizer que o que vale hoje, não valerá amanhã. “Então, vale construir uma visão de futuro, identificando quais variáveis compõem o seu universo e como você está situado nele”, diz Rocha. “Lembre-se: o empreendedor de sucesso tem visão de longo prazo e diariamente encontra chances de inovar”, completa ele.

Fonte: Nextt 49+

ESPM, Revista Vogue e Suzana Pires fazem curso sobre empreendedorismo feminino

Curso apresentará técnicas para empreendedoras alcançarem objetivos pessoais e profissionais

Com o objetivo de estimular o protagonismo feminino com técnicas de marketing pessoal e empreendedorismo, a ESPM, escola de negócios referência nas áreas de Publicidade, Marketing, Consumo, Comunicação e Economia Criativa, realiza em 27 de setembro, o curso Dona de Si: Empreendedorismo e Marketing Pessoal para Mulheres. O curso é uma parceria entre a ESPM, a revista Vogue Brasil e a coluna Dona de Si, assinada pela atriz Suzana Pires.

O programa está dividido em cinco tópicos batizados de Tornando-se Dona de Si, Eu Sou Empreendedora de Mim Mesma, Eu não Quero Mais Minhas Crenças Limitantes, Eu me Conheço, Eu me Supero e Eu Assino um Compromisso Comigo Mesma, o workshop é ministrado pela atriz Suzana Pires, autora da coluna Dona de Si, publicada no site da Vogue e fundadora do Instituto Dona de Si, cujo objetivo é estimular, por meio de projetos regionais, o aumento do número de mulheres em cargos e carreiras nas quais são minoria.

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Para participar do workshop, que também conta com módulos sobre empreendedorismo e marketing pessoal, as interessadas devem se inscrever clicando aqui.

Curso de empreendedorismo e marketing pessoal para mulheres
Quando: sexta, 27 de setembro – a data limite de inscrições é 26 de setembro
Onde: Rua Joaquim Távora, 1240, Vila Mariana, São Paulo – São Paulo
Horário: das 9h às 17h30
Preço: R$ 699,00 ou 10 x R$ 69,90 (pode ser pago no boleto ou cartão)

Mulheres já representam 43% dos cargos de liderança no Brasil

Cerca de 70% do quadro de funcionários da Fundação Pró-Renal são mulheres

Atualmente no Brasil há 9,3 milhões de mulheres empreendedoras, segundo a Agência Sebrae de Notícias, o que representa 34% de todos os negócios formais e informais do país. A busca pela independência financeira ou ter uma outra fonte de renda são os principais motivos que levam as mulheres a se tornarem empreendedoras.

O número de mulheres que são chefes de família também é um número considerável. “Antes as mulheres não lutavam por espaço, era apenas um complemento para a renda. Em torno de 43% atualmente são chefes de domicílio, é um número bastante significativo. Antes a mulher buscava por condições diferentes. Hoje, não há mais motivos para ganhar menos”, afirma Juliana Bacilla de Souza, consultora de negócios do Sebrae-PR. Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2017, dos 2,6 milhões de empregos em cargos de chefia, 1.143.821 eram ocupados por mulheres.

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Um estudo chamado Mulheres, Empresas e Direito 2019, feito pelo Banco Mundial, mostra que o Brasil, se comparado a outros países, encontra-se em uma boa posição no que diz respeito à liberdade das mulheres em se deslocar, iniciar em um emprego, trabalhar sem a permissão do marido e ter autonomia de gerenciar.

Mas as mulheres empreendedoras ainda encontram outra dificuldade: as linhas de financiamentos. O valor de crédito disponibilizado para empréstimos para elas em instituições bancárias é de R$ 13 mil a menos do que para os homens e a taxa de juros é de 3,5% a mais — mesmo que o público feminino represente uma taxa de inadimplência menor que o público masculino, sendo 3,7% para 4,2%.

“Hoje mais de 50% dos negócios iniciais são liderados por mulheres, em diversas áreas. O empreendedorismo por oportunidade voltou a crescer. As mulheres estudaram, voltaram a crescer, foram atrás e fizeram diferente do empreendedorismo por necessidade”, explica a consultora do Sebrae-PR.

Mulheres no poder

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Anelise Marcolin

Na Fundação Pró-Renal de Curitiba, 69,2% dos funcionários são mulheres e, dessas, 12 são líderes, representando 8,5% em relação ao número geral de funcionários. Um exemplo é Anelise Marcolin. Diretora executiva da instituição há dez anos, enfermeira de formação e pós-graduada em Nefrologia, ela conta que sua carreira foi desenvolvida sempre em empresa multinacional.

“Trabalhei em vendas e em marketing no desenvolvimento de produtos; coordenei e implantei programas de qualidade em saúde em clínicas de diálise em diferentes regiões do Brasil, também liderei equipes e participei de desenvolvimento de eventos de saúde. Meu aperfeiçoamento sempre foi voltado para gestão empresarial e liderança”, conta. Para ela, para ser diretora de uma instituição sem fins lucrativos, é necessário ter criatividade, entender as áreas de captação de recursos e é crucial diversificar inovar as fontes de receitas.

As mulheres ainda enfrentam muitas dificuldades relacionadas ao preconceito e ao machismo dentro das organizações quando o assunto é o mercado de trabalho. Um bom exemplo são os salários pagos a elas, que, segundo a RAIS, representam 69,8% do salário dos homens. “Quanto à diferença salarial acho uma grande injustiça, pois não é o gênero que define a entrega do resultado, mas, sim, o compromisso e as competências para com as metas institucionais; acredito muito na competência e habilidade feminina em liderar”, complementa Anelise.

“A ascensão das mulheres é inevitável não só na saúde, mas em diferentes áreas, inclusive as exclusivas aos homens. Acho fundamental quebrar muitos preconceitos, como fragilidade, instabilidade de humor, falta de foco; ao contrário, somos muito mais focadas, dedicadas e trabalhamos muito melhor com equipes”, defende Anelise, que acredita no poder de compartilhar das mulheres, na flexibilidade e no poder de comunicação.

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“Acho que as mulheres são muito preparadas para ensinar e não reter o conhecimento. Aprendemos a respeitar as diferenças e a trabalhar com a multidisciplinaridade das equipes”, finaliza a diretora da Fundação Pró-Renal.

Fonte: Fundação Pró-Renal

Cinco dicas para otimizar seu tempo no trabalho*

Você quer otimizar o tempo no trabalho, para melhorar a produtividade, diminuir o estresse e encaixar outras atividades, mas não sabe por onde começar? Não precisa se precipitar no primeiro livro de autoajuda que você encontrar. Com algumas dicas simples, é possível organizar seu tempo desde já. Veja o que faz mais sentido para você e coloque em prática agora mesmo.

1 – Planejamento é tudo!

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Essa regra se aplica para os fãs de organização… e para os alérgicos. Isso não quer dizer que precisa virar escravo da agenda para se beneficiar das vantagens de atividades planejadas. Muito pelo contrário. A base é essa: todos temos momentos do dia de alta e de baixa produtividade. Ou seja, há períodos em que estamos mais dispostos a fazer uma atividade que exige muita concentração, outros em que estamos mais confortáveis a uma tarefa rotineira. Há dias em que queremos pensar sozinhos e há outros que estamos abertos para colaboração.

Essa sequência de fases costuma seguir o mesmo padrão todo dia, com pequenas alterações em função do seu estado de descanso e nível de estresse. Identifique primeiro o seu padrão e, no início do dia, ou da semana, planeje as suas atividades. Por exemplo, deixar a redação de um e-mail importante para o fim do dia não é sempre a melhor escolha. O período da manhã costuma ser o mais recomendado para atividades de alta concentração e pode ser considerado um desperdício de tempo usar esse período do dia para colocar os e-mails em dia. Este é apenas um exemplo, cabe a cada um se conhecer e identificar esse padrão.

2 – Saiba diferenciar o importante do urgente

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Quantas vezes temos a impressão de passar o dia apagando incêndios e começar a “trabalhar” de verdade a partir das 5 horas da tarde? Dessa forma, nunca conseguimos parar para planejar a longo prazo, pensar em estratégia, e realmente ganhar em produtividade e alcançar novos objetivos. Para que o tempo seja um parceiro e não um inimigo do seu dia, a matriz Eisenhower nos convida a organizar as nossas tarefas em função da importância e da urgência, conforme essa frase atribuída ao Dwight Eisenhower, presidente dos Estados Unidos, de 1953 até 1961: “Eu tenho dois tipos de problemas, o urgente e o importante. O que é urgente é raramente importante, e o que é importante é raramente urgente”.

Aloque cada uma das suas tarefas em um dos quatro quadros da matriz e trate cada tarefa com o comportamento adequado. Isso significa, muitas vezes, deixar os e-mails de lado no início do dia, saber dizer não e resistir à tentação de resolver um problema fácil e rápido. Pode ser que não flua tão naturalmente no início, mas, em breve, perceberá os benefícios para a sua produtividade e o tempo ganho.

3 – Identifique e modele os seus hábitos

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Estima-se que 60% das nossas ações ao longo do dia são definidas por um hábito, ou seja, não são decisões conscientes da mente. Alguns desses hábitos são necessários e positivos: escovar os dentes, ligar para alguém na volta do trabalho, ir para a academia à noite. Porém, não somos sempre conscientes de todos os nossos hábitos e, por consequência, não somos totalmente mestres do nosso tempo. Um primeiro passo para ter consciência e saber como efetivamente você gasta as horas acordadas do seu dia, é descobrir esses hábitos.

É provável que você identifique alguns hábitos inimigos da sua produtividade: entrar nas redes sociais toda vez que tiver o celular na mão, verificar e responder os e-mails sempre que for sentar na sua mesa no trabalho, sair para o almoço meio-dia em ponto porque é o hábito dos seus colegas, mas na realidade, meio-dia é um horário de alta produtividade para você, e você sente fome só uma hora mais tarde. Esses são apenas alguns exemplos, é importante identificar os seus próprios hábitos e modelá-los para servir à sua produtividade e ao seu bem-estar.

4 – A importância das pausas

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A tentação é grande de querer compactar as horas de trabalho em um bloco único, para poder encaixar outras atividades no seu dia: atividade física, tempo com a família, estudos. Por isso, você pula o almoço ou recusa o convite para um café com os seus colegas no meio da tarde. Porém, é comprovado que o nosso cérebro se mantém concentrado por um período limitado.

Já nos anos 1950, o pesquisador do sono Nathaniel Kleitman definiu o ritmo ultradiano do cérebro humano, correspondendo a ciclos de 90 minutos de atividade e 20 minutos de descanso do cérebro. Várias pesquisas estenderam esse conceito de ciclo de 90/20 minutos às questões de foco e esforço cerebral. Ignorar essa necessidade natural de descanso do cérebro tem um preço, em termos de estresse e tempo para concluir a tarefa.

Ou seja, você se tornará mais produtivo, menos cansado e menos estressado implementando pausas programadas na sua rotina: aproveite para caminhar, se hidratar, ter um momento de socialização com os seus colegas. Um exemplo de metodologia de produtividade inspirada nesse conceito é o pomodoro: essa técnica preconiza trabalhar por períodos de 25 minutos, sem interrupção e numa tarefa específica definida previamente, e descanso de 5 minutos. Depois de 4 ciclos (2 horas), faça uma longa pausa de 30 minutos, antes de iniciar um novo ciclo.

5 – O peso das interrupções

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Em oposição às pausas programadas, são as interrupções não solicitadas: uma ligação telefônica, a notificação do e-mail do seu desktop que incentiva você a abrir a mensagem na hora, uma conversa barulhenta dos colegas, ou as interrupções que você mesmo provoca sem perceber, abrindo as redes sociais no meio de uma tarefa. São vários os estudos que mostram o impacto nocivo sobre a concentração e produtividade dessas interrupções. Um deles foi realizado pela professora Gloria Mark (University of California Irvine), em que ela demonstrou que leva, em média, 23 minutos para se concentrar de volta na tarefa que foi interrompida. Diante desse número assustador, são inúmeras as dicas para diminuir essas interrupções: supressão das notificações no celular e no computador, uso de espaços adequados para atividades de alta concentração, política de limitação das reuniões e do uso do e-mail, bloqueio de aplicativos depois de um certo tempo de uso… Experimente.

*Por Armelle Champetier, diretora da Yogist no Brasil.

Como estão suas metas de 2019 faltando quatro meses para o fim do ano?

Já se deu conta que faltam apenas quatro meses para 2019 chegar ao fim? Os dias passam voando e, quando percebemos, não sobra tempo para realizar os sonhos e desejos programados para o ano. Você já fez um balanço de como está a sua vida pessoal e profissional de janeiro até aqui? As promessas e metas feitas para o ano novo foram alcançadas?

Saiba que ainda dá tempo de colocar as ideias em prática. De acordo com a especialista em estratégia e gestão da Effecta, Janaina Manfredini, ainda é possível cumprir os objetivos e alcançar todos os sonhos neste ano.

“Basta realmente estar disposto, saber onde se quer chegar, ter um planejamento, metas claras e uma rotina de acompanhamento do plano de ação”, ressalta. A especialista separou cinco dicas para tirar as metas do papel. Acompanhe:

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– Gerencie sua energia: pense em tudo de bom que pode acontecer em sua vida se você alcançar os planos traçados. Quanto mais difícil, maior é o sentimento de superação, de realização, de dever cumprido e a motivação para superar desafios cada vez mais significativos. Então, esperar por quê?

mulher escrevendo metas pixabay

– Tenha um plano de ação e indicadores: traçou esse plano com detalhes? Se não, faça isso agora. Ele é o caminho para alcançar as metas. O que precisa ser feito? Quem vai fazer o quê? Quanto vai custar para fazer? Saber o que fazer dia a dia é importante. Os indicadores também são fundamentais para saber se você está caminhando e indo bem.

shutterstock mulher usando celular

– Não tenha medo de readequar as metas: da virada do ano até agora muita coisa pode ter mudado, se for preciso, adapte as metas pessoais, profissionais, de qualidade de vida, sociais e financeiras. Não esqueça que readequar não significa deixar de lado ou desistir, apenas aplique a meta no seu atual estilo de vida. Se você seguir esse caminho fica mais perto de alcançar o que propôs com sucesso.

metas planos

– Atenção as metas que ainda não foram alcançadas: liste por ordem de prioridade e tenha em mente que sem o primeiro passo nada acontece. Então, defina o primeiro passo. Tenha sempre algumas perguntas em mente. O que preciso fazer para alcançar, quais as atitudes, quais os comportamentos, o que preciso aprender, quanto vai custar, quanto eu realmente estou disposto a me esforçar para chegar lá.

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– Não adie os planos: dessa maneira, o próximo ano pode chegar com ainda mais sucesso e motivação. Por que esperar 2020?

Cinco dicas simples para manter sua imagem pessoal

“A primeira impressão é a que fica” é um ditado verdadeiro, e essa impressão pode ser decisiva. Porém, ela não é tudo. Após a primeira impressão precisamos nos manter interessantes.

“Nós avaliamos e somos avaliados em, no máximo, 30 segundos, sendo que 55% dessa avaliação se baseia em nossa expressão facial, 38% em nosso tom de voz e 7% em nosso conteúdo” conta Ilse Gaedke, consultora de imagem e estilo, CEO da Lillys Consultoria.

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Depois destes 30 segundos iniciais quando somos apresentados a alguém, normalmente, segue-se uma conversa e é o momento de mostrar-se como alguém realmente interessante. Segundo Ilse, há cinco coisas às quais devemos prestar atenção para termos nossa imagem pessoal em alta tanto na primeira, quanto nas demais impressões.

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=Tenha um aperto de mão firme, mas não rude;

mulher homem conversa trabalho pexels
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=Ouça com atenção, esteja realmente interessado em seu interlocutor;

jovem mulher homem conversa trabalho pexels

=Olhe nos olhos e não desvie o olhar enquanto conversam;

Woman smelling perfume on her wrist
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=Não use perfume em excesso, ele deverá ser sentido apenas por aqueles que se aproximarem muito de você;

FreeGreatPicture MULHER EXECUTIVA

=Não gesticule exageradamente, faça movimentos suaves e sutis.

Ao interagir com os demais, deve-se ter em mente que estes irão lembrar-se de você pela forte impressão que causou. Essa impressão precisa ser positiva e não negativa. Se vista com parcimônia, sempre de acordo com seu estilo, e siga as regras de etiqueta. “Por fim lembre-se de sorrir, um sorriso aproxima e quebra inúmeras barreiras”, finaliza a consultora.

Fonte: Lillys Consultoria