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Como evitar a alienação parental durante o divórcio, por Paulo Akiyama*

O processo de divórcio muitas vezes pode se tornar algo conflituosamente estressante e traumático para todos os membros da família, em especial para as crianças e adolescentes. É sempre bom lembrar aos pais para evitarem discussões e brigas na frente dos filhos, pois a ruptura conjugal por si só já traz grandes mudanças, e as eventuais brigas e discussões em frente aos filhos lhes proporcionarão lembranças emocionais prejudiciais ao desenvolvimento.

A separação do núcleo familiar pode ser agravada com a disputa da guarda dos filhos, questões financeiras e patrimoniais e sentimentos pessoais por parte dos envolvidos. Esse é o momento para os pais pensarem com calma ao tomarem novas decisões a fim de buscarem os meios de adaptação necessários tanto para os filhos quanto para si mesmos, principalmente por também estarem em um processo de transição de nova formatação de vida e convivência familiar.

A forma como os pais lidam com essas questões influenciam diretamente como os filhos se adaptarão a nova realidade familiar.

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Evitar envolver a prole nas disputas do casal é a melhor maneira de não prejudicá-los psicologicamente, em especial no desenvolvimento dos mesmos. Especialistas da psicologia ressaltam que o despreparo dos pais em situações como essa, principalmente se tratando de alienação parental, provoca graves consequências na formação emocional e social dos filhos.

A alienação parental encontra-se prevista na Lei n.º 12.318/2010, e descrito as formas de tal prática no parágrafo único do art. 2º, bem como no caput do mesmo artigo, considerado o ato de alienação parental como qualquer interferência na formação psicológica da criança ou adolescente promovido por um dos seus genitores, avós ou pelos que tenham sua guarda.

O comportamento dos pais, durante e após o divórcio, pode vir a trazer a total demolição do instituto família, influenciando na criação de uma nova programação psicológica nas crianças.

Estudos comprovam que as inquietações e insatisfações dos genitores acabam se projetando sobre os filhos, o que já se considera alienação parental.

Os pais devem se conscientizar que a parentalidade deve superar a ruptura conjugal. Seguindo este pensamento, o Brasil adotou a Oficina de Pais e Filhos, coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visando aperfeiçoar o trabalho do sistema judiciário. Em 2014, o órgão, recomendou aos Tribunais de Justiça dos Estados a adoção destas oficinas como política pública e prevenção de conflitos familiares, disponibilizando vídeos e apresentações no portal do CNJ.

As oficinas ocorrem uma ou duas vezes ao mês, com duração de quatro a seis horas, compostas por profissionais voluntários capacitados para atuar nas modalidades: pai, mãe, adolescentes e crianças, a fim de promover a reflexão acerca do divórcio e parentalidade aos participantes, explanando as mudanças da família.

Nossos legisladores também buscam a saúde psicológica e o desenvolvimento de filhos de pais separados, vindo a ser publicada a lei 13.058/2014, incluindo a guarda compartilhada como sendo o meio de convivência entre filhos e cônjuges, especialmente quando os pais não tenham consenso sobre a guarda dos filhos e ambos estão aptos a exerce-la.

Em 2010, entrou em vigor a Lei 12.318 – Alienação Parental – com o seguinte fundamento: “Inibir a alienação parental e atos que dificultem o convívio entre a criança e seus genitores”.

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Assim, concluímos que, os pais devem antes de mais nada, pensarem em seus filhos, pois o nosso ordenamento jurídico assim o faz, ou seja, o principio da proteção da criança e do adolescente para conviverem com ambos os genitores de maneira equilibrada. A ruptura conjugal não é sinônimo de ruptura parental.

*Paulo Eduardo Akiyama é advogado atuante no direito de família e direito empresarial, possui também formação em economia. É sócio-fundador do escritório Akiyama Advogados Associados, atuando há mais de 20 anos. 

Relacionamento abusivo: os primeiros sinais e como superá-los*

O assunto de hoje é extremamente delicado e importante a todos que se dedicarem à leitura do texto. Vivemos em um país que o ocupa o quinto lugar no ranking de feminicídio de acordo com a ONU Mulheres. No Brasil, cerca de 41% dos casos de violência acontecem dentro de casa. Além disso, segunda a mesma organização, três em cada cinco mulheres sofreram ou sofrem violência física ou moral em um relacionamento afetivo. E é por isso que hoje precisamos falar de relacionamento abusivo.

Apesar de estes dados alarmantes refletirem a realidade das mulheres brasileiras, também é importante ressaltar que homens também podem ser vítimas dessa situação. Antes de começar a citar alguns exemplos de sinais de relacionamento abusivo, eu gostaria que você respondesse alguma questões que podem te ajudar a enxergar melhor, caso você esteja vivendo esse tipo de inconveniência dentro da sua relação. Responda rapidamente: esse relacionamento tem mais momentos felizes ou tristes? Você sente que se doa muito mais do que recebe? É comum o sentimento de culpa e de preocupação com a relação?

Caso as respostas sejam sim, ou você teve alguma dúvida para respondê-las chegou a hora de refletir melhor sobre sua relação.

Compartilho aqui cinco sintomas que você pode estar vivendo, que te ajudará a identificar se você pode estar vivendo um relacionamento abusivo ou não. São eles:

#1 – Oscilação de humores

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

Seu companheiro(a) ora é muito gentil e delicado(a), ora muda de humor repentinamente. Fica rude e rancoroso(a), criando sempre um circulo vicioso de expectativas, insegurança e aquela dúvida na parceira/parceiro: como será que ele(a) vai estar hoje? Será que vai acordar bem? Vai estar bem à noite? E a sensação que fica é que você sempre tem que fazer alguma coisa para melhorar a situação, e não seu companheiro(a).

#2 – Humilhação em público

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Pixabay

Te constrange e humilha na frente dos amigos e da família. Evita que você fique perto dos amigos e de parentes, enfim, te força a se distanciar de qualquer pessoa que possa te dar apoio. Diz que você não é nada e nem ninguém sem ele/ela.

#3 – Controle de roupas e finanças

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Faz com que você se sinta incapaz de tomar decisões. Passa a interferir no seu estilo de vida, de roupas que usa, penteado, comportamento etc. Tira os seus próprios objetos de você e controla as suas finanças. Não estimula os seus sonhos e diz que nada do que você fizer pode dar certo. Te desautoriza de quase tudo.

#4 – Você precisa implorar para o que quer

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Seu parceiro/parceira não faz uma coisa que sabe que você gosta para que você precise ‘implorar pelo o que quer. É manipulador. Quer mostrar quem manda, te colocando em situações extremamente desconfortáveis.

#5 – Transferência de culpa

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Passa horas te ignorando com caráter punitivo e injustificado. Se você pergunta por que ele ou ela está assim, a resposta é sempre algo como: ‘você sabe muito bem o motivo de eu estar assim’ – mesmo que você não tenha a menor ideia do que ele ou ela possa estar se referindo.

Como vocês notaram, uma relação abusiva não necessariamente envolve violência ou agressão física. A agressão psicológica pode ser a grande protagonista dessa relação e isso destrói a autoestima de qualquer pessoa. A agressão psicológica, pode sim, ser o início do que pode terminar em violência física.

E como sair dessa situação?

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Ilustração: Serena Wong/Pixabay

Procure ajuda especializada para identificar a melhor saída para seu caso, de forma muito bem refletida e planejada, já que devemos evitar piorar as coisas e não permitir qualquer risco à sua integridade física. A saída deve ser escolhida de forma a trazer o menor prejuízo, seja psicológico, físico ou moral para todos os envolvidos. A vida é muito curta para mantermos uma relação tóxica. Decida por sair desta situação o mais rápido possível.

*Uranio Bonoldi é professor de MBA de Tomada de Decisão da Fundação Dom Cabral, consultor em gestão, governança corporativa, planejamento estratégico, liderança e processos de decision making

Mulheres: 50 anos e invisíveis + homens ainda no controle + alguém viu por aí o empoderamento e a sororidade?

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Desde que criei meu blog, há quase quatro anos, prefiro postar textos com alguma prestação de serviço para as leitoras (ou leitores), seja uma dica de beleza, um lançamento, uma receita, um restaurante legal para conhecer, como cuidar melhor de seu animal de estimação, como adotar um etc. Porém, nos últimos dias fiquei com muita vontade de falar algumas coisas que, como uma mulher de 50 anos, estavam entaladas!

Nesta semana, recebi, de diferentes assessorias de imprensa, materiais de marcas famosas, que me chamaram a atenção. Pois bem, aqueles que criaram as campanhas dessas companhias acham que é a coisa mais revolucionária do mundo incluir, agora, mulheres com deficiência física e transexuais, ou até travestis. Claro, porque negras e plus size já incluíram recentemente e ficou ultrapassado.

Mas vejam que interessante. Nenhuma delas trazia uma mulher que tivesse mais de 35 anos. Ou seja, eles “vendem” a ideia de que são voltados para todas as mulheres. Mas é algo enganoso, para não falar, mentiroso. Eles só visam as mais jovens.

Inclusive esses catálogos de venda direta, porta a porta, de marcas conhecidas, de beleza e lingerie, agem de forma semelhante. Em um deles você vê os produtos antiage e as fotos das mulheres. É até engraçado. Estão lá as representantes das faixas dos 30, 40, 60 e até 70 anos… mas cadê a de 50? Parece que mesmo idosas estão mais bem representadas que as de meia idade. Lingerie? Nem 30 anos devem ter.

Creio que o marketing da maioria das empresas está meio cego e fora da realidade. O Brasil, assim como boa parte do mundo, está envelhecendo. Sei que eles devem pensar: vamos investir nos jovens, pois eles irão consumir por mais tempo. Algo meio míope, não?

Pessoas com 50 anos costumam ser ótimas consumidoras, mulheres em especial, e é sobre nós que estou falando. Mas parece que, de novo, algo que sempre friso, somos invisíveis, indesejadas e ignoradas pelas empresas/mídia. Como se nós não consumíssemos, não vivêssemos, fôssemos walking deads

Estou falando de mim, de amigas, mas também de gente como Nicole Kidman, Julia Roberts, Sandra Bullock, Claudia Raia, Paula Toller, Marisa Monte, Halle Berry, Jennifer Aniston… Depois, criticam que muitas mulheres acabem destruindo seus semblantes ao fazer procedimentos que as deixam irreconhecíveis, para parecer mais jovens.

Homens no controle

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

Ouvi um programa de rádio que tem como tema empresas e consumidores. O convidado era o diretor de marketing do setor de beleza de uma multinacional. Ele falou sobre mulheres, Carnaval, assédio etc. Passou tanta credibilidade, sabe? #SQN

O que um homem jovem pode falar sobre assédio no Carnaval do ponto de vista feminino? E sobre beleza feminina, sobre o que as mulheres querem? O que lhe foi passado em pesquisas, claro. Poderia ser o mesmo com uma mulher? Sim, mas ao menos uma mulher, experiente acrescento, já deve ter sentido alguma vez na pele, ou no cabelo como era o tema da conversa, o que é ser mulher em grandes aglomerações.

Aquela mão boba passando no seio ou na bunda, aquele puxão de cabelo, aquela obscenidade no ouvido, aquele impropério no meio da cara… Mas não, quem falava sobre produtos femininos para o cabelo ou de inconvenientes femininos na festa mais comemorada do país era um homem.

Será que esta multinacional não tinha uma mulher com capacidade para ocupar o cargo de diretora de marketing? Não acredito. Desculpem, não acredito mesmo.

Por que isso? Por que homens decidindo o que vamos usar? Já vi o contrário, mães e mulheres escolhendo o que o filhinho ou maridinho vão usar, o que acho engraçado, mas o homem?

Até quando isso vai acontecer, me pergunto. Uma pesquisa mostrou que vamos ganhar o mesmo que eles daqui a 220 anos! 220 anos!!! Não, não vou acreditar nisso. Mas e quanto aos cargos, mesmo ganhando menos, nem isso nos é permitido?

Empoderamento e sororidade: como crucificar uma menina

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Antes de começar este trecho, quero frisar, quem me conhece sabe que odeio estas palavras: empoderamento e sororidade. Detesto porque são grandes e feias. Principalmente empoderamento que é uma tradução de uma palavra em inglês. Os significados, bom, nos últimos dias tenho achado que são meio piadas.

Neste caso vou dar alguns nomes, pois estou falando da atriz Marina Ruy Barbosa. A garota está sendo crucificada. Espero que ela tenha bastante apoio da família para conseguir sair desse lamaçal no qual jogaram seu nome. Não sei como ela aguenta. Sei que é uma pessoa pública, mas já na época da novela Deus Salve o Rei, ela era massacrada nas redes sociais. Por quê? Porque sua personagem era a da mocinha, honesta, correta, e que ousou se apaixonar por um rei, sendo ela uma relés plebeia. Ou seja, uma chata aos olhos de alguns.

Sim, mesmo se tratando de ficção, os haters a destruíam e exaltavam a personagem psicopata de Bruna Marquezine, esta, sim, a rainha. E usando os nomes das atrizes, e não das personagens, na maioria das vezes. O hipócrita de tudo isso é que essa horda de neobárbaros é a mesma que deve ter incensado o casamento do príncipe Harry, do Reino Unido, com a plebeia Meghan Markle. Ou seja, na ficção, nem pensar, mas na realidade é tão fofo.

Agora, Marina está na novela das nove – O Sétimo Guardião – e sua personagem começou, acho, a fazer par romântico com o personagem do ator José Loreto. Digo acho porque no começo, que assisti por causa dos gatinhos pretos, ela fazia par com Bruno Gagliasso, que também está meio que no rolo. Depois, quando a história não me pegou, voltei para os filmes e séries da TV a cabo ou Netflix.

Creio que todos saibam o que está havendo, já que isso tem sido mais falado que a separação de Bibianno e Bolsonaro, que a reforma da previdência, que a complicada situação da Venezuela, que o muro do Trump, que o Oscar…

José Loureiro estaria separado da mulher, também atriz, Débora Nascimento, com quem tem uma filhinha ainda bebê. E o motivo da separação teria sido um caso extraconjugal com uma colega do elenco da novela. Já fizeram a marca do alvo na testa de Marina e começaram as flechadas. Só nela.

O ator, que eu nem acho que é tudo isso, está dia sim, dia não, pedindo desculpas à ex e querendo voltar. Mas nenhuma palavra sobre a colega. E algumas atrizinhas, daquelas que a gente sabe que nunca vão ser, assim, uma Meryl Streep na vida, voltaram à infância e, para mostrar que são puras e que a amiga ruiva é má, correram a bloqueá-la nas redes sociais. Ao que equivaleria isso em relação a anos atrás? “Mãe, não convida fulaninha pro meu aniversário!” Coisa de estudante de quinta série? Ainda existe quinta série?

Por que todas as vezes em que surgem esses boatos de separação todos massacram a mulher? Por que os homens continuam sendo poupados. E não estou falando de homens julgando homens, mas mulheres julgando mulheres. E para onde foi aquele papo de ser “muderno”, sexualmente livre e tal? O papo do empoderamento?

E críticas vindo de uma que já passou por isso, mas perdoou o maridinho. E, dizem as más línguas, desde então o controla, com direito a horário de entrada e saída de gravação? E, muito pior, outra atriz que, anos atrás, ainda casada, teve seu nome associado à crise no casamento do cantor e ator Justin Timberlake e da atriz, lindíssima, Jessica Biel? Ela até atiçava os boatos, afinal, o cara é de Hollywood e estava fazendo shows por aqui. Agora, depois de desmentir o affair, dizem que está atrás de uma atriz que anda paquerando seu atual noivo.

Nossa, até cansei, é muito lixo para comentar, e meus anos de revista Amiga acabaram no século passado.

Mas o que queria questionar é: aonde foi parar a sororidade? O empoderamento feminino? O feminismo? Para mim, tudo isso é uma grande hipocrisia. Bullshit.

Infelizmente, quem sempre tentou puxar meu tapete profissionalmente era mulher. Fora aquilo de você contar que está paquerando alguém e sua “amiga” começa a jogar charme, a concorrer. Você muda o cabelo e logo aquela colega muda igualzinho…

Enquanto as mulheres agirem assim, não teremos um futuro a comemorar, sério. Acho que vai demorar bem mais que os 220 anos de igualdade salarial com os homens.

Esqueçam as palavras traduzidas que podem soar bonitinhas e comecem a agir, porque já passou da hora. E bloquear pessoas nas redes sociais por causa de fofoca, depois de uma certa idade, não é nem algo feio, é patético. Ainda mais uma amiga.

Palestra Casar Pode Dar Certo: terapeuta ensina como ter um relacionamento feliz

De forma leve e divertida, a psiquiatra e terapeuta Hebe de Moura dá dicas sobre o que fazer para que a união de um casal de apaixonados, que começa cheia de amor e boas intenções, com tudo para dar certo, não se transforme, aos poucos, em uma guerra que pode ter, como consequência, uma separação sofrida.

Ao invés de repetir “regras”, que todos já conhecem, do que as pessoas “têm que fazer”, Hebe de Moura dá as chaves para mostrar como chegar ao tão desejado resultado. Tanto os que estão se preparando para o casamento, quanto os que já estão casados, vão descobrir novas maneiras de melhorar o seu relacionamento.

Dentro da dinâmica da palestra, Hebe contará com atores que vão simular cenas vividas por casais, dando exemplos concretos do que funciona e o que não funciona em um relacionamento. Paulah Gauss é a atriz convidada. A apresentadora do evento será a jornalista Adriana de Castro.

Hebe de Moura

Hebe de Moura é médica, formada pela Unifesp em 1982. Psiquiatra, psicoterapeuta, palestrante e escritora, é autora dos livros “As 3 faces da Mulher” e “A Inteligência Feminina”. Já participou como convidada em vários programas na Rede TV!, SBT, TV Gazeta, Rede Mulher; CNT, Rede Brasil de TV, Rádio Capital, Record, Jovem Pan e CBN, entre outros. Atualmente, faz palestras para empresas, atende pacientes em seu consultório e produz e participa, como especialista, do programa “A Inteligência Feminina”, na Web, ao lado da jornalista Adriana de Castro.

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Palestra Casar Pode dar Certo
Data: 20h, segunda-feira, 26 de novembro.
Local: Teatro Augusta
Endereço: Rua Augusta, 943
Entrada: R$ 60,00 pelo Ingresso Rápido ou na bilheteria do teatro

 

Casados têm índices menores de doenças cardiovasculares em comparação aos solteiros

Cardiologista do HCor analisa pesquisa sobre os benefícios do casamento para a saúde do coração; o ser humano é uma figura altamente social e viver com outra pessoa protege contra ocorrência de doenças como as cardiovasculares

Ao mesmo tempo em que o casamento é uma união, ele também é o início de uma nova etapa na vida. Os benefícios são muitos e vão desde o fato de contar com um apoio emocional, bem como poder recorrer nos momentos mais difíceis. Mas não é só isso. Pesquisadores da Michigan State University descobriram que o casamento está diretamente relacionado a um coração mais saudável.

Para chegar a esse valor, foram descartados outros fatores como o consumo de álcool ou remédios. Entre os motivos que poderiam explicar essa diferença, os pesquisadores elencaram a melhor saúde financeira dos casais e a maior atividade física de pais e mães nas brincadeiras com seus filhos.

Os pesquisadores hipotetizaram que a razão está no estilo de vida diverso. Pessoas casadas têm horários de sono mais regulares e atividades menos nocivas à saúde, além de um convívio social mais intenso – algo importante para manter uma boa saúde mental.

No estudo, publicado no Journal of Marriage and Family e conduzido nas últimas duas décadas com mais de dois milhões de pessoas entre 42 e 77 anos, mostrou, ainda, que na outra ponta, os divorciados, viúvos ou os nunca casados são 42% mais propensos a sofrer de males cardiovasculares e 16% mais chances de ter doenças coronárias, como obstrução das artérias. O risco de morrer também é elevado para os não casados em 42% de doença cardíaca coronária e em 55% de acidente vascular cerebral.

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De acordo com o cardiologista e coordenador do Programa de Infarto Agudo do Miocárdio do HCor (Hospital do Coração), Leonardo Piegas, o casamento garante suporte social, emocional e financeiro, fundamentais à saúde.

“O estudo reforça o que a gente já sabia: o ser humano é uma figura altamente social e viver com outra pessoa protege contra ocorrência de doenças como as cardiovasculares. É aquele parceiro que recomenda procurar um médico ou ajuda a identificar os sintomas de alguns males. Porém independentemente de ser casado ou solteiro, para garantir um coração saudável, o fundamental é evitar os principais fatores que causam as doenças cardiovasculares, como estresse, má alimentação e sedentarismo. A única relação da vida conjugal com a saúde do coração, é que pelo menos na teoria as pessoas casadas levariam uma vida mais regrada”, explica.

Diga sim e proteja o seu coração!

A pesquisa da Michigan State University descobriu que pessoas casadas são capazes de viver por mais tempo e as pessoas comprometidas produziram menores índices de cortisol, o hormônio que as deixa estressadas. De acordo com os cientistas, as pessoas que são casadas ou moram com namorados são mais felizes, e experimentam menos sintomas de pressão do que pessoas solteiras.

Os pesquisadores analisaram registros de um banco de dados de mais de 2 milhões de pessoas avaliadas para doenças cardiovasculares nos EUA, com o objetivo de obter informação demográfica de pacientes e fatores cardiovasculares de risco. Depois, eles estimaram a probabilidade de doença por estado civil e analisaram a presença de doença vascular em locais diferentes dos vasos sanguíneos, como as artérias coronárias, artérias carótidas e pernas, a aorta abdominal.

“Fatores de risco cardiovasculares tradicionais, como hipertensão, diabetes, tabagismo e obesidade foram semelhantes aos da população geral dos EUA, de acordo com os autores. Após o ajuste para idade, sexo, raça e outros fatores de risco cardiovasculares, os pesquisadores descobriram que o estado civil foi independentemente associado à doença cardiovascular. Estes resultados foram consistentes, tanto para homens e mulheres em todas as quatro condições”, analisa o cardiologista do HCor.

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As pessoas casadas apresentaram 5% menos probabilidade de ter uma doença vascular em comparação aos solteiros. Eles também tiveram 8%, 9% e 19% menos chance de aneurisma da aorta abdominal, doença cerebrovascular e doença arterial periférica, respectivamente. As chances de doença coronariana foram menores em indivíduos casados em comparação com os viúvos e divorciados.

“Por outro lado, ser divorciado ou viúvo foi associado a uma maior probabilidade de doença vascular em comparação com solteiros ou casados. Viúvos tiveram 3% mais risco de qualquer doença vascular e 7% mais de doenças nas artérias coronárias. O divórcio foi relacionado a uma maior probabilidade de qualquer doença vascular, aneurismas abdominais aórticos, doenças nas artérias coronárias e doença cerebrovascular. Para pessoas de 50 anos ou menos, o casamento está associado a 12% menos risco de doenças vasculares em geral, índice que cai para 7% em pessoas de 51 a 60 anos e apenas 4% para as de 61 anos ou mais”, conclui Piegas, do HCor.

Fonte: HCor

Seleção de anéis Tiffany&Co inspirada no casamento real

Meghan Markle e o príncipe Harry anunciaram o seu noivado em novembro de 2017 e se casaram hoje (19). Com o casamento real, a Tiffany&Co aproveitou para selecionar algumas alianças inspiradas no modelo que a noiva ganhou do príncipe Harry.

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Tiffany Setting: verdadeira obra-prima do design, o Tiffany Setting é o anel de noivado mais emblemático do mundo. Com detalhes perfeitos, a cravação delicada com seis garras permite que o diamante brilhante flutue acima do aro e em direção à luz, resultando em um anel tão belo que tem sido o símbolo das maiores histórias de amor do mundo há mais de 130 anos. Preços a partir de R$ 71.000,00

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Tiffany Soleste: assim como os raios de sol irradiam luz em todas as direções, o anel de noivado Tiffany Soleste também. Rodeado por duas auréolas de diamantes brilhantes e uma pedra central com lapidação cushion marcante, a luz é reunida e espelhada com este design, resultando em uma exposição de brilho incrível. Preços a partir de R$ 78.000,00

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Tiffany Grace: uma faixa de platina com cintilantes brilhantes complementa o brilho puro de um diamante com lapidação princesa. Preços a partir de R$ 64.000,00

Informações: Tiffany&Co.

Tiffany & Co. celebra o poder do amor

O fotógrafo Conrado Carvalho (Conradis) é o primeiro brasileiro a participar da campanha Believe in Love, da Tiffany & Co.. A marca compartilhou a experiência dele com fotos do pedido no Stories da @tiffanyandco.

“Meu pedido de casamento foi no dia 23 de março de 2018, quando ele me levou para andar de helicóptero, tocou piano, fez a declaração mais linda que já ouvi e me deu uma aliança Tiffany para provar o seu amor”, conta Danilo Assis, noivo.

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A Tiffany & Co. apresenta sua campanha, Believe In Love, que homenageia o compromisso em suas mais diversas formas e apresenta diversos casais reais. Mostrando apenas mãos em momentos íntimos, gestos pessoais que captam a conexão emocional de cada casal, a campanha celebra conexões únicas entre duas pessoas, com seu desejo e crença do poder duradouro do amor.

“Como uma marca que celebra o amor verdadeiro em todas as suas formas, a Tiffany é a marca para símbolos icônicos de compromisso, que vão além do tradicional”, diz Reed Krakoff, diretor artístico da Tiffany&Co. “Esta campanha celebra o amor de uma forma única, que apenas a Tiffany consegue”.

A trilha musical é composta por uma versão a capella de “No One”, música de Alicia Keys vencedora do Grammy. “Amor e compromisso são os únicos, como nós somos, e toda relação merece ser reconhecida e celebrada”, diz Alicia Keys. “Nós precisamos de amor mais do que nunca, e estou orgulhosa de emprestar a minha voz para algo tão belo. Isto é o verdadeiro espírito da música”.

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A campanha mostra as mãos dos casais e suas iniciais. Suas identidades serão reveladas posteriormente por meio de um layer digital da campanha, que conta a história de cada casal e convida o público a interagir e compartilhar por que eles também acreditam no amor. A campanha foi fotografada pelo icônico fotógrafo Cass Bird e produzido por Alex White. O filme foi dirigido por Darius Khondji.

Assista a um dos vídeos clicando aqui.

 

Romântica e sensual: coleção DeMillus para o Mês das Noivas

A DeMillus traz uma linha especialmente desenvolvida para exaltar o romantismo e a sensualidade da mulher, em um dos momentos mais especiais de sua vida. Tendo a lingerie um dos papéis de destaque no evento, todo cuidado é pouco na sua escolha.

A linha Di Carla DeMillus é romântica e sensual na medida certa, resultando em peças chiques, além de muito confortáveis.

Numa combinação de renda e tule elástico, na cor pérola, a camisola Di Carla tem taças forradas em tule contrastante e uma abertura sensual nas laterais e nas costas. O sutiã-top tem taças em espuma moldada de cor contrastante sob renda drapeada, aro e barbatana nas laterais. O fio-dental, todo em renda bem macia, vem com laterais reguláveis, em elástico contrastante.

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Preços: camisola R$ 53,00; sutiã R$ 50,00; fio-dental R$ 19,00.

Informações: DeMillus –  sac@demillus.com.br – Tel.: 21-3545-5000

 

Discutir e resolver os conflitos faz bem ao casamento, diz pesquisa

Há pessoas que detestam discussões e acabam protelando a solução, ou como diz o ditado popular, “jogam a sujeira para debaixo do tapete”. Por outro lado, há pessoas que querem resolver o problema na hora, mesmo que para isso seja preciso brigar ou discutir. Se você tem o segundo perfil, a boa notícia é que quem prefere negociar o conflito a adiar a discussão tem dez vezes mais chance de ser feliz em um relacionamento amoroso.

Essa foi a conclusão de uma pesquisa de opinião feita nos Estados Unidos, em fevereiro deste ano. A pesquisa mostrou que os casais que brigam com maior frequência são mais felizes do que aqueles que evitam os conflitos.

Segundo a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, ao contrário do que se possa pensar, discutir não é um sinal de que o relacionamento está indo mal, mas sim de que ambos estão dispostos a conversar para resolver situações que, no futuro, podem se tornar problemas. “O sinal de alerta é maior quando o casal não está disposto a negociar e procurar uma solução para seus conflitos. Isso pode indicar que falta vontade e disposição para investir no relacionamento”.

O poder das palavras

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Embora procurar solucionar os problemas da vida a dois seja importante, é preciso ter cuidado com o que se fala e de que maneira se fala. “Discussões saudáveis não têm espaço para comentários agressivos ou violentos. Partir para ofensas é um hábito que, em vez de colaborar para a construção de um relacionamento duradouro, acaba ferindo o/a parceiro (a) e provocando rachaduras na intimidade do casal”, comenta a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal,

Para tornar discussões passos importantes na construção da intimidade e na solidez do relacionamento, é fundamental pensar antes de falar, pois as palavras são reflexo de nossos sentimentos e pensamentos. “Normalmente, não mensuramos o impacto que uma palavra pode ter. Quando falamos sem pensar, podemos ferir e ofender o outro de forma irreversível, ou ainda gerar mágoas que podem durar muito tempo”, dizem as especialistas.

Como melhorar a comunicação na vida a dois

“Os casais precisam estar atentos em como apresentam os problemas durante a discussão. Existem alguns vícios que as pessoas têm na hora de discutir, como interromper o outro ou até mesmo tentar vencer uma discussão em vez de procurar uma negociação boa para o casal. É importante estar atento a isso para melhorar a comunicação na vida a dois”, orienta Denise.

Veja abaixo algumas dicas das especialistas:

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=Estilo de comunicação: procure conhecer o estilo de comunicação de seu(sua) parceiro (a) e tenha consciência de qual é o seu. Cada um tem um jeito de se expressar, especialmente durante discussões. Saber qual é a sua própria tendência colabora para tornar suas ideias mais claras.

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

=Clareza: antes de começar uma discussão, tenha clareza sobre o que vai dizer. Discussões proveitosas são as que têm um objetivo claro. Expressar ideias com clareza é um aspecto importante para deixar os conflitos mais saudáveis.

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=Empatia: entenda as necessidades do outro ou ainda do que o(a) parceiro(a) precisa para se sentir seguro(a). Todas as pessoas têm necessidades emocionais que precisam ser atendidas para que o relacionamento continue a funcionar. Alguns precisam de contato físico, por exemplo, enquanto outros precisam de palavras positivas e elogios. Conhecer a necessidade do outro ajuda a colocar um fim em brigas e discussões de uma maneira saudável.

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=Respeito: priorize respeito, o carinho e valide os sentimentos e frustrações do outro. Reconhecer os sentimentos da outra pessoa é uma parte importante de uma discussão evoluída. “Esse exercício também ajuda a manter o respeito. Reconhecer um sentimento de frustração ou de tristeza em outra pessoa colabora para que o casal trabalhe junto para solucionar problemas”, explica Marina. Responder com respeito e carinho também demonstra que, apesar dos problemas, o amor ainda está acima de tudo.

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=Meça suas palavras: pratique o autocontrole, respire fundo. Busque dizer a si mesmo o que diria ao outro. Evite criticar o outro. Pratique a escuta ativa. Use palavras amáveis, que possam construir e não destruir ou acarretar em mágoas ou em mais conflitos.

“Como dizia o poeta Victor Hugo, ‘as palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade’, portanto, o casal precisa investir para melhorar a comunicação, principalmente nos momentos de conflito”, concluem Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal

Cerimonialista fala como harmonizar bolo e espumante no casamento

Todo mundo adora brindes de casamento: eles são muito bonitos e emocionantes. E, para tornar esse momento ainda mais inesquecível, nada melhor do que ter um espumante que harmonize bem com o cardápio e, principalmente, com o bolo.

Porém, essa é uma combinação que gera muitas dúvidas entre os casais. A cerimonialista Shalimar Catramby, que está a frente da equipe da casa de festas Casuarinas há mais de 10 anos, explica que harmonizar o espumante com o bolo é uma tradição bem antiga e que ajuda a deixar o cardápio mais coerente.

“Existe um monte de teorias para explicar porque determinados sabores combinam mais com outros, mas no que diz respeito a espumantes e bolos fazer essa combinação é bem simples. Quanto mais doce o bolo, mais o espumante parecerá seco. Partindo daí, fica bem fácil escolher tanto o sabor do bolo quanto a opção de espumante que será servido no evento”, explica Shalimar.

Ela conta que o espumante do tipo brut é a opção mais popular para casamentos, pois apesar de seco, ainda tem um pouco de açúcar, o que agrada a maioria das pessoas. “Eles ficam ótimos com praticamente todo tipo de bolo, mas combinam especialmente bem com sabores frutados e menos doces”.

casamento brinde
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A cerimonialista conta que os espumantes tipo demi-sec também são opções populares para casamentos. “Eles têm uma boa quantidade de açúcar, harmonizando bem não só com bolo e doces, como também com a maioria dos cardápios. É comum oferecer um demi-sec quando a festa é do estilo bolo com espumante”.

Já os espumantes extra-brut ou nature são os mais secos, não tendo praticamente nada de açúcar. Essa ausência de doçura faz com que esses espumantes não combinem muito bem com doces em geral. “Em geral, apesar de elegantes, eles não deixam a boca com um sabor agradável quando combinados com bolo”.

Shalimar lembra que há também o espumante moscatel, o mais doce de todos, o que o faz combinar muito bem com todo tipo de bolo de casamento. “O espumante moscatel faz muito sucesso, principalmente entre as mulheres, devido a sua doçura. Porém, é também esse motivo que faz muita gente evitá-lo. Portanto, é bom pensar bem antes de optar por este tipo de bebida”.

Festa de casamento
Foto: Casuarinas Casa de Festas

A cerimonialista finaliza lembrando que pode ser uma boa ideia fazer a prova do bolo junto com alguns sabores de espumante antes de se decidir. “Dessa forma, fica bem mais fácil saber o que fica mais saboroso, evitando desperdícios tanto de bolo quanto de bebidas na festa”.

Fonte: Casuarinas Casa de Festas