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Meu filho não sai do celular, o que fazer? Especialista responde

Em 2018, o canal da Galinha Pintadinha ultrapassou em visualizações até mesmo grandes nomes da música mundial como Rihanna e Justin Bieber, ficando no ranking entre os mais populares do YouTube, e isto não foi à toa.

Uma pesquisa divulgada em setembro de 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 85% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos são usuárias de internet, o equivalente a 24,7 milhões que estão nesta faixa etária em todo o País. Se em 2012, 21% das crianças acessaram a rede por meio do celular, em 2018 são 93%. O aumento impressionante do acesso tem preocupado cada vez mais os pais e profissionais que lidam com os pequenos e coloca em questão o possível vício infantil em celulares. O que fazer?

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A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner é uma das especialistas que tem estudado esta guinada no comportamento infantojuvenil: “Precisamos considerar que a tecnologia já está incorporada à vida. O celular hoje é mais que uma ferramenta, tornou-se uma dimensão humana muito frequentada. O smartphone hoje é mais que televisão, é biblioteca, jornal, cinema, playlist, dicionário. Estamos reféns dele. No entanto, embora seja inevitável a presença e o uso do celular no cotidiano, é necessário explicar e fazer a criança entender que a tecnologia é um meio para um fim, e não o contrário”.

Transações bancárias, notícias, imagens, e até consultas médicas. Tudo está ali na palma da mão. Basta um toque. Não temos mais como desconectar. Mas até onde isto é saudável para a criança e o adolescente? Roselene responde: “Todos nós devemos aprender a usar a tecnologia com parcimônia. Isto é, encarar como uma ferramenta de resolução de problemas de ordem prática, rápida e superficial. Esta ferramenta tecnológica pode ser usada inclusive com fins recreativos, porém, nós não devemos usá-la abusivamente, para não virarmos dependentes. A dependência é uma ‘doença comportamental’ em todos os seus aspectos, logo retirando o comportamento, retiramos também a doença. Mas a facilidade de se adquirir o hábito e transforma-lo em vício não condiz com a dificuldade de sair desta armadilha”.

Roselene traz algumas dicas para retirar as crianças do celular e evitar o vício dos pequenos. Confira:

Ensinar a criança a lidar com o tédio

idoso e criança

É necessário, em primeiro lugar, ensinar a criança a lidar com o tédio, para que comece a entender e trabalhar algo que acontecerá na vida, que é a frustração. Aprender a lidar com frustrações é pedagógico e terapêutico. Nosso cérebro se desenvolve de trás para frente. Portanto, não tenha medo de conversar e explicar as formas de lidar com a rotina e disciplina dentro dos sistemas familiares.

A área de Wernicke responsável pela compreensão, interpretação da fala, fica pronta antes da área de Broca, responsável pela emissão da fala. As crianças mesmo não falando tudo corretamente, compreendem o que lhes é explicado (de forma simples). Explique, converse e estabeleça limites.

Dar limites é dar amor

menino criança

Crianças precisam compreender o funcionamento do mundo. Cabe aos adultos, pais, cuidadores, explicar. Observar a natureza de seu filho, as inclinações naturais, os gostos, as habilidades, a estrutura do corpo para perceber onde ele “caberia melhor”. No âmbito de uma atividade física, isso significa dizer que o corpo já vem “talhado” com características que facilitariam uma atividade. Identificar no seu filho para quais atividades ele tem predisposição, gosto ou aptidão pode ajudar muito a produzir uma rotina na qual ele possa se adequar. E ter prazer nessa atividade.

Ensinar que um bom dia começa com a organização do seu espaço, o quarto em que dorme, produzir uma convivência de união familiar, onde todos os sistemas (conjugal, parental etc.) devem ser vistos como uma “equipe”. E nela, cada um pode colaborar com uma tarefa, como colocar a mesa, retirar as louças, levar o lixo. Tudo isto tem a ver com limites e educação.

Dê atividades para o seu filho

menina com gato e cachorro

Crianças gostam de ar livre. Leve seu filho para praticar atividades como pedalar, passear, caminhar. Vá à praia, à piscina. Ter lazer, atividades intelectuais, responsabilidades e até mesmo bom sono.

Crianças gostam de estar com outras crianças, em acampamentos, noite do pijama, sessão de cinema, piquenique.

Crianças amam animais. Visitar o zoológico, dar de presente um animal de estimação que ele possa “cuidar”, dentro de suas possibilidades iniciais. Conforme vai crescendo, vai se apropriando e tomando mais responsabilidades sobre este “ser vivo” que exige cuidados e carinho.

Todas essas atividades irão retirando o “tempo de uso” do smartphone. Claro que a retirada total é quase que impossível, pois há uma “necessidade ” do uso da tecnologia, inclusive por ser uma forma rápida, prática de “estudar”, fazer trabalho de aula e afins.

Qual a melhor forma de prevenção do vício em celular?

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Foto: Ben Kerckx / Pixabay

A Dependência Digital é de difícil tratamento, mas a melhor prevenção é a psicoeducação, no sentido de desenvolver uma rotina saudável desde crianças, pois os “nativos digitais”, nascidos na era “virtual” são mais propensos a tornarem-se “adictos virtuais”.

Então ainda que as crianças não sejam capazes de emitir e falar todas as palavras de forma correta, estão aptas a compreender quase tudo. Por isso, é preciso acompanhá-las em todas as fases de desenvolvimento. Ensinando, preparando, guiando e amando.

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Fonte: Roselene Espírito Santo Wagner é psicóloga clínica, psicanalista, neuropsicóloga, psicóloga bariátrica, terapeuta de casal e família com especialização em Psicologia na Dimensão do Envelhecimento.

Uso excessivo do celular causa papada e flacidez na região do pescoço

Edy Guimarães, expert em estética com mais de 30 anos de carreira dá dicas de como evitar o problema e aponta os tratamentos mais eficazes para combatê-lo

A papada, também conhecida como “queixo duplo”, é um problema que acomete milhares de brasileiros, homens e mulheres, e que pode causar muito incômodo. As causas são as mais diversas, da disposição genética à flacidez facial, passando pelo excesso de pele e acúmulo de gordura.

Se você sofre desse mal, mas não apresenta nenhum dos fatores citados acima, o problema pode estar no uso excessivo do celular e de outros componentes eletrônicos, como o tablet e computador. Isso mesmo! A tech neck é a papada que aparece como resultado da postura incorreta do pescoço.

“Usar o celular com muita frequência não só prejudica a saúde, mas também o visual. Passar horas navegando pelas redes sociais com o aparelho na mão e o pescoço inclinado para baixo acelera o envelhecimento da região, propiciando o aparecimento de rugas, que, com o passar do tempo, vão aumentando até resultarem em papada”, explica a esteticista Edy Guimarães.

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Além disso, a inclinação da cabeça leva à flacidez entre o queixo e o pescoço e à deformação do tecido adiposo na região, o que acaba contribuindo para o problema. Para se ter uma ideia, a cabeça humana, que pesa, em média, sete quilos, passa a ter mais de 25 quando o pescoço se inclina a cerca de 60º, ocasionando a tech neck, mas também a outros problemas na cabeça e na coluna.

Como evitar

O primeiro passo é manter a postura correta. “O pescoço e o maxilar devem permanecer sempre a 90º, ou seja, formar um ângulo reto. Precisamos sempre nos policiar para manter o celular na altura dos olhos, para que olhemos sempre para frente. O mesmo vale para os tablets e comutadores. Usar suportes para levantar as telas é a melhor opção”, explica Edy.

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Shutterstock

A expert recomenda ainda exercícios para fortalecer a musculatura dos ombros e pescoço. “Alongamento é essencial e atividades, como caminhada, pilates e ioga são excelentes”, recomenda. Se houver dores na lombar, ombros e pescoço, o ideal é procurar a ajuda de médicos ortopedistas para uma avaliação mais profunda e, se for o caso, sessões de fisioterapia.

Os tratamentos

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HIFU – Foto: HealthLine

Além dos cuidados para prevenir a tech nech, existem diversas opções de tratamentos estéticos para revertê-lo. Entre eles, podemos citar:

– Intradermoterapia – tratamento indicado para pequenas partes do corpo, como a região do queixo, e que consiste na aplicação de enzimas na pele, ou abaixo dela, para absorver a gordura localizada. O tratamento é rápido, praticamente indolor e os resultados são visíveis logo após a primeira aplicação.
– Lifting com Fios de PDO – promove a suspensão dos tecidos da face por meio do uso de fios 100% absorvíveis, compostos de polidioxanoma (PDO), que também estimulam a produção de colágeno.
– Criofrequencia – técnica que reduz a gordura localizada utilizando uma base ultracongeladora que esfria a epiderme a 10ºC negativos e sob radiofrequência de aproximadamente 55ºC. O choque térmico promove a contração das fibras de colágeno, promovendo maior firmeza à pele.
– Bioestimuladores injetáveis – substâncias que, ao serem injetadas na pele, estimulam a produção de colágeno natural do corpo, reduzindo a flacidez da pele. Atualmente existem dois produtos com essa função, o ácido polilático (Sculptra) e a hidroxiapatita de cálcio (Radiesse), O Sculptra apresenta um efeito progressivo e duradouro (25 meses), com resultados que aparecem gradualmente. Já o Radiesse é um bioestimulador que, além do efeito de preenchimento imediato, estimula a produção natural de colágeno e com recupera a firmeza e a elasticidade da pele. Seu efeito dura entre 18 e 24 meses.
– Ultrassom Microfocado (HIFU) – tratamento desenvolvido para proporcionar efeito de lifting facial de forma não-invasiva e não-cirúrgica. Essa tecnologia utiliza o calor para promover a melhora da flacidez, já que as ondas do ultrassom conseguem atingir e aquecer as camadas mais profundas da pele, nas quais a contração do colágeno começa a ocorrer.

“Vale lembrar que todos os efeitos dos tratamentos utilizados no combate à tech neck devem ser associados com hidratações e lifting cosmetológicos para que os resultados sejam ainda mais satisfatórios”, finaliza Edy.

Edy Guimarães

Com mais de 30 anos de profissão, a expert é uma das maiores referências em tratamentos estéticos no Brasil, sendo a maior influenciadora digital do segmento (@edybeleza), com mais de 62 mil seguidores diretos e quase 40 milhões em suas conexões. Acaba de inaugurar sua nova clínica, localizada na região da Faria Lima, um dos bairros mais nobres da capital paulista, onde oferece não só os mais modernos e eficazes tratamentos estéticos, mas também os serviços de dermatologistas, endocrinologistas e nutricionistas.

“Dermatite do celular” pode causar irritação e vermelhidão na pele

Alergias acontecem por meio do contato com o níquel e cromo, dois componentes presentes em quase todo o celular

Passamos muito tempo de nossas vidas conectados a smartphones, de forma que substituímos o livro físico, a agenda de contatos, a câmera fotográfica e até mesmo a comunicação com as pessoas, pelos celulares. Toda essa exposição e uso excessivo dos dispositivos móveis tem aumentado a frequência de alguns problemas de pele, como rugas no pescoço (pela posição de olhar o celular), acne (pelo dispositivo carregar um alto número de bactérias e sujidades), manchas (pelo estímulo da produção de melanina pela luz visível do dispositivo) e, também, as alergias.

“O cromo e o níquel são dois componentes presentes nos celulares que estão relacionados com o aumento do número de alergias na pele”, afirma a médica Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Segundo especialistas, essa reação alérgica já vem sendo chamada de “dermatite do celular”.

Segundo a Associação Britânica de Dermatologistas, a alergia a níquel afeta 30% da população no Reino Unido e figura entre as dermatites de contato mais comuns. “E pior que o níquel está em quase todo o celular: na bateria de lítio (que traz níquel na composição) até o fio de ligação de cada chip (que é revestido com ele), passando pelo microfone, eletrônica e revestimentos decorativos”, afirma a médica.

O contato prolongado com esses componentes é o que pode trazer alergia, com sintomas como irritações e vermelhidão na pele. “As regiões mais acometidas são: bochecha, orelha e nos dedos. Geralmente pacientes que usam o celular mais para ligações têm problema na face, enquanto os que usam mais para mensagens de texto ou aplicativos sofrem com a dermatite nos dedos”, afirma a médica.

Além do níquel, a dermatologista diz que outras substâncias, como a borracha e a pintura do celular, também estão envolvidas no processo alérgico, que pode provocar a irritação da pele. “Com toque contínuo, por horas e dias seguidos, esses componentes poderiam causar manchas vermelhas, placas na pele e coceira insistente”, diz.

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Para se proteger, a médica diz que é necessário usar case e película no celular para evitar o contato direto com a substância. “Além disso, é recomendável bom senso no uso do celular, pois quanto menor o tempo de exposição, melhor será para sua pele. E, claro, percebendo qualquer alteração na pele, é necessário procurar um dermatologista para a indicação do melhor tratamento”, afirma a médica.

O tratamento pode ser feito por meio de cremes tópicos para alívio da vermelhidão e coceira. “Em casos mais graves, o médico pode avaliar e prescrever medicamentos orais para combater a inflamação ou aliviar a coceira, que pode ser intensa”, finaliza a dermatologista.

Fonte: Paola Pomerantzeff é dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais.

Smartphones e computadores aceleram envelhecimento da visão

Uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode antecipar a chegada de doenças como miopia, vista cansada e olhos secos, afirma oftalmologista Mário Filippo

Problemas oculares relacionados à predisposição genética podem se manifestar em diferentes períodos da vida, independentemente da faixa etária do indivíduo. No entanto, ao se aproximar dos 40, é comum que algumas complicações surjam, devido ao envelhecimento natural da visão – enfraquecimento dos músculos dos olhos e perda de elasticidade.

De acordo com o oftalmologista Mário Filippo, da COI, entre os fatores que potencializam esses prejuízos e podem até mesmo antecipá-los estão: uso excessivo de aparelhos eletrônicos, dietas inadequadas e ausência de proteção contra o sol.

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Com o passar dos anos, a musculatura da visão perde sua tonicidade e a contração da lente natural dos olhos, o cristalino, começa a ser prejudicada. “Isso causa o que é popularmente conhecido como ‘síndrome do braço-curto’, ou seja, quando as pessoas têm de afastar os objetos para conseguir enxergá-los ou ler alguma coisa”, explica Filippo. Denominado presbiopia, esse fenômeno tem início, de maneira geral, a partir dos 40 anos de idade.

O uso constante de celulares e computadores, no entanto, pode antecipar a chegada desse tipo de problema. “Ao manter o foco em telas de aparelhos eletrônicos por longos períodos de tempo, os músculos oculares ficam muito tempo contraídos, e a recorrência desse hábito pode predispor à miopia em crianças e adolescentes”, diz o especialista.

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Não à toa, um estudo publicado pela Associação Americana de Oftalmologia (AAO) aponta que aproximadamente cinco bilhões de pessoas terão algum tipo de problema na visão até 2050 – o que equivalerá a metade da população mundial.

Além disso, ficar muito tempo vidrado nas telas faz com que se pisque menos e reduz a lubrificação, causando secura – ainda mais para quem trabalha com o ar-condicionado ligado o dia inteiro. A recomendação de Filippo é que, de hora em hora, o indivíduo desfoque dos gadgets e olhe em direção ao horizonte para relaxar a musculatura e crie o costume de hidratar mais os olhos, por meio do uso de colírios lubrificantes ou lágrimas artificiais.

Outros maus hábitos

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Má alimentação, diabetes, tabagismo e exposição ao sol sem proteção também podem causar o surgimento ou agravar quadros de doenças relacionadas à visão, sobretudo para quem já atingiu a marca dos 50 anos, como a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), que causa a perda progressiva da visão central e pode levar à cegueira.

Para se prevenir, é recomendável buscar uma dieta balanceada, evitar o tabagismo, utilizar óculos de sol e, uma vez que pertença à faixa etária de risco, ir ao oftalmologista ao menos uma vez por ano: “O quanto antes um problema de saúde é identificado, melhor será o prognóstico”, lembra Filippo.

Fonte: COI

Dicas de como evitar males causados pelo uso excessivo de smartphones às articulações

O uso do celular foi incorporado em nossa rotina diária, pois trata-se de uma forma de conexão mais ampla com o mundo. Se utilizarmos a linha do tempo, vamos entender que esta realidade é muito recente, não mais que 20 anos. Contudo atingiu de forma muito rápida todas as camadas sociais.

Segundo dados do IBGE de 2018, cerca de 138 milhões de pessoas fazem uso do celular somente no Brasil, sendo em sua maioria o público jovem entre 25 e 34 anos, com quase 90%). Já a população acima dos 60 anos atinge 60%. Ou seja, sofremos uma mudança de hábito de comunicação e informações muito intensa e rápida.

O uso do celular para leitura de informações, ou mesmo como forma de escrita, implica em duas situações agravantes. A primeira delas envolve o movimento da coluna cervical no sentido de inclinação para frente (flexão do pescoço), para a visualização da tela do celular. A segunda envolve a digitação de textos, o que implica no uso coordenado do polegar para acionar as letras na tela do celular.

Para o ortopedista e cirurgião das mãos do HCor, Marcelo Rosa de Rezende, está comprovado que os movimentos repetitivos utilizados para digitar mensagens no teclado dos smartphones podem provocar tendinite, bursite, rizartrose (atinge a articulação da base do polegar), entre outros tipos de lesões ou disfunções articulares que afetam não só as mãos, mas também os braços, ombros e até os músculos presentes nesta região do corpo.

“Isso ocorre porque grande parte dos usuários ainda costuma passar horas com estes aparelhos entre os dedos, sem se dar conta do desgaste físico que estão sofrendo. Contudo, há meios de lidar com a situação. Medidas como alongamentos e pausas em períodos longos de uso ajudam a prevenir o problema. Porém, o melhor ainda é recorrer ao celular apenas em casos de real necessidade e, principalmente, procurar manter a postura corporal correta ao utilizá-lo”, afirma Rezende.

Cuidado com a postura!

Em relação a coluna cervical observamos que a postura, em flexão da coluna cervical, leva a um desequilíbrio da musculatura estabilizadora da região, o que induz aos vícios posturais a longo prazo, bem como de quadros de cervicalgia (dor no pescoço, com eventual irradiação para região posterior das costas e ombro). “Já o movimento de digitação utilizando os polegares, leva a uma sobrecarga decorrente do uso repetitivo da musculatura do polegar, o que causa o surgimento das tendinites nessa região”, esclarece.

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Uso do celular entre os jovens: um estudo sueco avaliou jovens que usam o celular para a escrita de textos durante anotações em sala de aula, e constatou que as pessoas que desenvolveram o quadro doloroso mais importante foram aqueles que eram mais habilidosos e, portanto, mais rápidos para a escrita no celular. “Ou seja, a destreza pode ser considerada uma vantagem. No entanto acarreta a um potencial maior para o desenvolvimento de tendinites no entorno do polegar”, explica o ortopedista.

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Uso do celular entre os idosos: se considerarmos que as pessoas mais idosas usam o celular de uma forma crescente, devemos estar atento para um grande risco representado pela queda. “Com a idade perdemos muito de nossas funções fisiológicas como às relacionadas ao aparelho músculo esquelético, visual, além das funções proprioceptivas (equilíbrio das articulações). Portanto, com o avanço da idade estamos naturalmente mais sujeitos as quedas – que associado ao eventual uso de celulares pode ser um dado agravante no aumento do número de pacientes que caem, podendo levar a fraturas em especial no membro superior”, diz.

Rezende ensina que, quando for digitar, é importante manter a postura corporal correta. Para isso, é preciso alinhar os braços e procurar apoia-los em uma mesa: “Tente deixar o aparelho afastado de si. A tendência é que os braços fiquem melhor acomodados e você não precise flexionar tanto o pescoço para baixo, na hora de verificar a tela. Embora essa seja a maneira mais segura de digitar, ela não precisa ser adotada de maneira rígida. O que cada usuário precisa fazer é tentar encontrar uma forma de manter os braços bem apoiados, o celular afastado e o pescoço o mais reto possível, para diminuir o risco de problemas causados por esforço repetitivo”.

Evite a qualquer custo!

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Não é só escrevendo mensagens, sem as devidas precauções, que podemos colocar a saúde das nossas articulações em risco. Segundo Rezende, existem hábitos na hora de falar ao telefone que também podem fazer muito mal, e precisam ser evitados a qualquer custo. Um deles é o de segurar o celular entre um dos ombros e a cabeça, enquanto as mãos estão ocupadas.

“Por mais rápida que seja a conversa, o melhor é interromper o que está fazendo, desocupar as mãos e levar o aparelho ao ouvido usando uma delas. Isso evita que o contorcionismo necessário nesse tipo de manobra prejudique o pescoço, os ombros e o maxilar”, alerta. “Com estes cuidados, é possível utilizar os smartphones de maneira mais segura e saudável”, enfatiza o ortopedista do HCor.

Para orientar os usuários sobre como utilizar os seus smartphones de maneira mais anatômica e menos danosa às articulações, o Marcelo Rezende tem algumas dicas. “Dores e incômodos provocados pelo uso continuo de celulares podem ser evitados ou mesmo reduzidos por meio de medidas relativamente simples”, afirma:

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=Procure usar o celular para leitura, na linha dos olhos, para evitar, assim, a flexão do pescoço.

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=Utilize o celular apenas para realizar textos curtos, e sempre com os antebraços apoiados.

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=No caso do uso do polegar na digitação, é importante procurar utilizar ambos os polegares, e não somente um, e busque digitar numa velocidade menor.

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=Nunca desça escadas ou ande nas ruas e calçadas usando o celular. Pois o risco de queda é muito grande. Esta orientação vale para todos, em especial aos idosos.

Fonte: HCor

Geração 6.0 conectada: avós e avôs acessam cada vez mais as redes sociais

Levantamento realizado pela TIM aponta que 61% dos clientes acima de 60 anos utilizam pacotes de internet

Hoje, dia 26 de julho, comemora-se o dia dos avós, pessoas que até pouco tempo atrás ainda eram consideradas “analógicas”. Porém, o desenvolvimento da tecnologia tem aberto espaço para as mais diversas faixas etárias, inclusive para os que têm 60 anos ou mais. A TIM fez um levantamento para analisar o comportamento de homens e mulheres dos segmentos pré, controle e pós, a partir dessa idade, e como é a relação deles com o avanço tecnológico nos dias atuais.

Os dados revelaram que 61% dos clientes acima dos 60 anos utilizam pacotes de dados. Isso pode ser atribuído pela popularização da internet via celular, bem como pelo crescimento do uso dos smartphones. O levantamento ainda aponta que as mulheres, quando o assunto é quem usa mais a internet, têm vantagem – 63% delas usam dados.

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Depositphotos

A pesquisa também levou em consideração onde estão os idosos mais conectados do país. Os “vovôs” e vovós” do Rio de Janeiro e da capital paulista são os maiores fãs da internet com, respectivamente, 72% e 71% das conexões brasileiras. Outro dado interesse é que quase a metade das pessoas acima de 60 anos, moradoras da região nordeste, utilizam a grande rede.

Curtidas e bate-papo pelo “zap”

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Foto: PC Tech Magazine

Quando o quesito é sobre o que acessam na internet, as redes sociais são os grandes destaques, seguidos pelos apps de comunicação e os de serviços de streaming de vídeo. Se somados, estes três primeiros itens configuram 55% dos aplicativos mais utilizados pela geração 6.0.

Os aplicativos para relacionamento, jogos e alimentação já aparecem como sendo alguns já buscados, mas ainda não despertaram interesse por parte deste público, com somente 1% de utilização pela base de clientes.

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Foto: Masterfile

O Facebook é o aplicativo mais utilizado por quem tem 60 anos ou mais. A plataforma foi apontada por 97,3% e só fica na frente do WhatsApp (97,1%). O Youtube também se destaca e está na terceira posição de aplicativos mais acessados, com 95,1%.

Fonte: TIM

Smartphones são boas opções de presente para Dia das Mães

Há tempos que elas dominam o mercado da telefonia móvel. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada em 2015, já indicavam que 75,9% delas tinham celulares, contra 74,4% dos homens. Quando falamos de smartphones, o uso também vem crescendo. Estudo da Sophia Mind, empresa especializada no mercado feminino, mostrou que 40% das mulheres já optaram pelos aparelhos mais modernos de celulares.

O foco principal de uso são as redes sociais para 71% delas. Em outro levantamento, feito pela CommScope, multinacional do setor de telecomunicação, oito em cada dez mulheres afirmaram não conseguir passar um dia sem seus smartphones. Os números não deixam dúvida que esses aparelhos são boas opções e devem impulsionar o comércio de Dia das Mães.

Os modelos Quantum FLY e Quantum MUV UP são escolhas inteligentes para a data. Com Android 6.0, tela de 5,2” Full HD, memória expansível em até 128GB com uso de cartão SD e bateria de 3.000mAh, o Quantum FLY é considerado o primeiro aparelho com processador deca-core da América Latina. Dispõe de uma câmera traseira de 16MP com flash dual-tone e frontal de 8MP, com flash e abertura de 80° para selfies iluminadas. Pesando apenas 140g e com acabamento metálico, o FLY está disponível nas cores Cherry Blossom, Aurora Blue e Stone Grey.

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Já o Quantum MUV UP foi desenvolvido como um avanço dentro da família MUV. Vem com Android 7.0 Nougat, sistema operacional mais recente do Google, processador MediaTek Octa-Core de 1.3 GHz, armazenamento interno de até 128GB, câmeras traseira e dianteira de 13MP com flash dual-tone e sensores e lentes de alta qualidade, em uma tela de 5.5”, que permite ao consumidor imagens mais nítidas, detalhadas e com cores mais vivas. O design combina laterais de metal com acabamento texturizado em pintura Preto Asfalto, que criam uma identidade única ao produto, que pesa 149g e possui apenas 8.9mm de espessura.

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Os dois modelos possuem leitor digital, localizado na tampa traseira em posição ergonômica, que facilita o desbloqueio da tela. Em preço promocional, o Quantum FLY e o Quantum MUV UP são vendidos a partir de R$ 999,00 no site e nos quiosques Quantum, nas lojas de varejo e em marketplaces. E, para deixar o presente ainda mais exclusivo para as mães, a Quantum também disponibiliza em seu site e quiosques capas, películas protetoras e acessórios para os aparelhos.

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Família Moto Z chega ao Brasil com dois smartphones e diversos Moto Snaps

O Moto Z, smartphone mais fino do mundo, e o Moto Z Play, modelo com maior duração de bateria já desenvolvida pela Moto, estão disponíveis no País

Com o Moto Z, o smartphone premium mais fino do mundo, e os Moto Snaps, entramos em uma nova era da tecnologia móvel. Quando é possível transformar o smartphone exatamente no que se deseja, as possibilidades são infinitas.

A família Moto Snaps já conta com: caixa de som JBL SoundBoost, que permite levar a festa a qualquer lugar; projetor Moto Insta-Share, para compartilhar à vontade apresentações, vídeos e fotos em uma tela de até 70 polegadas; Moto Snap Incipio offGRID Power Pack, para nunca mais ficar sem bateria quando for preciso; e as Moto Style Shells, capas para personalizar o aparelho de acordo com o estilo do usuário.

Mas isso foi apenas o começo. A fotografia em dispositivos móveis é importante para todos os consumidores. Os momentos capturados no dia a dia são nossas memórias mais preciosas. Por esse motivo, a experiência de câmera em smartphones foi levada a outro patamar, com o lançamento do Moto Snap Hasselblad True Zoom. A parceria da Moto com a lendária marca de máquinas fotográficas Hasselblad tornou realidade experiências fotográficas avançadas, com zoom ótico de dez vezes, flash de xenônio e a possibilidade de tirar fotos em formato RAW.

Também foi lançado um novo integrante da família Moto Z: o Moto Z Play. O smartphone com a maior duração de bateria desenvolvido pela Motorola, até hoje, foi projetado para ser usado também com os Moto Snaps, para oferecer mais poder de escolha em um produto que atenda às necessidades do usuário, com a tecnologia que realmente importa para cada um.

Moto Z Play: a melhor bateria, possibilidades ilimitadas

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Com design fino e leve, corpo de alumínio sólido e uma traseira sofisticada de vidro, o Moto Z Play proporciona até 45 horas1 de uso sem necessidade de parar para recarregar. E quando as 45 horas acabarem? Sem problema, basta recarregar rapidamente com a tecnologia TurboPower, que proporciona até oito horas de uso com apenas 15 minutos de carga2.

O Moto Z Play também oferece um processador octa-core de 2,0 GHz, um incrível display HD Super Amoled de 5,5 polegadas e 1080p, 32 GB de memória interna3, com suporte a cartão de memória microSD de até 2 TB4, além de 3 GB de RAM, o que permite aproveitar ao máximo jogos, streaming de vídeos e múltiplas tarefas. É possível tirar fotos nítidas, de dia ou à noite, com a câmera de 16 MP, com autofoco a laser, e alternar instantaneamente entre selfies com a câmera frontal, com ângulo aberto e flash de LED.

Moto Snap: Hasselblad True Zoom

A Hasselblad e a Moto uniram esforços para criar uma experiência que transformará totalmente a fotografia em dispositivos móveis. Desde 1941, a Hasselblad tem se mantido na vanguarda e, em todo o mundo, seu nome é sinônimo dos melhores equipamentos fotográficos. Algumas das imagens mais icônicas da História foram tiradas com suas câmeras, como as primeiras fotos na Lua e a famosa capa do álbum Abbey Road, dos Beatles. Este ano, a Hasselblad traz seu design único, além de soluções em imagem para o universo dos smartphones.

Agora a Moto possibilita acrescentar funcionalidades fotográficas avançadas ao celular em um clique, assim como criar e compartilhar de maneira inédita. Com o zoom ótico de dez vezes e o flash de xenônio, o usuário só precisa se concentrar no enquadramento. Iluminação e distância deixarão de ser obstáculos para capturar a imagem perfeita.

O Moto Snap Hasselblad traz ainda mais controle e flexibilidade, com a capacidade de fotografar no formato RAW. Além disso, os botões físicos de obturador e zoom oferecem uma ótima experiência de manuseio. Outra vantagem é o acesso gratuito ao software Phocus da Hasselblad, que simplifica o controle de edição e garante mais qualidade no resultado final.

E, finalmente, compartilhar as fotos com familiares e amigos instantaneamente ficou ainda mais fácil, com o recurso de backup automático do Google Photos e armazenamento gratuito ilimitado5.

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Fabricado com alumínio usado em aviões militares e aço inoxidável, o Moto Z é superfino, com apenas 5,2 mm de espessura, tela brilhante de 5,5 polegadas Quad HD Amoled e processador Qualcomm Snapdragon 820. Com dual-chip inteligente6, 4 GB de memória RAM e 64 GB3 de memória interna, o Moto Z traz suporte para cartão microSD expansível até 2 TB4. O Moto Z possui câmera de 13 MP, que permite tirar fotos e gravar vídeos em Ultra HD (4K), tem estabilização de imagem ótica e autofoco a laser, para garantir imagens nítidas com qualquer luminosidade. A câmera frontal, de 5 MP, inclui lente com ângulo aberto. E, com o flash frontal, todos ficarão ainda melhor na foto, mesmo com pouca luz.

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O Moto Z e o Moto Z Play estão disponíveis a partir de hoje na loja on-line e nas principais varejistas e operadoras. O Moto Z chega ao mercado com preço sugerido a partir de R$ 3.199,00, incluindo uma Moto Style Shell (capa) e o módulo de bateria Moto Snap Incipio offGRID Power Pack. O Moto Z Play tem preço sugerido a partir de R$ 2.199,00, incluindo uma Moto Style Shell.

O Moto Z e o Moto Z Play também estão disponíveis em edições especiais, sempre com um módulo adicional no kit: Moto Snap Incipio offGRID Power Pack, Moto Snap JBL SoundBoost ou Moto Insta-Share.

Moto Snaps também poderão ser adquiridos separadamente, nos quiosques ou loja on-line da Motorola.

Cases divertidas e assinadas

A Gocase, marca líder em produção de cases para smartphone, apresenta 23 novidades esta semana. Entre os lançamentos estão, cases com frases engraçadas, divertidas e assinadas por diversos artistas da internet.

 

Os lançamentos estão disponíveis para compra no e-commerce da marca para Iphones, Samsung Galaxy e Moto G3.

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*Os preços das cases variam de R$49,90 até R$59,90 de acordo com o modelo do smartphone.

Informações: GoCase

Magazine Luiza aceita celular usado na troca por novo

Varejista dá até R$ 2 mil de desconto no valor dos aparelhos novos, na troca por antigos em suas lojas físicas

O Magazine Luiza vai passar a aceitar celulares usados na troca por novos, em suas lojas físicas. E empresa vai dar descontos de até R$ 2 mil do valor dos aparelhos novos. A companhia fechou acordo com a Brightstar, líder no mercado de recompra de eletrônicos, para oferecer mais uma facilidade aos seus consumidores.

Essa é uma iniciativa do Magazine Luiza que contribui com o consumo consciente, visa facilitar a experiência de compra do consumidor e possibilitar o acesso a celulares mais modernos. “Vamos fazer algumas simples perguntas para o usuário, para determinar o valor do aparelho”, afirma Fabrício Garcia, vice-presidente do Magazine Luiza. “Ele precisa levar apenas o aparelho antigo, sem acessórios ou nota fiscal.”

Assim, consumidores que querem adquirir novos smartphones podem utilizar seus aparelhos usados, de marcas variadas, como parte do pagamento na compra de um modelo novo.

A avaliação é feita na hora e o valor da recompra varia conforme o estado de conservação do smartphone.

celular

O programa começou no dia 8 de agosto em 71 lojas da Magazine Luiza, em São Paulo, na Grande São Paulo (veja a relação abaixo). Esta é a primeira vez que um varejista de peso disponibiliza ao público a possibilidade de recompra de aparelhos nos pontos de venda.

“O momento atual vivido pelo país pode mudar os hábitos de consumo e o estilo de vida dos brasileiros. A compra e venda de produtos seminovos, que antes era comum apenas no setor automotivo, hoje começa a fazer parte do mercado de smartphones. Oferecemos o serviço de recompra de aparelhos baseado em pilares de confiança, qualidade e respeito”, analisa José Froes Junior, presidente da Brightstar.