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Descubra como desenvolver autodisciplina para alcançar objetivos

Todos nós temos sonhos. Mas, para torná-los em realidade, é preciso uma enorme quantidade de determinação, dedicação, autodisciplina e esforço. No entanto, a autodisciplina, mesmo quando queremos muito atingir um objetivo, pode ser algo não tão fácil de se desenvolver.

A diva fitness WBFF e coach Gabi Lubies é uma expert no assunto. Além da autodisciplina necessária para alcançar seus objetivos no fitness, Gabi também usa das mesmas estratégias para organizar a vida pessoal e profissional de modo a conciliar ser mãe, esposa, auditora fiscal e especialista em concursos públicos. Para conseguir tudo isto, é preciso desenvolver tais habilidades.

“Autodisciplina é a habilidade de impor a si mesmo metas, de ser o próprio crítico, e de ser resiliente para não descansar enquanto não chegar ao resultado esperado. É lutar todos os dias para manter o foco e superar a si mesmo”, revela.

Gabi aponta quais são os sinais que revelam que você precisa de mais autodisciplina na sua vida: “A indisciplina deixa rastros. Pessoas que não são disciplinadas, tendem a agir de forma semelhante. Elas se atrapalham com prazo e horários; são desorganizada com finanças, alimentação, trabalho, estudos etc. Procrastinam tarefas importantes e não consegue realizar muitos de seus objetivos, além de se deixarem vencer pela preguiça. Se você se identifica com pelo menos um destes itens, então certamente precisa de mais autodisciplina na sua vida”.

Para ajudar você a desenvolver a sua autodisciplina para conquistar todos os seus objetivos na vida, Gabi separou cinco dicas muito úteis. Confira:

Prioridades e motivação

mulher triste cansada

Quando você tenta fazer algo que não é uma real prioridade para você, as chances de você se esforçar e ter disciplina nisto são muito pequenas. Isso acontece porque não há motivação nem necessidade da realização daquilo para a sua vida. Uma dica para identificar suas reais prioridades de vida é anotar até dez coisas que são importantes para você no momento, em um papel e, depois, responder as perguntas abaixo, dando notas de 1 a 10 para cada item que você escreveu:

Quão benéfico isto é para mim?
Qual o meu nível de empenho para isto?
Qual o meu nível de motivação para fazer isto?

O item que obtiver maior nota deve ser identificado como prioritário e também o objetivo a focar.

2. Benefícios e consequências

mulher lendo ar livre pixabay
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Reflita sobre os benefícios que terá em sua vida caso seja uma pessoa disciplinada e alcance o seu objetivo. Além disso, também reflita sobre as consequências caso você não tenha disciplina. Enquanto isso  vier à mente, anote suas conclusões em uma folha para ler depois. Após um tempo, leia para si mesma o que escreveu e use como motivação para continuar investindo nos seus objetivos.

3. Estabeleça micrometas

mulher escrevendo metas pixabay
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As micrometas são aquelas bem pequenas e específicas, criadas com o intuito de facilitar o alcance de objetivos maiores. Para criar suas micrometas, você deve pensar no objetivo que definiu (sua prioridade) e em todas as coisas que precisa fazer para atingi-lo. Por exemplo, se for parar de consumir açúcar refinado, pense nas pequenas coisas que você pode fazer, no seu dia a dia, para alcançar essa meta.

Tomar café sem açúcar, é um exemplo de micrometa. Tenha todos os dias uma micrometa a atingir, com o intuito de ao, final alcançar o seu objetivo. Anote-as para ficar mais fácil de cumprir.

4. Saiba dizer não

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Há muitas coisas que têm o potencial de nos distrair dos nossos reais objetivos e desviar nosso foco. Por exemplo, redes sociais, televisão, videogames e, até mesmo, pessoas. Usando de bom senso, você deve criar uma barreira de proteção para se blindar contra essas distrações externas. Aprenda a dizer não para tudo que te distancia dos seus objetivos, sejam elas coisas ou pessoas, pois, às vezes, será preciso abrir mão delas. O ‘não’ é necessário para sua evolução e para atingir seu objetivo. Repetindo: saiba dizer não.

5. Pausas, celebração e recompensas

mindfulness- mulher meia idade

É importante para a mente e para o corpo ter algum descanso depois de se esforçar tanto, para recuperar a sua eficiência e seguir funcional. Por isso, programe suas pausas. Por exemplo, se o seu objetivo é focar nos estudos, então faça ciclos de 2horas  e 30 minutos de pausa.

Sempre que você conseguir atingir uma micrometa, comemore. Celebrar a cada vitória ensina ao seu cérebro que o que você está fazendo tem importância, e assim, fica mais fácil para desenvolver a autodisciplina. Se permita desfrutar de pequenas recompensas toda vez que conseguir cumprir as suas micro metas. Quem decide a recompensa é você. Mas, lembre-se que não pode ser algo que estrague o seu progresso.

Saiba como fazer o dinheiro render mais sem sacrificar hábitos de consumo

Aplicativo Citizen, do IBPT, auxilia no controle de gastos e promove a educação financeira do cidadão

Happy hour com os colegas de trabalho, aquele cafezinho da manhã na padaria da esquina, o almoço ou jantar naquele restaurante bacana e pronto, é o suficiente para que aquele casaco de inverno visto na vitrine do shopping tenha que esperar um pouco mais, talvez até a próxima estação.

Outro assunto que merece atenção e que faz o dinheiro desaparecer é o parcelamento das compras do cartão de crédito e o parcelamento da fatura, que não sai do pagamento mínimo mês a mês, tornam as contas cada vez mais complexas e o dinheiro mais curto.

Para auxiliar o consumidor a tomar as rédeas das próprias finanças, o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação desenvolveu o aplicativo Citizen. Por meio dele, ao cadastrar as notas fiscais de suas compras, o usuário fica sabendo quanto do valor pago foi abocanhado pelos tributos. Após seis meses de uso constante, registrando compras em supermercados, farmácias, lojas, postos de combustíveis e restaurantes, o aplicativo identifica a inflação do usuário.

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Disponível nas plataformas Android e iOS, após baixar o aplicativo e fazer o cadastro inicial, o usuário faz a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do Danfe da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, podendo também lançar notas fiscais de meses anteriores. No Citizen é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Mudança de hábito

Para não ficar no vermelho e não ter que sacrificar alguns hábitos, é fundamental que o cidadão elenque prioridades e não deixe para depois para se preocupar com o seu dinheiro.

“Temos o costume de nos preocuparmos com o dinheiro quando ele está acabando, e isso é um erro grave, agindo dessa forma, comprometemos nossas finanças e se corre o risco de ele faltar para cobrir algum imprevisto”, diz o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Olenike alerta e dá algumas dicas para que os contribuintes fiquem de olho nas finanças e não comprometam sua renda e salário para não “sobrar mês no fim do dinheiro”.

– Elenque prioridades

contas escritorio gadini pixabay

Aluguel, luz, água, telefone e demais contas fixas devem ser prioridade, pois essas contas, principalmente, são as grandes responsáveis pela inserção do nome dos cidadãos em serviços de proteção ao crédito.

– Pesquise antes de comprar

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Nada de sair comprando por aí sem antes pesquisar, e até nisso o Citizen pode ser seu aliado. “Se é um produto que o usuário tem o hábito de comprar com frequência, por meio do Citizen ele pode consultar em qual estabelecimento esse item custou mais barato. Uma boa maneira de economizar no produto e nos tributos”, destaca Olenike.

– Faça listas

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Para não cair em tentação ao ir as compras, faça listas. Assim, você compra somente o necessário. “Como dizemos, quando vamos ao supermercado com fome, acabamos comprando até o que não precisamos. Dessa forma, fazer listas é o ideal, assim o consumidor não foge do seu propósito e não gasta com itens supérfluos”, diz Olenike.

– Tenha uma reserva financeira

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Foto: Cambridge.credit.org

Ninguém está livre de imprevistos, e para isso, é bom ter uma reserva financeira, guardada mês a mês. “É muito importante poupar um pouco do que ganha, pois assim, muitos sonhos podem ser realizados sem ter que esperar muito. Da mesma forma que algo inesperado pode acontecer, um problema de saúde, um inconveniente com o automóvel, e nesses casos, ter uma reserva financeira pode fazer toda a diferença”, ressalta o especialista.

– Evite parcelamentos

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Fuja de parcelamentos longos, priorize as compras à vista e não deixe de pedir “aquele descontinho”.

– Anote o que ganha e o que gasta

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Freepik

Pode abandonar o papel e a caneta, sim! Seu celular, que está com você na maior parte do dia, será a sua ferramenta de controle de gastos. Basta baixar o aplicativo Citizen IBPT e fazer o escaneamento das suas notas fiscais. O Citizen disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, por meio dele é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT

Sexo ao 50: por que é melhor nesta faixa etária?

A experiência de vida conta muito nesta faixa de idade, especialmente porque boa parte delas já foram experimentadas e, apesar das controvérsias sobre a capacidade física dos cinquentões, a sexóloga Carla Cecarello, consultora do site Solteiros50 e a psicóloga Iris de Souza, especialista em relacionamentos do site Amor&Classe, confirmam: “esta é a melhor idade para tudo, inclusive para os relacionamentos e para o sexo”, afirmam.

Para Carla, há algumas razões para o sexo ter mais qualidade nesta faixa etária, porém, se houver informação e cuidados, há ainda muitas formas de melhorar a vida sexual dos novos 50+. Já para Iris, está é também uma fase em que os homens já vivenciaram muitas experiências e podem se dedicar a uma relação afetiva mais contundente.

Ambas as especialistas dizem existirem argumentos suficientemente reveladores de como o sexo e a relação amorosa vai melhorando com o passar dos anos. No caso deles, as relações tornam-se muito mais fáceis de serem conduzidas. Para elas, nem tanto, principalmente pelos erros deles em serem menos interessados anteriormente. Por isso, as especialistas listaram dez razões do porquê tanto o sexo quanto as relações podem ser interessantes aos 50 anos. Confira:

Autoconfiança

casal 50
Para as especialistas, aos 50 anos, tanto ele quanto ela já possuem maior conhecimento de suas capacidades pessoais e determinações. Sabem também de tudo o que gostam e do que não gostam. Nesta faixa etária já estão como queriam estar e como querem ficar na vida, de forma que não precisam se autoafirmar continuamente para outras pessoas. Por essa razão, as pessoas de 50 anos se concentram nas coisas que são realmente importantes para elas. Essa autoconfiança permite a elas viverem melhor cada momento e abraçar de forma muito mais responsável suas escolhas, notadamente na intimidade e nos relacionamentos.

Mais prazer e menos pressão
Antes de chegar aos cinquenta anos, as pessoas levam a vida em uma intensidade tão grande que é preciso se autoafirmar constantemente. Quando se é jovem, por exemplo, existe uma pressão muito maior para que haja correspondência entre o corpo (parte física) e o sexo. Essa tensão na parte física do sexo exige mais correspondência no que diz aos resultados, o que, em vez de ajudar, na maioria das vezes, atrapalha. Os mais jovens vivem sobre pressão para se apresentar bem fisicamente, especialmente sobre a cama e sobre o corpo do outro, para oferecer prazer. Com a idade e com o autoconhecimento, percebem que não é a duração do sexo, nem a quantidade de prazer e orgasmos que têm ou dão que conta, mas o prazer e a satisfação de ambos em completa e absoluta sintonia e sincronia. Por essa razão, sexo depois dos 50 é conexão. Mesmo que seja sexo casual, o foco mudou da performance para o conectar-se ao outro.

Sem pressa

casal meia idade feliz
O passar dos anos ensina muita coisa, uma delas é dar tempo ao tempo e não viver apenas em relação a ele, mas conectado ao seu redor e com todos, inclusive com o próprio Chronos*. Desta forma, as pessoas aprendem a gerir melhor o seu tempo e ganham, assim, oportunidades para apostar mais na vida sexual. Dar tempo ao tempo significa que elas passam a uma posição privilegiada de poder investir em si mesmas e a possuir mais tempo para cultivar gostos, hobbies e namoros, que incluem o prazer sexual, não como objetivo, mas como forma de expressar a forma de encarar a vida.

Experiência e qualidade
Se o sexo já não é apenas uma capacidade física e tampouco uma demonstração de força, mas de jeito e forma, só com o tempo as pessoas percebem-se melhor e valorizam outras formas de atingir o prazer sexual. A leitura de bons livros ou a consulta com especialistas, como sexólogas, psicólogas ou terapeutas entram no circuito de conhecimento e informação dessas pessoas. Existem livros sobre satisfação sexual e novas experiências sexuais que antes eram impensáveis de ser lidos, ou eram considerados objetos que jamais seriam contemplados. Conhecer-se a si mesmo e a sexualidade abre novas fronteiras de relacionamentos e experiências que aqueles que têm mais de 50 se colocam disponíveis e abertos para conhecer.

Liberdade absoluta

casal na cama iStock
iStock

Há durante o percurso até os 50 anos inúmeras preocupações, especialmente em relação as questões profissionais, financeiras e suporte material. Atribui-se a elas um peso maior. Quando se obtém as experiência de vida, percebe-se que o peso pode ser igual para todos os assuntos e temas, o que é libertador. Isto permite à pessoa priorizar o que é realmente importante para ela e, de acordo com o que gosta, dedicar mais ou menos atenção e prioridade. Na vida sexual, a libertação, principalmente em relação a questão física, permite que se procure e se entregue a novas aventuras.

O ápice com mais facilidade
A libertação da questão da prática sexual concede às pessoas com mais de 50 atingir o orgasmo com muito mais facilidade e qualidade, mesmo várias vezes. O prazer completo, o ápice da relação, pode ser conseguido mais facilmente porque as pessoas são mais seletivas na escolha dos parceiros e as escolhas são baseadas em gostos, compatibilidades e não apenas por beleza física, comum nos jovens, como processo de seleção. Além disso, a pressa para se levar alguém para a cama não permite que se conheça tão bem o outro, como em uma relação aos 50 anos.

Espontaneidade

lareira inverno casal
Outra razão é a quebra da rotina, que pode aumentar a libido do casal. As mudanças de hábitos trazem novidades. Inovar ajuda no aumento da atividade sexual, sobretudo quando os casais já se conhecem há muito tempo.

Relações mais simples e claras
Honestidade nem sempre é o forte das relações mais jovens. Aprende-se com o tempo que a necessidade de se falar com clareza e ser honesto naquilo que diz é fundamental para que a relação ocorra de forma simples e verdadeira. Aos 50 anos, essa é outra das coisas que se ganha: clareza e honestidade nas relações interpessoais. As pessoas sentem-se mais à vontade com o outro e dão mais liberdade para se autoafirmarem ou apresentar suas ideias e opiniões. É algo fabuloso. Ser direto e objetivo na relação com os outros não é algo apenas para pessoas aos 50, mas deve ser para todas as idades, em que os estereótipos deveriam ser deixados de lado e os estigmas esquecidos para facilitar a experiência da vida.

Tolerância

casal na banheira
Desde que o ser humano é ser humano deveria ser tolerante com o outro. Numa relação interpessoal ou amorosa, a tolerância deveria ser central, pois evitaria o desperdício de tempo entre duas pessoas que não se respeitam ou não se conhecem por não serem diretas e objetivas ou porque vivem com seus estigmas e montam seus estereótipos (de como deve ser a pessoa ideal para elas). Ser tolerante com o outro não é aceitar suas ideias e opiniões, mas entender quais são essas ideias e opiniões. Se ambos agem com tolerância, as opiniões serão claras e as decisões tomadas suavemente tanto para a vida em conjunto quanto não. Aos 50, isso está claro.

Inovar e experimentar
Aos 50, a inovação não tem de ser uma barreira para o sucesso, mesmo que as experiências já tenham sido vividas. Ainda há tempo para aprender. Esse aprendizado é sempre obtido com muita qualidade e, por isso, capaz de inovar e experimentar, de forma a analisar os ganhos e as perdas em torno da inovação. Nos relacionamentos, a inovação e experiência se tornam mais fáceis e muito mais aceitas.

Curta-metragem ajuda crianças a lidarem com a morte

Falar a verdade para as crianças sempre é a melhor alternativa, por mais que o assunto seja complexo e triste como a morte. Para auxiliar pais, educadores e psicoterapeutas a abrirem o diálogo sobre perdas e luto, o publicitário Irineu Villanoeva Junior transformou o livro “O dia em que passarinho não cantou”, em um curta-metragem.

Em parceria com as autoras da obra e também psicólogas, Valeria Tinoco e Luciana Mazorra, ele produziu o filme para facilitar o entendimento dos pequeninos, de forma lúdica. A animação conta a história de uma garotinha chamada Cacá e de seu amigo Lico, um passarinho.

“Falar sobre a morte e a dor da perda ainda é um tabu. Quando acontece uma perda na vida de uma criança, seja de um animalzinho de estimação, ou seja de um ente querido, pode ser confuso e assustador. Nessa hora os pais têm um papel fundamental. Precisam apoiar e lidar com a verdade com a criança. Agindo assim, estão dando a oportunidade de ela aprender e a se preparar para as perdas que terá ao longo da vida e, além disso, evitar o chamado luto complicado”, diz o publicitário.

Ele decidiu criar projetos sobre o tema após perder em 2015 seu pai e sobrinho em um curto período de tempo, apenas três meses. A partir dessa experiência, estudou sobre o assunto e lançou o movimento “Sem Pressa Pra Viver” (#sempressapraviver), que tem como propósito ajudar pessoas que estão passando por esse processo doloroso e de forma preventiva, realizar ações de conscientização e psicoeducação.

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O curta-metragem é a primeira ação deste movimento. Você pode assistir a “O dia em que o passarinho não cantou” clicando aqui.

Interesse por moda cresce entre os novos 50

Em 2017, durante a edição 43 da SPFW, a estilista Raquel Davidowicz, da grife UMA, convidou a prima, Suzana Kertzer, uma ex-modelo, então com 67 anos, para desfilar um de seus modelos. Na época, Raquel declarou: “Hoje, a roupa não tem idade, então, não tem que só mostrar modelos tão jovens”. Ela também lembrou que entre as mulheres que usam suas roupas havia clientes de 70 anos, “bacanérrimas”, que eram as mais ousadas e se vestiam com muita personalidade.

UMA SUZANA
Suzana Kertzer desfilando para a prima

Em agosto do mesmo ano, na 44ª edição da SPFW, foi a vez da estilista Gloria Coelho, em parceria com a Natura, abordar o tema #velhapra questionando os padrões de beleza da moda. Na época, ela comentou que “a idade não pode restringir a carreira, a atitude, a forma de se vestir e as feições de ninguém”. Na passarela, mulheres de várias idades, como a cantora Marina Lima e a empresária Teresa Fittipaldi, entre outras, desfilavam.

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A cantora Marina Lima

Sim, ao que parece, a moda está caminhando para ser ageless (sem idade) e os novos 50 estão cada dia mais interessados nesse tema. Eles não apenas são consumidores atentos que sabem o que querem, como também têm mostrado interesse em aprender a fazer e a entender a moda.

Auge da carreira

“Entre meus clientes, 25% deles estão na faixa dos 50 anos. E tenho percebido o aumento do interesse desse público por moda”, afirma a consultora de imagem Raissa Starosta, que acrescenta: “Antigamente, uma mulher dessa idade era considerada uma senhora. Hoje, ela está no auge da carreira e tem filhos pequenos. Creio que isso de ser mãe mais tarde esteja ajudando a manter a mulher mais jovem”.

viola michael kors
A atriz Viola Davis

Raissa diz que a maior diferença entre as mulheres jovens e as maduras é que as segundas sabem o que querem. “As de 50 geralmente passaram por um divórcio ou estão se reinventando na carreira e me procuram querendo mudar o estilo, mas sabem o que querem usar”.

Na opinião da profissional, não existe mais roupa para jovem e roupa para senhora. “Se uma garota comprar uma camisa branca, pode ser que a use em uma entrevista de emprego e, depois, dará um nó e a vestirá com shorts. Já uma mulher de 50, irá usar com jeans ou calça social e cinto. A maneira como se usa é o que diferencia, não a idade”.

Nasce uma modelo

Maria Rosa Von Horn tinha o desejo, desde pequena, de ser modelo. Porém, como a maioria das mulheres, fez a trajetória clássica: formou-se em Direito, se casou e teve filhos. Em 2007, prestes a completar 50 anos resolveu concretizar o sonho. E lá foi ela fazer um curso de passarela com meninas de 13 anos: “Sou meio fora da curva: mais alta que a média, sempre estive bem fisicamente e de saúde, então, por que não?”, diz ela, hoje com 61 anos.

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Ela conta que não conseguiu nada, foi tachada de maluca e, decepcionada, resolveu escrever para uma revista mostrando o preconceito que sentiu. A matéria repercutiu tanto que ela acabou dando entrevistas para vários outros veículos de comunicação. Maria Rosa recebeu milhares de mensagens de mulheres que a apoiavam: “Elas se sentiam inexistentes, criticavam o mundo restrito da moda e beleza e também a visão preconceituosa da publicidade, que retratava mulheres de 50 anos em anúncios de remédio ou fralda geriátrica”, conta. Mesmo sem um tostão, ela teve o insight de criar sua própria agência virtual, algo que não era comum em 2007. Assim nasceu a FiftyModels, especializada apenas em modelos maduras e na qual Maria Rosa também atua.

Hoje, 12 anos depois, a agência tem clientes como Arthur Caliman, Globe, Natura, Casas Pernambucanas, entre outros. Para Maria Rosa, o segmento só tende a aumentar: “Mulheres de 50 anos, hoje, estão no auge da vida, são ativas, elegantes, antenadas com o mundo e experientes. Representam a melhor fatia consumidora do mercado, pois chegaram ao topo da realização pessoal e profissional”.

Usando e criando moda

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Para o professor e coordenador da Pós-Graduação em Styling e Imagem de Moda das Faculdades Santa Marcelina, Marcio Banfi, os novos 50 estão, sim, mais interessados em moda: “Essas pessoas não querem mais se vestir como ‘velhas’, querem usar as mesmas roupas que pessoas mais jovens usam, sem distinção”.

O professor confirma que tem visto um aumento de alunos, nesta faixa etária, nos cursos de moda: “Sem dúvida, há muitos casos de pessoas com 50 anos procurando graduação, pós e cursos de moda. Sinto que aumentou e noto isso nas minhas proximidades”.

Porém, mesmo com essas mudanças, ele não acredita que se possa falar que a moda agora é ageless. “Ainda não chegamos lá, mas estamos caminhando para isso. Seria o ideal, uma roupa sem distinção de idade”. Quanto a quem faz a moda, Banfi é menos otimista: “Ainda são poucos os que pensam nesse público. Sei que, por exemplo, algumas marcas têm clientes maduros que acabam se identificando com parte da coleção. Porém, não posso dizer, exatamente, se existe o pensamento voltado especificamente para eles”.

Revista para mulheres reais

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A advogada e empresária Soraya Casseb Bahr de Miranda Barbosa estava folheando uma revista, com a filha, formada em publicidade e marketing, e as duas começaram a analisar o material: “Chegamos à conclusão que as publicações que existem retratam uma moda que não é para jovens nem para maduras. Fotos com moças muito magras usando roupas que não chamaríamos de ‘descoladas’. E o poder de compra dessa jovem não alcança os valores dos produtos oferecidos, como uma bolsa Chanel, por exemplo”, analisa.

E completa: “E os saltos altos? A maioria das jovens usa sapatilha, bota, tênis. Quem compra sapatos de saltos e vestidos de grifes costuma ser a mulher na faixa dos 50, que tem poder aquisitivo elevado, que pode se dar ao luxo de pagar R$ 5 mil por um sapato Louboutin”.

Foi aí que ela teve um insight e pensou em fazer uma revista diferente, para mulheres maduras e reais: “Criei a Senhora Atual para mulheres que estão trabalhando, produzindo, comprando e que só pensam em se aposentar depois dos 70 anos, e olhe lá. A revista mostra uma mulher vaidosa, que se cuida, paga suas contas, viaja, usa joias, troca de carro, investe em imóveis. Uma mulher que movimenta um mercado que a ignora e que, ao fazer uma propaganda, coloca uma garota que nem sabe o que está fazendo ali.”

No início, ela teve dificuldades em convencer anunciantes que teriam retorno. “Não tive problemas em colocar empresas brasileiras nos editoriais, não houve resistência. Agora, um ano depois, o retorno tem sido maior que o esperado. Não havia uma publicação como a nossa no Brasil”, finaliza a empresária, que tem 62 anos.

“Orgulho da pessoa que me tornei”

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Therezinha Lima Fernandes, 51 anos, advogada e modelo, casada há 30 anos, tem 3 filhos e 4 netos. “Tornei-me modelo aos 50 anos. Consumidora e muito vaidosa, atenta ao mundo da moda e aos lançamentos de produtos de beleza, percebi que o mercado de propaganda estava começando a exibir modelos maduros, de vários perfis. em seus lançamentos. Eu me interessei e fui pesquisar agências que contratavam modelos acima dos 50 anos. Assim, conheci a FiftyModels. Mandei uma foto, fui agenciada e, para minha surpresa, logo no primeiro mês participei de um editorial de moda. Tenho uma autoestima elevada, estou de bem com a vida e me agrada a imagem que vejo diante do espelho. Hoje busco capacitação profissional, faço cinema no Studio Fátima Toledo e acabei de concluir curso de passarela e expressão corporal na Namie Wihby School. Confesso que pessoas que me cercavam levaram um susto quando optei por essa nova carreira, pois, por exercer o Direito, aparentava um perfil muito sisudo, e a minha nova escolha exigia carisma e alegria. Hoje, no local onde trabalho, ou quando estou com os meus filhos e netos, sinto que as pessoas exibem certo orgulho da pessoa que me tornei, estão sempre distribuindo a revista na qual fiz parte do editorial de moda. Em relação ao mercado de trabalho, existe um estereótipo das mulheres acima de 50 anos que não condiz com a nova realidade. A publicidade rejeita as mulheres que considero fashion. Nós almejamos além dos comerciais e propagandas de reuniões de família e produtos para terceira idade, queremos exibir os produtos de beleza, roupas e acessórios modernos do qual somos consumista. Enfim, estamos invadindo as redes sociais por meio dos nossos ensaios fotográficos e mostrando um padrão que já existe, embora não se divulgue”.

Mudando a autoestima

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Alice Yuka Okuda, 52 anos, empreendedora, divorciada, sem filhos: “Não era modelo. Comecei depois que fui desligada de uma multinacional em 2017, aos 50 anos. Trabalhei na área tributária durante 27 anos, tinha um cargo de gerente, com muitas responsabilidades. Um ritmo muito estressante, que afetava minha saúde e lado pessoal, ou seja, não tinha qualidade de vida. Então, decidi que não voltaria a trabalhar nessa área, apesar do salário ser bem atrativo. Pensei que não tinha muito tempo para aproveitar a vida e que o momento de trabalhar com algo que me desse prazer, ser feliz, mesmo ganhando menos, tinha chegado. Vi um anúncio sobre modelos com mais de 50 anos na internet, pesquisei sobre o assunto e encontrei a Maria Rosa da FiftyModels. Isso mudou minha autoestima. Percebi que depois que sai da zona de conforto e da rotina, consegui desenvolver outras habilidades que nem conhecia. No início, as pessoas desconfiaram, mas depois que os resultados foram aparecendo, todos me apoiaram e entenderam a importância do meu momento. O mercado é muito concorrido, ainda mais com atual situação do país. Tenho muita coisa para aprender, começar uma nova atividade leva algum tempo para decolar. De qualquer forma, acredito que hoje tenha mais chances para pessoas de 50 anos ou mais do que antes. A leitura que estou fazendo, é que esse mercado está pedindo pessoas reais, não somente aquela modelo jovem e que tem as medidas perfeitas. Começar uma nova atividade, seja como modelo ou qualquer outra coisa que você ame, exige coragem e determinação. As pessoas não podem deixar seus sonhos de lado, têm que acreditar e ir até o fim. Afinal de contas, estamos aqui para viver e ser felizes. Viver é muito mais que existir”.

“Não acho que haja algo proibido para uma mulher de 50 anos vestir”

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Laura com o estilista Karl Lagerfeld

Laura Wie, 52 anos, casada, duas filhas, modelo, empresária, palestrante: Continuo envolvida com a moda, mas, claro, os convites para trabalhos, especialmente desfiles, diminuíram. Normalmente, a passarela é para mais jovens. Fiz as primeiras edições da SPFW, mas acho que houve uma mudança de perfil, hoje não há mais aquela supermodelo ou mesmo a mai conhecida. As meninas fazem parte de um grupo. Aquela fase passou. Como sempre trabalhei e gostei de moda, mesmo não sendo mais uma modelo tradicional, continuo envolvida. Fiz uma personagem no teatro, na peça Mademoiselle Chanel, entre 2004 e 2007. Marília Pêra era a Gabrielle Chanel e eu uma modelo da maison. Naquela época, já era apresentadora de televisão, e as matérias diziam: a modelo Laura Wie volta às passarelas pelo teatro. Fiquei receosa de ser chamada de modelo. E ela me disse: ‘Sempre fui bailarina e sempre serei. E estou com quase 70 anos. E você, pelo seu perfil e histórico, sempre será uma modelo. Aceite”. E eu aceito. O fato de manter a mesma forma de me vestir fez com que as pessoas continuem a me ver assim. Sobre mulheres maduras continuarem a trabalhar como modelo, isso sempre foi decisivo tanto na Europa quanto nos EUA. Quando trabalhei na Ford Models em Nova York , há cerca de 25 anos, havia um setor de mulheres maduras. O Brasil demorou para dar espaço para as plus size e negras, mas agora as vemos, o que é positivo, e acho que isso vai englobar as mais velhas também. Minha sogra, por exemplo, tem 75 anos, e se veste de forma bem moderna. Já minha mãe é mais classuda, então, tem aquele ar mais de senhora, enquanto minha sogra passa algo atemporal, alguém cuja idade você não sabe. Antes, uma mulher de 75 era uma senhorinha, hoje pode ser um mulherão. Não acho que haja algo proibido para uma mulher de 50 anos vestir. Sempre usei minissaia, mas outro dia vesti uma e me senti insegura, perguntei às minhas filhas, de 20 e 16 anos, se estava ridícula. Elas disseram que não, que tenho pernas bonitas e que era para eu não me trocar. Vale lembrar que meu campo de atuação me permite essa liberdade no vestir. Acho que o importante é ser mais elegante que moderna, não passar por uma mulher madura querendo ser uma garota. Se uma mãe, uma avó for a uma loja, tipo fast fashion, e quiser algo mais moderno, encontrará peças bacanas. Mais importante que ter roupa para essa ou aquela idade é ter numeração, havia um tempo em que ia até o 44 apenas. Creio que as pessoas maduras acham que não são representadas porque vemos campanhas de moda com jovens. Um exemplo bacana vem da Dolce & Gabbana, que sempre usou senhorinhas nas campanhas, aquela matriarca italiana e modelos mais novas, juntas. Outra grife que faz isso é a Missoni, também italiana. Tudo que sai da Itália vai para o mundo e incentiva a fazer parecido. Talvez, por aqui não tenhamos chegado a isso, mas estamos perto, pois estamos abarcando todos os tipos físicos e logo todas as idade entrarão nas campanhas também.

Pesquisa mostra que pacientes recebem informações falsas sobre diagnósticos na internet

Apesar da facilidade, informações genéricas podem preocupar sem necessidade ou tratar como insignificante um problema sério de saúde

Uma dor de barriga ou de cabeça que não passa e você corre para o Google para ler sobre o assunto, certo? O que pode parecer uma facilidade em conseguir informações sobre doenças, também pode na verdade ser um dos maiores vilões nesse caso, porque além de sermos “máquinas complexas” e termos históricos únicos de vida, o site de busca não é um médico, e isso faz toda a diferença.

Um pesquisa realizada com 570 médicos registrados na Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que ao final descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% desses profissionais notaram um aumento desses casos, ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são fidedignas.

celular redes sociais

Por exemplo, uma dor de cabeça no campo de busca do Google pode trazer diagnósticos de febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou, no pior dos casos, passar uma falsa sensação de tranquilidade. Esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem preocupados com o que eles estão chamando de “cibercondríacos”, aqueles pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

“Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações contidas ali não substituem uma consulta médica. Aqui mora o principal problema das pesquisas na internet: as informações acerca de uma condição de saúde ou doença disponíveis online muitas vezes são tratadas como diagnóstico pelo usuário”, diz Frederic Llordachs, médico cofundador da Doctoralia.

De acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. As razões que levam as pessoas a pesquisarem seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

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Mas, 9 a cada 10 médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. “Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo, ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é feito em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado”, explica Llordachs.

Mas há como ter tudo isso com um respaldo profissional. A Doctoralia, por exemplo, é uma plataforma gratuita para pacientes na qual um médico especialista, ou vários, respondem em até 48h qualquer pergunta sobre saúde em diversas especialidades. Além disso, o sistema busca um médico que esteja próximo da sua localidade e já apresenta os horários disponíveis para o agendamento da consulta.

O diferencial é enorme, afinal de contas existe um profissional lendo a pergunta do usuário, ou seja, uma personalização de atendimento online e não uma informação colocada da mesma maneira para milhares de visitantes diferentes de um site. A pergunta do usuário é enviada para todos os especialistas compatíveis que estão cadastrados no site, dessa forma, o remetente pode receber mais de uma avaliação, algo impossível de se fazer fisicamente em apenas 48h.

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Na Doctoralia, o usuário pode inclusive fazer sua pergunta de forma anônima, o que em alguns casos nos quais a descrição dos sintomas podem constranger a pessoa é uma ferramenta bastante interessante. A dica do site na hora de perguntar é simples: faça uma pergunta de saúde clara, objetiva, seja breve. Dessa forma a resposta pode ser muito mais assertiva do que sua pesquisa no “Dr. Google” e você pode evitar uma dor de cabeça maior ainda.

Especialista ensina como melhorar a autoestima e ser mais confiante

Muitas vezes profissionais se sentem desmotivados, pressionados e desvalorizados, e acabam tendo uma queda de produtividade que está relacionada a sua autoestima em baixa, como consequência disto. O que fazer para recuperar a autoestima, elevar a confiança e dar a volta por cima?

A especialista em produtividade, palestrante e empresária Tathiane Deândhela revela que é preciso olhar mais para os seus pontos fortes! Ninguém é perfeito, mas para onde a gente olha, se para os talentos ou vulnerabilidades, pode impactar nossos resultados! Identificar seu potencial é importante no processo.

“Se você não é capaz, se você ainda não conseguiu pensar tão positivo ao seu respeito, ou se ainda não acredita no seu potencial, provavelmente vai se sentir inferior quando se deparar frente a situações que não conseguir resolver. A autoestima é fundamental para o sucesso. E isso é treinável. É preciso uma negociação interna e assumir o controle dos pensamentos e da mente pra que tenha sentimentos positivos e que estes te impulsionem a seguir pelo caminho certo”, afirma Tathiane.

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Tathiane Deândhela

Ela aponta que existem métodos para elevar a autoestima e se sentir pronto para o combate: “Uma psicóloga famosa, professora da Universidade de Harvard, começou a estudar os comportamentos do ser humano e percebeu que a comunicação não verbal, ou seja, os nossos gestos, interferem diretamente naquilo que nós pensamos e naquilo que nós sentimos. Assim como se eu penso que sou capaz, se penso positivo, tendo a ter sentimentos positivos que me impulsionam a ter um comportamento coerente com aquilo que penso e com aquilo que eu sinto. Também posso ter resultados com ações de dentro para fora. Logo, é possível, sim, por meio de atitudes mudar o mindset e reconquistar a autoconfiança necessária”.

Tathiane ensina como elevar a sua autoestima em apenas dois minutos. Confira:

Comece pelos seus comportamentos

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Procure observar uma pessoa que tem a autoestima muito elevada, ou alguém de sucesso. Geralmente elas andam com o corpo reto, pose de super-herói. Fique por dois minutos nesta mesma posição. Imagine como é ser uma pessoa que se sente poderosa, que tem autoconfiança e permaneça nesta postura.

Analise: como que essas pessoas andam? Como que elas agem? Qual é o comportamento em termos de gestos, a comunicação não verbal dessas pessoas? O que os estudos concluíram é que trabalhando a respiração e a postura, você terá modificações na forma da pessoa pensar e sentir. Ou seja: você pode se tornar um pouco mais autoconfiante de fato.

Procure estar feliz e motivado

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“Eu costumo dizer muito uma frase: ‘Os pássaros não cantam só quando estão felizes. Mas eles cantam para ficar felizes’. Ou seja: se em determinado dia você não acordou tão bem, não tá muito bem humorado, ou às vezes não está conseguindo se perceber ali com a autoestima legal, ou não sente orgulho de si mesmo, então experimente 2 minutos com uma postura melhor”.

Se acordou mal, capriche na maquiagem, vista a sua melhor roupa, passe o seu melhor perfume. Isso já interfere no nosso estado interior. Ou seja, muitas vezes a gente tem que se produzir mais quando não está tão bem. Isso ajuda.

Experimente

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“Se você não é capaz de pensar, sentir e ter esse comportamento, então tenha o comportamento para gerar em você um sentimento positivo. Esse sentimento vai te fazer pensar que você pode, que você é capaz. Experimente, leva só dois minutos”, finaliza.

 

Investimentos e Planejamento Financeiro: temas do próximo encontro The Women

Que lugar de mulher não é só mais dentro de casa já é fato consumado nos dias de hoje. As mulheres vêm derrubando uma cultura de décadas, na qual se fala que o homem é quem tem que sair para trabalhar e prover a família. O que se tem observado é um grande aumento do público feminino que se interessa por atividades majoritariamente ocupadas por homens, como as relacionadas a finanças e investimentos.

É isso mesmo. O mercado financeiro virou um tema atraente para as mulheres, que hoje respondem por mais de 46% da população ativa no Brasil. E é justamente para ensinar como investir o seu dinheiro de maneira adequada e inteligente que o The Women realiza o encontro: “Como investir o seu dinheiro de acordo com seus objetivos e sonhos”, no dia 15 de agosto, no IL Barista, em São Paulo.

Para conduzir a conversa sobre esse conteúdo, o The Women convidou a especialista em investimentos e mercado financeiro, Alessandra Boiani. O local escolhido para a realização desta edição é o IL Barista Cafés Especiais, referência há 11 anos em cafés sofisticados e blends especiais.

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Cada dia mais as mulheres ganham destaque, se empoderando de espaços públicos e assumindo posições de responsabilidade, autonomamente ou dentro de corporações. E nos investimentos não é diferente. Na Bolsa de Valores, a quantidade de mulheres investidoras saltou de 15 mil em 2002 para 141,7 mil em 2017. No tesouro direto, entre 2013 e 2017, o público feminino quase dobrou, saindo de 80,5 mil para 155,5 mil, um avanço de 93,1%.

“O que mudou principalmente foram os desejos e ambições das mulheres: elas querem e sabem que podem mais. E neste novo contexto de empoderamento feminino é importante saber a como investir o seu dinheiro de acordo com seus objetivos e sonhos”, explica Alessandra.

Durante a palestra, serão abordados diferentes cenários, perfis e formatos de mercado. “Aproveitando o lugar especial que estaremos reunidas, a ideia é fazer um verdadeiro “blend de investimentos”, mostrando que não existem produtos bons ou ruins, mas sim inadequados para aquele tipo de mulher ou perfil”, completa a especialista.

O evento faz parte de mais uma experiência de autoconhecimento, networking, troca e muita descontração proporcionada para mulheres. O convite inclui um coquetel receptivo, um delicioso jantar volante preparado pela gastronomia do IL Barista – sob a curadoria da chef oficial do The Women, Luciane Cataneo – sorteios, presentes, e drinques.

Desta vez, a proprietária do IL Barista, Gelma Franco, que é uma das maiores especialistas em café do país, oferecerá a degustação de dois cafés especiais: “Estamos muito felizes em receber no nosso espaço um evento tão agregador. Escolhi dois blends super especiais para compor o encontro, que promete ser incrível”, comenta Gelma.

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“Nossos encontros reúnem de 20 a 30 mulheres, criando conexões reais e possibilitando a absorção de um conteúdo que promova o desenvolvimento pessoal e profissional para o universo feminino. Preparamos tudo com muito carinho para que o encontro seja especial e possa fazer diferença na vida das participantes”, finaliza a idealizadora do projeto, Theka Moraes.

Quem participa do ‘The Women’

O conceito inovador do “The Women” atende a mulheres que buscam ter um momento diferenciado do seu hall social e profissional.

Sobre a Palestrante

Alessandra Boiani é corretora de seguros plena, cadastrada na Susep. Tem 21 anos de experiência na área de seguros e investimentos, no Brasil e no exterior. Especializada em planejamento familiar e empresarial, sucessório, tributário e fiscal. Também é assessora de investimentos, cadastrada na CVM e planejadora financeira cadastrada na Planejar.

Sobre Theka Moraes

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Formada em Gestão Comercial na Anhembi Morumbi, de São Paulo, Theka Moraes possui ampla experiência no mercado de negócios e relacionamentos conquistados ao longo dos últimos 15 anos, com passagem pela área de negócios da revista Cool Magazine, da plataforma de networking Experience Club, da AEG World Wide, entre outras.

Como investir o seu dinheiro de acordo com seus objetivos e sonhos
Data: dia 15 de agosto
Horário: às 19h
Local: IL Barista
Endereço: Rua do Consórcio, 191 – Vila Nova Conceição, São Paulo.
Informações e reserva de vaga: consultar o perfil no Instagram ou clicar aqui. Valor: R$ 323,00

 

Dia dos Pais nas alturas de São Paulo, presente surpreendente e inesquecível

Entre 5 e 11 de agosto a High Class oferece 5% de desconto em todos os pacotes e formas de pagamento

Que tal celebrar o Dia dos Pais de uma maneira inusitada e marcar essa data para sempre no coração de alguém tão especial? Já pensou celebrar a gravidez dando a notícia ao futuro papai a bordo de um helicóptero? Ou comemorar com os filhos sobrevoando São Paulo? Não seria incrível? Um voo panorâmico de helicóptero sobre a maior cidade do Brasil, a uma altitude de 150/200m, oferece vistas deslumbrantes e muita emoção. Longe do estresse do trânsito, com segurança e conforto, durante o dia ou à noite, o visual da capital paulista proporciona um verdadeiro banquete aos olhos. Pode apostar: essa celebração jamais será esquecida.

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Os pacotes da High Class em São Paulo vão desde o voo panorâmico de 20 minutos aos que incluem abordagem surpresa; sala VIP exclusiva no Campo de Marte para casal ou família, especialmente decorada para a ocasião, coquetel com bebidas, bombons finos e retrospectiva em fotos; pouso em heliponto de hotel cinco estrelas; jantar romântico; suíte especialmente decorada e café da manhã; almoço ou jantar no Terraço Itália. Tem também os que se destinam ao litoral sul, com pouso na marina Astúrias (Guarujá/SP) ou no Casa Grande Resort & SPA, almoço completo, passeio de iate, e retorno à capital. E ainda é possível personalizar o pacote: sair do heliponto de um hotel parceiro; sobrevoar algum ponto com significado especial; passar por Campinas, Ilhabela, São Roque, ou alguma outra cidade. É só conversar com a High Class, pois lá o pessoal é especializado em realizar sonhos.

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Durante o passeio em aeronave para três, quatro ou cinco passageiros (Robinson R44 Raven II, Bell 206 Jet Ranger III e Esquilo, respectivamente) é possível ver com muita clareza diversos pontos turísticos e emblemáticos da cidade como Estação da Luz, Terraço Itália, Catedral da Sé, Pátio do Colégio, Teatro Municipal, Museu do Ipiranga, Avenida Paulista, Parque do Ibirapuera, Estádio do Pacaembu, Cidade Universitária, Memorial da América Latina, Sambódromo, Edifícios Copan e Altino Arantes (Farol Santander), Mercado Municipal, Viaduto do Chá e Mosteiro de São Bento.

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E os valores cabem em qualquer orçamento, pois podem ser parcelados em até 12 vezes no cartão de crédito (consulte a High Class para outras opções de parcelamento). Confira a seguir o investimento para voo panorâmico de 20 ou 30 minutos, de acordo com o número de passageiros (mais o piloto), já com os 5% de desconto válido para voos realizados na “Semana dos Pais” (5 a 11 de agosto).

Nº PASSAGEIROS TEMPO DE VOO VALOR A VISTA VALOR TOTAL PARCELADO VALOR DA PARCELA

 

03 20 MIN. R$ 1.106,75 R$ 1.246,13 R$ 103,84
03 30 MIN. R$ 1.368,00 R$ 1.540,37 R$ 128,36
04 30 MIN. R$ 2.120,87 R$ 2.387,35 R$ 198,95
05 30 MIN. R$ 2.662,37 R$ 2.998,37 R$ 249,86

Segurança é questão chave para a High Class. Por essa razão, sócios e colaboradores da empresa, cadastrada na Infraero e única do setor com sede no aeroporto Campo de Marte, explicam aos interessados em realizar um voo que é preciso checar se o helicóptero é homologado para táxi aéreo, pois diversas companhias vendem voos em aeronaves particulares, o que é proibido por não ser possível atestar os requisitos de segurança. Para ter essa certeza, é preciso acessar o site da Anac – Agência Nacional de Aviação Civil, digitar o prefixo da aeronave e verificar se em “categoria de registro”, consta TPX.

High Class
Endereço: Av. Olavo Fontoura 1078 – Setor C – Lote 5 – Sala 1 (Aeroporto Campo De Marte) – Santana – São Paulo – SP
Atendimento: das 9h às 18h: (11) 3863-2061
Plantão: 24h: (11) 99753-6946
Orçamentos: contato@passeiosdehelicoptero.com.br

A importância de entender o sentir para a saúde

Nesse mundo corrido e cheio de afazeres e tecnologias, que nos levam sempre para fora de nós mesmos, esquecemos a importância de entender o que sentimos em cada situação. Segundo a fisioterapeuta com foco em Saúde Integrativa, Frésia Sa, o resultado disso é muito descontentamento e as chamadas doenças emocionais

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“Precisamos retomar a importância de entender o sentir para a saúde”. A frase é da fisioterapeuta Frésia Sa, que realiza um trabalho de Saúde Integrativa, reunindo técnicas que descobrem e tratam a causa real de dores e doenças crônicas. Segundo ela, a modernidade e as tecnologias nos deram o entendimento do corpo, de uma forma nunca imaginada – chegamos à era dos clones e dos órgãos substituídos por similares eletrônicos – mas nos afastou do entendimento dos nossos sentimentos: “passamos a buscar a resposta cada vez mais do lado de fora, na informação e nos medicamentos, e esquecemos que, muitas vezes, ela está do lado de dentro, na nossa forma de sentir o mundo”.

Conforme explica Frésia, negligenciar o sentir nos trouxe, nessas últimas décadas, alguns problemas novos para lidar: “o descontentamento com a própria vida, síndromes, como a do pânico, dificuldades de gerenciar os ciclos de vida, como o sono, o envelhecimento do corpo, a nossa alimentação”. E o consequente aumento das chamadas doenças emocionais, como a ansiedade, o estresse e a depressão.

“Nós trabalhamos com a Saúde Integrativa exatamente para tentar preencher essa lacuna. Com essa forma de olhar para o paciente, nós englobamos sintomas físicos e emocionais, estilo de vida, objetivos, traumas conscientes e inconscientes, crenças enraizadas que podem ter origem familiar, social ou mesmo de situações vividas. Sob a nossa ótica, tudo no indivíduo faz parte do quadro de dor ou doença. E tudo no social em que ele está inserido pode influenciar”, explica a fisioterapeuta.

Frésia lembra que vivemos muito em modo automático e acreditamos, sem pensar muito, que seguir o que todos dizem ser correto é a melhor saída, sempre: “Temos muitos pacientes que chegam aqui com quadros agudos, que são amenizados com os tratamentos, mas que só são realmente revertidos quando a pessoa se dá conta de que é possível, sim, andar na contramão das crenças e criar seu próprio futuro”, revela.

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Ter essa autonomia de decisão, segundo ela, é libertador: “É ela que nos leva exatamente onde nós desejamos chegar. E, geralmente, na grande maioria dos casos, ela tem um efeito incrível sobre a nossa saúde integral. Sentir que temos capacidade de fazer nossas próprias escolhas, de que podemos seguir aquilo que sentimos, é uma das formas de atingirmos nosso potencial total de Saúde Integrativa”, finaliza.

Fonte: Biointegral Saúde

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