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Livro Vida Após o Suicídio é voltado àqueles que foram impactados pela perda

Criado para divulgar a importância da prevenção do suicídio, o Setembro Amarelo é também oportunidade para destacar a pósvenção: os cuidados especiais com aqueles que foram impactados pela perda de um familiar ou amigo que decidiu tirar a própria vida. Você já pensou nisso?

Aos sentimentos de rejeição e culpa por não ter conseguido evitar o suicídio de um ente querido se soma a culpa que os outros costumam imputar às pessoas mais próximas de quem se matou. E assim aumentam o trauma e a vergonha relacionados ao suicídio na nossa sociedade. A pósvenção, portanto, não deixa de ser uma forma de prevenção, por minimizar o risco de comportamento suicida em quem vive esse tipo de luto tão complicado e estigmatizado.

A famosa médica Drª Jennifer Ashton – figura frequente nos programas de TV norteamericanos Good Morning America, The Dr. Oz Show e The Doctors – viveu tudo isso na pele, quando o pai de seus filhos se suicidou em fevereiro de 2017, logo após assinarem o divórcio. O livro “Vida Após Suicídio”, em que conta sua perda pessoal e as etapas da recuperação dela e dos filhos, chega este mês ao Brasil pela Editora nVersos.

O objetivo da autora com a obra é estender a mão a tantos milhares de pessoas ao redor do planeta que vivem essa dor. Em 2016, foram 800 mil mortes por suicídio no mundo – em média, um a cada 40 segundos -, segundo o último levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para cada caso, calcula-se que de seis a dez pessoas (amigos e familiares) são direta e significativamente impactadas.

O suicídio não tem preconceito, atinge todas as classes sociais, todas as culturas, todas as idades. E é hoje uma questão mundial de saúde pública. Em mais de 90% das vezes, os suicídios estão associados a doenças mentais (principalmente depressão, bipolaridade, esquizofrenia, dependência química e alcoólica), que também costumam ser pouco compreendidas pela sociedade.

Jennifer Ashton relata sua vivência e as histórias de vários outros “sobreviventes do suicídio” com quem conversou, com respeito e compaixão por aqueles que decidiram partir. Seu livro é um espaço seguro e acolhedor para quem precisa de coragem para seguir em frente com sua vida. Sua missão é romper tabus e fortalecer as redes de apoio que encontrou quando precisou para oferecer o mesmo conforto a qualquer um que, de repente, se encontre na mesma situação.

 Vida Após Suicídio – Encontrando coragem, conforto e acolhimento após a perda de uma pessoa querida
Autora: Jennifer Ashton, M.D.
Editora: nVersos
Nº de páginas: 208
Formato: 14 cm x 21 cm
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 42,00

Setembro Amarelo: atenção e prevenção ao suicídio na quarentena

Os desafios impostos pela pandemia de Covid-19 e pelo isolamento contribuem para o aumento das doenças mentais, a exemplo da depressão e transtornos de ansiedade. A necessidade de se adaptar ao home office e rotina intensa de trabalho neste momento, com inúmeros compromissos virtuais e em muitos casos aumento do serviço doméstico, também tem elevado os níveis de estresse e ansiedade.

Embora não haja estudos aprofundados sobre isso, uma pesquisa da Associação Brasileira de Psiquiatria, realizada em maio deste ano, revelou que 89,2% dos especialistas entrevistados destacaram o agravamento de quadros psiquiátricos em seus pacientes, devido aos efeitos do novo coronavírus na sociedade.

O momento de maior vulnerabilidade demanda atenção redobrada para a campanha Setembro Amarelo, criada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e pelo Centro de Valorização da Vida (CVV). O objetivo é promover a informação sobre saúde mental e a prevenção do suicídio.

Todos os anos, cerca de 11 mil brasileiros tiram a própria vida. No mundo, o número de suicídios, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é de 800 mil por ano. Estima-se que cada morte por suicídio afete intimamente a vida de cerca de 60 pessoas, entre familiares, amigos e colegas.

De acordo com a psicóloga Paula Diniz Vicentini, da clínica Personal da Central Nacional Unimed, “o medo da Covid-19, os conflitos familiares decorrentes do isolamento e até a crise econômica provocada pela pandemia têm aumentado o índice de problemas emocionais e transtornos psiquiátricos”. Por isso, cuidar das próprias emoções e oferecer apoio às pessoas mais próximas são medidas que podem ajudar a prevenir as doenças mentais e o suicídio.

Ajuda profissional

“Existem alguns possíveis sinais de comportamento suicida. É preciso prestar atenção, oferecer uma escuta ativa, amparar e indicar acompanhamento profissional”, explica Paula. Mesmo no isolamento social é possível escutar e oferecer apoio. A internet e o telefone permitem a escuta ativa, mesmo à distância.

O acompanhamento psiquiátrico e psicológico ajuda a desenvolver habilidade emocional para administrar adversidades da vida. “Se há perigo imediato, a orientação do Ministério da Saúde é não deixar a pessoa que pensa em suicídio sozinha. Você pode procurar ajuda de profissionais de serviços de saúde, de emergência ou entrar em contato com alguém de confiança, indicado pela própria pessoa”.

Existem ainda os serviços oferecidos pelo CVV, disponível em http://www.cvv.org.br, que trabalha para promover o bem-estar das pessoas e prevenir o suicídio, em total sigilo, 24h por dia.

Sinais de alerta*


• Falar muito sobre a própria morte e demonstrar desesperança em relação ao futuro.
• Usar expressões que manifestam intenções suicidas: “vou desaparecer”, “vou deixar vocês em paz”, “eu queria poder dormir e nunca mais acordar”, “é inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar”, “vocês vão ficar melhor sem mim”, não aguento mais”.
• Reduzir as interações: não atender a telefonemas, não responder mensagens ou ser evasivo.
• Apresentar grandes mudanças de humor (estar eufórico em um dia e profundamente desencorajado em outro).
• Ter atitudes arriscadas, como dirigir de forma imprudente ou entrar em brigas.
• Começar a se despedir de amigos e familiares como se não fosse vê-los novamente.
*Ministério da Saúde

Fonte: Central Nacional Unimed

Setembro Amarelo: infográfico traz dicas de autocuidado

A Care Plus faz parte da Bupa, que tem presença em mais de 190 países. Há mais de 28 anos, fornece soluções de saúde premium, por meio de uma ampla gama de produtos (medicina, odontologia, saúde ocupacional e medicina preventiva). É a principal operadora de saúde no Brasil em seu nicho de mercado, atendendo a mais de 1.000 empresas e cerca de 112 mil beneficiários.

A empresa preparou um infográfico com dicas de autocuidado da saúde mental durante a quarentena, especialmente para este mês, quando é realizada a campanha Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio.  Confira:

Fonte: Care Plus

Novas competências: conheça as inteligências profissionais que farão a diferença

Especialista aponta a importância de se desenvolver as quatro inteligências no pós-pandemia

Há um semestre, desde o primeiro caso de Covid-19 registrado no Brasil, a pandemia trouxe inúmeros significados, diferentes perdas e aprendizados para cada brasileiro, pois foi a partir da crise que os profissionais tiveram a chance de revisar sua capacidade de transformação pessoal e profissional. A especialista em estratégia de carreira Rebeca Toyama mostra como aprimorar as quatro inteligências dentro do conceito da quarta revolução industrial de forma prática e objetiva a fim de se adaptar ao novo momento.

No livro ‘A Quarta Revolução Industrial’, o autor de Klaus Schwab mostra que a quarta revolução está trazendo rupturas no modo em que vivemos, no qual será um desafio se adaptar ao novo ambiente proposto, mas não impossível, precisará somente mobilizar a sabedoria coletiva de nossas mentes, corações e almas. Com isso, vem o conceito sobre os quatro tipos de inteligências – contextual (a mente), emocional (o coração), inspirada (a alma) e a física (o corpo) – e que será preciso se desenvolver e adaptar para, assim, conseguir aproveitar o potencial das rupturas.

As quatro inteligências citadas por Schwab vêm mostrar algumas mudanças que estão interligadas e podem auxiliar nesta evolução profissional e pessoal, como a maneira que compreendemos e aplicamos os conhecimentos que adquirimos; a forma como nos relacionamos e processamos pensamentos e sentimentos; como as usamos nos relacionamos, na individualidade e no propósito compartilhado a fim de agir para o bem comum, e como cultivamos e mantemos nossa saúde e bem-estar pessoais e daqueles que estão ao nosso entorno.

Portanto, para que o cenário seja positivo, é necessário ter a consciência da importância do aprimoramento pessoal, sendo assim, se faz fundamental o fortalecimento das nossas inteligências. “Já estávamos enfrentando uma série de crises pessoais e profissionais, antes mesmo da Covid, mas é importante ressaltar que precisamos extrair o máximo de aprendizado deste momento, e fazer desta uma oportunidade de revisar nossa capacidade de realizar e transformar o contexto pessoal e social”, aponta Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira.

Um mundo de mudanças rápidas, como a que vivenciamos hoje, requer agilidade intelectual e flexibilidade, e não foco fixo e pensamento restrito. Como precisamos trabalhar também nossa forma de nos relacionar com os sentimentos, a inteligência emocional, nesse aspecto, permite que os profissionais estejam preparados a estabelecer vínculos mais colaborativos com colegas de trabalho, clientes e parceiros de negócio.

Por outro lado, é necessário também buscar um significado e propósito junto com a confiança de cada indivíduo, pois só conseguimos chegar a algo quando há um propósito maior. Além disso, um dos fatores que precisam ser trabalhados é a força vital. É essencial se manter em forma, saudável e ter calma em momentos de pressão.

E o ponto-chave das inteligências é aprimorar e desenvolver novas competências para, assim, reconhecer os valores, talentos e a autoestima, aperfeiçoando a relação com o mundo e com os outros. Além de encontrar potenciais inexplorados e descobrir recursos internos.

“Dentro de nossas competências precisamos encontrar lacunas onde necessitam ser lapidadas, assim existirá uma forma de complementar nossas habilidades profissionais e pessoais. O mundo está em constante mudança, cada vez mais complexo e fragmentado, mas nós ainda podemos moldar o nosso futuro de uma forma que beneficie a todos”, finaliza Rebeca.

A especialista em estratégia de carreira dá dicas para desenvolver as quatro habilidades:

1- Inteligência Contextual: aprenda a entender o contexto e a propor soluções, deixe as autocobranças de lado, abra mão do perfeccionismo e foque no resultado;


2- Inteligência Emocional: escutar suas emoções, se relacionar melhor consigo mesmo e com os outros; colaboração é uma habilidade preciosa nesse momento;


3- Inteligência Espiritual: liberte-se das crenças limitantes, escute o convite da vida, caminhe em direção ao que dá sentido à sua existência;

Foto: Jeviniya-Pixabay

4- Inteligência Física: as três inteligências acima precisam de um corpo saudável para se manifestarem, portanto, cuide do sono, organize seu tempo para que as tarefas importantes não sejam deixadas de lado.

Fonte: Rebeca Toyama é fundadora da RTDHO e da ACI (Academia de Competências Integrativas) empresa com foco em bem-estar e educação corporativa. Especialista em estratégia de carreira e educação organizacional. Formada em administração, psicologia, marketing e tecnologia. Atua há 20 anos como coach, mentora, palestrante, empreendedora e professora e atualmente é mestranda em psicologia clínica.

 

 

Setembro Amarelo: como a beleza pode levar ao suicídio – por Luzia Costa*

Setembro é o mês dedicado à valorização da vida e a prevenção do suicídio. Um assunto preocupante que deve ser levado a sério por todos. Muitas vezes um amigo, um parente, alguém muito próximo que convive com você diariamente pode demonstrar ser divertido, estar bem, mas pode passar por problemas que desconhecemos. E pasmem, na maioria das vezes estão enfrentando momentos difíceis, sozinhos, e não percebemos.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada 40 segundos, todos os anos no mundo. Impressionante este número, não é mesmo?! No Brasil, anualmente há um registro de 12 mil suicídios.

É muito comum vermos cada vez mais jovens preocupados com a aparência, com status e com a necessidade de mostrar uma vida feliz e estável nas redes sociais. A procura por um corpo e rosto perfeitos acabam sendo metas de vida nos dias de hoje.

Quantas pessoas do seu convívio que você já ouviu dizer: “quero ser magra”, “queria um nariz igual da atriz”, “quero emagrecer”, “queria meu cabelo assim”, e vários outros discursos como esses no dia a dia?!

Na Sóbrancelhas, nossa rede de embelezamento do olhar e da face, frequentemente lidamos com situações parecidas, onde clientes chegam até nossas lojas com fotos de atrizes e influenciadoras, querendo as sobrancelhas idênticas, por exemplo. Porém, não é possível, afinal cada rosto tem seu desenho e sua própria beleza.

Percebemos uma excessiva imposição a um padrão de beleza por essa geração. A mídia, principalmente a internet sempre pregou o que é bonito, o que é melhor, e se você não faz parte desse modelo, você está fora, não serve, ou você é inferior aos demais.

Há estudos que comprovam que na área profissional também é afetada por todo essa exigência. Muitas esteticistas competentes também sofrem esse tipo de preconceito por não fazer parte do padrão “magro”.

E todo esse bombardeio pelo padrão da beleza gera a dificuldade de lidar com a vida real, o que pode acarretar desde quadros de ansiedade à depressão, podendo levar até ao suicídio.

O que precisamos fazer, principalmente nós da área da beleza é incentivar as pessoas a se aceitarem como elas são, dar importância a beleza natural. É possível e importante ter a autoestima elevada do jeito que somos, das mais diversas formas que cada ser humano é. Jamais transforme em um refém do padrão de beleza que nos é imposto!

Pixabay

Lembrem-se: tenham empatia com você mesmo e com o próximo.

*Luiza Costa é CEO do Grupo Cetro que detém as marcas Sóbrancelhas e Beryllos. Coleciona prêmios como Prêmio Grandes Mulheres, na Categoria de Médias Empresas, realizado pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios – PEGN e Facebook; Destaque Empresarial 2018 & Revelação na área de Empreendedorismo Social; Prêmio Empresário do Ano Top of Quality Gold Internacional.

Uma doença contemporânea, a Brasilíase*

Popularmente conhecida como deadlock ou a angústia do Dia da Marmota

Este artigo reproduz um diagnóstico de um médico. Munido de várias informações o médico emite o parecer sobre a doença do paciente. Meu paciente é um continente de 8,5 milhões de quilômetros quadrados; 210 milhões de habitantes; com larga miscigenação biológica e dissimulada segregação racial e social; com uma burocrasília alienada das necessidades nacionais. Paciente amigo e fraterno no convívio diário, indisciplinado e procrastinador das exigências republicanas e cidadãs.

O prontuário do paciente mostra muitas escolhas históricas e seus encadeamentos nefastos, muitas trocas e intercâmbios excludentes das elites, inúmeras sutilezas culturais e comportamentais pouco producentes. Com esse quadro, o paciente foi acometido de um profundo deadlock, e da comorbidade do Dia da Marmota, doença conhecida como Brasilíase.

A palavra deadlock, entendida em pedaços, chega a ser autoexplicativa: dead – morto, lock – trava, fechadura. Indica o momento em que um processo, para continuar a funcionar, precisa de outro processo para avançar, mas este, por sua vez, depende do anterior. Inércia histórica.

No Dia da Marmota, no filme Feitiço do Tempo, a repetição é eterna. Muitas marielles assassinadas, sergios moros virando suco, balas perdidas, número de assassinatos de país em guerra, anões do orçamento/mensalões/lavas jatos, sergios cabrais, prefeitos falando “não roubei tanto quanto o outro aí”.

Os sintomas são claros: as instituições se agridem e fazem debates vazios; os sofrimentos se repetem, a revolta é permanente; ódios, gritos e agressões no trânsito, na Internet, nas relações pessoais.

Angel Glen/Pixabay

Todos estão exaustos de viver no eterno Dia da Marmota. O paciente não aguenta mais. Essa angústia é clara. O paciente está aturdido, tonto, sem rumo. Só ouve quando alguém grita frases bombásticas sem sentido. A racionalidade do paciente está dopada.

Mas o paciente fará uma tomografia logo. Haverá eleição municipal. Após essa tomografia saberemos se o paciente quer um tratamento sério ou se quer placebo sem nenhum esforço. Saberemos se ele escolherá novas lideranças que tenham bagagem técnica, ética e política para gerir o tratamento.

O candidato que deixar claro que o tratamento será longo e exigirá muito esforço de todos será eleito? Ou os clássicos enroladores serão eleitos? O paciente escolherá competência e comprometimento e muito esforço próprio ou propostas mágicas e falsas? Ele realmente quer se curar da Brasilíase ou escolherá mais alguns anos de candidatos falastrões, prometedores de nada? Bons de papo e com zero de resultado.

Paciente que quer se curar tem que participar ativamente do tratamento, que exigirá muito esforço, tempo e sacrifícios para sair da letargia. Os remédios não serão doces e saborosos. Nosso deadlock histórico está preso à nossa procrastinação em assumir os próprios erros e fraquezas. Brasilíase tem cura? Precisamos esperar a tomografia.

*Luiz Jurandir Simões de Araújo é professor de Atuária na FEA/USP e na Unifesp; e Diretor Administrativo FapUnifesp (Fundação de Apoio à Unifesp)

ViaMobilidade promove ação da Campanha Pela Vida

“Cantinho do Desabafo” retorna nesta terça-feira (22) na Estação da Linha 5-Lilás Capão Redondo, entre 14h e 16h

Nesta terça-feira (22), a Estação Capão Redondo, da Linha 5-Lilás de metrô, receberá, das 14 às 16 horas, a ação “Campanha pela Vida – Não só em Setembro”. A iniciativa é uma parceria da ViaMobilidade, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 5-Lilás de metrô de São Paulo, com a Força Jovem União (FJU), responsável pelo projeto Help, e tem por finalidade ajudar pessoas que sofrem com complexos, bulimia, abusos, traumas, bullying, síndrome do pânico e ansiedade, e outros problemas que podem levar a pensar em suicídio.

A campanha prosseguirá uma vez por mês nas estações da Linha 5-Lilás até dezembro de 2020, sempre nos mesmos horários, das 14h às 16h.

Nos últimos meses, o projeto Help tem feito mobilizações nas estações da Linha 5-Lilás, realizando por meio do um “cantinho do desabafo”, uma escuta fraterna e a disponibilização de um número de telefone nacional para atendimento online (4200-0034) caso a pessoa solicite. As mesas do cantinho do desabafo estarão montadas respeitando as normas de segurança da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate ao novo coronavírus e colaboradores da concessionária orientarão os passageiros para que mantenham o distanciamento físico correto.

“Campanha pela Vida – Não só em Setembro”
Horário: sempre das 14h às 16h
22 de setembro
Local: Estação Capão Redondo – Av. Carlos Caldeira Filho, 4261
20 de outubro
Local: Estação Santa Cruz – Av. Domingos de Morais, 2474
24 de novembro
Local: Estação Largo Treze – Av. Padre José Maria com R. Barão do Rio Branco
15 de dezembro
Local: Estação Chácara Klabin – Rua Vergueiro, 3800

Fonte: ViaMobilidade

Setembro Amarelo: relação entre redes sociais e suicídio

Especialista explica como a internet pode ser propagadora de gatilhos e como diálogo pode diminuir incidência de casos

O suicídio, hoje em dia, ainda é considerado tabu por muita gente. Mas não deveria. Afinal, faz uma média de uma vítima a cada quatro segundos no mundo, ou seja, 800 mil vítimas por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A psicóloga Ana Gabriela Andriani explica que, em muitos lugares, existe um empecilho extra para tentar diminuir esse número.

“Existe a crença de que, ao falar sobre o assunto, estaríamos, na verdade, propagando ou divulgando o suicídio e suas tentativas”, adverte Ana. No entanto, deveria ser o oposto, falar disso poderia reduzir a incidência de casos.

Redes sociais e suicídio

De acordo com a especialista, as redes sociais, sim, têm sido um meio propagador de gatilhos para as tentativas de suicídio, especialmente quando falamos de jovens e adolescentes. Isso principalmente em um momento em que o consumo da internet aumentou tanto em função da necessidade do isolamento físico social.

O bullying e a constante necessidade de aprovação virtual têm levado cada vez mais jovens a desenvolver quadros de depressão e ansiedade. Um estudo realizado pela Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, mostrou que os “heavy users” (usuários que passam grande parte do tempo na internet) possuem três vezes mais chances de sofrer de depressão comparando com aqueles que conferem suas redes sociais com menos frequência.

Já um estudo de 2017 da agência nova/sb analisou mais de 1 milhão de menções ao suicídio nas redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e Youtube): em 34,2% dos casos eram piadas ou memes, 24,4% eram opiniões, 22,1% citações, 7,5% notícias, 6,3% relatos e 5,5% se tratavam de depoimentos. Os dados também mostraram informações preocupantes: 18,3% das postagens eram falas negativas ou preconceituosas, como por exemplo “conte a um psicólogo, não ao Facebook”, “quem tem depressão não fica em rede social tentando aparecer” ou “quem quer se matar não avisa”. Algumas, inclusive, incentivavam os usuários a tirar a própria vida. “Esses resultados mostram a necessidade de uma abordagem e de um espaço sem julgamentos para sensibilizar e educar e, assim, contribuir com a prevenção”, afirma Ana Gabriela.

Diálogo como prevenção

Para a psicóloga, o diálogo é fundamental. “É necessário falar sobre o assunto. Mas isso não significa apenas divulgar números. É preciso entender o que leva ao suicídio, como é possível prevenir e que o suicídio é uma questão de saúde pública. Precisamos abrir esse canal de diálogo e trazer informações sobre o tema e tudo o que o cerca, como as doenças mentais, saúde mental, o que é e quais são os sinais de comportamento suicida.”

Ela explica que o assunto é complexo e nem todas as pessoas que cometem o suicídio apresentam algum tipo de sinal prévio, por isso que é tão importante erradicar esse preconceito. Outro ponto fundamental para se esclarecer é que muitas vezes não existe um planejamento para tal ato. “Muitas vezes a pessoa busca uma maneira de acabar com algum sofrimento e vê na tentativa do suicídio uma saída. Ela não pensa em morrer, ela pensa em uma solução para aquele momento de dor. É importante esclarecer que nem toda pessoa que comete suicídio planejou a ação, pretendia de fato acabar com a vida ou tinha histórico de tentativas”, analisa.

Ana Gabriela ainda salienta que o preconceito de achar que quem comete suicídio é fraco também não é válido. “Vemos pessoas fortes que, em um momento de desespero, só enxergam isso como saída. Julgar o próximo não vai ajudá-lo”. Desde 2014, ocorre no Brasil a campanha do Setembro Amarelo, que é realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Uma tentativa de levar luz ao assunto.

Foto: MedicalNewsToday

“Quando falamos sobre a prevenção do suicídio, devemos prestar atenção à forma como abordamos o tema. Muitas vezes focamos na morte apenas de pessoas famosas e colocamos uma certa dose de romance no ato, ligando o suicídio ao estilo de vida dessa personalidade, como falta de sono, vida agitada e conturbada, por exemplo. O que é deixado de fora nesses casos, muitas vezes, são as reais causas do suicídio”, diz Ana Gabriela. Ela finaliza alertando que estão no grupo de risco pessoas com esquizofrenia, bipolaridade, borderline e usuários excessivos de drogas e de álcool.

Fonte: Ana Gabriela Andriani é graduada em Psicologia pela PUC-SP, Ana Gabriela Andriani é Mestre e Doutora pela Unicamp. Tem pós-graduação em Terapia de Casal e Família pelo The Family Institute, da Northwestern University, em Illinois, Estados Unidos, e especialização em Psicoterapia Dinâmica Breve pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas/USP. Possui, ainda, aprimoramento Clínico em Fenomenologia Existencial na Clínica Psicológica da PUC-SP. Ana Gabriela acredita que o autoconhecimento influencia diretamente no trabalho, nas relações afetivas e na qualidade de vida.

Previsões para esta semana em que começa a primavera e o Sol entra no signo de libra

Uma nova semana começa, a primavera chega no dia 22 e o Sol entra em libra no dia 23. Confira como estarão os astros e as previsões do astrólogo Junior Moura de hoje (21) a domingo (27).

Áries
Geral: traga toda a sua força e intensidade para o que deseja nesta semana. Cuidado com a zona de conforto. O senso de justiça vai ficar bem intenso nesta fase. Lembre-se que cada um dá o que tem.
Amor: muitas vezes as relações mais saudáveis e equilibradas deixam de acontecer em seu caminho por conta de posturas egocêntricas e explosivas. Reflita sobre o papel do outro em sua vida.
Dinheiro: esta semana está com uma energia incrível para o dinheiro. Procure trabalhar suas emoções e suas crenças, isso vai ajudar demais em sua relação com a materialidade.

Touro
Geral: aquela preguicinha típica dos Taurinos provavelmente ficará de lado nesta fase. Os astros te convidam para o movimento, a busca, e a despertar o seu lado forte e guerreiro. Lembre-se que a estabilidade que você tanto ama só depende de você.
Amor: ventos trazem movimento e novidades para os relacionamentos dos Taurinos. É hora de trazer flexibilidade, inovação e transformação para o que você entende como relação.
Dinheiro: quando descobrimos nossa força, percebemos que podemos fazer mais, que podemos voar mais alto, e que somos mutantes. Ou seja, se eu me esforçar, não importa o que eu faça, o dinheiro vem.

Gêmeos
Geral: a mente que é acelerada e que precisa de alimento constante, esta semana pede mais foco, calma e centramento. Um momento lindo para trabalhar a fé e a espiritualidade. Lembre-se: a comunicação que é tão forte em você deve ser utilizada para o espiritual também.
Amor: quando entendemos o papel do relacionamento em nossa vida, não permitimos mais viver certas coisas. Por isso, nessa semana exercite a tranquilidade, a paz de espírito e a reflexão do papel do outro em sua vida.
Dinheiro: prosperidade tem haver com inteligência também. É hora de utilizar toda a sua capacidade mental para pensar e ancorar a sua relação com o dinheiro. Entenda, as suas ideias em relação ao dinheiro impactam na entrada de valores.

Câncer
Geral: movimento, novidades, intensidade e desejo são o que os astros trazem para o signo nesta semana. É hora de se abrir para o novo e de se conectar com a sua força espiritual.
Amor: apimentar, trazer intensidade e desejo para as relações. E se você não estiver se relacionando, vá em busca, a semana promete quando o assunto é intensidade e conexão.
Dinheiro: os astros te convidam a poupar e a esconder seu dinheiro. Traga um novo olhar para a sua relação com o que você conquistou. E preste bastante atenção com o que você gasta.

Leão
Geral: semana bem intensa. É hora de cuidar da saúde e principalmente da espiritualidade. Cuide de suas emoções, do seu corpo, e de como você está alimentando sua mente. Momento lindo para um detox em todos os sentidos.
Amor: mudanças e transformação para as relações em geral. Alicerce tudo aquilo que acredita ser uma relação emocional. E lembre-se que nem sempre vamos colher onde plantamos.
Dinheiro: cuidado com o ego e o orgulho em relação ao dinheiro. Esse signo tem predisposição a exaltar isso principalmente quando está bem com o dinheiro.

Virgem
Geral: determinação e força, é hora de trazer a sua versão guerreira para fora. Atenção para conflitos, ansiedade demais e para não sair atropelando os processos.
Viva cada coisa no seu tempo!
Amor: muitas vezes vivemos conflitos e discordâncias por falta de empatia e não sabemos olhar para o lado, para o outro. O astral te convida a exercitar isso.
Dinheiro: ele não tem a ver somente com trabalho e determinação. Muitas vezes trabalhamos demais e o dinheiro vem curto. Trabalhe as suas crenças, reverencie tudo que vêm antes de você, honre seu pai e sua mãe e, assim, sua prosperidade vai melhorar.

Libra
Geral: as emoções estão com tudo nessa semana para seu signo. As questões familiares te convidam a um novo olhar. Sentimentos vindo à tona: chorar e fazer limpezas é extremamente importante, mas cuidado para não estender demais isso.
Amor: librianos tendem a colocar muitas vezes o outro em primeiro lugar, têm dificuldades em falar não e em se posicionar. É hora de exercitar isso.
Lembre-se que quando falo SIM para o outro, digo NÃO para mim.
Dinheiro: nossa prosperidade acontece quando estamos bem, emocionalmente e espiritualmente. Faça limpezas nesses setores e provavelmente sua relação com o dinheiro vai melhorar.

Escorpião
Geral: este signo ama se recolher e viver com intensidade suas emoções e, principalmente, se aprofundar no mais oculto que existe neles. É hora de olhar para o seu lado escuro. Via lá, organize-se e retorne com mais consciência de quem você realmente é.
Amor: muitas vezes idealizamos um tipo de relação e de pessoa. Perceba se você não está vivendo o que realmente gostaria, se tem a ver com o outro ou com as expectativas geradas por você.
Dinheiro: momento bem positivo em relação ao dinheiro. Mas lembre-se que apegos não contribuem para esse relacionamento.

Sagitário
Geral: ancestralidade, é hora de olhar para tudo aquilo que veio antes de você. Muitas vezes nos colocamos em posições que não são as nossas. Perceba se você não está repetindo padrões, se por reverência você não está carregando um peso que não é seu.
Amor: estabilidade é um bom tema a ser trabalhado dentro dos relacionamentos. Tudo aquilo que está concreto e estabilizado tem menos chance de se romper.
Dinheiro: os astros te convidam a plantar antes de querer colher. Quem determina a hora e onde vamos colher não somos nós, por isso exercite esse pensamento nessa semana.

Capricórnio
Geral: autoestima com tudo nesse período. Saia da sensação de controle, se permita viver com mais equilíbrio e cuide de você. Separe no mínimo um dia ou algumas horas para você alimentar sua alma, seu corpo, suas emoções e sua mente.
Amor: para que os relacionamentos fluam em nossa vida não podemos contrair. Não podemos achar que temos o controle do outro. Lembre-se que, quanto mais liberdade você trata o outro, mais motivos ele tem para voltar.
Dinheiro: semana bem linda para a prosperidade e abundância. Diga ao tempo, a Deus ou ao universo: “Eu me abro para toda a abundância que existe no Universo”.

Aquário
Geral: é hora de renovação , de mudanças, de transformar tudo aquilo que não te nutre mais, tudo aquilo que não acrescenta mais em sua vida. Momento bem positivo para limpezas em diversos níveis.
Amor:  o reciclar também é necessário no sentir. E não é trocar: é reaproveitar, limpar, organizar e trazer um tom mais leve para os relacionamentos.
Dinheiro: faça o que você ama, só assim a energia do dinheiro flui. Se você estiver se sentindo pressionado, dentro de rotina ou fazendo o que não gosta, sua relação com o dinheiro não vai fluir.

Peixes
Geral: ir à caça, ativar o senso de percepção, de intuição e, principalmente, analisar antes de atirar. Muito importante estudar bem o seu alvo antes de ir atrás. Momento lindo para se valorizar e se colocar como prioridade.
Amor: liberdade dentro do sentir. As relações precisam ser fluídicas, cuidado com as dependências que você cria em relação ao outro.
Dinheiro: piscianos têm sempre que exercitar a relação com o dinheiro, já que  peixes é um signo que não tem muita relação com o mesmo. Organize suas finanças, poupe dinheiro e, principalmente, cuidado com o que você assina.

Fonte: Junior Moura é astrólogo e alquimista com mais de 20 anos de experiência na área da espiritualidade. Realiza atendimentos presenciais e a distância em todo o mundo auxiliando diversas pessoas a descobrirem a própria consciência luminosa através da astrologia, numerologia, radiestesia, tarot, reiki e alquimia. Considera-se um profissional universalista, aplicando diversas filosofias em seu trabalho. Instagram: @consciencialuminosa

Ilustrações: Gerd Altmann/Pixabay

Hoje é o Dia Mundial da Doença de Alzheimer

Doença que atinge memória e leva a perda cognitiva muda a vida de paciente e familiares

Setembro é o Mês Mundial da Doença de Alzheimer, cujo dia é comemorado hoje (21), e incentiva a conscientização e move campanhas no mundo todo, coordenado pela Alzheimer’s Disease International (ADI), associação que congrega todas as instituições mundialmente. Este ano o tema é ‘Vamos conversar sobre demência’ e a ABRAz (Associação Brasileira de Alzheimer) chama a atenção para os números da doença.

A cada 3 segundos alguém é diagnosticado com esse tipo de demência no mundo e até 2050 serão 152 milhões de pessoas com Alzheimer, de acordo com a estimativa da ABRAz. “É preciso falar sobre o assunto, trabalhar para prevenção e diagnóstico precoce, já que não há cura, mas há possibilidades de tratamentos avançados capazes de retardar o avanço. Por isso é tão importante o conhecimento e acompanhamento com profissionais especializados”, explica Marcella dos Santos, enfermeira chefe do Grupo DG Sênior e responsável por três casas de residenciais para idosos, em Santo André – SP.

Quem tem um familiar com Alzheimer ou conhece alguém que já cuidou de um parente com a doença sabe que a experiência não é nada fácil. Doença neurodegenerativa mais frequente na espécie humana, o problema afeta a memória, o comportamento e outras funções mentais de forma progressiva. Nos estágios mais avançados, impede a pessoa de exercer suas atividades diárias, reconhecer os familiares e se comunicar adequadamente. Na maioria dos casos, a doença é detectada após um longo período, trazendo cada vez mais dificuldades para os familiares em lidar com o paciente.

Hoje já é possível contar com diversos tratamentos e tecnologias para diagnosticar, tratar e facilitar o dia a dia do portador e dos familiares. A última novidade veio de neurocientistas suecos que desenvolveram o aplicativo Altoida, recém-chegado no Brasil. A ferramenta reconhece alterações cognitivas, o que pode ajudar a identificar a doença de Alzheimer 10 anos antes da manifestação dos primeiros sintomas, e de acordo com o desenvolvedor, o app tem até 94% de precisão, e através de um teste rápido ele trabalha com inteligência artificial identificando o CCL (comprometimento cognitivo leve), que é a fase inicial do Alzheimer.

Marcella explica que é preciso ter cautela com a realização dos testes, para que os pacientes não fiquem ansiosos ou até mesmo deprimidos com resultados que apontem para o diagnóstico positivo. “Sempre conversamos muito com a família. A confirmação do Alzheimer pode mudar a forma de lidar com o familiar, mas é importante entender o que realmente é possível fazer por aquela pessoa querida.”

Há muitos fatores que levam ao aparecimento da doença e o papel dos profissionais da saúde é ajudar paciente e familiares a entender melhor a questão para tomar as providências com o máximo de antecedência possível. “É preciso deixar de lado o estigma da doença e trabalhar o psicológico de todos. Acompanhamos de perto tanto pacientes com perda cognitiva e de memória quanto a família que passa por fases bastante delicadas de aceitação”, conta a profissional.

Demência x Alzheimer

Uma dúvida muito frequente é sobre a diferença da demência e do Alzheimer. De acordo com doutor Dráuzio Varella, é necessário entender que a doença de Alzheimer é um dos tipos de doença do quadro demencial. “Para a medicina, a demência não tem ligação com o conceito popular, conhecido como loucura”, explica.

De acordo com o médico, a demência se refere a alterações da cognição. Ele explica que toda análise que fazemos sobre o mundo, como visão, audição, reflexos, percepções de vida, acontecem por meio de processos cognitivos. Nas demências, esses processos vão se embaralhando e a visão da realidade começa a ser deturpada.

“Há vários processos que provocam demência, por exemplo, um derrame cerebral que atinge uma área responsável pelo entendimento de mundo que nos cerca, ocasionando uma confusão”, diz Varella. O doutor reforça que existem vários tipos de demência, como falta de vitamina B12 ou até mesmo casos de hipotireoidismo que levam a quadros confusionais.

“A demência mais comum de todas é a doença de Alzheimer. Ela se deve à deficiência da cognição que vai se instalando gradativamente, começando com pequenos lapsos de memórias, esquece acontecimentos recentes, mas tem memória para fatos tardios. Começa confundir pessoas, contar a mesma história dezenas de vezes, o quadro vai progredindo gradativamente até atingir a parte motora, e acabam sendo dependentes totalmente”, conclui.

Fonte: Grupo DG Sênior