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Durante o mês de janeiro, taróloga Eliz Prister faz leitura especial para 2021

Tirando um Arcano Maior do Tarô para cada mês, a consulta é uma previsão completa para o ano

Neste mês de janeiro, Eliz Prister preparou um atendimento especial com previsões para todo o ano de 2021. Durante a consulta, a taróloga tira um Arcano Maior do Tarô para cada mês, interpretando o que cada carta simboliza para aquele período. Assim, o consulente terá consciência das situações que o aguardam e pode se preparar, tirando melhor proveito de cada uma delas.

Para marcar horário com Eliz é simples, basta mandar uma direct message para o Instagram @aulas_elizprister.

Live sobre tarô

Keith Gonzalez/Pixabay

Além de taróloga, e de estar fazendo a série de lives no Instagram, todos os dias às 10h30, Eliz é professora de tarô. Assim, os vídeos também são direcionados a quem quer aprender a ler as cartas. A cada transmissão, ela discorre sobre uma lâmina, esclarecendo as dúvidas do público.

Sobre Eliz Prister

Eliz Prister nasceu no Paraná e foi criada pelos avós. Quando perdeu o avô, precisou começar a trabalhar ainda criança para ajudar com os custos da casa. Foi neste momento difícil, aos 13 anos, que decidiu se aprofundar na leitura das cartas, influenciada pela avó, que já jogava. Estudou baralho cigano e começou a ler para as amigas.

“Desde pequena eu sempre tive muita intuição sobre as coisas, minha mãe até falava ‘para de falar, não fica falando as coisas que vão acontecer’, porque as coisas realmente aconteciam”, comenta Eliz.

Há 10 anos, ela recebeu um chamado e, por meio desta experiência intensa, percebeu que não tinha como fugir, o trabalho deveria ser relacionado a algo espiritual. Eliz fez cursos de tarô para se profissionalizar e, hoje, além de atender, dá cursos aplicando todo o conhecimento ancestral aliado aos estudos.

Informações: Eliz Prister

Cobasi, em parceria com ONG Adotar, realiza evento de adoção de cães e gatos em Campinas

Evento iniciará no sábado, 16 de janeiro, e se repetirá aos sábados, a cada 15 dias

A Cobasi Campinas Princesa D’Oeste em parceria com a ONG Adotar Campinas, irá realizar um evento de adoção de cães e gatos nas dependências da loja localizada na Av. Princesa D’Oeste, no dia 16 de janeiro, das 10 às 13 horas. O evento ocorrerá a cada 15 dias, sempre aos sábados.
    
Para adotar um dos animais é necessário ser maior de 18 anos, portar o documento de identidade, passar na entrevista da ONG, ler e assinar o termo de adoção. Todos os animais disponíveis a serem doados estão castrados e vacinados.      
    
Para segurança de voluntários, clientes e funcionários, todos os representantes da ONG estarão com máscara e orientarão os possíveis adotantes sobre o distanciamento, além de disponibilizar álcool em gel.     
    
Este projeto faz parte das ações de incentivo a adoção da Cobasi que realiza eventos em parceria com instituições de proteção animal em diferentes cidades do Brasil. Atualmente é realizado eventos em parceria com 52 ONGs, em 53 lojas.     
    


Evento de adoção de cães e gatos     
Realização: Cobasi e Adotar Campinas
Local: Cobasi Campinas Princesa D’Oeste
Endereço: Av. Princesa D’Oeste, 1784, lote 19, quadra K Q 1868, Jd. Paraíso, Campinas – SP.
Datas: a partir de 16 de janeiro. Evento ocorre aos sábados, a cada 15 dias.
Horário: das 10h às 13h     

Cinco mudanças trazidas pelo coronavírus que devem sobreviver à pandemia

2020 foi um turbilhão, mas deixará um legado importante para o dia das pessoas

Depois de meses de pandemia da Covid-19, a vacina contra o vírus já é uma realidade bastante próxima, com países como Inglaterra, Canadá e Estados Unidos sendo os primeiros a iniciar a imunização de seus habitantes. No Brasil, por enquanto, o início da vacinação pelo páis está prometida para a próxima semana. A conferir.

Mesmo que ainda não haja uma certeza de quando haverá o início de uma vacinação em massa por aqui, agora as pessoas já conseguem vislumbrar uma luz no fim do túnel, mas, é importante reforçar que o coronavírus segue infectando milhares de pessoas por dia e tirando milhares de vidas Brasil afora. Não podemos, portanto, agir como se a doença não fosse mais uma ameaça, pois, o considerável aumento do número de casos no país e o surgimento de uma segunda onda de contágio na Europa nos comprovam justamente o contrário.

E quando a pandemia passar, alguns hábitos que foram construídos e mudanças que foram implementadas na vida das pessoas devem permanecer. Até porque, após toda população ser vacinada, ainda demorará algum tempo para termos dados confiáveis sobre como será a vida pós-pandemia. De acordo com especialistas, a vacina impedirá que a pessoa adoeça, mas não se sabe se impedirá a infecção e transmissão a outra pessoa não vacinada.

Isso significa que os mesmos protocolos preventivos que todos seguiram ao longo de 2020 – do distanciamento físico ao uso de máscaras de proteção – ainda devem ser seguidos. Além disso, outras mudanças que se instalaram neste período vieram para ficar de vez e, acreditem, isso é algo bastante positivo. Veja quais são eles e a opinião de especialistas:

Home Office – Trabalhando do sofá

Durante a pandemia, a tecnologia também permitiu que qualquer pessoa que trabalha sentada atrás de um computador pudesse se manter distante da sede da empresa e, este novo formato será adotado permanentemente por muitas companhias. No Brasil, os dois mil atendentes do call center da Tim permanecerão em home office. No Magazine Luiza cerca de 1.500 funcionários — de um total de 40 mil— não precisarão mais ir ao escritório. Até mesmo a Prefeitura de São Paulo implementou o trabalho remoto de forma definitiva para os seus mais de 120 mil servidores.

Com esta mudança, empresas podem reduzir os custos de infraestrutura abrindo mão de espaços físicos ou mesmo alugando lugares menores, além de fazer uma economia considerável com energia elétrica, internet, manutenção e suprimentos. Já para os colaboradores, o home office possibilitou, sobretudo, qualidade de vida sem a exaustiva jornada que incluía horas perdidas no trânsito, diminuição de gastos com transporte, alimentação e roupas e também maior convivência com a família.

“A pandemia acelerou a implementação de um sistema de trabalho que levaria ainda muitos anos para ser adotado de forma abrangente. Havia muitas dúvidas sobre a eficiência do home office e se as pessoas manteriam a performance devido às distrações de casa – de filhos à televisão – mas passados nove meses, muitas empresas relatam que a produtividade permaneceu nos níveis anteriores à pandemia, ou até mesmo aumentou. Portanto, esta é uma mudança trazida pela pandemia que, daqui pra frente, deve se estabelecer e fazer parte da vida das pessoas”, explica o consultor em gestão, governança corporativa e planejamento estratégico, Uranio Bonoldi.

“Anywhere Office” – Meu escritório é onde eu estiver

A pandemia desmistificou o home Office comprovando às empresas que as pessoas podem produzir ainda mais de suas próprias casas e agora está entrando em cena um novo conceito: o “Anywhere Office”, ou, ‘escritório em qualquer lugar’. Esta nova modalidade vai se estabelecer como uma grande guinada com relação à dinâmica de como muitos trabalham atualmente: se com internet e um laptop podemos trabalhar, o escritório será onde estivermos.

E não se trata de nomadismo digital que é quando a pessoa trabalha de um hostel em Bora Bora ou de um café em Berlim, mas de adequar as necessidades profissionais à vida em um local que contribua para a realização pessoal com saúde física e mental. Por exemplo: por quê viver em apartamentos minúsculos em uma grande cidade se há possibilidade de morar e trabalhar em espaços maiores no interior ou mesmo no litoral? Segundo uma pesquisa da plataforma de comércio OLX, a procura por imóveis em cidades do interior cresceu cerca de 30% no mês de julho. Ao que tudo indica ao observarmos metrópoles pelo mundo, este pode ser o início de um verdadeiro êxodo urbano.

“A partir deste novo formato de trabalho, quando não mais for preciso se deslocar diariamente para ir ao escritório, as pessoas passaram a desejar viver em lugares mais espaçosos para trabalhar e ainda conviver de forma mais harmoniosa com a família. Agora, a prioridade é uma vida mais confortável em lugares onde o custo de vida é mais baixo e com mais segurança – os grandes centros urbanos não são compatíveis com esta nova realidade. Consigo identificar esta mudança como o início de uma nova tendência de comportamento”, comenta Dante Seferian, CEO da construtora e incorporadora Danpris.

Produtos que aumentam a proteção? Queremos (precisamos)!

Com o início da vacinação que se aproxima no Brasil, sabemos que em alguns meses a pandemia de coronavírus pode ser apenas uma lembrança pra lá de desagradável. No entanto, ainda não se pode dizer com certeza qual é o futuro da Covid-19. Com base em outras infecções, há poucos motivos para acreditar que o coronavírus SARS-CoV-2 irá embora em breve, mesmo quando as vacinas estiverem disponíveis. Um cenário mais realista é que ele será adicionado à (grande e crescente) família de doenças infecciosas que são conhecidas como “endêmicas” na população humana.

Além disso, especialistas vêm afirmando que mesmo que vacinadas, as pessoas ainda podem carregar e espalhar o vírus e, por conta disso, o uso de máscaras e outras medidas de proteção, como lavar as mãos com frequência e manter distanciamento social, serão necessárias até que a maioria da população seja inoculada. Sendo assim, produtos surgidos com a pandemia com propriedades antibactericidas e antivirais devem fazer parte de nossas vidas de maneira permanente daqui pra frente.

E não estamos falando apenas de máscaras, mas de plásticos que inativam o coronavírus e vêm sendo utilizados para cobrir superfícies diversas, tecidos que por possuírem propriedades anti Covid-19 estão ajudando o setor hoteleiro a expandir as medidas para a segurança de seus hóspedes e até de pisos e tintas de parede que intensificam a proteção das pessoas contra esta doença e outras infecções.

“A pandemia da Covid-19 deflagrou uma nova etapa na guerra com os micróbios. Uma luta histórica contra várias doenças de origem viral ou bacteriana, entre elas a gripe, que reaparece todo ano e, segundo alguns cientistas, poderá vir ainda mais forte. De olho nisso, precisamos criar e aperfeiçoar barreiras contra esses patógenos. E, quanto mais combatermos esses problemas pela raiz, mais evitaremos novos surtos e pandemias. Usar máscaras, lavar as mãos e utilizar produtos com ação antiviral seguirão mesmo após a aprovação da vacina contra o coronavírus. São hábitos que não têm mais volta. Até porque, quando uma epidemia for embora, podemos ter outra batendo à nossa porta”, explica Daniel Minozzi, químico e fundador da Nanox, empresa brasileira de nanotecnologia.

Eventos híbridos – o mundo ao alcance das mãos

Jagrit ParajuliPixabay

Dizer que os últimos meses foram um turbilhão seria um eufemismo. Em questão de dias, eventos ao vivo e conferências planejadas com meses de antecedência foram repentinamente adiadas ou canceladas. Os eventos virtuais se tornaram parte da rotina e, rapidamente, o segmento teve que reaprender a ser eficaz neste novo formato.

Durante este período, uma das lições mais importantes que a indústria de eventos aprendeu foi que, embora os eventos virtuais certamente tenham seus benefícios, os eventos ao vivo sempre serão uma parte importante de qualquer programação de eventos. Sendo assim, os eventos híbridos – aqueles que combinam experiências presenciais e virtuais – serão uma parte essencial na indústria de eventos daqui em diante e serão responsáveis por uma verdadeira transformação na interação do público.

Mas não espere simplesmente uma transmissão ao vivo de uma webcam em um canto, pois é preciso manter os participantes engajados. Agora, do mesmo jeito que os organizadores têm uma equipe de produção para eventos presenciais, precisarão também de uma equipe de produção focada exclusivamente na experiência virtual. “Desde que a pandemia de COVID-19 começou, os eventos virtuais se tornaram a nova opção para empresas e marcas que buscam manter seus clientes engajados durante o longo período de bloqueio. Agora que o mercado lentamente começa a retornar, é preciso se adaptar novamente e os eventos híbridos permitirão aumentar o seu alcance com a transmissão para um público maior do que jamais seria possível pessoalmente”, explica Natasha de Caiado Castro, especialista em inteligência de mercado e CEO da Wish International.

Telemedicina – saúde pela tela

Com o Covid-19, a medicina despontou como um dos segmentos que mais se valeram da tecnologia para assegurar que a população mantivesse seus fluxos de controle sem comprometer ainda mais o sistema de saúde. No início da pandemia, o Governo Federal autorizou que a prática de consultas virtuais pudesse ser realizada. Desta forma, muitos casos não emergenciais puderam ser tratados sem que os prontos-socorros ficassem lotados de casos que podiam ser facilmente orientados à distância com o devido suporte especializado. Passado este momento crítico, este avanço apoiado por recursos tecnológicos que fazem parte do dia a dia das pessoas, permitirá fechar todo o ciclo do atendimento: do telediagnóstico ao acompanhamento contínuo do paciente, facilitando o processo, salvando mais vidas e garantindo que um número muito maior de pessoas tenha acesso à devida opinião médica ao alcance de um clique. “As plataformas de atendimento virtual são um legado positivo para a saúde. A telemedicina estimula a busca por diagnóstico preciso, evita a automedicação e promove a tomada de decisões com respaldo clínico especializado. Esse acesso correto aos serviços de saúde melhora a eficiência do setor como um todo. E olhando para o bem estar do paciente, promove melhores desfechos clínicos, garantindo diagnósticos precoces, orientações e encaminhamento correto”, afirma Vitor Moura, CEO da startup de saúde VidaClass.

A mania de controlar tudo que afeta severamente o equilíbrio emocional do ser humano*

Já parou para pensar se você está sofrendo por alimentar uma mania de controle? Por que desejamos controlar tudo? Na verdade, existe uma linha muito tênue em promover ou não uma justificativa para a mania de controle. A grande questão é que a necessidade em ter o controle das situações nas mãos é um sentimento intrínseco de nossa espécie. Tudo o que é externo, e nos foge ao controle, gera insegurança e medo – e nos faz sentir vulneráveis.

Essa sensação pode desencadear uma falsa ilusão de segurança, além de colaborar para que acreditemos que nossas ações e pensamentos são sempre superiores aos do outro, quando, na verdade, nossa necessidade por controle só reflete nossas próprias inseguranças e a falta de confiança que, inconscientemente, depositamos no outro e em nós.

Não podemos dizer que essa mania é justificável, pois tudo o que causa dor e sofrimento perde sua capacidade de aceitação. Estudos comprovam que a busca pelo controle pode refletir uma neurose por felicidade constante – uma vez que o ser humano tem a ilusão de que, quando o outro e todas as coisas estão dominadas ou sob o seu controle, não haverá possibilidades de riscos de resultados negativos. O grande problema é que não existem garantias de que a todo momento poderemos ter o controle total sobre o universo a nossa volta. Só podemos controlar nossas ações, não controlamos o tempo e nem os sentimentos e atitudes do outro. E é por isso que, por vezes, nos frustramos e experimentamos o sentimento de angústia.

As pessoas que quererem ter o controle de todas as situações vivem um dilema interno consigo mesmas, pois estão sempre frustradas por não terem suas expectativas atendidas. Podem, psiquicamente, apresentar distúrbios de alteração de humor, irritabilidade excessiva, estresse elevado e até desenvolvem transtornos depressivos. Apresentam grande dificuldade para lidar com críticas e podem ser totalmente inflexíveis, por estarem sempre tentando interferir no livre-arbítrio do próximo. São indivíduos capazes de oprimir a identidade do outro em função de sua característica dominadora, além de tentarem a todo custo centralizar tudo. Ou seja, por todo o exposto, quem possui este perfil e a mania de querer controlar tudo acaba sofrendo muito porque está sempre em estado de tensão. Sempre desesperado para saber se tudo sairá conforme suas expectativas. E quando isso não acontece, é invadido pelo amargo gosto da frustração e da decepção.

As palavras de ordem aqui são: equilíbrio e controle emocional. O autoconhecimento te faz entender que, na realidade, é impossível controlar tudo. Se faz necessário um melhor gerenciamento de seus sentimentos, pensamentos, emoções e ações. Desta maneira, fica mais claro perceber o que está fora do seu alcance e, assim, não correr o risco de empregar energia em algo que não irá trazer resultado. Saber separar, por meio de atitudes conscientes, o que eu posso controlar e o que não faz parte do meu autocontrole. O desapego a esta necessidade de controle é o que irá propiciar uma vida mais equilibrada, mais leve e sem pressões internas e, principalmente, sem o elemento culpa. Culpa porque quando o indivíduo percebe que algo deu errado e que perde o controle da situação, ele se enche de frustração e de culpa. Começa a povoar a mente com cobranças excessivas que aumentam ainda mais seu estresse e a sua ansiedade.

Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

Existem muitas situações as quais tentamos controlar em vão, pois tudo o que é externo a nós é incontrolável e imprevisível. Não controlamos, por exemplo, as palavras do outro, os sentimentos alheios, as decisões, ações e esforços das pessoas a nossa volta (sejam elas íntimas ou não). Nem o tempo é controlado por nós. No fundo, o que precisamos desapegar e abandonar é o orgulho e o delírio que alimentamos de acreditar que tudo vai ser como queremos, como planejamos em nosso inconsciente.

Aprender a não sofrer pela falta de controle, tolerando a sensação de incerteza que é intrínseca ao ser humano, sem dúvida é um de nossos maiores desafios. Faz parte do curso natural da vida não conseguir conduzir ou controlar tudo. Não somos seres onipresentes, onipotentes ou oniscientes. É necessário que tenhamos e possamos aceitar nossa infinita necessidade de autoconhecimento e aperfeiçoamento pessoal que nos garanta ordenação da vida, de forma a crescermos com as oportunidades e adversidades apresentadas à partir de um enfrentamento consciente. No entanto, o gerenciamento das emoções pode contribuir de maneira positiva na tarefa contínua de domínio dessa sensação de insegurança causada pela percepção de que não podemos controlar tudo.

Algumas ações individuais garantem o equilíbrio de sua saúde mental e um maior controle emocional em busca de uma vida saudável, como por exemplo: tentar não abraçar tudo para si; evitar centralizar tudo a ponto de se sufocar e aumentar sua ansiedade; aprender a delegar; não ser imprudente a ponto de se colocar acima dos desafios; ter humildade para reconhecer que não se sabe e não se pode tudo; não sucumbir à histeria e neurose coletiva de que é necessário ser perfeito e não se pode errar nunca; aceitar suas deficiências e fortalecer suas qualidades; aprender a exprimir novos significados para seus próprios resultados; permitir-se ousar e experimentar a sensação do descontrole ( por mais desconfortável que possa parecer). Sem medo de errar, se esses pontos forem observados e trabalhados, o indivíduo poderá aprender muito e se conhecer muito mais – entrando até em um processo adaptativo que promova gatilhos para que consiga se sentir mais feliz e menos vulnerável às adversidades.

Portanto, ao abrir mão do controle, relaxar e administrar apenas o que está ao seu alcance de ser administrado e controlado, o ser humano consegue ter mais domínio sobre si mesmo. Isso porque instala-se um equilíbrio emocional, reflexo da ausência de tensão interna que, naturalmente, torna-o mais leve e menos pressionado. Fato é que o primeiro passo deve ser dado: parar de pressionar a si mesmo. Em seguida, eliminar crenças enraizadas que valorizam os seus “tem que” e os “devo”.

Além de parar de se cobrar e de querer controlar com sua mente tudo o que acontece ao redor. Perceba que sua responsabilidade é cuidar de si mesmo. Se sua cabeça anda mal, certamente ficará difícil administrar sua casa, seus filhos ou seus negócios. Melhore seus pensamentos e emoções e se deixe um pouco mais à vontade, sem a rigidez que você mesmo se impõe. Permita-se! Seu corpo vai agradecer, sua saúde mental e sua vida podem se equilibrar e o resultado, acredite, será um maior controle emocional – sem culpas e sem cobranças.

Foto: Pedro Costa

*Andrea Ladislau é psicanalista; doutora em Psicanálise, Membro da Academia Fluminense de Letras. Pós Graduada em Psicopedagogia e Inclusão Social. Professora na Graduação em Psicanálise, Embaixadora e Diplomata In The World Academy of Human Sciences US Ambassador In Niterói. Professora Associada no Instituto Universitário de Pesquisa em Psicanálise da Universidade Católica de Sanctae Mariae do Congo. Professora Associada do Departamento de Psicanálise du Saint Peter and Saint Paul Lutheran Institute au Canada.

Especialista dá dicas para auxiliar quem está perto de se aposentar

2020 foi o ano com maiores taxas de aposentadorias já concedidas

O número de aposentados no Brasil tem crescido significativamente. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2019 o Brasil somava o número de 30,7 milhões de aposentados, nos últimos sete anos, o aumento foi de 19%.

O INSS informou que em 2020, mesmo com a pandemia, foi o ano com maiores taxas de aposentadorias concedidas desde 2017. Em média, o aumento foi de 4% em relação ao ano anterior.

“Apesar do assunto ser conhecido por grande parte da população, algumas dúvidas ainda são presentes na vida de quem está prestes a se aposentar e elas precisam ser respondidas antes do início do processo no INSS. A solicitação da aposentadoria precisa ser feita com muita cautela e responsabilidade no planejamento”, comenta Átila Abella – cofundador da plataforma Previdenciarista – site de consultoria especializado em Direito Previdenciário para advogados.

Por isso, para auxiliar os futuros aposentados, o advogado especialista em direito previdenciário, separou abaixo algumas dicas que podem ser úteis para quem pretende entrar com o processo de aposentadoria.

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1 – Planejar-se com antecedência
Antes de entrar com o pedido da aposentadoria, é necessário verificar se o valor do benefício naquele momento contempla todos os gastos necessários para sustentar o padrão de vida adotado. Custos básicos como saúde e moradia devem ser calculados, para evitar transtornos futuramente, principalmente quando o aposentado estiver sem condições de trabalhar para buscar complemento da renda.

2 – Fazer uma poupança
Seguindo o pensamento da primeira dica, Abella diz que nem sempre é possível se sustentar com o valor pago pelo INSS. Por isso, é necessário poupar uma quantia mensalmente, evitando gastar com itens supérfluos. Também é recomendável separar um valor para guardar em poupanças ou investir em aplicações conservadoras.

3 – Conhecer como funciona o sistema do INSS
Muitas pessoas não sabem detalhes do serviço que o INSS presta. Alguns tópicos pouco conhecidos são importantes para o contribuinte. Por exemplo, trabalhadores autônomos devem ser contribuintes por meio do recolhimento como contribuinte individual, enquanto desempregados e pessoas que não realizam atividades remuneradas podem optar pelo recolhimento na condição de contribuinte facultativo para acesso à aposentadoria.

Mabel Amber/Pixabay

4 – Estar atento às novas regras de aposentadoria
Abella alerta que a Reforma da Previdência, ocorrida em 13 de novembro de 2019, modificou muito as regras e os cálculos de benefícios do INSS, inclusive alterando a idade para que as mulheres tenham direito à aposentadoria por idade, que a partir de 2023 será de 62 anos, enquanto os homens permanecem tendo direito aos 65 anos e pelo menos 15 anos de contribuição. Para homens que tiverem seu primeiro vínculo após a reforma, a exigência de tempo mínimo passou para 20 anos de contribuição.

Fonte: Previdenciarista

Escolha as cores e prepare rituais para o Ano-Novo

Virada acontece sob lua cheia, dando boas vindas a 2021, ano que será regido por Vênus. As relações entre cores e planetas ajudam a eleger o traje e realizar rituais

A origem da atribuição de diferentes propriedades mágicas às cores é incerta, mas sabe-se que já constam de obras fundamentais do hermetismo que remetem à antiguidade. “Pela Lei da correspondência, princípio do hermetismo segundo o qual o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo, e vice-versa, as cores estão relacionadas, por exemplo, aos astros”, explica a astróloga, psicanalista e terapeuta holística Virginia Gaia. Assim, a cor do Sol é o amarelo-ouro, a de Mercúrio é laranja, a de Marte é o vermelho, e assim por diante.

No Brasil, a tradição do uso de cores específicas na passagem de ano também é influenciada pelas religiões de matriz africana. A disseminação do branco nas festas de Ano-Novo, por exemplo, vem dos rituais umbandistas e está associada a Oxalá, o maior dos orixás.

Embora a maior parte das pessoas não se dê conta disso, os objetivos para o ano relacionados às cores refletem exatamente as associações herméticas entre as cores e os astros, com exceção do branco, que é a mistura de todas as cores.

Confira abaixo os planetas, os temas que eles evocam, os signos que regem e as respectivas cores. A dica para a entrada de 2021 são os tons de rosa e verde, pois o ano será regido por Vênus, em meio a um grande ciclo de 36 anos de Saturno. Como astro mais brilhante no céu, depois do Sol e da Lua, Vênus rege a beleza e tudo o que mais valorizamos: o amor e a riqueza.

PlanetaTemasSignos que regeCores
SolBrilho pessoal, sucesso, prosperidade, criatividade e expressividade. LeãoAmarelo-ouro, dourado e âmbar.  
LuaIntuição, magia, feminilidade, atratividade e equilíbrio emocional.CâncerPrateado, prata azulado e azul pálido.
MercúrioComunicação, comércio, organização, inteligência, aprendizado e clareza mental.Gêmeos e VirgemAmarelo ovo, amarelo alaranjado e cinza.
VênusAmor, relacionamento, beleza, sedução, finanças, persuasão e harmonia.Touro e LibraVerde-esmeralda, verde petróleo e tons de rosa.
MartePaixão, sexualidade, força, conquista, motivação e iniciativa.Áries (regente) e Escorpião (corregente)Todos os tons de vermelho, especialmente o escarlate. 
JúpiterSabedoria, conhecimento, justiça, espiritualidade, proteção, otimismo e expansão.Sagitário (regente) e Peixes (corregente)Azul escuro, azul violáceo e violeta. 
SaturnoEstrutura, materialidade, concretização, projetos de longo prazo, estabilidade e prudência. Capricórnio (regente) e Aquário (corregente)Marrom escuro, preto e preto azulado.

“Além de contemplar os tons do planeta regente do ano, também é válido apostar nas cores relacionadas ao signo solar ou ascendente de cada indivíduo.”, complementa a astróloga. Para quem quiser escolher de acordo com os objetivos do próximo ano, a dica é não somente contemplar o vestuário como também elaborar um pequeno ritual. Pode-se lambuzar com mel uma vela da cor do planeta escolhido e depois acender, mentalizando os votos e desejos para 2021.

Para quem quiser aproveitar a regência de 2021 por Vênus para atrair boas energias para os relacionamentos e também abençoar as finanças, pode-se acender uma vela rosa e uma verde, lambuzadas com mel e azeite, uma ao lado da outra, perto de um vaso decorado com ramos de trigo. Acrescenta-se a esse pequeno ritual de magia planetária um incenso aceso para simbolizar o elemento ar, uma taça cheia para representar a água e, por fim, alguns cristais ou moedas dedicados ao elemento terra para trazer prosperidade.

“Na noite da virada, estaremos com a Lua ainda na fase cheia, no expressivo signo de Leão, pouco depois de ter chegado ao seu ápice, no dia 30”, diz Virgínia. Reforçando o caráter emocional da despedida de um ano tão intenso como 2020, teremos a Lua iluminando Al Tarf*, a estrela Beta da Constelação de Câncer. Marcando a pata mais ao Sul do caranguejo, Al Tarf tem brilho alaranjado no céu.

Como a grande maioria das estrelas, ela recebeu nome árabe, mas seu significado não poderia ser mais simbólico para o momento: *“Al Tarf” significa, literalmente, “o fim”, já que ela marca os limites entre a Constelação de Câncer e suas constelações circunvizinhas, como Cão Maior, Hidra e Gêmeos. “Os votos para 2021 podem ser complementados por uma reflexão sobre crenças e hábitos que precisam ser deixados para trás para garantir a concretização de desejos para o Ano-Novo”, completa a astróloga.

Fonte: Virginia Gaia é astróloga, taróloga, psicanalista e terapeuta holística, ministra cursos e palestras para audiências variadas. Estudiosa das ciências herméticas, do ocultismo, de religião e mitologia comparada há mais de 20 anos, é também sexóloga profissional e, em sua abordagem terapêutica, une conceitos das áreas de desenvolvimento da espiritualidade, da afetividade e da sexualidade para estimular o estabelecimento e a manutenção de relacionamentos melhores.

Dicas para lidar com um fim de ano diferente

Quarentena, isolamento social, pandemia… muitas foram as transformações que impactaram no nosso fim de ano; Renata Isa Santoro médica integrativa ensina a lidar com as questões que podem surgir no final de 2020

O ano de 2020 foi considerado pela revista norte-americana Time como “o pior ano de todos”. Realmente houve muitas mudanças no nosso dia a dia, a começar pelo home office/home schooling e o distanciamento social. Agora, é chegado o momento de questionar como serão as tradicionais festas de fim de ano, após meses de isolamento e saudade.

“Além de não haver grandes encontros familiares e amigos, percebo que não haverá a habitual correria de festas, shows, festas de integração de fim de ano da empresa”, destaca Renata Isa Santoro, cardiologista e médica integrativa.

Apesar de todas as diferenças, o fim de ano não precisa ser considerado ruim. Renata convida todos a realmente parar, olhar para o que passou e para o que restou dentro de cada um de nós. “Reflita sobre os sentimentos que te afloraram nestes meses, as emoções que te fizeram mudar a forma como lida com situações alegres ou desafiadoras, em como aquele amigo ou parente que ficou doente ou foi-se embora te trouxe ensinamentos que não quer deixar no esquecimento.”

A fim de lidarmos com as transformações neste fim de ano, a médica deixa algumas dicas para tornar o momento mais leve de vivenciar:

1- Mudar a mentalidade sobre as datas festivas: “A mentalidade que escolhemos ter para entrar nestas datas pode fazer toda a diferença. Em vez de lastimar por não estar passando o Natal com seus 50 pessoas ou reclamar por não levantar a taça de Ano-Novo em Nova York, vamos focar nesta nova oportunidade de gerar memórias afetivas diferentes e criar novas tradições.”

2- Repensar sobre os presentes: “Quem sabe não sejam mais necessárias aquelas toneladas de presentes embaixo da árvore de Natal. Esse feriado traz consigo algumas emoções genuínas, que é dar ao outro um agrado e sentir essa satisfação de volta”, cita a médica. Ela lembra que pesquisas mostram que gastar dinheiro com presentes para os outros lhe dará um impulso maior de felicidade do que comprar algo para si mesmo, mas há uma desvantagem nessa troca: o estresse com os gastos, a pressão de comprar mimos para todos os familiares e conhecidos, entrar em lojas lotadas e não perder promoções, entre outros.

Cocktails

3- Repensar as bebidas de fim de ano: “Afinal, você está mesmo comemorando e agradecendo ou está no piloto automático virando uma taça atrás da outra?”, provoca.

4- Criar uma tradição nova: se você for se reunir com um pequeno grupo ou apenas com sua família domiciliar, Renata propõe que pergunte às pessoas o que é importante para elas. Em vez de tentar recriar o que ocorre todo ano, crie novas experiências. Algo novo que você fizer este ano pode se tornar uma tradição para a suas gerações. E todos podemos também nos transformar junto com o ano de 2020, mas sob um ponto de vista positivo para que o próximo período seja melhor para todos.

A médica cita algumas sugestões:

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-Dê experiência em vez de objetos: as experiências ficam mais tempo na memória afetiva do que os objetos. Então que tal dar uma massagem, uma aula de pintura, uma sessão individual de numerologia?
-Uma doação: faça do seu presente uma doação para uma instituição em que você acredite. Atos de altruísmo como esse trazem, comprovadamente, melhor saúde, felicidade e um senso de propósito que fortalece o doador.


-Pratique compras conscientes: ao escolher um presente preste atenção se está comprando o que planejava, se saiu da rota ou foi seduzido. Observe as mensagens materialistas dos anunciantes para que você compre aquele produto sem necessidade nenhuma. Compre o que vem do coração.
-Não gaste mais do que você tem: por que depois vai te trazer mais ansiedade, mais estresse e você vai ter que lidar com isso sem lembrar como foi parar ali.

Imagem: Freepik/asier_relampagoestudio

-Ao dar e receber presentes pare um pouco, tire seus pensamentos da agitação, e sinta a verdadeira sensação positiva que é dar um presente e fazer a outra pessoa se sentir querida. Quando receber o presente sinta aquele momento, de gratidão profunda. Fique nesse sentimento de gratidão em vez de sair rasgando papel um atrás do outro.
-No momento da refeição e das conversas, evite os conflitos familiares tão comuns nessa época. Lembrem-se que estamos todos no mesmo barco e que a reação de um pode ser equilibrada pela compaixão do outro.

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-Aproveite todos ao redor da mesa para manifestar a presença, sem pressa, de olhar uns para os outros com calma e de simplesmente relaxar neste momento.

Fonte: Renata Isa Santoro é médica pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos; especialista em Pediatria pela AMB/SBP; especialista na área de atuação em Cardiologia Pediátrica pela AMB/SBP/SBC. Especialista em Ecocardiografia fetal e pediátrica pela Unicamp. Mestrado em Ciências pela Unicamp.

Canabidiol é indicado para mulheres que sentem desconforto e/ou dores durante o sexo

A sexualidade feminina é considerada um tabu em muitas famílias brasileiras, especialmente quando o tema principal é o desconforto ou a incidência de dores no sexo, mesmo considerando que, no país, 18% das mulheres sentem dor durante a relação sexual. Os dados integram um estudo realizado em dezembro de 2019 pelo Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex), da Faculdade de Medicina de São Paulo.

“Esse índice aumenta quando falamos de dor ou desconforto não só durante, mas também após o sexo – em todo o mundo, estima-se de 60% das mulheres já viveram este episódio”, diz Ailane Araújo, médica especializada e que é referência em cannabis medicinal, além de diretora do Centro Brasileiro de Referência em Medicina Canabinóide (CBRMC), o primeiro do Brasil, localizado em São Paulo.

Em que pese a necessidade de uma avaliação clínica completa, com a realização de exame físico ginecológico e conhecimento da história clínica da paciente, o que permitirá encontrar a causa da dor, que pode ter uma série de origens (emocionais ou físicas), um tratamento vem despontando como alternativa: o uso do canabidiol, ou CBD na forma de gel vaginal.

Para ter acesso ao produto (que não é disponibilizado para livre comercialização no Brasil) e, consequentemente, ao tratamento, a mulher precisa estar acompanhada por um médico que fará a prescrição adequada. A partir daí, é preciso fazer um cadastro no site do Governo Federal e dar início ao processo de envio de documentos, indicação do produto e empresa importadora. “Este processo já foi muito mais burocrático e demorado. Hoje, considerando a prescrição, em aproximadamente 20 dias é possível ter o produto em casa e iniciar o tratamento”, diz Ailane.

A especialista explica que o produto se conecta a receptores de corpo presentes em vários órgãos. No caso da dor ele provoca uma dessensibilização nos canais de dor, aumentando o limiar de dor, sem diminuir a sensibilidade, o que leva ao aumento da lubrificação natural e da excitação, gerando um relaxamento muscular e tornando a região mais sensível ao toque, além da redução do incômodo na região antes ou durante o sexo.

“Ele age como anti-inflamatório – e muitas patologias são de origens inflamatórias -, além de auxiliar na redução da ansiedade e melhorar também a libido”, destaca a médica, reforçando que é este também é um dos grandes diferenciais em relação aos tratamentos usuais. “O uso de ansiolíticos impacta diretamente na libido feminina”, diz.

“Cannabis medicinal não é maconha”

A afirmação que soa quase como um mantra na voz da médica, uma das primeiras e principais prescritoras da cannabis medicinal no Brasil, é um alerta para a necessidade de aumento da informação na sociedade. “Hoje, temos resultados efetivos e melhora na qualidade de vida de pacientes que tratam de patologias como Alzheimer, epilepsia, Parkinson, esquizofrenia, dores crônicas, ansiedade, depressão e até câncer. O CBD, princípio ativo do canabidiol, não pode ser confundido com o uso recreativo da cannabis”, explica.

Geralmente vendido na forma de um óleo extraído da planta, o canabidiol também está disponível em outras apresentações de uso fora do Brasil que incluem gel, creme, vaporização, aplicação por supositórios entre outros – no caso do Brasil, temos algumas restrições ainda para uso quanto a apresentação do produto e precisa ter sua importação aprovada individualmente pela Anvisa. A médica reforça que o uso do canabidiol também está diretamente ligado ao processo de investigação do motivo e da escala da dor, o que dará a recomendação para o tratamento adequado.

Causas mais comuns da dor no sexo

Mesmo sabendo que a dor durante a relação sexual pode ter sua origem em causas psicológicas, de acordo coma médica, entre as causas físicas mais comuns estão a doença inflamatória pélvica (geralmente ocasionada por uma doença sexualmente transmissível como gonorreia ou clamídia); a menopausa (que pode ocasionar o ressecamento e a atrofia vaginal); a vulvodinia (irritação crônica da vulva que pode ser desencadeada por alterações hormonais ou por uma infecção ou inflamação); o vaginismo (contração involuntária da musculatura pélvica); o líquen (doença dermatológica que também tem como efeito o ressecamento vaginal) e a endometriose.

“A cannabis medicinal é uma opção terapêutica desejável e pode ser considerada, além de um complemento, um redutor da carga dos sintomas, atuando na causa. Ou seja, trata-se de uma abordagem sistêmica que promove a qualidade de vida dos pacientes”, finaliza Ailane.

Fonte: Centro Brasileiro de Referência em Medicina Canabinóide (CBRMC)

Clareamento dental caseiro pode trazer riscos

Especialista alerta para os perigos do procedimento sem acompanhamento profissional e com produtos que prometem ser milagrosos

As pesquisas na internet sobre clareamento dental aumentaram no estado de São Paulo neste ano. É o que mostra o Google Trends sobre as buscas dos internautas paulistas. Entre as principais dúvidas há uma novidade: “como realizar o procedimento em casa?”, movimento que pode estar acompanhado de outra tendência que também tem tomado o mundo virtual com a alta procura pelos produtos de clareamento para os dentes.

Apesar de não existirem contraindicações sobre os métodos caseiros, os mesmos devem ser constantemente monitorados pelo cirurgião-dentista para evitar riscos à saúde bucal. Ao se tratar de pastas clareadoras ou outros tipos de produtos, o mais importante é buscar a indicação profissional para não cair em falsas promessas.

Foto: Zahnreinigung/Pixabay

“O clareamento dental pode ser amplamente utilizado, mas não é um procedimento puramente cosmético, lida com produtos químicos, pode causar irritações, queimaduras, sensibilidade durante e pós-tratamento e até problemas mais graves relacionados à vitalidade da polpa dental. Por isso, muitos cuidados devem ser tomados”, alerta o cirurgião-dentista Camillo Anauate Netto, membro da Câmara Técnica de Dentística e conselheiro do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP).

Os métodos caseiros são seguros. “Apesar de mais lentos, os métodos caseiros são efetivos e permitem o monitoramento a médio prazo, o que dá mais possibilidade para mudanças no protocolo de tratamento em casos de aumento da sensibilidade dos dentes, por exemplo”, explica.

A dica para o tratamento de sucesso, quando necessária maior rapidez e segurança, é o método jump start. “O jump start é a técnica combinada que utiliza produtos mais concentrados na primeira sessão em consultório e, na sequência, o paciente utiliza produtos menos concentrados na técnica caseira, intensificando o clareamento até a obtenção do resultado desejado. Assim, é possível para o cirurgião-dentista proteger as regiões mais sensíveis de risco”, argumenta.

Dados

Fotomontagem: Encinodentalstudio

A análise comparou dados de 2019 e 2020 registrados no Google. No ano passado, “clareamento dental” deixou São Paulo na 14ª posição entre os estados brasileiros onde haviam sido feitas pesquisas sobre esse termo. Este ano, o estado saltou três posições, ocupando a 11ª colocação no ranking.

Quanto à dúvida dos procedimentos caseiros para clareamento, em 2019 as pesquisas não consideravam essa questão entre os internautas. Em 2020, possivelmente por conta da pandemia, ela passou a integrar os 15 temas mais procurados que citam o clareamento dental.

Fonte: CROSP

Iniciativa global “Take Care With Peanuts” espalha mensagens sobre cuidados

Do papel para a vida real, ficam os temas das tirinhas de Charles Schulz para espalhar mensagens sobre cuidados e resiliência. A iniciativa “Take Care With Peanuts” alinha a propriedade com os movimentos culturais e relembra a todos de sermos bons cidadãos globais, tirar uma pausa para cuidarmos de nós mesmo, dos outros, do nosso lar, dos animais e do planeta.

Take Care with Peanuts apresenta três mensagens vitais – Take Care of Yourself (cuide de si mesmo – com foco no bem-estar físico e mental), Take Care of Each Other (cuidem-se entre si – comunidade e filantropia) e Take Care of the Earth (cuide da Terra – natureza e sustentabilidade) – que inspiram um grande esforço em todo o mundo filantrópico, entre outros componentes.

“Take Care With Peanuts é uma iniciativa que vem do meu coração, pois celebra todos os temas que meu marido apresentava regularmente em seus quadrinhos”, disse Jeanne Schulz, viúva do criador de Peanuts, Charles Schulz. “Sparky compartilhou mensagens de cuidar uns dos outros e respeitar a natureza por anos – ele sempre foi um homem à frente de seu tempo!”, diz ela, referindo-se ao marido pelo apelido pelo qual era conhecido.

A estratégia do programa Take Care with Peanuts localmente irá envolver: produtos exclusivos, eventos, áreas tematizadas, ações de varejo e cobranding a partir do 1º semestre de 2021. Abaixo estão alguns programas desenvolvidos globalmente e futuros lançamentos, locais e internacionais.

Filantropia: parceria com a Foundation for Hospital Art

Projetos filantrópicos serão o componente chave das iniciativas, começando com o programa de murais em hospitais. Em parceria com a Foundation for Hospital Art, a Peanuts Worldwide está doando 70 murais de Snoopy e Woodstock para serem colocados em hospitais ao redor do mundo. Os primeiros murais foram lançados em 01/10/2020 em Nova York e na Califórnia, e seguirão o cronograma para implementação em outros hospitais, sendo que a mesma arte será replicada em demais regiões ao redor dos seis continentes. Esse projeto é apenas o começo de um esforço filantrópico de vários anos, com o objetivo de expandir e reativar relacionamentos existentes com organizações sem fins lucrativos, trazendo à tona uma carinha amigável já conhecida mundialmente.

Plano de Aulas: ensinando mensagens sobre cuidados às crianças

Conteúdo para professores e pais com temas específicos estão sendo disponibilizados no site da Peanuts, desde novembro. Projetado para estudantes de 4 a 11 anos, as aulas apresentarão os personagens da Peanuts com temas exclusivos do Take Care with Peanuts, ajudando crianças a desenvolverem suas habilidades, incluindo linguagem e estudos sociais.

Conteúdos na Apple TV+

A partir de cinco de fevereiro de 2021, a nova série “The Snoopy Show” será lançada na Apple TV+. Os episódios, com target para crianças de 6 a 10 anos, são estrelados por Snoopy e suas várias personas com uma porção de episódios relacionados ao programa Take Care with Peanuts, incluindo alguns temas especiais, como o Dia da Terra.

Peanuts

Os personagens de Peanuts e propriedade intelectual relacionada são propriedade da Peanuts Worldwide, que é 41% propriedade da WildBrain Ltd., 39% propriedade da Sony Music Entertainment (Japão) Inc. e 20% propriedade da família de Charles M. Schulz, que apresentou Peanuts ao mundo em 1950, quando a história em quadrinhos estreou em sete jornais. Desde então, Charlie Brown, Snoopy e o resto da gangue Peanuts deixaram uma marca indelével na cultura popular.

Além de desfrutar dos amados programas e especiais do Peanuts na Apple TV +, fãs de todas as idades celebram a marca Peanuts em todo o mundo por meio de milhares de produtos de consumo, bem como atrações de parques de diversões, eventos culturais, mídias sociais e histórias em quadrinhos disponíveis em todos os formatos, do tradicional para o digital. Em 2018, a Peanuts fez uma parceria com a NASA em um Acordo Espacial de vários anos com o objetivo de inspirar uma paixão pela exploração espacial e pelas ciências entre a próxima geração de estudantes.