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Combate à violência infantil: crianças brasileiras querem ser ouvidas, aponta estudo

No país, 70% das crianças não se sentem protegidas contra maus-tratos, índice superior à média mundial, que é de 40%

A violência contra crianças é um grave problema nacional que ultrapassa gerações, classe social, cultura, gênero e status socioeconômico. No Brasil, 67% dos meninos e meninas com idades entre 10 e 12 anos não se sentem suficientemente protegidos contra a violência. O percentual é superior ao verificado mundialmente, que é de 40%.

É o que revela o estudo do ChildFund Brasil, agência humanitária internacional de proteção e assistência a crianças, adolescentes, jovens e famílias em situação de pobreza no país. O levantamento é um recorte nacional da pesquisa Small Voices Big Dreams 2019, realizada pelo ChildFund Alliance com quase 5.500 crianças com idades entre 10 e 12 anos de 15 países diferentes.

Para aprofundar a realidade brasileira, o ChildFund Brasil ouviu a opinião de 722 meninos e meninas nos estados em que atua: Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Amazonas, Piauí, Bahia e Goiás.

Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é que, no Brasil, 90% dos meninos e meninas entrevistados rejeitam a violência física como um instrumento de educação. No levantamento global, esse percentual é de 69%.

Também há diferença entre os dados mundiais e brasileiros quanto à percepção sobre as ações de políticos e governantes para proteger as crianças contra a violência. No Brasil, menos de 3% das crianças acreditam que eles cumprem seu papel, contra 18,1% no mundo.

“Em regiões socialmente vulneráveis do Brasil, é possível observar aspectos mais agravantes com relação à prática de maus-tratos. Compreender todas as dimensões da violência e, principalmente, ouvir as expectativas e concepções das crianças é fundamental para erradicá-la”, afirma Águeda Barreto, assessora de Advocacy e Comunicação do ChildFund Brasil.

É preciso ouvir as crianças

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No Brasil, 26% dos meninos e meninas entrevistados acreditam que as opiniões infantis não são consideradas em questões que lhes dizem respeito. “O dado é preocupante, tendo em vista que a prevenção e o combate da violência contra as crianças exigem o reconhecimento e o respeito pelos direitos delas como indivíduos capazes de agir de forma autônoma e eficaz diante de situações que os afetam diretamente”, reforça Águeda.

O estudo aponta que, para prevenir e combater a violência, é essencial que os adultos ofereçam atenção, apoio e carinho às crianças, reconhecendo os seus direitos.

As principais causas da violência infantil, na avaliação das crianças brasileiras, são o fato de serem indefesas, a falta de conhecimento dos direitos que elas possuem e a perda de autocontrole dos adultos devido ao uso de substâncias.

Algumas das principais conclusões do estudo:

=De acordo com 83% dos entrevistados, os adultos deveriam amar mais as crianças: a oferta de atenção, apoio e carinho às crianças, por parte dos adultos, é um fator-chave na prevenção e no combate à violência;
=52% não concordam com a ideia de que as crianças não podem fazer nada para pôr fim à violência: a atitude delas, seja de denúncia seja de organização, constitui um importante mecanismo para prevenir a violência;
=Mais de 30% acreditam que as crianças não são suficientemente protegidas contra a violência no país em que vivem;
=A maioria das crianças percebe as ruas da vizinhança, praças, parques e transporte público como lugares de maior risco de violência;
=82% dos respondentes concordam que é mais comum meninas sofrerem maus-tratos ou outras formas de violência do que os meninos.

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Fonte: ChildFund Brasil

Como melhorar o desempenho nas áreas de empreendedorismo, administração e finanças

Onde e como você se enxerga na próxima década? Agora que já imaginou, tenha em mente que, antes de buscar o seu desenvolvimento na carreira, é necessário projetar o seu crescimento profissional. Para auxiliar nessa etapa, o personal growth é o profissional que apoia o aperfeiçoamento das competências e habilidades que visam aprimorar o conhecimento.

Segundo Daniel Lustig, especialista em personal growth, é preciso estimular as formas de evolução: “A mudança de hábito acontece gradualmente e melhora a sua atitude no desempenho das atividades profissionais. Ser mais receptivo, pró-ativo e positivo são algumas atitudes básicas para crescer na carreira”, explica.

Lustig complementa que “a chave para o crescimento é estar aberto para novas oportunidades que surgem na sua área”.  Pensando desta forma, preparou dicas para as principais carreiras. Confira:

Empreendedorismo

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Segundo Lustig, o indivíduo que escolhe essa área precisa de saúde financeira e mental para atingir os seus objetivos. “Para alcançar os resultados desejados é primordial construir o seu caminho. Ter um plano de ação com metas alcançáveis é ser mais assertivo, pois estabelece foco no trabalho”, afirma.

Além disso, estipular pequenas metas para alcançar em um espaço determinado de tempo, ajuda a conquistar resultados e dá fôlego para seguir até o objetivo final. O personal growth atua nesse processo junto ao cliente, na organização e na adoção de um novo olhar em relação à vida.

“A dificuldade pode aparecer no mundo empreendedor como em qualquer área de atuação. Nesse momento em que pode haver dúvidas sobre o seu negócio, é importante buscar alternativas para encontrar uma solução viável” destaca.

Administração

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Nessa área é preciso otimizar a produtividade e usar a tecnologia ao seu favor. “Adequar-se aos processos do mundo digital facilita e melhora os processos que estão presos às técnicas passadas”, fala Lustig.

Não tenha medo de inovar. “Ser criativo é propor novos formatos para o que está antigo. Com o auxílio do personal growth, você desenvolve esse lado criativo para atingir os objetivos desejados”, completa.

Finanças

 

mulher estudando wiseGEEKInvestir na capacitação é uma forma de atuar com excelência e diminuir erros. Lustig diz que ter coragem e ter paixão pelo que faz, motiva o indivíduo a participar de treinamentos e cursos. “Quando você está aberto para novas oportunidades, você cresce como profissional”, avalia.

Lustig adverte que o método do personal growth não é apenas uma forma de evoluir na carreira ou na educação, mas na transformação pessoal.

Fonte: Daniel Lustig é personal growth e fundador da Mind Factory. Formado em administração, capacitado pela Sociedade Brasileira de Coaching, Association for coaching, Institute of Positive coaching & research, Via institute on character, Worth Ethic Corporation e Behavioral Coach Institute nas áreas de Personal & Professional, Executive, Positive e Career Coaching, Mentoring e liderança.

 

Especialista em carreira alerta para armadilhas da vaidade

A vaidade é perigosa. Tem um conceito tão amplo e sedutor quanto o próprio sentimento. A palavra originária do latim significa oco, vazio. No dicionário quer dizer valorização que se atribui a própria aparência ou a intelectualidade, mas pode se encontrar mais de 130 sinônimos correlacionados a vaidade. Na história do cristianismo, a vaidade é o primeiro pecado capital.

Para o professor da FGV e fundador da escola do Pensar da ESIC Internacional, Luciano Salamacha, a vaidade é uma fera que deve ser controlada no ambiente profissional. Em excesso pode cegar, colocar tudo a perder e, na falta dela, pode ser a pitada que faltava para a autoestima, sentimento fundamental na disputa de cargos de liderança.

Salamacha orienta algumas atitudes que podem fazer com que não se caia na fogueira da vaidade:

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1 – Todo profissional deve, periodicamente, revisar as atividades que desenvolve, pois algumas vezes, alimentamos por vaidade certa rotina de trabalho que passou a ser desnecessária.

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2- A vaidade acontece o tempo todo em nossas vidas, por isso, tenha sempre pessoas de sua confiança que possam apontar se deve manter afazeres por necessidade ou por pura vaidade. Pessoas que possam, inclusive apontar se você está certo sobre certas habilidades que você considera ter.

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3 – Não seja refém de pessoas que, por maldade, vão usar essa característica para provar que você deve ser menos pretensioso, sem ganância, sem ambição, porque, na verdade, querem te frear na competição.

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4- Perceba o que está cultuando na empresa. Estamos em um momento em que certos valores estão sendo revistos. Às vezes, valorizamos coisas que não têm a menor finalidade prática.

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5 – Perceba o quanto sua vaidade é nociva ou não. Há pessoas autocríticas que se condenam demais, destroem a própria autoestima. Saem de um extremo a outro. Gerencie melhor suas emoções e seu julgamento sobre você.

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5 – Troque a vaidade por validade. Na vaidade somos oco, na validade temos força e poder. Estamos plenos.

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6- Use a vaidade para avaliar melhor a si mesmo e aos outros e tenha cuidado ao alertar um vaidoso. Talvez ele saiba, mas prefere mostrar que continua na ignorância, ou talvez acredite que seja esse o caminho.

Salamacha diz que subir na carreira requer antes de mais nada melhorar a nós mesmos, por isso temos que entrar em contato com a realidade e tentar controlá-la. O antídoto da vaidade é a humildade e isso nada tem a ver com nos humilhar, mas em encarar o outro de forma mais igual, muitas vezes aceitando os defeitos e erros, pois somos seres humanos e como tal, absolutamente todos erramos.

As pessoas vaidosas dentro de uma empresa são soberbas na hora de ensinar, deixando claro que estão em uma posição acima do outro, mas Salamacha aconselha: “Nada é estático principalmente em uma companhia, o estagiário que se ensina hoje, pode chegar a chefia amanhã.”

O professor afirma que pessoa vaidosa é pouco estratégica e é frágil porque alguns elogios podem quebrar sua resistência. Salamacha avalia que a vaidade é o caminho para a autossatisfação, é como uma droga: “Ilude temporariamente, fazendo com que talvez a pessoa seja o que não é, achando que tem um poder que não existe e, nessa ilusão, o vaidoso coloca os pés pelas mãos”.

Salamacha diz que vaidade extrema é um defeito, mas a falta dela também. A falta de vaidade também pode indicar falta de amor próprio. Como amar o que se faz, ou ganhar o respeito do outro quando demonstramos que não amamos a nós mesmos?

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O lado positivo da vaidade na medida certa é a autoconfiança e a autoestima que temos ter todos os dias quando saímos para o trabalho. Para Salamacha, não basta apenas uma boa formação curricular, há de se ter nessa era uma boa formação ética e acima de tudo cultivar boas relações.

Fonte: Luciano Salamacha é doutor em Administração e mestre em Engenharia de Produção. Preside e integra conselhos de administração de empresas brasileiras e de multinacionais, atuando como consultor e palestrante internacional. É professor da Fundação Getúlio Vargas em programas de pós-graduação. Recebeu da FGV o prêmio de melhor professor em Estratégia de Empresas nos MBA’s, por sete anos seguidos. É um dos raros professores que fazem parte do “Quadro de Honra de Docentes”, da FGV Management. Fundador da Escola do Pensar, coordenador de MBA de neurociências na ESIC Internacional, uma das mais importantes escolas de negócios da Europa.

Quatro dicas para desenvolver autocompaixão durante a menopausa

A autocompaixão é uma postura calorosa e receptiva que a mulher precisa ter de si mesma e de toda a sua trajetória de vida

Durante a menopausa a mulher pode vivenciar alguns conflitos e não se considerar merecedora de tudo o que ela pode vir a conquistar. Nesta fase, ela tem – ou deveria – ter mais tempo para se cuidar e fazer tudo o que deseja, no entanto, se sente culpada em ter “tempo” para si. Acostumada com uma vida polivalente, nem sempre a mulher compreende que a autoestima, muitas vezes, é comprometida no aspecto autoaceitação, uma vez que durante toda a sua vida não olhou para si como deveria.

“Mesmo, após tantos anos, a mulher se culpa por erros que os filhos possam estar fazendo, ou ainda, se cobra pelos erros que nem cometeu. Ela não consegue aceitar tudo isso de uma maneira tranquila, sem estresse. Isso, faz com que a autoestima fique baixa,” explica Eliana Louzada, Doutora em Nutrição Aplicada Humana, coordenadora e professora de Pós-Graduação da Universidade Candido Mendes.

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A autocompaixão é um importante componente para melhorar a autoaceitação e a autoestima. É a postura calorosa e receptiva que a mulher tem de si mesma, e de toda a sua trajetória de vida. Ela pode ser baseada em dois aspectos principais:

  • A gentileza e a compreensão consigo. Quando a mulher consegue entender que a dor e fracasso são inevitáveis para a construção da sabedoria e experiência em todos os setores da sua vida;
  • A consciência das emoções. Isso faz com que a mulher tenha a capacidade de enfrentar os seus erros ou fracassos, e não apenas evitá-los. Esse enfrentamento de maneira positiva diminui a dor e torna a mulher mais complacente, feliz consigo e com os outros ao seu redor.

Os estudos mostram que a autocompaixão pode ser um preditor de saúde uma vez que é associada negativamente à autocritica, depressão e ansiedade. No entanto, ela também é positivamente associada à satisfação com a vida e com a conexão social saudável. Quando a mulher se depara com problemas potencialmente difíceis, por meio da autocompaixão, consegue ter uma mentalidade positiva e otimista em relação a si e à vida.

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Aqui vão algumas dicas para desenvolver a autocompaixão:

-Evite pensar ou falar palavras negativas em relação a você;
-Pense e fale alto palavras positivas, elogie-se ao menos uma vez ao dia;
-Seja gentil consigo, mesmo quando fizer algo errado;
-Analise o que você considera errado e encontre uma maneira de fazer diferente para que o resultado seja positivo. Se, ainda sim, tudo acontecer de maneira diferente do que você espera, seja compreensiva e considere tudo como um aprendizado.
-Que tal começar agora? Qual o seu autoelogio?

Fonte: Eliana Louzada é coordenadora do curso de pós-graduação em Atendimento Nutricional no Envelhecimento e professora de diversos cursos de especialização pela Universidade Candido Mendes. Doutora em Nutrição Aplicada Humana pela Universidade de São Paulo, Mestre em Educação Física, Especialista em Fisiologia do Exercício, Nutrição Desportiva, Atividade Física Personalizada e Licenciada para atuação como coach.

Girls just wanna be CEO – por Thaísa Passos*

O ano é 1983 e Cyndi Lauper contagia multidões, ao cantar que, ao fim de um dia de trabalho, “garotas só querem se divertir”. A canção com Girls Just Wanna Have Fun vira hit imediatamente, e se torna um hino à igualdade de gêneros para as várias gerações de mulheres.

Quase três décadas depois, Beyoncé hipnotiza um público de 110 milhões no Super Bowl defendendo que as mulheres é que comandam o mundo. São “espertas o bastante para fazer milhões” e “fortes o suficiente para cuidar dos filhos e depois voltar aos negócios”, diz ela em Run the world (Girls).

Essas músicas, que aliás recomendo fortemente que entrem para sua playlist, são ótimas provocações para pensarmos a respeito dos desafios mulheres no mercado de trabalho.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho), por exemplo, divulgou em maio desse ano que empresas com lideranças femininas impulsionam seus resultados em até 20%. Na prática, a abertura à diversidade de gêneros é latente – 6 em cada 10 companhias monitoradas pela OIT, aliás, se dizem adeptas à ideia. Infelizmente, isso não significa que ela ocorra em todos os níveis.

Um dado alarmante, por exemplo, é que menos de um terço dos conselhos administrativos do mundo tenham uma representatividade feminina minimamente relevante, com 30% de suas cadeiras ocupadas por mulheres.

Além disso, atualmente, em nível global, para cada 10 homens empregados, há apenas seis mulheres exercendo funções remuneradas, número que sinaliza para uma grande desigualdade no mercado de trabalho.

E o que dizer de nossa capacidade de liderança?

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Ler na mesma frase as palavras CEO (ou presidente) e um nome feminino ainda hoje é raríssimo, mesmo com todas as conquistas recentes. Nos anos 1980, Katharine Graham foi uma das pioneiras ao exibir a famosa plaquinha de CEO em sua mesa. O cargo máximo no Washington Post, e o comando da cobertura do escândalo de Watergate, aliás, garantiu a ela o mérito de botar o jornal na lista das maiores e mais rentáveis corporações do planeta, na lista da Fortune 500, da revista Fortune.

Mulheres para nos inspirar não faltam. O que precisamos mesmo é de movimentos individuais para, conjuntamente, quebrarmos paradigmas.

E já passamos da hora de quebrar alguns paradigmas. Há séculos uma questão é particularmente preponderante nas discussões sobre empoderamento feminino e trabalho: a maternidade. Essa verdadeira dádiva da natureza, para os empregadores, é sinônimo de “perdas” em doses homeopáticas, com pagamento de licença, ausências devido a doenças da criança, reuniões escolares… isso sem falar no preconceito mais raso e típico, onde se questiona a capacidade de uma mulher em cuidar dos filhos ao mesmo tempo em que exerce seu papel no mundo do trabalho.

Em tempos de Beyoncé, existem várias líderes que confrontam esses discursos limitantes e que carregam, junto com sua prole, o sucesso das empresas que lideram. Esses exemplos devem ser seguidos. Não deixemos que destruam nossos sonhos. Mas, por outro lado, também é preciso compreender a realidade para partirmos para a ação.

Jornada interrompida

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Segundo a Unesco, as mulheres já são maioria quando o assunto é graduação, mas ainda são minoria ostentando diplomas em áreas científicas, tecnológicas, de engenharia e matemática. Ou seja: esses setores seguem majoritariamente ocupados por homens.

No Brasil, temos um cenário no qual, de acordo com IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), elas trabalham mais e recebem menos, chegando a espantosos 76,5% dos rendimentos pagos a homens.

E é lamentável que uma pesquisa produzida pela FGV tenha mostrado que quase metade das trabalhadoras gestantes perdem seus empregos após retornarem da licença-maternidade, no Brasil.

Enfim, enfrentamos um enorme desafio. As corporações precisam urgentemente de um olhar mais atento sobre como se formam suas lideranças. Porque hoje a realidade é que, ao sermos lançadas fora do mercado de trabalho assim que nos tornamos mães, mesmo sendo mais estudiosas que os homens, subir novos degraus rumo a cargos de liderança se torna uma verdadeira proeza.

Não deveria ser assim. Afinal, de acordo com a consultoria empresarial Mckinsey, empresas com pelo menos uma mulher em seu time executivo são mais lucrativas.

Em recente estudo, intitulado “Um panorama atual das mulheres no mercado de trabalho 2018”, onde foram analisados dados de 279 empresas, que empregam no total 13 milhões de pessoas, a Mckinsey alerta para a necessidade de se eliminar as lacunas de gênero na contratação e nas promoções, especialmente no início do processo, quando as mulheres geralmente são negligenciadas. Isso significa adotar medidas arrojadas e efetivas para criar uma cultura respeitosa e inclusiva na qual todos, no mundo corporativo, se sintam seguros e apoiados.

A ideia é, então, promovermos mudança para avançarmos mais rápido. Fórum Econômico Mundial calcula que a igualdade de gênero só será alcançada na América Latina em 74 anos – embora o nosso continente seja uma das regiões mais prósperas do planeta nesse sentido.

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É hora de mostrar como as organizações podem tirar o melhor proveito dos nossos talentos. Por exemplo? Vários cientistas e pesquisadores têm demonstrado como a jornada dupla – maternidade e administração – drenam a nossa energia de maneira particularmente desafiadora, trazendo prosperidade. E até mesmo os altos e baixos emocionais, que enfrentamos com maior frequência e intensidade do que os homens, nos fazem ganhar resiliência para seguir em frente, mesmo quando coisas ruins acontecem. Tudo isso nos traz uma forma mais construtiva de ver o mundo. Vamos estabelecer novos significados para nós mesmas, e aceitar riscos para ajudar a pavimentar um novo mundo empresarial. You go, girl. You can be a CEO!

*Thaísa Passos é gerente global de marketing da S.I.N. Implant System

Holi Vegan Festival celebra a primavera, o veganismo e ajuda os animais

É com muito orgulho que festejaremos o início da primavera com um colorido festival Holi no Centro de Tradições Veganas, onde a renda será revertida a três ONGs de proteção animal. Um dia de autoconhecimento, música, meditação, yoga, beleza e alegria, a programação será voltada ao desenvolvimento da percepção e a espiritualidade.

O ingresso solidário inclui um saquinho de pó para o esperado e emocionante momento do Holi (lembrando que o pó é biodegradável e lavável). A renda do evento será revertida às instituições Move Institute (educação, conscientização e ativismo focado na transformação de hábitos e formação de pensamento crítico); Santuário Vale da Rainha (resgate de animais vítimas da indústria pecuária) e Canto Da Terra (resgate de animais, campanhas de castração, atendimento veterinário solidário).

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Teremos em anexo às práticas descritas na programação principal, uma feira de Produtos Místicos, Naturais, de ONGs, Gastronomia Vegana, entre outros, além disso Flash Tattoo solidário, Reiki gratuito em animais e Maquiagem Criativa serão outros conteúdos que farão o dia especial.

Programação

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=10h às 10h30 Pranayama e Meditação com Ka Caires Scandolo;
(Pranayama é o conhecimento e controle do Prana. Para o Yôga antigo, é a expansão da bioenergia no corpo humano através de movimentos respiratórios conscientes e estruturados).
=11h às 12h30 Prática de Hatha Yoga com Rodrigo Selmo e Vinyasa Yoga com Carol Costa – ao som de cítara pelo músico Bião
=12h30 às 14h – intervalo
=14h às 16h Kirtan (processo milenar no qual trabalhamos nossa espiritualidade por meio do cantar em processo devocional ) – realizado pelo grupo do Templo Hare Krishna Bhakti Yoga
=16h às 18h Performance artística com Imaginarium Artes
(Companhia de circo, dança e teatro reconhecida em festivais da America Latina, que fará duas performances artísticas. “Mama Índia”, com uma honrosa e respeitosa representação de Shiva e Kali e “ Ritual Dance”, dança do feminino sagrado).
=18h – fechamento do festival com os pós coloridos.

Holi é um festival indiano, originalmente chamado de Holika, com início muitos séculos antes de Cristo, o evento celebra a chegada da primavera. O festival homenageia o deus Krishna e teve início como uma festa do triunfo do bem sobre o mal. Também promove a renovação dos relacionamentos de todas as castas e classes.

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Holi Vegan Festival
Data: 28 de setembro, sábado
Ingresso: R$ 35,00 venda pelo Sympla
Local: Centro de Tradições Veganas
Endereço: Praça Campo de Bagatelle, 300 – próximo ao metrô Tietê
Horário: abertura dos portões 9h30 às 18h

Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos

Brasil ocupa o 2º lugar mundial em cirurgias de transplantes de órgãos e de tecidos e os rins foram os órgãos mais doados até agosto deste ano

Continuar vivendo por meio de outra pessoa pode parecer romantizado e é uma frase um tanto quanto clichê, mas é fato que a doação de órgãos pode salvar vidas. Hoje, 27 de setembro, é Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos, e milhares de pessoas esperam ansiosamente, em uma fila unificada e informatizada, pelo procedimento de transplante de um órgão. Até o mês de agosto de 2019, de acordo com os dados da Central Estadual de Transplantes do Paraná (CET/PR), foram realizados 581 procedimentos, o que representa 87,83% de cirurgias realizadas por milhão de população (pmp).

O Paraná tem cumprido com louvor os transplantes de órgãos, que consiste em uma cirurgia de reposição de um órgão (coração, fígado, pulmões, pâncreas, rins) e tecido (medula óssea, ossos, córneas) doente por um órgão ou tecido saudável, podendo ser doado por um alguém falecido ou vivo. “O Paraná conseguiu através da Central de Transplantes montar um programa de potenciais doadores e houve um aumento significativo de uma maneira geral”, explana o nefrologista da Fundação Pró-Renal, Alexandre Biginelli.

Ainda segundo os dados da CET/PR, os rins foram os órgãos mais doados até agosto do ano corrente. Ao todo, foram 383, sendo 312 vindos de algum doador falecido e 71 de algum doador vivo. Estes números representam 57,90% pmp. Geralmente, a doação do rim é feita às pessoas que sofrem de hipertensão, diabetes, insuficiência renal crônica, entre outras patologias renais. Quem recebe o transplante de rim não precisa estar em diálise. “A duração de um órgão vai depender do estilo de vida do paciente e também se há compatibilidade. Um rim pode durar até 12 anos ou mais, como há casos no mundo no qual há transplantes que já duram mais de 40 anos”, explica Biginelli.

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Adobe Stock

Brasil, referência mundial

Quando o assunto é doação de órgãos, o Brasil tem o maior sistema público de transplantes do mundo. Segundo o Ministério da Saúde (MS), hoje, 96% das cirurgias são realizadas pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) do Sistema Único de Saúde (SUS), que oferece gratuitamente aos pacientes toda assistência pré e pós cirúrgica, como exames preparatórios, acompanhamentos e medicamentos.

O Brasil ocupa o 2º lugar mundial em transplante de órgãos, atrás apenas dos Estados Unidos. Em 2018, houve um aumento de 1653 para 1765 órgãos doados, o que representa um crescimento de 7% segundo o Ministério da Saúde. A expectativa, à época, era de que fossem realizados 26,4 transplantes de órgãos e tecidos.

Lista de espera 

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Ainda assim, o número de pacientes adultos ativos em lista de espera por um órgão no Brasil é grande. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), no geral, existem 33.984 pacientes aguardando na fila para o transplante de rim, fígado, córnea, pâncreas. Destes, 22.616 aguardam por um transplante de rim. No Paraná 1.187 pessoas aguardam um transplante, e, destas, 947 aguardam pela doação de um rim.

Quero ser um doador

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Governo do Ceará

Qualquer pessoa pode ser um doador de órgãos e ajudar a salvar vidas. De acordo com a lei nº 10.211, de 23 de março de 2001, a retirada de órgãos de uma pessoa falecida só pode ser feita com autorização da família. Por isso, se sua vontade é ser um doador, deixe sua família avisada.

A lei nº 9.434 estabelece que a doação de órgãos só pode ser feita por morte encefálica (morte cerebral), que há perda total e irreversível das funções. Em casos de mortes por parada cardiorrespiratória pode ser realizada a doação de tecidos, como córnea, pele e musculoesquelético.

Também há doações em vida. Nestes casos, a doação é daqueles órgãos duplos, que não vão prejudicar o doador. Podem ser doados rins, pulmões e partes do fígado, do pâncreas e da medula óssea.

Sobre a Pró-Renal

Criada em 1984 por iniciativa do médico Miguel Carlos Riella, a Fundação Pró-Renal é uma entidade beneficente que assiste pacientes renais crônicos e pacientes em tratamento conservador. Atualmente, atende cerca de 15 mil pacientes por ano e desenvolve campanhas educativas nas empresas, escolas e comunidade para a prevenção das doenças renais. Também presta atendimento integral humanizado aos pacientes ambulatoriais, em diálise e em pré-transplante, fornecendo o apoio necessário para o aumento da sobrevida e melhora na qualidade de vida.

Especialista explica a relação entre o desejo por comer algo e reações emotivas

Saber diferenciar fome, apetite e saciedade é o primeiro passo para evitar transtornos alimentares

Quantas vezes nos deparamos com um desejo imenso de comer aquele doce na TPM? Ou em um dia estressante, a vontade incontrolável por uma comida mais pesada e gordurosa? Ou um doce para compensar? Sabemos que em determinadas situações, como no caso de dietas restritivas, nosso corpo carece de alguns nutrientes que são essenciais para o organismo e encontrados em diferentes tipos de alimentos. Mas grande parte das pesquisas feitas sobre os desejos alimentares apontam que provavelmente eles ocorrem devido a reações psicológicas.

shutterstock mulher comendo doces
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Essas situações estão ligadas às nossas emoções e a sinais externos capazes de provocar sentimentos, como tristeza, felicidade, preocupação, ansiedade, entre outros. De acordo com Ana Pallottini, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), os nossos sentimentos estão diretamente relacionados com nossas escolhas alimentares. “É importante identificar e saber discernir, para que não se desenvolva um caso de transtorno alimentar. Uma boa dica é respeitar o corpo e as vontades, mas acima de tudo, saber diferenciar o que é fome, apetite e saciedade”, explica.

A fome é a necessidade fisiológica de comer e não está relacionada a alimentos específicos. Já o apetite é muito sensível ao sabor dos alimentos e expressa o desejo de comer algum algo específico. Por fim, a saciedade pode estar relacionada ao momento de parar de comer e seus sinais já aparecem quando pequenas quantidades de nutrientes são absorvidas no organismo.

A parte do corpo humano que controla essa sensação de necessidade de comer algo é o hipotálamo, uma área localizada no cérebro. Quando não sabemos lidar com as nossas emoções e descontamos nossos sentimentos na comida, ocorre o excesso de estímulo do hipotálamo. Essa confusão pode gerar a hiperfagia, também chamada de polifagia, uma grave desordem alimentar caracterizada pela ingestão de alimentos exagerada, ultrapassando o necessário para atender a demanda energética do organismo.

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Foto: Food Coach NYC

“A lesão no hipotálamo pode levar a distúrbios alimentares e obesidade, causar dificuldade de realizar a deglutição de alimentos e deficiência de nutrição grave e prolongada”, alerta a nutricionista.

Para Ana Pallottini, a relação entre o eixo cérebro-intestino é capaz de melhorar as chances de optarmos por alimentos mais saudáveis. Por isso, uma alimentação mais consciente e equilibrada ajuda na tomada de decisão e principalmente no controle sobre nossas emoções.

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Foto: News Medical

“Nosso intestino é capaz de produzir hormônios que nos trazem felicidade. Para mantê-lo equilibrado e funcionando adequadamente, é fundamental cuidar da saúde de nossa flora intestinal. Além disso, consumir todos os grupos alimentares, possibilita um aporte de nutrientes capazes de suprir todas as carências nutricionais: os carboidratos integrais, por exemplo, oferecem vitaminas, fibras e minerais responsáveis para a saúde de nossas células intestinais”, reforça a especialista.

Desta forma, quando sentirmos desejos por determinados alimentos, estaremos mais conscientes para a tomada de decisão e principalmente para o controle sobre nossas emoções.

Fonte: Abimapi

Como evitar a alienação parental durante o divórcio, por Paulo Akiyama*

O processo de divórcio muitas vezes pode se tornar algo conflituosamente estressante e traumático para todos os membros da família, em especial para as crianças e adolescentes. É sempre bom lembrar aos pais para evitarem discussões e brigas na frente dos filhos, pois a ruptura conjugal por si só já traz grandes mudanças, e as eventuais brigas e discussões em frente aos filhos lhes proporcionarão lembranças emocionais prejudiciais ao desenvolvimento.

A separação do núcleo familiar pode ser agravada com a disputa da guarda dos filhos, questões financeiras e patrimoniais e sentimentos pessoais por parte dos envolvidos. Esse é o momento para os pais pensarem com calma ao tomarem novas decisões a fim de buscarem os meios de adaptação necessários tanto para os filhos quanto para si mesmos, principalmente por também estarem em um processo de transição de nova formatação de vida e convivência familiar.

A forma como os pais lidam com essas questões influenciam diretamente como os filhos se adaptarão a nova realidade familiar.

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Evitar envolver a prole nas disputas do casal é a melhor maneira de não prejudicá-los psicologicamente, em especial no desenvolvimento dos mesmos. Especialistas da psicologia ressaltam que o despreparo dos pais em situações como essa, principalmente se tratando de alienação parental, provoca graves consequências na formação emocional e social dos filhos.

A alienação parental encontra-se prevista na Lei n.º 12.318/2010, e descrito as formas de tal prática no parágrafo único do art. 2º, bem como no caput do mesmo artigo, considerado o ato de alienação parental como qualquer interferência na formação psicológica da criança ou adolescente promovido por um dos seus genitores, avós ou pelos que tenham sua guarda.

O comportamento dos pais, durante e após o divórcio, pode vir a trazer a total demolição do instituto família, influenciando na criação de uma nova programação psicológica nas crianças.

Estudos comprovam que as inquietações e insatisfações dos genitores acabam se projetando sobre os filhos, o que já se considera alienação parental.

Os pais devem se conscientizar que a parentalidade deve superar a ruptura conjugal. Seguindo este pensamento, o Brasil adotou a Oficina de Pais e Filhos, coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visando aperfeiçoar o trabalho do sistema judiciário. Em 2014, o órgão, recomendou aos Tribunais de Justiça dos Estados a adoção destas oficinas como política pública e prevenção de conflitos familiares, disponibilizando vídeos e apresentações no portal do CNJ.

As oficinas ocorrem uma ou duas vezes ao mês, com duração de quatro a seis horas, compostas por profissionais voluntários capacitados para atuar nas modalidades: pai, mãe, adolescentes e crianças, a fim de promover a reflexão acerca do divórcio e parentalidade aos participantes, explanando as mudanças da família.

Nossos legisladores também buscam a saúde psicológica e o desenvolvimento de filhos de pais separados, vindo a ser publicada a lei 13.058/2014, incluindo a guarda compartilhada como sendo o meio de convivência entre filhos e cônjuges, especialmente quando os pais não tenham consenso sobre a guarda dos filhos e ambos estão aptos a exerce-la.

Em 2010, entrou em vigor a Lei 12.318 – Alienação Parental – com o seguinte fundamento: “Inibir a alienação parental e atos que dificultem o convívio entre a criança e seus genitores”.

pais discussão separação casamento

Assim, concluímos que, os pais devem antes de mais nada, pensarem em seus filhos, pois o nosso ordenamento jurídico assim o faz, ou seja, o principio da proteção da criança e do adolescente para conviverem com ambos os genitores de maneira equilibrada. A ruptura conjugal não é sinônimo de ruptura parental.

*Paulo Eduardo Akiyama é advogado atuante no direito de família e direito empresarial, possui também formação em economia. É sócio-fundador do escritório Akiyama Advogados Associados, atuando há mais de 20 anos. 

Especialista explica causas, sintomas e formas de prevenção que podem evitar o suicídio

Setembro é o mês em que é realizada a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Dados apontam que são registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de um milhão no mundo.

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Trata-se de uma realidade alarmante e que requer atenção redobrada. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias.

O psicólogo do Hapvida Saúde, Wilton Cabral, aponta que a depressão é uma das principais causas do suicídio, pois as variáveis são inúmeras. “Podemos até pensar que mesmo o indivíduo que cometeu suicídio teria dificuldades de explicar os motivos, pois é uma angústia muito relevante com uma sensação de vazio significativo e sem uma explicação lógica”, explica o médico.

Além disso, ele alerta que é preciso ficar atento e compreender o suicídio como uma realidade que pode afetar pessoas próximas e é fundamental conversar a respeito. “Os suicídios podem ser evitados desde que tenhamos conhecimento sobre seus sintomas, causas e formas de evitá-lo”, destaca o especialista.

Sinais de alerta

MULHER TRISTE DEPRESSÃO

Para contribuir na prevenção do suicídio, Wilton aponta que devemos ser capazes de perceber os sinais de alerta que uma pessoa emite. “Uma pessoa potencialmente suicida pode apresentar como sintomas tristeza significativa com falta de vontade de estar com outras pessoas, mudanças repentinas do comportamento, roupas diferentes do habitual, buscar realizar várias pendências e às vezes até realizar um testamento, podendo apresentar calma e despreocupação após um período de crise de depressão ou ansiedade, bem como pode realizar ameaças de suicídio com frequência”, afirma o psicólogo.

Portanto, o especialista desta que se você perceber que uma pessoa está desinteressada, não tem mais a mesma produtividade em suas atividades de rotina, está isolando-se de amigos e parentes, descuidando-se da aparência ou diz muitas frases relacionadas à morte, isso pode ser sinais de depressão e esse indivíduo está precisando de ajuda.

Como ajudar

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O médico explica que atualmente existem diversos canais em dar atenção e atendimento às pessoas que podem estar precisando de ajuda. Um dos primeiros passos é procurar auxílio com um especialista sobre o assunto, como um psicólogo, o qual irá realizar o acompanhamento adequado e pode encaminhar ao psiquiatra para realização de intervenção medicamentosa.

Outro canal de atendimento é o número 188, do Centro de Valorização à Vida (CVV), que funciona 24 horas por dia, de forma gratuita. Caso considere melhor escrever, pode utilizar o atendimento por chat e e-mail, disponíveis no site do CVV. Todos os atendimentos são mantidos em estrito sigilo.

Fonte: Hapvida