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Molho de tomate promove benefícios à saúde do cérebro e do coração

O molho de tomate é um ingrediente presente no dia a dia de grande parte dos brasileiros por ser o parceiro perfeito para massas. Mas, além de versátil e saboroso, o item culinário ainda garante diversos benefícios a saúde.

“Além da versão tradicional ser pouco calórica, estudos apontam que o molho de tomate ajuda a melhorar a circulação e a saúde cardiovascular, aumenta as defesas o organismo, protege contra os radicais livres, tem ação desintoxicante e previne contra câncer e doenças neurodegenerativas”, afirma Renata Domingues, médica especializada em Nutrologia, diretora responsável da Clínica Adah e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro).

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O problema é que, ao chegarmos nas prateleiras dos mercados, encontramos diferentes variações de molho de tomate, como a polpa de tomate e o extrato de tomate. Mas, afinal, qual é a diferença entre estes produtos? De acordo com a Dra. Renata, a principal diferença está na concentração, ou seja, quantos tomates foram utilizados para fazer cada um destes ingredientes.

“Enquanto o molho de tomate comum é o tomate processado, já temperado e pronto para o consumo, a polpa de tomate, também chamada de purê, é simplesmente o tomate processado, para que você tempere como preferir. Por fim, o extrato de tomate é a polpa de tomate concentrada, sendo necessário diluí-la antes de consumir”, destaca a médica.

Já com relação aos aspectos nutricionais, existem algumas diferenças, mas nada muito considerável. De acordo com a especialista, o mais importante é observar os rótulos e ficar atento as quantidades de sódio, gordura, conservantes, amido modificado, extrato de levedura e glutamato monossódico para escolher a opção mais saudável. “É preciso tomar cuidado também com as opções light e zero disponíveis no mercado hoje, pois essas variações podem ter seus valores nutricionais alterados, levando a perda da qualidade original do produto”, explica.

“Se você está procurando a opção mais saudável, o ideal é optar pelos molhos orgânicos, já que estes combinam tomates cultivados ecologicamente com ingredientes igualmente saudáveis, como sal marinho e ervas aromáticas, sendo assim menos calóricos e mais saborosos, além de conterem mais licopeno do que os molhos convencionais”, indica a médica.

Por fim, é essencial observar a integridade da embalagem do produto, pois é um ponto fundamental para garantir a qualidade do molho, já que tem como principal função proteger os alimentos contra as condições externas, como luz e microrganismos, e evitar a perda de aroma e gosto.

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“Melhor que decidir entre as diferentes formas do molho de tomate industrializado, é preparar o seu próprio molho em casa, já que, além de ser muito mais gostoso e saudável, não tem conservantes e preserva boa parte dos valores nutricionais do alimento”, finaliza Renata.

Fonte: Renata Domingues é médica especializada em Nutrologia, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro) e diretora responsável pela Clínica Adah. Pós-graduada em Nutrologia Médica e em Ciência da Fisiologia Humana e Longevidade Saudável, a nutróloga é membro da World Society of Interdisciplinary of Anti-Aging Medicine (Wosiam)

 

Dez grupos de alimentos que contribuem para a saúde do coração

Cardiologista do Hospital Santa Catarina explica a importância da boa alimentação para evitar problemas cardiovasculares

Em meio à correria do dia a dia, muitas vezes, as pessoas não conseguem manter uma alimentação balanceada ou mesmo consumir produtos mais naturais, sem muitos corantes e conservantes. Por conta disso, é comum o aparecimento de problemas de saúde, em especial relacionados à obesidade, diabetes e cardiopatias.

De acordo com o coordenador de Cardiologia do Hospital Santa Catarina, Diego Gaia, muitos desses problemas de saúde podem ser evitados ou amenizados com uma alimentação mais equilibrada, além da prática de atividades esportivas. Segundo ele, existem frutas, verduras, legumes, castanhas e cereais que podem contribuir para a saúde do coração:

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Peixes: Gaia explica que peixes como salmão e sardinha são ricos em ômega 3 (ácidos graxos), que auxilia no controle da pressão arterial e da coagulação do sangue. Segundo ele, consumir um ou duas porções por semana pode trazer benefícios ao coração.

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Aveia: o alimento, rico em fibras, ácidos graxos, ácido fólico e potássio, reduz os níveis de LDL, conhecido como o colesterol ruim, e ajuda a manter as artérias limpas e desobstruídas.

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Frutas: segundo doutor Gaia, há uma variedade de frutas que podem beneficiar a saúde do coração. Entre elas, o abacate, que pode ajudar a reduzir os níveis do colesterol ruim e elevar a quantidade do colesterol bom em seu corpo. As frutas vermelhas também estão no grupo de alimentos benéficos, pois são anti-inflamatórias e reduzem o risco de doenças cardíacas e câncer. A banana, rica em potássio, ajuda a manter a função normal do coração e o equilíbrio do sódio e da água no corpo. O potássio ajuda os rins a excretar o excesso de sódio, contribuindo assim para a pressão sanguínea saudável.

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Chocolate amargo: o consumo diário de um pequeno pedaço de chocolate com mais de 70% de cacau pode auxiliar no combate ao aumento da pressão arterial, pois, de acordo com doutor Gaia, o cacau é rico em resveratrol e flavonoides.

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OrganicFacts

Brócolis, cenoura e batata doce: o brócolis é rico em beta-caroteno, vitaminas C e E, potássio, folato, cálcio e fibras, assim como a batata doce. A cenoura tem grande quantidade de vitamina A.

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Grãos: segundo Gaia, cereais como arroz integral (rico em vitaminas do complexo B, fibras, niacina e magnésio), feijão preto (tem grande quantidade de niacina, folato, magnésio, ácidos graxos, cálcio e fibra solúvel) e soja (auxilia na redução do colesterol e é uma ótima fonte de proteína magra) são importantes para manter o organismo saudável, o que estimula o bom funcionamento do coração.

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Vinho tinto: o médico explica que uma taça de vinho por dia ajuda a elevar os níveis de HDL, conhecido como colesterol bom.

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Nozes: contém ômega-3 e, assim como as amêndoas e as nozes de macadâmia, são ricas em gordura mono e poli-insaturada. Além disso, nozes possuem mais fibras e são uma grande fonte de gordura saudável.

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Azeite: o óleo das olivas também tem gorduras monoinsaturadas, por isso reduz o colesterol LDL e diminui o risco de se desenvolver doenças cardíacas.

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Espinafre: o vegetal possui luteína, folato, potássio, além fibras. Por isso, pode ajudar o seu coração a se manter mais saudável.

Ainda de acordo com Gaia, a alimentação é apenas um dos pilares para uma boa saúde do coração. “É importante que, além de comer alimentos mais saudáveis, as pessoas pratiquem atividades físicas e procurem, sempre que possível, relaxar a mente para eliminar parte do estresse do dia a dia”, diz.

Fonte: Hospital Santa Catarina

Evento em São Paulo realiza testes gratuitos de colesterol e fibrilação atrial

Além de testes de glicemia no sangue, ação em comemoração ao Dia Mundial do Diabetes abordará outros fatores de risco para doenças cardiovasculares, de 8 a 14 de novembro

A MedLevensohn participará da 22ª Campanha Nacional Gratuita em Diabetes, realizada pela Federação Nacional de Associações e Entidades de Diabetes (Fenad). Com o propósito de contribuir para a prevenção de doenças cardiovasculares e estimular debates sobre a qualidade da vida, a empresa, que figura entre as maiores distribuidoras de produtos de saúde do país, doou mil testes de colesterol e disponibilizou cinco aferidores de pressão Microlife Afib para a iniciativa. O aparelho exclusivo rastreia a fibrilação atrial, arritmia que está entre as principais causadoras de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O evento será realizado em comemoração ao Dia Mundial do Diabetes, 14 de novembro, na sede da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (Anad). A finalidade é detectar precocemente o diabetes, por meio de testes de glicemia, e conscientizar a população sobre outros fatores de risco cardiovascular, como colesterol, hipertensão, obesidade e a própria fibrilação atrial, além de encaminhar os pacientes de risco elevado aos serviços de saúde.

Perigo silencioso da FA

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Ilustração: Pixabay

Apesar de ser, na maioria dos casos, assintomática, a fibrilação atrial é extremamente perigosa, podendo aumentar em até cinco vezes o risco de AVC. Estima-se que dois milhões de brasileiros convivam com essa arritmia, mesmo sem saber.

“O AVC causado pela FA pode ser bastante grave, causando sequelas, como paralisia, alteração da fala e memória, ou até mesmo levando ao óbito. Por isso, acreditamos que, por meio da prevenção, temos a possibilidade de reduzir a quantidade desses casos na população”, afirma o Diretor Médico da MedLevensohn, Alexandre Chieppe. Ele explica que o AVC isquêmico é caracterizado pela falta de sangue no cérebro, representando 80% dos casos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Já José Marcos Szuster, CEO da MedLevensohn, destaca a importância em promover ações como essa. “Investir em qualidade de vida e prevenção está no DNA da nossa marca. O objetivo é que essas parcerias sejam cada vez mais recorrentes. O AFIB é inovador pois identifica, em poucos minutos, a presença da FA em um paciente. É interessante observar que, com um método simples e não-invasivo, um dos principais fatores de risco do AVC pode ser detectado com elevada acurácia e precisão. Os ganhos propiciados são imensuráveis pois, além de reduzir custos, ele salva vidas”, comenta Szuster.

Debater fatores de risco

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Para além da fibrilação atrial, altas taxas de colesterol e a diabetes são grandes fatores de risco para doenças cardiovasculares, as que mais matam no Brasil. Em média, ocorrem 360 mil óbitos anuais no País decorrentes de problemas no sistema circulatório. O número alarmante indica a falta de conscientização da população: segundo pesquisa realizada pela KRC Research, este ano, 44% dos sobreviventes a um ataque cardíaco não monitoram regularmente o nível sanguíneo do colesterol ruim, o LDL. Outro dado relacionado a esse grande fator de risco cardiovascular chamou a atenção: um a cada três pacientes não sabe quais são as quantidades adequadas dessa substância no sangue.

O diabetes é outro fator preocupante, que pode causar problemas nos vasos sanguíneos, olhos, rins, nervos, e ainda, gerar infarto. Existem dois tipos da doença, o 1, que normalmente aparece na infância ou na adolescência, e o 2, que se manifesta, geralmente, em pessoas acima dos 40 anos.

Manter os níveis de colesterol e glicemia controlados no sangue, realizando-se monitoramento com aparelhos confiáveis e certificados, e adotar práticas de vida saudáveis, como fazer atividade física, ter boa alimentação, não fumar e diminuir o estresse, são as melhores maneiras de se evitar uma complicação cardiovascular.

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22ª Campanha Nacional Gratuita em Diabetes
Ações gratuitas oferecidas: testes de glicemia e colesterol, aferição de pressão arterial com rastreio de fibrilação atrial, avaliação de olhos, pés, boca, risco cardiometabólico, palestras educativas, entre outros.
Data: de 8 a 14 de novembro de 2019
Horário: das 9h às 16h
Local: Anad
Endereço: Rua Eça de Queiroz, 198, Vila Mariana, São Paulo

Consumo balanceado de gorduras auxilia sistema imunológico e saúde cardiovascular*

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que o consumo de dietas inadequadas e a inatividade física estão entre os dez principais fatores de mortalidade. Mas quando se fala de gorduras, especificamente do tipo poli-insaturadas, é importante salientar que são inúmeros os benefícios para a saúde quando ingeridas de forma correta.

Tal gordura nada mais é do que um ácido graxo que auxilia a diminuir ou prevenir significativamente o aparecimento de várias doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), exercendo influência direta sobre fatores de risco cardiovascular e aos processos inflamatórios do corpo humano.

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Os ácidos graxos estão presentes em óleos de origem vegetal e peixes, conhecidas como ômega-3 (encontrada em alimentos como sardinha, óleo de canola, azeite de oliva, óleo de peixe, salmão, dentre outros) e ômega-6 (presentes em óleo de soja, girassol, milho, linhaça dourada e ovos).

Se consumidos com uma frequência regular e equilibrada, tais óleos apresentam especial importância para o funcionamento do sistema imunológico e diminuindo os níveis de LDL (colesterol ruim) no sangue, além de apresentarem ação anti-inflamatória nas células. Além disso, esses ácidos graxos têm grande importância no desenvolvimento cerebral, principalmente durante a gestação e nos primeiros anos de vida.

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Devido a sua elevada concentração de caloria (9kcal/grama), é importante ressaltar que as gorduras devem ser consumidas com moderação e de forma balanceada e os óleos ricos em gorduras poli-insaturadas devem ser consumidos de preferência no estado natural (in natura), pois, se aquecidos em altas temperaturas (frituras), podem perder todos os seus benefícios ou grande parte deles.

O ILSI – International Life Sciences Institute Brasil – indica que haja uma substituição dos ácidos graxos saturados da dieta por poli-insaturados, incluindo ômega-6, para otimizar a redução dos níveis plasmáticos de LDL-colesterol, melhorar a sensibilidade a insulina e reduzir o risco de diabetes melito.

Presentes na dieta mediterrânea, o consumo desses ácidos graxos ainda é tema de diversos estudos ao se falar de saúde. Essa dieta, com base nos hábitos alimentares das populações do litoral do Mar Mediterrâneo, já foi relacionada a um menor risco de síndrome metabólica, doença cardíaca, derrame e demência.

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Foto: California Avocado Comission

Outro ácido graxo considerado de boa qualidade nutricional, se ingerido de forma adequada, é a gordura monoinsaturada. Essa gordura, formada por uma ligação dupla e predominante nos ácidos oleicos, está presente no azeite de oliva, abacate, óleo de palma, nozes etc. Assim como a gordura poli-insaturada, a monoinsaturada contribui para a saúde cardiovascular, aumentando as concentrações de HDL e diminuindo as do LDL, podendo também reduzir o risco de hipertensão e contribuir para a melhor absorção de cálcio.

Dessa forma, é bom que se saiba que certas gorduras fazem bem para a saúde, e podem e devem ser consumidas, mas é fundamental que se consuma, junto com outros macronutrientes, de forma equilibrada e balanceadaác ao longo do dia.

*Bianca Naves é nutricionista especialista em Nutrição em Cardiologia e Nutrição Esportiva pela USP. Sócia proprietária da Clínica NutriOffice em SP; colaboradora do programa jornalístico “Hoje em Dia” transmitido pela Record.

Quais problemas de saúde repentinos devemos observar após os 50 anos

Supere sua idade

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Mais de 9 em 10 adultos de meia idade ou idosos têm algum tipo de doença crônica e quase 8 em 10 têm mais de uma. Então, é provável que você tenha uma mais cedo ou mais tarde. Mas há coisas que você pode fazer para viver uma vida mais saudável.

Pressão alta

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À medida que você envelhece, seus vasos sanguíneos ficam menos flexíveis e isso pressiona o sistema que transporta sangue pelo seu corpo. Isso pode explicar porque cerca de 2 em cada 3 adultos acima de 60 anos têm pressão alta. Mas existem outras causas que você pode controlar: observe seu peso, faça exercícios, pare de fumar, encontre maneiras de lidar com o estresse e coma de forma saudável.

Diabetes

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Desde 1980, o número de adultos de meia-idade e mais velhos com diabetes quase dobrou. Nos Estados Unidos, já consideram a doença uma epidemia. O risco de contrair a doença aumenta após você atingir os 45 anos, e isso pode ser sério. Pode levar a doenças cardíacas, renais, cegueira e outros problemas. Converse com seu médico sobre a verificação de seu açúcar no sangue.

Doença cardíaca

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O acúmulo de placa nas artérias é uma das principais causas de doenças cardíacas. Começa na infância e piora com a idade. É por isso que as pessoas de 40 a 59 anos têm mais de cinco vezes mais chances de sofrer de doenças cardíacas do que as de 20 a 39 anos.

Obesidade

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Pixabay

Se você pesa muito mais do que é saudável para a sua altura, pode ser considerado obeso – não está apenas com alguns quilos a mais. Obesidade está ligada a pelo menos 20 doenças crônicas, incluindo cardíacas, derrame, diabetes, câncer, pressão alta e artrite. A taxa mais alta entre todas as faixas etárias é em adultos com idades entre 40 e 59 anos – 41% dos quais são obesos.

Osteoartrite

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Os médicos atribuíram essa doença das articulações ao desgaste da idade, e isso é um fator (37% das pessoas com 45 anos ou mais têm osteoartrite do joelho). Mas genética e estilo de vida provavelmente têm algo a ver com isso também. E lesões articulares anteriores, falta de atividade física, diabetes e excesso de peso também podem desempenhar um papel.

Osteoporose

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Cerca de metade das mulheres com mais de 50 anos e até 25% dos homens nessa faixa etária têm fraturas porque perderam muita massa óssea e seus corpos não a substituíram. Algumas coisas que podem ajudar: uma dieta saudável rica em cálcio e vitamina D (você precisa de ossos fortes) e exercícios regulares de sustentação de peso, como dançar, correr ou subir escadas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

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Essa doença causa inflamação e bloqueia o ar dos pulmões. É uma doença lenta que você pode ter durante anos sem saber – os sintomas geralmente aparecem nos seus 40 ou 50 anos. Isso pode causar problemas para respirar e tossir, chiar e cuspir muco. Exercício, dieta saudável e evitar fumaça e poluição podem ajudar.

Perda de audição

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Talvez nada diga “você está envelhecendo” mais do que ter que perguntar: “O que você disse?”. Cerca de 18% dos americanos de 45 a 64 anos, por exemplo, têm algum tipo de problema de audição e tende a piorar com a idade. Barulho alto, doença e seus genes desempenham um papel. Alguns medicamentos também podem causar problemas auditivos. Consulte o seu médico se você não conseguir ouvir o que costumava ouvir.

Problemas de visão

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Esse borrão irritante quando você tenta ler o tipo pequeno em rótulos ou menus não é a única ameaça à sua visão à medida que envelhece. Cataratas (que ofuscam as lentes do seu olho) e glaucoma (um grupo de doenças oculares que danificam seu nervo óptico) podem prejudicar sua visão. Consulte seu oftalmologista para exames regulares.

Problemas de bexiga

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Foto: Trestletech

Você não pode ir ao banheiro quando precisa, ou precisa ir com muita frequência, são os problemas com o controle da bexiga que tendem a acontecer à medida que envelhecemos. Eles podem ser causados por problemas nos nervos, fraqueza muscular, tecido espessado ou aumento da próstata. Exercícios e mudanças no estilo de vida – beber menos cafeína ou não levantar coisas pesadas, por exemplo – geralmente ajudam.

Câncer

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A idade é o maior fator de risco para o câncer. A doença também afeta os jovens, mas suas chances de tê-la mais que dobram entre 45 e 54 anos. Você não pode controlar sua idade ou seus genes, mas pode ter algo a dizer em coisas como fumar ou passar muito tempo tomando sol.

Depressão

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Pessoas entre 40 e 59 anos têm uma taxa mais alta de depressão do que qualquer outra faixa etária. Muitas pessoas caem à medida que surgem problemas de saúde, perdem ou se afastam de entes queridos e outras mudanças na vida acontecem. No entanto, após 59, os números caem para apenas 7% das mulheres e 5% dos homens.

Dor nas costas

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Quanto mais velho você fica, mais comum essa dor se torna. Muitas coisas podem torná-lo mais propenso a tê-lo: estar acima do peso, fumar, não fazer exercícios suficientes ou ter doenças como artrite e câncer. Observe seu peso, exercite-se e obtenha bastante vitamina D e cálcio para manter seus ossos fortes. E fortaleça os músculos das costas – você precisará deles.

Demência

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A doença de Alzheimer, uma forma de demência, geralmente não aparece até os 65 anos. Uma em cada nove pessoas nessa faixa, ou mais, tem Alzheimer, mas a taxa sobe para 1 em cada 3 para as idades de 85 anos ou mais. Alguns fatores de risco (como idade e hereditariedade) são incontroláveis. Mas as evidências sugerem que uma dieta saudável para o coração e observar sua pressão e açúcar no sangue podem ajudar.

Fonte: WebMD

Dia Mundial do Coração: dicas para as mulheres cuidarem melhor dele

Ontem, 29 de setembro, foi comemorado o Dia Mundial do Coração. Pensando na data, o laboratório Salomão Zoppi, com a consultoria da médica especialista Rica Buchler, preparou um infográfico com foco no Coração da Mulher.

Dentre as muitas informações relevantes, os fatores de risco não habituais, pois muitas mulheres podem se enquadrar no perfil de maior risco para doença cardíaca e nem saber disso. Confira:

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Azeite extravirgem pode ser aliado do coração

Ouvir que o alimento tem gordura é um grande alerta para quem se preocupa com os níveis de colesterol no sangue. Mas, contrariando esse pensamento, o azeite de oliva é um bom exemplo de que é possível ter essa propriedade e trazer benefícios ao organismo, principalmente para a saúde do coração.

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De acordo com o cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lucas Velloso Dutra, por ter em sua composição ácidos graxos monoinsaturados e polifenóis com propriedades antioxidantes, o azeite é capaz de diminuir o colesterol ruim, LDL, e consequentemente, diminuir o riscos de problemas cardíacos.

A recomendação para que essas propriedades, classificadas como gorduras monoinsaturadas, sejam eficazes é que, concomitantemente com a sua ingestão, seja feita a diminuição do consumo de gorduras saturadas de origem animal, geralmente encontradas em produtos industrializados.

“Essa substituição pode reduzir os níveis de colesterol ruim, LDL, e manter os de colesterol bom, HDL. Com isso há diminuição da oxidação do LDL que está envolvido na formação de placas de gordura nas artérias- aterosclerose, responsável por doenças cardiovasculares como o infarto agudo do miocárdio”, explica o médico.

Para garantir os benefícios do azeite, o primeiro passo é reparar nas informações do produto ainda no momento da compra. A dica é optar apenas pelos tipos extravirgem, que possuem acidez menor que 0,8. O segundo passo, fica para o momento da preparação, que segundo Lucas Velloso Dutra deve ser preferencialmente usado em sua forma natural para evitar que perca suas propriedades.

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Foto: Oliva

“O azeite deve ser usado em quantidade moderada, com dose diária de 30g/dia e in natura, pois quando aquecido pode perder as propriedades que auxiliam na saúde. Uma boa opção é utilizar o produto para finalizar saladas e outros pratos”, recomenda.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Dia Nacional de Combate ao Fumo: Socesp alerta sobre graves riscos do tabagismo

Tabagismo mata e é uma das principais causas das doenças cardiovasculares. Terapias para abandono do vício são importantes, mas cigarro eletrônico não deve ser usado, pois também é nocivo.

Embora o Brasil tenha se tornado a segunda nação a adotar todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o combate ao tabagismo e reduzido o percentual de fumantes, o vício mata 428 pessoas por dia e é a causa de 12,6% de todos os óbitos ocorridos no País, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Ao todo, 156.216 vidas seriam preservadas anualmente se o hábito fosse abolido.

“O Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, é oportuno para lembrarmos a gravidade do tabagismo, que matou 27.833 pessoas de câncer do pulmão, em 2017, e 34.999 de doenças cardiovasculares, em 2015”, alerta o médico José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), citando números do Inca.

O cardiologista explica que o tabaco agride o endotélio (parede de células que recobre os vasos sanguíneos) e interfere na produção de óxido nítrico, tornando as artérias mais suscetíveis à formação de placas ateroscleróticas, uma das grandes causas do infarto.

“O mecanismo de contração e relaxamento das artérias também é afetado, o que dificulta a circulação sanguínea”, afirma o especialista. O cigarro também acelera a oxidação do colesterol e, em associação à pílula anticoncepcional, pode aumentar o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) em mulheres. Nenhuma quantidade de cigarros é segura. Apenas um já pode causar diversos malefícios à saúde.

Terapias antitabagismo e o nocivo cigarro eletrônico

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Segundo o Ministério da Saúde, mais de quatro mil unidades de saúde oferecem tratamento contra o tabagismo e, entre 2005 e 2016, cerca de 1,6 milhão de brasileiros adotaram esse recurso terapêutico. É um mito, porém, que o cigarro eletrônico seja uma terapia adequada para o abandono do vício, pois também é nocivo à saúde e não deve ser utilizado. Trabalho mostrando seus malefícios foi apresentado este ano no Congresso da Socesp, em junho, pelo médico Márcio Gonçalves de Sousa, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, especialista em tratamento do tabagismo pela Mayo Clinic (2010) e doutor em Cardiologia pelo Incor-FMUSP.

O especialista citou estudos que mostram efeitos nocivos do cigarro eletrônico, que é proibido pela Anvisa no Brasil, mas, a despeito de tal restrição, vendido praticamente de modo livre e sem fiscalização. O vapor que ele produz contém substâncias cancerígenas e pode causar danos aos pulmões e ao coração. Lembrando que 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos, o médico salientou que a utilização do cigarro eletrônico pelos jovens é um risco, porque também seduziria os adolescentes e os induziria a um novo vício.

Por outro lado, o tratamento medicamentoso dos fumantes, prescrito e feito com acompanhamento médico, é indicado e contribui para que abandonem o vício. Márcio Gonçalves de Souza afirmou que é muito importante combater o tabagismo, nocivo à saúde, enfatizando que “a indústria da morte adiciona cada vez mais substâncias aos cigarros para tornar mais rápida e eficiente a entrega de nicotina ao cérebro, potencializando o vício”.

Boas notícias

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Saraiva observa, por outro lado, que se deve comemorar os avanços, citando o fato de o Brasil ter se tornado o segundo país a adotar todas as recomendações da OMS para o combate ao tabagismo, conforme o Relatório Sobre a Epidemia Mundial do Tabaco, divulgado em 26 de julho. Apenas a Turquia havia conquistado tal posição anteriormente.

Dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) revelam que, em 2018, 9,3% dos brasileiros afirmaram ter o hábito de fumar. Em 2006, ano da primeira edição da pesquisa, esse percentual era de 15,7%. Nos últimos 13 anos, a população entrevistada reduziu em 40% o consumo do tabaco.

“Avanço relevante também foi a entrada em vigor, há dez anos, da Lei Antifumo no Estado de São Paulo, que tem a maior população do País”, salienta o presidente da Socesp, afirmando: “Devemos comemorar esse importante aniversário, considerando que, nos primeiros oito anos de vigência da norma, os consumidores de cigarros na capital paulista diminuíram de 18,8% dos paulistanos, em 2009, para 14,2%”. A lei, que entrou em vigor no mês de agosto de 2009, proibiu fumar em lugares fechados.

Fonte: Socesp

Cardiologista alerta sobre os reais perigos dos alimentos ultraprocessados

De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade no Brasil, as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) foram responsáveis por 51,6% das mortes no ano de 2015, na população de idade entre 30 e 69 anos. Um dos causadores diretos desse alarmante número é a mudança alimentar do ser humano moderno.

Alimentos in natura ou minimamente processados passaram a ser substituídos por alimentos industrializados prontos, como os preparados no micro-ondas. Estes são ricos em sódio e açúcar, elementos que, se ingeridos em excesso, podem provocar uma série de doenças – desde obesidade até problemas cardiovasculares, diabetes e câncer.

micro-ondas pipoca

A publicação de dois amplos estudos na Espanha e na França reforçaram a ligação desse tipo de alimento com a mortalidade precoce. O primeiro, feito pela Universidade de Navarra, acompanhou 19.899 pessoas e suas respectivas dietas por dez anos. Durante o período, 335 participantes morreram e, a cada dez que comeram menos alimentos ultraprocessados, houve 16 falecimentos entre os que mais comeram este tipo de comida (quatro ou mais porções por dia).

Já a pesquisa da Universidade de Paris seguiu 105.158 pessoas por cinco anos e mostrou que os que mais consumiram alimentos ultraprocessados tiveram índice de 12,7% a mais na ocorrência de problemas cardiovasculares que as pessoas que consumiram menos.

Para a nutricionista Regina Stikan Carrijo, do Hospital Santa Catarina (SP), este cenário merece forte atenção da população. “No mundo atual, imediatista e de muita demanda profissional, a tendência é de cada vez mais existir o consumo da comida pronta. Mas, essas, são altamente danosas à saúde, principalmente à saúde do coração. A taxa de nutrientes e fibras dos ultraprocessados é baixíssima”, completa.

O que são exatamente os ultraprocessados?

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Estes alimentos passaram por maior processamento industrial e possuem grandes quantidades de ingredientes químicos em sua composição, entre eles conservantes, modificadores de sabor e intensificadores de cor. Alguns exemplos são: refeições prontas como lasanhas, pizzas e massas; carnes processadas como bacon, salsichas e hambúrgueres; sopas e bolos instantâneos; shakes que substituem refeições; nuggets de frango e sorvetes produzidos em larga escala.

Relação na incidência de doenças cardiovasculares

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O consumo em grande quantidade dos alimentos ultraprocessados favorece o surgimento de doenças no coração, diabetes e diversos tipos de câncer. De acordo com Diego Gaia, coordenador de cardiologia do Hospital Santa Catarina (SP), o coração recebe uma bomba quando a pessoa ingere essas comidas.

“O coração é o órgão que mais sofre com esse tipo de alimentação. O trabalho dele passa a ser dobrado. Para uma vida longeva e sem sofrimentos, o ideal é investir na ingestão de carnes magras, verduras, legumes e frutas. Além disso, prática regular de exercícios e visitas periódicas ao médico”, conclui.

Fonte: Hospital Santa Catarina

Infecção no dente é risco para doença cardíaca? Entenda a relação

Quando se pensa em cuidar da saúde do coração, automaticamente lembramos a necessidade de manter o monitoramento dos principais fatores de risco, como colesterol e hipertensão. Apesar de estes elementos serem de grande influência, o cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lucas Velloso Dutra, alerta que uma simples infecção de dente também pode gerar risco de doença cardíaca.

O especialista explica que o problema pode ser causado quando uma bactéria se dissemina pela corrente sanguínea e atinge o órgão, ocasionando, então, comprometimentos.

“A doença cardíaca relacionada a uma infecção na cavidade oral é chamada de endocardite infecciosa (EI), que consiste na inflamação das válvulas cardíacas. Em casos mais graves é necessária a troca dessas válvulas”, complementa.

Apesar de infecção secundária na boca ser algo comum, o médico esclarece que as consequências ao coração comumente atingem pacientes que já possuem alguma predisposição, como cirurgia cardíaca prévia, problemas congênitos das valvas ou quadros clínicos em que existe diminuição da imunidade.

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A rapidez no diagnóstico e tratamento adequado são fundamentais para evitar a piora do quadro e evitar comprometimento do coração e outros órgãos, sem deixar de lado, é claro, o cuidado com a saúde bucal. O alerta fica para os primeiros sinais que são febre, mal estar, taquicardia e falta de ar. Dutra esclarece que após a detecção, o problema pode ser tratado apenas com antibiótico ou, em casos mais graves, uma cirurgia cardíaca.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos