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Pesquisas indicam que açaí pode ajudar a combater sintomas da Covid-19

Que o açaí faz bem à saúde, é gostoso e altamente energético, todo mundo já sabia. A novidade agora é que ele pode ajudar a combater os sintomas mais graves da Covid-19. É o que estão tentando provar pesquisadores do Canadá, que já estudam o efeito do açaí sobre as inflamações. A esperança é que a intervenção precoce com o extrato do fruto, se for eficaz, evite os sintomas mais prejudiciais associados ao novo coronavírus.

“Os frutos do açaí são baratos e estão disponíveis para todos, são seguros, então vale a pena tentar”, disse Michael Farkouh, da Universidade de Toronto, à Agência France Press. Segundo ele, pesquisas anteriores já mostraram que o extrato do açaí pode reduzir a inflamação, uma das consequências que o vírus pode causar e levar a complicações de saúde.

Para o estudo, Farkouh, junto com sua colega Ana Andreazza, recrutaram cerca de 580 pacientes com resultado positivo para o coronavírus no Canadá e no Brasil. Metade deles recebeu doses do medicamento experimental e a outra metade, um placebo. Os resultados do estudo serão divulgados até o final de 2020.

Para o diretor executivo da Açaí Concept, Jath Azevedo, independente dos resultados da pesquisa, já se sabe que o açaí é um aliado para uma vida mais saudável e para reforçar a imunidade do organismo. “Recebemos com muita alegria a notícia da realização dessas pesquisas. Há muito tempo acreditamos no açaí como alimento gostoso e nutritivo, ideal para quem quer levar uma vida saudável”, completa.

As lojas da franquia Açaí Concept já estão recebendo clientes, seguindo as regras sanitárias e um manual operacional elaborado pela empresa, com todos as informações e requisitos necessários para a retomada segura das operações.

Maior franquia de açaí do mundo, com cerca de 300 unidades, a Açaí Concept conquistou recentemente o certificado de Mega Franquia Internacional 2020. Atualmente, a Açaí Concept conta com lojas em dez países.

Informações: Açaí Concept – Central de Atendimento pelo (82) 3317.9084

 

Sigvaris lança máscaras reutilizáveis produzidas com fios que inativam ação do novo coronavírus

Fios de poliamida Amni Virus-Bac foram desenvolvidos pela Rhodia e contam com agente antiviral e antibacteriano que ajuda a bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias

Visando auxiliar no combate à proliferação do novo coronavírus, a Sigvaris Group, empresa suíça líder no mercado de acessórios de compressão graduada, lança a máscara de proteção reutilizável Sigvaris Care, feita com a nova tecnologia Amni Virus-Bac, um agente antiviral e antibacteriano capaz de bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias. Além disso, o tecido retém pouca umidade e tem ação antimicrobiana, o que inibe a proliferação de fungos.

Além de outros vírus, o fio de poliamida Amni Virus-Bac inativa a ação da influenza e do novo coronavírus e elimina bactérias, impedindo que o tecido da máscara seja um meio de propagação de agentes contaminantes. Essa tecnologia rompe a capsula protetora do vírus, impossibilitando que ela “sobreviva” no ambiente da máscara. O efeito é permanente e resiste a inúmeras lavagens. Além disso, a máscara Sigvaris Care promove conforto térmico, seca rapidamente e não precisa passar.

Para os estudantes, a empresa oferece a Sigvaris Care Plus, com fechamento atrás do pescoço para evitar que escorregue do rosto durante as atividades escolares, visando promover maior segurança no retorno às aulas.

A Sigvaris Care e a Sigvaris Care Plus contam, também, com bolso interno para a colocação de filtro de papel ou outro material que crie uma barreira de proteção ainda maior, caso o usuário deseje. As máscaras estão disponíveis nos tamanhos P, M e G e nas cores verde, branca e preta. A venda é feita pelo e-commerce e em casas cirúrgicas.

Cada embalagem vem com duas máscaras (R$ 25,49) e há a opção de comprar kits com 10 e 25 pares de máscaras.

Informações: Sigvaris Group

Os cuidados na escolha e no uso do álcool 70% para a prevenção do novo coronavírus

Lavar as mãos com água e sabão é um hábito comprovadamente efetivo para evitar a transmissão não só do novo coronavírus, mas também de diversas doenças. Outro aliado em tempos de pandemia é o álcool 70%, um item indispensável quando é necessário sair do distanciamento social para a compra de mantimentos, por exemplo.

Mesmo com a comprovada efetividade em lavar as mãos, o álcool traz a praticidade de permitir a higienização mesmo quando não há água e sabão por perto. O álcool etílico, nas concentrações iguais ou superiores a 70%, age principalmente na estrutura lipoproteica (uma camada composta de gordura e proteína) que envolve o vírus, causando a inativação e o bloqueio na capacidade de infectar os organismos.

Nesse contexto, o aumento no consumo de álcool 70% no mundo todo foi inevitável, além disso, ocorreu também a diversificação nas formas disponíveis da substância, já que é possível encontrá-lo na forma líquida e em gel, podendo ou não conter outros aditivos como essências e hidratantes. É preciso, entretanto, tomar alguns cuidados para garantir a proteção contra doenças e ao mesmo tempo não correr riscos.

A primeira questão a ser considerada é o potencial inflamável do álcool etílico na concentração de 70%, portanto jamais fazer o uso próximo a chamas e fontes de calor, especialmente se estiver utilizando a formulação líquida. A versão líquida foi responsável por causar muitos acidentes e, portanto, teve a comercialização proibida desde 2002 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para aumentar a proteção durante a pandemia, o álcool 70% líquido retornou ao mercado, após autorização especial e temporária da Anvisa. Considerando o potencial risco dessa formulação líquida, especialmente quando está ao alcance de crianças, é preferível o uso da versão em gel, pois garante a mesma proteção contra o novo coronavírus e apresenta menor potencial inflamável.

Outro aspecto importante é a concentração do álcool que deve ser igual ou superior a 70% para a efetividade. Por isso é essencial ficar atento ao rótulo do produto, pois há diversas concentrações disponíveis para a comercialização. Usar uma concentração abaixo de 70% apresenta elevado risco, já que não é suficiente para inativar o vírus e ao mesmo tempo dá ao usuário a sensação de que está protegido, quando na verdade tem as mesmas chances de contrair a doença de antes do uso.

O armazenamento é também um fator importante e deve ser realizado distante de fontes de calor, em locais limpos e que não recebam diretamente luz solar. Sempre que não estiver em uso, o frasco deve permanecer fechado e não conter danos que permitam a exposição do produto. Esses cuidados garantem a manutenção da concentração e, portanto, a efetividade nas futuras higienizações.

Por fim, é importante avaliar a procedência, pois problemas na fabricação e processos clandestinos também comprometem a qualidade e a eficiência. Se estiver em dúvida quanto à procedência, é possível verificar no site da Anvisa se o produto é aprovado, o que garante maior confiabilidade.

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Não deixe de se proteger, mas escolha com cuidado o álcool 70% e garanta um bom armazenamento. Seguindo as orientações recomendadas é possível se proteger do novo coronavírus com riscos mínimos de acidentes.

Fontes:
Augusto Lima da Silveira é coordenador dos cursos Saneamento Ambiental e Gestão em Vigilância em Saúde na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui licenciatura em Química e atualmente é Doutorando em Ecologia e Conservação.
Ivana Maria Saes Busato é coordenadora dos cursos Gestão Hospitalar e Gestão de Saúde Pública na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui experiência em saúde pública e atualmente é Doutora em Odontologia.

 

 

Herbalife Nutrition lança gel antisséptico para mãos

Com uma deliciosa fragrância de chá verde, o produto higieniza as mãos sem ressecar a pele

A Herbalife Nutrition, empresa global de nutrição, acaba de trazer mais uma novidade para seu portfólio de produtos de nutrição externa: o Gel Antisséptico Para as Mãos.

Pertencente à linha Soft Green – que também conta com o Sabonete Líquido para Mãos – o produto possui uma refrescante fragrância de chá verde, conhecido por suas propriedades antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres. A novidade chega para auxiliar os consumidores a higienizar suas mãos, ajudando na preservação de sua saúde e bem-estar.

Sua fórmula com álcool 70o INPM mata mais de 99,9% dos microrganismos frequentemente encontrados nas mãos e unhas. Além disso, conta com substâncias emolientes que ajudam a evitar o ressecamento da pele. Dermatologicamente testado, tem secagem rápida e pH fisiológico.

Prático, o Gel Antisséptico Para as Mãos pode ser encontrado em embalagens de 50g, fáceis de carregar e que podem ser utilizadas a qualquer hora e em qualquer lugar.

Como usar: espalhe sobre as mãos até a secagem do produto. Não é necessário enxaguar.

Gel Antisséptico Para as Mãos (50g/55ml): R$ 23,00 ( sugerido para o Estado de São Paulo sem frete).

Informações: Herbalife

Medicamentos sem eficácia comprovada contra Covid-19 têm aumento de 295%

Farmácias APP mostra que, com mais vendas, os medicamentos Hidroxicloroquina, Ivermectina e Nitazoxanida tiveram crescimento de 190% no faturamento

Com os rumores a respeito da eficácia da Hidroxicloroquina, Ivermectina e Nitazoxanida para o tratamento da Covid-19, a procura pelos medicamentos disparou durante a quarentena. Segundo o Farmácias APP, aplicativo de vendas online de itens de beleza e saúde, houve aumento de 295% nas vendas somadas dos três produtos no 2º trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado.

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A procura também elevou exponencialmente o faturamento obtido a partir desses produtos: a alta registrada foi de 190% em relação ao mesmo trimestre de 2019. O levantamento abrange todo o mercado farmacêutico brasileiro, tanto físico quanto e-commerce.

Analisando o crescimento dos três medicamentos separadamente, a Hidroxicloroquina teve o maior destaque. O medicamento, indicado para tratamento de malária, registrou alta exponencial de 2.768.749% no faturamento, a partir de um aumento de 2.815.600% nas vendas.

Em segundo lugar, recomendada para o tratamento de piolhos e sarnas, está a Ivermectina. No período, o medicamento atingiu alta de 623% no faturamento, resultado de um aumento de 577% nas vendas.

Dentre os possíveis tratamentos para a Covid-19, a Nitazoxanida teve incremento de 20% nas vendas durante o período de quarentena e, analisando o faturamento, a alta foi de 17%. O medicamento é receitado para tratamentos contra vermes.

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Para Renata Morais, coordenadora de marketing do Farmácias APP, os dados refletem a busca dos consumidores por uma alternativa eficaz de cura para a doença. “Em todo o mundo, pessoas estão preocupadas com os desdobramentos da Covid-19 e buscam por uma solução capaz de erradicar a doença. O resultado é que, mesmo com divulgações preliminares e ausência de comprovação científica, muitos consumidores quiseram ‘apostar’ nesses medicamentos, puxando as vendas para cima e motivando decisões como a venda somente com receita. É um comportamento bastante perigoso, sem dúvida, especialmente para quem de fato precisa desses remédios e tem de pagar mais caro por causa da especulação”, afirma.

Sobre o Farmácias APP

Desenvolvido pela Pharmacy Ltda, o Farmácias APP é um aplicativo de vendas online de saúde e beleza. É um shopping virtual para itens de beleza e saúde, cujo objetivo principal é democratizar o acesso virtual aos itens comercializados pelas farmácias e lojas de beleza de todo país, levando economia de tempo, dinheiro e ampliando o acesso à saúde aos consumidores.

Nota da redação: por favor, não seja esta pessoa que compra remédios sem comprovação científica para certas doenças e prejudica quem precisa deles de verdade!

Máscaras: o que (ainda) é preciso saber sobre o acessório

A otorrinolaringologista Milena Costa destaca alguns pontos para ajudar no uso correto desse artigo que entrou na rotina para ficar

A principal certeza que se leva da pandemia, pelo menos por enquanto, é que a máscara é o mais ‘recente’ item do cotidiano. Inclusive sem data para ir embora ou deixar de ser usada. Utilizá-la é fundamental, mas fazer isso da maneira correta pode ser ainda mais imprescindível.

Pensando nisso, a otorrinolaringologista Milena Costa separou algumas atitudes, pontos e dúvidas que ainda pode ser recorrentes quando o assunto é o uso das máscaras de proteção.

1. Qual máscara escolher?

orna wachman pixabay mascara facial profissional
Com a obrigatoriedade do uso das máscaras, esse novo item começou a ser muito mais fabricado. Por ser uma ferramenta de segurança, é preciso que a máscara siga alguns critérios para que esta desempenhe sua função adequadamente. Uma das circunstâncias a ser levadas em conta na hora de escolher a máscara é o tecido. “Quanto mais fechada a trama do tecido e mais camadas tiver a máscara melhor,” diz a otorrinolaringologista.

2. Máscara no lugar certo

pexels mulher colocando tirando mascara
Pexels

Outro ponto que precisa ser reforçado é que não cobrir adequadamente o nariz e a boca ou colocar a máscara no queixo e no pescoço, além de ser ineficiente e não proteger, contamina essas regiões. “O conceito principal é a partir do momento em que se coloca a máscara, ela não deve ser mais manipulada. A não ser na hora de tirá-la, o que deve feito pelas alças que ficam atrás da orelha. Nunca manipular ou ajeitar a máscara, porque se está encostando na parte externa e consequentemente também contaminando a mão.”

3. A hora de trocar – e com higiene!

mascara facial varal lavando limpeza
Conger Design/Pixabay

Dar atenção não só para o uso, mas também para a necessidade e a importância da troca da máscara é outro aspecto fundamental. “As pessoas devem ter mais de uma máscara. E é preciso tirar o conceito de que se pode usar a mesma máscara várias vezes ou por vários dias. Ela é individual e não deve ser dividida”. Segundo a especialista, é aconselhado fazer a troca a cada duas horas, em média, ou se a máscara ficar úmida. “O intuito da máscara também é não permitir, em caso de tosse ou espirro, que as gotículas se dispersem no ambiente. Se for espirrar que seja na máscara, mas cuidado ao manipulá-la e depois encostar na face,” diz.

E nada de deixá-la jogada pela casa. A médica lembra ainda que depois da troca, a máscara de pano deve ser colocada dentro de um saco plástico fechado até o momento da lavagem, e não ficar exposta de forma inadequada no ambiente. “Uma vez chegando em casa se pega as máscaras que foram usadas e as coloca em solução desinfetante. Que pode ser água sanitária”. Milena explica que se for máscara descartável, é interessante colocar em um saquinho fechado e depois jogar no lixo. “Assim, diminui as chances de uma possível dispersão do vírus. Mesmo as máscaras descartáveis devem ser eliminadas corretamente,” afirma Milena.

4. Exercício: com ou sem máscara?

dreamstime mulher exercicio correndo mascara
Dreamstime

“O exercício físico deve ser feito com máscara, principalmente agora que as academias estão abertas”. A médica ainda salienta que mesmo durante o exercício físico na rua o uso da máscara é obrigatório e necessário. “Infelizmente, dá sensação de falta de ar, mas já existem alguns modelos de máscaras voltadas para o esporte, que são bem acopladas. Porém, não tem uma maneira de diminuir a sensação de sufocamento e o exercício deve ser feito de máscara,” afirma.

5. Criança usa máscara?

mascara crianca etsy

No caso dos pequenos é indicado que usem máscaras a partir de dois anos de idade. A otorrinolaringologista explica que essa faixa etária está relacionada com crianças que, teoricamente, já sabem manipular o item de segurança. “Menores de dois anos tendem a ficar manipulando a máscara e isso pode ser até pior, por exemplo, ao colocarem a mão nos olhos. Além disso, crianças menores que essa idade não conseguem usar muito bem a máscara por longos períodos”.

Milena Costa é médica otorrinolaringologista formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, com residência médica em Otorrinolaringologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e fellowship de pesquisa em Rinologia pela Stanford University, na Califórnia.

Cinco dicas para tornar o home office ou a volta ao trabalho mais saudável

Pipo Saúde mostra como algumas simples atitudes podem contribuir para melhorar a rotina profissional em períodos turbulentos

A pandemia do coronavírus trouxe inúmeros problemas para a saúde mundial, não apenas fisicamente, mas o estresse e desgastes causados pelo isolamento ou a necessidade de seguir trabalhando em meio aos riscos pode contribuir para o aumento de distúrbios emocionais causados pelo cansaço. De acordo com a Isma (International Stress Management Association), 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem de Síndrome de Burnout, um conjunto de sinais e sintomas causados por excessos, principalmente no âmbito profissional.

O diagnóstico de síndrome de burnout deve ser feito por uma orientação médica e o tratamento deve ser prescrito por uma psicóloga ou psiquiatra. No entanto, pequenas mudanças podem tornar a rotina do home office ou o ambiente de trabalho mais saudável.

Quando não nos atentamos a elas, principalmente se estamos imersos em um ambiente acelerado, estressante, cheio de demandas e compromissos, seja na vida pessoal ou profissional, podemos ter esgotamento mental. Pensando no bem-estar dos trabalhadores brasileiros, a Pipo Saúde, startup criada para otimizar a relação do RH de empresas com os planos e benefícios de saúde, separou cinco dicas para ajudar com essas questões tanto em casa quanto no escritório:

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Gerd Altmann/Pixabay

Dizer não: parece simples, mas não é. Muitas vezes acabamos aceitando mais reuniões, entregas com prazos menores, ficar mais um “pouquinho” no trabalho, principalmente porque nos preocupamos muito com a nossa entrega, resultado e engajamento profissional. E é por isso que precisamos aprender a dizer não. É saudável, assim como respeitar o horário de trabalho, desligar a mente, pedir mais prazo e saber valorizar quando isso está sendo feito de forma estratégica: descansar para produzir melhor.

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Exercícios físicos: ao praticar exercícios estamos produzindo endorfinas, que são substâncias naturais do organismo responsáveis pela sensação de relaxamento. Dessa forma é possível aliviar a ansiedade, diminuir o estresse e dormir melhor. Duas ou três vezes na semana já vão fazer mudanças positivas e saudáveis na rotina. Atividades físicas como aulas de yoga, pilates, por exemplo, podem ser feitas em casa ou sugeridas pelos gestores e profissionais de RH.

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Comer bem: o que pouca gente sabe é que alguns alimentos que consumimos prejudicam a concentração, o relaxamento e até mesmo na hora de dormir. Refeições com excessos de carboidratos e açúcares exigem do nosso corpo um processo de digestão mais demorada e, por consequência, mais trabalhosa. Quando escolhemos alimentos mais nutritivos, pouco gordurosos, com bases mais proteicas e fibrosas, tudo funciona melhor: a concentração, a produtividade, os movimentos físicos e também o sono.

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Descanso: é preciso buscar técnicas de meditação, exercícios de respiração, mudança de luz ou até mesmo uma posição para dormir que leve ao sono profundo. Pois, quando dormimos bem, produzimos o GH, leptina e a insulina que são hormônios saudáveis para o corpo. O essencial é se desligar dos eletrônicos cada vez mais cedo, saber fechar os olhos e respirar fundo, para esvaziar a mente e corpo.

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Cuide da saúde: primeiro de tudo, escolha um médico de confiança. Realize exames de check up anualmente, aproveite as práticas de um plano de saúde. Aproveitar as praticidades de um plano de saúde, aplicar essas cinco dicas na sua rotina e, principalmente, se priorizar podem ser a chave para um organismo saudável.

Síndrome de Burnout, ansiedade, esgotamento mental são crises mais comuns do que parecem, mesmo durante o home office, e isso vale para qualquer área de uma empresa. “Repensar estratégias, ativação em equipe, 1:1 com gestores e oferecer opções de terapia online podem ser uma das mecânicas para evitar que esses tipos de síndromes alcancem seus colaboradores”, afirma Manoela Mitchell, CEO da Pipo Saúde.

Fonte: Pipo Saúde

Covid-19: conheça os testes disponíveis no mercado e aplicações

Vários métodos e técnicas, com diferentes níveis de precisão, podem ser utilizados na identificação da doença

Com mais de dois milhões de casos confirmados e quase 80 mil mortes até agora, o Brasil sofre diariamente com os efeitos causados pela pandemia do coronavírus. Devido ao alto poder de contágio do vírus e à gravidade do quadro clínico em parcela significativa dos pacientes infectados, a doença tem causado enorme pressão sobre os sistemas de saúde e profissionais que atuam na área. Com diversos testes disponíveis no mercado para a identificação da Covid-19, é necessário compreender suas diferenças para a escolha do método mais adequado.

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Por ser uma doença nova, com muitos detalhes da fisiopatologia ainda sendo caracterizados, são constantes as dúvidas e atualizações nos protocolos de diagnóstico, assim como na conduta e tratamento da enfermidade. “Um roteiro diagnóstico simplificado, de fácil compreensão, mas também acompanhando as atualidades no conhecimento técnico e científico sobre a Covid-19 pode ser de grande auxílio para os profissionais de saúde. Dessa forma, a compreensão e aplicação correta dos testes é assegurada”, explica Carlos Aita, médico patologista clínico, responsável técnico do Grupo Diagnósticos do Brasil.

Apesar do quadro clínico de Covid-19 em geral apresentar algumas características típicas, elas não são exclusivas, podendo ocorrer apresentações similares em diversas outras condições inflamatórias e infecciosas. Por este motivo a conclusão do quadro é realizada através do diagnóstico laboratorial.

“Dependendo da apresentação clínica, especialmente em pacientes que necessitam internação hospitalar, alterações laboratoriais são comuns, porém inespecíficas. As mais frequentes são: as elevações de aminotransferases (ALT e AST), desidrogenase lática (LDH) e dos marcadores inflamatórios ferritina, proteína C reativa (PCR) e Velocidade de Hemossedimentação (VHS). Mas o quadro laboratorial geral conta com diversas outras características”, conta o especialista.

Os exames laboratoriais específicos apresentam três tipos principais de aplicações que estão relacionadas ao estágio da infecção em que o paciente se encontra: detecção precoce da exposição ao vírus, antes do aparecimento dos sintomas; o diagnóstico do quadro agudo e monitoramento da evolução clínica; e o rastreamento da exposição prévia ao SARS-CoV-2. Os principais métodos e técnicas disponíveis atualmente para realização dos exames específicos são classificados entre os grupos diretos, aqueles que fazem a detecção do vírus, como o RT-PCR e os testes rápidos imunocromatográficos para detecção de antígeno viral, e os indiretos, que detectam a resposta imune ao vírus, como as pesquisas de anticorpos.

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“A detecção precoce de novos casos tem como principal objetivo identificar pacientes infectados, antes do aparecimento dos sintomas, permitindo assim instituir isolamento e evitar a transmissão para outras pessoas. O exame mais adequado para a detecção da infecção nesse momento é o RT-PCR utilizando amostras de secreção de orofaringe e nasofaringe. Outra alternativa é a pesquisa de antígeno viral, que pode ser realizada por meio de testes rápidos imunocromatográficos disponíveis, que tem como vantagem oferecer um resultado imediato, porém conta com uma sensibilidade inferior”, explica o especialista.

Para o diagnóstico do quadro agudo com suspeita de Covid-19, a confirmação laboratorial indicada nos protocolos oficiais do Ministério da Saúde é o RT-PCR. A coleta de amostra deve ser realizada até o sétimo dia após o início dos sintomas e preferencialmente até o terceiro, para evitar a ocorrência de resultado negativo, devido a eliminação precoce do vírus. “É importante ressaltar que o RT-PCR também pode estar sujeito a resultados falso negativos em amostras de má qualidade por coleta inadequada contendo pouco material, coleta realizada em fase muito precoce ou muito tardia da infecção, ou ainda por acondicionamento inadequado”, continua Aita.

Já o rastreio da exposição prévia ao SARS-CoV-2 em indivíduos que não apresentaram nenhuma sintomatologia típica, ou naqueles que apresentaram sintomas, mas não realizaram a confirmação diagnóstica laboratorial no momento do quadro agudo, tem aplicação para a avaliação epidemiológica populacional da exposição e para avaliação do status imune individual.

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“Acredita-se que a presença dos anticorpos de memória possa promover proteção evitando a reinfecção ou recidiva, apesar de ainda não haver comprovação científica dessa hipótese. Nessa situação o exame mais indicado é a pesquisa de anticorpos IgG ou de anticorpos totais”, completa o especialista.

Fonte: Grupo Diagnósticos do Brasil

Eu tive Covid-19 quatro meses atrás, e ainda vivo com os sintomas

Depoimento de Rachel Baum a Jennifer Clopton

Talvez eu nunca melhore.

Não sei o dia exato em que percebi isso. Chegou em algum momento depois que eu cruzei a marca de 100 dias lidando com os sintomas da Covid-19.

Contraí o vírus por volta de 10 de março, e os sintomas ainda persistem. Uma dor de cabeça debilitante. Uma dor aguda entre meus ombros que parece que estou sendo picado por algo quente e nunca desaparece. Sinto um aperto no peito e tosse que ainda requer um inalador para limpar. A névoa cerebral, a falta de jeito e a confusão são tão ruins que fico impressionada com o quanto regredi intelectualmente. Fadiga e náusea avassaladoras vêm e vão, e minha voz geralmente soa como um sussurro, porque não consigo respirar o suficiente para falar mais alto.

Depois de mais de 100 dias lidando com esses sintomas que surgem como ondas, durando e indo sem padrão – finalmente me dei conta de que talvez essa seja minha vida agora. Neste momento, não tenho certeza se isso vai desaparecer. Apenas pode ser o meu novo normal.

Isso está muito longe do meu antigo normal. Eu tenho fibromialgia, mas antes da Covd-19, eu era muito ativa. Eu sou um treinadora aposentada de cães, então sempre estive em movimento. Eu moro perto de um lago e andava de caiaque, às vezes duas vezes por dia, fazendo uma caminhada de cinco quilômetros todos os dias, e comecei a dançar sapateado, praticando 45 minutos a uma hora por dia.

Durante minha doença, e agora sempre que recaio, tudo o que posso fazer é olhar para o lago pela janela. Eu nem tentei dançar sapateado. Eu sei que não tenho energia para isso. Ainda assim, tenho dias em que me sinto muito bem. Eu posso dar um passeio, cozinhar refeições e lavar a roupa. Mas então a recaída chega. Sempre vem. Às vezes, dura um dia ou dois, mas às vezes até dez. Quando isso acontece, sou derrubado, de volta à cama, precisando dormir, me sentindo ansiosa, procurando meu inalador para me ajudar a respirar.

Isso é melhor do que era quando fiquei doente com a Covid-19. No primeiro mês, eu estava doente com todos os sintomas que você ouve falar – náusea, calafrios, dor de cabeça, perda de paladar e olfato. Por alguns dias, não consegui andar porque todo o meu lado esquerdo – minha perna e braço – estava rígido e com dores terríveis. Eu estava com fadiga debilitante e, na pior das hipóteses, não conseguia comer nem respirar fundo. Uma vez, tive que ligar para o 9-1-1 em busca de oxigênio. Com o tempo, vi algumas melhorias, mas para mim, está longe de uma recuperação completa.

Também não foi uma jornada linear. Tenho bons dias que me deixam esperançosa de que finalmente chutei isso para longe, mas depois recuo. Não há explicação médica para isso que pude encontrar. As radiografias do tórax mostram que meus pulmões estão bem. Os testes de acompanhamento foram negativos e meus níveis de saturação de oxigênio continuam a registrar-se normalmente. Os médicos estão francamente confusos sobre o que está acontecendo e o que fazer sobre isso. A única coisa que parece que posso fazer é tomar Tylenol quando a dor de cabeça surge, manter meus inaladores de manutenção e socorro ao alcance e tentar me ajustar mentalmente a essa nova realidade.

Às vezes fico muito desanimada pensando – o que fiz de errado, por que eu? Mas acho que devo agradecer por ainda estar viva. Ajuda saber que não estou sozinha (mesmo que seja de partir o coração). Quando entrei para o grupo Covid-19 Long Haulers no Facebook, fiquei surpresa ao ler post após post que soava como eu. Atualmente, existem mais de 7.000 pessoas de todo o mundo neste grupo, e elas também ainda estão lutando com uma lista aparentemente interminável de sintomas debilitantes que vêm e vão em ondas. Algumas pessoas são hospitalizadas durante as recaídas e tiveram sintomas muito mais extremos do que eu, então acho que tenho sorte, embora nem sempre seja assim.

Por enquanto, estou tentando me concentrar no que posso controlar. Eu me inscrevi para fazer parte de dois ensaios clínicos em que registro meus sintomas todos os dias para que os pesquisadores possam aprender com pessoas como eu que não melhoraram. Eu tento ajudar outras pessoas no meu grupo do Facebook quando estão com os sintomas com os quais ainda estão lidando. Para minha própria saúde mental, neste momento acabei de decidir que tenho que desistir da ideia de que algum dia vou me recuperar completamente. Tenho que parar de pensar como se estivesse voltando para onde estava antes, porque realmente não sei se isso vai acontecer.

Muitas pessoas melhoram e isso é maravilhoso para elas. Mas, por alguma razão, existem milhares de pessoas por aí que o vírus agarrou e não as liberta.

Se alguém por aí está lidando com isso, eu diria – encontre um grupo de apoio, porque você precisará dele, e isso ajuda muito. Você precisa de pessoas que entendam o que está passando e talvez não encontre isso em sua família ou círculo social.

Neste ponto, depois de experimentar os sintomas por quase quatro meses, estou tentando encontrar as lições positivas da vida para mim. Eu sempre fui uma pessoa que gosta de ir, ir, ir, e isso está me forçando a aprender a desacelerar, diminuir um pouco as coisas e relaxar um pouco mais. Eu estou aprendendo a realmente apreciar os bons dias em que eles chegam e me acompanhar nesses dias e, depois descansar, quando os momentos difíceis chegarem.

Caiaque todos os dias pode não estar mais nas cartas para mim, mas ainda posso apreciar a beleza do lago. Outro dia, pesquei um pouco, e isso me fez sentir melhor. Estou encontrando novas fontes zen em atividades mais calmas que me trazem alegria. Também acho que continuarei contando minha história, porque, infelizmente, acredito que ainda haverá muitos outros como eu. E, realisticamente, não tenho certeza de que todos se recuperem totalmente desse vírus.

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*Rachel Baum vive em Saratoga Springs, Nova York, Estados Unidos e, atualmente, participa de dois estudos que rastreiam sintomas de longo prazo em pacientes que tiveram Covid-19. Ela diz que encontra suporte em no grupo de apoio de Long Haul Covid-19 Fighters no Facebook, e está feliz que um livro que escreveu na época da primeira carreira dela, como bibliotecária, Funeral e Memorial Leituras, Poemas e Homenagens (McFarland, 1999) – esteja agora ajudando muitas pessoas que, infelizmente, precisam enterrar seus entes queridos que foram contaminados com esse vírus.

Fonte:WebMD

Começar ou recomeçar? É hora de decidir a evolução da sua vida*

“Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio, pois quando nele se entra novamente, não se encontra as mesmas águas, e o próprio ser já se modificou”, diz Heráclito. “O tempo é como um rio. Você nunca poderá tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou, nunca passará novamente”, explica Augusto Aschar.

Não fica difícil chegar à conclusão de que um rio é uma excelente metáfora para o significado da vida e do tempo. E se formos pensar em tudo o que aconteceu nos últimos meses e comparar com o curso de um rio é possível imaginar águas violentas e cheias de obstáculos que acabam em uma gigantesca e desconhecida cachoeira.

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A pandemia da Covid-19 fez a realidade e o cotidiano que conhecemos praticamente desaparecer. Estamos vivenciando um dia após o outro, na pele, a história ser escrita. E quais serão as lembranças que teremos e contaremos para as próximas gerações?

Quando saímos de uma situação como a que vivemos, a quarentena da desinformação e da insegurança revelada pela finitude da vida, tão exposta e ameaçadora, fica claro que alguns valores precisam de uma profunda revisão.

Vive-se no céu de incertezas, sem plano de voo e destino. E, obviamente, que o questionamento será uma pauta sem assinaturas. A vida, família, modelo de educação para os filhos, profissão, saúde, academia, jantares fora e vinho em famosas vinícolas.

Como será tudo isto? O que foi aprendido com esta quarentena? Li o que precisava? Desenhei projetos? Ou só fiquei à mercê dos noticiários, dos números e à espera do próximo jornal?

Seja em casa colocando em prática o isolamento social ou saindo para trabalhar, muitos têm medo. Temos pensado, cada vez mais, na real necessidade do ter, do possuir e do consumir, por exemplo. E está na hora de começar a refletir também sobre quem seremos depois que tudo isso acabar.

Será a hora de começar ou de recomeçar? Essa é a reflexão que quero trazer para este artigo. Conheça o significado dessas duas palavras segundo o dicionário Michaelis:

Recomeçar: começar de novo a fazer algo que se interrompeu, retomar; tornar a ocorrer e tornar a produzir-se.

Começar: iniciar algo (ação ou processo), principiar; ter começo ou princípio; ter a primeira experiência e iniciar em certas condições.

mulher pensando duvida

Analisando os dois significados podemos dizer que não há muita novidade no recomeçar. É apenas ‘despausar’, continuar do ponto em que se estava antes. Uma operação que está ligada ao passado usando conceitos, aspectos e conexões já conhecidas e testadas.

E onde de certa forma, iremos repetir comportamentos e pensamentos, viveremos do passado como referência. Com certeza serão necessários alguns ajustes, mas provavelmente será um caminho parecido com o que já é conhecido.

Na prática, recomeçar não é iniciar algo totalmente novo, é apenas continuar os planos que já foram traçados – ou mudando-os o mínimo possível.

Já o começar é inovar, se repaginar, começar do zero. Como voltar um smartphone ou outro aparelho eletrônico às configurações de fábrica.

Mas, para abrir uma nova jornada, é preciso finalizar a anterior. É necessário muito mais que isto, é abandonar as roupas velhas, o estilo antigo, pensamentos e pessoas que não combinam mais com seu novo projeto.

E fazer um mergulho dentro de nós mesmos que sempre é agradável. O início só será real quando nos modificarmos e libertarmos das nossas prisões. Seja o medo de tentar algo diferente ou o risco de saber o que há depois da cachoeira.

E esse ‘start’ vale tanto para a vida pessoal quanto profissional. Tanto que muitas pessoas estão aproveitando os momentos em casa para se reconectarem com a família, fazerem cursos e buscarem novos caminhos para transformar completamente a sua existência.

Pode ser bem difícil saber quando colocar um ponto final e finalizar algo. Mas vale a pena! Nosso mundo pede isso. Chega de apenas ver os dias passarem, de perpetuar relacionamentos e situações que não nos fazem crescer e sermos pessoas melhores. Agora é hora de não apenas sonhar, mas sim trabalhar para que o que era plano virar realidade.

mulher pensando depressao grisalha

É possível inclusive pensar na Teoria da Evolução de Charles Darwin. O homem não é uma criação divina, mas sim um produto final e ainda provisório. Estamos em constante evolução, sempre buscando a melhor versão de nós mesmos.

Segundo as palavras de Manuel Bandeira, “Precisamos ser, cada vez mais, como um rio que flui/ Silencioso no meio da noite/ Não temer as trevas da noite…”

Tudo o que estamos vivendo vai passar. E de que maneira você sairá banhado pelas águas do rio da vida e do tempo quando tudo isso acabar: começando ou recomeçando?

lisia prado

*Lisia Prado é sócia da House of Feelings, primeira escola de sentimentos do mundo