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Curta-metragem ajuda crianças a lidarem com a morte

Falar a verdade para as crianças sempre é a melhor alternativa, por mais que o assunto seja complexo e triste como a morte. Para auxiliar pais, educadores e psicoterapeutas a abrirem o diálogo sobre perdas e luto, o publicitário Irineu Villanoeva Junior transformou o livro “O dia em que passarinho não cantou”, em um curta-metragem.

Em parceria com as autoras da obra e também psicólogas, Valeria Tinoco e Luciana Mazorra, ele produziu o filme para facilitar o entendimento dos pequeninos, de forma lúdica. A animação conta a história de uma garotinha chamada Cacá e de seu amigo Lico, um passarinho.

“Falar sobre a morte e a dor da perda ainda é um tabu. Quando acontece uma perda na vida de uma criança, seja de um animalzinho de estimação, ou seja de um ente querido, pode ser confuso e assustador. Nessa hora os pais têm um papel fundamental. Precisam apoiar e lidar com a verdade com a criança. Agindo assim, estão dando a oportunidade de ela aprender e a se preparar para as perdas que terá ao longo da vida e, além disso, evitar o chamado luto complicado”, diz o publicitário.

Ele decidiu criar projetos sobre o tema após perder em 2015 seu pai e sobrinho em um curto período de tempo, apenas três meses. A partir dessa experiência, estudou sobre o assunto e lançou o movimento “Sem Pressa Pra Viver” (#sempressapraviver), que tem como propósito ajudar pessoas que estão passando por esse processo doloroso e de forma preventiva, realizar ações de conscientização e psicoeducação.

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O curta-metragem é a primeira ação deste movimento. Você pode assistir a “O dia em que o passarinho não cantou” clicando aqui.

Como montar cardápios divertidos e nutritivos no período das férias escolares

Sem abusar de alimentos prejudiciais à saúde das crianças é possível, com criatividade, criar pratos saudáveis, mesmo no período das férias

As férias escolares chegaram e com elas muita diversão e passeios para as crianças. Nesta época do ano, elas gastam muita energia e uma boa alimentação é fundamental para garantir o agito da garotada. Como neste período alguns hábitos alimentares e horários das refeições são alterados por conta das atividades, é preciso que os pais fiquem atentos.

De acordo com a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim, os alimentos calóricos não precisam ser completamente abolidos durante as férias, desde que sejam oferecidos em pequenas porções. “O ideal é consumir bolachas integrais no lugar das recheadas, alimentos grelhados ao invés de frituras, além de verduras, frutas e legumes, que não podem faltar no cardápio dos pequenos”, esclarece.

Durante as férias, outra brincadeira divertida é envolver as crianças no preparo dos alimentos, contando sempre com a imaginação. “O brócolis, por exemplo, pode ser transformado em árvores. Já na sobremesa, a sugestão é utilizar frutas cortadas no formato de estrelas ou coração, para despertar a atenção e criatividade da criançada”, explica a nutricionista.

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Foto: Philmech

Atualmente há uma série de discussões sobre a alimentação infantil. O aumento no consumo de alimentos gordurosos e o excesso de sal e açúcar na dieta da criança e do adolescente traz diversos danos à saúde e, em alguns casos, tornam-se irreversíveis do ponto de vista médico e nutricional.

“Por isso é preciso tomar alguns cuidados no período das férias, pois as crianças fogem da rotina e há um aumento no consumo de fast foods, produtos industrializados, refeições congeladas, que contém alto teor de sódio, gordura saturada e açúcar”, aconselha Rosana.

Para a nutricionista, nesta época do ano, os problemas de saúde para esse público ficam por conta de resfriados, gripes e crises respiratórias, por causa do inverno e poluição: “Comer bem e corretamente favorece o organismo e o deixa mais resistente, além de garantir energia para toda diversão. Além disso, alimentos nutritivos, como verduras, legumes e frutas mantêm a saúde, aumentam a imunidade e auxiliam no desenvolvimento das crianças”, afirma.

MILKSHAKE DE GELATINA ZERO

Uma das alternativas que os pais podem fazer para incentivar a ingestão de nutrientes saudáveis no período das férias é sempre deixar estes alimentos prontos para o consumo. Isso inclui desde frutas frescas como morango, banana, maçã, pera, saladas de frutas, até gelatina, bolo preparado com flocos de aveia, bolo de cenoura, biscoitos caseiros integrais, suco de fruta natural e água de coco.

“É muito comum o aumento do consumo de refrigerantes e doces neste período. Os responsáveis pelas crianças devem controlar a ingestão desses alimentos começando por limitar a compra deles”, completa.

Dicas do Serviço de Nutrição do HCor para as férias escolares:

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Evite o exagero: nas férias escolares, até mesmo o excesso de pipoca – alimento bastante presente neste período -, pode trazer para a criança complicações digestivas pelo excesso de gordura e sal. Os doces com cremes, chocolate e chantilly também devem ter consumo controlado.

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Criatividade na produção da refeição: usar a criatividade decorando os pratos é uma alternativa para chamar atenção das crianças menores. Fazer uma flor com parte do tomate ou montar um boneco com ovo cozido, por exemplo, pode auxiliar a prender a atenção da criança para a alimentação correta.

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Para os maiores: o ideal é introduzir verduras e legumes na massa e no recheio de tortas. Preparar pastéis assados e recheados com verduras e queijo, fazer sobremesas à base de iogurte ao invés de creme de leite e chantilly, colocar torradinhas de pão integral nas saladas e queijo magro ao invés de parmesão são algumas sugestões.

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Variar e colorir para despertar o interesse: como as crianças costumam acordar um pouco mais tarde neste período, o ideal é que o café da manhã seja nutritivo e leve, para não atrapalhar o apetite do almoço. Um copo de leite com achocolatado ou iogurte é o mais recomendado. Assim, pães e cereais podem ser adicionados ao lanche da tarde, com sucos ou leite fermentado.

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Refeições principais, como almoço e jantar: o ideal é que o prato seja bastante colorido e variado. Legumes e vegetais não podem ficar de fora, complementando o arroz com feijão e carnes grelhadas ou ensopados. “Para as crianças que tem receio a certos alimentos, a dica é tentar tornar a alimentação divertida. Para as meninas, o suco de morango, por exemplo, pode ser da personagem moranguinho. Já pra os meninos, a vitamina de frutas pode ser do homem-aranha”, finaliza a nutricionista.

Fonte: HCor

Festas julinas: especialistas alertam para o risco de brincadeiras com fogo

Ter conhecimento de primeiro socorros ajuda a evitar transtornos para as crianças neste período; veja cinco dicas essenciais

O tradicional dia de São João já passou, mas a folia das festas juninas e julinas ainda continua. Porém, entre as comemorações, é preciso ter prudência, principalmente com as crianças. Após alerta da Sociedade Brasileira de Dermatologia, especialistas de saúde estão prevenindo as famílias sobre os riscos de algumas brincadeiras comuns nesse período, como as bombinhas e as fogueiras. Não deixar que crianças menores de 2 anos manuseiem estalinhos e orientar os pequenos sobre os cuidados gerais podem fazer a diferença para passar as festividades com segurança.

A pediatra e pneumologista Natália Barbosa Gomes, do Grupo Prontobaby, orienta que os cuidados devem ser redobrados nessa época, pois é comprovado o aumento de casos de queimaduras. “A queimadura deve sempre ser considerada como grave, sempre sendo indicada a avaliação médica. Antes de se encaminhar para uma unidade hospitalar deve ser feita a lavagem com água corrente, sem utilizar água fria ou gelo, ou soluções caseiras”, orienta.

Veja cinco dicas de ouro para evitar os acidentes mais comuns entre as crianças.

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Pixabay

Comidas – grande parte das queimaduras tem associação com a preparação de comidas. Podem ocorrer acidentes quando é acesa a churrasqueira ou colocado o alimento para cozinhar, porém, principalmente naqueles alimentos cozidos na água, que por algum descuido, a criança poderá puxar a panela e derrubar o líquido em sua pele, levando a uma queimadura por escaldadura;

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Pinterest

Estalinhos – podem parecer inofensivos, porém são feitos de pólvora e podem causar acidentes como queimadura. Principalmente em menores de 1 ano e 6 meses até 3 anos, que são aqueles que estão na fase oral, sempre levando tudo a boca, o que pode ocasionar a ingestão do mesmo;

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Foto: Duttasum/Morguefile

Fogueiras – são chamativas para os pequenos, e apenas um descuido é o suficiente para acontecerem queimaduras. Podem ser classificadas em 1, 2 e 3 graus. A queimadura de primeiro grau é a mais superficial, pois atinge somente a primeira camada da pele, gerando vermelhidão e dor local, não sangram e apresentam aspecto seco. Já as de segundo grau, apresentam bolhas e são bem doloridas, se caracterizam por aspecto úmido. No caso das de terceiro grau, há um acometimento das camadas mais profundas da pele como músculos e ossos, são indolores e podem causar deformidades;

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Pixabay

Balões – além de representarem um perigo para a nossa natureza, são um perigo importante para nossos filhos. Podem provocar graves acidentes e incêndios florestais, além de proibido, é considerado crime ambiental;

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Foto: DuBoix / Morguefile

Fogos de artifícios – nunca devem ser manuseados por crianças. Mantenham-se alertas e orientem seus filhos, pois as queimaduras de fogos de artifícios são os mais graves (queimaduras de 3° grau), podendo causar lesões irreversíveis.

Fonte: Grupo Prontobaby

Tirolez ensina a fazer Torta de Frango com Queijo tipo Cottage

Com muita criatividade na hora das brincadeiras, tudo se torna mágico aos olhos das crianças. E por que não trazer isso para dentro da cozinha e unir aprendizado e diversão? Esses momentos estimulam a leitura, a escrita, além de ensinar um pouco mais de matemática, por exemplo, para os pequenos ou até mesmo conscientizá-los a não desperdiçar alimentos.

E não é só isso, é importante que as crianças valorizem e aprendam, todos os dias, a escolher ingredientes saudáveis. Brincar na cozinha os ajudará a ter mais autonomia e independência, e pode contribuir com a dinâmica da família, criando laços ainda mais fortes entre avós, pais e filhos.

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Mas você sabia que há uma determinada idade para que as crianças possam participar da preparação das comidinhas da família? A Tirolez dá dicas importantes de como as crianças podem participar na preparação da receita de acordo com a sua idade:

=A partir de 2 anos: colocar alimentos em uma tigela, amassar a massa, pegar e lavar frutas e legumes, e até misturar a massa do bolo (com supervisão);
=A partir de 4 anos: passar manteiga no pão (usar faca de plástico), montar pizzas e lanches, descascar ovos e arrumar a mesa;
=A partir dos 7 anos: fazer lista do mercado, medir ingredientes, usar o micro-ondas para aquecer os alimentos, usar o ralador e descascador, lavar louça, guardar as compras e temperar a comida;
=A partir de 10 anos: seguir uma receita, utilizar facas e usar o fogão (com supervisão), escolher o cardápio, fazer um bolo e preparar pequenas refeições.

A bagunça está garantida, mas o aprendizado, as risadas e ver os pequenos felizes não têm preço. Para ajudar você nessa missão de mestre-cuca, a Tirolez sugere uma receitinha de Torta de Frango com Queijo Cottage. Aproveite as dicas para passar mais tempo com os pequenos e criar momentos mágicos.

Torta de Frango com Queijo tipo Cottage

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Ingredientes:

Massa:
3 xícaras de farinha de trigo
200g manteiga sem sal gelada cortada em cubos
1 ovo
Uma pitada de sal
2 colheres de água gelada se necessário

Recheio:
500g de frango cozido e desfiado (peito ou sobrecoxa)
3 colheres de azeite de oliva
2 dentes de alho picado
½ cebola picada
½ Salsinha
Sal e noz-moscada a gosto
1 Queijo tipo Cottage Tirolez (250g)
Gema para pincelar a massa

Modo de preparo:

Massa:
Misture a farinha, ovo e sal. Coloque a manteiga em pedacinhos, aos poucos, até obter uma massa homogênea (se necessário coloque a água até a massa ficar lisa). Faça uma bolinha e reserve na geladeira.

Recheio:
Em uma panela aqueça o azeite, refogue o alho e a cebola. Adicione o frango e tempere com sal, pimenta, noz moscada e salsinha. Deixe esfriar. Aqueça o forno 180°C.

Montagem:
Abra a massa com o rolo e cubra o fundo de uma assadeira (com fundo removível). Faça rolinhos com a massa e cubra a lateral. Coloque o recheio de frango e espalhe bem com uma colher, cubra o recheio com o Queijo tipo Cottage Tirolez. Cubra com o restante da massa. Pincele as gemas de ovo e leve a torta para assar até dourar.

Fonte: Tirolez

Cinco dicas para ensinar gratidão para crianças

Pesquisas comprovam que ser grato é um hábito que estimula a sensação de bem-estar e realização

Na infância, quem nunca leu ou ouviu falar do clássico livro Pollyana? A história fala sobre um encanto de menina, doce e acolhedora, e destaca a sua habilidade em enxergar situações adversas da vida de forma otimista. É aquela pessoa que vê sempre o ‘copo meio cheio’.

Destaque para o jogo que seu pai lhe ensinou, nomeado “jogo do contente”, que consiste em sempre pensar positivo quando alguma situação complicada ou ruim acontecer, tentar tirar algo de bom, que pode ser para seu próprio bem ou para o de outras pessoas. Que tal sermos mais como ela e ensinarmos nossas crianças a serem também?

Como todos os valores, é preciso ensinar os pequenos a agradecer. Ser grato desenvolve consciência, alegria e também sensibilidade e empatia em relação ao outro. Amplia emoções positivas, otimismo, aumenta as sensações de satisfação e conexão com a vida.

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Estudos da neurociência indicam que quando uma pessoa se sente grata, ela ativa o chamado “sistema de recompensa” do cérebro, trazendo uma sensação de bem-estar. Dessa forma, o cérebro entende que algo positivo está acontecendo e libera dopamina, um neurotransmissor que é responsável pela sensação de prazer.

A substância motiva as pessoas a buscarem seus objetivos e sonhos, pois quanto mais o indivíduo se sente feliz e realizado, mais seu organismo sente a necessidade de realizar outras metas. E quanto mais esse processo é reforçado, mais ele se desenvolve no corpo. Propiciar a liberação deste neurotransmissor por meio de pequenas atitudes, desde a tenra idade, trará imensos benefícios para a vida das crianças.

Para a professora de Educação Infantil do Colégio Marista São Luís, em Jaraguá do Sul (SC), Samanta Sievers, o principal a ser ensinado é que agradecer é algo gratuito e que não devemos esperar nada em troca ao fazê-lo. “Gratidão é um hábito a ser cultivado. Aos menores de dois anos por exemplo, ensinamos por repetição a dizer ‘obrigado’, mesmo que eles ainda não entendam o seu conceito, mas já plantando uma semente”, comenta.

Assim que a criança cresce, é possível ampliar o repertório da gratidão com exercícios simples, listados pela professora:

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Pixabay

– Pergunte sobre a melhor coisa que aconteceu no dia: antes de dormir, peça que a criança fale sobre um momento do dia que a deixou feliz, pelo qual gostaria de agradecer. Acredite: as vivências mais simples costumam ser as mais citadas.

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Pixabay

– Fotografias: vejam juntos fotografias de momentos vividos, garantindo falas positivas como “Foi tão legal quando fomos à praia, você também gostou? Sou grata por este dia, quem sabe podemos repeti-lo em breve?”.

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Pixabay

– Faça cartões de agradecimento: fez aniversário e ganhou presentes? Que tal fazer um cartão para agradecer à pessoa pelo carinho?

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Foto: TheNatterbox

– Pote da gratidão (para maiores de 6 anos): separe um pote e instrua sua criança a escrever em um pedaço de papel toda vez que algo lhe fizer sorrir, lhe deixar feliz. “Quando tomei sorvete com a vovó”, por exemplo. Tudo é válido. Incentive que vez ou outra a criança abra esse pote e releia os escritos, relembrando os bons momentos vividos.

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Foto: thinkinglQ

– Jogo da gratidão: crie um jogo utilizando, por exemplo, tampinhas ou pedaços de papéis coloridos em que, ao pegar a cor específica, a criança deve: citar um lugar, uma pessoa, uma comida, um objeto, pelo qual ela seja grata.

“Todo pai e mãe, tenho certeza, deseja que sua criança tenha um bom coração e seja feliz. A gratidão proporciona ferramentas para esse sucesso emocional. Dedique tempo para incentivar seu filho a desenvolver essa habilidade. Com certeza fará diferença no futuro”, finaliza a professora.

Fonte: a Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação.

Psicóloga dá dicas para lidar com as crianças durante a separação dos pais

Diálogo e sinceridade são essenciais para que os pequenos se sintam seguros nesta etapa

A separação é um momento difícil, principalmente se o casal tiver filhos. Não importa a idade, para eles é sempre complicado aceitar e entender a decisão dos pais de não viverem mais juntos. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Cristina de Melo, sugere a melhor forma de abordar o assunto e ajudar as crianças a lidarem com o divórcio.

Para a profissional, o melhor momento para informar aos filhos é quando esta decisão está seguramente resolvida pelos pais. “Isso evita gerar angústias desnecessárias para a criança ou adolescente, caso eles mudem de ideia”.

Não existe receita, mas a especialista lembra que a adaptação do discurso para a realidade dos pequenos e a sinceridade são pontos que devem ser levados em conta. “Posicioná-los sobre a separação de forma clara, sincera e verdadeira, transparecendo tranquilidade e segurança, faz com que a criança identifique tais sentimentos e apazigue sua angústia por meio deste acolhimento”, diz.

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Ela explica que não há necessidade de expor os reais motivos do divórcio, porém é muito importante que fique claro para a criança que ela não teve qualquer culpa ou participação nesta decisão.

Paciência e sensibilidade também são muito importantes diante das dúvidas que surgirão no decorrer deste processo. Segundo a psicóloga, na maioria dos casos, a criança não absorve bem a notícia, pois tal aspecto implica no surgimento de muitas fantasias em suas mentes, que vão desde a culpa e a contribuição delas para a separação dos pais, até a possibilidade de o divórcio afetar o amor que sentem por ela. “Isso sem falar na angústia da ausência do cônjuge que sairá de casa”, complementa.

Aline ressalta que a rejeição da criança pode ser temporária. “Ela dura até que perceba que, embora sua rotina mude, o carinho e amor que recebe dos pais não mudará. Com o tempo, essa reação de rebeldia tende a se dissipar, conforme os filhos forem recuperando a segurança na família e nos laços afetivos”, acrescenta a psicóloga do São Cristóvão.

Em alguns casos, as crianças podem apresentar uma mudança no seu comportamento e no seu rendimento em algumas atividades, inclusive na escola. Quando isso acontece, Aline aponta que é importante que os pais, juntamente com seu filho, reflitam sobre o que pode estar interferindo.

Segundo ela, a falta de motivação para as atividades pode estar ligada a aspectos emocionais relacionados à dificuldade em compreender e aceitar o divórcio, “como também uma forma de chamar atenção, mesmo que seja por meio de um aspecto negativo e prejudicial”, diz.

A especialista aconselha que os pais conversem com os educadores sobre ao assunto. “Investiguem se a criança expõe suas insatisfações e angústias perante a separação dos pais em ambiente escolar. Essa é também uma forma de compreender melhor o que ocorre”, explica.

Para a psicóloga, evitar expor os filhos aos conflitos do casal deve ser a maior preocupação dos pais. “É importante tomar cuidado para não acabar usando os filhos para afetar o outro, isso poderá se refletir negativamente na criança”. Ela explica que um cônjuge não pode falar mal do outro para a criança, o ideal é que eles saibam separar a relação deles como casal da relação deles como pais.

A dica da profissional é que os pais mantenham um relacionamento saudável, ou pelo menos, tenham um diálogo cordial. “Ter um bom relacionamento é importante, pois eles precisam dialogar e se organizar quanto aos cuidados, atenção e rotina dos filhos”. Dessa forma, as crianças perceberão que sua família passou por uma grande mudança, mas que isso não afetou no carinho e amor dos pais.

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Foto: Educaloi

“Quando isso acontece, os filhos percebem que não há motivo para sentirem-se abandonados”, reforça. Em alguns casos a separação traz alívio, principalmente quando as situações de conflitos vivenciados pelo casal eram presenciadas pelos filhos.

“Muitos pais depois da separação conseguem até melhorar a convivência com as crianças, gerando uma relação ainda mais próxima”, diz a psicóloga. E, caso a criança tenha dificuldade em lidar com todas as mudanças causadas pela separação dos pais, a profissional explica que a psicoterapia pode ser um auxílio valioso na compreensão dos sentimentos e nas mudanças que serão enfrentadas.

Criança e Consumo lista dicas para minimizar o consumismo infantil

Sugestões são para ajudar a refletir e reduzir os apelos de consumo no fim de ano

O Natal é uma das épocas do ano em que há um crescimento significativo nos apelos para o consumo, e entre os principais alvos dessas estratégias estão as crianças. O direcionamento de publicidade ao público infantil aumenta e é importante que as famílias estejam atentas e procurem alternativas para evitar o consumo excessivo. Por isso, o programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, preparou algumas sugestões para que os familiares e amigos celebrem as festas de final de ano com mais presença e menos presentes.

1. Natal não precisa ser sinônimo de compras

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É importante conversar com as crianças para que essa data comemorativa não seja associada a momentos de compras. Caso seja necessário levar a criança ao shopping – para comprar um presente, combine o objetivo antes de sair de casa, como forma de reduzir os pedidos impulsivos e inesperados das crianças. Lembre-se: consumir por impulso e, ao mesmo tempo, querer educar uma criança para o consumo consciente pode ser pouco eficaz, portanto, ser coerente nas atitudes é importante.

2. Proponha atividades livres de consumo

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Foto: Alley/Pixabay

O consumismo excessivo pode nos fazer esquecer de coisas importantes como convívio social, familiar e do contato com a natureza. Por isso, que tal propor às crianças atividades que não envolvam consumo, como brincar ao ar livre, em parques, praças, jardins ou na praia? Outra ideia é convidar os pequenos para atividades criativas em casa como ajudar na decoração; na montagem da árvore de Natal, reutilizando materiais para criar novos enfeites, e, até mesmo, no preparo de receitas simples, como um bolo. Incentive para que as festividades sejam marcadas pelo afeto e pelas conexões familiares, e não apenas pelo consumo.

3. Incentive a ressignificação dos brinquedos

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Natal não precisa ser associado à compra de novos brinquedos. Converse com as crianças sobre como é o processo de produção dos brinquedos, o que acontece quando eles são descartados e os impactos desses resíduos no meio ambiente. Essa é uma boa oportunidade para ensiná-las sobre sustentabilidade e entusiasmá-las a trocar um brinquedo que não usa mais por outro, em uma atividade como a Feira de Trocas de Brinquedos. A iniciativa do Criança e Consumo é uma maneira engajada e divertida para refletirmos sobre o atual padrão de consumo de adultos e crianças. Saiba mais aqui.

4. Converse com a criança sobre a diferença entre conteúdo e publicidade

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Nesta época do ano, aumentam as publicidades direcionadas aos pequenos, inclusive nos canais de youtubers mirins (ou até mesmo de adultos que apresentam conteúdos infantis). Muitas empresas de brinquedos, alimentos, roupas, calçados, materiais escolares, entre outras, se aproveitam da popularidade e da audiência desses canais para enviarem “presentes” aos apresentadores, que os exibem em seus vídeos. Essas publicidades tentam convencer as crianças de que a posse de bens de consumo as farão, supostamente, felizes e socialmente aceitas. Por isso, é importante acompanhar o consumo de mídia e o uso de tecnologias, e explicar os objetivos comerciais das campanhas publicitárias às quais elas foram expostas. Se é difícil para os adultos se protegerem dos valores consumistas, imagine para as crianças!

5. Conheça os impactos da publicidade infantil

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Para entender melhor como o estímulo ao consumismo na infância, impulsionado pela publicidade impacta as crianças, vale assistir ao filme “Criança, a alma do negócio”, de Estela Renner. O documentário é um convite para que os adultos reflitam sobre como colaborar para reduzir o consumo exagerado. O filme está disponível no Videocamp para exibições públicas e gratuitas.

6. Denuncie

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Pexels

Saiba que é possível cobrar das empresas o cumprimento da legislação e fazer denúncias aos órgãos de Defesa do Consumidor ou ao Criança e Consumo, caso se deparem com estratégias publicitárias direcionadas às crianças. Direcionar publicidade às crianças é prática abusiva e, portanto ilegal, conforme previsto no artigo 37, parágrafo 2º, do Código de Defesa do Consumidor (CDC), e reforçado pela Resolução 163 de 2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

Sobre o Criança e Consumo

Criado em 2006, o programa Criança e Consumo, do Alana, atua para divulgar e debater ideias sobre as questões relacionadas à publicidade dirigida às crianças, assim como apontar caminhos para minimizar e prevenir os malefícios decorrentes da comunicação mercadológica.

Sobre o Instituto Alana

O Instituto Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em programas que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância. Criado em 1994, é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013. Tem como missão “honrar a criança”.

Pão de Espinafre é opção de lanchinho saudável para as crianças

“Meus filhos não comem verduras e legumes de jeito nenhum”. Expressões como essa soam familiares? De acordo com a pediatra Rafaella Calmon, do Saúde4Kids, essas dúvidas são recorrentes durante as consultas. E para auxiliar os pais que buscam oferecer alimentação saudável aos pequenos, a médica, que também é mãe dos gêmeos Bárbara e Rafael, passou a desenvolver suas próprias receitinhas e compartilhar suas experiências gastronômicas.

Uma das sugestões para o lanchinho nutritivo das crianças é o Pão de Espinafre, fácil e rápido de preparar, rico em ferro e vitaminas. E a pediatra ensina o passo a passo:

Pão de Espinafre

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Ingredientes:
1/2 xícara de leite de vaca ou leite de arroz
1/2 xícara de óleo de milho
1 xícara de espinafre picado
3 ovos
1/2 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 colher de sopa de fermento
1 colher de sobremesa de sal
100g de queijo parmesão ralado

Modo de preparo
misturar os ovos, o leite e o óleo, e adicionar o espinafre. Na sequência, misturar as farinhas aos poucos, acrescentar o fermento e o sal. Para assar, usar uma forma untada com azeite ou óleo de coco, preenchendo até mais ou menos 50% da altura da assadeira. Acrescentar um pouco de queijo ralado como um recheio e cobrir com o restante do preparo. Se preferir, a massa pode ser assada em forminhas individuais de cupcake, seguindo o mesmo procedimento. Preaquecer o forno e assar até ficar dourado, em média por 30 minutos em temperatura de 180º.

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Observação: Rafaella alerta que, para bebês entre 6 meses e 1 ano, não é recomendável utilizar sal, leite de vaca e nem queijo.

Fonte: Saúde4Kids

Dia Mundial do Veganismo: é possível adaptar uma dieta vegana para crianças?

Professor de nutrição do Ceunsp explica quais são os alimentos indispensáveis durante a fase de crescimento

Com cerca de 5 milhões de adeptos no Brasil, o veganismo vem se popularizando e ganhando cada vez mais espaço entre homens e mulheres que buscam um estilo de vida livre de qualquer exploração animal. No entanto, ainda existem muitos estigmas em torno das famílias cujas crianças também são adeptas da alimentação vegana. Afinal, é possível adaptar uma dieta sem quaisquer alimentos de origem animal para uma criança em fase de crescimento?

O nutricionista André Freitas, professor do curso de nutrição do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio (Ceunsp), explica o que é o veganismo e quais são os alimentos indispensáveis para uma alimentação saudável para crianças:

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O que é o veganismo?
O veganismo é um estilo de vida, que se opõe a qualquer forma de abuso ou exploração animal. Por isso, ser vegano vai muito além da alimentação, já que a pessoa não consume alimentos de origem animal e também se recusa a usufruir de materiais que tenham sido fabricados por meio da exploração de animais, como couro, lã e seda. Ou ainda produtos que são testados em animais, como cosméticos e produtos de limpeza.

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O que é a alimentação vegana?
A dieta vegana é aquela em que são excluídos quaisquer alimentos de origem animal, ou ainda que passem por qualquer tipo de contato ou uso de produtos animais. Ou seja, não se consome carnes, laticínios, ovos, mel, açúcar (pois é utilizado o sebo de boi para o refinamento do açúcar). Uma dieta vegetariana é mais amena, já que a pessoa consome alimentos de origem animal, desde que não tenham sido submetidos ao ato do abate, ou seja, consomem laticínios e ovos.

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É recomendado que uma criança siga uma dieta vegana?
Recomendação propriamente dita não existe, pois o veganismo é determinado por traços que vão muito além da comida. É um estilo de vida e guiado por vários fatores, desde política até a ética biológica e meio ambiente. Muitas crianças, inclusive, iniciam por conta própria a dieta alimentar vegana por compaixão aos animais. Nesse caso, tudo depende da ideologia da família, que é o contato mais íntimo e a real formadora de opinião da criança.

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É necessário o acompanhamento de um médico especialista ou nutricionista para que a criança siga essa dieta?
Com certeza. O profissional capacitado neste assunto é o nutricionista. Melhor ainda quando esse acompanhamento é feito com um especialista em veganismo. Apenas este profissional consegue fazer as combinações necessárias e é capaz de detectar os sinais clínicos de deficiência nutricional de risco do vegano, conseguindo então tomar a medida corretiva para a situação, seja pela forma alimentar ou mesmo suplementação.

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Existem vitaminas ou outros nutrientes, essenciais para o desenvolvimento da criança, que sejam encontrados apenas em alimentos derivados de animais?
Existe apenas um único nutriente que é encontrado apenas em alimentos animais cárneos, que é a vitamina B12. Ela está presente no ovo também, em pequeníssimas quantidades, o que não faz dele então um alimento fonte. Vale ressaltar que existem outros nutrientes que são encontrados em alimentos de origem animal e em menores quantidades nos vegetais, como ferro, zinco e vitamina A, que são importantes para a renovação celular, a imunidade e a produção de hormônios sexuais, fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da criança. Estes nutrientes podem ser encontrados em alimentos vegetais, como cereais, grãos, sementes e alimentos alaranjados. Ainda assim, a quantidade destes nutrientes é menor quando comparado com os de origem animal, o que requer atenção nas porções e frequência de consumo.

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Foto: Kariatx/Morguefile

Quais alimentos são indispensáveis para uma criança vegana?
Os alimentos que não podem faltar em uma dieta vegana, são os alimentos chave de valor nutricional. Entre eles temos folhas verde-escuras, principalmente, espinafre, alimentos alaranjados, como abóbora, cenoura, mamão e feijões. Sendo completamente inviável uma dieta vegetariana sem qualquer um destes alimentos.
Sementes, grãos germinados e abacate também são alimentos muito importantes para uma alimentação equilibrada.

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Quais os benefícios de uma dieta vegana para a criança?
Do ponto de vista nutricional a dieta vegana proporciona um excelente consumo de fibras e vitaminas antioxidantes. Outro benefício é que, ao se consumir alimentos vegetais em maior quantidade, é possível diminuir o consumo de alimentos processados, que são altamente ricos em gorduras, principalmente saturadas, açúcar e sal.

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Foto: The Yummy Mummy Club

Quais dicas você daria para os pais que desejam adaptar uma alimentação vegana e saudável para seus filhos?
É fundamental se atentar ao valor nutricional dos alimentos e não confundir alimentos e produtos alimentícios. Uma alimentação vegana para crianças é possível, desde que haja organização para consumir os alimentos certos, que possuam os mesmos nutrientes encontrados nos alimentos de origem animal.

Sobre o Ceunsp

Com mais de 50 anos de tradição e dois campi – Itu e Salto –, o Ceunsp é reconhecido por seu ensino de qualidade, com ótimos indicadores comprovados pelo MEC, Enade e Guia do Estudante. Oferece cursos de graduação e pós-graduação em diversas áreas do conhecimento e conta com mais de 14 mil alunos.

A Instituição integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do país, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados, como Universidade Cruzeiro do Sul e Universidade Cidade de São Paulo (São Paulo/SP), Universidade de Franca (Franca/SP), Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), Faculdade São Sebastião – FASS (São Sebastião/SP), Centro Universitário Módulo e Faculdade Caraguá – FAC (Caraguatatuba – SP), Faculdade Cesuca (Cachoeirinha – RS), Centro Universitário FSG (Bento Gonçalves e Caxias do Sul – RS) e Centro Universitário de João Pessoa – Unipê (João Pessoa – PB), além de colégios de educação básica e ensino técnico.

Halloween: maquiadoras artísticas dão dicas de makes com produtos caseiros

Machucado, viúva negra ou vampiro são opções rápidas, fáceis e super temáticas

No próximo dia 31, o mundo comemora o Halloween ou Dia das Bruxas e, tradicionalmente, adultos e crianças fantasiam-se de maneira criativa ou horripilante para ir a festas ou buscar doces ou travessuras. Apesar de não ser um feriado oficial no Brasil, a data é bem lembrada e utilizada por pequenos em condomínios, festas e grupos de amigos.

Para mães que não têm muito tempo para comprar fantasia, o improviso é sempre válido para arrancar sorrisos – seja uma roupa preta, vermelha, ou um pano branco com buracos e outras referências de monstros e coisas assustadoras. A recreadora e diretora da empresa de entretenimento infantil Faísca Eventos, Talita Guesa ressalta porém que, neste momento, pais e responsáveis devem lembrar que tipos de tintas e produtos podem ser aplicadas na pele infantil.

“Em crianças, é preciso sempre aplicar produtos à base de água e antialérgicos para maquiagens artísticas em qualquer parte do corpo, para evitar possíveis problemas na pele sensível dos pequenos”, diz. “Em lojas de produtos para festas e em algumas papelarias têm diversas marcas e opções tintas que podem ser usadas em crianças, por valores acessíveis”, indica Talita.

Para impressionar visualmente, a maquiadora artística Lua Tiomi dá a receita de um sangue falso caseiro: misturar glicose de milho (mel artificial), corante alimentício vermelho e chocolate em pó. “Além de ficar bem real, ele ainda pode ser aplicado na boca, não causando causa mal a criança por ser feito com coisas comestíveis”, indica.

Para deixar o rosto embranquecido ou com a base bem branca para makes como caveiras, fantasmas, vampiros ou outros, as profissionais sugerem uso de pasta d’água, utilizadas para diminuir temperaturas em queimaduras de pele, disponíveis em qualquer farmácia e algumas perfumarias.

“Para deixar uniforme, pode-se usar uma bucha de banho úmida para espalhar”, indica a maquiadora. Lápis de olho ou delineadores podem ser usados para contornos, e sombras para dar cor a pintura facial.

Como fazer:

Vampiro: pele esbranquiçada, olhos esfumaçados em todo o redor em vermelho, reforço de preto nas sobrancelhas, boca com batom vermelho e dentes falsos pintados nas laterais da boca/queixo;

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Viúva negra: sombra da cor preferida da criança (de preferência algo que remeta as cores da festa – vermelho, roxo, laranja ou cinza escuro) em formato de triângulo, partindo do centro dos olhos para a fonte na lateral da testa e um pouco abaixo dos cantos externos dos olhos. Fazer algumas teias de aranha e uma aranha no centro da testa ou na bochecha. Batom escuro para finalizar.

Machucado caseiro em seis passos

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Pixabay

=Pegue um pouco de cola branca e espalhe por uma pequena superfície na pele e cole papel higiênico. Quando secar, tire os excessos não colados. Repita o processo por três vezes e finalize com cola branca para unir o papel com a pele;

=Quando a cola estiver seca, passe uma base na cor da pele da criança;

=Com ajuda de uma pinça, abra um pequeno buraco no centro do papel, com cuidado, deixando a ferida do tamanho que deseja seu machucado;

=Utilize um pincel para pintar com tinta vermelha para pele a base de óleo ou batom vermelho, dentro da ferida. Use sombra preta nas laterais de dentro para dar profundidade;

=Cole pedaços de algodão desfiado, bem pequenos e fininhos no local para dar textura, pressione e finalize com uma fina camada de cola para fixar o algodão na pele;

=Aplique um pouco de sangue caseiro dentro e espirre na pele escovinha de sobrancelha ou pincel, finalizando, assim, seu machucado horripilante.

“Mais do que uma pintura perfeita, mães e responsáveis devem lembrar que crianças têm a imaginação férteis e não se importam, na maioria das vezes, com perfeição. Então, pesquise algumas referências na internet e dê seu melhor. Esse gesto vai fazer a diferença no Halloween ou dia das bruxas do seu pequeno”, lembra Talita Guesa.

Fonte: Talita Guesa – Faísca Eventos

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