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Testes glicêmicos e orientações de higiene bucal promovidos na Avenida Paulista

Prevenção do Diabetes e relação da doença com a saúde bucal é tema de evento gratuito à população

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a relação entre saúde bucal e diabetes, além da importância das ações de prevenção, a Fiesp, em parceria com os Conselhos Regionais de Odontologia de São Paulo (Crosp) e de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), promove a ação Diabetes na Mira dos Cirurgiões-Dentistas e Farmacêuticos – Prevenir para Controlar.

O evento será aberto e gratuito ao público e serão oferecidas experiências em realidade virtual, orientação de higiene bucal e testes glicêmicos (diabetes) para a população. A ação contará ainda com apoio das empresas odontológicas G.U.M e Curaprox e da Panvel Farmácias.

A iniciativa ocorre na quinta-feira, 14 de novembro, quando é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Diabetes.

O diabetes é uma doença caracterizada pelo desequilíbrio do nível de glicose no sangue pela falta de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas. A doença não tem cura, mas pode e deve ser controlada.

Quando o diabetes não é bem controlado podem surgir graves complicações à saúde como infecções bucais, problemas de visão (glaucoma e catarata), perda da função renal e, nos casos mais graves, podem ocorrer cegueira, amputação de membros inferiores, infarto e AVC (derrame), além de outras complicações.

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Os cirurgiões-dentistas vão orientar a população sobre os problemas bucais causados pela doença, que pode interferir na produção salivar, aumentando o risco de infecções. A gengivite e a periodontite, estágio mais avançado da inflamação na gengiva, inclusive com perdas ósseas, são os problemas bucais mais comuns entre os diabéticos.

Os farmacêuticos realizarão testes de glicemia capilar (diabetes) e orientarão a população sobre a importância do controle de nível de glicose no sangue e o uso correto dos medicamentos para controle da doença.

O evento será realizado na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista nº 1313, das 10h às 16h.

Números

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 12,5 milhões de brasileiros são afetados pelo diabetes. Isso classifica o país na quarta posição entre as nações com maior número de pessoas com a doença no mundo, segundo dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF na sigla em inglês).

A enfermidade também está entre uma das principais causas de morte no mundo segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Diabetes na Mira dos Cirurgiões-Dentistas e Farmacêuticos – Prevenir para Controlar
Atividades: experiência de realidade virtual, orientação de higiene bucal, testes glicêmicos e orientações sobre o controle da doença e uso correto de medicamentos.
Data: quinta-feira, 14 de novembro.
Horário: 10h-16h
Local: Fiesp
Endereço: Avenida Paulista, 1313 
Quanto: Gratuito

Fonte: Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp) 

 

Mitos e verdades sobre clareamento dental

Apesar do aumento da procura, ainda existem muitas dúvidas sobre este procedimento estético

A busca pelo sorriso perfeito aumenta cada vez mais a procura pelo clareamento dental nos consultórios odontológicos. Apesar de não existirem estatísticas sobre o assunto, os cirurgiões dentistas afirmam que atualmente os pacientes não priorizam apenas a saúde bucal, mas buscam também procedimentos estéticos para garantir, por exemplo, dentes alinhados e brancos.

O método, no entanto, ainda gera algumas dúvidas, por isso o especialista em dentística restauradora, mestre em prótese dentária e membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, Ricardo Luiz Annibelli, esclarece o que é mito e o que é verdade, quando se fala em clarear os dentes. Confira:

Qualquer pessoa pode fazer clareamento.

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Mito: o tratamento é contraindicado para pacientes gestantes, lactantes ou menores de 15 anos. Também deve ser evitado em pacientes com patologias periodontais (doenças na gengiva), com rizogênese incompleta (a raiz do dente permanente não completou sua formação) e pacientes com alergia aos peróxidos de carbamida e de hidrogênio, que são substâncias químicas presentes nos produtos utilizados para clarear os dentes.

O clareamento dental é apenas uma questão de estética.

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Mito: na maioria dos casos, sim. Porém, existem situações em que o procedimento é indicado para garantir um melhor resultado no tratamento dentário no que se refere ao aspecto visual dos dentes. Por exemplo, quando colocamos uma coroa com pino de metal no paciente. Essa peça contém substratos muito escuros e para minimizá-los, usamos zircônia. Com isso, recorremos ao clareamento dos outros dentes para que essa diferença na luminosidade passe despercebida.

Os dentes ficam mais sensíveis após o clareamento.

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Mito: isso acontece apenas se o protocolo de dessensibilização, com o uso de nitrato de potássio e Glu-hema, não for realizado antes do procedimento. Isso é fundamental para fechar os canalículos dentinários e as trincas.

Existem alimentos que devem ser evitados para não escurecer os dentes.

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Verdade: todos os alimentos e bebidas com corantes devem ser evitados ou ter consumo reduzido, após o clareamento dental, para não prejudicar o resultado e prolongar o efeito do tratamento. Entre eles, estão o café, vinho tinto, chás em geral, refrigerantes, sucos industrializados e alimentos com condimentos pigmentantes.

Clareamento dental pode ser feito em uma única sessão.

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Mito: quando feito no consultório, os resultados já começam a aparecer em uma única sessão, diferente do clareamento caseiro que necessita de uso do kit clareador. Depois de fazer o protocolo de dessensibilização dos dentes, o dentista aplica um gel clareador, com intervalo de sete dias entre uma sessão e outra. Em média, são realizadas duas sessões.

Clareamento caseiro tem o mesmo resultado do que realizado no consultório.

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Parcialmente verdade – “Na minha opinião, o melhor método é o tratamento combinado, no qual o paciente recebe uma sessão de clareamento no consultório, sob o acompanhamento do cirurgião dentista. Paralelamente a isso, ele recebe uma moldeira pré-fabricada para fazer a aplicação caseira por duas horas de gel de peróxido de hidrogênio. Feito isso, após sete dias, retorna ao consultório quando será reavaliado para ver se há necessidade de repetir o procedimento”, aponta Annibelli.

Os cremes dentais que prometem clareamento podem prejudicar o esmalte dos dentes.

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Verdade: os produtos disponíveis hoje no mercado contêm bicarbonato de sódio ou partículas abrasivas que desgastam a superfície do esmalte, por isso clareiam, então é necessário estar atento às fórmulas. A ação de clareamento é bem pequena. A indústria prevê lançamentos que prometem um bom clareamento. Vamos aguardar para ver essas novidades.

Fonte: Dental Cremer

Mulheres são mais vulneráveis à perda dentária do que os homens

Flutuações hormonais são fatores de risco que podem ocasionar prejuízos irreversíveis ao sorriso. Veja aqui quais as causas e tratamento, segundo a especialista Bruna Ghiraldini

Por conta de condição hormonal, que varia muito ao longo da vida, as mulheres, são muito mais suscetíveis do que os homens a apresentarem problemas dentários e, em especial, a perda dos dentes.

 

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A cirurgiã-dentista Bruna Ghiraldini

O período da gravidez, por exemplo, é especialmente delicado para a saúde bucal, segundo a cirurgiã-dentista Bruna Ghiraldini, especialista em periodontia e coordenadora do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos da S.I.N. Implant System, referência global na área de implantes.

Nessa fase, o organismo recebe uma carga intensa de hormônios estrogênio e progesterona, substâncias que promovem modificações vasculares, facilitando o ataque de bactérias nas gengivas. “Pessoas mais suscetíveis podem desenvolver gengivite que, caso não seja tratada adequadamente, leva à perda dentária”, alerta.

Também na idade madura, conforme Bruna, com a modificação hormonal que reflete em todo o organismo, a incidência de danos à saúde bucal aumenta. Desde a proximidade do final do ciclo menstrual – o chamado climatério, que acontece a partir dos 45 anos – a cavidade oral se ressente sob muitos aspectos. “A gengiva, por exemplo, diminui de volume e se retrai, situação que se intensifica com a chegada da menopausa, o que pode afetar a sustentação dos dentes e aumentar as chances de perda”, explica.

Outros fatores de risco são osteoporose (frequente na menopausa), tabagismo, diabetes, mordida inadequada, hábito de ranger os dentes, estresse e até mesmo a anatomia da boca. “Isso porque os homens, em geral, apresentam maior diâmetro dos dentes, comparado com os das mulheres. Isso os torna, também, mais blindados contra os problemas dentários”, afirma a especialista.

“Para enfrentar essa perda óssea nos dentes, que muitas vezes ocorre a partir de uma aparentemente inocente inflamação da gengiva – e isso pode acontecer em qualquer idade, com agravante no envelhecimento –, existem algumas formas de cuidado que auxiliam na prevenção”, alerta a dentista. “Contudo, se a inflamação não for tratada corretamente, já no início, pode levar à perda dos dentes, pois o que ocorre é que irá faltar osso para apoiá-los”, pontua.

Solução: implante dentário, tratamento cada vez mais acessível

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Bruna adianta, ainda, que é muito difícil um tecido ósseo perdido vir a crescer novamente, independentemente do que ocasionou sua perda. A alternativa, quando isso não acontece, é a pessoa passar pelo procedimento de um implante dentário. “Felizmente a tecnologia hoje oferece possibilidades seguras, com custo acessível e bastante eficientes de tratamento”, diz.

Sorriso e mastigação preservados

Ela ressalta, ainda, que um implante adequado contribui para a estética da boca, mas esse não é o único motivo que deve levar alguém a procurar tratamento. “O implante garante a reabilitação da atividade mastigatória, com forte influência na saúde física e psíquica da pessoa que sofreu a perda óssea.”

Entre os produtos considerados de ponta no mercado hoje, existem implantes dentários produzidos no Brasil, com excelente performance de custo-benefício. Um desses exemplos é o Strong SW Plus, implante fabricado pela S.I.N. Implant System e que já começa a ser exportado para todo o mundo. Seu diferencial principal, entre outros, está na superfície revestida de nanocristais de hidroxiapatita, material desenvolvido a partir de nanotecnologia, capaz de otimizar a formação óssea.

Sobre perda óssea dos dentes em mulheres

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Foto: Kate Kozyrka

Causas:
=Flutuações hormonais;
=Osteoporose;
=Tabagismo;
=Diabetes;
=Mordida inadequada;
=Inflamações na cavidade bucal;
=Hábito de ranger os dentes;
=Estresse
=Anatomia da boca.

Como evitar:
=Fazer uma boa higiene bucal, com escovação e uso de fio dental;
=Visitar o dentista com frequência, especialmente durante o período de gestação e quando se aproxima a menopausa;
=Ter uma alimentação saudável e evitar os fatores de risco;
=Manter sob controle o estresse e doenças metabólicas;
=Caso o problema apareça, é possível restaurar a autoestima e a saúde bucal com um implante dentário, que substitui satisfatoriamente a raiz dos dentes e tem excelente durabilidade.

Fonte: S.I.N. Implant System

Infecção no dente é risco para doença cardíaca? Entenda a relação

Quando se pensa em cuidar da saúde do coração, automaticamente lembramos a necessidade de manter o monitoramento dos principais fatores de risco, como colesterol e hipertensão. Apesar de estes elementos serem de grande influência, o cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lucas Velloso Dutra, alerta que uma simples infecção de dente também pode gerar risco de doença cardíaca.

O especialista explica que o problema pode ser causado quando uma bactéria se dissemina pela corrente sanguínea e atinge o órgão, ocasionando, então, comprometimentos.

“A doença cardíaca relacionada a uma infecção na cavidade oral é chamada de endocardite infecciosa (EI), que consiste na inflamação das válvulas cardíacas. Em casos mais graves é necessária a troca dessas válvulas”, complementa.

Apesar de infecção secundária na boca ser algo comum, o médico esclarece que as consequências ao coração comumente atingem pacientes que já possuem alguma predisposição, como cirurgia cardíaca prévia, problemas congênitos das valvas ou quadros clínicos em que existe diminuição da imunidade.

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A rapidez no diagnóstico e tratamento adequado são fundamentais para evitar a piora do quadro e evitar comprometimento do coração e outros órgãos, sem deixar de lado, é claro, o cuidado com a saúde bucal. O alerta fica para os primeiros sinais que são febre, mal estar, taquicardia e falta de ar. Dutra esclarece que após a detecção, o problema pode ser tratado apenas com antibiótico ou, em casos mais graves, uma cirurgia cardíaca.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Dicas para consumir alimentos ácidos sem prejudicar os dentes

Você sabia que hábitos como bochechar uma bebida ácida antes de engolir e consumir ácidos antes de dormir aceleram a degradação do dente?

Os ácidos presentes em comidas e bebidas, como sucos cítricos, refrigerantes, álcool e comida processada/refinada são um dos principais tipos de fontes responsáveis pela biocorrosão dos dentes, que é a perda da estrutura dental provocada por um processo químico de dissolução do esmalte por ácido, sem envolvimento de bactérias.

De acordo com Luis Calicchio, odontologista e sócio-diretor da Clínica Ateliê Oral, em São Paulo, a deficiência na produção de saliva, conhecida como xerostomia, é outro fator que predispõe pacientes à corrosão, pois ela tem um papel importante na proteção contra os agentes ácidos.

O especialista ainda alerta: “a biocorrosão, aliada à fricção e à tensão colocada na mordida, principalmente à noite durante o sono, período em que não existe um controle dos mecanismos conscientes, pode causar micro trincas na região cervical (próxima da gengiva e do esmalte dos dentes) e provocar, em pouco tempo, as chamadas lesões cervicais não cariosas (espécie de depressão no esmalte do dente) e a hipersensibilidade dentinária, que são, hoje, as doenças de maior incidência na boca do ser humano, chamadas de ‘mal do século’, com cerca de 80% da prevalência em pessoas jovens e de meia idade”, diz Calicchio.

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Para controlar a erosão, é indicado esperar 30 minutos para escovar os dentes depois de consumir ácidos, evitando, assim, a ação abrasiva das pastas dentais na superfície ainda amolecida do dente.

Outras recomendações para evitar a degradação são: evitar bochechar a bebida antes de engolir e também evitar consumir bebidas ácidas antes de dormir, quando os efeitos protetores da saliva estão reduzidos.

Para você não sofrer esse desgaste, o que pode ocorrer sem perceber, os especialistas do Ateliê Oral reuniram nove recomendações fáceis de adotar no dia a dia:

1. Evitar deixar bebidas ácidas por longo tempo na boca. Quando possível utilizar canudo.
2. Evitar escovar os dentes imediatamente após a ingestão de alimentos e bebidas ácidas e enxaguar a boca com água após a ingestão.
3. Encerrar as refeições com alimentos ricos em cálcio, como queijo, após a ingestão de alimentos ácidos.

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4. Evitar alimentos ácidos tarde da noite, período de diminuição do fluxo salivar.
5. Evitar jejum prolongado, a fim de manter o pH da saliva.
6. Beber água durante o dia para contribuir com a diluição de alimentos na boca.

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7. Evitar ingestão de frutas ácidas e fontes de fibras, barra de cereal, sem ingestão de água subsequente.
8. Evitar ingestão diária de gomas de mascar não cariogênica devido aos seus ingredientes ácidos.

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9. Ao comer frutas, escolha as menos ácidas e aquelas com textura mais macias.

Veja abaixo uma lista de alimentos e bebidas ácidas em ordem decrescente de acidez*

1- Refrigerante
2. Bebidas energéticas
3. Álcool
4. Açúcar
5. Bebidas gaseificadas
6. Comida processada/refinada

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7. Sucos Cítricos
8. Sorvete
9. Pipoca
10. Carne
11. Café
12. Queijo Amarelo
13. Chá

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Pixabay

14. Adoçantes artificiais
15. Massa
16. Pão
17. Suco de fruta pasteurizado
18. Ovos

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Foto: Tarasov/Pixabay

19. Peixe
20. Arroz
21. Leite de soja
22. Aveia

*Livro “Lesões cervicais não Cariosas e Hibersensibilidade dentária” – autor: Prof. Paulo Vinicius Soares e John Grippo (2017)

Fonte: Ateliê Oral

 

Consuma chocolate, sem esquecer de escovar os dentes depois

Se não é possível diminuir o consumo dessas delícias, pelo menos tente escovar os dentes ou fazer um bochecho sempre que colocar um pedacinho de chocolate na boca

Sabia que os flavonoides presentes no cacau são compostos fenólicos que funcionam no nosso corpo como antioxidantes? Eles neutralizam os radicais livres, famosos por apressar o envelhecimento e provocar câncer.

Segundo pesquisadores da Unicamp, quarenta gramas de chocolate convencional teriam mais compostos fenólicos que uma maçã ou uma taça de vinho tinto. Já pesquisadores espanhóis observaram recentemente que esses mesmos compostos fenólicos podem combater bactérias que provocam cáries e danos às gengivas. Os estudos foram publicados na revista americana Journal of Agricultural and Food Chems.

De acordo com Luis Calicchio, sócio-diretor da Made Me A, clínica de odontologia estética do Grupo Ateliê Oral, o ideal para os dentes é tentar controlar o consumo excessivo de chocolate nos dias que envolvem a Páscoa. Ou se não aguentar, o dentista faz uma recomendação.

“Escove os dentes com uma pasta dental com flúor entre 30 e 45 minutos depois, mas não se esqueça de passar o fio dental imediatamente ou, em último caso, pelo menos faça um bochecho com água após cada vez que comer chocolate para remover o excesso que fica parado nas superfícies dentárias entre os dentes”, diz.

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Calicchio completa dizendo que o açúcar do chocolate colabora para a sobrevivência das bactérias que vivem na boca. E elas produzem ácidos que são responsáveis pela formação do início da cárie. Portanto, cuidado.

Fonte: Made Me A

 

Mordida errada pode causar dores de cabeça e até disfunção na mandíbula

Cirurgia ortognática corrige os casos mais graves e o tratamento com fisioterapia auxilia na recuperação do paciente

A mordida errada é um dos problemas odontológicos mais frequentes e pode ser uma consequência de diversos fatores, como genéticos, endócrinos, ambientais ou consequência de maus hábitos (mastigar tampas de canetas ou roer unhas). O problema é estrutural e resulta nos desencontros dos arcos do maxilar no momento em que a boca se fecha.

Como consequência a mordida errada pode causar dificuldade na mastigação, na respiração, no desgaste dos dentes, dores de cabeça, gerar DTM (disfunções temporomandibulares) e desarmonia facial.

Segundo o serviço de Neurologia do Hospital das Clínicas da UFMG, cerca de 80% das pessoas com enxaqueca apresentavam algum tipo de DTM. A dificuldade em diagnosticar a disfunção ocorre porque o paciente procura tratamento para um único sintoma que o incomoda.

Algumas das principais mordidas erradas são: prognatismo (queixo se projeta para frente), retrognatismo (falta de desenvolvimento da mandíbula, aparência de “queixo pequeno”), mordida aberta (ausência de contato entre os dentes superiores e inferiores) e mordida assimétrica (algumas articulações ficam sobrecarregadas, trabalhando fora da sua posição adequada e confortável e isso ocasiona dor).

O tratamento para qualquer uma das mordidas erradas deve ser feito com um ortodontista. Porém se houver necessidade o paciente será encaminhado para um bucomaxilo e submetido à uma cirurgia ortognática para uma oclusão perfeita. Hoje no mercado o aparelho autoligado é o mais tecnológico e que prepara os pacientes para as cirurgias de correção.

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Apesar de pouco se falar sobre a fisioterapia, é esse tratamento o responsável por eliminar dores orofaciais, além de preparar o paciente para a cirurgia e garantir um pós cirúrgico de rápida recuperação. Fabiana Oliveira, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular e dor orofacial, explica como o tratamento pode ajudar: “A fisioterapia entra nestes casos para diminuir a inflamação e aliviar a tensão muscular. Os exercícios e recursos terapêuticos ajudam a relaxar a musculatura da face e melhoram os movimentos da mandíbula”.

Quando a pessoa tem que se submeter a cirurgia ortognática significa que irá fazer o procedimento para resultar em uma boa oclusão, colocar o maxilar no melhor encaixe e para promover estética facial, fazendo com que o rosto do paciente mude para melhor.

A cirurgia pode gerar várias sequelas como: edemas volumosos, paresias, parestesias, restrições severas ou moderadas do movimento bucal, alterações dos movimentos mandibulares e faciais, espasmos musculares, dores orofaciais e cefaleias. A fisioterapia, aliada ao tratamento desses casos, tem se mostrado fundamental.

“A fisioterapia realizada imediatamente pode melhorar o tempo de recuperação e agilizar o retorno do paciente a atividades cruciais como a mastigação e a deglutição em até 15 dias (sem esse tratamento é comum a pessoa recuperar a mastigação perfeita após dois meses). Por esse motivo desenvolvi o método New Smile, que possibilita eliminar ou reduzir a dor e os edemas, recuperar a amplitude do movimento, além de estimular e contribuir para o retorno da sensibilidade caso afetada”, explica Fabiana.

O New Smile acompanha os pacientes antes, durante e após a cirurgia, diminuindo o tempo de recuperação e aumentando a qualidade de vida de quem precisa passar pela cirurgia ortognática.

Após dois anos tentando corrigir a mordida com aparelho fixo, Silvana Aparecida dos Santos, de 50 anos, descobriu que o tratamento mais eficaz para o seu caso era se submeter a cirurgia ortognática. A mordida que não apresentava o encaixe perfeito dos arcos do maxilar, resultou também na dificuldade para dormir por conta da apneia. Silvana fez a cirurgia ortognática em janeiro de 2018 e, logo após o procedimento, começou o tratamento de fisioterapia com Fabiana.

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Depois da segunda seção já foi possível notar grande diferença na recuperação, com diminuição do inchaço e melhora da cicatrização. “O tratamento com a equipe de Fabiana foi muito importante, o laser cicatrizou os pontos e interrompeu os sangramentos, enquanto as massagens reduziram o inchaço e o choque teve efeito na recuperação da sensibilidade. Além da correção da maxila, o principal benefício que a cirurgia me proporcionou foi ter uma melhor respiração”, completa Silvana.

Fonte: Fabiana Oliveira, fisioterapeuta especialista em disfunção temporomandibular e dor orofacial

Alimentação adequada reflete na saúde da boca

Para quem está iniciando uma dieta, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) traz recomendações com o intuito de manter a saúde bucal em dia

É no início do ano que muita gente resolve adotar hábitos mais saudáveis recorrendo às dietas. A mudança pode ser benéfica, mas se conduzida por um profissional da área. Do contrário, há riscos inclusive para a saúde bucal.

Quem adere a uma dieta da moda como a do jejum intermitente – no qual a pessoa fica horas sem se alimentar – está mais sujeito à diminuição do pH, importante para controlar a acidez da boca.

“Quando ficamos muito tempo sem comer ocorre uma queda acentuada no pH interferindo na acidez, e por consequência, na probabilidade do surgimento da cárie e erosão dental. Para amenizar o problema, a recomendação é beber bastante água”, explica a cirurgiã-dentista e conselheira do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Sandra Kalil Bussadori.

Como a nutrição interfere em todo o funcionamento do corpo, qualquer alteração nos hábitos alimentares causa impactos. “Dietas muito restritivas, por exemplo, podem provocar diminuição ou ausência de alguns nutrientes e vitaminas essenciais para a manutenção da saúde bucal, favorecendo o aparecimento de infecções”, avisa a cirurgiã-dentista.

Outro cuidado necessário é com a ingestão exagerada de certos alimentos, mesmo sendo saudáveis. “As frutas ácidas, se consumidas em excesso, podem causar a erosão dental – que é o tipo de lesão em que ocorre perda de estrutura dental através de reação química”, conta a Sandra.

Para amenizar e até mesmo evitar o processo de erosão, a recomendação é tomar um copo de água ou realizar um bochecho com o líquido. Na sequência, recomenda-se fazer a higienização. “A indicação é esperar, pelo menos, uns 30 minutos para a escovação utilizando sempre uma escova de dente macia ou extramacia, fio e creme dental”, diz a cirurgiã-dentista.

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Dietas que podem trazer benefícios

Algumas dietas, por outro lado, podem ser bastante benéficas para a saúde bucal, com a inclusão de determinados grupos de alimentos. Entre eles, os que são ricos em fibras como os grãos, vegetais e algumas frutas. Os lácteos também são fontes importantes para manter a boca saudável.

“Os alimentos fibrosos evitam a formação de placa bacteriana e os lácteos contribuem para saúde por conta do cálcio e das proteínas. Tem ainda os que são ricos em vitamina C, excelentes antioxidantes para aumentar a imunidade, mantendo as gengivas saudáveis”, aponta a conselheira.

Vale ressaltar que além da dieta é necessário manter bons hábitos de higiene e a atenção deve ser redobrada com as crianças. “No caso delas, a higienização costuma ser menos eficiente e se elas têm uma dieta com muito açúcar podem ficar mais suscetíveis à cárie dental”.

Com a adoção de dietas saudáveis, higienização da forma correta e visitas regulares ao (a) cirurgião(ã)-dentista é possível manter a silhueta e a boca mais saudável.

Confira 10 alimentos que podem fazer bem para a saúde bucal

maçãs

· Maçã

pera pippalou2

· Pera

morango do emiliano
· Morango

brocolis
· Brócolis

abobora
· Abóbora

GOIABA VERMELHA
· Goiaba

tomates
Foto: Max Straeten/Morguefile

· Tomate

espinafre
· Espinafre

raspberries framboesa iogurte vermelha
· Iogurte

kefir
· Kefir

Fonte: CROSP

Inverno pode afetar saúde dos dentes: saiba como se prevenir

Com fim somente em setembro, a estação mais fria do ano demanda atenção à saúde bucal. Além de aumentar a sensibilidade dos dentes, o inverno é aquela época do ano em que comidas mais quentes e vinhos são ingeridos com mais frequência. Segundo Paulo Coelho Andrade, mestre e especialista em implantodontia e pós-graduado em odontologia estética, se as pessoas não tomarem certos cuidados, após o inverno os dentes poderão estar manchados e mais sensíveis.

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Como a boca possui uma temperatura média de 36°C a 38°C, com o choque térmico das temperaturas baixas do inverno, os dentes podem sofrer com sensibilidade e desconforto. “O choque térmico causado pela entrada do ar frio na boca pode causar sensibilidade aos dentes, provocando dor e incômodo”, explica Andrade.

Ele ainda ressalta que nos casos em que a dentina já está exposta, devido algum problema, as dores podem ser ainda piores: “Nos casos dos dentes que possuem cárie ou retrações gengivais, as terminações nervosas estão mais sensíveis e os sintomas, como dor, podem ser intensificados”.

Além da sensibilidade causada pela entrada do ar frio, nesta época, comidas mais quentes são uma ótima pedida, por isso as pessoas ingerem mais. Esses alimentos também podem causar sensibilidade e levar a dor e desconforto.

“Manter a higiene bucal diária, pode prevenir o aparecimento de cáries e manter os dentes saudáveis. Nos casos de hipersensibilidade dentária são necessários a avaliação, para indicação de um creme dental ideal, e a cobertura das retrações com materiais obturadores ou facetas. Em caso de cárie é de suma importância o tratamento o mais breve possível. Cada caso é um caso e é sempre necessário o acompanhamento de profissional”, afirma o especialista.

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Outro problema comum nessa época são as manchas nos dentes causadas pelo vinho. “O álcool pode provocar uma diminuição de até 40% nas glândulas salivares. Isso faz com que ocorra uma maior deposição de resíduos nos dentes. Além disso, sua acidez pode ter efeitos nocivos aos dentes”, explica Andrade. Ele aponta que para redução dos danos, uma solução prática é ingerir água na mesma quantidade e após cada taça de vinho, além, é claro, da higiene bucal diária.

Fonte: Paulo Coelho Andrade é mestre em Implantodontia pelo Centro de Pesquisas Odontológicas de Campinas e especialista em Implantodontia pela Associação Brasileira de Odontologia, ambos os títulos reconhecidos pelos Conselhos Estadual e Federal de Odontologia, já realizou mais de 50.000 implantes e facetas em 28 anos de implantodontia. 

Pets também precisam de cuidados com a saúde oral

Assim como nós precisamos ter cuidados com a saúde oral, cães e gatos também necessitam de cuidados que incluem higienização bucal e consultas regulares ao odontologista veterinário. Com isso, são evitados problemas como doenças periodontais e mau hálito. Para alertar os tutores sobre os cuidados que devem ser observados, a Virbac, empresa multinacional francesa dedicada exclusivamente à saúde animal, promove uma campanha sobre saúde oral dos pets, durante o mês de maio.

Entre as ações estão a divulgação de vídeos nas redes sociais da marca, como Instagram e Facebook , ciclo de palestras no aplicativo Vetsmart e abordagens específicas da equipe Virbac junto aos médicos veterinários.

O problema bucal mais comum em cães e gatos é a doença periodontal. Definida como a inflamação de estruturas como gengiva, ligamento periodontal, cemento e/ou osso alveolar, apresenta diversos graus de intensidade e tem como principal causa a placa bacteriana.

“No início, a placa pode provocar uma leve inflamação da gengiva, a gengivite que, se não for tratada, pode evoluir para uma periodontite grave, com reabsorção do osso alveolar e perda de dentes. Além disso, o acúmulo de bactérias pode cair na corrente sanguínea e levar a alterações sistêmicas”, alerta Ricardo Cabral, médico veterinário da Virbac. Nesses casos, a doença é irreversível.

Examining mouth and tongue of Red Tabby female cat, Glenda
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Outro problema comum é o mau hálito, provocado pelo aumento do número de bactérias que causam o cheiro desagradável. Nessas situações, é recomendado o uso de xilitol, um tipo de açúcar que, quando misturado com a água, pode ser consumido pelo pet e ajuda a controlar o crescimento das bactérias.

“Porém, a medida é apenas paliativa, exigindo a adoção de higienização oral mais completa, com escovação e visitas periódicas ao médico veterinário especialista”, afirma Cabral. De acordo com ele, outras causas da halitose, como também o problema é conhecido, são alterações gástricas e endócrinas. Por isso, se o problema persistir, é fundamental procurar a avaliação de um médico veterinário.

Como escovar

Cabral explica que a escovação deve ser diária, pois as bactérias presentes na boca do animal podem se multiplicar e formar uma placa. Mas, como nem sempre isso é possível, ele recomenda que a higienização seja feita, no mínimo, uma vez por semana.

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O mercado oferece diversas opções de escovas de dentes específicas para cães e gatos, com cerdas anatômicas e cabo mais alongado. Podem também ser utilizadas dedeiras de silicone ou gaze e, com os dedos, percorrer toda a superfície dental dos animais. “A pasta dental deve ser exclusivamente de uso veterinário, pois os cremes dentais humanos são ricos em flúor e sabões que, quando engolidos pelos animais, podem provocar problemas de saúde”, alerta.

Muitos tutores substituem a escovação dando petiscos para o seu pet. Segundo Cabral, é preciso ficar atento ao tipo de produto utilizado. “Petiscos resistentes, em formatos específicos, têm abrasividade que ajuda na remoção da placa bacteriana. No entanto, dependendo da textura e do tamanho, ele pode não ser resistente o suficiente para causar esta abrasividade e, o que é pior, acaba se acumulando nos dentes. Além disso, podem ser muito calóricos, prejudicando programas de perda e manutenção de peso de cães obesos”, explica.

O que usar na higiene bucal

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A Virbac oferece uma linha completa de produtos para cuidar da saúde bucal dos animais, composta por enxaguante, pasta dental e tiras mastigáveis. O Aquadent é indicado para controlar o mau hálito, dificultando a organização e proliferação das bactérias que formam a placa. A base de xilitol, o produto deve ser misturado com a água que será consumida pelo pet – 5 ml de produto a cada meio litro de água, que deve ser trocada a cada 24 horas.

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Para a escovação, a opção é a CET Pasta Enzimática, que auxilia no controle da placa bacteriana que origina o tártaro.

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E, para os dias em que não for possível realizar a escovação, o tutor poderá dar ao seu cão as tiras mastigáveis CET Veggie Dent. Especialmente desenhadas para proporcionar ação mecânica de limpeza, são altamente palatáveis e contêm em sua fórmula proteína de soja e farelo de milho, o que torna o produto saudável e saboroso.

Informações: Virbac