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Rotina alimentar diferente para quem tem diabetes é mito?

Aplicativo mostra que alguns cuidados permitem uma vida sem restrições

Conviver com o diabetes atualmente já não é uma tarefa tão difícil quanto foi no passado. Com a ajuda da tecnologia, é possível monitorar índices de glicemia ao longo do dia e ajustar as doses de insulina de acordo com a alimentação e a rotina.

Segundo levantamento do aplicativo Glic, plataforma gratuita que conecta quem tem diabetes à equipe de saúde para facilitar a evolução da prescrição médica, o arroz, por exemplo, que já foi considerado um carboidrato vilão, é um dos alimentos mais consumidos pelos usuários da plataforma. Isso demonstra que, com os cuidados adequados, a rotina alimentar de quem tem diabetes não precisa ser diferente da rotina de quem não tem, sendo possível comer arroz, feijão, pão, queijos, ovos e frutas sem problemas. O importante é seguir monitorando em tempo real o que foi consumido para ajustar a glicemia.

Claudia Labate, CEO do Glic, defende que a educação em diabetes para quem recebeu o diagnóstico deve ser o mais humanizada possível, para evitar que a pessoa caia na desinformação ou deixe de se cuidar, piorando o quadro. “Quando a pessoa recebe a confirmação de diabetes, ela passa a acreditar que viverá uma vida de restrições por conta de algumas desinformações que são compartilhadas. Porém, fazendo alguns ajustes necessários, ter diabetes passa a ter menos impacto na rotina e a pessoa consegue comer e beber sem qualquer tipo de bloqueio”, reforça.

Pensando em facilitar a rotina de quem convive com o diabetes, para que o autocuidado se torne um hábito, Claudia traz algumas dicas:


Tecnologia como aliada
Aplicativos de saúde são uma ótima solução para quem quer ter uma rotina mais controlada com o diabetes. Dentro do Glic, por exemplo, é possível anotar tudo que é consumido durante o dia, identificando as glicemias por horário. Assim, o próprio app pode ajustar as doses de insulina. A ferramenta também permite compartilhar os relatórios com o médico a qualquer momento, sem a necessidade de uma consulta.



Calcular carboidratos
Arroz, feijão, batata, macarrão, ovos e legumes estão entre os alimentos mais consumidos por quem tem diabetes. Para que não seja preciso cortar nada da alimentação, uma sugestão é utilizar uma calculadora de carboidratos para adequar o consumo e torná-lo o mais saudável possível. Com pequenos ajustes, pode-se evitar qualquer restrição ao longo da vida.


Bebida alcoólica de forma moderada
Bebidas alcoólicas possuem altas calorias e podem prejudicar a rotina de quem tem diabetes. É importante manter um consumo social moderado e nunca de estômago vazio, para evitar hipossuficiência.

Sobre o Glic
O Glic é o primeiro app para diabetes e acompanhamento de glicemia do Brasil, desenvolvido para auxiliar a rotina de cuidados com o diabetes, por meio de diversas funcionalidades como: consulta e registro de carboidratos, cálculo de dose de insulina, lembretes de medicamentos e registro de glicemia. Além de participar do dia a dia de quem tem diabetes e seus cuidadores, ele se conecta com a equipe médica em tempo real, por um prontuário eletrônico, permitindo decisões mais esclarecidas para o tratamento do paciente.

Comer duas maçãs inteiras por dia reduz o risco de desenvolver diabetes em 36%, diz estudo

Pesquisa publicada no começo de junho com mais de 7.500 pessoas, acompanhadas por 5 anos, destaca que duas porções de frutas inteiras, como maçãs e laranjas, estão relacionadas a uma menor chance de desenvolver diabetes

Um novo estudo descobriu que pessoas que consomem duas porções de frutas por dia têm 36% menos chances de desenvolver diabetes tipo 2 do que aquelas que consomem menos da metade de uma porção ou em forma de suco. A pesquisa foi publicada no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism em junho.

“Diabetes é uma doença em que as pessoas têm muito açúcar na corrente sanguínea e é um enorme fardo para a saúde pública. Aproximadamente 463 milhões de adultos em todo o mundo viviam com diabetes em 2019, e em 2045 esse número deve aumentar para 700 milhões, segundo projeções baseadas no estilo de dieta da população”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Estima-se que 374 milhões de pessoas correm maior risco de desenvolver diabetes tipo 2, a forma mais comum da doença. Uma dieta e um estilo de vida saudáveis podem desempenhar um papel importante na redução do risco de diabetes em uma pessoa.

“O estudo descobriu que pessoas que consumiram cerca de 2 porções de frutas inteiras por dia tiveram um risco 36% menor de desenvolver diabetes tipo 2 nos próximos cinco anos do que aquelas que consumiram menos da metade de uma porção de frutas por dia. O mesmo padrão não é observado para sucos de frutas. Essas descobertas indicam que uma dieta saudável e um estilo de vida que inclua o consumo de frutas inteiras é uma ótima estratégia para diminuir o risco de diabetes”, completa a médica.

O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é caracterizado por secreção prejudicada de insulina (disfunção das células β) e aumento da resistência à insulina (ou resistência à captação de glicose mediada pela insulina). “A doença é responsável por mais de 2 milhões de mortes anualmente e é a sétima causa de incapacidade em todo o mundo”, explica a médica nutróloga.

No estudo, as frutas mais comumente consumidas foram maçãs, contribuindo com aproximadamente 23% para o consumo total de frutas, seguidas por bananas (20%) e laranjas e outras frutas cítricas (18%). “Os mecanismos biológicos que sustentam os efeitos benéficos das frutas na regulação da glicose e no risco de diabetes são provavelmente multifacetados. Além de sua baixa contribuição para a ingestão de energia, a maioria das frutas normalmente tem uma carga glicêmica baixa e são ricas em fibras, vitaminas, minerais e fitoquímicos, todos os quais podem desempenhar um papel contributivo. Tanto as fibras insolúveis e solúveis melhoram o controle glicêmico”, explica Marcella.

Anelka/Pixabay

“Além disso, muitas frutas, incluindo maçãs, são ricas em flavonoides, uma classe de fitoquímicos que melhoram a sensibilidade à insulina, potencialmente por diminuir a apoptose e promover a proliferação de células β pancreáticas, e reduzir a inflamação muscular e o estresse oxidativo”, destaca.

Os pesquisadores estudaram dados de 7.675 participantes do Estudo Australiano de Diabetes, Obesidade e Estilo de Vida do Baker Heart and Diabetes Institute, que forneceram informações sobre a ingestão de frutas e sucos de frutas por meio de um questionário de frequência alimentar, durante um período de cinco anos. Eles descobriram que os participantes que comeram mais frutas inteiras tinham 36% menos chances de ter diabetes em cinco anos.

“Os pesquisadores descobriram uma associação entre a ingestão de frutas e marcadores de sensibilidade à insulina, o que significa que as pessoas que consumiram mais frutas tiveram que produzir menos insulina para reduzir seus níveis de glicose no sangue”, conta a médica. “Isso é importante porque altos níveis de insulina circulante (hiperinsulinemia) podem danificar os vasos sanguíneos e estão relacionados não apenas ao diabetes, mas também à hipertensão, obesidade e doenças cardíacas”, completa.

Por fim, a médica lembra que mesmo com as diferentes concentrações e velocidade de absorção do açúcar contido nas frutas, inseri-las no hábito alimentar continua sendo uma opção saudável: “As frutas de baixo e médio índice glicêmico podem ser consumidas em qualquer horário do dia e não precisam estar combinadas com outros nutrientes como proteínas, fibras e gorduras. Já as de alto índice glicêmico, devem ser consumidas de modo mais restrito e sempre que possível, combinadas com nutrientes que ajudam a baixar o seu índice glicêmico”.

Dentre as frutas de baixo índice glicêmico, estão a maçã, o morango, a pera, as frutas vermelhas, as frutas cítricas, o pêssego e a ameixa fresca, enquanto os de médio índice glicêmico são o kiwi, a banana, as uvas frescas, o mamão, o melão, a manga e o damasco seco, ameixa seca e uvas passas. “Melancia e abacaxi maduro são exemplos de frutas de alto índice glicêmico que podem ser consumidas com parcimônia, ou combinadas com fibras, como as aveias”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Sedentarismo é fator de risco para desenvolvimento do diabetes

Prevalência global da doença é de 9,3%, sendo que mais da metade dos adultos não estão diagnosticados; médica explica como atividade física pode ajudar a prevenir este mal

A praticidade do mundo contemporâneo levou as pessoas a adotarem hábitos cômodos, mas nem tão saudáveis. Para quê caminhar alguns quarteirões se é possível pegar um táxi? Para quê subir alguns andares de escada se existe o elevador? Pois é desta forma que os costumes atuais e a ausência total de exercícios físicos estão levando os indivíduos ao extremo sedentarismo, o que vem aumentando o risco do desenvolvimento de doenças crônicas, como o diabetes.

“Diabetes é uma enfermidade na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. Já a insulina é um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue; nosso corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia”, explica Lívia Salomé, médica especialista em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard e vice-presidente da Regional Minas Gerais do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida (CBMEV).

Quando a pessoa tem diabetes, o organismo não fabrica insulina e não consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no sangue fica alto –  a famosa hiperglicemia – e, se esse quadro permanece por longos períodos, pode haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

Conforme a médica esclarece, existem dois tipos principais de diabetes: o tipo 1, em que há ausência de produção de insulina pelo pâncreas (ele pode ocorrer em todas as idades), e o tipo 2, que responde por 95% dos casos da doença e acomete principalmente adultos com mais de 40 anos.

“A incidência vem crescendo em todo mundo por causa de diversos fatores, entre eles, o envelhecimento populacional e, principalmente, o estilo de vida atual, com sedentarismo marcante e alimentação inadequada”, diz a médica. Segundo ela, este cenário está presente sobretudo nos países ocidentais, como Brasil e Estados Unidos, onde estatísticas mostram que a obesidade não para de crescer e tem se apresentado cada vez mais cedo, já na infância.  

Dados da International Diabetes Federation (IDF) dão conta de que existem 463 milhões de adultos com diabetes em todo o mundo, o que significa uma prevalência global de 9,3%, sendo que mais da metade (50,1%) dos adultos ainda não estão diagnosticados. “As evidências sugerem que o diabetes tipo 2 pode ser prevenido com diagnóstico precoce e acesso aos cuidados adequados. Isso evitaria ou retardaria complicações em pessoas que vivem com a doença”, reflete a especialista em estilo de vida.

Estudos mostram que as atividades físicas são capazes de reduzir o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2 em até 60%. “O bom condicionamento físico melhora a ação da insulina no organismo, reduz o risco de morte por doença cardiovascular, ajuda no controle do peso e do colesterol, diminui os sintomas depressivos e aumenta a qualidade de vida. Todos esses benefícios são proporcionais à intensidade do exercício ou à capacidade aeróbica do indivíduo”, elucida Lívia, lembrando que o sedentarismo, por sua vez, é um dos principais fatores de risco para doenças do coração, assim como para o desenvolvimento da obesidade e do diabetes. 

Juntamente com os exames periódicos, a prática de exercícios regulares prolonga a expectativa de vida. “Não precisa ser muito: 20 minutos de caminhada diária são suficientes”, ensina ela. Já para as pessoas acima dos 60 anos de idade, é importante também conciliar exercícios de fortalecimento muscular, já que a perda de massa muscular é um problema sério nesta fase de vida.

Segundo a IDF, o diabetes está entre as dez principais causas de morte, sendo que quase metade delas ocorre em pessoas com menos de 60 anos. A previsão é que o número total de pessoas portadoras da doença aumente para 578 milhões em 2030 e para 700 milhões em 2045. “Se levarmos em consideração que o diabetes é uma enfermidade que podemos evitar ou postergar, os números são realmente assustadores. Infelizmente, o combate ao sedentarismo é hoje um problema de saúde pública no Brasil”, conclui a médica. 

Fonte: Livia Salomé é graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tem especialização em Clínica Médica e certificação em Medicina do Estilo de Vida pelo American College of Lifestyle Medicine. Atualmente, é vice-presidente da Regional Minas Gerais do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida (CBMEV).

Mucormicose: SBD esclarece como esta doença oportunista afeta pacientes com Covid-19

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) divulgou nota de esclarecimento à população sobre fungo causador de micoses que, de acordo com relatos clínicos científicos, podem afetar pacientes de Covid-19 com problemas respiratórios e na pele. Segundo o Departamento de Micoses da SBD, a mucormicose – erroneamente chamada de fungo negro – é uma doença oportunista que, em geral, não tem potencial patogênico. Ou seja, pessoas sadias entram em contato com os fungos, mas não ficam doentes. Contudo, organismos debilitados ficam suscetíveis a maiores complicações.

“O conhecimento da doença e dos fatores predisponentes, como o descontrole da glicemia e da cetoacidose, facilitam o diagnóstico e o tratamento precoces da mucormicose. Esse é o principal aliado para salvar vidas, pois essa micose oportunista tem progressão rápida e é muitas vezes fatal, com mortalidade em 40%-50% dos casos. No Brasil, outras doenças do mesmo tipo, como a aspergilose invasiva e a candidíase sistêmica, são mais comuns do que a mucormicose nos pacientes com Covd-19, sendo que também exigem atenção semelhante”, disse a coordenadora do Departamento de Micoses da SBD, Rosane Orofino.

Grupo de risco

Os indivíduos mais vulneráveis à mucormicose são portadores de diabetes melito descompensado ou com cetoacidose. No grupo de risco, ainda estão usuários de corticoides de forma prolongada, além de pacientes com alguns tipos de câncer, queimados graves, portadores de feridas abertas e transplantados de órgãos sólidos. O aumento do ferro sérico e a diminuição dos linfócitos, que ocorrem na covid-19, também são fatores que predispõem a essa micose oportunista.

“Há algum tempo a Índia vem relatando aumento dos números da mucormicose e, curiosamente, é também o segundo país em casos de diabetes melito do mundo, o que pode ser fator de predisposição ao seu surgimento. Dos 101 casos dessa micose oportunista relacionados à Covid-19 descritos recentemente, 82 deles aconteceram na Índia”, lembrou Rosane Orofino.

A apresentação clínica mais frequente da mucormicose é rino-ocular. Começa com edema (inchaço) e endurecimento da região nasal ou em volta dos olhos, dor na face e secreção nasal sanguinolenta. Essa doença pode rapidamente progredir para lesão cerebral e morte, se não houver diagnóstico e tratamento precoces. Os fungos entram nos vasos sanguíneos, causam embolia e infarto, levando à necrose tecidual. A maioria dos casos que chegam a acometer o cérebro são fatais. Pode ainda ter acometimento pulmonar ou de outros órgãos.

Sintomas

Quando acomete os pulmões, os sintomas da mucormicose são parecidos com os da Covid-19 (febre, tosse e falta de ar). O uso de corticoides, usados para diminuir a inflamação intensa em pacientes com o coronavírus, também pode ser um dos fatores envolvidos no aparecimento dessa micose oportunista.

Sobre o tratamento, a SBD explica que ele consiste na retirada cirúrgica do tecido necrosado e infectado (desbridamento), o que ajuda na melhoria da cicatrização e na diminuição de secreções. Ainda é recomendado o emprego de antifúngicos sistêmicos em ambiente hospitalar, como anfotericina B, posaconazol e isavuconazol.

Os fungos da Ordem Mucorales são adquiridos pela inalação de conídios (esporos). Estão presentes no ar, solo, material orgânico em decomposição e contaminam alimentos como frutas, pães etc. Os principais são Rhizopus sp, Mucor sp, Lichtheimia sp, Rhizomucor sp, entre outros, que não são pretos, como vem sendo divulgado pelos meios de comunicação.

“Talvez a cor escura da lesão da pele e mucosa decorrente da necrose do tecido tenha levado a esse termo equivocado”, ressaltou a coordenadora do Departamento de Micoses da SBD.

Fonte: SBD

Pacientes diabéticos ganham um importante aliado para o controle glicêmico

Nutren Control, produto inovador da Nestlé que auxilia em dietas de controle glicêmico, tem uma fórmula exclusiva de nutrientes que inclui proteína, vitaminas e minerais

Sempre atenta em oferecer produtos que vão além da nutrição, contribuindo também com o bem-estar dos brasileiros, a Nestlé Health Science (NHSc), unidade da Nestlé voltada para o desenvolvimento de soluções de saúde e alimentação, lança Nutren Control. Além de auxiliar em dietas de controle glicêmico de pacientes diabéticos, o produto também oferece nutrientes essenciais como proteína, vitaminas e minerais.

Hoje, mais de 17 milhões de pessoas possuem diabetes no Brasil e cerca de 14 milhões são pré-diabéticas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes. Control chega ao mercado como uma solução inovadora do portfólio da marca Nutren e um dos importantes lançamentos do primeiro semestre de 2021.

“Se não for bem tratada, a diabetes pode ter sérias consequências e se associar a outras comorbidades, prejudicando não só o quadro de saúde do paciente como também a sua qualidade de vida. Hoje, além dos benefícios nutricionais, Nutren preza por ser um aliado de seus consumidores no que diz respeito ao bem-estar. Diante disso, buscamos desenvolver uma fórmula que entrega um suplemento rico em nutrientes que auxiliam no controle do problema, podendo contribuir com a prevenção de danos associados à doença e que podem se estender pelo decorrer da vida”, explica Rodrigo Mendes, Diretor da divisão Consumer Care da Nestlé Heatlh Science.

A novidade conta com uma fórmula exclusiva, cuja composição nutricional é superior às já existentes no mercado: possui carboidratos de lenta absorção (isomaltulose e amido de tapioca), que auxiliam no controle glicêmico, 15 gramas de proteína, sendo a fonte proteica caseína e whey protein, além de ômega-3 e fibras. O produto também é zero lactose, podendo ser consumido pelos intolerantes à substância.

Nutren Control pode ser encontrado nas principais redes farmacêuticas do país nos sabores baunilha e chocolate, com duas opções para consumo: em pó e bebida pronta, ao preço sugerido de R$ 79,90 e R$ 13,90, respectivamente.

Dia Mundial do Diabetes: país tem 500 novos casos diagnosticados por dia, aponta especialista

Doença metabólica atinge 16 milhões de brasileiros e, nos últimos dez anos, a taxa mundial de incidência cresceu mais de 60%; Biofarmacêutica Biomm lança campanha #ÉBomSaber para ampliar o conhecimento da população e estimular o diagnóstico precoce

Atualmente, cerca de 463 milhões de pessoas no mundo têm diabetes, segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), sendo o Brasil a quarta maior população afetada. Os números assustam e ajudam a avaliar o tamanho do desafio para combater essa doença. E para reforçar a conscientização a respeito do problema, o dia 14 de novembro foi instituído pela IDF e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o Dia Mundial do Diabetes.

A doença metabólica crônica, segundo dados da OMS, atinge 16 milhões de brasileiros e, nos últimos dez anos, sua taxa de incidência cresceu 61,8% mundialmente. Muito falado, mas pouco conhecido, o diabetes tem duas causas principais causas diferentes: nos pacientes com tipo 1, o organismo deixa de produzir insulina, o hormônio que leva a glicose para dentro das células, para que o açúcar seja usado como combustível. Já em pacientes com tipo 2, o organismo não produz quantidade suficiente de insulina ou não consegue empregar de forma adequada o hormônio produzido.

Cerca de 500 novos casos são diagnosticados por dia, mas, ainda assim, muitas pessoas não sabem identificar a doença. Segundo Dr. Márcio Krakauer, endocrinologista do núcleo de tecnologia da Sociedade Brasileira de Diabetes, “devido à falta de conhecimento, quase metade das pessoas com diabetes não sabem que convivem com a doença e desconhecem os riscos desse problema para a saúde, o que pode gerar complicações graves, em virtude dos níveis elevados de açúcar no sangue.” Com isso em mente, a disseminação da informação é o primeiro passo para que a doença seja identificada e, então, tratada o mais rápido possível.

#Ébomsaber

Com o intuito de fomentar a busca pelo diagnóstico precoce do diabetes, a biofarmacêutica Biomm , pioneira no setor de medicamentos biológicos, responsável pela chegada da insulina inalável no Brasil, lança a campanha educativa “É bom saber”.

Com o intuito de fomentar a busca pelo diagnóstico precoce do diabetes, a biofarmacêutica Biomm , pioneira no setor de medicamentos biológicos, responsável pela chegada da insulina inalável no Brasil, lança a campanha educativa “É bom saber”.

A influenciadora digital Marina Collaço, paciente com diabetes que comanda a conta Diabética Tipo Ruim no Instagram, junto com Mário Márcio Barros, criador de conteúdo no perfil Diabetes de Boa , foram convidados pela companhia a dividirem suas histórias pessoais, desde os primeiros sintomas e o diagnóstico do diabetes, até os desafios encarados no dia a dia para manter a glicemia controlada. Celebridades como os atores José Loreto e João Fernandes também receberão o kit da campanha.

Além disso, ambos incentivarão seus seguidores a compartilharem seus relatos nas redes sociais, considerando informações que podem ajudar outras pessoas a identificarem a doença ou a lidarem com o diagnóstico que, no primeiro momento, pode não ser fácil.

“A Biomm busca constantemente por soluções que promovam melhor qualidade de vida aos portadores da doença. Pensando nisso, a campanha ganhará vida ao longo do final de semana do Dia Mundial do Diabetes, quando influenciadores digitais que vivem com a doença serão os grandes porta-vozes da causa. Faz parte da nossa missão institucional atuar na educação em saúde da sociedade”, destaca Caio Campos, gerente de Marketing da companhia.

A campanha será desdobrada nas redes sociais dos influenciadores e da Biomm , com o uso da #ÉBomSaber.

Fonte: Biomm

Dia Mundial do Diabetes: retinopatia diabética pode causar cegueira irreversível

Especialista do Hospital CEMA explica o que é a doença, quais os avanços no controle da enfermidade e como prevenir

Hoje é o Dia Mundial do Diabetes e quem sofre com a doença precisa cuidar dos olhos. No entanto, apesar da relação bem consolidada entre problemas de visão e diabetes, são poucos os que, de fato, se preocupam com a saúde ocular. Porém, deveriam. Diabéticos têm 25 vezes mais chances de ficarem cegos, de acordo com estimativa do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.

Uma das enfermidades mais graves, nesse sentido, é a retinopatia diabética, que pode afetar até 40% dos diabéticos. Embora grave, a medicina segue avançando no tratamento desse problema, com novidades como a injeção intravítrea de antiangiogênicos. “Quando há edema na retina, principalmente na região macular, e outras condições que causem sofrimento do tecido retiniano, essa é uma das opções mais novas e eficazes”, explica o oftalmologista do Hospital CEMA, Antônio Sérgio Franca Neves.

A retinopatia ocorre em pacientes portadores de diabetes, principalmente aqueles que apresentam a doença há muito tempo ou sofrem com um quadro crônico de descompensação de glicemia. Na retinopatia, o desequilíbrio glicêmico leva a alterações na rede vascular da retina (tecido neurológico que cobre a parte interna do olho), tornando-a incapaz de exercer sua principal função: transformar estímulos luminosos em impulsos elétricos, para que o cérebro interprete essas imagens.

Uma das consequências mais graves é a cegueira irreversível. “Normalmente, é uma doença silenciosa. Os sintomas ocorrem quando afetam a região central, causando baixa acuidade visual progressiva. Em estágios avançados, há presença de manchas ou escurecimento súbito da visão, secundários à hemorragia e o descolamento tracional da retina”, explica o médico do CEMA.

A injeção intravítrea de antiangiogênicos funciona da seguinte forma: uma medicação de antiangiogênicos é aplicada diretamente no vítreo, que fica localizado na parte interna e posterior do olho, em contato direto com a retina. Os antiangiogênicos inibem a formação de novos vasos, ajudam ainda na regressão do quadro, além de melhorar o desequilíbrio gerado pela diabetes na circulação retiniana. O procedimento dura poucos minutos, não dói e raramente traz complicações.

Além desse tratamento, é possível administrar injeções de anti-inflamatórios, fotocoagulação a laser (para casos avançados) e a vitrectomia, uma cirurgia indicada para casos nos quais o paciente apresenta hemorragia vítrea (sangue na estrutura gelatinosa que fica em contato com a retina), descolamento de retina e alguns outros casos específicos. “Consiste no uso de instrumentos e aparelhos específicos para remoção do sangue do gel vítreo e das trações geradas pelo tecido cicatrizado. A ideia é restaurar ao máximo a anatomia dessas estruturas”, detalha o especialista.

Todos esses procedimentos são indicados de acordo com o caso e a evolução da doença. A melhor forma de prevenir a retinopatia diabética é fazer o controle dos índices glicêmicos, com acompanhamento multidisciplinar, e exames oftalmológicos de rotina, principalmente os que avaliam o fundo do olho.

Imagem mostra olho normal e olho com a retinopatia diabética – Ilustração: Researchgate

Nos últimos dez anos, o Brasil apresentou crescimento de 61,8% dos casos de diabetes, atingindo 8,9% da população, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Estimativas da Organização Mundial de Saúde apontam que cerca de 422 milhões de pessoas no mundo vivam com a doença, sendo que metade delas nem sabe que tem o problema. A Federação Internacional de Diabetes estima que, em 2040, a cada 10 adultos, 1 será diabético.

Fonte: Hospital Cema

DiabetTX amplia linha e lança creme hidratante enriquecido com ureia

Produto possui o endosso de qualidade da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD)

DiabetTX, a marca especialista na pele do diabético, está com novidades em sua linha: o DiabetTX Creme Hidratante Plus Ureia acaba de chegar às prateleiras das farmácias e drogarias de todo o Brasil.

Enriquecido com 10% de Ureia, ingrediente reconhecido por sua alta propriedade hidratante, DiabetTX Creme Hidratante Plus Ureia alivia a aspereza causada pelo ressecamento intenso da pele de todo o corpo (exceto rosto), principalmente nas regiões dos pés, mãos, cotovelos, joelhos e calcanhares.

O ressecamento da pele é uma complicação característica entre os diabéticos: 1 em cada 3 portadores da Diabetes terá problemas na pele decorrentes da doença, como pele seca, extremamente sensível, mais fina e menos elástica com tendência à descamação. Por isso, é necessário um cuidado específico com a pele que precisa de uma hidratação intensiva e diária.

Os cremes corporais DiabetTX hidratam intensamente, aliviando a aspereza causada pelo ressecamento extremo da pele, promovendo uma sensação de alívio imediata. Todos os produtos DiabetTX possuem o selo de qualidade da Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD) e são testados e aprovados na pele de diabéticos.

Preço Sugerido: R$ 39,99 (embalagem de 250g)

Informações: DiabetTXYouTube

Diabetes: é possível ter uma alimentação variada sem agravar a doença

Nutricionista da Dietbox explica que reduzir carga glicêmica das refeições, priorizar alimentos anti-inflamatórios e contar carboidratos podem ajudar no processo

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, a doença crônica atinge cerca de 13 milhões de pessoas no Brasil, e esse número tende a aumentar. A enfermidade faz com que o corpo não produza insulina ou não consiga usa-la de forma adequada, sendo este o hormônio que controla a quantidade de glicose (açúcar) no sangue. Essa deficiência eleva os níveis de glicose no organismo causando a hiperglicemia que, em longo prazo, pode danificar vasos sanguíneos, nervos e órgãos.

Quando falamos em diabetes, surgem diversas dúvidas sobre alimentação, pois muitas pessoas acreditam que é necessário ter uma rotina alimentar restritiva. Para Júlia Canabarro, nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, além do tratamento com um médico, o acompanhamento nutricional ajuda a entender que é possível tomar decisões assertivas e substituir alimentos, sem tornar a dieta monótona. “Muitos alimentos podem auxiliar no tratamento da Diabetes, é necessário apenas usa-los com sabedoria para manter os níveis glicêmicos dentro dos padrões estabelecidos”, explica a profissional.

O que consumir?

De acordo com a especialista, alguns alimentos não podem faltar na rotina. Os anti-inflamatórios, como, por exemplo, peixes (salmão, sardinha e atum), óleos (óleo de linhaça, óleo de peixe e azeites) e alimentos como cúrcuma, alho, cebola, entre outras especiarias podem auxiliar no tratamento da resistência à insulina e a diminuir a liberação de substâncias inflamatórias.

Outro ponto importante é a redução da carga glicêmica das refeições, que pode promover diminuição dos níveis de glicose e também ajudar a controlar a resistência à insulina. “Este fator dependerá da proporção entre os tipos de carboidratos ingeridos, do teor de fibras dos alimentos, do grau de processamento e do tipo e tempo de cozimento”, esclarece Júlia.

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“Algumas opções de baixo índice glicêmico que podem compor as refeições são pães e massas integrais, aveia, soja, vegetais, cogumelos, batata-doce, leguminosas e algumas frutas com maior teor de água”, completa a nutricionista da Dietbox.

Alimentos funcionais e compostos bioativos também são fortes aliados quando inseridos na dieta. Algumas opções podem ser chia, canela, biomassa de banana verde, fibras e probióticos.

Alimentação flexível

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Uma alimentação que proporcione maior flexibilidade ajudará a conseguir melhores resultados. A contagem de carboidratos na escolha dos alimentos é um fator importante, pois é o nutriente que mais altera a glicemia. “Se o indivíduo souber a quantidade de carboidrato ingerida terá maior controle, independentemente de sua origem, seja de açúcares, pães, frutas ou biscoitos, por exemplo. Diabéticos não precisam seguir uma alimentação tão restritiva, desde que conheçam os limites e sejam bem orientados para evitar futuras complicações”, pondera Júlia.

Neste processo é fundamental definir a proporção insulina X carboidrato, ou seja, quantas unidades de insulina serão necessárias para cobrir os gramas de carboidratos ingeridos, oferecendo maior liberdade para determinar o que quer comer e aprender a corrigir a glicemia, caso necessário.

A nutricionista da Dietbox reforça que o método de contagem de carboidrato deve ser orientado por profissionais capacitados. “A princípio, essa técnica pode parecer difícil, mas com acompanhamento nutricional regular é possível ter uma rotina mais flexível e manter uma vida saudável apesar da doença”, conclui a especialista.

Fonte: Dietbox

Tenho diabetes: nunca mais posso comer nada com açúcar? Mitos e verdades sobre a doença

14 de novembro marca o Dia Mundial do Diabetes. Fake news também rondam a doença

O diabetes é uma doença crônica que afeta mais de 16 milhões de brasileiros, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), sendo que cerca de 8 milhões desses pacientes ainda não sabem de seu próprio diagnóstico. A melhor forma de controlar o Diabete Mellitus (DM) e ter uma vida normal é conhecer melhor a doença para aprender a gerenciar a glicemia e aderir ao tratamento.

Nesse sentido, quando não são amparados pelos profissionais de saúde, muitos pacientes com DM buscam informações não confiáveis na internet, o que pode gerar ainda mais dúvidas e confusões, além da possibilidade de uma piora do quadro clínico. Para desmistificar a doença, a Roche Diabetes Care conversou com Mariana Pereira, médica endocrinologista e duas pacientes com Diabetes Mellitus tipo I para compartilhar suas histórias e juntos esclarecer as verdades do que significa conviver com o diabetes.

Mitos e verdades acerca do Diabete Mellitus

· Chás e simpatias podem reduzir a glicemia e até curar o diabetes
Mito.
O controle da glicemia, objetivo principal do tratamento da doença, é feita por meio de alimentação adequada e administração diária de insulina ou uso de medicamentos orais. O Diabetes Mellitus é uma doença crônica e que não tem cura, mas a adesão ao tratamento garante que o paciente permaneça saudável, não enfrente um agravamento no quadro clínico e tenha uma vida normal.

· A pessoa com diabetes não pode comer doces nem carboidratos
Mito.
Embora o diabetes seja uma doença causada pelo aumento da glicose no sangue, se o paciente com Diabetes Mellitus tipo I souber realizar a contagem de carboidratos e administrar corretamente a insulina, ele pode sim se alimentar de produtos que contenham açúcar.
O paciente com Diabetes Mellitus tipo II, que faz uso de medicamentos orais precisa ajustar sua dieta e fazer escolhas mais saudáveis, controlando a ingesta de carboidratos na maior parte das vezes.

· Atividade física ajuda no controle do diabetes
Verdade.
O exercício físico estimula a captação da glicose circulante pelas células musculares e melhora a ação da insulina, pois aumenta a sensibilidade ao hormônio. Além disso, a perda de peso promovida pelo exercício físico reduz a resistência celular à insulina e colabora para a captação da glicose e consequente redução da glicemia. Assim, com uma rotina adequada de atividade física, o paciente pode diminuir a dose de insulina ou antidiabético oral.

· Comeu muito doce e ficou diabético
Mito.
O Diabetes Mellitus tipo I é uma doença autoimune, em que ocorre a destruição das células pancreáticas produtoras de insulina, e isso não tem relação com a ingestão prévia de doces e outros açúcares. Já o Diabetes Mellitus tipo II está associado ao estilo de vida e predisposição genética hereditária, de forma que maus hábitos como obesidade e sedentarismo aumentam a probabilidade do desenvolvimento da doença.

· O Diabetes Mellitus tipo I está associado a outras doenças autoimunes
Verdade.
O Diabetes Mellitus tipo I é uma doença de origem autoimune e está frequentemente associado a outras doenças da mesma etiologia, tais como a tireoidite de Hashimoto, doença celíaca, doença de Addison e outros quadros relacionados com o mesmo determinante gênico.

· A cirurgia bariátrica pode levar à remissão do diabetes
Verdade para o Diabetes Mellitus tipo II.
Como essa variação da doença é desencadeada principalmente pela obesidade e excesso de gordura abdominal, a cirurgia que promove a perda de peso e a eliminação de tecido adiposo pode contribuir para a melhora do quadro clínico.

· Pacientes com diabetes têm maior probabilidade de ter Covid-19
Mito
. Até o momento não há estudos que indiquem que o paciente com Diabetes Mellitus tipo I ou II tenha maiores chances de ter Covid-19. O que se tem acompanhado é pessoas com diabetes descompensado, têm maior probabilidade de desenvolver quadros mais graves de Covid.

· Pacientes com diabetes devem ter mais atenção com a vacinação
Verdade.
O paciente com Diabetes Mellitus tem maior probabilidade de adquirir e desenvolver complicações graves de outras doenças, bem como é mais suscetível a doenças respiratórias como pneumonia e influenza. Por esse motivo é fundamental estar em dia com o calendário vacinal.

Sobre o Diabetes Mellitus

O Diabetes Mellitus é uma doença crônica, o mau controle da glicemia pode levar a quadros agudos de descompensação que pode levar à internação hospitalar e cronicamente este mau controle está relacionado às complicações como amputações, lesão nos rins e olhos, além de aumentar deste paciente ter algum evento cardiovascular. Estima-se que até 2030 o Diabetes Mellitus seja a sétima causa mais importante de morte em todo o mundo.

Por esse motivo é fundamental diagnosticar o paciente o mais cedo possível e educá-lo a respeito da doença a fim de obter uma boa adesão ao tratamento e reduzir as chances de complicações.

O DM tipo I acomete entre 5 e 10% do total de pacientes e costuma ser diagnosticado na infância ou juventude, mas pode acontecer em outras fases da vida. Já o Diabetes Mellitus tipo II é mais comum na idade adulta, em pessoas que têm parentes com este tipo de diabetes e tem relação com sobrepeso, sedentarismo e hábitos alimentares inadequados, o que reforça a importância de estimular uma rotina e dieta saudáveis a toda a população como forma de prevenção.

Fonte: Roche Diabetes Care