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Os incríveis benefícios da “Dieta Japonesa da Manhã”

Um dos obstáculos de muitas dietas está no orçamento, conta o portal Visa Saúde. A maioria das pessoas não quer ou não pode gastar muito com uma alimentação saudável. No entanto, há programas de perda de peso que não exigem muito dinheiro. Uma prova está na Dieta Japonesa da Manhã.

Você já percebeu como é difícil encontrar alguém que nasceu no Japão e esteja acima do peso. E não é apenas questão de genética. Mas de manter um cardápio equilibrado. Nessa dieta, o mais surpreendente é o segredo utilizado para ajudar no emagrecimento: a banana.

Criado por Hitoshi Watanabe, o método chegou a ganhar um livro. Entenda como funciona a seguir.

O que é a dieta japonesa da manhã

banana

Chamada também de regime japonês da manhã, a dieta se tornou um sucesso online nos últimos meses. E não é à toa. Sua premissa é simples. Para emagrecer e ter mais saúde, a fórmula seria simples:

=comer 1 banana pela manhã;
=beber muita água em temperatura ambiente ao longo do dia.

O médico responsável por essa indicação afirma ter testado vários tipos de planos alimentares ao longo de sua vida. No entanto, a fruta teria dado mais resposta. Desenvolvida ao lado de sua esposa farmacêutica, essa dieta seria livre de efeitos colaterais, podendo ser seguida por qualquer pessoa.

Porque a banana está na dieta

Ainda que nem sempre recebam seu devido valor, as bananas são muito ricas para a saúde. Contando com uma grande quantia de amido dentre seus nutrientes, contribuem tanto para a perda de peso quanto para a sensação de saciedade.

Quando consumida, a banana segue diretamente para o intestino grosso, sem se dissolver no intestino delgado. Assim, o amido começa a fermentar no intestino grosso, onde as bactérias do órgão a transformam em ácidos graxos de cadeia curta. Esses ácidos reduzem a síntese de colesterol no fígado e são absorvidos como nutrientes. Além disso, a banana melhora as funções do trato intestinal, alimentando as células. Portanto, deixa o organismo mais saudável.

Quais são os 6 passos da dieta japonesa da manhã

Embora sua base seja simples, há uma lógica específica por trás do método. É preciso seguir algumas regras e entender como elas funcionam. São seis passos:

=Ainda em jejum, você precisa comer 1 banana, e então tomar um copo de água em temperatura ambiente logo em seguida. A ideia é que não consuma mais nada até o horário do almoço. Você deve esperar 20 minutos após comer a banana. Se ainda sentir fome, pode comer mais uma;

=Beba o máximo de água em temperatura ambiente ou morna para acelerar seu metabolismo naturalmente. Não beba nada com álcool e evite a ingestão de leite;
Seu jantar não pode ser consumido depois das 20h. Depois desse horário, é ideal que não comer mais nada.

=Lembre de não sobrecarregar seu estômago. Pense sempre em uma regra de 80/20. Consuma apenas 80% do que está no seu prato e deixe 20%. Para evitar o desperdício, tente diminuir o tamanho de seus pratos.

dormir sono despertador relogio

=Vá para a cama antes da meia-noite. A falta de sono está diretamente relacionada ao aumento de peso.

=Você pode comer o que quiser no almoço e jantar, mas entre as refeições, os lanches só podem ser frutas. Nada de pão, biscoitos ou outras guloseimas.

Embora possa parecer difícil, a verdade é que se você tem muitas frutas à disposição, fica mais fácil não sentir falta de outros alimentos, especialmente com adição de açúcar. E como os resultados vão aparecer em pouco tempo, vai perceber que vale a pena.

Quais são os outros benefícios da banana

banana

Além de contribuir muito para o emagrecimento saudável, o consumo de banana é aliado de todo o organismo. Comer a fruta regularmente ajuda a:

-acelerar o metabolismo;
-aumentar a sensação de saciedade;
-garantir muito nutrientes para o organismo;
-fornecer fibra e potássio;
-reduzir a aparência da celulite;
-diminuir a vontade e o impulso por doces.

Na prática, a promessa é de que a dieta japonesa da manhã vai te ajudar a se sentir com mais energia, com os níveis de açúcar controlados. Para a perda de peso, será um aliado para evitar que coma além do necessário. Para acelerar ainda mais o processo, considere alguns suplementos naturais como cromofina ou zero caps.

Sem contar que nossa alimentação precisa sempre priorizar os alimentos in natura. Quanto mais conservantes são adicionados à dieta, mais chance de ter inchaço e de deixar seu metabolismo mais lento.

Como consumir banana diariamente sem enjoar

Por mais que uma dieta seja eficiente, a verdade é que nosso paladar pode precisar de uma ajudinha. Comer banana todos os dias é desafiador em longo prazo. Por isso, ainda que o ideal seja consumir a fruta naturalmente, você pode prepará-la de diferentes maneiras.

banana com canela canadutch
Canadutcg

Uma receita bastante básica é cortar a banana ao meio, salpicar um pouco de canela e levar ao micro-ondas por um minuto. A textura já será diferente, e a canela também funciona como um meio de acelerar o metabolismo.

banana com aveia frigideira smittenkitchen
Smittenkitchen

Também é possível amassar meia banana, colocar uma colher de farinha de aveia e levar à frigideira. Você terá uma panqueca funcional com preparo simples, e ainda muitos nutrientes. Para evitar que você perca em valor nutricional, por ter aquecido a fruta, deixe metade in natura, para funcionar como uma espécie de recheio.

banana com chia eatwell101
Eatwell101

Outra possibilidade é cortar em rodelas e salpicar com chia. A semente é excelente para aumentar a sensação de saciedade. Logo, se você sente muita fome pela manhã, não vai precisar comer a segunda unidade, pois estará mais cheio.

Por que apostar numa dieta que não gasta muito

bananas- pixabay

O segredo de uma dieta bem sucedida não está no valor financeiro de seus alimentos. Na verdade, é possível seguir um plano alimentar gastando menos do que você imagina. A questão é que muita gente usa o dinheiro como desculpa.

Ainda que uma pessoa esteja acima do peso e compre uma pizza de R$ 45,00 por semana, é possível que ela reclame por ter que gastar em frutas e verduras. Ao final do mês, serão R$ 180,00 que poderiam ter sido gastos na feira, por exemplo.

Ao seguir uma dieta que não gasta muito, a mente é mais facilmente convencida de que dá para emagrecer sem precisar se preocupar com o orçamento. Esse impulso psicológico é muito importante para que a perda de peso seja bem-sucedida.

Fonte: VivaSaúde – Karina Lobo é nutricionista com 15 anos de experiência, formada pela UFSC com MBA em Gestão de Negócios pela UNIP. Apaixonada por comida e por alimentação saudável.

Conheça os principais mitos das dietas e do emagrecimento

Confira abaixo as dicas do nutricionista do Vigilantes do Peso para não cair em pegadinhas e manter uma alimentação equilibrada e saudável

Iniciar uma rotina de alimentação saudável exige dedicação e, na busca por resultados rápidos, muitas pessoas recorrem à internet. Em muitos momentos nos deparamos com uma quantidade enorme de informações e é preciso ter cautela para não cair em pegadinhas.

Alimentos milagrosos, estratégias mágicas para emagrecer depressa e comidas que queimam gordura são alguns dos mitos mais corriqueiros. Abaixo, esclarecemos alguns desses fatos com Matheus Motta, nutricionista do Vigilantes do Peso. Confira:

Rituais milagrosos

salada frutas vermelhas e amendoa

Alguns métodos garantem queimar mais calorias ou a perda de peso rápida. Praticar jejum intermitente, consumir apenas alimentos ricos em proteína e com baixos teores de carboidratos e tomar água morna com limão para secar a gordura são exemplos de instruções que não têm qualquer fundamento científico. Outro mito é a proibição de comer após às 20 horas, já que supostamente alimentos ingeridos após esse horário fazem engordar com maior facilidade. Motta explica: “Geralmente essas regras absolutas e proibições são sinais de que algo está errado. Em uma dieta saudável, o importante é alimentar-se de forma equilibrada, priorizando alimentos in natura — como grãos, verduras, legumes e frutas —, seguindo uma rotina que se adapte às suas necessidades”.

Alimentos que queimam gordura

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Foto: fresh design pedia

A forma correta de reduzir a gordura no organismo é aliar uma alimentação saudável à prática de atividades físicas, sempre com orientação profissional. Produtos conhecidos por “queimar gordurinhas”, como comidas zero caloria, chás, cafés e até mesmo a água, podem auxiliar no emagrecimento por outro motivo: eles aceleram o metabolismo.

Vilões da dieta

manteiga pixabay
Pixabay

Por outro lado, é muito comum ouvirmos falar de alimentos que devem ser cortados da dieta para que seja possível emagrecer. Isso não é verdade, o que existe são comidas que, para determinadas pessoas, podem fazer bem ou mal. No entanto, isso vai depender de diversos fatores. No geral, a recomendação é evitar produtos ultraprocessados, como margarina e refrigerantes, por exemplo, por conterem grande quantidade de substâncias químicas e açúcares em sua composição.

Dietas da moda

fome dieta garfo fita metrica

Seguir dietas da moda e altamente restritivas, com o objetivo de reduzir o peso rapidamente, representa um sério risco para a saúde. É compreensível que as pessoas queiram ver os resultados das dietas rapidamente, mas privar-se excessivamente de calorias, por exemplo, pode fazer com que o corpo não tenha energia para manter as suas funções básicas. Já a deficiência de vitaminas e minerais pode ocasionar quadros clínicos sérios e preocupantes.

Outra consequência de seguir dietas sem a orientação adequada é o efeito sanfona, que consiste na perda e posterior ganho de peso de forma muito rápida. Isso acontece porque o cérebro pode entender que a repentina eliminação de peso é indesejada e uma ameaça ao organismo e, com isso, vir a tornar o metabolismo mais lento para se preservar. Além disso, o emagrecimento não-saudável ou muito rápido pode enfraquecer o sistema imunológico e aumentar os níveis de colesterol no sangue – que aparecem ao consumir as reservas de gordura do corpo.

“A melhor forma de garantir o emagrecimento saudável é por meio de um processo gradual, baseado na alimentação consciente da qualidade nutricional dos alimentos ingeridos em todas as refeições, priorizando produtos naturais e refeições caseiras. Aliando tudo isso à prática de exercícios físicos na rotina, conseguimos potencializar os resultados de forma saudável e duradoura”, finaliza o nutricionista.

Alimentos diet e light

chocolates

Outro mito bastante difundido é o de que alimentos diet e light são mais saudáveis e a melhor escolha para pessoas que querem emagrecer. Os produtos light são aqueles que apresentam quantidade reduzida de algum nutriente ou de valor energético. Já a versão diet é direcionada para aqueles que possuem alguma restrição na alimentação, como por exemplo quem tem diabetes e não pode ingerir açúcar. Chocolates diet (zero açúcar), por exemplo, apesar de não terem o ingrediente adicionado, possuem alto valor calórico, semelhante ao chocolate comum, e contam com uma maior adição de gorduras. A falta do açúcar gera mudanças na textura e palatabilidade do produto, que acabam sendo corrigidas com o aumento de gorduras na composição. Dessa forma, o consumo excessivo deste tipo de alimento pode, na verdade, levar ao aumento de peso.

Dietas que curam doenças

alimentação

A alimentação é uma aliada fiel do equilíbrio em nossa saúde e deve ser considerada durante o tratamento de doenças. No entanto, o papel da comida está muito mais relacionado à prevenção do que à cura. Uma dieta, por si só, não tem o poder de curar o diabetes ou o câncer, mas, certamente, é fundamental para contribuir com o tratamento e gerar uma maior sensação de bem-estar no paciente.

Fonte: Vigilantes do Peso

Alimentos anti-inflamatórios para adicionar à dieta o mais rápido possível

“Inflamação” é uma palavra de ordem importante na comunidade de bem-estar agora e há uma razão convincente. Desde meados do século 20, a dieta padrão na maior parte dos países passou a incluir tanto alimento hiperprocessado açucarado (jantares congelados, barras de granola etc.) que muitos estamos sofrendo mais que nunca de inflamação intestinal excessiva.

A palavra chave é “excesso”. De acordo com a certificadora de nutrição Candice Seti, do The Weight Loss Therapist, um pouco de inflamação é uma coisa boa – é como nossos corpos reagem a lesões ou invasões. O problema é quando nossas dietas pobres causam tanta inflamação interna que somos colocados em risco por uma série de problemas de saúde, incluindo ganho de peso e inchaço, problemas de sono, dores de cabeça, dores nas articulações, doenças cardíacas e até mesmo alguns tipos de câncer.

Mas nossos intestinos não estão totalmente prejudicados. “Felizmente, também existem alimentos que ajudam a combater essa inflamação”, diz Candice. “Em particular, alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3 e em antioxidantes são potências para evitar a inflamação prejudicial e seus efeitos prejudiciais.

“Para obter especificidade, pedimos a ela e à nutricionista Dana James que nos contasse quais seus alimentos anti-inflamatórios favoritos e como podemos incorporá-los em nossas dietas. Leia abaixo como descobrir sete ingredientes de combate à inflamação para adicionar à sua dieta o mais rápido possível.

1. Pepinos

pepino

Este vegetal barato nunca recebe qualquer glória, mas Candice diz que, porque ser rico em potássio e magnésio, ajuda a liberar toxinas e água inflamatória do corpo. Pepinos também contêm fitonutrientes, que trabalham para inibir enzimas pró-inflamatórias. Além disso, eles são uma ótima fonte de vitamina C, betacaroteno e manganês, que ajudam a conter a inflamação afirma Dana. É um alimento incrivelmente fácil de trabalhar em sua dieta diária. Coloque um pouco de pepino em cubos em um smoothie verde com maçãs, espinafre e água de coco. Ou jogue um pouco em sua salada ou torrada de abacate para um bom combate à inflamação.

2. Cúrcuma

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Foto: Pixabay

Não é nenhum segredo que muitas pessoas são obcecadas por este tempero laranja brilhante milagroso. “A cúrcuma é uma das ervas anti-inflamatórias mais conhecidas e com boa razão”, diz Dana. “Ele contém curcumina, um polifenol, que tem sido associado a reduções nos níveis de açúcar no sangue, oxidação e vias que desencadeiam o excesso de inflamação celular”. A curcumina também pode estimular o processo de desintoxicação natural do fígado. Inclua cúrcuma em sua dieta, apimente suas sopas, acrescente-o ao curry e nas frituras. Ela também recomenda adicionar um pouco de açafrão e canela aos seus lattes de amêndoa para dar mais sabor e cor.

3. Truta do Ártico

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Pinterest

O excesso de inflamação no corpo muitas vezes corresponde a uma deficiência nos ácidos graxos ômega-3, explica Candence, por isso é importante adicioná-los à sua dieta. Se você está cansada de salmão selvagem (porque todo nutricionista recomenda), tente grelhar a truta do Ártico, que é menos conhecida, em seu lugar. “Como o salmão selvagem, a truta do Ártico é abundante em ômega-3, que tem um potente efeito anti-inflamatório no corpo”, diz Dana. “Mas além disso, também contém moléculas de proteína, que são usadas para criar colágeno e tecido conjuntivo. Juntos, os ômega-3 e as moléculas de proteína podem oferecer benefícios anti-inflamatórios exclusivos para as articulações e dores artríticas”. Polvilhe-o com um pouco de açafrão e sirva com acelga salteada para obter o máximo de benefícios anti-inflamatórios.

4. Acelga Suíça

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Pinterest

Falando de acelga suíça: Dana a chama de “a versão mais colorida de espinafre”. Acelga é rica em polifenóis como betalain e carotenoides, que ajudam a diminuir a inflamação e os danos dos radicais livres (isso significa pele saudável e jovem). “Também é rico em flavonoides como quercetina e kaempferol, que podem reduzir as reações alérgicas”, diz Dana. Para um salmão perfeito, tente refogar levemente a acelga com azeite, alho, tomate seco e brócolis.

5. Chá Verde

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Stocksy

Uma das maneiras mais fáceis de tornar sua dieta mais anti-inflamatória é começar todas as manhãs tomando um chá verde. De acordo com Candice, os antioxidantes deste superalimento ajudam a combater a inflamação do intestino, bem como o câncer.

6. Beterraba

beterraba crua suco

Esta raiz rica em antioxidantes é tão boa para o seu intestino quanto para as suas saladas e sucos dignos do Instagram. “Beterraba contém os antioxidantes betanina e vulgaxantina, que têm mostrado que fornecem suporte antioxidante, anti-inflamatório e desintoxicante”, diz Dana. Além disso, o suco de beterraba fresco contém nitratos e polifenóis, que demonstraram reduzir a inflamação induzida pelo exercício e a dor muscular, ajudando a se recuperar mais rapidamente de um treino intenso.

7. Mirtilos (blueberries)

blueberry mirtilo pixabay
Pixabay

Os mirtilos são as frutas favoritas de todos os nutricionistas por seus níveis extraordinariamente altos de antioxidantes e fibras. Candice diz que os fitoquímicos encontrados nos mirtilos são especialmente eficazes na redução da inflamação. Você pode adicionar essas coisinhas deliciosas aos seus smoothies (os congelados são tão saudáveis!), saladas ou simplesmente comê-los como lanche durante o dia.

Fonte: Byrdie

Livro propõe um novo estilo de vida alimentar

Especialista em emagrecimento, Rodrigo Polesso, publica livro em que desmistifica o conceito de dieta. A obra destaca que um método eficaz de emagrecimento deve focar na qualidade e não na quantidade do que se come

Divulgar um novo estilo de vida, cuja base é a liberdade e flexibilidade alimentar, com foco na qualidade e não na quantidade do que se come. Trata-se do objetivo da publicação “Este não é mais um livro de dieta – O novo e libertador estilo de vida alimentar para saúde e boa forma que derruba o conceito de dietas”, escrito por Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego.

Nas 224 páginas e 12 capítulos, o livro inicia o leitor no mundo de um novo método de emagrecimento calcado em três pilares: Alimentação Forte, Densidade Nutricional e Jejum Intermitente. Não sem antes desmistificar algumas verdades estabelecidas a respeito da nutrição, como as de que sal, gordura e colesterol são nocivos à saúde.

verduras legumes frutas

Para que o leitor compreenda os benefícios do novo estilo de vida alimentar proposto, o livro fornece orientações sobre a composição nutricional de cada alimento e o como cada um deles é metabolizado pelo corpo, ensinando exatamente o modo tal qual o corpo ganha peso e desenvolve doenças.

O autor faz tudo isso, entremeando passagens de sua vida, contando-nos suas tentativas frustradas de perder peso, até conseguir encontrar a fórmula ideal. Depoimentos de pessoas que empregaram o método estabelecido pelo autor e obtiveram resultados na perda de peso enriquecem cada final de capítulo.

Na introdução do livro, Polesso diz a que veio: “O que você acha de começarmos este livro com a apresentação de uma nova e revolucionária dieta que tem como objetivo derrubar o próprio conceito de dieta? E se essa dieta for a mais simples e eficaz já criada e não depender de contagem de calorias, exercícios e suplementos nem de extratos de plantas exóticas?”.

E é isso que o autor faz, mostrando aos leitores – através de dados científicos – que as dietas tradicionais fundamentadas na contagem de calorias não são tão eficazes assim. E que a solução para o emagrecimento e a boa saúde passa pelo consumo de alimentos naturais em detrimento daquilo que o autor denomina substâncias comestíveis (alimentos industrializados e processados).

“Não ganhamos peso porque comemos mal, assim como nosso emagrecimento verdadeiro não acontecerá ao comermos pouco, mas sim ao comermos melhor”, explica. Para o autor, o comer menos é consequência do comer melhor. “É muito mais difícil ganhar gordura em excesso focando na qualidade de sua alimentação. Isso porque é muito difícil comer demais quando comemos os alimentos certos, por mais deliciosos que sejam, pois, os sensores de fome e saciedade tendem a funcionar corretamente. Na realidade, tendemos a comer menos espontaneamente, sem nem menos perceber quando comemos da forma certa”, afirma.

legumes

Mas quais seriam os alimentos corretos e quais os errados? O autor explica mais detalhadamente a diferença no capítulo em que define o conceito de “Alimentação Forte”. “Os alimentos de verdade são aqueles que estamos evolutivamente programados para consumir e que sempre foram encontrados na natureza ao longo de toda a história da nossa espécie”, diz.

São exemplos desses alimentos carnes de todos os tipos, peixes e frutos do mar, ovos de diversos animais, legumes dos mais variados, folhas, gorduras naturais e frutas selvagens de baixo teor de açúcar etc.

Já os alimentos errados são as substâncias comestíveis. “Em essência, as substâncias comestíveis são tipicamente alimentos processados ou ultraprocessados, refinados ou ultrarrefinados, modificado química, genética ou industrialmente e, de forma notável, pobre em nutrientes”, esclarece Polesso. Como exemplo, têm-se: açúcares de todas as formas; farináceos em geral, óleos vegetais, soja e derivados dela, refrigerantes e bebidas adoçadas etc.

O livro traça um escopo teórico completo a respeito dos alimentos e de que modo estes são metabolizados pelo corpo, mas não se resume a isso. O autor explica ainda na prática como se pode aplicar o conceito de alimentação forte e de jejum intermitente. Nesse sentido, há exemplos da montagem de um prato nutritivo e saboroso, seja em casa, comprando os alimentos no mercado, ou em restaurantes, por meio da escolha dos alimentos presentes no cardápio ou no buffet. Além disso, Polesso ensina as pessoas a interpretarem corretamente as tabelas nutricionais dos alimentos consumidos.

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Polesso destaca que o estresse é fator desencadeante do aumento de peso, porque libera o cortisol na corrente sanguínea. Este hormônio ocasiona a ação da glicose, que, por sua vez gera o aumento de insulina no organismo, favorecendo o acúmulo de gordura e o bloqueio de sua queima. A parte mental, aliás, é assunto de um capítulo inteiro do livro, no qual o autor mostra como estar motivado e definir bem seus objetivos é essencial para que o processo do emagrecimento seja bem-sucedido.

Quase no final do livro, ficamos sabendo da quebra de ainda mais um mito, que exercícios físicos como estratégia primária de emagrecimento não acarretam resultados duradouros. “Nós sabemos que o que mais promove o ganho de peso não é a falta de exercícios, mas sim, a má alimentação”, afirma Polesso. O que não quer dizer, porém, que a atividade física na rotina de vida não seja importante para a saúde e o bem-estar geral em longo prazo.

Sobre o autor

Rodrigo Polesso é certificado em Nutrição Otimizada para Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego na Califórnia, EUA. Empreendedor, é criador dos movimentos de estilo de vida saudável Emagrecer de Vez e Tribo Forte, atingindo mais de 3 milhões de pessoas semanalmente com suas informações. Seu objetivo de vida é quebrar mitos, simplificar e mostrar a todos as verdades sobre emagrecimento, saúde e estilo de vida saudável.

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Título: Este Não É Mais Um Livro De Dieta
Autor: Rodrigo Polesso
Editora: Editora Gente
Páginas: 224
Formato: brochura
Preço: R$ 34,90

Saiba como manter a alimentação após os 40 anos

Com o passar dos anos a atividade do metabolismo tende a diminuir, fazendo com que o corpo gaste menos energia e demore mais para eliminar sua gordura. Ainda que seja um processo natural, é possível criar hábitos que equilibrem esse cenário e até reverta essa situação.

Existem dietas adequadas para cada tipo de organismo que facilitam uma boa reeducação alimentar. Mas a nutricionista Sabina Donadelli ressalta que não há uma específica para cada idade. “Quanto mais jovem, com mais facilidade se perde peso porque o organismo assimila com mais rapidez a mudança. Mas, no geral, independentemente de idade, optar por uma alimentação saudável vai privilegiar o tipo de cada pessoa”, afirma.

Para ela, a dieta deve ser encarada como uma escolha pessoal a ser levada a sério. “Antes de mais nada, é preciso pensar no tipo de alimentação que uma pessoa adota dentro do seu estilo de vida e estar em paz e satisfeito com as suas decisões neste sentido. Tudo é questão de adaptação e o primeiro passo começa na cabeça, em decisão pessoal e de amor próprio”, ressalta.

Assim como em outros âmbitos da vida, a dieta é um entendimento que se dá a partir de tentativas, erros e acertos. Os métodos não devem ser encarados como poções mágicas, e qualquer dieta deve ter como princípio base o cuidado e respeito com o corpo.

mulher comendo peixe

“Acredito que a consciência vem acompanhada de informação. Se eu sei que um alimento com corante, conservante e embalado é menos saudável do que um prato preparado com itens frescos, e essa será a minha opção. Se há desistência é porque foi adotado um modelo de dieta incompatível com seu jeito de ser”, afirma a nutricionista.

No geral, para saber se algum alimento é bom ou não para ser consumido, busque produtos de origens naturais. “Em princípio, tudo o que é natural é melhor do que aquele que vem embalado. Uma dica que alguns profissionais dão é contar o número de ingredientes tem no produto, se houver mais de dez itens em composição, provavelmente não se trata de algo saudável”, finaliza.

sabina donadelli

Fonte: Sabina Donadelli é formada e pós-graduada em Nutrição, alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana.

Médico adverte: dietas radicais podem causar queda dos cabelos

As dietas restritivas podem alterar o funcionamento do organismo, causando, além de muito estresse, a queda massiva de cabelos. Por conta destas restrições alimentares e dos cortes radicais de alimentos com proteínas e vitaminas, muitas pessoas que estão tentando perder peso notam que, além dos quilos, parte dos fios são perdidos.

Isso acontece devido à oscilação de peso que, somado à restrição dos alimentos, faz com que o organismo não consiga absorver todos os nutrientes necessários para seu bom funcionamento.

queda de cabelo

“Os alimentos são a fonte da nossa sobrevivência. Dependendo do que a gente ingere, teremos saúde e um metabolismo regular. Quando nos alimentamos mal e escolhemos erroneamente os alimentos, os substratos que estamos fornecendo ao nosso organismo podem acabar provendo doenças e uma consequente queda dos cabelos, principalmente durante as dietas radicais”, conta o médico especialista em transplante capilar Thiago Bianco.

Quem está buscando perder peso, mas quer passar longe dos problemas capilares, deve procurar ingerir alimentos que ajudam no fortalecimento e saúde dos fios como:

espinafre

• Espinafre: fonte de ferro, além de gordura que protege os fios;

Cenoura

• Cenoura: confere brilho e é fonte de vitamina A (a deficiência desta vitamina causa ressecamento no couro cabeludo);

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• Ovos e derivados do leite: são fontes de proteínas e ácidos graxos que, além de nutrir o organismo, também ajudam a restaurar os óleos naturais dos fios;

aveia

• Aveia: rica em fibras, zinco, ferro e ômega 6 que ajudam a engrossar os fios;

nozes

• Nozes: podem diminuir a perda capilar por conta da biotina, vitamina E, proteínas e magnésio.

Segundo o médico, quando a queda se torna irreversível, a solução mais natural para devolver os fios à cabeça é o transplante capilar. “Dentro das opções de técnicas de transplante, nós avaliamos o paciente e escolhemos a melhor maneira de devolver estes fios. O cliente que perdeu peso, e consequentemente os cabelos ao longo deste processo, vai finalmente recuperar a autoestima, sem as cicatrizes aparentes”, conclui.

Fonte: Thiago Bianco é médico expert em transplantes capilares – considerado um dos pioneiros a realizar a técnica de implante microfolicular guiado por vídeo. Graduado em Medicina em 2006, especializou-se em cirurgia geral e trauma, além de direcionar sua carreira para a área de implante capilar. Membro titular da ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery), atualmente realiza um trabalho pioneiro com as técnicas de FUT (Follicular Unit Transplant) e FUE (Follicular Unit Extraction) para o transplante capilar de barba e de sobrancelha. 

Abacate passa de vilão a mocinho das dietas de emagrecimento

Tido como alimento gorduroso e altamente calórico, o abacate encontra novas versões gastronômicas e entra de vez no cardápio de quem busca emagrecer

Durante muito tempo, qualquer pessoa que procurasse um nutricionista ou nutrólogo em busca de uma dieta para emagrecimento, certamente teria a recomendação de evitar o abacate. Isso porque a fruta era tida como calórica, além de gordurosa. De fato, o alimento possui estas características, mas, na medida em que foi se conhecendo mais sobre sua composição, foi-se percebendo que havia mais pontos positivos que negativos.

abacate

É o que defende Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego.

Hoje se sabe, por exemplo, que as gorduras naturalmente presentes nos alimentos podem, ao contrário do que se pensava, melhorar marcadores de saúde importantes como o colesterol e triglicerídeos, o que ajuda na prevenção de doenças cardíacas, por exemplo: “O abacate é saudável, tem baixo teor de açúcar, é rico em fibras, minerais, magnésio, potássio, ou seja, é uma ótima fonte de alimento”, defende Polesso.

A fruta também é rica em lipídeos: 77% das calorias no abacate são de gordura. No entanto, as gorduras que compõem a fruta são de alta qualidade, se assemelhando às propriedades do azeite de oliva. A maior parte da gordura presente no abacate é ácido oleico, um ácido graxo monoinsaturado, que tem sido associado à inflamação reduzida e tem demonstrado efeitos benéficos sobre os genes ligados ao câncer.

O problema dentro da dieta é que, principalmente no Brasil, o abacate é consumido com açúcar, ou o adoçante para quem está de dieta. “Nestes casos, porque ele fica hiperpalatável ao ser misturado com o adoçante, acaba virando uma sobremesa que passa a ser consumida em excesso, não por necessidade, mas porque a pessoa se habituou a comer aquela sobremesa. O abacate com leite de coco, por exemplo, é uma ótima combinação, com o adoçante idem, desde que não seja consumido em excesso”, explica o especialista.

O abacate também é fonte de ômega 6, ômega 7 e ômega 9, que auxiliam a manter o equilíbrio do organismo, ajudando na perda de gordura corporal. E por ser rico em fibras, é indicado a integrar dietas de emagrecimento por garantir o melhor funcionamento do intestino e proporcionar sensação de saciedade.

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Foto: California Avocado Comission

Para quem treina, a fruta também ajuda a melhorar o rendimento, justamente por ser uma boa fonte de energia, o que já o colocou entre os alimentos que deveriam ser evitados por quem quisesse emagrecer.

“Quando alinhado a uma alimentação correta, ele ajuda a fornecer ao corpo níveis estáveis de energia ao longo do dia, o que pode beneficiar a performance no treino. Além disso, ajuda a repor sais minerais e prevenir cãibras em corredores por ser grande fonte de potássio. Aliás, o abacate tem o dobro de potássio presente na banana com a vantagem de não ser doce, ou seja, é um ótimo aliado das pessoas que estão em dieta para emagrecimento associada a exercícios físicos”, sugere o especialista.

maionese de abacate science of cooking
Foto: Science of Cooking

Para sair da tradicional vitamina de abacate e que tendemos a consumir em excesso, por conta de sua hiperpalatalidade, é possível experimentar novas formas de incorporar o fruto dieta. Um patê com dois abacates pequenos, limão, dois dentes de alho e sal fica bastante saboroso e foge ao convencional. Maionese verde feita com um abacate, suco de limão, uma colher de mostarda, ½ xícara de azeite e pimenta do reino também é uma maneira diferente de comer a fruta e aproveitar todas as suas propriedades.

Fonte: Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego

Três perguntas para se fazer antes de começar uma dieta

Se a dieta fornece ao meu corpo todas as vitaminas e nutrientes necessários para que tenha boa saúde e se proporciona satisfação e disposição são alguns dos questionamentos

Para perder os quilos a mais e a barriga indesejada, muitas pessoas saem em busca de uma dieta “milagrosa”. Normalmente aquela que o vizinho, parente ou amigo fez e recomenda porque para ele deu certo. Há uma variedade de dietas, tais como: a que restringe a ingestão de carboidratos (chamada low carb): a que restringe a ingestão de gordura (low fat): a cetogênica, uma espécie de dieta low carb, mas com maior redução de carboidratos; a vegetariana; a vegana; e a dieta dos pontos etc. Uma questão, porém, permanece, essas dietas funcionam realmente?

Para o idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego, Rodrigo Polesso, em primeiro lugar se faz necessário definir o que é “funcionar” no caso em questão. “Uma dieta que funciona pode significar que ela é eficaz em fazer com que a pessoa perca peso temporariamente”, diz. No entanto, segundo ele, a maioria das pessoas não tem problema em perder peso e sim em não o ganhar novamente.

Desse modo, conforme o especialista, a validação de uma dieta deve passar por três questionamentos básicos:

1 – A dieta tem como foco o controle de insulina no sangue?

Nenhuma dieta ou método que não controle a insulina no sangue irá funcionar em longo prazo. “Para que os hormônios que queimam a gordura – como as enzimas HSL e Glucagon – funcionem, a insulina precisa atuar de forma natural. Ou seja, se houver muita insulina correndo no sangue, o organismo não vai queimar gordura”, explica Polesso.

pães

Carboidratos densos (pães, massas, batatas, arroz, doces etc) são os responsáveis pelos picos de insulina no sangue. Então esses alimentos precisam ser controlados. Por outro lado, destaca Polesso, se a dieta em questão corta os carboidratos totalmente e restringe a sua alimentação à somente poucos alimentos, isto também pode ser um problema. Passa-se, dessa forma, ao segundo questionamento:

2 – A dieta fornece ao corpo todas as vitaminas e nutrientes necessários para que tenha boa saúde?

“É preciso que a dieta promova o consumo de alimentos ‘de verdade’, ou seja, carnes, legumes, ovos, folhas, frutas (com moderação)”, afirma Polesso. Ele destaca que produtos derivados de farinhas (de trigo, principalmente), como pães, massas, mesmo que integrais; iogurtes artificiais; suplementos; e shakes não se enquadram entre esses alimentos.

Espetinho de carne Legumes

“Se a tal dieta limitar seu consumo de alimentos ‘de verdade’, levante a bandeira vermelha”, destaca o especialista. No que diz respeito ao emagrecimento precisamos lembrar que, ao contrário do que dizem, não precisamos emagrecer para ficarmos saudáveis, mas, sim, ficarmos saudáveis para podermos emagrecer. Isto porque, além do emagrecimento sustentável, o objetivo com a dieta é a melhora da saúde e o fortalecimento interno, com ganho de disposição. O que leva à última pergunta:

3 – A dieta proporciona satisfação, disposição e é simples?

“Se a dieta o deixar com fome durante o dia ou à noite, isto não é um bom sinal. Possivelmente o metabolismo de seu organismo será afetado negativamente, mais cedo ou mais tarde por conta disso”, diz o especialista. Segundo Polesso, o corpo tende a adaptar-se a estes novos hábitos e atingir o chamado “efeito platô”, ou seja, parar de emagrecer.

Polesso mostra-se contrário também a dietas que se baseiam no cálculo de calorias. A simplicidade deve dar o tom. “O corpo humano é muito mais capaz e inteligente do que podemos imaginar. Quando se fornece os alimentos corretos, ele mesmo faz o trabalho de se livrar da gordura extra e de se estabilizar no peso ideal”, argumenta.

Não obstante, na opinião de Polesso, a solução para o emagrecimento e para a manutenção do peso ideal não se encontra na dieta x ou y, mas na adoção de um estilo de vida saudável “verdadeiramente embasado no que a ciência sabe atualmente sobre nutrição, emagrecimento e boa forma”.

O especialista destaca artigo publicado pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, que mostra estudos que analisaram 14 tipos de dietas. “O artigo conclui que os benefícios das dietas são muito pequenos e os potenciais danos causados muito grandes para que sejam recomendas como tratamento seguro e eficaz para a obesidade”, afirma.

exercicio emagrecer saude zuzyusa pixabay

Conforme Polesso, o próprio conceito de dieta está equivocado, pois, grosso modo, entende-se dieta como uma intervenção de curto prazo para resultados em curto prazo. “Nenhuma mudança de vida, nenhum corpo que pretende se manter em forma durante muito tempo vai ser construído por meio de intervenção dietética”, diz. De acordo com o especialista, novo hábitos de saúde diários devem ser adquiridos para que se possa criar um novo estilo de vida e manter-se em forma permanentemente.

“Ninguém merece sofrer a vida inteira, por isso, um estilo de vida saudável de verdade precisa ser saboroso, flexível, fazer com que você se sinta bem. De outra forma, você não viverá uma vida, mas um martírio por muitos anos”, conclui.