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Especialista alerta sobre perigo de fazer dieta em tempos de quarentena

Em isolamento social, é necessário cuidar do corpo e não colocá-lo em risco com as restrições; a nutricionista doutora da USP e autora do best-seller “O peso das dietas”, Sophie Deram, acredita que a resposta é respeitar emoções e manter uma alimentação saudável em paz com a comida

Neste momento de isolamento social em que todos estão em casa para achatar a curva de contágio do coronavírus, muitas pessoas têm se preocupado em manter uma alimentação saudável para aumentar a imunidade e diminuir os riscos de se contaminar. Mas, também seria o momento de perder um pouco de peso? Muitos pensam que sim.

De acordo com a Organização Mundial de saúde (OMS), a obesidade é um fator de risco para quadro grave de contágio do novo coronavírus, considerando que, em sua maioria, pessoas que tem obesidade já fazem parte do quadro de doenças como diabetes, doenças cardiovasculares e complicações pulmonares. Uma pesquisa da Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), aponta que, no Brasil, uma a cada cinco pessoas tem obesidade, e mais da metade da população tem sobrepeso.

Por conta disso, muitos adotam dietas restritivas para perder peso rapidamente. Porém essa não é a melhor opção, ainda mais quando se é preciso manter a imunidade do corpo em alta. A nutricionista doutora da USP e autora do best-seller “O peso das dietas”, Sophie Deram, entende que o foco deve estar em manter-se saudável e com uma boa imunidade.
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“As pessoas buscam nas dietas um emagrecimento rápido, acreditando que fará bem à saúde delas, mas não é bem assim. Dietas restritivas causam um grande estresse e, neste momento que estamos vivendo, afeta ainda mais a saúde mental das pessoas. Se você quer perder peso e, principalmente, emagrecer de maneira saudável e sustentável, a resposta não são as dietas, mas sim um estilo de vida saudável”, explica.

As dietas restritivas podem afetar a imunidade e diminuir a resistência física, o que é extremamente prejudicial neste momento. Além disso, o corpo ainda corre o risco de sofrer o “efeito sanfona”, que afeta o metabolismo. A melhor alternativa é ligar o alerta e saber que, no atual período, fazer dieta é piorar a saúde. “Cada dia que passa, respeitamos menos o nosso corpo da maneira que ele é. Atividades físicas diárias são importantes, mas o foco deve estar em manter uma alimentação mais fresca e caseira, com alimentos menos industrializados. Cozinhar também é uma boa dica. Agora, é preferível manter o mesmo peso, e ganhar saúde”, acredita.

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A nutricionista ressalta que a ansiedade é diretamente afetada com uma nova rotina de isolamento social. “Por isso, é importante olhar para si mesmo, enxergar a sua fome e tentar descobrir se ela é real ou emocional. Esse é um fator que pode fazer com que as pessoas comam ainda mais”, salienta.

“O tédio e a ansiedade podem fazer com que as pessoas comam mais do que deveriam e, depois, elas tentam fazer dietas para perder o peso que ganharam. Devemos buscar entender o que sentimos no momento para descobrir se a fome não é apenas o nosso emocional querendo preencher a avalanche de sentimentos que estamos tendo. Não sou a favor de restrições, mas sim de comer bem. Para mim, a alimentação é um estilo de vida: comer bem, sem culpa, sem restrição, com prazer e respeitando sua fome, seu corpo e emoções. Essa é a melhor opção para nos mantermos saudáveis e cuidamos da imunidade no momento em que mais precisamos”, conclui.

Sobre a Sophie Deram

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Nutricionista e autora do livro “O peso das dietas”, Sophie Deram. Créditos: Divulgação

Autora do livro “O Peso das Dietas”, é engenheira agrônoma de AgroParisTech, Paris, nutricionista franco-brasileira e doutora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) no departamento de Endocrinologia. Além de especialista em tratamento de Transtornos Alimentares pelo Ambulim – Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP é coordenadora do projeto de genética e do banco de DNA dos pacientes com transtorno alimentar no Ambulim.

Abril Vegano quer incentivar a adesão ao veganismo

Ação busca engajar o público em relação ao movimento, alertando sobre os impactos positivos que a alimentação vegana provoca na sociedade, no meio ambiente e na saúde

A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) lançou nova campanha online de engajamento batizada de ‘Abril Vegano – Dê o primeiro passo para o veganismo’. O objetivo do trabalho é reforçar os benefícios da dieta 100% vegetal, incentivando a transição nutricional e oferecendo vários materiais gratuitos e já disponíveis online para ajudar as pessoas interessadas. As ações já começaram nas redes sociais e devem se estender ao longo do mês, com veganos enviando convites a amigos não veganos para viverem a experiência do veganismo.

O movimento é uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todos os produtos derivados de animais, seja para a alimentação, vestuário ou qualquer outra finalidade. Não é preciso se esforçar muito no atual mundo digital para encontrar materiais e informações que demonstrem a importância de uma alimentação mais saudável e com respeito aos animais e ao meio ambiente”, observa Mônica Buava, gerente de campanhas da SVB.

Motivos para considerar

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A adesão à alimentação vegana pode ser provocada por vários motivos. Entre os principais estão a ética, que se traduz em uma escolha de não compactuar com a exploração, confinamento e abate dos animais. Mais de 10 mil animais terrestres são abatidos por minuto no Brasil para produzir carnes, leite e ovos. Frangos, porcos, bois – como tantos outros – são sencientes (capazes de sofrer e sentir prazer e felicidade) ou seja, têm uma complexa capacidade cognitiva e sentem dor, sofrimento e alegria da mesma forma que os cães que temos em casa.

“Outro aspecto importante é a saúde. Diversos estudos associam efeitos positivos de saúde com a maior utilização de produtos de origem vegetal e restrição de produtos de origem animal. De acordo com inúmeros estudos científicos – cada vez mais frequentes e publicados por instituições idôneas –, o consumo de carnes está diretamente associado ao risco aumentado de doenças crônicas e degenerativas como diabetes, obesidade, hipertensão e alguns tipos de câncer”, observa Alessandra Luglio, responsável pelo departamento de nutrição da SVB.

O meio ambiente, por sua vez, também é um bom motivo para reconsiderar a forma como nos alimentamos. Segundo a ONU, o setor pecuário é o maior responsável pela erosão de solos e contaminação de mananciais aquíferos do mundo. A entidade também estima que 14,5% das emissões de gases do efeito estufa geradas pelas atividades humanas têm origem no setor pecuário. Quase todo o volume do farelo de soja (97%) e mais da metade do milho produzidos (60%) globalmente são utilizados não para consumo humano, mas para virar ração para as fazendas e granjas industriais, produzindo alimentos a uma eficiência muito baixa.

Por fim, mas não menos importante, está o aspecto social. A produção de alimentos por meio da pecuária não é apenas ambientalmente degradante, mas também contribui significativamente para o desperdício global de alimentos: são exigidos entre dois e 10 quilos de proteína vegetal (soja, por exemplo) para produzir apenas um quilo de proteína de origem animal.

Em um mundo com cerca de um bilhão de pessoas que passam fome, esse volume de desperdício é socialmente inaceitável. Vale ainda mencionar que, estatisticamente, o setor pecuário concentra o maior volume de mão de obra análoga à escravidão do setor rural brasileiro.

Como montar um prato vegano

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Mas aí surge a grande questão: como faço para montar um prato vegano? É importante reforçar que um prato 100% à base de vegetais é mais simples do se imagina e não é mais caro. Pode ser muito mais barato, saboroso e sem perder qualidade nutricional.

“Lembre-se de sempre substituir a proteína animal (carnes, ovos e laticínios) por proteína vegetal (feijões, castanhas e outros). É importante que o prato seja composto por 50% de legumes e verduras, 25% de feijões e castanhas e 25% de cereais e batatas”, completa Alessandra.

Para mais informações, basta clicar aqui.

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Sobra a Sociedade Vegetariana Brasileira

Fundada em 2003, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) é uma organização sem fins lucrativos que promove a alimentação vegetariana como uma escolha ética, saudável, sustentável e socialmente justa. Por meio de campanhas, programas, convênios, eventos, pesquisa e ativismo, a SVB realiza conscientização sobre os benefícios do vegetarianismo e trabalha para aumentar o acesso da população a produtos e serviços vegetarianos. Para mais informações, visite o site ou os perfis da entidade no Instagram, Facebook e Youtube.

Dieta mediterrânea melhora microbiota intestinal e favorece envelhecimento saudável

Dieta baseada no consumo de frutas, hortaliças, cereais, leguminosas, oleaginosas, peixes e leite é capaz de prevenir perda de funções importantes do organismo e doenças como diabetes e aterosclerose, segundo pesquisa publicada em fevereiro na revista médica The BMJ.

Conforme envelhecemos, nosso organismo passa por uma série de mudanças, sofrendo com a debilitação de diversos mecanismos importantes. Como resultado, nos tornamos mais propensos a doenças inflamatórias, diminuição do desempenho cognitivo, sarcopenia e condições crônicas como diabetes e aterosclerose. De acordo com evidências científicas, tais problemas estão correlacionados com alterações na microbiota intestinal causadas pelo consumo de dietas extremamente restritivas e pouco variadas em alimentos.

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Mas a boa notícia é que um estudo publicado em fevereiro na revista médica The BMJ apontou que tais consequências do envelhecimento podem ser combatidas através da adoção da dieta mediterrânea no dia a dia.

“A dieta mediterrânea é caracterizada pelo alto consumo de alimentos como frutas, verduras, legumes, cereais, leguminosas como grão-de-bico e lentilha, oleaginosas como amêndoas, azeitonas e nozes, peixes, leite e derivados, incluindo iogurte e queijos. Vinhos, azeite de oliva e uma enorme variedade de ervas de cheiro também estão liberadas nessa dieta. Além disso, deve-se consumir pouco de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e alimentos ricos em gordura e açúcar”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores investigaram de que maneira a adoção da dieta mediterrânea no dia a dia durante um ano é capaz de alterar a microbiota intestinal e reduzir a potencial debilitação do organismo. Essa investigação foi feita através da análise das “bactérias do bem” presentes no intestino de 612 indivíduos com idades entre 65 e 79 anos que viviam em 5 cidades europeias (Reino Unido, França, Holanda, Itália e Polônia) antes e depois desse período de um ano.

“Ao compararem as duas amostras os pesquisadores encontraram uma variedade de resultados benéficos correlacionados às alterações na microbiota intestinal, incluindo diminuição da debilidade de organismo e da inflamação e aumento no desempenho cognitivo, além de identificarem redução nos marcadores de moléculas como Interleucina-17, que possui papel em diversas patologias autoimunes e doenças crônicas inflamatórias intestinais, e Proteína C-Reativa, que aparece em valores elevados no organismo quando há a presença de infecções, aterosclerose e diabetes”, destaca a médica.

Com isso, pode-se concluir que a adoção de uma alimentação saudável e específica, como a dieta mediterrânea, é capaz de modular e alterar a composição da microbiota intestinal, que, por sua vez, tem o potencial de promover um envelhecimento mais saudável e livre de condições crônicas como diabetes e aterosclerose, melhorando assim a expectativa e a qualidade de vida do paciente.

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“Porém, é importante ressaltar que antes de adotar qualquer tipo de dieta você deve consultar um médico nutrólogo, pois ele poderá realizar uma avaliação de seu estado de saúde e prescrever a dieta ideal de acordo com as características de cada indivíduo, conmtemplando todos os grupos de alimentos para suprir as necessidades nutricionais específicas de cada um”, finaliza Marcella.

Fonte: Marcella Garcez é médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Dieta nórdica ganha adeptos pelo mundo, mas ela é muito diferente da mediterrânea?

Você deve ter notado que há uma nova dieta criando muito barulho na cena da saúde e bem-estar. É a dieta nórdica, e alguns nutricionistas acham que pode ser uma das maneiras mais saudáveis ​​de se alimentar. Ela foi construída quando especialistas em saúde começaram a descobrir por que, exatamente, o norte da Europa tinha taxas de obesidade mais baixas do que as dos Estados Unidos. A dieta nórdica foi desenvolvida com base na culinária tradicional encontrada na Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia.

Os especialistas chegaram à conclusão de que a causa das diferenças era a introdução de uma dieta mais ocidental em detrimento da dieta usual nórdica, que contém menos açúcar, menos gordura e duas vezes mais fibras. A dieta nórdica é caracterizada por um alto teor de frutas, legumes, cereais integrais e peixes. É muito semelhante à Dieta Mediterrânea, mas a maior diferença é a fonte de gordura: enquanto a mediterrânea enfatiza o azeite, a nórdica prefere o óleo de canola.

Um estudo anterior já havia relatado que a Dieta Nórdica era mais benéfica para a perda de peso e para a saúde, apresentando marcadores reduzidos de inflamação e melhores perfis de glicose e lipídios em comparação à dieta média dinamarquesa (próxima à dieta ocidental).

O que é a dieta nórdica?

A dieta nórdica é uma maneira de comer que se concentra em alimentos de origem local nos países nórdicos, os já citados Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia e Islândia. Pode ser uma boa escolha do ponto de vista ambiental, pois enfatiza os alimentos de origem local e de criação sustentável. Comparado a uma dieta ocidental média, contém menos açúcar e gordura, mas o dobro de fibras e frutos do mar.

Alimentos para comer e evitar

A dieta nórdica enfatiza os alimentos tradicionais, sustentáveis e de origem local, com um forte foco naqueles considerados saudáveis.

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Foto: Alibaba

Coma frequentemente: frutas, bagas, legumes, verduras, batatas, grãos integrais, nozes, sementes, pães de centeio, peixe, frutos do mar, laticínios com pouca gordura, ervas, especiarias e óleo de canola.

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Coma com moderação: carnes de caça, ovos orgânicos, queijo e iogurte.

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Coma raramente: outras carnes vermelhas e gorduras animais.

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Não consuma: bebidas açucaradas, açúcares adicionados, carnes processadas, aditivos alimentares e fast-food refinados

A dieta nórdica é muito semelhante à dieta mediterrânea. A maior diferença é que enfatiza o óleo de canola em vez do azeite extravirgem. Como os críticos apontam corretamente, alguns dos alimentos da dieta nórdica não existiam nos países nórdicos séculos atrás.

Isso inclui laticínios com pouca gordura e óleo de canola, que são alimentos modernos. A maioria das frutas também não cresce bem no norte – exceto maçãs e poucas outras. Ainda assim, a dieta nórdica não foi projetada para refletir a dieta das pessoas nórdicas centenas de anos atrás. Em vez disso, enfatiza alimentos saudáveis que são adquiridos localmente na Escandinávia moderna.

Ajuda na perda de peso?

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Vários estudos avaliaram os efeitos da perda de peso da dieta nórdica. Em um deles, realizado em 147 pessoas obesas instruídas a não restringir calorias, as pessoas com dieta nórdica perderam 4,7 kg , enquanto as pessoas que seguiam uma dieta dinamarquesa típica perderam apenas 1,5 kg.

No entanto, em um estudo de acompanhamento um ano depois, os participantes da dieta nórdica haviam recuperado a maior parte do peso. Esses resultados são muito típicos para estudos de longo prazo sobre perda de peso. As pessoas perdem peso no começo, mas depois recuperam gradualmente ao longo de 1 a 2 anos.

Outro estudo de seis semanas apóia os efeitos de redução de peso da dieta nórdica, pois o grupo da dieta nórdica perdeu 4% do seu peso corporal – significativamente mais do que aqueles em uma dieta padrão.

Potenciais benefícios à saúde

Uma alimentação saudável vai além da perda de peso. Também pode levar a melhorias significativas na saúde metabólica e diminuir o risco de muitas doenças crônicas. Vários estudos examinaram os efeitos da dieta nórdica em marcadores de saúde.

Pressão sanguínea

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Em um estudo de 6 meses em pessoas obesas, a dieta nórdica reduziu a pressão arterial sistólica e diastólica em 5,1 e 3,2 mmHg, respectivamente – em comparação com uma dieta controle. Outro estudo de 12 semanas encontrou uma redução significativa na pressão arterial diastólica (o número mais baixo de uma leitura) em participantes com síndrome metabólica.

Colesterol e triglicerídeos

Embora a dieta nórdica seja alta em muitos alimentos saudáveis ​​para o coração, seus efeitos sobre o colesterol e os triglicerídeos são inconsistentes. Alguns estudos – mas não todos – encontram uma redução nos triglicerídeos, mas os efeitos no colesterol LDL (ruim) e HDL (bom) são estatisticamente insignificantes. Ainda assim, um estudo observou uma leve redução no colesterol não HDL, bem como as razões LDL-c / HDL-c e Apo B / Apo A1 (todos fatores de risco fortes para doenças cardíacas).

Controle de açúcar no sangue

A dieta nórdica não parece ser muito eficaz na redução dos níveis de açúcar no sangue, embora um estudo tenha observado uma pequena redução em jejum.

Inflamação

A inflamação crônica é um dos principais fatores de muitas doenças graves. Estudos sobre a dieta nórdica e inflamação dão resultados mistos. Um estudo encontrou uma redução no marcador inflamatório da PCR (proteína C-reativa), enquanto outros não observaram efeitos estatisticamente significativos. Outro estudo mostrou que a dieta nórdica reduziu a expressão de genes relacionados à inflamação nos tecidos adiposos do corpo.

Calorias

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A dieta nórdica é saudável porque substitui os alimentos processados por alimentos integrais e de ingrediente único. Pode causar perda de peso a curto prazo e alguma redução na pressão arterial e marcadores inflamatórios. No entanto, a evidência é fraca e inconsistente. Geralmente, qualquer dieta que enfatize alimentos integrais, em vez de junk food ocidental padrão, provavelmente levará a algumas melhorias na perda de peso e na saúde.

Não há contagem de calorias ou dieta intensiva – a dieta nórdica promove uma abordagem ao longo da vida para uma alimentação saudável. Na verdade, a “nova dieta” já existe há séculos e foi adaptada da Pirâmide da Dieta do Mar Báltico em 2004 para incluir mais sabores e valor nutricional. A nova versão promove mais alimentos de origem selvagem, menos aditivos alimentares, produtos orgânicos sempre que possível e mais refeições caseiras.

Como se compara à dieta mediterrânea?

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A dieta nórdica é bastante semelhante à bem conhecida dieta mediterrânea. Ambas incluem muitos peixes de água doce, vegetais de raiz, frutas e grãos integrais – como aveia e cevada – e limitam o consumo de carne vermelha, laticínios, açúcares e alimentos processados.

A principal diferença está nas gorduras oleosas. Como já foi dito, enquanto a mediterrânea sugere azeite, a nórdica opta pelo óleo de colza, também conhecido como óleo de canola. Ambos os óleos promovem um coração saudável, aumentando o bom colesterol (HDL) e eliminando o colesterol ruim (LDL).

“Ambos são óleos vegetais com grandes quantidades de ômega-3. Como o óleo de canola tem menos gordura saturada que o azeite, é considerado mais saudável, no entanto, ambos têm um uso recomendado diferente na cozinha ”, afirma Nancy P. Rahnama, médica bariátrica de Los Angeles.

Por exemplo, o azeite, que é mais rico em antioxidantes, é mais saboroso e normalmente é usado para saladas e coberturas, enquanto o óleo de canola pode suportar mais calor, e pode ser usado ao cozinhar e assar em temperaturas mais altas.

A longa lista de benefícios à saúde

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Uma das principais razões pelas quais os nutricionistas gostam tanto da dieta nórdica é por causa de todos os benefícios de saúde apoiados por pesquisas às quais está associada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) descobriu que as dietas mediterrânea e nórdica reduzem o risco de câncer, diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Outros estudos revelaram que pode reduzir os níveis de pressão arterial sistólica e diastólica, normalizar os níveis de colesterol e ajudar as pessoas a perder peso ou manter um peso saudável.

Além disso, como a dieta é bastante semelhante às dietas anti-inflamatórias – que tradicionalmente consistem em frutas, vegetais, proteínas magras e gorduras saudáveis ​​- foi demonstrado que reduz a inflamação nos tecidos gordurosos e, consequentemente, os riscos à saúde relacionados à obesidade.

Pode até ajudar as mulheres que estão tentando engravidar

“Esse estilo de vida se alinha com as recomendações que dou aos meus clientes quando eles estão tentando conceber”, disse Lauren Manaker, nutricionista e proprietária do Nutrition Now Counseling. “Uma dieta pobre em alimentos processados ​​e carboidratos refinados, além de consumir principalmente proteínas vegetais e frutos do mar e de alto consumo de frutas e legumes, está correlacionada com o aumento das chances de gravidez”.

Também é boa para o planeta Terra

Além disso, a dieta nórdica é ambientalmente sustentável, pois se concentra no consumo de ingredientes locais frescos. Como resultado, menos gases de efeito estufa são emitidos. “As dietas à base de plantas criam menos poluição, porque usam menos recursos naturais do que as dietas pesadas”, disse Lauren Cadillac, nutricionista e personal trainer certificada.

“Também podemos reduzir o consumo de energia e o desperdício comendo alimentos produzidos localmente. Uma grande razão pela qual eu gosto dessa dieta é que ela retira o foco das calorias e o coloca na qualidade”, acrescentou Lauren.

Uma opção acessível e equilibrada

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Embora a dieta mediterrânea tenha sido mais pesquisada, o crescente interesse pela dieta nórdica já descobriu que ela é igualmente saudável, se não mais. Sem mencionar que a nórdica se concentra em consumir o que há de temporada e não quebra o orçamento. Os produtos sazonais tendem a ser um pouco mais baratos, pois são mais amplamente disponíveis.

Portanto, se você deseja fazer algo de bom para o seu corpo, e para o planeta, vale a pena tentar a dieta nórdica. Ela é embalada com uma tonelada de nutrientes, vitaminas e minerais que seu corpo precisa para sobreviver e prosperar.

Fonte: Healthline

Produtos em versões menos calóricas para manter uma dieta equilibrada

O ano começou e as promessas para melhorar a alimentação não param. A tendência, então, é procurar por opções mais leves e menos calóricas para as pausas no trabalho, lanchinho da tarde ou até mesmo depois de treinar. Desde sorvete a iogurte, confira produtos que contêm poucas calorias ou até zero açúcar, mas que não abrem mão do sabor.

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Corpus, uma das marcas da Danone, leva aos supermercados algumas modalidades de produtos que contam com zero açúcar, lactose e gorduras. Entre elas está o iogurte Skyr, rico em proteínas e ideal para a hora do lanche (R$ 4,99 / preço de venda sugerido); outra versão é a versão líquida (170g), disponível nos sabores matchá com limão e uva verde com chá branco (R$ 2,99 / preço de venda sugerido) e para quem gosta de preparar receitas, vale apostar no potão, recém lançado pela marca, em uma embalagem de 380g (R$ 7,99 / preço de venda sugerido).

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Há um ano no mercado, a Lowko traz para os brasileiros o primeiro sorvete saboroso e ao mesmo tempo com baixas calorias, ideal para comer todos os dias, sem culpa. Entre os sete sabores disponíveis nos potes de 100ml e 455ml, se destacam cheesecake de goiabada e doce de leite. O preço de venda sugerido é R$ 12,90 para o de 100ml e R$ 33,90 para o pote maior com 455ml.

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Activia apresenta sua linha Smoothie, o primeiro do mercado preparado com probióticos naturais. Lançado próximo à chegada do verão, ele é zero lactose, zero gorduras, adoçado naturalmente, além de ser fonte de cálcio e proteína. O Smoothie também é livre de corantes e aromatizantes artificiais, com um sabor surpreendente, ideal para consumo nos dias mais quentes na praia, no clube, no parque e, inclusive, após as atividades físicas. O lançamento está disponível nos principais hipermercados e supermercados do país com preço de venda sugerido de R$ 6,99.

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A Suívie apresenta seus chás gelados artesanais. O sabor mais procurado é a mistura de jabuticaba, maçã e gengibre, preparado com o objetivo de valorizar o fruto nacional. Os chás possuem antioxidantes potentes que auxiliam no controle dos radicais livres e no processo de envelhecimento do corpo. O preço de venda sugerido varia entre R$ 9,80 a R$ 12.

Informações: Suívie / Corpus / Lowko / Activia

 

Alimentos que você não pode deixar de incluir na sua rotina

Você já prestou atenção nos alimentos que estão sempre presentes na sua rotina? Existem muitos que são indispensáveis para a sua saúde e que promovem benefícios que fazem muita diferença no seu dia a dia.

A nutricionista da Bio Ritmo, Fúlvia Gomes Hazarabedian, listou cinco alimentos que você não pode deixar de incluir na sua dieta, pois vão regular o seu organismo e intestino, melhorar a sua digestão, contribuir para o rejuvenescimento, entre muitos outros benefícios. Confira abaixo.

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Pixabay

Aveia: apesar de não ser um alimento com baixas calorias, possui fibras e proteínas que ajudam no atraso do esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e assim ajudando no combate à obesidade. A sua ótima combinação de fibras solúveis e insolúveis ajuda ao funcionamento do trânsito intestinal. Além disso, retarda o tempo de absorção de glicose e por isso é eficaz tanto em processos de emagrecimentos como em algumas doenças metabólicas como o diabetes.

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Foto: JPPI

Brócolis: contém altos níveis de vitamina A, necessária para a saúde da pele e dos olhos, além do o betacaroteno, essencial para a saúde do fígado e para o funcionamento imunológico. Esse é um vegetal crucífero e por isso ajuda na redução de peso, funciona como alimento anti-inflamatório, contribui para a redução da pressão arterial e níveis de colesterol.

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Ovo: alimento com alta concentração de proteína que ajuda no rejuvenescimento, na memória e no ganho e manutenção de massa muscular. A taxa de absorção de proteínas que o ovo permite é alta, fazendo com que não haja perdas de nutrientes. Desta forma, ele é indispensável para quem busca um alimento com baixas calorias e boa fonte de proteínas, vitaminas e minerais.

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Limão: o teor elevado de ácido cítrico da fruta atua como um antibiótico natural, por funcionar como agente bactericida. Auxilia no processo digestivo, pois estimula a produção de saliva e sucos gástricos, e facilita a digestão de carnes e proteínas em geral, bem como no metabolismo de gorduras. Além disso, o limão tem ação alcalinizante, antioxidante, cicatrizante, ajuda no emagrecimento e promove bem-estar, saúde e longevidade.

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Banana: melhora a saúde do coração, pois é rica em potássio. As fibras presentes na banana ajudam na digestão e saúde do sistema digestivo, e os carboidratos de alta absorção são ideais para quem pratica atividade física, pois regulam os níveis de energia e recompõem as energias vitais no pós-treino.

Fonte: Bio Ritmo

É importante seguir a dieta low carb com orientação de nutricionista

Especialista do Dietbox apresenta detalhes sobre o protocolo alimentar

Nos últimos anos, a dieta low carb ganhou cada vez mais fama entre o público interessado em iniciar um processo de reeducação alimentar e perda de peso. Muitas vezes, porém, o protocolo é comunicado como milagroso, deixando de lado a importância do acompanhamento nutricional e personalizado para cada paciente.

Pensando nisso, Luiza Ferracini, nutricionista do Dietbox, software de nutrição mais utilizado do Brasil, elencou informações relevantes que reforçam a importância da dieta low carb ser guiada por um profissional de nutrição.

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Em primeiro lugar, vale explicar do que se trata o low carb: “Trata-se de um protocolo alimentar com baixo consumo de carboidratos, e não corte total. De modo geral, orientamos que os pacientes consumam uma quantidade diária de carboidratos que deve variar entre 45% e 65% das necessidades calóricas diárias. Quando uma pessoa passa a consumir uma quantidade menor do que essa, está em uma dieta low carb”, esclarece Luiza.

Já em um segundo momento, é importante lembrar que o protocolo não se baseia no consumo exclusivo de alimentos gordurosos ou proteínas, mas sim no foco em legumes e verduras. Carboidratos de baixo índice glicêmico também são recomendados, ou seja, aqueles cuja glicose é absorvida em menor velocidade e, por isso, não há picos de açúcar no organismo. Consequentemente, o corpo não precisa estocar glicose em forma de gordura.

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A definição do cardápio do paciente é, ainda, um dos momentos mais importantes dentro de qualquer protocolo nutricional. “É essencial o acompanhamento de um especialista, que poderá guiar o paciente por escolhas e substituições inteligentes, como a priorização de ‘bons carboidratos’, como tubérculos, iogurtes, frutas, verduras, legumes e oleaginosas, em detrimento do que chamamos de ‘carboidratos ruins’, como pães e farinhas brancos, e sucos e todos os tipos de açúcar”, explica.

A especialista reforça que todas as quantidades de gorduras, carboidratos e proteínas consumidas diariamente devem ser orientadas por um nutricionista a partir de entrevista completa como paciente, cálculo de gasto energético, avaliações laboratoriais e acompanhamento periódico.

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“Além disso, é importante ressaltar que em alguns casos a dieta low carb não deve ser seguida durante um longo período de tempo, pois a partir de um ponto, a restrição do consumo de carboidratos pode gerar a perda de massa magra, o que não se traduz de forma benéfica dependendo do objetivo do paciente”, conclui Luiza.

Sobre o Dietbox

Fundado em 2013, o Dietbox é o software online de nutrição mais utilizado por profissionais da área, oferecendo aos nutricionistas uma ferramenta de aproximação e fidelização de pacientes. A startup conta com mais de 80 mil profissionais e estudantes no sistema, mais de 2 milhões de pacientes cadastrados e está presente em 15 países. Recentemente, a companhia deu início ao seu processo de internacionalização e personalizou o software para o mercado chileno. O Dietbox ocupa posição de líder de mercado no Brasil, tanto entre softwares online, quanto entre offline.

Dieta cetogênica: conheça a dieta que corta drasticamente os carboidratos

Embora apresente considerável eficácia, método deve ser utilizado com cautela e acompanhamento profissional.

Quando se fala em emagrecer, a primeira coisa que a maioria das pessoas pensa é em diminuir o consumo de carboidratos. Um exemplo disso é a dieta cetogênica, que já existe há muito tempo; nos anos 1920, ela surgiu como tratamento para epilepsia, e foi ganhando fama como alternativa para a perda de peso apenas nos anos 1960.

A prática foi evoluindo com o tempo e, hoje em dia, é utilizada até mesmo por famosas, como as atrizes Giovanna Antonelli e a norte-americana Megan Fox. Segundo Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia, a dieta é eficaz, mas a custos altos: “Fisiologicamente falando, faz sentido diminuir o apetite por meio da produção dos corpos cetônicos, mas a prática traz efeitos colaterais relevantes e não deve ser iniciada sem o acompanhamento de um especialista”, afirma.

Como explica a nutróloga, geralmente, as refeições nessa dieta são compostas de proteínas de alto valor biológico; cada uma dessas refeições contém proteínas, carboidratos e gorduras, em quantidades e calorias restritas e costuma ter três fases: ativa, reeducação e manutenção.

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Foto: Shutterstock

“A fase ativa pode variar de 30 a 45 dias é a que ocorre a maior perda de peso. Na segunda fase, a de reeducação, o paciente vai incorporando, gradualmente, comidas naturais e saudáveis na sua rotina. Após uma dieta muito restrita, a pessoa retorna a se alimentar com uma quantidade mais segura de calorias, no geral, em torno de 1200 a 1800 por dia, mas nessa fase ainda há perda de peso – ainda que menor do que na fase anterior. Por fim, vem a fase de manutenção do peso obtido nas duas fases anteriores”, detalha.

A grande questão que cerca o tema é: a dieta cetogênica é segura? Segundo a Dra. Marcella, sim, mas com ressalvas. “É uma dieta que não pode ser feita por tempo prolongado; é eficaz a médio e curto prazo, e não pode ser seguida por qualquer pessoa. No grupo que deve evitar a prática estão os diabéticos, os hipertensos, e pacientes com problemas no fígado ou rim. O alto consumo de gorduras é outro ponto a ser considerado antes de optar pelo plano, já que, ao fazer com que 90% das calorias venham da gordura, há o risco de alterações no perfil lipídico”, completa.

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Em suma, pode-se dizer que a dieta cetogênica tem, sim, eficácia, especialmente no combate à obesidade e/ou síndrome metabólica. No entanto, deve ser feita sob acompanhamento nutrológico, para que os riscos de efeitos colaterais sejam excluídos, assim como para uma boa indicação de alimentos. Além disso, a médica reforça: “O tempo máximo para praticar a dieta cetogênica deve ser de seis meses”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Projeto verão: ainda dá tempo para começar

Especialista lista dicas para iniciar uma reeducação alimentar e garantir bons resultados para a saúde e o corpo

No verão, é comum todos se preocuparem mais com o físico, já que as roupas deixam o corpo mais à mostra e as temporadas na praia e os dias de piscina são mais frequentes. De acordo com Ana Pallottini, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), não é preciso radicalismo para obter resultados e ainda dá tempo de começar uma mudança de estilo de vida, melhorando a alimentação e incluindo atividade física na rotina, sem colocar a saúde em risco.

“Muitas pessoas se aventuram em dietas restritivas em busca de efeitos imediatos, com cardápios que eliminam os alimentos fontes de carboidratos, por exemplo”, explica Ana.

A nutricionista destaca que o planejamento inicial também pode ser usado como um incentivo às mudanças permanentes no dia a dia, evitando assim, o efeito rebote ou sanfona, quando todo resultado conquistado se perde. “A alimentação adotada deve ser sustentável em longo prazo, saborosa e saudável. Dessa forma é mais fácil seguir o cardápio por mais tempo, passando de uma dieta para uma reeducação alimentar”, pontua.

Abaixo, Ana lista cinco dicas para chegar ao verão com um corpo bonito e saudável:

• Dê atenção para o café da manhã

café da manhã pixabay
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Começar o dia com uma refeição equilibrada garante mais energia, saciedade e disposição ao longo do dia. Aposte em um pão de forma integral ou torradas, que fornecem carboidratos e energia. Para acompanhar, queijo ou ovo mexido, que fornecem proteínas e, como complemento, fruta da estação ou suco de fruta natural, misturados com semente de linhaça ou chia, que acrescentam fibras, vitaminas e minerais.

• Capriche nas saladas

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Frescas e refrescantes, as saladas são boas opções para os dias mais quentes, especialmente para o jantar. Combinando alguns ingredientes, é possível elaborar uma refeição completa, leve e balanceada. Acrescente frango desfiado, ovos de codorna, atum ou grão de bico, que são os alimentos fontes de proteína. E, para acompanhar, croutons caseiros. É só cortar o pão de forma em quadradinhos, regar com um fio de azeite de oliva e orégano e torrar no forno.

• Prepare sorvetes caseiros e refrescantes

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PinchoFyum

Um lanche leve entre as refeições principais pode ajudar a controlar a fome e trazer mais disposição e energia para o dia. Frutas são boas opções para esse momento, e podem se tornar mais atrativas e apetitosas em forma de sorvete. A sugestão é picar uma banana e levá-la ao congelador. Depois de congelada, bater em um mixer com cacau em pó e um pouco de mel. Para dar aquele toque especial, quebre alguns biscoitos integrais de cacau junte à “massa” do sorvete.

• Pratique atividade física

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Comece a rotina de exercícios físicos aos poucos e escolha uma atividade prazerosa para você. Aproveite o sol e os dias mais longos e se exercite ao ar livre, quando possível, praticando corrida, caminhada ou natação. Reserve ao menos três dias da semana para atividades de uma hora. Desta forma já é possível cumprir a recomendação da Organização Mundial de Saúde de 150 minutos de exercício semanais.

• Estipule metas realistas

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Eleve a autoestima e trace metas realistas, condizentes com sua rotina e com o seu biotipo. É possível perder peso ou ficar com o corpo mais definido, mas dentro do que seria ideal para cada um, sem sofrimento e sem arriscar a saúde.

Fonte: Abimapi