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Queda de temperatura aumenta as dores, mas é possível fugir delas

Os dias de extremo frio e a queda brusca de temperatura aumenta as dores articulares e musculares e na coluna lombar. Mas, é possível minimiza-las com algumas dicas simples do fisioterapeuta Cadu Ramos

“Quando a temperatura cai é inevitável sentir incômodo ou mal-estar que tende a enrijecer os músculos e ficar mais encolhido para tentar diminuir a sensação dos dias mais frios. Isso pode gerar tensão muscular, contraturas, má circulação ou mal-estar”, explica Cadu.

“Quando acontece a postura de contração dos músculos dos braços, há um aumento da curvatura fisiológica da coluna dorsal (corcunda) e anteriorização da coluna, desta forma fica mais fácil manter o corpo aquecido”, esclarece. Mas, essa contração muscular involuntária deixa as articulações e músculos mais rígidos, facilitando as inflamações de músculos e nervos. Além disso, a circulação sanguínea diminui nesses dias mais frios, para que o organismo consiga preservar a temperatura por volta de 36,5 graus centígrados. “Em consequência, há também uma diminuição na circulação dos músculos, piorando as dores de origem muscular, pois eles permanecem em estado contrátil por mais tempo”, relata.

A temperatura que cai em um espaço muito curto de tempo também têm impacto sobre as articulações, já que o esfriamento do corpo torna o líquido sinuvial mais espesso, que pode prejudicar movimentos e gerar incômodos.

E ainda temos um agravante: com a temperatura mais baixa, as pessoas tendem a ficar paradas e abandonar as atividades físicas, e se esquecem que esse é o principal ponto para não sentir dores nesta época do ano. Isso porque, os exercícios ajudam a diminuir a sensibilidade à dor.

A seguir, o fisioterapeuta lista algumas dicas para encarar esse tempo maluco sem dor e com mais disposição:

Agasalhe-se corretamente. Manter o corpo aquecido é fundamental. Para sentir-se aquecido, o ideal é cobrir as extremidades do corpo: pés, punhos, mãos, pescoço e cabeça;
Espreguiçar-se quando acorda, é uma forma de despertar o corpo e alongar-se para evitar as dores e a contração dos músculos e para ajudar as articulações a se manterem lubrificadas não pule essa etapa do dia;
Quem tem fraturas antigas que voltam a doer com a temperatura mais baixa ou doenças ósseas degenerativas pode recorrer a sessões de fisioterapia como estratégia para aliviar os incômodos;
Faça massagens, elas ajudam a estimular a circulação e a destravar a musculatura enrijecida, aliviando as dores;


Bolsas de água quente podem trazer alívio imediato para dores musculares, sequelas de fraturas ou desconfortos provocados por artrose, artrite e fibromialgia. A aplicação local de calor estimula a circulação e relaxa os músculos. Nas dores crônicas e sem edema, use compressas quentes. Já nas dores agudas com edema se deve fazer uma compressa fria ou aliar a fria e quente. Faça isso entre 20 e 30 minutos.

Fonte: Cadu Ramos é fisioterapeuta clínico. Especialista em Fisioterapia e Traumatologia, Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Escola Paulista de Medicina (EPM), em Aparelho Respiratório Ventilação Mecânica Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Escola Paulista de Medicina (EPM) e em Fisioterapia em Geriatria. Graduado em Fisioterapia pela Universidade Bandeirante de São Paulo.

Dor nas costas? Carlo Guaragna, ícone do yoga, ensina 8 exercícios para aliviar o desconforto

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a dor nas costas e lombar é o problema de saúde mais comum entre os cidadãos brasileiros e atinge mais de 16% da população. Uma rotina de trabalho pesada, passar muitas horas em frente ao computador, sentar de qualquer jeito para trabalhar ou para assistir televisão, e até mesmo dormir na posição incorreta, tudo isso pode causar dores ou lesões na coluna.

Carlo Guaragna, professor de yoga e meditação que virou sucesso na web com seus conteúdos didáticos, fala sobre como uma boa postura pode ser crucial para evitar problemas:   “Vivemos em uma sociedade que preza pelo imediato e o modo automático. Passamos horas no celular, no computador, convivendo com a correria e com a pressão do dia a dia. Isso tudo gera tensões corporais e físicas, ansiedade e estresse. Os exercícios físicos podem ajudar a combater essas dores – como é o caso do yoga, que alonga os músculos, relaxa o corpo e proporciona assim mais flexibilidade e uma maior consciência corporal”.   

Carlo afirma que para melhorar as dores, principalmente na região lombar, é preciso fortalecer o abdômen e os glúteos. Segundo ele, ao alinhar essas duas áreas, o corpo passa a ter um encaixe melhor, o que diminui a sobrecarga do local: “O alongamento da região dos quadris também vai ajudar a encontrar uma estabilidade maior do seu corpo para que não se tenha esse tipo de dor.”   

O instrutor ensina oito exercícios, simples e eficientes, que podem ser feitos em qualquer lugar e que irão ajudar muito quem sofre com o problema:   

Fortalecimento de glúteos   Exercício 1:   Deite no chão com o tórax para cima e com os pés separados. Contraindo os glúteos, mantenha suas mãos no chão e eleve o quadril. Volte para a posição inicial e repita o movimento.
Crédito: Divulgação
 
Exercício 2:
Repita o exercício anterior, porém na variação com as plantas dos pés unidas.
Crédito: Reprodução Instagram 
Exercício 3
Sente-se sob seus joelhos, apoie as mãos atrás do corpo, logo após seus pés e, contraindo os glúteos, eleve os quadris. Sustente a posição e retorne ao ponto inicial. 
Crédito: Reprodução Instagram
Exercício 4:
Coloque-se de pé com um afastamento de 5 palmos entre as pernas. Flexione o joelho da frente e deixe o tronco cair em direção ao solo, mantendo os braços esticados em direção ao chão. Retorne estendendo a perna da frente e voltando o tronco à posição inicial. Repita o movimento 9x para cada lado.
Crédito: Reprodução Instagram
Fortalecimento do abdômen  
Exercício 5:
Deitado no chão com o tórax para cima, aproxime as pernas dobradas ao abdômen – em posição fetal – e levante a cabeça e o tórax. Aqui, a ideia é tentar encostar a cabeça lá no joelho. Retorne à posição inicial e repita o movimento.
Crédito: Reprodução Instagram
Exercício 6:
Deite no chão de barriga para cima e mantenha suas pernas esticadas em um ângulo de 90 graus com seu corpo. Levante o tronco tentando tocar as suas mãos nos pés. Sustente a posição por alguns segundos, retorne ao início e repita o exercício.
Crédito: Reprodução Instagram
Exercício 7: 
Ajoelhe-se sob o joelho direito e mantenha a perna esquerda flexionada à frente. Eleve seu braço direito acima da cabeça e deixe o tronco cair lateralmente para o lado esquerdo, alongando a região lateral direita.
Crédito: Reprodução Instagram
Exercício 8:
Sente-se sob os seus joelhos e relaxe o tronco à frente. Caminhe com as mãos para o lado esquerdo, sentindo alongar a região direita da lombar. Mantenha alguns segundos e depois compense fazendo o mesmo para o outro lado.
Crédito: Reprodução Instagram
Apesar dessas posições ajudarem a aliviar as dores, Carlo faz um alerta: “Essa série não é uma cura para doenças crônicas. Se você estiver sentindo dores mais intensas, isso pode ser alguma disfunção cervical e, nesses casos, procure a ajuda de um médico especializado para auxilia-lo”.       
 Saiba mais sobre Carlo Guaragna
Foto: Mariel Fabris
Carlo Guaragna, 31 anos, fez do yoga um caminho de autoconhecimento. Formado em administração pela ESPM, o porto-alegrense trabalhou em diversas profissões, desde vendedor até administrador de lojas, mas não conseguia encontrar um propósito nessas funções. Até que aos 20 anos, cansado de não saber quem realmente era, no meio da influência da família, amigos e personalidades, encontrou no yoga mais do que uma meditação ou alongamento: um estilo de vida.    Hoje, com mais de 10 anos no yoga, tendo formado mais de 500 professores e com 15 mil alunos, Carlo tem passado adiante todo o aprendizado e conhecimento que adquiriu ao longo de todos esses anos nas redes sociais, onde conta com mais de 188 mil seguidores no Instagram e mais de 71 mil inscritos no seu canal do YouTube.  
Informações: Carlos Guaragna   – Instagram    

Especialista da AACD alerta para o aumento de casos de afastamentos do trabalho por dor na coluna

Condição pode ocorrer em diferentes fases da vida devido ao sedentarismo, sobrecarga, circunstâncias laborais ou mesmo predisposição genética

A dor na coluna, que pode atingir as regiões cervical, dorsal e lombar, tem um potencial incapacitante importante e ganhou especial atenção com a adesão ao trabalho remoto em certos setores, desde o início da pandemia de Covid-19. “É uma das principais doenças ocupacionais e tem uma morbidade bem prevalente na população em geral mesmo não estando relacionada ao trabalho”, alerta Marcelo Ares, coordenador da fisiatria do Hospital Ortopédico da AACD.

Dados do Ministério do Trabalho de 2021 mostram que a dor na coluna ou mesmo costas é considerada o segundo motivo de afastamento do trabalho no país e está entre as doenças que mais acometem trabalhadores no Brasil, bem como foi responsável por mais de 55 mil pedidos de afastamento de trabalhadores entre janeiro e julho de 2021 por doenças ocupacionais de origem ortopédica no ano.

“A dor nas costas é um problema mundial, mas é possível minimizar o impacto, quer seja social, econômico e emocional, mediante o diagnóstico e tratamento corretos. Sabemos que pode aparecer em qualquer idade, mas as causas são diferentes e podem estar relacionadas a hábitos, posturas inadequadas, trabalho e faixa etária”, explica o especialista.

Ele explica ainda que, apesar de ser bastante comum, alguns sinais de alerta devem ficar no radar porque podem indicar problemas mais graves. É preciso estar atento se a dor desperta o paciente durante a noite, quando se espalha para braços ou pernas, se ocorre em pacientes que já tiveram doenças como o câncer e se atinge crianças ou adolescentes.

Repouso nem sempre é indicado

Ares alerta para o mito de que interromper atividades e buscar o repouso absoluto sejam a melhor forma de tratar ou evitar a dor na coluna. Segundo ele, o afastamento prolongado não proporciona benefícios ao paciente porque, dependendo do diagnóstico e tratamento, pode ser melhor voltar ao movimento o mais rápido possível. Com o tratamento adequado, o paciente pode praticar exercícios e ainda aprender, da forma correta, a carregar mochilas, se virar e levantar, pegar e carregar pesos e definir a altura e o posicionamento do travesseiro.

Como prevenção, ele lembra que as principais orientações são: praticar atividades físicas, estar atento à postura corporal e à ergonomia de trabalho e evitar o estresse nas articulações por sobrecarga ou por inatividade, que causa o enfraquecimento muscular.

Fonte: AACD

Travesseiro cervical é aliado contra dores no pescoço

Desenvolvido especialmente para garantir o alinhamento da nuca ao tórax, modelo pode ser a solução para quem sofre de problemas frequentes na região cervical

Quem nunca acordou com aquela dorzinha incômoda no pescoço? Segundo dados da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), as dores cervicais estão entre os problemas musculoesqueléticos mais comuns em todo o planeta, afetando de 30 a 50% da população. Porém, mais do que um simples incômodo, a entidade ainda alerta que este é um fator limitante para as atividades diárias de até 14% das pessoas. E se você sofre com esse mal, saiba que um item aparentemente simples pode fazer toda a diferença na sua qualidade de vida: o travesseiro.

Segundo Fernando Cataldo, especialista em colchões da Euro Colchões, a escolha equivocada do travesseiro pode trazer uma série complicações para a saúde, como dores intensas no pescoço, torcicolo e cefaleias, Além disso, as noites mal dormidas ainda resultam em falta de atenção e afetam a capacidade de movimentação dos membros superiores.

“Caso a pessoa faça uso prolongado de um produto inadequado, há o risco de desenvolver problemas ainda mais graves, como contraturas crônicas da cervical, cifose [desvio na coluna vertebral], cervicalgia e demais inflamações na região”, esclarece.

Por isso, quem sofre com dores cervicais deve sempre manter os olhos atentos aos sinais para saber se a origem do mal pode estar na escolha do travesseiro. Isso inclui reações como travamento do pescoço, rigidez e dores de cabeça prolongadas que começam pela nuca. Uma vez identificada a raiz, deve-se providenciar a troca imediata por um item mais adequado às necessidades do usuário, como os travesseiros cervicais.

“O grande diferencial deste modelo está no encaixe do pescoço na superfície, permitindo que a cabeça repouse de forma natural. Ao alinhar a nuca ao tórax, ele faz com que a função ortopédica seja realizada de maneira ideal. Contudo, é essencial que o colchão também acompanhe esse alinhamento”, destaca Cataldo.

Lançamento Euro

Pensando em atender aqueles que buscam se livrar das dores na região do pescoço ao dormir, a Euro Colchões lança seu travesseiro cervical. O modelo, que estará disponível em 10 unidades da rede, possui espuma de viscoelástico de alta durabilidade, é hipoalergênico e conta com uma capa em malha que proporciona toque macio, aliando acabamento visual e conforto. O produto pode ser usado a partir dos 10 anos, sendo indicado tanto para quem dorme de lado quanto para aqueles que repousam de barriga para cima.

Informações: Euro Colchões

Lombalgia: confira 5 dicas para viver sem dor

Especialista em reumatologia ressalta práticas importantes para amenizar a dor que, segundo a OMS, afeta 80% da população e pode ter diferentes causas

A lombalgia, popularmente conhecida como “dor nas costas” pode ter diferentes causas, das mais simples até as mais complexas, assim como seu prognóstico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a dor lombar é a segunda maior causa da busca por consultórios médicos por pacientes. O que representa que de cada dez pessoas, oito terão dores nas costas ao longo da vida.

Apesar de na maioria das vezes as dores não terem uma causa especifica e serem de fácil resolução, como melhorar a postura, é preciso ficar alerta aos sinais, pois podem ser sintomas de doenças reumáticas crônicas, tais como a atrite, artrose e espondilite anquilosante, uma doença inflamatória e autoimune causada por fatores genéticos e externos. Também é importante saber que a lombalgia, proveniente de doenças reumáticas, pode aparecer em indivíduos jovens (habitualmente antes dos 45 anos).

Para a especialista da Cobra Reumatologia, Luiza Fuoco um dos maiores problemas em boa parte da população sofrer com desconfortos constantes é a automedicação continuada com analgésicos, anti-inflamatórios ou relaxantes musculares, bem como a negligência em buscar um diagnóstico correto. Principalmente em casos de idosos, que pensam que a dor é parte da idade. Para ressaltar quais sintomas são considerados distintos e merecem avaliação médica e indicar formas de se amenizar a dor, a médica elaborou uma lista com cinco dicas úteis para se entender a problemática.

  • Embora as dores possam variar de intensidade, quando elas afetam a rotina do indivíduo e limitam suas atividades diárias é preciso procurar ajuda médica. Se as dores persistirem por mais de quatro semanas, temos um sinal de atenção. Se há perda de movimento e deformidades nas articulações então, é imprescindível que se procure um reumatologista urgente, pois as dores podem começar nas costas, mas afetam outros órgãos em caso de doenças reumáticas.
  • Automedicação nunca é indicado, nem em casos em que a dor seja de leve intensidade. A não ser que você tenha dormido de mau jeito, tenha sofrido uma pancada ou feito exercícios físicos, a dor não é normal e não deve ser tratada sem diagnóstico e indicação médica.
  • Para prevenir a lombalgia é muito importante manter uma vida saudável com prática de atividades físicas, alongamentos, manter uma boa postura e evitar hábitos que possam sobrecarregar a coluna, tais como carregar muito peso, ou mesmo esforços continuados.
  • Quando as dores começarem é imprescindível que o repouso seja em uma posição confortável, podem ser realizadas compressas no local da dor e também é possível integrar medicina complementar como sessões de massoterapia, acupuntura e relaxamento.
  • O emocional também afeta muito, quando a pessoa está com muito trabalho, ou até mesmo deprimida, a tensão muscular também aparece, causando dor, por isso, também é necessário cuidar da saúde mental.
  • Busque se informar por fontes confiáveis, infelizmente vivenciamos uma nova era que pouco se atenta à veracidade das informações. Portanto, é imprescindível que os conteúdos sobre saúde sejam disponibilizados por médicos ou especialistas.

Para maior entendimento da problemática, de todas as causas comuns de dores agudas e crônicas, e uma ampla análise sobre os diagnósticos e tratamentos – para cada tipo de dor, e outros pontos muito importantes, e pouco comentados, tais como; quais especialidades médicas estão envolvidas, cuidados com rotina, avaliação, medicamentos e cirurgias, a Cobra Reumatologia disponibiliza gratuitamente o e-book “Dor nas costas”. A publicação que pode ser baixada pelo site da clínica é uma parceria com a editora KPMO Cultura e Arte.

Fonte: Luiza Fuoco é especialista da Clínica de Reumatologia Cobra Reumatologia, graduada em medicina pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e doutora pela Faculdade de Medicina da USP.

Sente dores? Dicas de quando procurar um reumatologista

Com o home office, muitas pessoas viram suas tarefas domésticas e do trabalho, se acumularem. O aumento de estresse e a fadiga trouxeram dores nas articulações, mas quando isso é considerado um problema para uma visita médica?

Tudo bem que muitos de nós tivemos nossas atividades duplicadas durante a pandemia, e, portanto, o cansaço e a dor física podem parecer normal, mas é preciso cuidado na avaliação. Por mais que o senso comum diga que algumas dores são “de rotina” e podem ser resolvidas com analgésicos, não há normalidade em sentir desconfortos, ressalta Natália Spolidoro, especialista na Cobra Reumatologia.

Pelo contrário, segundo a médica, quando há dor sem justificação, como pancadas, atividades físicas e mal jeito, é preciso procurar um médico especializado. Dores na articulação, fadiga constante, sensação de rigidez ao acordar e inchaço nas juntas podem ser sinais de doenças reumatológicas sérias, que podem chegar a afetar outros órgãos como coração, rins e cérebro.

Doenças reumatológicas podem afetar pessoas de qualquer idade, desde crianças, adultos jovens e idosos. Sobretudo, a reumatologia cuida dos tendões, ossos, ligamentos e músculos. Por isso também a grande confusão na busca pelo especialista, muitos procuram por ortopedistas, já que ambas especialidades lidam com dores e males com impacto nos músculos e ossos, mas apenas os reumatologistas são qualificados para diagnosticar e tratar problemas considerados crônicos, que geralmente se enquadram em patologias como artrite reumatoide, osteoporose, artrose, fibromialgia, espondilite anquilosante, entre outros.

Abaixo, Natália dá algumas dicas de quando é melhor procurar por um reumatologista, lembrando que diagnósticos precoces ajudam e muito na remissão e controle da doença reumática.

– Se há dor ou inchaço sem trauma, queda ou torção;

MedicalNewsToday

– Sintomas como vermelhidão, inflamação, rigidez de movimento e dor são crônicos;

– A fadiga e o mal-estar vão além do que apenas o cansaço, principalmente na parte da manhã;

– Se sente fraqueza muscular, mas não é sedentário.

Caso ainda tenha dúvidas sobre seus sintomas e quando é o momento certo para se preocupar, leia gratuitamente o e-book, “Quando devo procurar um Reumatologista?”, com conteúdo elaborado por Natália e edição da KPMO Cultura & Arte. Baixe aqui!

Fonte: Natália Spolidoro é reumatologista formada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro, é mestre e doutora em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Na empresa Cobra Reumatologia atua como Médica Reumatologista, Pesquisadora, Diretora Regional em Brasília e Membro do Conselho Administrativo.

Dor mista afeta 6 em cada 10 pessoas que apresentam algum tipo de dor no corpo

Dor é uma queixa presente em 70% das consultas médicas, sendo a dor mista o tipo mais comum

Ontem, 17 de outubro, foi comemorado o Dia Mundial Contra a Dor, a data tem o objetivo de conscientizar sobre a importância de aliviar qualquer tipo de dor para melhorar a qualidade de vida das pessoas que a sentem. A Associação Internacional para o Estudo da Dor (cuja sigla em inglês é IASP), define dor como uma experiência sensorial e emocional desagradável, com potencial para causar danos reais ao tecido. Essa é uma das queixas mais comuns nas consultas médicas e estima-se que esteja presente em 70% delas.

Podem ser classificadas em diferentes tipos, como a dor nociceptiva ou muscular – quando envolve os receptores de dor – chamados de nociceptores – localizados principalmente nos tecidos moles e nas articulações. Podem ser causadas por uma lesão traumática como um golpe ou uma torção. Outro tipo é a neuropática, que surge a partir do sistema nervoso central como, por exemplo, dor de um membro fantasma ou no sistema nervoso periférico, como a neuropatia.

Existe também a chamada dor mista, que atinge 6 em cada 10 pessoas que apresentam algum tipo de dor no corpo. Esse tipo afeta as fibras musculares e nervosas ao mesmo tempo e no mesmo local e pode ser acompanhada de sintomas como ardor, formigamento, pontadas e dormência, além de apresentar distúrbios no sono, ansiedade, depressão, queimação, sensação de frio, choque elétrico e sensação de pontadas.

É importante buscar o diagnóstico correto e um tratamento adequado para qualquer tipo de desconforto, no entanto, vale ressaltar que ainda não existem protocolos ou exames diagnósticos para identificar a dor mista, o que se tornou um desafio para os médicos. Atualmente o diagnóstico desse tipo de dor se dá por meio da revisão do histórico clínico do paciente, além de um exame físico completo, realizado por um médico.

Embora se saiba que não existe uma pergunta mágica para identificar a dor mista, Rainer Freynhagen, juntamente com outros autores, propôs no artigo “Quando considerar a dor mista?”, alguns questionamentos que podem fazer a diferença e que podem servir como uma estrutura básica para ajudar a identificar o tipo predominante de dor:

=Onde exatamente é sentida a dor?
=Com que palavras ela pode ser descrita?
=Há quanto tempo ela é sentida?
=Em uma escala de 0 a 10, qual é a intensidade da dor em repouso e durante o movimento?
=A dor é constante? Aumenta durante o repouso ou movimento?
=Está relacionada a uma causa identificável? Como começou e como evoluiu?
=Foi tratada com alguma coisa?
=Causa sofrimento psicológico?
=Além da dor, existem outros sintomas ou alterações que causam preocupação?

O tratamento da dor mista geralmente depende do histórico médico do paciente e da intensidade, mas uma das opções para tratá-la farmacologicamente é a combinação de diclofenaco, que ajuda a reduzir a dor e a inflamação e vitaminas B (B1, B6 e B12), que atuam nas fibras nervosas. Essa combinação age na origem do problema e proporciona alívio também no caso de dor mista.

É sempre recomendável que um especialista em saúde avalie o seu caso. Consulte um médico.

Fonte: P&G Health, divisão de saúde da P&G

Dieta rica em ômega-3 pode diminuir gravidade e frequência de dores de cabeça, diz estudo

Estudo publicado no começo de julho no British Medical Journal afirma que uma dieta rica em ômega-3

As suas dores de cabeça constantes podem ser falta de peixes no prato. Isso é o que conclui um estudo do periódico The British Medical Journal, publicado no começo de julho. O estudo avalia que comer uma dieta rica em ácidos graxos ômega-3 reduz a frequência de dores de cabeça. A pesquisa cita que as dietas industrializadas modernas tendem a ser pobres em ômega-3 e ricas em ácidos graxos ômega-6. Esses ácidos graxos são precursores das oxilipinas – moléculas envolvidas na regulação da dor e da inflamação.

“As oxilipinas derivadas de ácidos graxos ômega-3 estão associadas a efeitos de redução da dor, enquanto as oxilipinas derivadas de ácidos graxos ômega-6 pioram a dor e podem provocar enxaqueca”, destaca Gabriel Novaes de Rezende Batistella, médico neurologista e neuro-oncologista, membro da Society for Neuro-Oncology Latin America (SNOLA).

É importante destacar, no entanto, que a causa da enxaqueca pode ser multifatorial. “A origem exata da dor de cabeça ainda está para ser melhor esclarecida na medicina, mas podemos, com alguma certeza, apontar que neurônios sensitivos em alguns locais do cérebro estão mais ‘abertos’ aos estímulos, ficando muito ativos e gerando um processo neuroinflamatório que culmina na dor de cabeça. Não acredito que isto, por si só, explique todos os tipos de dores de cabeça que podemos ter, mas esta hipótese nos ajuda a guiar o tratamento do paciente da melhor forma. Fica um pouco mais fácil entender o motivo do estresse gerar dor, assim como muita luz, barulhos intensos, cheiros muito fortes e até alimentos”, acrescenta o médico.

Os peixes gordurosos, como salmão, truta, sardinha, atum, arenque e cabala, aportam gorduras essenciais, como o ômega-3 que o corpo não consegue produzir sozinho e protegem a estrutura da membrana celular e os neurônios. Nozes, semente de chia e linhaça são opções veganas de alimentos que contam com ômega-3.

No estudo, uma equipe de pesquisadores quis descobrir se as dietas ricas em ômega-3 aumentariam os níveis do ácido 17-hidroxidocosahexaenóico (17-HDHA), que reduz a dor, e reduziria a frequência e a gravidade das dores de cabeça. Seus resultados são baseados em 182 pacientes da Universidade da Carolina do Norte, EUA (88% mulheres; idade média de 38 anos) com enxaqueca em 5 a 20 dias por mês que foram aleatoriamente designados para uma das três dietas por 16 semanas.

A dieta controle incluiu níveis típicos de ácidos graxos ômega-3 e ômega-6. Ambas as dietas intervencionistas aumentaram a ingestão de ácidos graxos ômega-3. Um manteve a ingestão de ácido ômega-6 igual à dieta controle, e o outro reduziu simultaneamente a ingestão de ácido ômega-6. Durante o ensaio, os participantes receberam aconselhamento dietético regular e acesso a informações de suporte online. A frequência da cefaleia foi avaliada diariamente por meio de um diário eletrônico.

“Ao longo das 16 semanas, ambas as dietas de intervenção aumentaram os níveis de 17-HDHA em comparação com a dieta de controle”, diz Batistella. “Isso significa que aumentar o consumo de ômega-3 pode ser benéfico para diminuir a frequência das dores de cabeça, segundo o estudo”, acrescenta o neuro-oncologista.

Segundo o estudo, a dieta rica em ômega-3 foi associada a uma redução de 1,3 horas de dor de cabeça por dia e dois dias de dor de cabeça por mês. O grupo de dieta com alto ômega-3 e baixo ômega-6 viu uma redução de 1,7 horas de dor de cabeça por dia e quatro dias de dor de cabeça por mês, sugerindo benefício adicional da redução do ácido graxo ômega-6 na dieta. “As dores de cabeça também foram mais curtas e menos graves”, explica o médico.

Embora a mudança nas dietas não tenha melhorado significativamente a qualidade de vida segundo o estudo, ela produziu grandes e robustas reduções na frequência e severidade das dores de cabeça em relação à dieta de controle. “Este estudo fornece uma demonstração biologicamente plausível de que a dor pode ser tratada também por meio de alterações dietéticas direcionadas em humanos”, afirma.

Apesar da interpretação dos resultados deste estudo ser complexa, ensaios de medicamentos recentemente aprovados para a prevenção da enxaqueca relataram reduções de cerca de 2 a 2,5 dias de dor de cabeça por mês em comparação com o placebo.

“Comparativamente, a intervenção dietética pode ser tão ou mais eficaz, podendo ser um adicional ao tratamento convencional”, diz o médico. “Essas descobertas mostram que a ciência está muito próxima de encontrar uma dieta para enxaqueca apoiada por resultados de ensaios clínicos robustos”, finaliza.

Fonte: Gabriel Novaes de Rezende Batistella é médico neurologista e neuro-oncologista, membro da Society for Neuro-Oncology Latin America (Snola). Formado em Neurologia e Neuro-oncologia pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp, hoje é assistente de Neuro-Oncologia Clínica na mesma instituição. O médico é o representante brasileiro do International Outreach Committee da Society for Neuro-Oncology (IOC-SNO)

Inverno x dores musculares: ortopedista dá dicas para evitar desconfortos

Especialista afirma que manter o corpo sempre ativo está entre as formas de prevenir o problema

Se existe uma estação do ano na qual o organismo fica mais sensível e vulnerável, é o inverno. Além de aumentar a probabilidade de gripes, resfriados e doenças respiratórias, a estação mais fria do ano também potencializa as dores musculares.

De acordo com o ortopedista Carlos Gorios, do Hospital Geral de Carapicuíba (HGC), gerenciado pelo Cejam – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, o fato ocorre porque a baixa temperatura ambiente provoca uma contração dos músculos, causando rigidez muscular.

“Isso se dá de maneira involuntária, por meio do nosso Sistema Nervoso Central (SNC), causando uma contração dos vasos sanguíneos, na tentativa de manter o calor do nosso corpo e o equilíbrio térmico do nosso organismo”, explica o especialista.

Para que órgãos como cérebro, pulmão e coração funcionem adequadamente, Gorios destaca que a temperatura corpórea deve se manter em torno de 36ºC e 37ºC. Quando ela está muito abaixo desta média, há rigidez muscular e um possível desconforto nas atividades do dia a dia.

O frio também atua nas articulações. A maioria das juntas do nosso organismo produz o líquido sinovial, que serve para lubrificá-las. No entanto, durante os períodos mais frios, há um aumento da viscosidade desse líquido, causando dor e rigidez articular. “Por esse motivo, pessoas que já possuem problemas nas articulações, como artrite e osteoartrose, sofrem mais durante o inverno”, ressalta.

O especialista afirma ainda que os danos causados pelo frio podem afetar todas as idades. Porém, os idosos tendem a sofrer mais com o mal, além de pessoas que já apresentam problemas de articulação.

“Nestes casos, a visita a um especialista é fundamental, para que o frio não prejudique a qualidade de vida do paciente. O médico fará um acompanhamento do caso, indicando as melhores opções de tratamento”, explica o ortopedista.

Prevenção

Uma forma prática e saudável de reduzir o impacto do frio nas articulações é manter o corpo sempre ativo. Hábitos como exercícios físicos e aeróbicos são capazes de aumentar a temperatura corporal, revertendo as dores musculares e nas articulações.

Os agasalhos também são essenciais. O médico explica que, por mais óbvio que possa parecer, é importante estar bem protegido neste período, principalmente em extremidades como mãos e pés, auxiliando na melhora da circulação sanguínea. “Compressas quentes e massagens também podem ajudar no alívio da dor”, complementa.

Fonte: Cejam

Conheça os principais vícios de postura e saiba como se livrar deles

Os principais vícios de postura, ou os mais conhecidos, são aquelas posições em que as pessoas se sentam ao usar o computador ou o celular. Mas, há vários tipos de posturas erradas que podem ocasionar lesões e traumas no sistema musculoesquelético.

Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, especialista em RPG e Pilates, ao longo da vida adotamos posturas que são mais confortáveis para determinados movimentos. Entretanto, o conforto pode ser inimigo da saúde musculoesquelética. “Quanto mais confortável a postura, maior é risco de ser um vício postural”, alerta a especialista.

A maior parte da população sabe que se sentar projetando o corpo para frente aumenta o risco de ter cifose, a famosa “corcunda”. “Porém, desconhece os demais vícios posturais que podem prejudicar outras partes do sistema musculoesquelético. O sinal vermelho só acende quando a dor surge, como um sintoma de uma tendinite, bursite, lombalgia, cervicalgia e até de uma hérnia de disco”, reforça Walkíria.

Por isso, a especialista lista com os 9 principais vícios de postura e indica como você pode se livrar deles. Confira:

Abaixar o pescoço para usar o celular: o celular se tornou tão popular que hoje quase todo mundo tem um aparelho nas mãos. Nas ruas, restaurantes, shoppings, academias, enfim, em todos os lugares há sempre alguém digitando mensagens ou navegando nas redes sociais.
E a posição mais comum para fazer isso é abaixar o pescoço. Porém, essa postura é extremamente prejudicial para a coluna cervical e a região dos ombros. O principal resultado pode ser o desenvolvimento da cervicalgia ou até mesmo de uma hérnia de disco.
Postura adequada: a principal dica é levar o celular na altura dos olhos. Se for um uso mais demorado, o ideal é se sentar apoiando os cotovelos em uma poltrona ou cadeira, para não sobrecarregar os ombros e aliviar a tensão nos braços.

Curvar-se e levar o tronco para frente ao usar o computador: para quem trabalha usando o computador, o principal vício de postura é projetar o tronco para frente, inclusive abaixando o pescoço junto. Quando isso se prolonga, pode gerar uma cifose (corcunda), além de provocar dores no pescoço, ombros e coluna lombar.
Postura adequada: a dica é apoiar a lombar no encosto da cadeira, sentindo o quadril se encaixar em equilíbrio dos dois lados do corpo. Os pés precisam estar encostados no chão, com as pernas formando um ângulo de 90 graus. O computador precisa estar na altura dos olhos para evitar que a pessoa abaixe a cabeça. É importante apoiar os cotovelos e antebraços na mesa para aliviar a tensão na cervical.

Foto: Dieter Robbins/Pixabay

Dormir de bruços: até na hora de dormir podemos adquirir vícios de postura. Um dos principais é dormir de barriga para baixo, com a cabeça virada para o lado. Isso prejudica muito a coluna vertebral como um todo. Além disso, devido à posição do pescoço, pode causar torcicolo e dores na região dos ombros.
Postura adequada: a posição ideal para dormir é de lado, com as pernas semiflexionadas e com um travesseiro entre elas. Claro que é preciso também usar um colchão adequado para o peso e um travesseiro que dê boa sustentação para pescoço e ombros. Porém, algumas pessoas só conseguem dormir de bruços. A dica, nesses casos, é dormir sem nenhum travesseiro para deixar a coluna mais reta possível.

Sentar-se em cima da perna: esse é um dos piores vícios de postura para a saúde da coluna. Essa posição causa alterações na base da coluna que impactam em todo o eixo vertebral. Além de afetar os músculos, sobrecarrega todas as articulações da coluna. Também afeta o alinhamento do quadril.
Postura adequada: não há, porque é contraindicado sentar-se nessa postura.

Dormir com o antebraço embaixo da cabeça: dormir com os braços embaixo do rosto ou da cabeça prejudica o alinhamento da coluna, além de comprimir veias e nervos. Uma das consequências dessa postura pode ser a síndrome do túnel do carpo, que pode ser agravada ou desencadeada por esse vício postural.
Postura adequada: os braços devem ficar alinhados com os ombros e relaxados, seja de lado ou com a barriga para cima. Um braço pode ficar relaxado na altura do quadril e o outro ao lado do travesseiro. O importante é evitar ao máximo colocar os braços e mãos sob o travesseiro e a cabeça.

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Andar curvado projetando a barriga para fora: sabe aquela barriguinha saliente que você não perde nem fazendo dieta e exercícios? Essa saliência no abdômen pode ser resultado de uma postura curvada para frente que projeta a barriga para fora. Além da barriga, esse vício postural pode levar à cifose (corcunda), cervicalgia, encurtamento muscular e dor lombar.
Postura adequada: ao caminhar, mantenha a coluna ereta, com os braços alinhados ao lado do corpo. Preste atenção ainda ao pescoço, que não deve estar projetado para frente ou para trás, mas sim encaixado no centro do corpo.

Cruzar as pernas: pode ser quase irresistível ao longo do dia. É um vício postural muito comum e igualmente perigoso. Quem passa muitas horas com as pernas cruzadas tende a se curvar para frente e forçar mais os ombros. Problemas na cervical e na lombar podem ocorrer por um desequilíbrio na pélvis e pelo aumento da pressão sobre a coluna vertebral.
Postura adequada: a primeira dica é não passar muito tempo com as pernas cruzadas. O ideal é sentar-se em uma posição ereta e trocar de lado para igualar o esforço muscular. Se puder evitar, melhor ainda. Evite também inclinar-se para frente e abaixar o pescoço quando estiver com as pernas cruzadas.

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Levantar peso sem dobrar os joelhos: o agachamento é um movimento muito perigoso para a coluna, caso seja feito em uma postura incorreta. É comum a pessoa abaixar-se sem dobrar os joelhos.
Postura adequada: para esse movimento de pegar algo no chão ou mesmo levantar algo que seja pesado, é preciso agachar, dobrando os joelhos lentamente, com os pés afastados e a coluna reta. Ao levantar-se, o objeto deve ser carregado próximo do corpo.

Varrer ou passar pano no chão com as costas curvadas: aspirar, varrer e passar pano. Atividades comuns no dia a dia doméstico podem ser vilãs da saúde da coluna. Normalmente, a tendência é abaixar-se, jogando o tronco para frente. Porém, essa curvatura pode gerar dores lombares e na cervical, pois sobrecarrega as articulações da coluna.
Postura adequada: opte por cabos de vassoura ou rodo mais altos e mantenha a coluna ereta. Como nem sempre os aspiradores contam com cabos longos, procure flexionar um pouco os joelhos ao curvar-se.