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Projeto oferece passeio em meio à natureza durante as férias

“Férias na Mata Atlântica” é uma oportunidade que responsáveis e crianças têm para se aproximar da natureza

A Fundação SOS Mata Atlântica oferece no dia 27 de julho (sábado), das 10 às 16 horas, em Itu (SP), uma oportunidade de passeio diferente para pais e responsáveis realizarem com crianças entre 5 e 12 anos. No “Férias na Mata Atlântica”, os participantes passarão um dia na natureza, realizando atividades lúdicas, como trilha, oficina, contação de histórias e muitas outras ações, que darão o entendimento sobre a importância das árvores para a vida das pessoas e também aos animais, além de realizarem um plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.

A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas no site da organização. Mais informações pelo email info@sosma.org.br .

Com o tema “A floresta voltou e os bichos também” a ação acontece no Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Heineken Brasil, local onde é possível ver na prática os benefícios da restauração florestal para o homem e ao meio ambiente. Entre outras atividades, será realizado uma visita ao viveiro de mudas nativas, ao jardim sensorial – que visa despertar nossos sentidos através do cheiro, tato e paladar, com 30 plantas do Brasil e do mundo sendo muitas delas por vezes desconhecidas – teatro e piquenique.

De propriedade do Grupo Heineken no Brasil, a fazenda foi cedida em comodato para a SOS Mata Atlântica em 2007 e tem mais de 500 hectares. Mais da metade de sua área foi recuperada com o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica e hoje, 12 anos depois, já é possível ver um cenário bem diferente, com árvores que já alcançam 10 metros de altura.

A partir dos projetos de pesquisas realizados em parcerias com universidades, já se pode considerar o espaço como refúgio para a biodiversidade, incluindo mais de 200 espécies de aves identificadas. Além disso, o lago próximo à propriedade já teve melhoria em sua qualidade e quantidade de água, fator que pode contribuir para a qualidade de vida da população local.

“O Férias na Mata Atlântica é uma oportunidade de interação com as crianças em um ambiente natural que alia aprendizado, diversão e vivência com a natureza. O tema desse ano, a floresta voltou e os bichos também, busca reforçar para adultos e crianças a importância de se recuperar florestas e perceber como não há só mudanças na paisagem como também em todo o sistema ecológico, incluindo os benefícios não só para os animais, como para nós seres humanos”, afirma Kelly De Marchi, educadora ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica.

Entre os destaques da programação está a peça teatral “A Floresta dos meus Sonhos”. Neste espetáculo do Estúdio Mágico Produções, a sabedoria e as vivências do avô são os principais instrumentos para promover mudanças de atitudes na neta e fontes de inspiração sobre os cuidados necessários na preservação do meio ambiente com o foco na Mata Atlântica.

Além de levar educação ambiental de maneira lúdica para as crianças, a peça tem como objetivo mostrar que o termo “velho” não tem nenhuma relação com inútil, mas sim com “mais sabedoria” e valorizar o papel da pessoa idosa em nossa sociedade. O “Senhor do Tempo” – narrador – faz uma ligação entre espectadores e os personagens e estimulará a interatividade nas decisões e escolhas da menina. Ao término da apresentação, haverá um “quiz” e debate com artistas sobre a apresentação.

No local do evento funciona a base de restauração florestal da SOS Mata Atlântica, com um viveiro com capacidade de produção de 750 mil mudas por ano – com cerca de 100 espécies nativas. Também são realizadas ações de educação ambiental, mobilização, cursos e capacitação, além de pesquisa em parceria com universidades. Anteriormente, o local abrigava uma fazenda de café que, após o plantio de 720 mil mudas nativas mil mudas nativas feito ONG, hoje está em processo de restauração florestal.

Confira abaixo algumas imagens de edições anteriores do “Férias na Mata Atlântica”

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Férias na Mata Atlântica
Quando: 27 de julho (sábado) de 2019, das 10h às 16h
Onde: Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – HEINEKEN Brasil
Endereço: Rodovia Marechal Rondon, km 118,3 – Bairro Porunduva – Itu/SP.
Faixa etária: 5 a 12 anos, acompanhados por responsáveis maiores de 18 anos
Informações: info@sosma.org.br
Como chegar: clique aqui

Maitê Proença se une à primeira marca de cosmético do mundo a usar embalagem reutilizada

A brasileira Reload beleza positiva utiliza economia circular e vende produtos veganos

A atriz Maitê Proença é a nova sócia da Reload Beleza Positiva, primeira marca de cosméticos do mundo a adotar embalagens reutilizadas.

Criada pelo empresário Filipe Sabará, a marca já conta com uma linha hair care de alta performance com o conceito pós-sustentável. Todos os cosméticos são produzidos sob o pilar da economia circular, vegana, livre de silicone, sulfato, parabenos e também de testes em animais. Os produtos chegam dentro de embalagens reutilizadas e higienizadas, ressignificando a função das garrafinhas de água mineral.

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“Estou tomada por uma necessidade de contribuir de forma consistente para este planeta que estamos desmantelando de forma física e moral, por isso entrei nessa empreitada com o Filipe Sabará”, disse Maitê.

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“Virei sócia de algo em que acredito e que tenho orgulho em divulgar, não entraria em algo que gera impactos negativos para o ecossistema. A Reload é totalmente inovadora nesse sentido. A marca é disruptiva e dá um passo à frente ao conceito de sustentabilidade não só na fórmula, mas também na embalagem e na distribuição”, completou Maitê.

Todos as etapas dos produtos da empresa são responsáveis. Quem fornece a matéria-prima do óleo de argan, óleo de moringa e quinoa são comunidades com as quais a Reload lida diretamente. Tudo é produzido por agricultores familiares, seguindo as premissas do fair trade (comércio justo).

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O projeto tem a parceria da Minalba Brasil, do Grupo Edson Queiroz, por meio da água São Lourenço e também das lojas Mundo Verde.

Informações: Reload Beleza Positiva

Campanha de reutilização de óleo de cozinha tem mais de 1.400 pontos de entrega no estado de SP

Óleo usado não deve ser jogado na pia, banheiro ou lixo, e pode ser reaproveitado para fabricação de combustível e até sabão

Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), em parceria com as empresas de alimentos ADM, Bunge, Cargill, Imcopa e Louis Dreyfus e com o Sindicato da Indústria de Óleos Vegetais (Sindoleo), lança um novo site com informações sobre reutilização de óleo de cozinha.

Por meio do site Óleo Sustentável, o cidadão tem acesso a informações de caráter educativo sobre o armazenamento e o descarte correto do óleo usado, como o passo a passo para a coleta, os pontos de entrega, publicações de conscientização para o consumidor e esclarecimentos sobre os benefícios da reciclagem do óleo para o meio ambiente e o bem-estar da população.

A página também traz boletins informativos sobre as ações ambientais das empresas que participam da iniciativa, além de curiosidades a respeito do uso do óleo de cozinha, vídeos educativos e reportagens sobre os destinos do óleo usado. No primeiro vídeo, a dona de casa Regina ensina como fazer a coleta do óleo usado, assista clicando aqui.

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Passo a passo do descarte e entrega do óleo de cozinha após o uso:

1° – Deixe o óleo esfriar por pelo menos 30 minutos
2° – Passe o óleo usado em uma peneira e funil, para tirar resíduos de alimentos, e armazene em garrafa pet
3° – Feche a garrafa para evitar odores e insetos
4° – Limpe a panela com um guardanapo de papel e descarte-o no lixo orgânico
5° – Leve ao ponto de entrega (conheça os endereços no estado de SP clicando aqui)

Ao todo, já são 1.423 pontos de entrega no estado de São Paulo. O óleo coletado é levado para cooperativas de catadores e indústrias de reciclagem, e é destinado para a produção de biodiesel e como insumo para outras aplicações, incluindo a fabricação de tintas e sabão ecológico.

Cindy Moreira, coordenadora de sustentabilidade da Abiove, informa que há diversos benefícios em descartar corretamente o óleo. “Nosso intuito é preservar a natureza e fazer dessa ação um hábito da população para que não joguem o óleo no ralo da pia, do banheiro ou no lixo. Além disso, as embalagens de plástico, geralmente PET, são enviadas para cooperativas de catadores credenciadas, onde são separadas e destinadas para as indústrias recicladoras”, explica.

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Ação na praia de Guarujá-SP tem até revistinha infantil

Em parceria com a prefeitura de Guarujá–SP e com as empresas de alimentos, a Abiove lançou a “Campanha Óleo Sustentável no Verão”. Foram inaugurados na cidade sete pontos de recolhimento de óleo de cozinha, além dos cinco já existentes, e, aos fins de semana, promotores realizam atividades de educação ambiental na praia da Enseada, uma das mais movimentadas, e em redes de supermercados.

Na ação, são distribuídos brindes como um funil, para facilitar a separação do resíduo nas residências, e um gibi para as crianças com uma personagem criada especialmente para a campanha, a “capitã Recicla”. Também estão sendo entregues sacolas biodegradáveis contendo informações dos pontos de entrega de óleo. A meta é recolher 1.000 litros do resíduo até o final de janeiro.

Segundo a Abiove, a ação é pioneira e inaugura os projetos setoriais no âmbito do Óleo Sustentável. “Queremos ampliar as parcerias público-privadas e contribuir para aumentar a conscientização ambiental e o volume de óleo coletado no estado de São Paulo”, afirma Cindy.

No Guarujá, o óleo de cozinha usado pode ser entregue nos endereços a seguir:

1) Supermercado Krill Caiçara (Avenida dos Caiçaras s/n) – novo
2) Supermercado Krill Guarujá (Av. Presidente Tancredo Neves, nº 100) – novo
3) Supermercado Krill Vicente (Via Santos Dumont, nº 1.503) – novo
4) Roldão Atacadista (Rua Valdomiro Macário, nº 59) – novo
5) Vencedor Atacadista (Avenida Adhemar de Barros, nº 1.660) – novo
6) Mercadão Perequê (Avenida Bidu Sayão, nº 619) – novo
7) Mercadão Guarujá (Avenida Santos Dumont, nº 619) – novo
8) Revenda Ultragaz (Praça das Bandeiras, nº 31, Jd. Enseada)
9) Revenda Ultragaz (Via Santos Dumont, nº 135, Vila Santo Antônio)
10) Revenda Ultragaz (Marginal Piaçaguera, nº 239, Vila Áurea)
11) Sabesp (Av. Leomil, nº 1.055, Barra Funda)
12) Sabesp (Av. Thiago Ferreira, nº 435, Vila Alice)

Descubra benefícios da compostagem e como fazer uma composteira em casa ou apartamento

Produção de fertilizante orgânico, redução na emissão de gases poluentes e destinação adequada de resíduos, são algumas das vantagens da utilização de lixo doméstico como adubo

A quantidade de lixo produzida e descartada em locais inapropriados, é um dos mais graves problemas ambientais brasileiros. A Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) estima que em 2016, cada brasileiro produziu 377 kg de lixo, resultando em cerca de 80 milhões de toneladas de resíduos sólido.

O estado de São Paulo é o campeão nacional em descarte de lixo. São geradas mais de 56 mil toneladas por dia. Desse total, cerca de 42 mil tem destinação adequada. O restante pode ser encontrado nas esquinas, nas calçadas, nos terrenos baldios, nos rios, em espaços públicos.

O descarte em locais impróprios, contamina os lençóis freáticos, causa mau cheiro, atraindo moscas, ratos, baratas e outros insetos e animais, causadores de inúmeras enfermidades.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, em 2015 foram geradas cerca de 32 milhões de toneladas de resíduos orgânicos no Brasil, o que equivale a 88 mil toneladas de lixo diário. Todo este material quando entra em decomposição, seja nos lixões ou aterros sanitários, gera o gás metano, um dos principais causadores do efeito estufa.

Parte desse lixo produzido poderia ter destino mais produtivo: a compostagem, que é a reciclagem de resíduos orgânicos para produção natural de fertilizante ecológico, econômico e sustentável.

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“O processo da compostagem, realizado por meio de micro-organismos, como fungos e bactérias, degrada a matéria orgânica, resultando em um fertilizante de origem animal ou vegetal, com dois componentes principais: os minerais, contendo os nutrientes essenciais para as plantas; e o húmus, como condicionador e melhorador das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo”, explica o engenheiro agrônomo Valter Casarin, coordenador científico da Nutrientes para a Vida (NPV).

Do total de resíduos domésticos produzidos, 30% poderiam ser usados na compostagem. Ou seja, menos lixo nos aterros, menos poluição ambiental e menos emissão de gases poluentes.

“A compostagem recicla nutrientes, como: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre. Todos eles são assimilidados em maior quantidade (macronutrientes) pelas raízes, além de ferro, zinco, cobre, manganês, boro e outros, absorvidos em quantidades menores (micronutrientes). A composição do composto depende do material de origem. Assim, nem sempre os compostos conseguem fornecer todos os nutrientes que as plantas requerem e, muitas vezes precisam ser combinados com adubos minerais.”

Atuando com informações embasadas cientificamente, a NPV informa claramente os diversos tipos de fertilizantes, seja mineral ou orgânico, com o objetivo de nutrir de forma adequada e balanceada as plantas, de forma a proporcionar segurança alimentar e nutricional para os seres humanos.

Aprenda a fazer uma composteira para casa ou apartamento

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Segundo Cristal Muniz, blogueira e autora do livro Uma vida sem lixo, da Editora Alaúde, mais da metade do lixo produzido nas casas vem da cozinha: os restos de alimentos ou o chamado lixo orgânico. Para ela, que há quase três anos decidiu parar de produzir lixo, até mesmo os descartáveis, a solução para o mau cheiro nas lixeiras e para o grande descarte de restos inutilizáveis é ter uma composteira doméstica.
A autora defende que a solução é viável tanto para quem mora em casa quanto para quem mora em apartamento.

Reduzir o lixo da cozinha, ter um adubo maravilho, fácil e sempre à mão, manter uma horta superbonita: dá para ter isso tudo com uma composteira em casa. Existem vários tipos de composteira, mas o que a blogueira e autora do livro Uma vida sem lixo (Editora Alaúde), Cristal Muniz, recomenda é a com minhocas.

Como fazer composteira em casa

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1 – Faça um buraco na terra, de cerca de pelo menos 0,5 metro quadrado. Se a família for grande, você pode fazer dois e, enquanto um descansa, vocês enchem o outro. Ou fazer um grandão, de 1 metro quadrado. Uns 30 centímetros de profundidade são suficientes. Para ajudar a segurar as paredes de terra, você pode colocar tábuas nas laterais ou uma caixa sem o fundo (tipo uma caixa d’água, um caixote, algo que segure as laterais, mas dê acesso ao chão). Também dá para fazer cercando uma área em contato com a terra com cerca de arame, tábuas ou troncos.
2 – Coloque o material orgânico e não espalhe muito. Vá concentrando em um cantinho até encher o espaço. Sempre cubra muito bem com folhas secas ou serragem (é esse o segredo para o cheiro ruim não aparecer).
3 – Regue de vez em quando se fizer muito calor ou bater muito sol, porque a mistura pode esquentar e secar. É bom manter úmido para a decomposição acontecer mais rapidamente.
4 – A cada 15 dias, dê uma revirada em todo o material, para ajudar a aerar e facilitar a decomposição.
5 – Aos poucos, as sobras de alimento vão se transformar em uma terra bem escura, com cheiro de terra molhada. Esse adubo é maravilhoso para as plantas e para a sua hortinha!

Composteira em apartamento

Um dos sistemas de composteira doméstica mais famosos hoje é a composteira com minhocas. Isso porque ela é pequena, não tem cheiro ruim, cabe em quase qualquer cantinho, como a área de serviço, e a decomposição acontece mais rápido com a ajuda desses bichinhos.

Esse tipo de composteira é ótimo para quem mora em apartamento ou quem mora em casa e não pode fazer um buraco no quintal, como no método explicado acima. Existem composteiras prontas que já vêm com as minhocas, mas você pode fazer a sua usando caixas ou baldes de plástico.

Uma composteira com minhocas precisa de, no mínimo, três andares: o andar do topo, onde o lixo orgânico vai sendo depositado e coberto com o material seco (serragem e folhas secas) que, quando cheio, deve ficar em repouso por cerca de um mês. Durante esse tempo de repouso, o andar do meio vira o do topo e começa o ciclo de novo. Esses dois andares são onde ocorre a compostagem do material. O andar de baixo é o que recolhe o líquido que escorre (os andares são intercalados com furinhos para o líquido cair e as minhocas se movimentarem).

No final desses dois meses, o chamado período de repouso, o material que sobra é um húmus que parece terra, supernutritivo para as plantas e com cheirinho de terra molhada. Nada disso dá mau cheiro se tudo for feito corretamente.

O excesso de umidade pode facilitar a criação de mosquinhas, por isso é importante cobrir tudo muito bem com serragem. Além das minhocas, acabam aparecendo outros bichinhos pequenos, como formiguinhas e outros insetos, que também ajudam no processo de decomposição dos alimentos. É tudo limpo e, seguindo todas as etapas, não há risco nenhum de contaminação.

Como usar composteira com minhocas

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Crédito: Felipe Machado e Julia Giusti

=Para usar a composteira você deve colocar os restos de alimentos aos poucos. Não espalhe tudo, vá concentrando o lixo orgânico em cantinhos. Cubra muito bem com folhas secas e serragem. Não aparte ou comprima, deixe a mistura respirar porque ela precisa do oxigênio.
=Siga colocando seus resíduos até que o baldinho que estiver em cima esteja cheio. O ideal é levar mais ou menos um mês para encher, assim dá tempo de ele virar adubo e você poder trocar pelo andar do meio. Quando estiver cheio, ele vai para o repouso. =Troque de lugar com o que estava no meio da pilha, vazio.
=Quando esse recipiente (que estava no meio e foi para topo da pilha) estiver cheio, depois de um mês ou mais, vai ser hora de trocar os andares novamente. Se tudo deu certo, o recipiente que estava no repouso agora tem húmus.
=Para retirar o húmus, deixe o pote com a tampa aberta em um lugar com bastante luz. As minhocas não gostam e vão se enfiando para dentro da terra. Vá raspando o adubo aos poucos, para não machucar e não levar embora as minhocas.
=Na caixa fixa debaixo, vai começar a aparecer um líquido bem escuro. Ele é um biofertilizante poderosíssimo. Dilua cada parte do líquido em dez partes de água e use essa mistura para regar suas plantinhas uma vez por semana. Elas vão ficar lindas.
=O húmus pode ser colocado em plantas, mas, caso sobre, você também pode doar, colocar nas plantas do condomínio, na praça perto de casa etc.

Bléque é finalista do prêmio Ecoera

Bléque está entre as 26 empresas finalistas do prêmio Ecoera 2018. Com DNA consciente e sustentável, a marca tem em seus pilares a responsabilidade socioambiental. As peças feitas à mão com couro de pirarucu e tilápia provenientes da pesca não predatória e procedente de animais utilizados como fonte de alimento, é um dos principais diferenciais da marca.

De acordo com a fundadora e designer Renata Negrão, ter a validação e reconhecimento do prêmio faz com que a marca tenha ainda mais relevância no cenário brasileiro: “O Ecoera nos mostra que estamos no caminho certo. Que o que acreditamos e fazemos está correto, e nos anima continuar batalhando por uma moda mais sustentável e consciente”.

A premiação acontece nesta sexta-feira, dia 9, na sede da SOS Mata Atlântica, em São Paulo.

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Informações: Bléque

Morumbi Town Shopping recebe exposição “Somos Todos Silvestres”

Campanha traz famosos pintados como animais silvestres para alertar sobre o risco de extinção das espécies

Vai ficar na cidade de São Paulo durante o feriado prolongado? Que tal conferir uma linda exposição fotográfica, gratuita? O Morumbi Town Shopping recebe uma exposição especial como forma de conscientização à proteção de animais silvestres.

A campanha “Somos Todos Silvestres”, em parceria com a ONG Ampara Silvestre, leva ao público informações sobre espécies ameaçadas de extinção a partir de fotografias que retratam artistas caracterizados como bichos da fauna brasileira.

Divulgação - Morumbi Town Shopping (2)

A campanha é estrelada por personalidades como Sophie Charlotte, Astrid Fontenelle, Luísa Sonza, Paloma Bernardi, Derrick Green, entre outras, que apoiam a causa animal e o trabalho desenvolvido há oito anos pela instituição. A ideia é chamar a atenção para as causas do extermínio da biodiversidade, que ameaça o equilíbrio do planeta. O objetivo é ajudar no salvamento de diversas espécies de animais.

Divulgação - Morumbi Town Shopping (4)
A apresentadora Astrid Fontenelle é o mico-leão-dourado

“É cada vez mais necessário pararmos para uma profunda reflexão sobre o que está acontecendo com a nossa natureza. Nosso objetivo é levar essa mensagem de conscientização ao nosso público, convidando a todos a pensar nos animais silvestres e na importância em cuidar e proteger nossas espécies mais raras”, comenta Gabriel Lima, Coordenador de Marketing do Morumbi Town Shopping.

A atriz Sophie Charlotte na pele de onça
A atriz Sophie Charlotte na pele de uma onça

A Ampara Silvestre visa salvar espécies ameaçadas apoiando projetos de reintrodução para equilíbrio da biodiversidade e também oferecer condições adequadas aos animais que estão condenados ao cativeiro. A exposição ficará no Morumbi Town Shopping até 21 de outubro.

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A atriz Paloma Bernardi de arara azul

“Somos Todos Silvestres”
Data: até 21 de outubro
Horário: horário de funcionamento do Shopping (de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h)
Local: Morumbi Town Shopping – 1º Piso
Endereço: Av. Giovanni Gronchi, 5930 – Vila Andrade, São Paulo/SP

Especialista ensina como economizar energia elétrica no inverno

O aumento no valor da conta nesta época do ano é de, em média, 30% ou mais, devido ao uso de chuveiro, aquecedor, máquina de lavar-louças e torneira aquecida

O inverno é o período em que a conta de energia elétrica costuma aumentar, por conta do uso do chuveiro em potência máxima, um dos aparelhos que mais consome energia em uma casa, entre outros eletrodomésticos, como aquecedor, geladeira, ferro de passar roupas, lava-louça, máquina de secar roupa, torneira elétrica, entre outros.

Segundo o CEO e especialista em eficiência energética da W-Energy, Wagner Cunha Carvalho, o chuveiro elétrico é um vilão neste período, pois consome, em média, 30% a mais de energia que nos dias quentes. “O cuidado com o uso do chuveiro elétrico precisa ser dobrado, pois além do alto consumo de energia, também há o desperdício de água, já que o tempo do banho costuma ser maior. Isso sem falar no uso de torneiras aquecidas, máquina de secar roupas e aquecedores”, explica.

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No Brasil temos uma média de consumo, por pessoa, de 180 litros de água por dia, sendo que a indicação é de cerca de 110 litros/dia. “Passamos por uma recente crise hídrica e por isso o recurso merece toda atenção também nos dias mais frios. Banhos muito longos, uso demasiado da máquina de lavar roupas ou louças, ainda mais com o uso de água quente, afetam o setor”, relembra Wagner.

A Agencia Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que as contas de luz no mês de junho (2018) terão bandeira tarifária vermelha no patamar 2, o maior entre as faixas tarifárias. Isso significa uma cobrança extra de cinco reais a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, outra razão para a economia. Segundo a Aneel, a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e a redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

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Foto: Mensatic/Morguefile

Outra dica importante é estar atento às luzes dos ambientes, equipamentos de uso intermitente em tomadas, que interferem no consumo de energia e na eficácia de outros aparelhos. Na escala de maior gasto, estão o ar-condicionado – na função quente ou fria – e a geladeira, que no total do consumo de uma casa representa 30%, o chuveiro elétrico 25%, a iluminação 20%, aparelho de televisão 10%, o ferro elétrico 6%, máquina de lavar 5% e todos os demais, como micro-ondas, roteadores, etc., 4%.

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Pixabay

“Um ponto esquecido é o tipo de iluminação do ambiente. Lâmpadas decorativas podem consumir bastante energia sem percebermos. A tecnologia LED (Light Emitter Diode), hoje em dia, é uma das mais eficientes e contribui muito para redução do consumo. As famílias que viajarem neste período do inverno devem desligar o maior número possível de aparelhos e colocar a geladeira em potência baixa, pois mesmo na opção de stand by, apresentam consumo”, finaliza o especialista.

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Fonte: Wagner Cunha Carvalho é administrador de empresas, especialista em Sustentabilidade – Eficiência Energética e Hídrica. É diretor de relacionamentos e negócios da empresa W-Energy e possui larga experiência em gerenciamento de grandes projetos nos segmentos comerciais, Industriais, Saúde e de Infraestrutura. Membro do Instituto para a valorização da Educação e da Pesquisa no Estado de São Paulo (Ivepesp)

 

Edição especial de escova Curaprox com parte das vendas revertida à SOS Mata Atlântica

A Curaprox lançou edição especial SOS Mata Atlântica de sua escova 5460 UltraSoft. Com embalagem duo, as escovas trazem nas cerdas um desenho de árvore e são resultantes de uma parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica. Parte da renda do produto será revertida à organização que atua na promoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica.

A edição especial conta com duas escovas 5460, uma de cabo verde e uma de cabo branco, ambas com desenho de árvores nas cerdas. O cirurgião-dentista Hugo Lewgoy, doutor pela USP, explica que a escova da Curaprox favorece a angulação correta durante o ato da escovação, que no caso deve ser em um ângulo de 45° (metade das cerdas apoiada sobre a coroa dental e metade apoiada sobre a margem gengival). “Além disso, a escova CS 5460 Ultra Soft traz 5460 cerdas ultramacias que não machucam a gengiva durante a limpeza dos dentes, promovendo uma escovação efetiva e atraumática”, explica.

O cirurgião-dentista enfatiza que o ideal é sempre optar por escovas que contenham grande quantidade de cerdas e que sejam macias, o que promove maior eficiência na escovação. “Muitas vezes, o consumidor crê que as cerdas duras higienizarão mais os dentes. Muito pelo contrário. Costumo dizer que é como se pegássemos uma vassoura com cerdas duras e varrêssemos um chão com piso branco e brilhante. Certamente, ao longo do tempo, ele perderá o brilho e surgirão alguns riscos”, finaliza.

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Para Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, a edição especial também tem caráter educativo, pois ao adquirir a escova o consumidor tem a oportunidade não só de apoiar as iniciativas da Fundação, mas também de repensar seus hábitos.

“Um produto que conta com a preocupação ambiental pode provocar essa reflexão nas pessoas. Na embalagem destacamos, por exemplo, como o uso de um copo d’água durante a escovação pode economizar mais de 11,5 litros de água numa casa ou 79 litros em apartamento”, diz ela. Uma das causas trabalhadas pela Fundação SOS Mata Atlântica é a Água Limpa, um elemento da natureza essencial à vida, mas cada vez mais escasso e distante.

Fonte: Curaprox

 

“Segunda Sem Carne” em estabelecimentos dentro de órgãos públicos em SP

No dia 27 de dezembro foi aprovado na Alesp (Assembleia Legislativa de SP), o PL 87/2016, do deputado estadual Feliciano Filho (PSC), que institui a “Segunda Sem Carne” em restaurantes, lanchonetes, bares, escolas, refeitórios e estabelecimentos similares que exerçam suas atividades nos órgãos públicos do Estado de São Paulo. Se sancionada pelo governador, a Lei da Segunda Sem Carne dará à população de São Paulo um dia por semana para refletir sobre a aflição dos animais nos abatedouros e lembrar que, como nós, eles também têm direito a uma vida livre de sofrimento.

Isso significa que nesses locais nenhum tipo de carne e seus derivados poderão ser servidos as segundas-feiras, ainda que gratuitamente. O fornecimento de alimentos com carne fica proibido também nas escolas da rede pública de ensino. Além disso, os estabelecimentos deverão fixar em local visível ao consumidor um cardápio alternativo.

Segundo o deputado, o objetivo da lei é chamar a atenção da sociedade sobre as consequências do consumo de carne e de seus derivados: “São várias questões como o direito dos animais, a crise ambiental, o aquecimento global, a perda de biodiversidade, as mudanças climáticas e as diversas doenças que afligem a população humana, incluindo doenças cardiovasculares, doenças crônicas degenerativas, colesterol elevado, diversos tipos de câncer e diabetes, conforme tem sido apontado por Órgãos de Saúde Pública”.

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A Campanha Meat Free Mondays (Segunda Sem Carne), encabeçada por Paul McCartney no Reino Unido e com alcance em outros 44 países, visa conscientizar as pessoas para uma alimentação sem sofrimento animal, afinal, segundo a Organização “A Well Fed World” (Um Mundo Bem Alimentado) que incentiva o veganismo, por ano, são mortos cerca de 70 bilhões de animais para alimentação humana.

Segundo dados do IBGE de 2016, por dia são mortos no Brasil 81 mil bois, 117 mil suínos e 1,5 milhão de aves. São cerca de 6 bilhões de animais abatidos todos os anos no país – quase a população de seres humanos na Terra que hoje está 7,6 bilhões. A questão ambiental também preocupa. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) a indústria de carne é responsável por 18% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, ao passo que todos os transportes somados geram 13%.

“Sabe-se que o reino vegetal é plenamente capaz de suprir as necessidades de uma população. Uma alimentação sem ingredientes de origem animal é ética, saudável e sustentável. Assim como nós, os demais animais querem ser livres e ter uma vida normal junto a membros da sua espécie. Desde milênios, o homem vem explorando e subjugando os animais, os quais, considerados inferiores, são transformados em mercadoria. Impedi-los de desenvolver uma vida plena não é justo, já que possuímos alternativas saudáveis e menos impactantes ao meio ambiente para nos alimentar”, argumenta o deputado.

O “Guia Alimentar” elaborado em prol da população brasileira, publicado em 2006 pelo Ministério da Saúde, faz um alerta sobre o consumo de carne: “No passado, acreditava-se que as crianças e também os adultos fisicamente ativos precisavam consumir alimentação com alto teor de proteína de origem animal. Hoje, sabe-se que não é assim. Uma alimentação rica em proteína animal contém altos teores de gorduras totais e de gorduras saturadas, portanto poderá não ser saudável”.

O descumprimento da Lei acarreta multa de 300 Ufesp’s (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), dobrando o valor para cada reincidência. Veja o PL na íntegra acessando aqui.

Grupo ajuda causa ambiental e ONG de animais doando esponjas

Voluntários na cidade de Ibirubá (RS) coletam esponjas e acumulam pontos na Brigada Scotch-Brite, revertidos depois em renda para instituição que ajuda animais

O Programa Nacional De Reciclagem de Esponjas da Scotch-Brite, desenvolvido em parceria com a TerraCycle, incentiva a reciclagem de esponjas de limpeza em todo o país. E as boas ações do projeto não acabam por aí, um exemplo é o grupo de voluntários Juntos Somos Mais, de Ibirubá, no Rio Grande do Sul, que coleta esponjas para reverter a renda arrecadada à ONG de animais.

Os voluntários recolhem esponjas usadas para enviá-las ao Programa Nacional De Reciclagem de Esponjas da Scotch-Brite pelo correio. A cada esponja enviada para a reciclagem R$ 0,02 são doados para uma escola ou uma organização sem fins lucrativos escolhida pelos participantes.

No caso do Juntos Somos Mais a doação é para a ONG “MiAuJuda”, que atende animais em situação de risco, no canil e em casas de passagem. São auxiliados em torno de 450 animais, entre cachorros e gatos. Desde 2015, foram arrecadados em torno de 34 kg do material e mais de 4 mil unidades.

Para facilitar a coleta, a equipe espalhou Eco Pontos pela cidade de Ibirubá, em escolas, mercados, empresas. Segundo a idealizadora do Juntos Somos Mais, Mari Ribeiro, a ideia da coleta surgiu depois que viu uma postagem em uma rede social comentando sobre o destino correto para esponjas de cozinha. Ela afirma ter ficado empolgada com a ação após se informar mais. “Fiz meu cadastro e fiquei imensamente feliz por poder ajudar o meio ambiente e também reverter um valor para uma Instituição sem fins lucrativos”, conta.

Como participar

Para participar gratuitamente do Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-BriteMR, basta se cadastrar no site, juntar a quantidade mínima de esponjas (500 gramas) para o envio e imprimir uma etiqueta pré-paga dos Correios na página do programa.

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Sobre o Programa Nacional de Reciclagem Scotch- Brite

O Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite, desenvolvido em parceria com a TerraCycle, celebra o marco de mais de 700 mil esponjas de limpeza doméstica coletadas para a reciclagem em 3 anos, o equivalente a 6 toneladas de material que serão reaproveitadas.

A iniciativa é a única no mundo a oferecer um novo destino para esponjas de limpeza doméstica, transformando os resíduos em matéria-prima para fabricar novos produtos como baldes, vasos, lixeiras e pás de lixo, entre outros. Além de oferecer uma solução ambientalmente adequada, o programa oferece aos consumidores a oportunidade de se engajarem em uma causa social.

Ao longo de quase três anos, a ação é resultado do engajamento e mobilização de cerca de 5 mil participantes, distribuídos em aproximadamente 700 times de coleta em todo o país. O estado de São Paulo foi o responsável pelo maior número de esponjas coletadas no período, superando a marca de 240 mil unidades. O Rio Grande do Sul é o segundo Estado que mais enviou esponjas para a reciclagem: 110 mil unidades, seguido por Santa Catarina (97 mil) e Paraná (79 mil).

“O desafio é grande, pois o primeiro passo é a conscientização dos consumidores em separar a esponja usada e enviá-la ao programa pelos Correios, ao invés de descartá-la no lixo doméstico”, explica Emerson Mota, Gerente da Scotch-Brite para Divisão de Cuidados com o Lar da 3M do Brasil. Para conferir o processo de reciclagem completo acesse este vídeo.

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