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Emagreci e pareço mais velha. Por quê? E o que posso fazer?

Problema comum em quem emagreceu demais, a perda do volume facial tende a deixar o rosto com mais flacidez, rugas, olheiras mais intensas, além de um ar mais triste e cansado. Saiba o que fazer para ter o corpo de agora com o rosto vivo de antes

Perder peso não é fácil. E essa parece ser a luta de muitos brasileiros, uma vez que mais da metade da população do país está em sobrepeso enquanto a obesidade atinge uma em cada cinco pessoas, segundo dados do final do ano passado do Ministério da Saúde. Mas para quem conseguiu fazer uma reeducação alimentar, reduziu as quantidades, optou por uma atividade física e está mais magro, surge um outro problema: parecer mais velho.

“Quando pensamos em perda de peso, pensamos sempre na perda de volume e de gordura corporal, num corpo mais esguio, em mais energia e numa autoconfiança perdida que fora agora reconquistada. Até aqui, tudo bem, são efeitos naturais dos quilos perdidos. Mas um processo de perda de peso tem ainda implicações também no rosto, afinal perdemos gordura no corpo inteiro, e isso nem sempre agrada”, afirma o cirurgião plástico Mário Farinazzo, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

De acordo com o médico a perda de peso causa a redução do volume que mantinha a pele mais esticada. “Com essa redução, há uma ‘sobra’ da pele, obviamente se considerarmos uma perda expressiva de gordura”, diz o médico. “Este fenômeno é particularmente mais importante no rosto, sendo mais significativo no terço inferior e no pescoço”, afirma o especialista. A acentuação da flacidez do rosto e do pescoço parece ser a consequência mais clara, porém, mais rugas, mais olheiras e mudança da expressão facial aparecem também.

De acordo com Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia, o ideal é que qualquer emagrecimento rápido ou que conte com perda ponderal de mais de 10% do peso corporal, tenha acompanhamento médico.

“Só assim é possível descartar patologias e carências que agravam os sinais físicos de um emagrecimento não orientado. Como em muitas ocasiões a perda de peso não é monitorada, as intervenções nutrológicas devem ser incorporadas assim que o aspecto de envelhecimento precoce ou acelerado pelo emagrecimento for notado. Com mudanças no hábito alimentar e a prescrição individualizada de suplementos alimentares, muito do aspecto indesejável pode ser minimizado”, diz a médica. “Mas o objetivo nessa situação é obter as melhores respostas e resultados nos procedimentos estéticos ou cirúrgicos eleitos para corrigir cada alteração”, completa.

Apesar de não ser possível combater a genética e de haver fatores que não controlamos, perder peso de forma gradual, ter uma boa alimentação, privilegiar a hidratação, ter uma boa rotina de beleza e não ter hábitos nocivos são formas de atenuar os efeitos da perda de peso. Mas vamos entender o que acontece de fato no processo de emagrecimento expressivo e o que pode ser feito:

desenfo rosto antes e depois

#1 Menos firmeza – flacidez da pele do rosto e do pescoço não é apenas uma consequência do passar dos anos. Quem diz adeus a alguns (ou muitos) quilos pode deparar-se também com esta realidade, visto que a perda de peso leva a uma diminuição do tecido celular subcutâneo na face, havendo redução do volume geral. “Isso faz com que a pele fique mais flácida e com aparência mais enrugada. Além disso, um processo de emagrecimento rápido leva a um aumento da produção de radicais livres, que levam a um maior dano no colagênio, contribuindo para o aumento da flacidez”, esclarece o médico. “A flacidez excessiva que ocorre nos processos de emagrecimento muito rápidos geralmente se dá pelo menor aporte proteico que traz como consequência a redução na síntese de fibras colágenas, que dão estrutura à derme. Além de aminoácidos provenientes de proteínas, as fibras de colágeno precisam de vitamina C para serem formadas e ainda a estrutura de matriz extracelular é composta de minerais como silício. Portanto uma orientação alimentar com aumento de consumo alimentar ou suplementar de proteínas, vitamina C e silício são condicionais nessa situação”, diz Marcella.

Boas formas de atenuar o problema é conciliar a dieta com uma rotina de aplicação de cremes antienvelhecimento de composição com ação antioxidante, como vitamina C, E e resveratrol, que aumentam a firmeza e dão luminosidade à pele. “A aplicação de cremes com retinoides leva a um aumento da produção de colágeno, ajudando a combater a flacidez”. Em clínica, há opções para prevenção e tratamento do problema, como procedimentos como radiofrequência, ultrassom microfocado, preenchimento de ácido hialurônico, mesoterapia, peelings, lasers, entre outros. “A radiofrequência e o ultrassom microfocado são boas opções para a flacidez leve a moderada, enquanto os preenchedores representam uma boa estratégia para devolver um pouco do volume perdido com o processo de emagrecimento”, afirma o médico.

mulher rosto flacido antes depois brightside

#2 Mais rugas – você emagreceu e notou que tem mais rugas? É normal. “Quando perdemos peso, a pele perde a capacidade de retrair por causa do dano no colágeno e na elastina, que são fundamentais para a elasticidade da pele”, explica o cirurgião. “A perda de gordura na face também leva ao aparecimento de mais rugas, pois a pele não tem capacidade para se retrair quando perde o que está debaixo de si, e quanto mais idade a pessoa tem, pior é a capacidade de recuperação. Há rugas que podem aparecer ou ficar ainda mais pronunciadas se já existiam”, argumenta. De acordo com Marcella, as rugas ocorrem em grande parte pelos mesmos motivos que causam a flacidez da pele, porém a radiação ultravioleta agrava ou acelera muito o aparecimento das linhas mais demarcadas.

“Por isso, além de um aporte proteico, de vitamina e silício, para prevenir rugas ou manter os resultados dos tratamentos, o ideal é aumentar a ingestão alimentar ou suplementar de antioxidantes que tenham atividade fotoprotetora oral, como é o caso dos carotenoides, os ácidos graxos ômega 3 e os polifenóis provenientes de frutas vermelhas”, diz a médica. Nas rugas, os preenchedores e a toxina botulínica, segundo o médico, acabam surtindo bons efeitos. “No caso das demarcações mais profundas, quando são muitas, a cirurgia das rugas, ou ritidoplastia, pode trazer mais resultados”, diz o cirurgião.

olheira

#3 Olheiras mais intensas – menos peso pode levar a mais olheiras? Sim. Mais uma vez, a perda de gordura no rosto é a responsável. “Grande parte da nossa gordura facial está, digamos, na zona das bochechas, e quando essa gordura desaparece, essa zona ‘despenca’ e a olheira fica mais pronunciada, podendo apresentar uma cor mais azulada ou azul acastanhada”, afirma o dermatologista Jardis Volpe.

“No caso das olheiras, depois de descartar situações patológicas e equívocos de hábito alimentar, uma hidratação por via oral adequada e a redução do consumo excessivo de sódio deve ser orientado, para evitar a formação frequente de olheiras fundas e bolsas que agravam a flacidez e o envelhecimento precoce na região”, afirma a nutróloga Marcella. Segundo Volpe, os preenchimentos faciais com ácido hialurônico podem ajudar a corrigir a profundidade da olheira e os cuidados diários devem ser feitos com cremes específicos para a área dos olhos, em formulações com retinol, meiyanol, hyaxel, alistin e vitamina C. “Além disso, podemos usar suplementações com Exsynutriment e Bio-Arct”, diz o dermatologista.

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#4 Ar mais cansado e triste – quando a almofada entre a pele e o músculo, que é a gordura, diminui, é comum que a pele fique mais flácida e algumas regiões ao redor dos olhos e da boca ficam muito semelhantes à expressão que usamos quando estamos tristes ou cansados. Os exemplos mais comuns são o aumento da olheira e a queda dos cantos da boca. E esse é um dos principais motivos da consulta pós-perda de peso.

“A pessoa sente-se mais triste, ou seja, a pessoa fica com o rosto mais triste, e é essa tristeza que identificamos e queremos tratar. Quando o fazemos, não estamos apenas a tratar a pele e outras estruturas, estamos também a tratar a expressão. Temos de diagnosticar as emoções da pessoa, não apenas o tipo de pele e o seu estado, temos de identificar a expressão da pessoa, o que transmite”, afirma o cirurgião plástico.

“Se a perda de peso não foi acompanhada, o período de tratamento da pele deve ser, por meio de orientações alimentares e suplementares que preparam o organismo para obter melhores e mais duradouros resultados para os procedimentos corretivos. Além das questões estéticas, um hábito alimentar equilibrado, variado e natural, acompanhado de suplementos alimentares individualizados, são capazes de auxiliar o organismo a manter-se saudável e prevenir disfunções próprias do envelhecimento acelerado”, completa a nutróloga.

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Por fim, os médicos destacam que a mudança de hábitos após o emagrecimento deve priorizar uma alimentação mais balanceada, evitar o cigarro, praticar atividade física e ter uma rotina skincare adequada à pele.

Fontes:

Mário Farinazzo é cirurgião plástico, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o médico é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Professor de Trauma da Face e Rinoplastia da Unifesp e Cirurgião Instrutor do Dallas Rinoplasthy e Dallas Cosmetic Surgery and Medicine Annual Meetings.  
Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
Jardis Volpe é dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.

 

Dieta cetogênica: conheça a dieta que corta drasticamente os carboidratos

Embora apresente considerável eficácia, método deve ser utilizado com cautela e acompanhamento profissional.

Quando se fala em emagrecer, a primeira coisa que a maioria das pessoas pensa é em diminuir o consumo de carboidratos. Um exemplo disso é a dieta cetogênica, que já existe há muito tempo; nos anos 1920, ela surgiu como tratamento para epilepsia, e foi ganhando fama como alternativa para a perda de peso apenas nos anos 1960.

A prática foi evoluindo com o tempo e, hoje em dia, é utilizada até mesmo por famosas, como as atrizes Giovanna Antonelli e a norte-americana Megan Fox. Segundo Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia, a dieta é eficaz, mas a custos altos: “Fisiologicamente falando, faz sentido diminuir o apetite por meio da produção dos corpos cetônicos, mas a prática traz efeitos colaterais relevantes e não deve ser iniciada sem o acompanhamento de um especialista”, afirma.

Como explica a nutróloga, geralmente, as refeições nessa dieta são compostas de proteínas de alto valor biológico; cada uma dessas refeições contém proteínas, carboidratos e gorduras, em quantidades e calorias restritas e costuma ter três fases: ativa, reeducação e manutenção.

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Foto: Shutterstock

“A fase ativa pode variar de 30 a 45 dias é a que ocorre a maior perda de peso. Na segunda fase, a de reeducação, o paciente vai incorporando, gradualmente, comidas naturais e saudáveis na sua rotina. Após uma dieta muito restrita, a pessoa retorna a se alimentar com uma quantidade mais segura de calorias, no geral, em torno de 1200 a 1800 por dia, mas nessa fase ainda há perda de peso – ainda que menor do que na fase anterior. Por fim, vem a fase de manutenção do peso obtido nas duas fases anteriores”, detalha.

A grande questão que cerca o tema é: a dieta cetogênica é segura? Segundo a Dra. Marcella, sim, mas com ressalvas. “É uma dieta que não pode ser feita por tempo prolongado; é eficaz a médio e curto prazo, e não pode ser seguida por qualquer pessoa. No grupo que deve evitar a prática estão os diabéticos, os hipertensos, e pacientes com problemas no fígado ou rim. O alto consumo de gorduras é outro ponto a ser considerado antes de optar pelo plano, já que, ao fazer com que 90% das calorias venham da gordura, há o risco de alterações no perfil lipídico”, completa.

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Em suma, pode-se dizer que a dieta cetogênica tem, sim, eficácia, especialmente no combate à obesidade e/ou síndrome metabólica. No entanto, deve ser feita sob acompanhamento nutrológico, para que os riscos de efeitos colaterais sejam excluídos, assim como para uma boa indicação de alimentos. Além disso, a médica reforça: “O tempo máximo para praticar a dieta cetogênica deve ser de seis meses”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Férias de verão: é possível aproveitar sem se preocupar com a balança

Os quilos extras estão te incomodando? Calma. Nutricionista dá 5 dicas que vão te ajudar a perder peso de forma saudável nos dias de folga 

O verão é considerado por muitos, a melhor época do ano. E motivos não faltam, não é mesmo? Afinal, é nessa estação que os dias são mais longos, o clima é mais quente, as praias ficam lotadas e as pessoas aproveitam para tirar férias, viajar, passear e curtir os momentos com a família e amigos. Alguns chegam até a fazer loucuras para perder peso quando se lembram dos quilos extras que ganharam no fim do ano.

Esse desespero às vésperas da estação pode não funcionar e alguns hábitos podem comprometer uma dieta equilibrada. Por isso, é importante lembrar dos cuidados diários com o corpo. Um estudo realizado pelo site Female First mostra que as mulheres pesam, em média, três quilos a menos no verão.

Quando questionadas sobre as preocupações em relação ao corpo, elas responderam que o fato de olhar fotos antigas e não servir na roupa que tanto gostavam, era uma sensação angustiante. Das 2 mil mulheres que participaram da pesquisa, 32% disseram que ter um amigo próximo em forma as motivou a seguirem um estilo de vida mais saudável para estarem mais magras no verão.

Mas, é possível manter a dieta e o peso mesmo nesta época do ano? Matheus Motta, Nutricionista do Vigilantes do Peso explica que o verão é um incentivo a mais na hora de buscar o peso saudável e a aparência dos sonhos. “É possível sim, manter uma rotina equilibrada. Basta planejar-se com antecedência, lembrando sempre de manter uma alimentação saudável e uma boa rotina de atividades físicas. Isso além de proporcionar bem-estar, vai fazer aqueles quilos indesejáveis irem embora”, explica.

Confira as dicas que separamos para aproveitar o verão e ainda emagrecer:

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• Mude seus hábitos: tenha em mente que para alterar hábitos é preciso paciência e perseverança. Vá com calma. Quando começar a perceber as mudanças – não só na balança – verá que a jornada  está valendo a pena.

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• Permita-se: sua relação com a comida deve ser a mais natural possível, sem sofrimento e nem restrições. Não é preciso se privar do convívio social e nem deixar de comer fora, só porque está de dieta. 

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• Pratique exercícios: se exercitar com regularidade contribui para o ganho de massa muscular e perda de gordura. Além de evitar quadros de estresse, ansiedade, insônia e depressão. Escolha a atividade que mais te agrada e mexa-se. Seu corpo irá agradecer.

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• Hidrate-se: com as altas temperaturas, perdemos muito líquido por meio do suor e, quando temos a sensação de sede, é porque já perdemos uma boa parte da hidratação do organismo. A água refresca e contribui para o bom funcionamento do organismo. Além de regular a temperatura do corpo, ela faz bem à pele, ao aparelho digestivo e aos rins.

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Pixabay

5. Escolha o que comer: na praia ou em passeios ao ar livre, procure ingerir bastante líquido e escolha sempre comer alimentos frescos. Sanduíches de pão integral com proteínas magras, como peito de peru light ou queijo cottage, são uma boa opção.

Siga esses conselhos e transforme o seu dia a dia, sem restrições – coma melhor, mexa-se mais e seja mais feliz. Comer bem implica em qualidade de vida, bem-estar, saúde, disposição e elevação da autoestima.

Fontes: Vigilantes do Peso / Female First

Projeto verão: ainda dá tempo para começar

Especialista lista dicas para iniciar uma reeducação alimentar e garantir bons resultados para a saúde e o corpo

No verão, é comum todos se preocuparem mais com o físico, já que as roupas deixam o corpo mais à mostra e as temporadas na praia e os dias de piscina são mais frequentes. De acordo com Ana Pallottini, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), não é preciso radicalismo para obter resultados e ainda dá tempo de começar uma mudança de estilo de vida, melhorando a alimentação e incluindo atividade física na rotina, sem colocar a saúde em risco.

“Muitas pessoas se aventuram em dietas restritivas em busca de efeitos imediatos, com cardápios que eliminam os alimentos fontes de carboidratos, por exemplo”, explica Ana.

A nutricionista destaca que o planejamento inicial também pode ser usado como um incentivo às mudanças permanentes no dia a dia, evitando assim, o efeito rebote ou sanfona, quando todo resultado conquistado se perde. “A alimentação adotada deve ser sustentável em longo prazo, saborosa e saudável. Dessa forma é mais fácil seguir o cardápio por mais tempo, passando de uma dieta para uma reeducação alimentar”, pontua.

Abaixo, Ana lista cinco dicas para chegar ao verão com um corpo bonito e saudável:

• Dê atenção para o café da manhã

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Pixabay

Começar o dia com uma refeição equilibrada garante mais energia, saciedade e disposição ao longo do dia. Aposte em um pão de forma integral ou torradas, que fornecem carboidratos e energia. Para acompanhar, queijo ou ovo mexido, que fornecem proteínas e, como complemento, fruta da estação ou suco de fruta natural, misturados com semente de linhaça ou chia, que acrescentam fibras, vitaminas e minerais.

• Capriche nas saladas

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Pixabay

Frescas e refrescantes, as saladas são boas opções para os dias mais quentes, especialmente para o jantar. Combinando alguns ingredientes, é possível elaborar uma refeição completa, leve e balanceada. Acrescente frango desfiado, ovos de codorna, atum ou grão de bico, que são os alimentos fontes de proteína. E, para acompanhar, croutons caseiros. É só cortar o pão de forma em quadradinhos, regar com um fio de azeite de oliva e orégano e torrar no forno.

• Prepare sorvetes caseiros e refrescantes

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Um lanche leve entre as refeições principais pode ajudar a controlar a fome e trazer mais disposição e energia para o dia. Frutas são boas opções para esse momento, e podem se tornar mais atrativas e apetitosas em forma de sorvete. A sugestão é picar uma banana e levá-la ao congelador. Depois de congelada, bater em um mixer com cacau em pó e um pouco de mel. Para dar aquele toque especial, quebre alguns biscoitos integrais de cacau junte à “massa” do sorvete.

• Pratique atividade física

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Comece a rotina de exercícios físicos aos poucos e escolha uma atividade prazerosa para você. Aproveite o sol e os dias mais longos e se exercite ao ar livre, quando possível, praticando corrida, caminhada ou natação. Reserve ao menos três dias da semana para atividades de uma hora. Desta forma já é possível cumprir a recomendação da Organização Mundial de Saúde de 150 minutos de exercício semanais.

• Estipule metas realistas

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Eleve a autoestima e trace metas realistas, condizentes com sua rotina e com o seu biotipo. É possível perder peso ou ficar com o corpo mais definido, mas dentro do que seria ideal para cada um, sem sofrimento e sem arriscar a saúde.

Fonte: Abimapi

Projeto Leve: emagrecimento humanizado

Um programa de emagrecimento humanizado, que vai muito além da questão estética e vem revolucionando o modo de fazer dieta

O que será que aconteceu na sua vida que provocou em você o hábito de “mastigar suas emoções”? Essa é a pergunta que o programa ajuda os participantes a responderem durante o processo de emagrecimento.

Projeto Leve é um programa de emagrecimento criado por Gabrielle Schafer que ajudou milhares de pessoas a emagrecer, a criar hábitos saudáveis e mudar definitivamente a vida de cada uma delas. Com a criação da versão online do programa, agora o Brasil inteiro tem acesso a essa forma inovadora de emagrecer.

O Projeto Leve vai muito além de uma dieta balanceada com restrição de uma série de alimentos e segue por um caminho que transcende o “prato colorido”. Mais do que um processo de emagrecimento, o programa trabalha o autoconhecimento do participante para que ele possa descobrir, entender e curar interiormente o que desencadeou o problema.

O grande diferencial do Projeto Leve é o acompanhamento diário, realizado através de um grupo de WhatsApp que tem uma equipe multidisciplinar a disposição dos participantes. Esta equipe conta com uma nutricionista, um consultor esportivo e uma fisioterapeuta que também é life coach.

“Desta forma a pessoa não se sente sozinha, mas acolhida e motivada e isso diminui consideravelmente o risco da autossabotagem, diferente do que acontece com outros processos de emagrecimento com visitas mensais e isoladas”, explica Gabrielle Schafer, criadora do projeto.

Criado há quatro anos, o programa atende as necessidades dos mais diferentes públicos. Ele atende homens e mulheres a partir de 18 anos que estejam insatisfeitos com o peso e/ou com a aparência. Para quem já passou por inúmeras dietas e já está quase desistindo da ideia de emagrecer. Serve também para quem deseja criar hábitos mais saudáveis e para quem sofre com o “efeito sanfona”.

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Tão comum na vida de quem luta contra a balança, o efeito sanfona, acontece porque as pessoas se submetem aos processos de emagrecimento sem levar em conta dois fatores fundamentais:

1º) emagrecer e se manter magro requer mudanças sólidas de hábitos e crenças, caso contrário, a pessoa certamente engordará de novo;

2º) é preciso se olhar, revisitar a própria história para que seja detectado como e quando o problema foi desencadeado. Isso é o que chamamos de “cura interior”.

Olhar para essas duas questões com respeito e compaixão, é sem dúvida um dos diferenciais do Projeto Leve. E isso só foi possível graças a dedicação e o cuidado de Gabrielle em desenvolver um programa de emagrecimento que proporcionasse ao participante mais do que a conquista de um corpo magro.

Ela queria oferecer aos seus clientes a possibilidade deles se olharem, se respeitarem e, sobretudo se amarem para assim, poderem transformar suas vidas e reescreverem suas histórias. “Meu maior sonho é transformar a vida do maior número de pessoas, para que elas tenham mais saúde, autoestima e felicidade”, finaliza Gabrielle.

Sobre Gabrielle Schafer

Fisioterapeuta formada, mentora de emagrecimento e mãe de três filhos, a paulistana Gabrielle Schafer soma mais de 19 anos dedicados à área da saúde. Ao longo desta caminhada, foram inúmeros cursos de estética e emagrecimento realizados no Brasil e no exterior, sempre com o intuito de oferecer mais e melhor aos seus clientes e pacientes. Empreendedora nata, e focada na missão de transformar vidas, há quatro anos Gabrielle se dedica ao Projeto Leve. Diante dos resultados extraordinários conquistados com o programa, e com a intenção de ensinar o maior número de pessoas, que a vida pode ser leve e saudável sem sofrimento, o Projeto se tornou o carro chefe dos negócios da empresária.

Como as emoções afetam as escolhas alimentares?

Terapeuta do emagrecimento fala sobre o tema e dá dicas para comermos com mais consciência

Você sabia que sua alimentação pode estar sendo afetada pelos seus sentimentos? E que, talvez, esses sentimentos – estresse, ansiedade, depressão – estejam dificultando hábitos mais saudáveis e até a perda de peso? Segundo a psicóloga clínica, especialista em saúde focada em emagrecimento, nutrição emocional e comportamental Daiana Peixé, nossas emoções afetam nossas escolhas porque o ser humano é guiado por duas forças: a busca pelo prazer e o medo da dor.

A consequência disso, é nossa tendência em optar por alimentos que estejam associados ao prazer, ao afeto, alimentos que preencham aquela determinada necessidade emocional, e se não estivermos atentos, isso pode causar não só o ganho de peso como também outros problemas relacionados a má alimentação.

“É por isso que as nossas emoções afetam tanto as nossas escolhas, inclusive alimentares. Se não estamos bem emocionalmente, automaticamente vamos buscar alternativas que ajudem a melhorar aquela situação, e na grande maioria das vezes a opção escolhida é por um prazer imediato, que não é tão saudável”, avalia a terapeuta.

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Vamos usar aqui o seguinte exemplo: você chega em casa após um dia cansativo de trabalho e pede uma pizza. Automaticamente, seu cérebro associa esse ato a algo bom, como uma “recompensa”, sendo assim, da próxima vez que você chegar em casa cansado, sua mente pedirá automaticamente por aquela recompensa. De acordo com Daiana, são essas escolhas emocionais que acabam fazendo com que a pessoa entre em um ciclo vicioso de dopamina e serotonina, atrelando imediatamente aquele alimento ao prazer.

“Isto acontece porque quando pensamos em determinado alimento, seja ele doce ou fritura (nossas escolhas mais comuns), temos uma descarga da dopamina, que é o prazer imediato, seguido de uma descarga de serotonina, que é o prazer de recompensa”, explica.

E por que o nosso cérebro entende isso como “recompensa”? Simples. Ao escolher a pizza, para compensar – mesmo que inconscientemente – a dor e o cansaço, e ainda ter o prazer imediato ao saborear, você acaba criando um hábito. Ou seja, automaticamente o seu cérebro vai atrelar a pizza a uma “recompensa” quando seus dias forem cansativos. Isso serve para explicar aquele seu desejo enorme por alimentos ricos em açúcar e fritura.

“É por causa desse ciclo de recompensa que as pessoas criam hábitos de comer um doce após o almoço, um chocolate quando se sentem tristes, uma coxinha para aliviar o estresse. É graças a este “prazer” que o nosso cérebro cria uma imagem e associa aquilo a algo bom. O grande problema, ocorre quando temos a queda da dopamina, pois, esse ciclo inicia novamente, tornando algo incontrolável”, complementa.

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Se você está com tal problema, a primeira coisa a ser feita para melhorar este cenário, é identificar a situação pela qual você está buscando aquele alimento, se é por necessidade física ou se é emocional. Isto feito, é preciso desenvolver novos hábitos, os quais vão ter o mesmo efeito de prazer causado pelo ciclo de dopamina e serotonina. Caso você venha a ter muita dificuldade, o aconselhado é procurar ajuda de um especialista.

“É importante ter consciência quando você sente fome, parar e se perguntar se você está realmente sentindo aquilo. Se a resposta for sim, tente analisar se é uma fome “física”, que precisa ser saciada para nutrir o seu corpo, ou se é fome “emocional”, aquela que você nutre a sua alma. Nem sempre é fácil ter essa consciência, muitas vezes precisamos de ajuda, e o ideal é sempre procurar um especialista para te orientar”, finaliza Daiana.

Oito passos para você criar novos hábitos alimentares

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1. Decida qual ciclo você prefere seguir: o do prazer da comida ou da vida saudável;

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2. Tenha consciência sobre sua fome emocional; avalie o ato, mostrando os ganhos imediatos e secundários de cada decisão;

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Foto: Shutterstock

3. Faça substituições saudáveis.

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4. Aprenda a mudar sua relação com o alimento que a fez entrar nesse ciclo.

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5. Ria! Rir ajuda a aumentar os níveis de dopamina. Veja filmes de comédia, se divirta mais.

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6. Treine sua consciência alimentar.

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7. Visualize sempre as recompensas imediatas e tardias de suas escolhas.

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8. Se não estiver conseguindo, procure ajuda.

Fonte: Daiana Peixé

Cirurgia bariátrica não pode ser entendida como questão estética, diz especialista

Dados revelam crescimento dos números de procedimentos para redução de estômago no Brasil

Uma pesquisa recém divulgada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) apontam para o crescimento no volume de intervenções realizadas no Brasil: houve um salto de 85% na quantidades de procedimentos feitos entre 2011 e 2018. Ao todo, a entidade estima que nos 7 anos contabilizados, 424.682 realizaram a chamada redução de estômago. Ainda de acordo SBCBM, no Brasil estima-se que 13,6 milhões de pessoas têm o perfil para se submeter ao procedimento.

Essa realidade é reforçada por dados do Ministério da Saúde: uma em cada cinco brasileiros está acima do peso. Atualmente, a obesidade é uma das condições de saúde mais presentes na população e está relacionada tanto a fatores genéticos quanto hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentação desequilibrada e sedentarismo.

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Iluatração: Medscape

De acordo com o cirurgião bariátrico Thales Delmondes Galvão, contudo é preciso alertar a população sobre os critérios que tornam uma pessoa elegível à intervenção. Um dos fatores limitantes e essenciais para a realização da cirurgia está relacionado ao perfil de paciente.

“A redução de estômago é recomendada para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 40, ou maior que 35, desde que possuam um conjunto de doenças associadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e dislipidemias (anomalias dos lipídios no sangue). Além disso, a cirurgia também é recomendada para pacientes com o IMC maior que 30 com diabetes de difícil controle”, explica o médico.

Saúde x Estética

A imagem mais esbelta e a busca por padrões de medida tidos como os ideais salta aos olhos de quem desconhece o tema a fundo. Nas mídias sociais, páginas de pessoas que obtiveram rápida perda de peso ressaltam o apelo visual como principal fator de referência sobre o tema. No entanto, Galvão alerta que é preciso cautela para que a redução de estômago não seja encarada como uma mera cirurgia estética.

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“Conceitualmente, a beleza deve ser o último fator para o paciente procurar a cirurgia bariátrica. Por conta de todos os riscos presentes no diagnóstico, a qualidade de vida deve ser priorizada”, explica o médico.

Caso o paciente opte por realizar a redução de estômago, é necessário reforçar que a cirurgia não é a única ação a ser tomada para o início de uma vida mais saudável. O paciente deve buscar acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que vai além do cirurgião e inclua ainda cardiologista, nutricionista, endocrinologista, fisioterapeuta, pneumologista e psicólogo. Desta forma, o apoio pré e pós o procedimento cirúrgico estará garantido.

Fonte: Thales Delmondes Galvão é especialista em Cirurgia Aparelho Digestivo, Especialista em Cirurgia Bariátrica, SBCBM

Nutricionistas indicam os melhores (e piores) alimentos para perder peso

Então você está querendo perder um pouco de peso? Provavelmente todos já deveríamos saber que a restrição calórica direta não é o melhor método para perda de peso. Em vez disso, escolher os alimentos certos, em vez de nenhum alimento, é o caminho a percorrer. Mas como uma pessoa pode saber quais alimentos incentivam com sucesso a perda de peso? Quais ajudam a reduzir inflamações, suprimem o apetite e o mantêm satisfeito por mais tempo, enquanto proporcionam todos os nutrientes necessários?

Para descobrir, foram ouvidos três nutricionistas de confiança que informaram sobre as melhores opções para perder peso. Continue lendo para descobrir os seis melhores (e os três piores) alimentos para perda de peso.

Os melhores alimentos

1. Salmão

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“Dietas ricas em ácidos graxos monoinsaturados, como as encontradas no salmão, podem proporcionar uma redução maior na gordura abdominal do que uma dieta com pouca gordura”, diz Christy Shatlock, nutricionista do BistroMD, um serviço de entrega de refeições projetado por médicos nos Estados Unidos. Esses ácidos graxos também ajudam a aumentar a função e o foco do cérebro (porque estar em forma e brilhante é o objetivo real). “Além disso, o salmão é uma excelente fonte de iodo, essencial para o bom funcionamento da tireoide e o metabolismo ideal”, diz Christy.

2. Abacate

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Foto: Avocado.org

Com alto teor de fibras, gorduras saudáveis, vitaminas, minerais e fitonutrientes, o abacate é um alimento poderoso para a pele, o cabelo e o corpo esbelto. As gorduras saudáveis que eles possuem mantêm você “satisfeito por mais tempo” e são “menos calóricos que a quantidade equivalente de manteiga ou maionese”, explica a nutricionista Lauren O’Connor. Além disso, os abacates contêm ácido oleico, um composto que Christy diz que pode “suprimir a fome, ajudar a prevenir o excesso de calorias e incentivar a perda de peso”.

3. Ovos

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Foto: Mark Graf/Moguefile

Um café da manhã regular de ovos ricos em nutrientes pode ajudar a melhorar a perda de peso”, diz Christy. “Uma ótima fonte de proteína, os ovos vão satisfazer sua fome por um longo período de tempo.”

Mas certifique-se de comer o ovo inteiro, não apenas as claras. “As claras de ovos são de baixa caloria, mas se você está comendo apenas o branco, está perdendo uma tonelada de nutrientes, incluindo selênio, colina, luteína, vitamina B2, vitamina B12 e vitamina A”, explica a técnica de nutrição clínica e psicóloga Candice Seti, terapeuta da perda de peso.

“Embora as gemas contenham colesterol, a maioria dos estudos demonstrou que a ingestão de gemas melhora níveis de colesterol e diminui o risco de doenças cardíacas” Candice acrescenta. “Portanto, comer o ovo inteiro pode ajudar seu coração, seus olhos, seu cérebro, sua pele, seu sistema imunológico e seu peso.”

4. Arroz integral

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Foto: Jules – Stonesoup

É verdade – os carboidratos podem ajudar a incentivar a perda de peso (pelo menos os tipos certos de carboidratos). “O BistroMD recomenda uma ingestão moderada de carboidratos complexos durante uma dieta de perda de peso”, diz Christy. O arroz integral é o carboidrato ideal para perda de peso, pois é considerado um amido resistente.

Como explica Christy, “Diferentemente do arroz branco, o amido resistente do arroz integral ajuda a aumentar o metabolismo e queima a gordura. O arroz marrom também é mais rico em fibras, reduzindo o apetite por mais tempo do que as calorias vazias dos amidos refinados”.

5. Brócolis

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“Uma única porção de brócolis inclui alto teor de fibras e poucas calorias”, diz Christy. “Comparado com outros vegetais, o brócolis também contém uma quantidade considerável de proteína – aproximadamente 4 gramas em uma única porção”.

6. Maçã

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Segundo nutricionistas, este “lanche clássico” é um dos melhores e mais convenientes alimentos para perda de peso. “As maçãs contêm uma variedade de nutrientes saudáveis para o coração e têm fibras suficientes para mantê-lo satisfeito”, diz Lauren.

Além disso, as maçãs também ajudam a suprimir ativamente a fome. “Estudos mostram que comer meia maçã antes de uma refeição resulta em menor consumo de calorias”, diz Christy.

Os piores alimentos

 

1. Saladas prontas

salada pronta POPSUGAR PHOTOGRAPHY NICOLE PERRY
Foto: Nicole Perry/Popsugar Photography

“As pessoas geralmente assumem que a palavra ‘salada’ deve ser saudável, mas as saladas geralmente contêm as mesmas (se não mais) calorias e gorduras que um cheeseburger”, diz Christy. E os temperos e coberturas crocantes geralmente são os culpados.

Em vez disso, Lauren recomenda o uso de óleo e vinagre. “Ou faça seu próprio molho como um vinagrete de frutas cítrico caseiro e use, no mínimo, uma a duas colheres de chá na salada”, acrescenta ela. “Truque: coloque alface lavada e totalmente seca e vegetais crocantes em um saco plástico ou na Tupperware, adicione molho mínimo, feche bem e agite vigorosamente para revestir bem e obter todos os sabores”. Em vez de croutons, adicione algumas nozes ou sementes para dar sabor e textura.

2. Alimentos “sem gordura” e “baixa caloria”

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Os alimentos marcados como “isentos de gordura” ou “100 calorias” podem parecer amigáveis à perda de peso, mas as especialistas dizem que é melhor ficar longe. “Esses lanches costumam estar cheios de aditivos, produtos químicos, principalmente amido e têm muito pouco valor nutritivo”, diz Lauren. Além disso, são completamente insatisfatórios, fazendo com que você se sinta mais faminto mais tarde.

“Estudos sobre comportamento alimentar mostraram que, ao consumir produtos com baixo teor de gordura, as pessoas tendem a comer até 50% a mais”, acrescenta Candice. Desprovidos de gordura e nutrientes, esses tipos de alimentos também tendem a ser mais ricos em açúcar, o que pode causar flutuações nos níveis de açúcar no sangue – ruim para a saúde do coração e ruim para perda de peso.

3. Pão processado e manteiga falsa

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Free Food Photos

Como aprendemos, nem todos os carboidratos são ruins, mas nenhum nutricionista recomendaria pão branco de sanduíche embalado. “Farinhas e pães brancos são essencialmente produtos de trigo retirados de fibras e nutrientes benéficos, sem agregar valor nutricional à sua dieta”, diz Shatlock.

Coma pão branco com margarina e você estará com problemas. Muitas manteigas falsas contêm gorduras trans (também conhecidas como gorduras hidrogenadas), que são difíceis de metabolizar pelo organismo. “Então elas ficam nos nossos tecidos adiposos e realmente nos impedem de usar outras proteínas e gorduras”, explica Candice. “Como resultado, as gorduras trans estão finalmente ligadas ao aumento do colesterol ‘ruim’ e doenças cardíacas, aumento da inflamação e doenças metabólicas. Verifique os rótulos do produtos antes de comprar!”

Fonte: Amanda Montell / Byrdie

Nutricionista dá dicas práticas para perder peso

Sabemos que fazer dieta nem sempre é algo fácil. Principalmente para quem já tentou de tudo e parece não encontrar nada que possa seguir de forma consistente. Por isso, a nutricionista Gabriela Forte, do Espaço Volpi dividiu um plano em quatro partes para que as pessoas possam seguir e conseguir diminuir um pouco do peso.

Consuma esses alimentos o menos possível

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Pão francês, biscoitos, bolos e refrigerantes. Uma dieta rica nesses alimentos, além de ser muito mais calórica e pouco nutritiva, ainda aumenta as chances de problemas cardiovasculares, gástricos e respiratórios.

Consuma esses alimentos em eventos e ocasiões especiais

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Fast-food, bebidas alcoólicas, pizzas e hambúrgueres. É possível se encontrar em situações sociais com álcool e escolhas alimentares que não são as melhores. Tudo bem! Se é apenas uma ou duas vezes por semana e a pessoa tem maneirado na alimentação.

Consuma esses alimentos entre os compromissos

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Whey, frutas e barras proteicas. Quando está no trânsito, a pessoa deve ter sempre lanches leves e nutritivos para não acabar consumindo junk food.

Consuma esses alimentos o máximo possível

verduras legumes frutas

Alimentos naturais e integrais como frutas, verduras, carne magra e ovos. Na maioria das vezes a pessoa deve comer alimentos integrais nutritivos e beber líquidos com calorias zero.

Fonte: Gabriela Forte, do Espaço Volpi