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Projeto Leve: emagrecimento humanizado

Um programa de emagrecimento humanizado, que vai muito além da questão estética e vem revolucionando o modo de fazer dieta

O que será que aconteceu na sua vida que provocou em você o hábito de “mastigar suas emoções”? Essa é a pergunta que o programa ajuda os participantes a responderem durante o processo de emagrecimento.

Projeto Leve é um programa de emagrecimento criado por Gabrielle Schafer que ajudou milhares de pessoas a emagrecer, a criar hábitos saudáveis e mudar definitivamente a vida de cada uma delas. Com a criação da versão online do programa, agora o Brasil inteiro tem acesso a essa forma inovadora de emagrecer.

O Projeto Leve vai muito além de uma dieta balanceada com restrição de uma série de alimentos e segue por um caminho que transcende o “prato colorido”. Mais do que um processo de emagrecimento, o programa trabalha o autoconhecimento do participante para que ele possa descobrir, entender e curar interiormente o que desencadeou o problema.

O grande diferencial do Projeto Leve é o acompanhamento diário, realizado através de um grupo de WhatsApp que tem uma equipe multidisciplinar a disposição dos participantes. Esta equipe conta com uma nutricionista, um consultor esportivo e uma fisioterapeuta que também é life coach.

“Desta forma a pessoa não se sente sozinha, mas acolhida e motivada e isso diminui consideravelmente o risco da autossabotagem, diferente do que acontece com outros processos de emagrecimento com visitas mensais e isoladas”, explica Gabrielle Schafer, criadora do projeto.

Criado há quatro anos, o programa atende as necessidades dos mais diferentes públicos. Ele atende homens e mulheres a partir de 18 anos que estejam insatisfeitos com o peso e/ou com a aparência. Para quem já passou por inúmeras dietas e já está quase desistindo da ideia de emagrecer. Serve também para quem deseja criar hábitos mais saudáveis e para quem sofre com o “efeito sanfona”.

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Tão comum na vida de quem luta contra a balança, o efeito sanfona, acontece porque as pessoas se submetem aos processos de emagrecimento sem levar em conta dois fatores fundamentais:

1º) emagrecer e se manter magro requer mudanças sólidas de hábitos e crenças, caso contrário, a pessoa certamente engordará de novo;

2º) é preciso se olhar, revisitar a própria história para que seja detectado como e quando o problema foi desencadeado. Isso é o que chamamos de “cura interior”.

Olhar para essas duas questões com respeito e compaixão, é sem dúvida um dos diferenciais do Projeto Leve. E isso só foi possível graças a dedicação e o cuidado de Gabrielle em desenvolver um programa de emagrecimento que proporcionasse ao participante mais do que a conquista de um corpo magro.

Ela queria oferecer aos seus clientes a possibilidade deles se olharem, se respeitarem e, sobretudo se amarem para assim, poderem transformar suas vidas e reescreverem suas histórias. “Meu maior sonho é transformar a vida do maior número de pessoas, para que elas tenham mais saúde, autoestima e felicidade”, finaliza Gabrielle.

Sobre Gabrielle Schafer

Fisioterapeuta formada, mentora de emagrecimento e mãe de três filhos, a paulistana Gabrielle Schafer soma mais de 19 anos dedicados à área da saúde. Ao longo desta caminhada, foram inúmeros cursos de estética e emagrecimento realizados no Brasil e no exterior, sempre com o intuito de oferecer mais e melhor aos seus clientes e pacientes. Empreendedora nata, e focada na missão de transformar vidas, há quatro anos Gabrielle se dedica ao Projeto Leve. Diante dos resultados extraordinários conquistados com o programa, e com a intenção de ensinar o maior número de pessoas, que a vida pode ser leve e saudável sem sofrimento, o Projeto se tornou o carro chefe dos negócios da empresária.

Como as emoções afetam as escolhas alimentares?

Terapeuta do emagrecimento fala sobre o tema e dá dicas para comermos com mais consciência

Você sabia que sua alimentação pode estar sendo afetada pelos seus sentimentos? E que, talvez, esses sentimentos – estresse, ansiedade, depressão – estejam dificultando hábitos mais saudáveis e até a perda de peso? Segundo a psicóloga clínica, especialista em saúde focada em emagrecimento, nutrição emocional e comportamental Daiana Peixé, nossas emoções afetam nossas escolhas porque o ser humano é guiado por duas forças: a busca pelo prazer e o medo da dor.

A consequência disso, é nossa tendência em optar por alimentos que estejam associados ao prazer, ao afeto, alimentos que preencham aquela determinada necessidade emocional, e se não estivermos atentos, isso pode causar não só o ganho de peso como também outros problemas relacionados a má alimentação.

“É por isso que as nossas emoções afetam tanto as nossas escolhas, inclusive alimentares. Se não estamos bem emocionalmente, automaticamente vamos buscar alternativas que ajudem a melhorar aquela situação, e na grande maioria das vezes a opção escolhida é por um prazer imediato, que não é tão saudável”, avalia a terapeuta.

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Vamos usar aqui o seguinte exemplo: você chega em casa após um dia cansativo de trabalho e pede uma pizza. Automaticamente, seu cérebro associa esse ato a algo bom, como uma “recompensa”, sendo assim, da próxima vez que você chegar em casa cansado, sua mente pedirá automaticamente por aquela recompensa. De acordo com Daiana, são essas escolhas emocionais que acabam fazendo com que a pessoa entre em um ciclo vicioso de dopamina e serotonina, atrelando imediatamente aquele alimento ao prazer.

“Isto acontece porque quando pensamos em determinado alimento, seja ele doce ou fritura (nossas escolhas mais comuns), temos uma descarga da dopamina, que é o prazer imediato, seguido de uma descarga de serotonina, que é o prazer de recompensa”, explica.

E por que o nosso cérebro entende isso como “recompensa”? Simples. Ao escolher a pizza, para compensar – mesmo que inconscientemente – a dor e o cansaço, e ainda ter o prazer imediato ao saborear, você acaba criando um hábito. Ou seja, automaticamente o seu cérebro vai atrelar a pizza a uma “recompensa” quando seus dias forem cansativos. Isso serve para explicar aquele seu desejo enorme por alimentos ricos em açúcar e fritura.

“É por causa desse ciclo de recompensa que as pessoas criam hábitos de comer um doce após o almoço, um chocolate quando se sentem tristes, uma coxinha para aliviar o estresse. É graças a este “prazer” que o nosso cérebro cria uma imagem e associa aquilo a algo bom. O grande problema, ocorre quando temos a queda da dopamina, pois, esse ciclo inicia novamente, tornando algo incontrolável”, complementa.

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Se você está com tal problema, a primeira coisa a ser feita para melhorar este cenário, é identificar a situação pela qual você está buscando aquele alimento, se é por necessidade física ou se é emocional. Isto feito, é preciso desenvolver novos hábitos, os quais vão ter o mesmo efeito de prazer causado pelo ciclo de dopamina e serotonina. Caso você venha a ter muita dificuldade, o aconselhado é procurar ajuda de um especialista.

“É importante ter consciência quando você sente fome, parar e se perguntar se você está realmente sentindo aquilo. Se a resposta for sim, tente analisar se é uma fome “física”, que precisa ser saciada para nutrir o seu corpo, ou se é fome “emocional”, aquela que você nutre a sua alma. Nem sempre é fácil ter essa consciência, muitas vezes precisamos de ajuda, e o ideal é sempre procurar um especialista para te orientar”, finaliza Daiana.

Oito passos para você criar novos hábitos alimentares

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1. Decida qual ciclo você prefere seguir: o do prazer da comida ou da vida saudável;

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2. Tenha consciência sobre sua fome emocional; avalie o ato, mostrando os ganhos imediatos e secundários de cada decisão;

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Foto: Shutterstock

3. Faça substituições saudáveis.

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4. Aprenda a mudar sua relação com o alimento que a fez entrar nesse ciclo.

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5. Ria! Rir ajuda a aumentar os níveis de dopamina. Veja filmes de comédia, se divirta mais.

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6. Treine sua consciência alimentar.

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7. Visualize sempre as recompensas imediatas e tardias de suas escolhas.

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8. Se não estiver conseguindo, procure ajuda.

Fonte: Daiana Peixé

Cirurgia bariátrica não pode ser entendida como questão estética, diz especialista

Dados revelam crescimento dos números de procedimentos para redução de estômago no Brasil

Uma pesquisa recém divulgada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) apontam para o crescimento no volume de intervenções realizadas no Brasil: houve um salto de 85% na quantidades de procedimentos feitos entre 2011 e 2018. Ao todo, a entidade estima que nos 7 anos contabilizados, 424.682 realizaram a chamada redução de estômago. Ainda de acordo SBCBM, no Brasil estima-se que 13,6 milhões de pessoas têm o perfil para se submeter ao procedimento.

Essa realidade é reforçada por dados do Ministério da Saúde: uma em cada cinco brasileiros está acima do peso. Atualmente, a obesidade é uma das condições de saúde mais presentes na população e está relacionada tanto a fatores genéticos quanto hábitos de vida pouco saudáveis, como alimentação desequilibrada e sedentarismo.

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Iluatração: Medscape

De acordo com o cirurgião bariátrico Thales Delmondes Galvão, contudo é preciso alertar a população sobre os critérios que tornam uma pessoa elegível à intervenção. Um dos fatores limitantes e essenciais para a realização da cirurgia está relacionado ao perfil de paciente.

“A redução de estômago é recomendada para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 40, ou maior que 35, desde que possuam um conjunto de doenças associadas à obesidade, como diabetes, hipertensão e dislipidemias (anomalias dos lipídios no sangue). Além disso, a cirurgia também é recomendada para pacientes com o IMC maior que 30 com diabetes de difícil controle”, explica o médico.

Saúde x Estética

A imagem mais esbelta e a busca por padrões de medida tidos como os ideais salta aos olhos de quem desconhece o tema a fundo. Nas mídias sociais, páginas de pessoas que obtiveram rápida perda de peso ressaltam o apelo visual como principal fator de referência sobre o tema. No entanto, Galvão alerta que é preciso cautela para que a redução de estômago não seja encarada como uma mera cirurgia estética.

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“Conceitualmente, a beleza deve ser o último fator para o paciente procurar a cirurgia bariátrica. Por conta de todos os riscos presentes no diagnóstico, a qualidade de vida deve ser priorizada”, explica o médico.

Caso o paciente opte por realizar a redução de estômago, é necessário reforçar que a cirurgia não é a única ação a ser tomada para o início de uma vida mais saudável. O paciente deve buscar acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que vai além do cirurgião e inclua ainda cardiologista, nutricionista, endocrinologista, fisioterapeuta, pneumologista e psicólogo. Desta forma, o apoio pré e pós o procedimento cirúrgico estará garantido.

Fonte: Thales Delmondes Galvão é especialista em Cirurgia Aparelho Digestivo, Especialista em Cirurgia Bariátrica, SBCBM

Nutricionistas indicam os melhores (e piores) alimentos para perder peso

Então você está querendo perder um pouco de peso? Provavelmente todos já deveríamos saber que a restrição calórica direta não é o melhor método para perda de peso. Em vez disso, escolher os alimentos certos, em vez de nenhum alimento, é o caminho a percorrer. Mas como uma pessoa pode saber quais alimentos incentivam com sucesso a perda de peso? Quais ajudam a reduzir inflamações, suprimem o apetite e o mantêm satisfeito por mais tempo, enquanto proporcionam todos os nutrientes necessários?

Para descobrir, foram ouvidos três nutricionistas de confiança que informaram sobre as melhores opções para perder peso. Continue lendo para descobrir os seis melhores (e os três piores) alimentos para perda de peso.

Os melhores alimentos

1. Salmão

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“Dietas ricas em ácidos graxos monoinsaturados, como as encontradas no salmão, podem proporcionar uma redução maior na gordura abdominal do que uma dieta com pouca gordura”, diz Christy Shatlock, nutricionista do BistroMD, um serviço de entrega de refeições projetado por médicos nos Estados Unidos. Esses ácidos graxos também ajudam a aumentar a função e o foco do cérebro (porque estar em forma e brilhante é o objetivo real). “Além disso, o salmão é uma excelente fonte de iodo, essencial para o bom funcionamento da tireoide e o metabolismo ideal”, diz Christy.

2. Abacate

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Foto: Avocado.org

Com alto teor de fibras, gorduras saudáveis, vitaminas, minerais e fitonutrientes, o abacate é um alimento poderoso para a pele, o cabelo e o corpo esbelto. As gorduras saudáveis que eles possuem mantêm você “satisfeito por mais tempo” e são “menos calóricos que a quantidade equivalente de manteiga ou maionese”, explica a nutricionista Lauren O’Connor. Além disso, os abacates contêm ácido oleico, um composto que Christy diz que pode “suprimir a fome, ajudar a prevenir o excesso de calorias e incentivar a perda de peso”.

3. Ovos

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Foto: Mark Graf/Moguefile

Um café da manhã regular de ovos ricos em nutrientes pode ajudar a melhorar a perda de peso”, diz Christy. “Uma ótima fonte de proteína, os ovos vão satisfazer sua fome por um longo período de tempo.”

Mas certifique-se de comer o ovo inteiro, não apenas as claras. “As claras de ovos são de baixa caloria, mas se você está comendo apenas o branco, está perdendo uma tonelada de nutrientes, incluindo selênio, colina, luteína, vitamina B2, vitamina B12 e vitamina A”, explica a técnica de nutrição clínica e psicóloga Candice Seti, terapeuta da perda de peso.

“Embora as gemas contenham colesterol, a maioria dos estudos demonstrou que a ingestão de gemas melhora níveis de colesterol e diminui o risco de doenças cardíacas” Candice acrescenta. “Portanto, comer o ovo inteiro pode ajudar seu coração, seus olhos, seu cérebro, sua pele, seu sistema imunológico e seu peso.”

4. Arroz integral

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Foto: Jules – Stonesoup

É verdade – os carboidratos podem ajudar a incentivar a perda de peso (pelo menos os tipos certos de carboidratos). “O BistroMD recomenda uma ingestão moderada de carboidratos complexos durante uma dieta de perda de peso”, diz Christy. O arroz integral é o carboidrato ideal para perda de peso, pois é considerado um amido resistente.

Como explica Christy, “Diferentemente do arroz branco, o amido resistente do arroz integral ajuda a aumentar o metabolismo e queima a gordura. O arroz marrom também é mais rico em fibras, reduzindo o apetite por mais tempo do que as calorias vazias dos amidos refinados”.

5. Brócolis

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“Uma única porção de brócolis inclui alto teor de fibras e poucas calorias”, diz Christy. “Comparado com outros vegetais, o brócolis também contém uma quantidade considerável de proteína – aproximadamente 4 gramas em uma única porção”.

6. Maçã

maçã

Segundo nutricionistas, este “lanche clássico” é um dos melhores e mais convenientes alimentos para perda de peso. “As maçãs contêm uma variedade de nutrientes saudáveis para o coração e têm fibras suficientes para mantê-lo satisfeito”, diz Lauren.

Além disso, as maçãs também ajudam a suprimir ativamente a fome. “Estudos mostram que comer meia maçã antes de uma refeição resulta em menor consumo de calorias”, diz Christy.

Os piores alimentos

 

1. Saladas prontas

salada pronta POPSUGAR PHOTOGRAPHY NICOLE PERRY
Foto: Nicole Perry/Popsugar Photography

“As pessoas geralmente assumem que a palavra ‘salada’ deve ser saudável, mas as saladas geralmente contêm as mesmas (se não mais) calorias e gorduras que um cheeseburger”, diz Christy. E os temperos e coberturas crocantes geralmente são os culpados.

Em vez disso, Lauren recomenda o uso de óleo e vinagre. “Ou faça seu próprio molho como um vinagrete de frutas cítrico caseiro e use, no mínimo, uma a duas colheres de chá na salada”, acrescenta ela. “Truque: coloque alface lavada e totalmente seca e vegetais crocantes em um saco plástico ou na Tupperware, adicione molho mínimo, feche bem e agite vigorosamente para revestir bem e obter todos os sabores”. Em vez de croutons, adicione algumas nozes ou sementes para dar sabor e textura.

2. Alimentos “sem gordura” e “baixa caloria”

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Os alimentos marcados como “isentos de gordura” ou “100 calorias” podem parecer amigáveis à perda de peso, mas as especialistas dizem que é melhor ficar longe. “Esses lanches costumam estar cheios de aditivos, produtos químicos, principalmente amido e têm muito pouco valor nutritivo”, diz Lauren. Além disso, são completamente insatisfatórios, fazendo com que você se sinta mais faminto mais tarde.

“Estudos sobre comportamento alimentar mostraram que, ao consumir produtos com baixo teor de gordura, as pessoas tendem a comer até 50% a mais”, acrescenta Candice. Desprovidos de gordura e nutrientes, esses tipos de alimentos também tendem a ser mais ricos em açúcar, o que pode causar flutuações nos níveis de açúcar no sangue – ruim para a saúde do coração e ruim para perda de peso.

3. Pão processado e manteiga falsa

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Free Food Photos

Como aprendemos, nem todos os carboidratos são ruins, mas nenhum nutricionista recomendaria pão branco de sanduíche embalado. “Farinhas e pães brancos são essencialmente produtos de trigo retirados de fibras e nutrientes benéficos, sem agregar valor nutricional à sua dieta”, diz Shatlock.

Coma pão branco com margarina e você estará com problemas. Muitas manteigas falsas contêm gorduras trans (também conhecidas como gorduras hidrogenadas), que são difíceis de metabolizar pelo organismo. “Então elas ficam nos nossos tecidos adiposos e realmente nos impedem de usar outras proteínas e gorduras”, explica Candice. “Como resultado, as gorduras trans estão finalmente ligadas ao aumento do colesterol ‘ruim’ e doenças cardíacas, aumento da inflamação e doenças metabólicas. Verifique os rótulos do produtos antes de comprar!”

Fonte: Amanda Montell / Byrdie

Nutricionista dá dicas práticas para perder peso

Sabemos que fazer dieta nem sempre é algo fácil. Principalmente para quem já tentou de tudo e parece não encontrar nada que possa seguir de forma consistente. Por isso, a nutricionista Gabriela Forte, do Espaço Volpi dividiu um plano em quatro partes para que as pessoas possam seguir e conseguir diminuir um pouco do peso.

Consuma esses alimentos o menos possível

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Pão francês, biscoitos, bolos e refrigerantes. Uma dieta rica nesses alimentos, além de ser muito mais calórica e pouco nutritiva, ainda aumenta as chances de problemas cardiovasculares, gástricos e respiratórios.

Consuma esses alimentos em eventos e ocasiões especiais

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Fast-food, bebidas alcoólicas, pizzas e hambúrgueres. É possível se encontrar em situações sociais com álcool e escolhas alimentares que não são as melhores. Tudo bem! Se é apenas uma ou duas vezes por semana e a pessoa tem maneirado na alimentação.

Consuma esses alimentos entre os compromissos

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Whey, frutas e barras proteicas. Quando está no trânsito, a pessoa deve ter sempre lanches leves e nutritivos para não acabar consumindo junk food.

Consuma esses alimentos o máximo possível

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Alimentos naturais e integrais como frutas, verduras, carne magra e ovos. Na maioria das vezes a pessoa deve comer alimentos integrais nutritivos e beber líquidos com calorias zero.

Fonte: Gabriela Forte, do Espaço Volpi

 

Pesquisa mostra que brasileiros querem mais emagrecer do que ser felizes

Levantamento realizado pela SEMrush revela lista dos desejos mais buscados na internet; emagrecer lidera o ranking, seguido de viajar e parar de fumar

Um ano termina e as preocupações giram em torno dos desejos para este que começou. Mas o que será que os brasileiros pediam enquanto pulavam as sete ondas na virada? Para tirar a curiosidade a SEMrush, líder global de marketing digital, realizou um levantamento que aponta o que os brasileiros vêm buscando para começar 2019 com o pé direito.

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Emagrecer foi a campeã de buscas, com a média de 112 mil pesquisas. Esse número revela a quantidade de pessoas que não estão satisfeitas com seu atual peso e querem aproveitar a virada do ano para mudar de comportamento e atingir esse objetivo. O segundo lugar ficou para aquelas pessoas que querem viajar, posicionado com 34 mil buscas. Isso porque o momento é bastante oportuno para realizar uma viagem com a família ou amigos. Em terceiro lugar de pesquisas realizadas, ficou a célebre frase “ser feliz”, que alcançou a média 23 mil buscas.

Outro dado interessante foi que “parar de fumar” ocupou o quarto lugar, demonstrando o anseio para acabar com esse hábito que traz diversos males à saúde dos praticantes. Provavelmente, esse desejo está na lista de milhares de brasileiros, já que foram em torno de 14 mil pesquisas realizadas.

A superstição e apostas não poderiam deixar de existir, então “ganhar na mega sena” foi a sexta colocada, desejo expresso por aqueles que precisam de uma (ou muita) grana extra para realizarem outras vontades materiais. Logo atrás, “ficar rico” representou outro anseio revelado pelos brasileiros, posicionado também com 2.700 buscas no mês de novembro.

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Na mesma medida que os brasileiros querem ganhar mais dinheiro, também tem a preocupação de não perder o que já possuem. Por isso, “guardar dinheiro” foi o sétimo colocado da lista de desejos. Afinal, em tempo de instabilidade, é necessário manter tudo organizado e sem desperdício. Foram 2.500 buscas em média para aprenderem novas táticas de como guardar dinheiro.

Sobre a SEMrush

A SEMrush é um software de busca competitiva e business intelligence que entrega dados e análises de buscas pagas e orgânicas, social media e link-building mundialmente. Com um poderoso conjunto de ferramentas de análise competitiva, a SEMrush oferece o que é necessário para auxiliar as empresas a otimizarem sua presença online, como por exemplo, ferramentas de auditoria de sites, monitoramento de marca e conteúdo.

Aprenda a identificar os tipos de fome e perca peso sem sacrifícios

Ansiedade, tédio, estresse e até mesmo alguns hábitos negativos podem ser grandes vilões para quem deseja perder peso. Nesses casos, é importante conhecer os tipos de fome a fim de manter uma rotina de alimentação regrada. “Quando a pessoa não busca na comida a solução dos seus problemas ou justificativas de merecimento deturpadas, fica mais fácil evitar o consumo de calorias extras durante o dia”, explica a nutricionista Ione Leandro, da Onodera Estética.

Conseguir identificar o tipo de fome não é tarefa fácil. Para ajudar nessa missão, a especialista separou os tipos mais comuns. Confira:

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Foto: Foundry/Pixabay

Fome física – quando a barriga começa a ‘roncar’ é o corpo sinalizando a necessidade do organismo de manter o balanço energético. “Os barulhos estomacais são um sinal do cérebro para a necessidade de combustível, ou seja, alimento para o corpo. Nesses casos, recomenda-se fracionar as refeições (a cada 3 ou 4 horas) e apostar em frutas, cereais integrais e gorduras do bem. Evite frituras, refrigerantes, bebidas alcoólicas, carnes gordurosas, bolachas recheadas, doces e alimentos com alta concentração de sódio, como os industrializados”.

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Fome emocional – surge do nada, quando há a necessidade de usar o alimento para compensar tristeza, ansiedade ou mesmo o cansaço depois de um dia longo de trabalho. “As pessoas não se alimentam apenas para saciar a fome, mas também porque é prazeroso. No entanto, quando é utilizada como forma de recompensa, merecimento, resposta ao estresse e outros fatores psicológicos que nada têm a ver com apetite. Portanto, é necessário parar, entender e se necessário acompanhamento com especialistas”, recomenda Ione.

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Foto: Pixabay

Fome específica – relacionada à fome fisiológica ou a emocional, geralmente envolve alimentos preferidos pela pessoa ou que há tempos não são degustados, pode-se dizer “memória emocional”.

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Fome social – nesse caso, mesmo sem vontade, a pessoa se vê “obrigada” a comer por estar em eventos sociais, como festas, encontros e confraternizações. “Geralmente essa fome aparece quando se sente cheiro ou quando se vê determinado alimento. É importante que a pessoa não se sinta culpada por comer pizza, hambúrguer ou doces, por exemplo. A recomendação é: faça um lanche saudável antes de ir ao evento, e lá apenas coma pequenas porções socialmente”, finaliza Ione.

Fonte: Onodera Estética

Abacate passa de vilão a mocinho das dietas de emagrecimento

Tido como alimento gorduroso e altamente calórico, o abacate encontra novas versões gastronômicas e entra de vez no cardápio de quem busca emagrecer

Durante muito tempo, qualquer pessoa que procurasse um nutricionista ou nutrólogo em busca de uma dieta para emagrecimento, certamente teria a recomendação de evitar o abacate. Isso porque a fruta era tida como calórica, além de gordurosa. De fato, o alimento possui estas características, mas, na medida em que foi se conhecendo mais sobre sua composição, foi-se percebendo que havia mais pontos positivos que negativos.

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É o que defende Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego.

Hoje se sabe, por exemplo, que as gorduras naturalmente presentes nos alimentos podem, ao contrário do que se pensava, melhorar marcadores de saúde importantes como o colesterol e triglicerídeos, o que ajuda na prevenção de doenças cardíacas, por exemplo: “O abacate é saudável, tem baixo teor de açúcar, é rico em fibras, minerais, magnésio, potássio, ou seja, é uma ótima fonte de alimento”, defende Polesso.

A fruta também é rica em lipídeos: 77% das calorias no abacate são de gordura. No entanto, as gorduras que compõem a fruta são de alta qualidade, se assemelhando às propriedades do azeite de oliva. A maior parte da gordura presente no abacate é ácido oleico, um ácido graxo monoinsaturado, que tem sido associado à inflamação reduzida e tem demonstrado efeitos benéficos sobre os genes ligados ao câncer.

O problema dentro da dieta é que, principalmente no Brasil, o abacate é consumido com açúcar, ou o adoçante para quem está de dieta. “Nestes casos, porque ele fica hiperpalatável ao ser misturado com o adoçante, acaba virando uma sobremesa que passa a ser consumida em excesso, não por necessidade, mas porque a pessoa se habituou a comer aquela sobremesa. O abacate com leite de coco, por exemplo, é uma ótima combinação, com o adoçante idem, desde que não seja consumido em excesso”, explica o especialista.

O abacate também é fonte de ômega 6, ômega 7 e ômega 9, que auxiliam a manter o equilíbrio do organismo, ajudando na perda de gordura corporal. E por ser rico em fibras, é indicado a integrar dietas de emagrecimento por garantir o melhor funcionamento do intestino e proporcionar sensação de saciedade.

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Foto: California Avocado Comission

Para quem treina, a fruta também ajuda a melhorar o rendimento, justamente por ser uma boa fonte de energia, o que já o colocou entre os alimentos que deveriam ser evitados por quem quisesse emagrecer.

“Quando alinhado a uma alimentação correta, ele ajuda a fornecer ao corpo níveis estáveis de energia ao longo do dia, o que pode beneficiar a performance no treino. Além disso, ajuda a repor sais minerais e prevenir cãibras em corredores por ser grande fonte de potássio. Aliás, o abacate tem o dobro de potássio presente na banana com a vantagem de não ser doce, ou seja, é um ótimo aliado das pessoas que estão em dieta para emagrecimento associada a exercícios físicos”, sugere o especialista.

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Foto: Science of Cooking

Para sair da tradicional vitamina de abacate e que tendemos a consumir em excesso, por conta de sua hiperpalatalidade, é possível experimentar novas formas de incorporar o fruto dieta. Um patê com dois abacates pequenos, limão, dois dentes de alho e sal fica bastante saboroso e foge ao convencional. Maionese verde feita com um abacate, suco de limão, uma colher de mostarda, ½ xícara de azeite e pimenta do reino também é uma maneira diferente de comer a fruta e aproveitar todas as suas propriedades.

Fonte: Rodrigo Polesso, idealizador do site emagrecerdevez.com, especialista em emagrecimento e certificado em Nutrição Otimizada e Saúde e Bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego

Royal Canin promove ação “Meu Pet no Peso” no Parque Vila Lobos

Objetivo é de conscientizar tutores sobre a importância do controle de peso para a qualidade de vida e longevidade de gatos e cães

Obesidade é um problema global de saúde pública e no Brasil não é diferente. A afirmação tem como base dados do Ministério da Saúde que apontam um aumento da obesidade na população em 60% nos últimos 10 anos.

Uma em cada cinco pessoas no país está acima do peso e especialistas atribuem fatores como mudanças no estilo de vida, sedentarismo, dieta irregular e estresse como principais responsáveis. A mudança no estilo de vida afeta não só os tutores como também seus pets.

Por isso, a Royal Canin lançou a campanha “Meu Pet no Peso”, de conscientização sobre o a importância do controle de peso dos animais de estimação, em parceria com a ABEV (Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária).

A Royal Canin convida a todos para participar dessa ação em prol da saúde dos nossos melhores amigos.

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Evento Meu Pet no Peso!
Local: Parque Vila Lobos – Espaço Petz
Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros, São Paulo – SP
Data: 10 de novembro
Horário: das 9h às 14h
Atividades: orientação veterinária, entrega de folhetos informativos, pesagem do pet e apresentação de agility para quem passar pelo local, além de entrega de brindes.