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Programa Frutos Da Mata vai ajudar mulheres a plantar um futuro melhor

Biotrop é a primeira empresa a apoiar a iniciativa, um projeto que amparará mulheres em situação de vulnerabilidade social

A pandemia da covid-19 provocou um choque não somente nas questões de saúde pública, mas também nas relações sociais, ampliando a lacuna econômica da população. Segundo a pesquisa de Desigualdade de Impactos Trabalhistas na Pandemia, coordenada pelo diretor da Fundação Getúlio Vargas Social (FGV Social), Marcelo Neri, o impacto foi maior para os mais pobres. O estudo indicou que, na média de 2019, a proporção de pessoas com renda abaixo da linha de pobreza era de 10,97%, o que representava cerca de 23,1 milhões na pobreza. Já no primeiro trimestre de 2021, momento de suspensão do auxílio emergencial, mas devolvendo o Bolsa Família, atingiu 16,1% da população, ou 34,3 milhões de pessoas.

Para tentar ajudar a reverter esse cenário desolador, a Fazenda Da Mata, grande produtora e distribuidora de alimentos orgânicos, está lançando, em parceria com outras empresas e instituições, o projeto Frutos Da Mata – mulheres que semeiam um novo amanhã, em busca de formar novas produtoras qualificadas e comprometidas.

O Projeto econômico social tem como objetivo amparar mulheres, negras em especial, sem limite de idade e que sejam residentes em Nerópolis e Terezópolis (GO) com renda familiar de até um salário-mínimo. Não é necessária experiência anterior com agricultura, o único requisito é que a candidata tenha força de vontade para crescer na vida pelos seus próprios méritos.

Segundo, Daniella Lunardelli, diretora de sustentabilidade e comunicação da Fazenda Da Mata, esse projeto propõe uma nova relação de trabalho, uma nova tecnologia social. Além de tirar essas mulheres de situações de risco, irão viabilizar uma nova profissão, capacitando-as à sua independência para que possam assumir o controle de suas vidas. “Essa iniciativa proporciona a redução das desigualdades sociais, contribui para a erradicação da pobreza e atua na igualdade de gênero, fomentando a agricultura orgânica em larga escala como um modelo viável de negócio e empreendedorismo”, diz.

O Programa vai prepará-las para produzir alimentos orgânicos de forma sustentável, em terras sem custo de arrendamento e recebendo toda a estrutura operacional necessária. A qualificação técnica conta com o apoio da Universidade Federal de Goiás, que ajudará na preparação e capacitação de como gerir seus próprios negócios, tendo postura e comportamento adequado dentro deste novo ambiente de trabalho.

As participantes também terão capacitação técnica e prática dos protocolos de produção da Fazenda Da Mata, que vai desde o plantio em canteiro passando pelo raleio e capina e colheita. Com isso serão credenciadas e inseridas no mercado de exportação de produtos orgânicos via infraestrutura da empresa, que está se preparando para vendas ao mercado externo.

O projeto está sendo montado de forma muito estruturada. Uma triagem será realizada com 100 mulheres, selecionadas por duas ONGS parceiras da região, e que já têm experiência com esse tipo de trabalho e melhores métodos de seleção. Deste total, 20 delas serão direcionadas para as etapas de qualificação na UFG e na Fazenda Da Mata. Após esse processo, uma parte delas vai preencher as vagas para atuarem na produção de orgânicos na Da Mata e as demais serão encaminhadas para outras vagas no mercado de trabalho. A estimativa é que essas mulheres selecionadas, com a nova profissão, terão acesso a uma renda mensal de R$ 2.500.

Apoio confirmado

O Programa Frutos Da Mata está em fase de captação de recursos, e ainda não foi iniciado. O conselho do programa está tendo cautela para começar as operações: a ideia é atingir 80% dos recursos necessários antes de iniciar os trabalhos. O cadastramento de empresas que querem apoiar a iniciativa é feito por meio de cartas de intenção. A primeira empresa a vestir a camisa da iniciativa e declarar apoio foi a Biotrop, que desenvolve soluções biológicas com foco em uma agricultura regenerativa, sustentável e rentável.

Segundo a engenheira agrônoma Tatiana Helena Fernandes Neves, gerente de marketing da empresa, um dos conselheiros que conhecia o projeto apresentou a iniciativa para a diretoria e todos apoiaram. Afinal, havia sinergia, já que a Biotrop tem grande atuação e um impacto muito positivo na sociedade por desenvolver soluções biológicas e naturais. Estas, além de serem sustentáveis, geram muitas oportunidades no campo a todas as categorias de produtores. “Com o nosso crescimento, sentimos que podíamos contribuir ainda mais nos aspectos social e ambiental, e esse projeto traz esses elementos no âmbito da agricultura. É uma iniciativa que tem um viés social muito forte, destaca.

Atualmente a Biotrop tem mais de 140 pessoas técnicas a campo, assim terá a capacidade de apoiar esse projeto, principalmente com as visitas técnicas. Além disso haverá a contribuição financeira para viabilizar a iniciativa e, e ainda a doação de produtos biológicos necessários para serem utilizados na produção Da Mata.

Segundo Aramis Camargo, engenheiro agrônomo, responsável por ESG na Biotrop, a ideia é fazer uma apresentação técnica auxiliando nesses cultivos, ensinando a equipe de produção da Da Mata para seguir os protocolos e manejar a terra com os produtos biológicos. “Vamos dar um suporte completo, isso vai deste a ajuda financeira, participação no conselho, até o fornecimento de produtos”, destaca.

É muito importante que outras empresas adotem essa iniciativa, pois com esse tipo de trabalho gerarão mais riqueza, valores, e contribuição para um País melhor. “A Biotrop tem crescido muito e uma maneira de retribuir e contribuir com esse ciclo é por meio de projetos como o Frutos da Mata. Quanto mais empresas puderem entrar nessa iniciativa, que está diretamente ligada ao nosso agro, mais a sociedade terá ganhos em todas essas esferas”, finaliza a gerente de marketing da Biotrop.

Sobre as empresas

Biotrop é uma empresa brasileira, fruto da visão e empreendedorismo de um seleto grupo de profissionais apaixonados pelo agronegócio. Atua com foco em pesquisa e desenvolvimento de soluções diferenciadas e inovadoras, com o objetivo de contribuir para uma agricultura mais sustentável, saudável e regenerativa. Com escritório em Vinhedo (SP) e fábrica em Curitiba (PR), a empresa leva ao mercado o que há de melhor no mundo em soluções biológicas e naturais.

Fazenda Da Mata Orgânicos é uma empresa que acredita em um modo de produção de alimentos comprometido com a vitalidade do solo, com o equilíbrio do meio ambiente e com a saúde das pessoas. Produz alimentos orgânicos em larga escala, para oferecer produtos de qualidade a preços compatíveis com os de padrão do mercado interno e de exportação. Tem como um de seus compromissos fomentar a agricultura sustentável.

A FDM é uma Bcorp, pertencente ao grupo de empresas certificadas pelo Sistema B. Tem o selo Orgânicos do Brasil, alcançado via OIA, uma das mais criteriosas certificadoras nacionais. No momento está em processo de conclusão das certificações Global G.A.P e GRASP e certificações de selo orgânico para EUA e Europa.

Mercado de beleza ganha plataforma que reúne de forma inédita marcas nacionais independentes

Chega ao mercado a Belong Be, um novo market place que tem como missão impulsionar e reunir de forma inédita marcas brasileiras que estão despontando no mercado nacional de forma independente. Desenvolvida durante o período de isolamento social por um grupo de mulheres empreendedoras, a ideia central da Belong Be é fomentar, enaltecer e dar vitrine para as “indie brands” do mercado nacional de beleza e bem estar, ampliando sua voz e espaço e promovendo novas oportunidades dentro de um setor de negócios que está em plena ascensão.

As “indie brands” ou “marcas independentes” vieram para ocupar gaps de mercado e oferecerem alternativas para os consumidores. No geral, se originam fora da grande indústria e traduzem em produtos os seus propósitos e crenças, transformando a relação de consumo em uma relação de conexão com a história da marca. Nesse contexto, os fundadores ganham papel protagonista e são determinantes no alcance das marcas.

Já consolidadas no cenário internacional, as indie brands de beleza começam a ganhar força também no cenário nacional – com uma média de crescimento de 40% ao ano, de acordo com estudo publicado pela Factor-Kline – e vão encontrar na Belong Be um espaço para chamar de seu.

A plataforma nasce com mais de 50 marcas, todas com propósito, missão e valores éticos. Cada marca tem uma página dedicada e personalizada para conduzir o consumidor a uma navegação interativa, que a apresenta individualmente, além de seus produtos, seus fundadores e suas histórias inspiradoras.

Na Belong Be, o consumidor também terá um espaço especial, o Mural da Comunidade, que será composto por fotos postadas pelo público final. A ideia é promover um espaço de pertencimento para todos os entusiastas e apaixonados por beleza, interligando empreendedores, influenciadores e consumidores. Esse conteúdo irá aparecer na home principal e também nas páginas de cada marca, fazendo parte de uma categoria do site que terá o objetivo de inspirar e conectar quem estiver navegando pela Belong Be.

Sócias da Belong Be: Cintia Ferreira, Simone Sancho e Amanda Coelho

Para desenvolver essa empreitada pioneira Simone Sancho, idealizadora da Belong Be, contou com o apoio das empresárias Amanda Coelho e Cintia Ferreira. O grupo de investidores é composto por experts do mercado como Bruna Tavares e Daniele da Mata, personalidades e autoridades do cenário de beleza e cosméticos do país.

A Belong Be já está presente em todas as redes sociais produzindo conteúdos que levam mais informação sobre o mercado de beleza, de postagens que abordam história até guias e modos de uso, tudo isso você já encontra no @belong.be.

Além disso, meses antes de seu lançamento, a nova plataforma criou em paralelo um Instagram focado em gestão empresarial – @belongacademy – para dar suporte para pessoas que já possuem sua própria marca ou sonham em tê-la um dia.

• Be & Unibes: para celebrar o lançamento, a marca optou por destacar a sua parceria com a Unibes, com uma ação que destinou todo o lucro obtido com as primeiras horas de vendas para as ações que empoderam e apoiam outros empreendedores.

• Enredo embalado: a plataforma chega trazendo também uma música inédita “Way to the clouds” faixa composta pela cantora independente @beadummer em que descreveu na letra a jornada de criação do negócio.

Redes sociais:
Instagram: www.instagram.com/belong.be / www.instagram.com/bebelongacademy
Tiktok: https://www.tiktok.com/@belong.be
Twitter: https://twitter.com/BeBelongbe
Facebook: https://www.facebook.com/bebelongbe
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/belong-be
Pinterest: https://br.pinterest.com/bebelongbe/
Spotify: https://open.spotify.com/user/b0mzp993ohdqavtk9pxwr32ji?si=2af5b99fd99246bd

Vitasay50+ e Yunus lançam programa de aceleração focado em empreendedores 50+

Inscrições para aceleração de negócios sociais fundados e geridos por pessoas com 50 anos ou mais vão até 4 de maio

O programa de aceleração Vitasay Start 5.0+ reforça o posicionamento da marca de ser uma aliada dos 50+, que são agentes potentes de transformação e que estão cheios de experiência e vitalidade para fazer a diferença no mundo.

A marca Vitasay50+, linha de suplementos alimentares especialista nesta faixa etária, e a unidade de inovação social corporativa da Yunus Negócios Sociais, referência mundial no apoio e desenvolvimento de negócios com foco em impacto social e ambiental, lançam a Aceleradora Vitasay Start 5.0+, primeiro programa de aceleração direcionado a negócios geridos por pessoas a partir dos 50 anos de idade, com foco em inovação social e potencial de transformar a realidade de muitos brasileiros.

O objetivo é selecionar e acelerar negócios de impacto social que contribuam para o avanço nos segmentos de Saúde e Qualidade de Vida, Saúde Mental, Alimentação Saudável, Apoio ao empreendedorismo, Inserção no mercado de trabalho, Aprendizagem ao longo da vida, Educação para novas tecnologias e Economia Circular. As inscrições devem ser feitas pelo site até 4 de maio de 2021.

Além de fomentar soluções que resolvam alguns dos principais desafios do desenvolvimento sustentável do Brasil, como trabalho, redução da desigualdade, saúde, educação e sustentabilidade, a iniciativa tem por objetivo apoiar empreendedores maduros que assumiram novos desafios nessa fase da vida. O aumento na expectativa e qualidade de vida da população tem contribuído para a busca de novas oportunidades entre os maduros, seja pela complementação de renda, por um sonho antigo, vontade de se manterem ativos e participativos no mercado de trabalho, ou pelo desejo de continuar aprendendo.

De acordo com o Sebrae¹, existem 53 milhões de empreendedores no Brasil e 49% deles estão acima dos 45 anos. Apenas em 2020, o contingente de pessoas com mais de 50 anos iniciando um trabalho nas chamadas startups foi de, aproximadamente, 2,5 milhões. Ainda, outro estudo² conduzido pela mesma entidade, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílios Contínua (PNADC) do IBGE, revelou que os empreendedores brasileiros com 65 anos ou mais são os que mais empregam no país, uma tendência que deverá crescer a cada ano.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)³, as pessoas acima dos 50 anos deverão representar 30% da população até 2030. Apesar disso, uma pesquisa realizada em 2019, pela consultoria Robert Half, concluiu que 69% das empresas não contratam trabalhadores com mais de 50 anos. E entre os receios dos recrutadores com relação a esse perfil estão salário alto (31%), pouca flexibilidade (18%), desatualização (12%) e o risco de ampliar conflitos entre gerações (7%).

Com base neste recorte, o programa de aceleração Vitasay Start 5.0+ foi desenvolvido em parceria com a unidade de inovação social corporativa da Yunus Negócios Sociais para gerar múltiplos impactos positivos. Além de fomentar o empreendedorismo maduro, o programa vai selecionar negócios de impacto social e grande poder de transformação na base da pirâmide, como explica Rui Lira, Head de Inovação Aberta da Yunus Negócios Sociais:

“O impacto que queremos gerar nessa aceleração tem duas perspectivas: intergeracional, conectando os maduros e promovendo conhecimento sobre a nova economia e geração de impacto positivo nos seus negócios, e interseccional para que os negócios acelerados se transformem e ajudem a resolver alguns dos principais desafios sociais que o Brasil enfrenta. Nesse sentido, junto com Vitasay50+, descobrimos oportunidades que endereçam problemas de saúde, educação, emprego e meio ambiente”, disse.

Programa de aceleração

O programa de aceleração Vitasay Start 5.0+ selecionará até seis negócios sociais que atuem com inovação social, seguindo os seguintes critérios:

Impacto Social – complexidade e tamanho do problema endereçado e potencial de transformação para a população; Equipe – qualificação, identificação e motivação da equipe empreendedora responsável; Modelo de Negócio – aquisição de clientes, potencial de sustentabilidade e prospecção financeira e potencial de escalabilidade e replicabilidade; Estágio do Negócio e Solução – a maturidade dos negócios será fundamental para ajudar a definir o conteúdo ofertado para as turmas; Diversidade de Inclusão – a atenção dada à diversidade dentro dos negócios também será um critério, especialmente em relação a diversidade racial, gênero, orientação sexual, idade e pessoas com deficiência; Tecnologia – serão verificadas as tecnologias desenvolvidas para a própria solução e potencial de patentes; Conexão com Corporação – caso a empresa seja B2B, B2B2C, ou potencial desenvolvimento nesses modelos, além da sinergia com posicionamento de marca ou oportunidades dentro da própria Vitasay50+.

Os negócios selecionados passarão por um programa de três meses de aceleração, que conta com quatro Bootcamps online em grupo, mentorias de experts do mercado e acompanhamento semanal da equipe de consultores da equipe da Yunus Negócios Sociais. Ao final, um dos empreendimentos poderá receber um aporte de até R$ 200 mil para maximizar o impacto social do seu negócio.

A participação dos empreendedores é gratuita e o programa não tem contrapartida financeira para os negócios selecionados (equity free).

Aceleradora Vitasay Start 5.0+
Inscrições: até 4 de maio de 2021
Site: Vitasay
Informações: vitasay.start@yunusnegociossociais.com

Mulheres lideram ranking de negócios por necessidade, mas saem melhor frente às crises

Elas são as mais afetadas durante a pandemia, mas também as mais resilientes e conseguiram ter jogo de cintura para retomar as atividades

Se já não bastasse estarem à frente de negócios próprios, as mulheres, durante 2020, tiveram cargas extras para gerenciar, como casa, filhos e relacionamentos. Segundo uma pesquisa do Sebrae, empreendimentos femininos ficaram mais tempo com as portas fechadas, o que não as impediram de serem mais ágeis na hora de implementar inovações, como uso de redes sociais, delivery e adaptações em produtos e serviços.

Hoje já são cerca de 10 milhões de empreendedoras segundo a entidade, o que corresponde a 34% dos empresários do País, e revela que a força feminina tem muito potencial para salvar o mercado.

A pandemia, inclusive, revelou ser uma oportunidade para muitos negócios novos, como é o caso de Priscila Cabral, que investiu na rede de publicidade em sacos de pão, PremiaPão. “Saí do emprego na área de RH e não queria mais a rotina de chegar tarde em casa e só ver minha bebê à noite. Pesquisei por microfranquias, escutei que era loucura, que as coisas estavam incertas demais, mas as vendas estão indo bem, graças às negociações que faço com os clientes que, mesmo com recursos reduzidos, entendem que a publicidade é importante”, conta.

Outro ramo que se deu muito bem em 2020 foi o moveleiro, que veio bem a casar com o sonho do próprio negócio da fonoaudióloga Sueli Alves Miglorini. Aos 38 anos, ela decidiu se mudar para Itapema (SC), onde abriu uma unidade da Anjos Colchões & Sofás. “Fui em busca de detalhes sobre o modelo de negócio e, após conhecer melhor a proposta, me senti segura para empreender e me tornar uma franqueada da rede, sobretudo com as iniciativas de vendas online que passaram a ocorrer durante a pandemia”, declara.

Embora considerado essencial, o setor alimentício também precisou inovar, com iniciativas de delivery, por exemplo. É o caso de Osana Scalzer, uma pedagoga de 43 anos que transformou o desejo de empreender em uma realidade deliciosa. Apaixonada por chocolates, tornou-se a primeira franqueada da rede Chocolateria Brasileira no estado de Rondônia.

“Há algum tempo eu buscava algo para empreender e como nossa região é muito carente deste tipo de produto premium, eu tinha a certeza de que a marca seria um enorme sucesso por aqui. Pesquisei vi que a rede estava concedendo ofertas para novos franqueados durante o período pandêmico e foi então que vi que era o momento certo de investir”, relata.

Osana não foi a única a apostar em doces e chocolates. Francisca Fortunato, de 52 anos, investiu na rede Bendito, especializada em cookies, brownies e cafés. A inauguração da loja coincidiu com o fechamento de comércios em meados de março do ano passado e se o começo não foi nada fácil, trouxe, em contrapartida, um aprendizado: se aproximou ainda mais de seu negócio e passou a ter contato pessoalmente com os clientes da vizinhança.

“Com planejamento e persistência, podemos superar todos os obstáculos, que estão fora de nosso alcance. Arregacei as mangas, busquei forças e continuo, até hoje, com muito mais conhecimento e propriedade sobre o meu negócio, principalmente em liderar equipe, tomar decisões e perceber o que ainda precisa ser corrigido e o que está correto”, finaliza.

E o começo da pandemia assustou todo o mundo, como Cleonice Silva, que viu sua rotina mudar completamente na quarentena, do isolamento à abertura do novo negócio, a Sofá Novo de Novo . “No início, como dona de casa, foi um impacto muito grande e me vi trancada com meu marido e meu filho todos os dias, 24 horas. Vivemos todas as fases: o medo, a insegurança, o desespero de ver a nossa renda sendo diminuída; mas a pandemia também mudou minha maneira de ver as coisas. Comecei a ter mais foco e passei a estudar como poderia empreender e acrescentar na renda de casa”, conta.

A nova empresária encontrou na rede a chance de começar seu próprio negócio. “Já vinha pesquisando há algum tempo por algo inovador e esta oportunidade de poder levar o cuidado para dentro das casas das pessoas me satisfaz bastante”, complementa.

Maratona digital discute participação de startups no mercado de soluções voltadas aos maduros

O fomento ao empreendedorismo voltado ao mercado 50+, assim como ao empreendedor longevo, são temáticas cotidianas da plataforma global Aging 2.0 São Paulo e da Ativen. Em sua segunda participação na Longevidade Expo + Fórum, este ano no formato Maratona Digital, a Aging 2.0 São Paulo e Ativen reunirão convidados em um painel sobre a saúde, o conceito de seguro para os longevos e o empreendedorismo voltado a este público.

O embaixador do Aging 2.0 para a América Latina, CEO da Ativen Envelhecimento Ativo e membro do Núcleo 60+, Sérgio Duque Estrada, explica que, este ano, o Aging Internacional realizou um concurso focado em startups com propostas de soluções para reduzir o isolamento social e a solidão, que muito têm afetado a vida dos mais maduros.

“O Brasil contabilizou seis finalistas nesse concurso, o que nos motivou a querer ampliar o debate na Longevidade Expo + Fórum, evento que se consolidou como um importante fórum para essas inovações”, afirma Duque Estrada.

Para debater tecnologia, empreendedorismo, viabilidade das startups (com viés para saúde e seguro saúde e de vida), Duque Estrada mediará um painel com convidados de duas startups: uma de jovens empreendedores com soluções para o mercado 50+ e outra de empreendedores 50+ que também são voltados a este público.

“Nosso terceiro convidado é o empresário Caito Maia, fundador da marca Chilli Beans e um dos mentores do conhecido programa Shark Tank para startups, que falará sobre como os investidores estão avaliando essas iniciativas para os 50+ e também sobre o olhar das marcas para este segmento”, conta Duque Estrada.

Há cinco anos atuando no segmento de 50+, Duque Estrada conta que sua origem é o mercado financeiro, mas que hoje entende que tem um importante papel no fomento às empresas que querem derrubar as barreiras e atuar para esse público. “Nossa função, e de muitos que participam conosco da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum, é a de valorizar a intergeracionalidade e dar visibilidade às tecnologias que atendam aos longevos de forma útil, inclusiva e participativa, para que este público sinta-se à vontade e desejoso de aplicar tais inovações no seu dia a dia, sem medo de errar”, completa.

Duque Estrada participa da abertura dos trabalhos no sábado, 21 de novembro, às 9 horas, abordando o tema “Saúde, comportamento e consumo dos longevos no Pós Pandemia. O novo normal na vida do público sênior”, bate-papo mediado pelo gerente geral da Longevidade Expo+Fórum, Fábio Madeira, e com a participação da CEO do Portal do Envelhecimento/ PUC-SP, Beltrina Corte, do professor e coordenador da USP 60+, ILC Brazil, Aging 2.0 e Ativen, Egídio Dórea, do diretor do Observatório da Longevidade, Fábio Nogueira, da diretora da Raízes.Etc./ Núcleo 60+, Gabriela Michelin e do Presidente Seguros Unimed, Helton Freitas.

Ainda no sábado, às 16 horas, Sérgio Duque Estrada mediará o painel “Empreendedor com os sênior techs no mercado atual”, que tem curadoria da Aging 2.0 e da Ativen, e que receberá o fundador da Chilli Beans e um dos mentores do programa Shark Tank do Canal Sony, Caito Maia, do presidente da Nilo Saúde, Victor Marcondes de Oliveira e do presidente da Forest Holding & CEO da Ô Insurance Group, José Macedo.

Tecnologia conversando com a longevidade

Democratizar o acesso a coberturas de seguros (saúde, auto e vida) ao consumidor. Esse é o trabalho da Ô Insurance Group, que tem na tecnologia a grande protagonista desta mudança de cultura, sobretudo para a ampliação do alcance e mudança no hábito de consumo.

Segundo o presidente da Forest Holding e CEO da Ô Insurance Group, José Macedo, que participará da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum, a empresa investiu em tecnologia para simplificar processos. “Desta forma, conseguirmos derrubar barreiras de custos, distribuição, precificação e customização do produto, por exemplo”, conta.

Macedo explica que a empresa vem trabalhando soluções específicas para o público longevo, como o On Vida +, uma alternativa aos planos de saúde, com preços acessíveis e atendimentos que vão desde a telemedicina ilimitada, exames, farmácia, até atendimento odontológico de urgência e assistência funeral.

“Nossa participação no evento vai evidenciar essa necessidade em tratar a longevidade como tema prioritário, tanto do poder público, quanto da iniciativa privada”, afirma o executivo, que completa: “É necessário investir em políticas públicas e sociais eficazes e inclusivas, capazes de fazer com que a longevidade seja melhor aproveitada. Do mesmo modo, as empresas têm a chance e o desafio de se aprimorar e oferecer produtos e serviços especializados para este público, como nós estamos fazendo, e a Longevidade Expo + Fórum nos dá a oportunidade de discutir todos esses aspectos do envelhecer com qualidade”.

O presidente da Nilo Saúde, Victor Marcondes de Oliveira, também fará parte do painel sobre os sênior techs. Para ele, o Brasil ainda está longe de se comparar com outros países em relação ao tratamento que dá aos seus longevos. Essa distinção fica bem clara no âmbito da saúde. “Em países como os Estados Unidos existem planos de saúde específicos para aos 60+ que contam com apoio governamental. Além disso, o ecossistema de empresas voltadas para o longevo é muito mais completo”, afirma.

Segundo o executivo, a realização de eventos como a Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum são essenciais para empresas que querem entender mais sobre o setor, criar conexões, fazer negócios e, acima de tudo, trazer a “economia prateada” para o centro das conversas em nossa sociedade.

“A Nilo Saúde é uma clínica digital para os 50+ e oferece saúde de qualidade sem que os pacientes tenham que sair de suas casas. Também possibilitamos que planos de saúde cuidem melhor da população longeva, de uma maneira mais digital e eficiente. Sendo o CEO de uma startup de saúde digital para a população 50+, tenho o dever de compartilhar o que aprendemos durante este período difícil de pandemia”, completa Oliveira.

Longevidade Expo+Fórum 2020 – Maratona Digital
Datas: 20 a 21 de novembro de 2020, das 9 às 21 horas/22 de novembro de 2020, das 9 às 13 horas.
Onde: Plataforma Zoom, com transmissão simultânea pelo Facebook, Instagram e YouTube.
Inscrições: clique aqui
Para conhecer a programação completa, clique aqui

Sete dicas para empreender depois dos 50

Para especialista da ESPM Rio, o aprendizado perene é essencial para profissionais que desejam iniciar um novo negócio

Não há idade para desenvolver uma atitude empreendedora. Por isso, o lifelong learning, conceito de aprender e se atualizar ao longo da vida, deve ser usado por profissionais diante de qualquer oportunidade na carreira e até mesmo para iniciar um novo negócio. Paula Calil, professora do curso Mercado Sênior – Bora Empreender?, da ESPM Rio, dá sete dicas para pessoas acima dos 50 anos de idade que desejam entender as práticas do mercado e enfrentar as adversidades de um novo negócio.

“Há um certo grau de inquietação e alegria por estar diante da oportunidade de empreender após os 50”, diz Paula. “Esse momento deve possibilitar a essas pessoas um espaço para reflexão não só para o autoconhecimento, mas especialmente para aprender e se capacitar a assumir seu próprio negócio”, completa.

Veja as sete dicas para quem quer empreender após os 50 anos:

Radoan Tanvir/Pixabay

1) Participe sempre de eventos de empreendedorismo e inovação para estar atualizado em relação às diferentes tendências e modelos de negócios. Entidades reconhecidas, como o Sebrae e a Endeavor, oferecem cursos, palestras e uma série de outros benefícios. A ESPM, pelo seu programa de extensão tem se dedicado a oferecer programas que atendam os interessados em empreender, oferecendo uma base sólida com os professores altamente capacitados não só como acadêmicos, mas como profissionais de mercado.

23RF

2) Procure estar atualizado com novas tecnologias de gestão, assim como de comunicação e videoconferência. Inscreva-se em cursos que o capacitem em novas plataformas digitais, que ampliam sua visão de negócio, para que nesse momento de exceção seja possível usufruir de recursos digitais que contribuam à adesão ao home office.

3) Este é o momento de revisitar sua história de vida e história profissional, para reconhecer suas competências e identificar suas fraquezas. Comece pelas competências de relacionamento: suas habilidades de comunicação, sua capacidade de resiliência, sua liderança, sua habilidade em se relacionar com as pessoas, seu conceito de bom atendimento, busca por inovação, entre outras.

4) Independentemente do negócio que for empreender, você irá utilizar fortemente sua rede de contatos (networking). Negociar fará parte do seu dia a partir de agora, lembrando que a base disso sempre será seus contatos.

5) Reveja suas crenças. Tenha sempre em mente que iniciar seu negócio exige um desapego de muitos conceitos e expectativas que você já teve. Além disso, vale lembrar que você não terá mais toda a infraestrutura que um dia se beneficiou como executivo.

6) Tenha em mente que a venda não é a atividade mais importante que planejamento ou gestão do seu negócio, seja ele produto ou serviço. Em outras palavras, vender compulsivamente de nada adianta se você não estiver atento a gestão do seu negócio e ao planejamento de suas atividades no curto, médio e longo prazos.

7) A Internet é a maior fonte de informações para qualquer tipo de negócio. Você poderá iniciar sua pesquisa buscando fontes seguras para entender os negócios existentes no mercado, seja local ou global. Além disso, diversas ferramentas e recursos de busca podem ajudá-lo a entender as melhores práticas (benchmarking) para o negócio que você pretende empreender.

Fonte: ESPM

Brasileira lança rede social gratuita para mulheres empreendedoras

Donadelas é a nova plataforma digital para conectar ideias, projetos e serviços entre mulheres a frente de seus próprios negócios

O Brasil é um terreno muito fértil para o empreendedorismo feminino. Um relatório do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), divulgado no ano passado, demonstra que a taxa de empreendedoras no estágio inicial do negócio (de até 3,5 anos) chegou a 16 milhões de mulheres, ou seja, elas são responsáveis por metade dos negócios nesta fase, no país.

O fenômeno da entrada maciça de mulheres no terreno do empreendedorismo, que até pouco tempo atrás era majoritariamente liderado por homens, pode estar relacionado aos dados apresentados pelo Governo Federal que dão conta de que três em cada quatro lares brasileiros são hoje chefiados por mulheres — 41% tem o próprio negócio. Eles, geralmente, são voltados para varejo e serviços.

De olho neste movimento e com a proposta de criar um espaço único e inovador para discussão de ideias e troca de experiências entre mulheres que estão adentrando o mundo do empreendedorismo — a maioria dos negócios chefiados por elas está em estágio inicial como mencionado –, a empreendedora Ely Ribeiro aposta no ineditismo de uma rede social dedicada a elas.

“Muitos dos lares brasileiros chefiados por mulheres têm como característica o esforço individual de cada uma. Grande parte das vezes, essas mulheres não têm emprego formal, se veem diante da necessidade de empreender e apostam naquilo em que têm algum conhecimento, mas sem metas pré-definidas. Desenvolver ações práticas e com foco em resultados rápidos torna-se primordial para atender as limitações de tempo que elas dedicam ao negócio, nessa premissa, a rede Donadelas apresenta um layout simples, com foco em negócios, que pode gerar um impacto positivo na vida dessas mulheres – explica Ely.

O Donadelas foi idealizado para proporcionar mais oportunidades de negócios a essas brasileiras que estão iniciando seu caminho na seara do empreendedorismo e também àquelas que já se encontram há mais tempo no mercado, já aprenderam com os erros e têm boas perspectivas de crescimento.

“O interessante é que se trata de uma rede gratuita, disponível a qualquer mulher que deseje divulgar seu trabalho ou fazer networking com outras empreendedoras. Na página pessoal é possível postar fotos, colocar detalhes de seu perfil e história. Há também espaço para enquetes rápidas, que podem facilitar em muito na pesquisa de tendências ou ideias, e ajudar as empreendedoras na tomada de boas decisões”, conta a idealizadora da rede social.

Ilustração: Pete Linforth/Pixabay

O Donadelas tem uma vertente internacional, com a participação de um sócio-investidor, o francês Mohamed Moulaye: “Nosso foco inicial é apresentar uma plataforma que facilite a vida e os negócios das mulheres empreendedoras no Brasil, e em breve visamos conectá-las numa rede mundial de partilha de conhecimentos, experiências e negócios, beneficiando-as com a possibilidade de expansão de seus empreendimentos além-fronteiras”, relata.

Informações: Donadelas

Curseria lança curso sobre confeitaria saudável com Isabela Akkari

A jovem empresária irá compartilhar os principais segredos da culinária saudável por meio de curso online

Algumas pessoas acreditam ser impossível ter uma alimentação saudável incluindo doces no dia a dia, mas a Curseria, plataforma de cursos online que alia educação e entretenimento, irá desmistificar o assunto. Juntamente com Isabela Akkari, proprietária do Café et Patisserie, a primeira confeitaria saudável em São Paulo, localizada no Itaim Bibi e com uma unidade no Shopping Iguatemi, a empresa apresenta o curso “Confeitaria saudável: técnicas, bases e criação de receitas”.

Isabela Akkari é uma jovem empreendedora que decidiu largar o emprego em uma multinacional e seguir sua paixão por doces e um estilo de vida saudável. Em parceria com a Curseria, foi desenvolvido um conteúdo focado nas técnicas, bases e todo o processo de preparo dos doces, fazendo com que o aluno desenvolva autonomia e habilidade para criar as próprias receitas e ter um estilo de vida saudável. As pessoas que possuem algum tipo de restrição alimentar poderão aprender comer doces em segurança.

O curso engloba doces low carb, sem adição de açúcar, sem glúten, sem proteínas do leite animal e veganos, promovendo a inclusão no mundo da confeitaria. Outro viés importante do curso é o empreendedorismo: se o aluno tiver o sonho de abrir uma confeitaria saudável, ele vai encontrar no material as principais dicas sobre como iniciar o negócio.

São 5 horas de conteúdo divididas em 10 aulas + 1 aula extra especial sobre as influências e tendências do mercado de doces low carb. Um dos objetivos do curso é descomplicar os principais dilemas da confeitaria saudável, como substituição, proporção e função dos ingredientes, fazendo com que seja possível produzir doces sem adição de açúcares com a mesma textura e gosto de doces tradicionais.

Entender progressivamente as reações dos ingredientes e as substituições, desde o mise en place à apresentação, são os principais ganhos do material. Além disso, o curso conta com uma aula específica sobre tendências de mercado, ou seja, também foi desenhado para quem deseja abrir uma confeitaria saudável e não sabe por onde começar.

O aluno também vai descobrir as vantagens da confeitaria inclusiva e entender que é possível fazer doces saudáveis para voltar a sentir o prazer de consumir uma boa sobremesa, como é o caso dos portadores de diabetes, que muitas vezes precisam mudar radicalmente a alimentação por conta dos açúcares. Conhecer as funções e propriedades dos ingredientes para criar receitas com o mesmo sabor, textura e cor das originais é também um dos principais objetivos do curso.

“A confeitaria saudável é um desdobramento da confeitaria clássica, por isso requer muita prática, técnica e precisão. Queremos ensinar aos alunos como produzir doces com sabor, bem apresentáveis e ainda sim saudáveis, visando sempre a inclusão das pessoas que têm restrições alimentares, como é o caso dos diabéticos e celíacos. Além disso, para aqueles que buscam doces low carb, vamos ensinar como fazer seus próprios doces para fugir dos industrializados”, conta Danilo Ricchetti, cofundador da Curseria.

A Curseria se destaca por oferecer cursos online que além de ter grandes personalidades brasileiras como professores, abordam processos, técnicas e filosofias diversas que possibilitam a transformação de carreira e ampliação do conhecimento. Indo muito além do que já se conhece em EAD, a plataforma de conhecimento pode expandir o ensino com um público ilimitado, com flexibilidade de acesso e aproximando os estudantes dos profissionais renomados que ali, se tornam professores.

Informações: Curseria

Startup oferece linha de crédito para incentivar empreendedorismo feminino no país

Além de crédito, mulheres apoiadas pela startup poderão fazer parte do programa de parceiros de cartão multi benefícios

O cartão Descompplica acaba de lançar mais uma modalidade, o Descompplica Transforma, programa de liberação de crédito para incentivar o empreendedorismo feminino no Brasil. Segundo a startup, 43% dos negócios do país são conduzidos por mulheres e a ideia é aumentar ainda mais esse número por meio do programa, já que mais da metade dos parceiros comerciais da startup também são mulheres.

“Nosso objetivo é encorajar, motivar, capacitar e empoderar mulheres a criarem seus negócios no Brasil. Hoje mais de 70% dos nossos parceiros comerciais são mulheres e queremos dar total apoio a elas, mostrando que é possível conciliar vida pessoal, profissional e ainda movimentar a economia”, explica Raissa Urbano, fundadora e CEO da Descompplica.

Uma das frentes do projeto é fornecer linha de crédito para mulheres que desejam criar o próprio negócio, além disso, cada mulher apoiada poderá fazer parte da rede de parceiros do cartão, ou seja, algo que facilitará na prospecção de clientes e divulgação do negócio/serviço escolhido por ela.

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A taxa de juros do microcrédito é de 8% ao ano e 24 meses de carência. A ideia é realizar parcerias com órgãos que possam baratear ainda mais as taxas do empréstimo.

“Estamos realizando parcerias com órgãos internacionais para facilitar o microcrédito e baratear ainda mais a taxa de juros. Nossas mulheres empreendedoras também farão parte da rede de parceiros do cartão, onde o usuário poderá procurá-la para utilizar nossos serviços e ela ainda será comissionada por isso”, explica Raissa.

Empreendedorismo feminino no cartão Descompplica: uma história de sucesso

Raissa é advogada e trabalhou durante muito tempo no ramo de incorporação imobiliária. Não se sentia completa na área e via que precisava explorar mais sua vontade em ajudar outras pessoas. Foi então que criou a Descompplica, uma fintech/startup focada na classe C.

Foram investidos cerca de R$ 10 milhões de reais na criação da startup, onde seu produto principal é um cartão multibenefícios que além de ser conta digital e cartão de crédito, também integra outros serviços para uso em mais de 30 mil estabelecimentos conveniados, sendo supermercados, farmácias, academias, escolas, hospitais e entre outros

“Nosso objetivo é facilitar qualquer tipo de serviço utilizado pelo cidadão brasileiro, principalmente o da classe C, que ainda não possuem familiaridade com o digital, eles até usam um serviço outro, mas são carentes de auxílio. Esse será um produto digital com atendimento presencial focado em descomplicar a vida das pessoas, ou seja, um canal de integração de serviços que permitirá experiência digital e física ao mesmo tempo”, conta Raissa.

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Hoje, a Descompplica já possui mais de 13 mil usuários cadastrados, mais de 40 mil estabelecimentos parceiros parceiros em Brasília, Minas Gerais, Goiás, Sergipe, Pernambuco e São Paulo, e 20 mil em processo de credenciamento, além de 23 subdivisões, sendo a Descompplica Transforma uma delas. Para este ano, a startup espera crescer em 50% e ampliar sua atuação para todo o Brasil.

Sobre a Descompplica

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A Descompplica é uma startup/fintech omnichannel que integra serviços rotineiros do cidadão brasileiro a um só cartão. Fundada em 2018, a Descompplica já possui mais de 10 mil usuários cadastrados e 30 mil estabelecimentos parceiros, entre eles, supermercados, hospitais, clínicas, academias. O grande diferencial do serviço é a mesma utilização para diversos fins, inclusive para solicitar empréstimos e cartão de crédito. Além disso, conta com postos de atendimentos espalhados por todo o país. Atualmente está disponível em Sergipe, Minas Gerais, Distrito Federal e São Paulo.

Informações: Descompplica

Dia Internacional da Mulher: conheça histórias de empreendedoras para se inspirar

Mais do que reconhecimento, elas merecem respeito. Saiba como começou a carreira de sucesso de mulheres que atuam no varejo, serviços, educação e tecnologia

De raízes históricas profundas, o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, é celebrado desde o século 20 e sua história está atrelada à luta das mulheres pela igualdade de direitos e melhores condições de trabalho. Hoje, a data frisa cada vez mais a importância da mulher na sociedade, principalmente suas conquistas e batalhas. Conheça oito mulheres empreendedoras e inspire-se na sua história de sucesso.

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Vó Sônia da Casa de Bolos: a verdadeira Dona do Pedaço

Aos 74 anos, Sônia Maria Napoleão Ramos, ou simplesmente ‘Vó Sônia’, como é carinhosamente chamada, hoje colhe os frutos de uma atitude empreendedora tomada no ano de 2009, quando fundou a Casa de Bolos, rede de franquias pioneira no segmento de bolos caseiros. Tudo começou quando seu filho caçula, Rafael Ramos, perdeu o emprego e a família viu-se obrigada a encontrar uma maneira urgente de complementar a renda para fechar as contas do mês. A ideia de fazer os bolos caseiros e sair vendendo pela redondeza ganhou não só as ruas da cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, como pessoas que passaram a encomendar as iguarias e fazer o “boca a boca”, a propaganda mais eficaz do mundo. Atualmente, a Casa de Bolos conta com mais de 370 lojas e espera encerrar 2020 comemorando, além dos 10 anos de existência, a marca de 400 unidades em todo país.

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Camila Miglhorini criou o primeiro primeiro fast-food de alimentação saudável

Camila Miglhorini, 37 anos, também se inspirou em criar um negócio próprio após ter dificuldades em encontrar um local que oferecesse uma alimentação rápida e saudável em um mundo repleto de produtos artificiais e industrializados. Formada em administração de empresas, a empresária abriu em 2013 o Mr. Fit, primeira rede de fast-food saudável do Brasil. Atualmente comanda com olhos bem atentos o negócio formatado por ela e transformado em uma franquia que já conta com mais 130 unidades distribuídas por 13 estados brasileiros.

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Rosana Braem trocou a carreira de diretora de arte pelo empreendedorismo

Depois de construir uma carreira de sucesso, Rosana Braem, não teve receio em abandonar seu emprego como diretora de arte em uma grande emissora de televisão para assumir seu lado doceira. Afinal, desde a época que cursava publicidade na faculdade, ela já se virava vendendo cookies, brownies e outras delícias para os colegas. Em 2013, Rosana abriu a primeira loja do Bendito Cookies, conhecida como a franquia mais gostosa do Rio de Janeiro e que hoje conta com seis pontos de vendas. Agora, a rede se prepara para desembarcar na capital paulista, onde pretende abrir 10 lojas até o final do ano.

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Mãe e filha colocaram a mão na massa e criaram a Pello Menos

Em 1996, a carioca Regina Jordão contrariou amigos e familiares e apostou num negócio que, a princípio, não parecia ser boa ideia: um instituto de depilação a cera na Cidade Maravilhosa. Maluquice aos olhos de uns, mas não para a filha Alessandra Jordão, que abraçou o sonho da mãe e colocou a “mão na massa” logo cedo, aos 16 anos. De porta em porta e no boca a boca, as duas convenceram muita mulher a conhecer sua cera exclusiva, que provoca menos dor e muito mais conforto. Em seis meses e com mais de mil clientes cadastradas o Pello Menos decolou e elas começaram a estruturar a segunda loja. Hoje, são 50 lojas divididas entre os estados do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo.

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Sylvia Barros provou o aprendizado do segundo idioma não confunde os pequenos

E por falar em São Paulo, foi na capital paulista que Sylvia de Moraes Barros colocou em prática a metodologia da The Kids Club que se espalhou por todo Brasil. Em 1994, Sylvia estava atrás de um método eficaz que ensinasse inglês para crianças a partir dos 18 meses e atendesse uma lacuna deixada pelas escolas de idiomas. A educadora foi até a Inglaterra para entender como era possível lecionar o inglês de maneira lúdica e atrativa. Enfrentando resistência dos pais nos primeiros anos, que não entendiam como era possível uma criança aprender um segundo idioma sem se confundir com a língua materna, Sylvia insistiu e, pacientemente, foi provando como não só era possível, como essencial. No momento, a The Kids Club conta com 70 unidades no país e é fonte de referência dentro do segmento de educação.

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Melina Alves: de cabeleireira a especialista em usabilidade e arquitetura da informação

Também foi na capital paulista que a mineira de Passos voou. Aprendiz de cabeleireira e uma vontade imensa de transformar vidas, Melina Alves adentrou no universo do UX, que significa User Experience. O termo, relativamente novo, tem por objetivo melhorar ao máximo a experiência que o consumidor pode ter com determinado produto – uma maneira, aos olhos da jovem, de transformar vidas. Trabalhando em agências de publicidade, Melina foi estudando e investindo todo o tempo possível em sua capacitação e consolidando seu nome no mercado, tornando-se pioneira no Brasil a profissionalizar o tema. Há 10 anos, fundou a DUXcoworkers, primeira agência de UX do Brasil.