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Psiquiatra analisa porque o número de suicídios tem aumentado durante pandemia

Por trás da máscara protetora contra o vírus pode estar uma outra doença mascarada: a depressão, responsável por 97% dos casos que levam ao suicídio

O Brasil registra mais de 13 mil casos de suicídio por ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Considerado pela OMS como o oitavo país do mundo com maior número de casos e levar 32 brasileiros por dia, o suicídio é uma questão de saúde pública que pode ser prevenível em 90% dos casos, mas, durante a pandemia, os números tendem a aumentar.

O psiquiatra Diego Tavares, especialista em depressão e bipolaridade do Hospital das Clinicas da FMUSP, alerta que a depressão do transtorno bipolar causa o dobro dos casos de suicídio da depressão clássica, mais conhecida pela maioria das pessoas. Mas por que pouco se fala na depressão com bipolaridade em um tempo em que confusão de sentimentos tem tomado conta da população em geral?

Segundo o especialista, em transtornos de humor a maior parte das pessoas ao se deparar com temas relacionados a suicídio como automutilação, tentativas de suicídio e o próprio suicídio consumado, acaba dando atenção exclusiva aos fatores agravantes mas não aos fatores predisponentes biológicos como as doenças psiquiátricas.

Muitos são os estressores ou gatilhos que levam ao suicídio, ainda mais em um tempo de tantas incertezas, medos e inseguranças, mas pouco se fala sobre as raízes de um comportamento suicida. E é disso que precisamos falar quando pretendemos prevenir o suicídio: agir nas raízes do problema.

“Quem se suicida está doente, isso é um fato, mesmo que a doença esteja silenciosamente oculta, e na maior parte dos casos está, o suicídio traz, em algum grau, alguma desordem no sistema nervoso, nas regiões desregulação emocional. O suicídio é um problema que começa no cérebro e termina na ação, agravado por estressores psicossociais”, diz.

Para exemplificar, Tavares enumera os tipos de depressão:

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Depressão melancólica: é a retratada nos filmes e, por isso, é o que a maior parte das pessoas acredita ser a única. É um tipo grave, porém raro de depressão, em que os pacientes podem apresentar intensa lentidão motora, ficam de cama, parados o tempo todo, não comem, não tomam banho e têm acentuada perda da capacidade de sentir prazer por coisas antes prazerosas. A característica principal da melancolia é a completa ausência de reatividade do humor, ou seja, a pessoa não se anima com nenhum estímulo positivo.

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Depressão ansiosa: os pacientes apresentam sintomas depressivos menos graves, porém há uma proeminência maior de sintomas ansiosos (medo intenso, preocupação, tensão, hipervigilância e insegurança).

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Depressão atípica: a pessoa sente um humor de apatia, sono excessivo durante o dia, aumento exagerado de apetite e reatividade do humor (melhora com fatores positivos eventuais). Costuma ser confundida com um esgotamento físico ou problemas como anemia, deficiência de hormônios etc.

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Foto: MedicalNewsToday

Depressão mista: é a mais perigosa e a que apresenta o maior risco de suicídio. São quadros de depressão com maior agitação mental, desespero, angústia, dificuldade de concentração por distração e pensamento acelerado, maior irritabilidade, comportamentos compulsivos que aliviam a depressão (fumar, beber, usar maconha, gastar dinheiro, abuso de calmantes, se masturbar etc), aumento da fala (reclamando e sofrendo com a depressão), labilidade de humor (momentos de grande variação emocional). Neste tipo, os pacientes podem apresentar com maior frequência ideias de suicídio como fenômeno associado ao intenso desespero e angústia presentes nesses quadros. Ocorre com frequência no transtorno bipolar, devido a mistura de elementos da depressão com elementos da fase maníaca (agitação, desespero, pensamento rápido, impulsividade aumentada etc).

De acordo com o especialista, a principal causa de suicídio são as depressões do transtorno bipolar (15% de frequência). Os tratamentos de depressões melancólicas, ansiosas e atípicas podem ser feitos apenas com medicamentos da classe dos antidepressivos mas quadros de depressão mista precisam de medicamentos da classe dos estabilizadores de humor (sozinhos ou associados aos antidepressivos).

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Pexels

“Mas, o mais importante de tudo é tratar a depressão como prevenção ao suicídio e sabermos que nem toda depressão se expressa da mesma maneira e que alguns tipos apresentam maior risco de suicídio. A depressão quando é grave não se cura sozinha e merece tratamento com medicamento e psicoterapia”, finaliza o especialista.

Fonte: Diego Tavares é graduado em medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FMB-UNESP), fez residência médica em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPQ-HC-FMUSP). Psiquiatra Pesquisador do Programa de Transtornos Afetivos (Gruda) e do Serviço Interdisciplinar de Neuromodulação e Estimulação Magnética Transcraniana (SIN-EMT) do IPQ-HC-FMUSP e coordenador do Ambulatório do Programa de Transtornos Afetivos do ABC (PRTOAB)

Acne na quarentena? Você não está só

Dermatologistas dão dicas de como tratar e prevenir as inflamações neste período

Você tem usado menos maquiagem, levado mais a sério o skincare e ficado menos exposta à poluição, mas mesmo assim parece que as espinhas voltaram com tudo nesta quarentena, certo? Fique tranquila, pois você não está sozinha.

Cerca de 40% de adultos, principalmente as mulheres, sofrem com o problema. Com o nível de estresse aumentado, é comum que a acne volte a aparecer neste período, explica a dermatologista Gina Matzenbacher, da Clínica Leger, em São Paulo.

“O que tem acontecido é um aumento do nível de estresse e, consequentemente, do nível de cortisol, que chamamos de hormônio do estresse. Por isso, temos uma piora da acne. Nosso organismo cria um processo inflamatório interno que vai resultar na piora das lesões, principalmente, para quem tem predisposição”, explica.

Se você está preocupada com cada inflamação que aparece no rosto, a também dermatologista da clínica Leger, Cibele Tamietti, tira algumas dúvidas de quem enfrenta o problema. Confira:

Algumas pessoas voltaram a ter acne neste período de isolamento. Isso é normal?

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Sim. A acne está muito relacionada aos hormônios e à qualidade de vida. Como este período tem mexido muito com o emocional e com o estilo de vida das pessoas, é comum que as espinhas voltem a aparecer.

Se estamos dentro de casa, menos expostos à poluição e maquiagens, por que isso acontece?

MULHER IPAD COMENDO DOCE

Outros fatores, além da poluição e maquiagens, podem causar acne. Entre eles está a má alimentação, principalmente composta de alimentos com alto índice glicêmico, a má qualidade do sono, o estresse e a falta de rotina – que pode levar a um menor cuidado com a pele.

O emocional neste momento influencia no aparecimento de espinhas? Por quê?

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Sim. O estresse emocional aumenta a produção do hormônio cortisol no organismo, que pode ocasionar a acne. O aumento do cortisol também está associado ao aumento da ansiedade, o que nos leva a uma busca maior por alimentos de alto índice glicêmico, como doces e chocolates, e que também contribuem para o surgimento da acne.

Quais são os cuidados necessários neste momento?

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Devemos ter alguns cuidados, como lavar o rosto diariamente com um sabonete próprio para a face. Também é importante optar por sabonetes para pele mista a oleosa. Vale ressaltar que devemos lavar o rosto de duas a três vezes ao dia, no máximo. O excesso de lavagem retira a oleosidade da pele, causando um ressecamento imediato e um efeito rebote, que consiste em um aumento da produção de oleosidade pelas glândulas sebáceas. Você também deve dar preferência para a lavagem com água fria ou morna, pois a água quente também estimula a hiperprodução sebácea. Outro cuidado importante é criar uma rotina diária de produtos antiacne e hidratantes faciais específicos para peles mistas e oleosas, que tenham ação matificante. Evite manipular ou espremer espinhas para que sua pele não fique com marcas, manchas ou cicatrizes. Quando estiver com acne inflamatória, evite usar produtos esfoliantes, buchas e até mesmo esfregar a toalha na região. Não leve muito as mãos ao rosto. E, por último, tente não usar maquiagens e, caso não consiga, dê preferência para as não comedogênicas. Não esqueça de retirá-las antes de dormir.

Existe alguma rotina de skincare que é aconselhável para quem está sofrendo com a acne?

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Ao acordar pela manhã, lave o rosto com o sabonete adequado. Logo em seguida, use produtos antiacne e, por último, o filtro solar. À noite, repita o processo de lavar o rosto, use o hidratante específico para a sua pele e, em alguns casos, um produto antiacne noturno, geralmente com ácidos. Não esqueça que para toda essa rotina é preciso a orientação de um dermatologista capacitado. É preciso ter uma constância na aplicação dos produtos para obter um bom resultado. Usar pontualmente na acne ou usar no rosto todo, mas de forma irregular ou eventual, pode não surtir o efeito esperado.

Existe alguma receitinha caseira que auxilia no tratamento?

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Tradicional Medicinals

Existem muitas receitinhas caseiras para acne, mas é preciso salientar que nenhuma delas têm respaldo científico. É necessário muita cautela ao usar algumas dessas “receitas milagrosas”, pois podem causar alergias na pele, como dermatites de contato. O mais inofensivo, que, inclusive indico após os procedimentos, é a compressa de chá de camomila gelado. Ela tem efeito calmante que pode ser usado em acnes muito inflamatórias para diminuir a “vermelhidão” da pele.

Neste momento é importante passar filtro solar mesmo estando dentro de casa?

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Sim. O filtro solar deve ser usado mesmo em casa, principalmente, os com proteção física ou com cor. Além de proteger contra as radiações ultravioletas, eles também protegem contra a luz visível. Atualmente, sabemos que a luz visível contribui para o envelhecimento cutâneo, o aparecimento ou piora das manchas da pele, a produção dos temíveis radicais livres e para a piora de algumas dermatoses fotoinduzidas.

Quem não está com acne, qual skincare é aconselhável como prevenção?

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Manter a rotina diária de lavar o rosto com sabonete próprio para o seu tipo de pele e usar, no mínimo, hidratantes faciais e filtro solar. Se optar por produtos específicos para tratar rugas, manchas ou outras patologias, procure a ajuda de um dermatologista.

Fonte: Clínica Leger

Ansiedade e estresse são gatilhos para surgimento ou piora de doença psicodermatológica

Vitiligo, psoríase e dermatite atópica são alguns exemplos de enfermidades que podem ser agravadas durante a pandemia pelo novo coronavírus

A confirmação de pandemia e a necessidade de realizar a quarentena com isolamento domiciliar trouxe muitos questionamentos, medos, ansiedade e estresse. Uma das consequências disso são as queixas, nos últimos dias, de surgimento ou piora das doenças psicodermatológicas, área da dermatologia que foca na interação entre as doenças de pele e a saúde mental dos pacientes.

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Alguns exemplos das queixas são a acentuação de queda de cabelos, piora da dermatite atópica, agravamento da psoríase e a volta das manchas brancas de vitiligo que já estavam pigmentadas.

Já é comprovado que estressores psicológicos são gatilhos para o aparecimento ou piora dos quadros cutâneos. “Emoções são importantes fatores em todas as doenças de pele. Os estressores tanto internos quanto externos rompem o equilíbrio do organismo estimulando uma série de reações do sistema neuroendócrino afetando vários aspectos imunológicos das doenças da pele”, explica Márcia Senra, Coordenadora do Departamento de Psicodermatologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Algumas pessoas com pouca resiliência, sensíveis ao estresse, portadores de transtornos ansiosos e depressivos, pioram muito com a experiência de quarentena, afastados de seus entes queridos, pela perda de liberdade, fobias desenvolvendo quadros de pânico, insônia pelas incertezas quanto à doença e ao futuro, inclusive levando à ideação suicida. “Com tantas emoções negativas, com toda certeza, as somatizações na pele irão aumentar enormemente justamente por essa inter relação entre a pele, o sistema nervoso e o psiquismo”, afirma Márcia.

Diante do cenário, a SBD orienta que a população, nesse período de quarentena, invista em bons hábitos que vão ajudar a reduzir o estresse e prevenir alterações em sua pele, como prática de atividades físicas, ter um bom sono, se alimentar bem e ocupar a cabeça com atividades que causem prazer (desenhar ou realizar jardinagem, por exemplo). Além disso, é importante ter uma rotina diária de cuidados com a pele.

mulher pele rosto

Quanto ao profissional dermatologista, cabe a ele abordar tanto a pele quanto o psiquismo de quem o procura. “O dermatologista deve desenvolver a melhor relação médico paciente com total empatia, acolhimento, fornecendo ferramentas, oferecendo terapias complementares e indicando em alguns casos, o aconselhamento psicológico/psiquiátrico”, finaliza Sérgio Palma, Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

 

Ansiedade e estresse podem agravar quadros de caspa e queda de cabelo

Tricologista Viviane Coutinho elenca medidas para remediar a situação

De repente, ficamos sem poder sair de casa, ter encontros sociais e cumprir atividades rotineiras devido à pandemia da Covid-19. Uma experiência sem precedentes na história recente da humanidade. Segundo especialistas, tudo isso, somado a diversos outros medos causados pela doença, pode causar estresse e aumentar a ansiedade.

E as manifestações físicas podem acontecer até no couro cabeludo. Segundo a tricologista Viviane Coutinho, o estresse pode agravar casos de caspa.

“O estresse acaba debilitado às defesas naturais do corpo , impedindo que ele combata o excesso de fungos e bactérias, ocasionando o mau funcionamento do sistema capilar. O que gera inflamações, menor aporte sanguíneo, menor oxigenação e com isso menos chegada de nutrientes, ocorrendo um desequilíbrio na microbiota do couro cabeludo, instalando caspas, descamações, inflamações, levando a quadros de aumento de queda”, explica a profissional.

Além disso, o estresse e a ansiedade podem levar a um quadro de queda do cabelo.

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“O estresse e a ansiedade são fatores que influenciam diretamente o desenvolvimento do nosso ciclo capilar, alterando a chegada de nutrientes, a circulação sanguínea, aumentando processos inflamatórios e ocasionando quedas maiores. Sabendo disso, já podemos imaginar o quanto os nossos cabelos irão se apresentar após esse período todo que estamos vivendo”, esclarece a tricologista.

Viviane cita algumas medidas para combater a queda dos fios e quadros de caspa, causadas por fatores emocionais:

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=manter os cabelos higienizados com frequência,

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=escolher cosméticos específicos para equilibrar o sistema capilar,

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=massagens de couro cabeludo para relaxar toda tensão,

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=ter uma alimentação bem balanceada para repor nutrientes,

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=fazer exercícios físicos para melhorar oxigenação,

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=manter a mente saudável.

“Para diminuir esse possível quadro é muito importante seguir as dicas acima. Em caso de dúvidas, o ideal é procurar ajuda profissional”, finaliza Viviane.

Natura oferece aplicativo de meditação para reduzir ansiedade em tempos de isolamento

Marca tem aplicativo gratuito para quem quer iniciar prática que acalma a mente e aumenta a sensação de bem-estar físico e mental

Em tempos de distanciamento social e incertezas no Brasil e no mundo, a Natura está ainda mais focada no bem-estar e cuidado com as pessoas. Dedicada ao estudo da meditação há pelo menos sete anos, a Natura vem apostando na prática como uma importante ferramenta, sobretudo na promoção de bem-estar mental.

Em pesquisa científica realizada em parceria com o Instituto do Cérebro do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, em 2018, foi comprovada a eficácia da meditação na diminuição de sintomas de estresse e promoção do bem-estar.

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“Manejo de estresse e ansiedade, redução das emoções negativas e aumento dos pensamentos positivos, melhora do sono, da memória e da atenção são alguns dos vários benefícios da prática já comprovados por inúmeros estudos científicos realizados em todo o mundo”, revela a gerente da área de Ciências do Bem-Estar da Natura, Carla Barrichello, e uma das idealizadoras do aplicativo de meditação da Natura.

De acordo com a especialista, a meditação tem esses efeitos positivos porque ajuda a acalmar a mente. “Ao meditar, nós saímos do piloto automático, trazemos a nossa atenção para o momento presente, acessando um lugar interno de mais tranquilidade e, sobretudo, ampliando a nossa capacidade de auto-observação e percepção do nosso mundo interno”, explica.

Algo que parece simples, mas é especialmente importante em momentos como o que estamos vivendo, no qual somos expostos a uma quantidade quase infinita de informações e notícias diariamente. Segundo Carla, assim como qualquer outro exercício, o segredo da meditação é a prática. “Comece fazendo apenas cinco minutos, escolha um ambiente o mais silencioso possível, e vá aumentando conforme for se sentindo mais confortável”, aconselha.

Disponível gratuitamente nos sistemas Android e iOS, o aplicativo Meditação Natura é uma boa opção para quem quer se iniciar na prática e incluí-la no cotidiano. A ferramenta conta com um programa de treinamento de oito semanas, onde a proposta é que sejam realizadas práticas diárias durante esse período, e sugestões de meditações guiadas de acordo com o seu objetivo, como amenizar o stress, dormir melhor, ter atenção plena na respiração, lidar com a raiva, entre outras.

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O app também oferece uma gama de paisagens sonoras autorais com sons da natureza que levam ao relaxamento. Frases inspiradoras, que podem ser compartilhadas nas redes sociais, e um relógio com sinos que marcam o tempo para quem prefere meditar em silêncio também estão disponíveis no app que, em breve, chegará em versões em inglês e espanhol.

Coronavírus: como reforçar o sistema imunológico para dificultar contaminação*

O coronavírus chegou ao Brasil e colocou governos e órgãos de Saúde em alerta máximo. A propagação do COVID-19, como vimos na China, é rápida e requer uma série de cuidados. A chave para a proteção não está somente em ter um ambiente esterilizado. É preciso que tenhamos cuidados diários para o fortalecimento do sistema imunológico, pois é ele o responsável por proteger nosso organismo e responder a ataques provocados por vírus e bactérias. E isso passa, necessariamente, pelo delicado equilíbrio entre o corpo e a mente.

O surgimento do novo vírus e a pandemia que enfrentamos hoje decorrem de um grande desequilíbrio ambiental, que permitiu a sua multiplicação em um ambiente lotado de pessoas com sistemas imunológicos debilitados ou incapazes de conhecerem esta classe de micro-organismos como sendo de alto risco.

Por isso, ações preventivas são a resposta para minimizar esses fatores. O melhor a fazer é reforçar as defesas do nosso organismo para tentar barrar as ameaças externas. Nos seres humanos, as baixas atividades imunológicas ocorrem quando há desequilíbrios fisiológicos e emocionais.

Neste processo de proteção, tudo começa na comida, já que o intestino representa 90% em um processo imune. Por isso, é necessário cuidar da qualidade dos alimentos que colocamos na nossa mesa e manter em equilíbrio as emoções e pensamentos. Esta, certamente, é a parte mais difícil.

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Evitar alimentos industrializados e fontes de carboidratos simples, como açúcar refinado e os sucos industrializados compostos por néctar, e investir na reconstituição da microbiologia, são imprescindíveis, pois mais de 50% das pessoas estão com alguma deficiência em relação aos bacilos que formam e promovem a microbiota intestinal. Nesse sentido, alguns alimentos são indispensáveis: inhame, rabanete, nabo, couve, brócolis e vegetais escuros. Frutas cítricas, como limão e laranja, tomate e linhaça, são outros itens que não podem faltar na mesa durante o processo de fortalecimento da imunidade.

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Foto: Frontier-Co-op

É possível, ainda, lançar mão dos complementos alimentares, como ômega-3, lactobacilos e fibras alimentares. Seja em cápsulas ou na forma de chás, a cúrcuma, a maca peruana, a equinácea, o ginseng, o gingko biloba, astragalus, anis estrelado e a erva moura também são aliados de peso na construção da saúde.

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Outro passo importante é controlar o estresse, pois um dos hormônios liberado nestas condições é o cortisol, que, em desequilíbrio, interfere na qualidade do sono, o que resultará na predisposição a contaminações. Sabemos que, em tempos modernos, é difícil se manter livre do estresse e até mesmo desfrutar de uma boa noite de sono, mas estes são fatores preponderantes para que o nosso organismo esteja forte. Um caminho para quem precisa atingir esse estágio é a prática diária de atividade física. Além de preparar o corpo, a liberação de endorfina ajuda a combater o estresse e a melhorar a qualidade do sono. Tudo está interligado.

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Depois desses cuidados, entram em cena as dicas referentes ao ambiente. Deve-se tanto higienizar constantemente as mãos e evitar ambientes abafados quanto evitar pessoas, relacionamentos e ambientes emocionalmente “tóxicos”. Outro fator importante é evitar a contaminação eletromagnética, mantendo o celular longe do corpo sempre que possível e, à noite, fora do quarto.

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Pixabay

A exposição (com proteção) ao sol e a ambientes naturais é tão vital quanto selecionarmos melhor as informações e programas que assistimos, além das músicas que ouvimos. A boa noite de sono, cada vez mais rara, tem valor fundamental para o nosso equilíbrio. No mais, procure manter a mente em constante funcionamento, seja estudando idiomas, culturas ou tocando algum instrumento musical. E tente, sempre que possível, trabalhar menos e viajar mais. Sempre que possível, claro.

*Fernando Facini é terapeuta quântico, especialista em saúde integral, diretor de prevenção a doenças no Instituto Mispá, bacharel em Educação Física pela PUC de Campinas.

Confira cinco dicas para lidar com as emoções no trabalho

No dia a dia estamos acostumados a vivenciar experiências que nos colocam em contato com diversas emoções, principalmente no ambiente de trabalho. Por isso, desenvolver a inteligência emocional para lidar com as adversidades do cotidiano tem sido fundamental e já é, inclusive, um dos pontos avaliados na hora da contratação.

Para Lucas Mendes, cofundador da Revelo, plataforma de recrutamento digital que busca democratizar e humanizar o acesso a quem busca oportunidades de recolocação, administrar impulsos e sentimentos já é tão importante quanto ter uma boa qualificação técnica.

“As nossas emoções dizem respeito às nossas vidas como um todo, mas quando se está no ambiente de trabalho, os efeitos que essas podem causar pode ser muito maior e ir para além de nós mesmos, por isso é fundamental saber administrá-las”, avalia.

Além disso, lidar com as emoções também pode ser fundamental para evitar o desgaste do profissional e o surgimento de transtornos psicológicos. Um exemplo disso é que, neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) adicionou a Síndrome do Esgotamento Profissional, ou Burnout, na lista de Classificação Internacional de Doenças. Segundo a pesquisa “No limite”, da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), cerca de 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros já são afetados por isso.

Nesse cenário, a Revelo, reuniu cinco dicas que podem ajudar os profissionais a conquistar o equilíbrio emocional no trabalho. Confira:

1. Tenha clareza para lidar com as adversidades

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Primeiro, olhe para dentro, faça autorreflexão e pense — se puder, escreva — no que está te incomodando, o que pode ser feito para melhorar e como seria esse processo. Isso vai te ajudar a ter uma visão mais ampla do real problema.

2. Lembre-se do autocuidado

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Priorize a sua saúde física porque ela se reflete na emocional. Às vezes, o excesso de tensão e desânimo podem estar sendo causado por hábitos ruins, como noites maldormidas. Tenha um sono de qualidade, inclua uma alimentação balanceada no seu dia a dia, pratique exercícios físicos e desfrute de momentos de lazer.

3. Invista na qualidade das relações interpessoais

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Quando estamos em contato com a equipe, e até mesmo com os gestores, é importante levar em consideração as necessidades do outro além das nossas. Questionar “como posso te ajudar?”, pode colaborar nesse processo de entendimento e no desenvolvimento da empatia que é fundamental para o relacionamento.

4. Pense e respire antes da tomada de decisão

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Assim como em todos os aspectos da vida, agir por impulso pode trazer impactos negativos ou distantes do resultado esperado. Saber gerenciar as emoções é fundamental para evitar isso, principalmente no ambiente de trabalho e se você ocupa uma posição que te coloca em situações de escolha a todo momento. Antes de agir, reflita sobre os resultados esperados e se isso está alinhado com os objetivos do time. Ouvir uma segunda opinião também pode ser importante para garantir que os desdobramentos possíveis foram analisados.

5. Evite ser tomado pelo estresse

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Quando somos submetidos a altas doses de pressão, muitas vezes funcionamos quase que como uma panela de pressão prestes a explodir. No entanto, no ambiente profissional, ultrapassar esse limite pode ser prejudicial para as relações de equipe e também para a forma como somos avaliados. Por isso, invista em válvulas de escape, como sair para respirar ou ir beber uma água, antes de externalizar as emoções. Além disso, estar equilibrado mentalmente pode te trazer uma postura mais confiante e produtiva, além claro, de contribuir para a flexibilidade para lidar com as situações inesperadas.

Sobre a Revelo

Diferentemente dos site de empregos, na Revelo não são os profissionais que têm que se candidatar às vagas. Eles passam por um processo seletivo na plataforma, e os aprovados ficam disponíveis em um marketplace online para as empresas assinantes. O objetivo da Revelo é transformar o mercado de recrutamento e seleção, oferecendo a melhor experiência para os melhores talentos encontrarem seu emprego ideal. Com uma experiência superior, a plataforma consegue atrair candidatos que até então não usavam soluções online para buscar seu próximo emprego. Entre os principais clientes da Revelo estão: Banco Itaú, 99, Hospital Albert Einstein e Grupo Pão de Açúcar.

 

Estresse aumenta até 68% em dezembro, afirma pesquisa

Os dados são de uma pesquisa americana recentemente realizada pela Slumber Cloud que mostrou que 68% dos americanos acham esta época a mais estressante do ano. A médica especialista em psicossomática e cirurgiã do aparelho digestivo,  Maria José Femenias Vieira, de São Paulo, explica porque isso acontece.

Portrait of frustrated young woman near christmas tree

Quando começa dezembro inicia-se também uma alta carga de ansiedade e preocupação bem maior do que em qualquer outro período do ano. Os motivos variam entre a rotina intensa de preparativos para as férias de final de ano, a obrigação de comparecer às reuniões de amigos e familiares, os gastos excessivos que a época exige e os esforços aumentados para fechar as metas sob pressão antes que o ano termine. No mais, justamente nesta época do ano ainda é comum que todo mundo faça um ‘balanço’ do que foi conquistado, e pior, do que não foi alcançado – e aí que se abre ainda mais espaço para as frustrações.

“A sensação de ansiedade aumenta conforme o estresse gerado por cobranças externas e internas aumentam. Isso é uma resposta ao encerramento de um ciclo, o que é muito angustiante. Os sintomas mais comuns que aparecem associados a tudo isso é a irritabilidade, ansiedade e taquicardia”, revela a especialista.

Maria José comenta que identificar as doenças causadas pelo estresse é fundamental para conter os sintomas desse problema cada vez mais presente na sociedade moderna. “Por questões hormonais, o estresse afeta diretamente o funcionamento de diversos órgãos do corpo e pode causar insônia, distúrbios alimentares, prisão de ventre, depressão e até problemas no coração”, alerta a médica.

Durante períodos curtos, as alterações provocadas pelo estresse são até benéficas ao organismo, já que nos níveis normais, a liberação de hormônios que ocorre durante esses momentos tensos é até necessária para o equilíbrio das funções orgânicas. Mas a especialista em psicossomática alerta: “Quando passa uma determinada fase da vida e esses sintomas ainda são constantes, há o risco de evoluir para o estresse crônico e causar graves danos à saúde”, diz.

Maria José revela ainda que o estresse crônico diminui a defesa imunológica e deixa o indivíduo mais vulnerável a alguns sinais característicos desse problema. Os mais evidentes são: consumo descontrolado de álcool e de cigarros, cansaço e indisposição mental, tensão e dores musculares, desinteresse pelas coisas, preocupações excessivas, dificuldade de memória, aumento da ansiedade, falta de concentração, alterações no apetite, irritação constante, alteração de sono e de humor.

Aos primeiros sinais de qualquer um desses sintomas é essencial buscar o controle com a ajuda médica especializada. “Além de evitar o desenvolvimento de outros problemas de saúde, conhecer as doenças causadas pelo estresse – e adotar alternativas para vencê-las – pode sinalizar o caminho para uma vida plena, saudável e mais tranquila”, finaliza a médica.

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Fonte: Maria José Femenias Vieira é cirurgiã do aparelho digestivo, formada pela Faculdade de Medicina de Jundiaí e doutora em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com Pós-Graduação em Cirurgia do Aparelho Digestório.
Médica do Serviço de Check-up do Hospital Alemão Oswaldo Cruz – São Paulo. Especialista em Cirurgia Geral pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Especialista em Psicossomática pelo Instituto Sedes Sapientiae – São Paulo. Autora do livro “Estresse” e coautora do livro “Psicossoma III – Interfaces da Psicossomática”, ambos da Editora – Casa do Psicólogo – São Paulo e Psicossoma IV.

Champanhe sem álcool e efervescente diminui estresse, modula cortisol e reduz gordura

Já imaginou um champanhe efervescente que modula o hormônio cortisol – relacionado ao estresse? Lançamento da Biotec é formulado com Modulip, um ativo que diminui o cortisol, e ainda tem a vantagem de não conter álcool

Já imaginou suplementar o organismo com champanhe? É dessa forma que um lançamento da Biotec Dermocosméticos consegue diminuir o estresse. Por meio do Champanhe Antiestresse, efervescente e sem álcool, o produto consegue modular o cortisol.

“Ele é formulado com Modulip GC, um dipeptídeo obtido a partir de dois produtos naturais: o triptofano e ácido glutâmico da beterraba. O ativo protege as terminações nervosas dos malefícios do cortisol, também modulando esse hormônio que sofre um aumento quando estamos estressados”, afirma Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos.

Adoçado com stevia, o champanhe também ajuda no emagrecimento, uma vez que o acúmulo de gordura foi relacionado ao estresse crônico e à alta produção de cortisol. “A secreção de cortisol induzida pelo estresse aumenta a deposição de gordura abdominal por induzir resposta negativa do Fator de Crescimento Neural (FCN). Modulip restabelece a secreção de Fator de Crescimento Neural (FCN) e normaliza a comunicação entre cérebro e tecido adiposo branco”, afirma Mika. Isso ajuda no emagrecimento e redução do efeito sanfona.

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Por fim, a farmacêutica lembra que é de fundamental importância consultar um médico para avaliação completa. “Somente o médico poderá indicar os produtos mais recomendados para cada caso”, finaliza.

Informações: Biotec Dermocosméticos – SAC: 0800-7706160

Como aliviar as dores crônicas no ambiente de trabalho

Você sabia que não é preciso trabalhar em uma linha de produção para sentir dores crônicas devidas ao ambiente de trabalho? O trabalho sedentário (sentado ou de pé), o contato prolongado com telas e a rotina corrida e estressante são suficientes para começar a sentir dores crônicas: aquele nó na musculatura do meio das costas, a sensação de cansaço na região lombar no fim do dia ou a ardência dos olhos tendem a se manifestar com frequência.

Para aliviar as dores e evitar que apareçam novamente, veja algumas técnicas simples preparadas por Armelle Champetier, diretora da Yogist no Brasil:

Estresse e dores crônicas

dores nas costas

Muitas dores que sentimos depois de um dia ou uma semana de trabalho são consequências do nível alto de estresse. Em um primeiro momento, o estresse é um mecanismo do sistema nervoso simpático que, depois de um estímulo externo (uma reunião importante com um cliente por exemplo), ativa certas mudanças no corpo, como acelerar os batimentos cardíacos ou aumentar a pressão sanguínea.

Se esse estado de estresse elevado se manter por longos períodos, dores físicas podem começar a aparecer: tensão muscular nas costas, nos ombros ou no pescoço é um caso clássico. Mas antes de correr para o fisioterapeuta ou massagista, conheça as soluções para cuidar da origem dessas dores: o estresse.

Na prática do yoga corporativo, o foco principal é o uso da respiração como ferramenta poderosa de combate ao estresse. Desta forma, evita-se os períodos prolongados de estresse e, por consequência, a aparição dessas tensões musculares, principalmente na parte superior do seu corpo.

Respiração completa

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A respiração completa ajuda a relaxar e a se concentrar: sente-se com a coluna reta na cadeira (sem apoiar as costas), pernas descruzadas e joelhos afastados na largura do quadril. Coloque as mãos na barriga e comece a visualizar a sua respiração em três tempos, sempre pelo nariz:
– inspire primeiro pela barriga, expandido a barriga para frente;
– depois pelo peito, afastando as costelas flutuantes e expandido a caixa torácica;
– e, por fim, pela garganta, garantindo que você inalou o volume máximo de ar.

Na exalação, siga os mesmos três passos:
– retraia a barriga, levando com uma leve contração abdominal o seu umbigo na direção da coluna;
– exale todo o ar dos pulmões, afundando o peito;
– e expulsando para terminar todo ar, inclusive da garganta.

Repita por, pelo menos 5 ciclos, procurando sempre alongar o ciclo respiratório, em particular na exalação. Observe os bloqueios e as diferenças com a respiração natural, e, no fim do exercício, a sensação de relaxamento e bem-estar.

Dor na lombar

É muito comum sentir dor na parte de baixo das costas, mais especificamente na região lombar depois de ficar muito tempo sentado (no trabalho ou no carro) ou de pé. Isso pode ser aliviado através de fortalecimento muscular da cintura abdominal e alongamento da coluna.

A parede

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Desenvolver uma musculatura abdominal tônica é essencial para aliviar a pressão exercida na lombar. O papel desses músculos posturais é justamente o de sustentar a coluna e a postura. Para isso, não é preciso se trocar nem pagar um plano de academia, basta ter acesso a uma parede:

Vire as costas para a parede, colando os seus calcanhares no rodapé, pés afastados na largura do quadril e joelhos levemente dobrados. Inspire e, na exalação, contraia a musculatura abdominal, de forma a colar as costas inteiras na parede, dos ombros até o cóccix. Verifique com a mão que não tenha espaço entre a parede e as costas. Mantenha por cinco longas respirações, relaxe as pernas e tire as costas da parede. Lembre-se de reproduzir esse exercício fácil sempre que tiver oportunidade, principalmente para quem tem dor frequente na lombar e tem uma postura muito curvada.

A criança

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Para providenciar um relaxamento completo do corpo, a prática do yoga corporativo propõe posturas de curvatura para frente, onde a cabeça fica abaixo do coração, auxiliando o relaxamento rápido do sistema nervoso: sentando-se na borda da cadeira com os joelhos bem afastados, inspire e alongue a coluna para cima. Na exalação, incline o busto para frente e para baixo, deixando, aos poucos, a parte de cima do corpo relaxada entre as pernas, com a cabeça solta. Mantenha a postura por cinco respirações profundas, sentido o alongamento da lombar, o corpo se relaxando e a mente se acalmando. Na hora de voltar, suba inspirando, devagar, desenrolando a coluna, deixando a cabeça subir por último. Antes de voltar ao trabalho, fique de olhos fechados um momento, observando o efeito dessa postura.

Olhos cansados e dor de cabeça

Depois de longas horas na sala de reunião, ou concentrado na tela do computador, a mente está cansada, cabeça doendo e olhos ardendo, precisando de um momento de descanso para si.

“Power nap” com massagem do rosto

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A automassagem no rosto é uma forma de relaxar e descansar a cabeça em apenas alguns minutos: esfregue uma palma da mão contra a outra durante 10 segundos para elevar a temperatura das palmas. Fechando os olhos, aplique as mãos na região ocular do rosto, sem tocar as pálpebras. Descanse um minuto os olhos no calor e na escuridão e, em seguida, comece a massagear o rosto com a ponta dos dedos – sobrancelhas, testa, têmporas, maçãs do rosto, bochechas… junto com uma respiração profunda.

Fonte: Armelle Champetier é diretora da Yogist no Brasil, que tem como objetivo levar o yoga às empresas, com foco na saúde e bem-estar das equipes, combatendo o estresse no trabalho e os distúrbios osteomusculares.