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Como melhorar o desempenho nas áreas de empreendedorismo, administração e finanças

Onde e como você se enxerga na próxima década? Agora que já imaginou, tenha em mente que, antes de buscar o seu desenvolvimento na carreira, é necessário projetar o seu crescimento profissional. Para auxiliar nessa etapa, o personal growth é o profissional que apoia o aperfeiçoamento das competências e habilidades que visam aprimorar o conhecimento.

Segundo Daniel Lustig, especialista em personal growth, é preciso estimular as formas de evolução: “A mudança de hábito acontece gradualmente e melhora a sua atitude no desempenho das atividades profissionais. Ser mais receptivo, pró-ativo e positivo são algumas atitudes básicas para crescer na carreira”, explica.

Lustig complementa que “a chave para o crescimento é estar aberto para novas oportunidades que surgem na sua área”.  Pensando desta forma, preparou dicas para as principais carreiras. Confira:

Empreendedorismo

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Segundo Lustig, o indivíduo que escolhe essa área precisa de saúde financeira e mental para atingir os seus objetivos. “Para alcançar os resultados desejados é primordial construir o seu caminho. Ter um plano de ação com metas alcançáveis é ser mais assertivo, pois estabelece foco no trabalho”, afirma.

Além disso, estipular pequenas metas para alcançar em um espaço determinado de tempo, ajuda a conquistar resultados e dá fôlego para seguir até o objetivo final. O personal growth atua nesse processo junto ao cliente, na organização e na adoção de um novo olhar em relação à vida.

“A dificuldade pode aparecer no mundo empreendedor como em qualquer área de atuação. Nesse momento em que pode haver dúvidas sobre o seu negócio, é importante buscar alternativas para encontrar uma solução viável” destaca.

Administração

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Nessa área é preciso otimizar a produtividade e usar a tecnologia ao seu favor. “Adequar-se aos processos do mundo digital facilita e melhora os processos que estão presos às técnicas passadas”, fala Lustig.

Não tenha medo de inovar. “Ser criativo é propor novos formatos para o que está antigo. Com o auxílio do personal growth, você desenvolve esse lado criativo para atingir os objetivos desejados”, completa.

Finanças

 

mulher estudando wiseGEEKInvestir na capacitação é uma forma de atuar com excelência e diminuir erros. Lustig diz que ter coragem e ter paixão pelo que faz, motiva o indivíduo a participar de treinamentos e cursos. “Quando você está aberto para novas oportunidades, você cresce como profissional”, avalia.

Lustig adverte que o método do personal growth não é apenas uma forma de evoluir na carreira ou na educação, mas na transformação pessoal.

Fonte: Daniel Lustig é personal growth e fundador da Mind Factory. Formado em administração, capacitado pela Sociedade Brasileira de Coaching, Association for coaching, Institute of Positive coaching & research, Via institute on character, Worth Ethic Corporation e Behavioral Coach Institute nas áreas de Personal & Professional, Executive, Positive e Career Coaching, Mentoring e liderança.

 

Você já ouviu falar sobre alimentação sazonal?

Prática auxilia no emagrecimento e na economia doméstica

Durante os próximos meses começa a época do mamão, das nozes, da uva e do rabanete. Além desses, outros inúmeros alimentos se tornam mais ou menos frequentes nas feiras livres de todo o país de acordo com a sua sazonalidade e região. Mas por que respeitar essa característica quando, dia após dia, os alimentos se tornam mais fáceis de serem encontrados durante todo o ano?

frutas

Entre os benefícios de priorizar o consumo dos alimentos de acordo com a safra, há o aumento da qualidade, os impactos na saúde e o baixo custo que essa prática pode oferecer. “Cada hortaliça, legume e fruta tem um período propício para o cultivo. Basicamente, há o que chamamos de início de safra, quando os alimentos começam a chegar aos balcões; safra, quando a oferta é abundante; fim de safra, quando encontrar aquele item começa a ser mais difícil; e, por fim, a entressafra, quando o alimento não é cultivado e vendido”, explica o Nutricionista do Vigilantes do Peso, Matheus Motta.

Durante o ápice da safra, os alimentos encontram condições naturalmente favoráveis para seu cultivo e colheita e se mostram maiores, melhores e em grande quantidade. “Essa qualidade vai além da fruta bonita e chega também no valor nutricional. Alimentos consumidos dentro do período da safra tendem a se desenvolver melhor, podendo conter mais vitaminas e minerais , já que a semente encontra solo e ambiente propícios para se desenvolver”, ressalta o especialista.

Quem já tentou comprar morango fora de época sabe que uma fruta também pode ser salgada. Isso acontece em função da oferta e da procura. A dificuldade em cultivar um alimento diminui a quantidade e afeta a qualidade do item ofertado. Matheus conta ainda que em função disso, conhecer e respeitar as safras também auxilia – além da manutenção da saúde, na economia doméstica.

alimentos frutas vermelhas

Luciana Daudt, gestora jurídica e Associada do Vigilantes do Peso, adotou a sazonalidade na alimentação depois de perceber que alguns itens da lista de compras estavam caros demais. “Fui procurar o porquê e descobri que o aumento nos preços era em decorrência da entressafra”, explica.

Alimento melhor significa saúde melhor? Para Luciana, sim. “Sou uma pessoa muito alérgica e a alimentação impacta bastante no funcionamento do meu organismo. Ingerir alimentos mais frescos e nutritivos, cultivados com respeito à sazonalidade, melhorou bastante as minhas crises de alergia na pele”.

De acordo com Matheus, a saúde é beneficiada porque há uma variação nas escolhas. “Se a pessoa segue a sazonalidade, ela passa a adaptar o cardápio mês a mês e, assim, consome uma maior variedade de alimentos  e, consequentemente, de nutrientes, vitaminas e minerais”, complementa.

verduras legumes frutas

“Para quem quer emagrecer, essa variação ajuda a deixar a alimentação mais leve e fugir da rotina, a probabilidade da pessoa enjoar de comer um único legume é menor, e, assim, o engajamento dela na reeducação alimentar também é beneficiado”, conclui.

Fonte: Vigilantes do Peso

Pouco lembrado, estresse financeiro é uma das principais ameaças à saúde mental

Este mês acontece a campanha Setembro Amarelo, criada para promover a conscientização e prevenção do suicídio. É um período marcado pela discussão de temas ligados à saúde mental, porém um fator bastante importante nessa equação costuma ser pouco mencionado: a saúde financeira. Os problemas financeiros, comprovadamente, são grandes fontes de preocupação e até depressão.

Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 69% das pessoas endividadas sofrem de ansiedade. Insegurança (65%), estresse (64%), angústia (61%), desânimo (58%), sentimento de culpa (57%) e baixa autoestima (56%) também aparecem no estudo.

A pesquisa revela, ainda, que o endividamento atinge até mesmo a vida profissional e social dos entrevistados, com 25% dos pesquisados afirmando terem ficado mais desatentos e menos produtivos no ambiente de trabalho.

De acordo com a Investor Pulse, pesquisa realizada pela BlackRock, 71% dos brasileiros acreditam que sua saúde financeira afeta diretamente seu bem-estar. Além disso, quase 60% afirmam que é o dinheiro – no caso, a falta dele – o que mais causa estresse em suas vidas.

Algumas empresas já começam a se preocupar com o estresse financeiro de seus funcionários e seus impactos sobre sua produtividade e saúde mental. A fintech Magnetis, primeira gestora de investimentos digital, oferece o primeiro benefício corporativo de bem-estar e educação financeira do país, chamado Magnetis Para Empresas. O programa tem duração mínima de 12 meses e a dinâmica é muito parecida com a dos planos de saúde, em que as empresas pagam por vida.

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O serviço começa com palestras para a equipe, com o objetivo de despertar o interesse em educação financeira. Por meio de um questionário, cada colaborador identifica seu perfil e recebe recomendações para planejar melhor sua vida financeira. O programa ainda inclui uma plataforma digital de educação financeira, em que o colaborador vai aprender os ensinamentos essenciais de acordo com seu perfil financeiro, e diferentes tipos de consultoria individualizada.

Em apenas dois anos, o benefício já foi adotado por dezenas de empresas de diferentes segmentos, como Leo Madeiras, GPS Investimentos, Edools, Transunion, Arquivei, Olist, Megamamute e Monashees.

Informações: Magnetis

 

Dicas para economizar e poupar dinheiro mesmo em tempo de crise financeira

Se um bom planejamento financeiro é essencial para ter uma vida equilibrada, em tempos de crise econômica no país, ele se torna fundamental. Quando o cenário econômico brasileiro apresenta problemas, grande parte da população também passa por dificuldades, e precisa se esforçar para manter as finanças em dia. O importante é se manter longe das dívidas e dos empréstimos, além de economizar e poupar dinheiro.

Como educação financeira não é o ponto forte dos brasileiros, conseguir economizar e poupar dinheiro, ainda mais em tempos de crise econômica, pode ser um grande desafio. Como desafios foram feitos para serem vencidos, o especialista em finanças e fundador da Maway Global Investments, Thiago Silva, dá algumas dicas:

1) Organize suas finanças

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Faça uma planilha e coloque nela os seus ganhos e os seus gastos. Até a compra de uma bala deve ser anotada. Afinal, é tão comum se perguntar “onde gastei todo o meu dinheiro” e não fazer a mínima ideia de como o valor foi diminuindo na sua conta. Isso vai ajudar a controlar as despesas.

2) Controle as despesas

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Cortar os gastos é o primeiro passo para controlar as despesas e economizar. Mas será que as pessoas sabem realmente o que cortar? Para fazer tal corte é preciso entender que há três tipos de gastos: os essenciais, os necessários e os supérfluos. Entender o que cada um engloba faz toda a diferença, pois é o ponto essencial que mostra os gastos realmente importantes dos que podem ser cortados.

3) Comece a poupar desde o primeiro dia que receber o pagamento

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Não espere chegar o fim do mês para começar a cortar gastos e economizar para poupar. Separe uma quantia assim que o dinheiro entrar. Se não sabe como nem onde investir, busque se informar ou conte com a ajuda de um profissional. Atualmente existem meios muito democráticos de se poupar, de forma eficiente, mesmo que com uma pequena quantia. Que tal começar guardando 5% do que você ganha e ir aumentando a porcentagem?

4) Pague as suas contas em dia

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Fique de olho nas datas de pagamento das suas contas, pague em dia e evite a cobrança de juros e multas. Se tiver desconto no pagamento antecipado, programe-se para isso.

5) Evite compras parceladas

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Priorize compras à vista, uma vez que as parceladas podem se tornar uma verdadeira armadilha. Especialmente para quem não sabe controlar o dinheiro. Uma compra parcelada aqui, outra ali, e a pessoa terá muitos meses só pagando dívidas. Fora que é um perigo contar com um dinheiro que ainda não é seu; valor que pode entrar na sua conta futuramente, mas que ainda não é uma certeza.

6) Repense alguns itens da sua vida

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O seu estilo de vida condiz com sua renda mensal? É interessante reavaliar alguns hábitos e repensar o que pode ser trocado na sua vida e, mesmo assim, continuar sendo divertido e prazeroso.

7) Use a tecnologia como aliada

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Você pode lançar mão de aplicativos e ferramentas que ajudam a gerenciar as finanças e controlar os gastos.

Fazer o planejamento financeiro não é difícil. O mais complicado é segui-lo. “Comece, se empenhe, faça acontecer, torne o controle um hábito até que se torne algo natural. No começo pode até ser desconfortável, mas quando a pessoa domina isso e começa a economizar e poupar, ela vê que pode investir e caminhar para a independência financeira. Isso não significa só qualidade de vida, mas liberdade”, finaliza Silva.

Fonte: Maway Global Investments

Saiba como fazer o dinheiro render mais sem sacrificar hábitos de consumo

Aplicativo Citizen, do IBPT, auxilia no controle de gastos e promove a educação financeira do cidadão

Happy hour com os colegas de trabalho, aquele cafezinho da manhã na padaria da esquina, o almoço ou jantar naquele restaurante bacana e pronto, é o suficiente para que aquele casaco de inverno visto na vitrine do shopping tenha que esperar um pouco mais, talvez até a próxima estação.

Outro assunto que merece atenção e que faz o dinheiro desaparecer é o parcelamento das compras do cartão de crédito e o parcelamento da fatura, que não sai do pagamento mínimo mês a mês, tornam as contas cada vez mais complexas e o dinheiro mais curto.

Para auxiliar o consumidor a tomar as rédeas das próprias finanças, o IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação desenvolveu o aplicativo Citizen. Por meio dele, ao cadastrar as notas fiscais de suas compras, o usuário fica sabendo quanto do valor pago foi abocanhado pelos tributos. Após seis meses de uso constante, registrando compras em supermercados, farmácias, lojas, postos de combustíveis e restaurantes, o aplicativo identifica a inflação do usuário.

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Disponível nas plataformas Android e iOS, após baixar o aplicativo e fazer o cadastro inicial, o usuário faz a leitura do QR Code da Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou do código de barras do Danfe da NFe (Nota Fiscal Eletrônica) de cada compra, podendo também lançar notas fiscais de meses anteriores. No Citizen é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Mudança de hábito

Para não ficar no vermelho e não ter que sacrificar alguns hábitos, é fundamental que o cidadão elenque prioridades e não deixe para depois para se preocupar com o seu dinheiro.

“Temos o costume de nos preocuparmos com o dinheiro quando ele está acabando, e isso é um erro grave, agindo dessa forma, comprometemos nossas finanças e se corre o risco de ele faltar para cobrir algum imprevisto”, diz o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

Olenike alerta e dá algumas dicas para que os contribuintes fiquem de olho nas finanças e não comprometam sua renda e salário para não “sobrar mês no fim do dinheiro”.

– Elenque prioridades

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Aluguel, luz, água, telefone e demais contas fixas devem ser prioridade, pois essas contas, principalmente, são as grandes responsáveis pela inserção do nome dos cidadãos em serviços de proteção ao crédito.

– Pesquise antes de comprar

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Nada de sair comprando por aí sem antes pesquisar, e até nisso o Citizen pode ser seu aliado. “Se é um produto que o usuário tem o hábito de comprar com frequência, por meio do Citizen ele pode consultar em qual estabelecimento esse item custou mais barato. Uma boa maneira de economizar no produto e nos tributos”, destaca Olenike.

– Faça listas

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Pixabay

Para não cair em tentação ao ir as compras, faça listas. Assim, você compra somente o necessário. “Como dizemos, quando vamos ao supermercado com fome, acabamos comprando até o que não precisamos. Dessa forma, fazer listas é o ideal, assim o consumidor não foge do seu propósito e não gasta com itens supérfluos”, diz Olenike.

– Tenha uma reserva financeira

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Foto: Cambridge.credit.org

Ninguém está livre de imprevistos, e para isso, é bom ter uma reserva financeira, guardada mês a mês. “É muito importante poupar um pouco do que ganha, pois assim, muitos sonhos podem ser realizados sem ter que esperar muito. Da mesma forma que algo inesperado pode acontecer, um problema de saúde, um inconveniente com o automóvel, e nesses casos, ter uma reserva financeira pode fazer toda a diferença”, ressalta o especialista.

– Evite parcelamentos

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Fuja de parcelamentos longos, priorize as compras à vista e não deixe de pedir “aquele descontinho”.

– Anote o que ganha e o que gasta

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Freepik

Pode abandonar o papel e a caneta, sim! Seu celular, que está com você na maior parte do dia, será a sua ferramenta de controle de gastos. Basta baixar o aplicativo Citizen IBPT e fazer o escaneamento das suas notas fiscais. O Citizen disponibiliza gráficos de leitura simples e intuitiva, por meio dele é possível controlar os gastos por categoria, data, valor total, estabelecimento onde comprou e pesquisar a evolução do valor unitário de cada bem ou mercadoria.

Fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT

Nutricionista mostra que é possível ter uma boa alimentação sem gastar muito

Conhecer propriedades dos alimentos, investir na otimização do tempo e adotar novos hábitos fazem bem ao corpo e ao bolso

Fazer um planejamento financeiro, para a carreira e até pessoal é algo que faz parte do dia a dia. Mas poucas pessoas têm em mente planejar a alimentação para que o que venha à mesa seja saudável sem pesar no bolso. É isso que faz a nutricionista Lilian Guedes, especializada em nutrição esportiva e responsável pelo Departamento Gestão de Saúde do Grupo Géia.

Segundo ela, o alto custo está relacionado a má gestão da rotina alimentar. “Quem não se programa, geralmente consome produtos mais caros, calóricos e sem tanto valor nutricional. A correria do dia a dia ligada a má administração do tempo é um perigo para a alimentação, pois faz com que se troque a comida caseira por lanches em fast-foods, salgados na padaria da esquina”, diz.

Na Géia, por exemplo, os colaboradores e funcionários assistem palestras sobre saúde e prevenção, recebem orientações de profissionais, tem acesso a consultas nutricionais e planos alimentares pessoais e personalizados, com o objetivo de instigar os trabalhadores a se preocuparem e prestar mais atenção em sua alimentação.

“Atualmente, nossos colaboradores estão mais antenados e preocupados com sua saúde, tivemos diversos casos de funcionários que mudaram seus hábitos alimentares após as instruções e acompanhamento da Géia. Um dos casos mais impactantes é um colaborador que tinha uma alimentação muito restrita e extremamente resistente a mudança, onde não ingeria nada de legumes, verduras e frutas. Hoje, com as novas orientações e grande disponibilidade de frutas na empresa, ele consome folhas, frutas e legumes, como alface, maçã, banana, cenoura e beterraba”, conta Lilian.

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Para os que desejam minimizar os gastos, alguns hábitos como planejar um cardápio semanal, fazer uma lista de compras para levar apenas o necessário e reservar um horário do dia ou da semana para preparar as marmitas fazem total diferença. Também é interessante dar preferência às feiras livres, caso tenha fácil acesso, pois além do preço mais baixo é possível encontrar alimentos que estejam dentro da sazonalidade (frutas, verduras e legumes que sejam da época).

A importância dos grupos alimentares

O cardápio saudável é aquele que compreende os grupos alimentares (proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais) de forma harmônica, fornecendo assim, as quantidades adequadas de nutrientes para manutenção das funções vitais.

A grande dificuldade – e também o segredo – para se montar um cardápio saudável é entender a hierarquia dos alimentos e dosar a quantidade calórica e nutritiva para cada porção. Ou seja, o que deve ser prioridade e nunca faltar nas refeições diárias.

Com o planejamento da rotina e o conhecimento dos grupos alimentares fica bem mais fácil e barato manter uma boa alimentação. Para isso, Lilian indica:

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Foto: Jules -Stonesoup

Carboidratos: por serem a principal fonte de energia do corpo humano, os carboidratos formam a base de nossa alimentação. “Importante escolher as melhores fontes, como tubérculos como mandioca, inhame e cereais integrais como aveia, quinoa e arroz integral”, alerta a nutricionista.

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Vegetais e frutas cruas: o ideal é consumir diariamente vegetais e frutas cruas durante as refeições. “Esses tipos de alimentos fornecem uma grande quantidade de fibras alimentares e água, o que ajuda na digestão e prolonga a saciedade”, explica.

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Stocksy

Proteínas: fortalecem a estrutura do corpo humano, sendo amplamente necessárias em todas as refeições.

“Para a montagem de refeições equilibradas, o Guia Alimentar para População Brasileira é a melhor ferramenta, pois tem uma linguagem simples, ilustrações lindas e educativas, além de desmistificar diversas crenças sobre alimentação”, sugere a especialista.

Fonte: Grupo Géia

Como planejar uma viagem de férias com pouco dinheiro

Especialistas explicam como reduzir gastos, evitar dívidas e investir para multiplicar recursos e garantir o passeio

Para muitas pessoas o maior desafio na hora de planejar as férias é a situação financeira. Por mais que que pareça difícil, é possível planejar a tão sonhada viagem com pouco dinheiro. Antes de tudo, é importante definir quais são as prioridades e entender o que cabe no seu bolso.

Para ajudar a concretizar esse objetivo, especialistas da Magnetis, primeira fintech de gestão de investimentos fundada no Brasil, separou os principais passos desta jornada.

Para onde ir?

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Definir o destino tem grande influência na organização financeira, porque dependendo da distância, a viagem pode ficar bem mais cara. Por isso, é preciso avaliar o que é mais importante: conhecer outro país? Ir a um local em que se possa aproveitar programas ao ar livre? Conhecer culturas diferentes? Todos esses fatores terão influência na decisão sobre o destino da sua viagem.

Muitas pessoas sonham em viajar para o exterior, mas devido a cotação da moeda local, principalmente na Europa, essas viagens tendem a sair mais caras, sendo necessário um orçamento maior.

Se o objetivo for viajar e gastar menos, vale repensar o destino. O Brasil tem ótimas opções e para todos os gostos, com alternativas muito interessantes em relação ao custo total. Além da moeda ser a mesma, os voos domésticos tendem a custar menos dependendo do local escolhido. Mas se você não abre mão de sair do país, na América do Sul existem destinos interessantes, com preço mais baixo do que outros locais turísticos, e vai te permitir gastar menos.

Quanto tempo de viagem?

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Na hora de planejar também é importante pensar em quanto tempo deseja passar no local, sabendo que quanto mais dias fora de casa, maior o custo final. O preço de hospedagem, alimentação, compras e assim por diante, que podem gerar um custo maior, têm que ser avaliados.

Alguns desses quesitos podem ser driblados com pacotes de viagem, que incluem estadia, passagens, alimentação, e outros serviços. Na maioria das vezes pode sair mais barato contar com uma operadora de viagens do que escolher cada detalhe por conta própria.

Pesquisar o valor das passagens com meses de antecedência pode te dar um grande desconto. Além de promoções, a possibilidade de ter mais tempo para pagar até a viagem garante uma preocupação a menos. O mesmo vale para hospedagem, já que pacotes com descontos podem ser encontrados meses antes do que quando se fecha tudo em cima da hora.

Além disso, sempre confira quais serviços estão incluídos na hospedagem. Existem hotéis que oferecem café da manhã durante a estadia, o que já representa uma economia. Outros têm parceria para descontos em passeios e traslados gratuitos do aeroporto para o local, veja qual se encaixa melhor no seu plano de viagem, afinal, avaliar o custo benefício é fundamental quando se tem pouco dinheiro.

Só leve o que for essencial

mulher no aeroporto

O excesso de bagagem é outro fator que merece atenção, então leve somente o necessário. Esse é um custo extra que é fácil de ser evitado, lembrando que diversos viajantes têm o costume de comprar muitos itens durante a viagem, é justamente nesse momento que se perde o controle do peso das bagagens e, se o intuito é justamente gastar pouco, não faz sentido cair na tentação da compra compulsiva. Pense sempre em economizar.

Economize antes da viagem

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Não existe fórmula mágica para ter dinheiro para viajar: é preciso poupar uma quantia se deseja atingir esse objetivo. Abrir mão de hábitos que custam caro e fazer uma reserva financeira para a viagem é crucial. É importante encarar os planos de férias como qualquer outra meta financeira, como fazer algum curso, adquirir aposentadoria, comprar a casa própria, e assim por diante.

Algumas dicas simples são:

=Reduzir gastos com lazer;
=Pesquisar dados antes de fazer qualquer compra;
=Não gastar mais do que ganha;
=Economizar por alguns meses antes da viagem;
=Comprar à vista sempre que puder;
=Evitar dívidas;
=Investir para ter suas economias multiplicadas;
=É possível, sim, viajar com pouco dinheiro, tudo depende de um bom planejamento e um pouco de força de vontade na economia.

Sobre a Magnetis

Magnetis é a primeira fintech de gestão de investimentos fundada no Brasil. Desde 2015, ajuda as pessoas a atingir suas metas de vida por meio de investimentos mais inteligentes. Com algoritmos que escolhem as melhores carteiras e um time de consultores sempre à disposição, já montou mais de 230 mil planos de investimento para ajudar as pessoas a investir no que importa. A empresa foi vencedora do prêmio Fintech Awards Latam em 2017, na categoria modelo de negócios. É parceira da GPS Investimentos, subsidiária do grupo suíço Julius Baer e maior gestora independente de patrimônio de alta renda no Brasil, e da Easynvest, corretora de valores com mais de 50 anos de atuação no mercado.

 

Inverno: especialista lista quais aparelhos mais consomem energia elétrica

O aumento no valor da conta nesta época do ano é de, em média, 30% ou mais, devido ao uso de chuveiro, aquecedor, máquina de lavar-louças e torneira aquecida

No dia 21 de junho iniciou-se o inverno, período em que a conta de energia elétrica costuma aumentar, por conta do uso do chuveiro em potência máxima, um dos aparelhos que mais consome energia em uma casa, entre outros eletrodomésticos como aquecedor, geladeira, ferro de passar, lava-louça, máquina de secar roupa, torneira elétrica, entre outros.

Segundo o CEO e especialista em eficiência energética da W-Energy, Wagner Cunha Carvalho, o chuveiro elétrico é o vilão neste período, pois consome, em média, 30% a mais de energia que nos dias quentes. “O cuidado com o uso do chuveiro elétrico precisa ser dobrado, pois, além do alto consumo de energia, também há o desperdício de água, já que o tempo do banho costuma ser maior. Isso sem falar no uso de torneiras aquecidas, máquina de secar roupas e aquecedores”, explica.

mulher chuveiro banho

No Brasil, temos uma média de consumo, por pessoa, de 180 litros de água por dia, sendo que a indicação é de cerca de 110 litros/dia. “Passamos por uma recente crise hídrica e por isso o recurso merece toda atenção também nos dias mais frios. Banhos muito longos, uso demasiado da máquina de lavar roupas ou louças, ainda mais com o uso de água quente, afetam o setor”, relembra Carvalho.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que as contas de luz no mês de junho (2019) terão bandeira tarifária verde, mas isso não significa um descuido quanto ao gasto e consumo mensais.

Outra dica importante é estar atento às luzes dos ambientes, equipamentos de uso intermitente em tomadas, que interferem no consumo de energia e na eficácia de outros aparelhos. Na escala de maior gasto, estão o ar-condicionado – na função quente ou fria – e a geladeira, que no total do consumo de uma casa representa 30%, o chuveiro elétrico 25%, a iluminação 20%, aparelho de televisão 10%, o ferro elétrico 6%, máquina de lavar 5% e todos os demais, como micro-ondas, roteadores, etc., 4%.

candelabro lampada luz pixabay

“Um ponto esquecido é o tipo de iluminação do ambiente. Lâmpadas decorativas podem consumir bastante energia sem percebermos. A tecnologia LED (Light Emitter Diode), hoje em dia, é uma das mais eficientes e contribui muito para redução do consumo. As famílias que viajarem neste período do inverno devem desligar o maior número possível de aparelhos e colocar a geladeira em potência baixa, pois mesmo na opção de stand by, apresentam consumo”, finaliza o especialista.

Fonte: Wagner Cunha Carvalho é administrador de empresas, especialista em Sustentabilidade – Eficiência Energética e Hídrica. É diretor de relacionamentos e negócios da empresa W-Energy e possui larga experiência em gerenciamento de grandes projetos nos segmentos Comerciais, Industriais, Saúde e de Infraestrutura. Membro do Instituto para a valorização da Educação e da Pesquisa no Estado de São Paulo (Ivepesp). 

Dez dicas de cuidados nas compras para o Dia das Mães

O Dia das Mães de 2019 deve movimentar mais de R$ 24 milhões no comércio, segundo dados divulgados pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), sendo que 78% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra no período.

O consumidor deve estar bem informado e ter cautela nas compras, pois a segunda maior data do varejo brasileiro deve ser encarada como uma oportunidade de fazer um bom negócio e evitar “pegadinhas” ou danos materiais.

Antes de sair para as compras, é bom ler o e-book do advogado Sérgio Tannuri, especialista em Defesa do Consumidor, com as orientações básicas e dicas preciosas para fazer a melhor compra e não ter dor de cabeça futura com reclamações ou prejuízos.

“Em geral, os consumidores vão para shopping ou lojas de departamentos, mas temos verificado o aumento das compras online. O e-book “O dia é das Mães e o direito é de todos!” tem dicas simples, mas o principal é oferecer informação para ter cuidado antes de sair para a compra e não ser lesado. A linguagem é de fácil entendimento e acessível para qualquer pessoa”, explica Tannuri.

10 Dicas para compras no Dia das Mães

Compras em lojas físicas

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· Quando o preço da etiqueta é diferente do valor cobrado no caixa, o preço menor prevalece;
· Quando comprar peças de roupa, preste atenção na qualidade dos tecidos, das costuras, botões, fechos e outros detalhes. Saiba que o fornecedor somente é obrigado a trocar se a roupa estiver com defeito;
· No caso de eletrônicos, peça ao vendedor que demonstre como se usa o aparelho – em caso de eletrodomésticos, preste atenção se a voltagem é a mesma da casa de destino;
· Na compra de algum móvel, teste a sua resistência de acordo com a finalidade (sente-se, deite-se, apoie-se etc.);
· Verifique todas as condições de pagamento – quando possível, prefira o pagamento a vista e peça desconto. Exija a nota fiscal do pedido, que deverá constar modelo, marca, cor, valor e data da entrega.

Compras em ambiente digital

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· Pesquise a reputação da empresa em sites de reclamações antes de realizar uma compra ou contratar um serviço. O consumidor pode checar os dados cadastrais de uma empresa clicando aqui;
· Só compre em sites que tenham o ícone de um cadeado fechado no alto do seu navegador de acesso à internet. Ao clicar no cadeado, deve aparecer o certificado de segurança do site. Isso significa que é um ambiente virtual seguro e os dados do seu cartão não serão abertos;
· Antes de concluir a compra, verifique se há despesas com fretes e taxas adicionais, bem como o prazo de entrega da mercadoria ou execução do serviço. Se a mercadoria chegar depois da celebração do Dia das Mães, a empresa não só poderá ser obrigada a devolver o valor pago pela mercadoria, inclusive com o valor do frete incluso, como também o cliente terá direito à reparação pelas perdas e danos, por ver frustrada a sua pretensão de presentear (artigo 35 do CDC);
· Imprima o pedido ou contrato firmado ou arquive em meio digital seguro que permita uma futura impressão. Guarde a confirmação do pedido com o número do protocolo, descrição dos itens comprados e o prazo de entrega;
· Em compras online, há o “direito de arrependimento”: o consumidor pode devolver o produto ou cancelar o serviço – sem dar nenhuma satisfação – e obter o seu dinheiro de volta. O direito de arrependimento só pode ser aplicado para compras feitas fora do estabelecimento comercial e com a peça (no caso de mercadoria) intacta e sem uso. O prazo para o arrependimento é de 7 (sete) dias, contados a partir da assinatura do contrato ou do ato de recebimento do produto ou serviço, de acordo com o artigo 49, do Código de Defesa do Consumidor.

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O e-book “O dia é das Mães e o direito é de todos!” pode ser baixado pelo site Pergunte Pro Tannuri.

Estudo faz raio-x do comportamento da geração de mais de 50 anos

O Grupo Bradesco Seguros realizou no último dia 24, em São Paulo, o segundo encontro do ‘Diálogos da Longevidade’, cujo objetivo é discutir os impactos de um tema cada vez mais urgente para a vida de todos: a longevidade.

O evento contou com a participação de Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, e de Alexandre Kalache, gerontólogo e presidente do ILC (Centro Institucional da Longevidade, em português). Na ocasião, foi apresentada uma pesquisa inédita sobre o tema. O estudo ‘Longeratividade’ identificou quem são os brasileiros 50+, como eles se comportam nessa fase da vida e se relacionam com as questões financeiras, mapeando hábitos tecnológicos, saúde, lazer e profissão, além de avaliar o grande potencial de consumo desse público.

“A população 50+ tem espírito jovem e está ciente que pode ter uma vida plena e ativa. Esse público mais maduro é muito representativo, são 54 milhões de brasileiros, ou seja, um quarto da população. Não é preciso explicar quão relevantes são para a sociedade e para o mercado”, revela Renato Meirelles.

“De forma pioneira entre as empresas brasileiras, a Bradesco Seguros firmou em 2004 sua aposta no tema Longevidade, tornando-se uma referência nacional através de múltiplas iniciativas. Nestes 15 anos, a expectativa de vida do brasileiro cresceu cerca de 5 anos. E o subgrupo populacional que mais rapidamente cresce é precisamente o dos 50+, objeto dessa pesquisa pioneira, apoiada pela Bradesco Seguros, que nos ajudará, a todos, na formulação de políticas e intervenções que possibilitem um último terço de nossas vidas mais produtivo prazeroso. Ganhamos todos.”, comenta Kalache.

Realizada pelo Instituto Locomotiva a pesquisa ‘Longeratividade’ analisou dados secundários e bancos de dados próprios de um público de mais de 50 anos, além de uma pesquisa online com 2184 mil pessoas a partir de 16 anos, em 2018.

Envelhecimento e Expectativas de Vida

casal meia idade feliz

O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expectativa de vida dos brasileiros está cada vez maior. Enquanto em 1940 era de pouco mais de 40 anos, hoje ultrapassa 75 anos e deverá superar 81 anos em 2050. Hoje, temos 54 milhões de brasileiros com mais de 50 anos, ou seja, um quarto da população. Até 2050, 43% da população terá 50 anos ou mais – serão aproximadamente 98 milhões de pessoas.

A pesquisa ‘Longeratividade’ aponta que essa expectativa também faz parte do sentimento da população: sete em cada dez entrevistados acreditam que viverão até os 80 anos ou mais. Entre os 50+, apenas 10% se consideram velhos, e o principal medo que esse público tem em relação ao envelhecimento são as mudanças no corpo e a falta de dinheiro.

Finanças, Saúde e Bem-Estar

contas escritorio gadini pixabay

Os brasileiros 50+ movimentam em renda um valor de R$ 1,8 trilhão ao ano (metade dessa renda vem do trabalho). Ou seja, são um público com grande potencial de consumo. Segundo dados da pesquisa, nos próximos 12 meses esse público pretende comprar móveis para casa (30% ou 9,8 milhões de pessoas), smartphone (12% ou 6,5 milhões), geladeira e notebook (11% ou 3,6 milhões) e máquina de lavar – (9% ou 2,9 milhões).

A pesquisa aponta ainda que 18% ou 9,7 milhões pretendem viajar de avião para algum destino no Brasil, 10% ou 5,4 milhões querem fazer curso profissionalizante, 6% ou 3,2 milhões pretendem fazer faculdade e 4% ou 2,2 milhões querem fazer uma viagem internacional.

No entanto, mais da metade afirma que não está fácil pagar as contas atualmente. 82% se preocupam com o futuro e 69% dizem ter atualmente uma condição financeira menos favorável do que imaginavam ter nessa idade. Apenas 35% tem algum dinheiro guardado.

O estudo também abordou a relação dos 50+ com as empresas e descobriu que 77% deles afirmam que as pessoas que aparecem nas propagandas comerciais costumam ser muito diferentes delas. Já 87% desse público gostaria de ser mais ouvido pelas empresas.

mulher computador lendo

A porcentagem de brasileiros 50+ que estão conectados à internet atualmente é de 28%. Porém, entre os já conectados e digitalizados, a maioria acessa a internet todos os dias, e 85% utilizada Facebook e WhatsApp.

No aspecto saúde e bem-estar, para os 50+ ter uma alimentação saudável, fazer exames preventivos e evitar o estresse são fatores que contribuem para uma vida longeva e de qualidade. A grande maioria tem a percepção de gastar demais com a própria saúde.

Fonte: Grupo Bradesco Seguros