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Os benefícios científicos de ser um cat lover*

Pesquisa sugere que os gatos podem tornar nossa vida mais feliz e saudável

Todo 8 de agosto é Dia Internacional dos Gatos. E no deste ano, Cora provavelmente começou a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e arranhando meu ombro, exigindo atenção. Eu provavelmente levantei o edredom com sono e ela se aconchegou embaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todos os dias é o Dia Internacional dos Gatos.

Os gatos podem nos acordar às quatro da manhã e vomitar com uma frequência alarmante, ainda assim, entre 10% a 30% de nós nos chamamos de “cat person (pessoas do gato)” – não pessoas de cães, nem mesmo amantes de gatos e cães com oportunidades iguais. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em alguém que não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato na maioria das vezes?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos por aí, que não precisam de pesquisas científicas para justificar seu amor feroz. Mas os cientistas estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

1. Bem-estar

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De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas de suas vidas.

Adotar um gato também poderia ser bom para os filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus filhotes tinham uma qualidade de vida mais alta. Quanto mais apegados, mais se sentiam em forma, enérgicos e atentos, menos tristes e solitários; e quanto mais aproveitavam o tempo sozinhos, no lazer e na escola.

Com suas palhaçadas que desafiam a gravidade e posturas de sono semelhantes a ioga, os gatos também podem nos tirar do mau humor. Em um estudo, pessoas com gatos relataram experimentar menos emoções negativas e sentimentos de isolamento do que pessoas sem gatos. De fato, solteiros com gatos estavam de mau humor com menos frequência do que pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

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Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. As pessoas que assistem aos  vídeos de gatos on-line dizem que depois sentem menos emoções negativas (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e sentimentos mais positivos (mais esperança, felicidade e satisfação). É certo que, como descobriram os pesquisadores, esse prazer se torna culpado se o fizermos com a finalidade de procrastinação. Mas ver gatos irritar seus humanos ou serem embrulhados para presente de Natal parece nos ajudar a sentir-nos menos empobrecidos e recuperar nossa energia para o dia seguinte.

2. Estresse

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Posso atestar que um gato quente no seu colo, fazendo uma boa massagem nas coxas, é uma das melhores formas de aliviar o estresse. Uma tarde, sentindo-me oprimida, eu disse em voz alta: “Gostaria que Cora sentasse no meu colo”. Eis que ela trotou e pulou em cima de mim segundos depois (embora tentativas de replicar esse fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, os pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos ajudariam. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a uma série de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e, em seguida, segurando a mão em água gelada (abaixo de 40 graus Fahrenheit) por dois minutos. As pessoas ou estavam sentadas em uma sala sozinhas, com o animal de estimação perambulando, com o cônjuge (que poderia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes do início das tarefas estressantes, os tutores de gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão sanguínea em repouso mais baixas do que as pessoas que não possuíam animais de estimação. Durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eram mais propensos a se sentirem mais desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial eram mais baixos e até cometeram menos erros de matemática. Em todos os vários cenários, os tutores de gatos pareciam mais calmos e cometeram o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Eles não nos julgam por nossas habilidades matemáticas fracas ou ficam extremamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos foram realmente uma influência mais calmante do que outros significativos em alguns casos.

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Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede quanto apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, livre dos cuidados do mundo, que pode fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como disse a jornalista Jane Pauley: “Você não pode olhar para um gato adormecido e se sentir tenso”.

3. Relacionamentos

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Shutterstock

Gatos são seres que cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que sim). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre seres humanos.

Por exemplo, a pesquisa descobriu que os tutores de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais em outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tende a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que alguém que não é gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem aos vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras do que aquelas que não são grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações possam parecer desconcertantes, faz sentido se você considerar os gatos apenas um nó na sua rede social. “Os sentimentos positivos sobre cães / gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectados, aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como constatou o estudo de adolescentes escoceses, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos gatos, provavelmente porque passam o tempo brincando como um trio.

“Os animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo o contato social entre as pessoas”, escreveu o pesquisador do Reino Unido Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode aceitar características abertamente afetuosas, consistentes, leais e honestas que podem atender à necessidade básica de uma pessoa de sentir uma sensação de valor próprio e amada”.

4. Saúde

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Foto: Nina Pearman

Por fim, apesar do que você já deve ter ouvido falar sobre parasitas cerebrais entre gatinhos e humanos, há evidências de que os gatos podem ser bons para a nossa saúde. Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. As pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de ataque cardíaco durante esse período do que as pessoas que nunca possuíram gatos – mesmo quando consideravam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdade para as pessoas, mesmo que elas não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como medicina preventiva do que tratamento para uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que acabaram de adquirir um gato. Eles completaram pesquisas dentro de um ou dois dias após levarem o gato para casa e depois várias vezes nos próximos 10 meses. Na marca de um mês, as pessoas reduziram as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como especula Serpell, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com seus gatos continuem vendo benefícios, e as pessoas que não, bem, não.

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Grande parte dessa pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas, infelizmente, para nós, amantes de gatos, este não parece ser o caso. Em comparação com os amantes de cães, pelo menos, tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos nervosos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Experimentamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos deixa menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. De fato, a grande maioria das pesquisas sobre animais de estimação se concentra nos cães, em parte porque eles são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Ainda um osso para conseguir com nossos colegas caninos.

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Enquanto esperamos por mais dados, continuarei falando para todo mundo que estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar e me vendo ir ao banheiro. O que perco de sono compenso no amor suave e peludo.

*Kira M. Newman é a editora-gerente do Greater Good. Ela também é a criadora do The Year of Happy, um curso de um ano na ciência da felicidade, e do CaféHappy, um encontro em Toronto. 

Alerpet: loção higienizante para alérgicos a animais domésticos

Seu uso contínuo remove os alérgenos do pelo e ainda diminui a concentração no ambiente

Resistir ao charme e carinho de um pet não é tarefa fácil, mas só quem possui reação alérgica entende a necessidade de manter-se minimamente afastado. Visando essa problemática e com a filosofia de proporcionar inclusão e qualidade de vida para as pessoas que possuem alergia, a Alergoshop acaba de lançar o primeiro produto da linha Alerpet.

As sócias Sarah e Julinha Lazaretti admiram e entendem que o elo entre o dono e o animal é tão forte que desenvolveram um produto capaz de manter essa importante relação inseparável, sem nenhum dano ao animal ou ao dono.

O Alerpet é uma loção higienizante não oleosa e que também não deixa resíduos no pelo. Não possui perfume para não desencadear outras alergias, é seguro e não tóxico. Remove a carga de alérgenos presente no pelo dos animais antes que eles pairem pelo ar e causem as reações alérgicas, sanando o problema de uma forma simples e eficaz.

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Seu uso é simples e prático: borrife a loção numa toalha dedicada ao seu pet e faça movimentos no sentido e contrário ao pelo. Estudos com produto americano similar demonstrou que após 2 semanas de uso, a quantidade de alérgenos no ambiente diminuiu em 50%.

“Sensibilidade aos animais domésticos é um dos quadros mais frequentes em alergia. Estima-se que entre 15 e 20% da população seja sensível aos seus bichinhos. Qualquer animal com pelos ou penas pode causar alergias, inclusive, os gatos são, de longe, os maiores causadores de alergia, seguidos por cachorros e coelhos”, explica Julinha

Antes de tudo, é necessário entender que as alergias são reações do sistema imunológico, causadas por determinadas substâncias denominadas alérgenos que, ao estabelecer contato com o organismo, manifestam-se com os processos alérgicos, gerando inúmeros sintomas como: coceira, irritação na pele, tosse, falta de ar, congestionamento nasal, espirros etc.

A alergia a animais resulta das proteínas presentes nas células da pele, na saliva ou na urina de um animal. Essas substâncias são liberadas no ar e se depositam no ambiente doméstico. Outro fator relevante é que essas substâncias servem de alimento para os ácaros. À vista disso, quem possui essa restrição tem sempre que estar atento à higiene do animal e também com a limpeza da casa, não esquecendo que para um controle efetivo das alergias é importante seguir todas as orientações médicas

“Ser alérgico não significa que você não pode ter um bichinho ou que você precisa se separar dele. A importância desses companheiros para a saúde mental tem sido documentada há bastante tempo e sabemos que os animais nos ajudam a nos sentir bem”, explica Julinha.

mulher conversa com gato

Linha Alerpet – informações técnicas

Extrato de aveia – tem ação emoliente, nutritiva, hidratante, remineralizante, restauradora de tecidos, suavizante e amaciante.
Extrato de trigo – rico em vitamina E, sais minerais, glicerídeos de ácidos graxos insaturados, pró-vitamina A e lecitina. Tem ação antirradicais livres; emoliente; hidratante; nutritiva e regenerativa da pele.
Extrato de amêndoas – contém de 20 a 25% de protídeos, além de ácido oleico. É excelente emoliente para a pele e para as formulações.
Extrato de aloe vera – tem ação emoliente, cicatrizante, tonificante, anti-inflamatória, suavizante, refrescante, hidratante, protetora e restauradora de tecidos. Usado para peles delicadas, sensíveis, irritadiças e/ou secas. Também é indicado para picadas de insetos e de pequenos ferimentos como cicatrizante.
Extrato de camomila – tem ação emoliente, cicatrizante, suavizante, refrescante, anti-inflamatória, descongestionante, protetora dos tecidos e anti-alergênica (para peles facilmente irritáveis).
Chemylan lex – é um tensoativo de baixa irritabilidade que pode ser um agente sobre-engordurante e emoliente solúvel em água, agente condicionador e hidratante, agente de limpeza suave, reduz a agressividade de outros detergentes.
Extrato de erva doce – tem ação refrescante; calmante e anti-séptica.
Xilitol – em virtude de sua elevada estabilidade química e microbiológica, ele atua mesmo em baixas concentrações, como conservante de produtos, oferecendo resistência ao crescimento de microrganismos e prolongando a vida de prateleira desses produtos sem oferecer riscos caso o animal se lamba.

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Loção Higienizante Alerpet –  Preço: R$ 47,00

Informações: Alergoshop

1º Encontro de Gatos e Gateiros de SC acontece dia 30, em Florianópolis

Evento com entrada gratuita terá palestras, distribuição de brindes, sorteios e estúdio fotográfico

No dia 30 de março (sábado), os amantes de felinos e seus bichinhos estão convidados a participar do 1º Encontro de Gatos e Gateiros de Santa Catarina, no Mercure Florianópolis Convention Hotel, no Itacorubi. O evento, que inicia às 14 e vai até às 18h30min, terá entrada gratuita. As inscrições para os gatos já estão esgotadas, mas os tutores e interessados ainda podem se inscrever clicando aqui.

O encontro tem como objetivo levar conhecimento sobre o mundo felino para o público. Serão 10 minipalestras com diversos profissionais, que abordarão temas como estética, pet influencer, leucemia felina, toxoplasma, comportamento, bem-estar, doenças do trato urinário, terapias holísticas, enriquecimento ambiental e gatificação (adequação de espaços para as necessidades dos bichanos), produtos de papelão para o lazer, entre outros.

Rozane Tune (E) e Patrícia Roman Foto Priscila Theodoro
Rozane Tune (esq) e Patrícia Roman – Foto Priscila Theodoro

Além das palestras, haverá distribuição de kits com brindes, sorteio de produtos e serviços, sessão de fotos com a fotógrafa especialista em pets Sabrina Nas, espaço para recreação dos gatos e babás. O evento é promovido pelas empresárias Rozane Tunes, proprietária da Olhos Felinos Caninos Pet Shop; e Patrícia Roman, tutora do Duque Roman, um gato persa que é influenciador com mais 26 mil seguidores e 18 marcas patrocinadoras.

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Duque Roman Foto Sabrina Nas
O gato persa e influencer Duque Roman – Fotos: Sabrina Nas

“Os fãs do Duque sempre pedem para conhecê-lo pessoalmente e eu tinha o desejo de realizar um evento para viabilizar este encontro. E a Rozane também tinha o desejo de fazer algo voltado para os gatos neste sentido. Então decidimos nos unir e realizar este sonho”, conta Patrícia.

Sobre o mercado de gatos

O melhor amigo do homem está prestes a perder o posto de animal de estimação preferido dos brasileiros. Isto porque a população de cães – hoje em torno de 52 milhões – vem crescendo apenas 4% ao ano, contra 8% dos gatos, que já somam 22 milhões nos lares brasileiros.

Estima-se que os felinos irão ultrapassar os cachorros em 10 anos. Os dados* são do IBGE com projeções da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). A verticalização dos grandes centros e a mudança no estilo de vida das pessoas – que têm cada vez menos tempo para cuidar dos animais – são fatores que fazem com que os brasileiros optem por um animal de estimação mais independente e de fácil adaptação aos ambientes menores.

*Fonte: IBGE – Dados de 2015, com projeções da Abinpet

1º Encontro de Gatos e Gateiros de Santa Catarina
Dia: 30 de março (sábado)
Hora: das 14h às 18h30min
Local: Mercure Florianópolis Convention Hotel. Rod. Admar Gonzaga, 600 – Itacorubi, Florianópolis
Valor: gratuito
Inscrições (para os gatos estão esgotadas)
Informações: (48) 99822-6513 (WhatsApp)

*Programação
14h – Abertura
15h – Estética felina e o projeto Encontro de Gatos e Gateiros
15h10min – Conheça a trajetória do pet influencer Duque Roman
15h20min – Por que os gatos devem tomar banho no pet shop? Tosar ou não tosar? Eis a questão!
15h40min – Tudo o que você precisa saber sobre o vírus da leucemia felina e porque ele representa um risco para o seu gato
16h – Toxoplasma: preciso escolher entre ter paz e ter um gato?
16h20min – Intervalo para café, sessão de fotos no mini estúdio pet e interação entre os participantes
16h50min – Como estabelecer uma relação harmônica com o seu gato: comportamento e bem-estar
17h10min – Prevenção e tratamento das doenças do trato urinário inferior dos felinos. Como a nutrição pode ajudar?
17h30min – Os benefícios das terapias holísticas em felinos: identificando sinais e entendendo o seu gato
17h50min – Enriquecimento ambiental e gatificação
18h – Por que os gatos gostam tanto de produtos de papelão?
18h10min – Sorteios
18h30min – Encerramento
*Sujeita à alteração

Grande evento felino reúne 150 gatos de 17 raças no Rio de Janeiro

Haverá também bichanos para adoção e uma arrecadação solidária para ajudar famílias carentes e animais abandonados

Cariocas apaixonados por gatos têm um compromisso imperdível no fim de semana de 23 e 24 de março: o primeiro grande evento felino do ano, que vai reunir 150 gatos de 17 raças diferentes, além do indispensável SRD – sem raça definida (popularmente conhecido como “vira-lata”). A iniciativa vai acontecer na Hebraica Rio, em Laranjeiras, com realização do Rio Cat Club e da PremieRpet, especialista em alimentos de alta qualidade para cães e gatos.

A entrada é gratuita para visitantes, mas todos estão convidados a doar 1 lata/pacote de leite em pó, que será destinada à Casa de Apoio à Criança com Câncer São Vicente de Paulo, instituição que oferece acolhida à crianças e adolescentes com câncer. Além disso, a PremieRpet irá doar a mesma quantidade em alimentos para gatos para a ONG 4 Patinhas, que resgata gatos abandonados e os encaminha para adoção responsável.

Como já virou tradição nos últimos anos em diversos estados brasileiros, como Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo, a edição carioca do evento será uma excelente oportunidade para o público ver de perto uma grande variedade de raças, aprender um pouco sobre suas particularidades, obter dicas de cuidados e, ainda, tirar dúvidas sobre a alimentação dos bichanos diretamente com médicos veterinários da PremieRpet. A marca é eleita por especialistas e aqueles que desejam oferecer alta qualidade nutricional para seus pets.

“Somos parceiros dos principais clubes felinos do país e apoiamos diversas ONGs visando promover a posse responsável e uma relação saudável entre pessoas e pets. Acreditamos que estimular a troca de informações, fornecer orientações sobre nutrição e disseminar nosso amor pelos animais é o melhor caminho!”, afirma Madalena Spinazzola, diretora de planejamento estratégico e marketing corporativo da PremieRpet.

Bichanos de todos os tipos

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Na primeira coluna gatos das raças Sphynx, Maine Coon, Persa; na segunda coluna gatos Siamês e Bengal. Crédito: Lília Rebello / PremieRpet

Entre as várias raças que poderão ser vistas de perto no local estão os gatos gigantes, que são também muito dóceis: Maine Coon (também conhecido como gigante gentil, chega a atingir 1 metro de comprimento), Ragdoll (com sua pelagem macia que lembra de um coelho), Siberiano (muito sociável e apegado ao dono) e Norueguês da Floresta (de aparência selvagem e bela). Também prometem cativar o público o Sphynx (gato sem pelo), o Bengal (com pelagem tigrada que lembra uma pequena onça), o tradicional Persa (raça mais conhecida entre os brasileiros), o Siamês (com sua aparência esguia e elegante) e o raríssimo Mau Egípcio (uma das raças mais antigas do mundo, originária da época dos faraós), entre outras.

“É uma satisfação realizar este evento pela segunda vez no Rio de Janeiro em parceria com a PremieRpet. Os cariocas poderão conhecer alguns dos mais belos gatos do país e uma grande diversidade de raças, muitas delas ainda pouco conhecidas pelos brasileiros. Àqueles que desejam ter um gato como animal de companhia, será uma ótima oportunidade para adoção, pois haverá dez bichanos da ONG 4 Patinhas à espera de um lar”, afirma Flávio Vicente, vice-presidente do Rio Cat Club.

Além de ter contato próximo com os gatos e aprender um pouco mais sobre eles, o público poderá acompanhar um concurso de beleza felina. Três juízes internacionais da Itália, Alemanha e Israel irão avaliar os animais de acordo com categorias que consideram raça, faixa etária e se baseiam nos critérios da FIFe – Fédération Internationale Féline. “No final, serão eleitos os melhores exemplares de cada dia. Os campeões acumulam pontos para suas posições no ranking nacional”, explica Flávio Vicente.

Evento do Rio Cat Club
Patrocínio: PremieRpet
Data: 23 e 24 de março de 2018
Horário: das 10h às 17h
Local: Hebraica Rio
Endereço: Rua das Laranjeiras, 346 – Laranjeiras – RJ

Entrada gratuita para visitantes. Pede-se a doação de uma lata/pacote de leite em pó, que será destinada à Casa de Apoio à Criança com Câncer São Vicente de Paulo. A mesma quantidade arrecadada será doada em alimentos para gatos para a ONG 4 Patinhas.
Não é permitida a entrada de animais que não estejam inscritos no evento.
Informações:

Março Amarelo: 50% dos gatos idosos apresentam problemas renais, alerta especialista

De acordo com o veterinário Alexandre Daniel, da campanha Março Amarelo, diagnóstico precoce é a principal ferramenta para aumentar a sobrevida dos animais

Uma doença silenciosa e incurável, que já afeta metade dos gatos idosos no Brasil. A doença renal crônica (DRC) é atualmente o mal mais comum em felinos acima dos 12 anos de idade e a causa de morte de milhares de animais de estimação todos os anos. A boa notícia é que, embora ainda não exista uma cura para a doença, a DRC pode ser controlada quando diagnosticada em seu estágio inicial, garantindo uma sobrevida de até cinco anos aos animais.

Buscando informar os tutores sobre a doença e conscientizá-los sobre a importância de se fazer exames regulares em seus gatos e manter um acompanhamento veterinário especializado, a campanha Março Amarelo, idealizada pela Elanco Saúde Animal, chega à sua quarta edição em 2019 com o tema “A importância da medicina preventiva e a estruturação de programas de saúde por faixa etária na clínica.”

“O diagnóstico precoce aumenta a expectativa de vida dos animais. Quanto antes for diagnosticado o problema, maior é a possibilidade de prolongar a vida do paciente”, diz o médico veterinário Alexandre Daniel, uma das maiores autoridades brasileiras no assunto e consultor do Março Amarelo, lembrando que cerca de 50% dos gatos idosos no Brasil já apresentam algum grau de disfunção renal.

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É preciso atenção redobrada por parte dos tutores, já que a DRC apresenta sintomas apenas em estágio avançado, quando os rins já estão com 75% de suas funções comprometidas — o que torna os check-ups periódicos fundamentais para a identificação da doença em fase precoce e o tratamento adequado, evitando assim o sofrimento do animal.

De acordo com Alexandre Daniel, a DRC é tradada por estágios, que variam de 1 a 4. “O paciente que é diagnosticado no estágio 2 tem uma sobrevida média de cinco anos. Já no caso do paciente que é diagnosticado no estágio 3, a sobrevida cai para dois anos. Quanto mais precoce o diagnóstico, mais prolonga a vida do animal”, afirma o especialista.

A recomendação dos veterinários é para que os gatos de meia idade, a partir dos 10 anos, façam os exames uma vez ao ano. A partir dos 14 anos, a cada seis meses. Caso haja alterações nos resultados ou o animal apresente algum tipo de sintoma, como perda de peso, ingestão excessiva de água ou aumento do volume de urina, é necessário procurar um profissional especializado para entender o melhor tratamento, que é feito caso a caso.

“Existem vários fatores que precisam ser levados em consideração. Pacientes que têm pressão alta podem viver menos, pacientes com variação na concentração de fósforo também podem viver menos, gatos com proteína na urina também, mas é possível controlar com fármacos, como o Fortekor, da Elanco”, explica o veterinário.

Março Amarelo

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O Março Amarelo é uma ação de conscientização para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença renal crônica em gatos. Idealizada pela Elanco, uma das empresas líderes em saúde animal em todo o mundo, a campanha chega à sua quarta edição em 2019 com o objetivo de engajar tutores e médicos veterinários em prol da saúde dos animais.

“O Março Amarelo é hoje mais do que uma campanha, já é uma causa”, afirma Eliane Estephan, gerente de Marketing e Serviços Técnicos para Animais de Companhia da Elanco. De acordo com a executiva, a campanha é nacional e está focada em dois pilares de atuação: atualização técnica dos veterinários e conscientização dos tutores para os perigos da DRC.

“Oferecemos aos profissionais diversos materiais atualizados sobre o tema, com alta aplicabilidade na rotina clínica. Já os tutores são impactados através das campanhas de comunicação, por meio de postagens nas redes sociais da Elanco e de clinicas engajadas na causa e de vídeos educativos sobre a doença, os principais sintomas e formas de tratamento”, explica Eliane. “Em três anos de campanha, já alcançamos mais de 10 mil clínicas veterinárias em todo o Brasil e impactamos cerca de 5 milhões de pessoas por meio das mídias sociais.”

Sobre o Fortekor 5TM

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Fortekor 5TM é um medicamento fabricado pela Elanco indicado para o tratamento de doença renal crônica em gatos e da insuficiência cardíaca congestiva em cães. Composto pelo cloridrato de benazepril, um importante inibidor da enzima de conversão da angiotensina (ECA), o Fortekor 5TM vem em comprimidos palatáveis que auxiliam na administração diária do medicamento.

Ginger tem este problema

ginger e ringo
Ginger abraçando Ringo, que ela trata como seu filho

Eu tenho uma gata com este problema, a Ginger. Não sei a idade correta dela, pois eu a resgatei da minha rua, em 2012. Naquela época, ela devia ter entre três e quatro anos, portanto, já passou dos dez. Ela apresentou a doença após todos meus gatos ficarem doentes por terem pego rinotraqueíte do gato do vizinho. Sim, pelo ar.

Ela não melhorava e, um dia, meio sem ser proposital, senti o hálito dela. Como eu já tinha tido uma gatinha com o problema, achei que o odor era parecido e comentei com os veterinários que a tratavam. Fizeram exame de sangue e veio a comprovação. Desde esta época, ela come ração especial e faz fluidoterapia, ou seja, toma soro, de forma subcutânea, duas vezes por semana.

Como tenho outros seis gatos, e a maioria deles já passou dos oito anos, vira e mexe, faço exames de sangue para ver como andam a ureia e a creatinina. E Ginger faz acompanhamento também. Quanto antes descobrir o problema, melhor. Prevenção é tudo!

 

Sete dicas para o bem-estar de quem tem sete vidas

Felinos vêm conquistando cada vez mais espaço nos lares brasileiros, mas conhecer suas particularidades é fundamental

Eles já foram vistos como divindades, mas também já foram considerados vilões. Figuram na mitologia e nas superstições. Fazem sucesso em desenhos animados, contos de fadas e filmes, sempre como personagens inteligentes, misteriosos, sedutores e cheios de manias. As histórias e crenças sobre os gatos são tantas que há até quem acredite que eles realmente têm sete vidas.

Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), constatou que já existiam mais de 22 milhões de felinos nos lares brasileiros em 2013. E o mais interessante: a população de gatos vem se multiplicando em maior proporção que a dos cães.

Os gatos realmente vêm conquistando cada vez mais espaço nos lares e corações dos brasileiros, mas para ter um bichano é fundamental conhecer suas peculiaridades. Por isso, confira as dicas da veterinária do pet center HiperZoo, Samya Duarte Nossabein, e da comportamentalista Natália Martins.

1 –Tudo sob o seu controle

Brown tabby with white Maine Coon boy on top of cat tree looking curious

Gatos são controladores e sistemáticos. Gostam de dominar o ambiente em que vivem, os objetos, outros animais e, inclusive, seus tutores. “Qualquer mudança na casa pode estressá-los. Um novo membro na família, uma visita e, até mesmo, a alteração de um móvel de lugar”, explica a comportamentalista. O estresse pode ser tanto que o animal pode adoecer. Por isso, o ideal é que as mudanças sejam feitas de forma gradativa. “Vai mudar os móveis da sala? Mude primeiro um sofá. Dias depois, o outro. Posteriormente, as mesas… Parece exagero para nós, mas para os gatos, faz bastante diferença”, completa.

Também adoram rotina e saber exatamente o que vai acontecer. Horários fixos para comer, brincar e receber carinho, vão fazer com que se sintam mais seguros. Até a mudança no horário de saída e chegada do tutor, é percebida pelo gato. E, por fim, são territorialistas. Sabe aquele hábito de arranhar o sofá da sala ou os móveis mais próximos da entrada da casa? São uma forma de mostrar, para potenciais intrusos, que aquele local tem dono.

2 – Higiene

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Os bichanos também prezam muito pela higiene. Fazem suas necessidades nas caixas de areia, mas desde que estejam limpas. Do contrário, podem evacuar no lugar errado ou segurar a urina. O tutor deve procurar retirar as fezes e blocos de areia assim que possível e também disponibilizar a quantidade de caixas de areia ideal: uma unidade a mais que o número de gatos da casa. São três gatos? Quatro caixinhas de areia. Desta forma o animal pode escolher uma caixa que não acabou de ser usada por um companheiro. Ah! Pratos de água e comida devem estar bem longe do “toalete” ou seu amiguinho simplesmente não irá se alimentar.

3 – Silêncio? Pode ser um alerta

gato na cama

Outro grande desafio para o tutor é perceber quando o gato está com dor ou não está se sentindo bem. Os gatos escondem a doença, um hábito instintivo ainda muito presente. Na natureza, seus ancestrais precisavam disfarçar a dor ou a doença para não serem mortos por outros predadores que disputassem o mesmo território ou alimento. “É importante estar atento a qualquer mudança. Se o gato ficar muito quieto, mais isolado, pode ser que algo não esteja bem”, revela a veterinária. Agressividade ou vocalização diferente do normal, também podem ser sinais de que algo não vai bem. Na dúvida, consulte um veterinário.

4 – Saúde

Cat at veterinarian

Assim como os cães, os cuidados básicos também são fundamentais para o bem-estar dos bichanos. Vacinas anuais, vermífugos e antipulgas administrados regularmente e check ups a cada seis meses ou um ano fazem toda a diferença.

Duas doenças virais também costumam assombrar os tutores de gatos. A FIV (vírus da imunodeficiência felina), também conhecida como aids felina, é transmitida por meio de mordidas, arranhaduras, contato sanguíneo, na gestação e amamentação. Já a FeLV (vírus da leucemia felina) é transmitida por meio da lambedura direta ou contato com secreção salivar, como no compartilhamento de pratos de ração e água, por exemplo. As duas doenças não têm cura e afetam o sistema imunológico do gato.

Segundo a veterinária, o ideal é realizar exames diagnósticos antes de receber um novo animal em casa e, também, não deixar que o gato tenha acesso à rua, desta forma evitando contato com possíveis animais infectados. Existem testes rápidos para avaliação das doenças, porém nem sempre o resultado é fidedigno, pois outros fatores podem influenciar o resultado. De qualquer forma, o mais indicado é realizar os exames conforme orientações do médico veterinário.

gatinho preto gato

Gatos também costumam sofrer com desconfortos gástricos e vômitos de bolas de pelos, formadas no estômago devido a ingestão de pelos durante a lambedura. Para amenizar o problema, o tutor pode apostar em escovas que ajudam a retirar o excesso de pelos mortos e fazer usos de pastas, rações e petiscos que auxiliam na eliminação de pelos ingeridos.

Doenças renais e cistites também são muito comuns. Gatos não costumam ingerir água em quantidade suficiente, tanto pela anatomia da língua, que não faz o movimento de concha para captar a água, como pelo hábito da espécie, que na natureza se alimentava de presas vivas que supriam também essa necessidade. Distribuir vários potes de água pela casa e investir em fontes, que mantém a água em movimento e mais limpa, estimulam a ingestão de líquido. Alimentos úmidos também são uma alternativa. Segundo a veterinária, a cistite muitas vezes pode ser também consequência de um quadro de estresse.

5 – Segurança

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Quem deseja ter um gato também deve investir em segurança. Os bichanos são caçadores natos e não pensam duas vezes antes de pular uma janela em busca de aventuras na rua. Telas nas janelas e placas de identificação são itens básicos. Na rua, os gatos podem sofrer acidentes, adquirir doenças e parasitas ou se machucar em brigas. Caixa de transporte é outro item básico para os passeios ou idas ao veterinário. Os bichanos se assustam facilmente e podem fugir ou pular no tutor, se estiverem soltos dentro do carro.

6 – Enriquecimento ambiental

Domestic Cat tan playing at home. Domestic animals

O ambiente que o gato vive deve conter acessórios que o ajudem a gastar energia, suprir seus instintos de caça e estimular seu cérebro. Brinquedos que imitem presas ou os façam se movimentar vão alegrar os pequenos caçadores. Prateleiras ou móveis que os mantenham no alto são ideais para que se sintam seguros e possam observar “suas presas”. Brinquedos que dispensam ração e petiscos também estimulam a atividade física e preservam o instinto de busca pelo alimento. Penas e varinhas para balançar no ar, também são bem-vindos. E arranhadores, para que possam afiar as unhas e demarcar território. O tutor deve optar por modelos mais firmes e altos, nos quais o gato possa se esticar.

7 – Cheirinhos do bem

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Cat nip Foto: TheCatOnMyHead

Alguns odores também podem colaborar para o bem-estar dos peludos. O cat nip, uma erva da família das hortelãs, é apreciada pela maioria dos gatos. Utilizada dentro de brinquedos ou borrifadas em arranhadores e outros locais, atrai os bichanos e promove uma sensação de bem-estar. “Alguns gatos chegam a sair saltitando contentes pela casa”, comenta Natália. E vale ressaltar: a erva não vicia e não faz mal.

Os feromônios também são ótimos aliados do bom comportamento felino. No mercado pet já é possível encontrar feromônios sintetizados, como o facial, utilizado pelos gatos para marcar território nos humanos ou objetos que gostam. Quando os gatos esfregam o rosto em nossas pernas ou móveis estão deixando esse odor e mostrando que se sentem bem. Utilizar esse cheirinho nas caixas de transporte ou ambiente tranquilizam o animal.

Outro feromônio também já sintetizado é o do odor mamário, que remete ao cheirinho da mãe e transmite segurança. São muito utilizados quando chega um novo gato na casa, melhorando a relação afetiva entre eles.

Com essas dicas e alguns produtos no enxoval, é possível proporcionar maior bem-estar e saúde para os gatinhos e retribuir o carinho que eles nos oferecem.

Fonte: HiperZoo

Garfield, o gatinho mais comilão, agora nos produtos Tupperware

O gato Garfield, estrela das tirinhas mais famosas do mundo, completou 40 anos cheio de estilo e no seu modo mais preguiçoso de ser. Para entrar na onda da comilança, a Tupperware lança a Caneca e Mini-instantânea Slim com o personagem e suas frases divertidas.

A caneca de 350ml é perfeita para levar ao trabalho ou para o conforto de casa, o produto é livre de BPA e pode ir ao micro-ondas. Já a Mini-instantânea Slim 575ml serve e conserva com praticidade diversos alimentos secos, como bolachas.

As novidades contam com os seus bordões “Eu odeio segundas-feiras” e “Eu nem sempre estou certo, mas nunca estou errado”, além de imagens bem humoradas para se divertir na hora do lanche.

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Preço sugerido:
· Caneca Garfield 350ml: R$ 36,00
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· Conjunto Caneca Garfield + Mini Instantânea Slim Garfield: R$ 59,90

Onde encontrar: com as consultoras da marca pelo site 

Domingo, 17 de fevereiro, é o Dia Mundial do Gato

Amanhã, 17 de fevereiro, comemora-se o Dia Mundial do Gato. A data foi criada por entidades de proteção animal para alertar e conscientizar tutores de como cuidar corretamente dos seus felinos, levando em conta os hábitos nutricionais, de higiene, de lazer, vacinação, vermifugação, entre outros aspectos.

Estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), mostrou que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo, com 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. A pesquisa mostrou, ainda, que a população de gatos está crescendo muito e que deverá ultrapassar a dos cães em menos de dez anos. Esse resultado é reflexo das mudanças sociais e comportamentais, com a população morando em locais menores e nos grandes centros urbanos, aliado a uma maior simpatia por esses animais.

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Para a médica veterinária e gerente de Marketing da Vetnil, Fernanda Cioffetti Marques, a vacinação e a vermifugação frequentes são necessárias para manter o gato saudável. “O protocolo de vacinação dos gatos deve ser elaborado por um médico veterinário após uma avaliação clínica detalhada, assim como a periodicidade para ministrar o vermífugo. Esses cuidados são imprescindíveis, principalmente, quando há contato com outros animais”, declara.

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Com relação à alimentação, os gatos chegam a fazer mais de dez refeições ao dia, por isso, a ração deve estar sempre à sua disposição. São animais que têm o hábito de ingerir pouco líquido, por isso, precisam de estímulo, como água sempre fresca e corrente. Em alguns casos, Fernanda indica uma pequena fonte de água para ajudar a hidratar o felino de forma ideal, além de fornecer alimento úmido – em sachê.

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Embora o gato de estimação seja um animal caseiro e não exija os passeios diários ao ar livre como os cães, é imprescindível proporcionar áreas de lazer e descanso dentro de casa, para brincar e descansar. Gatos são animais independentes e têm o hábito de correr e pular, por isso, proporcionar lugares que ele possa brincar e dar saltos é fundamental para manter a saúde e bem-estar do felino. Arranhadores e brinquedinhos também são recomendados para distrair o gato dentro de casa.

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Sob o aspecto de segurança, algumas adaptações na casa devem ser feitas para evitar acidentes. Por exemplo, para quem mora em apartamento, é fundamental colocar telas de proteção em janelas e varandas.

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“Como os gatos gostam de lugares altos, eles costumam dormir e tomar banhos de sol nas varandas e pular nas janelas. A proteção das telas evita acidentes e consequências mais graves para a saúde do bichinho. Outro aspecto relevante é a importância de colocar a caixa de areia em local arejado e distante de onde fica a água e ração do seu Pet, para manter o ambiente limpo e evitar contaminação”, afirma Fernanda.

Qual o melhor momento para castrar meu gato?

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Se você tem dúvidas se deve ou não castrar seu gato, saiba que esta é, provavelmente, uma boa ideia para seu pet. O procedimento é indicado para gatos a partir dos seis meses de idade.

“A castração é um procedimento cirúrgico cada vez mais adotado e recomendado pelos médicos-veterinários. Previne o possível desenvolvimento de tumores, controla o crescimento populacional de gatos abandonados nas ruas e aumenta a expectativa de vida dos felinos. Gatos castrados têm uma expectativa duas vezes maior do que aqueles não castrados, explica Marcello Machado, veterinário e gerente Técnico Nacional da Total Alimentos.

Como se não bastasse, a medida é especialmente importante para fêmeas: gatas castradas ainda jovens reduzem quase a zero a possibilidade de serem acometidas por doenças como tumores mamários, câncer, cistos uterinos e ovarianos. “Por conta das doenças que acometem mais as fêmeas, o tutor pode optar em castrar primeiro a gata. Lembrando que os cuidados pós-operatórios exigem mais cuidados. Já a castração em machos inibe o costume do xixi para demarcar território, e controla o odor da urina do felino”, diz Machado.

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A estação do ano não interfere para fazer a cirurgia de castração, porém, épocas de temperaturas mais amenas, por gerar menos estresse térmico, pode ser favorável ao felino em recuperação. No entanto, é importante ter uma atenção maior na alimentação dos gatos esterilizados, pois costumam ter mais apetite. Dessa forma, podem desenvolver obesidade após o procedimento.

“Para prevenir esses problemas, é indicado que os tutor ofereça alimentos específicos para gatos castrados, pois esses produtos são próprios para manutenção do peso, além de trazerem outros benefícios gerais à saúde: auxiliam no controle do pH urinário e na queima de gorduras, por meio da ação da L-carnitina”.

Dia Mundial do Gato: opções de brinquedos para o seu pet

Espertos, carinhosos e brincalhões, os gatos estão na lista dos animais domésticos preferidos dos adultos e das crianças. No Japão, é considerado até amuleto da sorte: o Maneki Neko, também conhecido como Gato da Sorte, é considerado um objeto que atrai prosperidade, saúde e felicidade.

Dia 17 de fevereiro é celebrado mundialmente o dia desses felinos. A data foi criada por uma organização italiana contra os maus-tratos e as perseguições que os gatos, infelizmente, sofrem até hoje, devido a alguns mitos e preconceitos de longa data.

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Para os apaixonados por gatos (os chamados “gateiros”), a equipe do Peixe Urbano reuniu alguns brinquedos especiais para presentear os pets. O labirinto cubo box, por exemplo, é perfeito tanto para o animal brincar quanto para descansar, já que é composto de caixas onde ele pode entrar, sair ou se esconder. É feito com papelão ondulado kraft e a composição dos cubos pode ser feita de acordo com o espaço da casa. No site do Peixe Urbano, você encontra o produto por apenas R$ 84,90. 

Os brinquedos de borracha são sempre ótimos para animais, especialmente para os que ainda estão em desenvolvimento. Existem opções super divertidas, como o em formato de pino de boliche, por apenas R$ 16,90. Além disso, outra sugestão em conta para o seu pet se divertir é a costelinha, também por apenas R$ 16,90.

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E para aqueles que ainda não são donos de pet mas ficaram animados com a ideia, que tal adotar um gatinho e ter uma companhia adorável  para todas as horas?

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Foto: Lisvnorrland/Pixabay

Cistite em gatos: causas, sintomas e tratamento

Médico veterinário explica como identificar a doença que causa muitas dores nos felinos

A cistite em gatos é um problema urinário bastante comum que provoca muita dor e incômodo. Trata-se de uma inflamação na bexiga que pode desencadear outros distúrbios no sistema urinário e, se não tratada adequadamente, motiva complicações graves. Em geral, felinos machos, entre dois e seis anos, são os mais afetados pela enfermidade.

“A identificação da cistite felina é feita por meio de exame clínico, testes de urina e exame de imagem, sendo importante que, ao fechar o diagnóstico, sejam identificados os possíveis agentes causadores do problema”, explica o médico veterinário da Equilíbrio, Marcello Machado.

Diferentemente da maior parte dos animais, as bactérias não são as principais causadoras da cistite em gatos. É mais comum que o aparecimento da patologia tenha relação com fatores como idade; alimentação incorreta; baixa ingestão de água; doenças anteriores; obesidade e estresse.

Gatos estressados, ansiosos e agressivos sofrem alterações no sistema endócrino, neurológico e de defesa do organismo, e isso aumenta a predisposição do pet ao desenvolvimento de cistite. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado e requer uma análise mais detalhada sobre cada sintoma.

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“A cistite causada por estresse ocorre quando o animal vive em um ambiente sem condições adequadas para o desenvolvimento saudável e não recebe os cuidados necessários referentes a alimentação, saúde, atenção e higiene”, conta Machado.

Sintomas

Quanto mais cedo a patologia for identificada, menos o felino sofrerá com os sintomas e menores as chances de complicações. Para isso, é fundamental manter uma rotina de acompanhamento veterinário e ter atenção às mudanças de comportamento do animal. Caso note algum dos sintomas de cistite em seu animal de estimação, como periúria; dor ao urinar; sangue na urina; diminuição na quantidade da urina; e urina com odor forte, procure a orientação de um especialista para realizar exames detalhados. Ainda existem casos de cistite idiopática, em que o agente causador é desconhecido.

Qual a melhor ração para cistite em gatos?

Os felinos diagnosticados com cistite devem receber medicação recomendada pelo veterinário e ter cuidados especiais com a ingestão de água e alimentação. A melhor ração para gato com cistite deve ter quantidades reguladas de sódio, magnésio e fósforo, baixo teor de proteínas e pH urinário adequado, tudo para cuidar da saúde do trato urinário do felino.

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“Equilíbrio Veterinary Urinary foi desenvolvida para oferecer um auxílio no tratamento da cistite, pois proporciona uma nutrição completa ao animal e tem uma formulação específica para manter um pH adequado e não sobrecarregar o sistema urinário”, indica o médico veterinário da Equilíbrio.

Fonte: Total Alimentos