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Fluido corporal vegano reduz gordura sem causar vermelhidão

Intense Fit Buona Vita é um potente termogênico de uso home care, formulado com extratos lipolíticos poderosos, podendo ser associado a manobras de massagem, além de ajudar em procedimentos estéticos e de potencializar o treino fitness de quem costuma frequentar a academia ou praticar atividades físicas.

Intense Fit traz como diferencial o ativo Sense Hot, que estimula os receptores nos neurônios sensoriais presentes na pele, provocando a sensação de calor na superfície, porém de forma mais segura, além de promover aumento da circulação e de melhorar a permeação de outros ativos cosméticos.

Além da sensação de calor, o produto conta com o complexo Natuplex Green Eco Minceur, uma combinação de poderosos extratos botânicos para efeito lipolítico de quebra e eliminação de gordura. Os extratos de castanha-da-índia e de arnica, ingredientes importantes no tratamento de celulite e gordura localizada. O primeiro ativo é estimulante da microcirculação e aumenta o tônus venoso, enquanto o segundo é tonificante, anti-inflamatório e descongestionante.

Formulado com bases biocompatíveis, sem parabenos e xenobióticos, o produto também é vegano. Traz um complexo potente de extratos botânicos para alto poder lipolítico, potencializando o treino fitness. Indicado para tratar a gordura localizada, redução de medidas e potencialização do treino fitness. Deve ser usado todos os dias, após o banho ou antes da atividade física.

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Intense Fit Buona Vita – Preço: R$ 94,00

Informações: Buona Vita – SAC: (41) 3023 1855

Hábitos de fácil introdução no cotidiano reduzem chances de doenças no coração

Atualmente, cerca de 300 mil pessoas morrem no Brasil todos os anos vítimas de arritmias cardíacas, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac). “A prevenção é a melhor maneira para manter o coração fora de riscos e alguns hábitos simples inseridos no dia a dia podem evitar problemas futuros”, afirma Diego Gaia, coordenador de cardiologia do Hospital Santa Catarina.

Abaixo, o especialista elenca cinco hábitos de fácil introdução no cotidiano que podem reduzir consideravelmente as doenças cardiológicas:

Controle os fatores de risco

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A maior parte das mortes por doenças cardíacas poderiam ser evitadas se a pessoa controlasse o colesterol ruim (LDL) do corpo. Portadores ou pessoas com histórico familiar de diabetes e hipertensão devem redobrar a atenção.

Faça exames preventivos

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Principalmente após os 40 anos, é importante realizar exames de rotina para o coração. Um possível problema pode ser evitado ou minimizado, se descoberto com antecedência. Antes dessa idade, a pessoa deve procurar um cardiologista se perceber algum sinal atípico.

Pratique exercícios com regularidade e mantenha o peso sob controle

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Fazer atividades físicas regularmente é benéfico para a saúde no geral. Porém, se tratando do coração, é ainda mais: hormônios como a endorfina liberados pelo organismo após o exercício relaxam a parede das artérias. Com a queda da pressão arterial, a taxa de glicose diminui e o índice do colesterol bom aumenta. A recomendação é praticar 30 minutos de qualquer atividade física (ex: corrida, musculação, esportes com bola etc.), no mínimo três vezes por semana.

Não fume

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O tabagismo é um dos maiores potencializadores de doenças no coração. Entre as mais comuns causadas pelo fumo estão pressão alta, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Priorize alimentos saudáveis

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A alimentação saudável é um dos principais fatores para evitar doenças cardiovasculares. O ideal é investir em frutas e verduras e é primordial evitar o excesso de sal e açúcar. Frituras e alimentos processados devem ser consumidos com moderação. Esses alimentos são verdadeiros vilões, já que podem elevar o colesterol ruim (LDL), um dos responsáveis por depositar gordura na parede das artérias.

Fonte: Hospital Santa Catarina

Beleza glacial: temperaturas criogênicas restauram pele e removem gordura

Tratamentos estéticos com frio são menos invasivos que métodos tradicionais e trazem bons resultados

Usado corretamente, o frio pode ter benefícios importantes para a saúde. Essa é a proposta das crioterapias, tratamentos que aplicam temperaturas abaixo de zero em regiões específicas do corpo. Na estética, as crioterapias podem reduzir medidas e rejuvenescer a pele.

“No caso da criolipólise e da criofrequência, nós temos aparelhos específicos que atuam congelando pequenas áreas do corpo para estimular uma quebra da gordura, principalmente a localizada”, diz Luciana Dantas, coordenadora da graduação em Estética e Cosmética do Centro Universitário IESB. “O congelamento gera uma lesão, a morte das células, e o próprio organismo já faz um processo inflamatório para eliminá-las”, continua.

Segundo a professora, esses métodos trazem bons resultados e são muito utilizados na estética para redução da gordura localizada e até da visceral, em alguns casos. Existe ainda o peeling criogênico, que usa as baixas temperaturas para reduzir linhas de expressão, clarear manchas e uniformizar o tom da pele.

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“Um dos benefícios dessas técnicas é que esses procedimentos são minimamente invasivos, nada parecido com uma lipoaspiração. O risco para o paciente é muito menor”, conta Luciana. “É claro que existem todos os cuidados para se utilizar a técnica corretamente e para não causar uma queimadura. O paciente faz o procedimento na clínica e já sai sem nenhum impedimento para sua rotina normal”, continua.

É preciso apenas seguir as recomendações para o cuidado com a região e para garantir os resultados – que são progressivos e demoram até seis meses para aparecer completamente. O processo gera uma reparação das células no local, que vão sendo regeneradas com menos gordura ao longo do tempo. O frio estimula ainda a produção de colágeno, o que melhora consideravelmente a textura da pele, sem nenhuma cicatriz.

Fonte: Estética e Cosmética do Centro Universitário IESB

Equipamento reúne tecnologias para reduzir gordura, celulite e flacidez

Procedimento com resultado em uma sessão para gordura, Total Sculptor é a única plataforma corporal do mundo a associar criolipólise, ultrassom inovador focado em gordura, corrente de estímulo muscular, além da radiofrequência multipolar (para flacidez e celulite) e criofrequência (para gordura).

Chega ao mercado Total Sculptor, uma nova plataforma de tratamento corporal que oferece maior rapidez nos resultados de diminuição de medidas, definição do contorno corporal, melhora da celulite e enrijecimento da pele. Isso acontece porque o equipamento é o único do mundo a associar criolipólise, ultrassom macrofocado, corrente de estímulo muscular, radiofrequência multipolar e criofrequência para tratar de forma efetiva a gordura localizada e celulite, promover firmeza e remodelação corporal, além de ajudar a definir o músculo

“Essa associação de tecnologias em uma mesma máquina é exclusiva e pode ser associada em uma mesma sessão. O trunfo do procedimento é associar duas tecnologias padrão ouro no tratamento de gordura: a criolipólise e o ultrassom macrofocado. E o mais brilhante é que, durante o tratamento de gordura, também há estímulo do músculo”, comenta o dermatologista Abdo Salomão Jr., membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

O equipamento dispõe de duas ponteiras de criolipólise que tratam ao mesmo tempo duas áreas do corpo e fazem um congelamento tridimensional. “A criolipólise é um método não invasivo que elimina as células de gordura através do frio, com segurança. A aplicação em baixa temperatura promove a redução da área pela destruição seletiva das células de gordura por congelamento”, explica.

No mesmo momento em que é feita a criolipólise, a corrente de estímulo muscular começa a agir: “É uma tecnologia que faz a paciente ‘malhar’ de forma passiva. Enquanto a paciente está parada, o equipamento começa a contrair e soltar o músculo várias vezes até fazer a definição da área muscular.” Essa tecnologia já existe há algum tempo, segundo o dermatologista, mas é a primeira vez que é associada à criolipólise no momento do procedimento.

Logo após à criolipólise, entra em cena uma das tecnologias mais comentadas dos últimos congressos de Dermatologia: o ultrassom macrofocado para gordura, que “derrete” a célula de gordura condensada pelo frio. “Ele vibra intensamente o ponto e destrói a gordura no momento da aplicação. Trata-se do mesmo ultrassom que foi feito para quebrar pedras nos rins, mas nesse caso ele está focado para queimar gordura e potencializar ainda mais o resultado da criolipólise”, explica o dermatologista.

Segundo o médico, a técnica dói só no início do procedimento. “Essa criolipólise é mais potente, já que tem vácuo mais intenso e área de congelamento maior. O ultrassom não dói porque vem logo depois da criolipólise e a gordura e os nervos estão congelados”, garante. Não há cuidados especiais pós-tratamento e nem downtime: “Após o procedimento, o paciente pode voltar normalmente para suas atividades normais.”

Uma sessão é necessária para atingir os resultados. “A perda de gordura é muito maior do que todos os métodos não invasivos que vieram até então. Primeiro porque tem a criolipólise, segundo porque a gordura congelada vai ser quebrada na hora e terceiro porque melhora a musculatura”, explica o dermatologista.

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BeautyHeaven

O procedimento é seguro e não há risco de trombose segundo estudos da empresa: “essa gordura é metabolizada e boa parte (lipossolúvel) sai pela bile enquanto a parte hidrossolúvel sai pela urina”, assegura. Os resultados são visíveis logo após a primeira semana e a perda máxima é depois de três meses. Como dispõe de radiofrequência multipolar, há ainda a possibilidade de aquecer a pele para promover o colágeno, tratar celulite e enrijecer.

Contraindicações: grávidas, pessoas com intolerância ao frio, pacientes que não podem fazer radiofrequência ou que têm marcapasso cardíaco não podem fazer o procedimento.

Informações: LMG – Laser Medical Group

Salvar

Nutricionista esclarece como equilibrar o consumo de gorduras

Já está mais do que na hora de se desprender da ideia de que o consumo de gordura é o que faz ganhar uns quilinhos a mais. De fato, comer batata frita, hambúrguer ou outras guloseimas todos os dias não fará ninguém manter a boa forma, muito menos a saúde. No entanto, é importante ter em mente que a gordura desempenha papel essencial no organismo.

“Além de proporcionar energia, ela auxilia na produção de hormônios, na absorção de vitaminas (A, B, E e K) e no funcionamento do cérebro”, explica a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim.

mulher fita metrica shutterstock

Por isso, a ingestão de gorduras na medida certa é essencial. “Uma pessoa que consome 2.000 calorias por dia, por exemplo, não deve ultrapassar 66 gramas de gorduras totais, o que representa 30% do valor energético total da dieta. Os valores podem variar entre as pessoas, de acordo com idade, gênero, peso, prática de atividade física e índice de massa corporal (IMC), esclarece a nutricionista.

Mas, afinal, como calcular, de maneira fácil, a quantidade de gordura ingerida? Se você é uma dessas pessoas que foge de cálculos, há uma forma bem simples. “O mais fácil é procurar a ajuda de um profissional. Além de avaliar todas as necessidades do indivíduo, é importante levar em conta a distribuição dos demais nutrientes, como carboidratos e proteínas, além da escolha das gorduras mais saudáveis”, explica Rosana.

Alimentos com gorduras do “bem”

Algumas formas do nutriente são produzidas no organismo, outras obtidas a partir da ingestão de alimentos. As gorduras insaturadas, divididas em poli-insaturadas e monoinsaturadas, na devida proporção, exercem efeito anti-inflamatório, possuem antioxidantes e reduzem o colesterol ruim (LDL).

“Com bom senso e equilíbrio na escolha, azeite de oliva, óleo de canola, nozes, amêndoas, castanhas e abacate, óleo de girassol, milho e soja, salmão, atum, sardinha e linhaça são ótimas fontes de gorduras do bem e consideradas essenciais para a saúde”, sugere.

De modo geral, abusar das gorduras, principalmente as saturadas, está associado a um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Já as gorduras trans, obtidas por meio de um processo químico, são transformadas em gordura sólida e aumentam os níveis LDL (colesterol ruim) e diminuem o HDL (colesterol bom).

Os diferentes tipos de gordura

carne vermelha embutidos salame linguiça
Pixabay

Saturadas: relacionadas ao aumento de problemas cardíacos, as gorduras saturadas são encontradas em alguns produtos de origem animal: carnes, embutidos, bacon, manteiga, leite integral, queijos gordurosos e polpa do coco.

azeite gordura boa

Insaturadas: divididas em monoinsaturadas (azeite de oliva, abacate, óleos de canola) e poli-insaturadas (peixes ricos em ômega-3, óleos vegetais e linhaça), esses dois tipos de gordura têm efeito positivo para a saúde. Embora sejam consideradas do bem, devem ser consumidas moderadamente, pois, como todas as gorduras, são ricas em calorias.

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Trans: usadas pela indústria de alimentos para garantir o sabor e a textura crocantes, são encontradas em gordura vegetal hidrogenada, utilizada no preparo de sorvetes cremosos, chocolates, pães recheados, molhos para salada, sobremesas cremosas, biscoitos recheados, alimentos com consistência crocante (exemplo: nuggets, tortas), bolos industrializados, margarinas duras e determinados alimentos produzidos em redes de fast-foods.

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A dica da nutricionista do HCor é: “sempre leia o rótulo dos alimentos e preparações para verificar quais nutrientes estão presentes, bem como as respectivas quantidades para não errar na escolha e compra”.

Fonte: HCor

Dieta restritiva em gordura saturada não promove saúde

Desde que idealizou o site Emagrecerdevez.com, Rodrigo Polesso dedica-se, não apenas a ajudar as pessoas a emagrecer, mas a quebrar mitos relacionados a dietas e perda de peso, que se disseminam sem comprovação científica. E um dos mitos bastantes conhecido é justamente o de que gordura saturada faz mal à saúde.

“Acho importante derrubar esses mitos sobre alguns tipos de alimentos, que começam a circular sem evidências científicas, para que as pessoas possam se apoiar nestas informações e tomar as próprias decisões a respeito da sua vida, estilo de vida, da sua saúde e boa forma”, defende Polesso.

Um dos mitos é justamente o de que as gorduras saturadas são grandes vilãs para qualquer dieta. Essa ideia surgiu há aproximadamente quatro décadas e foi levantada por um médico chamado Ancel Keys. A partir de observações, Keys deduziu que quem tinha problema de entupimento das artérias, ou ataques cardíacos estavam com altas taxas de colesterol, logo, ele atribui o fato ao consumo de carne e gorduras saturadas viravam essa gordura encontrada no organismo e originavam os problemas cardíacos.

A gordura saturada sempre esteve presente na dieta humana. Elas estão disponíveis no coco, nas carnes, manteiga, laticínios e até no leite materno. Neste último, inclusive, a gordura saturada é a maior parte das gorduras do leite, seguidas das monoinsaturadas. “Faz sentido a gordura saturada causar morte e doença, se ela faz parte da composição do leite materno e nos alimentos mais nutritivos do mundo?”, questiona Polesso.

Essa análise evolutiva, segundo o especialista, já nos faz olhar para essa tese com outros olhos. O que existe de científico sobre este misto são estudos que associam gorduras saturadas a problemas cardíacos.

cozinha fazenda casa

“Esses estudos são observacionais, são prospectivos. Agora, por que uma pessoa que come bastante gordura saturada, hoje em dia, tende a ter problemas? Porque junto com a gordura saturada, ela provavelmente também consome muito açúcar, não se exercita com regularidade, fuma ou toma bastante álcool. Assim, uma pessoa que consome muita gordura saturada tende a não ter hábitos saudáveis no geral. Por isso que, quando se compara pessoas que comem muita gordura saturada com aquelas que consomem pouco e mantém melhores hábitos alimentares, é óbvio que as que se cuidam vão apresentar resultados melhores”, conclui Polesso.

Este tipo de pesquisa baseada em estudos observacionais produz poucas evidências relevantes, ao contrário de ensaios clínicos randomizados, que mostram relações de causa e efeito. Em 2015, o Jornal Britânico de Medicina publicou revisão de vários estudos observacionais sobre o papel das gorduras saturadas na saúde das pessoas. Em sua conclusão, o jornal revela que gorduras saturadas não estão associadas com mortes de todas as causas, doenças cardiovasculares, infarto ou diabetes tipo 2, porém a evidência é heterogênea, devido à limitação de metodologia.

“Eles já dizem que estudos prospectivos têm uma metodologia muito limitada, analisando tipos de pessoas e não se, realmente, a única alteração na dieta é a gordura saturada”, explica Polesso.

No ano de 2016, o mesmo jornal publicou revisão de ensaios clínicos randomizados, que produzem evidências mais relevantes que os prospectivos. Nesta pesquisa, foram analisados dados de quase dez mil homens e mulheres que participaram de estudos onde foi feita a substituição da gordura saturada na dieta por gorduras poli-insaturadas, ou seja, retirou-se as gorduras animais, como banha de porco e manteiga, colocando no lugar manteiga e óleo de milho.

O grupo que substituiu com óleos vegetais reduziu consideravelmente o colesterol no sangue comparado ao grupo que continuou comendo gordura saturada. No entanto, os gráficos mostraram que não houve benefício algum a respeito de mortalidade com esses resultados. Aliás, houve um aumento de 22% do risco de morte para cada 30mg/dl de redução de colesterol no sangue.

“Quanto menor o colesterol neste estudo, maior o risco de morte. Este é outro mito o de que o colesterol é nosso inimigo, mas não é isso. Há muita confusão e falsas informações sobre este assunto. Ele é essencial para a saúde humana. Assim, o estudo conclui que não existe evidência do benefício de se substituir gorduras saturadas por poli-insaturadas no sentido de entupimento das artérias ou infarto do miocárdio”, explica Polesso.

A pesquisa revela, ainda, que as evidências disponíveis de ensaios clínicos randomizados mostram que substituir gordura saturada por gordura insaturada baixa de fato o colesterol no sangue, mas não suporta a hipótese de que isso significa risco mais baixo de mortes de doenças cardíacas ou morte de todas as causas. Esses achados só adicionam a um crescente corpo de evidências de que a publicação incompleta de dados tem contribuído para um exagero dos benefícios de substituir gordura saturada por óleos vegetais.

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“Parece que a natureza novamente estava certa e proveu para a gente o alimento correto. A gordura saturada que está disponível na natureza desde sempre é inofensiva ao nosso corpo, ao contrário das gorduras poli-insaturadas, encontradas em óleos vegetais feitos pela indústria. Na dúvida, façam como nossos avós e bisavós que consumiam manteiga, carne de gado, banha de porco, gorduras saturadas e fornecidas pela mãe natureza”, finaliza Polesso.

Fonte: Rodrigo Polesso tem certificado em nutrição otimizada para saúde e bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego na Califórnia, EUA.

Dez questões para você entender a celulite

95%: esse é o percentual de mulheres que apresentam lipodistrofia ginóide, ou seja, a famosa celulite. “A celulite é uma inflamação do tecido adiposo, onde essas células gordurosas sofrem processo de alteração, apresentando excesso de gordura no seu interior e deformidade da sua parede. Então, as irregularidades acabam se projetando na superfície e levando à formação de um relevo heterogêneo e uma pele cheia de reentrâncias e ondulações”, explica a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD).

Embora a celulite não seja considerada uma patologia, ela é uma alteração estética importante, que leva muitas pacientes às clínicas dermatológicas na busca de uma solução. Abaixo, a médica explica detalhes da celulite:

Celulite 1

Pergunta – Por que quase todas as mulheres têm?
Valéria Marcondes: “Por conta do fator estrogênico, já que o hormônio estrogênio está diretamente envolvido no processo dessa inflamação.”

P- Quais são as causas principais?
VM: “Está relacionada a vários fatores, entre eles: o sobrepeso e a gordura, mas muitas mulheres magras também têm celulite e isso ocorre porque há um desequilíbrio entre a taxa de gordura e a taxa muscular. Depende também de fatores genéticos: existe uma predisposição familiar e pessoal, como uma tendência natural ao edema. Além disso, as mulheres brancas caucasianas têm mais celulites que as mulheres asiáticas e negras. A celulite ainda tem causas em problemas microcirculatórios. Nós sabemos que 70% das mulheres que apresentam celulite podem apresentar também alterações vasculares principalmente nos membros inferiores.”

P-Há fatores de gatilho?
VM:“Os fatores de piora são: má alimentação; sedentarismo (a falta de atividade física); não funcionamento intestinal; baixa ingesta de líquidos; abuso no consumo de industrializados; alimentos ricos em sódio, açúcar e gorduras; metabolismo lento, uso de pílula anticoncepcional; tratamentos com hormônios à base de estrogênio; alterações da tireoide no caso o hipotireoidismo; excesso de peso, ou pessoas com peso normal e com altas taxas de gordura (índice de massa corpóreo em desequilíbrio). A celulite está relacionada também a fatores de alteração hormonal: gravidez, pré-menopausa, stress com aumento do cortisol e o cigarro, todos piorando o quadro de celulite.”

P-Quais são as áreas mais afetadas?
VM:“As áreas mais acometidas pela celulite são: as regiões do quadril, dos glúteos, das coxas (principalmente a face interna da coxa e a região posterior), abdômen inferior e braços.”

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P-Quais as classificações?
VM:“A celulite pode começar com um grau I, um grau leve e assintomático, e ir evoluindo gradativamente de acordo com o não-tratamento. Tudo depende da quantidade e profundidade das depressões, presença e característica dos nódulos (dolorosos, palpáveis, visíveis) na pele, além da flacidez tecidual.”

P-Tem cura?
VM: “Não, mas tem controle e melhora. E isso depende muito da qualidade de vida da paciente, a qualidade das horas de sono, a quantidade de cortisol que está sendo liberada na corrente sanguínea. Temos que orientar que ela deve estar em constante vigília com sua alimentação (retirando excesso de sódio, sal e açúcar), com a prática de exercícios físicos, a ingesta de água de pelo menos 1,5 a 2 litros por dia, para ajudar na liberação dessas toxinas que formamos e temos muita dificuldade de liberar e que traz mais inflamação ao tecido gorduroso.”

Celulite

P-Celulite com gordura é mais difícil de tratar?
VM:“Sim! Às vezes, só o fato de a paciente emagrecer, vai haver uma melhora no quadro da celulite. Mas para tratar a celulite, é preciso que haja uma mudança na qualidade de vida. Além das mudanças já citadas, a drenagem linfática e modeladora deve ter seu lugar semanal, principalmente na região dos glúteos, culotes, flancos e abdômen inferior. Além disso, se é um paciente tabagista, alertamos sobre a importância de que ele pare de fumar, porque o tabagismo é um fator agravante, é um gatilho importante. A bebida alcoólica também piora bastante porque além das calorias vazias é um quadro que predispõe a retenção hídrica do nosso organismo.”

P-Quais os tratamentos?
VM: “Hoje em dia, temos vários tratamentos para celulite com tecnologias bastante avançadas como, além da drenagem linfática, o uso da Endermologia, dos bioestimuladores de colágeno injetáveis, da Radiofrequência, dos lasers de baixa intensidade, onde usamos as ondas acústicas, enfim, uma série de tecnologias que devem ser combinados para, juntos, trazer uma remodelação corporal. Temos que adotar algumas medidas terapêuticas dentro do consultório, dependendo do grau da celulite, da idade e do biótipo dessa paciente.”

P-Soluções caseiras funcionam?
VM:“Muitas pessoas falam sobre as máscaras de esfoliação com café, mas isso não procede em termos de estudos científicos, e dificilmente esses ingredientes penetram até a camada onde se inicia o processo inflamatório.”

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Pinterest

P-Cremes: o que devem ter?
VM:“Para melhora da qualidade da pele, principalmente na textura da superfície, podemos associar cremes com retinol, castanha da índia, chá verde, mas na forma de produtos que sejam vetorizados e que consigam penetrar na superfície da pele e chegar até a junção dermoepidérmica, melhorando o quadro de textura, irregularidade da casca de laranja e o processo inflamatório superficial. Mas somente o uso desses cremes não resolve ou cura a celulite. É mais um coadjuvante e uma maneira de manutenção, prevenção e controle.”

Fonte: Valéria Marcondes –  é dermatologista da Clínica de Dermatologia que leva seu nome, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser.

 

Confira alguns alimentos que queimam a gordura da barriga

Se há uma questão estética que incomoda tanto mulheres quanto homens é aquela barriguinha saliente. Pois a nutricionista Paula Castilho fez uma lista com alimentos que ajudam a eliminar essa gordura acumulada na barriga.

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Aveia: ao comê-la irá fornecer ao seu corpo altas quantidades de fibras, o que reduz a possibilidade de baixos níveis de açúcar no sangue. Começando o dia com grão de aveia inteiro vai ajudar a evitar aquele petiscar no meio da manhã.

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Legumes: vegetais crus são uma grande fonte de fibras e antioxidantes, e comer vegetais encherá o seu estômago sem aumentar a ingestão calórica. Comer uma variedade de vegetais (especialmente folhas) irá fornecer o seu corpo com nutrientes essenciais, tais como: cálcio, proteínas, magnésio, ferro, potássio, vitamina C, vitamina A e vitamina B.

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Pixabay

Chá verde: é, sem dúvida, o grande aliado das dietas para emagrecimento. É um queimador de gorduras fantástico, porque acelera o metabolismo e a cafeína que contém também contribui para queimar mais calorias sem atividades.

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Foto: Pippalou/Morguefile

Cereais integrais: substituir alimentos de farinha branca com alimentos integrais vai aumentar os nutrientes de que você está recebendo a partir de seu alimento. Grãos integrais fornece seu corpo com fibra, ácido fólico, vitamina e e magnésio, que ajuda na batalha contra as gorduras da barriga.

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Ovos: aumentar a ingestão de proteínas é uma maneira fácil de queimar gordura do estômago, e os ovos têm uma elevada quantidade de proteína. Os ovos também fornecem seu corpo com outros nutrientes, como a vitamina b12, que ajuda a liberar as células de gordura.

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Vitamina C: alimentos como o brócolis, os pimentões, o kiwi, o limão e a toranja, entre outros, têm uma grande quantidade de vitaminas C que contribui no processamento das gorduras e, dessa forma, também perdemos peso mais rápido.

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Azeite: gorduras saudáveis são uma parte essencial na queima de gordura da barriga, o azeite de oliva fornece ao corpo o tipo bom, a “gordura monoinsaturada.” Adicione um pouco de azeite sobre os legumes e salada e terá, além de muito sabor, a queima de gordura ao mesmo tempo.

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Nozes: uma outra fonte de gorduras boas, apesar que você precisa ter cuidado para não consumir demais, porque são ricas em calorias. Comer nozes irá lhe fornecer proteína para queima de gordura, bem como fibras, vitaminas e minerais.

Fonte: Paula Castilho- Nutricionista – Sabor Integral Consultoria em Nutrição

Margarina ou manteiga: saiba qual a opção mais saudável

Manteiga ou margarina? Com certeza a dúvida já passou pela sua cabeça, seja na hora de preparar uma receita, tomar café da manhã ou comprar os produtos no mercado. Apesar de serem igualmente saborosas, as duas possuem grandes diferenças no que diz respeito a sua origem e valores nutricionais.

Para ajudar a entender melhor, Renata Domingues, médica especializada em Nutrologia, diretora responsável da Clínica Adah e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro), explicou cada uma delas. Confira:

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Foto: Doornekamph / Pixabay

– Margarina: “É um produto feito a partir do óleo vegetal, que passa por um processo chamado hidrogenação que o transforma de líquido em sólido por meio da adição de hidrogênio. Nesse processo, uma parte das gorduras insaturadas do óleo se transforma em gordura trans. Ou seja, a margarina é uma gordura criada artificialmente que conta com conservantes e componentes em sua composição que aumentam os riscos de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e as chances do desenvolvimento de diabetes tipo 2.”

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Pixabay

– Manteiga: “Já a manteiga é um produto de origem animal derivado do leite. É obtida por meio da nata do leite batida que se transforma em um creme de leite com soro e glóbulos de gordura. A parte líquida é então retirada e o que sobra, ou seja, a parte gordurosa, é a manteiga. Por ser composto exclusivamente da gordura retirada do leite, a manteiga é rica em gorduras saturadas e colesterol.”

Mas afinal, qual a melhor? De acordo com Renata, por serem compostas basicamente de gorduras, tanto a manteiga como a margarina são calóricas, então resta analisar quais os tipos de gorduras presentes em cada uma delas. “Primeiro é preciso entender que nem sempre gorduras são ruins para o corpo, já que nosso organismo precisa delas para absorver as vitaminas A, B e K, por exemplo”, destaca a médica.

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“Mas, as gorduras diferenciam-se entre si. Por ser de origem animal, a gordura saturada, presente na manteiga, é melhor reconhecida pelo nosso corpo e logo é digerida com mais facilidade. O que não quer dizer que seja 100% saudável, pois esse tipo de gordura aumenta tanto o colesterol ruim quanto o bom, além de existir o risco de se acumular nas paredes das artérias, favorecendo doenças cardíacas, como o infarto. Já a gordura trans, que compõe a margarina, é mais difícil de ser reconhecida e digerida pelo organismo por ser de origem vegetal e quimicamente alterada, o que aumenta as chances de ficar acumulada nos vasos sanguíneos e órgãos importantes”, completa.

Resumindo, a manteiga é a opção mais saudável por ser produzida de forma natural e ser melhor digerida pelo organismo. Apesar disso, ela deve ser consumida com moderação, de preferência seguindo a medida recomendada, que é de uma colher de chá por dia.

Fonte: Renata Domingues é médica especializada em Nutrologia, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro) e diretora responsável pela Clínica Adah. Pós-graduada em Nutrologia Médica e em Ciência da Fisiologia Humana e Longevidade Saudável, é membro da World Society of Interdisciplinary of Anti-Aging Medicine (WOSIAM).

Pesquisa: um quarto dos brasileiros crê que gorduras são prejudicais à saúde

Nutricionista alerta que essa percepção equivocada pode acabar restringindo o consumo de alimentos essenciais para o organismo

A alimentação é recheada de informações controversas e uma delas é em relação às gorduras que adquiriram status de vilã nos últimos tempos. Diversas dietas e atividades físicas da moda tem como objetivo principal eliminá-las da rotina alimentar e do corpo. Infelizmente, esses métodos vêm ganhando muitos adeptos. No entanto, estudos recentes apontam para uma nova perspectiva com relação ao consumo das gorduras e os nutricionistas afirmam que, não só há gorduras que fazem bem ao organismo, como elas são essenciais.

Vilã ou mocinha?

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) uma dieta inadequada associada a ausência de exercícios físicos na rotina está entre os dez fatores determinantes de mortalidade. Isso porque diversas pesquisas relacionam a má qualidade alimentar das pessoas aos fatores de risco das doenças cardiovasculares, uma das principais causas de morte no mundo.

Por muito tempo as gorduras foram consideradas as grandes culpadas por esses eventos, no entanto, evidências científicas comprovam que o consumo exagerado e a má qualidade nutricional da dieta que são os verdadeiros responsáveis pelos danos, já os lipídios, em doses equilibradas, são extremamente benéficos e estão entre os nutrientes essenciais para o nosso corpo.

No entanto, pouco é falado sobre esses benefícios e menos ainda sobre as consequências de restringir o consumo desse grupo alimentar, por isso as pessoas ainda torcem o nariz na hora de incluir as gorduras em uma dieta saudável. Para entender mais sobre esse fenômeno, uma pesquisa exclusiva, realizada pela Banca do Ramon, um dos empórios mais tradicionais do Mercado Municipal de São Paulo, ouviu 1.360 consumidores a fim de obter uma perspectiva da relação dos brasileiros com a alimentação atualmente.

Sobre o estudo

O levantamento “Do essencial ao Gourmet – O que os brasileiros pensam sobre alimentação saudável e produtos premium”, revela que a maioria dos entrevistados acredita que as gorduras são boas para a saúde, desde que consumidas corretamente (53,2%). Porém, quase um quarto (24,6%) acredita que esses nutrientes são prejudiciais, servem apenas para dar sabor e devem ser consumidas o mínimo possível. A pesquisa também mostra que, dentre as gorduras mais comuns, o azeite é o mais consumido por 58% dos entrevistados, seguido por óleos vegetais e manteiga (27,7%). Já a margarina (10,6%) e óleo de coco (2,6%) são os menos consumidos.

É preciso saber escolher

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De acordo com a nutricionista Juliana Tomandl, eliminar as gorduras da alimentação pode representar um grande risco à saúde, já que elas, juntamente com proteínas e carboidratos, compõem os grandes grupos alimentares necessários para manter o organismo funcionando corretamente: “Nem toda a gordura é prejudicial, mas as pessoas têm dificuldade de diferenciar um tipo do outro, por isso acabam restringindo o consumo de alimentos que são extremamente benéficos ao nosso corpo. A gordura deve compor até 30% das calorias diárias da nossa alimentação. Quando são consumidas de forma correta e na quantidade certa, elas podem trazer diversos benefícios” – explica a consultora da Banca do Ramon.

Entenda a seguir as principais diferenças entre elas:

Trans: durante muitos anos as pesquisas apontavam a gordura saturada como responsável pelo surgimento e agravamento de diversas doenças crônicas, especialmente as cardiovasculares. Por isso, a indústria alimentícia substituiu esse tipo de lipídio pela gordura trans nos produtos industrializados. No entanto, estudos posteriores observaram a gordura trans causava ainda mais danos do que a gordura saturada. Portanto, a nutricionista afirma que se há um tipo de gordura que mereça ser excluído do cardápio é a gordura trans.

Saturadas:  gorduras saturadas devem ter sua ingestão reduzida, isso porque ela contribui para o aumento dos níveis de LDL (colesterol ruim) no sangue. Ela é encontrada em produtos de origem animal, como leite integral, manteiga, carnes e embutidos em geral. Juliana recomenda o consumo moderado desse grupo: “Não deve passar de 10% das calorias diárias da dieta”.

azeite

Insaturadas: este grupo se divide em 2 – ácidos graxos monoinsaturados e poli-insaturados. O primeiro apresenta benefícios importantes no controle de doenças metabólicas e pode ser encontrado em frutas como o abacate e em oleaginosas como castanhas e amêndoas, além azeite de oliva. “Do ponto de vista nutricional é considerada uma gordura de boa qualidade para o organismo humano, mas o consumo em excesso pode ocasionar o ganho de peso, portanto é preciso moderação” – explica a especialista.

salmão selvagem do pacífico - pixabay
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Poli-insaturadas:  ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim, diminuindo os riscos de doenças cardiovasculares. contempla ácidos graxos ômega 3, encontrados na linhaça e em peixes de águas frias e profundas (salmão e sardinha), e ômega 6, presente nos óleos de soja, milho e girassol e seus produtos derivados. Pode beneficiar pacientes no controle do colesterol.

Principais benefícios de uma dieta rica em gorduras do bem

oleaginosas castanhas
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As gorduras são ácidos graxos que podem ser grandes aliados da saúde, mas é preciso balancear o cardápio, incluindo esses nutrientes. A nutricionista afirma que as melhores escolhas são as gorduras insaturadas: “Elas são fontes de nutrientes importantes como as Vitaminas A, K e D e ainda são facilmente encontradas nos vegetais, sementes, frutos do mar, oleaginosas, azeite de oliva extravirgem, abacate e manteigas puras de alta qualidade” – complemente Juliana.

De acordo com a profissional da Banca do Ramon, elas atuam diretamente em diversos processos fisiológicos e são responsáveis, entre outras coisas, pela secreção de hormônios, inclusive daqueles que participam da quebra das gorduras acumuladas em excesso. Elas ainda transportam vitaminas lipossolúveis, ou seja, aquelas que se dissolvem na gordura para que o corpo absorva seus benefícios.

Confira os principais benefícios e os melhores alimentos para fazer o aporte nutricional de lipídios de forma saudável:

tataki de atum

Mais saciedade: gorduras retardam o esvaziamento gástrico e exigem um esforço maior do organismo na hora da digestão, por isso a sensação de saciedade é prolongada. Além disso, o ômega 9, encontrado em peixes, como salmão e nas oleaginosas, ajuda a reduzir os níveis de cortisol, hormônio do estresse.

Efeito antioxidante:  vitamina E é um nutriente famoso por sua ação antioxidante, presente nos ácidos graxos, essa vitamina é capaz de combater processos inflamatórios causados pelos radicais livres (substâncias que oxidam às células saudáveis do organismo), assim esse nutriente promove a manutenção da elasticidade da pele, tecidos e órgãos.

Favorece o aporte nutricional: alguns nutrientes, especialmente as vitaminas lipossolúveis: A, D E, e K, dependem diretamente das gorduras, pois o organismo preciso que o aporte de lipídeos através da alimentação esteja em dia para conseguir absorvê-las. Além disso, ainda existem também os ácidos graxos essenciais, como os ômegas, que não são sintetizados naturalmente pelo organismo e precisam ser obtidos por meio da alimentação. Eles atuam em funções importantes no organismo: o ômega 3 é fundamental para saúde cerebral e cardíaca; o ômega 9 participa da produção de hormônios e o ômega 6 tem uma potente ação anti-inflamatória.

Fonte: Banca do Ramon