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Gordura: vilã ou aliada?

Necessário para o desenvolvimento do sistema nervoso central e cerebral, o nutriente é fundamental desde os primeiros minutos de vida

Assim como um grande vilão dos filmes, a gordura é vista como um alimento completamente maléfico e que costuma assombrar a saúde das pessoas. Mas afinal, ela merece a fama que tem? De fato, o consumo desse nutriente em excesso pode trazer problemas para o organismo, mas isso não é diferente de qualquer outro alimento quando ingerido mais que o recomendado. Então por que essa má fama?

Desconstruindo alguns mitos, a nutricionista Ellen D’arc, da Bio Mundo , explica os benefícios e as melhores formas de se incluir a boa gordura em uma dieta balanceada. “O que poucos sabem é que os lipídios devem compor de 20 a 30% da nossa alimentação diária. O que vai impactar na qualidade dessa gordura, na realidade, é a origem dela”, explica.

De antemão, é necessário entender que nem toda gordura é igual e se dividem em três grandes grupos: saturadas, trans e insaturadas.

castanhas pexels
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A gordura saturada, presente em carnes gordas e manteiga, deve ser consumida moderadamente, visto que seu excesso aumenta o colesterol ruim (LDL), bem como as chances de doenças cardiovasculares. Ao passo que a gordura trans é majoritariamente artificial, presente em alimentos industrializados como bolachas, sorvete e salgadinhos, e deve ser evitada.

Por fim, a insaturada é necessária para o bom funcionamento do corpo. Proveniente de castanhas, sementes, alguns tipos de peixe, vegetais, é popularmente conhecida como “gordura do bem”, e são capazes de reduzir os níveis de triglicérides e de possibilidade de infarto.

“Além disso, auxiliam na absorção vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K, já que essas são lipossolúveis. Também armazenam energia; protegem os órgãos internos; liberaram ácidos graxos, sais biliares e produzem hormônios” enfatiza a nutricionista, que selecionou alimentos para incluí-las nas refeições corretamente.

Para nutrir as manhãs

maionese de abacate california avocado commission
Foto: California Avocado Comission

Apesar de parecer improvável, é possível incluir as “gorduras do bem” logo no café da manhã por meio de alimentos como: abacate, iogurtes e linhaça. Extremamente saudáveis e saborosos, podem ser combinados entre si e com outras comidas, possibilitando a criação de diversas receitas.

Melhores opções para o almoço e jantar

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Salmão, sardinha, trutas, azeite de oliva e carnes vermelhas magras podem compor o menu de refeições maiores. “Uma outra dica é procurar não acrescentar outras gorduras no preparo desses alimentos. Assados e grelhadas são sempre uma boa pedida”, aconselha a nutricionista. Incremente sua salada com sementes de girassol e tempere com azeite de oliva extravirgem, vinagre de maçã e gotas de limão.

Deu fome de tarde?

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E até como “snack” as gorduras insaturadas são as queridinhas dos nutricionistas. Capazes de controlar a saciedade, são indicados para os intervalos entre as refeições alimentos como mix de castanhas: castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoas, nozes, semente de girassol, de linhaça e até chia. “Quando introduzida de maneira correta, as boas gorduras auxiliam até no processo de emagrecimento”, conclui a especialista.

Fonte: Bio Mundo

Alimentos enlatados não contêm gordura trans

Com resolução da Anvisa, indústria deve eliminar gordura trans até 2023. Associação Brasileira de Embalagens de Aço destaca que alimentos enlatados não levam gordura trans em seu preparo

Conhecida também como gordura vegetal hidrogenada, a gordura trans é utilizada para melhorar o aspecto e a crocância de alguns alimentos industrializados, além de ajudar a conservá-los, aumentando o prazo de validade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ao eliminar este ingrediente em todo o mundo seriam evitadas 500 mil mortes ao ano. Isso porque, de acordo com estudos, a gordura trans aumenta o colesterol ruim e reduz o colesterol bom, elevando o risco de infarto e AVC.

Diante disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou resolução para eliminar até 2023 a gordura trans dos alimentos industrializados no Brasil. Para esclarecer a população, a Associação Brasileira de Embalagens de Aço (Abeaço) destaca que frutas, legumes, vegetais e pescados enlatados não levam gordura trans em seu preparo.

“As conservas em lata são alimentos minimamente processados, ou seja, alimentos in natura que, dentro da lata, têm seu prazo de validade estendido devido ao processo de esterilização a que são submetidos”, explica a engenheira de alimentos Thais Fagury, presidente executiva da Abeaço.

milho enlatado pixabay
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Bons exemplos, de acordo com a engenharia de alimentos, são o milho, a ervilha e a seleta de legumes, vegetais enlatados tão consumidos pelas famílias brasileiras. Na maior parte das vezes, esses produtos são envasados a frio, ou seja, após colhidos no campo, seguem diretamente para a fábrica, são higienizados, colocados dentro da lata com salmoura (água e sal) e um conservante natural, como o ácido ascórbico e o ácido cítrico, também encontrados no limão e no vinagre. A lata então é fechada e segue para uma autoclave (espécie de forno).

“O vegetal é cozido dentro da própria lata e o longo prazo de validade é explicado pelo fato dela ser inviolável e não permitir a entrada de luz, o que descarta a oxidação do alimento”, explica Thais, destacando que não há necessidade de adição de qualquer conservante químico para garantir o prazo de validade de até cinco anos, muito menos de gordura trans.

Thais explica ainda que já há tecnologias disponíveis no Brasil que dispensam até mesmo a salmoura (água com sal). “O alimento é cozido no vapor, dentro da lata, o que reduz a adição de sódio”. Uma variação no processo de produção de enlatados é o envase a quente, no qual o alimento é cozido e só então segue para a lata esterilizada, sendo então lacrado. “Mas os fundamentos da esterilização são os mesmos e também não é necessária a adição de conservantes químicos”, ela destaca.

sardinhas em lata pixabay
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Outros exemplos são a sardinha e o atum em lata, proteínas que estão entre as mais acessíveis à mesa dos consumidores do País. “O pescado fresco é higienizado e colocado dentro da lata, com ervas aromáticas, óleo, azeite, molho de tomate ou água e sal, dependendo da receita. Depois a lata é fechada e segue para a autoclave”, explica.

A sardinha e o atum em lata, além de não terem gordura do tipo trans, são ricas em Ômega-3, um ácido graxo benéfico à saúde cardiovascular. “Ou seja: enquanto a gordura trans, de acordo com estudos, eleva os riscos de infarto e AVC, os pescados em lata ajudam a prevenir esses problemas de saúde”, destaca a engenheira de alimentos.

Não ter gordura trans, no entanto, não é o único benefício dos alimentos enlatados. “O sabor, as vitaminas, os minerais, as proteínas e tudo que existe de saudável são mantidos dentro da lata e o alimento continua fresquinho e saboroso. Além disso, seu processo de fabricação destrói os micro-organismos e elimina em 99% os resíduos de pesticidas”, esclarece Thais.

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A lata de aço oferece uma resistência que não se compara a nenhuma outra embalagem e, por não precisar de refrigeração, ainda ajuda a economizar energia.

Fonte: Abeaço

Novo tratamento estético ajuda na perda de gordura abdominal

Redux 360° promete acabar de vez com aquela barriguinha indesejada

A gordura abdominal é considerada uma das mais perigosas do nosso corpo, afinal, ela está associada a vários problemas de saúde. Perder medidas na região abdominal e costas não é uma tarefa das mais fáceis. Mesmo com uma rotina saudável, que inclua exercícios e alimentação balanceada, em algumas pessoas os resultados às vezes demoram para aparecer. Mas não desanime. Hoje existem métodos eficazes que podem te ajudar.

De acordo com a esteticista Ângela Coelho, o Redux 360° é um método que proporciona a perda de medidas de forma rápida e duradoura. Esse protocolo trabalha a região abdominal e as costas, transformando o corpo em apenas 30 dias. Para alcançar esse resultado, são utilizadas ações terapêuticas e nutracêuticos que auxiliam na quebra e na queima da gordura, evitando que ela se aloje novamente na região.

O tratamento tem duração de 30 dias, com 10 sessões, e é indicado para homens e mulheres maiores de 18 anos – exceto para gestantes e lactantes. A especialista lembra, ainda, que antes de iniciar os procedimentos, é realizada uma avaliação corporal que auxilia na escolha dos nutracêuticos e do método mais indicado para cada caso.

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“O tratamento é personalizado de acordo com as necessidades da pessoa e com os seus objetivos. Para potencializar ainda mais os resultados, o ideal é que a pessoas pratique alguma atividade física e mantenha uma alimentação mais equilibrada”, finaliza Ângela.

Informações: Ângela Coelho 

Consumo balanceado de gorduras auxilia sistema imunológico e saúde cardiovascular*

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que o consumo de dietas inadequadas e a inatividade física estão entre os dez principais fatores de mortalidade. Mas quando se fala de gorduras, especificamente do tipo poli-insaturadas, é importante salientar que são inúmeros os benefícios para a saúde quando ingeridas de forma correta.

Tal gordura nada mais é do que um ácido graxo que auxilia a diminuir ou prevenir significativamente o aparecimento de várias doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), exercendo influência direta sobre fatores de risco cardiovascular e aos processos inflamatórios do corpo humano.

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Os ácidos graxos estão presentes em óleos de origem vegetal e peixes, conhecidas como ômega-3 (encontrada em alimentos como sardinha, óleo de canola, azeite de oliva, óleo de peixe, salmão, dentre outros) e ômega-6 (presentes em óleo de soja, girassol, milho, linhaça dourada e ovos).

Se consumidos com uma frequência regular e equilibrada, tais óleos apresentam especial importância para o funcionamento do sistema imunológico e diminuindo os níveis de LDL (colesterol ruim) no sangue, além de apresentarem ação anti-inflamatória nas células. Além disso, esses ácidos graxos têm grande importância no desenvolvimento cerebral, principalmente durante a gestação e nos primeiros anos de vida.

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Devido a sua elevada concentração de caloria (9kcal/grama), é importante ressaltar que as gorduras devem ser consumidas com moderação e de forma balanceada e os óleos ricos em gorduras poli-insaturadas devem ser consumidos de preferência no estado natural (in natura), pois, se aquecidos em altas temperaturas (frituras), podem perder todos os seus benefícios ou grande parte deles.

O ILSI – International Life Sciences Institute Brasil – indica que haja uma substituição dos ácidos graxos saturados da dieta por poli-insaturados, incluindo ômega-6, para otimizar a redução dos níveis plasmáticos de LDL-colesterol, melhorar a sensibilidade a insulina e reduzir o risco de diabetes melito.

Presentes na dieta mediterrânea, o consumo desses ácidos graxos ainda é tema de diversos estudos ao se falar de saúde. Essa dieta, com base nos hábitos alimentares das populações do litoral do Mar Mediterrâneo, já foi relacionada a um menor risco de síndrome metabólica, doença cardíaca, derrame e demência.

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Foto: California Avocado Comission

Outro ácido graxo considerado de boa qualidade nutricional, se ingerido de forma adequada, é a gordura monoinsaturada. Essa gordura, formada por uma ligação dupla e predominante nos ácidos oleicos, está presente no azeite de oliva, abacate, óleo de palma, nozes etc. Assim como a gordura poli-insaturada, a monoinsaturada contribui para a saúde cardiovascular, aumentando as concentrações de HDL e diminuindo as do LDL, podendo também reduzir o risco de hipertensão e contribuir para a melhor absorção de cálcio.

Dessa forma, é bom que se saiba que certas gorduras fazem bem para a saúde, e podem e devem ser consumidas, mas é fundamental que se consuma, junto com outros macronutrientes, de forma equilibrada e balanceadaác ao longo do dia.

*Bianca Naves é nutricionista especialista em Nutrição em Cardiologia e Nutrição Esportiva pela USP. Sócia proprietária da Clínica NutriOffice em SP; colaboradora do programa jornalístico “Hoje em Dia” transmitido pela Record.

Fluido corporal vegano reduz gordura sem causar vermelhidão

Intense Fit Buona Vita é um potente termogênico de uso home care, formulado com extratos lipolíticos poderosos, podendo ser associado a manobras de massagem, além de ajudar em procedimentos estéticos e de potencializar o treino fitness de quem costuma frequentar a academia ou praticar atividades físicas.

Intense Fit traz como diferencial o ativo Sense Hot, que estimula os receptores nos neurônios sensoriais presentes na pele, provocando a sensação de calor na superfície, porém de forma mais segura, além de promover aumento da circulação e de melhorar a permeação de outros ativos cosméticos.

Além da sensação de calor, o produto conta com o complexo Natuplex Green Eco Minceur, uma combinação de poderosos extratos botânicos para efeito lipolítico de quebra e eliminação de gordura. Os extratos de castanha-da-índia e de arnica, ingredientes importantes no tratamento de celulite e gordura localizada. O primeiro ativo é estimulante da microcirculação e aumenta o tônus venoso, enquanto o segundo é tonificante, anti-inflamatório e descongestionante.

Formulado com bases biocompatíveis, sem parabenos e xenobióticos, o produto também é vegano. Traz um complexo potente de extratos botânicos para alto poder lipolítico, potencializando o treino fitness. Indicado para tratar a gordura localizada, redução de medidas e potencialização do treino fitness. Deve ser usado todos os dias, após o banho ou antes da atividade física.

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Intense Fit Buona Vita – Preço: R$ 94,00

Informações: Buona Vita – SAC: (41) 3023 1855

Hábitos de fácil introdução no cotidiano reduzem chances de doenças no coração

Atualmente, cerca de 300 mil pessoas morrem no Brasil todos os anos vítimas de arritmias cardíacas, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac). “A prevenção é a melhor maneira para manter o coração fora de riscos e alguns hábitos simples inseridos no dia a dia podem evitar problemas futuros”, afirma Diego Gaia, coordenador de cardiologia do Hospital Santa Catarina.

Abaixo, o especialista elenca cinco hábitos de fácil introdução no cotidiano que podem reduzir consideravelmente as doenças cardiológicas:

Controle os fatores de risco

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A maior parte das mortes por doenças cardíacas poderiam ser evitadas se a pessoa controlasse o colesterol ruim (LDL) do corpo. Portadores ou pessoas com histórico familiar de diabetes e hipertensão devem redobrar a atenção.

Faça exames preventivos

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Principalmente após os 40 anos, é importante realizar exames de rotina para o coração. Um possível problema pode ser evitado ou minimizado, se descoberto com antecedência. Antes dessa idade, a pessoa deve procurar um cardiologista se perceber algum sinal atípico.

Pratique exercícios com regularidade e mantenha o peso sob controle

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Fazer atividades físicas regularmente é benéfico para a saúde no geral. Porém, se tratando do coração, é ainda mais: hormônios como a endorfina liberados pelo organismo após o exercício relaxam a parede das artérias. Com a queda da pressão arterial, a taxa de glicose diminui e o índice do colesterol bom aumenta. A recomendação é praticar 30 minutos de qualquer atividade física (ex: corrida, musculação, esportes com bola etc.), no mínimo três vezes por semana.

Não fume

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O tabagismo é um dos maiores potencializadores de doenças no coração. Entre as mais comuns causadas pelo fumo estão pressão alta, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Priorize alimentos saudáveis

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A alimentação saudável é um dos principais fatores para evitar doenças cardiovasculares. O ideal é investir em frutas e verduras e é primordial evitar o excesso de sal e açúcar. Frituras e alimentos processados devem ser consumidos com moderação. Esses alimentos são verdadeiros vilões, já que podem elevar o colesterol ruim (LDL), um dos responsáveis por depositar gordura na parede das artérias.

Fonte: Hospital Santa Catarina

Beleza glacial: temperaturas criogênicas restauram pele e removem gordura

Tratamentos estéticos com frio são menos invasivos que métodos tradicionais e trazem bons resultados

Usado corretamente, o frio pode ter benefícios importantes para a saúde. Essa é a proposta das crioterapias, tratamentos que aplicam temperaturas abaixo de zero em regiões específicas do corpo. Na estética, as crioterapias podem reduzir medidas e rejuvenescer a pele.

“No caso da criolipólise e da criofrequência, nós temos aparelhos específicos que atuam congelando pequenas áreas do corpo para estimular uma quebra da gordura, principalmente a localizada”, diz Luciana Dantas, coordenadora da graduação em Estética e Cosmética do Centro Universitário IESB. “O congelamento gera uma lesão, a morte das células, e o próprio organismo já faz um processo inflamatório para eliminá-las”, continua.

Segundo a professora, esses métodos trazem bons resultados e são muito utilizados na estética para redução da gordura localizada e até da visceral, em alguns casos. Existe ainda o peeling criogênico, que usa as baixas temperaturas para reduzir linhas de expressão, clarear manchas e uniformizar o tom da pele.

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“Um dos benefícios dessas técnicas é que esses procedimentos são minimamente invasivos, nada parecido com uma lipoaspiração. O risco para o paciente é muito menor”, conta Luciana. “É claro que existem todos os cuidados para se utilizar a técnica corretamente e para não causar uma queimadura. O paciente faz o procedimento na clínica e já sai sem nenhum impedimento para sua rotina normal”, continua.

É preciso apenas seguir as recomendações para o cuidado com a região e para garantir os resultados – que são progressivos e demoram até seis meses para aparecer completamente. O processo gera uma reparação das células no local, que vão sendo regeneradas com menos gordura ao longo do tempo. O frio estimula ainda a produção de colágeno, o que melhora consideravelmente a textura da pele, sem nenhuma cicatriz.

Fonte: Estética e Cosmética do Centro Universitário IESB

Equipamento reúne tecnologias para reduzir gordura, celulite e flacidez

Procedimento com resultado em uma sessão para gordura, Total Sculptor é a única plataforma corporal do mundo a associar criolipólise, ultrassom inovador focado em gordura, corrente de estímulo muscular, além da radiofrequência multipolar (para flacidez e celulite) e criofrequência (para gordura).

Chega ao mercado Total Sculptor, uma nova plataforma de tratamento corporal que oferece maior rapidez nos resultados de diminuição de medidas, definição do contorno corporal, melhora da celulite e enrijecimento da pele. Isso acontece porque o equipamento é o único do mundo a associar criolipólise, ultrassom macrofocado, corrente de estímulo muscular, radiofrequência multipolar e criofrequência para tratar de forma efetiva a gordura localizada e celulite, promover firmeza e remodelação corporal, além de ajudar a definir o músculo

“Essa associação de tecnologias em uma mesma máquina é exclusiva e pode ser associada em uma mesma sessão. O trunfo do procedimento é associar duas tecnologias padrão ouro no tratamento de gordura: a criolipólise e o ultrassom macrofocado. E o mais brilhante é que, durante o tratamento de gordura, também há estímulo do músculo”, comenta o dermatologista Abdo Salomão Jr., membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

O equipamento dispõe de duas ponteiras de criolipólise que tratam ao mesmo tempo duas áreas do corpo e fazem um congelamento tridimensional. “A criolipólise é um método não invasivo que elimina as células de gordura através do frio, com segurança. A aplicação em baixa temperatura promove a redução da área pela destruição seletiva das células de gordura por congelamento”, explica.

No mesmo momento em que é feita a criolipólise, a corrente de estímulo muscular começa a agir: “É uma tecnologia que faz a paciente ‘malhar’ de forma passiva. Enquanto a paciente está parada, o equipamento começa a contrair e soltar o músculo várias vezes até fazer a definição da área muscular.” Essa tecnologia já existe há algum tempo, segundo o dermatologista, mas é a primeira vez que é associada à criolipólise no momento do procedimento.

Logo após à criolipólise, entra em cena uma das tecnologias mais comentadas dos últimos congressos de Dermatologia: o ultrassom macrofocado para gordura, que “derrete” a célula de gordura condensada pelo frio. “Ele vibra intensamente o ponto e destrói a gordura no momento da aplicação. Trata-se do mesmo ultrassom que foi feito para quebrar pedras nos rins, mas nesse caso ele está focado para queimar gordura e potencializar ainda mais o resultado da criolipólise”, explica o dermatologista.

Segundo o médico, a técnica dói só no início do procedimento. “Essa criolipólise é mais potente, já que tem vácuo mais intenso e área de congelamento maior. O ultrassom não dói porque vem logo depois da criolipólise e a gordura e os nervos estão congelados”, garante. Não há cuidados especiais pós-tratamento e nem downtime: “Após o procedimento, o paciente pode voltar normalmente para suas atividades normais.”

Uma sessão é necessária para atingir os resultados. “A perda de gordura é muito maior do que todos os métodos não invasivos que vieram até então. Primeiro porque tem a criolipólise, segundo porque a gordura congelada vai ser quebrada na hora e terceiro porque melhora a musculatura”, explica o dermatologista.

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BeautyHeaven

O procedimento é seguro e não há risco de trombose segundo estudos da empresa: “essa gordura é metabolizada e boa parte (lipossolúvel) sai pela bile enquanto a parte hidrossolúvel sai pela urina”, assegura. Os resultados são visíveis logo após a primeira semana e a perda máxima é depois de três meses. Como dispõe de radiofrequência multipolar, há ainda a possibilidade de aquecer a pele para promover o colágeno, tratar celulite e enrijecer.

Contraindicações: grávidas, pessoas com intolerância ao frio, pacientes que não podem fazer radiofrequência ou que têm marcapasso cardíaco não podem fazer o procedimento.

Informações: LMG – Laser Medical Group

Salvar

Nutricionista esclarece como equilibrar o consumo de gorduras

Já está mais do que na hora de se desprender da ideia de que o consumo de gordura é o que faz ganhar uns quilinhos a mais. De fato, comer batata frita, hambúrguer ou outras guloseimas todos os dias não fará ninguém manter a boa forma, muito menos a saúde. No entanto, é importante ter em mente que a gordura desempenha papel essencial no organismo.

“Além de proporcionar energia, ela auxilia na produção de hormônios, na absorção de vitaminas (A, B, E e K) e no funcionamento do cérebro”, explica a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim.

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Por isso, a ingestão de gorduras na medida certa é essencial. “Uma pessoa que consome 2.000 calorias por dia, por exemplo, não deve ultrapassar 66 gramas de gorduras totais, o que representa 30% do valor energético total da dieta. Os valores podem variar entre as pessoas, de acordo com idade, gênero, peso, prática de atividade física e índice de massa corporal (IMC), esclarece a nutricionista.

Mas, afinal, como calcular, de maneira fácil, a quantidade de gordura ingerida? Se você é uma dessas pessoas que foge de cálculos, há uma forma bem simples. “O mais fácil é procurar a ajuda de um profissional. Além de avaliar todas as necessidades do indivíduo, é importante levar em conta a distribuição dos demais nutrientes, como carboidratos e proteínas, além da escolha das gorduras mais saudáveis”, explica Rosana.

Alimentos com gorduras do “bem”

Algumas formas do nutriente são produzidas no organismo, outras obtidas a partir da ingestão de alimentos. As gorduras insaturadas, divididas em poli-insaturadas e monoinsaturadas, na devida proporção, exercem efeito anti-inflamatório, possuem antioxidantes e reduzem o colesterol ruim (LDL).

“Com bom senso e equilíbrio na escolha, azeite de oliva, óleo de canola, nozes, amêndoas, castanhas e abacate, óleo de girassol, milho e soja, salmão, atum, sardinha e linhaça são ótimas fontes de gorduras do bem e consideradas essenciais para a saúde”, sugere.

De modo geral, abusar das gorduras, principalmente as saturadas, está associado a um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Já as gorduras trans, obtidas por meio de um processo químico, são transformadas em gordura sólida e aumentam os níveis LDL (colesterol ruim) e diminuem o HDL (colesterol bom).

Os diferentes tipos de gordura

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Saturadas: relacionadas ao aumento de problemas cardíacos, as gorduras saturadas são encontradas em alguns produtos de origem animal: carnes, embutidos, bacon, manteiga, leite integral, queijos gordurosos e polpa do coco.

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Insaturadas: divididas em monoinsaturadas (azeite de oliva, abacate, óleos de canola) e poli-insaturadas (peixes ricos em ômega-3, óleos vegetais e linhaça), esses dois tipos de gordura têm efeito positivo para a saúde. Embora sejam consideradas do bem, devem ser consumidas moderadamente, pois, como todas as gorduras, são ricas em calorias.

fast food

Trans: usadas pela indústria de alimentos para garantir o sabor e a textura crocantes, são encontradas em gordura vegetal hidrogenada, utilizada no preparo de sorvetes cremosos, chocolates, pães recheados, molhos para salada, sobremesas cremosas, biscoitos recheados, alimentos com consistência crocante (exemplo: nuggets, tortas), bolos industrializados, margarinas duras e determinados alimentos produzidos em redes de fast-foods.

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A dica da nutricionista do HCor é: “sempre leia o rótulo dos alimentos e preparações para verificar quais nutrientes estão presentes, bem como as respectivas quantidades para não errar na escolha e compra”.

Fonte: HCor

Dieta restritiva em gordura saturada não promove saúde

Desde que idealizou o site Emagrecerdevez.com, Rodrigo Polesso dedica-se, não apenas a ajudar as pessoas a emagrecer, mas a quebrar mitos relacionados a dietas e perda de peso, que se disseminam sem comprovação científica. E um dos mitos bastantes conhecido é justamente o de que gordura saturada faz mal à saúde.

“Acho importante derrubar esses mitos sobre alguns tipos de alimentos, que começam a circular sem evidências científicas, para que as pessoas possam se apoiar nestas informações e tomar as próprias decisões a respeito da sua vida, estilo de vida, da sua saúde e boa forma”, defende Polesso.

Um dos mitos é justamente o de que as gorduras saturadas são grandes vilãs para qualquer dieta. Essa ideia surgiu há aproximadamente quatro décadas e foi levantada por um médico chamado Ancel Keys. A partir de observações, Keys deduziu que quem tinha problema de entupimento das artérias, ou ataques cardíacos estavam com altas taxas de colesterol, logo, ele atribui o fato ao consumo de carne e gorduras saturadas viravam essa gordura encontrada no organismo e originavam os problemas cardíacos.

A gordura saturada sempre esteve presente na dieta humana. Elas estão disponíveis no coco, nas carnes, manteiga, laticínios e até no leite materno. Neste último, inclusive, a gordura saturada é a maior parte das gorduras do leite, seguidas das monoinsaturadas. “Faz sentido a gordura saturada causar morte e doença, se ela faz parte da composição do leite materno e nos alimentos mais nutritivos do mundo?”, questiona Polesso.

Essa análise evolutiva, segundo o especialista, já nos faz olhar para essa tese com outros olhos. O que existe de científico sobre este misto são estudos que associam gorduras saturadas a problemas cardíacos.

cozinha fazenda casa

“Esses estudos são observacionais, são prospectivos. Agora, por que uma pessoa que come bastante gordura saturada, hoje em dia, tende a ter problemas? Porque junto com a gordura saturada, ela provavelmente também consome muito açúcar, não se exercita com regularidade, fuma ou toma bastante álcool. Assim, uma pessoa que consome muita gordura saturada tende a não ter hábitos saudáveis no geral. Por isso que, quando se compara pessoas que comem muita gordura saturada com aquelas que consomem pouco e mantém melhores hábitos alimentares, é óbvio que as que se cuidam vão apresentar resultados melhores”, conclui Polesso.

Este tipo de pesquisa baseada em estudos observacionais produz poucas evidências relevantes, ao contrário de ensaios clínicos randomizados, que mostram relações de causa e efeito. Em 2015, o Jornal Britânico de Medicina publicou revisão de vários estudos observacionais sobre o papel das gorduras saturadas na saúde das pessoas. Em sua conclusão, o jornal revela que gorduras saturadas não estão associadas com mortes de todas as causas, doenças cardiovasculares, infarto ou diabetes tipo 2, porém a evidência é heterogênea, devido à limitação de metodologia.

“Eles já dizem que estudos prospectivos têm uma metodologia muito limitada, analisando tipos de pessoas e não se, realmente, a única alteração na dieta é a gordura saturada”, explica Polesso.

No ano de 2016, o mesmo jornal publicou revisão de ensaios clínicos randomizados, que produzem evidências mais relevantes que os prospectivos. Nesta pesquisa, foram analisados dados de quase dez mil homens e mulheres que participaram de estudos onde foi feita a substituição da gordura saturada na dieta por gorduras poli-insaturadas, ou seja, retirou-se as gorduras animais, como banha de porco e manteiga, colocando no lugar manteiga e óleo de milho.

O grupo que substituiu com óleos vegetais reduziu consideravelmente o colesterol no sangue comparado ao grupo que continuou comendo gordura saturada. No entanto, os gráficos mostraram que não houve benefício algum a respeito de mortalidade com esses resultados. Aliás, houve um aumento de 22% do risco de morte para cada 30mg/dl de redução de colesterol no sangue.

“Quanto menor o colesterol neste estudo, maior o risco de morte. Este é outro mito o de que o colesterol é nosso inimigo, mas não é isso. Há muita confusão e falsas informações sobre este assunto. Ele é essencial para a saúde humana. Assim, o estudo conclui que não existe evidência do benefício de se substituir gorduras saturadas por poli-insaturadas no sentido de entupimento das artérias ou infarto do miocárdio”, explica Polesso.

A pesquisa revela, ainda, que as evidências disponíveis de ensaios clínicos randomizados mostram que substituir gordura saturada por gordura insaturada baixa de fato o colesterol no sangue, mas não suporta a hipótese de que isso significa risco mais baixo de mortes de doenças cardíacas ou morte de todas as causas. Esses achados só adicionam a um crescente corpo de evidências de que a publicação incompleta de dados tem contribuído para um exagero dos benefícios de substituir gordura saturada por óleos vegetais.

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“Parece que a natureza novamente estava certa e proveu para a gente o alimento correto. A gordura saturada que está disponível na natureza desde sempre é inofensiva ao nosso corpo, ao contrário das gorduras poli-insaturadas, encontradas em óleos vegetais feitos pela indústria. Na dúvida, façam como nossos avós e bisavós que consumiam manteiga, carne de gado, banha de porco, gorduras saturadas e fornecidas pela mãe natureza”, finaliza Polesso.

Fonte: Rodrigo Polesso tem certificado em nutrição otimizada para saúde e bem-estar pela Universidade Estadual de San Diego na Califórnia, EUA.