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Flormel lança caixas personalizadas para público com restrição alimentar

A Flormel começou a vender em seu e-commerce, para todo o país, quatro caixas temáticas visando satisfazer necessidades específicas cada vez mais comuns entre os consumidores: zero adição de açúcares (Doces Momentos), sem glúten (Delícias Sem Glúten), sem lactose (Lac Zero) e vegetariano (Vida Veg).

O lançamento comercial integra o projeto Flormel do Meu Jeito, que reforça o zelo cultivado pela empresa para com seus públicos, desta vez oferecendo caixas de produtos selecionados pela equipe de nutricionistas para atender as demandas de quem tem restrição alimentar e, assim, facilitar a escolha e a compra.

“Este segmento de mercado é tendência no mundo e o Brasil vê essa demanda crescer a cada ano. Alguns fatores ajudam como a maior preocupação com o consumo consciente, a popularização do conceito clean label e o boom do estilo de vida saudável que reflete imediatamente na alimentação”, avalia Alexandra Casoni, CEO da empresa que é líder nacional em sobremesas sem adição de açúcares.

6 - BOX VEGETARIANO
Box Vegetariano
2 - BOX 0 ACUCAR
Box Zero Açúcar
8 - BOX ZERO GLUTEN 1
Box Zero Glúten

 

4 - BOX LACTOSE
Box Zero Lactose

As novas caixas custarão R$ 129,90 e são compostas de produtos que conquistaram o paladar de crianças, adultos e idosos, tais como chocolates, cremes de avelã, doces tradicionais, bombom, chips de coco, crispy de ervilha, crispy de grão de bico, barras de castanha e bananada. Além do mix selecionado, os 50 primeiros compradores ganharão uma lancheira exclusiva da Flormel.

Tendências do Mercado de Alimentação Saudável

• Segundo dados da pesquisa Q.Trends, realizada em 2017 pela consultoria Equilibrium, 49% dos brasileiros se mostram preocupados em consumir produtos mais saudáveis, embora o sabor ainda seja o fator determinante para a escolha. A mudança de comportamento também foi impulsionada pelos “processados do bem”, produtos com ingredientes mais naturais e inovadores contendo rótulo com comunicação mais transparente (clean label).

• Segundo dados da Euromonitor Internacional, as vendas de produtos naturais, orgânicos e funcionais movimentaram R$ 93,9 bilhões no Brasil em 2018, com um crescimento médio de 8,8% ao ano.

• Em 2015, a mesma Euromonitor mostrou que o Brasil ocupava o 5º lugar no ranking de vendas para o mercado de saudáveis, com crescimento de 98% entre 2009 e 2014.

• As soluções customizadas também decorrem de um maior nível de conhecimento do consumidor sobre valor nutricional, funcionalidade, saudabilidade e sustentabilidade, além de o consumo ser cada vez mais uma maneira de fortalecer a identidade cultural pessoal e tribal.

• Segundo pesquisa do Ibope Inteligência e da Sociedade Vegetariana Brasileira, realizada em 2018, cerca de 30 milhões de pessoas ou 14% da população brasileira declaram-se adeptas ao vegetarianismo, o que justifica a notoriedade crescente de entidades como a SVB. A pesquisa ainda diz que 55% dos entrevistados consumiriam mais produtos veganos se estivessem indicados na embalagem.

• A Q.TRends 2017-2018 também aponta outras tendências: em alguns países estrangeiros como os Estados Unidos tem crescido a inclusão de etiquetas veganas nos produtos; e o mercado se prepara para o desafio de atender os chamados flexitarians, as pessoas que substituem parcialmente o consumo de produtos de origem animal por alternativas mais naturais ou veganas.

• Já a versão 2018-2019 da Q.TRends indica que a categoria snack industrializado tem a maior taxa de crescimento da indústria alimentícia e abre espaço para a criatividade e inovação. Dentre os entrevistados, 97% haviam consumido ao menos um produto deste tipo no último mês; 21% haviam ingerido mais snacks que o ano anterior, número que sobe para 32% entre os jovens.

Informações: Flormel

Low Fodmap: dieta melhora desconfortos intestinais

Conviver com desconfortos intestinais, como cólicas, diarreia, constipação e gases, pode ser indício de sensibilidade a um grupo de alimentos composto por carboidratos de cadeia curta. Para sanar esses sintomas, entra em cena a dieta low fodmap, que tem como objetivo restringir por um período os alimentos que dificultam a digestão.

A nutricionista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Silvia Ribeiro Messalem, tira as principais dúvidas sobre o protocolo. Confira:

1. O que é a dieta low fodmap?

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“Low Fodmap” é um termo em inglês (fermentable, oligosaccharides, disaccharides, monosaccharides and polyols) que usamos para dietas com restrição dos cinco tipos de carboidratos citados na sigla: monossacarídeos, dissacarídeos, fruto-oligossacarídeo, galacto-oligassacarídeo e polióis. Esses componentes são de cadeia curta, fermentativos e não digeridos pelo intestino delgado. Além de absorverem mais água para o meio intestinal, são rapidamente fermentados por bactérias, o que facilita o surgimento dos desconfortos intestinais.

2. É indicada para qualquer pessoa ou somente para quem tem intolerância? Quem deve seguir?

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O protocolo é indicado apenas a pacientes que tenham alguma indicação específica. Estudos apontam que a low fodmap seja capaz de controlar os sintomas da Síndrome do Intestino Irritável (SII), além de outras alterações gastrointestinais.

3. Quais sintomas indicam necessidade da dieta?

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Os sintomas mais comuns são: flatulência (gases), má digestão, distensão abdominal, constipação ou diarreia, cólicas, Síndrome do Intestino Irritável (SII) e disbiose – desequilíbrio da microbiota intestinal.

4. Quais são os benefícios dessa dieta?

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O protocolo, que envolve a retirada dos alimentos ricos em fodmap, auxilia no desaparecimento dos sintomas de desconforto intestinal, quando a causa realmente é alimentar. Porém, se os sintomas persistem mesmo com a exclusão dos alimentos, a dieta deve ser interrompida.

5. Os alimentos que serão excluídos por um tempo do cardápio do paciente causam desconforto em todo mundo? Como eles agem no organismo?

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Nem todos indivíduos apresentam problemas com a fermentação desses carboidratos. Porém, alguns podem manifestar sensibilidade com leve desconforto, enquanto outros, podem vir a ter sintomas. No atual cenário, é muito mais comum do que se pode imaginar, atender pacientes que relatam tais sintomas e desconfortos. Quanto à exclusão dos alimentos, é importante ressaltar que é feita somente com os carboidratos que não são bem absorvidos e completamente digeridos pelo organismo. Como eles são fermentados por bactérias, acabam causando um supercrescimento desses micro-organismos e, consequentemente, ocasionando outros problemas, como os desconfortos intestinais.

6. Neste período de restrição, há uma compensação com outros alimentos para manter a dieta saudável e equilibrada?

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Pixabay

Todo protocolo deve ser montado por um nutricionista, que indicará uma dieta equilibrada, com outros carboidratos, fibras, minerais e vitaminas que não estão listadas no fodmap. Com base nisso, o profissional tem como opção desenvolver receitas para o paciente com os alimentos permitidos, para que ele tenha várias opções disponíveis.

7. Por quanto tempo deve ser executada essa dieta?

mulher comendo iogurte
O protocolo deve ser seguido entre seis a oito semanas. Este período é o suficiente para que os sintomas desapareçam ou não, e após uma avaliação médica e nutricional, inicia-se a reintrodução dos alimentos de forma cautelosa, em pequenas quantidades e de forma isolada; com isso é possível identificar os grupos causadores do desconforto.

Confira quais são os alimentos considerados fodmaps:

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Foto: Mitaukano/Pixabay

Os monossacarídeos (frutose) podem ser encontrados, em sua forma natural, na maçã, pera, manga, aspargos e ervilha. Já em industrializados, nos alimentos com xarope de milho, xarope de frutose, como: mel artificial, biscoitos, refrigerantes e geleias.

cebola e alho - hot black
Foto: Hotblack

Os dissacarídeos (lactose) estão presentes no leite de vaca, de cabra, ovelha, queijo ricota e cottage. Assim como em produtos prontos como sorvete, iogurte e outros que contenham leite. Já os fruto-oligossacarideo (FOS), são encontrados na cebola, alho, trigo, centeio, beterraba, couve, entre outras frutas e legumes. Mas também em farinha de trigo, bolos, ketchup, maionese, carnes processadas como salsicha e presunto.

grao de bico

A lista continua com os galacto-oligossacarideo (GOS), que está presente na lentilha, grão-de-bico, feijão, grãos integrais de soja e em produtos que contenham esses alimentos.

xilitol

Por fim, os polióis estão na composição de frutas como pêssego, damasco, ameixa, abacate, e também em cogumelos, adoçantes com xilitol, manitol, sorbitol e produtos com glicerina.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Leite pode melhorar a saúde, mas não é bom para todo mundo

O leite é apreciado em todo o mundo há milhares de anos. Por definição, é um fluido rico em nutrientes que as fêmeas mamíferas produzem para alimentar seus filhotes. Os tipos mais consumidos são de vacas, ovelhas e cabras. Os países ocidentais bebem o leite de vaca com mais frequência.

O consumo de leite é um tópico muito debatido no mundo da nutrição, então você pode se perguntar se é saudável ou prejudicial. Abaixo estão cinco benefícios de saúde do leite, apoiados pela ciência, para que você possa decidir se é a escolha certa para você.

1. O leite é embalado com nutrientes

leite

O perfil nutricional do leite é impressionante. Afinal, ele foi projetado para nutrir totalmente os animais recém-nascidos. Apenas uma xícara de leite de vaca contém:

Calorias: 146
Proteína: 8 gramas
Gordura: 8 gramas
Cálcio: 28%
Vitamina D: 24%
Riboflavina (B2): 26%
Vitamina B12: 18%
Potássio: 10% 
Fósforo: 22%
Selênio: 13%

O leite é uma excelente fonte de vitaminas e minerais, incluindo “nutrientes importantes”, que são pouco consumidos por muitas populações. Fornece potássio, vitamina B12, cálcio e vitamina D, que faltam em muitas dietas.

O leite também é uma boa fonte de vitamina A, magnésio, zinco e tiamina (B1). Além disso, é uma excelente fonte de proteína e contém centenas de diferentes ácidos graxos, incluindo ácido linoléico conjugado (CLA) e ômega-3.

O ácido linoléico conjugado e os ácidos graxos ômega-3 estão ligados a muitos benefícios à saúde, incluindo um risco reduzido de diabetes e doenças cardíacas. O conteúdo nutricional do leite varia, dependendo de fatores como o teor de gordura e a dieta e o tratamento da vaca de onde veio.

Por exemplo, o leite de vacas que comem principalmente capim contém quantidades significativamente mais altas de ácido linoléico conjugado e ácidos graxos ômega-3. Além disso, o leite de vaca orgânico e alimentado com capim contém quantidades maiores de antioxidantes benéficos, como vitamina E e betacaroteno, que ajudam a reduzir a inflamação e combater o estresse oxidativo.

2. É uma boa fonte de proteína de qualidade

leite

O leite é uma rica fonte de proteína, com apenas um copo contendo 8 gramas. A proteína é necessária para muitas funções vitais do corpo, incluindo crescimento e desenvolvimento, reparo celular e regulação do sistema imunológico. O leite é considerado uma “proteína completa”, o que significa que contém todos os nove aminoácidos essenciais necessários para o seu corpo funcionar em um nível ideal.

Existem dois tipos principais de proteínas encontradas no leite – caseína e proteína de soro de leite. Ambos são considerados proteínas de alta qualidade. A caseína compõe a maioria das proteínas encontradas no leite de vaca, compreendendo 70%-80% do conteúdo total de proteínas. O soro de leite responde por cerca de 20%.

A proteína de soro de leite contém os aminoácidos de cadeia ramificada leucina, isoleucina e valina, todos ligados a benefícios à saúde. Os aminoácidos de cadeia ramificada podem ser particularmente úteis na construção muscular, prevenindo a perda muscular e fornecendo combustível durante o exercício.

Beber leite está associado a um menor risco de perda muscular relacionada à idade em vários estudos. De fato, o maior consumo de leite e produtos lácteos tem sido associado a maior massa muscular de corpo inteiro e melhor desempenho físico em adultos mais velhos.

O leite também demonstrou aumentar o reparo muscular em atletas. De fato, vários estudos demonstraram que o consumo de leite após um treino pode diminuir os danos musculares, promover o reparo muscular, aumentar a força e até diminuir a dor muscular. Além disso, é uma alternativa natural às bebidas proteicas altamente processadas comercializadas para a recuperação pós-treino.

3. Benefícios do leite para a saúde óssea

mulher tomando leite

Beber leite tem sido associado a ossos saudáveis. Isso ocorre devido à sua poderosa combinação de nutrientes, incluindo cálcio, fósforo, potássio, proteína e vitamina K2 (em laticínios alimentados com capim, com gordura total). Todos esses nutrientes são essenciais para manter ossos fortes e saudáveis.

Aproximadamente 99% do cálcio do seu corpo é armazenado nos ossos e dentes. O leite é uma excelente fonte de nutrientes dos quais seu corpo depende para absorver adequadamente o cálcio, incluindo vitamina D, vitamina K, fósforo e magnésio.

A adição de leite e laticínios à sua dieta pode prevenir doenças ósseas como a osteoporose. Estudos associaram leite e laticínios a um risco menor de osteoporose e fraturas, especialmente em adultos mais velhos. Além disso, o leite é uma boa fonte de proteína, um nutriente essencial para a saúde óssea.

De fato, a proteína representa cerca de 50% do volume ósseo e cerca de um terço da massa óssea.As evidências sugerem que comer mais proteína pode proteger contra a perda óssea, especialmente em mulheres que não consomem cálcio suficiente na dieta.

4. Ajuda a evitar ganho de peso

leite

Vários estudos associaram a ingestão de leite a um menor risco de obesidade. Curiosamente, esse benefício foi associado apenas ao leite integral. Um estudo realizado com 145 crianças latinas de três anos descobriu que o maior consumo de gordura do leite estava associado a um menor risco de obesidade infantil.

Outro estudo, incluindo mais de 18.000 mulheres de meia-idade e idosas, mostrou que ingerir mais laticínios ricos em gordura estava associado a menos ganho de peso e menor risco de obesidade. O leite contém uma variedade de componentes que podem contribuir para a perda de peso e impedir o ganho de peso.

Por exemplo, seu alto teor de proteínas ajuda você a se sentir cheio por um longo período de tempo, o que pode evitar excessos. Além disso, o ácido linoléico conjugado no leite foi estudado por sua capacidade de aumentar a perda de peso, promovendo a quebra de gordura e inibindo a produção de gordura.

Além disso, muitos estudos associaram dietas ricas em cálcio a um menor risco de obesidade. As evidências sugerem que pessoas com maior ingestão de cálcio na dieta apresentam menor risco de estar acima do peso ou obesas. Estudos mostraram que altos níveis de cálcio na dieta promovem a quebra de gordura e inibem a absorção de gordura no corpo.

5. O leite é um ingrediente versátil

O leite é uma bebida nutritiva que oferece vários benefícios à saúde. Além disso, é um ingrediente versátil que pode ser facilmente adicionado à sua dieta. Além de beber leite, tente estas ideias para incorporá-lo à rotina diária:

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=Smoothies: excelente base de alta proteína. Tente combiná-lo com verduras e uma pequena quantidade de frutas para um lanche nutritivo.
=Aveia: fornece uma alternativa saborosa e mais nutritiva à água ao fazer sua aveia matinal ou cereal quente.
=Café: adicioná-lo ao café ou chá da manhã dará à sua bebida um impulso de nutrientes benéficos.
=Sopas: tente adicioná-lo à sua receita de sopa favorita para obter mais sabor e nutrição.

Se você não é fã de leite, existem outros produtos lácteos com perfis nutricionais semelhantes. Por exemplo, iogurte sem açúcar feito de leite contém a mesma quantidade de proteína, cálcio e fósforo. É uma alternativa saudável e versátil para molhos e coberturas processados.

O leite não é para todos

Embora o leite possa ser uma boa escolha para alguns, outros não podem digeri-lo ou optar por não consumi-lo. Muitas pessoas não toleram o leite porque não conseguem digerir a lactose, um açúcar encontrado no leite e nos laticínios. Curiosamente, a intolerância à lactose afeta cerca de 65% da população do mundo.

Outros optam por não consumir leite ou produtos lácteos devido a restrições alimentares, preocupações com a saúde ou razões éticas. Isso levou a uma ampla variedade de alternativas de leite não-lácteo, incluindo:

leite amendoas 2

=Leite de amêndoa: feita a partir de amêndoas, essa alternativa baseada em vegetais tem menos calorias e gordura do que o leite de vaca.
=Leite de coco: esta bebida tropical feita com água e polpa de coco tem uma textura cremosa e sabor suave.
=Leite de caju: caju e água se combinam para fazer esse substituto sutilmente doce e rico.

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=Leite de soja: contém uma quantidade semelhante de proteína que o leite de vaca e tem um sabor suave.
=Leite de cânhamo: essa alternativa é feita a partir de sementes de cânhamo e fornece uma boa quantidade de proteínas vegetais de alta qualidade.
=Leite de aveia: este substituto tem sabor muito suave e consistência mais espessa, tornando-o um ótimo complemento para o café.

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=Leite de arroz: uma ótima opção para pessoas com sensibilidades ou alergias, pois é o menos alergênico de todos os leites.

Ao escolher um substituto para o leite não saudável, lembre-se de que muitos desses produtos contêm ingredientes adicionados, como adoçantes, sabores artificiais, conservantes e espessantes.

Escolher um produto com ingredientes limitados é uma boa opção ao comparar marcas. Leia os rótulos para determinar qual melhor se adapta às suas necessidades. Se possível, mantenha variedades sem açúcar para limitar a quantidade adicionada em sua dieta.

Conclusão

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O leite é uma bebida rica em nutrientes que pode beneficiar sua saúde de várias maneiras. Está repleto de nutrientes importantes, como cálcio, fósforo, vitaminas do complexo B, potássio e vitamina D. Além disso, é uma excelente fonte de proteína.

Beber leite e produtos lácteos pode prevenir a osteoporose e fraturas ósseas e até ajudar a manter um peso saudável. Muitas pessoas não conseguem digerir o leite ou optam por evitá-lo por motivos pessoais.

Para quem é capaz de tolerá-lo, o consumo de leite e produtos lácteos de alta qualidade tem provado fornecer vários benefícios à saúde.

Fonte: HelathLine

Chega ao mercado o primeiro biscoito de leite zero açúcar e zero lactose

O lançamento é uma excelente opção para quem desejam reduzir o excesso de açúcar, perfeita para o preparo de sobremesas e ideal para saborear com aquele cafezinho durante o inverno

A Lowçucar, marca de varejo da Lightsweet, apresenta primeiro Biscoito de Leite Zero Açúcar e Zero Lactose do mercado. Saboroso, crocante e prático, a novidade é perfeita para os consumidores que desejam reduzir a quantidade de açúcar no dia a dia e, ainda pode ser apreciado por diabéticos e intolerantes à lactose.

Elaborado com um blend de adoçantes naturais como xilitol, stevia e sucralose, o lançamento também é fonte de vitaminas e possui zero gorduras trans, ou seja, o Biscoito ideal para comer nos intervalos entre as refeições, no café da manhã e da tarde e até mesmo compor a lancheira da criançada na volta das férias.

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Informações: Lightsweet 

 

Alergia e intolerância alimentar são problemas diferentes

A alergia alimentar já é considerada um problema de saúde pública. Cerca de 8% das crianças com menos de três anos e até 3% dos adultos são afetados pela doença. Nos Estados Unidos, 1 em cada 13 crianças tem alergia alimentar. Apesar dos dados sobre a sua incidência no Brasil serem escassos e limitados, indícios apontam sua ascensão, o que motivou inúmeros avanços nos tratamentos nos tratamentos nos últimos sete anos.

coceira pele alergia

A alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico após a ingestão de determinado alimento, que mesmo consumidos em pequenas quantidades, podem desencadear sinais e sintomas que variam de gravidade. “A função do nosso sistema imunológico é proteger o corpo. Quando uma reação alérgica acontece, é porque houve resposta imunológica inadequada”, esclarece o pneumologista Wilson Rocha.

São várias as reações relacionadas à alergia alimentar. Os sintomas podem ser leves, como uma erupção discreta no corpo ou até mais graves e fatais, como a anafilaxia ou choque anafilático. Nestes casos, há uma reação sistêmica imediata com comprometimento da pele, do trato gastrointestinal, sistema respiratório e cardiovascular que, se não for tratada com rapidez, pode levar o paciente à morte.

Todos os alimentos são considerados potencialmente alergênicos, mas, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), 80% de todas as alergias ocorrem por causa de oito produtos específicos: leite, ovo, soja, trigo, amendoim, castanhas, peixes e crustáceos.

mulher garganta pescoço tireoide

No entanto, é importante ficar atento. É fácil confundir alergia alimentar com intolerância alimentar, que é uma reação muito mais comum. Esta última, no entanto, é menos grave e não envolve o sistema imunológico. “São processos diferentes. A intolerância alimentar é uma questão de dificuldade de digestão. No caso da alergia, a pessoa desenvolve anticorpos contra as proteínas alimentares”, alerta o alergista.

Em torno de 25% dos pais acham que os filhos possuem a doença por conta de diagnósticos errados. Para diagnosticar uma alergia alimentar corretamente, é preciso identificar a presença de alguns anticorpos no sangue ou fazer um teste de provocação. Sendo assim, o recomendado é consultar um especialista capacitado quando houver suspeita de alergia alimentar.

Fonte: Hospital Felício Rocho