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Chega ao mercado o primeiro higienizador para produtos eletrônicos do Brasil: Limpa Tech

Limpa Tech higienizador de produtos eletrônicos, é a nova aposta da empresa de tecnologia no combate ao novo coronavírus

Você sabia que o seu smartphone pode ser dez vezes mais sujo que um vaso sanitário? Você sabia que produtos eletrônicos são hospedeiros de 10 tipos de germes e bactérias? Pensando na saúde e bem-estar de seus consumidores, a i2GO inovou e lançou o Limpa Tech, o primeiro higienizador para produtos eletrônicos do Brasil. Segundo dados fornecidos pela Fundação Getúlio Vargas, o Brasil comercializou mais de 306 milhões de aparelhos eletrônicos em 2019. Desses, todos são possíveis vetores de doenças contagiosas como a Covid-19.

O produto é composto por 70% de álcool isopropílico que, segundo o Conselho Federal de Química, elimina 99,9% das bactérias. Ele é o mais indicado para ser usado na limpeza de produtos eletrônicos por sua estrutura química. Ele dificulta a oxidação das peças, é menos abrasivo, e evapora de forma muito rápida, evitando danificar o eletrônico.

O Limpa Tech vem em um frasco frasco com uma válvula spray de 60ml que é econômica, permitindo até 200 aplicações. Além disso, a embalagem já conta com um lenço de microfibra que não arranha a superfície e é capaz de reter a sujeira dos dispositivos, garantindo tudo que você precisa em um único kit.

“O foco da i2GO sempre foi manter uma relação próxima com o cliente. O Limpa Tech foi criado pois percebemos a necessidade do consumidor de se manter seguro durante esse momento que estamos passando. É a forma que encontramos de nos conectar com o consumidor” conta Marcelo Castro, CEO da i2GO.

A empresa ainda afirma que o produto estará disponível no varejo físico e online para que todos os consumidores tenham rápido acesso a ele.

Informações: i2GO

Primeira pesquisa global de limpeza da pele revela ideias equivocadas e erros comuns nas rotinas diárias

No contexto atual, em que a higiene rigorosa e as máscaras faciais estão se tornando uma norma da sociedade e uma necessidade de saúde, a limpeza facial é um tópico oportuno. Um estudo exclusivo realizado pela Ipsos para a CeraVe em 11 países em todos os continentes explora as crenças sobre o que se deve e não se deve fazer na limpeza facial e as compara com a rotina real das pessoas.

Apesar de a grande maioria (70%) dos entrevistados sentirem que sabem com que frequência devem lavar o rosto, na prática, menos da metade (44%) o faz duas vezes ao dia, enquanto mais de um terço (35%) não lava o rosto com a frequência suficiente (menos de duas vezes ao dia). Adicionalmente, além dessa lacuna surpreendente entre atitudes, conhecimento e prática, o estudo também mostra a conexão entre a saúde física da pele e o bem-estar emocional: dentre a grande maioria (76%) dos entrevistados que às vezes deixam de lavar o rosto antes de ir dormir, mais da metade (53%) sente-se suja, culpada, frustrada ou envergonhada quando isso acontece.

A Diretora Geral da CeraVe Global, Penelope Giraud, comenta: “Este estudo destaca uma contradição no cerne dos rituais de limpeza da pele em todo o mundo. Apesar das boas intenções e dos altos níveis de confiança sobre as práticas de limpeza da pele, um número significativo de pessoas está mal informado e, simplesmente, tem uma ideia errada. Mais de 30% dos entrevistados não sabiam o que era a barreira da pele – o que potencialmente os impede de escolher o produto de limpeza facial certo. A pesquisa também demonstra como os resultados dessas descobertas variam entre países, gêneros, grupos de idade e níveis de ensino.”

“Os fundamentos da limpeza facial (como duas lavagens diárias e nutrição para a barreira da pele) ainda são mal compreendidos por uma ampla gama de pessoas em todo o mundo”, acrescenta Michelle Henry, dermatologista em Nova York. “Este estudo destaca a necessidade de mais conhecimento e educação sobre as práticas de limpeza do rosto, bem como a opinião de especialistas: por exemplo, menos de 3 em cada 10 entrevistados (29%) consultaram um especialista em pele para confirmar seu tipo de pele, o que é um passo essencial para um cuidado adequado da pele.”

“Este estudo é uma abordagem inovadora a partir do que pensávamos saber sobre limpeza facial, indo além do que as pessoas fazem e por quê, mas também considerando os aspectos emocionais mais profundos associados a essa parte muito específica do corpo que é inerente à nossa identidade: nosso rosto e como cuidamos dele. Embora possa parecer que a limpeza do rosto é uma rotina comum, as atitudes e hábitos envolvidos são, na verdade, tão diversos quanto as culturas das pessoas, crenças, suposições e benefícios associados. Essas descobertas sem precedentes ajudarão a destacar as melhores práticas para limpeza da pele e compartilhar conhecimento sobre um tópico importante para pessoas no mundo inteiro”, afirma Fabienne Simon, Líder da Linha de Serviços de Mercado e Estratégia da Ipsos.

Desafios de estabelecer uma rotina consistente

A limpeza do rosto não é diferente de outras rotinas de bem-estar e estilo de vida: enquanto homens e mulheres entendem o valor dos hábitos adequados e definem um alto padrão para alcançá-los (com 73% classificando a limpeza do rosto como a parte do corpo mais importante para lavar, muito mais do que as axilas (54%) ou os cabelos (29%), a realidade é frequentemente menos consistente e repleta de contradições.

As pessoas dizem que se sentem bem informadas sobre a limpeza do rosto e que a consideram uma prioridade, mas suas ações sugerem o contrário: apesar de 70% acharem que sabem com que frequência devem lavar o rosto, na prática, menos da metade (44%) o faz de fato duas vezes ao dia, enquanto mais de um terço (35%) não lava o rosto com a frequência necessária.

Além disso, enquanto a grande maioria se sente bem informada sobre limpeza facial, 4 em cada 10 pessoas (40%) admitem que não sabem que tipo de produto de limpeza facial é melhor para seu tipo de pele e mais de um terço (37%) não entende o significado de pH equilibrado.

A maioria das pessoas também não procurou aconselhamento profissional sobre a limpeza adequada da pele: por exemplo, 67% acreditam que conhecem seu tipo de pele, mas menos de 3 em 10 (29%) consultaram um especialista para confirmar isso. Um quarto ou mais cometem erros na limpeza da pele em qualquer prática/hábito citado e 60% não pensam na barreira da pele – um aspecto fundamental da saúde da pele – ao escolher um produto de limpeza facial.

Percepções falsas são difundidas levando a armadilhas comuns

Embora a limpeza da pele possa parecer uma rotina simples, este estudo revelou muitos mitos difundidos entre as mulheres e ainda mais entre os homens. Por exemplo, 2 em 5 homens usam apenas água para lavar o rosto (entre 42% e 45% dependendo da hora do dia), enquanto mais de um terço usa sabonete em barra (34%-36% dependendo da hora do dia) )

A falta de conhecimento é principalmente em torno da frequência de lavagem necessária: 29% dos homens que deixam de lavar o rosto antes de dormir acham que não é necessário (em comparação com 15% das mulheres), enquanto 2x por dia (manhã e noite) é o que os dermatologistas recomendam. Ao mesmo tempo, a limpeza excessiva é um erro frequente. 33% dos entrevistados acreditam na afirmação incorreta de que quanto mais eles lavam o rosto, mais limpo ele fica.

Além disso, um quinto (20%) dos entrevistados tende a lavar o rosto em excesso (mais de duas vezes por dia), enquanto mais de um terço (35%) não lava o rosto com a frequência necessária. As gerações mais velhas também têm maior probabilidade de ter bons hábitos: apenas 59% dos jovens de 18 a 20 anos lavam o rosto pela manhã, contra 74% dos entrevistados com idades entre 51 a 60 anos.

Existem também equívocos significativos relacionados ao tipo de pele e escolha do produto (novamente, mais pronunciado entre os homens do que entre as mulheres): 38% dos homens (vs. 17% das mulheres) acreditam que “qualquer sabonete serve” quando se trata de lavar o rosto , enquanto os homens são mais propensos a lavar o rosto durante o banho ou depois de se exercitar, principalmente usando apenas água (2 em cada 5 homens) ou uma barra de sabão (mais de um terço dos homens). Novamente, as gerações mais velhas revelaram melhores práticas de limpeza da pele; eles são menos propensos a usar esfoliantes faciais abrasivos (61% dos menores de 30 anos contra 57% dos 30+) e entendem melhor o significado de pH balanceado (61% contra 64%).

Por fim, o estudo revelou alguns desafios com a higiene da pele em termos mais gerais: 71% dos homens passaram mais de duas semanas sem lavar os lençóis/as fronhas (em comparação com 66% das mulheres), enquanto mais de 1 em 2 mulheres foi dormir sem tirar a maquiagem (60%) ou usou pincéis de maquiagem sujos (56%).

Limpeza inadequada do rosto impacta o bem-estar

Hábitos de limpeza insuficientes ou prejudiciais podem causar danos físicos à pele, mas também têm impacto emocional: 53% dos que não lavam o rosto antes de dormir se sentem sujos, culpados, frustrados ou constrangidos depois.

Limpeza de pele no mundo

Os franceses e os espanhóis atingem o equilíbrio certo entre limpar e proteger a pele – Os franceses (73%) e os espanhóis (76%) são significativamente mais propensos do que a média em saber que é preciso lavar as mãos antes de lavar o rosto, ou que esfoliantes abrasivos podem causar danos à pele (67% dos espanhóis e 54% dos franceses). Nesse sentido, eles têm menos probabilidade do que a média de cometer erros na limpeza da pele.

Mexicanos, poloneses e russos querem uma pele limpa, mas negligenciam a importância da barreira cutânea – enquanto os mexicanos sabem quando devem limpar (79%) e compreendem a importância de lavar as mãos antes de lavar o rosto (79%), 41% deles não veem os danos potenciais causados por esfoliantes abrasivos, enquanto mais da metade (55%) não percebe que a limpeza dupla pode causar danos à barreira à pele. Quanto aos produtos que usam, são mais propensos do que a média a usar sabonete em barra para lavar o rosto e menos propensos que a média a usar um produto de limpeza facial.

Quanto aos poloneses e russos, eles estão mais conscientes do que a média da importância de lavar o rosto todas as noites (resp. 79% e 82%) ou que a pele não deve ficar ressecada após a limpeza (61% e 81%), mas menos conscientes do que média dos danos causados por esfoliantes abrasivos (36% e 29%) ou limpeza dupla (57% e 34%). Eles também tendem a lavar o rosto com muita frequência: 2,3 vezes ao dia para os poloneses e 2,4 vezes ao dia para os russos.

Alemães e brasileiros sabem como proteger a barreira da pele, mas tendem a não limpar adequadamente – Os alemães sabem mais do que a média (72%) sobre o significado do equilíbrio do pH e sobre os danos causados pela esfoliação com muita frequência (87%), mas estão menos conscientes do que a média sobre a importância de lavar o rosto após o treino (29%) e usando creme de barbear (55% apenas). Eles também são mais propensos do que a média a usar os produtos errados, como gel de banho ou sabonete líquido para as mãos no rosto.

Foto: wiseGEEK

Os brasileiros também entendem como proteger sua barreira cutânea: sabem mais do que a média sobre a importância do nível de pH em um produto de limpeza facial (80% deles), ou os danos causados por água excessivamente quente (78%), mas relatam mais dúvidas do que média sobre a forma correta de limpar o rosto (59%), ou que não deveriam usar sabonete para mãos no rosto (apenas 29% sabem que é prejudicial).

Tailandeses, australianos e americanos sabem o que fazer… mas não fazem – As pessoas na Tailândia têm níveis de conhecimento acima da média sobre os danos potenciais da água quente (80%) e a importância de lavar o rosto todas as noites (77%), enquanto os australianos entendem os danos causados por esfoliantes abrasivos (51%) ou uso de sabonete para as mãos para lavar o rosto (56%) e os americanos estão bem cientes dos danos causados por esfoliantes abrasivos (50%), não lavar após o exercício (50%) e uso de telefone celular (41%).

No entanto, apesar de estarem bem informadas, essas nacionalidades não lavam suficientemente (1,6 vez ao dia para americanos e 1,5 vez ao dia para australianos) ou lavam demais o rosto (2,2 vezes ao dia para os tailandeses) e cometem erros relacionados a bactérias e barreira cutânea (não trocar os lençóis por 2 semanas, lavar com água excessivamente quente, etc.)

Os britânicos erram em quase todas as frentes – de todas as nacionalidades, são os mais propensos a admitir que não sabem o que é a barreira da pele (47%), e mais propensos a dizer que está tudo bem se não lavarem o rosto todas as noites (43%). Junto com a Austrália, o Reino Unido é o país que limpa com menos frequência (muito abaixo da quantidade recomendada de duas vezes ao dia) com 1,5 vez ao dia em média.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa, realizada em 11 mercados em todo o mundo pela Ipsos, perguntou a 5.500 pessoas no mundo inteiro sobre sua rotina de limpeza facial, seus conhecimentos e crenças para compreender as atitudes e comportamentos gerais em torno da limpeza facial, o que difere de país para país e quais mitos populares devem ser desmascarados.
11 países: EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Polônia, Rússia, Tailândia, Austrália, México, Brasil
Por país: 500 homens e mulheres, com idades entre 18 e 60 anos, representativos da população do país
Coleta de dados online, com trabalho de campo de 16 de julho a 3 de agosto de 2020
5.500 pessoas entrevistadas no total

Para saber mais: Cerave

Os cuidados na escolha e no uso do álcool 70% para a prevenção do novo coronavírus

Lavar as mãos com água e sabão é um hábito comprovadamente efetivo para evitar a transmissão não só do novo coronavírus, mas também de diversas doenças. Outro aliado em tempos de pandemia é o álcool 70%, um item indispensável quando é necessário sair do distanciamento social para a compra de mantimentos, por exemplo.

Mesmo com a comprovada efetividade em lavar as mãos, o álcool traz a praticidade de permitir a higienização mesmo quando não há água e sabão por perto. O álcool etílico, nas concentrações iguais ou superiores a 70%, age principalmente na estrutura lipoproteica (uma camada composta de gordura e proteína) que envolve o vírus, causando a inativação e o bloqueio na capacidade de infectar os organismos.

Nesse contexto, o aumento no consumo de álcool 70% no mundo todo foi inevitável, além disso, ocorreu também a diversificação nas formas disponíveis da substância, já que é possível encontrá-lo na forma líquida e em gel, podendo ou não conter outros aditivos como essências e hidratantes. É preciso, entretanto, tomar alguns cuidados para garantir a proteção contra doenças e ao mesmo tempo não correr riscos.

A primeira questão a ser considerada é o potencial inflamável do álcool etílico na concentração de 70%, portanto jamais fazer o uso próximo a chamas e fontes de calor, especialmente se estiver utilizando a formulação líquida. A versão líquida foi responsável por causar muitos acidentes e, portanto, teve a comercialização proibida desde 2002 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para aumentar a proteção durante a pandemia, o álcool 70% líquido retornou ao mercado, após autorização especial e temporária da Anvisa. Considerando o potencial risco dessa formulação líquida, especialmente quando está ao alcance de crianças, é preferível o uso da versão em gel, pois garante a mesma proteção contra o novo coronavírus e apresenta menor potencial inflamável.

Outro aspecto importante é a concentração do álcool que deve ser igual ou superior a 70% para a efetividade. Por isso é essencial ficar atento ao rótulo do produto, pois há diversas concentrações disponíveis para a comercialização. Usar uma concentração abaixo de 70% apresenta elevado risco, já que não é suficiente para inativar o vírus e ao mesmo tempo dá ao usuário a sensação de que está protegido, quando na verdade tem as mesmas chances de contrair a doença de antes do uso.

O armazenamento é também um fator importante e deve ser realizado distante de fontes de calor, em locais limpos e que não recebam diretamente luz solar. Sempre que não estiver em uso, o frasco deve permanecer fechado e não conter danos que permitam a exposição do produto. Esses cuidados garantem a manutenção da concentração e, portanto, a efetividade nas futuras higienizações.

Por fim, é importante avaliar a procedência, pois problemas na fabricação e processos clandestinos também comprometem a qualidade e a eficiência. Se estiver em dúvida quanto à procedência, é possível verificar no site da Anvisa se o produto é aprovado, o que garante maior confiabilidade.

Freepik

Não deixe de se proteger, mas escolha com cuidado o álcool 70% e garanta um bom armazenamento. Seguindo as orientações recomendadas é possível se proteger do novo coronavírus com riscos mínimos de acidentes.

Fontes:
Augusto Lima da Silveira é coordenador dos cursos Saneamento Ambiental e Gestão em Vigilância em Saúde na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui licenciatura em Química e atualmente é Doutorando em Ecologia e Conservação.
Ivana Maria Saes Busato é coordenadora dos cursos Gestão Hospitalar e Gestão de Saúde Pública na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui experiência em saúde pública e atualmente é Doutora em Odontologia.

 

 

Aprenda a limpar as pálpebras para evitar contaminações

Especialista recomenda que o procedimento seja feito pelo menos duas vezes por semana

Lavar as pálpebras é uma forma importante de evitar contaminações e consequentemente inflamações na região conhecidas como blefarite. Porém, o hábito de higiene na região é pouco comum, além de diferenciado por ser uma área mais delicada.

“O ideal é realizar a limpeza ao menos duas vezes por semana, como prevenção, já que as pálpebras, incluindo os cílios, são a primeira defesa dos olhos. Em caso de uso de maquiagem mais intensa é fundamental a higienização imediata. Por isso sempre recomendo dedicação e tempo para que a limpeza seja efetiva”, explica André Borba, oftalmologista especialista em oculoplástica pela Universidade da Califórnia em Los Angeles.

Segundo o especialista, a blefarite pode ser causada por diversos fatores, sendo o tipo mais comum associada a doenças de pele como dermatite seborreica e rosácea. “Infecção bacteriana, disfunção das glândulas que auxiliam na produção das lágrimas, acúmulo de gordura nas pálpebras, presença de parasitas, também podem surgir por conta da falta de higiene local e causar coceira nos olhos, lacrimejamento, vermelhidão, irritação, sensação de areia nos olhos e até a perda dos cílios”, alerta Borba.

O especialista recomenda cinco passos para higienizar as pálpebras adequadamente:

1. Em geral, é recomendado o uso de produtos com espuma, de preferência para bebês, ou shampoo neutro diluído, para não irritar os olhos.

lavar mais
2. Para realizar a limpeza das pálpebras, comece lavando as mãos com sabonete e água morna.
3. Em seguida, aplique a quantidade desejada de espuma em um tecido limpo sem pelos (pode ser gaze) ou na ponta dos dedos.

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Freepik

4. Com o olho fechado, limpe suavemente as pálpebras fazendo movimentos de um lado para outro, evitando tocar o olho diretamente durante a limpeza.
5. Em seguida enxágue a área com água fria e depois repita o processo no outro olho

“É fundamental, principalmente em tempos de pandemia, evitar colocar as mãos nos olhos, principalmente sem lavá-las ou depois de utilizar álcool gel. A mão pode trazer diversos corpos estranhos aos olhos, como poeira, pelos de animais, vírus e bactérias, e não coçar os olhos com as mãos sujas é um fator importante para diminuir o risco de infecções”, alerta Borba.

Vale lembrar, que mesmo com a higiene adequada, a indicação é a de sempre consultar um especialista caso surja algum sintoma, para que o médico avalie caso a caso.

Dicas de como se cuidar na volta ao trabalho após isolamento social

O governador de São Paulo, João Dória, divulgou a retomada gradual de algumas atividades comerciais. A capital paulista está na fase laranja do plano gradual de flexibilização. Na última semana, cinco setores foram autorizados a reabrir com restrições, dentre eles comércio de rua, imobiliárias e shoppings centers.

Mas e o Covid-19? Quais os cuidados devemos tomar? E na hora do almoço? É seguro ir aos restaurantes? E no trajeto casa trabalho, no ônibus e metrô, como devemos nos proteger já que agora com certeza eles estarão mais lotados.

A volta ao trabalho não significa que vencemos o inimigo invisível, pelo contrário, ele continua entre nós. Medidas como lavagem das mãos, uso de álcool gel, manter distanciamento de no mínimo um metro e meio, evitar aglomerações, aperto de mão, beijinhos, abraços e compartilhamento de copos e outros objetos pessoais, como copos, garrafas, talheres, continuam no topo dos cuidados quando o assunto é prevenção. Isso não se trata apenas de preservar a sua própria vida, é o respeito e consideração pelas pessoas que estão em nossa volta e que também precisam trabalhar.

Bom, vamos falar de um item básico, comida. É seguro almoçar em restaurante (em alguns estados já estão abertos)? Para a nutricionista Adriana Stavro, ainda não é o momento. Então você vai passar fome? Também não. Para a nutricionista o ideal é fazer marmita.

marmita saudável anediblemosaic

Para montar a marmita é fácil. Monte como se estivesse fazendo seu prato de comida em casa, assim fica mais fácil ajustar a quantidade. Pense na sua fome. É só um almoço.

A regra básica é a mesma: 50% da quantidade de comida deve der de verduras e legumes. A outra metade, divida em uma porção de carboidratos, uma de leguminosas e uma de proteínas.

Exemplo:

A salada deve sempre estar separada dos demais alimentos, uma boa opção é montar no pote (receita abaixo). As proteínas (carne, frango ou peixe) devem sempre ser grelhadas ou assadas. Pode ser ovo cozido também. O carboidrato pode ser uma porção de arroz (de preferência integral), batata doce cozida, abóbora cabotiá ou macarrão. As leguminosas podem ser feijão preto ou carioca, podendo ser substituída por ervilha, lentilha ou grão de bico.

São muitos os tipos de marmitas disponíveis para compra. Vidro, elétrica, plástico, vácuo, aço, com ou sem divisórias, coloridas etc. Tem para todos os gostos e bolsos. Eu recomendo sempre a de vidro. Muito prática, fácil de lavar, preserva as características do alimento como sabor e cor, não fica com cheiro e preserva o meio ambiente. Mas ela tem alguns inconvenientes. Para quem depende de ônibus ou metrô ela é pesada e quebra com facilidade.

A segunda opção são as de plástico. Mais leves e não quebram. Porém é necessário prestar atenção na hora da compra, o ideal é plástico livre de bisfenol (BPA) e próprio para aquecer. Eu não recomendo aquecer o alimento na marmita de plástico. O ideal é que o alimento seja colocado em um recipiente de vidro antes de ser levado ao micro ondas, assim, evita que a marmita fique manchada e com cheiro.

Para transportar o ideal é uma sacola térmica. Chegando no local de trabalho guarde na geladeira. Para quem não tem geladeira no trabalho, uma opção é usar cubos de gel congelados para conservar a comida até a hora do almoço. Parece óbvio, mas não guarde sua marmita na sacola térmica sem lavar, além da contaminação o cheiro fica insuportável.

Para transportar a salada, uma opção é montar no pote. Neste caso é importante seguir a ordem dos ingredientes:

salada no pote
1° – molho (pouco)
2° – legumes (pepino, cenoura, beterraba)
3° – leguminosas/grãos (feijão fradinho, grão-de-bico, lentilha, ervilha, feijão moyashi, quinoa, cevadinha, arroz 7 grãos, arroz negro, arroz vermelho)
4° – as folhas (sempre por último)

Mas se optar por comer em restaurantes, veja as recomendações:

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-Lave as mãos na entrada do restaurante e use álcool gel (o restaurante deve fornecer);
-Respeite o distanciamento entre as pessoas (mínimo 1,5m);
-Sente à mesa respeitando o distanciamento (1,5m para a direita, esquerda e a sua frente);
-Entre um cliente e outro, verifique se o restaurante limpou e passou álcool na mesa e nas cadeiras;
-Evite falar durante as refeições;
-Não compartilhe talheres e copos;
-Não prove a sobremesa do amigo com seu talher usado (use uma limpa);
-Cubra boca e nariz com cotovelo ou lenço ao tossir ou espirrar (lave as mãos imediatamente);

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Mircea Iancu/Pixabay

-Não falar em frente a comida;
-Usar um guardanapo para pegar os utensílios compartilhados (os utilizados para colocar comida no prato) e temperos (azeite, vinagre, pimenta, sal);
-Se for usar o banheiro, após a higiene das mãos abra a porta com o auxílio de um papel.

Muito importante

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O uso de máscara é obrigatório. Porém ela não nos protege totalmente contra o vírus, apenas da exposição direta pela tosse ou espirro, ficando os olhos sem proteção. A máscara ainda nos faz levar as mãos mais vezes ao rosto, portanto é fundamental manter as mãos limpas e higienizadas.

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=Ao entrar e sair do ônibus, metrô ou trem, a dica é sempre estar com as mãos higienizadas com álcool em gel. Tenha sempre na bolsa um higienizante, que ajuda a deixar as mãos limpas e protegidas, não só contra o novo coronavírus, mas de outros vírus e bactérias.
=Evite o contato das mãos com as superfícies do ônibus ou metrô e lave-as com álcool gel imediatamente após o uso do transporte público.
=O vírus não infecta as pessoas pelas mãos, e sim quando elas são levadas à boca, nariz, olhos, ouvidos por isso elas devem estar sempre limpas.

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Thinkstock

=Use lenços descartáveis, em caso de tosse ou espirro, e descarte-o imediatamente após o uso em lixeira adequada.
=Ao se apoiar nas barras de apoio, tomem cuidado, pois ali pode conter gotículas de tosse ou espirro, por isso use álcool gel antes e depois de andar em qualquer transporte público.
=Mantenha distância de pelo menos um metro da outra pessoa.
=A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda também que as pessoas evitem tocar os olhos, a boca ou o nariz, pois são as portas de entrada para o vírus. Assim como cobrir a boca com a parte de dentro do cotovelo ao tossir e espirrar.

Cuidados pessoais

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=Proteja as vias aéreas. O coronavírus é uma infecção que afeta o sistema respiratório.
=Evite tocar os olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas.
=Sempre que espirrar ou tossir, cubra o nariz e boca com um lenço de papel descartável, e logo em seguida descarte-o corretamente no lixo, e não esqueça de lavar as mãos.
=Evite contato próximo com pessoas infectadas ou com suspeita da doença.
=Lave as mãos frequentemente com água e sabão por 20 segundos (no mínimo) e use um antisséptico à base de álcool em gel.
=Use lenços descartáveis para higiene nasal.
=Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos, garrafas, talheres, cigarro, piteiras (narguilé), batom, chimarrão e tererê (bebida típica do Rio Grande do Sul e do Mato Grosso do Sul).
=Evite locais fechados e aglomerações (mesmo que seja na casa de amigos).

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=Mantenha unhas curtas, cabelos sempre limpos e presos, e para os homens, se possível, sem barba.
=Higienize celular, notebook, fones de ouvidos e outros objetos pessoais. O celular deve ser higienizado três vezes ao dia, no mínimo. Quanto mais é usado, maior o risco de ser um condutor do vírus e, portanto, maior a necessidade da higienização. O fone de ouvido e o notebook devem ser higienizados sempre após o uso. Para os equipamentos. eletrônicos, o indicado é utilizar o álcool isopropílico 70% (não é a versão em gel). O ideal é desligar o celular, tire a capinha e aplique o produto com um pano macio ou algodão. =Limpe também a capinha. Faça o mesmo com o notebook.

Em casa

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=Limpe frequentemente mesas, cadeiras, maçanetas, interruptores, pias e outras superfícies.
=Mantenha ambientes limpos e bem ventilado.
=Limpe e desinfete objetos e superfícies tocados com frequência.
=Use hipoclorito de sódio 12% na limpeza de superfícies, pois nem tudo pode ser limpado com água e sabão. Estudos apontam que o vírus pode ficar retido em superfícies por até 5 dias, e na falta de álcool nos estoques de supermercados e farmácias, o hipoclorito de sódio 12% (água sanitária) é uma boa alternativa. Dilua 200ml de água sanitária para 5 litros de água .
=Evite usar ventilador. Se uma pessoa contaminada tossir ou espirrar na frente dele, ele pode espalhar o vírus.
=Limpe os brinquedos das crianças no mínimo uma vez.

*Em casa os cuidados com higiene e limpeza são fundamentais, especialmente se há, entre os moradores, idosos acima de 60 anos e portadores de doenças crônicas como diabetes, hipertensão, asma entre outras.

Ao chegar em casa da rua

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Foto: Nuzree/Pixabay

=É importante eliminar qualquer possibilidade de espalhar o vírus dentro da residência.
=Tire os sapatos do lado de fora da residência.
=Não encoste em nada sem antes lavar bem as mãos e os antebraços, com água e sabão.
=Deixe tudo o que estiver carregando na entrada da casa, como bolsas, mochilas, chaves, carteira.

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Depositphotos

=Tire a roupa, tome um banho e lave o cabelo antes de fazer outras tarefas.
=Não ande pela casa com a roupa que estava na rua.
=Higienize as maçanetas de porta e interruptores que você possa ter tocado antes de lavar as mãos.
=Cuidados com uso da máscara. Não compartilhe com ninguém.
=Se estiver usando a máscara cirúrgica (branca) troque depois de 2h (tenha pelo menos 2 para intercalar) e ela deve ser descartada no lixo e nunca reutilizada.
=Não deixar a máscara pendurada no pescoço ou braço porque, assim, ela está suscetível à sujeira.

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Conger Design/Pixabay

=Sempre que precisar tirar a máscara, coloque em um saquinho individual. As máscaras de pano devem ser lavadas sempre que chegar em casa. Lavar com água, sabão e água sanitária apropriada. Deixar de molho de 20 a 30 minutos, depois esfregar, enxaguar e colocar para secar. Quando estiver seca passar ferro e guardá-la em um saquinho.

Fonte: Adriana Stavrov é formada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Pós-graduada em Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Hospital Albert Einstein. Pós graduanda em Nutrição Clinica Funcional pela VP consultoria, pós graduanda em Fitoterapia pela Course4U.

Skincare: Avon esclarece alguns mitos e verdades e dá dicas para você se cuidar em casa

Estamos vivendo novos tempos e adaptando nossa rotina para um estilo de vida dentro de casa. Neste momento, o ritual de skincare tem sido para muitos uma atividade superimportante, uma vez que ajuda tanto na saúde da pele quanto na melhora da autoestima, sendo uma forma de relaxamento e diversão. Entretanto, é muito comum que, conforme construímos a nossa própria rotina, comecem a surgir diversas dúvidas sobre o tema.

Pensando nisso, a Avon esclarece o que é mito e o que é verdade sobre o ritual de cuidados faciais. Assim, você segue cuidando da cútis com confiança e segurança. Afinal, cuidar das pessoas é a nossa cara.

Posso usar qualquer sabonete para limpar a pele do meu rosto.

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Foto: wiseGEEK

Mito. Muitas pessoas não sabem, mas é muito importante utilizar um sabonete específico para o rosto na hora da limpeza facial. Uma pesquisa da Avon, em parceria com a Ibope Conecta, evidenciou que quase 1/3 das mulheres brasileiras usa apenas água ou o sabonete do corpo para a limpeza da pele do rosto. Pelo contrário, deve-se utilizar um sabonete próprio para a face, pois ela é muito mais delicada do que o corpo, exigindo produtos especiais para suprir suas necessidades. Além disso, o sabonete facial também é benéfico porque contém ativos extras que oferecem outros benefícios para a pele além da limpeza, como tratamentos, por exemplo.

Como a minha pele é oleosa, não preciso de hidratação

mulher pele madura oleosa
Mito. Todos os tipos de pele devem ser hidratados, até mesmo as oleosas. A hidratação é um passo essencial para a manutenção da saúde da cútis, uma vez que repõe os seus níveis de água, garantindo que consiga formar uma barreira para se proteger contra as agressões externas. Assim, até mesmo as peles do tipo oleoso devem ser hidratadas: caso contrário, poderia sofrer efeito rebote e produzir ainda mais oleosidade. A única diferença nesta etapa é que, caso a sua pele seja oleosa, recomendamos optar por um hidratante em sérum ou gel, com texturas mais leves e fluídas.

Preciso passar protetor solar estando dentro de casa.

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Verdade. A proteção solar dentro de casa é sim necessária, sendo tão importante como nos dias em que saímos à rua. Mesmo estando em ambientes internos, é praticamente impossível não estarmos expostos à radiação. Além disso, em casa ficamos expostos a luz de lâmpadas e de aparelhos eletrônicos que também emitem radiações danosas. Portanto, continue utilizando o protetor solar na sua rotina em isolamento em casa.

Dentro de casa, minha pele não é afetada pela poluição, então não preciso me proteger.

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Mito. Ainda que passemos a maior parte do tempo em ambientes internos, a poluição continua nos afetando pelo contato da nossa pele com ar urbano. Os agentes agressores da poluição causam diversos danos nocivos a nossa pele, ocasionando, por exemplo, o seu envelhecimento precoce. Dessa maneira, é muito importante que nossa pele seja protegida contra a poluição – ainda que dentro de casa! – com o protetor solar. Junto a ele, também se recomenda utilizar produtos com ação antioxidante para combater os radicais livres. Uma boa dica é apostar em protetores solares que já contenham antioxidantes em sua fórmula.

Agora que você já conhece os principais mitos e verdades sobre skincare durante o isolamento, aproveite os momentos livres em casa para dar um up na sua pele e se divertir um pouco! Em caso de dúvidas, lembre-se sempre de consultar um dermatologista.

Produtos sugeridos:

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Renew Sabonete Gel de Limpeza Facial 150g (R$ 29,90)
Especialmente formulado com ingredientes antioxidantes e carvão, ajuda a eliminar as impurezas, a oleosidade e a maquiagem da pele. Deixa a pele limpa e radiante, sem ressecá-la. Para todos os tipos de pele.

Protetor facial diário Renew Pollution Protect + FPS 50 (R$ 46,90)

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Se você mora na cidade e precisa de uma barreira que te proteja tanto dos raios UVA/UVB quanto da poluição urbana, o Protetor Facial Diário Renew Pollution Protect+ é o ideal! Para todos os tipos de pele, sua fórmula exclusiva é livre de óleo, enriquecida com nutrientes e antioxidantes e com acabamento matte. Com FPS 50, ao mesmo tempo que protege a pele do rosto, dá um boost de hidratação e restauração, ajudando a reduzir marcas solares.
• Proteção FPS 50 contra raios UV;
• Antioxidante: protege a pele contra os radicais livres que aceleram o envelhecimento da pele;
• Pele protegida até 50 vezes mais contra queimaduras solares (UVB);
• Oferece hidratação 24h;
• Melhora as linhas finas e rugas até 50% após apenas 2 semanas de uso;
• Multibenefícios: Protege contra poluição e raios UVA/UVB, repara danos e previne o envelhecimento.

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É uma opção aos procedimentos cirúrgicos, um tratamento cosmético específico para hidratar profundamente e conter sinais de envelhecimento na pele. Este tratamento cosmético intensivo combina triplo ácido hialurônico*, ingrediente recomendado por dermatologistas, com Oxa Diacid e Arginina para restaurar a jovialidade da pele e preencher as rugas. O tratamento conta com três tamanhos de molécula de ácido hialurônico, para preencher as camadas da superfície da pele. Contém 30g.

Todos os produtos podem ser adquiridos por uma revendedora ou pelo e-commerce.

Informações: SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.

Make-up free: como aproveitar a quarentena e conquistar uma pele linda

Mulheres que desejam abandonar a maquiagem podem aproveitar o isolamento social para investir pesado nos cuidados com a pele, em tratamentos cosméticos e nutracêuticos para realçar a luminosidade natural e uniformização da face

Sair da casa sem um ponto de maquiagem, uma gota de corretivo ou mesmo uma base, é o anseio muitas mulheres. E para quem está cumprindo o isolamento social, essa pode ser uma oportunidade para mudar alguns hábitos e finalmente se ver livre da maquiagem, conquistando uma pele linda e saudável.

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Shutterstock

“Uma pele naturalmente bonita deve ser saudável e ter uma rotina de cuidados adequados a cada tipo, idade e época do ano. Independente da boa genética, bons hábitos de vida são pilares que promovem a beleza, saúde e longevidade. A alimentação equilibrada, sono de boa qualidade, exercícios regulares, baixa ingestão de bebida alcoólica e evitar o tabagismo são fundamentais para a manutenção da beleza da pele, além do uso de fotoprotetores adequados, que são os princípios elementares para prover saúde ao nosso corpo como um todo e, isto, claramente inclui seu maior órgão: a pele”, afirma a dermatologista  Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

“O passo a passo diário de cuidados com a pele e o hábito constante de visitar o seu dermatologista podem colaborar muito nesse processo de desistir das bases e pigmentos de uma vez por todas. Existem muitos procedimentos como Ultrassom 3D Solon ou Surgical Derm que ajudam a tratar rugas e flacidez, mas nesse momento muitos dermocosméticos podem ajudar”, afirma Abdo Salomão Jr., membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

O primeiro passo nesse cuidado diário para abandonar a maquiagem é a limpeza. O rosto, pescoço e área do colo devem ser lavados de manhã e à noite para controle da oleosidade, retirada da sujidade e das nanopartículas de poluentes que ficam aderidas à superfície da pele. “Os sabonetes devem ter pH próximo ao da pele, sem amidas, sulfas ou parabenos e, de preferência, que apresentem na formulação extratos puros naturais em alta concentração como hamamélis, camomila, calêndula, aveia, malva grapefruit, entre outros”, afirma a médica.

Após lavar, o uso de um esfoliante, duas vezes na semana, é bem-vindo. “Ele deve conseguir retirar estas pequenas imperfeições do estrato córneo em mais de 50% com remoção de asperezas e microcomedos que ficam depositados no ducto de saída das glândulas sebáceas”, explica o médico. A última etapa conclusiva do ritual de limpeza é a tonificação. “Estes produtos, apesar da nomenclatura tônico, podem ser calmantes, hidratantes, antioxidantes e adstringentes”. Os tônicos têm o papel de recuperar também o pH da pele, além das funções já descritas.

Após lavar e tonificar pela manhã, é o momento de usar um sérum tensor com efeito lifting, hidratante, que promova ação antioxidante e de proteção à barreira cutânea. “Ativos como Hyaxel, Alistin, Arct-Alg, Ácido ferúlico e um pool de Vitaminas podem estar na formulação, que é um booster de energia para a boa atividade celular principalmente para atuar da junção dermoepidérmica”, explica Abdo.

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“A seguir, mesmo em casa, é fundamental o uso de fotoprotetor sempre acima de FPS 30 E PPD de 1/3 do total da proteção solar com ação anti UVA”, recomenda o médico. Fototipos mais claros devem aumentar a fotoproteção: FPS 50 no mínimo.

Outra dica é com relação ao tratamento noturno. Principalmente durante as épocas mais frias do ano, explica a Dra. Claudia, à noite é o momento de seguir a prescrição do dermatologista e utilizar compostos à base de vitamina A ácida, lanablue, progenitrix, overnight repair, alfa-hidroxiácidos e derivados associados a clareadores como hidroquinona, alfa arbutin, decapeptídeo e antioxidantes como o resveratrol a vitamina E e C, as antocianinas presentes nos frutos vermelhos, fatores de crescimento, dentre outras formulações específicas para cada caso, tipo de pele e idade.

“O regime de tratamento utilizado é prescrito no receituário e pode variar de acordo com a necessidade da pele, o problema em questão, além do estilo de vida de cada paciente”, destaca a médica.

A dermatologista lembra que lábios e olhos devem ser tratados com cremes com boa espalhabilidade que promovam a formação de filme na pele da região para maior proteção. “O produto para a região dos olhos deve ser usado duas vezes ao dia e a fórmula em questão adequada a cada idade com ação tensora, nutritiva, hidratante e capaz de melhorar a turgescência local, com hidratação e volumização”, conta.

“Quanto aos lábios, para a hidratação das mucosas podemos utilizar substâncias emolientes como a manteiga de karité, a vitamina B5, a Vitamina E, ácido hialurônico, fosfolipídios e glicerina”, recomenda.

Mas nem tudo depende dos cremes, nesse momento. Os nutracêuticos são fórmulas extremamente benéficas e que potencializam e muito a ação do tratamento tópico, explica Claudia. “Eles atuam no combate aos radicais livres, ajudam a hidratar e recuperar a membrana de água e gordura sobre a pele, estimulam a elasticidade das fibras de colágeno e elastina, melhoram a perfusão para a microcirculação periférica, auxiliam na fotoimunoproteção do tecido cutâneo e são importantes no controle de patologias como melasma, dermatite atópica, rosácea e na melhora da condição estrutural de textura, coloração, tônus e viscoelasticidade”, destaca.

“Estes produtos devem ser prescritos pelo especialista para cada caso clínico em questão e podem conter ativos como o colágeno peptídeo, Exsynutriment, Glycoxil, carnosina, resveratrol, picnogenol, polipodium leucotomus, vitamina C, FC Oral, extrato de gengibre e extrato de green tea”, diz a médica. “Cápsulas com Bio-Arct e In.Cell também podem ser indicadas para melhorar o viço e a nutrição da pele, pois as duas substâncias são fundamentais para essa ação”, diz Abdo.

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Após a pandemia, os tratamentos em clínicas dermatológicas podem ajudar, com lasers e radiofrequências indicadas para resultados mais rápidos. “Os tratamentos mais indicados são Ultrassom 3D Solon, a radiofrequência microagulhada Eletroderme e o laser Vektra QS para tratar as manchas”, finaliza.

Fontes:
Abdo Salomão Jr: Doutor em Dermatologia pela USP (Universidade de São Paulo). É sócio Efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Membro da American Academy of Dermatology (AAD), Sociedade Brasileira de laser em Medicina e Cirurgia e do Colégio Ibero Latino Americano de Dermatologia. Professor universitário.
Claudia Marçal: médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

Cuidados com cabelos, unhas e pele para evitar contaminação

O vírus da Covid-19 pode permanecer vivo mesmo fora do corpo humano e, como não sabemos ao certo o tempo que sobrevive, é importante mantermos os cuidados e as orientações que as autoridades de saúde recomendam: lavar as mãos frequentemente, manter o isolamento e o distanciamento social.

Cabelos

“Os cabelos têm papel de fômites na infecção pelo coronavírus, ou seja, objetos, locais ou superfícies que são capazes de absorver e carregar o vírus”, explica Paula Ferreira,
médica do corpo clínico do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

É importante entender que ao encostar a mão em alguma superfície que possa estar contaminada, como maçanetas, portas, itens do supermercado, maquininhas de cartão, e depois passar a mão nos cabelos, o vírus pode ser transferido para os cabelos. A médica alerta para o momento de distração: “é ao passar a mão nos fios contaminados e depois ter contato com alguma parte da face que a pessoa vai se contaminar com o coronavírus”.

Paula dá algumas orientações:

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– Ao voltar da rua, busque ir direto para o banho. Não se esqueça de colocar toda a roupa que estava usando para lavar.
– Ao lavar os cabelos, deixe o xampu agir por, no mínimo, 30 segundos. Na hora do enxágue, procure inclinar a cabeça para trás ou para frente, evitando que o xampu entre em contato com seu rosto.
– Para pessoas com cabelos compridos, o ideal é prender os fios ao sair na rua, diminuindo a superfície que pode ser contaminada. Mesmo com os fios presos, é imprescindível lavar os cabelos.
– Caso seja extremamente necessário que você saia várias vezes no mesmo dia, o recomendado é tomar banho e lavar os cabelos em todas as vezes que retornar para casa, evitando o contato com objetos da residência antes do banho.

Pele

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Ainda não há confirmações de estudos médicos que comprovem a contaminação por feridas na pele. Isso porque a Covid-19 é uma doença nova, então o seu comportamento e as diferentes formas de contaminação ainda estão em fase de descoberta.

“Pesquisadores chineses descobriram e sequenciaram o genoma do vírus, identificando que o principal receptor do nosso corpo que permite a entrada no vírus no organismo é o receptor ACE II. Esse receptor está presente na mucosa oral, nasal e ocular e nas camadas mais profundas da pele”, comenta a especialista. Quando a pele está se regenerando de uma ferida, por exemplo, fica “mais fácil” de chegar a essa camada, explica a médica.

Por isso, mesmo que não haja relatos de contaminação dessa forma, as feridas na pele podem ser uma via de contágio. “É melhor que as feridas sejam protegidas quando houver exposição, descartando o risco de transmissão”, aconselha.

Unhas

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Assim como os cabelos, as unhas também podem carregar o vírus. A principal medida que as autoridades mundiais de saúde estão orientando para evitar a contaminação da Covid-19 é lavar as mãos por, pelo menos, 20 segundos. “A atenção ao lavar as unhas é fundamental para garantir que o vírus não permaneça na região, e unhas compridas podem dificultar a limpeza total, por isso a recomendação é mantê-las curtas nesse momento”, ressalta Paula.

Sobre retirar as cutículas, a especialista afirma: “é um procedimento desnecessário e prejudicial à saúde das unhas”. Além disso, ela lembra ainda que como pode causar feridas na pele, torna-se um meio de contágio do coronavírus, mesmo que ainda não haja relatos de contaminação dessa forma.

Fonte: Libbs Farmacêutica

Água, sabão, álcool e hidratação

Com a rotina intensa de higiene das mãos, reforçar o hidratante é fundamental para ajudar a manter a pele saudável

Em tempos de isolamento social e reforço nos cuidados com a higiene das mãos, água, sabonete e álcool em gel têm sido grandes aliados na rotina das pessoas. O que acontece é que esse processo que fazemos repetidas vezes, tende a deixar a pele das mãos mais seca e, em muitos casos, com descamação, comprometendo a hidratação e prejudicando a saúde da pele.

Por isso, é importante lembrar de inserir na rotina diária algo para suprir essa necessidade de hidratação da pele. E já que ao longo do dia a recomendação é lavar as mãos sempre e recorrer ao álcool gel quando necessário, incluir o uso de um hidratante logo após a higienização, além de separar alguns minutos antes de dormir para hidratar a pele, contribui para uma sensação mais confortável e saudável.

Uma das opções que oferece esse boost de hidratação intensa é Bepantol Derma Toque Seco, creme hidratante oil free com textura leve e alta concentração de dexpantenol, que hidrata profundamente a pele e ajuda a evitar a descamação e o ressecamento, promovendo sua renovação de forma natural e restaurando a barreira cutânea.

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Além disso, a linha Bepantol Derma conta ainda com o Bepantol Derma Creme Multirrestaurador, que pode complementar a hidratação das áreas mais ressecadas e Bepantol Sensicalm, um hidratante corporal ideal para todos os tipos de pele, incluindo peles secas, sensíveis ou com tendência atópica.

Informações: Bepantol Derma

Coronavírus: empresa cria higienizante para tecidos e superfícies que protege por até 60 dias

Desenvolvido pela empresa de alta tecnologia Aya-Tech e aprovado pela Anvisa, o Microbac desinfeta roupas e superfícies formando uma camada protetora de nanopartículas contra infecções cruzadas e contaminação por bactérias, fungos e mofo

Em tempos de Covid-19 e isolamento social, o uso de máscaras faciais de pano tem sido, ao lado da limpeza e higienização de mãos, uma das mais importantes medidas de precaução contra o novo coronavírus. Seja nas ruas, no trabalho, transporte público ou ambientes hospitalares e ambulatoriais, as máscaras funcionam como anteparo e barreira de proteção na propagação da doença. Mas é preciso higienizá-las e lavá-las com frequência, o que acaba desgastando o tecido e diminuindo a vida útil das máscaras.

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Desenvolvido com tecnologia antimicrobiana avançada pela empresa brasileira de alta tecnologia Aya-Tech, o Microbac é um potente desodorizante antibacteriano de longa duração que ajuda a higienizar e manter o tecido das máscaras ao mesmo tempo que potencializa seu efeito protetor contra infecções cruzadas, bactérias, fungos e mofo, eliminando 99,9% dos microrganismos presentes em tecidos e superfícies.

O produto promove higienização imediata de tecidos e superfícies que são tocadas com frequência e podem servir como fontes de contaminação e disseminação de doenças em hospitais, laboratórios, empresas, pousadas, hotéis, supermercados, shoppings, lojas, escritórios e até mesmo em casa.

Prático e fácil de usar, o Microbac pode ser aplicado diretamente em uma infinidade de roupas e superfícies, a exemplo de uniformes, jalecos, bandagens, roupas para bebês e pets, roupas de cama, mesa e banho, roupas de couro, pelúcias, sapatos e tênis, cortinas, tapetes, travesseiros, mantas e cobertores, estofados e superfícies automotivos, navais e domésticos, incluindo armários, barracas de camping, livros, papéis e até mesmo paredes e capacetes de moto e bicicleta.

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“Temos de intensificar as medidas protetivas para combater o coronavírus e outras doenças durante a Covid-19”, diz a cientista Fernanda Checchinato, CEO da Aya-Tech. “A lavagem de mãos e o uso de máscaras é fundamental. Muitas vezes, porém, mesmo com todos os cuidados nós encostamos em objetos, seja no supermercado, na farmácia ou na padaria, por exemplo, e nossas roupas podem ser infectadas, levando a doença para dentro de casa. O Microbac acaba com essa possibilidade, blindando as roupas contra microrganismos nocivos à saúde, com proteção comprovada por até 20 lavagens ou 60 dias”.

Tecnologia molecular que destrói microrganismos

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Graças ao uso de nanotecnologia, o Microbac forma uma camada protetora de milhões de nanopartículas desinfetantes após a pulverização nos tecidos e superfícies, promovendo um poderoso efeito higienizador que destrói os microrganismos em nível celular.

A proteção permanece após a secagem e é de amplo espectro, com eficiência comprovada contra a Salmonella choleraesuis (bactéria causadora de infecções sistêmicas, febre tifoide e gastroenterite), o Trichophyton mentagrophytes (causador de pé de atleta, micoses, rinites e dermatites) e o Staphylococcus aureus – responsável por infecção hospitalar e alimentar, nasofaringite, gastroenterite, endocardite, bacteremia, meningite, miocardite e pneumonia.

O desodorizante pode também ser usado contra ácaros, fungos e algas que promovem bolor e mau cheiro em objetos, tecidos e ambientes fechados, sendo igualmente eficaz contra a bactéria causadora do chulé e dos maus odores provocados pelo suor.

Com solvente à base de água, o Microbac é antialérgico, seguro e deixa uma suave fragrância de limpeza nos locais onde é aplicado. Dermatologicamente testado, ele não é absorvido pela pele de humanos ou animais, não causa danos ao meio ambiente e foi rigorosamente testado e aprovado pela Anvisa.

Informações: Aya-Tech