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Natura Ekos e Gisele Bündchen se unem pela causa Amazônia Viva e pela beleza consciente

Em seu aniversário de 20 anos, a marca celebra suas ações na Amazônia, reforça seu compromisso em promover a conexão do indivíduo com a natureza através de seus produtos e modelo de negócios e anuncia Gisele Bündchen como embaixadora da marca na conservação da floresta

Há 20 anos, Natura Ekos surgia como uma marca vanguardista que, por acreditar na importância de compreendermos que somos natureza, trouxe uma proposta inédita: promover a união entre beleza, inovação e natureza, em uma rede sustentável de economia de floresta em pé.

Em 2021, Ekos celebra seu bem-sucedido modelo de negócio, que contribuiu ao longo desse período, para conservar dois milhões de hectares de floresta e reforça o seu papel como precursora do conceito de Biobeleza, trazendo Gisele Bündchen como aliada e embaixadora da marca. Pelo seu reconhecimento internacional e ativismo ambiental, Gisele assume esse posto para a marca Ekos, reforçando a causa “Amazônia Viva” da Natura.

Natura Ekos acaba de relançar toda a sua linha de produtos com fórmulas até 3x mais potentes, tornando ainda mais eficaz a categoria de produtos que constrói há anos, a de biocosméticos que ampliam o senso de beleza ao considerar o impacto positivo gerado nas pessoas e no planeta.

Com isso, a chegada de Gisele como embaixadora faz parte desse novo capítulo na história de Ekos. “Buscamos demonstrar que é possível desenvolver produtos excepcionais em performance e sensorial, ao mesmo tempo em que estabelecemos modelos de negócios que geram impacto positivo para toda a sociedade. Por essa razão, é com muito entusiasmo que anunciamos nossa parceria com Gisele Bündchen. Assim como Ekos, ela representa uma busca por uma beleza mais consciente e é engajada em causas urgentes relacionadas ao planeta e, especialmente, à Amazônia”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura.

“Para mim, é fundamental escolher produtos que façam bem para a nossa pele, mas que, em seu processo de fabricação, não prejudiquem o planeta. É importante ressaltar que podemos preservar o meio ambiente ao escolhermos produtos que valorizem a floresta e as pessoas que moram nela, empoderando as comunidades, gerando renda e construindo oportunidades de negócios sustentáveis”, comenta Gisele.

“Biobeleza é a combinação de fórmulas potentes que beneficiam nosso corpo, mas também ajudam a natureza a se regenerar”, completa a modelo e ativista que vê na parceria com Natura Ekos a possibilidade de amplificar a divulgação da mensagem sobre a importância de preservarmos a natureza: “Defendo a natureza porque sou parte dela e viver conectada e em harmonia com ela me traz alegria, faz parte da minha essência, de meu propósito de vida. Somos todos parte da natureza, por isso precisamos unir forças para promover mudanças significativas para que a floresta fique em pé e a natureza possa estar em equilíbrio e continuar nutrindo a todos nós”.

A vice-presidente da Natura lembra que a parceria entre Gisele e Ekos simboliza a importância da união para promover uma transformação positiva no planeta, que começa no indivíduo. “Há um poder transformador dentro de nós, no indivíduo, e que ganha força no coletivo que precisa ser ampliado”, conclui Andrea.

Desde o lançamento de Natura Ekos, nos anos 2000, a marca de cuidados pessoais estabelece um modelo de negócios que respeita os ciclos da natureza e contribui para a manutenção da floresta em pé. Atualmente, mais de sete mil famílias agroextrativistas fornecem insumos para o desenvolvimento das fórmulas e todo o processo produtivo é certificado pelo selo UEBT – que garante comércio justo, conservação da biodiversidade e relacionamento de confiança com a comunidade. Em 2019, a marca Natura lançou uma causa pública chamada “Amazônia Viva” que tem o intuito de promover a economia de floresta em pé como vetor de desenvolvimento para a Amazônia.

Pelo compromisso histórico da marca Natura com a sustentabilidade, as metas pela defesa da Amazônia foram intensificadas. No documento “Visão 2030: Compromisso com a Vida”, o grupo Natura &Co (que reúne Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) mantém o compromisso público de zerar o desmatamento da Amazônia até 2025 ao manter articulação constante com diversas empresas, organizações e poder público em prol desse objetivo.

Fonte: Natura

Mitos e verdades sobre comprar roupas de brechós

Confira tudo que é fato e o que é fake sobre o uso de peças de segunda mão e conheça mais sobre a moda consciente

Não é raro escutar que as peças compradas em brechós podem carregar consigo histórias dos antigos donos; que pertenceram a pessoas falecidas; ou mais, que não estão cuidadas e podem transmitir maus fluidos. A resposta? Fake. Para além do incentivo à moda sustentável, questões econômicas, sociais e culturais também devem consideradas na hora da escolha do look do dia.

Quem tem a memória de brechós localizados apenas nos bairros, a novidade: os e-commerces de peças de segunda mão. Neles, o consumidor tem acesso às roupas vindas de todo Brasil, com preços competitivos no mercado e pode realizar as compras online.

No Repassa, startup de moda consciente e maior brechó online do Brasil, o processo de curadoria é minucioso para garantir a comodidade do vendedor e transparência em todas as etapas. Com a proposta virtual, o vendedor não precisa sair de casa para repassar suas peças: o site cuida de todo o processo, desde a etapa de fotografia, cadastro, publicação na plataforma e ainda ajuda a destinar o valor recebido de acordo com sua preferência.

Além da economia para o bolso e cuidados com o planeta, o brechó online participa ativamente na moda circular, promove peças exclusivas e ajuda causas sociais. Por isso, a startup destaca as dúvidas e recomendações no momento de comprar roupas de segunda mão. Confira abaixo:

• Os principais receios dos clientes: de acordo com o gerente de Experiência do Cliente do Repassa, Fabiano Lima, as principais dúvidas dos consumidores que desejam repassar suas peças sem uso ou entender o modelo de negócio da startup são vindas pelas redes sociais da marca – que realiza o atendimento por lá mesmo. “Querendo ou não, os clientes ainda podem ficar inseguros sobre o processo de acompanhamento da Sacola do Bem até seu recebimento no Repassa, por tratar-se de um processo novo. Eles querem vender, mas ainda não sabem como”, explica. Para as dúvidas sobre o processo de venda, a marca busca desenvolver respostas didáticas sobre cada etapa e transparência no envio de e-mails de comunicação. “Procuramos abordar o tema de forma simples, para que o consumidor consuma a informação por completo”, diz Fabiano.

• O que recomendam as marcas: segundo pesquisa do site Modefica, referência no assunto, hoje em dia, o descarte das peças sem uso ocorre muito mais pelo excesso de roupas existentes no armário do que pela perda de função. Para questões sobre a qualidade das peças disponíveis e suas formas de uso para ainda estar na moda, o Repassa explica com imagens. Com uma estética de moda informativa e atual, o Instagram da marca se preocupa em trazer conteúdos conscientes e também o melhor uso nas combinações das peças – e conta ainda com o Blog com publicações de moda e sustentabilidade.

• Dica de ouro para encontrar as melhores peças e ainda ajudar o meio ambiente: para melhor garimpar – verbo usado para a atividade de extrair pedras preciosas e que também indica a exclusividade presente nas compras de roupas de brechó -, o site indica filtros específicos com as principais categorias, como tipos, tamanhos, cores e até marcas já conhecidas. Ao receber a mercadoria em casa, você também pode mudar de ideia. Quanto a isso, a devolução é gratuita e promete ser facilitada. O comprador solicita a troca pelo site e pode conversar com o time de atendimento disponível para todo suporte, se necessário.
Como maior benefício sustentável, há a diminuição significativa de 82% do impacto ambiental causado pela produção de cada peça, além do incentivo ao aumento do ciclo de vida das roupas para que possam contar novas histórias.

Sobre o Repassa

Criado pelo empresário Tadeu Almeida, o Repassa é uma startup de moda consciente e maior brechó online do Brasil. Fundada em 2015, a empresa já economizou mais de 553 milhões de litros de água, evitou que 2,4 toneladas de CO2 fossem emitidas e reduziu 13 milhões de kW/h de energia. Desde o início da operação, em 2015, a marca já recebeu mais de R﹩ 10 milhões de aportes provenientes de fundos de venture capital e investidores-anjos.

Como o desmatamento da maior floresta tropical do mundo interfere na saúde da população?

Covid-19 e outras doenças chegam até nós como consequência da degradação ambiental

A preservação do meio ambiente nunca esteve tão em voga quanto ultimamente, o assunto é de extrema importância, não só pela vida dos seres vivos que ali habitam, mas também para a saúde ambiental do planeta e do ser humano.

A degradação ambiental ocorre há anos, e cada vez mais vemos de perto como esse descaso com as florestas interfere diretamente na vida da população. Estudos científicos já atestaram que o desmatamento gera uma cadeia de acontecimentos complexos, criando meios para que diferentes patógenos mortais se espalhem entre os humanos. Doença de Lyme e a malária, por exemplo, surgiram a partir daí.

São 40 mil espécies de plantas, milhões de insetos e 400 mamíferos que estima-se ter na Amazônia, floresta que ocupa sete milhões de quilômetros quadrados e faz parte de nove países da América do Sul. O especialista em Gestão de Resíduos Sólidos e fundador da Oceano Resíduos, Rafael Zarvos, alerta a necessidade das pessoas entenderem que desmatamento e doenças estão relacionados.

Doenças como a zika, que somada a dengue e chikungunya contabilizaram um aumento de 248% do número de casos no ano de 2019, é exemplo de enfermidade que veio da cena rural para a urbana pelo avanço do desmatamento em áreas florestais. “A destruição da natureza coloca em risco a nossa própria existência. O coronavírus, por exemplo, responsável pela pandemia que vivemos, é fruto do contato de humanos com morcegos”, destaca Rafael.

Em relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), é possível ver que a cada quatro meses o ser humano tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, e que 75% das doenças são de origem animal. O consumo de carne crua de animais silvestres, o desmatamento, as mudanças climáticas e o tráfico ilegal de animais silvestres são fatores que contribuem para facilitar o contágio de seres humanos por patógenos que vivem na natureza e nas espécies que ali habitam.

Abaixo, artigo de Rafael Zarvos:

Meio ambiente, problema da destruição e pandemia. As pessoas precisam ter em mente que uma coisa está relacionada com a outra. Infelizmente, somos a única espécie capaz de de destruir e de ameaçar a nossa própria sobrevivência. A destruição da natureza coloca em risco a sobrevivência da espécie humana. A forma como a sociedade está transformando o meio ambiente e reduzindo os habitats, faz com que animais silvestres e seres humanos se aproximem.

Isso potencializa o risco de transmissão de variados patógenos aos seres humanos. Uma publicação recente da biblioteca nacional de medicina aponta que existem cerca de 165 espécies de doenças capaz de causar algum dano ao ser humano. Relatório da ONU mostra que a cada quatro meses a gente tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, sendo que 75% das doenças que temos são de origem animal.

O impacto no meio ambiente de maneira negativa, acaba trazendo essas consequências que agora estamos vendo na pele, que é a pandemia originada pelo novo coronavírus. Em relação ao desmatamento, florestas estão sendo derrubadas para pasto, agronegócio. Mudanças climáticas, por conta da alteração da temperatura. Inclusive, uma publicação que saiu hoje (24) em um  jornal diz que a Groenlândia atingiu um ponto irreversível no degelo depois de 40 anos, e resultará no aumento de um milímetro por ano nos oceanos. Parece pouco, mas vai gerar impactos negativos a quem mora em ilhas e perto da costa. Um milímetro faz muita diferença.

A partir do momento que você tem mudanças climáticas com o aumento da temperatura, os micróbios começam a ter uma sobrevida maior. Tráfico ilegal de animais silvestres. Todos esses fatores contribuem, além do consumo da carne crua dos animais silvestres. Em relação ao coronavírus, por exemplo, tudo indica que a contaminação ocorreu pelo morcego no mercado chinês (mas ainda não está comprovado). Na história, para dar outro exemplo com origem já comprovada, o HIV, o vírus da Aids. Tudo indica que ele teria passado para o ser humano na década de 30 por meio de tribos africanas que faziam caça e domesticação de chimpanzés e macaco verde.

Passaram-se todas essas décadas, quando veio a explosão e, teoricamente, o marco zero teria ocorrido nos anos 1980 com um comissário americano que morreu nos Estados Unidos após viagem. Posteriormente, descobriu-se que surgiu, na verdade, em 1959, com registro de um rapaz no Congo que morreu de doença não detectada, mas que teve seu sangue congelado para posterior avaliação.

Ebola é outro exemplo de doença originária de animais silvestres, pois veio por meio do morcego de fruta. A gripe aviária, aqui no Brasil, a zika e por aí vai. Meio ambiente e doenças estão correlacionados, é preciso tomar cuidado. De acordo com o relatório da ONU, quanto maior a diversidade entre as espécies, mais difícil fica essa contaminação, pois passa de uma espécie para outra até chegar na gente. Se você elimina todas as espécies, ou se encurta a distância entre elas, você tem o que estamos vivendo agora: uma pandemia. E a relação de lixo descartado incorretamente e doenças?

A peste negra é um exemplo de doença que veio da falta de higiene. Se você descarta o lixo incorretamente, atrai vetores como o rato, por exemplo, que vai se aproximar e é vetor de doenças. Saneamento básico também. Cientistas especulam que o vírus que desencadeará a próxima pandemia já está em circulação, é só uma questão de tempo até sermos atingidos. Isso prova que está mais do que na hora de prestarmos atenção no consumo de produtos, além de pequenos hábitos do dia a dia que podem ser cruciais para ajudar o meio ambiente e a nós mesmos.

 

Cerveja Praya faz parceria com a Sea Shepherd Brasil na luta pelos oceanos

Por meio da ação Operação Ondas Limpas, organização sem fins lucrativos trabalha para erradicar o lixo marinho e proteger os ecossistemas costeiros

A cerveja Praya, marca carioca criada pelos amigos e sócios Paulo de Castro, o DJ Zeh Pretim, Marcos Sifu, Tunico Almeida e Duda Gaspar, oficialmente se tornou empresa amiga da Sea Shepherd Brasil na luta pelos oceanos.

A Operação Ondas Limpas da Sea Shepherd Brasil visa erradicar o lixo marinho, proteger e conservar ecossistemas costeiros, prevenindo e removendo plásticos que entram nos oceanos e vias marinhas. Nove milhões de toneladas de plástico chegam ao oceano, todos os anos, matando um milhão de aves marinhas e 100.000 animais marinhos. A campanha, já presente em 7 estados e em expansão, organiza mutirões de limpeza de praia e fundo de mar (via mergulho) para remover o lixo marinho de praias e rios, com o objetivo de educar e conscientizar pessoas sobre consumo e descarte responsável.

“Fazemos nossa parte na diminuição do impacto do lixo nas praias, mas sabemos que a sociedade ainda está longe de alcançar este objetivo. Portanto, além de oferecer produtos que não poluam os oceanos, com a Sea Shepherd agora também contribuímos diretamente para retirar os produtos de marcas que ainda não buscaram esta mudança. Damos um passo à frente, focando não apenas em minimizar nosso impacto ambiental, mas também o da categoria como um todo”, diz um dos sócios, o Zeh Pretim.

Para Nathalie Gil, diretora de Desenvolvimento da Sea Shepherd Brasil, o valor de empresas que defendem bandeiras de sustentabilidade é inestimável: “Internacionalmente, temos parceiros de grandes a pequenos que compartilham nossos valores e se unem à nossa causa; como KeepCup, Dr Bronner’s, Billabong (com sua marca Kustom), Futures Fins e Baron Papillon. Aqui no Brasil já temos o apoio de marcas como Ellus, e agora a Praya. É muito esperançoso ver que podemos contar com esse tipo de perfil empreendedor aqui no Brasil também”, afirma.

Sempre preocupada com causas sociais, a Praya também lançou uma ação em parceria com o Instituto Vida Livre, organização não governamental que trabalha na reabilitação e soltura de animais em situação de risco no Rio de Janeiro. A cada caixa de cerveja Praya em lata comprada na loja virtual, 50% do valor é revertido para o instituto. Outro diferencial é que a Praya é uma bebida 100% clean label ou seja, uma cerveja que não tem aditivos químicos, vegana e suas embalagens são 100% recicláveis.

Sobre a Praya

Lançada em 2016, no Rio de Janeiro, a bebida apresenta o conceito de promover o lifestyle brasileiro, realizando diversas ações e apoiando eventos culturais e esportivos. A cerveja witbier, feita com sementes de coentro e limão siciliano, é vendida nas versões garrafa (600 ml), long neck (355 ml) e em lata (269 ml). A bebida já é conhecida por ser bem saborosa, leve, refrescante e 100% clean label, sem conservantes ou aditivos. As embalagens também são ecológicas, pensando em todo conceito sustentável.

Sobre a Sea Shepherd

Sea Shepherd Brasil é um braço da Sea Shepherd Conservation Society, organização sem fins lucrativos para proteger a vida marinha no planeta. A Sea Shepherd foi fundada em 1977 pelo Capitão e ambientalista Paul Watson, também fundador da Greenpeace, para agir de maneira direta no combate a crimes ambientais nos oceanos e áreas costeiras. A missão é proteger a vida marinha e acabar com a destruição de habitats nos oceanos do mundo. No Brasil, a Sea Shepherd visa defender, conservar e proteger a biodiversidade marinha através de pesquisa científica, planos de mitigação e recuperação de ecossistemas marinhos, educação ambiental e treinamento de práticas sustentáveis para multiplicadores.

Natura e The Body Shop lançam programa de logística reversa de embalagens no Brasil

Iniciativa presenteia consumidor com um novo produto ao devolver cinco embalagens vazias em suas respectivas lojas

Para contribuir com a diminuição do impacto ambiental gerado pelo despejo inadequado de embalagens, a Natura e a The Body Shop lançam um programa de logística reversa nas lojas próprias das marcas.

A cada cinco embalagens vazias das marcas (com exceção de frascos em miniatura e amostras), os clientes receberão um novo produto. As lojas da Natura ainda receberão produtos de qualquer uma das quatro marcas do grupo Natura &Co: Avon, Natura, The Body Shop e Aesop.

“O objetivo é incentivar o descarte correto das embalagens, a reciclagem e a economia circular”, ressalta Paula Andrade, vice-presidente de varejo de Natura &Co. A executiva lembra que, em junho, o grupo lançou seu plano “Compromisso com a Vida”. No documento, a empresa se compromete a intensificar suas ações para enfrentar alguns dos problemas mais urgentes do mundo, entre eles a mudança da produção para alcançar maior circularidade. No documento, a Natura &Co também convoca a sociedade civil a se juntar para a criação de um futuro melhor para as pessoas e para o planeta.

Tais iniciativas serão realizadas em parceria com a TerraCycle empresa especializada em soluções de reciclagem, que recolherá as embalagens e será responsável por todo o processo de reciclagem. Os materiais reciclados deverão ser transformados em vasos de plantas, cones de trânsito, caixas para legumes e vegetais, entre outros utensílios.

A ação é válida para todas as 60 lojas de shoppings da Natura e para 35 lojas da The Body Shop (listadas neste link), localizadas em diversas cidades do país. Todas as lojas da Natura e The Body Shop estão seguindo as medidas recomendadas de saúde e segurança para preservar a saúde de colaboradores e clientes, como redução de horário de funcionamento, obrigatoriedade de uso de máscaras, distanciamento entre as pessoas, higienização frequente de superfícies e limite de ocupação no interior do estabelecimento.

O que mais a Natura já tem feito?

A Natura já realiza ações voltadas para a reciclagem, como a reutilização de 925 toneladas de plástico reciclado por ano na produção de embalagens dos produtos da marca. Essa iniciativa evita que o equivalente a 31 milhões de garrafas PET de 1 litro vire lixo. A empresa também oferece refis nas principais linhas do seu portfólio desde 1983 – economizando, por ano, o equivalente ao lixo produzido por 4,7 milhões de pessoas em um único dia. Na linha Ekos, por exemplo, todos frascos de plástico são 100% reciclados. A Natura também possui o Programa Natura Elos, que desde 2017 colabora para garantir a rastreabilidade, a homologação e a logística reversa em todos os seus elos das cadeias de materiais reciclados. Essa ação já recuperou mais de 10 mil toneladas de resíduos pós-consumo no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru. Além disso, mais 142 mil toneladas de materiais também foram recuperadas com o Programa Dê as Mãos para o Futuro, iniciativa da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), do qual somos parceiros.

Quais são as iniciativas de The Body Shop?

A The Body Shop também segue políticas que visam minimizar a quantidade de resíduos prejudiciais despejados no meio ambiente. Entre elas, estão o uso de ingredientes naturais apenas de origens sustentáveis e rastreáveis e o compromisso em utilizar plástico 100% reciclado em todas as suas embalagens até 2030. A empresa também já colocou em prática a mecânica de logística reversa em outros locais do mundo onde a marca atua, bem como o apoio a comunidades catadoras de lixo.

Confira os lançamentos de Natura que podem ser destinados para reciclagem:

Natura Luna – Desodorante Colônia Luna Absoluta Feminino (75ml) – R$ 129,90


Luna Absoluta apresenta a magnífica orquídea negra, que com sua singular beleza traz feminilidade com uma faceta sensual, intensa e poderosa. O toque inusitado da folha de violeta com especiarias que se unem à contornos iluminados do buquê de rosa e jasmim e notas de damasco. A fragrância ganha ainda mais personalidade pelo contraste vibrante de frutas vermelhas com o adocicado do Cacau, ingrediente da biodiversidade brasileira.
Caminho olfativo:  chipre moderado, feito para ocasiões especiais.

Natura Essencial – Deo Parfum Essencial Supreme Feminino (100ml) – R$ 196,00 


Descubra a combinação perfeita entre a flor de Ylang, intensa e feminina, com a sensualidade e o calor do Ishpink, a canela amazônica.  Floral intenso. Fragrância marcante, de alta fixação.

Natura Una – Batom Matte Powder – R$ 48,90

Novo Batom Matte Powder! Com acabamento matte sem peso, leveza de um batom em pó e pigmentação extrema, o item indispensável ainda conta com micropartículas naturais que disfarçam as linhas finas e contribuem para a uniformização dos lábios.
Benefícios:
• Pigmentação extrema;
• Sensação de hidratação e de não deixar os lábios ressecados;
• Uniformidade da cor na primeira aplicação;
• Disfarça marcas e linhas finas dos lábios;
• Deslize confortável;
• Textura aveludada;
• Não craquela nos lábios;
• Vegano;
• Alta tecnologia de partículas: micropartículas naturais que disfarçam as linhas finas e contribuem para uniformização dos lábios.

Natura Una – Primer Rosto – R$ 71,00 


O Primer Facial Neutralizador de Natura Una corrige irregularidades de tons e textura ao mesmo tempo em que mantém a pele hidratada por 24 horas. O produto conta com alta tecnologia de partículas: exclusiva combinação de partículas difusoras de luz que atuam como um filtro de cor, uniformizando em segundos irregularidades de tons da pele. O primer ainda possui ativos da ciência dermatológica: com ingrediente prebiótico que ajuda a intensificar a retenção de água na pele, promovendo hidratação imediata e contínua.
Benefícios:
• Suaviza imediatamente manchas marrons e marcas de acne;
• Nivela a textura da pele e disfarça poros;
• Reduz a necessidade de base de alta cobertura e/ou aplicação de várias camadas da base;
• Promove acabamento natural.

Onde encontrar: os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras, por meio do e-commerce, do app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”.

Informações: Natura / The Body Shop / TerraCycle

Floresta em Pé faz ação em prol do Dia Mundial do Meio Ambiente

Produtora de castanhas naturais busca sustentabilidade em todo o seu processo

A Floresta em Pé, uma marca de castanhas naturais e artesanais, colhidas em sua maioria nas margens do Rio Jurena, no Mato Grosso, de forma sustentável e com os conhecimentos e princípios das comunidades indígenas e ribeirinhas locais, acaba de implantar um projeto ambiental de enriquecimento floresta.

A ação visa a produção e o plantio de mudas como castanha-do-Brasil, açaí, palmito de pupunha e castanha de cumaru e vai gerar em médio ou longo prazo um enriquecimento da biodiversidade em áreas degradadas, promovendo o desenvolvimento econômico, social e ambiental.

O objetivo do projeto, denominado “Projeto Ambiental de Enriquecimento Florestal”, é gerar uma atividade sustentável em cima da exploração das matas, sendo aplicado através de mapeamento, tecnologia de rastreabilidade de plantio e com ajuda de marcas investidoras.

Com a produção feita na origem, a marca gera renda para as comunidades da região onde atua, através do comércio justo e produção artesanal, focando em uma economia verde.

Além disso, hoje (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, a marca lançou um clube de assinaturas chamado “Da Nossa Floresta Para Sua Casa”, migrando as vendas para o e-commerce. Por R$ 55,90 por mês, os assinantes recebem três unidades de 125 gramas de castanhas-do-Brasil, para promover ainda mais um estilo de vida saudável.

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O projeto também incentiva outras marcas a plantar mudas de árvores nativas na Floresta Amazônica em áreas de desmatamento, ganhando assim a certificação “Sou Floresta em Pé”.

Informações: Floresta em Pé

Antiga dica de consumir grãos, frutas, verduras e legumes nunca foi tão moderna quanto agora*

Temos sempre que discutir a importância do tipo de alimentação para manter a saúde dos indivíduos. Agora, uma nova perspectiva científica introduz outro conceito, muito importante também: de que precisamos discutir o tipo de alimentação dos indivíduos para a saúde do nosso planeta.

Isso foi fundamentado em um artigo publicado pela revista científica britânica Nature Food, no dia 18 de fevereiro, que destacou a influência da nossa alimentação para as mudanças climáticas que a Terra vem sofrendo. Aliás, o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC) já havia repercutido este tema, que lança um novo olhar dentro dos estudos do aquecimento global.

O que se revela agora é que o uso da terra e o consumo de alimentos são fatores determinantes para o fenômeno de mudanças climáticas. A professora de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, Joana Portugal Pereira, foi uma das autoras do artigo da Nature Food e em uma entrevista à revista Época, ela explica melhor a relação entre o que comemos e o clima do planeta:

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Foto: Trestletech

“Temos muitas campanhas de redução de água nos ambientes domésticos, mas não podemos esquecer que nossos pratos devoram água. Ao longo de toda a vida de uma vaca, de um boi, em média temos o consumo de 12 mil a 16 mil litros de água por quilograma de carne. A ração consome água, o animal bebe água. Em cenários de escassez hídrica, com mudanças climáticas e maior frequência de eventos extremos, é um ponto a se considerar. O que defendemos é aumentar a informação disponível para o consumidor, torná-lo mais consciente dos impactos de suas ações no dia a dia.”

Quem trabalha por uma alimentação mais saudável, já caminha nessa direção há anos. É o caso do Instituto Melhores Dias, do qual sou presidente, que realiza programas que incentivam o consumo de frutas, legumes, verduras e cereais no cotidiano de crianças brasileiras desde 1993. Promovemos a construção de hortas orgânicas escolares e o uso de tudo que é colhido.

As crianças saem da sala de aula para interagir com o meio ambiente e despertam o cuidado por meio do estabelecimento de uma relação direta com o solo, a água e as plantas.

Essa intervenção, de mexer na terra, cultivá-la e colher plantas, é muito produtiva e pedagógica, além de nutritiva, pois auxilia no consumo de alimentos saudáveis e informa sobre a procedência e produção dos alimentos. Isso contribui para a aprendizagem contextualizada e a formação humana e cidadã das crianças.

A agricultura e a importância de seus produtos deveriam estar mais presentes na vida escolar. O Instituto Melhores Dias, insistentemente fala sobre a riqueza dos alimentos regionais brasileiros, estimula seu consumo nas diferentes localidades onde atua e até ressalta a importância das abelhas nativas brasileiras para este processo.

Existe uma cultura de consumo da carne, mas vivemos um momento de reflexão sobre sua importância e, principalmente sobre os substitutos vegetais que podem suprir as necessidades proteicas de nossas crianças.

Toda e qualquer atitude na direção de melhorar a vida no planeta Terra e de deixar um legado saudável para futuras gerações é emergencial e imediata. Por isso rever hábitos alimentares, procurar mudanças saudáveis e ter abertura para novos hábitos se faz indispensável.

getty images frutas legumes

Avalie seu cardápio, alimente-se melhor, com mais colorido natural em seu prato. Consuma mais grãos, frutas, legumes, verduras… Essa dica antiga nunca foi tão moderna quanto agora.

*Artigo de Joyce Capelli, Presidente do Instituto Melhores Dias

Iniciativas da Simple Organic que impactam positivamente a beleza sustentável

Pioneira na não utilização de caixas, marca brasileira utiliza somente ingredientes orgânicos certificados e investe constantemente em ações em prol da causa ambiental

Muito além dos rótulos, há empresas e marcas verdadeiramente engajadas na causa ambiental. É o caso da Simple Organic, marca brasileira ativista de cosméticos certificados por organismos internacionais, que tem em seu manifesto ações e projetos de sustentabilidade e de impacto positivo. Formulada com ingredientes orgânicos, veganos e naturais, toda a cadeia produtiva da marca está atenta aos princípios éticos, como bem-estar animal, respeito ao período de plantio, ou seja, seguindo práticas agroecológicas de cultivo.

“A produção de cosméticos orgânicos e veganos exige muito mais que a eliminação de agrotóxicos. Nossas fórmulas são livres de óleo mineral, silicones, corantes artificiais, conservantes e fragrâncias sintéticas, além de demais substâncias que podem prejudicar a saúde e a natureza, e muito menos são testadas em animais. Ser orgânico e vegano está diretamente ligado à preservação do meio ambiente”, destaca Patricia Lima, fundadora da marca.

Na semana em comemoração ao Meio Ambiente, seja na escolha pela não adoção de caixas para abrigar seus produtos até o recolhimento de embalagens para destinação correta do lixo, há uma série de iniciativas desenvolvidas pela marca a fim de contribuir com a preservação da natureza e a conscientização sobre pequenas escolhas do dia a dia.

Conheça as principais delas:

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1. Não a caixas e embalagens secundárias como as previstas pela Anvisa: pioneira na não utilização de caixas e embalagens como alternativa para diminuir a geração de lixo. A alternativa adotada pela Simple Organic foi a criação de saquinhos ecológicos para serem ressignificados da maneira que desejar.

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2. Menos plástico: grande parte do portfólio da marca utiliza vidro e papelão reciclado para abrigar os produtos. As poucas embalagens feitas com plástico são PET, que apresentam um valor comercial muito maior se comparado ao comum para as cooperativas de reciclagem.

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3. Logística reversa – “Eu Reciclo”: engajada na luta pela minimização da produção de lixo, a Simple Organic investe na logística reversa em um processo semelhante à compensação de carbono. Na prática funciona da seguinte forma: os clientes vão até as lojas da Simple Organic para realizar o descarte correto das embalagens, ganham um voucher de desconto e a marca se encarrega de destinar corretamente os itens para as cooperativas de reciclagem de cada cidade.

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4. Construção com baixo impacto:  lojas da Simple Organic pelo país contam com personalidade e identidade próprias, mas sempre levando o conceito da marca. Entre os destaques do projeto está a sustentabilidade, que pode ser vista em diversos aspectos: da iluminação aos materiais utilizados nela, com destaque para iluminação LED, revestimentos de piso e parede reciclados, reutilizados ou de baixo impacto para produção, tintas à base de água, lonas de back light com produto PET, torneiras com economizadores de água, espelhos especiais com baixo teor de material poluente.

5. Ação social – Projeto Anajás: a comunidade Anajás, localizada na Ilha de Marajó, no Pará, é amparada por uma parceria firmada entre Simple Organic e Instituto Beraca em prol de comunidades vulneráveis. É lá onde é extraída parte do óleo de Pracaxi, matéria-prima utilizada na fabricação do BBA e do BBCream. Desde novembro de 2018, $1,00 de cada um dos produtos que utilizam o ingrediente em sua composição vendido em lojas físicas e online da marca é destinado para a comunidade.

Informações: Simple Organic

Dia Mundial do Meio Ambiente: saiba como evitar o descarte precipitado

Consertar ao invés de comprar é uma das alternativas sustentáveis

A pauta de sustentabilidade vem sendo discutida em diversos setores da indústria, no entanto, ainda é preciso ensinar novos hábitos para a população obter um consumo mais consciente. Segundo a ONU, 99% dos produtos são jogados fora em um período de seis meses. Sendo que, de acordo com um estudo feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil é o quarto país que mais produz lixo no mundo.

O descarte precipitado é um dos fatores que contribuem para a produção excessiva de entulho e, caso estes hábitos não mudem, a estimativa, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), é que a quantidade de lixo aumente de 1,3 bilhão de toneladas para 2,2 bilhões de toneladas até 2025.

Diante deste cenário, David Pereira, gerente do Porto Seguro Faz, dá três dicas para evitar o descarte precipitado.

limpando sofá

Cuide do seu produto: pode parecer estranho falar em cuidado, pois deveria ser algo comum, já que foi investido um valor no produto. No entanto, pequenas atitudes que contribuiriam para prolongar a vida útil da peça geralmente não são praticadas. “Fazemos diariamente muitas limpezas de móveis e percebemos que as pessoas não possuem hábitos para manter o produto por mais tempo” analisa David. “Aspirar o sofá semanalmente, além de uma limpeza profissional semestral ou anual, por exemplo, pode prevenir o acúmulo de bactérias e sujeiras que danificam o móvel, e assim evitar o descarte prematuro”, orienta.

consertar conserto notebook

Analise a possibilidade de conserto: identificar a oportunidade de conserto ao invés de troca é também muito importante, já que pode ser um problema fácil de solucionar. “Vivemos na era do consumo e do imediatismo. As pessoas não pensam na possibilidade de consertar o produto e veem como única alternativa a compra de algo novo. No entanto, arrumar ao invés de comprar é muito mais vantajoso financeiramente, além de contribuir com o meio ambiente”, comenta o gerente.

Middle aged woman repairing burst water pipe with a wrench
Foto: Mobile Home Living

Avalie se realmente sabe fazer o que está precisando: pensando em economizar com a mão de obra, algumas pessoas decidem montar ou instalar produtos que não possuem domínio. “Já recebemos diversos chamados de pessoas que acham que vão economizar fazendo algo sozinho e acabam perdendo ou danificando a peça”, conta David. Contratar um profissional que possua expertise também é um ato sustentável, para não perder o produto de forma precoce.

Porto Seguro Faz possui em seu portfólio diversos serviços que contribuem para essas ações sustentáveis, por meio de limpezas, consertos, instalações e manutenções, que podem ser contratados por qualquer pessoa, mesmo não sendo segurado da Porto Seguro. Para saber os serviços disponíveis do Porto Seguro Faz, acesse o site clicando aqui.

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