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Especialista desvenda mitos e verdades do universo da perfumaria e dá dicas de uso

Perfume é algo indispensável para muitas pessoas, fazendo parte não só da imagem, mas também da personalidade do indivíduo. Porém, com tantos estilos, opções e dúvidas, acabam existindo vários mitos que se passam como verdadeiros por aí. Por isso, a Água de Cheiro , pioneira no mercado de franquias de beleza e perfumaria, resolveu desvendar de uma vez por todas os mistérios em torno dos produtos e diversas fragrâncias.

Um dos questionamentos mais comuns é se existem lugares específicos do corpo para passar o perfume, Sim, em lugares com maior irrigação sanguínea e temperatura mais alta, como atrás das orelhas, no pulso e pescoço. É o ideal, pois faz com que a fragrância dure mais. Porém, a durabilidade do perfume depende de diversos fatores, como sua família olfativa e concentração de essência. Por exemplo, aromas mais doces tendem a durar mais do que os cítricos. Além disso, fatores como clima podem intervir, pois, se está calor, a fragrância acaba evaporando mais rapidamente.

Muitas pessoas também se perguntam se deixarão de sentir o cheiro se usarem o mesmo perfume por muito tempo, e esta afirmação está correta. Olindo Caverzan Junior, diretor da Água de Cheiro e especialista em perfumaria, explica que o uso contínuo da fragrância acaba saturando o olfato do indivíduo, fazendo com que o mesmo deixe de sentir o cheiro, apesar de não afetar os demais. É a chamada acomodação olfativa.

“O ideal é alternar colônias, tendo uma para usar à noite e outra para usar durante o dia, por exemplo”, pontua o diretor. Outro mistério legítimo é sobre o cheiro das fragrâncias, que varia de pessoa para pessoa, uma vez que cada um possui seu próprio cheiro, que vem do tipo de pele, hábitos, alimentação e medicamentos, entre outros. Devido a isso, a fórmula reage de uma forma divergente em cada pessoa.

Caverzan ainda comenta sobre um mito bem famoso que envolve a cor dos perfumes. “Muito se fala que as fragrâncias só podem ser incolores, mas essa afirmação é falsa. A coloração é apenas adicionada ao final do processo de produção, e varia de acordo com a ideia do produto, sendo definida previamente, ou seja, a cor do perfume pode ser de diversos tons”.

Outro mito que muitas pessoas, especialmente mulheres, acreditam é que não há problema em passar perfume no cabelo, porém isto não é verídico. Nas fórmulas, costuma-se conter álcool e, entrando em contato com os fios, a substância pode acabar causando ressecamento dos fios ou a irritação do couro cabeludo.

Além disso, muitos não sabem que existe uma maneira correta para guardar o produto. “O ideal é mantê-lo dentro de sua caixa em um local seco, ventilado e sem exposição ao calor ou luz, com o intuito de evitar qualquer umidade, uma vez que a mesma é capaz de alterar as características originais do perfume”, completa o diretor.

flores perfumes

Abaixo, Caverzan explica as diferenças entre colônia, deo parfum, eau de toilet, eau de parfum e parfum:

a.  A diferença basicamente é a de concentração de óleos na composição do produto:
i.  Eau de cologne, de 3% a 6% de óleo;
ii. Eau de toilete, de 8% a 15%;
iii. Eau de parfum, de 15% a 20%;
iv. Extrait de Parfum, de 20% a 40% (raramente usados no Brasil, chega a ser oleoso).

b. Com relação a nomenclatura deo, é uma modalidade brasileira, na qual se inclui agentes com função desodorante nas fórmulas sem alterar fragrância, performance ou qualidade.

O fixador

perfume spray mulher pixabay

Talvez, o maior dos mitos quando se fala em perfumes é a existência de um fixador, que faria a mágica da fragrância ficar na pele, roupas, lençóis e tudo o mais durante muitas horas. “Muita gente ainda fala em fixador, mas isso não existe. Este mito é tão propagado que muitas pessoas falam sobre ‘o fixador dos perfumes preferidos’ e indicam as fragrâncias para os conhecidos baseadas no ‘poder do suposto ingrediente’”.

Ele explica a confusão: “O problema é que os perfumes são compostos somente por água, álcool e essência. Não existe nenhuma substância feita especialmente para que o perfume dure mais tempo. O que determina essa durabilidade é somente o tempo que cada essência leva para evaporar e se desprender da pele”

Caverzan conta que perfumes com matérias-primas que demoram mais para evaporar, duram mais. Já os cítricos, por exemplo, que são ricos em essências leves e muito voláteis, duram bem menos. Para quem gosta dos chamados de “alta fixação”, matérias-primas como madeira, âmbar, musk, couro e baunilha são pesadas e evaporam lentamente.

As flores, frutas vermelhas e amarelas, e as pimentas têm uma volatilidade média, que não evapora tão fácil quanto os cítricos, mas duram menos que os amadeirados. Outro fator que influencia a durabilidade é a concentração de fragrância. Quando mais concentrada, mais o perfume dura.

Perfumes para dia e perfumes para noite; perfumes para dias quentes e para dias frios

Woman smelling perfume on her wrist
Pinterest

“Eu sou a favor de não colocar muitas regras em perfumaria, para mim não existe perfume para homem ou mulher, existe perfume que gosto ou não gosto. O importante é se sentir bem com o que está usando na pele. Com relação aos momentos, o que acho importante pontuar é que, por uma questão de bom senso, o perfume não deve chegar antes de você ou incomodar as pessoas que estejam no ambiente”, ensina.

E Caverzan acrescenta: “Dito isto, não que seja uma regra, mas indico perfumes mais leves e discretos (cítricos, frutais leves) para uso diário e dias mais quentes. Já os mais potentes e marcantes (florais intensos e orientais), para quando se quer chamar atenção ou para dias mais frios”.

Brasileiras não gostam de perfumes doces

“Esta é uma grande mentira!”, exclama Caverzan, acrescentando: “As brasileiras são apaixonadas por perfumes com alta projeção e rastro, elas não querem passar desapercebidas de jeito nenhum. O consumo de produtos florais frutais gourmand e orientais são um sucesso. Cheirinho de baunilha, flores robustas e especiarias quentes agradam muito o público brasileiro. Quem nunca sentiu o cheiro de Absinto, um clássico bouquet floral, ou Angel e Fantasy, ícones do gourmand, que atire a primeira pedra”.

Famílias olfativas

notas perfume

Existem três níveis de descrição de uma família olfativa:
1- Família – característica mais dominante da fragrância;
2- Subfamília – característica secundária;
3- Specifier (especificador) – terceira faceta principal da fragrância;

São oito principais famílias olfativas: cítrica, cologne, floral, frutal, fougère, amadeirada, chipre e oriental. Ainda contamos com outras 16 famílias olfativas secundárias: cítrica, aldeídica, verde, aromática, marinha, floral, frutal, especiada, amadeirada, chipre, ambarada, oriental, polvorosa, almiscarada, couro e gourmand.

Os clássicos permanecem

Para o especialista, os perfumes clássicos são obras-primas de períodos onde a paleta do perfumista era limitada, mas de muita qualidade. “São produtos que, em algum momento, fizeram história e marcaram um novo momento do mercado de perfumaria. São como herança, transitam dentro das famílias por gerações, pois, com certeza, eram os perfumes que minha avó, minha mãe, meu pai usavam ou que me lembram algum momento ou situação feliz”.

Abaixo, Caverzan cita três clássicos e explica o valor de cada um:

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-Absinto (Água de Cheiro): criado há mais de 40 anos, até hoje é um perfume essencial para muitas brasileiras. No período de lançamento, havia filas nas portas das lojas à procura pelo “perfume proibido”, aquele que despertava sensações inacreditáveis. Avós usavam, mães usavam e hoje filhas usam. Ele carrega o DNA de perfumaria clássica que não se vê muito hoje nas criações modernas.

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Angel (Thierry Mugler): ícone da perfumaria de luxo, foi pioneiro no uso de notas gourmand na sua composição e até hoje faz sucesso. Este perfume se tornou um clássico e marcou a era da perfumaria moderna com ingredientes mais ousados na paleta dos perfumistas. Sua doçura é facilmente reconhecida.

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CK One (Calvin Klein): este é para mim, para você, para todos. A ideia de se desenvolver um produto compartilhado criou um dos grandes ícones da perfumaria. Até hoje, CK One é a grande referência da categoria genderless (sem gênero), uma fragrância cítrica atemporal e deliciosa.

 

Mito ou verdade: especialistas explicam curiosidades do universo cervejeiro

Como todo mundo sabe, a cerveja é uma bebida que carrega muita história. Talvez, por isso, tantos mitos tenham sido criados a seu respeito ao longo dos séculos. Ingredientes, estilos, sabores e até as maneiras de melhor armazená-la viraram assunto da mesa de bar – ou, por ora, de casa – e chegaram até ao mundo virtual com uma live da Ambev, que tratou exatamente do tema.

A mestre-cervejeira da companhia, Paula Guedes, e o convidado Salo Maldonado, da Cervejaria Motim, abordaram as principais dúvidas dos consumidores sobre a bebida. Confirma abaixo os principais mitos e verdades explicados pelos especialistas durante live da Ambev, no Instagram.

• Toda cerveja é bastante amarga

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Mito: a cerveja é a bebida mais variada que existe quando o assunto é sabor. Pode até ter um certo amargor, mas nem sempre é assim, e a escala de IBU (International Biterness Unit, ou Medida Internacional de Amargor) pode ajudar a entender a intensidade de cada rótulo. O gosto amargo geralmente vem do lúpulo e pode ser medido pelo IBU, a escala que dimensiona a intensidade, variando de 0 a 120. Quanto maior a posição na escala de amargor, mais intensa é a bebida. Em alguns estilos, no entanto, ele fica imperceptível, como no caso das cervejas doces, ácidas e até mesmo as ligeiramente salgadas.

• A água é muito importante para a qualidade da cerveja

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Verdade: Porém, hoje em dia, todas as cervejarias modernas tratam a água que será utilizada nas receitas para obter sempre o mesmo perfil mineral e padrão de qualidade. Isso permite a reprodução da fórmula em qualquer parte do mundo.

• O sol estraga a cerveja

caneca de cerveja sol Wolfgang Zimmel por Pixabay
Wolfgang Zimmel/Pixabay

Verdade: a exposição à luz e ao calor prejudicam a qualidade da bebida. A cerveja deve ser armazenada corretamente em lugar fresco.

• Cerveja congelada deve ir para o lixo

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Mito: se você esquecer a cerveja no congelador (e ela não explodir), devolva-a para a geladeira e espere um ou dois dias antes de abri-la. O sabor e a carbonatação devem estar como antes. Claro que não devemos fazer esse processo muitas vezes, mas se aconteceu um dia, não tem problema.

• Gelar muito a cerveja destrói o sabor

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Mito: a regra é clara, quanto mais forte e encorpada a cerveja, menos fria ela deve ser degustada. O que não significa que você deva carregar um termômetro para conferir se o bar serve a bebida na temperatura correta. Por ser leve e delicada, a pilsen merece ser servida gelada. Quantos graus? O brasileiro costuma beber cerveja no limite do congelamento e não há nada errado nisso. Se você não gosta assim, faça do seu jeito.

• Quanto mais escura, mais forte é a cerveja

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Mito: não se deixe enganar pelos sentidos. A cores marrom ou preta realmente causam a expectativa de uma bebida mais forte ou densa, mas isso não acontece. A tonalidade da cerveja depende da matéria-prima. Maltes de trigo são quase brancos, malte de cevada tipo pilsen dá um tom amarelado e as variedades tostadas e carameladas completam a paleta com cervejas que vão do avermelhado ao negro intenso. Existem cervejas claras que são fortes como é o caso das tripels ou das Imperial IPA, e cervejas escuras que podem ser mais leves, como as Dry Stouts, por exemplo.

• Ser puro malte torna a cerveja melhor

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Mito: a lista dos ingredientes da cerveja depende do que o mestre-cervejeiro espera obter com a receita. Se a intenção é que ela seja mais encorpada, pode-se optar por trabalhar apenas com malte de cevada ou adicionar um pouco de trigo, mas se o objetivo é deixá-la ainda mais cremosa, é preferível utilizar aveia. Para quem busca uma cerveja leve e refrescante, prefira consumir aquelas que levam um pouco de milho ou arroz junto com o malte de cevada.

• O colarinho protege a bebida

cerveja acida shutterstock
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Verdade: a camada de espuma não deixa que a cerveja tenha contato direto com o ar, o que reduz a oxidação e a perda de gás. Além disso, o colarinho ajuda a preservar os aromas da cerveja e a sua temperatura.

Fonte: Ambev

Coronavírus: mitos e verdades na relação entre Covid-19, pele, cabelos e unhas

Sociedade Brasileira de Dermatologia esclarece dúvidas importantes da população a fim de evitar impactos gerados pela desinformação sobre a doença

O crescimento das contaminações pelo novo coronavírus, causador da doença conhecida como Covid-19, é uma realidade no Brasil e no mundo. Em paralelo às informações a respeito do número de casos suspeitos, casos confirmados e mortes, circulam com muita força na internet, redes sociais e aplicativos de troca de mensagens, como o Whatsapp, inúmeras notícias sobre formas de prevenção, muitas vezes incompletas ou mal-intencionadas.

Então, como saber se o conteúdo recebido procede? Para esclarecer dúvidas e orientar a população, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) elencou 10 perguntas e respostas que envolvem pele, cabelos e unhas e informa o que é mito ou verdade.

“A instituição está atenta a todas as informações sobre o novo coronavírus. Estamos desenvolvendo diferentes protocolos e orientações para dermatologistas e pacientes, além de já termos publicado vários conteúdos sobre o tema nas redes sociais e no nosso site institucional”, explica o médico dermatologista Sérgio Palma, presidente da SBD.

Confira dúvidas frequentes relativas à prevenção e contaminação pelo novo coronavírus:

Água e sabão diminui o tempo de vida do novo coronavírus?

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Verdade. Essa é a principal forma de desinfectar a pele em geral. Portanto, intensifique a lavagem, principalmente, do rosto, mãos e braços.

É necessário retirar toda a barba?

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Pinterest

Mito. Retirar a barba facilita a limpeza e higiene na região, no entanto, não é preciso raspá-la. O importante é redobrar a limpeza e higiene da pele e pelo da área com água e sabão.

O álcool em gel 70% é um importante aliado na prevenção?

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Foto: Clean Hands JA

Verdade. Sim, porém, apesar da eficácia, seu uso em excesso resseca a pele. Faça uso apenas quando não for possível lavar as mãos e o braço com água e sabão.

Pode-se usar qualquer tipo de álcool na pele para a prevenção?

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Freepik

Mito. A SBD orienta utilizar o álcool em gel 70% medicinal e nunca o de limpeza doméstica. Receitas caseiras também não funcionam.

Existe uma ordem para passar os produtos de cuidados com a pele?

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Verdade. Siga o passo a passo: 1- álcool em gel 70% medicinal; 2- hidratante; 3- protetor solar; 4- repelente; 5- cosméticos.

A vacina da gripe previne contra a Covid-19?

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Mito. A campanha de vacinação contra a gripe foi antecipada, mas ela não previne contra o novo coronavírus. Mas a vacinação evita que mais de uma epidemia aconteça ao mesmo tempo no país e garante que menos casos que necessitem de cuidados intensivos, aumentando os leitos para quem contrair a doença. No entanto, a recomendação é manter as vacinas em dia.

Tratamento com isotretinoína oral para acne grave não deve ser suspenso?

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Verdade. Não há, até o momento, relação de uso do medicamento em pacientes com acne e riscos de infecção ou de alteração na evolução do micro-organismo causador da Covid-19. Portanto, atualmente, orienta-se a manutenção do tratamento em curso.

Devo cortar o cabelo ou andar sempre de cabelo preso?

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Mito. Essa é uma orientação válida para os médicos que, geralmente, colocam a mão no cabelo e, após, na máscara. Para a população, a medida não possui eficácia. O importante é manter os fios limpos.

Pacientes com hanseníase não precisam parar protocolo de tratamento?

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Verdade. A orientação da SBD é que o protocolo de tratamento do Programa de Saúde Pública, sob responsabilidade do Ministério da Saúde (MS), seja mantido. Até o momento, não existem conhecimentos científicos disponíveis de interações do coronavírus com os protocolos clínicos da doença.

Manter as unhas curtas não previne a contaminação?

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Mito. Cortar as unhas, pelo menos neste momento, facilitará a limpeza, principalmente na parte de baixo, onde é difícil de higienizar adequadamente. Unhas muito longas, sejam naturais ou artificiais, comprometem a limpeza total das mãos, umas das principais regiões do corpo que entram em contato com superfícies.

Mais dúvidas? Ligue gratuitamente para a Ouvidoria-Geral do Sistema Único de Saúde (OUVSUS) pelo telefone 136. Além disso, procure se informar por meio de canais de comunicação oficiais, como o Ministério da Saúde (MS), secretarias municipais de saúde e sociedades médicas de especialidades, como a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Essa é uma medida importante para confirmar a procedência dos conteúdos que você recebe sobre o assunto e evitar o compartilhamento de informações não qualificadas, ou as chamadas fake news, sobre o coronavírus.

Menopausa: especialista esclarece alguns mitos e verdades

Quando o assunto é menopausa, há um certo desconforto no ar. São casos de sofrimento com os hormônios, calor, noites maldormidas. Porém, nem tudo é verdade. Para esclarecer as principais dúvidas em relação ao tema, Lorena Lima Amato, endocrinologista doutora pela Universidade de São Paulo, conta o que é mito e verdade sobre a menopausa

A menopausa faz a mulher engordar.

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Parcialmente verdade. Devido à diminuição dos níveis de estrogênio que ocorre nessa fase, há mudanças na composição corporal, o que, em geral, está, sim, associado ao ganho de peso, mas a menopausa, por si só, não é a responsável pelo excesso de peso da maioria das pacientes.

Toda mulher tem insônia na menopausa.

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Mito. Os fogachos, aquele calor muito forte relatado por algumas mulheres, podem piorar a qualidade do sono, mas isso não é unânime.

É possível se preparar para a chegada da menopausa.

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Verdade. A prática de atividade física, que leva à manutenção do peso corporal, não fumar e ter uma alimentação saudável fazem esse período de transição ser menos difícil.

A menopausa interfere na libido.

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Verdade. A diminuição dos níveis de estrogênio associada aos sintomas climatéricos, assim como outros sintomas da deficiência estrogênica como secura vaginal e, eventualmente, dor nas relações sexuais interferem sim na libido.

A menopausa sempre causa calor.

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Mito. Algumas mulheres não experimentam as famosas “ondas de calor”. Isso acontece geralmente em mulheres que estão com excesso de peso, já que o tecido gorduroso pode produzir estrogênio.

Minha mãe sofreu na menopausa, então vou sofrer também.

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Mito. Os fatores genéticos podem influenciar, gerando mais ou menos sintomas, mas não são os únicos determinantes.

Fonte: Lorena Lima Amato é endocrinologista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com título da Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM) e endocrinopediatra pela Sociedade Brasileira de Pediatria. É doutora pela USP e professora na Universidade Nove de Julho.

Alguns mitos e verdades sobre o ar-condicionado no verão

A utilização do aparelho em casas, empresas e automóveis é positiva no verão, mas alguns cuidados devem ser tomados para se evitarem problemas, explica o médico pneumologista Álvaro Gradim, presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (Afpesp)

O uso do ar-condicionado no verão é positivo, pois ameniza o efeito do calor excessivo sobre o organismo, que, além de desconforto e mal-estar, pode ser prejudicial à saúde, explica Gradim, salientando: “Ao contrário do que muitas vezes se propaga, baixar artificialmente a temperatura do ambiente nas casas, empresas e veículos não causa gripes e resfriados ou quaisquer outras doenças. No entanto, é preciso adotar alguns cuidados, para se evitarem riscos e se obterem apenas benefícios”.

mulher bebendo agua pixabay
pixabay

A primeira medida é manter-se bem hidratado, pois o ar-condicionado retira a umidade do ar e deixa o ambiente mais seco. Isto — e não a baixa temperatura — pode provocar infecções respiratórias, pois o ressecamento do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que defendem o organismo contra os germes.

“É fundamental tomar água e líquidos com frequência durante todo o período em que o aparelho estiver ligado”, orienta o médico. À noite, aconselha-se deixar um copo de água ao lado da cama, para tomar antes de dormir. Também se pode deixar um recipiente com água no ambiente, para que o ar não fique muito seco. Umedecer as narinas, com uso de soro fisiológico, colírios e hidratantes para a pele também podem ajudar.

Air conditioning decoration interior
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“O mais importante, porém, é manter o aparelho de ar-condicionado sempre limpo e em boas condições de funcionamento. Os filtros devem ser lavados pelo menos uma vez por mês e trocados a cada seis meses se o local não tiver muito movimento. Se o ambiente for frequentado diariamente por número grande de pessoas, o ideal é limpar a cada 15 dias e trocar a cada três meses”, ressalta Gradim, alertando: “Quando os filtros estão sujos, acabam concentrando pó, bactérias, fungos e outros microrganismos prejudiciais à saúde, principalmente afetando os pulmões. Por isso, o equipamento deve estar sempre limpo e em perfeitas condições”.

sala ar condicionado mulher

Deve-se regular bem a temperatura. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os aparelhos sejam ajustados na temperatura de 23ºC. O ideal é manter o local fresco, saudável e agradável para o organismo.

 

Faça o teste do All Things Hair sobre cabelo e aprenda a cuidar melhor dele

Muitas de nós temos dúvidas sobre os cabelos e curiosidades sobre os melhores tratamentos. “Receitas caseiras irão fazer o seu cabelo crescer mais rápido e forte?”, “Escovas de cerdas naturais podem dar mais brilho ao cabelo?”. Responda a essas e outras perguntas e descubra mitos e verdades sobre cabelos e o quanto você sabe sobre eles participando do teste do All Things Hair, canal sobre cabelos da Unilever.

Ao terminar o teste, você vai entender algumas das causas da queda e como aplicar os melhores tratamentos nas suas madeixas. Veja como o tabagismo, a alimentação, alterações hormonais, problemas de saúde e alguns medicamentos podem influenciar na queda.

Para ter fios mais fortalecidos, aprenda a montar um cronograma capilar de crescimento. Você vai receber dicas de como tornar seus fios mais saudáveis com hidratação, nutrição e reconstrução. E ver como a limpeza profunda, o uso de produtos estimulantes, tônicos e uma boa alimentação podem influenciar no crescimento.

Um texto especificamente desvendando mitos e verdades dos xampus, um dos principais aliados na rotina capilar, traz vários detalhes sobre o uso desse produto importante. O artigo te responderá a algumas de suas dúvidas mais comuns, como se ele pode ser usado todos os dias ou se você deve esfregar o couro cabeludo ao aplicá-lo.

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Mitos e verdades sobre perda auditiva

A perda auditiva pode ser causada por diversos fatores, como envelhecimento, genética e hábitos ruins ao longo da vida relacionados ao excesso de barulho, por exemplo. Segundo dados do Hear-it, site referência no tema, a capacidade de ouvir, em geral, diminui a partir dos 40 anos e mais da metade das pessoas que chegam aos 80 anos têm deficiência auditiva.

A exposição frequente a sons elevados, seja em casa, no carro, no trabalho, ao frequentar shows e boates, é um grande risco para a audição e muita gente ainda não se deu conta disso.

É melhor ficar atento desde cedo para chegar na fase madura com a audição ainda em dia. Preste atenção. A fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas, analisou os principais mitos e verdades quando se trata de saúde auditiva. Saiba quais são:

1 – Escutar música alta em fones de ouvido pode causar perda auditiva

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Verdade. Segundo a fonoaudióloga, que é especialista em audiologia, a perda auditiva ocorre porque o hábito frequente de ouvir música com som muito alto pode causar danos às células ciliadas, responsáveis pela audição, que não se regeneram. “O limite de exposição a sons recomendado é de 85 decibéis; e quanto mais tempo exposto ao volume alto, pior para as orelhas”, alerta. Foi o caso do cantor britânico Brian Johnson, líder do AC/DC, que desde 2016 relata o problema em entrevistas e palestras.

2 – Cera de ouvido em excesso pode causar surdez

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Mito. O acúmulo de cera pode impedir o som de chegar ao tímpano. Entretanto, não pode causar surdez. “Esse problema pode ser resolvido com a remoção do excesso de cerume e, posteriormente, a pessoa conseguirá ouvir de forma adequada”, esclarece Marcella Vidal.

3 – Zumbido e sensação de tontura podem ser sintomas de perda auditiva

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Verdade. Tanto o zumbido quanto a sensação de tontura podem ser indícios de problemas auditivos. “O ideal é procurar um médico otorrinolaringologista para ter o diagnóstico correto e saber o melhor tipo de tratamento. Em alguns casos, a indicação é o uso de prótese auditiva”, pontua.

4 – Perda auditiva não tem solução

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Mito. Em grande parte dos casos, a dificuldade para ouvir pode ser tratada com o uso de aparelhos auditivos, adequados para cada grau de perda auditiva. Marcella Vidal explica que as próteses auditivas estão cada vez mais tecnológicas e modernas. “Elas são capazes de amplificar os sons, ajudando as pessoas no processo de reabilitação auditiva de maneira bastante eficaz”, conta.

5 – Infecção de ouvido pode causar perda de audição

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Verdade. As infecções de ouvido – otites –, podem trazer transtornos caso ocorram de forma repetitiva e sejam tratadas de forma errada. É necessário ficar atento, em especial no caso de crianças, que são mais suscetíveis a inflamações. Para evitá-las, o ideal é tratar de maneira adequada gripes e dificuldades respiratórias, pois isso pode afetar diretamente a audição. “A qualquer sinal de dificuldades para ouvir, é importante procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada”, finaliza a fonoaudióloga da Telex.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

Sete mitos sobre o câncer de mama que precisam parar de circular

Eles aparecem de tempos em tempos nas redes sociais e no WhatsApp, mas não correspondem à verdade sobre a doença

Antes, eles eram espalhados no boca a boca ou em textos impressos que circulavam entre as mulheres; hoje, estão nas redes sociais e são compartilhados livremente em correntes e grupos de WhatsApp. Estamos falando dos boatos sobre o câncer de mama, que não ajudam em nada nas campanhas sérias de prevenção da doença — que causa mais de 450 mil mortes por ano no mundo, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), e acomete principalmente as mulheres (a cada 100 mulheres com câncer de mama, um homem tem a doença).

“Esses mitos são como um bumerangue e sempre voltam a circular, não importa o que seja feito em termos de difundir informação verdadeira”, afirma Daniel Gimenes, oncologista do Grupo Oncoclínicas em São Paulo.

Para o especialista, a maior dificuldade é convencer as pessoas de que elas não devem acreditar em qualquer coisa que leem. “O problema é que, de tanto receberem, elas acabam confiando naquilo e achando que é verdade. Uma mentira falada tantas vezes acaba parecendo uma verdade para elas”, diz.

A seguir, Gimenes esclarece os sete principais mitos sobre o câncer de mama que precisam parar de circular o quanto antes.

É preciso lavar os sutiãs com frequência para evitar o câncer de mama

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iStock Photos

A limpeza e a sujeira de sutiãs, tops ou quaisquer outras roupas usadas em contato com os seios não têm nenhuma relação com o câncer de mama. “As causas do câncer de mama são relacionadas a histórico familiar, questões hormonais, obesidade. Não existe fundamento em associar vestimentas à doença”, esclarece o oncologista.

O uso de sutiãs pretos em dias de sol aumenta o risco de câncer de mama

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Foto: Wallpaper Flare

“Se isso fosse verdade, se descobririam cores que seriam benéficas e se curaria o câncer de mama com cromoterapia. Mas não é o caso. Nenhuma cor é relacionada com o desenvolvimento ou com a cura do câncer de mama”, diz Gimenes.

Usar sutiã para dormir aumenta o risco de câncer de mama.

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iStock Photos

Não existe nenhuma ligação entre os tumores do câncer de mama e o fato de os seios estarem “livres” ou “presos” durante o sono.

Sutiãs com aro, usados com frequência, causam risco de desenvolvimento de tumor nas mamas

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Mesmo que os aros de arame acabem machucando os seios por causa do contato, as eventuais feridas causadas por eles não se transformam em tumores, como o especialista explica: “O tumor ocorre como consequência de alterações genéticas que fazem as células se dividirem descontroladamente. É um processo interno.”

Expor os seios ao sol, de topless, aumenta o risco de câncer de mama

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Pixabay

Não há nenhuma relação entre o câncer de mama e a exposição ao sol. O oncologista alerta, porém, para o risco de câncer de pele nessa situação: “Se os seios forem expostos sem proteção solar passa a haver um risco de câncer de pele”. É importante, portanto, passar filtro solar nos seios — principalmente nos mamilos — e evitar a exposição direta aos raios do sol entre as 10 e às 16 horas.

Desodorantes antitranspirantes causam câncer de mama

mulher usando desodorante clip dealer

“A relação entre câncer de mama e uso de desodorantes de todos os tipos é estudada há muitos anos, e de maneira muito aprofundada, e nunca se encontrou nenhuma evidência científica que ligasse antitranspirantes ou qualquer outro destes produtos às causas da doença”, afirma Gimenes.

Passar desodorante para dormir aumenta o risco de câncer de mama

mulher desodorante

Este é um hábito de muitas mulheres, que não precisam temer e podem continuar indo dormir perfumadas. A não-relação entre o uso de desodorantes e o desenvolvimento de câncer de mama vale para todos os horários do dia e da noite, inclusive durante o sono.

Fonte: Grupo Oncoclínicas

 

Confira alguns mitos e verdades sobre os vinhos

Garrafas devem ser guardadas deitadas? O vinho verde não é verde? Como segurar a taça? Vinho tinto só combina com carnes vermelhas? Sommelier responde essas e outras dúvidas a respeito da bebida.

O vinho é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, e deve ser apreciado por todos, sem medo ou qualquer tipo de receio. Para te ajudar a desfrutar melhor de todos os aromas e sabores da bebida, o sommelier da Enoteca Decanter Blumenau, Sidney Lucas, responde as dúvidas mais comuns a respeito dos vinhos. Confira:

O queijo é a melhor opção para acompanhar vinhos?

vinho merlot com queijos concha

Mito. É, sim, uma ótima opção, porém, é necessário saber que não se coloca qualquer queijo com qualquer vinho. Existem alguns tipos de queijos de sabor muito intenso que acabam anulando o sabor do vinho. Como é o caso do roquefort ou o gorgonzola que ficam ótimos com vinho do Porto, mas podem anular os tintos mais delicados. Portanto, para que isso não venha a acontecer, é necessário escolher os vinhos de acordo com o que vai ser servido. Por exemplo, queijos leves para bebidas leves, e queijos mais gordurosos com um vinho mais encorpado e de preferência com um pouquinho a mais de acidez.

Vinho branco é feito somente com uva branca?

Verão_ Vinho branco

Mito. Os vinhos brancos podem ser produzidos com uvas brancas e tintas, visto que a polpa de ambas é clara. Quando feito com uvas brancas, o mosto – suco das uvas depois de prensadas – tem contato com as cascas por algumas horas enquanto fermenta, já com as uvas tintas, não há contato com as cascas para não colorir o mosto.

Para garantir qualidade, as garrafas devem ser guardadas deitadas?

vinhos
Foto: Jeronimo Heitor Coelho

Parcialmente verdade. Por muitos anos, houve a suposição de que, se a garrafa estivesse em pé, a rolha poderia ficar seca, gerando danos de qualidade a bebida. Porém, o sommelier explica que para armazenamento por um curto período, de até um ou dois anos por exemplo, a qualidade do vinho se mantém, independentemente da posição da garrafa.

O vinho verde não é verde?

vinho verde

Verdade. O vinho verde pode ser um espumante, rosé e até mesmo um tinto. A bebida tem esse nome por conta da região em que é produzido na região Demarcada dos Vinhos Verdes (RDVV) no Minho, que fica localizada ao norte de Portugal. O local é conhecido pelas suas belíssimas paisagens.

Deve-se  segurar a taça de vinho pelo bojo

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Mito. Nunca segure a taça pelo bojo! É recomendado segurar pela haste da taça, garantindo que a bebida não fique quente e permaneça em sua temperatura ideal, já que, assim, evitamos o contato das mãos.

Vinhos brancos só combinam com carnes brancas e tintos com carnes vermelhas

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Mito. É perfeitamente possível beber um vinho branco comendo carne vermelha ou tinto com vinho branco. A maneira de cocção do prato e também a quantidade e tipos de condimentos utilizados são tão ou mais importantes do que o tipo de carne. Por exemplo, um filé de peixe grelhado com um risoto de alcachofras teria como par ideal um vinho branco leve, já uma moqueca baiana pode ser acompanhada por um branco potente e barricado ou um tinto leve sem passagem por barricas. Neste caso, ambos são peixes, o que define que tipo de vinho harmonizar é o modo de preparo e ingredientes. Outro exemplo: um medalhão de filé grelhado guarnecido com arroz de amêndoas pode ser acompanhado por um Chardonnay barricado do Novo Mundo, já este mesmo filé cortado em tiras é adicionado ao arroz arbóreo e funghi secchi, dando forma a um risoto, passa a “exigir” um tinto encorpado”, comenta Lucas.

Espumante e champagne são a mesma coisa

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Mito. Todo champagne é um espumante, mas, nem todo espumante é um champagne. Confuso, não é? Calma, pra ficar mais simples, siga essa dica: apenas o espumante produzido na região francesa de Champagne pode ser chamado de champagne.

Vinho pode ir para a geladeira

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Verdade. Após aberto, o vinho deve ser mantido em uma temperatura mais baixa que o ambiente, diminuindo a oxidação e garantindo mais durabilidade. Mas, atenção, os vinhos duram em média três dias após abertos. Portanto, beba o quanto antes!

Vinho com gelo

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Parcialmente verdade. Prefira não gastar muito dinheiro com o vinho, já que o mesmo será um pouco descaracterizado. O sommelier lembra que você deve ingerir a bebida da maneira que preferir, ou seja, beba da maneira que você goste. Portanto, branco, rosé e espumantes podem ser ingeridos com alguns cubos de gelo para refrescar, principalmente, na estação mais quente do ano: o verão. Só lembre que, ao acrescentar gelo ao vinho, você estará diluindo a bebida. Então, avalie bem se esse é o seu objetivo ou se prefere desfrutar bem dos sabores e aromas da bebida.

Vinhos com tampa de rosca são falsificados ou tem qualidade inferior

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Foto: NHPR

Mito. As tampas de rosca são muito utilizadas para diminuir custos, além disso, dificultam a proliferação de bactérias. Portanto, pode beber sem medo, eles não são falsificados e nem de qualidade inferior.

Vinhos têm corante

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Mito. Algumas pessoas acreditam que o sedimento que fica no fundo da taça é corante. Porém, esse sedimento significa que o vinho é de uma produção totalmente natural, já que alguns vinhos não são filtrados. Os sedimentos também se formam devido à matéria do corante natural do vinho passar para o estado sólido depois de alguns anos na garrafa.

O vinho do Porto não é produzido na região que lhe dá o nome

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Verdade! Os vinhos do Porto são produzidos no Douro, ao norte de Portugal. O vinho só ficou famoso dessa forma, porque, antigamente ele ficava armazenado na região do Porto.

Fonte: Decanter

Dez mitos e verdades sobre Kombucha

Tais Tomaz Roque, nutricionista parceira da Vih!, explica todas as dúvidas sobre a bebida rica em probióticos que tem ganhado adeptos em todo o país

Kombucha é uma bebida milenar feita à base de chá, açúcar e uma cultura viva – leveduras e bactérias – conhecida como scoby (Symbiotic Colony of Bacteria and Yeast). Após a fermentação, o Kombucha transforma-se em uma bebida rica em probióticos naturalmente frisante, saborosa e muito refrescante.

No Brasil, a bebida que tem ganhado adeptos, ainda gera dúvidas e questionamentos sobre sua origem e características. Para esclarecer o tema, a Vih!, marca especializada na bebida há mais de dois anos, preparou uma lista com dez mitos e verdades sobre o assunto com a ajuda da nutricionista Tais Tomaz, parceira da marca. Confira abaixo:

O Kombucha é uma bebida saudável.

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Verdade: Kombucha é feito a partir de um chá que é fermentado e possui grande variedade de vitaminas, minerais, enzimas e ácidos orgânicos, extremamente saudáveis para o nosso corpo. O agente que ativa a produção desses organismos é o “scoby”, do inglês Symbiotic Colony of Bacteria and Yeast (Colônia Simbiótica de bactérias e leveduras). O scoby é colocado no chá (geralmente verde, mate ou preto) e por meio do processo metabólico transforma a cafeína e o açúcar em probióticos. O Kombucha é rico em nutrientes naturais, como vitamina B, ácido acético, glucurônico, lático, entre outros. Melhora a saúde geral do organismo, facilitando a digestão e a absorção de nutrientes, além da recuperação da flora intestinal. “O Kombucha sempre foi conhecido como um tônico natural, uma vez que ele ajuda a fortalecer o sistema imunológico e melhorar o funcionamento intestinal”, explica a Tais. “Mas a gente toma mesmo porque além de todos esses benefícios é muito gostoso”, afirma Angélica Moretti, fundadora da Vih!

O Kombucha é feito com organismos vivos.

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Verdade: scoby, agente ativo da produção da bebida, é uma cultura de bactérias e leveduras. O Kombucha não pasteurizado contém bactérias e leveduras, extremamente benéficas para a saúde intestinal e digestiva, evitando doenças e colaborando na absorção de nutrientes. Os probióticos também possuem grande quantidade de antioxidantes, ajudando e protegendo o organismo de doenças inflamatórias.

O Kombucha emagrece.

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Mito: a bebida tem ganhado cada vez mais adeptos por seus diversos benefícios para a saúde, sendo o principal deles o auxílio no bom funcionamento intestinal, aumentando a sensação de bem-estar. Mas é mito achar que o Kombucha é responsável pela perda de peso. Ele contém ácidos importantes para a flora intestinal, além de algumas vitaminas e aminoácidos, mas se não houver uma alimentação adequada aliada a uma vida saudável, o Kombucha sozinho não tem esse poder.

O Kombucha não pode ser tomado todos os dias.

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HealthLine

Mito: muitas pessoas ao redor de todo o mundo consomem Kombucha diariamente. Mas, por se tratar de uma bebida viva, quando não pasteurizada, é importante usar o bom senso.

Kombucha demora uma semana para ser preparado.

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Pixabay

Verdade: a bebida tem característica funcional graças à ação da colônia de leveduras chamada “scoby”. É essa colônia de micro-organismos que é responsável por fermentar o chá e acrescentar a ele um potencial probiótico imenso. Por isso, a mistura deve fermentar entre sete e 15 dias dentro de um recipiente com algum chá – geralmente preto, verde e mate – e açúcar. Depois disso, é só misturar o líquido às frutas, ervas ou outros chás para saborizar.

Qualquer chá pode ser usado na preparação?

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Verdade: porém, sabemos que alguns chás funcionam melhor do que outros. Os mais usados na preparação são o chá verde ou preto, mas também podem ser substituídos por infusão de mate, de hibisco ou jasmim. As infusões de hortelã e capim-santo, por exemplo, possuem óleos que destroem a colônia, então não são recomendados.

Kombucha não tem data de validade.

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Mito: depois de pronta, a bebida deve ser conservada em geladeira, por aproximadamente cinco meses. A fermentação não pára na geladeira, somente desacelera.

Kombucha pode ser tomado na versão alcoólica.

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Le Manjue

Verdade: de fato, todo o processo de fermentação gera álcool. Em processos bem controlados de produção, esta quantidade fica abaixo de 0,5%, o que não é considerado alcoólico. Mas, pode-se optar por fermentar de forma a produzir mais álcool. Se quiser deixar o drinque com a cara do happy hour, o sabor aromático do gin pode ser uma opção para ser adicionada ao Kombucha depois de pronto. Ou seja, o que é bom pode ficar ainda melhor.

Kombucha só pode ser tomado de dia.

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Getty Images

Mito: Kombucha pode ser bebido a qualquer hora do dia e da noite. Ele é um excelente substituto para outras bebidas, como o refrigerante e suco. Muitos preferem beber em jejum, pela manhã, para ajudar no processo de digestão e substituir o café. A bebida também pode ser usada como um energético natural e ser consumida antes ou depois de atividades físicas. O ideal é tomar bem gelado, realçando o sabor da bebida e a deixando ainda mais refrescante.

Kombucha é uma bebida vegana.

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Verdade: a menos que você use mel para adoçar. A bebida milenar é um poderoso probiótico natural e não é de origem animal. O scoby é uma colônia simbiótica de bactérias e leveduras que bioprocessa o chá e o açúcar, criando o Kombucha.

Fonte: Vih!