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Sete hábitos que prejudicam a saúde íntima feminina

Ginecologista aponta práticas comuns entre as mulheres que, apesar de parecerem inofensivas, podem favorecer a proliferação de microrganismos e o surgimento de infecções na região íntima

O tabu referente a assuntos como saúde e higiene íntima feminina ainda é grande. Mesmo que cada vez mais pessoas e veículos de comunicação estejam abordando essas questões, ainda existe muita desinformação sobre como a mulher deve cuidar da região íntima. Como resultado, grande parte das mulheres acaba praticando hábitos que podem colocar a saúde íntima em risco e favorecer o aparecimento de condições como vaginoses e candidíase. Então, para auxiliar na manutenção da boa saúde da genitália feminina, a Dra. Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU, apontou hábitos que, apesar de fazerem parte da rotina de muitas mulheres, devem ser evitados. Confira:

Deixar a calcinha secando no banheiro: lavar a roupa íntima no banho é um hábito extremamente prático, não apresentando risco algum. Mas, para secar, é melhor estendê-las em outro ambiente. “Isso porque a umidade do banheiro favorece a proliferação de microrganismos causadores de doenças. Por isso, estenda as calcinhas em um ambiente arejado, como o quintal ou a varanda, e passe-as com um ferro antes de vestir, pois o calor ajuda a eliminar qualquer fungo ou bactéria que possa estar presente no tecido”, recomenda a médica.

Usar absorvente todos os dias: o absorvente é a melhor forma de prevenir o vazamento de secreções e corrimentos devido à menstruação e perda urinária. Mas é importante que o utensílio só seja utilizado nesses casos, pois o abafamento constante provocado pelo absorvente pode tornar a região íntima um ambiente propicio para que fungos e bactérias se proliferem. “Existem casos específicos em que o uso diário do absorvente é indispensável, como para mulheres que sofrem com incontinência urinária. Nesses casos, o ideal é optar por produtos respiráveis e trocá-los com frequência, de preferência a cada quatro horas”, aconselha a especialista.

Usar calcinhas sintéticas: muito cuidado na hora de escolher quais calcinhas comprar, pois, apesar de mais baratas, roupas íntimas sintéticas podem ser prejudiciais para a genitália feminina. “Esse tipo de tecido abafa a região, aumentando a transpiração e a umidade do local, o que, além de causar desconforto, favorece a proliferação de microrganismos responsáveis pelas infecções vaginais”, explica a Dra. Eloisa. O recomendado é optar por calcinhas feitas de algodão, que permitem a respiração adequada da região íntima. “O mesmo vale para roupas muito apertadas, como leggings. Por isso, evite usar essas vestimentas com frequência e dê preferência aos tecidos mais leves e que permitem que o ar circule adequadamente.”

Não higienizar a região íntima corretamente: ao contrário do que muitas pensam, a higiene íntima deve ser realizada apenas na vulva. “A vagina não necessita de assepsia, pois, além de acumular menos sujidades, possui pH menos ácido, que, quando desequilibrado devido à higienização, favorece a proliferação de agentes patógenos”, alerta a ginecologista.

Exagerar na higienização: de acordo com a especialista, a vulva deve ser lavada apenas uma vez por dia, pois, em excesso, a higienização pode causar o ressecamento da região. “Mas é importante ressaltar que existem casos específicos que exigem que a região íntima seja limpa mais vezes durante o dia. Por exemplo, a higienização da vulva após relações sexuais é sempre fundamental para evitar infecções urinárias e remover resíduos de lubrificante. A assepsia da região também deve ser realizada após fluxos menstruais, pois o sangue, além de alterar o pH da região, é um meio de cultura de bactérias”, completa.

Utilizar produtos inadequados para higienização: a vulva deve ser limpa apenas com os dedos, pois duchas, cotonetes e outros materiais podem provocar ferimentos na região. “Lenços umedecidos, duchas vaginais e sabonetes íntimos bactericidas também não devem ser utilizados, pois, enquanto os lenços podem provocar irritações, as duchas e sabonetes eliminam bactérias benéficas que são responsáveis pela manutenção da acidez do pH da vulva”, diz a médica. No lugar, Eloisa recomenda utilizar sabonetes neutros e sem fragrância, como os sabonetes de glicerina para bebês.

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Baixa ingestão de água: “O ideal é ingerir, no mínimo, dois litros de água diariamente, pois a substância é responsável por estimular a circulação do sangue e garantir o bom funcionamento do organismo, além de ajudar a prevenir infecções urinárias.”

Por fim, lembre-se que, ao notar qualquer alteração na região genital, o mais importante é que você consulte um ginecologista. “Apenas ele poderá realizar uma avaliação do quadro e dar um diagnóstico correto, indicando o melhor tratamento e as recomendações mais adequadas para lidar com cada caso”, finaliza Eloisa.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Sexo aos 50 x sexo aos 20: como o envelhecimento afeta a libido da mulher ao longo dos anos

Ginecologista explica como fatores diretamente ligados ao envelhecimento do organismo, como fertilidade, energia, autoestima e hormônios, podem interferir no apetite sexual feminino

O sexo é um instinto natural do ser humano que, além de servir para a reprodução, possui uma série de benefícios para o organismo, incluindo desde melhora da pele e do cabelo até diminuição do estresse. No entanto, cada um de nós possui uma relação específica com o sexo e é natural que, em alguns dias, algumas pessoas não sintam necessidade de praticar relações sexuais, o que pode estar associado a fatores que vão desde situações cotidianas, como cansaço e problemas no relacionamento, até condições sérias, como o vaginismo e a depressão.

“Além disso, o próprio processo de envelhecimento pode interferir em nossa libido. E isso não ocorre apenas por fatores hormonais, mas também por questões sociais, físicas e psicológicas, afinal, conforme envelhecemos, interagimos de diferentes formas com o ambiente a nossa volta”, explica Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU. Para ajudar a entender mais sobre o assunto, a especialista explicou abaixo de que maneiras a libido feminina é afetada com o passar dos anos. Confira:

20 anos: o fim da adolescência e o início da fase adulta são pensados por muitos como os momentos de maior atividade sexual, afinal, os hormônios estão à flor da pele e temos mais energia. “No entanto, alguns outros fatores podem prejudicar a libido nessa idade. Por exemplo, o fato de a mulher ser mais fértil nessa época da vida pode torná-la mais seletiva com relação a quando fazer sexo. Na verdade, estudiosos estimam que o desejo sexual da mulher tende a aumentar conforme os anos passam, principalmente após os 30 anos, momento em que a fertilidade começa a diminuir”, destaca a médica.

30 e 40 anos: a terceira e quarta década de vida parecem ser o período em que o desejo sexual feminino está mais forte. “Esse fato pode estar relacionado a fatores como maior segurança com o próprio corpo e maior dedicação a relacionamentos, além da diminuição das chances de gravidez”, afirma a ginecologista. Estudos mostram, inclusive, que mulheres entre 27 e 45 anos têm fantasias sexuais mais frequentes e fazem mais sexo do que mulheres mais jovens ou mais velhas.

Foto: Veggiegretz/Morguefile

Gravidez: independentemente da idade em que ocorra, a gestação possui grande impacto na vida da mulher, afetando até mesmo sua libido. “O corpo da mulher e os níveis de hormônios passam por uma série de alterações ao longo da gestação. Por isso, é natural que a mulher apresente menor libido em alguns momentos e maior em outros, principalmente durante o segundo trimestre de gravidez. Além disso, algumas mulheres têm dúvidas sobre a segurança de fazer sexo na gravidez, o que, salvo em casos de risco, é perfeitamente seguro”, diz a especialista. “E as mudanças na libido não param com o nascimento do bebê, pois fatores como a amamentação e a criação também podem afetar o interesse da mulher no sexo.”

50 anos ou mais: por volta dos 50 anos, a saída dos filhos de casa e a diminuição da fertilidade podem tornar a mulher mais interessada no sexo. No entanto, um processo que ocorre naturalmente no corpo da mulher nessa época de vida pode afetar significativamente a libido: a menopausa. “A diminuição nos níveis de estrogênio que ocorre durante a menopausa pode fazer com que o desejo sexual diminua, o que ainda é intensificado devido a fatores também comuns desse período, como a diminuição da lubrificação vaginal e a atrofia da musculatura da região. Além disso, outros sintomas da menopausa, como ondas de calor, mudanças no humor e ganho de peso, também pode afetar a vontade da mulher de fazer sexo. Felizmente, nesses casos, é possível verificar com o ginecologista a possibilidade do uso medicamentos, hormônios e lubrificantes para aliviar os sintomas da menopausa e melhorar a libido”, explica Eloisa.

Mas é importante ressaltar que cada organismo é único e o processo de envelhecimento pode afetar a libido das mulheres de diferentes formas. Além disso, você deve ter em mente que não há problema algum em não sentir vontade ou necessidade de praticar relações sexuais, afinal, essa é uma decisão que cabe apenas a você. “Mas, caso a falta de libido esteja te afetando física, mental e amorosamente, o recomendado é que você consulte um ginecologista, pois apenas o médico especializado poderá diagnosticar a real causa do problema e indicar o tratamento mais adequado, que vai variar de acordo com a idade, características e histórico médico da paciente”, finaliza Eloisa.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Usuários de site de relacionamento para pessoas maduras contam o que procuram

O site de relacionamento para público maduro fez uma pesquisa com seus usuários sobre o que é mais importante em suas buscas no site e, também, sobre para onde gostariam de viajar, sozinhos e namorando, após a pandemia.

A pesquisa, direcionada para o mês dos namorados, foi dividida em duas partes. Na primeira, os usuários preencheram o que buscam no site. Cada usuário colocou em ordem de importância três itens entre seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo. Na segunda, os usuários disseram para qual estado brasileiro gostariam de viajar após o término na pandemia, em duas situações: se ainda estiverem solteiros e se já estiverem namorando: 964 homens e 1.660 mulheres responderam. Veja abaixo as respostas:

Homens: 964 respostas.
Questão:
coloque em ordem de importância três itens que você procura no site, entre as seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo.

1ª opção (mais importante):
Namoro: 44,5%
Amizade: 24%
Romance: 10,5%
Companhia: 8,5%
Sexo: 8%
Casamento: 4,5%

2ª opção:
Companhia: 33%
Amizade: 24%
Namoro: 20%
Romance: 16%
Sexo: 6%
Casamento: 1%

3ª opção:
Namoro: 25%
Companhia: 20%
Romance: 15,5%
Sexo: 17%
Amizade: 14%
Casamento: 8,5%

Mulheres: 1.660 respostas.


Questão: coloque em ordem de importância três itens que você procura no site, entre as seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo.

1ª opção (mais importante)
Namoro: 37%
Companhia: 21,5%
Amizade: 18,5%
Casamento: 18%
Romance: 5%
Sexo: 0%

2ª Opção:
Namoro: 32%
Amizade: 27%
Companhia: 21,5%
Romance: 11,5%
Sexo: 4%
Casamento: 4%

3ª. Opção:
Companhia: 23,5%
Amizade: 23,5%
Namoro: 22,5%
Casamento: 14%
Romance: 10,5%
Sexo: 6%

Homens: 964 respostas

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, sozinho, após a pandemia?

Santa Catarina: 11%
Ceará: 10%
Bahia: 9%
Minas Gerais: 9%
Rio Grande do Sul: 8,5%

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, namorando, após a pandemia?

Ceará: 15,5%
Bahia: 15%
Santa Catarina: 8%
São Paulo: 8%
Minas Gerais: 7%

Mulheres – 1.660 respostas

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, sozinha, após a pandemia?

Santa Catarina: 13%
Ceará: 12,5%
Bahia: 12%
Minas Gerais: 8,5%
São Paulo: 7,5%

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, namorando, após a pandemia?

Rio Grande do Sul: 13,5%
Santa Catarina: 13,5%
Ceará: 12,5%
Bahia: 11,5%
São Paulo: 7%

Fonte: Coroa Metade

Entenda alguns fatores que podem reduzir o desejo sexual em mulheres

Além de fatores do cotidiano, como estresse e cansaço, alterações hormonais e até mesmo doenças sérias, como a depressão, também podem causar a diminuição e perda da libido no público feminino

O sexo faz parte da rotina de qualquer casal, sendo uma das bases de um relacionamento. Mas é natural que, em alguns dias, as mulheres não sintam necessidade de praticar relações sexuais.

“A perda ou diminuição da libido, ou seja, a falta de apetite sexual é um problema muito frequente, acometendo de 15 a 35% das mulheres. O problema pode estar relacionado simplesmente à dinâmica do relacionamento e ao cotidiano, sendo causado por fatores como cansaço e estresse, o que, geralmente, é solucionado naturalmente”, explica Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU.

No entanto, o comportamento pode ser também sinal de algo mais sério. Por isso, é fundamental ficar atenta ao apetite sexual e consultar um ginecologista caso o problema se estenda por longos períodos, o que pode estar relacionado a diversas causas, que a especialista listou abaixo:

Doenças ginecológicas: algumas condições que afetam a saúde da vagina podem prejudicar a mulher não apenas fisicamente, mas também mentalmente, diminuindo então a libido. “O vaginismo, por exemplo, é uma doença geralmente causada por fatores psicológicos em que os músculos da vagina realizam contrações involuntárias que podem impedir a penetração e, consequentemente causar grande dor durante as relações sexuais, diminuindo a vontade da mulher de praticá-las”, afirma a ginecologista.

Depressão: a depressão figura entre uma das principais causas da redução da libido, pois é uma doença acompanhada de sintomas como estresse, ansiedade e baixa autoestima, fatores que contribuem diretamente para a perda do desejo sexual. “Além disso, os medicamentos antidepressivos utilizados no tratamento da condição também são responsáveis pela diminuição do apetite sexual, já que causam desequilíbrios nos níveis hormonais. Porém, nem todos os medicamentos causam esse efeito e, por isso, o acompanhamento psicológico e ginecológico é fundamental no tratamento da condição de forma a evitar impacto sobre a libido”, aconselha a especialista.

Menopausa: afetando todas as mulheres em algum momento da vida, a menopausa é um processo natural do envelhecimento que ocorre quando a quantidade de óvulos se esgota e a produção de hormônios é reduzida, causando assim uma série de alterações no organismo da mulher, como a redução da libido. “Isso porque, além da diminuição drástica na produção de testosterona e estrogênio, a menopausa também é marcada por aumento de peso, ressecamento vaginal e dor, desconforto e até sangramento durante relações sexuais, o que, consequentemente pode diminuir a vontade da mulher de fazer sexo”, diz a Dra. Eloisa.

Transtorno do desejo sexual hipoativo: existe ainda uma condição médica caracterizada justamente pela redução ou perda da libido, conhecida como transtorno ou distúrbio do desejo sexual hipoativo. “Afetando principalmente mulheres, o distúrbio do desejo sexual hipoativo é uma condição comum e de difícil diagnóstico que causa a falta persistente de desejo sexual sem que haja outras causas envolvidas. O problema pode causar sofrimento pessoal e dificuldades no relacionamento e geralmente está relacionado a questões psicológicas”, destaca a médica.

Por fim, é importante ressaltar que não há problema algum em não sentir vontade ou necessidade de praticar relações sexuais, afinal, essa é uma decisão que cabe apenas a você.

“No entanto, caso a falta de libido esteja te afetando física, mental e amorosamente, o recomendado é que você consulte um ginecologista, já que apenas ele poderá diagnosticar a real causa do problema e indicar o tratamento mais adequado, que vai variar de acordo com cada caso e pode incluir terapia de reposição hormonal, acompanhamento psicológico, substituição dos métodos contraceptivos e outros medicamentos ou simplesmente a adoção de um estilo de vida mais saudável, com uma alimentação balanceada, a prática regular de exercícios físicos e boas noites de sono”, finaliza a médica.

Fonte: Eloisa Pinheiro é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Medicamento para combater osteoporose em pacientes de alto risco de fratura chega ao mercado

Único com dupla ação, a nova terapia reverte de forma rápida e eficaz a porosidade dos ossos, evitando fraturas secundárias que geram alto índice de morbidade e mortalidade

A Amgen, uma das empresas líderes em biotecnologia no mundo, anuncia o lançamento do romosozumabe, o primeiro e único construtor ósseo com duplo mecanismo de ação: evita perda de massa óssea, ao mesmo tempo que regenera as partes já comprometidas pela doença.

Aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no final de 2020, o anticorpo monoclonal é indicado para o tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fratura ou pacientes que falharam ou são intolerantes a outra terapia de osteoporose disponível. A terapia traz a possibilidade de aumentar a densidade mineral óssea e fortalecer a estrutura esquelética do corpo humano, reduzindo significativamente o risco de fratura.

‘’Este lançamento era muito esperado e representa um grande avanço no tratamento de casos graves de osteoporose, pois embora tenhamos excelentes medicamentos disponíveis no Brasil, nenhum deles conseguia ao mesmo tempo aumentar a massa óssea e evitar a reabsorção. O remédio aumenta a densidade mineral óssea e evita a perda óssea ao mesmo tempo, fortalecendo a estrutura esquelética de forma mais rápida, reduzindo, assim, a possibilidade de novas fraturas, o que é especialmente relevante nesse momento de pandemia’’ afirma Ben-Hur Albergaria, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional de Osteoporose.

A osteoporose, conhecida por acometer principalmente idosos, é uma condição metabólica que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e aumenta o risco de fraturas. Além de idosos, mulheres em menopausa e pacientes de alto risco (com fratura prévia, histórico familiar de fratura de quadril e pacientes com quedas frequentes) também são afetados e geralmente descobrem a doença após a primeira fratura.

O lançamento do romosozumabe traz para o mercado uma possibilidade de mudar o cenário da incapacitação por fraturas, principalmente em pacientes de meia idade com fragilidade óssea por osteoporose3. O medicamento demonstrou em estudos que reduz rapidamente o risco de fratura e constrói um novo osso com 12 meses de terapia.

Apenas no Brasil, são cerca de 10 milhões de brasileiros afetados pela osteoporose – a maioria sem conhecimento até o momento da primeira fratura óssea. “As fraturas relacionadas à osteoporose representam um importante desafio e um empecilho para o envelhecimento saudável. Esse tipo de fratura, particularmente a de quadril, promove hospitalização, frequente perda da independência e necessidade de auxílio permanente para os cuidados da vida diária. O medicamento chega ao Brasil como uma importante ferramenta terapêutica para o manejo desse problema de saúde pública”, afirma o especialista.

Saiba mais sobre fraturas

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Segundo a Federação Internacional de Osteoporose, mais de 8 milhões de fraturas são causadas pela doença todos os anos no mundo. Um levantamento global da instituição mostra que em pessoas acima de 50 anos de idade, na maioria mulheres, sofrerão uma fratura por fragilidade óssea ao longo de suas vidas.

Além disso, um ano depois de uma fratura de quadril, 24% dos pacientes idosos vão a óbito. Outro estudo demonstra que 60% dos pacientes necessitam de assistência para realizar atividades como alimentar-se, vestir-se ou ir ao banheiro, e 80% precisam de ajuda em atividades como fazer compras ou dirigir.

A aprovação pelo órgão regulador foi baseada no estudo Frame, que avaliou mulheres pós menopausa que apresentam osteoporose, a redução significativa de novas fraturas vertebrais (coluna) e fraturas clínicas (sintomáticas) em 12 meses em comparação com o placebo, além do estudo ARCH, que utilizou o mesmo público, e evidenciou a indicação nos pacientes com alto risco de fratura e quando tratados com o medicamento por 12 meses, seguido por mais 12 meses com alendronato, comparado a outro grupo que tratou apenas com alendronato por 24 meses, havendo redução significativa na incidência de novas fraturas vertebrais e não-vertebrais e de quadril durante o período do estudo.

Fonte: Amgen

Sábado: Cabelegria volta ao Santana Parque Shopping para mais um dia de solidariedade

Ação reforça ao público da Zona Norte que a doação de cabelo faz mulheres e crianças voltarem a sorrir

O Santana Parque Shopping reforça seu compromisso com ações sociais e recebe mais uma vez, amanhã, 15 de maio, a ONG Cabelegria. Com o objetivo de transformar a doação de cabelos em perucas e distribuí-las a pessoas submetidas a tratamentos de câncer ou que foram diagnosticadas com outras doenças que resultam em queda de cabelo, o Banco de Peruca Móvel estaciona na entrada principal do shopping das 11h às 19h.

No local, a Cabelegria realiza cortes gratuitos, recebe doações de cabelos e também faz a distribuição de perucas. São aceitos todos os tipos de cabelo com no mínimo 15cm, podendo ser natural, com química ou tintura. Em janeiro, a iniciativa arrecadou um total de 225 doações, entre cortes realizados no local e entrega de cabelos previamente cortados.

“Nossa expectativa é sempre superar a arrecadação anterior e continuar incentivando nosso público a abraçar essa causa tão importante. Estamos felizes em contribuir com a felicidade de muitos”, afirma Marcus Borja, superintendente do Santana Parque Shopping.

Durante a ação, o empreendimento reforça todas as medidas de segurança contra a Covid-19, como o uso obrigatório de máscara, disponibilidade de álcool em gel e distanciamento social.

Santana Parque Shopping e Cabelegria
Quando: Dia 15 de maio
Horário: 11h às 19h
Local: Entrada principal do Santana Parque Shopping
Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 – Santana – SP

Informações: site ou pelo telefone: (11) 2238-3002 ou WhatsApp: (11) 96588-3226.

Incontinência urinária é um agravante para a saúde mental das mulheres

Condição afeta mais de 68% do público feminino no Brasil; 56% das entrevistadas afirmaram que o escape de urina impacta na feminilidade

Um espirro, uma tosse, esforço ao pegar peso ou até mesmo uma boa gargalhada, se em qualquer uma destas situações (ou em todas elas), acontecer escape de urina já é considerado incontinência urinária. Incontinência urinária é toda perda involuntária de urina, independentemente do tipo ou da causa do escape. É uma condição que pode acometer pessoas de todas as idades, mas principalmente mulheres a partir de 35 anos. Como mostra a pesquisa do IPEC (Inteligência e Pesquisa e Consultoria) encomendada por Bigfral, um estudo nacional com duas mil pessoas entrevistadas.

Os dados da pesquisa também revelam que as mulheres têm sua feminilidade afetada, bem-estar e psicológico por conta da condição. “Embora a incontinência urinária (IU) não traga um risco iminente à vida, suas consequências podem ser drásticas e uma grande ameaça à autoestima das mulheres, apresentando sentimentos como estresse, impaciência, depressão, ansiedade e vergonha”, explica Ana Claudia Delmaschio, psicóloga da Associação Brasileira pela Continência BC Stuart.

Público feminino

O estudo apresentou que a incontinência urinária acomete 30% da população. As mulheres formam a maioria, representando 68% das pessoas afetadas. Porém 69% dos brasileiros afirmam não saber que perda de urina, em qualquer quantidade, é considerada incontinência urinária. Dessa maneira, o número de incidência pode ser subestimado e muito mais mulheres podem sofrer com os impactos psicológicos dessa condição.

Metade dessas pessoas apresentam perda de escapes de urina por esforço, seja por pegar peso, tossir, espirrar e até mesmo rir. 20% das mulheres afirmam que a incontinência começou durante ou após a gravidez, 15% após ou durante a menopausa e 15% na terceira idade.

É frequente que mulheres portadoras de incontinência urinária se isolem socialmente e afetivamente, evitando encontros familiares e com amigos com o intuito de evitar situações constrangedoras diante de um novo episódio de perda de urina. 61% dos entrevistados entendem que as perdas urinárias têm um grande impacto na escolha da pessoa evitar sair de casa e 77% afirmam que não frequentariam locais que não houvesse banheiros próximos se tivessem IU.

“É importante lembrar que a vida profissional também pode sofrer impacto, sendo comum o relato entre as mulheres incontinentes quanto ao medo de perder o emprego em função das constantes interrupções para ir ao toalete, dificuldade de deslocamento em trechos mais longos, dificuldade em poder fazer algum esforço físico que acarrete o escape de urina”, pontua Ana Claudia.

Feminilidade X Sexualidade

56% dos entrevistados afirmaram que a condição de escape de urina impacta na feminilidade, isso pode ser notado até nas mudanças do vestuário destas mulheres, “Muitas buscam vestir-se com roupas mais largas e escuras que disfarcem o uso de fraldas e absorventes ou no caso de ficarem molhadas”, completa a psicóloga.

Sobre a sexualidade, e 19% afirmam que evitaria ter relações com seu/sua parceira (o). Além de demonstrarem mais irritabilidade, cansaço, baixa autoestima, ansiedade e depressão.

Autocuidado

“Essas mulheres que perdem urina precisam receber informações para entenderem o que acontece com elas e consequentemente quais são as possibilidades de tratamento e o que se encaixa melhor no seu caso”. A pesquisa revelou que 69% das pessoas não sabiam que qualquer perda de urina é considerada incontinência urinária. “Isso reafirma a importância de promovermos campanhas de conscientização sobre o que é, quais os tipos e como tratar as incontinências urinárias, evitando dessa forma que tantas mulheres desenvolvam quadros mais graves de IU levando-as a desencadear problemas emocionais”, pontua a médica.

Conhecimento por tratamento

Sobre o tratamento da incontinência urinária, 35% das pessoas não sabem dizer se existe algum tipo de tratamento e 51% das pessoas procuram informações na internet.

“Muitas mulheres ainda acreditam que perder urina é normal e que não há nada a ser feito para mudar essa condição, mas essa ideia é absolutamente errada, incontinência urinária tem tratamento e quanto mais cedo buscarmos ajuda maiores as chances de cura”, diz a psicóloga.

“Precisamos entender que os produtos que estão disponíveis no mercado são de extrema importância para o manejo diário do problema e certamente terão grande serventia durante o tratamento e melhora do quadro, principalmente, por serem produtos específicos que se preocupam em ter uma boa absorção deixando a mulher mais confiante e segura durante as suas atividades diárias”, completa.

Sobre Bigfral:

A Bigfral é especialista em produtos para incontinência proporcionando a segurança que você precisa para o seu dia. Sempre atenta às tecnologias mais recentes para levar inovação, oferecendo opções de lenços, absorventes, roupas íntimas e fraldas. Uma marca da empresa belga Ontex, um dos mais importantes fabricantes internacionais de soluções de higiene pessoal há mais de 35 anos, presente em mais de 110 países.

Bigfral acredita que a parte mais bonita da vida deve ser compartilhada e que ninguém deveria deixar de se sentir parte da família e comunidade que vive pela insegurança de que algo pode acontecer. Buscar especialistas e tratamento é fundamental e Bigfral é o parceiro ideal para essa jornada. Bigfral traz segurança e confiança para que pessoas com incontinência urinária possam continuar pertencendo à vida familiar, inseridos na vida da comunidade, fazendo parte dos momentos importantes da vida com quem consideram especiais

Dia da Mulher: Bullguer realiza promoção pelo delivery

Nesta segunda-feira (8), rede presenteará clientes com porção de mini donuts com recheio de doce de leite ou frutas vermelhas

Bullguer – rede de hamburguerias especializada em smashburguer – homenageará as mulheres hoje (8 de março), data em que se comemora o Dia da Mulher. Nos pedidos de um lanche + bebida + acompanhamento pelo delivery ou retirada para viagem, as clientes serão presenteadas com uma porção de seis mini donuts com recheio de doce de leite ou frutas vermelhas. Recém-lançada no cardápio Bullguer, a sobremesa é vendida por R$ 16.

Exclusivamente hoje, a oferta é válida enquanto durarem os estoques, nos pedidos pelo app Rappi e também com retirada no balcão, para mulheres, trans e cis. O Bullguer conta com cerca de 30 unidades localizadas em São Paulo, Campinas, Santo André, Tamboré, Cotia, Jundiaí, São José dos Campos, Santos, Rio de Janeiro (Ipanema), Belo Horizonte (Vila da Serra e Centro) e Brasília (Venâncio Shopping e Bloco C/410 Sul).

Para conferir a unidade Bullguer mais próxima, clique aqui.

Mês da Mulher: profissionais femininas ganham 20% menos que os homens

Projeto promove equidade de gênero e protagonismo feminino no ambiente de trabalho

Ainda que as mulheres tenham muita representatividade no mercado de trabalho, de acordo com dados do IBGE, aproximadamente 50% das mulheres brasileiras com mais de 18 anos estão trabalhando, mas 20% delas ganham menos que os homens no mesmo cargo. O estudo Panorama Mulher, elaborado pela Talenses em parceria com o Insper, mostra que em 2019 a participação feminina em cargos de liderança foi baixíssima: 26% no caso de diretorias, 23% em vice-presidência, 16% como integrantes de conselho deliberativo e apenas 13% no papel de presidentes.

Foi pensando em dar protagonismo às mulheres, por meio da autoestima adquirida com a independência financeira e afetiva, que a psicóloga, coach executive e diretora da Duomo Educação Corporativa, Mari Martins, criou o projeto Mulherar.

“Até hoje, algumas expressões de comportamentos femininos são traduzidas como fragilidade, tais como: chorar, emocionar-se, quando, na verdade, eles demonstram sensibilidade, capacidade de entrar em contato com as emoções. Nosso intuito é desmistificar essas ideias e mostrar que elas são capazes e devem ter a autoconfiança que precisam para superar os desafios da vida pessoal e profissional”, conta a especialista.

O trabalho funciona da seguinte forma: diagnóstico e preparação, palestras, workshop e estímulo à prática.

“Durante o diagnóstico, fazemos reuniões, tanto com os gestores quanto com os colaboradores, para afinar quais serão os propósitos a serem abordados. Realizo, então, a palestra Inteiras para Mulherar o Mundo, em que discutimos o cenário que elas vivem na empresa, as ameaças e obstáculos internos e externos para a ascensão feminina, além das mudanças necessárias em prol da diversidade. Já na fase do workshop, são 10 encontros que discutem temas como arquétipos do feminino, inteligência emocional, estereótipos e preconceitos. Por fim, vem o estímulo à prática, em que cada etapa leva um tempo maior para acontecer por meio de um game interativo. A verdadeira transformação está na mudança da autopercepção e fazer diferente”, explica Mari.

Com esse processo, é possível fazer o ambiente corporativo mais próspero, incorporando os melhores talentos dos homens e mulheres para gerar soluções mais criativas, ampliando a diversidade da organização para gerar alta performance e resultados desejados.

“Precisamos fazer aflorar na equipe qualidades psíquicas ligadas ao feminino que é a empatia, espírito de colaboração, afetividade e relação. O mundo precisa desse equilíbrio, avanço das tecnologias, prosperidade, mas também do trato humano mais aguçado”, afirma.

O projeto Mulherar já foi realizado com mais de 300 mulheres de diferentes empresas, com resultados importantes de autoestima, autoconfiança e mais protagonismo tanto na vida pessoal quanto no mercado de trabalho.

Informações no Instagram: Duomo Aprendizagem e Mari Martins

Dia Internacional da Mulher: descubra qual o perfume ideal para cada personalidade

Relacionar aromas às características pessoais auxilia na escolha da fragrância que mais combina com o perfil de cada mulher

Dos florais aos cítricos e amadeirados, a escolha do perfume está diretamente ligada ao perfil de cada mulher, assim como seu estado de espírito. Embora cada dia seja único e as situações que ressaltam suas principais características sejam as mais variadas, existe sempre um ponto forte na personalidade feminina que será evidenciado pelo uso da fragrância escolhida.

Mulheres sonhadoras, sensíveis e românticas tendem a preferir aromas mais adocicados como o Symbol Royal, de Marina de Bourbon, uma fragrância oriental frutal, construída em torno de acordes luminosos da flor de laranjeira e delicadas notas de peônia. Esse suave buquê floral ganha toques de ousadia com notas gourmand de framboesa e pêssego, aquecido por notas de pera asiática, patchouli e pralinê. O resultado é um perfume moderno e viciante. Preço sugerido: a partir de R$ 260,00 (30 ml).

Para as mulheres intensas e provocantes, uma fragrância que reflete muito bem essas características é o frutal gourmand Sexy, da Animale. Delicadamente harmonizado, as notas de bergamota fresca, frésia e frutas silvestres abrem a fragrância e unem-se às pétalas de flor de laranjeira, jasmim e orquídea roxa exótica, proporcionando uma sensualidade apaixonada ao coração do perfume. O patchouli caramelizado, almíscar e gotas de baunilha quente criam um fundo íntimo e duradouro ao perfume. Preço sugerido: a partir de R$ 208,00 (30 ml).

Aos perfis femininos mais sofisticados, fragrâncias da marca italiana Etro, como o Paisley, traduzem muito bem o poder e a energia dessas mulheres. Transcendendo à Mesopotâmia antiga, seu aroma é discreto, porém, caracterizado por tons sensuais em uma mistura moderna de ingredientes. A essência é construída a partir de notas de jasmim, ylang ylang e bagas vermelhas, que ganham toques de bergamota, cardamomo e folhas de groselha negra. Notas de fundo em baunilha e patchuli complementam esse oriental especiariado. Preço sugerido – 100 ml: R$ 1.144,00.

Inspirada nas eternas lendas da antiga Rota da Seda, partindo da China, rumo à Arábia, as mulheres misteriosas têm seu perfil traduzido pelo Epic Woman, da Amouage. Com a presença de notas de rosa damascena, gerânio, jasmim e chá, unidas às primeiras notas de cominho, pink bay e canela, a fragrância especiariada tem como fundo o âmbar, o almíscar, o incenso e a baunilha. Preço sugerido – 100 ml – R$ 2.572,00.

Para as mulheres mais despojadas, o Mercedes-Benz Woman é um floral oriental luxuoso e sensual. A fragrância inicia com a intensidade da gardênia do Brasil, que transplanta suas notas nas folhas de cassis, suavizadas pela polpa da pera. O coração é composto por flor de laranjeira, cujos acordes são intensificados pelo aroma cativante do jasmim. E, finalmente, o luxo de um acorde intenso e sofisticado, composto por sândalo, baunilha, almíscar e madeira cashmere prolongam a duração viciante deste bouquet gourmand. Preço sugerido – 60 ml – R$ 479,00.
   

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