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Incontinência urinária é um agravante para a saúde mental das mulheres

Condição afeta mais de 68% do público feminino no Brasil; 56% das entrevistadas afirmaram que o escape de urina impacta na feminilidade

Um espirro, uma tosse, esforço ao pegar peso ou até mesmo uma boa gargalhada, se em qualquer uma destas situações (ou em todas elas), acontecer escape de urina já é considerado incontinência urinária. Incontinência urinária é toda perda involuntária de urina, independentemente do tipo ou da causa do escape. É uma condição que pode acometer pessoas de todas as idades, mas principalmente mulheres a partir de 35 anos. Como mostra a pesquisa do IPEC (Inteligência e Pesquisa e Consultoria) encomendada por Bigfral, um estudo nacional com duas mil pessoas entrevistadas.

Os dados da pesquisa também revelam que as mulheres têm sua feminilidade afetada, bem-estar e psicológico por conta da condição. “Embora a incontinência urinária (IU) não traga um risco iminente à vida, suas consequências podem ser drásticas e uma grande ameaça à autoestima das mulheres, apresentando sentimentos como estresse, impaciência, depressão, ansiedade e vergonha”, explica Ana Claudia Delmaschio, psicóloga da Associação Brasileira pela Continência BC Stuart.

Público feminino

O estudo apresentou que a incontinência urinária acomete 30% da população. As mulheres formam a maioria, representando 68% das pessoas afetadas. Porém 69% dos brasileiros afirmam não saber que perda de urina, em qualquer quantidade, é considerada incontinência urinária. Dessa maneira, o número de incidência pode ser subestimado e muito mais mulheres podem sofrer com os impactos psicológicos dessa condição.

Metade dessas pessoas apresentam perda de escapes de urina por esforço, seja por pegar peso, tossir, espirrar e até mesmo rir. 20% das mulheres afirmam que a incontinência começou durante ou após a gravidez, 15% após ou durante a menopausa e 15% na terceira idade.

É frequente que mulheres portadoras de incontinência urinária se isolem socialmente e afetivamente, evitando encontros familiares e com amigos com o intuito de evitar situações constrangedoras diante de um novo episódio de perda de urina. 61% dos entrevistados entendem que as perdas urinárias têm um grande impacto na escolha da pessoa evitar sair de casa e 77% afirmam que não frequentariam locais que não houvesse banheiros próximos se tivessem IU.

“É importante lembrar que a vida profissional também pode sofrer impacto, sendo comum o relato entre as mulheres incontinentes quanto ao medo de perder o emprego em função das constantes interrupções para ir ao toalete, dificuldade de deslocamento em trechos mais longos, dificuldade em poder fazer algum esforço físico que acarrete o escape de urina”, pontua Ana Claudia.

Feminilidade X Sexualidade

56% dos entrevistados afirmaram que a condição de escape de urina impacta na feminilidade, isso pode ser notado até nas mudanças do vestuário destas mulheres, “Muitas buscam vestir-se com roupas mais largas e escuras que disfarcem o uso de fraldas e absorventes ou no caso de ficarem molhadas”, completa a psicóloga.

Sobre a sexualidade, e 19% afirmam que evitaria ter relações com seu/sua parceira (o). Além de demonstrarem mais irritabilidade, cansaço, baixa autoestima, ansiedade e depressão.

Autocuidado

“Essas mulheres que perdem urina precisam receber informações para entenderem o que acontece com elas e consequentemente quais são as possibilidades de tratamento e o que se encaixa melhor no seu caso”. A pesquisa revelou que 69% das pessoas não sabiam que qualquer perda de urina é considerada incontinência urinária. “Isso reafirma a importância de promovermos campanhas de conscientização sobre o que é, quais os tipos e como tratar as incontinências urinárias, evitando dessa forma que tantas mulheres desenvolvam quadros mais graves de IU levando-as a desencadear problemas emocionais”, pontua a médica.

Conhecimento por tratamento

Sobre o tratamento da incontinência urinária, 35% das pessoas não sabem dizer se existe algum tipo de tratamento e 51% das pessoas procuram informações na internet.

“Muitas mulheres ainda acreditam que perder urina é normal e que não há nada a ser feito para mudar essa condição, mas essa ideia é absolutamente errada, incontinência urinária tem tratamento e quanto mais cedo buscarmos ajuda maiores as chances de cura”, diz a psicóloga.

“Precisamos entender que os produtos que estão disponíveis no mercado são de extrema importância para o manejo diário do problema e certamente terão grande serventia durante o tratamento e melhora do quadro, principalmente, por serem produtos específicos que se preocupam em ter uma boa absorção deixando a mulher mais confiante e segura durante as suas atividades diárias”, completa.

Sobre Bigfral:

A Bigfral é especialista em produtos para incontinência proporcionando a segurança que você precisa para o seu dia. Sempre atenta às tecnologias mais recentes para levar inovação, oferecendo opções de lenços, absorventes, roupas íntimas e fraldas. Uma marca da empresa belga Ontex, um dos mais importantes fabricantes internacionais de soluções de higiene pessoal há mais de 35 anos, presente em mais de 110 países.

Bigfral acredita que a parte mais bonita da vida deve ser compartilhada e que ninguém deveria deixar de se sentir parte da família e comunidade que vive pela insegurança de que algo pode acontecer. Buscar especialistas e tratamento é fundamental e Bigfral é o parceiro ideal para essa jornada. Bigfral traz segurança e confiança para que pessoas com incontinência urinária possam continuar pertencendo à vida familiar, inseridos na vida da comunidade, fazendo parte dos momentos importantes da vida com quem consideram especiais

Dia da Mulher: Bullguer realiza promoção pelo delivery

Nesta segunda-feira (8), rede presenteará clientes com porção de mini donuts com recheio de doce de leite ou frutas vermelhas

Bullguer – rede de hamburguerias especializada em smashburguer – homenageará as mulheres hoje (8 de março), data em que se comemora o Dia da Mulher. Nos pedidos de um lanche + bebida + acompanhamento pelo delivery ou retirada para viagem, as clientes serão presenteadas com uma porção de seis mini donuts com recheio de doce de leite ou frutas vermelhas. Recém-lançada no cardápio Bullguer, a sobremesa é vendida por R$ 16.

Exclusivamente hoje, a oferta é válida enquanto durarem os estoques, nos pedidos pelo app Rappi e também com retirada no balcão, para mulheres, trans e cis. O Bullguer conta com cerca de 30 unidades localizadas em São Paulo, Campinas, Santo André, Tamboré, Cotia, Jundiaí, São José dos Campos, Santos, Rio de Janeiro (Ipanema), Belo Horizonte (Vila da Serra e Centro) e Brasília (Venâncio Shopping e Bloco C/410 Sul).

Para conferir a unidade Bullguer mais próxima, clique aqui.

Mês da Mulher: profissionais femininas ganham 20% menos que os homens

Projeto promove equidade de gênero e protagonismo feminino no ambiente de trabalho

Ainda que as mulheres tenham muita representatividade no mercado de trabalho, de acordo com dados do IBGE, aproximadamente 50% das mulheres brasileiras com mais de 18 anos estão trabalhando, mas 20% delas ganham menos que os homens no mesmo cargo. O estudo Panorama Mulher, elaborado pela Talenses em parceria com o Insper, mostra que em 2019 a participação feminina em cargos de liderança foi baixíssima: 26% no caso de diretorias, 23% em vice-presidência, 16% como integrantes de conselho deliberativo e apenas 13% no papel de presidentes.

Foi pensando em dar protagonismo às mulheres, por meio da autoestima adquirida com a independência financeira e afetiva, que a psicóloga, coach executive e diretora da Duomo Educação Corporativa, Mari Martins, criou o projeto Mulherar.

“Até hoje, algumas expressões de comportamentos femininos são traduzidas como fragilidade, tais como: chorar, emocionar-se, quando, na verdade, eles demonstram sensibilidade, capacidade de entrar em contato com as emoções. Nosso intuito é desmistificar essas ideias e mostrar que elas são capazes e devem ter a autoconfiança que precisam para superar os desafios da vida pessoal e profissional”, conta a especialista.

O trabalho funciona da seguinte forma: diagnóstico e preparação, palestras, workshop e estímulo à prática.

“Durante o diagnóstico, fazemos reuniões, tanto com os gestores quanto com os colaboradores, para afinar quais serão os propósitos a serem abordados. Realizo, então, a palestra Inteiras para Mulherar o Mundo, em que discutimos o cenário que elas vivem na empresa, as ameaças e obstáculos internos e externos para a ascensão feminina, além das mudanças necessárias em prol da diversidade. Já na fase do workshop, são 10 encontros que discutem temas como arquétipos do feminino, inteligência emocional, estereótipos e preconceitos. Por fim, vem o estímulo à prática, em que cada etapa leva um tempo maior para acontecer por meio de um game interativo. A verdadeira transformação está na mudança da autopercepção e fazer diferente”, explica Mari.

Com esse processo, é possível fazer o ambiente corporativo mais próspero, incorporando os melhores talentos dos homens e mulheres para gerar soluções mais criativas, ampliando a diversidade da organização para gerar alta performance e resultados desejados.

“Precisamos fazer aflorar na equipe qualidades psíquicas ligadas ao feminino que é a empatia, espírito de colaboração, afetividade e relação. O mundo precisa desse equilíbrio, avanço das tecnologias, prosperidade, mas também do trato humano mais aguçado”, afirma.

O projeto Mulherar já foi realizado com mais de 300 mulheres de diferentes empresas, com resultados importantes de autoestima, autoconfiança e mais protagonismo tanto na vida pessoal quanto no mercado de trabalho.

Informações no Instagram: Duomo Aprendizagem e Mari Martins

Dia Internacional da Mulher: descubra qual o perfume ideal para cada personalidade

Relacionar aromas às características pessoais auxilia na escolha da fragrância que mais combina com o perfil de cada mulher

Dos florais aos cítricos e amadeirados, a escolha do perfume está diretamente ligada ao perfil de cada mulher, assim como seu estado de espírito. Embora cada dia seja único e as situações que ressaltam suas principais características sejam as mais variadas, existe sempre um ponto forte na personalidade feminina que será evidenciado pelo uso da fragrância escolhida.

Mulheres sonhadoras, sensíveis e românticas tendem a preferir aromas mais adocicados como o Symbol Royal, de Marina de Bourbon, uma fragrância oriental frutal, construída em torno de acordes luminosos da flor de laranjeira e delicadas notas de peônia. Esse suave buquê floral ganha toques de ousadia com notas gourmand de framboesa e pêssego, aquecido por notas de pera asiática, patchouli e pralinê. O resultado é um perfume moderno e viciante. Preço sugerido: a partir de R$ 260,00 (30 ml).

Para as mulheres intensas e provocantes, uma fragrância que reflete muito bem essas características é o frutal gourmand Sexy, da Animale. Delicadamente harmonizado, as notas de bergamota fresca, frésia e frutas silvestres abrem a fragrância e unem-se às pétalas de flor de laranjeira, jasmim e orquídea roxa exótica, proporcionando uma sensualidade apaixonada ao coração do perfume. O patchouli caramelizado, almíscar e gotas de baunilha quente criam um fundo íntimo e duradouro ao perfume. Preço sugerido: a partir de R$ 208,00 (30 ml).

Aos perfis femininos mais sofisticados, fragrâncias da marca italiana Etro, como o Paisley, traduzem muito bem o poder e a energia dessas mulheres. Transcendendo à Mesopotâmia antiga, seu aroma é discreto, porém, caracterizado por tons sensuais em uma mistura moderna de ingredientes. A essência é construída a partir de notas de jasmim, ylang ylang e bagas vermelhas, que ganham toques de bergamota, cardamomo e folhas de groselha negra. Notas de fundo em baunilha e patchuli complementam esse oriental especiariado. Preço sugerido – 100 ml: R$ 1.144,00.

Inspirada nas eternas lendas da antiga Rota da Seda, partindo da China, rumo à Arábia, as mulheres misteriosas têm seu perfil traduzido pelo Epic Woman, da Amouage. Com a presença de notas de rosa damascena, gerânio, jasmim e chá, unidas às primeiras notas de cominho, pink bay e canela, a fragrância especiariada tem como fundo o âmbar, o almíscar, o incenso e a baunilha. Preço sugerido – 100 ml – R$ 2.572,00.

Para as mulheres mais despojadas, o Mercedes-Benz Woman é um floral oriental luxuoso e sensual. A fragrância inicia com a intensidade da gardênia do Brasil, que transplanta suas notas nas folhas de cassis, suavizadas pela polpa da pera. O coração é composto por flor de laranjeira, cujos acordes são intensificados pelo aroma cativante do jasmim. E, finalmente, o luxo de um acorde intenso e sofisticado, composto por sândalo, baunilha, almíscar e madeira cashmere prolongam a duração viciante deste bouquet gourmand. Preço sugerido – 60 ml – R$ 479,00.
   

Onde encontrar: Luxury Brands / Lojas Renner / Época Cosméticos

Os estigmas da mulher separada – por Daniel Lacerda*

Estamos na segunda década do Século XXI, mas percebo que ainda existem muitos tabus em relação ao divórcio, principalmente associados à uma visão de derrota, de uma relação que não deu certo. São preconceitos que persistem, especialmente no caso das mulheres; lembrando que a lei do divórcio foi promulgada em 1977.

É óbvio que quando as pessoas se casam, o intuito é manter a relação até o fim da vida. Mas entre o casamento e o fim de uma vida há muitas situações que podem mudar o rumo da história. E isso não pode ser entendido como um erro. Talvez, algumas relações se acertem exatamente quando o casal se separa; do contrário, a caminhada poderia ser, de fato, muito ruim, muito triste para ambos. É importante entender isso para não ficarmos na busca de explicar o inexplicável.

No passado – e ainda uma realidade em muitos núcleos sociais -, havia a ideia de que mulher saía de casa para o altar já com a sentença de “produto sem devolução”. As preocupações por trás dessa sentença talvez estejam relacionadas ao aspecto financeiro. O marido assumia o papel de provedor da casa. Significava dizer que a mulher, caso o casamento terminasse, é que deveria assumir as responsabilidades pelo seu próprio sustento.

Outro estigma social que ainda persiste é a ideia de que a mulher solteira, a mãe solteira, separada ou divorciada, é alguém que “não segurou o casamento”. Historicamente, a mulher separada não era bem vista, era sinônimo de leviana e, até mesmo, representava um risco para outros casamentos. Não era bem-vinda socialmente. E todos esses estigmas e preconceitos tomavam – e tomam ainda, em muitos casos – uma proporção maior quando a mulher tem filho.

É óbvio que atualmente todos esses preconceitos são bem menores ou praticamente desapareceram, dependendo do meio social que essa mulher frequenta; mas o fato é que, no geral, ainda existem e também estão por trás do sofrimento de quem se separa e não quer passar a ser vista dessa forma, como alguém que não deu certo.

Existe ainda a dificuldade da mãe solteira de seguir sua vida, mantendo suas amizades e o direito a cultivar seus hobbies e diversão. É fato que quando muitas pessoas encontram ainda hoje uma mãe se divertindo ou viajando sem o filho, a pergunta logo é: onde seu filho está? Isso porque o papel do cuidado com a criança está intrinsecamente ligado à mãe, o que certamente não acontece com o pai. A percepção ainda é de que esse papel é totalmente atribuído à mãe.

Apesar desses preconceitos estarem diminuindo com o tempo, com as conquistas femininas de autonomia e liderança no trabalho e em sociedade, esses estigmas ainda são evidentes. E são também um peso a mais em um momento tão crítico e conflitante que é o do rompimento da relação conjugal.

É importante que a mulher se liberte das amarras sociais e entenda que ser separada não significa que algo tenha dado errado em sua vida. A mulher separada, a mãe solteira, todas têm o direito de usufruir de momentos de lazer, independente de terem filho ou não; e devem seguir suas vidas sem o peso desses preconceitos. São conquistas que, certamente, farão o processo da separação e do divórcio ser encarado de forma bem mais salutar.

*Daniel Lacerda é Psicólogo Clínico, colaborador do site Idivorciei, especialista em Saúde Mental.

Canabidiol é indicado para mulheres que sentem desconforto e/ou dores durante o sexo

A sexualidade feminina é considerada um tabu em muitas famílias brasileiras, especialmente quando o tema principal é o desconforto ou a incidência de dores no sexo, mesmo considerando que, no país, 18% das mulheres sentem dor durante a relação sexual. Os dados integram um estudo realizado em dezembro de 2019 pelo Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex), da Faculdade de Medicina de São Paulo.

“Esse índice aumenta quando falamos de dor ou desconforto não só durante, mas também após o sexo – em todo o mundo, estima-se de 60% das mulheres já viveram este episódio”, diz Ailane Araújo, médica especializada e que é referência em cannabis medicinal, além de diretora do Centro Brasileiro de Referência em Medicina Canabinóide (CBRMC), o primeiro do Brasil, localizado em São Paulo.

Em que pese a necessidade de uma avaliação clínica completa, com a realização de exame físico ginecológico e conhecimento da história clínica da paciente, o que permitirá encontrar a causa da dor, que pode ter uma série de origens (emocionais ou físicas), um tratamento vem despontando como alternativa: o uso do canabidiol, ou CBD na forma de gel vaginal.

Para ter acesso ao produto (que não é disponibilizado para livre comercialização no Brasil) e, consequentemente, ao tratamento, a mulher precisa estar acompanhada por um médico que fará a prescrição adequada. A partir daí, é preciso fazer um cadastro no site do Governo Federal e dar início ao processo de envio de documentos, indicação do produto e empresa importadora. “Este processo já foi muito mais burocrático e demorado. Hoje, considerando a prescrição, em aproximadamente 20 dias é possível ter o produto em casa e iniciar o tratamento”, diz Ailane.

A especialista explica que o produto se conecta a receptores de corpo presentes em vários órgãos. No caso da dor ele provoca uma dessensibilização nos canais de dor, aumentando o limiar de dor, sem diminuir a sensibilidade, o que leva ao aumento da lubrificação natural e da excitação, gerando um relaxamento muscular e tornando a região mais sensível ao toque, além da redução do incômodo na região antes ou durante o sexo.

“Ele age como anti-inflamatório – e muitas patologias são de origens inflamatórias -, além de auxiliar na redução da ansiedade e melhorar também a libido”, destaca a médica, reforçando que é este também é um dos grandes diferenciais em relação aos tratamentos usuais. “O uso de ansiolíticos impacta diretamente na libido feminina”, diz.

“Cannabis medicinal não é maconha”

A afirmação que soa quase como um mantra na voz da médica, uma das primeiras e principais prescritoras da cannabis medicinal no Brasil, é um alerta para a necessidade de aumento da informação na sociedade. “Hoje, temos resultados efetivos e melhora na qualidade de vida de pacientes que tratam de patologias como Alzheimer, epilepsia, Parkinson, esquizofrenia, dores crônicas, ansiedade, depressão e até câncer. O CBD, princípio ativo do canabidiol, não pode ser confundido com o uso recreativo da cannabis”, explica.

Geralmente vendido na forma de um óleo extraído da planta, o canabidiol também está disponível em outras apresentações de uso fora do Brasil que incluem gel, creme, vaporização, aplicação por supositórios entre outros – no caso do Brasil, temos algumas restrições ainda para uso quanto a apresentação do produto e precisa ter sua importação aprovada individualmente pela Anvisa. A médica reforça que o uso do canabidiol também está diretamente ligado ao processo de investigação do motivo e da escala da dor, o que dará a recomendação para o tratamento adequado.

Causas mais comuns da dor no sexo

Mesmo sabendo que a dor durante a relação sexual pode ter sua origem em causas psicológicas, de acordo coma médica, entre as causas físicas mais comuns estão a doença inflamatória pélvica (geralmente ocasionada por uma doença sexualmente transmissível como gonorreia ou clamídia); a menopausa (que pode ocasionar o ressecamento e a atrofia vaginal); a vulvodinia (irritação crônica da vulva que pode ser desencadeada por alterações hormonais ou por uma infecção ou inflamação); o vaginismo (contração involuntária da musculatura pélvica); o líquen (doença dermatológica que também tem como efeito o ressecamento vaginal) e a endometriose.

“A cannabis medicinal é uma opção terapêutica desejável e pode ser considerada, além de um complemento, um redutor da carga dos sintomas, atuando na causa. Ou seja, trata-se de uma abordagem sistêmica que promove a qualidade de vida dos pacientes”, finaliza Ailane.

Fonte: Centro Brasileiro de Referência em Medicina Canabinóide (CBRMC)

Bio-Oil apresenta gel hidratante para pele seca

Com tecnologia pioneira para o cuidado das peles secas: é feito de óleo, textura em gel, e fórmula 100% ativa com apenas 3% de água e óleos altamente hidratantes

A Bio-Oil, já conhecida no mercado pela excelência dos óleos para estrias e cicatrizes na pele, apresenta o hidratante Gel para Pele Seca específico para combater peles secas, ressecadas e quebradiças.

São diversos fatores internos e externos que tornam a pele seca como, por exemplo, pacientes diabéticos, desequilíbrio hormonal e temperaturas muito quentes ou muito frias. Com uma tecnologia pioneira que cria uma película protetora na pele capaz de resistir à perda de umidade e restaurar a pele para o seu estado de hidratação ideal. O Gel para a Pele Seca de Bio-Oil possui um formato inovador de hidratante em gel, que substitui o alto percentual de água comum a cremes hidratantes por óleos e manteigas.

Enquanto outros cremes e loções contêm cerca de 70% de água, que evapora com facilidade, o Gel de Bio-Oil possui apenas 3%. O restante da formulação é composta por óleos, manteigas e umectantes, que hidratam profundamente e permanecem na pele. Com isso, a fórmula se torna 100% ativa. Ou seja, 100% do produto aplicado tem potencial para hidratação. Entre os ingredientes estão a Manteiga de Karité, Ureia, Vitamina B3 e o Ácido Hialurônico. E devido a essa fórmula também, o produto tem um rendimento acima do restante da categoria, basta uma pequena quantidade de produto para hidratar uma região inteira.

Para comprovar sua eficácia, o Gel hidratante de Bio-Oil foi testado em estudos clínicos e teve resultados muito positivos. Dentre os pesquisados, 82% disseram que o produto melhorou significativamente a pele após dois dias de uso e depois de duas semanas, o produto melhorou 100% a pele do corpo.

O Gel para Pele Seca de Bio-Oil, coleciona diversos prêmios em sua categoria pela qualidade e pioneirismo: produto do ano na Itália, Espanha, Reino Unido e França em 2020 e vencedor da categoria produto com melhor Inovação na China, Emirados Árabes e Croácia. O produto é encontrado em três tamanhos: 50ml, 100ml e 200ml.

Informações: Instagram

Consumo de bebidas alcoólicas cresce entre as mulheres

O corpo leva de 1 a 3 horas para metabolizar uma dose de álcool no organismo

O consumo de bebidas alcoólicas entre as mulheres tem se tornado cada vez mais frequente. Segundo dados levantados pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) revela que 17% das mulheres com mais de 18 anos de idade, consumiram bebidas alcoólicas uma vez ou mais por semana em 2019. O estudo foi realizado com base no estado de saúde, estilo de vida, saúde bucal e doenças crônicas destas pessoas.

Foto:edmontonfetalalcoholnetworkorg

Para Alfredo Almeida Pina Oliveira, especialista em práticas de promoção da saúde e coordenador do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Enfermagem da Universidade UNG, apesar do consumo do álcool ser muito comum, existem problemas que podem ser reduzidos ou evitados. Os riscos dependem de diversos fatores como a quantidade de álcool consumida, padrão de consumo, vulnerabilidade (genética, psicológica, social), presença de doenças prévias ou uso de medicamentos, outros hábitos de saúde, entre outros.

“Sabe-se que o consumo nocivo do álcool está fortemente relacionado com cerca de 200 tipos de doenças, lesões resultantes de violência e acidentes de trânsito e morte”, explica.

Os principais problemas de saúde associados ao álcool são: transtornos por uso do álcool, suicídios, violência doméstica, lesões no trânsito, epilepsia, cirrose hepática, câncer (boca, esôfago, intestino, mama), pancreatite, tuberculose e hipertensão (pressão alta).

Algumas doenças são totalmente atribuíveis ao álcool, como por exemplo, a síndrome de dependência do álcool, enquanto outras têm uma grande parcela atribuível ao álcool, como é o caso da cirrose (em 48% de todos os casos de cirrose estima-se que a causa seja o consumo de álcool). No caso de lesões no trânsito, câncer de boca e pancreatite, mais de 25% dos casos são atribuíveis ao álcool.

“O consumo de álcool causa prejuízos não apenas à saúde de quem bebe, mas também de seus familiares. Problemas de relacionamento, violência, negligência, gastos e perda de patrimônio e da sociedade como um todo, acidentes de trânsito, prisão e redução da produtividade no trabalho”, disse o especialista.

O corpo leva de 1 a 3 horas para metabolizar uma dose de álcool, o tempo é maior em pessoas que apresentam uma menor quantidade de enzimas ou menor quantidade de água no organismo. Por exemplo, mulheres e indivíduos que apresentam alguns problemas de saúde ou fazem uso de determinados medicamentos.

O álcool é processado no organismo mais lentamente do que é absorvido, de modo que além da quantidade total de álcool é importante controlar a velocidade e a forma do consumo. O beber pesado episódico (BPE), também conhecido pelo seu termo em inglês como “bingedrinking”, corresponde à ingestão de quatro doses ou mais em pelo menos uma ocasião no último mês, pode aumentar o impacto negativo do álcool nos órgãos e sistemas.

Fonte: Universidade UNG

Dermatologista lista cinco cuidados essenciais com a pele negra

Com textura oleosa no rosto e mais ressecada nas outras partes do corpo, a pele negra tem características marcantes. Pela facilidade de produção de melanina, por exemplo, ela mancha com facilidade por qualquer ponto inflamatório. Acne, arranhões e picadas de insetos podem pigmentar mais nesse tipo de pele.

Justamente por apresentar essas propriedades, a dermatologista Gina Matzenbacher, da Clínica Leger, aconselha evitar qualquer tipo de atrito e hiperpigmentação: “Não manipule lesões, tente não coçar picadas de mosquito e nem espremer espinhas para evitar deixar a pele marcada. Além disso, procure manter a hidratação do corpo, e no rosto tenha cuidado com substâncias muito cremosas porque elas podem provocar acne”.

Com tantos produtos disponíveis no mercado, como escolher uma rotina de skincare para esse tipo de pele? A dermatologista Gina Matzenbacher responde a seguir as cinco principais dúvidas sobre o tema. Confira:

Como deve ser a rotina de skincare da pele negra?

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Pela manhã, a dermatologista sugere lavar o rosto com um sabonete adequado para este tipo de pele. Se ela for oleosa, vale a pena apostar em um de controle de oleosidade suave. Na sequência, use um tônico matificante. Caso saia de casa, não se esqueça de usar filtro solar fluído, para que a pele não fique esbranquiçada, ou um filtro solar com cor, se for do agrado da pessoa. Para o skincare noturno, a sugestão é o uso de algum ácido para renovação celular. Caso a pele fique muito irritada, inclua um hidratante nessa rotina e alterne com o ácido. “Vale destacar a importância de consultar um dermatologista para avaliar o seu tipo de pele. Como mencionei, é mais comum peles negras serem oleosas, mas também existem as ressecadas e, se for esse o seu caso, será necessário inverter todos esses cuidados. Por isso, a avaliação do dermatologista é fundamental”, afirma Gina.

Pele negra também precisa de protetor solar?

Sim. Filtro solar é indispensável. Nesse caso, há menor chance de queimadura solar, mas maior propensão a manchas, melasmas e hiperpigmentação pós-inflamatória.

Como clarear as manchas na pele negra?

“Podemos realizar tratamentos com clareadores, mas devemos ter muito cuidado com a Hidroquinona – um agente despigmentante eficiente, mas que quando manipulado de forma errada, pode clarear muito a pele. Apesar de ser um medicamento de venda livre, devemos tratar sob os cuidados de um médico, já que pode provocar lesões semelhantes ao vitiligo ou ocronose, que é o escurecimento acinzentado da pele”, diz a dermatologista. Além disso, ela lembra que existem outros protocolos clareadores, como o glicólico, o ácido mandélico, o ácido salicílico, a vitamina C e o ácido azelaico. O importante é não deixar de usar o filtro solar pela manhã para não pigmentar essas lesões.

Quais são os ativos indicados para cuidar da pele negra?

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Os mesmos que usamos nas peles branca e amarela. Há o ácido glicólico, o ácido lático, o ácido mandélico, o ácido ferrúlico, todos os agentes matificantes, a nicotinamida, o ácido retinóico, o retinol. Nos hidratantes, temos o ácido lático, a ureia, o ácido hialurônico. O único que devemos ter mais cuidado, como já foi mencionado, é a hidroquinona.

A pele negra também fica ressecada?

“Sim. Por isso, temos que manter a hidratação, especialmente nas áreas do joelho para baixo, que é a região mais seca do corpo. Quando o ressecamento acomete, é importante combatê-lo com o produto adequado, que evite o surgimento da acne”, finaliza a médica.

Fonte: Clínica Leger

Avon estuda diversidade cromática da pele brasileira e amplia portfólio para peles negras

Estudo realizado pelo Centro Global de Inovação da marca, em colaboração com a maquiadora Daniele Damata, traz mudança na indústria internacional de maquiagem

Embasado em um trabalho colaborativo com a maquiadora Daniele Damata surge uma nova visão e abordagem sobre como são criadas as cores para maquiagem na Avon. O processo é resultado de uma conduta humanizada e empática, que foi inspirado pelas mulheres pretas e pardas do Brasil. O mapeamento das particularidades do subtom da pele delas impulsionou a transformação da paleta de cores da marca em um portfólio colaborativo de peles.

Daniele DaMata – Avon

Desde 2013, a Avon estuda a diversidade global e já investigou os tons de pele de seis países, incluindo o Brasil. Como resultado desse trabalho, a companhia construiu uma estratégia de tonalidades mais diversificada de um ponto de vista internacional, mas identificou que o país, em particular, precisava de mais opções de cores voltados ao público negro. Em novembro de 2019, a cientista Candice Deleo-Novack, chefe de desenvolvimento de produtos para olhos, rosto e design técnico de produtos da Avon, nos Estados Unidos, e a maquiadora expert em beleza negra Daniele Da Mata, iniciaram uma parceria para desenvolver uma paleta inteligente e diversa para a marca.

O desfecho foi o desenvolvimento de sete novas cores de bases par todas as nossas linhas, além de novos tons para po compacto, corretivo e blush, que atendem os tons de pele médio a médio-escuro e traz uma diretriz inédita em termos de tecnologia e inovação para criar as cores para maquiagens na Avon. Os novos tons chegam ao mercado com produtos que levam as cores da vida real para as fórmulas.

“Queremos ter certeza de que estamos cobrindo o maior número possível de mulheres com cada uma de nossas cores. Então, o que fizemos foi realmente incorporar essa mentalidade aos novos tons que selecionamos para abranger o maior número possível de mulheres. Também levamos em conta que, a cada bebê que nasce, surge também uma nova cor de base, pois cada cor de pele é única. Nós da Avon, como empresa de beleza, queremos ter certeza de que estamos conversando constante e consistentemente com as mulheres em todos os nossos mercados”, explica a cientista, Candice Deleo-Novack.

“A Candice veio dos Estados Unidos para o Brasil aberta a entender a diversidade cromática das peles negras brasileiras e, juntas, vimos pessoalmente como muitas das modelos selecionadas para os testes não encontravam bases ideais para suas peles. Foi daí que nasceu a ideia de criarmos tonalidades de pessoas e não tonalidades de bases. Isto é, criamos cores representando peles reais e quebramos a lógica das fórmulas padronizadas de proporções e pigmentos. Utilizamos pessoas reais, que antes eram invisibilizadas, como nossa grande inspiração e a Candice levou essa experiência para o laboratório”, explica Da Mata

Como uma empresa global, nos dá muito orgulho ver o Brasil liderando esse movimento de mudança dentro da companhia. Aprendemos uma nova forma de criar proporções de pigmentos com as mulheres brasileiras e isso se compara ao processo de, por exemplo, lançar uma coleção de alta costura, com roupas personalizadas para essas mulheres e suas características únicas e especiais. E foi esse trabalho sob medida que resultou em novas cores e em uma forma muito mais humana de desenvolvimento em laboratório”, complementa a cientista Candice Deleo-Novack.

Novo portfólio: traduzindo as descobertas em alta tecnologia

Todos os ensinamentos coletados no Brasil foram levados para os laboratórios da Avon em Suffern. No Centro de Inovação, uma equipe de cientistas, engenheiros e especialistas em beleza trabalhou usando alta tecnologia para fornecer soluções novas e resolver os desafios de criar uma paleta de cores de maquiagem que atenda todos os tons de pele brasileiros, em todos os produtos.

“Foram oito meses de trabalho utilizando os aprendizados coletados no país em abordagens qualitativas e quantitativas para descobrir percepções, tensões e necessidades não atendidas da consumidora brasileira. Essa longa jornada culminou na nova paleta de cores para pós, bases e corretivos da Avon, que será lançada em novembro de 2020 primeiro nas bases Power Stay e base compacta, com cores da vida real levadas para as fórmulas. A paleta também será aplicada em todas as linhas da Avon até 2021”, explica Juliana Barros, diretora de marketing da categoria de maquiagem da Avon.

Até o final deste ano, serão lançados 28 itens de maquiagem elaborados com as novas cores para a pele preta e parda brasileira: 7 tons da base compacta e base líquida Power Stay (totalizando 12 tons para pele negra), 10 tons de corretivo Power Stay, sendo 6 para pele preta, 2 tons de pó (compactos e refis) totalizando 4 para pele negra, 1 tons de blush totalizando 4 tons para pele negra, e 1 iluminador em Gotas Cobre. E, em 2021, já são previstos 25 itens com a nova gama de cores. Além disso, todos produtos de pele ganharão novos nomes, excluindo referência alimentares. Cada item será sinalizado pelo seu tom e subtom em uma combinação de letras e números. O número refere-se ao tom e a letra ao subtom: “F” (frio), “N” (neutro) e “Q” (quente).

Pesquisa nacional: como a mulher brasileira quer a maquiagem

Para o lançamento e readequação do novo portfólio de maquiagem, a Avon ainda realizou, em parceria com a Grimpa, uma pesquisa inédita que ouviu 1.000 mulheres pretas e pardas, de norte a sul do país, entre 18 e 60 anos, de todas as classes sociais, para traçar um cenário atual da sua representatividade na indústria de beleza, especificamente para base, pó e corretivo – que estão intimamente ligados ao tom de pele.

Os dados foram utilizados pela Avon para elaborar o planejamento e compreender quais eram as necessidades das consumidoras brasileiras. O principal insight mostrou que quase 70% não estão totalmente satisfeitas com as opções de produtos específicos para seu tipo de pele. Os números inéditos revelam ainda que:

46% disseram que o principal motivo de desistirem da compra de uma base, pó ou corretivo é não encontrar o tom compatível com a sua pele.
57% dizem que compram ou já tiveram que comprar mais de um tom de base porque simplesmente não encontram um produto adequado à sua cor– tendo assim que gastar mais, personalizando a maquiagem.
20% apenas das mulheres negras sabem qual é o seu subtom.
95% gostariam de saber mais sobre o subtom quando compram base, pó e corretivo.
Cerca de 70% gostariam que as vendedoras de maquiagem entendessem melhor a pele negra/parda.

Transformação além do portfólio: Avon firma compromisso antirracista

Essa transformação no portfólio da Avon não ficará apenas no segmento de maquiagem. A empresa está fomentando um grande movimento interno de lideranças negras que traz o compromisso de reparar injustiças históricas dentro da companhia, com importantes metas, entre elas: aumento da diversidade dos níveis de gestão, equidade de gênero com mulheres na liderança, acesso ao salário digno individual a 100% de funcionários, comunidades comerciais de biodiversidade e força de vendas.

Esse pacto antirracista e pela diversidade busca amplificar e dar continuidade às iniciativas que a empresa vem desenvolvendo principalmente nos últimos cinco anos: em 2015, a Avon iniciou proativamente seu programa de diversidade, chamado Rede Pela Diversidade, e desde então vem ampliando ações neste sentido, como o selo Pró-Equidade, a criação da Célula Raça, a adesão à Coalizão Empresarial pela Igualdade Racial, o programa de desenvolvimento de profissionais negros e as metas de inserção deles nos processos de seleção – todos realizados entre 2015 e 2020.

Todos os produtos Avon podem ser adquiridos por meio das revendedoras Avon ou pelo e-commerce. SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.