Arquivo da categoria: Mulheres

Produtos Mahogany que potencializam a vitalidade feminina

Opções da marca proporcionam glamour, plenitude e muita sofisticação

Mahogany aposta no poder da sofisticação para potencializar a vitalidade feminina. Por isso, apresenta uma série de produtos para as mulheres que não abrem mão da exuberância, glamour e plenitude.

Como a linha Chardonnay, que traduz a nobreza dos vinhos aromáticos em uma essência harmoniosa e elegante, marcada pela saída refrescante da laranja e bergamota, enquanto a baunilha e o cedro se encarregam de esquentar a composição, tornando-a assim, uma essência irresistível e perfeita para perfumar o corpo inteiro.

Chardonnay Fragrância Desodorante Corporal 250ml – R$ 99,90


Pirâmide Olfativa
Notas de saída: citrus, laranja, bergamota
Notas de corpo: floral, cyclamen, ylang-ylang, jasmim, pau-rosa
Notas de fundo: musk, bálsamo, madeira, baunilha, cedro

Chardonnay Óleo em Creme Desodorante Corporal 200ml – R$ 42,90


Possui alto poder de hidratação, promovendo nutrição intensa à pele ressecada devido ao seu alto teor de óleos vegetais presentes na formulação. Com ceramidas e extrato de uvas Chardonnay, realça a barreira de proteção da pele, além de uma sofisticada perfumação. Óleo livre de parabenos. Com notas frutadas e florais, a linha Glam é inspirada no glamour da vida noturna das grandes cidades e na audácia de quem sempre procura ir adiante, ou seja, é perfeita para quem tem espírito livre e irreverente e que busca uma assinatura olfativa sofisticada com um toque de ousadia.

Glam Fragrância Desodorante Corporal 100ml – R$ 179,00

Pirâmide Olfativa
Notas de saída: frésia, pera, toranja, pimenta rosa
Notas de corpo: tuberosa, flor de laranjeira, rosa turca, jasmim, noz-moscada
Notas de fundo: sândalo, cedro, musk branco, avelã, flor de íris, baunilha, musk

Glam Hidratante Desodorante Corporal 300ml – R$ 58,90


Revela a mesma essência sofisticada da linha Glam e estende a perfumação floral por todo o corpo, com toque suave, fácil espalhabilidade e rápida absorção.

Para finalizar, Rosewood é a assinatura olfativa da mulher cativante, que revela pouco a pouco sua feminilidade com uma essência delicada e sofisticada que encanta a todos ao seu redor.

Rosewood Fragrância Desodorante Corporal 100ml – R$ 129,00


Pirâmide Olfativa
Notas de saída: limão, mandarina, pimenta preta
Notas de corpo: ciclâmen, íris, jasmim, coriandro, folhas de cedro
Notas de fundo: sândalo, vetiver, patchouli, musk, baunilha

Os produtos podem ser encontrados nas lojas da marca, no e-commerce e também por meio de consultoras de venda direta.

Curseria e Kyra Gracie lançam curso de defesa pessoal para mulheres

Dividido em dez aulas, conteúdo reúne ensinamentos da lutadora de jiu-jitsu para ajudar as mulheres a se defender de agressões físicas

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra, a cada quatro minutos, pelo menos um caso de agressão cometida por homens contra mulheres. Em 2018, foram registrados mais de 145 mil casos de violência física, sexual ou psicológica. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, só no estado de São Paulo, os atendimentos da Polícia Militar a mulheres vítimas de violência física aumentaram 44,9%.

A quantidade de feminicídios também subiu no estado para 46,2%. Diante desse cenário, Kyra Gracie, lutadora de Jiu-Jitsu e oito vezes campeã mundial, lança o curso “Defesa Pessoal para Mulheres” na plataforma online Curseria, com a proposta de ensinar maneiras de se proteger ante a situações de risco que possam surgir no dia a dia.

Criado por mulheres e para mulheres, o programa trará dez aulas com cerca de trinta minutos cada. Todas adaptadas para pessoas de qualquer idade e biotipo, não havendo necessidade de experiência prévia para praticarem os exercícios. Kyra conduzirá suas alunas a identificarem e desenvolverem ao máximo seu potencial, capacitando-as para que possam se defender em situações de ameaça.

Os exercícios oferecidos pretendem intensificar a potência corporal através de técnicas de defesa pessoal e simulações práticas. “O curso nasceu por conta do crescimento de agressões contra a mulher no Brasil. Queremos contribuir com a sociedade para que esse número diminua e que por meio desses ensinamentos, possamos ser um caminho para ajudarmos essas mulheres. Percebi que podia oferecer essas informações e condições para que toda e qualquer mulher possa se defender e se proteger”, conta Kyra.

Criado para garantir a integridade e o bem-estar da mulher em situações de risco mais comuns, durante as aulas, as alunas passam por simulações de possíveis agressões e junto com a Kyra, aprenderem os métodos para se defender em momentos como esses. “Estar preparado para se defender inclui saber como reagir e quando não reagir. Nós queremos ensinar como elas podem garantir sua segurança”, conclui Gracie.

“Para a equipe da Curseria, o Defesa Pessoal para Mulheres com a Kyra é mais do que criar um conteúdo de qualidade e poder ensinar a todas as mulheres um meio de defesa. É um compromisso da nossa equipe de contribuir com a mudança de um panorama tão devastador, que é a violência contra a mulher”, conta Mariana Nacarato, COO da Curseria.

A plataforma se destaca por oferecer cursos online que, além de contarem com grandes nomes nacionais como professores, abordam processos, técnicas e filosofias diversas que possibilitam a transformação de carreira e a ampliação do conhecimento. Muito além do que já se conhece em EAD, a plataforma de conhecimento pode expandir o ensino a um público ilimitado, com a flexibilidade do acesso e a possibilidade de aproximar seus alunos a profissionais renomados que, ali, se tornam professores.

Informações e valores: Curseria

 

Dia da Cerveja: mulheres estão cada vez mais conquistando espaço no meio cervejeiro

A data é comemorada sempre na primeira sexta-feira de agosto, e apesar da cerveja estar sempre ligada ao universo masculino, desde os primórdios da bebida elas sempre tiveram participação em sua história

Em 2007, em Santa Cruz, na Califórnia, foi criado o Dia Internacional da Cerveja, comemorado sempre na primeira sexta-feira de agosto, com o objetivo de saborear a bebida e celebrar as cervejarias ao redor do mundo. Apesar de muita gente ainda associar o universo masculino ao hábito de tomar cerveja, as mulheres sempre tiveram participação ativa na cena cervejeira desde os primórdios da bebida.

Com relação à história da cerveja, sua produção teve início por volta de 4.000 a.C., e as responsáveis foram as mulheres da Suméria, que as produziam e comercializavam enquanto os homens saíam para caçar. Além disso, os sumérios também tinham uma deusa que representava a bebida, chamada Ninkasi.

Outra deusa também contribuiu para a história: Ceres é conhecida como a deusa dos cereais, daí a origem do nome cerveja. “Por volta de 1.800 a.C., foi escrito um poema chamado Hino para Ninkasi, que era a primeira receita de uma cerveja, cuja fórmula contém ervas e grãos variados”, explica Camila Nassar, técnica de produção da cervejaria Berggren.

Cervejeira por acaso

camila nassar

Natural de Itajubá, sul de Minas Gerais, Camila tem 32 anos e seu interesse pela produção de cerveja foi por acaso. “Estava procurando estágio obrigatório e qualquer lugar que abria uma vaga para engenharia, eu mandava meu currículo. Foi aí que surgiu a vaga de estágio em uma empresa do ramo cervejeiro, sendo que no assunto de cerveja eu só sabia beber e fazer balanço de massa em grandes equipamentos, confesso que nem sabia que dava para fazer cerveja em casa”, diz ela.

No mesmo ano ela começou a estudar sobre insumos (lúpulo, fermento, malte) e ler livros para cervejeiros caseiros. Em pouco tempo ela já comprou seus equipamentos para começar a fazer cerveja em casa e pôr em prática toda a teoria que acumulara. Apesar de ter aprendido muito com esse estágio, ela diz que vivenciou alguns episódios de preconceito.

“Em 2016 eu já era gerente de uma loja de cervejas de Campinas e, apesar de entender bastante sobre o assunto, muitos clientes gostavam de tirar dúvidas com um dos atendentes homens, porém, esses últimos sempre acabavam recorrendo a mim, o que deixava os clientes sem graça quando presenciavam tal cena.”, ressalta Camila.

Profissão que virou hobby

mulheres bebendo cerveja
Foto: Shutterstock

Já em 2018, ela começou a trabalhar em um pequeno brewpub em Sousas (Campinas), fazendo de tudo, desde a parte de entrega de Barril e montagem da chopeira para o cliente até a produção (brasagem). Em 2019, ela continuou sua trajetória na cervejaria Berggren, no laboratório, cuidando da qualidade de todo o processo. Posteriormente, ela foi para o setor de produção de cerveja. “Aqui foi onde menos sofri preconceito por ser mulher. Talvez pelo detalhe de não trabalhar diretamente com o público como nas outras empresas”, explica.

Hoje ela se diz realizada na profissão e que o trabalho se tornou um hobby, tanto que em alguns finais de semana ela fica em casa criando receitas e produzindo. “Trabalhar hoje com a marca é um sonho realizado, pois minha trajetória não foi fácil, tive sempre que provar que era capaz, estudar e mostrar meu potencial, mas creio que se eu fosse um homem tudo isso seria mais fácil”, finaliza Camila.

Fonte: Berggren

 

Linha Make Me Fever Mahogany: para potencializar a feminilidade

Disponível em diversas versões, produtos combinam elegância e sofisticação

A Mahogany reconhece a importância da mulher cuidar de si e buscar alternativas que potencializem a feminilidade. Por isso, a marca especializada em produzir e comercializar cosméticos de alto padrão, indica alguns itens da sua linha de maior sucesso: a Make Me Fever.

Desenvolvida para aquelas que priorizam sofisticação e autenticidade, os produtos da linha Make Me Fever Blue são os mais indicados, como o Hidratante Desodorante Corporal, que promove uma hidratação intensa e de rápida absorção, assegurando um toque suave e macio à pele.

Além, é claro, da Fragrância Desodorante, que possui essência floral graças aos seus componentes como Bergamota, Flor de Laranjeira e Sândalo, responsáveis por promover horas de perfumação delicada, porém intensa, sendo indicada tanto para o dia, quanto para a noite.

Já para as mulheres que buscam delicadeza e elegância, a aposta da marca são os itens da linha Make Me Fever Rose. Com uma ação hidratante intensa, o Sabonete em barra, garante uma higienização eficaz, ao mesmo tempo que mantém a pele nutrida e macia, principalmente diante do cenário atual, onde lavar as mãos regularmente se faz ainda mais necessário.

Para completar, o Hidratante Desodorante Corporal tem textura leve que envolve o corpo todo, deixando na pele um toque sedoso e delicadamente perfumado, que se deve ao extrato de rosas presente em sua composição.

“Os itens Make Me Fever foram pensados para atender às diversas necessidades das mulheres. Por isso, buscamos trazer em todos os itens dessa linha, cosméticos que cuidem não somente da saúde corporal, mas também, fragrâncias que potencializem, ainda mais, a sensualidade e delicadeza do universo feminino”, afirma Brian Drummond, Head de Marketing da Mahogany.

A seguir, confira alguns itens exclusivos da marca:

Make Me Fever Blue Fragrância Desodorante Corporal 100ml – R$ 179,00

make me fever blue
Pirâmide Olfativa
Notas de Saída: bergamota e mandarina
Notas de Corpo: gengibre, jasmim, flor de laranjeira, tuberosa e magnólia
Notas de Fundo: patchouli, sândalo, âmbar e baunilha

Make Me Fever Blue Hidratante Desodorante Corporal 350ml – R$ 58,90

hidratante
O hidratante desodorante corporal revela a mesma essência sofisticada da linha Make me Fever Blue e estende a sua perfumação por todo o corpo com um toque suave e rápida absorção.

Sabonete em Barra Make Me Fever Rose 160g – R$ 19,90

sabonete
Sabonete esculpido com pétalas na face principal, com base hidratante e fórmula exclusiva que promove uma deliciosa sensação ao tocar a pele.

Fragrância Desodorante Corporal Make Me Fever Rose 100ml – R$ 179,00

make me feve rose
Pirâmide Olfativa
Notas de Saída: mandarina, bergamota e maracujá
Notas de Corpo: jasmim, folhas de violeta, lírios do vale, frésia, rosas e neroli
Notas de Fundo: musgo de carvalho, cedro, patchouli, sândalo, âmbar e musk

Onde encontrar: em lojas da marca, no e-commerce e também por meio de consultoras de venda direta.

Obesidade é uma das principais causas de depressão entre mulheres durante quarentena

Thais Mugani criou método para ajudar pessoas durante a quarentena a recuperar a autoestima e combater a obesidade, que é uma das principais causas de depressão entre mulheres segundo os mais recentes estudos

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é definida como uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afetar a saúde. De acordo com um estudo feito pela USF Briosa, a obesidade e a depressão em mulheres tem uma relação muito forte. Foram ouvidas e acompanhadas 5.700 pessoas, sendo 62% mulheres, e 19% eram obesas. Entre elas, 30% sofriam com sintomas de depressão.

obesidade mulher

Em nível psicológico, diversos especialistas concordam que a alteração da imagem corporal resultante do aumento de peso poderá provocar uma desvalorização da autoimagem e do autoconceito, no obeso, diminuindo a autoestima. Em consequência, poderão surgir sintomas depressivos e ansiosos, uma diminuição da sensação de bem-estar e um aumento da sensação de inadequação social, com uma consequente degradação da relação interpessoal. Mas como combater a obesidade e recuperar o controle do corpo e da mente?

A especialista em estética e empreendedora Thais Mugani, CEO da Slimcenter, ressalta que a pesquisa veio mais uma vez confirmar algo que já se sabia pela experiência em consultório.

“A obesidade não tem apenas a ver com balanço energético, com a quantidade de calorias ingeridas, mas está associada a fatores complexos como genéticos, psicológicos, socioeconômicos, culturais e ambientais. Se nada é feito em relação a isto, este desequilíbrio tende a perpetuar-se, e por isso a obesidade é considerada uma doença crônica. Assim como a depressão, que já foi considerada a doença mais preocupante deste século, nas últimas décadas a obesidade tem adquirido proporções epidêmicas e a OMS reconhece que se não forem tomadas medidas drásticas para prevenir e tratar a obesidade, mais de 50% da população mundial será obesa em 2025. Hoje sabemos que ambas estão correlacionadas.”

Entendendo a obesidade

Thais aponta que muitos não entendem o que realmente significa o conceito de obesidade: “Muitas pessoas têm uma visão errada da obesidade, achando que ser obeso está relacionado a pessoas que quase não andam de tão pesadas e sedentárias que são, mas essa visão está completamente distorcida da verdade. Nas minhas consultorias já atendi centenas de mulheres que, aparentemente, estão somente com uma queixa de gordura localizada abdominal. No entanto, quando realizamos a bioimpedância, para verificar o percentual de gordura corporal, os números mostram que este percentual está bem acima do considerado saudável, enquadrando aquela paciente em um grau inicial de obesidade”.

Ela completa: “Como consequência, esta patologia leva a um aumento não apenas da possibilidade de ter uma visão distorcida e depreciativa da sua autoimagem, mas da prevalência da diabetes, hipertensão arterial, hiperuricemia, litíase vesicular, síndrome do ovário policístico, doença coronária, doença vascular cerebral, dificuldades respiratórias, apneia do sono e até mesmo pode enquadrar aquele paciente no grupo de risco do novo coronavírus.”

Identificando a pessoa com obesidade

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A especialista afirma que a obesidade não tem a ver com aspecto visual da pessoa e sim com dados da saúde e o percentual de gordura corporal: “Hoje existem muitas formas de identificar se o indivíduo é obeso, como a antropometria, bioimpedância, índice de massa corporal (IMC) e exames laboratoriais, entre outros recursos.”

Motivação para vencer a obesidade e a depressão

Tanto a obesidade quanto a depressão podem levar sérios prejuízos à saúde física, mental e emocional como doenças, relacionamentos destrutivos, auto desvalorização, isolamento social e até a morte.

“É importante que a mulher que passa por isso não se acomode, e sim lute para resgatar sua vida de volta, é preciso buscar ajuda.Uma mulher que se olha no espelho e não se reconhece mais, que as roupas que costumava usar agora não servem mais, que não tem ânimo para fazer nada por ela, que seus relacionamentos pessoais já não estão como antes, ela precisa dar uma basta e escolher se amar”, afirma a especialista.

Método online de emagrecimento

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Mesmo com a quarentena e a pandemia da Covid-19, Thais revela que tem atendido seus clientes por meio de um protocolo exclusivo online que tem dado muitos resultados na recuperação da saúde e da autoestima: “Nesses dias de quarentena recebemos centenas de mensagens de mulheres que estavam se sentido mais ansiosas e depressivas devido ao ganho de peso nesse período. Isso nos deixou muito preocupados e pensamos em uma maneira de ajudar. Hoje, com o auxílio da tecnologia, podemos acompanhar cada paciente em suas residências, mesmo que não possam vir ao consultório.”

A solução encontrada por ela envolve parâmetros customizados de acordo com a complexidade e individualidade biológica de cada paciente: “Como a questão da obesidade não se resolve apenas comendo menos ou fazendo dieta, e sim tratando o problema como um todo, em nossos tratamentos temos a participação de uma equipe multidisciplinar de profissionais, com acompanhamento nutricional, acompanhamento psicológico, transformando os pensamentos limitantes e sabotadores em pensamentos vencedores”.

“Nós prezamos em respeitar esse momento difícil para a mulher. Então, escutamos, choramos juntas e comemoramos juntas, pois cada mulher livre da ansiedade e livre da depressão é uma grande vitória para nós. Nossas clientes tem emagrecido de 5 a 10 quilos em 4 semanas, e os resultados têm sido muito satisfatórios para todos”, finaliza Thais.

Ginecologista esclarece principais dúvidas sobre saúde íntima feminina na quarentena

Do tecido da calcinha à alimentação, pequenos hábitos do dia a dia podem contribuir (ou atrapalhar) a saúde e qualidade de vida das mulheres em isolamento social

Em tempos de isolamento social, com a adoção de novos hábitos e uma rotina diferente – às vezes toda bagunçada, alguns comportamentos podem contribuir para o surgimento de problemas na região íntima feminina, como a candidíase.

Para evitar que surjam esses incômodos e para auxiliar as mulheres que já estão sentindo algum sintoma, a ginecologista Débora Tonetti esclareceu as principais dúvidas que aparecem quando o assunto é saúde íntima. Veja a seguir as perguntas mais frequentes recebidas pela especialista e quais são suas recomendações:

• O que é a candidíase?

Fungi Candida albicans which cause thrush
123RF

A candidíase nada mais é que a proliferação desordenada de um fungo chamado Candida albicans, que habita a microbiota que compõe a flora vaginal e intestinal. Essa proliferação excessiva pode acontecer por diversas razões, entre elas o abafamento da região íntima, o uso de roupas apertadas e de tecidos sintéticos que aumentam a temperatura local, por exemplo. Além disso, no momento que vivemos hoje, outros fatores podem provocar esse surgimento, já que temos experimentado situações de muito estresse, ansiedade e até insônia. Tudo isso pode interferir no nosso organismo impactando a nossa imunidade, o provocando esse tipo de problema. É importante lembrar que até uma alimentação inadequada pode contribuir para o aparecimento dessa condição.

• Como é feito o tratamento?

mulher tomando remedio probiotico suplemento
O tratamento é feito com antifúngicos e, hoje, contamos com algumas opções disponíveis no mercado para o tratamento adequado da candidíase, dentre elas existem apresentações com apenas uma aplicação, como é o caso do comprimido vaginal por exemplo. Ou ainda é possível fazer o tratamento com o uso de cremes vaginais por 3 ou 6 dias.

• Estou sentindo uma coceira estranha na vagina. Estou com candidíase?

candidiase
Não necessariamente. Os sintomas mais comuns da candidíase são o corrimento esbranquiçado, com aparência de “nata de leite”, acompanhado de muita coceira e sensação de ardência. Mas nem todo corrimento vaginal é candidíase, e há diversas outras razões que podem fazer com que surja esse incômodo, como irritações causadas pelo uso de protetores diários, por exemplo.

• Tenho ficado sentada grande parte do dia. Devo ter algum cuidado específico?

mulher trabalhando mesa
O fato de ficar muito tempo sentada não é um problema, mas a combinação disso com outros maus hábitos como usar roupas muito apertadas ou de tecidos sintéticos, o consumo excessivo de álcool, açúcares e carboidratos, o estresse, entre outros comportamentos típicos desta fase de isolamento, podem ocasionar problemas na região íntima. Por isso é importante tentar ter uma alimentação mais equilibrada, praticar algum tipo de atividade física ou atividades que ajudem no manejo do estresse como meditação, dar preferência a roupas mais leves e confortáveis e calcinhas de algodão que permitam que a região vaginal fique mais arejada ou até mesmo dormir sem calcinha. Tudo isso contribui para a nossa saúde íntima de forma geral.

• Qual o melhor sabonete íntimo?

saude intima
Primeiramente é importante alertar que não se deve lavar a parte interna da nossa região genital, que é a vagina, mesmo após as relações sexuais. A higiene se faz na parte externa, a vulva. E para escolher o sabonete íntimo ideal é importante que ele seja líquido, hipoalergênico (sem substâncias que possam irritar a região), com o pH adequado e não bactericida, para que não elimine as bactérias que fazem bem ao nosso organismo. Além disso, para os casos em que há algum tipo de desconforto, os sabonetes que contêm glicina em sua composição ajudam a acalmar a região e diminuir a irritação e coceira local.

• Estou me depilando com lâmina. Isso é prejudicial de alguma forma?

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A depilação com lâmina não é exatamente um problema, mas é preciso ter cuidado com as microfissuras que o uso da lâmina pode ocasionar. Essas microfissuras podem servir como porta de entrada para bactérias, além de causar irritação local.

Precisamos falar sobre nossas vaginas

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Getty Images

Gino-Canesten, marca de produtos para a saúde íntima feminina da Bayer Consumer Health, acaba de lançar um movimento que busca quebrar os tabus voltados à mulher e a relação com seu próprio corpo. Com a hashtag #ppksemtabu, a marca visa desmistificar problemas comuns à maioria das mulheres, como a candidíase – que atinge 3 em cada 4 delas – estimulando o diálogo aberto e direto sobre a saúde íntima feminina.

Todas essas questões são apresentadas em um vídeo manifesto narrado por Sabrina Sato, celebridade que além dos milhões de seguidores, agora também é porta-voz oficial do #ppksemtabu. Na peça, depois de dizer vários nomes populares para vagina, Sabrina constata que nome não falta, o que falta é falar sobre esse assunto. A peça termina com a apresentadora fazendo uma provocação importante: “…ter um coração ou um pulmão não deixa ninguém com vergonha, por que ter uma “pepeka” deixaria?”

Clique aqui para conferir o vídeo do manifesto.

Quarentena: masturbação pode substituir sexo durante isolamento social

Contatos próximos com outras pessoas, incluindo o sexo, não são recomendados no momento. No lugar, vale a pena apostar na masturbação, que possui benefícios que vão desde a melhora da libido até a diminuição do estresse. Ginecologista dá dicas para realizar a prática com segurança.

orgasmo_facebook

Devido à pandemia do novo coronavírus, devemos permanecer em isolamento social, evitando ao máximo o contato com outras pessoas. Dessa forma, encontros, beijos e até mesmo práticas sexuais não são recomendadas nesse momento, salvo nos casos em que o casal está passando a quarentena juntos.

“Não é o momento para busca de novos parceiros sexuais, porque o principal modo de transmissão se dá por meio de gotículas respiratórias e não temos como saber quem está infectado (já que alguns casos são assintomáticos) e quem está cumprindo corretamente o isolamento”, afirma Ana Carolina Lúcio Pereira, ginecologista membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

O problema é que o sexo possui diversas vantagens, como diminuição do estresse, alívio de dores, melhora da qualidade do sono e até queima de calorias. Então, como alternativa à prática sexual, o recomendado é apostar na masturbação.

De acordo com a especialista, a prática da masturbação é interessante nesse momento, pois, além de ser uma opção mais segura ao sexo e ajudar a manter a sexualidade viva durante o isolamento, o hábito mantém a mente e o corpo funcionando, oferecendo uma série de benefícios ao organismo.

“A masturbação melhora a libido, alivia dores relacionadas à menstruação (como cólicas), fortalece o sistema imunológico e até ajuda a exercitar os músculos da região pélvica, prevenindo assim o surgimento de incontinência urinária”, destaca a ginecologista. “Além disso, durante a masturbação são liberados hormônios como a endorfina, que promove bem-estar, melhora o sono e ainda ajuda a reduzir os níveis de estresse”, completa.

Porém, é importante tomar alguns cuidados na hora de praticar a masturbação. Por exemplo, o ideal é utilizar as mãos ou então objetos próprios para essa função, feitos especificamente para se adaptarem à anatomia do corpo e com materiais que não causem toxicidade ao organismo.

“Busque em lojas especializadas acessórios de qualidade, que são desenhados e fabricados para essa finalidade. Evite improvisar nessa área. Não utilize objetos pontiagudos, alimentos ou acessórios que não foram feitos para o estímulo sexual para evitar acidentes”, alerta a médica.

“Além disso, lembre-se de manter a higiene desses objetos em dia para evitar infecções por bactérias e vírus. Para isso, utilize sabão neutro ou antibacteriano e água morna. Já no caso dos dispositivos elétricos, o ideal é usar apenas um pano úmido. Da mesma forma, a higiene das mãos e do órgão genital também são de extrema importância antes e depois da prática.”

Mas, apesar de ser uma prática saudável, é fundamental ficar atento aos excessos. “Isso por que a masturbação, por liberar hormônios associados ao bem-estar, pode gerar dependência, afetando nossa saúde psicológica e sexual. E esses riscos são ainda maiores nesse momento de isolamento pelo qual estamos passando. Logo, tome cuidado. Um sinal de alerta é quando a masturbação passa a interferir suas atividades rotineiras”, afirma a médica.

mulher masturbacao

Além disso, é importante que você respeite seu corpo e preste atenção a sinais de algo que possa estar errado. “Não é normal sentir dor durante ou após a masturbação. Feridas que não desaparecem espontaneamente após o estímulo também merecem atenção. Nesses casos, o ideal é que você consulte um ginecologista, que poderá realizar uma avaliação e diagnosticar corretamente o problema, indicando o melhor tratamento”, finaliza Ana Carolina.

Fonte: Ana Carolina Lúcio Pereira é ginecologista, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), especialista em Ginecologia Obstetrícia pela Associação Médica Brasileira e graduada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro em 2005.

Livro sobre menopausa retrata histórias divertidas e sensíveis que vão do ódio ao amor

Autora Leila Rodrigues compartilha com o leitor sobre como reagiu aos inúmeros sintomas dessa etapa que é pouco difundida

A menopausa é a soma de duas palavras gregas que significam mês e fim. Depois de passar por um período de altos e baixos, a autora, nascida no interior de Minas Gerais, Leila Rodrigues, decidiu compartilhar sobre este assunto pouco difundido: a menopausa e o climatério. Assim, por meio de crônicas, nasceu o livro Hormônios, me ouçam!, publicado pela Literare Books International.

O caso de amor e ódio que viveu durante oito anos com sintomas de enxaqueca, insônia, ganho de peso, calorão, “chororô”, e mau-humor, entre outros, fez Leila perceber que ninguém nos prepara para essa surpresa da vida, e que teve por si só entrar nesse mundo desconhecido e silencioso.

Na obra, aponta-se que 35% das mulheres têm vergonha de falar que estão na menopausa. Esse foi um dos fatores que fizeram com que a autora não só vivesse essa metamorfose, mas mergulhasse no mundo das palavras. Leila também explica a diferença entre dois termos: o climatério significa período crítico e abrange a partir do começo dos sintomas ao término definitivo. Enquanto a menopausa é classificada 12 meses após o cessar permanente da menstruação.

Com essa bagagem de experiência de quem viveu na pele, a autora conta de maneira bem-humorada tudo o que sentiu, são crônicas para o leitor rir e se identificar, além de se informar sobre um universo que não deveria ser confidencial.

Em um dos capítulos, ressalta-se a importância de ter uma rede de apoio para esses momentos, que vão desde a família a amigas verdadeiras. Para Leila, “envelhecer não é uma escolha, ser feliz, sim”. Por isso, a autora abraçou a causa e ajuda mulheres a pensarem que a menopausa pode, sim, ser vivida com mais autoestima e qualidade de vida.

Sobre a autora

Leila Rodrigues é palestrante, escritora e desenvolveu sua carreira como empresária no segmento de tecnologia. Partindo da sua experiência pessoal com a menopausa precoce, Leila Rodrigues se tornou uma estudiosa do assunto e fez desse tema a sua causa. Colabora, por meio de palestras e orientações nas redes sociais, para que as mulheres passem pela menopausa com mais dignidade, qualidade de vida e alegria de viver.

Atua também como cronista em jornais e revistas na sua região. Nascida no interior de Minas Gerais e criada junto aos três irmãos, Leila Rodrigues carrega nas suas crônicas a simplicidade de suas raízes e a força da sua própria trajetória. É casada, mãe de dois filhos e hoje vive em Divinópolis/MG com a família.

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Hormônios, me ouçam!
Autora: Leila Rodrigues
Editora: Literare Books International
Páginas: 123
Preço: impresso – R$ 34,90 / Kindle – R$ 24,90
Disponível na versão física e digital, para esta última, clique aqui.

Single shaming: a vergonha de estar solteira, por Lu Magalhães

Historicamente, as mulheres solteiras têm sido estigmatizadas em diferentes culturas; elas são enxergadas como um fardo para a comunidade – renegadas como se fossem indivíduos que não pertencem à coletividade. Em pleno século 21, essa estigmatização não cessou e mostra uma face inacreditável do atraso cultural que carregamos.

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Esta é uma das conclusões de Gunda Windmüller, mestre em Literatura e jornalista, autora do livro Mulher, solteira e feliz, lançado pela Primavera Editorial. Essa obra é bastante relevante, porque nos convida a refletir sobre a construção social que perpetua a falsa noção de que somente um relacionamento amoroso confere sentido à vida feminina.

Com base em estatísticas, digressões históricas e sociológicas, experiências pessoais e entrevistas com especialistas e mulheres em idades entre trinta e sessenta anos, Gunda traz um texto provocativo, consistente e que lança luz a conceitos e preconceitos que permeiam o tecido social. Um deles é o single shaming, em livre tradução: vergonha de estar solteira. Ela cunhou esse termo por defender que é mais fácil combater os problemas quando temos um nome para eles; com a nomeação de um preconceito é possível começar um processo de desconstrução.

O single shaming aborda, fundamentalmente, o que a mulher está perdendo. Supostamente, claro. É degradante porque as solteiras percebem – no olhar, no discurso e nas atitudes – a pena que a sociedade dedica a elas; esse sentimento acaba por contaminar o cotidiano delas, que passam a sentir pena de si mesmas. A frase padrão que ilustra esse comportamento é “você ainda vai encontrar o cara certo”. O mito do “cara certo” é brutal, porque passa a imagem que sem esse homem essa mulher é um ser incompleto.

O mais chocante é que obras adoradas por mulheres contribuem, cotidianamente, para disseminar esse conceito. O Diário de Bridget Jones e Sex and City são dois exemplos clássicos de como o single shaming se tornou socialmente aceitável, segundo Gunda Windmüller. “Por mais charmosa, ingênua e assoberbada que seja a heroína, seu final é inevitável. Seu final feliz. A pergunta era: Renée Zellweger ficará com Hugh Grant ou Colin Firth no final? Homem ou homem. Nada de Bridget”, afirma, no livro Mulher, solteira e feliz.

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Em um trecho da obra, Gunda compara a imagem de homens solteiros versus mulheres solteiras. Em entrevista conduzida com Jean-Claude Kaufmann, o sociólogo afirma que “a solidão masculina pode ser complicada e difícil de suportar, mas é, essencialmente, um assunto privado. Aqui está a grande diferença para as mulheres, para quem viver sozinha é ao mesmo tempo um assunto privado e público, algo que se torna interesse de toda a sociedade”, revela. Uma mulher que foge disso é uma ameaça; um homem, ao contrário, é um modelo de conduta. Um solteirão cobiçado.

Em Mulher, Solteira e Feliz há uma crítica ao papel feminino na construção do single shaming – e o quanto as mulheres podem fazer para que haja uma mudança social que promova uma real transformação. “Se queremos mudar a narrativa sobre as mulheres, precisamos começar a falar de forma diferente; há uma demanda por sermos mais gentis conosco e com nossas irmãs. Por sermos mulheres, sempre pensamos que devemos ser perfeitas e, quando vemos outras de nós se comportando de maneira ‘não tão perfeitas’, somos rápidas em apontar o dedo, em culpá-las. Esse não é o caminho a seguir”, declara a autora.

Acredito, sinceramente, na importância da leitura no processo de reflexão – que dará início a um questionamento social essencial para construirmos um novo repertório sobre as mulheres. Por isso, convido as mulheres a lerem Mulher, solteira e feliz. Vamos ampliar o debate?

lu magalhaes

Lu Magalhães é presidente da Primavera Editorial, sócia do PublishNews e do #coisadelivreiro. Graduada em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), possui mestrado em Administração (MBA) pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Wharton School (Universidade da Pennsylvania, Estados Unidos). A executiva atua no mercado editorial nacional e internacional há mais de 20 anos.

Sobre a editora

A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes, instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder sobre suas escolhas.

Natura e Avon unidas em movimento para prevenir e enfrentar violência doméstica

Movimento #IsoladasSimSozinhasNão, lançado pelo Instituto Avon, foi endossado pela Natura por meio de ações para toda a rede de relações. No Brasil, isolamento social da Covid-19 aumentou em pelo menos 9% os casos de violência doméstica

Com as medidas de isolamento e distanciamento social recomendadas para combater o novo coronavírus, a violência doméstica torna-se um desafio ainda maior. Segundo levantamento da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, durante o isolamento, já houve um aumento de quase 9% no número de atendimentos no Brasil. Diante desse desafio, Natura e Avon se uniram pelo movimento global #IsoladasSimSozinhasNão, lançado pelo Instituto Avon e endossado pela Natura em todos os países da América Latina onde opera.

isoladas

“Para muitas mulheres e meninas, o confinamento pode aumentar a frequência e gravidade dos episódios de violência doméstica, em todas as suas formas. Precisamos redobrar o apoio a estas mulheres, para quem a casa, longe de ser um lar seguro, é o espaço em que está mais exposta ao risco. Queremos, por meio destas iniciativas, mostrar que elas não estão sozinhas”, aponta Daniela Grelin, Diretora Executiva do Instituto Avon.

“Para dar visibilidade à luta contra a violência doméstica, estamos trabalhando para dar suporte, orientação e contribuir para que as vítimas saibam identificar situações de violência e a quem recorrer neste momento”, afirmou Cida Franco, a Diretora de Vendas Brasil da Natura. “Historicamente, as marcas são engajadas em apoiar mulheres. Agora unidas, podemos ampliar o potencial de proteger toda nossa rede de relações, entre consultoras, colaboradores e consumidores. Estamos fisicamente distantes, mas precisamos estar mais juntos do que nunca”, argumentou a executiva.

Desde 2008, o Instituto Avon articula empresas públicas e privadas, organizações sociais e órgãos públicos no Brasil e já destinou mais de 30 milhões para apoiar e proteger mulheres e meninas em situação de violência em quatro frentes: formação e informação, advocacy, engajamento da sociedade e apoio a projetos nas áreas de segurança pública, justiça, saúde e educação no tema. Pelo posicionamento da Natura em estabelecer um compromisso que reforce sua causa “Cada pessoa importa”, a marca também lança ações que visam a diminuir os casos de violência doméstica.

Com intuito de ampliar a mensagem de prevenção e o enfrentamento da violência contra as mulheres e meninas para todos os públicos, o Instituto Avon, em parceria com as plataformas Papo de Homem e Quebrando Tabu, produziu uma série de conteúdos digitais que têm sido publicados nas redes sociais do Instituto. Os objetivos são trazer dicas sobre como cuidar da saúde mental durante o período de confinamento, auxiliar as mulheres a identificarem os sinais de relações abusivas e mostrar que ela não está sozinha apresentando as várias formas que ela pode pedir ajuda.

Destinado a atender líderes de negócio Natura e executivas de vendas Avon, as marcas fecharam parceria com a startup “Mete a Colher” para uso da ferramenta de assistência social TINA. As consultoras Natura também terão à disposição uma cartilha para identificar casos de violência doméstica, contendo orientações sobre conduta ideal, assim como divulgação de canais de denúncia. Para o público geral, a Natura patrocinou uma minissérie com cinco episódios do podcast Mamilos sobre a temática. Ao final, cada episódio abordará a história de uma pessoa que superou o ciclo da violência.

Avon e Natura juntas por toda América Latina

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A união das marcas para o enfrentamento da violência doméstica não se resumirá apenas ao território brasileiro. Em outros países da América Latina, como Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, Equador, Peru e México, Avon e Natura estão juntas para reduzir os números de violência dentro dos lares.

No dia 30 de março as duas marcas lançaram um manifesto do movimento #AisladasNoSolas em que chamaram a atenção para situação de mulheres que estão trancadas em casa com um agressor em um contexto de pandemia global.

Nesses países, a Avon desenvolveu uma maneira de alcançar vítimas de violência de forma velada, como um “cavalo de troia”. A marca enviará, por WhatsApp, vídeos de receitas culinárias para mulheres de toda a sua rede. Durante a exposição do conteúdo, serão compartilhadas informações de combate a agressões contra mulheres, como telefones de emergência e incentivos para apoiar vítimas.

Adicionalmente, lives patrocinadas de influenciadores no Instagram abordarão o tema de prevenção ao Covid-19 e levantarão a temática de que milhares de mulheres podem estar isoladas em casa, junto a um agressor. Para dar suporte às iniciativas lançadas pela Avon, a Natura irá replicar os conteúdos em suas redes sociais e com sua rede de consultoras, aumentando a visibilidade do tema.

Avon Foundation compromete 1 milhão de dólares para ONGs

O grupo Natura &Co anunciou que o Instituto Avon global destinará 1 milhão de dólares para organizações que atuam na linha de frente para apoio a mulheres e crianças vulneráveis.

A iniciativa foi uma resposta aos indicadores de violência doméstica de todo o mundo. Relatórios da China apontaram que os casos triplicaram em comparação com o ano anterior. As frentes de atendimento à violência doméstica no Reino Unido e nos EUA também relatam um aumento semelhante – dobrando, de acordo com algumas fontes.

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“A violência doméstica já é uma epidemia escondida a portas fechadas. Como o Covid-19, é um assassino silencioso. Uma consequência não intencional das medidas de isolamento necessárias para combater o coronavírus é que mulheres e crianças vulneráveis ficam presas em casa com agressores e incapazes de procurar ajuda”, afirmou Angela Cretu, CEO da Avon.

“Por isso, queremos financiar as ONGs por meio da Fundação Avon para Mulheres, nossas equipes da Avon doarão produtos vitais – de cuidados pessoais a higienizadores de mãos e sabonetes – a refúgios em todo o mundo”, concluiu a executiva.