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Quarentena: masturbação pode substituir sexo durante isolamento social

Contatos próximos com outras pessoas, incluindo o sexo, não são recomendados no momento. No lugar, vale a pena apostar na masturbação, que possui benefícios que vão desde a melhora da libido até a diminuição do estresse. Ginecologista dá dicas para realizar a prática com segurança.

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Devido à pandemia do novo coronavírus, devemos permanecer em isolamento social, evitando ao máximo o contato com outras pessoas. Dessa forma, encontros, beijos e até mesmo práticas sexuais não são recomendadas nesse momento, salvo nos casos em que o casal está passando a quarentena juntos.

“Não é o momento para busca de novos parceiros sexuais, porque o principal modo de transmissão se dá por meio de gotículas respiratórias e não temos como saber quem está infectado (já que alguns casos são assintomáticos) e quem está cumprindo corretamente o isolamento”, afirma Ana Carolina Lúcio Pereira, ginecologista membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

O problema é que o sexo possui diversas vantagens, como diminuição do estresse, alívio de dores, melhora da qualidade do sono e até queima de calorias. Então, como alternativa à prática sexual, o recomendado é apostar na masturbação.

De acordo com a especialista, a prática da masturbação é interessante nesse momento, pois, além de ser uma opção mais segura ao sexo e ajudar a manter a sexualidade viva durante o isolamento, o hábito mantém a mente e o corpo funcionando, oferecendo uma série de benefícios ao organismo.

“A masturbação melhora a libido, alivia dores relacionadas à menstruação (como cólicas), fortalece o sistema imunológico e até ajuda a exercitar os músculos da região pélvica, prevenindo assim o surgimento de incontinência urinária”, destaca a ginecologista. “Além disso, durante a masturbação são liberados hormônios como a endorfina, que promove bem-estar, melhora o sono e ainda ajuda a reduzir os níveis de estresse”, completa.

Porém, é importante tomar alguns cuidados na hora de praticar a masturbação. Por exemplo, o ideal é utilizar as mãos ou então objetos próprios para essa função, feitos especificamente para se adaptarem à anatomia do corpo e com materiais que não causem toxicidade ao organismo.

“Busque em lojas especializadas acessórios de qualidade, que são desenhados e fabricados para essa finalidade. Evite improvisar nessa área. Não utilize objetos pontiagudos, alimentos ou acessórios que não foram feitos para o estímulo sexual para evitar acidentes”, alerta a médica.

“Além disso, lembre-se de manter a higiene desses objetos em dia para evitar infecções por bactérias e vírus. Para isso, utilize sabão neutro ou antibacteriano e água morna. Já no caso dos dispositivos elétricos, o ideal é usar apenas um pano úmido. Da mesma forma, a higiene das mãos e do órgão genital também são de extrema importância antes e depois da prática.”

Mas, apesar de ser uma prática saudável, é fundamental ficar atento aos excessos. “Isso por que a masturbação, por liberar hormônios associados ao bem-estar, pode gerar dependência, afetando nossa saúde psicológica e sexual. E esses riscos são ainda maiores nesse momento de isolamento pelo qual estamos passando. Logo, tome cuidado. Um sinal de alerta é quando a masturbação passa a interferir suas atividades rotineiras”, afirma a médica.

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Além disso, é importante que você respeite seu corpo e preste atenção a sinais de algo que possa estar errado. “Não é normal sentir dor durante ou após a masturbação. Feridas que não desaparecem espontaneamente após o estímulo também merecem atenção. Nesses casos, o ideal é que você consulte um ginecologista, que poderá realizar uma avaliação e diagnosticar corretamente o problema, indicando o melhor tratamento”, finaliza Ana Carolina.

Fonte: Ana Carolina Lúcio Pereira é ginecologista, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), especialista em Ginecologia Obstetrícia pela Associação Médica Brasileira e graduada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro em 2005.

Livro sobre menopausa retrata histórias divertidas e sensíveis que vão do ódio ao amor

Autora Leila Rodrigues compartilha com o leitor sobre como reagiu aos inúmeros sintomas dessa etapa que é pouco difundida

A menopausa é a soma de duas palavras gregas que significam mês e fim. Depois de passar por um período de altos e baixos, a autora, nascida no interior de Minas Gerais, Leila Rodrigues, decidiu compartilhar sobre este assunto pouco difundido: a menopausa e o climatério. Assim, por meio de crônicas, nasceu o livro Hormônios, me ouçam!, publicado pela Literare Books International.

O caso de amor e ódio que viveu durante oito anos com sintomas de enxaqueca, insônia, ganho de peso, calorão, “chororô”, e mau-humor, entre outros, fez Leila perceber que ninguém nos prepara para essa surpresa da vida, e que teve por si só entrar nesse mundo desconhecido e silencioso.

Na obra, aponta-se que 35% das mulheres têm vergonha de falar que estão na menopausa. Esse foi um dos fatores que fizeram com que a autora não só vivesse essa metamorfose, mas mergulhasse no mundo das palavras. Leila também explica a diferença entre dois termos: o climatério significa período crítico e abrange a partir do começo dos sintomas ao término definitivo. Enquanto a menopausa é classificada 12 meses após o cessar permanente da menstruação.

Com essa bagagem de experiência de quem viveu na pele, a autora conta de maneira bem-humorada tudo o que sentiu, são crônicas para o leitor rir e se identificar, além de se informar sobre um universo que não deveria ser confidencial.

Em um dos capítulos, ressalta-se a importância de ter uma rede de apoio para esses momentos, que vão desde a família a amigas verdadeiras. Para Leila, “envelhecer não é uma escolha, ser feliz, sim”. Por isso, a autora abraçou a causa e ajuda mulheres a pensarem que a menopausa pode, sim, ser vivida com mais autoestima e qualidade de vida.

Sobre a autora

Leila Rodrigues é palestrante, escritora e desenvolveu sua carreira como empresária no segmento de tecnologia. Partindo da sua experiência pessoal com a menopausa precoce, Leila Rodrigues se tornou uma estudiosa do assunto e fez desse tema a sua causa. Colabora, por meio de palestras e orientações nas redes sociais, para que as mulheres passem pela menopausa com mais dignidade, qualidade de vida e alegria de viver.

Atua também como cronista em jornais e revistas na sua região. Nascida no interior de Minas Gerais e criada junto aos três irmãos, Leila Rodrigues carrega nas suas crônicas a simplicidade de suas raízes e a força da sua própria trajetória. É casada, mãe de dois filhos e hoje vive em Divinópolis/MG com a família.

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Hormônios, me ouçam!
Autora: Leila Rodrigues
Editora: Literare Books International
Páginas: 123
Preço: impresso – R$ 34,90 / Kindle – R$ 24,90
Disponível na versão física e digital, para esta última, clique aqui.

Single shaming: a vergonha de estar solteira, por Lu Magalhães

Historicamente, as mulheres solteiras têm sido estigmatizadas em diferentes culturas; elas são enxergadas como um fardo para a comunidade – renegadas como se fossem indivíduos que não pertencem à coletividade. Em pleno século 21, essa estigmatização não cessou e mostra uma face inacreditável do atraso cultural que carregamos.

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Esta é uma das conclusões de Gunda Windmüller, mestre em Literatura e jornalista, autora do livro Mulher, solteira e feliz, lançado pela Primavera Editorial. Essa obra é bastante relevante, porque nos convida a refletir sobre a construção social que perpetua a falsa noção de que somente um relacionamento amoroso confere sentido à vida feminina.

Com base em estatísticas, digressões históricas e sociológicas, experiências pessoais e entrevistas com especialistas e mulheres em idades entre trinta e sessenta anos, Gunda traz um texto provocativo, consistente e que lança luz a conceitos e preconceitos que permeiam o tecido social. Um deles é o single shaming, em livre tradução: vergonha de estar solteira. Ela cunhou esse termo por defender que é mais fácil combater os problemas quando temos um nome para eles; com a nomeação de um preconceito é possível começar um processo de desconstrução.

O single shaming aborda, fundamentalmente, o que a mulher está perdendo. Supostamente, claro. É degradante porque as solteiras percebem – no olhar, no discurso e nas atitudes – a pena que a sociedade dedica a elas; esse sentimento acaba por contaminar o cotidiano delas, que passam a sentir pena de si mesmas. A frase padrão que ilustra esse comportamento é “você ainda vai encontrar o cara certo”. O mito do “cara certo” é brutal, porque passa a imagem que sem esse homem essa mulher é um ser incompleto.

O mais chocante é que obras adoradas por mulheres contribuem, cotidianamente, para disseminar esse conceito. O Diário de Bridget Jones e Sex and City são dois exemplos clássicos de como o single shaming se tornou socialmente aceitável, segundo Gunda Windmüller. “Por mais charmosa, ingênua e assoberbada que seja a heroína, seu final é inevitável. Seu final feliz. A pergunta era: Renée Zellweger ficará com Hugh Grant ou Colin Firth no final? Homem ou homem. Nada de Bridget”, afirma, no livro Mulher, solteira e feliz.

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Em um trecho da obra, Gunda compara a imagem de homens solteiros versus mulheres solteiras. Em entrevista conduzida com Jean-Claude Kaufmann, o sociólogo afirma que “a solidão masculina pode ser complicada e difícil de suportar, mas é, essencialmente, um assunto privado. Aqui está a grande diferença para as mulheres, para quem viver sozinha é ao mesmo tempo um assunto privado e público, algo que se torna interesse de toda a sociedade”, revela. Uma mulher que foge disso é uma ameaça; um homem, ao contrário, é um modelo de conduta. Um solteirão cobiçado.

Em Mulher, Solteira e Feliz há uma crítica ao papel feminino na construção do single shaming – e o quanto as mulheres podem fazer para que haja uma mudança social que promova uma real transformação. “Se queremos mudar a narrativa sobre as mulheres, precisamos começar a falar de forma diferente; há uma demanda por sermos mais gentis conosco e com nossas irmãs. Por sermos mulheres, sempre pensamos que devemos ser perfeitas e, quando vemos outras de nós se comportando de maneira ‘não tão perfeitas’, somos rápidas em apontar o dedo, em culpá-las. Esse não é o caminho a seguir”, declara a autora.

Acredito, sinceramente, na importância da leitura no processo de reflexão – que dará início a um questionamento social essencial para construirmos um novo repertório sobre as mulheres. Por isso, convido as mulheres a lerem Mulher, solteira e feliz. Vamos ampliar o debate?

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Lu Magalhães é presidente da Primavera Editorial, sócia do PublishNews e do #coisadelivreiro. Graduada em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), possui mestrado em Administração (MBA) pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Wharton School (Universidade da Pennsylvania, Estados Unidos). A executiva atua no mercado editorial nacional e internacional há mais de 20 anos.

Sobre a editora

A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes, instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder sobre suas escolhas.

Natura e Avon unidas em movimento para prevenir e enfrentar violência doméstica

Movimento #IsoladasSimSozinhasNão, lançado pelo Instituto Avon, foi endossado pela Natura por meio de ações para toda a rede de relações. No Brasil, isolamento social da Covid-19 aumentou em pelo menos 9% os casos de violência doméstica

Com as medidas de isolamento e distanciamento social recomendadas para combater o novo coronavírus, a violência doméstica torna-se um desafio ainda maior. Segundo levantamento da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, durante o isolamento, já houve um aumento de quase 9% no número de atendimentos no Brasil. Diante desse desafio, Natura e Avon se uniram pelo movimento global #IsoladasSimSozinhasNão, lançado pelo Instituto Avon e endossado pela Natura em todos os países da América Latina onde opera.

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“Para muitas mulheres e meninas, o confinamento pode aumentar a frequência e gravidade dos episódios de violência doméstica, em todas as suas formas. Precisamos redobrar o apoio a estas mulheres, para quem a casa, longe de ser um lar seguro, é o espaço em que está mais exposta ao risco. Queremos, por meio destas iniciativas, mostrar que elas não estão sozinhas”, aponta Daniela Grelin, Diretora Executiva do Instituto Avon.

“Para dar visibilidade à luta contra a violência doméstica, estamos trabalhando para dar suporte, orientação e contribuir para que as vítimas saibam identificar situações de violência e a quem recorrer neste momento”, afirmou Cida Franco, a Diretora de Vendas Brasil da Natura. “Historicamente, as marcas são engajadas em apoiar mulheres. Agora unidas, podemos ampliar o potencial de proteger toda nossa rede de relações, entre consultoras, colaboradores e consumidores. Estamos fisicamente distantes, mas precisamos estar mais juntos do que nunca”, argumentou a executiva.

Desde 2008, o Instituto Avon articula empresas públicas e privadas, organizações sociais e órgãos públicos no Brasil e já destinou mais de 30 milhões para apoiar e proteger mulheres e meninas em situação de violência em quatro frentes: formação e informação, advocacy, engajamento da sociedade e apoio a projetos nas áreas de segurança pública, justiça, saúde e educação no tema. Pelo posicionamento da Natura em estabelecer um compromisso que reforce sua causa “Cada pessoa importa”, a marca também lança ações que visam a diminuir os casos de violência doméstica.

Com intuito de ampliar a mensagem de prevenção e o enfrentamento da violência contra as mulheres e meninas para todos os públicos, o Instituto Avon, em parceria com as plataformas Papo de Homem e Quebrando Tabu, produziu uma série de conteúdos digitais que têm sido publicados nas redes sociais do Instituto. Os objetivos são trazer dicas sobre como cuidar da saúde mental durante o período de confinamento, auxiliar as mulheres a identificarem os sinais de relações abusivas e mostrar que ela não está sozinha apresentando as várias formas que ela pode pedir ajuda.

Destinado a atender líderes de negócio Natura e executivas de vendas Avon, as marcas fecharam parceria com a startup “Mete a Colher” para uso da ferramenta de assistência social TINA. As consultoras Natura também terão à disposição uma cartilha para identificar casos de violência doméstica, contendo orientações sobre conduta ideal, assim como divulgação de canais de denúncia. Para o público geral, a Natura patrocinou uma minissérie com cinco episódios do podcast Mamilos sobre a temática. Ao final, cada episódio abordará a história de uma pessoa que superou o ciclo da violência.

Avon e Natura juntas por toda América Latina

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A união das marcas para o enfrentamento da violência doméstica não se resumirá apenas ao território brasileiro. Em outros países da América Latina, como Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, Equador, Peru e México, Avon e Natura estão juntas para reduzir os números de violência dentro dos lares.

No dia 30 de março as duas marcas lançaram um manifesto do movimento #AisladasNoSolas em que chamaram a atenção para situação de mulheres que estão trancadas em casa com um agressor em um contexto de pandemia global.

Nesses países, a Avon desenvolveu uma maneira de alcançar vítimas de violência de forma velada, como um “cavalo de troia”. A marca enviará, por WhatsApp, vídeos de receitas culinárias para mulheres de toda a sua rede. Durante a exposição do conteúdo, serão compartilhadas informações de combate a agressões contra mulheres, como telefones de emergência e incentivos para apoiar vítimas.

Adicionalmente, lives patrocinadas de influenciadores no Instagram abordarão o tema de prevenção ao Covid-19 e levantarão a temática de que milhares de mulheres podem estar isoladas em casa, junto a um agressor. Para dar suporte às iniciativas lançadas pela Avon, a Natura irá replicar os conteúdos em suas redes sociais e com sua rede de consultoras, aumentando a visibilidade do tema.

Avon Foundation compromete 1 milhão de dólares para ONGs

O grupo Natura &Co anunciou que o Instituto Avon global destinará 1 milhão de dólares para organizações que atuam na linha de frente para apoio a mulheres e crianças vulneráveis.

A iniciativa foi uma resposta aos indicadores de violência doméstica de todo o mundo. Relatórios da China apontaram que os casos triplicaram em comparação com o ano anterior. As frentes de atendimento à violência doméstica no Reino Unido e nos EUA também relatam um aumento semelhante – dobrando, de acordo com algumas fontes.

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“A violência doméstica já é uma epidemia escondida a portas fechadas. Como o Covid-19, é um assassino silencioso. Uma consequência não intencional das medidas de isolamento necessárias para combater o coronavírus é que mulheres e crianças vulneráveis ficam presas em casa com agressores e incapazes de procurar ajuda”, afirmou Angela Cretu, CEO da Avon.

“Por isso, queremos financiar as ONGs por meio da Fundação Avon para Mulheres, nossas equipes da Avon doarão produtos vitais – de cuidados pessoais a higienizadores de mãos e sabonetes – a refúgios em todo o mundo”, concluiu a executiva.

Mês da Mulher tem lançamento do primeiro aplicativo de segurança pessoal

UrSafe possui função de ativação por reconhecimento de voz, geolocalização sincronizada com serviços de emergência (como o 190) e a possibilidade de compartilhar sua localização em tempo real com familiares e amigos

Pensando no mês em que se comemora o Dia da Mulher, tecnologia busca promover inovações que ajudem a garantir a segurança das mulheres em casos de assédio nas ruas, violência doméstica, abuso no transporte, violência laboral, assaltos, entre outras situações de risco.

Esse foi um dos pilares para a criação do UrSafe, o primeiro aplicativo com ativação viva-voz por reconhecimento de voz e totalmente sincronizado com os serviços de emergência (como o 190). Os recursos avançados deste aplicativo ajudarão os usuários a se protegerem e evitarem situações de risco, desde o uso de aplicativos de namoro às cegas ou aplicativos de mobilidade compartilhada, até emergências relacionadas a eventos climáticos ou invasões domésticas.

De acordo com Anthony Oyogoa, CEO e cofundador da UrSafe, a tecnologia revolucionou o mundo em que vivemos. “Existem aplicativos móveis para quase tudo. No entanto, o campo da segurança pessoal quase não teve progresso nos últimos anos, apesar do grande número de ameaças que as pessoas enfrentam todos os dias. Por isso, criamos o UrSafe, para responder às necessidades atuais de segurança de cada pessoa, independentemente de quem elas sejam, do que fazem ou de onde moram. Para que eles possam viver uma vida plena, sem medo”, disse ele.

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Ameaças à segurança pessoal são um problema global; no entanto, as mulheres e as crianças parecem ser o grupo mais desprotegido. Em todo o mundo, estima-se que aproximadamente nove em cada dez mulheres estejam em risco e uma em cada três tenha sofrido violência física ou sexual.

Além disso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a violência baseada em gênero cobra mais vítimas no mundo do que qualquer outra ameaça ao bem-estar das mulheres. Por outro lado, cerca de 80% dos casos de violações nem sequer são denunciados às autoridades, devido ao medo de piores represálias ou simplesmente devido à ideia de que a equipe judiciária não fará ou não poderá fazer nada a respeito.

Um levantamento do Datafolha* mostra que 16 milhões de mulheres acima de 16 anos sofreram algum tipo de violência. O número de agredidas fisicamente alcançou quase cinco milhões de mulheres, uma média de 536 mulheres por hora em 2018. A pesquisa mostra que 76% das mulheres vítimas de violência contam que conheciam o agressor.

Essa tecnologia, que pode ser encontrada no mercado pela primeira vez, foi desenvolvida por uma equipe de especialistas nas áreas de saúde, segurança pessoal, forças armadas e política; para oferecer uma solução única e confiável para os problemas reais de segurança do mundo de hoje.

Você está em perigo? UrSafe é o aplicativo móvel que pode ajudá-la

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Saber que existe uma tecnologia de segurança não apenas fará com que os agressores pensem duas vezes antes de cometer um ataque, mas também permitirá que a família e os amigos saibam constantemente a localização precisa de seus entes queridos.

Entre os recursos diferenciais deste aplicativo estão:

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=Uma tecnologia inteligente que permite aos usuários configurar palavras-chave diferentes para diferentes gravidades de ameaças. De um leve desconforto a uma emergência.
=Reconhecimento de voz e mãos livres. Uma ferramenta que permite aos usuários solicitar ajuda urgente em casos de emergência em que não podem usar as mãos ou não se sentem confortáveis ao usar o telefone.
=Conexão direta com serviços de emergência (como o 190) em mais de 240 países e territórios com geolocalização integrada em tempo real, sem a necessidade de usar dados móveis.
=A capacidade de compartilhar sua localização com amigos e familiares designados, permitindo que seus entes queridos saibam exatamente onde você está o tempo todo.
=Uma ferramenta que permite que a família, amigos e entes queridos sejam informados de uma possível situação de emergência com áudio e vídeo ao vivo.

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O aplicativo já está disponível para download no iPhone na Apple App Store e Android no Google Play.

*encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Informações: UrSafe

Confira nutrientes e componentes ativos importantes para a saúde feminina

Nutricionista dá dicas de suplementos que auxiliam no dia a dia

Que o organismo feminino é único, isto todo mundo já sabe. A cada mês, as mulheres atravessam um ciclo hormonal que altera sua fisiologia e provoca sintomas específicos em seu corpo. Além disso, algumas disfunções tendem a acometer mais mulheres que homens, fato este que impulsiona a busca por cuidados especializados para com a saúde feminina.

Além da terapia com medicamentos, profissionais da saúde têm recorrido, cada vez mais, aos nutracêuticos e superfoods como terapias adjuvantes para minimizar sintomas e melhorar a qualidade de vida das pacientes. Pensando nisso, Thaiza Nunes, nutricionista gerente do Meeting Brasileiro de Nutrição Estética, listou algumas queixas femininas específicas e como a ciência por trás destes alimentos/suplementos pode ajudar a incrementar sua prescrição.

1. Coenzima Q10 e ação antirrugas

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Presente naturalmente nos alimentos, a coenzima Q10 (CoQ10) é um componente essencial para a geração de energia nas mitocôndrias. Muitos estudos apontam para benefícios cardiovasculares e neurodegenerativos obtidos a partir de sua suplementação. Apesar do organismo sintetizar coenzima Q10, à medida que envelhecemos, a produção em partes do corpo como a pele, tende a cair substancialmente.

Diversos produtos cosméticos contêm CoQ10 em sua composição, em razão desta ajudar a proteger a pele contra espécies reativas de oxigênio (ROS) e sinais do envelhecimento. Como suplemento nutricional, a CoQ10 também pode prevenir o envelhecimento e exercer ação antirrugas.

2. Cranberry e infecção urinária

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Caracterizada pela presença de sinais e sintomas bastante característicos, além da presença de bactérias na urina, a infecção urinária (UTI) é mais comum em mulheres, embora a maioria dos casos não apresentam grandes complicações. Entre os fatores que predispõem as mulheres a esse tipo de infecção, pode-se citar: a maior proximidade da uretra em relação à vagina e ao ânus, locais de ampla proliferação bacteriana; e o fato das mulheres passarem longos períodos forçados sem urinar.

Normalmente, a forma de tratamento da UTI é a antibioticoterapia. No entanto, mulheres que tendem a infecções urinárias de repetição, correm o risco de desenvolver resistência bacteriana. Dessa forma, métodos preventivos, sem o uso de medicamentos, são extremamente interessantes para tratar essas pacientes. Assim, a ingestão de suco de cranberry e de nutracêuticos à base do fruto têm sido usados para prevenir UTI, uma vez que seus polifenólicos e procianidinas são capazes de inibir a adesão de bactérias patogênicas.

3. Levedo de cerveja e queixas menstruais

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Sem dúvidas, uma das queixas mais comuns das mulheres envolve a tensão pré-menstrual (TPM) e seus sintomas característicos. Além de dificultar a vida diária, a TPM provoca sintomas físicos que são um verdadeiro pesadelo para muitas mulheres. Dores mamárias (mastalgia) e no corpo, cólicas, cefaleia e alterações no humor e no apetite são algumas das reclamações mais recorrentes.

A literatura aponta que a deficiência de nutrientes como vitamina B6 (ou piridoxina), cálcio, magnésio, triptofano, vitamina D, zinco e ômega-3 podem agravar os sintomas da TPM. Um dos alimentos que o nutricionista pode incluir no cardápio das pacientes que sofrem com a TPM é o levedo de cerveja, rico em vitamina B6. Através da ação do composto ativo da piridoxina – o piridoxal fosfato -, a vitamina atua na biossíntese de neurotransmissores como a serotonina, relacionada ao prazer e bem-estar, atenuando os sintomas e melhorando o humor.

Doença Renal Crônica atinge mais de 195 milhões de mulheres no mundo

Mais de 600 mil mulheres morrem por ano no mundo por complicações da DRC

Ontem, 8 de março, comemoramos o Dia Internacional da Mulher. A data que destaca a importância da mulher na sociedade e luta pelos direitos, também é um momento importante para se preocupar com a saúde delas. Segundo dados da Organização World Kidney Day, a Doença Renal Crônica (DRC) atinge mais de 195 milhões de mulheres ao redor do mundo e é a oitava principal causa de morte, causando 600 mil por ano.

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Obesidade, pressão alta, lúpus eritematoso sistêmico, doença inflamatória autoimune, pielonefrite e infecção urinária estão entre as principais causas da DRC em mulheres. Complicações relacionadas à gravidez também aumentam o risco da doença e as principais causas de lesão renal aguda (IRA) são pré-eclâmpsia, aborto e hemorragia pós-parto. Mulheres com DRC podem engravidar, porém é preciso acompanhar a gestação, uma vez que, aumenta a probabilidade de apresentar altas taxas de transtornos hipertensivos e ocasionar partos prematuros.

“A Doença Renal é mais comum nas mulheres, mas a cronificação acontece mais em homens, que é a perda total da função renal. Elas também cuidam mais da saúde, vão mais ao médico e realizam, frequentemente, exames preventivos. Já a maioria dos homens só recorre ao médico quando a doença já se instalou, que é quando aparecem os sintomas”, afirma Anelise Marcolin, diretora executiva da Fundação Pró-Renal.

Na fila do transplante de rim, paciente da Pró-Renal revela superação e perda de cabelos

Na Pró-Renal, 45% dos pacientes são mulheres que estão em tratamento de diálise e na fila de espera do transplante aguardando um rim. Uma delas é a fisioterapeuta Michele Buffara, de 49 anos. Separada e com um filho de 25 anos, há mais de dez anos ela descobriu que tem rins policísticos e convive com a doença. Em 2012, realizou um transplante de rim na cidade de Joinville (SC), porém, sem sucesso.

Durante sete meses, Michele lutou contra a rejeição do órgão, porém uma infecção fez com que ela tivesse que retornar à fila de espera do órgão. “Tentaram todos os tipos de remédios para segurar. Mas não deu. No fim, perdi também meu cabelo. No início mexeu um pouco comigo, mulher tem vaidade, mas dei graças a Deus que estava em casa e viva”, afirma.

Durante o período que ficou sem os cabelos, Michele conta que ajudou pessoas com câncer, oferecendo lenços para pessoas em tratamento. Ela também descreve que desde que descobriu a doença mudou a sua alimentação, diminuindo o sal e alguns alimentos com sódio alto.

“Continuo fazendo academia, trabalhando, caminhando, saindo com amigos e faço as tarefas de casa. Se você está triste, coloque sua melhor roupa porque todo dia é especial. Viva o presente! E desfrute das coisas boas da vida. Abrace mais e viva com a alma”, afirma a paciente, que no momento está na fila de espera por transplante de rim e realiza hemodiálise três vezes por semana.

Campanha na Boca Maldita orienta sobre saúde renal

Na próxima quinta-feira, dia 12 de março, é celebrado o Dia Mundial do Rim. A Fundação Pró-Renal vai realizar uma campanha com exames preventivos gratuitos e orientações de saúde com nutricionistas, médicos, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros. A campanha, que conta com a parceria do SESC/PR, acontece na Boca Maldita, em Curitiba (PR), e o atendimento será das 10 horas às 16 horas.

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Idealizado pela Sociedade Internacional de Nefrologia (ISN) em conjunto com a Federação Internacional de Fundações do Rim (IFKF), este ano a campanha está focada na importância das intervenções preventivas para se evitar o início e a progressão da Doença Renal. O tema principal “Como está a sua creatinina?” tem como objetivo de alertar a população sobre a importância de fazer exames preventivos para saber sobre a saúde renal.

Fonte: Pró-Renal

Canção das mulheres

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco – em lugar de voltar logo à sua vida.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ”Olha que estou tendo muita paciência com você!”

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa – uma mulher.

mulher e borboletas

Lya Luft

Le Settimane Gastronomiche: “As mulheres na gastronomia” no Eataly

Até 13 de março, o espaço oferece uma programação especial nos restaurantes e workshops gratuitos com chefs convidadas

Durante as duas primeiras semanas de março, o Eataly comemora Le Settimane Gastronomiche, com o tema “As mulheres na gastronomia”. Cinco mulheres que trabalham nas cozinhas do maior complexo gastronômico italiano da cidade criaram pratos que serão vendidos nos restaurantes por R$ 28 e ensinados em workshops gratuitos para os clientes.

Para completar a programação, o Eataly recebe grandes nomes femininos da gastronomia nacional, que também preparam receitas exclusivas para a semana temática: Tássia Magalhães do Fabbrica, Telma Shiraishi do Aizome, Ana Soares do Mesa III, Mariana Fonseca do Grupo Myk e Giovanna Perrone, vencedora do programa televisivo Top Chef, e ensinam como fazer cada um deles nos workshops gratuitos do final de semana.

No final de semana (7 e 8 de março), pratos das 5 chefs convidadas serão servidos nos restaurantes também no almoço e jantar durante dois dias e as chefs também farão workshops gratuitos para os quer querem aprender a receita e modo de preparo do prato.

Ao longo de todos os dias, o espaço conta com diversas ações promocionais nas lojas, preço especial nas taças de vinho durante almoço e jantar (R$15), além dos pratos por R$28 e 20 workshops gratuitos para aproveitar a semana e o fim de semana dos dias 07 e 08 de março, aprendendo o passo a passo de cada uma das receitas.

Programação Le Settimane Gastronomiche “As mulheres na gastronomia” (7 a 13/03)

Datas: 7 a 8/03
Trattoria Itália – convidada Mariana Fonseca – almoço e jantar: Parppardelle con ragú di salsiccia (massa tipo papardele com molho de linguiça e tomate);
Brace Bar & Griglia – convidada Tássia Magalhães – almoço e jantar: Risotto di asparagi, uovo perfetto e acciughe (arroz Carnaroli cozido no caldo de aspargos com lascas de aspargos, anchovas frescas e ovo mollet);

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La Pasta – convidada Ana Soares – almoço e jantar: Farfalle alla Carbonara e bottarga;

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Mare Pesce Vino – convidada Telma Shiraishi – almoço e jantar: Lulas com cogumelos e pimenta sasho (túbulos de lula grelhada recheada com cogumelos shitake e shimeji com hananirá);
Bistecca – convidada Giovanna Perrone – almoço e jantar: Arroz de pato (miniarroz de pato na brasa, avelã, laranja e mix de ervas tostadas)

Datas: 9 a 13/03
9 – Bistecca (Beatrice Miranda) – almoço e jantar: Polenta con ragú (polenta cremosa com rabada desfiada cozida lentamente e servida em seu próprio molho);
10 – Mare Pesce Vino (Camilla Gaspari) – almoço e jantar: Insalata di calamari, mela verde e mandarino (salada fresca de lula, erva doce, maçã verde e tangerina. servida com focaccia);
11 – La Pasta (Luana Castro) – almoço e jantar: Fregola e Cozze (massa seca típica da Sardenha com mexilhões e limão);
12 – Brace Bar & Griglia (Vanessa Zenke) – almoço e jantar: Risotto di zucca con gorgonzola e salvia (risoto com purê de abóbora, queijo gorgonzola dolce e sálvia frita);
13 – Trattoria Italia (Natalia Usberti) – almoço e jantar: Risotto alle cipolle con provolone (risoto com cebola caramelizada e pedaços de provolone).

Workshops gratuitos (sem inscrição e por ordem de chegada)
*no primeiro andar em frente à scuola

7.3 às 12h – Tássia Magalhães
7.3 às 14h – Juliana Cavalheiro da Padaria Feito a pão – na padaria
7.3 às 15h – Telma Shiraishi
7.3 às 17h – Luisa Abram – Chocolates Luisa Abram
7.3 às 19h – Ana Soares
8.3 às 12h – Giovanna Perrone
8.3 às 14h – Monica Maia da Tartuferia San Paolo
8.3 às 15h – Fernanda Valdivia – Padeira da Deli Garage – na padaria
8.3 às 16h – Gislaine Gallette da Gallette Chocolates
8.3 às 18h – Mariana Fonseca
9.3 às 19h – Beatrice Miranda
10.03 às 19h – Camilla Gaspari
11.03 às 19h – Luana Castro
12.03 às 19h – Vanessa Zenke
13.03 às 19h – Natalia Usberti

Vinhos por R$ 15,00 em todos os restaurantes, no almoço e jantar durante Le Settimane Gastronomiche. Os rótulos são: Chiari Rosso, Sangiovese Chiari Inzolia, Pinot Grigio Chiari Rose e Sangiovese.

Eataly: Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1.489, São Paulo – SP

 

Dia Internacional da Mulher: prepare uma receita especial para ela

Aproveite a data e surpreenda aquela mulher importante da sua vida com uma refeição diferenciada

Domingo, 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher, data que marca as lutas e conquistas da classe feminina ao longo dos anos. Sacciali, marca de alimentos gourmet inspirados na culinária italiana, convida os amantes da boa gastronomia a prepararem um almoço ou jantar especial para homenagear aquela mulher importante da sua vida.

Confira as receitas que a Sacciali separou:

Abóbora Assada com Azeite Premium Sacciali

abobora assada

Ingredientes
½ abóbora japonesa
2 colheres de sopa de mel
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
2 colheres de Azeite Premium Sacciali
Sal e pimenta do reino

Modo de preparo
Preaqueça o forno a 200ºC. Com uma escova para legumes, lave bem a casca da abóbora sob água correte, raspe e descarte as sementes. Corte a fruta em fatias grossas, formando uma meia lua. Numa tigela grande, misture o mel com o vinagre balsâmico e o Azeite Premium Sacciali. Junte a abóbora e misture bem com as mãos para envolver todas as fatias com o tempero. Disponha as fatias numa assadeira grande, uma do lado da outra e tempere com o sal e a pimenta do reino. Leve ao forno por cerca de 25 minutos, até ficarem caramelizadas e macias. Na metade do tempo, vire os pedaços da abóbora para caramelizar por igual. Está pronta.

Omelete de Palmito Sacciali na frigideira

omelete palmito

Ingredientes
5 ovos
2 toletes de Palmito de Açaí Sacciali
1 batata grande
1 tomate
½ cebola
1 dente de alho
½ xícara de chá de leite de coco
1 colher de chá de farinha de trigo
2 colheres de sopa de azeite
4 ramos de coentro
Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo
Preaqueça o forno a 180º, temperatura média. Enquanto isso, descasque e corte a batata em cubos pequenos, transfira para uma panela pequena, cubra com água e leve ao fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 5 minutos. Escorra a água e transfira a batata para uma tigela. Reserve. Corte os toletes de Palmito de Açaí Sacciali em quatro e fatie cada um em pedaços pequenos. Descasque e pique a cebola e o alho. Corte o tomate ao meio, descarte as sementes e corte cada metade em pequenos cubos. Lave, seque e pique as folhas de coentro. Leve uma frigideira média de borda alta que possa ir ano forno ao fogo médio. Quando aquecer, regue com o Azeite Premium Sacciali, adicione a cebola, tempere com uma pitada de sal e refogue até murchar. Junte o Palmito de Açaí Sacciali, a batata e mexa por mais três minutos. Acrescente o tomate, o alho e tempere com o sal e refogue por mais dois minutos. Por último, misture o coentro. Regue o refogado com o leite de coco, salpique com a farinha e misture bem. Desligue o fogo. Em uma tigela, quebre os ovos e bata com um garfo, apenas para misturar as claras com as gemas. Junte o refogado ao Palmito de Açaí Sacciali, cerca de 1/3 dos ovos batidos e misture. Acrescente o restante dos ovos batidos, sem mexer, e leve ao forno para assar por 20 minutos. Sirva a seguir!

Dica: a sugestão é saborear o prato com salada de brotos ou molho de alcaparras.

Torta Cremosa de Geleia de Morango Sacciali

torta geleia

Ingredientes
2 xícaras de chá de farinha de trigo
2 colheres de sopa de açúcar
1 xícara de chá de manteiga
2 ovos
6 colheres de sopa de água
1 gema para pincelar

Ingredientes recheio
1 lata de leite condensado
1 xícara de chá de leite
1 gema peneirada
1 colher de sopa de amido de milho
1 Geleia de Morango Sacciali
Suco de ½ limão

Modo de preparo
Misture a Geleia de Morango Sacciali com o suco em uma panela e leve ao fogo baixo. Quando ferver, deixe cozinhar por 10 minutos. Deixe esfriar. Para o recheio, misture os ingredientes em uma panela e mexa até engrossar em fogo baixo. Deixei esfriar;
Para a massa, em uma tigela, misture a farinha, o açúcar, a manteiga e os ovos até formar uma farofa. Junte a água aos poucos e vá misturando até formar uma massa homogênea, que desgrude das mãos. Se for necessário, acrescente mais água. Embrulhe a massa em um filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos. Reserve 1/3 da massa e abra o restante com o rolo e forre uma forma de aro removível. Espalhe o recheio frio e acrescente por cima a Geleia de Morango Sacciali. Abra o restante da massa e corte em tiras. Cubra a torta trançando as tiras e pincele com a gema batida. Leve a torta ao forno médio de 180ºC, preaquecido, e deixe assar por 20 minutos ou até dourar. Quando estiver pronta, aguarde alguns instantes para desinformar e está pronta.

Fonte: Sacciali