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Noite de Fados é experiência especial em restaurante português

Jantar à luz de velas e culinária lusitana na Quinta do Olivardo do Brooklin

O tradicional restaurante português Quinta do Olivardo que funciona há mais de 10 anos em São Roque, tem sua filial oficial em São Paulo, no bairro do Brooklin. A Quinta do Olivardo Tasca do Brooklin traz a mesma qualidade dos pratos típicos da Ilha da Madeira servidos no endereço do interior para a capital paulistana.

A fadista Ciça Marinho

A casa apresenta todos primeiros sábados do mês uma noite especial com jantar à luz de velas e fados cantados pela fadista Ciça Marinho, que mostra clássicos da música portuguesa, acompanhada do jovem talento da guitarra portuguesa no Brasil, Wallace Oliveira e Sérgio Borges no violão.

Bacalhau à moda da casa

Além da boa música, iguarias especiais como o tradicional Bacalhau à Lagareiro, o irresistível bolinho de bacalhau e deliciosos pastéis de nata acompanhados de um bom vinho de fabricação própria, fazem do local uma inesquecível experiência aos sentidos.

Quinta do Olivardo – Tasca Brooklin – Rua Arizona, 1485 – Brooklin – São Paulo. Almoço todo os dias de segunda a domingo – das 11h às 16h. Jantar todos primeiros sábados do mês. Reservas e mais informações: WhatsApp (11) 99110-1777 (11) 94223-0195 (11) 5505-7305

A importância da musicoterapia para a saúde mental

Como a música pode ajudar no tratamento e qualidade da saúde mental

Quem nunca ouviu que, para começar bem o dia, é importante ouvir uma música bem animada logo de manhã? Apesar de ter se tornado até mesmo senso comum, a raiz desse ditado é científica. Ouvir a música preferida tem grande influência sobre o humor e qualidade de vida. Por isso, com inúmeros benefícios para o nosso bem-estar, a música, além de lazer, “também pode ser utilizada como método terapêutico”, afirma o psicólogo e musicista Alessandro Scaranto.

Depois de um dia estressante no trabalho ou cansado no trânsito, ouvir uma música pode, sem dúvida, mudar o nosso humor. Isso porque “a música evoca em nós emoções e sentimentos diferentes”, afirma o especialista em saúde mental. Com determinadas emoções ativadas, a música consegue melhorar a nossa criatividade, humor, concentração e bem-estar.

Fora do dia a dia comum, a arte dos sons também pode ser usada como forma terapêutica. Isso porque, a música ajuda a expor problemas internos de uma forma tranquila, que não se priva somente à utilização das palavras para expressar as emoções sentidas.

“Há músicas que contêm memórias de momentos vividos. Trazem-nos de volta um passado. Lembramo-nos de lugares, objetos, rostos, gestos, sentimentos. (…) Mas há músicas que nos fazem retornar a um passado que nunca aconteceu”, afirma Rubem Alves, psicanalista e educador. Ao complementar a citação de Alves, Scaranto afirma que há músicas que nos direcionam a um futuro que pode acontecer.

Desse modo, por meio da musicoterapia é possível sentir, compreender, expressar e perceber sentimentos e emoções difíceis de expor. A raiva, o medo, a tristeza e a preocupação são sentimentos que, por meio dos sons, são colocados para fora e, assim, se tornam mais fáceis de serem tratados.

“Cantar, ouvir ou tocar uma música tem um grande poder sobre as emoções das pessoas”, atesta Scaranto. Mesmo quando não é você quem está cantando, a música, pela letra ou pela melodia, faz você entrar em uma nova realidade que te tira de toda a aura em que se encontra. “Desse modo, de acordo com a sonoridade ouvida, o paciente consegue sentir as suas emoções representadas, mesmo que a letra não retrate exatamente a realidade em que ele vive”, completa.

Nos consultórios, a música pode ser ouvida, cantada, ou até mesmo tocada. Sempre de acordo com a realidade do paciente, também é possível a utilização de karaokês para a expressão das emoções. Assim, mesmo fora da sala de consulta, o paciente consegue também utilizar no seu dia a dia a música como uma válvula de escape. Para finalizar, Scaranto explica que a musicoterapia ajuda na melhora do humor, da criatividade e em questões físicas, como na regularização da frequência e respiratória em pacientes com doenças arteriais ou coronárias.

Fonte: Alessandro Scaranto – Psicólogo – Especialista em Saúde Pública e Saúde da família
Acupunturista

HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

E L A

Ela pode ser o rosto que eu não consigo esquecer
Um traço de prazer ou de arrependimento
Talvez meu tesouro ou
O preço que eu tenho que pagar

Ela pode ser a música que o verão canta
Talvez o frescor que o outono traz
Talvez uma centena de coisas diferentes
No espaço de um dia

Ela pode ser a bela ou a fera
Talvez a fome ou a fartura
Pode transformar cada dia em um paraíso ou em um inferno

Ela pode ser o espelho do meu sonho
O sorriso refletido no rio
Ela pode não ser o que parece ser
Dentro de sua concha

Ela, que sempre parece tão feliz no meio da multidão
Com os olhos tão pessoais e tão orgulhosos
Mas que não podem ser vistos
Quando choram

Pode ser o amor que não espera que dure
Pode vir das sombras do passado
Que eu irei me lembrar até o dia de minha morte

Ela talvez seja o motivo para eu sobreviver
A razão pela qual eu estou vivo
A pessoa que cuidarei através
Dos difíceis e imediatos anos

Eu, eu pegarei as risadas e as lágrimas dela
E farei delas todas minhas recordações
Para onde ela for, eu tenho que estar lá
O sentido da minha vida é ela, ela, ela

S H E

She may be the face I can’t forget
A trace of pleasure or regret
May be my treasure or
The price I have to pay

She may be the song that summer sings
May be the chill that autumn brings
May be a hundred different things
Within the measure of a day

She may be the beauty or the beast
May be the famine or the feast
May turn each day into a heaven or a hell

She may be the mirror of my dream
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell

She who always seems so happy in a crowd
Whose eyes can be so private and so proud
No one’s allowed to see them
When they cry

She may be the love that cannot hope to last
May come to me from shadows of the past
That I’ll remember till the day I die

She may be the reason I survive
The why and wherefore I’m alive
The one I’ll care for through the
Rough and rainy years

Me, I’ll take her laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I’ve got to be
The meaning of my life is she, she, she

Charles Aznavour/Herbert Kretzmere

Biografia mais importante do The Doors honra os 50 anos da morte de Jim Morrison

50 anos após sua morte, a Editora Belas Letras publica a biografia definitiva que revela Jim Morrison em toda a sua complexidade: cantor, filósofo, poeta, delinquente.

O kit exclusivo de colecionador vem com 1 livro “Jim Morrison – Ninguém sai vivo daqui”, com mais de 400 páginas + 1 marcador de páginas personalizado + 1 adesivo do The Doors + 1 Paper Morrison para montar em casa. Os kits são limitados, por isso ficam disponíveis na loja virtual apenas enquanto durar o estoque. Os envios começam no dia 15 de fevereiro.

O livro que inspirou o filme de Oliver Stone (1991) é a biografia mais cultuada de todos os tempos sobre o The Doors e também foi a primeira a ser escrita, publicada originalmente em 1980. “Ninguém sai vivo daqui” se tornou best seller nos Estados Unidos, com mais de 2 milhões de exemplares vendidos. E foi a partir desse livro que o mercado editorial adotou o rock como uma categoria literária.

A biografia foi escrita por Danny Sugerman, um dos confidentes e assessores dos Doors que conseguiu um emprego no escritório da banda aos 13 anos para responder carta de fãs e compartilhou da intimidade de Jim Morrison como poucos – a ponto de o próprio Jim tê-lo incentivado a escrever sobre música.

Jim Morrison protagonizou uma das histórias mais emblemáticas do rock, uma tragédia moderna que o elevou à condição de lenda. Carismático, brilhante, genial e genioso, Jim rejeitou todas as formas de autoridade e, como um explorador obcecado, testou “os limites da realidade para ver o que aconteceria”. Morrison morreu aos 27 anos, o que fez dele mais uma lenda do maldito Clube dos 27.

Sex symbol dos anos 60, o Rei Lagarto, como ele próprio se definia por ser fascinado pelos répteis e pelo xamanismo, cantava como se fizesse um ritual. Para ele, música era mágica, performance era adoração e ritmo podia libertar. Cantor, filósofo, poeta e delinquente, Morrison tinha um jeito tão único de ver o mundo que criou seu próprio gênero musical, para além do rock’n’roll. Consegue escutar daí o som marcante dos teclados dos Doors?

“A biografia mais importante do The Doors, que serviu de inspiração para o aclamado filme de Oliver Stone de 1991.”  Rolling Stone

“O melhor livro já escrito sobre o The Doors.”   André Barcinski, Folha de S.Paulo

“Um livro que todo fã (novo ou velho) do The Doors deve ler, repleto de revelações picantes, memórias agridoces e uma investigação exaustiva sobre a morte bizarra de Morrison.” – Los Angeles Times

“Brilhante… um relato intensamente vívido e selvagemente cativante de uma breve vida, desfrutada no limite; na verdade, sem limites… Uma viagem feroz ao lado sombrio da humanidade. É um livro bem elaborado, feito com o tipo de perfeição muscular que Jim Morrison teria apreciado. Leia.” – Kicks

Jim Morrison – Ninguém sai vivo daqui
Autores: Jerry Hopkins e Danny Sugerman
Tradução: Renato Rezende
Editora: Belas Letras
Páginas: 440
Formato: 15,5 cm x 22,5 cm
Peso: 0,5 kg
Preço de capa: R$ 84,90

Feliz Aniversário São Paulo

SAMPA

Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas

Ainda não havia para mim, Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João

Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos Mutantes

E foste um difícil começo
Afasta o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso

Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva

Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mais possível novo quilombo de Zumbi
E os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa

Caetano Veloso

MASP
MERCADO MUNICIPAL
BIBLIOTECA MÁRIO DE ANDRADE
EDIFÍCIO COPAN
IBIRAPUERA
ESTÁDIO DO PACAEMBU
A CIDADE VISTA DO TERRAÇO ITÁLIA

Feliz 2021

Amanhã será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã, redobrada a força
Pra cima que não cessa
Há de vingar
Amanhã, mais nenhum mistério
Acima do ilusório
O astro rei vai brilhar
Amanhã a luminosidade
Alheia a qualquer vontade
Há de imperar, há de imperar
Amanhã está toda a esperança
Por menor que pareça
O que existe é pra vicejar
Amanhã, apesar de hoje
Ser a estrada que surge
Pra se trilhar
Amanhã, mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Amanhã ódios aplacados
Temores abrandados
Será pleno, será pleno

Guilherme Arantes

Janis Joplin: biografia definitiva chega no ano em que se completa 50 anos de sua morte 

Livro relembra a carreira meteórica da cantora símbolo de independência feminina e cuja importância para a cena musical internacional permanece viva

O peso na letra unida à rouquidão e a emoção na voz de Janis Joplin dão o tom da carreira da maior e mais influente cantora de rock da história. Mas, por trás da figura mítica da artista, há uma vida carregada de transgressões, quebras de paradigmas, frustrações amorosas e dissabores familiares. Escrita por Holly George-Warren, jornalista e uma das mais respeitadas cronistas da história da música norte-americana, “Janis Joplin: Sua Vida, Sua Música”, lançamento da Editora Seoman, chega ao Brasil para nos fazer rememorar sua trajetória, no momento em que se marca o cinquentenário de sua morte.

Para relatar a vida da cantora, a autora, que também é especialista em biografias de rock, recorreu a familiares da cantora, amigos, colegas de banda, pesquisou arquivos, diários, cartas e entrevistas há muito perdidas. Ela faz, sobretudo, um perfil minucioso detalhando os passos de Janis até a overdose acidental de heroína, que lhe ceifou a vida em 4 de outubro de 1970.

Por meio de um estilo radiante e intimista, esta biografia consolida Janis como vanguardista musical. Uma mulher rebelde, dona de grande astúcia e personalidade complexa, que rompeu regras e desafiou todas as convenções de gênero em sua época, abrindo caminho para as mulheres poderem extravasar suas dores e revolta no cenário artístico sem serem tão oprimidas pelo universo machista existente no meio musical. Este livro também foi celebrado pela grande mídia nos estados Unidos – The New York Times e The Washington Post, entre outros – como a biografia que revela, de forma definitiva, a “verdadeira Janis Joplin”, além de ser elogiado no site oficial da cantora.

Janis se notabilizou com o rock, mas transitava com facilidade por outros ritmos, como blues, o soul e o folk-rock. Sua carreira solo teve poucos anos de existência, mas foi capaz de notabilizar canções como “Mercedes Benz”, “Get It While You Can” e “Me and Bobby McGee”. Entretanto, sua erudição, empenho e talento combinados não transformaram a cantora no símbolo que representa. “Por sua influência e por seu próprio trabalho perene, Janis Joplin permanece no coração de nossa música e de nossa cultura”, afirma a autora.

“Uma descrição magnífica e muito interessante de Janis. Holly George-Warren tem um estilo de escrita atraente e cativante, e fiquei impressionada com a profundidade de suas novas entrevistas e informações” – Laura Joplin, irmã de Janis Joplin.

Responsável por dar fim à tônica de opressão e machismo que pairavam no mundo àquela época, Janis Joplin expunha sem medo suas convicções sobre temas como sexualidade e a psicodelia. Por essa vertente também tem entre suas fãs, a compositora e ativista Rosanne Cash e outras emblemáticas cantoras como Brandi Carlile, Margo Price e Courtney Marie Andrews. Além disso, diversas artistas vivenciaram a luta de Janis contra o sexismo do mundo do rock, entre elas, Patti Smith, Debbie Harry (Blondie), Cyndi Lauper, Chrissie Hynde (The Pretenders), Kate Pierson (B-52’s) e Ann e Nancy Wilson (Heart), que foram diretamente influenciadas por sua música, atitude e coragem.

“Antes da passagem um tanto breve de Janis Joplin pelo sucesso, teria sido difícil para essas artistas encontrarem um modelo feminino comparável à beatnik de Port Arthur, Texas. A mistura de musicalidade confiante, sexualidade impetuosa e exuberância natural, que produziu a primeira mulher estrela do rock dos Estados Unidos, mudou tudo”, conta a autora na introdução da obra.

“Magistralmente bem pesquisada, esta biografia revela definitivamente a verdadeira Janis Joplin” – The New York Times

A forma como Janis transmitia emoção, em um canto que ia da melancolia à rebeldia, era e sempre será único. Sua voz rouca, que todos conhecem, revela uma alma que sofria e buscava refúgio na heroína. Outro fator que marcou sua vida, também retratado no livro, foi a busca incessante pelo amor. Ela que nunca foi capaz de ter um relacionamento sólido e duradouro, e dessa forma buscou uma maneira de aliar a sua carreira com o sonho de constituir uma família, levando-a ao seu triste fim: sua morte precoce, aos 27 anos, por overdose acidental de heroína.

Sobre a autora:

Holly George-Warren foi indicada duas vezes ao Grammy e é autora premiada de 16 livros, entre eles duas biografias: A Man Called Destruction: The Life and Music of Alex Chilton e Public Cowboy #1: The Life and Times of Gene Autry, além do best-seller do New York Times: A Estrada para Woodstock (com Michael Lang). Ela já escreveu para diversas publicações, incluindo The New York Times, Rolling Stone e Entertainment Weekly, tendo atuado também como consultora em documentários como Muscle Shoals, Nashville 2.0 e Hitmakers. Holly faz parte da comissão de indicação do Rock & Roll Hall of Fame e leciona na Universidade Estadual de Nova York, em New Paltz.

Livro: Janis Joplin: Sua Vida, Sua Música
Autora: Holly George-Warren
Editora: Seoman
Páginas: 432
Preço: R$ 69,90

Lenny Kravitz é a nova estrela de Yves Saint Laurent Beauté

Yves Saint Laurent Beauté anuncia o ator e músico de rock considerado um dos mais proeminente do nosso tempo, Lenny Kravitz, como embaixador e porta-voz da marca. O cantor, compositor, produtor, instrumentista, ator, ícone da moda, fotógrafo e designer compartilha os mesmos valores de Yves Saint Laurent Beauté, com seu espírito jovem e sua constante busca pela autorrealização sempre pronto para enfrentar qualquer desafio com a mente aberta.

“Sempre fui fã de Yves Saint Laurent e de seu trabalho, sua estética, seu estilo de vida, sua ousadia. Ele era super eclético e desenhava de muitos lugares. Eu também sempre usei muito Saint Laurent. Isso não foi algo que eu tive que me encaixar ou pensar sobre, faz parte do meu estilo de vida há tantos anos. É uma colaboração muito orgânica”, diz Kravitz, que completou 56 anos em maio.

Informações: Yves Saint Laurent – SAC: 0800 727 5626 / Instagram: @yslbeauty

Projeto Músicas Para Relaxar é focado em meditação e relaxamento

Formado por 3 álbuns, o intuito é diminuir a ansiedade e estresse, potencializados neste momento de pandemia

A Sony Music disponibilizou o projeto “Músicas Para Relaxar”, formado por um pack de três álbuns para ajudar a diminuir a ansiedade e estresse, potencializados neste momento pela pandemia do coronavírus.

O projeto seguiu um estudo da gravadora, que identificou o aumento pela procura de músicas neste perfil. Todas as 50 faixas foram compostas pelo maestro Ricardo Itaborahy Soares, de Minas Gerais. Foram usados sons reais da natureza com linhas melódicas para a composição de cada canção.

O primeiro álbum, que conta com 20 faixas, é todo em inglês e recebeu o nome de “Meditate And Relax To The Sounds Of Nature”. Já o segundo disco, “Música Pra Dormir Relaxar e Meditar”, traz 15 músicas. Para fechar, mais 15 canções com o título de “Barulho da Natureza”.

mulher ouvindo musica na cama fone de ouvido

Tracklist (para acessar clique no nome do álbum):

Meditate and Relax to the Sounds of Nature
1) Forest Blue – 3:04
2) Whales in the sea – 3:08
3) Free Birds – 3:01
4) Light Wind – 3:25
5) Bright Forest – 2:55
6) Sea Shore – 2:50
7) Calm River – 3:02
8) Tree and Birds – 3:16
9) Rainning – 3:03
10) Beach and nature – 3:11
11) Small waterfall – 3:06
12) The Coast Wind – 3:25
13) Rain in the Forest – 2:58
14) Waterfall Green – 3:33
15) Crickets in the Silence – 3:07
16) Rainning in the ocean – 2:58
17) Live Nature – 2:35
18) Gentles Birds – 3:23
19) Red Beach – 3:07
20) Beatifull River – 3:06

Música Pra Dormir Relaxar e Meditar
21) Natureza Calma – 2:59
22) Flauta na Floresta – 3:14
23) Recanto – 3:00
24) Sinfonia de Pássaros – 2:22
25) Sossego das Águas – 3:14
26) Passarinho no Rio – 3:16
27) Pássaros da Noite – 3:24
28) Manha na Roça – 3:17
29) Mar dos Passarinhos – 3:50
30) Gaivotas – 3:24
31) Maré – 3:17
32) Mar Tranquilo – 3:20
33) Descanso dos Pássaros– 3:35
34) Dentro das Roças – 3:42
35) Floresta Clara – 2:56

Barulho da Natureza
36) Esperança das Águas – 3:22
37) Pássaros na Gruta – 3:13
38) Um Rio na Gruta 2:31
39) Chovendo na Floresta – 3:14
40) Chove na Cachoeira – 3:21
41) Maré Doce – 3:29
42) Silêncio no Pier – 3:16
43) Som da Mata – 3:17
44) Ambiente Natural – 2:57
45) Barulho da Natureza – 3:28
46) Vento na Floresta – 3:06
47) Ventando no Oceano – 3:00
48) De noite no Rio – 3:26
49) Cachoeirinha – 3:05
50) Beleza Natural – 3:02

 

CarnaRock Cervejaria Madalena: cerveja artesanal, gastronomia e muita música

Carnaval também é dia de rock bebê! Quem quer fugir da folia das ruas mas não abre mão de curtir o feriadão em grande estilo, a Cervejaria Madalena promove cinco dias de festa embalados com muito rock and roll regado a muita cerveja e uma divertida experiência para toda a família na ampla fábrica-bar.

No dia 21 de fevereiro, sexta-feira, a festa começa às 18 horas e segue até às 23 horas ao som da banda Beer Rock. Quem chegar até as 21 horas garante ainda double chope de Lager.

Nos dias 22, 23, 24 e 25 de fevereiro o público pode curtir o som de bandas covers com clássicos do rock nacional e internacional, música brasileira com repertório variado e cover dos Mamonas Assassinas.

Nos dias de festa, as mais de vinte torneiras de chope da fábrica-bar oferecem a bebida com estilos que vão dos clássicos aos sazonais, como a Lager Premium, Bohemian Pilsen, Amber Ale, American Pale Ale, India Pale Ale, Double IPA, Weiss e Stout entre outras.

Cerveja-Garrafa

Confira a programação:

Sexta-feira – 21/02

Banda Beer Rock – Banda de covers dos clássicos do Rock nacional e internacional – 18h às 23h
Double de chope estilo Lager até as 21h
Entrada Livre

Sábado – 22/02

Banda Rockfuzz – Clássicos do Rock
13h às 23h
Entrada 1 kg de alimento ou R$ 10,00 para doação

Domingo – 23/02

Banda Cracklin’Groove– Clássicos do Rock
Banda Mamonas Diet Music – Cover do Mamonas Assassinas
13h às 19h
Entrada livre

Carnaval mulher cerveja

Segunda-Feira – 24/02

Banda Prece Cósmica – Música Brasileira – No repertório, Secos e Molhados, Mutantes, Novos Baianos, Tim Maia, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Alceu Valença, Belchior, Raul Seixas, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Clube da Esquina entre outros.
13h às 19h
Entrada livre

Terça-Feira – 25/02

Banda Banda Beer Rock – Banda de covers dos clássicos do Rock nacional e internacional
13h às 19h
Entrada livre

Cervejaria Madalena: Rua Araçatuba,137, Santa Maria, Santo André.