Arquivo da categoria: natureza

Beleza Sustentável: aprenda a fazer cosméticos naturais e veganos

A convite do Namu Cursos, primeira plataforma online para uma vida equilibrada, Daniella Kakazu e Luiza Monteiro, ambas engenheiras químicas e pós-graduadas em sustentabilidade, elaboraram um curso on-line exclusivo para a plataforma. Com o nome de “Cosméticos Naturais e Veganos”, o curso possui 11 videoaulas que ensinam a fazer os mais variados tipos de cosméticos com foco no cuidado da pele, como hidratantes, séruns, esfoliantes, máscaras e tônicos.

cosmeticos naturais veganicos organicos

O grande diferencial do curso é que todos os cosméticos são livres de elementos de origem animal. Até mesmo ingredientes como o leite e o mel – muito presentes em cosméticos – são deixados de fora das receitas. “A ideia é fazer tudo para causar o mínimo de impacto possível ao meio ambiente” explica Luiza.

Além disso, os produtos são 100% naturais, ou seja, sem nenhum componente que foi sintetizado em laboratório. “Desejamos transformar as relações das pessoas com seu próprio corpo e com a natureza, levando os benefícios dos cosméticos naturais a todos. Queremos inspirá-las a ter um cuidado mais verdadeiro, minimalista e harmonioso com a sua pele”, diz Daniella.

De acordo com Luiza, é um grande erro achar que os cosméticos precisam ter produtos químicos ou de origem animal para deixar a pele bonita e saudável. Os ingredientes vegetais são muito nutritivos, eficientes e trazem diversos benefícios para a pele a longo prazo. Ao contrário dos produtos convencionais, que em sua maioria são compostos por água ou ingredientes químicos e tratam apenas os sintomas aparentes. “Além do que, alguns deles são agressivos à pele, causando alergias, irritações, acne, coceiras e até desequilíbrios hormonais”, completa.

As professoras explicam que a transição de produtos industrializados para naturais não é para ser algo duro ou sofrido. “Vá substituindo aos poucos. Conforme os seus produtos forem acabando, vá introduzindo os naturais na sua rotina”. Além disso, é necessário ter paciência, pois o organismo pode demorar um pouco para se acostumar com eles. “É importante que não desista nas primeiras tentativas”.

O curso idealizado por Daniella e Luiza reúne dicas que ajudarão nessa transição, além de explicar quais são os melhores ingredientes para todos os tipos de pele, seja ela ressecada, oleosa, sensível ou com acne. Em adicional, mostra os cuidados necessários para fazer os cosméticos em casa, com qualidade.

Valores: a vista = R$ 286,00, ou em até 12x de R$ 23,83 no cartão de crédito.

Natural skincare cosmetic products on white marble table from above. Creams, balms, masks, oils, serums.  Beauty blogger concept

Namu Cursos

É uma start up com foco em qualidade de vida. É a primeira plataforma de videoaulas voltada exclusivamente para o bem-estar. O objetivo da empresa é contribuir para a evolução das pessoas por meio de conteúdos para uma vida mais equilibrada. Os cursos são completos e contam com os melhores professores de yoga, pilates, fitness e alimentação saudável. São adquiridos por meio do site e podem ser acessados pelo computador, celular ou tablet.

Sobre Daniella Kakazu e Luiza Monteiro

Daniella e Luiza são Engenheiras Químicas pela UFSCar. Daniella é pós-graduada em Sustentabilidade pela Universidade da Califórnia, de Los Angeles (EUA). Ambas empreendedoras na Jaci Natural, marca de cosméticos naturais, veganos e sustentáveis.

Conheça e siga o blog criado apenas para os animais: Se Meu Pet Falasse

Está sentindo falta dos posts sobre animais?

Resolvi separar os assuntos e criar uma página apenas para eles, que são minha paixão, e merecem e precisam de porta-vozes neste mundo.

Neste novo blog continuo dando dicas de alimentação, saúde, vacinação, campanhas e feiras de adoção, direito animal, doações, meio ambiente e sustentabilidade.

Visite e siga: Se Meu Pet Falasse

A natureza e os animais precisam de você, especialmente nesta época atual, de trevas, em que a ignorância e a ambição financeira falam mais alto.

animais

Dia Mundial da Água: especialista indica cinco atitudes para evitar o desperdício

Economia circular, novas tecnologias hidrossanitárias e calculadora de consumo são alguns exemplos que contribuem com a preservação da água

Comemorado no dia 22 de março, o Dia Mundial da Água foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992, durante uma conferência sobre o meio ambiente e o desenvolvimento. A data debate e alerta anualmente sobre alternativas para preservar um dos bens mais importantes do planeta.

A escolha de um dia dedicado à água reforça a grande importância desse patrimônio natural na vida das pessoas e no equilíbrio dos ecossistemas. Além de reforçar também a necessidade de conscientizar a população sobre o cuidado e a preservação desse bem, que desde muito tempo vem sendo explorado. A disponibilidade da água faz com que o seu valor seja esquecido, mas, na realidade, casos de regiões com escassez estão cada vez mais comuns.

“Estamos tratando com uma questão que afeta diretamente a fonte de vida da população, por isso medidas sustentáveis precisam ser aplicadas. Buscamos incentivar nossos colaboradores e clientes a economizar e preservar, além disso, também tentamos dar o exemplo praticando a economia circular. Coletamos a água da chuva e reutilizamos para limpeza dos espaços internos da empresa e pátios”, ressalta o gerente industrial da Censi, Arilson Decarlos.

Se conscientize você também. O especialista separou cinco dicas para você economizar em casa, anote aí:

água

– Economia Circular: ainda pouco conhecida, essa atitude busca dar valor ao que seria descartado. Alguns ambientalistas consideram que o consumo de água dentro do conceito de economia circular não é só uma opção, mas uma questão de sobrevivência. Dentro desse novo sistema, ao invés de descartar as águas residuais ou esgoto, é encontrado uma forma de reinserir no sistema evitando a realização de uma nova captação.

– Verifique vazamentos: nem sempre os vazamentos são visíveis, podendo ser também internamente. Nesse caso, se você não ficar de olho, só vai descobrir quando sua conta estiver nas alturas e uma grande quantidade de água ter sido desperdiçada. Um método comum para identificar o vazamento é fechar todas as saídas de água da residência e observar se o ponteiro do medidor continua girando. Se continuar, procure um profissional imediatamente, há grandes chances de encontrar um vazamento. Investir em mecanismos de antivazamento ajuda a prevenir e identificar.

mulher escovando dentes
Foto: JanFidler/Morguefile

– Economize água sempre que possível: quando for escovar os dentes, lavar a louça ou fazer a barba, não esqueça de fechar a torneira nos momentos em que não estiver usando. Uma torneira aberta pode desperdiçar em média 80 litros de água a cada cinco minutos. Não enrole na hora do banho, e também mantenha o chuveiro desligado enquanto não precisar da água. Evite lavar calçadas e garagens com água potável e colocar poucas peças de roupa para lavar, espere acumular o suficiente para atingir a capacidade total da máquina.

– Produtos hidrossanitários: além do antivazamento, outros produtos também podem auxiliar na economia de água. O sistema de duplo acionamento, por exemplo, diminui o gasto de 50% até 75% em relação às convencionais. Já os restritores e redutores de vazão são indicados para controlar a pressão da água e evitar o desperdício. Eles reduzem a saída de água em até quatro litros por minuto.

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– Calculadora on-line: você sabe o quanto de água gasta por dia? E se o seu consumo está dentro do indicado para cada habitante? A Organização das Nações Unidas (ONU) considera 110 litros de água por dia o ideal por pessoa. Para medir o quanto você gasta, existem algumas opções de calculadores on-line disponíveis. Por exemplo, clicando aqui, onde você coloca quantas pessoas moram na residência e o consumo mensal para verificar se a mediação está dentro ou acima do indicado pela ONU.

Lixo jogado nas praias gera impactos ambientais, econômicos e prejuízo aos banhistas

Além de deixar a água imprópria para o banho, poluição na areia e nos oceanos causa a morte de animais marinhos

As festas de fim de ano e as férias levam às praias um grande número de turistas que nem sempre descartam o lixo em local adequado. Segundo um levantamento do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), todos os anos, cerca de 190 mil toneladas de materiais plásticos são lançados ao mar, na costa brasileira. Em Santos, 117 toneladas de resíduos foram removidas da beira-mar durante a primeira quinzena de 2018, segundo dados da prefeitura. O peso é equivalente a 13 baleias francas adultas, espécie que costuma visitar o litoral paulista.

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Pixabay

O descarte incorreto do lixo, principalmente nas praias, interfere diretamente no desenvolvimento das espécies marinhas. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Queensland, na Austrália, a contaminação dos oceanos, principalmente por plásticos, é responsável pela morte de cerca de 100 mil animais todos os anos.

Segundo o presidente do conselho da Associação MarBrasil, Ariel Scheffer, cerca de 260 espécies marinhas estão ameaçadas de extinção devido ao descarte incorreto de plásticos no mar. “Muitos animais se enroscam e ficam feridos ao terem contato com esse tipo de material, mas o problema principal é a ingestão do plástico, que é tóxico e não é um elemento natural do trato digestivo”, explica.

O biólogo, que é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, destaca que as aves marinhas e as tartarugas são as mais prejudicadas por confundir sacolas com alimentos da cadeia alimentar, como águas vivas e pequenos organismos. “Dos animais encontrados mortos, 100% das tartarugas verdes e 75% das aves marinhas possuem plástico no estômago.”

Além de impactar as espécies marinhas, os resíduos descartados nas praias também interferem na vida dos banhistas, que podem se ferir com determinados objetos. A sujeira também reduz a balneabilidade, que é o índice usado para verificar a qualidade da água destinada à recreação. Desse modo, ela se torna imprópria para o banho, podendo gerar doenças.

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Os prejuízos afetam ainda a economia dos municípios, que precisam aumentar as despesas com a limpeza das praias e perdem a receita com o turismo. No setor da navegação e nas atividades pesqueiras, a produtividade tende a diminuir devido à morte dos peixes e à poluição dos oceanos.

Sobre a Rede de Especialistas

A Rede de Especialistas de Conservação da Natureza é uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos, com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Nota da redação: por favor, não seja uma dessas pessoas que fazem isso!

Suvinil e Elephant Parade levam elefantes para as ruas do Rio de Janeiro

Exposição chama atenção para risco de extinção dos elefantes.

Depois de passar por 26 cidades em 17 países, a Elephant Parade chegou às ruas da cidade do Rio de Janeiro ontem (1º/11). Com 66 estátuas customizadas por grandes artistas nacionais, esta será uma das maiores exposições de arte ao ar livre da história da cidade.

As esculturas, no tamanho real de um bebê elefante, ao final da exposição serão leiloadas e parte da quantia arrecadada será destinada a filantropia local, projetos de preservação dos elefantes e aos artistas participantes.

A participação da Suvinil na Elephant Parade faz parte do projeto Suvinil Além da Cor, que tem como objetivo apoiar iniciativas que tragam benefícios à sociedade, transformando por meio das cores a vida das pessoas que possuem uma relação com um espaço ou bem público.

“Por meio do projeto Suvinil Além da Cor, damos cor e vida ao transformar a relação das pessoas com diferentes ambientes, seja investindo em um museu, colorindo os muros das casas de uma comunidade, ou chamando a atenção das pessoas para uma causa social, como a da Elephant Parade”, comenta Rafael Conejo, gerente de Comunicação e Marca da Suvinil.

Entre as 66 estátuas que colorirão os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, oito são uma homenagem da Suvinil para a cidade maravilhosa. As obras Elephant in WonderLand (Rogério Fernandes), Que seja doce (Érica Morais), Steampunk (Ricardo Dantas), Fantástico (Renan Cristian), Suhki (Babi Wrobel), Jasmim Manga (Flow), Ô abre alas, que eu quero brincar (Levi Cintra) e Tributo a Van Gogh (Dionéia Israel Fraga), poderão ser visitadas nas seguintes localidades:

• Bondinho Pão de Açúcar – Av. Pasteur, 520 – Urca
• Av. Vieira Souto X Esquina com Farm de Amoedo – Ipanema
• BarraShopping – Av. das Américas , 4.666 – Barra da Tijuca
• Yndu Lounge – Av. do Pepê, s/nº – Barra da Tijuca
• Av. Atlântica, 1702 – próximo ao Belmond Copacabana Palace – Copacabana
• Praça Jornalista Mario Filho, s/nº (esquina com Rua Olegário Maciel) – Barra da Tijuca
• Praça Mauá nº1 – próximo ao AcquaRio – Centro
• Av. Lúcio Costa, nº 6849 (próximo ao Apha Barra) – Barra da Tijuca

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Cada uma delas conta uma história e retrata uma realidade. Pintadas por artistas convidados pela Suvinil, os elefantes estarão nas ruas até o dia 29 de novembro.

As outras obras estarão nos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro como o Pão de Açúcar, as Orlas da Zona Sul e Barra da Tijuca, o Centro Histórico, a Praça Mauá, o Parque Laje e o Jardim Botânico.

Elephant Parade
Data: de 1º a 29 de novembro
Acesse o site e descubra o mapa da manada

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Conheça a plataforma on-line com todo o histórico de intervenções promovidas pelo Suvinil: Além da Cor.

Tiffany & Co. apresenta nova coleção de joias Save the Wild

Desde o seu lançamento em 2017, a Tiffany continua com sua promessa de 100% de lucros e uma doação total de US$ 4 milhões em apoio à conservação da vida selvagem até janeiro de 2020

A Tiffany & Co. revela sua coleção Tiffany Save the Wild com novos modelos. A coleção expandiu para incluir leões e rinocerontes, além de elefantes, tudo em apoio à Wildlife Conservation Network e seus inovadores fundos de crise para salvar animais selvagens africanos ameaçados de extinção.

Como parte do compromisso contínuo da Tiffany com a sustentabilidade e conservação, 100% dos lucros da Coleção Tiffany Save the Wild apoiarão a proteção das respectivas espécies ameaçadas de extinção: o elefante, o rinoceronte e o leão. A Tiffany & Co. é particularmente dedicada ao bem-estar do continente africano, onde obtém muitos dos diamantes e pedras preciosas e operam oficinas de lapidação e polimento de diamante.

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Depois de lançar a coleção em 2017 como parte da campanha #KnotOnMyPlanet, a Tiffany já mais que dobrou seu compromisso original, com US$ 2 milhões arrecadados a partir de abril de 2018 para apoiar os melhores investimentos em redução da demanda de combate à caça, combate ao tráfico e marfim . Como resultado, o Fundo de Crise de Elefantes da Rede de Conservação da Vida Selvagem, junto com seus parceiros, fez lobby com sucesso pelo fechamento do comércio doméstico de marfim na China e em Hong Kong.

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A Tiffany se compromete ainda com uma doação mínima adicional de US$ 2 milhões até 31 de janeiro de 2020. Com esses novos encantos, a Tiffany continua seus esforços para aumentar a conscientização pública e contribuir com os recursos financeiros necessários para proteger a fauna ameaçada e seus ecossistemas ameaçados.

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“Por mais de 180 anos, a Tiffany & Co. tem se inspirado na beleza do mundo natural – por isso, acreditamos que temos um imperativo moral para protegê-lo”, disse Anisa Kamadoli Costa, diretora de sustentabilidade da Tiffany & Co. “ Por isso, estamos especialmente entusiasmados por poder dar o nosso apoio aos esforços de conservação da vida selvagem através do importante trabalho da Wildlife Conservation Network ”.

De proteção ao ecossistemas marinhos do mundo a realocação de rinocerontes negros para portos seguros em Botsuana, Tiffany tem sido uma defensora de longa data da conservação da vida selvagem em todo o mundo. Em colaboração com a Aliança de Tráfico de Animais Selvagens dos EUA em 2016, a marca juntou-se a uma coligação de 16 empresas que estão empenhadas em impedir a procura de produtos ilegais da vida selvagem.

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Desde a sua criação em 2000, a Tiffany & Co. Foundation concedeu mais de US$ 70 milhões em subsídios focados em esforços de conservação, incluindo conservação de corais e marinhos, e mineração responsável. A missão da Fundação de preservar as paisagens e marinhas mais valorizadas do mundo alinha-se perfeitamente com o compromisso complementar da Tiffany com a conservação.

Com a Save the Wild Collection, a Tiffany & Co. está criando novos financiamentos significativos através de suas vendas de produtos corporativos para criar um futuro positivo para espécies ameaçadas de extinção.

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“Com mais da metade da vida selvagem perdida nos últimos 50 anos e menos de 1% da filantropia para conservar o mundo natural, o planeta precisa da liderança criativa e insuperável da Tiffany & Co.”, disse Jeffrey Parrish, vice presidente de Conservação na Wildlife Conservation Network. “Estamos orgulhosos de garantir que 100% do apoio da Tiffany vá para as melhores ideias de qualquer instituição para salvar essas espécies”.

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Disponível em prata de lei e ouro rosa 18k, os mais novos encantos da Coleção Tiffany Save the Wild podem ser comprados nas lojas e online a partir deste mês. Uma edição especial do broche de diamante elefante estará disponível apenas na loja principal da Fifth Avenue.

Informações: Tiffany & Co.

Depois de Nova York, “Bichos do Brasil” retorna a São Paulo

Exposição gratuita é patrocinada pelo Centro Britânico e explora a riqueza da fauna brasileira, explicando sobre animais silvestres conhecidos e desconhecidos em português e inglês

A exposição gratuita Wild Brazil – Bichos do Brasil retorna à cidade de São Paulo, no Centro Britânico Idiomas, no bairro da Pompeia (Rua Caraíbas, 957 – São Paulo – SP). Serão 27 obras, incluindo telas, lenços, bolsas e bloco de construção. A mostra retrata animais da fauna brasileira, como tamanduá bandeira, tatu-bola, anta, peixe-boi, quati, ouriço e paca, entre outros, e tem o patrocínio do Centro Britânico Idiomas. As obras são da artista plástica Walkiria Barone, que representará a riqueza da fauna brasileira com sua arte atraente e colorida, possibilitando ao público conhecer ou relembrar diferentes espécies de animais do Brasil.

A mostra já esteve na cidade de Nova York, tanto na estação de trem da cidade quanto no parque suspenso High Line Park (2014). De volta ao Brasil, serão 27 obras expostas e 11 delas estarão acompanhadas de uma ficha técnica em inglês e português, além de seus nomes científicos para que o público conheça mais sobre as espécies. A exposição ocorre até 11 de outubro, de segunda a quinta-feira, das 8h30 às 20 horas, sexta-feira das 8h às 17 horas e aos sábados das 8h30 às 11h30, comemorando o mês do “Spring Time”, chegada da Primavera do Brasil, a unidade está com agenda de eventos sobre a flora e da fauna brasileira.

A exposição tem um caráter informativo e propõe um diálogo com o público no sentido da conscientização para a preservação das espécies, principalmente aquelas que correm o risco de extinção.  “A ação de incentivo à cultura é parte de nossos valores. A artista leva para outros países um pouco da nossa biodiversidade e, assim, outras pessoas nos conhecem também. Para isso, a artista precisa do segundo idioma para contar histórias tão ricas e só é possível com a língua inglesa”, explica Monique Svolkin, gerente de marketing do Centro Britânico Idiomas.

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Agenda
Exposição gratuita Wild Brazil – Bichos do Brasil
Data: até 11/10
Horários: Segunda a quinta, das 8h30 às 20h | Sexta das 8h às 17h| Sábado das 8h30 às 11h30
Local: Rua Caraíbas, 957 – São Paulo (SP)

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Itens da exposição
A exposição contará com 13 pinturas: Ouriço, Jacaré de Papo Amarelo, Capivara, Preguiça, Lobo Guará, Quati, Tatu Bola, Anta, Peixe Boi, Veado Mateiro, Mico Leão, Tamanduá e Onça Pintada.
Serão 11 pinturas com fichas técnicas: Matamatá, Arraia do Xingu, Galo da Serra, Peixe Serra, Tamanduá, Tatu 15Kg, Preguiça de coleira, Olingo, Lagartinho, Cobra Cega, Caracol. Um bloco de cimento, uma jaqueta de couro, uma sacola do Centro Britânico e vários lenços pintados.

Walkiria Barone

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Artista plástica formada pela FAAP, trabalha com arte e educação e tem um trabalho constante de pintura e pesquisa de novos suportes. Realiza exposições desde 1990 e atua em diversas séries/técnicas/temas em vários espaços. A série Bichos do Brasil surgiu em 2010. Na área da educação coordena projetos inovadores na Escola de Artes para crianças e na A Casa Imaginária.

Centro Britânico

Fundada em 1969, o Centro Britânico é uma escola especializada no ensino de idiomas de forma consistente, eficiente e diferenciada, através de constante reciclagem de métodos, treinamento de funcionários e adequação da infraestrutura às exigências do mercado.

Com mais de 45 anos de atuação, o Centro Britânico vem realizando o sonho de seus alunos que é torna-los proficientes em um idioma Os cursos seguem o nivelamento do Quadro Comum Europeu (padrão internacionalmente reconhecido para descrever a proficiência em um idioma), o que garante que o aluno avançado do Centro Britânico seja avançado no mundo todo, produzindo um reflexo direto no índice de aprovação nos exames internacionais: 92%. A instituição é homologada e chancelada por Cambridge Assessment como centro preparatório e aplicador de exames internacionais no Brasil. Desde 2008 atua no sistema de franquias e, atualmente, conta com 30 unidades espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná oferecendo aulas de inglês internacional, espanhol, alemão, italiano, francês e português para estrangeiros.

Mostra: celebridades viram animais silvestres em prol da fauna brasileira

Sophie Charlotte, Paloma Bernardi, Luisa Sonza e Derrick Green estão entre as estrelas que participam da exposição fotográfica “Somos Todos Silvrestres”.

Em cartaz no Santana Parque Shopping a partir de 24 de agosto, a atração é uma parceria com a ONG Ampara Animal e faz um alerta para as espécies de animais brasileiros que estão ameaçadas de extinção.

A atriz Sophie Charlotte na pele de onça
A atriz Sophie Charlotte na pele de uma onça

O maquiador Alisson Rodrigues representou na pele de cada famoso um animal como por exemplo a arara azul, tartaruga marinha, onça pintada, macaco, iguana, pantera negra, coruja, mico-leão dourado entre outros.

“Somos um shopping totalmente a favor das causas animais. Apoiar esta mostra é fundamental para que os nossos clientes e visitantes se atentem para a triste realidade da nossa fauna”, explica o gerente de marketing Marcos Maltez.

As imagens, captadas pelo fotógrafo Jacques Dequeker, além de ser um material totalmente artístico, faz um apelo à reflexão do desequilíbrio que acomete nosso planeta.

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Exposição Somos Todos Silvestres
Período: de 24 de Agosto a 16 de setembro
Local: 2º Piso do Santana Parque Shopping
Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 – Santana – São Paulo – SP
Entrada gratuita
Mais informações: (11) 2238-3002 ou WhatsApp: (11) 94595-8270

Corrupção Verde: aqui começa a prática criminosa que contaminou o país

Por Clóvis Borges e Caetano Fischer Ranzi*

A existência de um bem que possa ser usurpado de maneira ilícita, gerando lucro para quem busca vantagens fora de preceitos legais ou em detrimento de terceiros, representa a fórmula que garantiu uma exploração descontrolada sobre o patrimônio natural brasileiro ao longo dos últimos séculos.

A exploração sem limites do período em que éramos ligados a Portugal já aponta para a existência de uma cultura pragmática de busca pelo enriquecimento a qualquer custo. Com vistas, inclusive, a buscar o desfrute desses ganhos em outras paragens, muito distantes do Novo Mundo.

Os ciclos econômicos que se seguiram à época do descobrimento foram eminentemente extrativistas espoliativos. Tanto que o final desses ciclos, reiteradamente, deu-se pela exaustão desses produtos, ocasionada pela exploração desenfreada. Seguiram as práticas agrícolas e de pecuária, subsequentes à devastação da vegetação nativa. Sempre em busca do uso máximo do território, desrespeitando encostas, beiras de rios ou mesmo a existência de remanescentes naturais em alguma proporção nas regiões exploradas.

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A prática de troca de favores entre o privado e o público para obtenção de permissões para avanços exacerbados no uso da natureza foi, portanto, a maneira como uma significativa fração de nossa sociedade acumulou vantagens e enriqueceu indevidamente em nosso país. E, em boa parte, esse entendimento de ajustar acordos ilícitos para garantir vantagens continua em plena atividade.

O ciclo da madeira no sul do Brasil, ocorrido em décadas passadas, gerou um grupo de famílias abastadas que até hoje desfruta do resultado da empreitada destruidora que assumiu ser a maneira de desenvolver suas atividades, sempre com um aval conivente dos governantes. Mudam os negócios, pelo fim da madeira nativa, mas fica a origem dúbia e o péssimo exemplo de como esse processo de geração de riquezas foi executado.

Somente há poucas décadas, as leis ambientais começaram a ser estabelecidas em nosso país. E não foi a falta de inteligência e de qualidade que impediu a nossa passagem para uma condição mais iluminada. O exímio contexto estabelecido pelo Código Florestal de 1965 – talvez o maior marco de evolução na compreensão do interesse público sobre a propriedade privada – nunca obteve um entendimento pleno de parte da sociedade. Falou mais alto a garantia de impunidade e a expectativa de ganho maior, em detrimento do resto da sociedade.

O descompasso entre o que o Código Florestal preconizava e o arrebatador descompromisso leviano da sociedade rural em cumprir o que se estabeleceu como limite ao uso da terra, gerou o verdadeiro desmonte desse arcabouço legal , em 2012. E que foi vergonhosamente referendado pelo Supremo Tribunal Federal em 2018. O poder quase ilimitado de grupos setoriais, que avança na estruturação de uma legislação de conveniências, é uma das maiores e mais perversas demonstrações de corrupção que podemos oferecer nos dias atuais, contaminando todas as esferas de poder.

Portanto, a corrupção endêmica e amplamente espalhada em nosso meio, pode-se afirmar, começa com práticas ilícitas envolvendo a sina de destruição da natureza, com amplas e variadas modalidades. E continua muito ativa na forma de excessos conscientes e negociados em troca de vantagens. São atividades de mineração, silvicultura, pecuária, agricultura, implantação de indústrias e até ações envolvendo infinitas iniciativas mais pontuais.

Como uma farsa programada para não atender à sua missão primordial, delimita-se um complexo de estruturas frágeis e suscetíveis a todo o tipo de pressões, chamadas formalmente de órgãos ambientais. É de conhecimento amplo a prática de licenciamentos ilícitos, facilitados para o atendimento aos amigos do rei. Uma moeda de troca na forma de favores políticos e repasses de recursos sem procedência. Evidencia-se a garantia para campanhas eleitorais ou postos estratégicos em estruturas de governo para os elementos coniventes com o crime.

O desenvolvimento a qualquer custo, assim pontuado como uma forma de exploração que não atende ao respeito aos limites da natureza, ou mesmo aos preceitos estabelecidos em lei, é uma atividade intimamente ligada à corrupção. Gera resultados econômicos abusivos e imorais. E consolida um comportamento que, nos dias de hoje, todos percebemos, tomou conta da nação.

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Incorporamos na pele esse comportamento, na forma de uma cultura institucionalizada, crônica e patológica. De nada importa o prejuízo coletivizado, nem a perda irreversível de recursos que poderiam ser usados de maneira contínua. Agimos em apoio cego em prol da destruição da natureza por meio de ações sem nenhuma coerência estratégica, impostas a partir de atos inconsequentes e criminosos.

Somos hoje, de fato, uma sociedade de corruptos. Um povo que cultua um profundo e irresponsável descompromisso com o futuro de todas as gerações que nos seguirão logo mais, por tratar a natureza como um bem descartável e que é visto como simples forma de usura. Depois de tantas Marianas, o que ainda precisamos viver para que uma virada aconteça? Ou estamos diante de uma condição inexorável que assume a mediocridade como uma sina sem volta?

*Clóvis Borges é diretor-executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza
*Caetano Fischer Ranzi é psicólogo e Mestre em Meio Ambiente e Desenvolvimento

Nuxe patrocina o Louvre e seu projeto Proteja as Abelhas

A famosa marca farmacêutica francesa, reconhecida por seus cosméticos ultrassensoriais de origem natural, juntou forças com o maior museu do mundo para apoiar um projeto que reflete sua preocupação com o desenvolvimento sustentável: o Proteja as Abelhas.

Por muitos anos, Nuxe tem dado passos para proteger essa espécie, cada vez mais ameaçada. As abelhas representam um elo essencial para a manutenção da biodiversidade, graças ao seu trabalho de polinização. Seu desaparecimento acarretaria consequências dramáticas para o meio ambiente. Essa preocupação é compartilhada pelo Louvre, que possui 23 hectares de jardins que servem de céu verde no coração da capital francesa e como um refúgio para as abelhas.

Consequentemente, pela primeira vez, o Louvre abriu as portas do Jardin Raffet, a poucos passos da ponte Pont des Arts, para criar, desde maio de 2018 e com apoio da Nuxe, um campo de flores de 1.250 m² e seis colmeias para abelhas coletoras de pólen. Um apicultor será designado exclusivamente para este projeto. A primeira colheita de mel está prevista para ocorrer no verão de 2018.

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