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Nutricionista mostra que é possível ter uma boa alimentação sem gastar muito

Conhecer propriedades dos alimentos, investir na otimização do tempo e adotar novos hábitos fazem bem ao corpo e ao bolso

Fazer um planejamento financeiro, para a carreira e até pessoal é algo que faz parte do dia a dia. Mas poucas pessoas têm em mente planejar a alimentação para que o que venha à mesa seja saudável sem pesar no bolso. É isso que faz a nutricionista Lilian Guedes, especializada em nutrição esportiva e responsável pelo Departamento Gestão de Saúde do Grupo Géia.

Segundo ela, o alto custo está relacionado a má gestão da rotina alimentar. “Quem não se programa, geralmente consome produtos mais caros, calóricos e sem tanto valor nutricional. A correria do dia a dia ligada a má administração do tempo é um perigo para a alimentação, pois faz com que se troque a comida caseira por lanches em fast-foods, salgados na padaria da esquina”, diz.

Na Géia, por exemplo, os colaboradores e funcionários assistem palestras sobre saúde e prevenção, recebem orientações de profissionais, tem acesso a consultas nutricionais e planos alimentares pessoais e personalizados, com o objetivo de instigar os trabalhadores a se preocuparem e prestar mais atenção em sua alimentação.

“Atualmente, nossos colaboradores estão mais antenados e preocupados com sua saúde, tivemos diversos casos de funcionários que mudaram seus hábitos alimentares após as instruções e acompanhamento da Géia. Um dos casos mais impactantes é um colaborador que tinha uma alimentação muito restrita e extremamente resistente a mudança, onde não ingeria nada de legumes, verduras e frutas. Hoje, com as novas orientações e grande disponibilidade de frutas na empresa, ele consome folhas, frutas e legumes, como alface, maçã, banana, cenoura e beterraba”, conta Lilian.

Produtos Feira de Orgânicos (2)

Para os que desejam minimizar os gastos, alguns hábitos como planejar um cardápio semanal, fazer uma lista de compras para levar apenas o necessário e reservar um horário do dia ou da semana para preparar as marmitas fazem total diferença. Também é interessante dar preferência às feiras livres, caso tenha fácil acesso, pois além do preço mais baixo é possível encontrar alimentos que estejam dentro da sazonalidade (frutas, verduras e legumes que sejam da época).

A importância dos grupos alimentares

O cardápio saudável é aquele que compreende os grupos alimentares (proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais) de forma harmônica, fornecendo assim, as quantidades adequadas de nutrientes para manutenção das funções vitais.

A grande dificuldade – e também o segredo – para se montar um cardápio saudável é entender a hierarquia dos alimentos e dosar a quantidade calórica e nutritiva para cada porção. Ou seja, o que deve ser prioridade e nunca faltar nas refeições diárias.

Com o planejamento da rotina e o conhecimento dos grupos alimentares fica bem mais fácil e barato manter uma boa alimentação. Para isso, Lilian indica:

arroz integral Jules -Stonesoup
Foto: Jules -Stonesoup

Carboidratos: por serem a principal fonte de energia do corpo humano, os carboidratos formam a base de nossa alimentação. “Importante escolher as melhores fontes, como tubérculos como mandioca, inhame e cereais integrais como aveia, quinoa e arroz integral”, alerta a nutricionista.

alimentos organicos

Vegetais e frutas cruas: o ideal é consumir diariamente vegetais e frutas cruas durante as refeições. “Esses tipos de alimentos fornecem uma grande quantidade de fibras alimentares e água, o que ajuda na digestão e prolonga a saciedade”, explica.

ovos cozidos stocksy
Stocksy

Proteínas: fortalecem a estrutura do corpo humano, sendo amplamente necessárias em todas as refeições.

“Para a montagem de refeições equilibradas, o Guia Alimentar para População Brasileira é a melhor ferramenta, pois tem uma linguagem simples, ilustrações lindas e educativas, além de desmistificar diversas crenças sobre alimentação”, sugere a especialista.

Fonte: Grupo Géia

Nutricionista alerta sobre consumo de chocolate em excesso na Páscoa

Apesar de ter benefícios comprovados contra as doenças cardiovasculares, recomenda-se que produto seja apreciado com moderação e em pequenas quantidades

Uma grande variedade de chocolates invade as lojas, durante o período de Páscoa, e faz a festa da criançada e também dos adultos. Porém, embora os benefícios do chocolate contra as doenças cardiovasculares sejam comprovados, é importante ressaltar que o consumo deve ser em pequenas quantidades, pois o chocolate contém gordura saturada e açúcar que, em excesso, podem trazer efeitos nocivos à saúde, além de ganho de peso.

mulher comendo chocolate

“O consumo moderado de chocolate é de 30 gramas diárias. Alguns tipos são mais saudáveis enquanto outros são mais calóricos e contém mais quantidade de gordura. Uma opção é o amargo, que apresenta uma rica quantidade de antioxidantes, como os flavonoides, cuja ação inibe o acúmulo de LDL no sangue (colesterol ruim), o que ajuda no combate à aterosclerose, que é o acúmulo de gordura nas artérias e pode causar infarto e AVC”, explica Maria Fernanda Vischi D’Ottavio, nutricionista do Clinic Check-up HCor.

Qual o melhor tipo de chocolate?

chocolate cacau

Quanto mais cacau, maior a concentração de antioxidantes e estimulantes. O mais recomendado é o chocolate amargo, com 70% ou mais de cacau. O tipo meio amargo, entre 40% e 60% de cacau, deve ser uma opção secundária, pois contém mais açúcar.

A versão ao leite é bem mais calórica, pois leva mais leite e açúcar do que cacau. Já o chocolate branco, se possível, deve ser evitado, pois é composto por manteiga de cacau, açúcar, leite e gordura saturada, que em quantidades elevadas podem prejudicar a saúde.

“Além das conhecidas propriedades cardioprotetoras, o chocolate também auxilia na produção de serotonina, um tipo de hormônio que provoca uma sensação de bem-estar e está associado à regulação do sono, apetite e humor”, acrescenta a nutricionista.

Fonte: HCor

Nutricionista ensina passo a passo para manter a alimentação equilibrada

Recentemente, comemoramos o Dia da Saúde e Nutrição (31/03). Para ressaltar a importância de cuidar da alimentação e para que isso se reflita em longevidade e qualidade de vida, Mariana Maciel, nutricionista do dr.consulta, rede de centros médicos, explica os dez passos para uma alimentação saudável, indicados pelo Ministério da Saúde:

1. Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação

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Na hora de selecionar o que deve ser ingerido diariamente, as pessoas devem dar preferência para alimentos frescos, que não tenham passado por nenhum ou pouco processo de beneficiamento, como grãos, raízes, legumes, verduras, frutas etc. “Evite consumir alimentos industrializados e prontos para o consumo. A orientação é para tentar desembalar menos e preparar mais os alimentos em casa, envolvendo a família sempre que possível. Pode ser mais divertido e certamente será mais saudável”, afirma Mariana.

2. Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias

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Muitos consideram todos esses itens grandes vilões da alimentação. O que nem todo mundo sabe é que quando bem escolhidos e bem dosados, eles contribuem para o desenvolvimento e funcionamento do nosso corpo. “Como o brasileiro em média consome sódio demais, vale estar atento para diminuir a adição de sal nos alimentos preparados e também evitar os que contêm sódio demais em sua composição, como temperos prontos, molho inglês e de soja, salgadinhos e petiscos, alimentos em conserva, enlatados, embutidos e curados, entre outros”.

3. Limitar o consumo de alimentos processados

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Foto: Everyday Health

Como todo ser humano, vez ou outra não é pecado comer alimentos processados. Porém, com certeza não devem ser a base do cardápio diários. Isso porque o modo de preparo desses alimentos altera de maneira desfavorável sua composição nutricional. “Procure aumentar os alimentos ricos em fibras e integrais, pois eles diminuem a absorção do colesterol, são mais nutritivos e ajudam no trânsito intestinal. Exemplos: arroz e pão integral, cereais integrais, vegetais e frutas crus e com casca, sementes e frutas secas”, explica a especialista.

4. Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados

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Pixabay

Biscoitos recheados, salgadinhos de pacote, refrigerantes e macarrão instantâneo são alguns dos exemplos de alimentos ultraprocessados. Por conta de sua composição, possuem pouco ou nenhum valor nutricional. “Leia sempre o rótulo dos alimentos e a lista de ingredientes. Procure sempre aqueles que você conhece todos os ingredientes e tenham a menor quantidade de aditivos”, indica Mariana.

5. Comer com regularidade e atenção em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia

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É importante manter uma rotina de alimentação, tentando ter uma regularidade nos horários das refeições principais, como café, almoço e janta, além de evitar ficar beliscando ao longo do dia. Preste atenção no que você está levando à boca; o momento da refeição tem que ser prazeroso e aproveitado. Procure comer acompanhado, em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de grandes quantidades de alimento. Isso favorece o comer com regularidade e atenção. “Coma sentado, devagar, mastigando bem, descansando os talheres a cada garfada e não combine a refeição com outras atividades como ler ou assistir televisão”, revela a nutricionista.

6. Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados

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Apesar de não estar diretamente relacionado ao ato de comer, o local onde são feitas as compras pode influenciar e muito na escolha de alimentos e em como as refeições serão montadas posteriormente. Assim, busque mercados que possuam a parte de hortifruti, feiras livres etc. “Fique atento também para não sair de casa com fome. Isso interfere bastante na escolha das compras e nas quantidades. E sempre que possível, opte por alimentos orgânicos”.

7. Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias

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Freepik

Procure aprender técnicas culinárias diferentes para variar os modos de preparo e deixar o cardápio mais apetitoso. “Troque com familiares e amigos conhecimento e aprendizados. Isso enriquece não somente o prato, como também nossas relações com as pessoas que nos cercam. Isso faz com que desfrutemos mais da alimentação e garantimos a origem e o preparo do que comemos”, afirma Mariana.

8. Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece

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Foto: Onehundreddollarsamonth

Busque dedicar um tempo à organização de sua despensa, assim como se planejar para fazer as compras e montar cardápios semanais. Procure dividir com a família as tarefas que remetem ao preparo das refeições. “Todos saem ganhando saúde e qualidade de vida, afinal a alimentação faz parte do nosso seguro de vida. Não podemos deixar para comer o que der, quando der”.

9. Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora

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A correria do dia a dia não permite que tenhamos uma refeição preparada por nós mesmos, de maneira fresca, todos os dias. Vez ou outra precisamos comer fora e, apesar de todas as tentações disponíveis, é importante selecionar um local que prepare suas refeições na hora, como restaurantes de comida por quilo. “Evite grandes redes e fast-foods ou locais que ofereçam comidas congeladas”, alerta a especialista.

10. Ser crítico quanto às informações e orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais

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Tenha em mente que a publicidade visa vender produtos, não oferecer informações de qualidade. Preste a atenção nas mensagens que forem passadas e absorva-as com um olhar crítico. “Se tiver alguma dúvida sobre algum produto, cheque com um especialista”.

Por fim, tenha paciência, pois o processo de reeducação alimentar e a adoção de um estilo de vida mais ativo não pode e nem deve ocorrer subitamente. “Para ser duradouro, deve ser um processo longo e vagaroso”, finaliza.

Fonte: dr.consulta

 

Oficina gratuita de leites vegetais é oferecida na zona norte da cidade

O Cresan – Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional da Vila Maria, equipamento administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de São Paulo, receberá na quarta-feira, 10 de abril, das 14 às 15 horas, uma oficina gratuita de leites vegetais.

O leite vegetal é uma ótima alternativa para aqueles que fazem dietas restritivas, são veganos ou têm intolerância à lactose. Por ser um produto com baixo nível de açúcar e com quantidades equilibradas de sódio e potássio ele é recomendado como alternativa para a substituição do leite animal. Feito com sementes e cereais, o produto pode ser produzido em casa e de forma rápida.

A chef Bruna Gregolin ensinará aos participantes um pouco sobre o que é o leite vegetal e passará receitas que envolvem amendoim, castanha-do-pará, aveia e inhame. O preparo será feito na hora e os alunos poderão levar para casa o que produzirem. Por ser encontrado em um valor alto no supermercado, a oficina é uma opção para quem deseja consumir ou vender o leite.

Para participar, não é preciso se inscrever, basta chegar um pouco antes do horário.

leite castanha para

Atendimento ao MEI nos CATes

Para o MEI – Microempreendedor Individual, as unidades do CATe – Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo oferecem serviços de atendimento especializado, formalização e outros procedimentos. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Confira os endereços clicando aqui.

Oficina de leites vegetais
Onde: Cresan Vila Maria
Endereço: Rua Sobral Junior, 264.
Quando: 10 de abril, quarta-feira
Horário: 14h às 17h
*Atividade gratuita

Nutricionista dá dicas para aproveitar o feriadão sem perder o pique

A festa mais animada do país chegou, e com ela muitos foliões buscam conselhos e sugestões de alimentos que ajudam a fornecer mais energia e melhorar a disposição nos dias de carnaval. Pensando nisso, a nutricionista Caroline Guerreiro, consultora da Naiak, selecionou alguns alimentos saborosos e que farão diferença na rotina da festa. Confira:

1. Guaraná

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Foto: Instituto Amazonia

Fruto originalmente brasileiro, o guaraná é bastante utilizado para fornecer energia e minimizar os sintomas da enxaqueca. Além disso, ele possui efeitos afrodisíacos, antitérmicos, analgésicos e antidiarreicos. Consumido, geralmente, na forma de bebida estimulante, apresenta sabor agradável e é bem aceito pela população.
Entre as principais substâncias presentes no guaraná, estão as metilxantinas, como cafeína, que possui ação estimulante sobre o sistema nervoso central, músculos cardíacos, sistema respiratório e secreção de ácido gástrico. Além disso, a concentração de cafeína existente no guaraná é cerca de quatro vezes maior que a presente no café, dez vezes maior que no chá-mate e 30 vezes maior que no cacau. Portanto, como estimulante, o guaraná pode ser um importante aliado na melhora da disposição e redução da fadiga nos dias de festa.

2. Açaí

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Com sabor marcante e muito versátil, o açaí também pode fornecer energia extra para quem deseja curtir todos os dias de carnaval. Fruto rico em gorduras benéficas ao organismo, contém alto teor de ômega-9 e ômega-6, que enriquecem a dieta e ajudam a proteger o coração.Além disso, sua composição rica em antioxidantes tem chamado atenção para a capacidade de eliminar moléculas tóxicas ao organismo e prevenir o envelhecimento precoce. “Tanto na polpa quanto no óleo do fruto é possível encontrar componentes chamados antocianinas. Estes pigmentos contribuem para estimular a atividade antioxidante do organismo, melhorando a saúde e prevenindo doenças cardiovasculares e cânceres”, completa Caroline. O açaí possui alto valor energético e, seu conteúdo concentrado em lipídios o torna um alimento altamente calórico. Na forma de bebida energética ou batido com frutas, pode ser uma excelente refeição antes de sair para curtir os bloquinhos de rua.

3. Bebidas energéticas

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Pixabay

O próprio nome já indica o que elas fazem: a finalidade das bebidas energéticas é estimular o metabolismo, a fim de potencializar o fornecimento de energia para o organismo. Sua composição inclui, normalmente, ingredientes como carboidratos, taurina, vitaminas do complexo B e cafeína, sendo esta última o principal ingrediente ergogênico (isto é, de aumentar o desempenho físico e/ou mental do indivíduo).
Segundo Caroline, quando combinados entre si, os ingredientes das bebidas energéticas atuam de maneira sinérgica no organismo, estimulando o metabolismo, melhorando o rendimento, o desempenho cognitivo e esportivo. “Quando consumidas com moderação, podem ser opções interessantes para a festa durar mais algumas horas”, afirma. Obs.: não as misture com bebidas alcoólicas, pois essa mistura pode causar arritmia.

4. Café

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Uma das bebidas mais consumidas no mundo, o café possui uma substância ativa poderosa responsável pelos seus efeitos: a cafeína! Alcaloide do grupo das metilxantinas, ela tem a capacidade de estimular o sistema nervoso, melhorando o estado de alerta, o tempo de reação, a memória e a concentração. Uma das principais razões que tornam o café uma bebida eficiente para consumir, antes e após a folia, é a rapidez com que seus efeitos estimulantes começam a agir: cerca de 15 a 30 minutos após a ingestão; já sua meia-vida dura em torno de quatro horas em adultos saudáveis, embora fatores como sexo, idade, peso corporal e condição fisiológica possam influenciar nesse valor. Sabe-se também que a cafeína está 100% biodisponível no organismo e é rapidamente absorvida, quando consumida via oral, sendo metabolizada no fígado. Quando no organismo, o café atua também como substância ergogênica, aumentando a produção de energia e reduzindo a sensação de fadiga. No sistema respiratório, a cafeína aumenta a intensidade e a frequência da respiração, promovendo efeito broncodilatador. Fôlego extra para dançar todas as marchinhas!

5. Banana

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Versátil, democrática e deliciosa, a banana é uma excelente opção para consumir quando a fome chegar no meio da folia. Fácil de transportar, é uma fruta altamente energética e rica em carboidratos; além disso, também é fonte de flavonoides, betacaroteno, vitamina C e E, compostos estes cuja função antioxidante contribui para a prevenção de inúmeras doenças crônicas. Indicada para antes ou após a maratona de festas, combinações de banana com aveia, canela, pasta de amendoim, em shakes ou smoothies de frutas aumentam o aporte energético e fornecem saciedade por mais tempo.

Fonte: Naiak

 

Carnaval: nutricionista indica alimentos para aguentar a folia

O período de Carnaval no Brasil é sempre muito intenso e festejado por uma grande parte da população. Por isso, é importante manter os cuidados com a saúde, a partir de refeições que possam fortalecer e manter a energia do organismo.

Se alimentar corretamente é fundamental para que o bem-estar e a disposição estejam em alta. De acordo com a nutricionista Sabina Donadelli, o principal é se manter hidratado por meio de uma alimentação natural. “Alimentos ricos em açúcares são pesados, têm difícil digestibilidade e, por mais que deem a sensação de energia, por efeito rebote, levam o folião pra cama mais cedo”, ensina.

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Procure realizar uma refeição reforçada antes de sair de casa, com alimentos energéticos e nutritivos, como folhas, legumes, frutas e castanhas. Se o caso for comer na rua, faça escolhas inteligentes e opte por alimentos menos industrializados e processados.

goiaba vermelha

Sobre os excessos com bebidas alcoólicas, a nutricionista indica o consumo de água. “Muita água e muita goiaba ou goiabada, já que é uma fruta excelente fonte de vitamina C, que ajuda a curar a ressaca. A melhor dica é se lembrar de comer a goiaba antes de ir para cama”, ressalta. Assim o corpo repõe os minerais que foram gastos durante os festejos.

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Pixabay

Caso seu carnaval seja comemorado em grande estilo no sambódromo, procure alimentações que não pesem mas, que sustentem. “O ideal é fazer uma refeição completa com carboidratos integrais, ovos ou frango e salada”, indica Sabina.

sucos

E como a criança também gosta de pular carnaval, precisa de cuidados: “Os pais devem evitar chocolates, além de excesso com balas e sorvetes. Pessoalmente, não sou muito adepta de suco em dietas, mas no carnaval é uma boa alternativa para manter a hidratação”, finaliza.

Fonte: Sabina Donadelli é formada e pós-graduada em Nutrição, a profissional alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana.

Nutricionista fala sobre SII, dieta fodmap e dá receitinha fácil de fazer

Entrevistei a nutricionista Andréa Marim, especialista em Nutrição Esportiva pela Universidade São Judas Tadeu, com formação complementar em fitoterápicos, nutrição funcional e probióticos e prebióticos. Ela fala sobre a SII (síndrome do intestino irritável) e ainda dá algumas dicas de alimentação e uma receitinha gostosa e fácil de fazer. Confira:

Pergunta – Entre seus clientes/pacientes há pessoas com a SII?
Resposta – Sim, tenho. Os problemas da maioria das pessoas surgem devido a uma alimentação desequilibrada, consumo de fast food, produtos industrializados e processados ricos em corantes, conservantes, acidulantes, temperos industrializados e ricos em gorduras. Já a síndrome do intestino irritável é um distúrbio funcional, sem causa anatômica nem lesões que o justifiquem e acomete mais de 2 milhões de pessoas por ano no Brasil. Por isso, seu diagnóstico é de fundamental importância para excluir a possibilidade de moléstias graves. A procura dos pacientes é tão grande, no mundo todo, que já existem países, como Austrália e Nova Zelândia, que estão investindo em receitas e produtos fodmap-free, dieta usada no tratamento da SII.

P – Acha que estão aumentando os casos ou são as pessoas que estão se dando conta de que precisam procurar ajuda?
R – Estão aumentando os casos e, consequentemente, as pessoas procuram ajuda devido ao desconforto. O estresse do dia a dia e os problemas emocionais também contribuem para o surgimento da doença.

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P – No caso dessas pessoas, sabe se elas também vão a psicólogos e/ou psiquiatras?
R – Sim, pois o problema está ligado ao cérebro, pois fatores emocionais contribuem para SII. O intestino tem enervação própria e hormônios que regulam a sua capacidade de excreção. A coordenação motora do intestino é necessária para fazer o bolo fecal progredir nos intestinos (movimentos peristálticos) que depende não só de estruturas anatômicas (músculos, mucosas etc.), mas de mediadores químicos que vão agir nas fibras musculares provocando contrações. Esses mediadores são semelhantes aos liberados pelo sistema nervoso central, a ponto de, em Medicina, o intestino ser considerado um segundo cérebro. Há um nervo do sistema parassimpático, o vago, que estimula a secreção de ácido, de enzimas digestivas e que coordena a movimentação do intestino. Há cinco anos foi descoberto que existem hormônios e receptores para esses hormônios localizados no tubo digestivo, parecidos com aqueles encontrados no sistema nervoso central e que são chamados de encefalinas, por analogia a encéfalo (cérebro). Portanto, o tubo digestivo possui enervação própria e hormônios que regulam sua motilidade e capacidade de secretar. Tudo isso nos permite afirmar que existe relação direta entre a emoção integrada no hipotálamo e a motilidade do intestino. O intestino é o nosso segundo cérebro metabólico, é onde processamos os alimentos e onde temos tudo que precisamos para o metabolismo funcionar.

P – As pessoas conseguem se adaptar às mudanças alimentares facilmente?
R – A mudança de hábitos alimentares não é fácil, mas é preciso fazê-la para a melhora do quadro e dos sintomas.

P – Você citou a dieta fodmap? Chega a indicá-la a muitas pessoas?
R – Acho uma excelente forma de investigar e encontrar os alimentos que possam estar contribuindo para a piora da SII e, sim, eu a indico. Este tipo de dieta funciona com a exclusão de alimentos em conjunto ao tratamento à base de probióticos e prebióticos (bactérias que auxiliam na regulação do intestino), de forma que se possa diminuir a hipersensibilidade do órgão, reconstruindo a parede do intestino sensível e melhorando a imunidade. Além dos problemas abdominais, a dieta de baixo fodmap também pode ajudar no tratamento de doenças mentais, como depressão e ansiedade. Isso porque grande parte da serotonina, neurotransmissor que controla o nosso humor, é fabricada no intestino. Assim, manter o funcionamento regular do órgão pode significar mudanças positivas também à mente. Dependendo do caso, fazemos ou não a reintrodução de certos alimentos, porque é uma dieta para um tempo específico. Se a síndrome permanecer, é necessário uso da dieta por longa duração. Ela deve ser feita durante ciclos de três meses, retirando determinados alimentos do dia a dia do paciente e, após esse tempo, começa-se uma reeducação alimentar: a cada 20 dias reintroduz-se um novo alimento para testar a tolerância do organismo.

P – Pode dar um exemplo de dieta indicada para uma pessoa com a síndrome?

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Imagem meramente ilustrativa. Foto: Banana.blog

Café da manhã: vitamina de banana + 200 ml de leite vegetal (amêndoas) + 2 colheres de sopa de aveia;
Lanche da Manhã: 1 fatia de melão + 3 castanha-do-pará
Almoço: risoto de arroz com frango e legumes (tomate /abobrinha e cenoura)
Lanche da tarde: 200 ml de iogurte desnatado e sem lactose + 2 colheres de chá de chia
Jantar: peixe cozido com batata e cenoura e couve refogada

P – Há alguma receita fácil que possa indicar?

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Imagem meramente ilustrativa – Foto: Arno

Escondidinho de mandioquinha com carne seca (ou frango desfiado)

Ingredientes:
200 g de mandioquinha cozida
50 ml de leite vegetal
Sal a gosto
1 colher de chá manteiga ghee
100 ml de molho de tomate orgânico (caseiro)
15 g de queijo parmesão
Folhas de manjericão

Modo de preparo:
Misture a mandioquinha cosida com a manteiga ghee o leite e o sal e dívida e 2 porções. Em um refratário (vidro ou porcelana) coloque 1 porção do purê de mandioquinha +acrescente a carne seca desfiada e temperada e cubra com a segunda parte da mandioquinha. Acrescente o molho de tomate e salpique o parmesão ralado, coloque em forno médio por 20 minutos.

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Fonte: Andréa Marim é graduada em Nutrição pela Universidade Bandeirantes de São Paulo, especializada em Nutrição Esportiva pela Universidade São Judas Tadeu. Possui formação complementar em fitoterápicos e suplementação para emagrecimento, nutrição funcional, probióticos e prebióticos; nutrição e estética. Tem experiência em nutrição clínica, coordenação de programas de nutrição, análises de carências alimentares e aproveitamento dos recursos dietéticos, além de prestação de assistência nutricional a indivíduos e coletividades (sadios e enfermos), realizando a prescrição, planejamento e avaliação de dietas. Já atuou na Clínica de Estética Onodera; na Clínica Dermatológica Drª Marcia Salhani; na Clínica Drª Michele Haikal, em consultoria e assessoria para empresas no ramo de alimentação e gerenciando restaurantes comerciais.

Nutricionista esclarece como equilibrar o consumo de gorduras

Já está mais do que na hora de se desprender da ideia de que o consumo de gordura é o que faz ganhar uns quilinhos a mais. De fato, comer batata frita, hambúrguer ou outras guloseimas todos os dias não fará ninguém manter a boa forma, muito menos a saúde. No entanto, é importante ter em mente que a gordura desempenha papel essencial no organismo.

“Além de proporcionar energia, ela auxilia na produção de hormônios, na absorção de vitaminas (A, B, E e K) e no funcionamento do cérebro”, explica a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim.

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Por isso, a ingestão de gorduras na medida certa é essencial. “Uma pessoa que consome 2.000 calorias por dia, por exemplo, não deve ultrapassar 66 gramas de gorduras totais, o que representa 30% do valor energético total da dieta. Os valores podem variar entre as pessoas, de acordo com idade, gênero, peso, prática de atividade física e índice de massa corporal (IMC), esclarece a nutricionista.

Mas, afinal, como calcular, de maneira fácil, a quantidade de gordura ingerida? Se você é uma dessas pessoas que foge de cálculos, há uma forma bem simples. “O mais fácil é procurar a ajuda de um profissional. Além de avaliar todas as necessidades do indivíduo, é importante levar em conta a distribuição dos demais nutrientes, como carboidratos e proteínas, além da escolha das gorduras mais saudáveis”, explica Rosana.

Alimentos com gorduras do “bem”

Algumas formas do nutriente são produzidas no organismo, outras obtidas a partir da ingestão de alimentos. As gorduras insaturadas, divididas em poli-insaturadas e monoinsaturadas, na devida proporção, exercem efeito anti-inflamatório, possuem antioxidantes e reduzem o colesterol ruim (LDL).

“Com bom senso e equilíbrio na escolha, azeite de oliva, óleo de canola, nozes, amêndoas, castanhas e abacate, óleo de girassol, milho e soja, salmão, atum, sardinha e linhaça são ótimas fontes de gorduras do bem e consideradas essenciais para a saúde”, sugere.

De modo geral, abusar das gorduras, principalmente as saturadas, está associado a um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Já as gorduras trans, obtidas por meio de um processo químico, são transformadas em gordura sólida e aumentam os níveis LDL (colesterol ruim) e diminuem o HDL (colesterol bom).

Os diferentes tipos de gordura

carne vermelha embutidos salame linguiça
Pixabay

Saturadas: relacionadas ao aumento de problemas cardíacos, as gorduras saturadas são encontradas em alguns produtos de origem animal: carnes, embutidos, bacon, manteiga, leite integral, queijos gordurosos e polpa do coco.

azeite gordura boa

Insaturadas: divididas em monoinsaturadas (azeite de oliva, abacate, óleos de canola) e poli-insaturadas (peixes ricos em ômega-3, óleos vegetais e linhaça), esses dois tipos de gordura têm efeito positivo para a saúde. Embora sejam consideradas do bem, devem ser consumidas moderadamente, pois, como todas as gorduras, são ricas em calorias.

fast food

Trans: usadas pela indústria de alimentos para garantir o sabor e a textura crocantes, são encontradas em gordura vegetal hidrogenada, utilizada no preparo de sorvetes cremosos, chocolates, pães recheados, molhos para salada, sobremesas cremosas, biscoitos recheados, alimentos com consistência crocante (exemplo: nuggets, tortas), bolos industrializados, margarinas duras e determinados alimentos produzidos em redes de fast-foods.

mulher checando embalagem rotulo

A dica da nutricionista do HCor é: “sempre leia o rótulo dos alimentos e preparações para verificar quais nutrientes estão presentes, bem como as respectivas quantidades para não errar na escolha e compra”.

Fonte: HCor

Saiba como manter a alimentação após os 40 anos

Com o passar dos anos a atividade do metabolismo tende a diminuir, fazendo com que o corpo gaste menos energia e demore mais para eliminar sua gordura. Ainda que seja um processo natural, é possível criar hábitos que equilibrem esse cenário e até reverta essa situação.

Existem dietas adequadas para cada tipo de organismo que facilitam uma boa reeducação alimentar. Mas a nutricionista Sabina Donadelli ressalta que não há uma específica para cada idade. “Quanto mais jovem, com mais facilidade se perde peso porque o organismo assimila com mais rapidez a mudança. Mas, no geral, independentemente de idade, optar por uma alimentação saudável vai privilegiar o tipo de cada pessoa”, afirma.

Para ela, a dieta deve ser encarada como uma escolha pessoal a ser levada a sério. “Antes de mais nada, é preciso pensar no tipo de alimentação que uma pessoa adota dentro do seu estilo de vida e estar em paz e satisfeito com as suas decisões neste sentido. Tudo é questão de adaptação e o primeiro passo começa na cabeça, em decisão pessoal e de amor próprio”, ressalta.

Assim como em outros âmbitos da vida, a dieta é um entendimento que se dá a partir de tentativas, erros e acertos. Os métodos não devem ser encarados como poções mágicas, e qualquer dieta deve ter como princípio base o cuidado e respeito com o corpo.

mulher comendo peixe

“Acredito que a consciência vem acompanhada de informação. Se eu sei que um alimento com corante, conservante e embalado é menos saudável do que um prato preparado com itens frescos, e essa será a minha opção. Se há desistência é porque foi adotado um modelo de dieta incompatível com seu jeito de ser”, afirma a nutricionista.

No geral, para saber se algum alimento é bom ou não para ser consumido, busque produtos de origens naturais. “Em princípio, tudo o que é natural é melhor do que aquele que vem embalado. Uma dica que alguns profissionais dão é contar o número de ingredientes tem no produto, se houver mais de dez itens em composição, provavelmente não se trata de algo saudável”, finaliza.

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Fonte: Sabina Donadelli é formada e pós-graduada em Nutrição, alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana.

Confira alguns alimentos antienvelhecimento

Alimentos anti-idade são aqueles que possuem compostos bioativos que auxiliam a combater o envelhecimento precoce. A nutricionista Paula Castilho, da Rede Nação Verde, explica quais alimentos são excelentes antioxidantes e ativam as células do rejuvenescimento. É claro que uma dieta balanceada, aliada a uma vida mais saudável e à prática de exercícios aumenta os benefícios. Logo, devemos mudar o estilo de vida e evitar todas as atitudes que aumentam o processo de envelhecimento.

Alimentos e hábitos que potencializam o efeito de envelhecimento

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Carboidratos alto índice glicêmico: pães, biscoitos, arroz, batata, pizza, cerveja etc.
Gorduras saturadas e trans: alimentos industrializados, sanduíches, coco, óleos de soja, milho, girassol, queijos amarelos e carnes gordurosas entre outros.
Deficiência de Vitamina D: ausência de exposição ao sol, peixes.
Escassez de Fitoquímicos e antioxidantes: ausência de ingestão de verduras, vegetais e frutas.
Ingestão de alergênicos alimentares e alimentos diet e light: diet, light, leite, trigo, ovos, manteiga, chocolate.
Estilo de vida: ingestão de álcool, fumo, sedentarismo, estresse.

Lista de alimentos que devem ser proibidos

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Açúcar, mel, geleia, compota, marmelada, produtos de confeitaria e pastelaria, chocolates, fruta em calda, refrigerantes e outras bebidas açucaradas, folhados, natas, salgadinhos, enchidos e fumados, conservas e enlatados (exceto atum na água bem escorrido), fritos, assados com gordura, molhos com gordura, caldos concentrados de gordura, bebidas alcoólicas.

No topo da lista estão os alimentos com alto índice glicêmico

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– Açúcar – doces todos os tipos.
– Pães – os piores são os doces, depois o famoso pão de sal comum, os toleráveis são os integrais.
– Massas – dentre as opções de carboidratos é uma boa opção desde que usada com moderação.
– Arroz – sempre consumir junto com o feijão, prefira o integral.
– Batata – deve ser evitada ao máximo.
– Álcool – principalmente a cerveja que deve ser eliminada completamente da dieta de qualquer pessoa.
– Leite – deve ser evitado por muitas pessoas que possuem intolerância à lactose assim como todos os alimentos industrializados , como refrigerantes light ou diet além de outras substâncias dietéticas.

Esses alimentos, no momento em que caem no estômago, são transformados em glicose, aumentando a taxa de açúcar no sangue em um piscar de olhos, o que faz disparar a produção de insulina. Esse hormônio é responsável em transportar o açúcar circulante para dentro das células. Mas, liberado depressa demais, tem efeito inflamatório, além de fazer o organismo estocar gordura. Então estabelece o ciclo vicioso inflamatório.

A gordura corporal, principalmente aquela acumulada na barriga, estimula a produção de radicais livres, também consideradas substâncias inflamatórias. A situação é ainda mais grave se você come fritura e comida rica em gordura saturada ou trans.

Reverter o quadro e manter as células saudáveis é fácil. Os alimentos anti-inflamatórios são grandes aliados na batalha contra a obesidade e a pele desvitalizada.

Os principais alimentos com efeito anti-idade  são:

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– Frutas vermelhas
– Castanhas
– Peixes de água geladas
– Folhas verdes escura
– Farinha de linhaça

Para completar seu programa antioxidante, evite o excesso de sol, fuja de ambientes muito poluídos e se empenhe, de fato, em controlar o estresse do dia a dia, além de fazer atividade física pelo menos três vezes por semana. O consumo de alimentos anti-inflamatórios, deve se tornar um hábito diário.

Fonte: Rede Nação Verde