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Calor dispara contaminação de lentes de contato

Principais vilões são a maior proliferação de bactérias, ar condicionado, água do mar ou piscina.

Usar lente de contato em dias quentes requer o dobro de cuidado no manuseio e higiene. Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, os prontuários do hospital mostram que durante o calor o número de contaminações chega a dobrar em relação aos meses mais frios. Isso porque o clima facilita a proliferação de bactérias que formam depósitos nas lentes e podem contaminar o estojo. Caso esses depósitos não sejam eliminados por uma higienização profissional, antecipa o vencimento da lente. Isso explica porque o uso além do prazo de validade ou durante a noite respondem por 45% das contaminações.

Alerta

Queiroz Neto afirma que vermelhidão nos olhos, sensibilidade à luz e visão borrada são os principais sinais de que algo está errado. “Insistir no uso da lente sentindo desconforto pode provocar úlcera na córnea e até cegar”, alerta.

Por isso, quando o olho fica vermelho ele recomenda retirar as lentes e consultar um oftalmologista imediatamente. Colocar um colírio por conta própria pode piorar o problema, mesmo que os olhos fiquem temporariamente mais brancos, adverte.

Lente escleral protege os olhos

O oftalmologista explica que a lágrima tem a função de proteger os olhos das agressões externas e pode ressecar em pessoas que permanecem ambientes com ar condicionado. Uma alternativa são as lentes esclerais que funcionam como um protetor da superfície ocular . Isso porque, cobrem a córnea e a esclera (parte branca do olho), minimizando a evaporação da lágrima. Este tipo de lente, destaca, também é indicado para quem tem ceratocone, abaulamento da parte central da córnea e outras doenças que afetam a mucosa ocular, entre elas, a síndrome de Sögren e a síndrome de Stevens-Johnson.

Nadar ou dormir com lentes pode cegar

Jill Wellington/Pixabay

“Quem usa lente de contato deve optar por óculos de grau quando vai à piscina ou praia”, adverte o especialista. Isso porque o contato da lente com água contaminada por bactérias, cloro e até filtro solar pode causar uma infecção na córnea ou uma conjuntivite tóxica. Além disso, entrar na água do mar ou de piscina usando lente aumenta o risco de contrair acanthamoeba, um parasita que dificilmente é controlado com medicamentos. Já durante o sono, o especialista diz que a produção lacrimal diminui e a falta de oxigênio na córnea aumenta entre 10 e 20 vezes o risco de deformação da córnea.

Outro erro comum, observa, é usar soro fisiológico para higienizar a lente e o estojo. O produto pode contaminar os olhos porque não tem conservante. Para pessoas alérgicas às soluções higienizadoras a recomendação é usar frascos de dose única de soro.

Manutenção

As principais recomendações do médico para quem prefere usar lente são:

=Fazer a adaptação com um oftalmologista. Lentes que não acompanham a curvatura da córnea podem causar lesões graves.
=Lavar cuidadosamente as mãos antes de manipular as lentes.
=Utilizar soluções higienizadora tanto na limpeza quanto no enxágue das lentes e estojo.
=Friccionar as lentes para eliminar completamente os depósitos
=Não usar água de torneira ou sobra de soro fisiológico depois que a embalagem for aberta.
=Retirar as lentes antes de remover a maquiagem e quando usar spray no cabelo
=Colocar as lentes sempre antes da maquiagem
=Guardar o estojo em ambiente seco e limpo
=Trocar o estojo a cada quatro meses
=Respeitar o prazo de validade das lentes
=Jamais dormir com lentes, mesmo as liberadas para uso noturno.
=Interromper o uso a qualquer desconforto ocular e procurar o oftalmologista
=Retirar as lentes durante viagens aéreas que durem mais de três horas
=Não entrar no mar ou piscina usando lentes

Fonte: Instituto Penido Burnier

Tattoo Brow Peel Off Maybelline NY para sobrancelhas mais definidas

Novidade tem função de maquiar, colorir e preencher uniformemente as sobrancelhas por até três dias

As sobrancelhas são assunto constante no mundo da beleza para muitas mulheres pois, independentemente do formato usado ou a tendência, são aliadas para o contorno dos olhos e realce do olhar. Adicionando mais uma opção ao seu portfólio de produtos para a região, Maybelline NY traz ao mercado brasileiro o Tattoo Brow Peel Off, um gel que define e preenche uniformemente as sobrancelhas por até três dias¹.

Disponível em dois tons, Medium Brown e Dark Brown, a novidade tem tecnologia inovadora em gel, que cria uma película removível a ser aplicada na sobrancelha. Possui um aplicador preciso no formato de ponta de pincel que cobre facilmente as sobrancelhas com o pigmento e permite modelá-las conforme desejado, resultando em uma tonalidade natural e duradoura.

Como aplicar:
Etapa 1: limpe as sobrancelhas e aplique o gel semipermanente sobre os pelos existentes. Caso erre ou precise remodelar, use um cotonete para remover facilmente o gel antes que ele seque.
Etapa 2: deixe o gel secando por pelo menos vinte minutos. Para um efeito mais duradouro, deixe o produto secar por até duas horas.
Etapa 3: use os dedos para remover a película do produto, começando no canto interno de cada sobrancelha. A tonalidade será revelada por baixo, oferecendo sobrancelhas naturalmente mais cheias.

Tattoo Brow Peel Off – Preço sugerido: R$ 99,90

Informações: Tudo Sobre Make SAC Maybelline: 0800 701 0114

Dia Mundial da Visão: pesquisa aponta que metade dos brasileiros tem medo da cegueira

Entre pacientes com diabetes, 63% tem receio de perder a visão, sendo que 41% afirmam que esse é seu maior medo; dados fazem parte de uma pesquisa Ibope DTM encomendada pela Bayer

Metade dos brasileiros tem medo da cegueira. É o que aponta uma pesquisa do Ibope DTM encomendada pela Bayer. A pesquisa foi realizada online, com dois mil brasileiros, na faixa etária de 16 a 65+, de todas as regiões do país. Além disso, foi realizada uma etapa complementar telefônica para alcançar 315 casos de pacientes com diabetes. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para dois mil casos e de 6 pontos percentuais para 315 casos, considerando o nível de confiança de 95%.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que entre 60% e 80% dos casos de cegueira são evitáveis e/ou tratáveis2. A questão é que a falta de conhecimento sobre doenças que podem ocasionar a perda de visão ainda é uma grande ameaça à saúde ocular, já que compromete o diagnóstico precoce e tratamento adequado. Exemplo disso é o desconhecimento sobre a retinopatia diabética (RD), a principal causa de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Cerca de metade (54%) dos participantes da pesquisa Ibope DTM que responderam ter diabetes, um dos principais fatores de risco para doenças da retina, nunca ouviram falar na retinopatia diabética – a porcentagem é de 63% no caso de pacientes que estão no sistema público de saúde. Com relação ao total de entrevistados, o desconhecimento sobre RD sobe para 71%.

Apesar disso, 41% dos pacientes apontaram a perda de visão como seu maior medo. Ou seja: apesar do conhecimento insuficiente sobre doenças da retina como a RD, há uma noção sobre os riscos que o diabetes – que já acomete cerca de 12,5 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde – traz para a saúde dos olhos.

Diabetes e cegueira evitável

“A retinopatia diabética é geralmente causada pela glicemia mal controlada nos pacientes. Esse descontrole danifica os vasos sanguíneos da retina, o que estimula o crescimento desordenado de novos vasos, que podem se romper com facilidade e fazer com que o sangue vaze para a retina e para a parte interna do olho, afetando a visão. Na grande maioria dos casos, não existem sintomas na fase inicial da doença. Já em fases mais avançadas, os sintomas mais comuns são moscas volantes, borrões, áreas escuras na visão e dificuldade de distinguir cores”, explica o oftalmologista Emerson Castro, do Hospital Sírio Libanês. Outros fatores de risco da doença são hipertensão, colesterol alto, consumo de álcool, tabagismo e gravidez associados ao diabetes, além da apneia obstrutiva do sono.

O médico ressalta que “caso as alterações decorrentes da RD não sejam detectadas a tempo, podem atingir a área central da retina, a mácula, responsável pela visão de detalhes, causando o chamado edema macular diabético (EMD), que pode provocar visão embaçada, baixa da acuidade visual (capacidade do olho para identificar o contorno e a forma dos objetos), visão distorcida ou dificuldade para diferenciar cores. O tratamento precoce se faz necessário, pois as alterações, com o passar do tempo, podem ser irreversíveis, causando a temida perda de visão”.

O EMD afeta, em média, 10% dos pacientes com diabetes tipo 1 e 2 no mundo3. Mais de 90% dos pacientes com tipo 1 terão algum grau de retinopatia após 20 anos com a doença, enquanto naqueles com o tipo 2 a porcentagem é de 60%.

EMD – Ilustração Bayer

O acompanhamento médico e diagnóstico precoce são essenciais para o sucesso do tratamento e prevenção da cegueira. De acordo com a pesquisa, ¼ dos pacientes com diabetes nunca foram incentivados por seu médico a avaliar a retina. Além disso, apenas 66% disseram já ter realizado algum exame para a verificação de doenças dos olhos relacionadas ao diabetes – a maioria que deu resposta positiva se encontra na saúde suplementar (76%).

Para a detecção da RD e do EMD, existem exames que vão além do popular teste de refração, em que o paciente tenta enxergar figuras ou letras no fundo da sala. O exame mais utilizado especificamente para avaliação do fundo do olho com a pupila dilatada é o mapeamento de retina, mas outros complementam o diagnóstico e também podem auxiliar no acompanhamento do tratamento.

Alguns exemplos são: a angiografia, que identifica novos vasos, obstruções e outros problemas na retina; a tomografia de coerência óptica (OCT), que recria uma imagem 3D de estruturas como retina, vítreo e nervo óptico; a fundoscopia, que por meio de um feixe de luz no fundo dos olhos torna possível observar várias estruturas, como a retina; e o Phelcom Eyer, um retinógrafo portátil adaptável ao smartphone, que traz imagens de alta precisão da retina.

Algumas atitudes preventivas são a realização de atividades físicas, alimentação saudável, acompanhamento médico regular e controle do diabetes. Já o tratamento pode ser feito com laser, injeções antiangiogênicas, medicamentos corticoides e cirurgia – lembrando que o acompanhamento clínico, ou seja, controle do diabetes, hipertensão e outras doenças já existentes deve ser concomitante.

“Em alguns casos, a injeção, que interrompe o crescimento de novos vasos sanguíneos anormais e consequentemente impede o vazamendo de fluido e sangue para dentro da retina, consegue não só estabilizar a doença, mas também melhorar ou recuperar a visão que já havia sido perdida”, conta o médico.

Envelhecimento: outro fator de risco importante

Freepik

O envelhecimento também pode acarretar doenças da retina que levam à cegueira, como a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), principal causa de perda visual na terceira idade. A pesquisa da Bayer alerta a população para a conscientização nesse sentido. Isso porque 74% dos entrevistados disseram que nunca ouviram falar em DMRI, sendo que desses, 65% tem 55 anos ou mais, faixa etária mais acometida pelo problema.

A degeneração macular relacionada à idade é causada pelo envelhecimento e desgaste natural dos tecidos. A forma mais comum é a seca, provocada por depósitos de resíduo celular na mácula (área central da retina), e a mais rara e agressiva é a úmida, que acontece com o surgimento de vasos sanguíneos frágeis, cujo sangue vaza e se acumula sob a retina, fazendo com que a visão fique embaçada, escurecida e/ou distorcida.

Além da faixa etária acima dos 50 anos, outros fatores de risco são o tabagismo, sedentarismo, obesidade, olhos claros e histórico familiar. O tratamento preconizado para a forma úmida é com injeções de medicamentos antiangiogênicos, com a possibilidade também de indicação de suplementação com minerais e antioxidantes para a forma seca da doença.

Fonte: Bayer

RK by KISS amplia linha de produtos à prova d’água

Lapiseira retrátil proporciona traço preciso, duração prolongada e alta pigmentação que realça o olhar

A RK by KISS, marca do grupo KISS New York, lança lapiseira retrátil Perfect Precision para olhos com formulação à prova d’água, aplicação macia, superpigmentada e duração prolongada para realçar qualquer olhar.

Disponível em duas cores – Blackest Black e Dark Brown, a lapiseira ainda conta com esponja macia para esfumar os olhos de forma prática e rápida.

Perfect Precision Lapiseira Retrátil à prova d’água
Preço sugerido ao consumidor: R$ 9,90

Modo de usar:
Gire a lapiseira para que a ponta saia de dentro da embalagem. Deslize a ponta rente aos cílios para criar um delineado. Em seguida, esfume o traço com a esponja disponível na outra extremidade do produto.

RK by KISS — SAC: (11) 2369-4004 | Instagram: @rkbykissbrasil

Falta de sono na pandemia é epidêmica, mostra estudo

O sono irregular altera o metabolismo, predispõe ao ganho de peso, doenças sistêmicas e catarata; entenda

Atire a primeira pedra quem não perdeu o sono durante a pandemia de coronavírus. O consolo é que você não está só. Uma pesquisa feita pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) mostra que 40% dos brasileiros perderam o sono neste período e o que é pior – ganharam peso.

Outro estudo recém-divulgado no Jama Internal Medicine, o primeiro longitudinal sobre sono, comprova os efeitos colaterais do hábito de dormir mal em nossa saúde. Os pesquisadores acompanharam por mais de dois anos 120 mil pessoas através de sensores que indicavam até sutis alterações no estado de vigília. A principal conclusão do estudo é que a perda de sono, mesmo leve, engorda. Você pode estar pensando que todos estão comendo mais e por isso ganharam peso. Não é bem assim.

O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, localizado em Campinas (SP), explica que os quilos extras têm relação com a quantidade de luz que penetra em nossos olhos. Isso porque, é a luz que controla todo nosso metabolismo. Desde que a lâmpada foi inventada estamos indo contra nossa natureza.

A claridade do dia, pontua, ativa a produção de dois hormônios secretados pelas glândulas suprarrenais que nos mantêm em estado de vigília: o cortisol e a adrenalina. O cortisol, explica, ajuda o organismo controlar o estresse, mantém o sistema imune e a glicemia em equilíbrio. Já a adrenalina regula os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a frequência respiratória. Conforme vai escurecendo a produção desses hormônios diminui e a glândula pineal aumenta a produção da melatonina, hormônio indutor do sono.

Estresse da pandemia bagunça o relógio biológico

Na pandemia ficamos acuados em nossas casas. Um misto de solidão e incerteza. As rotinas foram alteradas. Adultos e crianças o dia inteiro com os olhos colados nas telas, e claro, tanto os olhos como nosso corpo sentem, ficam cheios de toxinas. Para diminuir o estrago, Queiroz Neto recomenda desligar o computador, celular ou videogame no começo da noite. Isso porque, é o excesso de luz azul emitida pelas telas que bagunçam nosso relógio biológico, não deixando a produção de melatonina acontecer.

Resultado: a adrenalina aumenta, o coração bate mais rápido, a pressão arterial sobe e o sono vai embora. Pior: O cortisol também fica elevado, inibe a produção de insulina e ficamos diabéticos, uma doença crônica com efeitos em todo nosso organismo, inclusive nos olhos.

Catarata

Foto: Jayzynism/Pixabay

“A falta de sono em quem já passou dos 50 anos pode ser o primeiro sinal da catarata nos que já passaram dos 50 anos”, afirma. Isso porque o turvamento do cristalino que caracteriza a doença também dificulta a entrada de luz nos olhos. Por isso, quem convive por muito tempo com a catarata, além de provocar efeitos colaterais na saúde, como a hipertensão e maior risco de diabetes. Os primeiros sinais da catarata elencados pelo médico são: troca frequente dos óculos, ofuscamento com faróis contra e fotofobia, perda da visão de contraste e dificuldade de dirigir à noite. A cirurgia é segura, rápida, feita com anestesia local e pode eliminar o uso de óculos dependendo da lente implantada em seu olho.

Cansaço visual

“Na frente de uma tela piscamos 20 vezes menos e fazemos um esforço visual concentrado para manter os olhos focados só para perto”, conta Queiroz Neto. Os sintomas que indicam estar na hora de dar uma pausa, são: visão embaçada, ardência, vermelhidão, sensação de areia nos olhos e dificuldade de focar. Isso acontece em todas as idades. As recomendações do oftalmologista são: olhar para um ponto distante, sair por instantes da frente da tela, piscar voluntariamente, calibrar a resolução da tela com o mínimo do brilho e bom contraste e manter os olhos lubrificados.

O oftalmologista ressalta que as crianças podem ter miopia acomodativa, uma dificuldade temporária de focar a distância. Por isso a OMS (Organização Mundial da Saúde recomenda que as telas só sejam usadas a partir de dois anos e por, no máximo, duas horas ininterruptas.

“Os estudos mostram que a miopia pode se tornar alta quanto mais cedo é contraída. Além disso, geralmente a progressão é mais intensa na infância”, afirma o médico. Por isso recomenda que toda criança passe por exame com um oftalmologista regularmente.

Fonte: Instituto Penido Burnier

Você sabe o que é DMRI?

Degeneração Macular Relacionada à Idade acomete a região central da retina é e considerada a principal causa de cegueira na terceira idade

Ter a sensação de que a escrita está borrada, perceber áreas sem visão dentro do campo de visão (escotomas), visualizar as linhas retas da paisagem – como laterais de construções e postes – tortas, são sinais que podem indicar a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade), doença que compromete a região central da retina (mácula) e é considerada a principal causa de cegueira na terceira idade.

A oftalmologista Keila Monteiro de Carvalho, Professora Titular de Oftalmologia da Unicamp, explica que a lesão se localiza na parte central da retina, fazendo com que as pessoas tenham que “olhar de lado” para enxergar. “Como grande parte da visão central é perdida, quem possui DMRI considera difícil realizar atividades diárias que exigem nitidez de visão, como ler, costurar e dirigir”, diz a especialista.

A seguir, Keila esclarece as principais dúvidas sobre a doença, sua prevenção e tratamento:

A partir de qual idade a DMRI se manifesta na pessoa?


Os primeiros sintomas costumam surgir após os 55 anos de idade, e sua prevalência avança com o aumento da idade.

Quais os principais sintomas da doença?


A pessoa pode começar a perceber um ponto escuro ou vazio no local de foco da visão; podem surgir áreas de escotomas (áreas sem visão dentro do campo de visão), ou espaços escuros e vazios que bloqueiam o campo de visão. Linhas verticais que se mostram distorcidas e linhas retas na paisagem, como os lados dos edifícios ou postes, que parecem tortas, e escrita parecendo borrada, oferecendo mais dificuldade no seguimento da leitura, são outros indícios do problema.

Quais são as formas de manifestação da DMRI?

AARP

A DMRI se classifica em dois tipos: a degeneração atrófica (seca) e a degeneração exsudativa (úmida). Na maior parte dos casos, o paciente apresenta a DMRI seca. Nela, a perda da visão é lenta e progressiva. Os pontos escuros e vazios no campo de visão são relativos e depois se tornam absolutos. A visão é mais estável e com menos deformação das imagens. A acuidade visual para letras separadas é melhor, mas torna-se pobre para leitura que exige seguimento visual. Para tanto é preciso muito treinamento visual e uso de letras ampliadas, mesmo com auxílio ópticos. Já a DMRI úmida é mais grave e atinge cerca de 15% dos pacientes. Ela se caracteriza pela presença de neovasos subretinianos que sangram, levando a uma perda da visão súbita, piorando após a absorção e cicatrização.

Como prevenir a DMRI?

Ivabalk/Pixabay

Manter o equilíbrio da saúde é fundamental. Uma alimentação equilibrada colabora para a saúde ocular como um todo. Deve-se consumir alimentos ricos em vitamina C (frutas cítricas, espinafre, rúcula, agrião tomate e pimentão), vitamina E (abacate, kiwi, castanhas, vegetais de folhas verdes e óleos vegetais, como oliva e girassol), betacarotenos (laranja, manga, pimentão amarelo, milho, brócolis, espinafre e ovos), ômega 3 (sardinha, salmão, nozes, semente de linhaça e kiwi), zinco (ostras, camarão, carnes boi, frango e peixe e grãos integrais) e luteína (laranja, tangerina, couve, espinafre, brócolis e milho). Por outro lado, o consumo de alimentos gordurosos deve ser evitado. O uso de óculos escuros sempre que se expor ao sol também é recomendado.

Como se trata a DMRI?


Como se trata de uma doença degenerativa, não há cura. Porém um pequeno número de pessoas com DMRI úmida, felizmente, pode receber tratamento a laser. Nesta terapia, o feixe de luz intensa passa através das lentes do olho, coagulando os vasos sanguíneos sangrantes no fundo dos olhos. Também pode ser utilizada a aplicação de injeções intraoculares de anti-VEGF (terapia com fator de crescimento endotelial antivascular). Muitas vezes são necessárias três ou mais injeções, sendo uma a cada mês, conforme a evolução do caso. Além disso, o uso de suplementos vitamínicos específicos também contribui favoravelmente no tratamento.

Também há indicação cirúrgica para a doença?


Pode ocorrer a necessidade de cirurgia chamada vitrectomia, nos casos em que ocorre o sangramento extenso para o vítreo (gelatina que preenche os olhos). Outras técnicas cirúrgicas são indicadas para a reabilitação visual, como a implantação de telescópio intraocular, que é feito em casos selecionados. Neste caso, a pessoa vai ficar com visão para longe no olho que recebe o telescópio, enquanto o outro será usado para perto.

Fonte: Keila Monteiro de Carvalho é médica oftalmologista, Professora Titular de Oftalmologia da Unicamp.

RK by KISS lança paletas de sombra

Em três versões ultrapigmentadas, as novidades são inspiradas no universo místico das pedras preciosas para atrair boas vibrações

Para colorir o olhar das brasileiras e atrair energia positiva, a RK by KISS, marca do grupo KISS New York lança sua nova coleção de paletas de sombra que, além da ultrapigmentação, possuem tecnologia com texturas aveludadas e de excelente aderência.

Composta por três paletas com nove tonalidades cada uma, a coleção foi inspirada no universo místico das pedras preciosas, em composições de cores conectadas com as tendências atuais: Amethyst, com tonalidades de roxo e lilás; Ruby, com nuances avermelhados e terrosos; e Topaz, em tons alaranjados e neutros.

Todas as combinações permitem a criação de uma infinidade de looks, desde delineados coloridos ou efeitos esfumados para o dia ou para a noite.

Confira as novidades da RK by KISS:

RK by KISS – Amethyst – Preço sugerido: R$ 39,90

Um convite para a meditação. Composta por 9 nuances de roxo, lilás e rosa, Amethyst é paleta inspirada na pedra Ametista, que busca a essência das questões, afasta vibrações negativas e as tensões mentais. São seis tons cintilantes e três opacas, com textura aveludada, que fixa facilmente na pele! Dica: em olhos esverdeados, as cores se destacam ainda mais!

RK by KISS – Ruby – Preço sugerido: R$ 39,90

O Rubi é a pedra da vitória, da coragem e do sucesso. Com cores poderosas, a paleta Ruby possui nove tons entre vermelhos e terrosos – tons hiper conectados com a estação mais fria do ano, que chega em Junho. São quatro tons com acabamento cintilante e cinco opacas, todas com textura aveludada, que fixam facilmente na pele.

RK by KISS – Topaz – Preço sugerido: R$ 39,90

Para ativar o poder da prosperidade e boa sorte, Topaz é a paleta da coleção RK by Kiss inspirada na pedra Topázio Imperial. Ela possui forte energia solar, responsável pela força e aceleração do crescimento espiritual e material. São quatro tons com acabamento cintilante e cinco opacas, todas com textura aveludada, que fixam facilmente na pele. Ideal para as apaixonadas em uma maquiagem mais natural!

Informações: SAC: (11) 2369-4004 |Facebook | Instagram: @rkbykissbrasil e @kissnybrasil

Aprenda a limpar as pálpebras para evitar contaminações

Especialista recomenda que o procedimento seja feito pelo menos duas vezes por semana

Lavar as pálpebras é uma forma importante de evitar contaminações e consequentemente inflamações na região conhecidas como blefarite. Porém, o hábito de higiene na região é pouco comum, além de diferenciado por ser uma área mais delicada.

“O ideal é realizar a limpeza ao menos duas vezes por semana, como prevenção, já que as pálpebras, incluindo os cílios, são a primeira defesa dos olhos. Em caso de uso de maquiagem mais intensa é fundamental a higienização imediata. Por isso sempre recomendo dedicação e tempo para que a limpeza seja efetiva”, explica André Borba, oftalmologista especialista em oculoplástica pela Universidade da Califórnia em Los Angeles.

Segundo o especialista, a blefarite pode ser causada por diversos fatores, sendo o tipo mais comum associada a doenças de pele como dermatite seborreica e rosácea. “Infecção bacteriana, disfunção das glândulas que auxiliam na produção das lágrimas, acúmulo de gordura nas pálpebras, presença de parasitas, também podem surgir por conta da falta de higiene local e causar coceira nos olhos, lacrimejamento, vermelhidão, irritação, sensação de areia nos olhos e até a perda dos cílios”, alerta Borba.

O especialista recomenda cinco passos para higienizar as pálpebras adequadamente:

1. Em geral, é recomendado o uso de produtos com espuma, de preferência para bebês, ou shampoo neutro diluído, para não irritar os olhos.

lavar mais
2. Para realizar a limpeza das pálpebras, comece lavando as mãos com sabonete e água morna.
3. Em seguida, aplique a quantidade desejada de espuma em um tecido limpo sem pelos (pode ser gaze) ou na ponta dos dedos.

freepik mulher limpando olhos
Freepik

4. Com o olho fechado, limpe suavemente as pálpebras fazendo movimentos de um lado para outro, evitando tocar o olho diretamente durante a limpeza.
5. Em seguida enxágue a área com água fria e depois repita o processo no outro olho

“É fundamental, principalmente em tempos de pandemia, evitar colocar as mãos nos olhos, principalmente sem lavá-las ou depois de utilizar álcool gel. A mão pode trazer diversos corpos estranhos aos olhos, como poeira, pelos de animais, vírus e bactérias, e não coçar os olhos com as mãos sujas é um fator importante para diminuir o risco de infecções”, alerta Borba.

Vale lembrar, que mesmo com a higiene adequada, a indicação é a de sempre consultar um especialista caso surja algum sintoma, para que o médico avalie caso a caso.

Belliz reformula linha de cílios postiços e lança modelo 3D

Finalizar a maquiagem do dia a dia para que a mulher se sinta preparada para encarar os próximos desafios não deixa que os cílios postiços sejam esquecidos. Um olhar marcante, mesmo que natural, traz mais personalidade e traços mais fortes ao rosto da mulher. E pensando nisso, Belliz, marca de beleza que já conta com uma linha de cílios naturais e sintéticos em seu portfólio, agora apresenta outra super novidade: cílios postiços com efeito 3D.

De quê e como são feitos?

Os cílios postiços 3D proporcionam efeito tridimensional ao olhar e são formados por fios aplicados em diferentes ângulos e em multicamadas, daí vem o segredo do efeito.  Por terem os fios feitos de polibutileno, mesmo material dos cílios usados para alongamento, os cílios postiços 3D garantem um efeito incrível e natural por conta das pontas com acabamento afilado, ao mesmo tempo que destacam o olhar por serem mais preenchidos devido às multi camadas. A base mais fina dos cílios postiços também diferencia o modelo 3D dos outros por serem mais flexíveis e fáceis de aplicar até mesmo para quem não tem prática com o acessório.

Comprimento x Volume

O novo modelo 3D Belliz é essencial para finalizar a etapa de preparação da rotina da mulher para que ela se sinta pronta para conquistar o que quiser e isso pode ser feito de várias maneiras. Por isso, a marca criou diversas estruturas de cílios 3D com tamanhos e volumes diferentes para que cada uma encontre o seu formato ideal.

As opções estão entre os tamanhos curto, médio, longo ou superlongo e entre volumes com quatro níveis de intensidade que se diferenciam pela quantidade de fios e camadas, o que varia o resultado entre um olhar mais cheio ou mais sutil de acordo com o mood do dia ou da ocasião.

Fonte: Belliz

Olhos de raposa (foxy eyes): a maquiagem tendência da quarentena

Em alta, os foxy eyes, olhos de raposa na tradução, eram tendência nos anos 1970. Quem acompanha a internet viu que esta maquiagem voltou com uma releitura, e está fazendo o maior sucesso nas redes sociais. Além disso, famosas, como Sandy, Bella Hadid e Kendall Jenner, também apareceram usando o visual que promete alongar o olhar, ideal para quem tem olhos naturalmente oblíquos.

Andressa maquiadora
A maquiadora Andressa Nascimento

A maquiadora Andressa Nascimento, do Agatha França Estética e Beleza (RJ), diz que a tendência serve para quem quer um olho mais sensual. O efeito pode ser conquistado com apenas três sombras e um delineador.

“Essa técnica ajuda a alongar e levantar os olhos. Está em alta a sombra marrom com ou sem delineador preto. Mas vale também o colorido”, explica a especialista. O truque para deixar o olho bem delineado é usar uma fita crepe transparente para ajudar a fazer o esfumado dos olhos e o traçado com o delineador.

A make é democrática e pode ser usada tanto no dia a dia quanto para futuros eventos especiais à noite. É só saber escolher as cores ideais para cada ocasião. Lembrando que, agora com o uso obrigatório da máscara protetora, por causa da pandemia, os olhos são a parte do rosto que mais ficam em evidência.

sandy
Sandy – Reprodução Instagram

Para criar este olhão é necessário fazer um delineado com as pontinhas bem angulosas. O cantinho interno deve ser realçado, como é feito no delineado egípcio. Já no cantinho externo, deve-se criar aquele traço bem longo. Muitas mulheres estão apostando na versão esfumada, mas também vale criar um traço bem sólido.