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Dieta equilibrada faz bem aos olhos e evita doenças

Há uma relação intrínseca entre alimentação e saúde. Uma dieta rica e bem dosada contribui para uma vida mais saudável, organismo equilibrado e maior disposição no dia a dia. Como partes fundamentais do corpo, os olhos seguem a mesma regra e podem ser beneficiados por uma série de nutrientes.

Alimentos que contêm vitaminas A, C e E, ômega 3, zinco, entre outros, devem fazer parte das refeições. A frequência, contudo, vai depender da substância e do tipo de deficiência que o indivíduo possui. “É importante ressaltar que, em determinadas condições, a quantidade de nutrientes necessários pode ser elevada. Nestes casos, é recomendado o uso de suplementação com comprimidos”, explica Ibraim Vieira, oftalmologista do H.Olhos – Hospital de Olhos.

Abaixo, o médico traz uma lista dos principais nutrientes e de suas fontes alimentícias.

Retinol ou vitamina A – trata-se do nutriente mais importante para a visão. É essencial no ciclo dos fotorreceptores, células da retina que possibilitam a visão. Sua deficiência no organismo pode levar à xeroftalmia (olho seco), redução da visão no escuro e, nos piores casos, à cegueira.

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Onde encontrar: cenoura, abóbora, ovos, damasco e fígado.

Carotenoides (zeaxantina e luteína) – são as substâncias responsáveis pelos tons entre amarelados e avermelhados na natureza. “Primos” da vitamina A, sua ausência aumenta o risco de DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade), doença que ocorre em uma parte da retina chamada mácula e que leva à perda progressiva da visão central.

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Onde encontrar: milho, pequi, couve e na maioria dos vegetais amarelos, alaranjados, vermelhos e verdes.

Ômega 3 – o aumento do consumo deste tipo de gordura pode ajudar nos sintomas de olhos seco e blefarite (inflamação da parte externa das pálpebras).

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Onde encontrar: salmão, sardinha, atum, linhaça e chia.

Vitaminas C e E – sua ingestão também reduz o risco de DMRI.

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Onde encontrar: limão, laranja, goiaba, brócolis (vitamina C); vegetais verde-escuros, castanhas, amêndoas, gema de ovo e fígado (vitamina E).

Zinco – mais uma substância que reduz o risco de DMRI.

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Onde encontrar: carne de vaca, frango, peixes, feijão, grão-de-bico e castanhas.

O outro lado

Por outro lado, existem dietas que podem prejudicar a saúde dos olhos, sobretudo quando associadas à ingestão em exagero ou em pacientes com doenças prévias.

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Segundo Vieira, a retinopatia diabética é uma das principais causas de cegueira no mundo. O desenvolvimento da doença está intimamente ligado ao consumo de determinados alimentos: “Para pessoas com diabetes, a ingestão de açúcares e carboidratos em grandes quantidades tende a gerar alterações retinianas que, em longo prazo, podem prejudicar a visão e até cegar”.

O consumo de álcool em excesso também pode levar a problemas oftalmológicos, como a neuropatia tóxica, que ataca os nervos periféricos. A subnutrição, presente em muitos casos de alcoolismo, também aumenta o risco de doenças na retina. O abuso de bebidas alcoólicas durante a gravidez coloca em risco a formação dos olhos do bebê.

“A ingestão exagerada de algumas vitaminas e suplementos também está relacionada ao aumento de patologias. Por isso, deve-se priorizar uma dieta sensata. Em caso de dúvidas ou de deficiência de nutrientes, a melhor solução é sempre conversar com um médico ou nutricionista”, adverte.

Fonte: Grupo H.Olhos

Halloween: junto das makes, lentes coloridas dão um toque criativo às fantasias

Aterrorizantemente colorido: aposte nas lentes de contato para ousar no Halloween
Final de outubro chegou e, com ele, a data mais “assustadora” e criativa do ano: o Halloween. O “dia antes do dia de todos os santos” é conhecido pelas fantasias surpreendentes, looks incríveis, penteados criativos e, principalmente, pelas maquiagens.

Se você gosta de brincar e se fantasiar, ou mesmo seus filhos, que podem estar pedindo uma ajudinha na hora de se arrumar, uma dica é caprichar no olhar, vale apostar nas lentes de contato coloridas, desde as opções cintilantes até a mais aterrorizantes.

“O uso das lentes permite que a pessoa se reinvente, destacando uma make básica ou ressaltando uma maquiagem mais chamativa” afirma Gabrielle Pompilio, Gerente de Marketing da e-lens, maior e-commerce de lentes de contato do Brasil.

Existem inúmeros estilos, com diferentes cores, tons e formatos de pupila e que se adequam a inúmeras maquiagens, fantasias e tons de pele. Confira abaixo algumas sugestões:

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Lentes coloridas Fantasia

As lentes exóticas são ideais para fantasias com estampas Animal Print, dando destaque a um ar selvagem. Existem modelos nas cores branca, preta e vermelha, além daquelas que imitam os olhos de gatos e dragões.

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Lentes de contato Solflex Color Hype

Ideal para a famosa combinação “anjinho e diabo”, o contraste entre as cores branco e vermelho, remete a dualidade céu e inferno, muito utilizada na ocasião. Maquiagens com glitter e diferentes tons de vermelho e branco dão o toque final de toda a composição deste olhar.

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Lentes de contato Fantasy

Os olhares “fixantes” são uma boa escolha para quem deseja fantasias e looks mais psicodélicos e alucinantes. ET’s e zumbis são alternativas para este tipo de lentes.

Segundo Gabrielle, uma dica importante é não se esquecer de colocar as lentes antes de começar a se maquiar e também retirá-las antes de remover a make. Assim, você evita que as lentes saiam do lugar e deixa seus olhos livres para passar os cremes demaquilantes. Se você usa óculos de grau, não tem problema: muitas delas corrigem também miopia e hipermetropia, e algumas até baixas dioptrias de astigmatismo.

Sobre a e-lens

A e-lens é o maior e-commerce de vendas de lentes de contato do Brasil. No site é possível comprar com facilidade, rapidez e segurança as lentes de contato e soluções de assepsia receitadas pelo médico oftalmologista. Além disso, a e-lens conta com uma grande variedade de lentes com finalidade estética, entre os modelos estão as diversas opções de cores e as mais exóticas que imitam olhos de gato, por exemplo. A mais recente novidade da empresa é a criação da linha de assinatura de lentes de contato. Dessa maneira, o cliente consegue programar a compra das lentes de contato durante o período que acha necessário e não precisa mais se preocupar com isso.

Saiba qual é o seu tipo de olheira e quais tratamentos podem ser adotados

Sabe aquelas manchas escuras, que aparecem embaixo dos olhos e tanto incomodam homens e mulheres quando o assunto é beleza facial? Agora não é mais preciso conviver com elas. As temidas e indesejadas olheiras podem ser tratadas e amenizadas por meio de uma série de técnicas, que vão desde a aplicação de cosméticos a um procedimento estético minimamente invasivo realizado em consultório.

A dermatologista e speaker da Sinclair Pharma, Jaciara Hunnicutt , alerta, no entanto, que antes de adotar qualquer tipo de tratamento, é importante conhecer a origem do problema. Segundo a especialista, existem quatro tipos de olheiras, que podem se manifestar pelos mais diversos motivos, como genética, exposição excessiva ao sol, noites mal dormidas, entre outros.

Confira agora os tipos de olheiras existentes e os tratamentos recomendados:

1. Olheiras vasculares:

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As olheiras vasculares são aquelas que apresentam coloração arroxeada, azulada ou até algo avermelhada. Também podem deixar a região abaixo dos olhos mais inchada em algumas circunstâncias. As principais causas são distúrbio do sistema circulatório, aumento dos vasos sanguíneos e pele muito fina na região. Retenção de líquidos, estresse, noites mal dormidas ou cansaço pioram a situação. O tratamento pode ser realizado com laser, drenagem linfática, dermocosméticos com cafeína, entre outros. “Laser e Luz pulsada são excelentes opções de tratamento”, explica Jaciara.

2. Olheiras pigmentares:

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As olheiras pigmentares possuem coloração amarronzada ou marrom-acinzentada, podendo ter a tonalidade parecida com outras manchas da face, como o melasma, por exemplo. São causadas pelo acúmulo de pigmentos na pele fina dos olhos. Geralmente, são mais comuns em pessoas que possuem a pele morenas a negra ou que tenham rinite. Segundo a dermatologista, o tratamento ideal depende do tipo de pigmento, que pode ser melanina ou hemossiderina, mas de forma geral, dermocosméticos despigmentantes, peelings e procedimentos a laser fazem parte do tratamento. Já a exposição solar pode piorar o aspecto das manchas ao longo do tempo.

3. Olheiras estruturais ou profundas:

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De coloração castanha ou marrom-acinzentada, as olheiras profundas costumam dar um ar de constante cansaço em quem as possui e, curiosamente, de todas as olheiras essas são as menos influenciadas pelos hábitos de vida do paciente. Na verdade, essas olheiras, que são como sombras na face, estão intimamente ligadas à estrutura do rosto; acontecem devido a maior profundidade do sulco nasojugal (goteira lacrimal) e, às vezes, do sulco palpebromalar. A boa notícia é que podem ser facilmente tratadas com preenchimento.

De acordo com a médica, os preenchimentos têm se mostrado bastante efetivos para estes casos. “Eu indico a linha Perfectha, uma geração de preenchedores de ácido hialurônico da Sinclair Pharma, empresa internacional de dermatologia. Entre as quatro apresentações do produto, voltadas para o tratamento de diferentes áreas do rosto e das mãos, a Perfectha Finelines, desenvolvida exclusivamente para a região dos olhos (pés de galinha e olheiras), apresenta um resultado realmente espetacular”, enfatiza.

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Jaciara ainda ressalta que, aplicado por um profissional capacitado e na medida certa, o preenchedor possui poucas contraindicações. “O produto traz em sua fórmula o acido hialurônico, um componente natural do nosso organismo, que promove sustentação, brilho e hidratação da pele. O Perfectha devolve ao paciente uma expressão realmente mais jovem e saudável”, finaliza.

4. Olheiras mistas

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Acontecem quando dois ou mais tipos se associam. Nesse caso, as olheiras apresentam características combinadas e, normalmente, exigem também tratamentos combinados.

Fonte: Sinclair

Sarampo pode ocasionar sérias complicações na visão

Nos últimos meses, o Brasil registrou 3.339 casos de sarampo em 16 estados, com quatro mortes, segundo balanço do Ministério da Saúde divulgado na última sexta-feira (13). Neste período, o Distrito Federal registrou três casos. Causado por um vírus transmitido pelas secreções respiratórias, o sarampo é uma doença infectocontagiosa aguda grave e provoca inflamação generalizada nos vasos sanguíneos. Além de manchas na pele, febre e mal-estar, a doença pode causar graves lesões nos olhos.

“A infecção pode causar desde um quadro leve de conjuntivite ou ceratite, até complicações mais sérias como úlcera de córnea com risco de desenvolver cicatrizes corneanas ou perfurações, entre outros casos, podendo evoluir para cegueira”, explica o oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio.

Recomenda-se a avaliação oftalmológica caso a pessoa acometida pelo sarampo apresente hiperemia, irritação ocular, fotofobia, lacrimejamento, ardor e embaçamento visual.

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Mulheres que não foram vacinadas e contraem o sarampo durante a gravidez, apresentam risco de transmissão ao feto por meio da placenta, podendo o bebê sofrer alterações da retina, catarata e nervo óptico com potencial de cegueira. “Nestes casos, é comum o bebê nascer com catarata congênita, doença que é responsável por 4 em cada 10 casos de perda da visão na infância”, afirma o especialista.

A única forma de prevenir o sarampo é a vacinação. Não existe um tratamento específico para a doença. O tratamento profilático (preventivo) com antibióticos é contraindicado.

Nos casos sem complicações, o ideal é manter a pessoa bem hidratada e alimentada e combater a febre. Os sintomas podem demorar até oito semanas para desaparecerem.

Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo

A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo vai ocorrer de 7 a 25 de outubro e o público-alvo são crianças de 6 meses a menores de 5 anos. Já a segunda etapa, de 18 a 30 de novembro, o foco é a população de 20 a 29 anos.

Oftalmologista Hilton Medeiros
Oftalmologista Hilton Medeiros

Fonte: Clínica de Olhos Dr. João Eugenio

Dicas para o controle da conjuntivite alérgica, comum em dias de tempo seco

Olhos vermelhos, coceira e inchaço são alguns dos sinais; doença é comum nas estações de tempo seco e quente

Uma das manifestações clínicas da alergia ocular é a conjuntivite alérgica, que atinge, aproximadamente, 20% da população e, em 40% a 60% das vezes, está associada a outras doenças alérgicas como asma, dermatite atópica e rinite alérgica, sendo frequentemente subdiagnosticada. É mais comum durante os dias quentes, secos e ventosos, típicos da primavera, verão e outono, sendo os ácaros da poeira e os pólens de grama os principais agentes desencadeadores. Na região Sul, pode ocorrer pela exposição aos pólens de grama, sendo este quadro conhecido como polinose.

A alergia ocular é um grupo de doenças de hipersensibilidade mediada por IgE, desencadeada pelo contato dos alérgenos dispersos no ar, como os ácaros da poeira, pólens de grama, epitélios de animais domésticos, esporos de fungos, levando a uma inflamação alérgica da conjuntiva.

Apesar de interferir muito na qualidade de vida, as conjuntivites alérgicas são consideradas formas benignas de alergia ocular. Mais raramente, o olho pode ser acometido por outros tipos de alergia ocular, que apresentam sintomas persistentes, crônicos, que podem afetar a córnea e causar danos à visão. São elas, a ceratoconjuntivite atópica, que acomete adultos, e a ceratoconjuntivite vernal, mais comum em crianças.

Durante o 46º Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia, que será realizado no fim do mês em Florianópolis (SC), o tema “Alergia Ocular” será debatido por especialistas. O evento espera reunir cerca de 1.500 pessoas.

De acordo com Elizabeth Mourão, especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), a conjuntivite alérgica se manifesta sempre com prurido (coceira) nos olhos associado à hiperemia da conjuntiva (olho vermelho/irritado), lacrimejamento e inchaço de pálpebras, que geralmente acometem os dois olhos. Pode haver desconforto visual e sensação de corpo estranho. Nos casos mais graves e crônicos, os olhos encontram-se constantemente inflamados, com secreção gelatinosa e dor / desconforto ao olhar diretamente para a luz (fotofobia).

“O diagnóstico das conjuntivites alérgicas é clínico, baseado nos sintomas e exame físico, que vão ajudar a identificar o tipo de alergia ocular. Também é necessário identificar o alérgeno suspeito por testes de alergia na pele (prick-teste) e/ou no sangue pela dosagem de IgE específica”, explica a especialista.

Dicas para melhor controle da conjuntivite:

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– Lavar as mãos sempre que brincar com os animais de estimação ou após contato com tintas, perfumes, produtos de limpeza e outros irritantes.

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Foto: Ashley Frogley/MorgueFile

– Usar óculos de sol sempre que estiver ao ar livre, para diminuir o contato com o pólen ou poeira diretamente sobre os olhos e reduzir o desconforto visual.

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– Evitar passeios a parques, campos, cortar grama ou fazer serviços de jardinagem durante a primavera.

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Foto: Anita Peppers/Morguefile

– Utilizar ar-condicionado com filtro, manter as janelas fechadas do carro.

Novos Tratamentos

A higiene ambiental para diminuir a exposição à ácaros, por exemplo, pode reduzir a frequência das crises. Aplicar compressas frias nos olhos ou lavar os olhos com água fria e aplicar os colírios refrigerados ajuda no controle da coceira/desconforto ocular.

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Conjuntivite – Fonte: WebMd

“O tratamento da conjuntivite alérgica é feito com colírios, que têm propriedades anti-histamínicas e anti-inflamatórias, reduzindo a coceira e a vermelhidão nos olhos. O uso de lágrimas artificiais também deve ser usado, atuando com uma barreira a penetração de alérgenos e irritantes e prevenindo o olho seco, que pode estar associado ao processo inflamatório. A imunoterapia específica (vacina com alérgenos) está indicado para o tratamento da conjuntivite alérgica perene e sazonal, e atua como um tratamento que modifica a história da doença e induz tolerância aos aeroalérgenos”, detalha Elizabeth.

Novos tratamentos, como imunomoduladores, imunossupressores e imunobiológicos, que atuam reduzindo a inflamação da conjuntiva, sob a forma de colírios, pomadas oftálmicas e injetáveis, também podem ser indicados.

Fonte: Asbai

Quais problemas de visão podem ser corrigidos com cirurgias?

Dores de cabeça, perda da concentração, tonturas. Quem utiliza óculos sabe o quanto é ruim esquecê-los em casa. E pior do que os sintomas físicos, que causam diversos transtornos no trabalho e nos estudos, há aqueles famosos inconvenientes, como: sinalizar o ônibus errado e se passar por arrogante por não reconhecer amigos e parentes na rua. Tirando o fato de nunca enxergar por inteiro.

A boa notícia é que já é possível evitar este tipo de situação, eliminando por completo o uso de armações e lentes de contato. As cirurgias retrativas a laser estão se tornando cada vez mais comuns entre os brasileiros. Elas tratam as deficiências mais comuns entre a população, como: miopia, astigmatismo e hipermetropia, e podem ser encontradas em hospitais e clínicas de pequeno, grande e médio porte, espalhadas por todo o país.

“O procedimento é bem simples. Leva em torno de 20 minutos por olho, não existe internações e logo após o procedimento o paciente é liberado”, comenta Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. A cirurgia refrativa trata-se de uma correção da visão com laser e existem duas técnicas de aplicação. A escolha dependerá da espessura da córnea, que varia de acordo com cada pessoa.

“Na maioria dos casos, o paciente retorna as suas atividades após três dias de repouso”, explica Korn. O tempo de descanso é importante para a regeneração do epitélio, que foi alterado para a correção visual. O acesso a este método tem se tornado mais acessível aos brasileiros devido ao aumento de especializações no assunto e da oferta de crédito no mercado, como ocorre pelo Centro Nacional – Cirurgia Plástica, entidade que fornece recursos, à base do crédito, para pacientes cirúrgicos. No caso, o cirurgião recebe do paciente, à vista, o valor de seus honorários e o paciente tem a opção de pagamento em parcelas.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mais de 35 milhões de pessoas no Brasil lidam com alguma dificuldade de visão, o número equivale a quase 19% da população. A pesquisa aponta também que torno de 500 mil pessoas receberam o diagnóstico de cegueira. Como diz o ditado, melhor prevenir do remediar. “As chances de sucesso das cirurgias refrativas são altíssimas. A maioria dos pacientes têm as expectativas atendidas, ficando livres de óculos”, finaliza Korn.

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Veja o quadro abaixo, que detalha as diferenças entre problemas de visão:

Miopia

Miopia é uma deficiência visual que dificulta a visualização de objetos que estão longe. A palavra miopia tem origem no grego “myopia”, que significa “olho fechado”, porque as pessoas com esta condição muitas vezes fecham ligeiramente os olhos na tentativa de ver o que está mais longe.

A miopia é causada por um aumento anormal do eixo ocular (miopia axial) ou por uma ação de refração demasiada intensa do cristalino (miopia de refração), fazendo com que a imagem se forme antes da retina.

Isto significa que em uma curta distância a visão ainda é possível, mas para além desta, a imagem não é nítida, sendo necessário o uso de lentes ou óculos. A miopia é geralmente congênita, embora com frequência se desenvolva só com o avançar dos anos, com tendência para aumentar durante a fase de crescimento.

Hipermetropia

A hipermetropia ocorre quando o olho é um pouco menor do que o normal, provocando uma focalização errada da imagem, que se forma após a retina. Ela também pode ser causada pela diminuição do poder refrativo do olho, causada por alterações no formato da córnea ou no cristalino.

Geralmente o paciente com hipermetropia tem boa visão de longe, pois se o seu grau não for muito elevado, é naturalmente corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, em um processo chamado de acomodação. A maior parte das crianças apresenta hipermetropia, porque seus olhos normalmente são menores do que deveriam ser, porém elas têm um maior poder de acomodação e suportam graus muito mais elevados. São comuns casos de pessoas que necessitam de óculos na infância, mas deixam de usá-los na idade adulta, quando o olho atinge o tamanho ideal.

A hipermetropia também pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com o surgimento de sintomas ao redor dos dois anos de idade. Neste caso a correção total do problema pode ser feita com o uso de lentes de óculos adequadas.

Astigmatismo

Astigmatismo é uma imperfeição comum, leve e facilmente tratável na curvatura do olho. A maior parte do poder de foco no olho ocorre ao longo da superfície frontal, chamada córnea. A próxima estrutura envolvida na focagem é o cristalino, lente que fica atrás da íris, no interior do olho.

A córnea ideal tem uma superfície simetricamente curva, como uma bola de basquete. O astigmatismo é causado por uma córnea ou uma lente que não é simétrica. Como resultado, as pessoas com astigmatismo podem ter visão distorcida ou borrada.

O astigmatismo pode ocorrer em famílias e, na maioria dos casos, está associado com outros problemas de refração, como miopia ou hipermetropia. Ele também pode aumentar ao longo do tempo, devido à idade.

Segundo o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica as chances de sucesso nos procedimentos oftalmológicos são altíssimas e a maioria dos pacientes têm suas expectativas atendidas, ficando livres de óculos.

Fonte: Centro Nacional – Cirurgia Plástica

 

 

Olhos: cuidados gerais para evitar aspecto cansado, com bolsas, olheiras e rugas

A pele mais fina do corpo fica 6% ainda mais fina a cada dez anos e isso contribui para deixar a região ainda mais suscetível ao aparecimento de bolsas, olheiras e rugas. Confira o que fazer para tratar e controlar os problemas dessa região

Com cerca de 0,33 mm de espessura, a pele ao redor dos olhos é de três a cinco vezes mais fina que a do resto do rosto. Essa é só uma de uma série de características fisiológicas que fazem com que essa região seja mais suscetível aos sinais do envelhecimento: “Essa pele é bastante sensível e delicada, com característica e estrutura epidérmica diferenciada. A área também conta com a fragilidade das fibras de colágeno, responsáveis pela sustentação dessa pele”, explica o dermatologista Jardis Volpe, de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

“Também é uma área pobre em glândulas sebáceas e sudoríparas, tem sua lubrificação natural de sebo e suor reduzida em até 60%, em comparação com outras partes do rosto. Portanto, está mais sujeita ao ressecamento e à flacidez, o que facilita a instalação de linhas de expressão no local”, acrescenta.

Responsável por conferir aspecto cansado ao rosto, problemas como rugas, formação dos pés-de-galinha e de bolsas são comuns nessa região. “A susceptibilidade desse tecido também colabora para o aparecimento das olheiras. Essas alterações são causadas muitas vezes por mudança no estilo de vida, estresse, excesso de sol, álcool, cigarro e noites mal dormidas, mas a genética é um fator preponderante”, comenta.

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A dermatologista Claudia Marçal, membro da SBD, acrescenta que as olheiras genéticas ou hereditárias precisam de controle a vida toda: “Este depósito aumentado de pigmento na região ocular é um marcador genético ou étnico que não desaparecerá espontaneamente e exige tratamentos realizados pelo dermatologista para controlar o quadro posteriormente”, explica.

A dermatologista explica que é fundamental usar creme específico para área dos olhos. “Esses cremes contêm em sua formulação ingredientes na concentração e na textura ideais para tratar de forma não irritativa a área dos olhos, resolvendo muitas vezes problemas de rugas, bolsas, flacidez e o controle das olheiras. Quanto aos ativos, eles devem estimular os fibroblastos, responsáveis pela síntese de novas fibras de colágeno e elastina, tonificar os vasos e prover ação drenante e despigmentante”, indica.

De modo geral, no período noturno esses cremes podem conter retinoides e alfahidroxiácidos em concentrações baixas, e durante o dia é necessário utilizar vitaminas antioxidantes e hidratantes. “Além disso, é muito importante ter higienização adequada e tirar toda a maquiagem, principalmente na área dos olhos, para evitar olheiras e envelhecimento. O acúmulo de pigmentos pode manchar a região”, comenta.

Abaixo, os dermatologistas explicam como surgem as principais alterações dessa região:

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Rugas — O dermatologista Jardis Volpe explica que as principais causas são: falta de hidratação, vícios de expressão (trejeitos repetidos e constantes), alimentação inadequada e sobretudo a exposição demasiada ao sol. “Os cremes com retinol em lipossomas são excelentes opções por promover efeito de renovação celular e devem ser usados à noite, juntamente com ácido hialurônico Hyaxel, que dá a sensação de preenchimento nas camadas mais profundas”, indica. A fórmula, de acordo com o dermatologista, pode mesclar vários pesos moleculares do ácido hialurônico, usando também o DSH CN que atua na camada mais superficial. “Durante o dia, são indicados antioxidantes como Vitamina C e E e consequente uso do fotoprotetor e os óculos de sol que também ajudam a proteger a área”, explica.

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Olheiras — Além das características genéticas, as olheiras pioram com a alimentação rica em açúcar e sal pois, assim como o álcool, torna a pálpebra mais inchada e o pigmento depositado mais evidente. “As olheiras mais violáceas ou mesmo as mistas com tons acastanhados e arroxeados podem surgir por noites maldormidas, por excesso de bebida alcoólica, tabagismo, na TPM, entre outras causas”, comenta Claudia Marçal. “O tratamento pode e deve ser realizado com o uso de hidratantes específicos com peptídeos, ácido hialurônico, silício, antioxidantes associados a retinol ou alfa-hidroxiácidos, meiyanol, cafeína, chá verde, ácido kójico, em associação via oral com fotoproteção imunológica com Polypodium Leucotomos, Picnogenol e Exsynutriment”. Já na clínica, os lasers podem ser indicados.

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Bolsas — Estruturalmente, segundo o dermatologista, a região ao redor dos olhos possui duas bolsas de gordura nas pálpebras inferior e superior que incham com facilidade por causa da circulação deficiente que provoca a retenção de líquido. “Sono atrasado, choro, gripe, ingestão de bebida alcoólica ou alimentos condimentados e fase pré-menstrual agravam esse problema”, comenta. Para a sua diminuição, é aconselhável usar cremes à base de vitamina K, cafeína, extratos de castanha da índia, que estimulam a drenagem dos vasos e diminuem o inchaço e a inflamação, além do uso da Vitamina C antioxidante. “Uma dica é deixar os cremes na geladeira, com a temperatura fria eles refrescam e descongestionam os olhos. As versões em roll-on ‘geladinhas’ trazem alívio e ajudam a drenar”, explica o dermatologista Jardis. “Cremes tensores também são ótimos aliados para combater as bolsas, pois esticam a pele e diminuem o inchaço. Mas se o acúmulo de gordura e pele for muito grande, os cremes e tratamentos tópicos, sozinhos, não irão funcionar completamente, aí é necessário o uso de tecnologias como radiofrequência ou Fotona”.

Fontes:
Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.
Jardis Volpe é dermatologista; Diretor Clínico da Clínica Volpe (São Paulo). Formado pela Universidade de São Paulo (USP); Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia; Membro da Sociedade Americana de Laser, da SBD e da Academia Americana de Dermatologia; Pós-graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC; Atualização em Laser pela Harvard Medical School.

Três tratamentos para clarear olheiras escuras

Laser, skinbooster e preenchimento são três técnicas para acabar com as olheiras, principalmente as de origem genética

A pigmentação escura ao redor dos olhos, a famosa olheira, é uma das coisas mais difíceis de se tratar, explica Abdo Salomão, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. “As olheiras podem ser pigmentares quando são castanhas e tem origem na melanina ou vasculares cuja cor provém da hemoglobina, quando são mais avermelhadas. Existem esses dois tipos. Em uma o predomínio é vaso. Na outra o predomínio é melanina, de forma genética”, explica.

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O médico lista alguns tratamentos poderosos para resolver o problema:

Laser Vektra —  é um laser que aplicado nessa região e que melhora a textura e principalmente clareia as olheiras. “Ele melhora tanto o castanho que é o pigmento de melanina quanto o pigmento férrico que é o da hemoglobina. Vektra age no melanócito impedindo a célula de liberar o pigmento para as células mais superficiais. É como se o melanócito guardasse o pigmento para ele”, explica o médico. O ideal é fazer uma sessão a cada 15 dias, num total de 4 a 6 sessões. “As sessões são rápidas, duram 10 minutos, o tratamento não dói, não fica roxo, é possível fazer e o paciente ir trabalhar na mesma hora”, afirma.

Skinbooster —  uma técnica em que é colocado ácido hialurônico de baixa concentração na camada inferior da pele, na derme profunda ou no subcutâneo. “Ele aumenta bem a hidratação dessa região, ajuda a clarear e melhora rugas finas”, explica.

Preenchimento — “Também temos o recurso do preenchimento da goteira lacrimal. Pegamos ácido hialurônico de maior densidade, preenchemos e isso melhora o ângulo da região e aquele aspecto de olho fundo, escuro; tudo isso melhora bastante em uma sessão. O paciente já vê melhora na hora.”

Em casa

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Para usar diariamente, cremes com a combinação do MeiYanol (antiolheira) com Hydroxyprolisilane CN (regenerador) e B-White (clareador) são boas opções, segundo a farmacêutica Mika Yamaguchi, diretora científica da Biotec Dermocosméticos.

“O primeiro diminui a inflamação além de ser quelante de ferro, por isso age nas olheiras férricas também; o segundo é um regenerador que recupera a elasticidade da região; o terceiro impede a síntese de melanina e atua quando a pigmentação tem origem genética”, explica. “Mas é importante sempre consultar um dermatologista que pode personalizar a fórmula”, finaliza.

Fonte: A LMG – Laser Medical Group

Alimentos que fazem bem aos nossos olhos

Num mundo rodeado de telas de fortes luzes, precisamos cuidar dos nossos olhos

A nutrição desempenha um papel importante em manter nossos olhos saudáveis, principalmente para os mais idosos que precisam fazer cirurgia de catarata. Eles necessitam de certas vitaminas e minerais para se manterem sadios. Dentre os principais nutrientes para os olhos encontram-se as vitaminas C e E.

Precisamos da vitamina C, pois ela ajuda a manter os nossos olhos saudáveis e reduz as chances de contrairmos doenças oculares, como degeneração macular ou catarata. Precisamos de vitamina E, porque ela protege os nossos olhos dos radicais livres. Estes radicais livres causam impacto na saúde das células, por isso que, ao tomarmos vitamina E, os nossos olhos ficam mais saudáveis.

Outros nutrientes que nossos olhos precisam incluem vitamina A, zinco e ácidos graxos ômega 3. Aqui estão alguns alimentos que devemos comer para ajudar a proteger nossos olhos.

Cenouras

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Foto: Scarletina/Morguefile

Um dos principais alimentos que pode ajudar a proteger os olhos. Ela é uma fonte significativa de vitamina A. As crianças que não têm vitamina A sofrem frequentemente de problemas com a cegueira. Se você quiser manter seus olhos saudáveis, considere adicionar cenouras à sua dieta.

Ostras

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Quando comemos ostras, consumimos uma grande quantidade de zinco. Precisamos dele para muitos processos do nosso corpo. Ele ajuda a obter a vitamina A do fígado para as retinas em nossos olhos. Nós precisamos de zinco para processar vitamina A, por isso devemos comer alimentos como ostras, que são ricos em teor de zinco.

Folhas verdes

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Foto: Nutri Living

Vegetais de folhas verdes-escuras são muito saudáveis para nos ajudar a proteger os olhos de doenças como catarata e degeneração macular. Esses alimentos estão cheios de nutrientes importantes que o nosso corpo necessita, e esses nutrientes também ajudam a manter a saúde dos nossos olhos. Alimentos como brócolis, alface, espinafre, couve e outros verdes-escuros são excelentes opções para ajudar a manter a saúde dos nossos olhos.

Salmão

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Um dos melhores peixes que devemos comer para sustentar a saúde dos olhos é o salmão. Rico em ácidos graxos ômega-3 que ajudam a proteger nossos olhos de doenças. Outros peixes, como sardinha e atum devem ser incluídos em nossa dieta. Peixes em geral são muito saudáveis e protegem nossos olhos.

Cítricos

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Frutas cítricas, como laranja, limão e toranja, contêm quantidades elevadas de vitamina C. Nossos olhos precisam de um alto nível desta vitamina para se manter funcionando da melhor maneira possível. A vitamina C é um antioxidante muito potente e pode ajudar a proteger nossos olhos contra danos. Outros alimentos ricos em vitamina C incluem morangos, tomates e pimentões vermelhos.

Resumo

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Manter uma dieta saudável e equilibrada é muito importante para manter nosso olhos saudáveis. Segundo Itamar Serpa, especialistas do IORJ (Insitituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro), devemos ter uma dieta rica em frutas e legumes, peixes e alimentos similares. Se mantivermos uma dieta natural, repleta de vitaminas e minerais, isso vai nos ajudar a percorrer um longo caminho livrando a nossa visão de danos, bem como a reduzir as chances de termos doenças oculares. E não deixe de se consultar regularmente com um oftalmologista.

Fonte: IORJ

Centro Comercial Aricanduva realiza o 18° Mutirão da Catarata

As inscrições são gratuitas e vão até o dia 12 de agosto, de segunda a sábado, das 10h às 22h

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O Centro Comercial Aricanduva realiza o 18° Mutirão da Catarata. A ação é direcionada a pessoas com mais de 50 anos e com baixa visão e ocorre em parceria com o Instituto São Paulo de Ação Voluntária, com o Espaço Cultural Gilson Barreto e com a Cesmo Oftalmologia.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre as lojas Renner e Centauro do Shopping Aricanduva, de segunda a sábado, das 10h às 22h, até o dia 12 de agosto. Para participar é preciso levar documento com foto e comprovante de residência. Caso a inscrição seja para terceiros, o responsável deve levar seu documento pessoal junto com os documentos do paciente.

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Ao longo de 17 anos, o Mutirão permitiu que 260 mil pessoas fossem atendidas, com a realização de mais de 28 mil cirurgias. O evento recebeu o prêmio de melhor ação social em Shoppings Centers do Brasil, pela Fundação Getulio Vargas e pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) em 2005.

Centro Comercial Aricanduva – Avenida Aricanduva, 5.555 – Vila Matilde – São Paulo