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Mary Kay destaca itens de beleza para um olhar impactante

Os novos hábitos de proteção incorporados ao dia a dia trouxeram, também, novas perspectivas na maquiagem. O destaque para os olhos é, sem dúvidas, uma delas. Eles são, mais do que nunca, a nossa principal ferramenta de expressão e, por isso, recebem ainda mais atenção na nossa rotina de beleza. Inspirada nessa mudança, Mary Kay lança o exclusivo Pincel Superesfumado – uma edição limitada do acessório mais pedido pelas suas consultoras.

Complemento indispensável em qualquer kit de maquiagem, a novidade se diferencia por garantir mais segurança na aplicação da sombra. Isso porque seu formato arredondado, com cerdas supermacias, ajuda a segurar o produto na pálpebra com muito mais firmeza. Além disso, ele auxilia no esfumado, fazendo com que o efeito fique mais homogêneo.

Pincel Super Esfumado Mary Kay – R$ 39,90 cada

Para quem busca um olhar impactante, Mary Kay também apresenta uma seleção de produtos complementares e muito versáteis. O Lápis Para os Olhos Mary Kay at Play, podem ser utilizados nas pálpebras, de maneira esfumada e complementar à sombra, ou também na linha d’água, resultando em um olhar intenso e natural.

Lápis Para os Olhos Mary Kay at Play – R$ 21,90 cada – Cor Matte Black Lápis Para os Olhos Mary Kay at Play – R$21,90 cada – Cor Matte Beige

Já as Sombras Chromafusion, fazem o kit perfeito com o novo Pincel Superesfumado. Práticas, elas podem ser combinadas livremente, possibilitando a criação de paletas personalizadas e exclusivas. Com opções cintilantes ou acabamento matte, elas trazem infinitas possibilidades de looks.

Sombras Chromafusion Mary Kay – R$ 25,90 cada – Cor Matte Espresso Sombras Chromafusion Mary Kay® – R$25,90 cada – Cor Cintilante Rose Gold Sombras Chromafusion Mary Kay® – R$25,90 cada – Cor Matte Merlot

Em produções mais intensas, a dica é uma dupla infalível. Primeiro, abuse do Delineador Líquido em Caneta à Prova D’Água para construir aquele traço preciso que dura o dia inteiro sem borrar.

E para um visual ainda mais forte e marcante, a Máscara para Cílios Lash Intensity é a melhor opção. Além da fórmula inovadora, hidratante e nutritiva, ela conta com o aplicador Double Impact®, uma exclusividade Mary Kay que promove até 200% mais volume.

Delineador Líquido em Caneta à Prova D’Água Mary Kay – R$ 59,90 cada Máscara para Cílios Lash Intensity Mary Kay® – R$69,90 cada

Para finalizar o look, Mary Kay traz uma série de produtos funcionais para as sobrancelhas pensando em diferentes estilos. Para preencher e definir, o Lápis Delineador para Sobrancelhas, com fórmula cremosa e à prova d’água, é a melhor aposta.

Já o Delineador Retrátil de Precisão para Sobrancelhas é ideal para quem busca contornar e preencher falhas.

E para quem quer pentear, dar volume e uniformizar a cor, Mary Kay traz a Máscara em Gel para Sobrancelhas, que se destaca por sua tecnologia de fibras microscópicas e pela fórmula condicionante de longa duração.

Lápis Delineador para Sobrancelhas Mary Kay – R$ 39,00 cada Delineador Retrátil de Precisão para Sobrancelhas Mary Kay – R$ 49,90 cada Máscara em Gel para Sobrancelhas Mary Kay – R$ 49,90 cada

Depois do look finalizado e muito bem aproveitado, é hora de cuidar da pele e prepará-la para o dia seguinte. Com o Demaquilante para a Área dos Olhos, é possível remover toda a maquiagem desta região, inclusive as máscaras à prova d’água, sem repuxar ou danificar a pele sensível, deixando- a suave e combatendo a oleosidade, pronta a próxima make.

Demaquilante para a Área dos Olhos Mary Kay – R$ 59,90 cada

Onde encontrar: procure a Consultora de Beleza Independente Mary Kay mais perto de você pelo Localizador de Consultora Mary Kay ou no site da marca.

Informações: SAC: 4003-4620 (para capitais e regiões metropolitanas) – 0800 16 31 13 (para as demais regiões)

Natura Una Delineador Matte Peel Off: tecnologia de fácil remoção e aplicador extrafino

Com tecnologias inovadoras de alta performance, o lançamento possibilita traços precisos e práticos e remoção em poucos segundos

Junte o realce do olhar à vontade de ousar com o novo Delineador Matte Peel Off de Natura Una. Integrando uma das categorias de produtos de maquiagem que mais geram medo de errar na hora da aplicação, o lançamento descomplica essa etapa. Ele possui inovadora tecnologia de remoção peel off e aplicador extrafino em fibra que proporciona uma aplicação precisa e suave, possibilitando traços finos e práticos.

Com acabamento matte de longa duração, ainda garante praticidade e um olhar realçado por muito mais tempo. Além de um pigmento intenso preto de origem vegetal que promove ultra pigmentação, graças à tecnologia de partículas.

A tecnologia peel off permite que o delineador seja facilmente removido, como um adesivo, quando umedecido com água. O processo de remoção é simples:

  1. Umedeça a pálpebra com um pouco de água e, após alguns segundos, puxe a pontinha do delineado com os dedos.
  2. Continue puxando toda a extensão do traço.

Sofisticado e de alta performance, o Delineador Peel Off de Natura Una é vegano, valorizando a beleza natural enquanto também cuida do meio ambiente.

Feito para unir o realce do olhar à vontade de ousar, o item conta com aplicador extrafino de fibra que garante aplicação precisa e suave com fórmula peel off, facilmente removível, como um adesivo. Possui acabamento matte de longa duração e tecnologia de partículas que proporciona ultrapigmentação.

Natura UNA Delineador Matte Peel Off Una (R$ 59,90 – 3 ml)

Onde encontrar: os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras, por meio do e-commerce, do app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”.

Estudo confirma que óculos protegem contra o novo coronavírus

Quer se proteger da Covid-19? Use óculos. Estudo feito por pesquisadores da China mostra que esses acessórios podem ser uma barreira de proteção contra o vírus; especialista do Hospital Cema explica essa relação

A rotina do que fazer antes de sair de casa mudou bastante, nos últimos meses, em decorrência da pandemia de coronavírus. Agora, não basta lembrar de pegar as chaves, os documentos, o cartão. É preciso lembrar de colocar a máscara, que tem sido uma essencial barreira de proteção contra a disseminação da Covid-19.

Porém, juntamente com as máscaras, um outro acessório também pode ser útil: os óculos. Pelo menos é o que mostra um estudo recente, realizado por pesquisadores da Universidade de Nanchang, na China. O estudo confirmou que os óculos podem ser barreiras de proteção contra o novo coronavírus. O oftalmologista do Hospital Cema, Leonardo Marculino, explica essa relação.

“Os óculos são uma barreira de proteção ocular contra as partículas que podem entrar em contato com a mucosa. No hospital mesmo a gente usa óculos como forma de se proteger dos micro-organismos do ambiente”, detalha. O estudo feito na China descobriu que a proporção de pacientes internados com Covid-19 que usam óculos por longos períodos era menor do que os índices da população em geral, o que pode sugerir que os óculos têm esse efeito protetivo. “Eles podem funcionar, sim, como essa barreira para qualquer doença que seja transmitida via aerossol”, afirma o oftalmologista.

Ivabalk/Pixabay

No entanto, o médico ressalta que os olhos não são tão suscetíveis quanto as outras partes do corpo. “Todas as mucosas podem ser uma porta de entrada para a Covid, mas as principais são boca e nariz. A mucosa conjuntiva não é a porta de entrada principal desse vírus, mas pode acontecer”, detalha o oftalmologista.

O estudo foi divulgado na revista JAMA Ophthalmology e chama a atenção para o fato de que os olhos podem ser uma rota de infecção para Covid-19 também. “Nesse caso, quanto maiores forem os óculos, maior será a proteção. Na rua, como a quantidade de aerossol é menor que em um hospital, por exemplo, esses acessórios funcionam como uma proteção ainda melhor”, afirma Marculino.

Fonte: Hospital Cema

Dia Mundial do Diabetes: retinopatia diabética pode causar cegueira irreversível

Especialista do Hospital CEMA explica o que é a doença, quais os avanços no controle da enfermidade e como prevenir

Hoje é o Dia Mundial do Diabetes e quem sofre com a doença precisa cuidar dos olhos. No entanto, apesar da relação bem consolidada entre problemas de visão e diabetes, são poucos os que, de fato, se preocupam com a saúde ocular. Porém, deveriam. Diabéticos têm 25 vezes mais chances de ficarem cegos, de acordo com estimativa do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.

Uma das enfermidades mais graves, nesse sentido, é a retinopatia diabética, que pode afetar até 40% dos diabéticos. Embora grave, a medicina segue avançando no tratamento desse problema, com novidades como a injeção intravítrea de antiangiogênicos. “Quando há edema na retina, principalmente na região macular, e outras condições que causem sofrimento do tecido retiniano, essa é uma das opções mais novas e eficazes”, explica o oftalmologista do Hospital CEMA, Antônio Sérgio Franca Neves.

A retinopatia ocorre em pacientes portadores de diabetes, principalmente aqueles que apresentam a doença há muito tempo ou sofrem com um quadro crônico de descompensação de glicemia. Na retinopatia, o desequilíbrio glicêmico leva a alterações na rede vascular da retina (tecido neurológico que cobre a parte interna do olho), tornando-a incapaz de exercer sua principal função: transformar estímulos luminosos em impulsos elétricos, para que o cérebro interprete essas imagens.

Uma das consequências mais graves é a cegueira irreversível. “Normalmente, é uma doença silenciosa. Os sintomas ocorrem quando afetam a região central, causando baixa acuidade visual progressiva. Em estágios avançados, há presença de manchas ou escurecimento súbito da visão, secundários à hemorragia e o descolamento tracional da retina”, explica o médico do CEMA.

A injeção intravítrea de antiangiogênicos funciona da seguinte forma: uma medicação de antiangiogênicos é aplicada diretamente no vítreo, que fica localizado na parte interna e posterior do olho, em contato direto com a retina. Os antiangiogênicos inibem a formação de novos vasos, ajudam ainda na regressão do quadro, além de melhorar o desequilíbrio gerado pela diabetes na circulação retiniana. O procedimento dura poucos minutos, não dói e raramente traz complicações.

Além desse tratamento, é possível administrar injeções de anti-inflamatórios, fotocoagulação a laser (para casos avançados) e a vitrectomia, uma cirurgia indicada para casos nos quais o paciente apresenta hemorragia vítrea (sangue na estrutura gelatinosa que fica em contato com a retina), descolamento de retina e alguns outros casos específicos. “Consiste no uso de instrumentos e aparelhos específicos para remoção do sangue do gel vítreo e das trações geradas pelo tecido cicatrizado. A ideia é restaurar ao máximo a anatomia dessas estruturas”, detalha o especialista.

Todos esses procedimentos são indicados de acordo com o caso e a evolução da doença. A melhor forma de prevenir a retinopatia diabética é fazer o controle dos índices glicêmicos, com acompanhamento multidisciplinar, e exames oftalmológicos de rotina, principalmente os que avaliam o fundo do olho.

Imagem mostra olho normal e olho com a retinopatia diabética – Ilustração: Researchgate

Nos últimos dez anos, o Brasil apresentou crescimento de 61,8% dos casos de diabetes, atingindo 8,9% da população, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Estimativas da Organização Mundial de Saúde apontam que cerca de 422 milhões de pessoas no mundo vivam com a doença, sendo que metade delas nem sabe que tem o problema. A Federação Internacional de Diabetes estima que, em 2040, a cada 10 adultos, 1 será diabético.

Fonte: Hospital Cema

Diabetes: cuidados necessários para manter qualidade de vida e não ter problemas de visão

Após 20 anos convivendo com a doença, cerca de 19% dos pacientes desenvolverão o edema macular diabético; para conscientizar a população sobre saúde da visão, Novartis expande campanha com André Marques e Lucinha Lins

A Federação Internacional de Diabetes (IDF) estima que 463 milhões de pessoas convivam com a doença no mundo, sendo 16 milhões de pessoas no Brasil. O diabetes é uma das doenças crônicas que mais crescem, impondo desafios para a saúde pública. O número de adultos vivendo com a doença triplicou nos últimos 20 anos.

As consequências causadas pelo diabetes podem ser agudas e de curta-duração, como alto nível de glicose no sangue, ou crônicas e de longa duração como problemas cardiovasculares ou perda da visão. Dado o cenário da doença, o dia 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes, é dedicado à conscientização sobre a importância de chegar a um diagnóstico rapidamente, e assim, iniciar tratamento e acompanhamento médico, incluindo visitas ao oftalmologista.

Por ser, muitas vezes, silenciosa, estima-se que 50% das pessoas com diabetes não sabem que têm a doença. Com isso, o paciente não toma os cuidados necessários. “Quando não tratado corretamente, o diabetes pode causar diversos problemas. Na visão, o diabetes descontrolado pode levar ao desenvolvimento da retinopatia diabética e do edema macular diabético”, explica Francyne Veiga Reis Cyrino, médica assistente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto -USP.

Impacto do diabetes na visão

De acordo com a IDF, 10% dos pacientes no mundo apresentam diabetes tipo 1, que é caracterizada pela reação autoimune quando o sistema imunológico do paciente ataca as células produtoras de insulina. Os outros 90%, desenvolvem diabetes tipo 2. Esse tipo é causado por uma resistência à insulina, com isso, os níveis de glicose sobem descontroladamente, obrigando o organismo a produzir mais insulina. “O tipo 2 é mais frequente em adultos, porém, crianças também podem apresentar a doença. Alguns dos fatores de risco mais comuns são obesidade, sedentarismo e uma dieta não balanceada[5]”, afirma a médica.

Com o crescente número de pessoas com diabetes, os cuidados com a visão se tornam ainda mais importantes. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), após 20 anos convivendo com a doença, 90% dos pacientes com tipo I e 60% com o tipo II desenvolvem Retinopatia Diabética (RD), e cerca de 30% dessas pessoas, desenvolverão o edema macular diabético (EMD).

A retinopatia diabética ocorre quando o excesso de glicose no sangue danifica os vasos sanguíneos dentro da retina. “A retinopatia tem quatro fases, e na última, chamada de proliferativa, os vasos sanguíneos estão muito frágeis, e o rompimento deles pode espalhar sangue pela cavidade vítrea, causando a perda de visão”, diz Francyne.

Já o edema macular diabético é uma potencial complicação da retinopatia diabética. A médica explica que, “essa doença provoca um acúmulo de líquido na mácula, área da retina responsável pela visão central nítida, usada para ler, reconhecer rostos, cores e dirigir.” Portanto, é importante que pacientes com diabetes sigam o tratamento corretamente, e visitem o oftalmologista pelo menos uma vez ao ano. E, caso diagnosticados com problemas na visão, iniciem um tratamento, pois, quando não tratada, a retinopatia pode evoluir para cegueira em 50% dos casos em 5 anos, se não tratada.

“Hoje em dia, existem tratamentos eficazes para os problemas de visão em pacientes com diabetes. A terapia anti-VEGF é eficaz no retardo da progressão do edema macular e tem demonstrado uma recuperação da acuidade visual melhor e mais rápida que a cirurgia a laser, além de ter sido recentemente aprovada para o tratamento da retinopatia diabética proliferativa, a mais grave das fases da doença” finaliza Francyne.

Campanha De Olho Na Visão

Criado em 1991 pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, é dedicado à conscientização da população sobre os riscos causados pelo diabetes.

No Brasil, a Novartis lança a campanha “De Olho na Visão”, que engloba a iniciativa “De Olho no Diabetes”, para trazer uma visão mais holística e integrada no cuidado com a visão e dialogar com novos públicos.

A campanha foi criada em parceria com associações de pacientes, as agências AMZ e o grupo IPG. O apresentador, DJ e influenciador André Marques e Lucinha Lins, atriz, cantora, compositora e apresentadora, também se juntam aos esforços de conversar com a sociedade brasileira sobre o tema.

“A ADJ Diabetes Brasil tem como propósito ajudar as pessoas com diabetes a prevenir as suas principais complicações e a desfrutarem de uma vida plena e autônoma, nesse sentido, é importante para nós construir juntos com parceiros de longa data uma campanha que leve informação de qualidade aos brasileiros”, explica Gilberto Casanova, diretor-presidente da associação.

Fonte: Novartis

Calor dispara contaminação de lentes de contato

Principais vilões são a maior proliferação de bactérias, ar condicionado, água do mar ou piscina.

Usar lente de contato em dias quentes requer o dobro de cuidado no manuseio e higiene. Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, os prontuários do hospital mostram que durante o calor o número de contaminações chega a dobrar em relação aos meses mais frios. Isso porque o clima facilita a proliferação de bactérias que formam depósitos nas lentes e podem contaminar o estojo. Caso esses depósitos não sejam eliminados por uma higienização profissional, antecipa o vencimento da lente. Isso explica porque o uso além do prazo de validade ou durante a noite respondem por 45% das contaminações.

Alerta

Queiroz Neto afirma que vermelhidão nos olhos, sensibilidade à luz e visão borrada são os principais sinais de que algo está errado. “Insistir no uso da lente sentindo desconforto pode provocar úlcera na córnea e até cegar”, alerta.

Por isso, quando o olho fica vermelho ele recomenda retirar as lentes e consultar um oftalmologista imediatamente. Colocar um colírio por conta própria pode piorar o problema, mesmo que os olhos fiquem temporariamente mais brancos, adverte.

Lente escleral protege os olhos

O oftalmologista explica que a lágrima tem a função de proteger os olhos das agressões externas e pode ressecar em pessoas que permanecem ambientes com ar condicionado. Uma alternativa são as lentes esclerais que funcionam como um protetor da superfície ocular . Isso porque, cobrem a córnea e a esclera (parte branca do olho), minimizando a evaporação da lágrima. Este tipo de lente, destaca, também é indicado para quem tem ceratocone, abaulamento da parte central da córnea e outras doenças que afetam a mucosa ocular, entre elas, a síndrome de Sögren e a síndrome de Stevens-Johnson.

Nadar ou dormir com lentes pode cegar

Jill Wellington/Pixabay

“Quem usa lente de contato deve optar por óculos de grau quando vai à piscina ou praia”, adverte o especialista. Isso porque o contato da lente com água contaminada por bactérias, cloro e até filtro solar pode causar uma infecção na córnea ou uma conjuntivite tóxica. Além disso, entrar na água do mar ou de piscina usando lente aumenta o risco de contrair acanthamoeba, um parasita que dificilmente é controlado com medicamentos. Já durante o sono, o especialista diz que a produção lacrimal diminui e a falta de oxigênio na córnea aumenta entre 10 e 20 vezes o risco de deformação da córnea.

Outro erro comum, observa, é usar soro fisiológico para higienizar a lente e o estojo. O produto pode contaminar os olhos porque não tem conservante. Para pessoas alérgicas às soluções higienizadoras a recomendação é usar frascos de dose única de soro.

Manutenção

As principais recomendações do médico para quem prefere usar lente são:

=Fazer a adaptação com um oftalmologista. Lentes que não acompanham a curvatura da córnea podem causar lesões graves.
=Lavar cuidadosamente as mãos antes de manipular as lentes.
=Utilizar soluções higienizadora tanto na limpeza quanto no enxágue das lentes e estojo.
=Friccionar as lentes para eliminar completamente os depósitos
=Não usar água de torneira ou sobra de soro fisiológico depois que a embalagem for aberta.
=Retirar as lentes antes de remover a maquiagem e quando usar spray no cabelo
=Colocar as lentes sempre antes da maquiagem
=Guardar o estojo em ambiente seco e limpo
=Trocar o estojo a cada quatro meses
=Respeitar o prazo de validade das lentes
=Jamais dormir com lentes, mesmo as liberadas para uso noturno.
=Interromper o uso a qualquer desconforto ocular e procurar o oftalmologista
=Retirar as lentes durante viagens aéreas que durem mais de três horas
=Não entrar no mar ou piscina usando lentes

Fonte: Instituto Penido Burnier

Tattoo Brow Peel Off Maybelline NY para sobrancelhas mais definidas

Novidade tem função de maquiar, colorir e preencher uniformemente as sobrancelhas por até três dias

As sobrancelhas são assunto constante no mundo da beleza para muitas mulheres pois, independentemente do formato usado ou a tendência, são aliadas para o contorno dos olhos e realce do olhar. Adicionando mais uma opção ao seu portfólio de produtos para a região, Maybelline NY traz ao mercado brasileiro o Tattoo Brow Peel Off, um gel que define e preenche uniformemente as sobrancelhas por até três dias¹.

Disponível em dois tons, Medium Brown e Dark Brown, a novidade tem tecnologia inovadora em gel, que cria uma película removível a ser aplicada na sobrancelha. Possui um aplicador preciso no formato de ponta de pincel que cobre facilmente as sobrancelhas com o pigmento e permite modelá-las conforme desejado, resultando em uma tonalidade natural e duradoura.

Como aplicar:
Etapa 1: limpe as sobrancelhas e aplique o gel semipermanente sobre os pelos existentes. Caso erre ou precise remodelar, use um cotonete para remover facilmente o gel antes que ele seque.
Etapa 2: deixe o gel secando por pelo menos vinte minutos. Para um efeito mais duradouro, deixe o produto secar por até duas horas.
Etapa 3: use os dedos para remover a película do produto, começando no canto interno de cada sobrancelha. A tonalidade será revelada por baixo, oferecendo sobrancelhas naturalmente mais cheias.

Tattoo Brow Peel Off – Preço sugerido: R$ 99,90

Informações: Tudo Sobre Make SAC Maybelline: 0800 701 0114

Dia Mundial da Visão: pesquisa aponta que metade dos brasileiros tem medo da cegueira

Entre pacientes com diabetes, 63% tem receio de perder a visão, sendo que 41% afirmam que esse é seu maior medo; dados fazem parte de uma pesquisa Ibope DTM encomendada pela Bayer

Metade dos brasileiros tem medo da cegueira. É o que aponta uma pesquisa do Ibope DTM encomendada pela Bayer. A pesquisa foi realizada online, com dois mil brasileiros, na faixa etária de 16 a 65+, de todas as regiões do país. Além disso, foi realizada uma etapa complementar telefônica para alcançar 315 casos de pacientes com diabetes. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para dois mil casos e de 6 pontos percentuais para 315 casos, considerando o nível de confiança de 95%.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que entre 60% e 80% dos casos de cegueira são evitáveis e/ou tratáveis2. A questão é que a falta de conhecimento sobre doenças que podem ocasionar a perda de visão ainda é uma grande ameaça à saúde ocular, já que compromete o diagnóstico precoce e tratamento adequado. Exemplo disso é o desconhecimento sobre a retinopatia diabética (RD), a principal causa de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Cerca de metade (54%) dos participantes da pesquisa Ibope DTM que responderam ter diabetes, um dos principais fatores de risco para doenças da retina, nunca ouviram falar na retinopatia diabética – a porcentagem é de 63% no caso de pacientes que estão no sistema público de saúde. Com relação ao total de entrevistados, o desconhecimento sobre RD sobe para 71%.

Apesar disso, 41% dos pacientes apontaram a perda de visão como seu maior medo. Ou seja: apesar do conhecimento insuficiente sobre doenças da retina como a RD, há uma noção sobre os riscos que o diabetes – que já acomete cerca de 12,5 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde – traz para a saúde dos olhos.

Diabetes e cegueira evitável

“A retinopatia diabética é geralmente causada pela glicemia mal controlada nos pacientes. Esse descontrole danifica os vasos sanguíneos da retina, o que estimula o crescimento desordenado de novos vasos, que podem se romper com facilidade e fazer com que o sangue vaze para a retina e para a parte interna do olho, afetando a visão. Na grande maioria dos casos, não existem sintomas na fase inicial da doença. Já em fases mais avançadas, os sintomas mais comuns são moscas volantes, borrões, áreas escuras na visão e dificuldade de distinguir cores”, explica o oftalmologista Emerson Castro, do Hospital Sírio Libanês. Outros fatores de risco da doença são hipertensão, colesterol alto, consumo de álcool, tabagismo e gravidez associados ao diabetes, além da apneia obstrutiva do sono.

O médico ressalta que “caso as alterações decorrentes da RD não sejam detectadas a tempo, podem atingir a área central da retina, a mácula, responsável pela visão de detalhes, causando o chamado edema macular diabético (EMD), que pode provocar visão embaçada, baixa da acuidade visual (capacidade do olho para identificar o contorno e a forma dos objetos), visão distorcida ou dificuldade para diferenciar cores. O tratamento precoce se faz necessário, pois as alterações, com o passar do tempo, podem ser irreversíveis, causando a temida perda de visão”.

O EMD afeta, em média, 10% dos pacientes com diabetes tipo 1 e 2 no mundo3. Mais de 90% dos pacientes com tipo 1 terão algum grau de retinopatia após 20 anos com a doença, enquanto naqueles com o tipo 2 a porcentagem é de 60%.

EMD – Ilustração Bayer

O acompanhamento médico e diagnóstico precoce são essenciais para o sucesso do tratamento e prevenção da cegueira. De acordo com a pesquisa, ¼ dos pacientes com diabetes nunca foram incentivados por seu médico a avaliar a retina. Além disso, apenas 66% disseram já ter realizado algum exame para a verificação de doenças dos olhos relacionadas ao diabetes – a maioria que deu resposta positiva se encontra na saúde suplementar (76%).

Para a detecção da RD e do EMD, existem exames que vão além do popular teste de refração, em que o paciente tenta enxergar figuras ou letras no fundo da sala. O exame mais utilizado especificamente para avaliação do fundo do olho com a pupila dilatada é o mapeamento de retina, mas outros complementam o diagnóstico e também podem auxiliar no acompanhamento do tratamento.

Alguns exemplos são: a angiografia, que identifica novos vasos, obstruções e outros problemas na retina; a tomografia de coerência óptica (OCT), que recria uma imagem 3D de estruturas como retina, vítreo e nervo óptico; a fundoscopia, que por meio de um feixe de luz no fundo dos olhos torna possível observar várias estruturas, como a retina; e o Phelcom Eyer, um retinógrafo portátil adaptável ao smartphone, que traz imagens de alta precisão da retina.

Algumas atitudes preventivas são a realização de atividades físicas, alimentação saudável, acompanhamento médico regular e controle do diabetes. Já o tratamento pode ser feito com laser, injeções antiangiogênicas, medicamentos corticoides e cirurgia – lembrando que o acompanhamento clínico, ou seja, controle do diabetes, hipertensão e outras doenças já existentes deve ser concomitante.

“Em alguns casos, a injeção, que interrompe o crescimento de novos vasos sanguíneos anormais e consequentemente impede o vazamendo de fluido e sangue para dentro da retina, consegue não só estabilizar a doença, mas também melhorar ou recuperar a visão que já havia sido perdida”, conta o médico.

Envelhecimento: outro fator de risco importante

Freepik

O envelhecimento também pode acarretar doenças da retina que levam à cegueira, como a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), principal causa de perda visual na terceira idade. A pesquisa da Bayer alerta a população para a conscientização nesse sentido. Isso porque 74% dos entrevistados disseram que nunca ouviram falar em DMRI, sendo que desses, 65% tem 55 anos ou mais, faixa etária mais acometida pelo problema.

A degeneração macular relacionada à idade é causada pelo envelhecimento e desgaste natural dos tecidos. A forma mais comum é a seca, provocada por depósitos de resíduo celular na mácula (área central da retina), e a mais rara e agressiva é a úmida, que acontece com o surgimento de vasos sanguíneos frágeis, cujo sangue vaza e se acumula sob a retina, fazendo com que a visão fique embaçada, escurecida e/ou distorcida.

Além da faixa etária acima dos 50 anos, outros fatores de risco são o tabagismo, sedentarismo, obesidade, olhos claros e histórico familiar. O tratamento preconizado para a forma úmida é com injeções de medicamentos antiangiogênicos, com a possibilidade também de indicação de suplementação com minerais e antioxidantes para a forma seca da doença.

Fonte: Bayer

RK by KISS amplia linha de produtos à prova d’água

Lapiseira retrátil proporciona traço preciso, duração prolongada e alta pigmentação que realça o olhar

A RK by KISS, marca do grupo KISS New York, lança lapiseira retrátil Perfect Precision para olhos com formulação à prova d’água, aplicação macia, superpigmentada e duração prolongada para realçar qualquer olhar.

Disponível em duas cores – Blackest Black e Dark Brown, a lapiseira ainda conta com esponja macia para esfumar os olhos de forma prática e rápida.

Perfect Precision Lapiseira Retrátil à prova d’água
Preço sugerido ao consumidor: R$ 9,90

Modo de usar:
Gire a lapiseira para que a ponta saia de dentro da embalagem. Deslize a ponta rente aos cílios para criar um delineado. Em seguida, esfume o traço com a esponja disponível na outra extremidade do produto.

RK by KISS — SAC: (11) 2369-4004 | Instagram: @rkbykissbrasil

Falta de sono na pandemia é epidêmica, mostra estudo

O sono irregular altera o metabolismo, predispõe ao ganho de peso, doenças sistêmicas e catarata; entenda

Atire a primeira pedra quem não perdeu o sono durante a pandemia de coronavírus. O consolo é que você não está só. Uma pesquisa feita pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) mostra que 40% dos brasileiros perderam o sono neste período e o que é pior – ganharam peso.

Outro estudo recém-divulgado no Jama Internal Medicine, o primeiro longitudinal sobre sono, comprova os efeitos colaterais do hábito de dormir mal em nossa saúde. Os pesquisadores acompanharam por mais de dois anos 120 mil pessoas através de sensores que indicavam até sutis alterações no estado de vigília. A principal conclusão do estudo é que a perda de sono, mesmo leve, engorda. Você pode estar pensando que todos estão comendo mais e por isso ganharam peso. Não é bem assim.

O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, localizado em Campinas (SP), explica que os quilos extras têm relação com a quantidade de luz que penetra em nossos olhos. Isso porque, é a luz que controla todo nosso metabolismo. Desde que a lâmpada foi inventada estamos indo contra nossa natureza.

A claridade do dia, pontua, ativa a produção de dois hormônios secretados pelas glândulas suprarrenais que nos mantêm em estado de vigília: o cortisol e a adrenalina. O cortisol, explica, ajuda o organismo controlar o estresse, mantém o sistema imune e a glicemia em equilíbrio. Já a adrenalina regula os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a frequência respiratória. Conforme vai escurecendo a produção desses hormônios diminui e a glândula pineal aumenta a produção da melatonina, hormônio indutor do sono.

Estresse da pandemia bagunça o relógio biológico

Na pandemia ficamos acuados em nossas casas. Um misto de solidão e incerteza. As rotinas foram alteradas. Adultos e crianças o dia inteiro com os olhos colados nas telas, e claro, tanto os olhos como nosso corpo sentem, ficam cheios de toxinas. Para diminuir o estrago, Queiroz Neto recomenda desligar o computador, celular ou videogame no começo da noite. Isso porque, é o excesso de luz azul emitida pelas telas que bagunçam nosso relógio biológico, não deixando a produção de melatonina acontecer.

Resultado: a adrenalina aumenta, o coração bate mais rápido, a pressão arterial sobe e o sono vai embora. Pior: O cortisol também fica elevado, inibe a produção de insulina e ficamos diabéticos, uma doença crônica com efeitos em todo nosso organismo, inclusive nos olhos.

Catarata

Foto: Jayzynism/Pixabay

“A falta de sono em quem já passou dos 50 anos pode ser o primeiro sinal da catarata nos que já passaram dos 50 anos”, afirma. Isso porque o turvamento do cristalino que caracteriza a doença também dificulta a entrada de luz nos olhos. Por isso, quem convive por muito tempo com a catarata, além de provocar efeitos colaterais na saúde, como a hipertensão e maior risco de diabetes. Os primeiros sinais da catarata elencados pelo médico são: troca frequente dos óculos, ofuscamento com faróis contra e fotofobia, perda da visão de contraste e dificuldade de dirigir à noite. A cirurgia é segura, rápida, feita com anestesia local e pode eliminar o uso de óculos dependendo da lente implantada em seu olho.

Cansaço visual

“Na frente de uma tela piscamos 20 vezes menos e fazemos um esforço visual concentrado para manter os olhos focados só para perto”, conta Queiroz Neto. Os sintomas que indicam estar na hora de dar uma pausa, são: visão embaçada, ardência, vermelhidão, sensação de areia nos olhos e dificuldade de focar. Isso acontece em todas as idades. As recomendações do oftalmologista são: olhar para um ponto distante, sair por instantes da frente da tela, piscar voluntariamente, calibrar a resolução da tela com o mínimo do brilho e bom contraste e manter os olhos lubrificados.

O oftalmologista ressalta que as crianças podem ter miopia acomodativa, uma dificuldade temporária de focar a distância. Por isso a OMS (Organização Mundial da Saúde recomenda que as telas só sejam usadas a partir de dois anos e por, no máximo, duas horas ininterruptas.

“Os estudos mostram que a miopia pode se tornar alta quanto mais cedo é contraída. Além disso, geralmente a progressão é mais intensa na infância”, afirma o médico. Por isso recomenda que toda criança passe por exame com um oftalmologista regularmente.

Fonte: Instituto Penido Burnier