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9 perguntas e respostas sobre o terçol

Quem nunca teve terçol, levante a mão. Todo mundo, pelo menos uma vez na vida, vai desenvolver aquela bolinha vermelha e incômoda na pálpebra. O terçol costuma doer, deixando a região vermelha e mais quente, sinais comuns em inflamações e infecções.

Com a ajuda da oftalmologista, Tatiana Nahas, especialista em doenças das pálpebras e Chefe do Serviço de Plástica Ocular da Santa Casa de São Paulo, listamos as principais dúvidas sobre o terçol. Confira.

O que é terçol?
O terçol, também chamado de hordéolo, é uma infecção bacteriana aguda que atinge as pálpebras.

Como ele se manifesta?
A lesão do terçol se parece com uma bolinha, que na verdade é um abscesso. Em seu interior, o terçol pode conter secreção purulenta devido à infecção. Essa infecção é causada, na maioria dos casos, pela bactéria Staphylococcus aureus.

Como ocorre o desenvolvimento da infecção que leva ao terçol?
Para entender o terçol, é preciso falarmos sobre as glândulas presentes nas pálpebras e suas funções. Nas pálpebras estão localizadas as glândulas de zeis e de meibômio. A zeis secreta uma substância oleosa, com propriedades antissépticas, que ajuda a impedir o crescimento das bactérias. Já a glândula de meibônio produz outras substâncias, essenciais para defesa imunológica dos olhos contra bactérias.

As altas temperaturas e a umidade podem fazer com que essas glândulas não funcionem adequadamente. Com isso, a defesa dos olhos cai, abrindo as portas para micro-organismos, como o Staphylococcus aureus. E assim surge o terçol.

Por que o terçol é mais prevalente no verão?
Temos diversas bactérias em nosso corpo, que na medida certa, nos protegem de várias condições e cumprem funções em nosso metabolismo. Entretanto, em certas ocasiões, dependo das condições climáticas, como o calor e a umidade, essas bactérias podem se proliferar, resultando em condições como o terçol.

Há outros fatores de risco para o terçol?
Sim. Pessoas com blefarite (inflamação crônica nas pálpebras), dermatite seborreica, rosácea, diabetes e com colesterol aumentado têm um risco maior de desenvolver um terçol.

Como é feito o diagnóstico do terçol?
O diagnóstico do terçol é clínico e deve ser feito por um oftalmologista. Normalmente, não é necessário realizar exames. Porém, se houver suspeita de que a infecção se espalhou, é preciso atenção, pois o terçol pode evoluir para um quadro de celulite ocular. Esse quadro precisa de tratamento imediato.

Quanto tempo demora para o terçol desaparecer?
O terçol, na maioria dos casos, se resolve sozinho e desaparece dentro de duas semanas.

Qual é o tratamento para o terçol?
Em geral, o tratamento é simples e envolve uso de antibiótico tópico e de compressas mornas. Em alguns casos, é preciso fazer uma drenagem do abscesso.

É possível prevenir um terçol?
Nos pacientes com blefarite, rosácea e outras condições que aumentam o risco de desenvolver um terçol, a dica é realizar regularmente a higiene das pálpebras. Veja o passo a passo abaixo:
Compressa morna: oaquecimento com compressa morna serve para liquefazer as secreções endurecidas, evitando que a pele fique machucada. O ideal é manter a compressa sobre as pálpebras por cerca de 5 minutos.
Massagem: o próximo passo é massageá-las com o dedo indicador – levemente, claro – de fora para dentro e paralelamente à borda da pálpebra, onde ficam os cílios. Traga os dedos das sobrancelhas em direção aos cílios superiores. Na pálpebra inferior, massageie trazendo o dedo em direção aos cílios, sempre com os olhos fechados. A ideia é expulsar as secreções gordurosas das glândulas, depois que elas foram aquecidas. Repita a massagem em ambas as pálpebras por 10 vezes.
Limpeza: por fim, limpe a borda das pálpebras gentilmente com uma compressa feita de gaze.

Quem quer se prevenir pode ter uma rotina mais espaçada, de ao menos três vezes por semana. A limpeza pode ser feita com xampu infantil neutro diluído em água morna ou ainda com produtos específicos para a limpeza das pálpebras que podem ser encontrados em farmácias e drogarias.

Fonte: Santa Casa de São Paulo

Novas tecnologias revertem catarata de forma precisa, sem injeção e com rápida recuperação

Em outubro, a apresentadora Ana Maria Braga comparou a cirurgia para catarata a um milagre, por sua rapidez e conforto, a Zeiss reforça que diagnóstico precoce e inovações garantem bem-estar a pacientes

A catarata é hoje a principal causa de cegueira evitável no mundo, e seu tratamento exclusivamente cirúrgico ainda preocupa pacientes, que tendem a postergar exames por medo do procedimento. Casos recentes como da rápida recuperação da apresentadora Ana Maria Braga, porém, ajudam a esclarecer que avanços tecnológicos permitem hoje intervenções mais precisas e sem injeção local, garantindo mais segurança e bem-estar ao operado -como foi Ana, que declarou ter ficado surpresa com a agilidade e o conforto sentidos em sua experiência.

De acordo com a Pebmed (pesquisa médica e serviços tecnológicos da área da saúde), a catarata é a origem de metade dos casos de cegueira reversível em todo o mundo. No Brasil, os números divulgados no último ano pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) impressionam devido ao crescimento de cirurgias de catarata realizadas pelo SUS (Sistema único de Saúde), que saltaram de 302.312, em 2009, para 600.844, em 2019 -aumento de aproximadamente 99%. Por isso, os avanços tecnológicos na área são fundamentais.

Diante do cenário, a alemã Zeiss, referência universal em tecnologia voltada à saúde ocular, alerta que um diagnóstico precoce é fator de extrema importância para evitar a perda da visão; estimula, ainda, o compartilhamento de informação atualizada sobre a reversão da enfermidade, que conta com o suporte de equipamentos em constante evolução para otimizar processos e minimizar incômodos.

Convidada pela Zeiss a oftalmologista Alessia Braz, diretora clínica da Univi (centro oftalmológico especializado no diagnóstico e tratamento de doenças oculares), responde às principais perguntas sobre o tratamento da catarata e ajuda a desmistificar crenças sobre a doença, que resume ser “a perda da transparência do cristalino, que é a lente interna do olho”.

O que é catarata?
É o processo de opacificação do cristalino. Considerado a lente natural do olho, o cristalino geralmente é incolor e permite a focalização de objetos.

Como ela se manifesta?
Embaçamento gradual da visão. Diminuição do contraste das cores e da forma dos objetos. Em alguns casos pode haver alteração do grau, com “indução de miopia”, chegando a dar a falsa impressão de melhora para ver de perto. Mancha branca na pupila pode surgir em casos avançados.

Quando ocorre?
O mais comum é haver a perda da transparência com o passar do tempo, configurando a catarata senil. Portanto, idosos são mais propensos à evolução da doença. Mas ela também pode ocorrer por questão congênita, trauma, uso de medicamentos como cortisona ou mesmo por alterações metabólicas como diabetes.

Como detectar?
Exames oftalmológicos periódicos com avaliação minuciosa permitem o diagnóstico precoce. Equipamentos modernos contribuem para a otimização desta etapa, a exemplo do IOLMaster 700, recém-lançado pela Zeiss, que permite a leitura fácil e precisa do comprimento completo do olho (comprimento axial), medindo a catarata avançada em 99% dos casos.

Tratamento


O tratamento é cirúrgico, com indicação cada vez mais precoce (a ideia de que a catarata precisa amadurecer para ser operada é conceito ultrapassado). No procedimento, o cristalino é substituído por uma lente intraocular, que corrige a visão. O cálculo do grau da lente a ser implantada é feito por equipamentos ultratecnológicos, como o IOLMaster 700, com muito mais precisão.

Avanços na cirurgia
Hoje, são feitas microincisões sem pontos nem injeção anestésica dentro do olho. A técnica ficou mais precisa; a anestesia é local, com colírio e sedação, e o paciente já sai movimentando todo o olho. São usados desde microscópios de alta resolução até aparelhos que permitem a remoção do cristalino com mais segurança.


Um desses dispositivos é o inovador Zeiss miLOOP, que acaba de ser lançado no Brasil e atua como uma espécie de laço em torno do cristalino opacificado para, minimizando o estresse em sua estrutura de sustentação, apertá-lo e fragmentá-lo, permitindo sua retirada com facilidade pelo cirurgião.

Reprodução Instagram

Pós-operatório
A lente intraocular pode permitir menor dependência dos óculos ou até mesmo uma total independência deles. Para o segundo caso, opera-se cada olho com intervalo de até três dias entre eles. O tampão de acrílico, como o usado por Ana Maria Braga, por exemplo, é uma medida protetiva para evitar contato durante banho ou sono.

Fonte: Zeiss

Ruby Rose apresenta Lápis Kajal para olhos marcantes

Um olhar marcante nunca sai de moda, mas se moderniza ao longo do tempo. Pensando nisso, Ruby Rose, marca especialista em cosméticos e bem-estar, apresenta o Lápis Kajal retrátil, que traz alta pigmentação e durabilidade.

Ideal para delineados e esfumados, o Kajal é de fácil aplicação, já que possui textura macia e aveludada – facilitando o deslize nas pálpebras -, e dispensa o uso de apontadores, o que garante uma ponta fina e mais precisa. A novidade, que acompanha a tendência de traços gráficos nos olhos, possibilita diversificar entre formas geométricas e criar looks com mais personalidade.

Segundo Analice Russo, maquiadora oficial de Ruby Rose, o item é, além de tudo, versátil para compor a necessaire e a rotina de beleza. “Com um único produto podemos produzir desde olhos simples até mais elaborados ou, quem sabe, um contorno leve na boca para utilizar batons. Uma técnica que combina com a utilização do Kajal é a ‘ombre lips’, que traz um degradê com tons mais escuros das extremidades ao centro dos lábios. No mais, a ideia é oferecer a chance de substituir alguns itens e acessórios de maquiagem, como sombras e pincéis”, completa a especialista.

Conheça o Lápis Kajal no e-commerce de Ruby Rose – Preço sugerido: R$ 14,99

Informações: Ruby Rose

Reconheça sinais que indicam que sua visão não está bem

Acompanhamento médico é essencial para tratar precocemente doenças silenciosas como glaucoma

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO-2019), cerca de 34% dos brasileiros nunca frequentaram um consultório oftalmológico. Isso significa que uma considerável parcela da população procura o especialista somente quando o incômodo chega. Uma ardência nos olhos, vermelhidão e manchas podem indicar que algo está errado com a saúde dos olhos.

Segundo o médico oftalmologista e professor de Medicina da Unime Lauro de Freitas, algumas enfermidades podem se instalar de maneira silenciosa e os primeiros sintomas surgem quando o quadro está mais avançado, o que pode dificultar o tratamento. “O glaucoma, por exemplo, está associado a pressão elevada do olho. Esta elevação danifica as fibras ópticas e o paciente, progressivamente, perde o campo visual. Na fase inicial da doença, alguns pacientes não sentem nada, o que caracteriza o glaucoma como uma doença perigosa. Muitas pessoas recebem o diagnóstico quando já está no processo de deterioração da visão”, explica Roberto Lauande.

Para evitar complicações e um diagnóstico tardio, o aconselhável é consultar um oftalmologista uma vez por ano. Entretanto, para quem já realiza tratamentos, principalmente em casos de enfermidades progressivas, o correto é ir às consultas em períodos mais curtos, alerta Lauande. “O diagnóstico precoce do glaucoma pode evitar a cegueira, porque esta doença pode ser assintomática, principalmente nas fases iniciais, daí a importância dos exames de rotina.

As pessoas que têm histórico familiar devem realizar acompanhamento semestralmente”.

Lauande cita alguns sinais de alerta que indicam a necessidade de uma consulta.

Foto: J. Durham/MorgueFile

=Manchas no campo de visão: esporadicamente, é normal aparecer manchas ou flashes de luz na visão, porém, se ocorrer com frequência é um indicativo para realizar uma investigação clínica;

Thumbnail

=Sensação de que uma cortina escura está à sua frente, impedindo uma imagem nítida dos objetos no seu campo visual;

Foto: Optix

=Dor súbita nos olhos: a dor, vermelhidão ou lacrimejamento são indícios de inflamação ou olho seco, mas também podem também indicar o glaucoma.

Fonte: Kroton

CeraVe lança Creme Reparador para Olhos

A novidade indicada para todos os tipos de pele suaviza a aparência de olheiras e bolsas, e contém em sua fórmula ácido hialurônico, três ceramidas, niacinamida e extrato botânico, que ajudam a restaurar a barreira da pele, hidratar de forma prolongada, além de iluminar toda a área dos olhos

CeraVe, marca #1 em hidratação e mais recomendada por dermatologistas nesse mercado, amplia a sua gama de produtos para cuidados faciais com o Creme Reparador para Olhos CeraVe. Desenvolvido com dermatologistas*, o produto hidrata por 24h e ajuda a restaurar a barreira protetora ao redor dos olhos, além de acalmar a pele e suavizar a aparência de olheiras e bolsas, é indicado para todos os tipos de pele.

O produto traz em sua composição as três ceramidas e o ácido hialurônico, que restauram a barreira protetora da pele e ajudam a reter a hidratação natural. Também conta com o extrato botânico que minimiza o aparecimento de olheiras e bolsas, ajudando a iluminar toda a área do contorno dos olhos, além da niacinamida que ajuda a acalmar a pele. Para uma ação duradoura, o produto traz a tecnologia patenteada MVE, que libera os ativos de forma prolongada.

Sem parabenos e fragrância, o Creme Reparador para Olhos possui textura ultraleve e fluida de rápida absorção, que não pesa na pele. Para a segurança dos consumidores, o produto foi testado não só por dermatologistas como, também por oftalmologistas.

Creme Reparador para Olhos CeraVe tem 14g, possui preço sugerido de R$ 59,90 e está disponível em e-commerces, grandes farmácias, drogarias, e site de vendas do DermaClub, que traz descontos exclusivos o ano todo e, ainda permite acumular pontos que podem ser trocados por produtos CeraVe, entre outras marcas. Clique aqui e entenda como funciona.

E atenção: não deixe de consultar sempre um dermatologista para saber o produto mais indicado para o seu tipo de pele.

Informações: CeraVe

Como cuidar dos olhos durante todas as fases da vida

Especialista do Hospital Cema orienta sobre a frequência com que as pessoas devem ir ao oftalmologista e o que fazer em cada etapa para manter a saúde ocular em dia

É por ela que a gente vê o mundo. E ela nunca foi tão exigida quanto agora. No entanto, poucas são as pessoas que dão a devida importância para esse importante sentido. A visão, sabidamente, não é prioridade de boa parte dos brasileiros. Pelo menos é o que mostra a pesquisa do Ibope.

Segundo o levantamento, 34% dos brasileiros nunca foram ao oftalmologista e 74% deles acreditam que a consulta deve ocorrer apenas quando há um incômodo ou para correção de grau. No entanto, os cuidados com a visão devem ser uma prioridade durante toda a vida.

“Existem algumas doenças oftalmológicas que são assintomáticas e requerem exames para preservação da saúde ocular”, explica a oftalmologista do Hospital Cema, Marina Falcão. Abaixo a médica detalha o que deve ser feito em cada fase da vida:

Infância

Luisella Planeta Leoni/Pixabay

Logo que o bebê nasce, um dos primeiros exames que ele deve fazer é o Teste do Olhinho, que tem por objetivo diagnosticar precocemente doenças, como catarata congênita, retinoblastoma, infecções verticais, entre outras. “A retinopatia da prematuridade é uma doença que pode ocorrer na retina dos bebês prematuros, e a ausência de tratamento pode causar danos irreversíveis ao desenvolvimento visual da criança”, explica a médica. Após esses exames iniciais, é recomendado ir ao oftalmologista a cada seis meses até os dois anos. Em seguida, as consultas podem ser anuais, mas tudo vai depender da avaliação do médico. Algumas patologias exigem consultas mais frequentes. Entre as doenças mais comuns nessa fase estão os erros refrativos, a ambliopia (diminuição da capacidade visual) e o estrabismo.

Adolescência

Na adolescência, é importante manter as consultas. Essa é uma fase de intenso desenvolvimento e, em alguns casos, pode ocorrer alteração da refração. Nessa fase, as consultas devem ser anuais, na maioria dos casos. Entre as doenças mais comuns estão os erros refrativos e conjuntivites.

Vida adulta

Assim que a maturidade chega, as consultas devem seguir a frequência anual. “Porém, dependendo das comorbidades, o intervalo pode ser menor, de acordo com a recomendação médica”, explica a oftalmologista. Um conceito errôneo é achar que apenas pessoas com problemas oculares precisam ir ao especialista com frequência. Todas devem ir com regularidade, pois muitas enfermidades são assintomáticas. Os problemas mais comuns, nessa fase, são as ametropias, como miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia.

Terceira idade

Freepik

Com o avançar da idade, todo o corpo passa por um processo de envelhecimento e com os olhos não é diferente. Por isso, aqui não tem opção: é necessário ir regularmente ao oftalmologista. Muitas doenças oculares aparecem na terceira idade, como catarata, glaucoma e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI). A frequência anual vale para os casos mais simples, mas algumas vezes pode ser preciso visitar o oftalmologista com mais regularidade.

Fonte: Hospital Cema

L’Occitane au Brésil lança produto para área dos olhos da linha facial Orquídea

O Roll-On para os Olhos é um complemento para a linha de cuidados faciais da marca e promete reduzir os sinais de cansaço e suavizar o inchaço da região dos olhos

L’Occitane au Brésil, marca franco-brasileira do Grupo L’Occitane, ressalta seu posicionamento dentro do universo de skincare adicionando o Roll-On para os Olhos ao portfólio de produtos de sua conhecida linha de cuidados faciais Orquídea, que possui uma rotina completa de produtos para peles mistas e oleosas.

O Roll-On para Olhos, que contém o extrato de Orquídea em sua composição, reduz os sinais de cansaço e suaviza o inchaço dos olhos. Ele possui um aplicador com 5 esferas massageadoras que auxiliam a aplicação do produto e ajudam a estimular a circulação da região. Além disso, traz um efeito de disfarce imediato das olheiras, pois tem uma cor neutra que se adapta ao tom da pele². Seu uso prolongado ajuda a clarear e suavizar as olheiras.

Os produtos da linha Orquídea foram desenvolvidos pensando em trazer a beleza e as propriedades desse ingrediente em diversos produtos faciais especialmente desenvolvidos para o cuidado da pele brasileira. O extrato de Orquídea, presente em toda a linha, estimula a produção de colágeno, conhecido por melhorar a firmeza da pele, além de reforçar sua barreira natural. A combinação da delicadeza e da resistência dessa flor ensina que a beleza pode vir dos lugares mais improváveis.

A linha é composta pelo Gel de Limpeza, Tônico Micelar Facial, Hidratante Facial com FPS 30 e Hidratante Labial com FPS 25, Máscaras Detox e Matificante, e agora pelo Roll-On para Olhos. A linha é indicada para todas as peles mistas e oleosas, e o Roll-On para Olhos é indicado para todos os tipos de pele.

A fragrância dos produtos traz notas de saídas de frutas cítricas efervescentes, como o limão siciliano, mesclado por nuances florais transparentes e delicadas. Em contraste a essa explosão de frescor há a harmonia da nota da Rosa junto a cremosidade floral do Tiare. O Acorde Chá Verde traz uma faceta marcante e delicada que é suportada pelas notas de fundo quentes e confortáveis presentes no sândalo e no cardamomo. Apenas o lançamento do Roll-On para os Olhos não possui fragrância.

Todos produtos de Orquídea têm embalagens que refletem a essência da linha, ilustrada pela artista Dani Cabral, responsável por transmitir uma delicadeza através do grafismo.

Reduz os sinais de cansaço e suaviza o inchaço dos olhos¹. Possui 5 esferas massageadoras que auxiliam a aplicação do produto e estimulam a circulação na região. Para efeito de disfarce imediato, o produto possui cor neutra que se adapta ao tom da pele². O uso prolongado ajuda a clarear e suavizar as olheiras.

Roll-On para Olhos Orquídea 15ml – R$ 99,90

A novidade da linha Orquídea já está disponível nas lojas físicas e e-commerce da marca.

Avon lança delineador de sobrancelhas Brow Styler inspirado no truque de beleza de Juliette

Que as sobrancelhas são a moldura do olhar, todo mundo já sabe. Elas harmonizam o rosto e com alguns truques de beleza, uma sobrancelha com poucos fios pode se transformar em um arco bem desenhado e com aspecto natural, como em uma das cenas icônicas de Juliette Freire no BBB21, em que ela usa uma escova de dentes para pentear as sobrancelhas e levantar o olhar.

Inspirado nessa situação vivenciada por Juliette, maquiadora da Avon, e tantos outros amantes da maquiagem, a marca lança o delineador retrátil para sobrancelhas Brow Styler, com uma ponta fina que desenha em alta precisão e preenche, enquanto a escova modeladora penteia os fios ao mesmo tempo que esfuma para o tão desejado efeito natural e definido às sobrancelhas.

O delineador 2 em 1 Brow Styler está disponível nos tons castanho escuro, castanho e loiro escuro. Preço: R$ 34,99

Para adquirir o seu, entre em contato com uma revendedora Avon ou visite o e-commerce.

Informações: SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.

Alerta: uso excessivo de eletrônicos pode causar miopia

Vista cansada, queimação nos olhos e cansaço são alguns dos incômodos enfrentados por quem passa muito tempo em frente às telas de eletrônicos. Estudo do CBO relata aumento preocupante no número de casos de miopia entre crianças e adolescentes no país

Atualmente as pessoas passam o dia expostas à luz azul emitida por dispositivos digitais. Os chamados “home office” e “homeschooling” levaram milhares de pessoas a passarem longas horas em frente a computadores, celulares e tablets, o que faz com que, muitas vezes, sintam desconfortos como vista cansada, vermelhidão e queimação nos olhos, dores de cabeça, cansaço e dificuldade para dormir. O uso exacerbado de telas pode gerar ainda diversos problemas à saúde, sobretudo à visão.

De acordo com a American Optometric Association, esse cansaço visual é uma consequência direta da utilização prolongada de dispositivos digitais. Chamada de “vista cansada digital”, ou “síndrome da visão computacional” (SVC), a condição pode atingir pessoas em qualquer idade.

E a SVC não é o único agravante dessa nova realidade “conectada”. A incidência de doenças oculares entre crianças e adultos tem crescido consideravelmente. A miopia, ou dificuldade de ver de longe, por exemplo, está aumentando a um ritmo alarmante, sobretudo entre as crianças. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil há aproximadamente 35 milhões de pessoas míopes. A OSM estima que o número de casos nos próximos 20 anos deve aumentar 89% no país e 49% em nível mundial.

Estudo inédito do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), divulgado esta semana pelo Estadão , revela que o número de diagnósticos de crianças e adolescentes com miopia aumentou durante a crise sanitária. No levantamento, 72% dos oftalmologistas entrevistados relatam maior detecção do problema na faixa etária de zero a 19 anos. A principal razão do problema, para a grande maioria dos profissionais ouvidos, é a maior exposição dos jovens às telas de aparelhos eletrônicos no ensino remoto e em lazer no isolamento social. Realizado entre abril e junho com 295 oftalmologistas que trabalham com público jovem em todo o país, estudo demonstra ainda que há agravamento acelerado dos casos que já tinham esse problema de visão.

Mas como aliviar a vista cansada e reduzir riscos à visão?

Zeiss convidou Alessia Braz, oftalmologista membro da Academia Americana de Oftalmologia e diretora clínica da Univi – centro oftalmológico especializado no diagnóstico e tratamento de doenças oculares, para falar sobre prevenção às doenças oculares. Abaixo dicas para ajudar manter a saúde ocular.

=Realizar um exame oftalmológico completo periodicamente: é essencial consultar regularmente o oftalmologista, ao menos uma vez ao ano. Começar a sentir a visão turva ou fadiga ocular poderá ser um sinal de que está na hora de agendar uma nova consulta;

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=Fazer pausas regularmente durante o trabalho ou estudo: da mesma forma que o corpo precisa de atividades físicas, exercícios para os olhos também podem beneficiar a saúde. O ideal é parar para relaxar os olhos a cada 20 minutos, mantendo-os fechados por 20 segundos e olhar para distâncias variadas por algum tempo, pois nem todos tem a chance de abrir uma janela e olhar para o horizonte. Os intervalos “20-20” são preciosos, pois é preciso lembrar ao cérebro a necessidade de olhar para todas as distâncias;

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=Piscar sempre para evitar olhos ressecados: ao usar o computador ou o smartphone, tende-se a piscar menos e a não se fechar completamente as pálpebras. Piscar umedece os olhos e evita que ressequem e fiquem irritados. Por isso, é fundamental fazer intervalos para piscar intensa e prolongadamente.

=Umedecer os olhos: algumas pessoas sofrem de ressecamento nos olhos. Nesses casos, deve-se procurar um oftalmologista para avaliar a necessidade de lágrimas artificiais. Trata-se de um colírio lubrificante que aumenta a eficácia do filme lacrimal, evitando que a umidade evapore dos olhos rápido demais. Mas atenção, os colírios devem ser usados com orientação médica e sem excesso, pois alguns deles possuem conservantes que podem ser nocivos quando aplicados incorretamente.

=Limitar o tempo que as crianças passam em frente de telas: as crianças em crescimento, cujos olhos ainda estão em desenvolvimento, não devem usar dispositivos digitais durante longos períodos. Para elas, mais ainda do que para os adultos, é essencial fazer pausas e limitar o tempo de exposição às telas.

=Evitar a luz azul por pelo menos duas horas antes da hora de dormir: todos os dispositivos digitais emitem algum tipo de luz azul. Quando os olhos são expostos a uma certa intensidade e espectro de luz azul, o corpo liberta menos melatonina (o hormônio do sono). Com isso, a pessoa permanece mais alerta e fica acordada por mais tempo.

Girl eating Broussels sprout

=Fazer escolhas saudáveis na alimentação: os olhos adoram hortaliças. Comer legumes verdes, como brócolis, espinafre e couve – e também cenouras, ajuda a manter a saúde dos olhos. A hidratação também é importante, pois garante que os olhos recebam a umidade de que necessitam.

=Passar mais tempo ao ar livre: ambientes fechados, com luminosidade artificial e ar-condicionado, por exemplo, geram uma série de malefícios à saúde. É muito importante passar períodos ao ar livre, seja no quintal ou na varanda, para que o organismo possa absorver a luz natural e a vista possa relaxar.

=Criar um posto de trabalho/estudo ergonômico: para uma maior proteção dos olhos, é importante prestar atenção em onde e como os dispositivos eletrônicos são utilizados. O ideal é que estejam a uma distância confortável do rosto e na altura dos olhos.

Como os óculos podem ajudar

Os óculos podem ajudar a reduzir a sensação de vista cansada, e há várias opções disponíveis. Existem até lentes concebidas especificamente para esse estilo de vida conectado e móvel – intensificado pela pandemia, como as Zeiss SmartLife.

Fonte: Zeiss

Inverno exige atenção com os olhos

Oftalmologista alerta da importância de não se esquecer dos cuidados com a saúde ocular na estação mais fria do ano. Especialmente por conta da diminuição de umidade do ambiente e da exposição ao vento, as conjuntivites alérgicas, virais e a síndrome do olho seco são os problemas que mais se intensificam.

A estação mais fria está apenas começando e junto dela, o ar seco, um já conhecido vilão da saúde. A maioria das pessoas acaba focando e preocupando-se exclusivamente com os problemas respiratórios e com a famosa gripe. Essa tendência é ainda mais forte em tempos de Covid-19. Não que seja errado, mas, por outro lado, faz com que problemas dermatológicos e as doenças oculares fiquem, muitas vezes, em segundo plano.

Segundo Anelise Nomura, oftalmologista e diretora médica da Alpha Diagnose, as complicações oculares no inverno podem ser tão delicadas quanto as de cunho respiratório e precisam ser tratadas. As conjuntivites alérgicas, virais e a síndrome do olho seco são as doenças com mais chances de intensificarem-se na estação mais fria do ano.

Seus maiores vilões são a baixa umidade do ar e, consequentemente, o clima seco. Tanto que as doenças oculares no inverno tem maior incidência em regiões mais frias, como no sul do país. Isso ocorre porque, além de provocar maior concentração de poluentes – agentes que prejudicam sensivelmente a saúde visual -, esses dois fatores também contribuem para a evaporação da camada aquosa da lágrima. O resultado é a diminuição da lubrificação natural de nossos olhos.

A síndrome do olho seco, por exemplo, tem como sintoma o olho vermelho e irritação ocular, exatamente pela falta de lubrificação. No caso da conjuntivite alérgica, ela pode vir simulando ou mesmo mascarando uma conjuntivite viral, que é transmissível, demandando assim um tratamento diferenciado, como o isolamento do paciente. Pacientes que sofrem de rinite alérgica e sinusite crônica ou que coçam muito o nariz, tendem a ter uma alteração mais importante de conjuntivite alérgica, por isso devem redobrar o cuidado.

“Como as demais doenças oculares, se não tratadas no tempo certo essas patologias podem causar consequências, como a evolução para uma conjuntivite mais crônica, de difícil tratamento. Já o olho seco, por exemplo, pode levar à incidência de uma úlcera corneana”, explica a oftalmologista.

O tratamento depende do diagnóstico feito pelo oftalmologista, das causas e da gravidade, sempre olhando individualmente. Porém, no caso da síndrome do olho seco, saber o fato motivador é bem importante. Pois, existem situações em que a causa é reumatológica, em outras por conta de um pós-operatório e, claro, em decorrência do tempo seco. Na maioria das vezes, o tratamento é feito com a aplicação de um colírio lubrificante, prescrito pelo médico conforme a necessidade do paciente.

O mesmo vale para a conjuntivite alérgica, que além do tempo, pode ter como causa, ácaro, pólen, entre outros. O uso do colírio antialérgico é a indicação mais comum, mas em algumas situações é necessário um tratamento sistêmico com o otorrino.

“É bem importante lembrarmos que, como em tudo em nossa saúde, a prevenção é o melhor remédio. Mas, quando elas acontecem, procurar um oftalmologista é a saída mais segura, especialmente, para evitar confusão do diagnóstico, já que os sintomas são os mesmos em variadas situações. Outra dica importante, que ajuda a prevenir não somente as doenças oculares comuns no inverno, mas também outras, como a própria Covid-19, é não colocar as mãos nos olhos e lavá-las sempre antes de qualquer contato com a região ocular”, enfatiza.

Fonte: Alpha Diagnose