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Lazer em ambientes abertos é importante para saúde física e mental

Especialistas dizem que as chances de contágio são reduzidas, ainda mais aliadas ao distanciamento social e uso de máscaras

Mesmo com alta nos casos de covid-19 em todo o país, a prática de lazer e atividades físicas ao ar livre, em parques e praias, é benéfica à saúde. Mas qual é o risco de frequentar ruas, praias e parques? Infectologistas dizem que o contágio pode ocorrer ao ar livre, mas as chances são muito reduzidas. Isso porque o ar livre dispersa e dilui o vírus. Mas sempre há chances de ocorrer infecções em ambientes externos.

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O risco de ser infectado ao passar rapidamente ao lado de um corredor ou ciclista em um parque ou praia não é alto, pelo menos na ausência de um espirro ou tosse, e é ainda mais baixo à distância. As atividades solitárias transmitem menos partículas que os esportes coletivos ou as brincadeiras na água, explica Maura Salaroli de Oliveira, gerente médica da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Sírio-Libanês. “Ir sozinho ou com as pessoas da sua bolha de quarentena minimiza o risco.”

Outro cuidado é não fazer das atividades ao ar livre um motivo de aglomeração e de estar muito próximo com aquelas pessoas que não fazem parte do nosso círculo de convívio habitual. “Então é preciso manter o distanciamento de 1,5 m das pessoas, usar máscaras e a higienização das mãos”, complementa a médica.

Os parques também têm se mostrado um ambiente tranquilo e seguro. Os brinquedos para as crianças atraem as famílias, que muitas vezes residem em apartamentos. Mesmo com um lockdown extremamente rigoroso, a Inglaterra sempre permitiu que as pessoas frequentassem parques, por 30 minutos por dia. Por fim, a infectologista aconselha que, enquanto a doença não é controlada de forma definitiva, o recomendando é evitar lugares aglomerados, em especial aquelas pessoas que pertencem ao grupo de risco para a Covid-19.

Impactos na saúde mental

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Com a pandemia prestes a completar um ano, as pessoas que trabalham diariamente em home office relatam sentir a necessidade de descansar. A coordenadora da Unidade de Psicologia do Hospital Sírio-Libanês, Daniela Achette, recomenda o lazer e a socialização com cuidado. “O lazer é um fator protetivo para nossa saúde mental, uma vez que proporciona descanso, divertimento e desenvolvimento”.

Para isso, ela indica ambientes abertos livres, espaços ventilados e enfatiza a necessidade do uso das máscaras, trocá-las após três horas de uso ou quando começarem a sentir umidade nelas e ter sempre álcool em gel. Segundo a psicóloga, apesar de necessário, o período de isolamento social intensificou um quadro de problemas psicológicos no país, como o humor deprimido, as alterações no sono, apetite, conflitos familiares, insônia, medo, irritabilidade, a sobrecarga emocional e a exaustão mental.

Fonte: Sírio-Libanês

Teve Covid? Veja o que priorizar na alimentação para ajudar no tratamento de supostas sequelas

Forma grave e leve da doença pode deixar algumas sequelas, por isso a alimentação é ser peça fundamental para ajudar na recuperação após os sintomas da doença

Ainda estamos distantes da vacinação completa da população, então é comum que algumas dúvidas surjam, principalmente no que se refere à recuperação da doença. “Para as pessoas que tiveram a forma grave da doença, além de inúmeras queixas, a recuperação da massa muscular perdida está entre as prioridades. Para as pessoas com quadros leves entre as diversas queixas da ‘long-covid’ estão, o cansaço físico e emocional, a fraqueza muscular, a falta de ar, as alterações de paladar e olfato, as disfunções circulatórias, que podem ter várias consequências, desde a formação de pequenos coágulos até a queda de cabelos”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

“Por esse motivo, para ajudar no tratamento dessas sequelas e acelerar a recuperação, é necessário priorizar alguns alimentos”, acrescenta a médica. Para pacientes que apresentaram casos graves da doença, a médica diz que a recuperação da massa muscular, além de sessões de fisioterapia e exercícios físicos orientados, requer aumentar o aporte de proteínas, calculadas de acordo com as necessidades individuais, inseridas em um plano alimentar.

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“As principais fontes proteicas são as carnes, ovos, laticínios e leguminosas. No caso de não atingir o aporte proteico mínimo, suplementos podem ser indicados, sempre após o jantar, para não impactar no apetite. O principal benefício é a recuperação da massa muscular, mediada por fisioterapia e atividade física”, explica Marcella.

A médica destaca que, nos quadros mais leves e para pacientes que enfrentam o long-covid, vários alimentos funcionais podem ser inseridos no hábito alimentar, como aqueles ricos em ácidos graxos ômega 3 (nozes, peixes de agua fria, linhaça e chia), alimentos ricos em polifenóis (as frutas vermelhas e o chocolate amargo), alimentos fontes de ativos vasculotônicos (as pimentas, especiarias, gengibre e canela), que ainda ajudam na recuperação do paladar e olfato e, ainda, alimentos enriquecidos com probióticos (iogurtes, kefir e kombucha) e fibras prebióticas presentes nas frutas e farelos, que ajudam na recuperação da microbiota, impactada pelos medicamentos e melhoram o perfil inflamatório do organismo.

Mas além de priorizar esses alimentos saudáveis, devemos nos afastar de alguns que pioram a inflamação no corpo. “Os alimentos ricos em açúcar, particularmente doces e guloseimas que levam açúcar branco adicionado; os industrializados ultraprocessados, que são aqueles que trazem grande quantidade de açúcar, sódio, gorduras modificadas, corantes e conservantes; aqueles ricos em gorduras trans e modificadas, como as margarinas, gorduras saturadas de origem animal e frituras de imersão; os refrigerantes e bebidas alcoólicas em excesso; enfim, todos esses alimentos devem ser evitados, para não atrapalhar o processo de recuperação do corpo”, diz a médica.

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Como a mudança do paladar pode prejudicar na reposição de vitaminas ou na alimentação, pois alguns alimentos têm seu sabor alterado pelas mudanças no paladar e olfato, o que pode impactar no apetite e consumo alimentar, em alguns casos, é indicada a reposição de vitaminas, minerais e outros compostos bioativos por meio de suplementos, segundo prescrição médica. “Precisamos repor vitaminas em todos os casos em que as carências sejam identificadas por avaliação clínica e exames laboratoriais e nos casos que o consumo alimentar não seja suficiente para suprir as necessidades mínimas diárias. Dessa forma, o corpo contará com substratos para acelerar a recuperação”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

“Coronofobia”: a nova vilã da saúde mental

Psiquiatra alerta para medo excessivo relacionado à Covid-19

O coronavírus continua trazendo muitos problemas nesses 17 meses de pandemia – o número de mortes por conta do vírus, juntamente com o medo da população mundial, continua crescendo. Essa aflição, quando excessiva, ganha um novo nome: coronofobia.

Sintomas de ansiedade e medo de contrair o vírus da Covid-19 têm feito com que pessoas se sintam inseguras em todo e qualquer lugar. Um estudo feito pela National Library of Medicine analisou 500 casos de ansiedade e depressão e certificou que todos estavam ligados à crise da Covid-19. O termo “coronofobia” foi criado no final de 2020 e traduz uma ansiedade grave diante do vírus e da pandemia, tanto em contraí-lo, quanto em disseminá-lo.

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Segundo a psiquiatra e professora de Saúde Mental no curso de Medicina da Universidade Positivo, Raquel Heep, quem tem essa fobia não percebe e acredita que o seu comportamento está correto e os outros é que estão errados, causando um sofrimento muito grande para a pessoa.

“É importante ressaltar que esse tipo de ansiedade não é saudável, fugindo dos padrões de incertezas que todos nós temos. É normal ter um certo grau de ansiedade, mas essa preocupação excessiva traz prejuízos físicos e funcionais. É claro que lavar as mãos, usar álcool em gel, máscara e manter o distanciamento social são atitudes necessárias, mas quem sofre com a coronofobia possui comportamentos como lavar as mãos a ponto de machucá-las e usar máscara dentro de casa, ou até mesmo para dormir. São pessoas que não saem de casa mesmo quando necessário”, aponta.

Pessoas com coronofobia também dão muita importância a sintomas que não são preocupantes e acabam até mesmo se automedicando, podendo gerar crises de pânico e problemas físicos. A professora recomenda que, quem identificar sinais de medo excessivo deve agendar uma avaliação com um profissional especializado em saúde mental, principalmente psicólogo ou psiquiatra, que vai avaliar a necessidade, ou não, de medicação para o controle da ansiedade.

“Esse segundo ciclo da pandemia trouxe mais inseguranças a todos nós, mas temos que nos manter esperançosos e não deixar que toda essa situação nos traga ainda mais prejuízos”, salienta.

Fonte: Universidade Positivo

Má alimentação durante pandemia pode prejudicar saúde íntima feminina

Aumento no consumo de doces, carboidratos e bebidas alcoólicas durante a pandemia pode favorecer o surgimento de candidíase e infecções urinárias

Os parâmetros alimentares mudaram muito durante a pandemia. O abuso do açúcar, guloseimas e alimentos pobres nutricionalmente pode acarretar problemas para o corpo inteiro, inclusive para a saúde íntima. “Os hábitos alimentares influenciam diretamente na saúde íntima feminina. O consumo excessivo de doces e carboidratos, por exemplo, podem favorecer o aparecimento e piora de corrimento e candidíase”, explica Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU.

Segundo a especialista, os carboidratos em excesso, como farinha branca, açúcar, doces e massas, tornam-se glicose no organismo, fazendo com que o pH vaginal fique mais ácido. “Com isso, há uma desregulação das bactérias locais, com aumento da produção de fungos e bactérias patógenas, causando candidíase e corrimento. Mas não é um problema só do açúcar: alimentos ultraprocessados (ricos em açúcares, aditivos químicos e ingredientes sintéticos), e ricos em leveduras como cerveja, vinho e vinagre também pioram a condição”, afirma a médica.

Devido a essa relação, a candidíase, inclusive, pode ser um sinal de diabetes. “Caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, a diabetes favorece o desenvolvimento de infecções. Por isso, é fundamental manter uma alimentação balanceada.”

Outro problema que pode piorar com a má alimentação é a infecção urinária, que acontece quando as bactérias entram no trato urinário e se multiplicam, causando dor, ardência, desconforto na bexiga, urina turva e até febre.

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“Isso porque alimentos ricos em açúcar, farinha branca, ultraprocessados, além de bebidas alcoólicas e café, contribuem para o enfraquecimento do sistema imunológico, tornando o organismo mais suscetível a ação de agentes patógenos, inclusive das bactérias causadoras da infecção urinária”, alerta a ginecologista.

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“Dessa forma, é fundamental aumentar o consumo de água e investir no consumo de alimentos diuréticos, como melancia, graviola, pepino e cenoura, o que ajuda na diluição da urina para que as bactérias nocivas sejam expelidas”, aconselha.

O aumento no consumo de bebida alcoólica durante a pandemia também deve ser uma preocupação para a saúde íntima feminina. “O organismo precisa de uma grande quantidade de água para metabolizar o álcool. Se não houver água suficiente, o organismo vai buscá-la em órgãos periféricos, causando desidratação, diminuindo a lubrificação íntima e colaborando para o ressecamento”, afirma a médica.

Por isso, o melhor a se fazer é apostar na moderação, mantendo uma alimentação balanceada e restringindo o consumo de alimentos com farinha branca, doces, ultraprocessados e com gorduras trans. “Procure consumir frutas, legumes, verduras, alimentos integrais, grãos e oleaginosas. Controle também o consumo de bebidas alcoólicas, ingerindo, no máximo, duas doses diárias. E claro, não se esqueça de beber bastante água”, aconselha a ginecologista. Além disso, para prevenir o surgimento de condições que podem afetar a saúde íntima, é fundamental não relaxar na higienização da região.

“Para isso, evite limpar o canal vaginal, restringindo a higiene apenas à vulva, e utilize somente os dedos e sabonetes infantis de glicerina com pH neutro. Ferramentas como duchas vaginais, lenços umedecidos e sabonetes bactericidas não devem ser utilizadas, pois podem causar um desequilíbrio no pH da vagina, o que a torna mais suscetível a infecções”, recomenda a médica. “Evite também utilizar calcinhas sintéticas e roupas muito apertadas, já que aumentam a umidade e abafam ainda mais a temperatura da região genital, contribuindo para a proliferação de bactérias e fungos”, completa.

Os cuidados ainda devem ser redobrados por quem sofre com candidíase de repetição, que é mais provável de surgir devido aos maus hábitos durante a pandemia. No entanto, quem já apresenta sintomas de candidíase ou de outras condições que podem prejudicar a saúde da região íntima deve procurar um ginecologista. “Apenas o médico especializado poderá realizar uma avaliação e diagnosticar corretamente a condição, indicar o melhor tratamento para cada caso”, finaliza Eloisa Pinho.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Desconforto abdominal, queimação e dificuldade para digerir: o que pode ser?

Conheça a diferença entre azia, gastrite e úlcera, como fazer o diagnóstico e os tratamentos mais indicados

De acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), ao menos metade da população brasileira sofre ou já sofreu com sintomas de má digestão. Com a chegada da pandemia, as queixas de problemas digestivos também se tornaram recorrentes em muitos consultórios médicos. Isso porque fatores como alimentação, ganho de peso e ansiedade podem desencadear disfunções como azia e refluxo. Outro fator trazido pelo período, foi o incremento na prescrição de medicamentos anti-inflamatórios e corticoides, que podem levar a doenças mais graves como gastrite e úlcera.

Foto: MD-Health

A pirose, termo técnico para a azia, é a manifestação de refluxo do ácido estomacal para o esôfago, que pode ser causado, comumente, por situações como alimentação em excesso ou ricas em gorduras, molhos industrializados, ingestão de álcool, café, refrigerantes, tabagismo e, até mesmo, por altos níveis de estresse. De acordo com o médico credenciado da Paraná Clínicas, especialista em cirurgia do aparelho digestivo pela Universidade de São Paulo (USP), André Rodrigues Martim Neto, a mudança dos hábitos alimentares ajuda a controlar esses problemas.

“O controle de peso é fundamental no manejo do refluxo, uma vez que o ganho de peso habitualmente é um fator desencadeante de sintomas como pirose e queimação, principalmente, ao deitar e após as refeições. Alimentos ricos em gorduras e proteínas podem precipitar a sensação prolongada de distensão. Fazer as refeições em quantidades adequadas e balanceadas ajuda no controle dos sintomas e, ocasionalmente, permite a retirada da medicação nos casos de refluxo”, explica.

Quando os sintomas de azia e desconforto abdominal se tornam recorrentes, com náuseas e vômitos associados, pode ser um sinal de doença mais grave como gastrite ou úlcera. Nesses casos, o médico ressalta que a consulta com um especialista é mandatória para que todos os sintomas sejam investigados e esclarecidos.

“A gastrite é um processo inflamatório da mucosa do estômago. Já as úlceras são lesões escavadas profundas presentes no estômago ou duodeno e ambas podem ser causadas por anti-inflamatórios, corticoides ou pela presença da bactéria Helicobacter Pilory. O tratamento mais eficaz vai depender da causa de cada uma delas, sendo geralmente associado a remédios específicos como antimicrobianos e bloqueadores de produção de ácido”, indica o cirurgião.

Estresse, ansiedade e outras vulnerabilidades

Os episódios de estresse e ansiedade também são considerados gatilhos para o aparecimento de sintomas típicos de gastrite ou refluxo. Segundo o médico credenciado da Paraná Clinicas, mesmo que os exames do paciente estejam normais, é possível que fatores emocionais desencadeiem queimação, azia, dores abdominais, náuseas e sensação de distensão. Contudo, é preciso uma avaliação clínica para excluir causas orgânicas, manejar os sintomas e analisar a associação da crise a outras doenças funcionais.

Da mesma forma, existem pessoas que são mais suscetíveis a desenvolver doenças gastroenterológicas. Entre eles, estão os portadores de doenças reumáticas, articulares ou com dor crônica devido ao uso de anti-inflamatórios e corticoides com mais frequência. Outros grupos são lembrados pelo médico: “Populações com maior vulnerabilidade social estão mais expostas a contaminação pela H. Pilory e, consequentemente, mais propensas a lesões ulceradas gastroduodenais. O tabagismo e bebidas alcoólicas elevam as chances de gastrites, úlceras gastroduodenais e câncer de esôfago e estômago”, pontua.

Acompanhamento e tratamento

Foto: @gballgiggs via Twenty20

O acompanhamento de pacientes com gastrite e úlcera por um médico especializado é fundamental para identificar mudanças de comportamento, sintomas, indicadores de complicações ou apenas para o controle de medicamentos e ajustes alimentares. “Portadores de lesões ulceradas devem ser acompanhados por especialista para avaliar a cicatrização, excluir malignidade e confirmar a erradicação do H. Pilory, quando presente. Pacientes com dispepsia funcional e gastrites devem ser acompanhados de acordo com os sintomas após a exclusão de doenças orgânicas mais graves” destaca Martim Neto.

O especialista afirma ainda que a utilização de medicamentos por tempo prolongado com o objetivo de inibir parcial ou totalmente a produção de ácido pelo estômago é parte integrante no tratamento de lesões gástricas e também do controle dos sintomas, mas deve ser acompanhado por especialista para controle da dosagem e identificação precoce de eventuais efeitos colaterais indesejados. O médico conclui alertando que receitas caseiras, como água com limão ou bicarbonato, podem trazer alivio parcial dos sintomas, porém podem atrasar o diagnóstico dificultando o tratamento posterior.

Fonte: Paraná Clínicas

Dicas para amenizar a ansiedade nos relacionamentos online

Apostar em hobbies e cuidar da saúde mental são importantes para enfrentar o momento de incertezas

Já estamos há mais de um ano enfrentando o distanciamento social e não temos previsão de quando as restrições serão amenizadas. A ansiedade causada pelo momento de incertezas afeta a todos de alguma forma.

Para os solteiros, a sensação de solidão pode ser ainda maior. Porém, o Bumble, o primeiro e único aplicativo de relacionamento do mundo onde as mulheres dão o primeiro passo, notou um aumento no uso das ferramentas dentro do app, o que mostra que as pessoas estão, mais do que nunca, buscando conexões significativas.

“Percebemos um aumento nos níveis de engajamento dentro do aplicativo com os recursos de encontros online – como chamada de voz e de vídeo -, e tivemos um aumento de quase 70% no uso de chamadas de vídeo depois que o estado de emergência foi declarado na primavera passada nos Estados Unidos. Como chegamos a mais de um ano com restrições e distanciamento social, é emocionante ver um forte senso de esperança e otimismo em nossa comunidade ao usar ferramentas digitais como o Bumble para continuarem conectados”, diz Whitney Wolfe Herd, CEO e fundadora do Bumble.

Para ajudar seus usuários a lidarem com a ansiedade dentro e fora do aplicativo, o Bumble compartilhou algumas dicas:

Lembre-se que você não é a única passando por isso

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O mundo inteiro está sentindo os efeitos do momento que estamos vivendo. As chances de a pessoa com quem você está se conectando estar passando pelas mesmas aflições que você, são grandes. Pode até ser uma boa opção conversar com sua conexão sobre os sentimentos de exaustão e insegurança do período. Compartilhar sentimentos pode fazer com que vocês fiquem mais próximos.

Cuide da sua saúde mental

Insira atividades em sua rotina focando no autocuidado. Meditar, ter uma lista com afirmações positivas ou até escutar uma música que te deixe animada pode ajudar. Apostar nos hobbies também é uma ótima opção, como cozinhar, dançar ou qualquer outra atividade que melhore o humor.

Seja gentil consiga mesma

Estamos vivendo uma realidade completamente diferente, então não seja tão dura consigo mesma. Quando der o primeiro passo no Bumble, não tenha medo de ser você mesma – principalmente quando estiver conhecendo melhor sua conexão. Seja gentil com você e com o outro que tudo vai transcorrer de forma mais tranquila.

Dê um tempo, se precisar

Seja honesta com seus sentimentos, principalmente quando se trata de relacionamentos. É importante reconhecer as emoções e analisá-las. Se estiver se sentindo triste, insegura ou cansada, permita-se sentir tudo isso. Estar ciente destes sentimentos vai fazer com que você não se sobrecarregue. O Bumble entende a importância de se desconectar e por isso criou o modo “Não Perturbe”. Desta forma, o perfil fica inativo, porém o usuário não perde nenhuma conexão, podendo retomar quando quiser.

Não se pressione

Conhecer pessoas e se conectar deve ser leve e divertido. Relacionamentos devem somar às nossas vidas e não torná-las mais difíceis ou estressantes. Se a jornada não estiver mais te trazendo alegria, se permita dar um tempo, para que, quando voltar para o aplicativo, você esteja mais confiante.

Se você se sentir ansiosa durante sua jornada dentro do Bumble, o aplicativo traz diversos textos com temas sobre saúde mental. Para acessar, basta entrar no seu perfil e clicar no ícone da ferramenta “Segurança e Bem-estar” ou acessar o link safety.bumble.com.

Para saber mais baixe o app na loja de aplicativos do seu celular.

Sobre o Bumble

O Bumble foi fundado por Whitney Wolfe Herd em 2014 e é o primeiro aplicativo de relacionamentos feito para empoderar mulheres. No Bumble, as mulheres dão o primeiro passo para a criação de relacionamentos mais saudáveis e igualitários O aplicativo foi construído em torno de gentileza, respeito e igualdade, por isso responsabiliza seus usuários por suas ações e tem tolerância zero para ódio, agressão ou intimidação. O Bumble é gratuito e está disponível em todo o mundo na App Store e no Google Play.

Como a pandemia está afetando nosso corpo

A pandemia de Covid-19 e o estresse que veio com ela mudaram nossas vidas de muitas maneiras. Essas mudanças podem afetar a saúde, tanto física quanto mentalmente. Mas você pode fazer algumas coisas para limitar seus efeitos. Confira:

Ansiedade

Muitos aspectos da pandemia podem deixá-la mais ansiosa ou preocupada do que o normal. Se você tiver problemas para dormir ou notar mudanças no seu apetite ou sua energia, é uma boa ideia fazer uma pausa nas notícias e nas redes sociais e encontrar tempo para hobbies e exercícios, mesmo que seja apenas para fazer alongamento ou dar uma caminhada diária.

Depressão

As dificuldades causadas pela pandemia podem ser ainda mais difíceis de lidar se você se sentir isolado por causa do distanciamento físico. Se você se sentir triste, sem esperança ou mal-humorada na maior parte do tempo, é importante se conectar com amigos ou familiares e conversar sobre como está se sentindo. Se você ficar deprimido por vários dias, ou tiver pensamentos de se machucar, procure um médico ou psicólogo para obter ajuda.

Dores de cabeça

A ansiedade também pode afetar você fisicamente. Dores de cabeça e enxaquecas estão entre os sintomas mais comuns causados ​​por preocupação e incerteza durante a pandemia. Além de se desconectar e ser mais ativa, exercícios de meditação ou respiração podem ajudar a aliviar o estresse.

Perda de cabelo

Tufos de cabelo ralos ou caindo podem ser um sinal preocupante de estresse pandêmico, mas é apenas temporário. Acontece quando mais fios de cabelo do que o normal entram na “fase de queda” ao mesmo tempo. Você pode começar a notar dois a três meses após o início do estresse e que ele cessa depois que o estresse diminui.

Problemas dentários

Foto: LiveStrong

Se sua mandíbula estiver dolorida ou seus dentes doerem ou estiverem sensíveis, você pode estar cerrando a mandíbula ou rangendo os dentes sem saber. O estresse pode causar isso, e geralmente acontece quando você está dormindo ou se concentrando muito. Junto com os exercícios de relaxamento muscular, seu dentista também pode recomendar que você durma com um protetor bucal.

Problemas de pele

Lavar as mãos é uma parte importante para conter a disseminação da Covid-19, mas fazer isso com frequência pode quebrar os óleos naturais que protegem suas mãos e secá-las. Se você notar que suas mãos estão mais secas do que o normal, especialmente se você tiver uma condição como eczema, tente usar uma quantidade menor de sabão e água morna em vez de quente. Quando terminar, dê tapinhas nas mãos com uma toalha e, em seguida, use creme para as mãos ou vaselina.

Fadiga ocular

Foto: Optix

Durante a pandemia, as telas se tornaram uma conexão com o mundo exterior, seja um monitor para o trabalho, uma TV para entretenimento ou um telefone para as redes sociais. Mas passar muito tempo na frente delas pode causar queimação, coceira, olhos lacrimejantes e até mesmo visão embaçada ou dupla. Para se proteger, desligue as lâmpadas do ambiente para diminuir o brilho, certifique-se de que suas lentes corretivas seguem a prescrição, use lágrimas artificiais para ajudar com os olhos secos e faça pausas frequentes.

Ganho de peso

Foto: Pablo Merchan Montes/Unsplash

Durante a pandemia, várias coisas tornaram mais fácil ganhar quilos extras, como trabalhar em casa, fazer menos exercícios e fazer lanches quando estava estressada. Não seja muito dura consiga mesma, mas se sentir que precisa controlar seus hábitos alimentares, pode fazer um plano semanal de refeições e lanches, controlar o que come todos os dias, ou, se você trabalha home office, vá para a cozinha apenas quando puder sentar e saborear a comida.

Hábitos não saudáveis

Os maus hábitos são ainda mais difíceis de abandonar com o tempo disponível e poucas distrações. Quer se trate de beber álcool, fumar ou jogar videogame por horas a fio, é fácil escorregar e perder (ou ignorar) os sinais de alerta. Se você está fazendo algo em segredo ou uma pessoa querida tentou falar com você sobre isso, provavelmente é hora de parar. Se você tiver problemas para quebrar um hábito prejudicial à saúde, seu médico pode ajudar.

Dor no pescoço e nas costas

A mesa de jantar ou o balcão da cozinha não são necessariamente um bom substituto para a estação de trabalho ergonômica em seu escritório. Com o tempo, sentar-se em uma posição desleixada ou ter o monitor na altura errada pode danificar partes da coluna e causar todos os tipos de problemas no pescoço e nas costas. É melhor designar uma área de trabalho e seguir as diretrizes para torná-la o mais confortável possível. E não se esqueça de se levantar e andar frequentemente.

Dor nas mãos e nos pulsos

Uma configuração de trabalho confortável também é importante para outras partes do corpo. Certifique-se de que a altura da cadeira esteja ajustada para que os antebraços fiquem na altura do teclado. Mantenha o teclado reto ou inclinado para longe de você (nunca perto). Também é uma boa ideia fazer pausas e sacudir os pulsos com frequência. Também pode ajudar a manter as mãos quentes.

Fonte: WebMD

Alienação parental vira problema com a pandemia

Paulo Eduardo Akiyama, advogado atuante em Direito de Família, indica curso on-line do CNJ para evitar esse tipo de conflito

A incidência de atos de alienação parental teve um crescimento bastante relevante desde março de 2020 segundo pesquisas feitas por institutos como o Observatório da Alienação Parental. A crise entre casais separados tornou-se mais constante, com discussões e demais conflitos no que se refere aos filhos. Além da privação de convivência imposta ao genitor não guardião, ainda se estendeu a toda família deste. As crianças acabaram sendo afastadas da convivência dos parentes com a desculpa da pandemia e eventual contaminação pelo coronavírus.

Paulo Eduardo Akiyama, advogado atuante em Direito da Família e sócio do escritório Akiyama Advogados Associados, informa que, em 25 de abril, é lembrado o Dia Internacional Contra a Alienação Parental, e sugere aos pais que realmente desejam o melhor aos seus filhos que se inscrevam na oficina de pais e mães do CNJ – Conselho Nacional de Justiça para poderem entender como os casais separados devem se comportar em relação à prole, afim de evitar a prática de atos alienantes.

O advogado destaca que os casos aumentaram por conta da obrigatoriedade do distanciamento social e deslocamento, causando mudança nas visitas pré-estabelecidas. “Muitos detentores da guarda, utilizando-se desta desculpa, atuando fortemente na prática de atos alienantes. Não podemos esquecer que filhos não são mobília da casa, mas sim, seres humanos que necessitam conviver com ambos os genitores e seus familiares. Claro que dentro de uma segurança sanitária, mas também deve-se garantir a convivência para a segurança psicológica”, alerta.

Akiyama ainda ressalta que a comunicação por videoconferência não substitui a convivência presencial entre o genitor não guardião e a prole. “A videochamada, como antes da pandemia, sempre é vista como um meio de comunicação temporária, ou seja, naqueles dias em que não esteja estabelecida a visita, mas não substitui a visita presencial, o contato, o calor humano, o diálogo, a participação em atividades, tudo isto é salutar a criança. A videoconferência trata-se apenas de um paliativo para contato, mas não é convivência”, observa.

Para o advogado, comportamentos alienantes que devem ser sempre evitados pelos genitores, como por exemplo, interromper abruptamente a ligação ou fazer comentários do tipo “chega de lero-lero”, entre outras manifestações. “Isto é prejudicial principalmente para a criança. Muitos pais esquecem que seus atos vão de encontro ao subconsciente da criança, que grava estas informações de repúdio e que, em um futuro próximo, se manifestará no seu comportamento”, adverte.

Ainda segundo Akiyama, qualquer um dos lados que age desta forma, esquece que as crianças crescem e um dia se darão conta do que lhes foi imposto, criando assim uma enorme decepção, em especial, com relação ao genitor praticante dos atos alienantes. “Na internet podemos encontrar vídeos que descrevem este comportamento, depoimentos de pessoas que foram vítimas da alienação parental”, exemplifica.

O advogado orienta sempre seus clientes a agirem em consenso para manter a convivência presencial, prolongando os dias de visita estabelecidos, visto que as aulas não têm ocorrido de forma presencial e também é optativo para os pais que não desejam enviar seus filhos à escola por medo da pandemia. “Há casos em que recomendei ao invés de o genitor visitante pegar o filho na sexta-feira ou no sábado, buscar na quinta feira e em vez de devolver no domingo, retornar com a criança na segunda-feira. Em vários casos isto ocorreu com enorme sucesso, quando não há prática de alienação parental”, comemora.

Fonte: Paulo Akiyama é formado em economia e em direito desde 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados e atua com ênfase no direito empresarial e direito de família.

Riscos para a audição na rotina do home office e das aulas virtuais

Saiba como proteger a audição de sua família do excesso de barulho dentro de casa

Com o maior convívio da família em casa por causa da pandemia, nada melhor do que prestar atenção ao risco do barulho em excesso no ambiente doméstico. O barulho está presente no aspirador de pó, liquidificador, secador de cabelos, televisão, rádio, furadeira, martelo, obra, reforma, latido de cachorro.

Ruídos desagradáveis são causados também por certos brinquedos que as crianças e adolescentes adoram, mas que podem ser perigosos para a audição. O barulho vem dos videogames com o som “nas alturas”, guitarras, aviões, carrinhos com sirenes, telefones, dinossauros que rugem, jogos com explosões e até mesmo da música em volume alto nas aparelhagens de som. Brinquedos sonoros “piratas” comprados em camelôs, por exemplo, que não têm o selo do Inmetro, são um perigo, pois podem emitir sons de até 120 decibéis, bem acima do permitido por lei (85 decibéis).

O barulho em excesso é uma realidade em muitos lares, principalmente nesta fase em que muitos pais e filhos permanecem em home office e aulas virtuais. A pandemia obrigou muitas pessoas a transformar a casa em escritório e o quarto das crianças em uma escola adaptada. E quanto mais horas dentro do lar, mais barulho. Por isso, cuidado! Tudo isso pode afetar a audição.

“Se a perda auditiva é provocada pela exposição a nível de pressão sonora elevado, o dano auditivo tende a se estabilizar se a pessoa mudar seus hábitos e evitar situações e ambientes com sons abusivos. No entanto, é importante lembrar que a audição perdida não pode ser recuperada e que se não houver uma conscientização, o barulho em excesso, ao longo do tempo, pode causar prejuízos cada vez maiores à audição. Dependendo da intensidade, o ruído pode provocar, inclusive, como primeiro sintoma, o zumbido nas orelhas”, explica a fonoaudióloga Marcella Vidal, Gerente de Audiologia Corporativo, Telex Soluções Auditivas.

É importante prestar atenção também no volume da televisão, que as crianças e adolescentes, muitas vezes, aumentam com frequência. É necessário diminuir o som, explicar que o volume alto é prejudicial e observar a reação deles.

“Aconselho aos pais que suspeitam que seus filhos têm dificuldades auditivas que procurem um médico otorrinopediatra e fonoaudiólogo. A partir do resultado das avaliações audiológicas, é indicado o tratamento mais adequado para a (re)habilitação auditiva. Uma das opções é a adaptação de aparelhos auditivos, que adaptados seguindo as boas práticas da adaptação pediátrica, dão suporte à reabilitação auditiva e ao aprendizado escolar, garantindo um desenvolvimento saudável”, afirma a Fonoaudióloga, que é especialista em audiologia infantil.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), sons que atingem 70 decibéis já são desagradáveis para o sistema auditivo humano e, acima de 85 decibéis, podem começar a danificar o mecanismo da audição, dependendo do tempo e da frequência da exposição sonora. O manejo contínuo de um brinquedo com esse volume pode prejudicar para sempre a audição das crianças. As menores, de até três anos, são as mais afetadas. E se elas têm a audição comprometida, isso pode afetar todo o seu desenvolvimento, inclusive o desempenho escolar.

É importante o envolvimento de toda a família na busca de um ambiente doméstico mais silencioso.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

Confira dicas para evitar ataques à geladeira durante home office

Segundo nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, o hábito pode ser decorrente de estresse, sobrecarga ou tempo ocioso

Uma das soluções mais importantes, implementadas pelas empresas na pandemia, foi o home office. A modalidade caiu no gosto dos colaboradores pela flexibilidade e, até mesmo, pela qualidade de vida que oferece em casa e com a família. Mas, com o estilo de trabalho, vieram também os assaltos à geladeira que, agora, ocorrem com mais frequência, por estar sempre ao alcance.

De acordo com pesquisa realizada pela Income Opportunities Magazine, 36% das pessoas afirmaram estarem comendo mais após o home office e 32% disseram ter ganhado peso. Para Júlia Canabarro, nutricionista da Dietbox , startup de nutrição, os ataques à geladeira podem ocorrer devido ao estresse da sobrecarga ou de tempo ocioso, pressão, ansiedade, ou por sentir-se solitário.

“Manter uma alimentação equilibrada, mesmo trabalhando em casa, é fundamental para um bom desempenho nas tarefas e para a saúde no geral, isso porque, a comida está ligada à saciedade e ao prazer, o que contribui para a concentração”, explica Júlia.

Confira dicas da especialista para controlar os ataques à geladeira no home office:

Conscientize-se

O primeiro passo é perceber que comer o tempo todo não é bom – e, a partir disso, entender a necessidade da mudança do hábito.

Não se prive de alimentos que você gosta

Dentro de uma rotina equilibrada, é possível comer algo que goste e que faça bem, porém cuidando para não exagerar nas quantidades.

Não se sobrecarregue

Entenda os seus limites, planeje metas realistas, faça pausas e entenda que você pode relaxar um pouco. Tirar uma soneca de 20 minutos após o almoço pode ajudar a te desestressar e fazer com que seu trabalho renda mais depois.

Faça mais coisas que te dão prazer

A comida é uma forma de satisfazer os sentidos e, se não estiver satisfeito com a vida, pode ser tornar um hábito tentar preencher esse vazio com alimentos pouco saudáveis. Achar hobbies ou realizar atividades de lazer durante o dia são formas de diminuir a necessidade de compensar-se com comida.

Beba mais água

Muitas vezes é normal confundir fome com vontade de comer, por isso, recomenda-se ingerir bastante água ao longo do dia. Mas, se a fome persistir, priorize petiscos saudáveis.

Planeje as refeições

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O planejamento das refeições evita a ingestão de alimentos por impulso e proporciona uma rica composição nutricional das refeições, escolhendo sempre alimentos ricos em proteínas e fibras, que ajudam a aumentar a saciedade.

Essas dicas podem auxiliar no controle da alimentação, mas, caso se torne um hábito constante, Júlia Canabarro orienta que é importante buscar o acompanhamento de um profissional.

Fonte: Dietbox