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34 milhões de brasileiros com mais de 50 anos estão insatisfeitos com a vida financeira

Pesquisa realizada pela Bradesco Seguros e Instituto Locomotiva mostra também que apenas 16% dos brasileiros acima dessa faixa etária estão conformados com a formação escolar

Dois terços dos brasileiros com mais de 50 anos — ou 34 milhões de pessoas nessa faixa etária — estão insatisfeitos com a vida financeira que possuem hoje. Esse é um dos dados do “Dossiê Longeratividade — O raio X dos brasileiros com mais de 50 anos”, apresentado durante o XIV Fórum da Longevidade Bradesco Seguros.

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Da mesma forma, oito em cada dez (84%) dessas pessoas se dizem insatisfeitas com a formação escolar que possuem — o que significa que, apesar da idade, elas ainda querem estudar.

Esta é a segunda edição da pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e Bradesco Seguros, que ouviu mais de 2 mil pessoas em outubro deste ano.

O mesmo estudo mostra que a poupança ou outros investimentos financeiros não estão entre os principais hábitos dessa população na preparação para o futuro. Em uma escala composta por 11 itens, os relacionamentos com familiares e amigos e os cuidados com a saúde ainda são o foco de homens e mulheres na construção de um futuro mais longevo e com mais qualidade de vida.

Outro destaque diz respeito a uma mudança relevante na visão dos brasileiros e brasileiras com mais de 50 anos sobre a aposentadoria. Para a maior parcela dessa população, aposentar não significa, definitivamente, ficar em casa descansando. Os dados mostram que 67% concordam que as pessoas mais velhas devem ter ocupações que as façam se sentir úteis; enquanto 63% acreditam que pessoas ativas se sentem mais felizes.

“O desejo pela aposentadoria ativa é cada vez mais uma realidade e deve ser encarada como um desafio para o país, uma vez que hoje temos mais de um quarto da população, ou seja, cerca de 54 milhões de pessoas acima dos 50 anos”, reflete o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles. Para ele, “os números não deixam dúvida de que os brasileiros maduros não pretendem parar depois de aposentados”.

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Segundo a pesquisa, 69% querem ter muitas atividades para fazer; 70% querem conviver com muitas pessoas e 72% pretendem sair muito de casa.

Mais do que ativos, os resultados da pesquisa mostram a disposição de praticamente 100% dessa população em continuar aprendendo coisas, sendo que mais da metade (67%) querem estudar depois de aposentados.

Esses dados guardam total sinergia com as discussões realizadas durante o XIV Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que reuniu, no dia 12 de novembro, em São Paulo, especialistas nacionais e internacionais em torno do tema “Aprendizagem ao longo da vida”.

O presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz, explica a escolha do tema: “Os novos contornos da sociedade, resultantes do acelerado crescimento da população longeva, impõem desafios imediatos. As inovações tecnológicas, os avanços da medicina e os novos ambientes de trabalho apontam para um futuro em que o conhecimento terá papel crucial para que o indivíduo se mantenha ativo, participativo e relevante para a sociedade”.

Dados demográficos

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O Brasil é um dos países onde a população é a que mais envelhece no mundo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expectativa de vida dos brasileiros está cada vez maior.

Hoje, um quarto da população brasileira tem 50 anos ou mais, ou seja, 54 milhões de pessoas, o equivalente à população inteira da Itália ou da África do Sul. Até 2050, 43% da população terá 50 anos ou mais – serão aproximadamente 98 milhões de pessoas com 50 anos ou mais em três décadas.

Fonte: Grupo Bradesco Seguros

Estudo revela o que as mulheres buscam quando viajam sozinhas

Pesquisa da Booking.com avalia o que pensam viajantes de Brasil, Argentina, Colômbia e México quando o assunto é o chamado turismo solo

O que buscam as mulheres na América Latina quando viajam? Segundo uma pesquisa* da Booking.com, as atividades preferidas das latino-americanas incluem visitar as atrações turísticas (74%) e caminhar pelas ruas da cidade (73%). Um número parecido (67%) aproveita as férias para conhecer a culinária local e mais da metade (58%) quer curtir a vida noturna do destino.

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Atividades como fazer compras e aproveitar programas culturais são mais a cara da turista brasileira: 58% delas dão prioridade a esses passeios, enquanto a média regional é de 52% e 51%, respectivamente. Conhecer gente (41%) e assistir a um evento específico durante a viagem são, no geral, as atividades menos apreciadas das turistas latino-americanas.

Quando estão sozinhas, a acomodação também vira uma prioridade para as viajantes, tanto que sete em cada dez latino-americanas buscam por um local limpo e confortável, em uma região mais central e que tenha boas avaliações de outros hóspedes.

Além disso, as turistas do continente buscam destinos com mais infraestrutura (68%), incluindo meios de transportes mais eficientes e ruas mais iluminadas, e mais policiamento em locais de maior circulação de pessoas e com vida noturna mais agitada (61%). Em seguida no ranking estão pacotes de turismo que incentivem passeios em grupos de mulheres (58%).

De modo geral, quando viajam com outras mulheres — inclusive, quase todas (97%) as viajantes da América Latina se dizem dispostas a se aventurar com amigas pela região -, essas turistas se sentem mais confortáveis para fazer passeios, especialmente à noite (63%), economizam ao dividir acomodação (57%) e se sentem mais seguras (48%). Em meio às brasileiras, estes números sobem, respectivamente, para 65%, 59% e 55%.

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*A pesquisa foi feita em março de 2019 com 4 mil respondentes de Brasil, México, Colômbia e Argentina, sendo mil por país, com homens e mulheres de 18 a +60 anos que já realizaram pelo menos duas viagens internacionais.

Fonte: Booking.com

Pesquisa aponta quais atributos de beleza são os mais importantes

Realizado em 27 países, estudo mostra que características mais comportamentais estão à frente das físicas

Para que uma pessoa seja considerada bonita, as características comportamentais podem ser mais importantes do que os atributos físicos, de acordo com a pesquisa Ipsos Global Attitudes Toward Beauty, que ouviu mais de 19 mil homens e mulheres em 27 países.

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O estudo pediu aos entrevistados que ranqueassem o grau de importância de 19 atributos de beleza. As características que lideram a lista são as mesmas para homens e mulheres, com diferenças apenas de ordem. A beleza masculina depende da gentileza (73%), dignidade (71%), inteligência (71%), alegria (69%) e autoconfiança (68%), enquanto a feminina tem como principais características a gentileza (71%), alegria (71%), dignidade (70%), autoconfiança (69%) e inteligência (66%).

Quando isolamos o Brasil, a autoconfiança e a dignidade aparecem como os atributos mais importantes, tanto para a beleza feminina quanto para a masculina. Para elas, essas características são apontadas por 79% dos entrevistados. Para eles, os dois atributos, empatados ainda com gentileza no topo do ranking, são citados por 78%.

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Globalmente, força é o único atributo físico que está entre os dez mais importantes citados pelas mulheres em relação à beleza masculina. No top 10 da beleza feminina, os homens consideram, ainda que no fim da lista, força, sensualidade e aparência do rosto.

“O Brasil segue a mesma tendência do resto do mundo. Esta é uma percepção bastante positiva e generosa do que significa beleza, onde valores intrínsecos e comportamentais se destacam”, diz Miriam Steinbaum, diretora na Ipsos.

No entanto, também é preciso considerar que as respostas levam em conta um pensamento mais abstrato e racional. “Quando as coisas parecem distantes, tendemos a pensar mais abstratamente e usar um processo mental mais racional e lógico. Mas, quando estamos vivendo algo na prática, pensamos mais concretamente. Se alguém pergunta o que a pessoa quer em um parceiro, estamos em uma situação abstrata – de modo que características menos aparentes tendem a ser mencionadas: “ele tem que ser gentil”, “tem que ser inteligente”, “tem que ter bom-humor”, comenta Greg Gwiasda, vice-presidente do Centro de Ciência Comportamental Global da Ipsos.

“Já quando a pessoa está, na prática, escolhendo um parceiro, num aplicativo de relacionamento, por exemplo, há uma necessidade muito imediata e termos mais concretos e relacionados à aparência podem se destacar – ‘um sorriso bonito’, ‘olhos sedutores’ e ”um tanquinho definido’ podem acabar se tornando novas prioridades”, completa Gwiasada.

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Outra constatação da pesquisa, quando o assunto é beleza, é a de que as mulheres são mais influenciadas por pessoas próximas do que pela mídia em geral. Para 49% das mulheres, as mães são grandes influenciadoras de suas rotinas de beleza, seguidas por amigas (48%) e irmãs e/ou outra parente (45%). Ao mesmo tempo, 34% se consideram influenciadas por vídeos online, 33% por revistas e material impresso e 31% por perfis do Instagram e outros sites de compartilhamento de fotos. “Se sentir-se bela(o) é componente vital da nossa autoestima, parece-nos bastante relevante que a proximidade, a identificação, despontem como parte desta construção do que é beleza para cada um de nós”, diz Miriam.

A pesquisa on-line foi realizada com 19 mil entrevistados em 27 países, incluindo o Brasil, entre 19 de abril e 3 de maio de 2019. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 p.p.

Fonte: Ipsos

Combate à violência infantil: crianças brasileiras querem ser ouvidas, aponta estudo

No país, 70% das crianças não se sentem protegidas contra maus-tratos, índice superior à média mundial, que é de 40%

A violência contra crianças é um grave problema nacional que ultrapassa gerações, classe social, cultura, gênero e status socioeconômico. No Brasil, 67% dos meninos e meninas com idades entre 10 e 12 anos não se sentem suficientemente protegidos contra a violência. O percentual é superior ao verificado mundialmente, que é de 40%.

É o que revela o estudo do ChildFund Brasil, agência humanitária internacional de proteção e assistência a crianças, adolescentes, jovens e famílias em situação de pobreza no país. O levantamento é um recorte nacional da pesquisa Small Voices Big Dreams 2019, realizada pelo ChildFund Alliance com quase 5.500 crianças com idades entre 10 e 12 anos de 15 países diferentes.

Para aprofundar a realidade brasileira, o ChildFund Brasil ouviu a opinião de 722 meninos e meninas nos estados em que atua: Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Amazonas, Piauí, Bahia e Goiás.

Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é que, no Brasil, 90% dos meninos e meninas entrevistados rejeitam a violência física como um instrumento de educação. No levantamento global, esse percentual é de 69%.

Também há diferença entre os dados mundiais e brasileiros quanto à percepção sobre as ações de políticos e governantes para proteger as crianças contra a violência. No Brasil, menos de 3% das crianças acreditam que eles cumprem seu papel, contra 18,1% no mundo.

“Em regiões socialmente vulneráveis do Brasil, é possível observar aspectos mais agravantes com relação à prática de maus-tratos. Compreender todas as dimensões da violência e, principalmente, ouvir as expectativas e concepções das crianças é fundamental para erradicá-la”, afirma Águeda Barreto, assessora de Advocacy e Comunicação do ChildFund Brasil.

É preciso ouvir as crianças

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No Brasil, 26% dos meninos e meninas entrevistados acreditam que as opiniões infantis não são consideradas em questões que lhes dizem respeito. “O dado é preocupante, tendo em vista que a prevenção e o combate da violência contra as crianças exigem o reconhecimento e o respeito pelos direitos delas como indivíduos capazes de agir de forma autônoma e eficaz diante de situações que os afetam diretamente”, reforça Águeda.

O estudo aponta que, para prevenir e combater a violência, é essencial que os adultos ofereçam atenção, apoio e carinho às crianças, reconhecendo os seus direitos.

As principais causas da violência infantil, na avaliação das crianças brasileiras, são o fato de serem indefesas, a falta de conhecimento dos direitos que elas possuem e a perda de autocontrole dos adultos devido ao uso de substâncias.

Algumas das principais conclusões do estudo:

=De acordo com 83% dos entrevistados, os adultos deveriam amar mais as crianças: a oferta de atenção, apoio e carinho às crianças, por parte dos adultos, é um fator-chave na prevenção e no combate à violência;
=52% não concordam com a ideia de que as crianças não podem fazer nada para pôr fim à violência: a atitude delas, seja de denúncia seja de organização, constitui um importante mecanismo para prevenir a violência;
=Mais de 30% acreditam que as crianças não são suficientemente protegidas contra a violência no país em que vivem;
=A maioria das crianças percebe as ruas da vizinhança, praças, parques e transporte público como lugares de maior risco de violência;
=82% dos respondentes concordam que é mais comum meninas sofrerem maus-tratos ou outras formas de violência do que os meninos.

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Fonte: ChildFund Brasil

Pesquisa brasileira relaciona folha de pitangueira ao combate do Alzheimer

Encontrar medicamentos e compostos que ajudem a tratar e prevenir a doença de Alzheimer, caracterizada pela deterioração cognitiva e perda de memória, é um desafio para a ciência. Desde 1998, segundo a Associação Internacional de Alzheimer (ADI), mais de 100 remédios foram testados, mas apenas quatro mostram algum benefício contra a enfermidade, que atinge 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo – 1,2 milhão somente no Brasil.

Preocupados com o tema, pesquisadores do Mestrado e Doutorado em Biotecnologia da Universidade Positivo desenvolvem uma linha de pesquisa que investiga o potencial de substâncias que podem ajudar na luta contra a doença, em especial os compostos naturais, que apresentam menos efeitos colaterais. E eles descobriram que uma árvore típica brasileira, a pitangueira, pode ser uma boa aliada no combate ao Alzheimer.

“Observamos que o extrato das folhas da pitangueira, que possui diversas propriedades medicinais, como antioxidantes e anti-inflamatórias, apresenta um efeito neuroprotetor, prevenindo prejuízos de memória em ratos de laboratório”, disse o biólogo Ilton Santos da Silva, professor do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Positivo e responsável pela pesquisa, feita em parceria com estudantes.

Metodologia

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Foto: Universidade Positivo

Para chegar às respostas obtidas com o estudo, Silva e seus alunos de graduação e pós-graduação utilizaram ratos de laboratório que apresentam características semelhantes à doença de Alzheimer. “Vale ressaltar que o trabalho foi aprovado previamente pelo Comitê de Ética em Uso de Animais em Pesquisa da Universidade Positivo e seguiu as recomendações do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea) para garantir toda cautela e cuidados éticos com os animais”, enfatiza o pesquisador.

Parte dos ratos recebeu uma substância que induz prejuízos e sintomas do Alzheimer e, então, foram tratados com o extrato das folhas da pitangueira por trinta dias. Depois eles passaram por uma série de avaliações de memória em labirintos construídos especificamente para esse fim. “Os resultados mostram que os animais com os sintomas da doença tratados com o extrato da folha de pitangueira foram capazes de manter a memória sobre experiências prévias no labirinto tão bem quanto os animais saudáveis”, disse Silva.

Ineditismo

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O artigo científico referente à descoberta foi aceito para publicação em revista especializada e deve estar disponível nas bases de dados nos próximos meses. Segundo Silva, é o primeiro estudo que investiga o uso das folhas de pitangueira na área de neuroproteção, um campo de pesquisa que busca formas de tratamento para reduzir ou evitar a perda de neurônios, que é comum ao envelhecimento e mais ainda no caso de doenças neurodegenerativas.

“A descoberta é um grande começo e abre um leque de possibilidades para a pesquisa na comunidade científica, que pode investigar mais detalhadamente os mecanismos de ação dessas substâncias naturais, com grande disponibilidade no Brasil”, afirmou o professor.

Fonte: Universidade Positivo

Pesquisa mostra que pacientes recebem informações falsas sobre diagnósticos na internet

Apesar da facilidade, informações genéricas podem preocupar sem necessidade ou tratar como insignificante um problema sério de saúde

Uma dor de barriga ou de cabeça que não passa e você corre para o Google para ler sobre o assunto, certo? O que pode parecer uma facilidade em conseguir informações sobre doenças, também pode na verdade ser um dos maiores vilões nesse caso, porque além de sermos “máquinas complexas” e termos históricos únicos de vida, o site de busca não é um médico, e isso faz toda a diferença.

Um pesquisa realizada com 570 médicos registrados na Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que ao final descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% desses profissionais notaram um aumento desses casos, ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são fidedignas.

celular redes sociais

Por exemplo, uma dor de cabeça no campo de busca do Google pode trazer diagnósticos de febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou, no pior dos casos, passar uma falsa sensação de tranquilidade. Esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem preocupados com o que eles estão chamando de “cibercondríacos”, aqueles pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

“Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações contidas ali não substituem uma consulta médica. Aqui mora o principal problema das pesquisas na internet: as informações acerca de uma condição de saúde ou doença disponíveis online muitas vezes são tratadas como diagnóstico pelo usuário”, diz Frederic Llordachs, médico cofundador da Doctoralia.

De acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. As razões que levam as pessoas a pesquisarem seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

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Mas, 9 a cada 10 médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. “Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo, ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é feito em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado”, explica Llordachs.

Mas há como ter tudo isso com um respaldo profissional. A Doctoralia, por exemplo, é uma plataforma gratuita para pacientes na qual um médico especialista, ou vários, respondem em até 48h qualquer pergunta sobre saúde em diversas especialidades. Além disso, o sistema busca um médico que esteja próximo da sua localidade e já apresenta os horários disponíveis para o agendamento da consulta.

O diferencial é enorme, afinal de contas existe um profissional lendo a pergunta do usuário, ou seja, uma personalização de atendimento online e não uma informação colocada da mesma maneira para milhares de visitantes diferentes de um site. A pergunta do usuário é enviada para todos os especialistas compatíveis que estão cadastrados no site, dessa forma, o remetente pode receber mais de uma avaliação, algo impossível de se fazer fisicamente em apenas 48h.

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Na Doctoralia, o usuário pode inclusive fazer sua pergunta de forma anônima, o que em alguns casos nos quais a descrição dos sintomas podem constranger a pessoa é uma ferramenta bastante interessante. A dica do site na hora de perguntar é simples: faça uma pergunta de saúde clara, objetiva, seja breve. Dessa forma a resposta pode ser muito mais assertiva do que sua pesquisa no “Dr. Google” e você pode evitar uma dor de cabeça maior ainda.

Pesquisa Mary Kay mostra impacto de antioxidantes e vitamina C na saúde da pele

Mary Kay apresenta descobertas de dois estudos de pesquisa na Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos e no 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa

Mary Kay Inc, empresa global de beleza e líder em inovação em cuidados com a pele, continua apoiando a beleza e as comunidades científicas com a sua participação em duas conferências mundiais de dermatologia recentemente. Mary Kay participou da renomada Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos (RADLA) durante os dias 4 a 7 de maio, em Buenos Aires, na Argentina, onde apresentou as descobertas dos efeitos da poluição na saúde da pele.

A empresa também foi patrocinadora do 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa (SID, na sigla em inglês) em Chicago, de 8 a 11 de maio, onde divulgou as mais recentes pesquisas sobre como cinco extratos de frutas conhecidos por conter vitamina C agem para melhorar a aparência da pele.

Durante a 37ª conferência, os principais especialistas em cuidados com a pele do mundo todo se reuniram para explorar diversos tópicos, incluindo o impacto dos fatores ambientais externos que agridem a saúde da pele. Mary Kay apresentou a pesquisa com foco nas preocupações com a pele relacionadas às partículas de exaustão do diesel (PED) no meio ambiente.

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A exposição contínua às PEDs provoca o aumento dos radicais livres nas células da pele, podendo basicamente impactar os sinais prematuros de envelhecimento, como as manchas escuras e o aspecto opaco. A Mary Kay também apresentou as descobertas sobre um complexo antioxidante que pode ajudar a retardar os sinais de envelhecimento relacionados com os efeitos nocivos da PED. Esta tecnologia inovadora, presente na linha Mary Kay de cuidados com a pele TimeWise Miracle Set 3D, com patente pendente, oferece um poderosa rotina contra os radicais livres, utilizando uma abordagem exclusiva e tridimensional para combater o envelhecimento da pele.

“Os cientistas da Mary Kay passaram anos pesquisando inovadores ingredientes para desenvolver a nova coleção de cuidados com a pele que combate os radicais livres e ajuda a retardar a manifestação dos sinais precoces de envelhecimento decorrentes dos inevitáveis estressores ambientais e de estilo de vida, como a exaustão dos automóveis e a poluição do ar”, disse Lucy Gildea, Cientista Chefe da Mary Kay Inc.

Ao participar da conferência da SID, Tiffany Carle, cientista chefe adjunta da Mary Kay, apresentou as novas informações coletadas, quando analisou um sérum contendo cinco extratos de frutas ricos em vitamina C e seus efeitos na pele. Como parte deste estudo, pesquisadores da Mary Kay trataram um tecido artificial com este sérum e utilizaram uma abordagem genômica para entender como o sérum afetava a pele.

Esta avaliação genômica revelou o envolvimento de quatro principais classes de genes importantes para a firmeza da pele. Ainda, o estudo mostrou que o tratamento com sérum aumentava a produção de proteínas da matriz dérmica e das lamininas que dão firmeza à pele. Este estudo confirma como o sérum funciona para ajudar a melhorar a aparência da flacidez e textura da pele.

A equipe de pesquisa e desenvolvimento da Mary Kay é formada por destacados cientistas com doutorado e outros diplomas avançados em diversas disciplinas: biologia da pele, biologia celular, química, bioquímica etc. Esta equipe de cientistas está dedicada a conduzir pesquisas de ponta e compartilhar as descobertas importantes relacionadas à saúde da pele com as comunidades científicas e de beleza como um todo.

“Nossa equipe de Pesquisa e Desenvolvimento está comprometida com o desenvolvimento tecnológico de nossos produtos para que possamos ajudar a melhorar a saúde da pele e tornar todas as mulheres mais confiantes com suas aparências”, disse Lucy. “A participação em eventos como Radla e SID nos permite aprender e compartilhar importantes pesquisas para que continuemos gerando benefícios significativos e excelentes produtos para os consumidores”.

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Todos os anos, a Mary Kay realiza centenas de milhares de testes científicos em produtos e ingredientes para garantir os mais elevados padrões de segurança, qualidade e desempenho. A Mary Kay detém mais de 1.500 patentes de produtos, tecnologias e designs de embalagens em seu portfólio global. Recentemente, a empresa anunciou a abertura de um novo centro de pesquisa, desenvolvimento e fabricação no valor de mais de 100 milhões de dólares, em Lewisville, no Texas.

Fonte: Mary Kay

Pesquisas mostram que cerveja pode fazer bem à saúde

Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.  É isso mesmo que você leu, a cerveja, consumida com moderação, faz bem à saúde. A seguir,  confira alguns dos benefícios:

Combate à gripe

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Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes capazes de inibir a multiplicação do vírus, contribuindo além do combate à gripe, também para a prevenção da pneumonia.

Diminui a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer

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A cerveja pode reduzir em até 23% a probabilidade da pessoa sofrer disfunção cognitiva ou doença de Alzheimer na velhice. Essa informação pode ser encontrada em um estudo publicado em 2011 pela Universidade de Lyola, nos EUA.

Ajuda a controla o colesterol

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Nas cervejas escuras, principalmente, existe fibra solúvel. Elas são responsáveis por reduzir os níveis de colesterol LDL e, com isso, diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

Diminui o envelhecimento precoce

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Foto: Ulleo/Pixabay

A cerveja possui um polifenol em seu lúpulo, o xanthohumol, com propriedade antioxidante, impedindo a ação danosa dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. Isso foi apontado em um estudo da Universidade de Lanzhou, na China, divulgado em 2015 pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry, essa propriedade beneficia, inclusive, as células cerebrais.

Diminui o risco de diabetes tipo 2

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Foram analisados 38.000 profissionais de saúde masculinos na Holanda e foi descoberto que o consumo moderado de cerveja diminui, ao longo de quatro anos, a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2.

Ajuda a fortalecer os ossos

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A cerveja pode beneficiar a saúde dos ossos e do tecido conjuntivo, tudo por conta do silício presente na bebida, que ajuda a melhorar a densidade óssea, segundo um estudo do Kings College, em Londres. A substância, encontrada no grão da cevada, é mais abundante nas cervejas do tipo ales e nas lagers.

Possui menos calorias que um suco de laranja

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Um copo de cerveja possui 120 calorias, contra 180 calorias num copo de copo de laranja sem açúcar.

Ajuda a tratar a insônia

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O efeito sedativo da cerveja, de acordo com uma pesquisa realizada pela University of Extremadura, na Espanha, pode ser ideal para o tratamento de insônia e distúrbios associados ao sono, já que o lúpulo presente na bebida aumenta a atividade do neurotransmissor Gaba, substância que apresenta efeito sedativo e diminui a ação do sistema nervoso, preparando o organismo para um sono tranquilo.

É a bebida alcoólica mais nutritiva

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A cerveja é a bebida que possui mais possui compostos nutritivos, principalmente vitaminas do complexo B, minerais como fósforo, selênio, magnésio e algumas fibras solúveis.

Previne o surgimento de doenças cardiovasculares

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A revista científica The Lancet publicou um estudo holandês que constatou que pessoas que bebem cerveja regularmente apresentam taxas de vitamina B6 cerca de 30% mais altas quando comparadas a exames de outros que não costumam consumir a bebida. A vitamina B6 é responsável por ajudar a eliminar a homocisteína, substância que, em excesso, contribui para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Existe também uma pesquisa do Centro de Pesquisa Cardiovascular de Barcelona, na Espanha, que demonstrou que a cerveja possui efeito protetor do sistema cardiovascular, reduzindo a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio.

Melhora o sistema imunológico

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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resistente a algumas infecções, conforme um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism.

Aumenta a criatividade

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Segundo um estudo publicado no jornal Consciousness and Cognition, o consumo de cerveja com moderação faz com que as pessoas fiquem mais espertas e criativas.

Ótimo remédio contra pedras nos rins

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Como todos sabem, a cerveja é , reconhecidamente diurética, estimulando o fluxo de urina , agora uma pesquisa da Harvard School of Public Health mostrou que a bebida pode reduzir sensivelmente o risco de formação dos cálculos renais, até em proporção maior do que chá.

Cerveja é um produto natural

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Cevada – Foto: Pixabay

Por norma, a cerveja não tem corantes nem conservantes, é produzida a partir de elementos naturais, como água, grãos de cevada maltados e lúpulo, sendo que este último é o responsável pelo sabor e aroma desta bebida.

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Depois de demonstrados todos os benefícios, quando consumida em moderação, só nos resta concluir que uma visita ao La Rambla Mooca, com suas 16 torneiras de chope artesanal, é praticamente como uma visita a um spa, só vai trazer benefícios para sua saúde.

La Rambla Rua Conde Prates, 620, Mooca

Estudo faz raio-x do comportamento da geração de mais de 50 anos

O Grupo Bradesco Seguros realizou no último dia 24, em São Paulo, o segundo encontro do ‘Diálogos da Longevidade’, cujo objetivo é discutir os impactos de um tema cada vez mais urgente para a vida de todos: a longevidade.

O evento contou com a participação de Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, e de Alexandre Kalache, gerontólogo e presidente do ILC (Centro Institucional da Longevidade, em português). Na ocasião, foi apresentada uma pesquisa inédita sobre o tema. O estudo ‘Longeratividade’ identificou quem são os brasileiros 50+, como eles se comportam nessa fase da vida e se relacionam com as questões financeiras, mapeando hábitos tecnológicos, saúde, lazer e profissão, além de avaliar o grande potencial de consumo desse público.

“A população 50+ tem espírito jovem e está ciente que pode ter uma vida plena e ativa. Esse público mais maduro é muito representativo, são 54 milhões de brasileiros, ou seja, um quarto da população. Não é preciso explicar quão relevantes são para a sociedade e para o mercado”, revela Renato Meirelles.

“De forma pioneira entre as empresas brasileiras, a Bradesco Seguros firmou em 2004 sua aposta no tema Longevidade, tornando-se uma referência nacional através de múltiplas iniciativas. Nestes 15 anos, a expectativa de vida do brasileiro cresceu cerca de 5 anos. E o subgrupo populacional que mais rapidamente cresce é precisamente o dos 50+, objeto dessa pesquisa pioneira, apoiada pela Bradesco Seguros, que nos ajudará, a todos, na formulação de políticas e intervenções que possibilitem um último terço de nossas vidas mais produtivo prazeroso. Ganhamos todos.”, comenta Kalache.

Realizada pelo Instituto Locomotiva a pesquisa ‘Longeratividade’ analisou dados secundários e bancos de dados próprios de um público de mais de 50 anos, além de uma pesquisa online com 2184 mil pessoas a partir de 16 anos, em 2018.

Envelhecimento e Expectativas de Vida

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O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expectativa de vida dos brasileiros está cada vez maior. Enquanto em 1940 era de pouco mais de 40 anos, hoje ultrapassa 75 anos e deverá superar 81 anos em 2050. Hoje, temos 54 milhões de brasileiros com mais de 50 anos, ou seja, um quarto da população. Até 2050, 43% da população terá 50 anos ou mais – serão aproximadamente 98 milhões de pessoas.

A pesquisa ‘Longeratividade’ aponta que essa expectativa também faz parte do sentimento da população: sete em cada dez entrevistados acreditam que viverão até os 80 anos ou mais. Entre os 50+, apenas 10% se consideram velhos, e o principal medo que esse público tem em relação ao envelhecimento são as mudanças no corpo e a falta de dinheiro.

Finanças, Saúde e Bem-Estar

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Os brasileiros 50+ movimentam em renda um valor de R$ 1,8 trilhão ao ano (metade dessa renda vem do trabalho). Ou seja, são um público com grande potencial de consumo. Segundo dados da pesquisa, nos próximos 12 meses esse público pretende comprar móveis para casa (30% ou 9,8 milhões de pessoas), smartphone (12% ou 6,5 milhões), geladeira e notebook (11% ou 3,6 milhões) e máquina de lavar – (9% ou 2,9 milhões).

A pesquisa aponta ainda que 18% ou 9,7 milhões pretendem viajar de avião para algum destino no Brasil, 10% ou 5,4 milhões querem fazer curso profissionalizante, 6% ou 3,2 milhões pretendem fazer faculdade e 4% ou 2,2 milhões querem fazer uma viagem internacional.

No entanto, mais da metade afirma que não está fácil pagar as contas atualmente. 82% se preocupam com o futuro e 69% dizem ter atualmente uma condição financeira menos favorável do que imaginavam ter nessa idade. Apenas 35% tem algum dinheiro guardado.

O estudo também abordou a relação dos 50+ com as empresas e descobriu que 77% deles afirmam que as pessoas que aparecem nas propagandas comerciais costumam ser muito diferentes delas. Já 87% desse público gostaria de ser mais ouvido pelas empresas.

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A porcentagem de brasileiros 50+ que estão conectados à internet atualmente é de 28%. Porém, entre os já conectados e digitalizados, a maioria acessa a internet todos os dias, e 85% utilizada Facebook e WhatsApp.

No aspecto saúde e bem-estar, para os 50+ ter uma alimentação saudável, fazer exames preventivos e evitar o estresse são fatores que contribuem para uma vida longeva e de qualidade. A grande maioria tem a percepção de gastar demais com a própria saúde.

Fonte: Grupo Bradesco Seguros

Pesquisa Avon & Ibope revela dados sobre os cuidados da brasileira com o rosto

Estudo evidenciou que menos de 1/3 das brasileiras relacionam ritual de cuidado da pele com rotina de beleza

Com as mulheres alcançando cada vez mais poder, velhos padrões perdem espaço e práticas do dia a dia ganham novos significados. Os hábitos de beleza, por exemplo, se aproximam mais de um momento de prazer do que de obrigação. Foi o que confirmou a Avon em pesquisa feita em parceria com o instituto Ibope Conecta. O estudo ouviu as brasileiras e mostrou, entre outros resultados, que 83% das mulheres cuidam da pele motivadas por um sentimento positivo de prazer, ainda que elas reconheçam que esse cuidado é necessário.

A pesquisa “A relação das brasileiras com a pele do rosto” investigou os hábitos, sentimentos e atitudes de 1.000 mulheres entre 25 e 60 anos, de todas as regiões do Brasil. Cerca de 48% do total respondeu que os sentimentos de bem-estar e saúde são os mais importantes em relação ao cuidado do rosto, enquanto que apenas 27% destacaram que cuidam da pele para se sentirem mais bonitas.

Por outro lado, o estudo aponta que 6 em cada 10 mulheres estão insatisfeitas com a pele do rosto. Entre as insatisfeitas, as jovens são maioria – 61% têm esse sentimento. Além disso, o envelhecimento não é um processo tranquilo, 56% estão preocupadas ou tentando minimizar os sinais do rosto. No entanto, para grande parte delas ainda existe o desafio de estabelecer uma rotina de cuidados com a pele. Mesmo as mulheres que se dizem preocupadas – 36% das entrevistas – possuem dificuldades em estabelecer uma prática diária. Já outra parte significativa (34%) respondeu que investe apenas em cuidados básicos e quando lembram.

Quando o assunto é tratamento, existe uma percepção de busca por soluções que destaquem uma beleza natural. Nas clínicas, os recursos mais buscados são limpeza de pele (55%) e esfoliação (41%), por outro lado, procedimentos reparativos como toxina botulínica, representam menos de 10%. Para os cuidados home care, o estudo mostrou que as entrevistadas priorizam a limpeza e a proteção solar, mas deixam de lado os procedimentos de tratamento como hidratantes e antissinais.

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“Esse dado reforça o papel educacional da Avon no apoio das mulheres no desafio de estabelecer um ritual diário mínimo de 3 passos básicos de cuidado com a pele. Nosso objetivo é atender as expectativas desse novo perfil de mulheres que priorizam cada vez mais soluções que sejam acessíveis e práticas de serem incorporadas no dia a dia”, diz Denise Figueiredo, diretora de marketing da categoria de skincare da Avon.

Além de constatar um novo padrão de comportamento, o estudo também mostrou que face care é um tema que as mulheres leem, mas não necessariamente entendem. Entre as entrevistadas, as mais jovens são as que menos conhecem o próprio tipo de pele e os cuidados necessários. E mesmo entre as entrevistas que sabem o tipo de pele que têm, 38% não sabem o cuidado que devem ter. Isso é refletido nos hábitos de cuidado, já que quase 1/3 das mulheres usa apenas água ou o sabonete do corpo para a limpeza da pele do rosto.

Novo Renew Vitamina C

A pesquisa “A relação das brasileiras com a pele do rosto” foi desenvolvida para o lançamento do Super Concentrado Renew Vitamina C. O estudo revelou que 80% das mulheres entrevistadas nunca ouviu falar ou experimentou Vitamina C para o rosto. “A Vitamina C é um nutriente fundamental para uma pele macia e radiante. Ela é capaz de combater os radicais livres, melhorar a textura, uniformizar o tom e reduzir as linhas de expressão do rosto”, explica Denise Figueiredo.

Para obter esses benefícios, a fórmula de Renew Vitamina C apresenta a tecnologia Effective C, com concentração de 10% de Vitamina C pura e estabilizada, que garante a preservação da fórmula ativa da primeira até a última gota do frasco.

Como funciona

Aplique Renew Vitamina C pela manhã ou à noite, na pele limpa e seca. Dispense 3 gotas do super concentrado na palma das mãos e, com as pontas dos dedos, espalhe suavemente no rosto, com movimentos de baixo para cima e de dentro para fora, evitando a área dos olhos. Deixe absorver completamente antes de aplicar seus produtos diurnos ou noturnos.

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Renew Vitamina C Super Concentrado Antioxidante – Preço sugerido de R$ 95,90

Onde encontrar: por meio das revendedoras Avon pelo Brasil, via Rappi para as consumidoras de São Paulo e Rio de Janeiro, e também pelo site.