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Pesquisa Mary Kay mostra impacto de antioxidantes e vitamina C na saúde da pele

Mary Kay apresenta descobertas de dois estudos de pesquisa na Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos e no 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa

Mary Kay Inc, empresa global de beleza e líder em inovação em cuidados com a pele, continua apoiando a beleza e as comunidades científicas com a sua participação em duas conferências mundiais de dermatologia recentemente. Mary Kay participou da renomada Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos (RADLA) durante os dias 4 a 7 de maio, em Buenos Aires, na Argentina, onde apresentou as descobertas dos efeitos da poluição na saúde da pele.

A empresa também foi patrocinadora do 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa (SID, na sigla em inglês) em Chicago, de 8 a 11 de maio, onde divulgou as mais recentes pesquisas sobre como cinco extratos de frutas conhecidos por conter vitamina C agem para melhorar a aparência da pele.

Durante a 37ª conferência, os principais especialistas em cuidados com a pele do mundo todo se reuniram para explorar diversos tópicos, incluindo o impacto dos fatores ambientais externos que agridem a saúde da pele. Mary Kay apresentou a pesquisa com foco nas preocupações com a pele relacionadas às partículas de exaustão do diesel (PED) no meio ambiente.

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A exposição contínua às PEDs provoca o aumento dos radicais livres nas células da pele, podendo basicamente impactar os sinais prematuros de envelhecimento, como as manchas escuras e o aspecto opaco. A Mary Kay também apresentou as descobertas sobre um complexo antioxidante que pode ajudar a retardar os sinais de envelhecimento relacionados com os efeitos nocivos da PED. Esta tecnologia inovadora, presente na linha Mary Kay de cuidados com a pele TimeWise Miracle Set 3D, com patente pendente, oferece um poderosa rotina contra os radicais livres, utilizando uma abordagem exclusiva e tridimensional para combater o envelhecimento da pele.

“Os cientistas da Mary Kay passaram anos pesquisando inovadores ingredientes para desenvolver a nova coleção de cuidados com a pele que combate os radicais livres e ajuda a retardar a manifestação dos sinais precoces de envelhecimento decorrentes dos inevitáveis estressores ambientais e de estilo de vida, como a exaustão dos automóveis e a poluição do ar”, disse Lucy Gildea, Cientista Chefe da Mary Kay Inc.

Ao participar da conferência da SID, Tiffany Carle, cientista chefe adjunta da Mary Kay, apresentou as novas informações coletadas, quando analisou um sérum contendo cinco extratos de frutas ricos em vitamina C e seus efeitos na pele. Como parte deste estudo, pesquisadores da Mary Kay trataram um tecido artificial com este sérum e utilizaram uma abordagem genômica para entender como o sérum afetava a pele.

Esta avaliação genômica revelou o envolvimento de quatro principais classes de genes importantes para a firmeza da pele. Ainda, o estudo mostrou que o tratamento com sérum aumentava a produção de proteínas da matriz dérmica e das lamininas que dão firmeza à pele. Este estudo confirma como o sérum funciona para ajudar a melhorar a aparência da flacidez e textura da pele.

A equipe de pesquisa e desenvolvimento da Mary Kay é formada por destacados cientistas com doutorado e outros diplomas avançados em diversas disciplinas: biologia da pele, biologia celular, química, bioquímica etc. Esta equipe de cientistas está dedicada a conduzir pesquisas de ponta e compartilhar as descobertas importantes relacionadas à saúde da pele com as comunidades científicas e de beleza como um todo.

“Nossa equipe de Pesquisa e Desenvolvimento está comprometida com o desenvolvimento tecnológico de nossos produtos para que possamos ajudar a melhorar a saúde da pele e tornar todas as mulheres mais confiantes com suas aparências”, disse Lucy. “A participação em eventos como Radla e SID nos permite aprender e compartilhar importantes pesquisas para que continuemos gerando benefícios significativos e excelentes produtos para os consumidores”.

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Todos os anos, a Mary Kay realiza centenas de milhares de testes científicos em produtos e ingredientes para garantir os mais elevados padrões de segurança, qualidade e desempenho. A Mary Kay detém mais de 1.500 patentes de produtos, tecnologias e designs de embalagens em seu portfólio global. Recentemente, a empresa anunciou a abertura de um novo centro de pesquisa, desenvolvimento e fabricação no valor de mais de 100 milhões de dólares, em Lewisville, no Texas.

Fonte: Mary Kay

Pesquisas mostram que cerveja pode fazer bem à saúde

Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.  É isso mesmo que você leu, a cerveja, consumida com moderação, faz bem à saúde. A seguir,  confira alguns dos benefícios:

Combate à gripe

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Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes capazes de inibir a multiplicação do vírus, contribuindo além do combate à gripe, também para a prevenção da pneumonia.

Diminui a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer

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A cerveja pode reduzir em até 23% a probabilidade da pessoa sofrer disfunção cognitiva ou doença de Alzheimer na velhice. Essa informação pode ser encontrada em um estudo publicado em 2011 pela Universidade de Lyola, nos EUA.

Ajuda a controla o colesterol

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Nas cervejas escuras, principalmente, existe fibra solúvel. Elas são responsáveis por reduzir os níveis de colesterol LDL e, com isso, diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

Diminui o envelhecimento precoce

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Foto: Ulleo/Pixabay

A cerveja possui um polifenol em seu lúpulo, o xanthohumol, com propriedade antioxidante, impedindo a ação danosa dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. Isso foi apontado em um estudo da Universidade de Lanzhou, na China, divulgado em 2015 pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry, essa propriedade beneficia, inclusive, as células cerebrais.

Diminui o risco de diabetes tipo 2

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Foram analisados 38.000 profissionais de saúde masculinos na Holanda e foi descoberto que o consumo moderado de cerveja diminui, ao longo de quatro anos, a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2.

Ajuda a fortalecer os ossos

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A cerveja pode beneficiar a saúde dos ossos e do tecido conjuntivo, tudo por conta do silício presente na bebida, que ajuda a melhorar a densidade óssea, segundo um estudo do Kings College, em Londres. A substância, encontrada no grão da cevada, é mais abundante nas cervejas do tipo ales e nas lagers.

Possui menos calorias que um suco de laranja

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Um copo de cerveja possui 120 calorias, contra 180 calorias num copo de copo de laranja sem açúcar.

Ajuda a tratar a insônia

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O efeito sedativo da cerveja, de acordo com uma pesquisa realizada pela University of Extremadura, na Espanha, pode ser ideal para o tratamento de insônia e distúrbios associados ao sono, já que o lúpulo presente na bebida aumenta a atividade do neurotransmissor Gaba, substância que apresenta efeito sedativo e diminui a ação do sistema nervoso, preparando o organismo para um sono tranquilo.

É a bebida alcoólica mais nutritiva

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A cerveja é a bebida que possui mais possui compostos nutritivos, principalmente vitaminas do complexo B, minerais como fósforo, selênio, magnésio e algumas fibras solúveis.

Previne o surgimento de doenças cardiovasculares

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A revista científica The Lancet publicou um estudo holandês que constatou que pessoas que bebem cerveja regularmente apresentam taxas de vitamina B6 cerca de 30% mais altas quando comparadas a exames de outros que não costumam consumir a bebida. A vitamina B6 é responsável por ajudar a eliminar a homocisteína, substância que, em excesso, contribui para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Existe também uma pesquisa do Centro de Pesquisa Cardiovascular de Barcelona, na Espanha, que demonstrou que a cerveja possui efeito protetor do sistema cardiovascular, reduzindo a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio.

Melhora o sistema imunológico

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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resistente a algumas infecções, conforme um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism.

Aumenta a criatividade

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Segundo um estudo publicado no jornal Consciousness and Cognition, o consumo de cerveja com moderação faz com que as pessoas fiquem mais espertas e criativas.

Ótimo remédio contra pedras nos rins

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Como todos sabem, a cerveja é , reconhecidamente diurética, estimulando o fluxo de urina , agora uma pesquisa da Harvard School of Public Health mostrou que a bebida pode reduzir sensivelmente o risco de formação dos cálculos renais, até em proporção maior do que chá.

Cerveja é um produto natural

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Cevada – Foto: Pixabay

Por norma, a cerveja não tem corantes nem conservantes, é produzida a partir de elementos naturais, como água, grãos de cevada maltados e lúpulo, sendo que este último é o responsável pelo sabor e aroma desta bebida.

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Depois de demonstrados todos os benefícios, quando consumida em moderação, só nos resta concluir que uma visita ao La Rambla Mooca, com suas 16 torneiras de chope artesanal, é praticamente como uma visita a um spa, só vai trazer benefícios para sua saúde.

La Rambla Rua Conde Prates, 620, Mooca

Estudo faz raio-x do comportamento da geração de mais de 50 anos

O Grupo Bradesco Seguros realizou no último dia 24, em São Paulo, o segundo encontro do ‘Diálogos da Longevidade’, cujo objetivo é discutir os impactos de um tema cada vez mais urgente para a vida de todos: a longevidade.

O evento contou com a participação de Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, e de Alexandre Kalache, gerontólogo e presidente do ILC (Centro Institucional da Longevidade, em português). Na ocasião, foi apresentada uma pesquisa inédita sobre o tema. O estudo ‘Longeratividade’ identificou quem são os brasileiros 50+, como eles se comportam nessa fase da vida e se relacionam com as questões financeiras, mapeando hábitos tecnológicos, saúde, lazer e profissão, além de avaliar o grande potencial de consumo desse público.

“A população 50+ tem espírito jovem e está ciente que pode ter uma vida plena e ativa. Esse público mais maduro é muito representativo, são 54 milhões de brasileiros, ou seja, um quarto da população. Não é preciso explicar quão relevantes são para a sociedade e para o mercado”, revela Renato Meirelles.

“De forma pioneira entre as empresas brasileiras, a Bradesco Seguros firmou em 2004 sua aposta no tema Longevidade, tornando-se uma referência nacional através de múltiplas iniciativas. Nestes 15 anos, a expectativa de vida do brasileiro cresceu cerca de 5 anos. E o subgrupo populacional que mais rapidamente cresce é precisamente o dos 50+, objeto dessa pesquisa pioneira, apoiada pela Bradesco Seguros, que nos ajudará, a todos, na formulação de políticas e intervenções que possibilitem um último terço de nossas vidas mais produtivo prazeroso. Ganhamos todos.”, comenta Kalache.

Realizada pelo Instituto Locomotiva a pesquisa ‘Longeratividade’ analisou dados secundários e bancos de dados próprios de um público de mais de 50 anos, além de uma pesquisa online com 2184 mil pessoas a partir de 16 anos, em 2018.

Envelhecimento e Expectativas de Vida

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O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expectativa de vida dos brasileiros está cada vez maior. Enquanto em 1940 era de pouco mais de 40 anos, hoje ultrapassa 75 anos e deverá superar 81 anos em 2050. Hoje, temos 54 milhões de brasileiros com mais de 50 anos, ou seja, um quarto da população. Até 2050, 43% da população terá 50 anos ou mais – serão aproximadamente 98 milhões de pessoas.

A pesquisa ‘Longeratividade’ aponta que essa expectativa também faz parte do sentimento da população: sete em cada dez entrevistados acreditam que viverão até os 80 anos ou mais. Entre os 50+, apenas 10% se consideram velhos, e o principal medo que esse público tem em relação ao envelhecimento são as mudanças no corpo e a falta de dinheiro.

Finanças, Saúde e Bem-Estar

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Os brasileiros 50+ movimentam em renda um valor de R$ 1,8 trilhão ao ano (metade dessa renda vem do trabalho). Ou seja, são um público com grande potencial de consumo. Segundo dados da pesquisa, nos próximos 12 meses esse público pretende comprar móveis para casa (30% ou 9,8 milhões de pessoas), smartphone (12% ou 6,5 milhões), geladeira e notebook (11% ou 3,6 milhões) e máquina de lavar – (9% ou 2,9 milhões).

A pesquisa aponta ainda que 18% ou 9,7 milhões pretendem viajar de avião para algum destino no Brasil, 10% ou 5,4 milhões querem fazer curso profissionalizante, 6% ou 3,2 milhões pretendem fazer faculdade e 4% ou 2,2 milhões querem fazer uma viagem internacional.

No entanto, mais da metade afirma que não está fácil pagar as contas atualmente. 82% se preocupam com o futuro e 69% dizem ter atualmente uma condição financeira menos favorável do que imaginavam ter nessa idade. Apenas 35% tem algum dinheiro guardado.

O estudo também abordou a relação dos 50+ com as empresas e descobriu que 77% deles afirmam que as pessoas que aparecem nas propagandas comerciais costumam ser muito diferentes delas. Já 87% desse público gostaria de ser mais ouvido pelas empresas.

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A porcentagem de brasileiros 50+ que estão conectados à internet atualmente é de 28%. Porém, entre os já conectados e digitalizados, a maioria acessa a internet todos os dias, e 85% utilizada Facebook e WhatsApp.

No aspecto saúde e bem-estar, para os 50+ ter uma alimentação saudável, fazer exames preventivos e evitar o estresse são fatores que contribuem para uma vida longeva e de qualidade. A grande maioria tem a percepção de gastar demais com a própria saúde.

Fonte: Grupo Bradesco Seguros

Pesquisa Avon & Ibope revela dados sobre os cuidados da brasileira com o rosto

Estudo evidenciou que menos de 1/3 das brasileiras relacionam ritual de cuidado da pele com rotina de beleza

Com as mulheres alcançando cada vez mais poder, velhos padrões perdem espaço e práticas do dia a dia ganham novos significados. Os hábitos de beleza, por exemplo, se aproximam mais de um momento de prazer do que de obrigação. Foi o que confirmou a Avon em pesquisa feita em parceria com o instituto Ibope Conecta. O estudo ouviu as brasileiras e mostrou, entre outros resultados, que 83% das mulheres cuidam da pele motivadas por um sentimento positivo de prazer, ainda que elas reconheçam que esse cuidado é necessário.

A pesquisa “A relação das brasileiras com a pele do rosto” investigou os hábitos, sentimentos e atitudes de 1.000 mulheres entre 25 e 60 anos, de todas as regiões do Brasil. Cerca de 48% do total respondeu que os sentimentos de bem-estar e saúde são os mais importantes em relação ao cuidado do rosto, enquanto que apenas 27% destacaram que cuidam da pele para se sentirem mais bonitas.

Por outro lado, o estudo aponta que 6 em cada 10 mulheres estão insatisfeitas com a pele do rosto. Entre as insatisfeitas, as jovens são maioria – 61% têm esse sentimento. Além disso, o envelhecimento não é um processo tranquilo, 56% estão preocupadas ou tentando minimizar os sinais do rosto. No entanto, para grande parte delas ainda existe o desafio de estabelecer uma rotina de cuidados com a pele. Mesmo as mulheres que se dizem preocupadas – 36% das entrevistas – possuem dificuldades em estabelecer uma prática diária. Já outra parte significativa (34%) respondeu que investe apenas em cuidados básicos e quando lembram.

Quando o assunto é tratamento, existe uma percepção de busca por soluções que destaquem uma beleza natural. Nas clínicas, os recursos mais buscados são limpeza de pele (55%) e esfoliação (41%), por outro lado, procedimentos reparativos como toxina botulínica, representam menos de 10%. Para os cuidados home care, o estudo mostrou que as entrevistadas priorizam a limpeza e a proteção solar, mas deixam de lado os procedimentos de tratamento como hidratantes e antissinais.

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“Esse dado reforça o papel educacional da Avon no apoio das mulheres no desafio de estabelecer um ritual diário mínimo de 3 passos básicos de cuidado com a pele. Nosso objetivo é atender as expectativas desse novo perfil de mulheres que priorizam cada vez mais soluções que sejam acessíveis e práticas de serem incorporadas no dia a dia”, diz Denise Figueiredo, diretora de marketing da categoria de skincare da Avon.

Além de constatar um novo padrão de comportamento, o estudo também mostrou que face care é um tema que as mulheres leem, mas não necessariamente entendem. Entre as entrevistadas, as mais jovens são as que menos conhecem o próprio tipo de pele e os cuidados necessários. E mesmo entre as entrevistas que sabem o tipo de pele que têm, 38% não sabem o cuidado que devem ter. Isso é refletido nos hábitos de cuidado, já que quase 1/3 das mulheres usa apenas água ou o sabonete do corpo para a limpeza da pele do rosto.

Novo Renew Vitamina C

A pesquisa “A relação das brasileiras com a pele do rosto” foi desenvolvida para o lançamento do Super Concentrado Renew Vitamina C. O estudo revelou que 80% das mulheres entrevistadas nunca ouviu falar ou experimentou Vitamina C para o rosto. “A Vitamina C é um nutriente fundamental para uma pele macia e radiante. Ela é capaz de combater os radicais livres, melhorar a textura, uniformizar o tom e reduzir as linhas de expressão do rosto”, explica Denise Figueiredo.

Para obter esses benefícios, a fórmula de Renew Vitamina C apresenta a tecnologia Effective C, com concentração de 10% de Vitamina C pura e estabilizada, que garante a preservação da fórmula ativa da primeira até a última gota do frasco.

Como funciona

Aplique Renew Vitamina C pela manhã ou à noite, na pele limpa e seca. Dispense 3 gotas do super concentrado na palma das mãos e, com as pontas dos dedos, espalhe suavemente no rosto, com movimentos de baixo para cima e de dentro para fora, evitando a área dos olhos. Deixe absorver completamente antes de aplicar seus produtos diurnos ou noturnos.

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Renew Vitamina C Super Concentrado Antioxidante – Preço sugerido de R$ 95,90

Onde encontrar: por meio das revendedoras Avon pelo Brasil, via Rappi para as consumidoras de São Paulo e Rio de Janeiro, e também pelo site.

SII: terapia cognitivo-comportamental por telefone e Internet alivia sintomas

O tratamento usual para a síndrome do intestino irritável consiste em drogas e conselhos sobre estilo de vida e dieta. Agora, um novo estudo sugere que fazer terapia comportamental cognitiva pela Internet ou pelo telefone, além dos cuidados habituais, pode reduzir os sintomas de forma mais eficaz do que o tratamento padrão para aqueles cuja SII não está respondendo aos medicamentos.

A pesquisa, que tomou a forma de um estudo controlado randomizado, é a maior até agora a ter testado esses tipos de terapia cognitivo-comportamental (TCC) para o tratamento da síndrome do intestino irritável (SII).

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O experimento foi realizado no Reino Unido, sob a direção de pesquisadores da Universidade de Southampton e do King’s College London, que detalharam os métodos e descobertas em um artigo publicado na revista Gut.

A SII é uma condição intestinal comum com sintomas persistentes que podem afetar significativamente a qualidade de vida de uma pessoa. As novas descobertas podem ajudar a ampliar o acesso ao Serviço Nacional de Saúde (NHS) no Reino Unido e à terapia psicológica efetiva para pessoas com a síndrome.

As diretrizes clínicas do Reino Unido recomendam a TCC para pessoas com SII cujos sintomas permanentes não respondem aos medicamentos após 12 meses. Os pesquisadores afirmam que, embora a TCC possa “reduzir as pontuações dos sintomas e melhorar a qualidade de vida por meio de crenças e comportamentos de enfrentamento inúteis”, ainda não sabem quais métodos de administração são os mais eficazes.

Estudos anteriores sugeriram que sessões presenciais de TCC poderiam ajudar a reduzir os sintomas da SII. Porém, a primeira autora do estudo, Drª Hazel A. Everitt, que é professora associada em clínica geral na Universidade de Southampton, explica: “No entanto, na minha experiência clínica descobri que a disponibilidade [de face a  face] da TCC é extremamente limitada”.

SII e TCC

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SII é uma condição gastrointestinal persistente e angustiante que afeta cerca de 11% das pessoas em todo o mundo, e “requer carga significativa de cuidados de saúde”. Os sintomas incluem dor abdominal, cólicas, inchaço, constipação e diarreia. Eles podem ter um impacto considerável na capacidade de uma pessoa para trabalhar e manter sua qualidade de vida. SII não é o mesmo que doença inflamatória intestinal (DII), embora as duas condições tenham alguns sintomas semelhantes.

Já a TCC é uma “terapia da fala” que ajuda as pessoas a alterarem seu pensamento e comportamento para gerenciar os problemas de uma maneira positiva e sistemática. A terapia concentra-se no presente e incentiva a mudança por meio de pequenos passos práticos que os indivíduos podem implementar em suas vidas diárias imediatamente.

A abordagem pode ajudar várias condições médicas, desde SII a transtornos alimentares, depressão, ansiedade, insônia e estresse pós-traumático.

Comparando a TCC adaptada ao atendimento padrão

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Para o estudo, os pesquisadores recrutaram 558 pessoas com SII que estavam passando por sintomas contínuos sem alívio e em outros tratamentos por pelo menos 12 meses. Eles atribuíram aleatoriamente os participantes a três grupos. Em um grupo, de controle, receberam cuidados padrão, enquanto os outros dois grupos receberam duas formas de TCC adaptadas para a SII, além do tratamento padrão.

Os cuidados padronizados incluíam o “tratamento como de costume”, que os pesquisadores definiram como “continuação dos medicamentos atuais e acompanhamento habitual do clínico geral ou consultores sem terapia psicológica”. Ele também incluiu conselhos e um folheto sobre estilo de vida e dieta.

As duas formas de TCC – por telefone e pela Internet – tinham os mesmos objetivos, mas diferentes modos de entrega e quantidades variáveis ​​de informações dos terapeutas, que também passaram por um treinamento.

Ambas as formas de TCC visavam melhorar os hábitos intestinais e desenvolver padrões estáveis ​​e saudáveis ​​de alimentação. Também procuraram gerenciar o estresse, desafiar o pensamento negativo, reduzir o foco nos sintomas e prevenir a recaída.

Aqueles no programa de TCC por telefone receberam um manual com conselhos detalhados e trabalhos de casa. Eles também falaram por uma hora ao telefone com um terapeuta por seis vezes durante as primeiras nove semanas. Então, eles tiveram mais duas sessões de reforço de uma hora com o terapeuta no telefone, aos quatro e aos 8 meses após o início do programa.

Os participantes do programa de TCC pela Internet poderiam acessar um pacote de autoajuda interativa baseado em materiais de um teste anterior para SII. Eles também receberam três sessões de telefone de 30 minutos com um terapeuta nas primeiras cinco semanas e depois duas sessões de reforço de 30 minutos após quatro e oito meses.

Os resultados favoreceram ambos os modos de TCC

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Para avaliar a eficácia do tratamento nos três grupos, os pesquisadores analisaram uma série de medidas, incluindo mudanças nos escores de gravidade dos sintomas, nível de interrupção do trabalho e da vida social, humor e capacidade de lidar com os sintomas.

Eles avaliaram algumas pessoas, 3 e 6 meses após o início dos tratamentos e, em seguida, no final do estudo, que durou 12 meses. Os resultados mostraram que, em comparação com os participantes que receberam apenas tratamento padrão por 12 meses, aqueles que receberam TCC por telefone ou pela web tiveram maior probabilidade de relatar que seus sintomas diminuíram em gravidade e que o trabalho e vida social melhoraram.

É importante notar que apenas as pessoas cuja SII não respondeu às drogas participaram do estudo, então, os resultados não se aplicam necessariamente a todos com o problema.

A equipe está agora trabalhando com o Serviço Nacional de Saúde inglês para que mais pessoas com SII possam acessar esses tratamentos. Eles também estão trabalhando com uma empresa privada para tornar a TCC pela web mais acessível fora do serviço de saúde e em outros países.

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“O fato de que ambas as sessões de TCC realizadas por telefone e pela web se mostraram tratamentos eficazes é uma descoberta realmente importante e excitante. Os pacientes são capazes de realizar esses tratamentos em um momento conveniente para eles, sem terem que se deslocar para clínicas”, afirma um dos pesquisadores, o médico Hazel A. Everitt.

Fonte: Medical News Today

Transplantes de fezes de “superdoadores” podem ser uma cura para várias doenças

Uma nova pesquisa sugere que as fezes dos chamados “superdoadores” têm uma diversidade microbiana tão rica que usá-las para transplantes fecais pode curar condições que variam da doença inflamatória intestinal à doença de Alzheimer e à esclerose múltipla.

Recentemente, um número crescente de estudos descobriu doenças relacionadas a mudanças na microbiota do intestino. Câncer, obesidade, depressão e transtorno de estresse pós-traumático são apenas algumas das condições que os pesquisadores associaram a um desequilíbrio na composição bacteriana de nosso intestino.

Esse desequilíbrio leva o nome de “disbiose”, e estudos observacionais notaram uma ligação entre disbiose e alergias microbianas, síndrome do intestino irritável e doença cardiovascular.

Mais recentemente, o Medical News Today informou sobre pesquisas que encontraram conexões entre bactérias intestinais e doenças relacionadas à idade, como Alzheimer ou paralisia induzida por idade.

Muitos dos estudos que iluminaram essas conexões foram realizados em camundongos sem germes. Nesses testes, os pesquisadores substituíram as microbiotas intestinais dos roedores por bactérias saudáveis, realizando transplantes fecais de um doador saudável.

Os médicos usam o mesmo procedimento de transplante de fezes em ensaios clínicos em humanos. Mas novas pesquisas sugerem que algumas fezes são melhores que outras – isto é, os chamados superdoadores têm certas bactérias em suas entranhas que podem ajudar a restaurar a diversidade microbiana que é perdida em condições como doença inflamatória intestinal e diabetes.

Se os pesquisadores conseguirem entender melhor os mecanismos pelos quais essas amostras de fezes de superdoadores ajudam a curar doenças crônicas, o transplante fecal pode ser uma terapia segura e eficaz para uma ampla gama de doenças.

Com esse raciocínio em mente, Justin O’Sullivan, Ph.D., da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, e seus colegas decidiram revisar os ensaios clínicos existentes sobre transplante fecal. A equipe publicou suas descobertas na revista Frontiers in Cellular and Infection Microbiology.

Estudando os efeitos dos transplantes fecais

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Os pesquisadores examinaram estudos existentes de transplante fecal para doenças crônicas associadas à disbiose, como doença inflamatória intestinal, colite alérgica e constipação, bem como algumas condições hepáticas, metabólicas e até mesmo neurológicas.

“O padrão de sucesso nesses testes demonstra a existência de ‘superdoadores’, cujas fezes são particularmente propensas a influenciar o intestino do hospedeiro e levar à melhora clínica”, relata O’Sullivan.

A taxa média de cura quando se utiliza transplante fecal para infecção diarreica é superior a 90%, observam os pesquisadores, mas para outras condições, como doença inflamatória intestinal ou diabetes tipo 2, a taxa média é de cerca de 20%.

Mas alguns transplantes levam a resultados notáveis, O’Sullivan explica: “Nós vemos transplantes de superdoadores atingindo taxas de remissão clínica de talvez o dobro da média restante”.

“Nossa esperança é que, se pudermos descobrir como isso acontece, podemos melhorar o sucesso do transplante fecal e até testá-lo para novas condições associadas ao microbioma, como Alzheimer, esclerose múltipla e asma”-Justin O’Sullivan, Ph.D

Principais características das amostras fecais de superdoadores

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Os pesquisadores também descrevem algumas características dessas amostras fecais de superdoadores. Diversidade microbiana e altas concentrações de “espécies-chave” de bactérias estão entre essas características. Espécies-chave são bactérias que desencadeiam a produção de substâncias químicas – como o butirato – sem as quais o corpo é mais vulnerável a doenças

“Na doença inflamatória intestinal e no diabetes, por exemplo”, explica O’Sullivan, “as espécies-chave associadas à remissão clínica prolongada produzem butirato – um químico com funções especializadas na regulação do sistema imunológico e do metabolismo energético”.

A análise dos pesquisadores também revela que a interação entre vírus, dieta e sistema imunológico influencia a existência e o desenvolvimento de bactérias benéficas. “Por exemplo, o sucesso dos transplantes fecais tem sido associado em alguns estudos com a transferência de vírus que infectam outros micróbios intestinais”, diz O’Sullivan.

“Alguns casos de infecção diarréica recorrente foram curados com transplantes de fezes filtradas que tiveram todas as bactérias vivas filtradas, mas ainda contêm DNA, vírus e outros detritos. Apoiar o microbioma transplantado através da dieta também pode melhorar o sucesso”, acrescenta o pesquisador.

“Tem sido demonstrado que uma alteração rápida na dieta, como a mudança de uma dieta baseada em animais para uma dieta exclusivamente vegetal, pode alterar a composição da microbiota intestinal em 24 horas” – Justin O’Sullivan

Finalmente, à luz do exposto, os pesquisadores recomendam que os testes de transplante fecal humano devem levar em conta os antecedentes genéticos e as dietas dos doadores, a fim de melhor predizer os resultados clínicos da intervenção.

Texto originalmente publicado em 22 de janeiro de 2019 , por Ana Sandoiu e revisado por Gianna D’Emilio

Fonte: MedicalNewsToday

Pesquisa: tipo de fotoprotetor pode diminuir em até 90% a proteção contra radiação

Mestrando em Ciências Médicas pela Unicamp, o pesquisador Lucas Portilho comprovou em pesquisa que a proteção solar depende diretamente do tipo de fotoprotetor utilizado. Protetor solar em pó compacto, por exemplo, pode oferecer até 90% menos proteção do que diz o rótulo

Recentemente, as formas de fotoproteção têm se tornado mais amplas, sendo possível encontrar fotoprotetor em pó, spray, bastão, creme, gel, entre outras formulações. Mas uma pesquisa recente do Mestrando em Ciências Médicas pela Unicamp, o pesquisador Lucas Portilho, afirma que alguns tipos de protetor solar não protegem a pele de forma eficiente, deixando o consumidor mais exposto à radiação dependendo do tipo de produto.

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Pixabay

“A proteção solar depende diretamente do tipo de fotoprotetor utilizado. Que o consumidor não tem nem ideia da quantidade de protetor que deve ser aplicada, isso já sabíamos; mas que as formas disponíveis no mercado variavam tanto na proteção contra radiação, isso é novidade”, afirma Lucas Portilho. No estudo, inédito no mundo, o pesquisador avaliou a proteção de seis diferentes tipos de fotoprotetores, todos faciais, sendo eles: pó compacto, fluido, bastão (stick), mousse, loção e pancake.

Mais de 100 voluntárias participaram da pesquisa. “Primeiro foi avaliada a quantidade real usada pelas consumidoras e, posteriormente, identificamos que a proteção solar está diretamente relacionada com o tipo de produto. Com exceção da loção facial, todos os outros veículos (tipos) apresentaram menos de 50% da proteção original, chegando em valores alarmantes, como o pó compacto, que apresentou 90% a menos de proteção”, afirma o pesquisador.

As formas pancake e pó compacto foram as piores: “Não protegem nem contra raios UVB e nem contra raios UVA. As formas de bastão, mousse e fluido ficaram muito abaixo do valor declarado na rotulagem”, declara o pesquisador.

O estudo foi feito utilizando as metodologias globalmente utilizadas e são as mesmas utilizadas pelas empresas antes de colocar o produto no mercado. “O problema é que antes de lançar qualquer protetor solar, as empresas testam o nível de proteção UVB e UVA, que são obrigatórios, mas durante esses testes, as quantidades utilizadas estão bem longe da quantidade real aplicada no dia a dia pelos consumidores. E elas não informam a quantidade correta para aplicação, então o resultado é uma falsa sensação de proteção”, afirma o especialista.

De acordo com a pesquisa, no geral, as pessoas usam 0,15mg/cm² de um pó compacto com proteção solar, quando a recomendação de fotoproteção é de 2mg/cm². “E alguns produtos com FPS 30 proporcionaram na aplicação real um FPS 2”, acrescenta. “Ao aplicar de forma errada um protetor, o consumidor se acha apto para se expor ao sol, o que ele não sabe é que grande parte da radiação está passando e que o DNA da pele pode estar em risco, podendo levar ao desenvolvimento de câncer de pele”, diz o pesquisador.

Sunblock bottles a yellow backgroundMas, qual é a conduta que o consumidor deve seguir? Segundo o pesquisador, para garantir uma maior proteção, a primeira ação é utilizar fotoproteção na forma de loção. “Nunca utilizar protetor solar na forma de pó ou pancake como única forma de proteção. O protetor na forma de bastão, mousse e fluido somente se for com FPS acima de 50. O pó compacto e pancake podem ser usados apenas em conjunto a outros protetores, pois utilizados de forma isolada não protegem a pele”, finaliza.

Fonte: Lucas Portilho é consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma e Pesquisador em Fotoproteção na Unicamp. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Novas fórmulas. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos. Possui 17 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. Professor e Coordenador dos cursos de Pós-Graduação com MBA do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional. Coordena Estágios Internacionais em Desenvolvimento de Cosméticos na Itália, França, Mônaco e Espanha. Atua em desenvolvimento de formulações para mercado Brasileiro, Europeu e América Latina.

 

Pesquisa mostra que brasileiros querem mais emagrecer do que ser felizes

Levantamento realizado pela SEMrush revela lista dos desejos mais buscados na internet; emagrecer lidera o ranking, seguido de viajar e parar de fumar

Um ano termina e as preocupações giram em torno dos desejos para este que começou. Mas o que será que os brasileiros pediam enquanto pulavam as sete ondas na virada? Para tirar a curiosidade a SEMrush, líder global de marketing digital, realizou um levantamento que aponta o que os brasileiros vêm buscando para começar 2019 com o pé direito.

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Emagrecer foi a campeã de buscas, com a média de 112 mil pesquisas. Esse número revela a quantidade de pessoas que não estão satisfeitas com seu atual peso e querem aproveitar a virada do ano para mudar de comportamento e atingir esse objetivo. O segundo lugar ficou para aquelas pessoas que querem viajar, posicionado com 34 mil buscas. Isso porque o momento é bastante oportuno para realizar uma viagem com a família ou amigos. Em terceiro lugar de pesquisas realizadas, ficou a célebre frase “ser feliz”, que alcançou a média 23 mil buscas.

Outro dado interessante foi que “parar de fumar” ocupou o quarto lugar, demonstrando o anseio para acabar com esse hábito que traz diversos males à saúde dos praticantes. Provavelmente, esse desejo está na lista de milhares de brasileiros, já que foram em torno de 14 mil pesquisas realizadas.

A superstição e apostas não poderiam deixar de existir, então “ganhar na mega sena” foi a sexta colocada, desejo expresso por aqueles que precisam de uma (ou muita) grana extra para realizarem outras vontades materiais. Logo atrás, “ficar rico” representou outro anseio revelado pelos brasileiros, posicionado também com 2.700 buscas no mês de novembro.

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Na mesma medida que os brasileiros querem ganhar mais dinheiro, também tem a preocupação de não perder o que já possuem. Por isso, “guardar dinheiro” foi o sétimo colocado da lista de desejos. Afinal, em tempo de instabilidade, é necessário manter tudo organizado e sem desperdício. Foram 2.500 buscas em média para aprenderem novas táticas de como guardar dinheiro.

Sobre a SEMrush

A SEMrush é um software de busca competitiva e business intelligence que entrega dados e análises de buscas pagas e orgânicas, social media e link-building mundialmente. Com um poderoso conjunto de ferramentas de análise competitiva, a SEMrush oferece o que é necessário para auxiliar as empresas a otimizarem sua presença online, como por exemplo, ferramentas de auditoria de sites, monitoramento de marca e conteúdo.

Pesquisa: 70% dos brasileiros não usam filtro solar todo dia e 80% não sabem quanto aplicar

Pelo quarto ano seguido, pesquisador Lucas Portilho, especialista em proteção solar, lidera o maior e mais abrangente balanço sobre hábitos brasileiros em relação ao uso do fotoprotetor. Dados deixam a comunidade médica e Anvisa em alerta, já que aumentou o número dos que não aplicam filtro diariamente

Apesar da necessidade de fotoproteção ser assunto constante na mídia, o número de brasileiros que não aplica protetor solar diariamente aumentou drasticamente deste 2014 e já chega a quase 3/4 da população, segundo pesquisa liderada pelo consultor e pesquisador em Cosmetologia Lucas Portilho, farmacêutico e diretor científico do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele. De acordo com a pesquisa, 72,5% da população não aplicam o fotoprotetor diariamente — em 2016, esse percentual era de 65%, em 2015 de 53% e em 2014 de 57%.

“Essa redução no uso diário do filtro mostra que a conscientização não convenceu a população a usar correta e diariamente o fotoprotetor. Talvez pelo alto custo e situação de crise financeira que se instaurou, a proteção solar ficou como segundo plano de consumo”, diz o pesquisador, que atua desenvolvendo fotoprotetores há mais de 11 anos.

“Vale lembrar que o Brasil é um dos países com maiores índices ultravioleta do mundo por se localizar numa região tropical do planeta e onde a exposição solar é uma cultura que está comumente associada a hábitos saudáveis; o que, como já se sabe, nem sempre é verdade”, completa. Para a pesquisa, foram entrevistadas 1793 pessoas de 27 estados brasileiros.

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Foto: Pedro J. Perez/MorgueFile

Quanto aplicar?

Lucas explica que, para a pesquisa de 2017, foi adicionada uma nova pergunta sobre a aplicação correta da quantidade de fotoprotetor. “80% dos brasileiros não têm a mínima ideia de quanto aplicar, portanto mesmo a proteção de quem usa fotoprotetores fica comprometida, pois sem saber o quanto aplicar, uma pessoa pode usar achando que está com proteção quando na verdade está desprotegida”, afirma Lucas Portilho.

Radiação UVA e Bronzeamento

Apesar disso, de acordo com Lucas Portilho, a pesquisa revelou que cresceu a conscientização dos consumidores com relação à importância da proteção UVA e os malefícios do bronzeamento. “O número de pessoas que ignora a proteção UVA ao comprar um filtro vem diminuindo ano a ano de acordo com a pesquisa: representava 71% em 2016, 51% em 2015 e 50% em 2017. Com relação ao percentual das pessoas que ainda consideram o bronzeamento uma prática saudável, os números foram: 37% em 2015, 15% em 2016 e 21% no último ano”, explica.

Lucas ressalta que a radiação UVA está presente na natureza em níveis muito maiores e mais expressivos que a radiação UVB (que causa queimaduras solares), e embora menos energética, é uma das mais perigosas.

“Diferente da UVB, a radiação UVA atravessa vidros e janelas e penetra profundamente na pele, chegando até a derme, camada mais profunda da pele e onde se localizam as fibras de colágeno e elastina, gerando uma quantidade altíssima de radicais livres. Os radicais livres gerados por esta radiação causam aumento da degradação das fibras de colágeno e elastina, que dão sustentação à pele, sendo as principais responsáveis pelo fotoenvelhecimento, incluindo rugas, linhas de expressão, flacidez e manchas”, conta o especialista.

Câncer de pele

De acordo com dados da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), o Brasil registrou em 2016, aproximadamente, 3973 novos casos de câncer de pele. Estes dados justificam uma maior atenção das autoridades para a questão da fotoproteção uma vez que o câncer de pele já se tornou um problema de saúde pública no país. “A estimativa de casos em 2016 é de 175.760, sendo 80.850 homens e 94.910 mulheres”, alerta o pesquisador.

Hábitos e uso do filtro

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A pesquisa ainda demonstrou hábitos dos consumidores com relação ao uso do filtro solar:

– 72% dos entrevistados não reaplicam o fotoprotetor, percentual maior que em 2016 (69% em 2015);

– quase 2/3 da população (63%) não utiliza o produto em dias nublados (50% 2016 e 74% em 2015);

– FPS 30, 50 e 60 são os preferidos dos usuários;

– apenas 10% consultam o dermatologista para indicação do melhor filtro (6% em 2016 e 13% em 2015);

– 34% aplicam o produto apenas no rosto (32% em 2016 e 53% em 2015);

– 43% se expõem ao sol apenas pela manhã por acreditar ser o horário mais seguro (41% em 2016 e 52% em 2015);

– apenas 5% utilizam roupas para se proteger do sol (7% em 2016 e 10% em 2015).

Por meio dos números, o pesquisador analisa que ainda são necessárias medidas de larga escala para esclarecer à população sobre os malefícios da radiação UV, principalmente no que diz respeito à radiação UVA, e que ainda se fazem necessárias campanhas de conscientização sobre o uso correto dos filtros solares.

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                                                                                                                              Fonte: Consulfarma

Fonte: Lucas Portilho é consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Formulações do ICosmetologia. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos. Mestrando na Unicamp em Proteção Solar. Possui 18 anos de experiência na área farmacêutica e cosmética. Professor e Coordenador dos cursos de Pós-Graduação com MBA do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional. Coordena Estágios Internacionais em Desenvolvimento de Cosméticos na Itália, França e Mônaco. Atua em desenvolvimento de formulações para mercado Brasileiro, Europeu e América Latina.

Brasileiros estão entre os que mais se preocupam com os ingredientes daquilo que consomem

Análise da GfK revela que gordura trans, gordura saturada, conservantes, corantes, açúcar branco e sal/sódio estão entre os principais vilões para os consumidores.

O Brasil é um dos países onde a preocupação com a saúde é altíssima e crescente. Talvez por conta de alguns índices extremamente preocupantes. Entre eles, que 25% dos brasileiros sofrem de hipertensão arterial e este percentual sobe a partir dos 55 anos, 40% tem problemas com colesterol alto, 8% tem diabetes e um a cada três adultos com mais de 18 anos está com excesso de peso e 10% é considerado obeso. Sem dúvida, são números alarmantes.

E podem ser a explicação de porque os brasileiros, cada vez mais, preocupam-se com os ingredientes daquilo que consomem. É o que revela o mais recente estudo da GfK, uma das mais respeitadas empresas globais de pesquisa, sobre os ingredientes que os brasileiros consideram serem as maiores ameaças à sua saúde.

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Na comparação com o resto do mundo, o consumidor brasileiro, em média, tem um interesse por alimentos saudáveis 9% acima da média global: 70% no Brasil, contra 61% no resto do mundo e 66% na América Latina. 86% dos brasileiros dizem evitar alimentos processados, no resto do mundo esse número é de 73% e na América Latina 82%. Ainda na liderança da média global, 73% dos consumidores do Brasil dizem buscar alimentos nutritivos contra 63% da média global e 72% dos latino-americanos.

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Outra conclusão que o estudo revelou foi que o brasileiro se julga consciente dos ingredientes que são potencialmente prejudiciais dos alimentos e bebidas que tenham em casa. “Porém, mesmo que avaliem a tabela nutricional dos produtos em seus rótulos, ainda tem duvidas como Até quanto de carboidrato/açúcar é nocivo, por exemplo”, afirma Renato Oliveira, diretor da GfK e coordenador do estudo.

Na mesma direção, ainda segundo a GfK, 66% dos brasileiros consideram importante que as informações dos rótulos sejam fáceis de ler e entender, contra 58% da média global. “Na opinião dos entrevistados, um produto saudável é caracterizado pela redução de ingredientes considerados prejudiciais à saúde” pondera Renato. Entre os maiores vilões, lideram a lista, pela ordem das citações, as gorduras trans ou hidrogenadas para 65% dos ouvidos, a gordura saturada para 64%, conservantes 64%, corantes 58%, açúcar branco 54% e sal/sódio também 54%.

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Entre os alimentos e bebidas considerados mais prejudiciais à saúde, os refrigerantes são os mais citados pelos entrevistados com um percentual de 36%, com a justificativa de conter açúcar, gás, conservantes, corantes e aromas. Logo em seguida, citada por 34% dos consultados vem as bolachas doces e para 33% as salgadas, ambas pela presença de carboidratos, corantes, conservantes, gorduras e glúten. No caso das doces, os consumidores também citaram a presença de açúcar como item presente e prejudicial. Os salgadinhos vem logo a seguir como produto prejudicial para 32% dos consultados pelo estudo.

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Já entre os produtos que as famílias mais citaram terem reduzido o consumo em suas casas, a lista é encabeçada pelos refrigerantes, seguidos por frituras, sucos em pó, embutidos, fast foods, congelados, e sopas industrializadas. A principal razão para a redução destes (e de outros) produtos foi a presença, pela ordem, de gorduras (trans e saturadas), açúcar e sódio especialmente.

O estudo também identificou quais os principais efeitos negativos de cada ingrediente, na opinião dos consumidores brasileiros. A gordura saturada é citada por 80% dos respondentes como associada a aumentar o colesterol, por 67% como um ingrediente que engorda e por 61% que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão. Já o açúcar branco é citado por 80% dos consultados como um produto que engorda, por 71% que aumenta o risco de diabetes e por 62% que produz cárie. O sódio é citado por 79% dos respondentes como um produto que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e hipertensão.

“Por outro lado, o adoçante, que em países desenvolvidos é considerado um temido vilão, aqui no Brasil é citado por apenas 35% dos ouvidos como um produto que aumenta o risco de diabetes e por outros 35% de que aumenta o riso de câncer”, finaliza Oliveira.

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GfK

A GfK é uma corporação global nascida na Alemanha em 1934. Listada na bolsa de valores de Frankfurt, há mais de 80 anos é fonte confiável de informações relevantes sobre mercados e consumidores, permitindo que seus clientes – varejo e indústria – tomem decisões mais assertivas em seu cotidiano. Conta com mais de 13 mil especialistas em pesquisa de mercado que combinam a paixão pelo que fazem com uma longa e vasta experiência em ciência de dados. Isso permite que a GfK forneça insights globais, combinados à inteligência de mercado local, em mais de 100 países. Por meio de tecnologias inovadoras e da interpretação de dados, a GfK transforma o big data em dados inteligentes, possibilitando que seus clientes alavanquem sua vantagem competitiva, enriquecendo suas experiências, b em como as escolhas dos consumidores.