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Aproveite o fim de semana para deixar o casamento mais quente e melhorar o relacionamento

Quando se trata de questões românticas, muito se fala sobre como sair da solteirice ou como reconquistar o ex, porém, mesmo quando se está dentro de um relacionamento, crises e problemas acontecem durante a relação. Faz parte do ciclo da maioria – senão de todos – dos casais passar por um período de desgaste, e é normal preocupar-se com isso.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios no país cresceu 75% nos últimos cinco anos e, durante a pandemia, até a metade de 2020, a taxa deu um salto de 260% comparada às anteriores.

A fim de evitar crises mais profundas e riscos de separação, muitos casais tentam procurar soluções para tirar o casamento do marasmo. Maicon Paiva, espiritualista da casa de apoio espiritual Espaço Recomeçar, fala sobre a importância de fortalecer os laços conjugais ao longo do tempo: “Todo relacionamento é composto por ciclos, eles se renovam e se desgastam e muitos casais acabam enfraquecendo o vínculo entre eles. Por isso, ambas as partes devem se esforçar para manter um relacionamento saudável e vivaz”.

Pensando nisso, Paiva, que já atendeu mais de 35 mil pessoas com problemas amorosos e pessoais, traz quatro dicas valiosas para reacender a chama da paixão do seu casamento:

• Conversem sobre assuntos novos
Dia a dia do trabalho, filhos e tarefas da casa… É cansativo rodar as conversas entre os mesmos tópicos. Só de tentar puxar um tema novo, tentar abrir os horizontes do diálogo pode ser um diferencial. Que tal deixar o papo ainda mais dinâmico e interessante usando um jogo?

• Cultivem o autocuidado
Seja com um dia de spa, uma meditação em casal ou fazer exercício físico juntos pode estimular os ânimos da relação. Experimentem atividades novas, como um esporte diferente ou um passeio ao ar livre. O ditado “corpo são, mente sã” também se aplica na vida a dois.

Saiam da rotina (literalmente!)
Principalmente no período de isolamento social, ficamos restritos às nossas casas e isso pode ser muito estressante. Portanto, tente uma mudança de ambiente. Uma escapada para um chalé ou uma pousada no fim de semana pode aliviar as tensões da rotina em casa. Uma transformação no ambiente também pode ajudar muito. Reorganizem os móveis para dar uma cara nova e refrescar a casa.

• Conectem-se no plano espiritual
Para garantir a serenidade do relacionamento e que todas as emoções do casal possam estar organizadas e direcionadas para um caminho positivo, é fundamental ter orientação espiritual. O Espaço Recomeçar , baseado em São Paulo, também atende de forma virtual e conta com serviços de Adoçamento Amoroso, Consulta Espiritual e Casamento Espiritual.

Fonte: Espaço Recomeçar

App de relacionamento Inner Circle oferece selo que indica se o crush está vacinado

Iniciativa quer dar mais transparência para os membros decidirem sobre encontros presenciais

A pandemia está sendo um grande desafio para os solteiros. Os encontros em bares, as baladas e as idas a restaurantes foram substituídos por encontros virtuais e trocas de mensagens. Com a chegada do frio, a solidão e a carência aumentam enquanto as temperaturas caem. É o momento perfeito para encontrar seu cobertor de orelha, aquele alguém com quem dividir momentos de carinho. Mas como fazer isso com segurança?

A vacinação está avançando no Brasil, permitindo que os mais jovens sejam vacinados. Mas, até que a população esteja totalmente protegida com as duas doses da vacina, ainda existe um risco. Portanto, para ajudar os solteiros a tomar decisões seguras sobre encontrar ou não o crush, o Inner Circle , aplicativo global de relacionamento, criou um selo para ajudar a descobrir se a pessoa em quem você está interessado já foi vacinada.

O selo já está disponível e é o primeiro do tipo em aplicativos brasileiros. A iniciativa permitirá que os membros mostrem seu estado de vacinação em quatro opções: Estou totalmente vacinado, estou aguardando minha segunda dose, pretendo receber a vacina e não vou receber a vacina.

“O selo permite que os solteiros tenham mais transparência na hora de flertar com outras pessoas e possam tomar melhores decisões na hora de decidir se encontrar presencialmente. É um assunto sobre o qual eles estão falando. De abril para maio, percebemos um aumento de 35% nas menções à palavra ‘vacina’ nas conversas, justamente quando as gerações mais jovens estão tomando suas primeiras doses da vacina”, disse o CEO e fundador da Inner Circle, David Vermeulen.

Com mais pessoas sendo vacinadas, o otimismo com os encontros presenciais aumenta. O aplicativo também descobriu que os solteiros que mencionaram ter sido vacinados em seus perfis têm 45% a mais de chances de encontrar um match do que aqueles que ainda não foram imunizados. É o poder da vacina.

Mesmo com o aumento do otimismo, é importante seguir as recomendações dos órgãos de saúde: usar máscaras, lavar as mãos com frequência, utilizar álcool em gel e manter o distanciamento social.

Sobre o Inner Circle

Inner Circle é um aplicativo de relacionamentos diferente, criado a partir da crença de que qualidade é melhor do que quantidade. 3.5 milhões de solteiros focados em suas carreiras – de todas as esferas da vida – em 57 cidades de 27 países, formam a comunidade do Inner Circle. A equipe por trás do aplicativo analisa cada perfil através de critérios de segurança, esforço e mindset para que os membros vejam apenas perfis detalhados de pessoas com quem eles realmente gostariam de sair.

Os membros são incentivados a se encontrarem por meio do aplicativo, em eventos exclusivos do Inner Circle e na vida real. A empresa de tecnologia autônoma e independente foi fundada em 2012 em Amsterdã e foi classificada na lista FT 1000 2021 como uma das empresas de crescimento mais rápido na Europa.

Sexualidade prateada: a presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento*

Tecnologia e relacionamentos têm tudo a ver com maturidade, aliás, são duas coisas que os maduros gostam e nas quais investem tempo e energia. A pandemia, com todo o contexto de isolamento e distanciamento social, contribuiu muito para o aumento nas buscas por aplicativos de relacionamentos. Confinadas em casa, pessoas de todas as idades passaram a procurar mais por esse recurso para se relacionar com o outro.

De acordo com dados divulgados pelas próprias plataformas, o Happn – aplicativo de paquera no estilo do Tinder –teve um aumento de 18% nas mensagens trocadas; The Inner Circle, também no mesmo estilo, mas com um posicionamento de mercado mais voltado para a qualidade dos matches e não para a quantidade, teve um aumento de 15% nas “curtidas” e 10% nas mensagens enviadas. O Par Perfeito, por sua vez, registrou um crescimento de 70% de novos usuários, além de um ganho de 20% no tempo médio gasto no aplicativo e no site.

Os maduros não ficam fora desses resultados. Parcela da população que ganhou holofotes nesta pandemia por causa da vulnerabilidade diante do vírus, os prateados também estão nesses aplicativos. No Coroa Metade, plataforma focada em pessoas a partir de 40 anos, houve um aumento de 17% nos cadastros entre abril e outubro de 2020 em comparação aos seis meses anteriores à pandemia.

A presença digital dos maduros não me espanta! Quando coordenei a pesquisa Tsunami 60+, em 2018, descobri que esse grupo tem uma presença forte e marcante em tecnologia. Para se ter uma ideia, somente 10% dos entrevistados – em um universo de quase três mil pessoas – disseram não estar em nenhuma rede social. E, uma vez conectados, 81% acessam redes sociais; 80% pesquisam na internet; 66% tiram e gerenciam fotos e vídeos; 64% checam e-mails e 61% assistem a vídeos.

Por isso, gosto de dizer que a internet, para eles, é a janela para o mundo. Nas entrevistas que fizemos, as pessoas afirmaram adorar receber de 50 a 60 “mensagens de bom-dia” a cada manhã. Para esse público, isso é um movimento ¬– uma pulsão da existência muito forte nessa fase da vida – quando a pessoa começa a trabalhar menos e ficar mais em casa. O que a internet tem feito é proporcionar que essa movimentação permeie diferentes áreas da vida. E o relacionamento é uma delas. Os maduros são um público que quer viver o agora e não têm mais tempo a perder. Relacionar-se com o outro, na forma de amizade ou amor, é fundamental para que mantenham a qualidade de vida.

No Coroa Metade, 69% dos homens procuram namoro; 54%, amizade; 21%, casamento; e 38%, sexo. Com relação às mulheres, 70% querem namoro; 51%, amizade; 20%, casamento; e 6%, sexo. Isso tem muito a ver com a liberdade que os maduros estão conquistando, seja na forma de procurar o relacionamento, seja na necessidade de não esconder mais a idade e os cabelos brancos. Grande parte dos usuários maduros quer mesmo é mostrar que aos 50, 60, 70 ou 80 anos ainda é possível namorar, ter uma vida sexual ativa, fazer novos amigos e se divertir.

Prova disso é que este público também está em sites de pornografia. Dados de 2019 do Pornhub – maior site de pornografia no mundo – apontam que os visitantes com idade entre 55 e 64 anos têm 83% mais probabilidade de assistir a vídeos na categoria “Vintage” e 65% acessam os da categoria “Maduros”, quando comparados a outras faixas etárias. Para visitantes seniores com mais de 65 anos, a categoria “Closed Captions” ganhou 77% de visualização e os vídeos “Vintage” foram duas vezes mais populares quando comparados aos visitantes mais jovens.

Esses dados revelam que tanto a pornografia quanto os aplicativos são recursos que estão presentes na realidade dos maduros, um grupo que cresce no mundo todo e tem como característica uma curiosidade de entender as novidades que o mundo oferece. Não é à toa que já existem diversas empresas focadas em oferecer encontros a esse público, como Coroa Metade, Solteiros 50 e OurTime Brasil. E, se o caminho para expandir as relações passa pela internet e pelos aplicativos, eles estão lá, curiosos para entender, aprender e utilizar essa ferramenta.

*Layla Vallias foi eleita, em 2021, pela Forbes Under 30, uma das jovens brasileiras mais influentes com menos de 30 anos – é cofundadora do Hype50+, consultoria de marketing especializada no consumidor sênior e da Janno – startup agetech que tem como missão apoiar brasileiros 50+ em seu novo plano de vida. Foi coordenadora do Tsunami60+, maior estudo sobre Economia Prateada e Raio-X do público maduro no Brasil, e diretora do Aging2.0 São Paulo, organização de apoio a empreendedores com soluções para o envelhecimento em mais de 20 países. Mercadóloga de formação, com especialização em marketing digital pela Universidade de Nova York, trabalhou com desenvolvimento de produto na Endeavor Brasil.

Três a cada cinco mulheres já viveram um relacionamento abusivo; saiba se está em um

Médica psiquiatra e psicoterapeuta explica como agir diante desta situação

Estudos relatam que três a cada cinco mulheres já viveram um relacionamento abusivo, mas não é só na relação homem mulher que isso acontece. O abuso pode ocorrer de diversas formas: de pai pra filha, de filho pra pai, de filha pra mãe, entre casais homoafetivos…

E o que são relacionamentos abusivos?

São aqueles em que há vítima e agressor. Acontece a partir do momento em que alguém tenta dominar o outro fisicamente ou por artifícios psicológicos e emocionais. Neste momento, o relacionamento deixa de ser saudável e pode inclusive evoluir para um relacionamento doentio e perigoso, resultando em crimes passionais, por exemplo.

O agressor tende a querer dominar tudo o que for possível na vida da outra pessoa; tentando controlar as amizades, o modo de vestir, o uso do celular e das redes sociais. O abuso dentro de um relacionamento, não se restringe à violência física, mais fácil de ser detectada, seja no meio familiar ou social, mas ele existe sempre que há a violência psicológica, mais difícil de identificar e cujo manejo é bem mais complexo e demorado.

Em qualquer situação, mas principalmente pelo abuso psicológico, o agressor obtém poder sobre a outra pessoa, usando de controle e manipulação emocional.

Segundo Aline Machado Oliveira, psiquiatra e psicoterapeuta junguiana, uma das primeiras coisas que um agressor faz em um relacionamento abusivo é destruir a autoestima da outra pessoa. Ela explica que a autoestima da vítima é afetada drasticamente e pode ser destruída quando o agressor usa de jogos psicológicos com frases de acusação como: “ela faz isso porque quer” ou “ela sempre foi assim, só está se fazendo de vítima”, a fim de manipular a realidade.

A vítima torna-se a culpada pela agressão sofrida e aceita isso como verdade. Desta maneira, a vítima passa a ter uma percepção distorcida de si. Quanto mais oprimida, mais passiva a pessoa pode ficar, até se tornar completamente impotente, pois foi convencida pelo agressor de que ela está errada e é a culpada pelos problemas no relacionamento.

Chantagem e culpa

A chantagem emocional é um artifício muito usado para a manipulação e, geralmente, é de difícil identificação. O chantagista conhece os pontos fracos da vítima e se utiliza de sentimentos como o medo e a culpa para manipular as pessoas e alcançar os seus objetivos, embora nem sempre o manipulador tenha consciência de que pratica a chantagem emocional.

Outros tipos de vítimas

Embora sejam mais conhecidos e tratados, os relacionamentos abusivos em que a vítima é a mulher e o agressor o homem, esse tipo de situação vai muito além e envolve pais e filhos, relacionamentos homoafetivos, relacionamentos entre patrões e empregados, relações de amizades etc.

Violência doméstica

Hoje em dia é bem mais comum a violência doméstica quando a mãe ou o pai é a vítima de filhos adolescentes que, muitas vezes, usam de agressão física. Mas não para por aí. Além das agressões físicas o abuso psicológico e a manipulação também se fazem presentes nestes casos. Ocorrem comumente a chantagem emocional e a agressão verbal. Acusações como: “você acabou com a minha vida” ou “você só me faz passar vergonha” entre outras, são apelativas e até teatrais.

A falta de imposição de limites nos filhos desde a infância, levam os pais a sofrerem esse tipo de problema doméstico, e não sabendo como agir, acabam cedendo.

“Desde a infância, o papel de autoridade dos pais se perde pela dominação dos filhos. A situação mais conhecida e explorada é a inversa, o abuso dos pais contra os filhos, e nesse caso, a violência física acaba sendo a mais comum” – explica Aline.

“Não é fácil sair de um relacionamento abusivo, ainda mais quando já é de longa data. A pessoa que é vítima de um relacionamento abusivo precisa de ajuda profissional que possa auxiliá-la a identificar o problema e superá-lo, principalmente quando esses relacionamentos deixam traumas mais profundos e que afetam uma ou mais áreas da vida”, completa a psiquiatra.

A especialista lembra que relacionamentos são sempre um desafio e, para termos relacionamentos saudáveis, é preciso impor limites ao outro e entendermos que nós também precisamos de limites. Isto implica inclusive saber lidar com as relações quando detemos alguma posição de poder.

Foto: Unsplash

“Aprender a dizer ‘não’ é necessário, e saber aceitá-lo também. Se você se identificou com as situações citadas, procure ajuda profissional. Não desista de você”, finaliza Aline.

Aplicativo Badoo revela tendências em relacionamentos para este ano

Conversas mais profundas e encontros mais longos são alguns dos comportamentos para ficar de olho no próximo ano

O ano de 2020 impactou diversas áreas da nossa vida, incluindo até a forma como nos relacionamos. Com as restrições da Covid-19 e medidas de distanciamento social, os encontros presenciais diminuíram enquanto os virtuais atingiam patamares nunca antes alcançados.

No entanto, o período de isolamento não impediu que as pessoas procurassem por uma nova conexão. O aplicativo de relacionamento Badoo viu mais de dois bilhões de conexões acontecerem e quase 3 bilhões de primeiros chats no aplicativo em todo o mundo em 2020*, provando que é possível conhecer novas pessoas e até iniciar um novo relacionamento no meio de uma pandemia global.

Para auxiliar quem deseja se aventurar e encontrar novas conexões no ano que vem, a analista de dados globais do Badoo, Priti Joshi, compartilhou as tendências de relacionamentos do aplicativo para 2021. Confira:

=Webdate: com certeza, 2020 foi o ano da chamada de vídeo, a ferramenta que promoveu conexões mais íntimas e seguras do conforto de casa continuará forte neste ano.

=Sexting: considerado um tabu antes, a relação entre sexo e tecnologia se intensificou no ano passado e, com isso, gerou mudanças na ordem e quantidade de interações sexuais antes de um encontro na vida real.

=DMs mais profundas: com restrições mudando diariamente acompanhadas de incertezas sobre o futuro, muitas pessoas se viram diante uma nova oportunidade quando o assunto é se relacionar. Se antes era necessária apenas uma conversa breve por mensagem para marcar um encontro e, então, duas pessoas se conhecerem melhor, agora os solteiros estão aproveitando o tempo para terem conversas mais profundas com suas conexões mesmo sem a previsão de um encontro ao vivo.

Ilustração: Studiostoks

=Desacelerar a paquera: a ausência de encontro na vida real colocou uma ênfase no momento pré-encontro. Com isso, a fase da paquera e da conquista online se tornou ainda mais importante e duradoura.

Dan Rentea/iStock/Getty Images Plus

=Dates mais longos: houve uma mudança nos hábitos de encontros em relação à duração e planejamento dos mesmos. A tendência é que agora os encontros sejam marcados com bastante antecedência, seguindo as novas medidas de segurança e com mais tempo para planejar atividades que não coloquem em risco o casal.

=Foco em mim: a maioria das pessoas tem usado mais tempo para refletir sobre si mesmo focando nas próprias necessidades e desejos mais profundos. A partir disso, surge um novo tipo de solteiro, alguém mais autoconsciente, com uma nova visão e mais aberto a conhecer novas pessoas. Afinal, saber o que você está procurando e quem você é são fatores importantes para criar uma conexão sincera com alguém.

“O ano passado foi completamente imprevisível no mundo dos relacionamentos. As pessoas tiveram que inventar novas formas para se relacionar e também criar novas oportunidades para isso acontecer. E mesmo com todos os desafios, fomos inspirados pela maneira como nossos usuários continuaram a se conectar uns com os outros em 2020”, comenta Martha Agricola, Diretora de Marketing do Badoo no Brasil.

Com o objetivo de celebrar as conexões dos usuários do Badoo e apoiar essa análise sobre tendência de comportamento nos relacionamentos, a empresa desenvolveu o “LoveMap”, uma plataforma que destaca todas as interações entre os usuários globais do app todos os dias. O site revela as respostas de acordo com a localização desejada, desde quais as frases de perfil mais populares no Badoo em determinada região, quais os interesses preferidos e até qual o gif mais usado no dia. Para acessar os dados em tempo real no LoveMap do Badoo, clique aqui.

*Dados Globais do Badoo de 1 de janeiro a 6 de novembro de 2020.

Relacionamentos tóxicos: como identificar e o que fazer

Ao contrário do que muita gente acredita e do que a mídia apresenta, o relacionamento tóxico não se limita ao relacionamento romântico, tendo sempre o homem como vilão. O relacionamento tóxico vai muito além do aspecto romântico.

Relacionamento tóxico é todo aquele onde uma das pessoas acaba prejudicando a outra, como por exemplo: nas relações onde há ciúmes em excesso, onde há invasão à privacidade alheia, manipulação emocional, entre outros. E entre os diversos tipos de relacionamentos: entre mães e filhos, pais e filhos, patrão e empregado e sim, nos relacionamentos de amizades e entre cônjuges.

Em um relacionamento romântico nós precisamos ter cuidado, por exemplo, com o ciúmes em excesso, como afirma Aline Machado Oliveira, médica psiquiatra e psicoterapeuta junguiana: “O ciúmes é uma reação natural, ele vai acontecer, mas é preciso saber como controlá-lo. Numa relação onde um dos dois é muito ciumento, o relacionamento será prejudicado, porque aquele que está sofrendo o ciúmes acaba perdendo a sua liberdade, e a perda da liberdade é o início do fim de um relacionamento. E liberdade não é libertinagem; significa que um vai confiar no outro e vai confiar que o outro está lhe respeitando, mesmo que não estejam juntos o tempo todo.”

Pais & Filhos

O relacionamento tóxico de mãe para filho é quando a mãe não deixa o filho viver a própria vida; não o deixa crescer. Ela quer viver pelo filho, quer protegê-lo de todos os males do mundo e isso é impossível porque todos nós passamos por sofrimentos em nossas vidas. É assim na vida de todas as pessoas, independente de classe social, raça ou crença, explica Aline.

“Nenhum pai ou mãe no mundo, por mais que tente, vai conseguir impedir que seu filho passe pelas dores que todo ser humano precisa passar. Então, quando uma mãe cria o filho como se este fosse o rei e ela, o súdito, certamente este relacionamento é tóxico, pois as atitudes da mãe impedirão que seu filho cresça, se desenvolva e assuma suas próprias responsabilidades” – completa a psicoterapeuta.

Freepik

Também é muito comum o relacionamento tóxico partindo dos filhos para os pais, como, por exemplo, o filho que abusa financeiramente dos pais, que os xinga, que os manipula emocionalmente com chantagens e estes cedem, com medo de perdê-los.

“É muito comum no consultório, relatos de pessoas que têm filhos usuários de drogas, que aceitam tudo que os filhos impõem, inclusive que eles usem drogas dentro de casa, pois temem que se não deixarem, os percam para o mundo. Assim, rendem-se às chantagens, manipulações e ao desrespeito. Isto é tóxico” , diz a psiquiatra.

As relações sociais e profissionais

Nas relações em que não há respeito pelo espaço do outro, quando não se respeita os limites da privacidade, quando há manipulação emocional, desejo de controle ou excesso de críticas negativas, existe toxidade. E estes são só alguns exemplos que servem como sinais de que estes relacionamentos não são harmônicos e isso pode ser, de muitas formas, nocivo.

O relacionamento tóxico também está presente em outras áreas da nossa vida social, como por exemplo, quando há abuso de poder por parte de figuras de autoridade, seja para benefício próprio ou por puro egoísmo.

Fato é, que nem todas as pessoas estão preparadas psicológica ou emocionalmente para assumirem posições de poder, refletindo suas frustrações ou traumas não resolvidos.

Dentro do aspecto social mais abrangente, relacionamentos tóxicos podem ser criados ou estimulados, como por exemplo, a hostilidade entre brancos e negros, pobres e ricos, ou mesmo a hostilidade religiosa.

O que fazer?

O ideal é buscarmos relacionamentos mais harmoniosos, pessoas que acrescentem aquilo que precisamos, que venham para somar, que respeitem nosso espaço e nossas escolhas, mas que também possamos compartilhar o que temos de melhor para as outras pessoas, seja nos relacionamentos familiares ou românticos, seja com os amigos, na vida profissional ou social.

Caso você esteja vivenciando algum relacionamento nocivo e não saiba como sair desse relacionamento, o melhor é procurar ajuda profissional.

Fonte: Aline Machado Oliveira é médica psiquiatra e especialista em Psicologia Clínica Junguiana e Analista Junguiana em formação pelo Instituo Junguiano do Rio Grande do Sul. Membro da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul e da Associação Brasileira de Psiquiatria, atua como psiquiatria clínica e psicoterapia. Atendimentos presenciais na cidade de Lajeado, RS e online para todo o Brasil.

Saiba como surgiu o Dia do Orgasmo e quais os caminhos para alcançá-lo

Vanessa Inhesta, sexóloga da INTT, fala sobre os segredos para atingir o ápice do prazer

Quando o assunto é sexo, ele é a estrela. Almejado por 11 em cada 10 pessoas, para alguns ele é facilmente encontrado, chegando a dar o ar de sua graça repetidas vezes em questão de minutos; para outros é a busca incessante pelo Santo Graal. Sim, estamos falando do orgasmo, que até ganhou uma data comemorativa: 31 de julho.

O Dia do Orgasmo foi criado em 1999 por alguns sex shops britânicos com o objetivo de alavancar sua vendas e chamar a atenção para um debate importante, que é a questão de muitos ainda o desconhecerem.

“O que acontece é que muitos não exploram novos caminhos para encontrar aquilo que realmente pode ser prazeroso por o considerarem tabus e, pior ainda, muitas vezes costumam se autossabotar para agradar o parceiro(a)”, explica Vanessa Inhesta, sexóloga da INTT. Apesar do orgasmo ser algo que todos podem sentir, são as mulheres que costumam sair em desvantagem. Aproximadamente 70% das mulheres nunca chegaram a sentir um orgasmo com seus parceiros.

“Desde nova, a mulher é educada para reprimir os seus desejos e práticas de estímulos sexuais por estarem associados à promiscuidade ou para evitar estigmas que poderão comprometê-la tanto no âmbito social como profissional. Questões essas que muitas vezes a obrigam assumir uma postura submissa, onde passa a encarar com normalidade que deve se resguardar para o parceiro, enquanto este mostra sua virilidade através de várias parceiras”, diz Vanessa.

Relação morna durante o isolamento

casal

O isolamento acabou se tornando um grande obstáculo para os casais. Conviver quase que durante 24 horas requer paciência, respeito e compreensão. Para não cair na temida rotina, inovar e procurar novos caminhos para vivenciar um orgasmo incrível por meio do diálogo e da troca com o parceiro (a) podem ser alternativas nesse momento. “Essa história de que é necessário realizar todas as vontades e fetiches do parceiro para não correr riscos de esfriar o relacionamento é lenda. É importante fazer aquilo que dá prazer a ambos”, ressalta Vanessa.

Prazer anal

E por falar em novas experiências, o sexo anal ainda é um obstáculo a ser superado. Para quem tem curiosidade sobre o assunto, mas não sabe por onde começar, existe alguns cuidados que precisam de atenção: “Nada de ir direto ao ponto, é importante pedir para o parceiro(a) estimular essa região com os dedos, passar um pouco de lubrificante, massagear toda área e, no momento da penetração, ir bem devagar”, afirma Vanessa.

casal na cama iStock
iStock

Inovando com sex-toys

Se não curtir a experiência, não tem problema, invista em outras fantasias. No sexo pode tudo, desde que seja bom para ambos, então tente explorar os pés, as mãos, toque-se e descubra o caminho para chegar ao orgasmo. Sex-toys e cosméticos também podem contribuir para uma experiência única, confira:

INTT Excitation

Aexcitation

O excitante feminino INTT Excitation é um facilitador de orgasmos, que auxilia as mulheres a induzirem seu orgasmo, em casos de dificuldade; ou aumentar a frequência para ter orgasmos múltiplos. Os efeitos de aquecimento, contração e pulsação no clitóris e na parte interna da vagina, fazem com que a mulher sinta sensações que nunca foram exploradas. Preço sugerido: R$ 44,90. Onde encontrar: Exclusiva Sex

INTT Lady Gooza

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Excitante feminino com 7 funções: excitar, esquentar, pulsar, vibrar, lubrificar, estimular e sensibilizar, além de ser o único a possuir uma cápsula vibratória. Preço sugerido: R$ 119,90. Onde encontrar: Exclusiva Sex

Vibrador e Estimulador INTT FiFi 2 Nalone

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Projetado para estimular o clitóris e promover o ápice do prazer, o toy possui duas hastes que podem ser usadas para cercar o clitóris, testículos ou mamilo, que transmitem vibrações silenciosas em sete padrões. Preço sugerido: R$ 384,30 – Onde encontrar: Butique Bella

INTT Masturbador Ninja

NIJNA-CX
O Ninja é uma masturbador masculino com efeitos que auxiliam a alcançar o prazer de forma única. São seis tipos de vibrações e pulsações, além disso, esquenta e simula o sexo oral, proporcionando sensações de forma singular. Preço sugerido: R$ 218,92. Onde encontrar: Cia Sex

Fonte: INTT Cosméticos

Como funciona um cérebro apaixonado, neuro explica

A oxitocina, produzida no hipotálamo, armazenada e secretada pela neuro-hipófise, é o verdadeiro hormônio do amor. Sua produção ajuda casais a se amarem e a ficar juntos por muito tempo. Na última sexta-feira (12), comemoramos o Dia dos Namorados. Para quem está solteiro e não quer passar a próxima comemoração sozinho, a sugestão é seguir à risca algumas dicas de Fernando Gomes, neurocirurgião e neurocientista do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Na arte da conquista e sedução, o cérebro trabalha a todo vapor, preparando o corpo físico e o comportamento para atrair o par ideal. Neurotransmissores e hormônios são responsáveis pela ativação do centro de recompensa, gerando sensações agradáveis e prazer sexual.

“A dopamina, um neurotransmissor, aciona o sistema de recompensa e desencadeia a liberação da testosterona que estimula a libido em homens e mulheres”, explica Fernando Gomes Pinto, neurocirurgião e membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia – SBN, acrescentando que “a prolactina, também um hormônio, está relacionada com a satisfação sexual e a oxitocina relaciona-se com a sensação de intimidade e aconchego”. Sua produção e secreção ajudam as pessoas a se amarem e ficarem juntas por muito tempo.

casal na banheira

O médico conta que certas áreas do cérebro precisam ser “desligadas” tanto nos homens quanto nas mulheres, para que outras áreas possam ser ativadas durante a conquista, o desejo e a companhia da pessoa amada. “Em especial as amígdalas nos lobos temporais, centro da “defesa” de fuga ou luta, são “desligadas” e centros do prazer são ativados como a área tegmental ventral”, detalha.

Nas mulheres, o córtex orbitofrontal lateral esquerdo, responsável pelo controle de desejos elementares, silenciam-se também. E então elas podem “relaxar” suas preocupações e simplesmente amar e serem amadas.

O centro do prazer tanto do homem como o da mulher está localizado no hipotálamo. De acordo com o médico, uma pessoa amada é alguém com potencial para acionar a nossa área do prazer hoje e se der tudo certo, para sempre.

“É por isso que os nossos pensamentos, desejos e sonhos, gerados e interpretados nos nossos lobos frontais, sempre nos impulsiona a pensar na pessoa amada. Principalmente na fase de namoro, na fase da paixão”, revela.

O especialista deixa algumas dicas para embalar um amor:

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• Sorrir sempre. O sorriso, que é o primeiro ganho neurológico aos dois meses de vida, provoca sensação de bem-estar, aceitação e conforto para quem recebe;
• Beijar muito. Traduz carinho e um bom beijo na boca provoca troca emocional intensa. A sensibilidade dos lábios é uma das maiores sentidas no cérebro humano;
• Ser sincero. Os relacionamentos sinceros fazem com que a qualidade de troca de informações dos cérebros do casal seja livre, rápida e intensa. O amor e o prazer podem se manifestar em toda sua plenitude.

Fonte: Fernando Gomes é médico neurocirurgião, neurocientista, comunicador e autor de oito livros. Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena um ambulatório relacionado a doenças do envelhecimento no Hospital das Clínicas.

A convivência desafiando as relações amorosas em tempos de pandemia*

O confinamento social, medida extremamente necessária para que possamos evitar a disseminação do Covid-19, aponta algumas situações que nos levam a avaliar questões dentro dessa nova experiência a que estamos expostos, como, por exemplo, o convívio confinado. Processo no qual a proximidade e a convivência em tempo integral desafiam as relações interpessoais.

A convivência afetiva em uma quarentena, submetida ao estresse, ao medo e a incerteza do amanhã, tende a fazer com que nossas insatisfações, angústias e frustrações sejam deslocadas para o outro de forma intuitiva. Além, claro, do estresse econômico que, potencializado, contribui ainda mais para esse desconforto – complicando, assim, a relação conjugal e florescendo aspectos desagradáveis deste convívio.

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Naturalmente, é o momento em que estamos mais suscetíveis a refletir sobre as nossas vidas, onde queremos chegar e o que estamos fazendo dos nossos dias. O cenário da pandemia alterou os hábitos e a rotina de todos. As famílias estão convivendo 24 horas do dia. O contato com o parceiro foi intensificado.

Com isso, temos relatos de que, com o fim do período de confinamento na China, o número de divórcios quase triplicou. Demonstrando que o relacionamento não resistiu ao convívio contínuo. Além disso, já temos também dados de que essa mesma temática está sendo aplicada para justificar o aumento de casos de violência doméstica no Brasil e no mundo.

E quais seriam as causas? Relacionamentos frágeis? Dificuldades em administrar problemas? Bem, podemos destacar vários aspectos. Para se evitar a deterioração da relação, em primeiro lugar é importante que cada parceiro entenda que o momento de isolamento é necessário e que medidas de boa convivência devem ser adotadas, levando sempre em consideração o outro.

Entendendo que cada pessoa é única, possui características, ciclos de vida e bagagens diferentes. Um pode ser mais vulnerável, ansioso e reativo que o outro. Por isso, o auto controle é essencial neste momento de quarentena. A meta é não enlouquecer e não enlouquecer quem está a sua volta.

De forma inconsciente, o confinamento traz a necessidade do indivíduo alinhar-se e, através desse alinhamento, vencer o momento vivenciado. Portanto, a regulação emocional é o ponto chave. Infelizmente, a tendência é – em um convívio prolongado – apegar-se a pequenas coisas, potencializando a raiva e a chateação por questões que antes, quando a convivência era menos intensa, não incomodavam tanto. Agora, mais evidentes, podem desagradar, fomentando o total desconforto.

casal cama separado

O desafio dos casais neste período é, além de manter sua saúde e a de todos, também manter – de forma saudável e equilibrada – as suas relações. Buscamos a assertividade constante, mas temos que aprender a controlar os ímpetos com orientação e foco.

Algumas atitudes devem ser eliminadas para não prejudicar o relacionamento e ajudar o casal a sair mais fortalecido e unido desse período de isolamento. Adotar um modelo acusatório, apontando o dedo para culpar o parceiro por tudo, certamente irá ativar a defesa do outro – que poderá reagir com ataques. Vitimizar-se também não trará uma energia saudável para a relação.

O clima também poderá ficar pesado e desconfortável se um dos parceiros se colocar de forma queixosa e cheia de lamúrias, reclamando e alimentando a negatividade. As repetições, os excessos de cobrança, as necessidades de convencimento e o abuso da vigilância, são, sem dúvida alguma, aspectos nocivos ao convívio.

Sabendo que todo relacionamento se sustenta pelos níveis de prazer acima dos níveis do desprazer, e que os comportamentos destrutivos devem ser vigiados e descartados, a meta é fortalecer a relação. Algumas medidas devem ser tomadas: intensificar o diálogo com o parceiro, trabalhando de forma consciente, a cumplicidade e a intimidade do casal.

Controlar a agressividade, reagindo com ponderação, polidez e diplomacia. Além do respeito ao limite do outro. Outro fator é não alimentar, dentro de si, a mágoa e a dúvida. Por isso, o diálogo é tão importante para eliminar a distância na comunicação saudável. As exposições respeitosas, no momento certo, são mais que bem vindas nesta busca pela harmonia conjugal.

Portanto, o vínculo afetivo pode ser melhor solidificado se as atitudes sensatas forem adotadas por ambos neste momento tão estressante e desafiador que estamos vivendo.

casal meia idade feliz

Enfim, a potencialização das emoções exige equilíbrio e maturidade para promover uma comunicação pessoal positiva. Cuide da forma de falar, use a gentileza, a empatia e sabedoria, uma vez que a pandemia pede autocontrole e muita cautela para não tornar seu convívio em um relacionamento tóxico e destrutivo.

*Andrea Ladislau é psicanalista, Doutora em Psicanálise Membro da Academia Fluminense de Letras, Administradora Hospitalar e Gestão em Saúde, Pós-Graduada em Psicopedagogia e Inclusão Social e Professora na Graduação em Psicanálise