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Como evitar a alienação parental durante o divórcio, por Paulo Akiyama*

O processo de divórcio muitas vezes pode se tornar algo conflituosamente estressante e traumático para todos os membros da família, em especial para as crianças e adolescentes. É sempre bom lembrar aos pais para evitarem discussões e brigas na frente dos filhos, pois a ruptura conjugal por si só já traz grandes mudanças, e as eventuais brigas e discussões em frente aos filhos lhes proporcionarão lembranças emocionais prejudiciais ao desenvolvimento.

A separação do núcleo familiar pode ser agravada com a disputa da guarda dos filhos, questões financeiras e patrimoniais e sentimentos pessoais por parte dos envolvidos. Esse é o momento para os pais pensarem com calma ao tomarem novas decisões a fim de buscarem os meios de adaptação necessários tanto para os filhos quanto para si mesmos, principalmente por também estarem em um processo de transição de nova formatação de vida e convivência familiar.

A forma como os pais lidam com essas questões influenciam diretamente como os filhos se adaptarão a nova realidade familiar.

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Evitar envolver a prole nas disputas do casal é a melhor maneira de não prejudicá-los psicologicamente, em especial no desenvolvimento dos mesmos. Especialistas da psicologia ressaltam que o despreparo dos pais em situações como essa, principalmente se tratando de alienação parental, provoca graves consequências na formação emocional e social dos filhos.

A alienação parental encontra-se prevista na Lei n.º 12.318/2010, e descrito as formas de tal prática no parágrafo único do art. 2º, bem como no caput do mesmo artigo, considerado o ato de alienação parental como qualquer interferência na formação psicológica da criança ou adolescente promovido por um dos seus genitores, avós ou pelos que tenham sua guarda.

O comportamento dos pais, durante e após o divórcio, pode vir a trazer a total demolição do instituto família, influenciando na criação de uma nova programação psicológica nas crianças.

Estudos comprovam que as inquietações e insatisfações dos genitores acabam se projetando sobre os filhos, o que já se considera alienação parental.

Os pais devem se conscientizar que a parentalidade deve superar a ruptura conjugal. Seguindo este pensamento, o Brasil adotou a Oficina de Pais e Filhos, coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), visando aperfeiçoar o trabalho do sistema judiciário. Em 2014, o órgão, recomendou aos Tribunais de Justiça dos Estados a adoção destas oficinas como política pública e prevenção de conflitos familiares, disponibilizando vídeos e apresentações no portal do CNJ.

As oficinas ocorrem uma ou duas vezes ao mês, com duração de quatro a seis horas, compostas por profissionais voluntários capacitados para atuar nas modalidades: pai, mãe, adolescentes e crianças, a fim de promover a reflexão acerca do divórcio e parentalidade aos participantes, explanando as mudanças da família.

Nossos legisladores também buscam a saúde psicológica e o desenvolvimento de filhos de pais separados, vindo a ser publicada a lei 13.058/2014, incluindo a guarda compartilhada como sendo o meio de convivência entre filhos e cônjuges, especialmente quando os pais não tenham consenso sobre a guarda dos filhos e ambos estão aptos a exerce-la.

Em 2010, entrou em vigor a Lei 12.318 – Alienação Parental – com o seguinte fundamento: “Inibir a alienação parental e atos que dificultem o convívio entre a criança e seus genitores”.

pais discussão separação casamento

Assim, concluímos que, os pais devem antes de mais nada, pensarem em seus filhos, pois o nosso ordenamento jurídico assim o faz, ou seja, o principio da proteção da criança e do adolescente para conviverem com ambos os genitores de maneira equilibrada. A ruptura conjugal não é sinônimo de ruptura parental.

*Paulo Eduardo Akiyama é advogado atuante no direito de família e direito empresarial, possui também formação em economia. É sócio-fundador do escritório Akiyama Advogados Associados, atuando há mais de 20 anos. 

Match sem passar pro lado: Poppin muda as regras do “jogo” da paquera

Com formato semelhante ao de um game, app torna seleção de perfis mais dinâmica e divertida

Recentemente, o Poppin, aplicativo de relacionamento brasileiro, apresentou uma novidade para os usuários. Não é apenas uma atualização, mas, sim, uma mudança de regras que resulta em um aplicativo mais interativo e divertido. Com aspectos emprestados de games, o aplicativo tornou a busca pelo “crush” ainda mais empolgante. O maior diferencial está na hora de selecionar perfis: o ato de arrastar para o lado ficou para trás com o Poppin Time.

O “jogo” funciona da seguinte maneira: nas rodadas, três por dia, os perfis surgem no formato de bolhas e seguem subindo na tela. Quando surgir alguém interessante, o usuário apenas deve tocar na bolha e o perfil será selecionado. Sendo assim, não é mais necessário deslizar para as laterais, inclusive para recusar um pretendente. Nesse caso, basta deixar a bolha seguir seu caminho e sumir após cruzar o topo da tela. É válido ressaltar que na etapa de estourar as bolhas, os usuários não dão likes de fato, e sim fazem uma pré-seleção de perfis que gostariam de ver melhor.

Após a seleção, a pessoa cadastrada pode conferir as fotos do perfil como se fossem stories do Instagram. Para saber mais sobre o potencial “crush”, o usuário pode acessar informações como emprego, escolaridade e atividades preferidas. Depois, é possível investir pesado no date e enviar todos os likes de uma vez para os perfis selecionados, o que aumentam as chances de matches.

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O Poppin Time traz um modelo mais interativo, já que as rodadas e a corrida para estourar as bolhas lembram os joguinhos de smartphone. Mas o bom é, que nesse game, ninguém sai perdendo. Agora, as combinações podem ser feitas com mais rapidez e mais diversão. Assim, a preguiça de ter que deslizar várias e várias vezes até achar alguém interessante acabou. Com esse modelo mais “jogável”, os usuários têm uma busca mais prazerosa e eficiente. As chances de arranjar um contatinho aumentam, assim como a vontade de sair estourando as bolhas.

A mudança no aplicativo é justificada no comportamento do usuário. “Nos aplicativos de relacionamento, deslizar entre os perfis se tornou o padrão. O porém é que, com o passar dos anos, esse formato ficou saturado. Nós acreditamos que tudo evolui, inclusive a forma como as pessoas se conhecem na internet”, comenta Guilherme Ebisui, CEO do Poppin. Apesar das mudanças, o aplicativo continua fiel em sua missão: ajudar a criar os melhores encontros na vida real.

Informações: Poppin

Oito fatores que diminuem a libido

Segundo uma pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do Hospital Pérola Byington, 48% das mulheres procuram ajuda médica por conta de disfunções sexuais – 45% dessas estão entre a faixa etária de 40 a 55 anos; 36,4% entre 25 e 39; e somente 7,9% tem entre 20 e 24 anos.

Já o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro aponta que esses problemas independem da idade da mulher, mas variam de acordo com a faixa etária. Falta de desejo é queixa de 5,8% das jovens entre 18 e 25 anos e de 19,9% de quem já passou dos 60. Entre os homens, essa porcentagem diminui bastante: apenas 2,4% dos jovens e 5% dos idosos reclama de baixa libido.

De acordo com Karina Tafner, ginecologista e obstetra; especialista em Endocrinologia Ginecológica e Reprodução Humana pela Santa Casa; e especialista em Reprodução Assistida pela Febrasgo, a falta de libido é uma das maiores queixas no consultório, especialmente entre casais que têm dificuldade para engravidar, pois o sexo deixa de ser prazeroso. Além deste, Karina lista outros motivos que resultam na baixa libido e explica por que acontecem:

– Diminuição da testosterona

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A testosterona é um hormônio considerado masculino, afinal, sua concentração no corpo do homem é de 20 a 30 vezes maior do que no corpo feminino. Na mulher, quando a testosterona está em seus níveis ideais, é um importante componente regulador das funções biológicas do organismo. Quando os níveis do hormônio na mulher ficam baixos, várias disfunções são ocasionadas, entre elas, a baixa libido. No entanto, a queixa é menor em mulheres na idade reprodutiva. Ela pode acontecer com mais frequência após a menopausa (lembrando que a testosterona nunca deve ser dosada em vigência do uso de contraceptivos hormonais, pois os resultados são mascarados pelo uso de hormônios).

– Álcool

casal festa vinho pixabay
Pixabay

Em pequenas doses, pode levar ao aumento da libido em algumas pessoas, pois diminui a inibição e torna o indivíduo mais “relaxado” e menos inseguro. Entretanto, mais do que quatro doses de álcool por semana podem comprometer a libido da mulher. Isso porque, aparentemente, o álcool pode “imitar” o estrogênio e atrasar ou impedir a ovulação (exatamente no período em que a mulher alcança o auge da sua libido, segundo um estudo australiano). Os especialistas acreditam que o fato de não ovular pode comprometer também a atuação dos hormônios. O ideal é substituir o copo de vinho ou cerveja por água tônica, que contém relaxante natural para o corpo.

– Estresse

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Interfere no sistema nervoso autônomo pelo aumento do cortisol (popularmente conhecido como “hormônio do estresse”, o cortisol, que é produzido pelas glândulas suprarrenais, é liberado em momentos de nervosismo). Sendo assim, este desequilíbrio acaba alterando o humor, a sensação de bem-estar e, consequentemente, o desejo sexual.

– Hipotireoidismo

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A tireoide é uma glândula situada na parte anterior de nosso pescoço, responsável pela produção dos hormônios T4 e T3, fundamentais para o crescimento, metabolismo, para a fertilidade, entre outras funções. O funcionamento insuficiente da tireoide é chamado de hipotireoidismo. Os sintomas relacionados ao hipotireoidismo são consequência, principalmente, dos níveis baixos dos hormônios produzidos pela glândula. Entre eles, a baixa libido. O hipotireoidismo é mais comum em mulheres, especialmente acima dos 40 anos. Se não tratado, além da diminuição da libido, pode causar cansaço excessivo, alteração da função intestinal e até depressão, afetando ainda mais o desejo sexual.

– Pílulas anticoncepcionais

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Podem diminuir a libido, pois inibem a ovulação e, com essa inibição, não há o pico de testosterona que acontece nessa fase. O efeito se observa principalmente nas pílulas que contêm progesterona com efeito antiandrogênico. Também pode diminuir o desejo sexual das mulheres que usam pílulas com baixíssima dosagem hormonal, de 15 a 20 gramas de etinilestradiol.

– Sedentarismo

mulher dormindo sofá

Pesquisadores da Universidade do Texas estudaram mulheres entre 18 e 34 anos, e descobriram que aquelas que pedalaram por 20 minutos foram 169% mais animadas sexualmente quando confrontadas a imagens sexuais do que quando não se exercitavam. Um outro estudo indicou que a regra também se aplica aos homens, já que os que se exercitam de 20 a 30 minutos diários diminuem as chances de disfunção erétil em até 50%. Além disso, o aumento do peso corporal afeta a libido devido a diversas alterações hormonais decorrentes do acúmulo de gordura, assim como outros desajustes fisiológicos e psicológicos que afetam a saúde e a autoestima.

– Alimentação inadequada

mulher comendo chocolate

Uma dieta carregada em açúcar e alimentos processados afeta determinados hormônios e glândulas, privando o corpo dos nutrientes aliados da libido. Aposte em alimentos que levantam o ânimo sexual, como pimenta, abacate, castanha-do-pará, avelãs, cebolinha, aveia, noz-moscada, romãs, morangos e salmão selvagem, além de gergelim esmagado com mel.

– Tabagismo

mulher cigarro fumando

O hábito de fumar pode danificar o revestimento dos vasos sanguíneos, afetando a musculatura do pênis e inibindo o sangue de fluir. Os homens que fumam são 51% mais propensos a ter disfunção erétil do que os não fumantes, segundo uma meta-análise feita na China. A boa notícia é que um ano após parar de fumar, 25% dos ex-fumantes perceberam uma melhora nas ereções. Já para as mulheres, o tabagismo agride o sistema reprodutor, altera a lubrificação vaginal e aumenta a dificuldade de sentir prazer.

casal separado

“Mas nada é tão prejudicial para a vida sexual do casal quanto a falta de compreensão e amor do parceiro. Se não há romantismo e companheirismo na vida a dois, dificilmente haverá desejo e prazer na vida sexual”, reforça a ginecologista.

Sexo aos 50: por que é melhor nesta faixa etária?

A experiência de vida conta muito nesta faixa de idade, especialmente porque boa parte delas já foram experimentadas e, apesar das controvérsias sobre a capacidade física dos cinquentões, a sexóloga Carla Cecarello, consultora do site Solteiros50 e a psicóloga Iris de Souza, especialista em relacionamentos do site Amor&Classe, confirmam: “esta é a melhor idade para tudo, inclusive para os relacionamentos e para o sexo”, afirmam.

Para Carla, há algumas razões para o sexo ter mais qualidade nesta faixa etária, porém, se houver informação e cuidados, há ainda muitas formas de melhorar a vida sexual dos novos 50+. Já para Iris, está é também uma fase em que os homens já vivenciaram muitas experiências e podem se dedicar a uma relação afetiva mais contundente.

Ambas as especialistas dizem existirem argumentos suficientemente reveladores de como o sexo e a relação amorosa vai melhorando com o passar dos anos. No caso deles, as relações tornam-se muito mais fáceis de serem conduzidas. Para elas, nem tanto, principalmente pelos erros deles em serem menos interessados anteriormente. Por isso, as especialistas listaram dez razões do porquê tanto o sexo quanto as relações podem ser interessantes aos 50 anos. Confira:

Autoconfiança

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Para as especialistas, aos 50 anos, tanto ele quanto ela já possuem maior conhecimento de suas capacidades pessoais e determinações. Sabem também de tudo o que gostam e do que não gostam. Nesta faixa etária já estão como queriam estar e como querem ficar na vida, de forma que não precisam se autoafirmar continuamente para outras pessoas. Por essa razão, as pessoas de 50 anos se concentram nas coisas que são realmente importantes para elas. Essa autoconfiança permite a elas viverem melhor cada momento e abraçar de forma muito mais responsável suas escolhas, notadamente na intimidade e nos relacionamentos.

Mais prazer e menos pressão
Antes de chegar aos cinquenta anos, as pessoas levam a vida em uma intensidade tão grande que é preciso se autoafirmar constantemente. Quando se é jovem, por exemplo, existe uma pressão muito maior para que haja correspondência entre o corpo (parte física) e o sexo. Essa tensão na parte física do sexo exige mais correspondência no que diz aos resultados, o que, em vez de ajudar, na maioria das vezes, atrapalha. Os mais jovens vivem sobre pressão para se apresentar bem fisicamente, especialmente sobre a cama e sobre o corpo do outro, para oferecer prazer. Com a idade e com o autoconhecimento, percebem que não é a duração do sexo, nem a quantidade de prazer e orgasmos que têm ou dão que conta, mas o prazer e a satisfação de ambos em completa e absoluta sintonia e sincronia. Por essa razão, sexo depois dos 50 é conexão. Mesmo que seja sexo casual, o foco mudou da performance para o conectar-se ao outro.

Sem pressa

casal meia idade feliz
O passar dos anos ensina muita coisa, uma delas é dar tempo ao tempo e não viver apenas em relação a ele, mas conectado ao seu redor e com todos, inclusive com o próprio Chronos*. Desta forma, as pessoas aprendem a gerir melhor o seu tempo e ganham, assim, oportunidades para apostar mais na vida sexual. Dar tempo ao tempo significa que elas passam a uma posição privilegiada de poder investir em si mesmas e a possuir mais tempo para cultivar gostos, hobbies e namoros, que incluem o prazer sexual, não como objetivo, mas como forma de expressar a forma de encarar a vida.

Experiência e qualidade
Se o sexo já não é apenas uma capacidade física e tampouco uma demonstração de força, mas de jeito e forma, só com o tempo as pessoas percebem-se melhor e valorizam outras formas de atingir o prazer sexual. A leitura de bons livros ou a consulta com especialistas, como sexólogas, psicólogas ou terapeutas entram no circuito de conhecimento e informação dessas pessoas. Existem livros sobre satisfação sexual e novas experiências sexuais que antes eram impensáveis de ser lidos, ou eram considerados objetos que jamais seriam contemplados. Conhecer-se a si mesmo e a sexualidade abre novas fronteiras de relacionamentos e experiências que aqueles que têm mais de 50 se colocam disponíveis e abertos para conhecer.

Liberdade absoluta

casal na cama iStock
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Há durante o percurso até os 50 anos inúmeras preocupações, especialmente em relação as questões profissionais, financeiras e suporte material. Atribui-se a elas um peso maior. Quando se obtém as experiência de vida, percebe-se que o peso pode ser igual para todos os assuntos e temas, o que é libertador. Isto permite à pessoa priorizar o que é realmente importante para ela e, de acordo com o que gosta, dedicar mais ou menos atenção e prioridade. Na vida sexual, a libertação, principalmente em relação a questão física, permite que se procure e se entregue a novas aventuras.

O ápice com mais facilidade
A libertação da questão da prática sexual concede às pessoas com mais de 50 atingir o orgasmo com muito mais facilidade e qualidade, mesmo várias vezes. O prazer completo, o ápice da relação, pode ser conseguido mais facilmente porque as pessoas são mais seletivas na escolha dos parceiros e as escolhas são baseadas em gostos, compatibilidades e não apenas por beleza física, comum nos jovens, como processo de seleção. Além disso, a pressa para se levar alguém para a cama não permite que se conheça tão bem o outro, como em uma relação aos 50 anos.

Espontaneidade

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Outra razão é a quebra da rotina, que pode aumentar a libido do casal. As mudanças de hábitos trazem novidades. Inovar ajuda no aumento da atividade sexual, sobretudo quando os casais já se conhecem há muito tempo.

Relações mais simples e claras
Honestidade nem sempre é o forte das relações mais jovens. Aprende-se com o tempo que a necessidade de se falar com clareza e ser honesto naquilo que diz é fundamental para que a relação ocorra de forma simples e verdadeira. Aos 50 anos, essa é outra das coisas que se ganha: clareza e honestidade nas relações interpessoais. As pessoas sentem-se mais à vontade com o outro e dão mais liberdade para se autoafirmarem ou apresentar suas ideias e opiniões. É algo fabuloso. Ser direto e objetivo na relação com os outros não é algo apenas para pessoas aos 50, mas deve ser para todas as idades, em que os estereótipos deveriam ser deixados de lado e os estigmas esquecidos para facilitar a experiência da vida.

Tolerância

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Desde que o ser humano é ser humano deveria ser tolerante com o outro. Numa relação interpessoal ou amorosa, a tolerância deveria ser central, pois evitaria o desperdício de tempo entre duas pessoas que não se respeitam ou não se conhecem por não serem diretas e objetivas ou porque vivem com seus estigmas e montam seus estereótipos (de como deve ser a pessoa ideal para elas). Ser tolerante com o outro não é aceitar suas ideias e opiniões, mas entender quais são essas ideias e opiniões. Se ambos agem com tolerância, as opiniões serão claras e as decisões tomadas suavemente tanto para a vida em conjunto quanto não. Aos 50, isso está claro.

Inovar e experimentar
Aos 50, a inovação não tem de ser uma barreira para o sucesso, mesmo que as experiências já tenham sido vividas. Ainda há tempo para aprender. Esse aprendizado é sempre obtido com muita qualidade e, por isso, capaz de inovar e experimentar, de forma a analisar os ganhos e as perdas em torno da inovação. Nos relacionamentos, a inovação e experiência se tornam mais fáceis e muito mais aceitas.

Adultos na rede: inabilidade prejudica pessoas mais impulsivas e ansiosas, diz terapeuta

Especialista recomenda que pessoas usem a tecnologia com cuidado, para não gerar ainda mais solidão e afastamentos

Fala-se muito da tecnologia e crianças, os cuidados, os estímulos e tudo que podemos e devemos fazer para proteger nossos pequenos. Mas e os adultos, como estão lidando com essa novidade tecnológica? Quais as regras de tudo isso e qual a melhor maneira de utilizar?

Segundo a terapeuta transpessoal Wanessa Moreira, que também é master mentoring em coaching corpo e mente, “a inabilidade em usar algo de alcance tão grande e tão rápido, tem prejudicado e muito as pessoas mais impulsivas e ansiosas”.

E nesse compasso, as relações entre as pessoas estão sendo prejudicadas. “Sabe aquela frase: pronto falei? Vai lá e faz o textão, ou crítica uma outra pessoa, e mesmo que se arrependa depois, já foi, centenas ou milhares de pessoas já tiveram acesso… e agora?”, indaga a profissional que trabalha como orientadora pessoal.

Para a especialista, as pessoas tristes e magoadas saem impondo suas regras umas sobre as outras no ambiente virtual. “E para onde vai toda essa energia e tempo gasto? Coloca as pessoas ainda mais no estresse de sobrevivência e em uma frequência, uma vibração que rouba a nossa bateria de amor com a vida”, afirma Wanessa.

O resultado de tudo isso, de acordo com a terapeuta, é o aumento da irritação, reclamação e uma procura intensa por verdades, que nunca irão chegar. “E sabe por quê? Não há um lado certo, há sim o lado de cada um, e quando se perde o respeito, só é possível ver os erros que sobraram. E as pessoas vão se perdendo ao invés de usarem a conexão da tecnologia para se encontrar”, diz.

Não é sobre tirar um do outro e, sim, sobre um somar ao outro, exemplifica Wanessa: “Não preciso me incomodar porque o outro é feliz nas fotos das redes sociais, sejam fotos reais ou não, é o que a pessoa posta. Posso me inspirar no que ela está mostrando e aplicar na minha vida aquilo que eu busco”,argumenta a terapeuta.

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Portanto, a terapeuta transpessoal recomenda que as pessoas usem cada vez mais a tecnologia com o significado de ‘conexão’: “União, uma relação de dependência; em que há lógica, nexo e coerência, como o próprio dicionário define. Um significado que é tão rico por si só, ao invés de gerarmos mais ainda solidão e afastamentos”, recomenda.

Fonte: Wanessa Moreira é terapeuta, orientadora pessoal e Master Mentoring em Coaching Corpo e Mente, com pós-graduação em psicologia transpessoal.

Dez programas para aproximar e esquentar o romance no inverno

Psicóloga especialista em relacionamentos lista programas para casais românticos realizarem neste período

Apesar de algumas baixas na temperatura, apenas a região Sul do país parece de fato encarar o inverno no Brasil. Por isso, falar em uma programação romântica para os casais aproveitarem a estação mais fria do ano pode não ser exatamente o que pensam aqueles que estão no Norte e Nordeste, por exemplo. Para quem pretende fazer uma programação especial para este período, algumas dicas preparadas pelo site Amor&Classe são interessantes para esquentar o clima entre casais.

O site, que é especializado em romantismo com foco na aproximação de pessoas que querem encontrar ou conquistar um grande amor, listou dez planos para melhor aproveitar o inverno. As dicas ajudarão os românticos a agendar – desde um primeiro encontro até um fim de semana para engatar ou reativar o relacionamento – programas cheios de romance. O objetivo é fazer os casais utilizarem este que é um dos melhores períodos do ano para fazer o quê? Namorar.

Para jamais esquecer que o romance vale a pena, a psicóloga Iris de Souza, especialista em relacionamentos e consultora do Amor&Classe, listou algumas dicas de programas que saem muito mais barato quando feitos por um casal. As dicas são para um final de semana super-romântico.

A ideia é oferecer opções para que os pombinhos sintam-se cheios de energia e tenham um inverno inesquecível. Além disso, as dicas são uma forma de resgatar o romantismo que, em tempos de correria e individualismo, parece ter sido esquecido. Para retomar o carinho e a intimidade entre os casais algumas opções de programas são conhecidas, mas fazem, segundo a especialista, “um bem danado” para a relação.

Passeio na neve

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Pixabay

Que tal um passeio na neve com a pessoa da sua vida? Tudo que precisa para realizá-lo é encontrar uma paisagem de neve. Lá poderá brincar de fazer bolas de neve e atirar um no outro, montar um boneco de neve ou esquiar… sempre ao lado um do outro. Neste período de inverno, as montanhas de alguns países no continente sul-americano estão cobertas de neve e formam um ambiente incrível para passar ótimos e inesquecíveis momentos. “Além das brincadeiras, a viagem pode ser uma forma de aumentar a intimidade e aproximação, especialmente se a relação estiver patinando”, afirma a psicóloga do Amor&Classe.

Patinação no gelo

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Infelizmente no Brasil o inverno é incapaz de congelar lagos, portanto, fazer uma patinação no gelo só mesmo nas pistas montadas especialmente para tal representação. Mesmo assim, oferecer um programa do tipo patinação no gelo pode ser bastante legal e diferente, se os dois se prontificarem a cair juntos ou percorrer o caminho se equilibrando e ajudando um ao outro para não rolarem gelo (ou corpo) abaixo. Numa paisagem de inverno nevado, como ocorre em países vizinhos como Chile e Argentina, apreciar as belezas das montanhas seria a melhor localização para este plano romântico e gelado. No entanto, uma pista de patinação artificial no centro da cidade também servirá para desfrutar de um encontro romântico com o(a) parceiro(a). “É um programa perfeito para quem está se conhecendo ou para quem quer se divertir a qualquer momento ao lado de quem ama”, ressalta Iris de Souza.

Tarde relaxante em casa

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De máscaras faciais nutritivas a banhos de espuma: relaxe em casa com um spa pessoal . Encha o banho de água quente, coloque uma cápsula de banho perfumado e vão ambos para a banheira. Tem algo melhor que isso? Relaxamento e erotismo são garantidos em partes iguais e é o plano perfeito para muitos casais, porque não? “É um momento de entrega e aproximação, que satisfaz o corpo e a mente e diz quem somos no relacionamento”, destaca a consultora do Amor&Classe.

Filminho no Data Show

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Aproveite a programação em casa e crie opções, como a de ver um filme com apoio de um data show. “Escolha as películas de acordo com o que os dois gostam e claro saiba dividir: uma hora o filme e o gênero de um e outra hora o filme e gênero que o outro gosta”, lembra a psicóloga especializada em relacionamentos do site Amor&Classe. Assim ambos ficam felizes e curtem estar juntos e aquecidos embaixo de um cobertor na sala ou na cama, depende de onde ficará o aparelho que vai transformar a parede em um verdadeiro cinema. Além disso, o local tem de ser o melhor para os acompanhamentos: um chá ou chocolate quente, um lanche, uma pipoca quente. As dicas são sempre escolher entre uma comédia romântica, um clássico ou um thriller que faz seu cabelo ficar em pé. O requisito mais importante para uma noite de cinema com um final feliz é dividir o sofá entre os dois. Para quem é casado não há nada mais romântico que ver a um filme em casa com os filhos.

Videogame

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Masterlife

Não importa qual é o jogo, mas sim se divertir em conjunto. Pode ser no videogame ou qualquer outro jogo de mesa. Uma noite de jogos em casa é uma ótima opção para passar as noites frias de inverno acompanhadas. “Os jogos também são sempre divertidos e aproximam as pessoas, não é diferente para o casal que além de se divertir pode conhecer-se mais um ao outro, especialmente em começo de relacionamento”, destaca Iris. Se já é um relacionamento duradouro, um passeio no frio também pode ser interessante ao final dos games.

Escalada

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Se ambos forem mais radicais uma sessão de escalada é um ótimo plano para casais, especialmente se estiverem procurando uma dose de adrenalina e aventura. “Supõe-se que se ambos estão realizando a escalada juntos, pelo menos um deles tem alguma experiência e, portanto, será de fundamental importância para auxiliar o outro, ou seja, troca de confiança e entrega”, afirma a consultora do Amor&Classe. Se não, há outras opções a considerar, como cursos ou instrutores para ajudá-los na primeira vez. Então, divirtam-se! Entre uma paradinha e outra na subida, façam um lanchinho e aproveitem para aquela champanhe comemorativa do primeiro passeio às alturas. Lá em cima, nas montanhas, pode fazer um piquenique e quem sabe algo mais. É relaxante e confirma a relação entre o casal. Nas opções, para quem gosta de escalar montanhas, estão os pequenos hotéis rurais que podem oferecer ótimas comidas e quartos para se desconectar dos centros urbanos e das loucuras do dia a dia, prestando mais atenção um ao outro. Vale a pena!

Sessão de spa

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É claro que duas pessoas que vão juntas à sauna têm muito pouco ou nenhum segredo entre si. Seminu e sem disfarce, este plano fará a abordagem aumentar, não apenas emocionalmente, mas também fisicamente. Encontre uma experiência relaxante para dois em qualquer spa em sua cidade ou surpreenda-o com aquele nas montanhas em uma região fria e afastada das badalações turísticas para que tenham total privacidade. Assim, a sauna pode ser um detalhe apenas se vier acompanhada de uma massagem durante ou ao final, com uma ducha à vontade para os dois. “Tenha certeza que além de relaxante, ambos vão adorar”, aponta a psicóloga.

Uma ópera ou balé

balé casal bailarinos pixabay
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O teatro sugere uma noite romântica para o casal curtir e compartilhar. Trata-se de uma forma de perceber os gostos culturais um do outro. Além disso serve também para ter muitas boas conversas sobre o enredo das histórias ou mesmo o significado das passagens seja das cenas ou das músicas e canções entoadas. “O casal se conhece melhor quando troca informações e opina sobre coisas que curtem juntos”, afirma Iris de Souza. O balé também pode ser uma ótima opção para compartilhar um momento especial e que muito contribui para a aproximação de um casal.

Cozinhando juntos

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Um jantar especial para por fogo no relacionamento? Então, para quem quer esquentar um pouco mais a relação no inverno a dica é a cozinha para preparar um jantar romântico. “Estar na cozinha e preparar o jantar em conjunto é ótimo para amenizar o estresse do dia a dia”, ressalta a psicóloga do Amor&Classe, pois permite a troca de experiências comuns entre o casal de forma que possam reconhecer os dotes de um e de outro, culinariamente falando, é claro. Nem mesmo o melhor chef restauranter colocaria tanto amor que o casal, cozinhando um para o outro. E ao final degustar o que for preparado amplifica o clima de intimidade e inspiração. Claro que a receita pode aproveitar as dicas de alimentos afrodisíacos e assim colocar um pouco mais de pimenta ou fogo na relação.

Degustação de vinhos

Casal degustando vinhos em casa típica, Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo
Pode parecer cafona e careta, mas saber quais são os próximos seminários de degustação de vinhos ou mesmo apresentação das safras pode ser interessante e atrativo para ambos, mesmo quando para ela ou para ele a bebida não seja lá muito conhecida ou apreciada. Mas o ambiente e a possibilidade de obter uma boa oferta no local dos seminários ou mesmo on-line de experiências para dois pode ser super agradável e diferente. Uma degustação de vinhos pode ser um plano perfeito para os dias frios, especialmente se for um daqueles dias ou noites que não dá para fazer nada fora de casa ou no ambiente exterior. Se um dos parceiros for ousado, algumas curiosidades sobre a bebida pode transformar o programa em uma atividade cultural de extremo bom gosto e romântica demais para ser esquecida na semana seguinte. Conhecer a gastronomia da área ou simplesmente aprender mais sobre a enologia nunca é demais. Com certeza ir a uma degustação gera boas fotos e recordações que serão uma razão para fazer tudo novamente em outras oportunidades e em momentos distintos do relacionamento. “Quem oferecer se dará muito bem ao final. As curiosidades sobre o vinho causam boa impressão, aproximam e dão mais intimidade ao casal”, complementa a consultora do site de relacionamentos.

Fonte: Amor&Classe

Seis dicas para superar o fim de um relacionamento, por Tatiana Pimenta*

Prepare-se: você escutará muitos conselhos quando comentar com os amigos que seu relacionamento amoroso chegou ao fim. Alguns dirão coisas que irão lhe tocar profundamente, desencadeando reflexões transformadoras. Outros, oferecerão palavras que você julgará bobas — que talvez até lhe irritem.

A intenção é sempre a mesma: ajudar. Mas as pessoas são diferentes — e seus modos de enfrentar as consequências da vida, também. Neste artigo, compartilho seis dicas para superar o fim de uma história, de um amor. Mas, assim como seus amigos, o que temos a dizer não é uma fórmula mágica.

Permita-se ler as sugestões sem prejulgamentos. Ignore aquelas que não conversarem com suas dores. Fixe naquelas que mais lhe incomodarem. Afinal, o que mais nos perturba, é o que primeiro precisamos resolver. Siga a leitura e, se puder deixar nos comentários algum conselho que acredite valioso, complemente nossa lista!

1. Respeite seu tempo

mulheres brindando vinho champanhe

Um clichê, sabemos. É um conselho tão batido, mas tão batido, que o desprezamos. Contudo, ele é um mandamento que não deveríamos perder de vista. Respeitar o próprio tempo é aceitar a temporada de choros, sem culpa. É entender que a tristeza não faz as malas no dia seguinte à partida do amor. Portanto, aceite convites para sair de casa, abrace oportunidades de se divertir. Mas não se cobre recuperação instantânea de um fim de relacionamento. Por outro lado, respeitar seu tempo é, também, não aceitar a fossa como moradia fixa. Seu tempo merece ser tratado com dignidade. Não o transforme numa tormenta infinita. Se perceber que o desânimo está indo longe demais, procure ajuda de um psicólogo. Ele lhe auxiliará a descobrir novos caminhos para o pensamento.

2. Invista na autoimagem

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Foto: Jeviniya-Pixabay

Aviso: essa dica não sugere que você tire zilhões de selfies e compartilhe nas redes sociais, para mostrar que está bem! Autoimagem é um olhar para si, não para a aprovação ou impressão do outro. Investir na auto imagem é priorizar o relacionamento saudável com a pessoa inevitavelmente constante em toda a sua vida: você. Se você se colocar para baixo, terá que conviver, a cada segundo, com essa personalidade derrotista que alimentou. Um relacionamento tóxico, não necessariamente, é algo que envolve duas pessoas. Você, sozinho, pode se boicotar, violentar, desmerecer. Não seja, para si mesmo, o que não gostaria de encontrar ou receber de outro alguém. Num primeiro momento, pode lhe soar superficial. Mas indicamos: cuide da própria beleza! Nada de pensar em padrões! Lembre-se que a ideia é acarinhar a autoestima, dar ênfase ao que se tem de autêntico e original.
Descubra formas de autocuidado que lhe dão prazer. Pode ser através da alimentação, de uma atividade física (que tal dança? yoga? luta?), de um ritual de beleza com cosméticos de texturas, cores e perfumes extasiantes. Convoque os sentidos. A autoestima, por vezes, realmente começa de fora para dentro.

3. Deixe o passado em seu devido lugar

fotografias memoria lembranças pixabay

Não espere esquecer a pessoa com quem conviveu. Isso não vai acontecer — a não ser que você sofra de alguma espécie de amnésia… Entretanto, não a chame para seu presente. Memórias irão lhe ocorrer. Mas não as deixe como parâmetros para um relacionamento futuro. Quando olhamos para trás, editamos nossa percepção. Já percebeu? A memória seleciona “cenas”, escolhendo o que ignorar e o que exibir.
Você pode lembrar do relacionamento que acabou só pelas “partes boas”, criando uma expectativa irreal de um próximo parceiro, que precisará ser tudo aquilo que a memória estabeleceu como padrão de felicidade. Ou pode lembrar apenas das coisas ruins e enxergar indícios de repetições em atitudes que, na verdade, não têm correspondência com a experiência do passado. Aprenda com os erros e evite ciladas. Porém, não confunda bom senso com fixação. Outra coisa de suma importância: nada de stalkear a vida do antigo amor pelas redes sociais! Nem através de amigos em comum. Cedo ou tarde, isso lhe trará mais sofrimento. Sua meta é romper o vínculo e dar espaço a novas conquistas, novas histórias, novas memórias. Mantenha isso em mente!

4. Isso também vai passar

mulher ouvindo musica fone de ouvido stocksnap pixabay

Faça disso um mantra. Repita, para si mesmo, quantas vezes precisar. Não apenas em situações de términos. Essa é uma das principais dicas de relacionamento com a vida! Tudo passa. Infelizmente, até o que é bom. Como ensinou Guimarães Rosa, vida é travessia.

5. Pense positivo

mulher livro bebida vinho pexels
Pexels

É bem difícil um relacionamento acabar quando ambos estão apaixonados, vamos admitir. E se o interesse — ao menos de uma das partes — já não era “aquilo tudo”, podemos presumir que o namoro ou casamento não estava em seus melhores dias.
Então, o que foi mesmo que você perdeu? O sofrimento pode ocorrer, em grande medida, pela imposição da mudança, pela famosa saída da zona de conforto — ainda que, de conforto, houvesse pouco ali. Foque em notar o que o fim trouxe de bom. Foque em perceber quantos fins — de circunstâncias e humores negativos — a ruptura trouxe consigo. Perceba a possibilidade de recomeços, de tempo de maior qualidade com amigos ou envolvimento com coisas que gostava — mas havia deixado para trás em função da rotina do relacionamento. Reencontre-se! Aproveite a liberdade. Reinvente seu cotidiano. Dê espaço para suas preferências e escolhas individuais. Faça do momento um desafio de evolução pessoal.

6. Acredite em um novo relacionamento

jovem mulher usando celular pexels

Se você prestou atenção às dicas anteriores, chegará a essa preparado! Por via das dúvidas, faça um “checklist” antes de avançar. Autoestima bem-resolvida?  Desenvolvimento pessoal em ordem? Vínculo rompido? Tempo de choradeira encerrado? Então é hora de dar chances ao acaso! Também não fique esperando o novo amor bater em sua porta. Não aguarde alguém lhe resgatar do limbo. Note as pessoas ao seu redor e faça-se notar. Se gostar da ideia, aceite que amigos lhe apresentem pessoas interessantes. Abra-se para pessoas de seu convívio, amizades que podem virar algo mais. Saia de casa, quando tiver a oportunidade. É sempre simpático dar uma mãozinha para o destino. Uma opção bem funcional são os aplicativos e sites de relacionamento. Pesquise quais plataformas seriam mais compatíveis com o seu perfil e com o que procura. Seja responsável, cuide-se, mas permita-se algumas paqueras virtuais — e encontros reais. Apenas certifique-se de que, independente do meio que escolher para conhecer gente nova, suas expectativas devem estar com os pés no chão. É natural que algumas tentativas resultem em erro. Aceite e siga em frente!

Um pequeno adendo

casal separado

Todas essas dicas de como superar o fim de um relacionamento são para homens e mulheres, ok? A dor não faz distinção de sexo. E o comportamento, ao contrário do que se possa cogitar, é muito semelhante entre humanos. As demonstrações podem variar, claro. Assim como o tempo de superação e as estratégias utilizadas. Afinal cada um de nós tem personalidade única. O que não muda é que, depois de um fim de relacionamento, se houver abertura, um novo tende a chegar em seu lugar. E quando as pessoas estão de bem consigo mesmas, a probabilidade é de que seus relacionamentos melhorem. Tenham maior qualidade e maturidade. Ou seja, o fim é estágio necessário para que a felicidade floresça novamente, ainda mais segura de si.

*Tatiana Pimenta é CEO e fundadora da Vittude, plataforma que conecta psicólogos e pacientes. Faz psicoterapia pessoal há quase sete anos, sendo apaixonada por psicologia e comportamento humano. Idealizadora do Consultório Virtual da Vittude, desenvolvido especialmente para atendimentos de saúde, de forma segura e sigilosa.

Dia dos Namorados… qualquer maneira de amor vale a pena

Paula e Bebeto

Ê vida, vida, que amor brincadeira, à vera
Eles se amaram de qualquer maneira, à vera
Qualquer maneira de amor vale a pena
Qualquer maneira de amor vale amar
Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor vale amar
Qualquer maneira de amor vale a pena
Qualquer maneira de amor valerá
Eles partiram por outros assuntos, muitos
Mas no meu canto estarão sempre juntos, muito
Qualquer maneira que eu cante esse canto
Qualquer maneira me vale cantar
Eles se amam de qualquer maneira, à vera
Eles se amam é prá vida inteira, à vera
Qualquer maneira de amor vale o canto
Qualquer maneira me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá
Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga
Qualquer maneira de amor vale o canto
Qualquer maneira de amor vale me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá

Compositores: Caetano Veloso / Nascimento Milton

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O que as relações nos ensinam sobre saúde emocional

Todo mundo acredita que tem saúde emocional, até que suas emoções sejam efetivamente postas à prova. E nada melhor do que estar em uma relação para que isso aconteça. Para Frésia Sa, fisioterapeuta especializada em Saúde Integrativa, quando nos relacionamos, entendemos que é preciso abrir mão de muitas “verdades” para construir uma vida juntos, aprendemos a exercitar a saúde emocional.

Em plena semana do Dia dos Namorados, é inevitável não falar sobre a saúde dos relacionamentos, que andam passando por mudanças drásticas nos dias de hoje, mas continuam sendo nossa maior escola. “É difícil resumir o que as relações nos ensinam sobre saúde emocional, porque elas são, realmente, a maior escola das emoções”. A frase é da fisioterapeuta especializada em Saúde Integrativa, Frésia Sa, que utiliza técnicas como Microfisioterapia e Psych-K para encontrar memórias traumáticas e crenças limitantes que estejam nos impedindo de viver relações saudáveis.

Estar em uma relação nos faz mais vulneráveis e nos proporciona entrar em situações em que o entendimento de si e do outro são fundamentais. Se você é refém do controle, do ciúme, da falta de amor próprio, da competição, como será um parceiro ou uma parceira no amor? Entende como se relacionar é quase um vestibular para ver quem tem equilíbrio nas emoções?

Segundo Frésia, o que mais vemos por aí, infelizmente, são relações tóxicas ou baseadas em jogos de poder: “quem manda mais, quem sabe mais, quem dita as regras, quem dá a última palavra. E isso é mesmo necessário na vida a dois? O que era para ser uma convivência amorosa se torna uma verdadeira zona de guerra. E sabem por que? Porque entramos no relacionamento sem saber exatamente o que queremos, sem conhecer nossas fragilidades e nossas questões emocionais”, explica ela.

Frésia lembra que é a convivência que traz tudo isso à tona: “nossos traumas, nossos medos, nossas incertezas, tudo aparece, amplifica e se torna mais “real” no dia a dia”. Então, a saída é não se relacionar? “Não, a saída é se conhecer, é entender as suas motivações na relação, como você lida com os sentimentos, o que é amor pra você. Essas são questões fundamentais para encontrar equilíbrio nas relações. E pouca gente procura esse caminho, de se cuidar e de criar seu próprio universo antes de se abrir para o outro”, explica ela.

As relações nos ensinam que saúde emocional também é uma forma de amor

Antes de amar o outro, precisamos nos amar. “Talvez aí esteja o maior erro dos relacionamentos”, lembra a fisioterapeuta. Começamos a nos relacionar pelo amor ao outro e esquecemos do maior amor que existe, o que precisamos sentir por nós mesmos. Dizem que a gente só dá o que tem, não é mesmo? Como você pode acreditar que dá amor, se não descobriu ainda o que é amor para você?

casal relacionamento

O equilíbrio das emoções parte do trabalho do amor próprio, do entendimento da própria história, daquilo que nos machuca, que nos faz fugir do que é real e que, muitas vezes, nos faz cuidar do outro par deixar de cuidar de nós mesmos. Não cometa esse erro! “Cuidar de você é fazer crescer o amor, esse mesmo que você vai oferecer a quem estiver disposto a aceitar você como realmente é, a entender suas virtudes e seus defeitos e a ser um parceiro de vida. Para o que der e vier”, finaliza Frésia.

Fonte: Biointegral Saúde

Maksoud Plaza enaltece o protagonismo dos casais neste dia dos namorados

Em uma ou três noites inesquecíveis e personalizadas, pacotes harmonizam temáticas e jantar especial

Sair da rotina e aquecer a relação é a combinação perfeita para comemorar o Dia dos Namorados. Pensando em proporcionar novas experiências aos casais, o Maksoud Plaza reserva a melhor harmonização entre o ícone da hotelaria paulistana e a alta gastronomia, em pacotes especiais para satisfazer cada perfil.

Jantar para o casal: por que não explorar as sensações que um ambiente temático proporciona? Sendo assim, o Maksoud Plaza Hotel preparou noites especiais para os casais que podem combinar jantar e hospedagem, ou apenas uma das opções.

A irresistível experiência começa ainda no lobby, decorado especialmente para a data, e que se estende ao restaurante 150 Maksoud, onde haverá jantar à luz de velas, com um menu exclusivo preparado para a data.

Uma seleção de ingredientes foi pensada para agradar aos variados tipos de paladar – peixe, camarão, cortes nobres e aspargos -, ditam a entrada e prato principal, e a sobremesa enaltece os clássicos da pâtisserie. Os pratos do jantar são harmonizados com taça de espumante e vinho de acordo com cada opção do menu – seja carne vermelha ou branca.

Para complementar a noite, há duas opções principais que surpreendem casais de todos os gêneros: o Sensations, destinado para os que desejam apimentar a relação; e o Romântico para aqueles que não abrem mão do tradicional com gostinho de clássico.

Sensations: o Pacote Sensations conta com uma diária em suíte com decoração especial e sob medida para toda forma de amor. Dentre os mimos, há garrafa de vinho espumante, doces ultrafinos do chef, flores, café da manhã servido no apartamento e roupão especial para os dois. O ápice é o presente especial Secret Play: conjunto de brinquedos para duas pessoas composto por óleos e aromatizantes especiais, venda e acessórios eróticos.

Romântico: a mesma premissa segue o Pacote Romântico, que contempla decoração da suíte premium inspirada no nome. O casal recebe espumante e morangos com chocolate e café da manhã servido no apartamento.

Seja Sensations ou Romântico, não é preciso ter pressa para sair: há late check-out até às 18h. E a comemoração especial de dia dos namorados acontece nos dias 12, 14 e 15 de junho.

Pacote Sensations (10).jpg

Pacote Sensations: valor: R$ 865,00 em quarto Premium
Pacote Romântico: valor: R$ 765,00 em quarto Premium
Jantar para o casal: valor: R$ 420,00
Pode ser vendido sozinho ou com hospedagem (valor: jantar + pacote)

Informações
Para visualizar o menu completo, clique aqui

As reservas são feitas pelo telefone (11) 3145-8000 ou diretamente pelo EventBrite.
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