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Apps de namoro para quem tem mais de 50 anos: vale a pena?

Sexóloga fala dos benefícios à saúde de quem tem uma vida sexual ativa na maturidade

Cada vez mais, homens e mulheres de todas as idades têm procurado por um estilo de vida mais ativo, mesmo depois que chegam na maturidade. Uma das ferramentas mais utilizadas por esse público tem sido os aplicativos de namoro para cinquentões e cinquentonas, permitindo conhecer pessoas novas, além de desfrutar de uma parceria mais tranquila depois de tantas experiências vividas.

A sexóloga do site Solteiros50, Carla Cecarello, explica que retomar a vida sexual na maturidade ajuda a proteger até mesmo o coração. “O sexo funciona como exercício, por isso, traz todos os benefícios de uma atividade física comum. Uma pesquisa realizada na Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, já revelou que o sexo regular funciona como exercício cardiovascular, aumentando as chances de combater o câncer e diminuindo os sintomas da menopausa”, destaca.

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Além disso, Carla conta que, em 2011, uma pesquisa divulgada durante o Encontro Anual da Sociedade Americana de Gerontologia, revelou-se que a frequência da atividade sexual está diretamente ligada à felicidade dos idosos. “Quanto mais ativa a vida sexual dos mais velhos, maiores são os níveis de bem-estar na vida e felicidade no casamento”, lembra.

O levantamento considerou as respostas de 238 pessoas com mais de 65 anos de idade. Segundo os dados, 60% dos idosos que faziam sexo mais de uma vez por mês se classificaram como “muito felizes” em comparação com 40% dos indivíduos que não tinham tido relação sexual nos últimos 12 meses.

Mas a especialista faz um alerta para quem tem mais de 50 anos: “Embora a sensação de liberdade e a segurança na hora de retomar a vida sexual sejam recorrentes aos mais velhos, alguns cuidados não podem ser deixados de lado. Esta é uma geração que não conheceu o preservativo e hoje em dia, apesar de conhecerem, torcem o nariz para ele. E aí mora o perigo! Curtir a vida é muito válido, mas com precaução”, orienta a sexóloga.

Benefícios de uma vida sexual ativa depois dos 50 anos

casal meia idade feliz

“Os benefícios do sexo são muitos, ele aumenta a autoestima, melhora a qualidade de vida, o humor e a intensidade das relações. No entanto, conforme a idade avança, o corpo vai passando por mudanças, por isso é preciso ficar atento e ter alguns cuidados. A libido não acaba com o envelhecimento. O que pode acontecer são algumas alterações hormonais com a terceira idade, como no caso das mulheres quando muitas vezes têm a testosterona alterada. O homem passa pela andropausa – distúrbio antropogênico do envelhecimento masculino – e essa alteração hormonal pode atingir a libido. Mas se não houver nenhum tipo de alteração no hormônio que desperta desejo sexual, a vontade continua da mesma forma”, descreve a especialista.

É possível ter lubrificação na terceira idade?

A lubrificação tende a diminuir na mulher após a menopausa. Algumas ficam com ‘muito pouco’ e outras desaparecem completamente. Nesse caso, é sempre importante fazer à utilização de géis, principalmente os que são à base de água. Além disso, o lubrificante pode ser usado em cima do preservativo para que o deslizamento seja ainda melhor.

Géis com hormônio são aconselháveis somente com recomendação médica. Vale ressaltar que o prazer continua da mesma forma, o orgasmo é uma sensação cerebral desencadeada por um estímulo no pênis ou no clitóris (vagina), se essa sensação for muito boa e prazerosa com certeza essa pessoa vai chegar ao orgasmo naturalmente.

Família

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Muitas vezes a família pode influenciar na vida sexual pelo fato de não conseguir imaginar seus avós ou pais tendo uma vida sexual ativa. “A terceira idade é vista como o fim de tudo na vida daquela pessoa, alguns chegam a recriminar beijos e, portanto, podem não aceitar que saiam para bailes em busca de novos parceiros. O que é uma pena porque nunca é tarde para viver e ser feliz”, conclui a especialista.

Fonte: Solteiros50

Relacionamento abusivo: os primeiros sinais e como superá-los*

O assunto de hoje é extremamente delicado e importante a todos que se dedicarem à leitura do texto. Vivemos em um país que o ocupa o quinto lugar no ranking de feminicídio de acordo com a ONU Mulheres. No Brasil, cerca de 41% dos casos de violência acontecem dentro de casa. Além disso, segunda a mesma organização, três em cada cinco mulheres sofreram ou sofrem violência física ou moral em um relacionamento afetivo. E é por isso que hoje precisamos falar de relacionamento abusivo.

Apesar de estes dados alarmantes refletirem a realidade das mulheres brasileiras, também é importante ressaltar que homens também podem ser vítimas dessa situação. Antes de começar a citar alguns exemplos de sinais de relacionamento abusivo, eu gostaria que você respondesse alguma questões que podem te ajudar a enxergar melhor, caso você esteja vivendo esse tipo de inconveniência dentro da sua relação. Responda rapidamente: esse relacionamento tem mais momentos felizes ou tristes? Você sente que se doa muito mais do que recebe? É comum o sentimento de culpa e de preocupação com a relação?

Caso as respostas sejam sim, ou você teve alguma dúvida para respondê-las chegou a hora de refletir melhor sobre sua relação.

Compartilho aqui cinco sintomas que você pode estar vivendo, que te ajudará a identificar se você pode estar vivendo um relacionamento abusivo ou não. São eles:

#1 – Oscilação de humores

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

Seu companheiro(a) ora é muito gentil e delicado(a), ora muda de humor repentinamente. Fica rude e rancoroso(a), criando sempre um circulo vicioso de expectativas, insegurança e aquela dúvida na parceira/parceiro: como será que ele(a) vai estar hoje? Será que vai acordar bem? Vai estar bem à noite? E a sensação que fica é que você sempre tem que fazer alguma coisa para melhorar a situação, e não seu companheiro(a).

#2 – Humilhação em público

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Pixabay

Te constrange e humilha na frente dos amigos e da família. Evita que você fique perto dos amigos e de parentes, enfim, te força a se distanciar de qualquer pessoa que possa te dar apoio. Diz que você não é nada e nem ninguém sem ele/ela.

#3 – Controle de roupas e finanças

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Faz com que você se sinta incapaz de tomar decisões. Passa a interferir no seu estilo de vida, de roupas que usa, penteado, comportamento etc. Tira os seus próprios objetos de você e controla as suas finanças. Não estimula os seus sonhos e diz que nada do que você fizer pode dar certo. Te desautoriza de quase tudo.

#4 – Você precisa implorar para o que quer

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Seu parceiro/parceira não faz uma coisa que sabe que você gosta para que você precise ‘implorar pelo o que quer. É manipulador. Quer mostrar quem manda, te colocando em situações extremamente desconfortáveis.

#5 – Transferência de culpa

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Passa horas te ignorando com caráter punitivo e injustificado. Se você pergunta por que ele ou ela está assim, a resposta é sempre algo como: ‘você sabe muito bem o motivo de eu estar assim’ – mesmo que você não tenha a menor ideia do que ele ou ela possa estar se referindo.

Como vocês notaram, uma relação abusiva não necessariamente envolve violência ou agressão física. A agressão psicológica pode ser a grande protagonista dessa relação e isso destrói a autoestima de qualquer pessoa. A agressão psicológica, pode sim, ser o início do que pode terminar em violência física.

E como sair dessa situação?

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Ilustração: Serena Wong/Pixabay

Procure ajuda especializada para identificar a melhor saída para seu caso, de forma muito bem refletida e planejada, já que devemos evitar piorar as coisas e não permitir qualquer risco à sua integridade física. A saída deve ser escolhida de forma a trazer o menor prejuízo, seja psicológico, físico ou moral para todos os envolvidos. A vida é muito curta para mantermos uma relação tóxica. Decida por sair desta situação o mais rápido possível.

*Uranio Bonoldi é professor de MBA de Tomada de Decisão da Fundação Dom Cabral, consultor em gestão, governança corporativa, planejamento estratégico, liderança e processos de decision making

Psicóloga dá dicas para lidar com as crianças durante a separação dos pais

Diálogo e sinceridade são essenciais para que os pequenos se sintam seguros nesta etapa

A separação é um momento difícil, principalmente se o casal tiver filhos. Não importa a idade, para eles é sempre complicado aceitar e entender a decisão dos pais de não viverem mais juntos. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Cristina de Melo, sugere a melhor forma de abordar o assunto e ajudar as crianças a lidarem com o divórcio.

Para a profissional, o melhor momento para informar aos filhos é quando esta decisão está seguramente resolvida pelos pais. “Isso evita gerar angústias desnecessárias para a criança ou adolescente, caso eles mudem de ideia”.

Não existe receita, mas a especialista lembra que a adaptação do discurso para a realidade dos pequenos e a sinceridade são pontos que devem ser levados em conta. “Posicioná-los sobre a separação de forma clara, sincera e verdadeira, transparecendo tranquilidade e segurança, faz com que a criança identifique tais sentimentos e apazigue sua angústia por meio deste acolhimento”, diz.

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Ela explica que não há necessidade de expor os reais motivos do divórcio, porém é muito importante que fique claro para a criança que ela não teve qualquer culpa ou participação nesta decisão.

Paciência e sensibilidade também são muito importantes diante das dúvidas que surgirão no decorrer deste processo. Segundo a psicóloga, na maioria dos casos, a criança não absorve bem a notícia, pois tal aspecto implica no surgimento de muitas fantasias em suas mentes, que vão desde a culpa e a contribuição delas para a separação dos pais, até a possibilidade de o divórcio afetar o amor que sentem por ela. “Isso sem falar na angústia da ausência do cônjuge que sairá de casa”, complementa.

Aline ressalta que a rejeição da criança pode ser temporária. “Ela dura até que perceba que, embora sua rotina mude, o carinho e amor que recebe dos pais não mudará. Com o tempo, essa reação de rebeldia tende a se dissipar, conforme os filhos forem recuperando a segurança na família e nos laços afetivos”, acrescenta a psicóloga do São Cristóvão.

Em alguns casos, as crianças podem apresentar uma mudança no seu comportamento e no seu rendimento em algumas atividades, inclusive na escola. Quando isso acontece, Aline aponta que é importante que os pais, juntamente com seu filho, reflitam sobre o que pode estar interferindo.

Segundo ela, a falta de motivação para as atividades pode estar ligada a aspectos emocionais relacionados à dificuldade em compreender e aceitar o divórcio, “como também uma forma de chamar atenção, mesmo que seja por meio de um aspecto negativo e prejudicial”, diz.

A especialista aconselha que os pais conversem com os educadores sobre ao assunto. “Investiguem se a criança expõe suas insatisfações e angústias perante a separação dos pais em ambiente escolar. Essa é também uma forma de compreender melhor o que ocorre”, explica.

Para a psicóloga, evitar expor os filhos aos conflitos do casal deve ser a maior preocupação dos pais. “É importante tomar cuidado para não acabar usando os filhos para afetar o outro, isso poderá se refletir negativamente na criança”. Ela explica que um cônjuge não pode falar mal do outro para a criança, o ideal é que eles saibam separar a relação deles como casal da relação deles como pais.

A dica da profissional é que os pais mantenham um relacionamento saudável, ou pelo menos, tenham um diálogo cordial. “Ter um bom relacionamento é importante, pois eles precisam dialogar e se organizar quanto aos cuidados, atenção e rotina dos filhos”. Dessa forma, as crianças perceberão que sua família passou por uma grande mudança, mas que isso não afetou no carinho e amor dos pais.

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Foto: Educaloi

“Quando isso acontece, os filhos percebem que não há motivo para sentirem-se abandonados”, reforça. Em alguns casos a separação traz alívio, principalmente quando as situações de conflitos vivenciados pelo casal eram presenciadas pelos filhos.

“Muitos pais depois da separação conseguem até melhorar a convivência com as crianças, gerando uma relação ainda mais próxima”, diz a psicóloga. E, caso a criança tenha dificuldade em lidar com todas as mudanças causadas pela separação dos pais, a profissional explica que a psicoterapia pode ser um auxílio valioso na compreensão dos sentimentos e nas mudanças que serão enfrentadas.

Levou um fora? Quatro atitudes para superar*

Existem diversas maneiras para lidar com um fora. Ou, melhor dizendo, há formas de enfrentar a situação e lidar com aquela ferida no ego, evitando que prevaleça a baixa autoestima e o sentimento de tristeza e vazio que ficam nos dias após ter o coração partido.

Alguns tentam superar esses momentos indo em bares, postando fotos nas redes sociais, saindo para noitadas ‘eternas’. Outros preferem ‘curtir’ a fossa em casa, ligar uma música triste em volume alto e sair do quarto só quando necessário. Mas o que de fato acontece é que ninguém está preparado para passar por esse momento.

Tudo na vida é uma decisão e, decisão opera no campo da atitude. Por exemplo, a escolha de como encarar um fora do namorado/namorada ou paquera faz parte desse processo. E é nesse contexto que hoje eu dou quatro dicas de como superar essa fase, sem precisar fugir dos seus sentimentos, mas, sim, encará-los de frente:

Atitude #1 – Desabafe

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É melhor colocar para fora do que guardar as suas tristezas para você! Converse com familiares, amigos e coloque tudo para fora. É bom receber conselhos, ver a situação de outra perspectiva, ter acolhimento e receber motivações para superar essa fase.

Atitude #2 – Racionalize que a culpa não é sua

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Aqui, meus amigos, talvez seja a dica mais importante. Você não pode agradar aquele que não tem o mesmo interesse e objetivos que você. Na verdade, depois que tudo passar, é gratificante o sentimento de ver que aquela pessoa saiu da sua vida para você poder continuar trilhando ao lado de quem te quer ver realmente feliz.

Atitude #3 – É bom viver a dor: ajuda a afastá-la

chorar choro

Não fuja da dor de ter sido desprezada(o). Isso não resolve o problema, só o posterga. É preciso chorar se for necessário e ficar um pouco sozinha(o). Mas tente ser leve para que isso não vire uma depressão ou obsessão. Uma hora a dor acaba, pode ter certeza!

Atitude #4 – Diminua as expectativas com relação ao seu parceiro

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Essa atitude fica para depois que você sofreu o primeiro fora. A grande lição que você aprende quando tem o coração partido é a de diminuir as expectativas sobre o próximo parceiro. É muito importante fantasiar menos a relação e viver o momento aos poucos, sem colocar a “carroça na frente dos bois”.

Sendo realista, você consegue interpretar melhor os sinais que recebe após as investidas no período de paquera ou diante de determinados comportamentos do seu parceiro.

Dito tudo isso, a dica final para superar o fora é: tenha atitude positiva e supere! Todo mundo já passou por isso na vida. E, acredite: isso passa! Pode ter certeza.

*Uranio Bonoldi é professor de MBA de Tomada de Decisão da Fundação Dom Cabral, consultor em gestão, governança corporativa, planejamento estratégico, liderança e processos de decision making.

 

55% dos paulistanos em apps de relacionamento estão abertos a namoro

Levantamento feito pelo Poppin aponta que maioria dos usuários paulistanos buscam encontros casuais, mas não descartam relacionamento sério caso a relação evolua

Existe amor em SP. Há quem acredite que os aplicativos de relacionamento funcionam apenas para agilizar e facilitar a paquera e os encontros casuais com novas pessoas. Mas uma recente pesquisa realizada pelo Poppin, aplicativo de relacionamento que usa locais e atividades em comum para aproximar pessoas, com 500 usuários da cidade de São Paulo, mostrou que não é bem assim. Quando questionados sobre o que buscam ao utilizar um dating app, 55% dos entrevistados relataram estar a procura de encontros casuais que podem virar relacionamento sério.

Em segundo lugar, 17% dos usuários querem apenas se encontrar, sem compromisso. Logo depois estão aqueles que buscam um relacionamento sério (12%). Em menor número estão aqueles que querem apenas se divertir sem necessariamente marcar encontros (8%) e fazer amigos (7%). A pesquisa também mostrou que os homens estão mais dispostos a marcar encontros que as mulheres. Mais seletivas, elas são mais acostumadas a olhar as descrições do perfil antes de dar like.

“Realizamos a pesquisa para entender melhor o que os nossos usuários pretendem ao instalar o aplicativo; e ficamos muito satisfeitos ao saber que a maioria busca conhecer pessoas e marcar encontros, nossa principal proposta”, relata Guilherme Ebisui, CEO do Poppin.

casal bebendo vinho pixabay

Para a maioria dos usuários, é trabalhoso marcar encontros na vida real. As principais dificuldades são achar o melhor dia e horário e momento certo; em último lugar vem o receio do outro não aceitar. A proposta do Poppin é justamente gerar mais e melhores encontros na vida real, aumentando a chance de pessoas que gostam de frequentar os mesmos lugares e realizar as mesmas atividades se conhecerem. Lançado em 2016, o app está presente em todo o Brasil e contabiliza mais de 500 mil downloads.

Sobre o Poppin

Fundado pelos empreendedores Guilherme Ebisui e Filipe Santos, o Poppin é um aplicativo de relacionamento que usa locais e atividades em comum para aproximar pessoas, permitindo que os usuários se apresentem dizendo o que querem fazer depois do match. Desta maneira, consegue levar mais matches para o mundo o real. Gera até 90 vezes mais encontros quando comparado com outras plataformas existentes. Está presente em cidades de todo o Brasil e conta com mais de 500 mil usuários.

Psicóloga dá 15 dicas para ser mais feliz e obter sucesso em 2019

É inevitável ao final  e início de cada ano, começamos a repensar tudo o que fizemos. Os planos que colocamos em prática, os que ficaram no meio do caminho e aqueles que nem mesmo tiramos do papel. Realmente é uma época de organizar a mente, o emocional e o corpo.

Seja o objetivo passar em um concurso público, vestibular, organizar a vida sentimental e financeira, até mesmo emagrecer, ou parar de fumar. O importante é pensar em tudo que realizou, o que deu certo, e se programar para colocar em prática os outros desejos, sem frustrações, cobranças e tristezas.

“Começar o ano motivado e com a vida organizada é fundamental para conseguir o sucesso” explica a psicóloga Miriam Pontes Farias, que enfatiza:”Valorize as coisas legais que você realizou durante o ano”.

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A especialista explica que por meio da hipnose clinica é possível equilibrar a mente e o corpo: “Mente sã, corpo são, é importante deixar de lado o estresse, a baixa autoestima, e qualquer sentimento ou pensamento de negatividade, é preciso mergulhar em si próprio, descobrir o que deu errado para acertar no novo ano. Às vezes, a ansiedade, a dúvida e o estresse acabam levando a pessoa a se desequilibrar emocionalmente” conta.

A hipnose é uma terapia focal e direcionada, uma forte aliada contra diversos males da atualidade, indicada para tratar estresse, baixa autoestima, depressão, pânico, fobias, ansiedade, medo, vícios, e ajuda até mesmo a potencializar os estudos para provas de concursos e vestibulares.

Miriam, porém, dá algumas dicas para quem quer um 2019 mais feliz:

1- Tenha atitudes mais ousadas.

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2- Se aproxime mais de relações saudáveis, de pessoas que colocam você pra cima.

3- Acredite que é possível realizar seu sonho (passar no concurso, comprar um imóvel, casar, fazer uma faculdade, ter filhos, viajar para o exterior etc…). Crie estratégias e invista neles.

4- Aprenda a administrar momentos de estresse e ansiedade.

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Wisegeek

5- Aplique como exemplo o que deu certo, em time que se ganha não se mexe. Valorize as coisas boas que aconteceram com você durante o ano que terminou e busque novas realizações.

6- Pare de se lamentar e deixe o passado, remoê-lo não traz nenhum benefício. Siga em frente, tem muita vida esperando por você.

7- Separe alguns minutos do seu dia para meditar, fazer yoga ou praticar auto-hipnose. Busque a paz interior.

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8- Faça programas que relaxem e tragam prazer.

9- Viva um dia de cada vez, para que pressa?

10- Valorize o que você tem de melhor, qual é o seu ponto forte?

mulheres idosas pintando freeimages
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11- Esteja aberto a novos aprendizados.

12- Saia da “zona de conforto”, movimente-se. Faça coisas diferentes para obter resultados diferentes.

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13- Cuide do corpo e pratique atividade física

14- Cuide da sua mente alimentando-a com pensamentos saudáveis. Quando estiver passando por momentos difíceis na vida, procure um psicólogo, ele pode te ajudar.

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15- Aumente as suas possibilidades de relacionamentos, a gente se constrói na relação com o outro.

Fonte: Miriam Pontes de Farias atua como psicóloga clínica, hipnóloga e professora. É pós-graduada em hipnose clínica e acupuntura, conferencista internacional, palestrante e coordenadora do ambulatório em psicoterapia com hipnose. Presta atendimentos individuais e em grupo no Centro e na Zona Sul do Rio de Janeiro. 

Sexo aos 50: deixe a vergonha e o medo de lado

Sexóloga e terapeuta de casais diz que estágio inicial para voltar a vida sexual e recomeçar um relacionamento aos 50 anos ou mais, o início pode ser a internet

Apesar de muitas pessoas ainda criticarem, os sites de relacionamento têm sido de grande ajuda para quem quer retomar a vida sexual, iniciar um relacionamento amoroso e quem sabe até topar com a cara metade. A facilidade para encontrar um parceiro e conhecer pessoas diferentes são os principais atrativos para quem, por exemplo, ficou muito tempo em um relacionamento apenas e ao chegar nos 50, 60 anos se vê sozinho após o fim de um casamento.

“Essas pessoas estão destreinadas, têm vergonha ou até mesmo medo de recomeçar e dar tudo errado novamente e os sites podem ser um estágio inicial”, afirma a sexóloga e terapeuta de casais Carla Cecarello, consultora do site Solteiros50.

Os sites do relacionamento mostram como as pessoas estão agindo, onde elas marcam para se encontrar, que tipo de papo conversam. Segundo a especialista, é um ótimo começo, pois a pessoa pode participar de grupos, fazer um curso de dança em clubes, participar de bailes.

casal meia idade feliz

Mudanças de comportamento

O fim de um relacionamento sempre causa alguma frustração pessoal, porém, existem pessoas que se adaptam bem ao fim para recomeçar outro. Há, no entanto, aquelas que demoram para reagir. Nestes casos, as dificuldades serão maiores para enfrentar o medo e a vergonha de ter contato com alguém novamente. Não existem regras de como se preparar para o primeiro encontro para recomeçar.

“É complicado para quem nunca teve um relacionamento ou para quem já teve dezenas”, diz Carla. De acordo com a especialista, normalmente, as pessoas costumam cuidar da aparência e treinam como vai falar ou deixar de falar sobre tais assuntos. “Mas é natural que a ansiedade e um certo receio aconteçam no primeiro encontro. Não tem como fugir disso”, salienta a sexóloga do Solteiros50.

A ansiedade é importante para que a pessoa perceba e se sinta viva. “Uma ansiedade controlada ajuda a dizer como você deve agir e a perceber, por exemplo, se a pessoa com quem vai se encontrar é realmente com quem quer estar”, acrescenta. Apesar de a internet facilitar esses contatos, essa ansiedade permite você ter consciência e analisar as características da pessoa, ver se está de acordo com o que quer, para que se sinta seguro no primeiro encontro.

 

“Existe sempre esse receio: será que vai dar certo? Será que eu estou bem? Será que eu não estou. O medo e a vergonha fazem perguntar tudo isso, mas é um impulso para ir ao encontro e fazer os ajustes necessários para os próximos encontros”, salienta a sexóloga.

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E se a ansiedade ajuda de um lado pode estragar do outro. Se tudo correu bem no primeiro encontro, a ansiedade, mesmo para aquele que tem medo ou vergonha, pode fazê-lo agir sem pensar. A especialista explica: no dia seguinte ao encontro o ideal é aguardar porque se for para um relacionamento estável não é indicado extrapolar.

“Aguarde e espere a outra pessoa também se manifestar, ver de que jeito ela vai avaliar como foi o encontro. Assim você pode ver quais são os pontos fortes e fracos. Não ficar na marcação pelo telefone ou redes sociais para marcar outro encontro. As coisas devem fluir com uma certa tranquilidade e naturalidade”, orienta a especialista do Solteiros50.

Informe-se

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O ideal é procurar o máximo de informação possível da pessoa, passar alguns dias até fazer uma manifestação e fazer um novo convite para sair. “Tudo com calma porque pessoas com mais de 50 são pessoas que costumam ter mais maturidade, não são muito aflitas, sabem esperar o melhor momento para reagir”, destaca Carla.

As regras para encontros marcados pelos sites de relacionamento ou internet, em que o contato é distante, continuam sendo as mesmas. O primeiro encontro de praxe deve ocorrer num lugar público. Não ir direto num motel ou local desconhecido, porque é um pouco complicado. “Mesmo que já tenha conhecido no site de relacionamento, ainda assim é necessário ter cuidado”, observa a consultora do Solteiros50.

Ela, no entanto, reforça que pessoas com mais de 50 anos, muitas vezes, ficaram presas num relacionamento por muito tempo e podem perder o jeito de lidar com as malícias do dia a dia, ainda mais dos momentos que a gente se encontra hoje. “Então, procurar marcar um encontro num lugar público para conhecer e ter mais segurança, principalmente as mulheres, e só quando estiver segura partir para uma situação posterior, de mais intimidade e tudo mais”, completa.

Benefícios

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Segundo Carla, os benefícios são muitos quando se recomeça a viver numa perspectiva de se relacionar novamente. Primeiro, porque o bom humor se faz presente, a autoestima se mantém alta, porque a pessoa vai querer se cuidar, mas vai cuidar não só da aparência física como também de sua saúde física e mental. Poderá procurar uma psicoterapia, fazer uma atividade física e criar seu nível com as pessoas, ter relacionamento social, ficando mais disposta e mais alegre.

“Tudo resulta em qualidade de vida. A manutenção de relacionamentos seja social ou sexual são positivos e podem trazer mais ânimo e a pessoa estará mais disposta para tudo. De modo geral, ela passa a investir mais nela mesmo em todos os sentidos, espiritual, físico e mental”, finaliza a sexóloga e terapeuta de casais do Solteiros50.

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Carla Cecarello

Fonte: Solteiros50

Palestra Casar Pode Dar Certo: terapeuta ensina como ter um relacionamento feliz

De forma leve e divertida, a psiquiatra e terapeuta Hebe de Moura dá dicas sobre o que fazer para que a união de um casal de apaixonados, que começa cheia de amor e boas intenções, com tudo para dar certo, não se transforme, aos poucos, em uma guerra que pode ter, como consequência, uma separação sofrida.

Ao invés de repetir “regras”, que todos já conhecem, do que as pessoas “têm que fazer”, Hebe de Moura dá as chaves para mostrar como chegar ao tão desejado resultado. Tanto os que estão se preparando para o casamento, quanto os que já estão casados, vão descobrir novas maneiras de melhorar o seu relacionamento.

Dentro da dinâmica da palestra, Hebe contará com atores que vão simular cenas vividas por casais, dando exemplos concretos do que funciona e o que não funciona em um relacionamento. Paulah Gauss é a atriz convidada. A apresentadora do evento será a jornalista Adriana de Castro.

Hebe de Moura

Hebe de Moura é médica, formada pela Unifesp em 1982. Psiquiatra, psicoterapeuta, palestrante e escritora, é autora dos livros “As 3 faces da Mulher” e “A Inteligência Feminina”. Já participou como convidada em vários programas na Rede TV!, SBT, TV Gazeta, Rede Mulher; CNT, Rede Brasil de TV, Rádio Capital, Record, Jovem Pan e CBN, entre outros. Atualmente, faz palestras para empresas, atende pacientes em seu consultório e produz e participa, como especialista, do programa “A Inteligência Feminina”, na Web, ao lado da jornalista Adriana de Castro.

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Palestra Casar Pode dar Certo
Data: 20h, segunda-feira, 26 de novembro.
Local: Teatro Augusta
Endereço: Rua Augusta, 943
Entrada: R$ 60,00 pelo Ingresso Rápido ou na bilheteria do teatro

 

Conheça os signos com maior presença no Tinder

O Brasil é um dos países que mais usa a astrologia como informação em seus perfis dentro do aplicativo

Quando se trata de astrologia, os brasileiros mostram que dão valor aos signos e o que eles podem revelar sobre seus possíveis matches. Na verdade, o país é líder no ranking mundial de quem mais usa emoticons relacionados aos signos na descrição de seus perfis no Tinder. Se você quer chamar a atenção de um possível match, é bom considerar adicionar esta informação à sua bio.

A seguir, o Tinder revela os dez principais signos do zodíaco que mais aparecem nos perfis dos brasileiros no aplicativo, classificados dos mais populares aos menores.

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Áries – impulsivo, o ariano já vai logo no Superlike para demonstrar o interesse e deixar a mensagem bem clara, mas cuidado, pois a pessoa de áries também tende a ser conhecida por seu temperamento difícil. Ocupando o 1º lugar, parece que suas chances de match com Áries são altas!

Touro – um pouquinho de ciúmes e um primeiro encontro em um bom restaurante guiam os taurinos que, determinados, vão atrás do match desejado. Se você é de Câncer, Capricórnio ou Peixes está com sorte: são os signos mais compatíveis com Touro e pode garantir um match ao deslizar a foto para a direita.

Gêmeos – o geminiano as vezes se mostra volátil: a pessoa que mereceu um Superlike ontem, talvez não mereça hoje. Eles ocupam o 3º lugar no pódio de maior presença no app.

Câncer – emoção é a palavra-chave para as pessoas deste signo. Ao dar um match com o canceriano não deixe de dar atenção e carinho à pessoa.

Leão – amável e muito leal, as pessoas deste signo gostam de chamar a atenção, por isso, esperam receber mais matches e Superlikes do que o oposto.

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Libra – se você der match com um(a) libriano(a) pode ter certeza que passou pelo crivo de aprovação da pessoa, que levou em conta todas as suas características e pesou bem a relação antes de deslizar sua foto para a direita.

Escorpião – o escorpiano está na busca de seu próximo grande amor. Determinado, vai atrás dos seus objetivos e curte um romantismo.

Sagitário – good vibes é o lema das pessoas deste signo. Um novo match pode ser uma nova amizade e garantir uma nova experiência. Que tal marcar o encontro em um lugar novo/inédito para os dois? Com os sagitarianos, você sempre estará em uma aventura.

Aquário – independente, a pessoa de aquário preza muito por sua liberdade e no 1º encontro vai sugerir ao seu match um local moderno e que esteja no hype do momento.

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Peixes – a pessoa do signo de peixes está em busca do seu conto de fadas a cada novo match. Sonhadores e carinhosos, garantem um first date de qualidade.

Com qual signo você vai dar seu próximo match no Tinder?

Homens ainda têm dificuldades em lidar com sucesso profissional das parceiras

Hoje, vivemos um novo momento em que as pessoas costumam investir em diferentes aspectos da vida ao mesmo tempo e, isto, algumas vezes, pode significar priorizar a carreira em detrimento de um relacionamento amoroso, por exemplo, ou até mesmo dedicar mais tempo para vida profissional do que para a vida pessoal. Esse comportamento, inclusive, já foi até objeto de estudos que comprovaram que as mulheres brasileiras hoje casam e têm filhos mais tarde, em geral depois dos 35 anos.

Segundo as psicólogas e terapeutas de casal, Marina Simas de Lima e Denise Miranda de Figueiredo, fundadoras do Instituto do Casal, para quem já é casado pode ser um verdadeiro desafio conciliar a vida profissional e afetiva.

“Ultimamente, muitas mulheres comentam que se sentem sufocadas no casamento, por conta do controle que o parceiro exerce em relação à vida profissional delas, beirando, em alguns casos, uma espécie de ‘sabotagem’. Muitas mulheres precisam viajar constantemente por conta do trabalho, dedicar mais tempo para a vida profissional, fazer cursos, treinamentos, etc. Estes aspectos acabam virando motivo para brigas e discussões. Alguns homens sentem a necessidade de querer controlar ou restringir a vida profissional da mulher por conta do ciúme ou da insegurança, pois podem pensar que nestes momentos profissionais a parceira estaria mais exposta a conhecer outras pessoas, por exemplo”, comenta Marina.

Outro ponto, segundo as psicólogas, é que o modelo patriarcal que ainda existe no Brasil, pode fazer com que o homem se sinta ameaçado por ter ao seu lado uma mulher tão independente. Pode ainda se sentir deixado de lado ou pensar que o trabalho é mais importante para a parceira do que o relacionamento.

Conflito pode levar à separação

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“As mulheres hoje ocupam cargos de liderança, estão nas universidades, são atuantes e gostam de trabalhar, na maioria dos casos. A parceria no casamento também implica em que o casal incentive um ao outro a crescer profissionalmente e todo crescimento envolve certas perdas, a tal ‘dor do crescimento’”, diz Marina.

“Mas claro que isso não significa que o casamento deve ser deixado de lado por conta do trabalho e nem que o homem deve restringir ou colocar barreiras na vida profissional da mulher. Infelizmente, os comportamentos dos homens podem impactar nas escolhas das mulheres no futuro profissional delas, assim como no futuro da vida da dois”, reflete Denise.

Como resolver este impasse?

A questão é que os casais precisam ter bom senso, de ambos os lados, e isso nem sempre ocorre. “O que mais acontece são atitudes como chantagem emocional, excesso de ciúmes ou controle excessivo sobre as atividades profissionais do outro. E isso é mais comum nos homens em relação às mulheres”, diz Denise. Porém, as terapeutas lembram que isso pode acontecer também com casais do mesmo sexo ou ainda com a mulher em relação ao homem.

Na recente pesquisa feita pelo Instituto do Casal, o excesso de tempo dedicado ao trabalho ocupou o 12º lugar no ranking dos 35 motivos que levam os casais brasileiros a brigarem. “Embora não esteja entre as principais razões das famosas ‘DRs’, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e ao relacionamento”, dizem as especialistas.

Quem ama quer ver o outro crescer

casal tristeza

Sem dúvida, o amor é importante é pode ser o fator decisivo para continuar na relação ou para seguir a vida sozinho. “Quem ama quer ver o bem do outro, quer ver o crescimento do outro, quer participar do sucesso do outro. O amor também é feito de flexibilidade, compreensão e incentivo”, diz Denise.

“Por outro lado, quem precisa de mais tempo para se dedicar à vida profissional também necessita investir tempo no casamento. O segredo, portanto, é encontrar o ponto de equilíbrio e desempenhar todos os papéis que a vida exige. Não é fácil, mas é preciso e é possível”, encerram Marina e Denise.

Fonte: Instituto do Casal