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Especialista em relacionamentos dá dicas de como parar de brigar por causa das redes sociais

É preciso entender o tempo do outro e ter cuidados para interpretar as mensagens de forma correta

Discutir pelas redes sociais pode fazer com que uma situação complicada se torne pior do que realmente já está. A comunicação não acontece de forma clara e as informações muitas vezes são recebidas com sentidos e tons diferentes, abrindo espaço para interpretações erradas. De acordo com o Google Trends, a expressão “brigas de casal” teve um aumento de busca na internet de 33% em abril deste ano, comparado com o mesmo mês do ano passado.

O mau uso das redes sociais faz com que acreditem que a internet veio para “tirar o lado humano” das pessoas, sobretudo quando deixam de conversar pessoalmente para colocar o rosto frente a telinha de um aparelho.

De acordo com um estudo divulgado pela plataforma -Cupom Válido- que reuniu dados da Hootsuite e WeAreSocial, sistemas especializados em gestão de marcas na mídia social, mais de 4,2 bilhões de pessoas utilizam redes sociais no mundo, o que representa 53,6% da população mundial. No Brasil, são mais de 150 milhões de usuários de redes sociais, e a taxa de usuários pelo total de habitantes é de 70,3%, um dos maiores comparado a outros países.

Já não é novidade que diversos relacionamentos já chegaram ao fim por conta de envolverem situações pela internet. Mesmo não chegando a um ponto final, a situação pode causar brigas, inseguranças e outros percalços que o casal passa a enfrentar. A discussão surge por diversos motivos, como: violação de privacidade, exigência por transparência e fidelidade, dentre outras ações.

“A relação, acima de tudo, deve manter um equilíbrio. Casais podem ser fiéis sem um, necessariamente, ter acesso ao celular do outro, ao mesmo tempo em que não veem problema em dar a senha para o parceiro(a). A autoanálise deve ser o fator mais importante: ‘se o outro ver suas conversas, terá problema? Ou possui motivos para esconder alguma conversa?’ Se a resposta for ‘sim’ para alguma dessas perguntas, você deve mudar seus comportamentos nas redes para não implicar na relação”, explica Maicon Paiva, especialista em relacionamentos que fundou a Casa de Apoio Espaço Recomeçar e que já atendeu mais de 35 mil pessoas.

Dependendo da pessoa, a infidelidade do outro na internet pode ser encarada de forma mais extremista, uma vez que, na nossa sociedade, o ciúme é um sentimento comum, muitas vezes herdeiro de questões psíquicas da infância e que geram o famoso sentimento de posse, o que não deve ser alimentado em nenhuma hipótese, resultando numa grande procura das pessoas por Serviços Espirituais no Espaço Recomeçar, impulsionada pela confiança nos mais de 23 anos de atuação do especialista Maicon na área.

Para elucidar a situação e ajudar, Maicon Paiva, fundador da Casa Espiritual Espaço Recomeçar e que já atendeu mais de 35 mil pessoas, dá 5 dicas de como se comportar diante das redes sociais com a pessoa amada:

Sasin Tipchai/Pixabay
  1. Opte pela conversa

Se o seu desejo realmente for construir algo com a pessoa que se relaciona, busque conversar sobre a maneira como vão se comportar diante das redes sociais. Mesmo que cada pessoa tenha o direito à privacidade, um casal pode combinar a melhor forma para lidar com a situação. Entender que ter a senha do celular do outro não vai evitar uma possível traição pode ser um bom passo para buscar confiança um do outro e não tratá-lo como se fosse uma posse.

  1. Busque a autocrítica

É muito importante que consiga fazer uma autoavaliação para perceber se seus comportamentos estão errados. Existe alguma conversa em que acha melhor esconder da pessoa amada? A conversa com a pessoa é diferente de quando está ao lado do parceiro(a)? Se a resposta for “sim” para alguma das perguntas, busque mudar seu comportamento.

  1. Reconheça as falhas

Assim que perceber uma conversa que a pessoa amada não gostaria de ver, reconheça sua infidelidade, mesmo que ainda não tenha tido contato físico com a terceira pessoa. Inverta os papéis, se coloque no lugar de seu parceiro(a) e se imagine lendo a conversa no celular. Se causar incômodo, é porque a sua conversa não deveria acontecer.

Waldryano/Pixabay
  1. Se fortaleça espiritualmente

Muitos casais buscam apoio e fortalecimento através de Serviços Espirituais. Já atendi mais de 35 mil pessoas no Espaço Recomeçar, e muitos buscam pelo Casamento Espiritual como forma de produzir boas energias para a sua relação e fazer com que o outro também vibre com o amor. Se for para o amor ser vivido, as Forças Espirituais darão um jeito de fazer você vivenciar o amor de uma forma mais enérgica e verdadeira.

  1. Evite os “pseudos amigos”

Sempre que tiver conversando com alguém e essa pessoa souber que você está comprometida, ela também não deve desconsiderar esse fato. Reconheça brincadeiras de duplo sentido, com teor sexual ou com situações que desvalidam seu relacionamento. Se preferir, bloqueie essa pessoa, pois ela não fará bem para a sua vida amorosa.


Fonte: Espaço Recomeçar

Especialista explica diferença entre amor e carência afetiva

Pesquisa revelou que cerca de 85% dos brasileiros já sofreram de carência afetiva

A carência afetiva pode trazer sérias consequências para quem sofre. Ela se caracteriza como uma dependência acima do normal em relação a outra pessoa. Ítalo Ventura, especialista em relacionamentos que oferece mentoria para quem busca ajuda, acredita que se trata de um problema crônico. Uma das bases desse mal são os aprendizados que temos desde a infância.

“Desde criança, somos ensinados a ir à escola para estudar, crescer e ter uma casa, ter um trabalho, ter um namorado ou namorada, ter uma família. Nossa base de ensinamento é o ter e não o ser. Não somos ensinados a ter inteligência emocional ou afetiva. No Brasil, esse é um problema estrutural ainda mais grave, já que não temos nem a educação convencional de uma forma aceitável”, explica.

A plataforma de atendimento online Fepo Psicólogos realizou pesquisa que revelou que 84,6% dos brasileiros já demonstraram algum nível de carência excessiva em um relacionamento, sendo que 14,6% afirmaram que este foi o principal motivo para terminarem na ocasião. A pesquisa foi feita com pessoas de 18 a 55 anos, das cinco regiões do país, no começo do mês de fevereiro deste ano.

Ventura afirma que recebe frequentemente pessoas com esse perfil, a chamada “cegueira afetiva”. Ele reforça que o problema afeta diretamente a vida de quem sofre em todos os campos: “Tem pessoas que não conseguem se desprender da dependência de outra. Se questionam por que um affair não retornou uma ligação, por que amam e não são correspondidos, e questões desse tipo”.

Há sinais que podem identificar a carência afetiva. Entre as formas de demonstração estão o sentimento de carência e solidão após uma separação, que são cultivados e persistem por um longo tempo, o que pode ocasionar crises de ansiedade e depressão. O especialista em relacionamentos também chama a atenção para as consequências perigosas da carência afetiva: “Um grande risco para quem é carente demais é o abuso. A pessoa esquece quem é e acaba tolerando maus-tratos, agressão verbal e tolera o intolerável”.

A dica é que a pessoa se foque no que está no seu controle. Quem está bem afetivamente conseguirá seguir em frente sem se abalar. O especialista acrescenta que o problema leva quem sofre a uma interpretação equivocada do que é o amor: “O amor não é duro, ninguém sofre por amor, mas, sim, por carência, por idealização e expectativa. O amor é lindo. Eu gosto muito de uma frase: se não lhe der sossego, não é amor, é apego”.

Como é um relacionamento verdadeiro de amor? Segundo Ventura, tem convivência, o olhar para o outro, conversas, saber lidar com coisas boas e ruins no dia a dia e todos os detalhes que preenchem e satisfazem os envolvidos.

“O amor real conta com altos e baixos, apesar disso se escolhe estar com a pessoa. Carência é uma inflamação do coração mostrando que há algo errado com você, é uma disfunção da nossa identidade. Tem pessoas que falam que são carentes e ciumentas, mas isso não é verdade, na certidão de nascimento não diz que a pessoa é ciumenta: olha que linda, nasceu com três quilos, 49 centímetros e ciumenta, isso não existe. Esse traço ciumento é construído ao longo da vida, e mostra que é necessário olhar para dentro. No final das contas, o grande segredo de tudo é o autoconhecimento”, afirma.

Ilustração: Serena Wong/Pixabay

Portanto, buscar ajuda profissional, como terapia, é a recomendação se você estiver sofrendo.

Ítalo Ventura é Bacharelando pela FCU ( Florida Christian University/EUA ) em “ Arts Of Couseling” (Arte de Aconselhamento ), referência no campo e desenvolvimento humano e espiritual, desenvolvimento de habilidades táticas de intervenção interpessoal. Além de diversas formações em life coach, e programas de desenvolvimento pessoaI ao longo de sua vida profissional. Criador do Método Mulheres de Alto Valor, filosofia na qual as mulheres entendem como funcionam seus mecanismos internos (emoções, decisões, medos, angústias e inseguranças em relação aos relacionamentos). Seu canal Youtube conta com um milhão e meio de mulheres que se identificam com seu método.

Adotar um animal de estimação pode ajudar no seu relacionamento?

Segundo pesquisa, adoção dos bichinhos teve um aumento de 30% durante a pandemia

De acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 48 milhões de domicílios no Brasil têm cães ou gatos. Sem dúvida, a presença do bichinho em casa representa, verdadeiramente, a inclusão de mais um membro na família. Isso porque, logo de cara, eles criam uma nova energia dentro do lar, possibilitando mais alegria e amor. O casal evita discussões na frente do pet e concomitantemente tendem a racionalizar mais antes de brigar.

Com o isolamento dos anos pandêmicos, muitos brasileiros resolveram adotar um bichinho de estimação como alternativa para se livrar do tédio e dividir o amor. De acordo com a Comissão de Animais de Companhia, braço do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal, 30% dos lares brasileiros conta com um animal doméstico adotado durante a pandemia.

Mas como o animal pode ajudar na vida de um casal que está em crise?

Ao adotar um pet, o casal passa a ter um novo tipo de laço e mais uma situação em comum: cuidar do novo membro familiar. O animal, da sua maneira, começa a ter contato com os donos e a relação passa ter o vínculo parental amoroso. O casal, que antes estava acostumado a ser impactado pelo peso da rotina, agora pode chegar em casa e ser recebido com todo o amor do seu pet. E o bichinho, por sua vez, se torna a ponte de ligação para o casal que se ama e que está passando por um momento delicado.

Um dos principais cuidados que se deve ter é entender que o pet não pode sofrer com os desencontros que estão passando. É claro que ele possui uma energia própria e tende a criar uma vibração positiva e contagiante no lar que está inserido, mas os donos não podem, e nem devem, passar suas frustrações para ele. Caminhos por meio da espiritualidade são procurados por casais que querem bloquear tudo que possa interferir negativamente em sua união e propiciar um ambiente mais harmonioso, até para estarem prontos para receber todo o amor dos bichinhos.

Unplash

“Quando o casal realiza o Casamento Espiritual, ele deixa de ser afetado pelos problemas e consegue blindar-se contra todo e qualquer tipo de energia negativa. As chances do casal voltar a viver a felicidade amorosa se tornam maiores”, explica Maicon Paiva, especialista em relacionamentos e fundador da Casa de Apoio Espaço Recomeçar.

Um benefício valioso na reconexão do casal é que, a partir da adoção, eles passam a dividir tarefas que, até então, não existiam ou começam a realizá-las juntos, principalmente nos cuidados e na saúde do animal. Levar ao pet shop, sair para passear, cuidados alimentícios e tantas outras atividades começam a dar uma nova dinâmica aos tutores, como se fosse um filho, e a conexão com o bichinho se expande e reflete no casal. O animal, ao ser adotado, consegue se conectar de forma mais saudável e as chances do casal voltar a viver a felicidade amorosa se tornam maiores.

Fonte: Espaço Recomeçar

Amar depois dos 40, por Margareth Signorelli

Quando éramos crianças pessoas com 30, 40 anos ou mais eram consideradas velhas. Era quase inconcebível que pessoas com mais de 40 ou 50 anos pudessem encontrar um novo relacionamento amoroso.

Com a medicina moderna nos trazendo a longevidade, a expectativa de vida nos trouxe novos desafios, afinal, o ser humano nunca viveu tanto como nos dias de hoje. Em 1900, a expectativa de vida era de 47 anos e agora é de 78 para homens e de 80 para mulheres. Então, se falarmos que uma mulher de 40 anos começou um novo relacionamento, estamos falando que ela ainda pode ter um relacionamento de 40 anos ou mais. Isto é simplesmente maravilhoso!

Um artigo publicado recentemente no The New York Times apontou que a indústria dos sites de relacionamento está crescendo assustadoramente nos Estados Unidos. Pesquisas apontam que pessoas com mais de 50 anos estão visitando os sites de relacionamento mais do que qualquer outra faixa etária e que o segundo maior grupo a usar esse canal é o de pessoas entre 45 e 50 anos.

Encontrar o amor pela segunda, terceira vez ou mais, é diferente de como foi na primeira vez. Existem quatro áreas especificamente importantes para que este processo tenha sucesso. Nestas áreas o foco é diferente do que quando tínhamos 20 anos. Nesta idade nossa história estava apenas começando. Completamos nossos estudos, trabalhamos, nos casamos, construímos uma família e assumimos muitas responsabilidades. Fizemos uma história, tivemos obrigações com muitas coisas para gerenciar e também experiências com decepções e mais pessoas para doar o nosso amor, incondicional ou não. Então a primeira área é:

Deixe o passado mais equilibrado possível para que o futuro entre em um ambiente saudável e receptivo.
A – Faça o possível para manter seus relacionamentos do passado em equilíbrio.
Cuide de ressentimentos, mágoas, raiva. Trabalhe estas áreas da sua vida para eliminar cada um destes bloqueios. Se não conseguir sozinha, procure um profissional que lhe ajude a sanar estas feridas.
B – Saiba que tipo de pessoa você procura.
– Seja a pessoa que você tanto quer para amar.
– Lembre dos seus acordos ditos e não ditos no passado. Por exemplo: “Eu vou te amar para sempre” ou “Eu nunca mais vou me machucar me relacionando com alguém”. Os acordos que fizemos quando estávamos apaixonados ou mesmo machucados têm que ser lembrados e quebrados porque são uma energia viva que pode ser um dos bloqueios para o amor chegar novamente. São barreiras extremamente limitadoras que precisam ser trabalhadas.

A madura habilidade de amar e ser amado

O amor depois dos 40 anos requer muito mais maturidade emocional do que quando somos mais jovens. Nos relacionarmos com alguém agora não significa somente nos relacionarmos com a pessoa em si, mas com tudo o que ela construiu até aqui, com a sua história de vida, com filhos e, às vezes, até netos, carreira, obrigações, enfim, com a vida do outro. É preciso estar consciente e preparado para abraçar as causas de uma história que você não ajudou a construir. É um momento em que não estamos mais preocupados em justificar nossos atos para os nossos pais, pois o que importa é a pessoa com quem estamos pois, afinal, agora somos só nós. Hoje somos maduros o suficiente para criar uma relação não mais de codependência, mas sim de interdependência.

Pinterest

Se amar

Outro ponto extremamente importante é aprender a amar sem abandonar a nós mesmos. É a habilidade de saber o que queremos e falar a nossa verdade para o outro, sem medo das consequências. Quando somos codependentes nem sempre falamos a verdade por medo que o outro nos deixe. Então, o que aprendemos com a idade? Que conseguimos sobreviver sós e que vamos confiar em nós mesmos para escolher alguém para amar pois, se amar significa se conhecer para poder construir uma relação equilibrada e saudável. Em um primeiro relacionamento o que muitas vezes nos mantém nele pode ser insegurança, filhos, família, estrutura de vida, mas, agora, o que vai manter a sua relação é a aliança de amor, confiança e companheirismo que construirão juntos e isso só depende de vocês.

Dividir os mesmos propósitos de vida

Quando adultos estamos muito mais preocupados em viver pensando naquilo que deixaremos como legado do que viver uma vida autêntica, com significado e propósito. Esta autenticidade está ligada a viver uma vida separada do clã familiar de origem, do meio social, voltada para os seus objetivos. Não significa a necessidade de nos desligarmos do nosso passado, mas sim a possibilidade de termos uma vida alinhada com a nossa verdade. Precisamos ter coragem de nos arriscar e até mesmo de até desapontar algumas pessoas para viver aquilo que acreditamos. Não devemos nos preocupar com que os outros irão pensar ou o quanto de satisfação devemos dar para a sociedade. O importante é saber se os propósitos desta pessoa estão alinhados aos seus e que vocês terão que olhar para o mesmo horizonte e seguir juntos.
A vida amorosa depois dos 40 pode ser muito melhor do que nas décadas anteriores baseada em nossa maturidade, segurança, na diminuição da ansiedade e em muitos outros fatores.
Alguém para amar será um dos maiores presentes que você já recebeu para poder dividir e compartilhar uma das melhores fases da sua vida em que o que você plantou está crescendo e, com a maturidade, florescerá ainda mais com a chegada de cada nova primavera.

Fonte: Margareth Signorelli, profissional com formação internacional,fundadra do ILE – Instituto de Liberação Emocional. Pós-graduada em Sexualidade e terapia sexual – Prosex- FMUSP. Método Gottman de Terapia de Casal – Level I e II. Certificada Leader do Método Gottman “Os 7 Princípios para um Relacionamento Saudável”. Certificada Especialista em Relacionamento e Sexualidade – Abrap e Centro Metamorfose, entre outros.

Tendências em app de relacionamentos em 2022 segundo o Badoo

Pesquisa realizada pelo aplicativo prevê que este será o ano em que o ”dating” vai voltar a ser divertido no Brasil

Depois da montanha-russa de emoções que foi o ano passado, uma pesquisa realizada em dezembro de 2021 pelo Badoo, melhor aplicativo para fazer conexões sinceras, descobriu que 2022 tem tudo para ser um ano cheio de esperanças no âmbito dos relacionamentos.

Os dados mais recentes revelaram que os solteiros podem estar abandonando suas “preferências” e priorizando a qualidade dos encontros em relação à quantidade. O app ainda convidou a especialista global da área de namoro do Badoo, Sophie Mann, para ajudar a comentar o que está por vir no mundo dos datings. Confira:

Abrindo os horizontes

Em 2021, muitas pessoas deixaram de procurar pelo seu “tipo” de pessoa e optaram por buscar alguém diferente. A pesquisa agora mostra que aproximadamente 68% dos brasileiros estão mais abertos a namorar pessoas fora de seu ”tipo” este ano, com 50% alegando que namorar pessoas que pareciam se encaixar em suas preferências não funcionou.

Apenas amigos?


Muitos relacionamentos vêm de amizades e, em 2022, veremos mais gente procurando pessoas que talvez conheçam na vida real. A pesquisa mostra que 33% dos solteiros brasileiros se conectaram com alguém que já conhecem em um aplicativo de namoro, com 42% afirmando que convidá-los para sair é mais fácil por este motivo. “Um aplicativo de namoro é um lugar seguro para mostrar seu interesse ao ver alguém que você conhece em um aplicativo de namoro, já consegue ver as intenções dele e se sentir mais seguro em avisá-lo de que está interessado,” explica Sophie Mann.

Sem hora para acabar!

Sasin Tipchai/Pixabay

O distanciamento físico fez com que todos vissem o tempo de maneira um pouco diferente, especialmente os solteiros, e é por isso que agora acham mais importante ter encontros mais longos para formar conexões mais profundas. A pesquisa mostra que os encontros duraram em média 3 horas e meia em 2021, e afirmam que em 2022, eles gostariam de participar de encontros mais longos. A especialista comenta que ter um encontro mais longo ajuda a estabelecer conexões. ”Os solteiros geralmente acham difícil sair totalmente de sua zona de conforto no primeiro encontro, então, gastando um pouco mais de tempo com eles, é muito mais fácil estabelecer uma conexão mais profunda.”

De volta ao mundo do dating

Pexels

No período de lockdown, muitos novos relacionamentos surgiram, mas, infelizmente, muitos também se romperam. Agora que o isolamento está menos rígido e o avanço das vacinações tem mostrado melhoras, muitos novos solteiros estão tentando voltar, quase metade dos entrevistados (47%) afirmam que estão entusiasmados em namorar em 2022.

Emojis falam mais que mil palavras


Emoji é a única linguagem compreendida universalmente e é amplamente usada quando se trata do universo da paquera, onde as palavras podem ser mais complicadas. O pódio agora é emoji apaixonado (34%), seguido de emoji sorrindo (33%) e emoji piscando o olho (27%).
Sophie alerta que utilizar apenas emojis nos bate-papos, pode tornar difícil a continuidade da conversa. “Emojis são uma maneira fácil de deixar alguém saber o que você está pensando e podem ser uma forma divertida de quebrar o gelo e transmitir emoções. Ao contrário das palavras, os emojis raramente são distorcidos, embora seja importante que usemos uma combinação de imagens e palavras para ajudar a mostrar interesse.”

Ilustração: Studiostoks

Para muitos, 2021 foi o ano pós-lockdown, então os solteiros estavam animados e ansiosos para conversar com o maior número possível de pessoas. Agora que tivemos tempo para refletir, é mais sobre qualidade do que quantidade, com o objetivo de criar conexões com as pessoas em um nível mais profundo.

*A pesquisa foi realizada pela OnePoll, entrevistando 1.000 solteiros no Brasil, do dia 13 a 21 de dezembro de 2021.

Aproveite o fim de semana para deixar o casamento mais quente e melhorar o relacionamento

Quando se trata de questões românticas, muito se fala sobre como sair da solteirice ou como reconquistar o ex, porém, mesmo quando se está dentro de um relacionamento, crises e problemas acontecem durante a relação. Faz parte do ciclo da maioria – senão de todos – dos casais passar por um período de desgaste, e é normal preocupar-se com isso.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios no país cresceu 75% nos últimos cinco anos e, durante a pandemia, até a metade de 2020, a taxa deu um salto de 260% comparada às anteriores.

A fim de evitar crises mais profundas e riscos de separação, muitos casais tentam procurar soluções para tirar o casamento do marasmo. Maicon Paiva, espiritualista da casa de apoio espiritual Espaço Recomeçar, fala sobre a importância de fortalecer os laços conjugais ao longo do tempo: “Todo relacionamento é composto por ciclos, eles se renovam e se desgastam e muitos casais acabam enfraquecendo o vínculo entre eles. Por isso, ambas as partes devem se esforçar para manter um relacionamento saudável e vivaz”.

Pensando nisso, Paiva, que já atendeu mais de 35 mil pessoas com problemas amorosos e pessoais, traz quatro dicas valiosas para reacender a chama da paixão do seu casamento:

• Conversem sobre assuntos novos
Dia a dia do trabalho, filhos e tarefas da casa… É cansativo rodar as conversas entre os mesmos tópicos. Só de tentar puxar um tema novo, tentar abrir os horizontes do diálogo pode ser um diferencial. Que tal deixar o papo ainda mais dinâmico e interessante usando um jogo?

• Cultivem o autocuidado
Seja com um dia de spa, uma meditação em casal ou fazer exercício físico juntos pode estimular os ânimos da relação. Experimentem atividades novas, como um esporte diferente ou um passeio ao ar livre. O ditado “corpo são, mente sã” também se aplica na vida a dois.

Saiam da rotina (literalmente!)
Principalmente no período de isolamento social, ficamos restritos às nossas casas e isso pode ser muito estressante. Portanto, tente uma mudança de ambiente. Uma escapada para um chalé ou uma pousada no fim de semana pode aliviar as tensões da rotina em casa. Uma transformação no ambiente também pode ajudar muito. Reorganizem os móveis para dar uma cara nova e refrescar a casa.

• Conectem-se no plano espiritual
Para garantir a serenidade do relacionamento e que todas as emoções do casal possam estar organizadas e direcionadas para um caminho positivo, é fundamental ter orientação espiritual. O Espaço Recomeçar , baseado em São Paulo, também atende de forma virtual e conta com serviços de Adoçamento Amoroso, Consulta Espiritual e Casamento Espiritual.

Fonte: Espaço Recomeçar

App de relacionamento Inner Circle oferece selo que indica se o crush está vacinado

Iniciativa quer dar mais transparência para os membros decidirem sobre encontros presenciais

A pandemia está sendo um grande desafio para os solteiros. Os encontros em bares, as baladas e as idas a restaurantes foram substituídos por encontros virtuais e trocas de mensagens. Com a chegada do frio, a solidão e a carência aumentam enquanto as temperaturas caem. É o momento perfeito para encontrar seu cobertor de orelha, aquele alguém com quem dividir momentos de carinho. Mas como fazer isso com segurança?

A vacinação está avançando no Brasil, permitindo que os mais jovens sejam vacinados. Mas, até que a população esteja totalmente protegida com as duas doses da vacina, ainda existe um risco. Portanto, para ajudar os solteiros a tomar decisões seguras sobre encontrar ou não o crush, o Inner Circle , aplicativo global de relacionamento, criou um selo para ajudar a descobrir se a pessoa em quem você está interessado já foi vacinada.

O selo já está disponível e é o primeiro do tipo em aplicativos brasileiros. A iniciativa permitirá que os membros mostrem seu estado de vacinação em quatro opções: Estou totalmente vacinado, estou aguardando minha segunda dose, pretendo receber a vacina e não vou receber a vacina.

“O selo permite que os solteiros tenham mais transparência na hora de flertar com outras pessoas e possam tomar melhores decisões na hora de decidir se encontrar presencialmente. É um assunto sobre o qual eles estão falando. De abril para maio, percebemos um aumento de 35% nas menções à palavra ‘vacina’ nas conversas, justamente quando as gerações mais jovens estão tomando suas primeiras doses da vacina”, disse o CEO e fundador da Inner Circle, David Vermeulen.

Com mais pessoas sendo vacinadas, o otimismo com os encontros presenciais aumenta. O aplicativo também descobriu que os solteiros que mencionaram ter sido vacinados em seus perfis têm 45% a mais de chances de encontrar um match do que aqueles que ainda não foram imunizados. É o poder da vacina.

Mesmo com o aumento do otimismo, é importante seguir as recomendações dos órgãos de saúde: usar máscaras, lavar as mãos com frequência, utilizar álcool em gel e manter o distanciamento social.

Sobre o Inner Circle

Inner Circle é um aplicativo de relacionamentos diferente, criado a partir da crença de que qualidade é melhor do que quantidade. 3.5 milhões de solteiros focados em suas carreiras – de todas as esferas da vida – em 57 cidades de 27 países, formam a comunidade do Inner Circle. A equipe por trás do aplicativo analisa cada perfil através de critérios de segurança, esforço e mindset para que os membros vejam apenas perfis detalhados de pessoas com quem eles realmente gostariam de sair.

Os membros são incentivados a se encontrarem por meio do aplicativo, em eventos exclusivos do Inner Circle e na vida real. A empresa de tecnologia autônoma e independente foi fundada em 2012 em Amsterdã e foi classificada na lista FT 1000 2021 como uma das empresas de crescimento mais rápido na Europa.

Sexualidade prateada: a presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento*

Tecnologia e relacionamentos têm tudo a ver com maturidade, aliás, são duas coisas que os maduros gostam e nas quais investem tempo e energia. A pandemia, com todo o contexto de isolamento e distanciamento social, contribuiu muito para o aumento nas buscas por aplicativos de relacionamentos. Confinadas em casa, pessoas de todas as idades passaram a procurar mais por esse recurso para se relacionar com o outro.

De acordo com dados divulgados pelas próprias plataformas, o Happn – aplicativo de paquera no estilo do Tinder –teve um aumento de 18% nas mensagens trocadas; The Inner Circle, também no mesmo estilo, mas com um posicionamento de mercado mais voltado para a qualidade dos matches e não para a quantidade, teve um aumento de 15% nas “curtidas” e 10% nas mensagens enviadas. O Par Perfeito, por sua vez, registrou um crescimento de 70% de novos usuários, além de um ganho de 20% no tempo médio gasto no aplicativo e no site.

Os maduros não ficam fora desses resultados. Parcela da população que ganhou holofotes nesta pandemia por causa da vulnerabilidade diante do vírus, os prateados também estão nesses aplicativos. No Coroa Metade, plataforma focada em pessoas a partir de 40 anos, houve um aumento de 17% nos cadastros entre abril e outubro de 2020 em comparação aos seis meses anteriores à pandemia.

A presença digital dos maduros não me espanta! Quando coordenei a pesquisa Tsunami 60+, em 2018, descobri que esse grupo tem uma presença forte e marcante em tecnologia. Para se ter uma ideia, somente 10% dos entrevistados – em um universo de quase três mil pessoas – disseram não estar em nenhuma rede social. E, uma vez conectados, 81% acessam redes sociais; 80% pesquisam na internet; 66% tiram e gerenciam fotos e vídeos; 64% checam e-mails e 61% assistem a vídeos.

Por isso, gosto de dizer que a internet, para eles, é a janela para o mundo. Nas entrevistas que fizemos, as pessoas afirmaram adorar receber de 50 a 60 “mensagens de bom-dia” a cada manhã. Para esse público, isso é um movimento ¬– uma pulsão da existência muito forte nessa fase da vida – quando a pessoa começa a trabalhar menos e ficar mais em casa. O que a internet tem feito é proporcionar que essa movimentação permeie diferentes áreas da vida. E o relacionamento é uma delas. Os maduros são um público que quer viver o agora e não têm mais tempo a perder. Relacionar-se com o outro, na forma de amizade ou amor, é fundamental para que mantenham a qualidade de vida.

No Coroa Metade, 69% dos homens procuram namoro; 54%, amizade; 21%, casamento; e 38%, sexo. Com relação às mulheres, 70% querem namoro; 51%, amizade; 20%, casamento; e 6%, sexo. Isso tem muito a ver com a liberdade que os maduros estão conquistando, seja na forma de procurar o relacionamento, seja na necessidade de não esconder mais a idade e os cabelos brancos. Grande parte dos usuários maduros quer mesmo é mostrar que aos 50, 60, 70 ou 80 anos ainda é possível namorar, ter uma vida sexual ativa, fazer novos amigos e se divertir.

Prova disso é que este público também está em sites de pornografia. Dados de 2019 do Pornhub – maior site de pornografia no mundo – apontam que os visitantes com idade entre 55 e 64 anos têm 83% mais probabilidade de assistir a vídeos na categoria “Vintage” e 65% acessam os da categoria “Maduros”, quando comparados a outras faixas etárias. Para visitantes seniores com mais de 65 anos, a categoria “Closed Captions” ganhou 77% de visualização e os vídeos “Vintage” foram duas vezes mais populares quando comparados aos visitantes mais jovens.

Esses dados revelam que tanto a pornografia quanto os aplicativos são recursos que estão presentes na realidade dos maduros, um grupo que cresce no mundo todo e tem como característica uma curiosidade de entender as novidades que o mundo oferece. Não é à toa que já existem diversas empresas focadas em oferecer encontros a esse público, como Coroa Metade, Solteiros 50 e OurTime Brasil. E, se o caminho para expandir as relações passa pela internet e pelos aplicativos, eles estão lá, curiosos para entender, aprender e utilizar essa ferramenta.

*Layla Vallias foi eleita, em 2021, pela Forbes Under 30, uma das jovens brasileiras mais influentes com menos de 30 anos – é cofundadora do Hype50+, consultoria de marketing especializada no consumidor sênior e da Janno – startup agetech que tem como missão apoiar brasileiros 50+ em seu novo plano de vida. Foi coordenadora do Tsunami60+, maior estudo sobre Economia Prateada e Raio-X do público maduro no Brasil, e diretora do Aging2.0 São Paulo, organização de apoio a empreendedores com soluções para o envelhecimento em mais de 20 países. Mercadóloga de formação, com especialização em marketing digital pela Universidade de Nova York, trabalhou com desenvolvimento de produto na Endeavor Brasil.

Três a cada cinco mulheres já viveram um relacionamento abusivo; saiba se está em um

Médica psiquiatra e psicoterapeuta explica como agir diante desta situação

Estudos relatam que três a cada cinco mulheres já viveram um relacionamento abusivo, mas não é só na relação homem mulher que isso acontece. O abuso pode ocorrer de diversas formas: de pai pra filha, de filho pra pai, de filha pra mãe, entre casais homoafetivos…

E o que são relacionamentos abusivos?

São aqueles em que há vítima e agressor. Acontece a partir do momento em que alguém tenta dominar o outro fisicamente ou por artifícios psicológicos e emocionais. Neste momento, o relacionamento deixa de ser saudável e pode inclusive evoluir para um relacionamento doentio e perigoso, resultando em crimes passionais, por exemplo.

O agressor tende a querer dominar tudo o que for possível na vida da outra pessoa; tentando controlar as amizades, o modo de vestir, o uso do celular e das redes sociais. O abuso dentro de um relacionamento, não se restringe à violência física, mais fácil de ser detectada, seja no meio familiar ou social, mas ele existe sempre que há a violência psicológica, mais difícil de identificar e cujo manejo é bem mais complexo e demorado.

Em qualquer situação, mas principalmente pelo abuso psicológico, o agressor obtém poder sobre a outra pessoa, usando de controle e manipulação emocional.

Segundo Aline Machado Oliveira, psiquiatra e psicoterapeuta junguiana, uma das primeiras coisas que um agressor faz em um relacionamento abusivo é destruir a autoestima da outra pessoa. Ela explica que a autoestima da vítima é afetada drasticamente e pode ser destruída quando o agressor usa de jogos psicológicos com frases de acusação como: “ela faz isso porque quer” ou “ela sempre foi assim, só está se fazendo de vítima”, a fim de manipular a realidade.

A vítima torna-se a culpada pela agressão sofrida e aceita isso como verdade. Desta maneira, a vítima passa a ter uma percepção distorcida de si. Quanto mais oprimida, mais passiva a pessoa pode ficar, até se tornar completamente impotente, pois foi convencida pelo agressor de que ela está errada e é a culpada pelos problemas no relacionamento.

Chantagem e culpa

A chantagem emocional é um artifício muito usado para a manipulação e, geralmente, é de difícil identificação. O chantagista conhece os pontos fracos da vítima e se utiliza de sentimentos como o medo e a culpa para manipular as pessoas e alcançar os seus objetivos, embora nem sempre o manipulador tenha consciência de que pratica a chantagem emocional.

Outros tipos de vítimas

Embora sejam mais conhecidos e tratados, os relacionamentos abusivos em que a vítima é a mulher e o agressor o homem, esse tipo de situação vai muito além e envolve pais e filhos, relacionamentos homoafetivos, relacionamentos entre patrões e empregados, relações de amizades etc.

Violência doméstica

Hoje em dia é bem mais comum a violência doméstica quando a mãe ou o pai é a vítima de filhos adolescentes que, muitas vezes, usam de agressão física. Mas não para por aí. Além das agressões físicas o abuso psicológico e a manipulação também se fazem presentes nestes casos. Ocorrem comumente a chantagem emocional e a agressão verbal. Acusações como: “você acabou com a minha vida” ou “você só me faz passar vergonha” entre outras, são apelativas e até teatrais.

A falta de imposição de limites nos filhos desde a infância, levam os pais a sofrerem esse tipo de problema doméstico, e não sabendo como agir, acabam cedendo.

“Desde a infância, o papel de autoridade dos pais se perde pela dominação dos filhos. A situação mais conhecida e explorada é a inversa, o abuso dos pais contra os filhos, e nesse caso, a violência física acaba sendo a mais comum” – explica Aline.

“Não é fácil sair de um relacionamento abusivo, ainda mais quando já é de longa data. A pessoa que é vítima de um relacionamento abusivo precisa de ajuda profissional que possa auxiliá-la a identificar o problema e superá-lo, principalmente quando esses relacionamentos deixam traumas mais profundos e que afetam uma ou mais áreas da vida”, completa a psiquiatra.

A especialista lembra que relacionamentos são sempre um desafio e, para termos relacionamentos saudáveis, é preciso impor limites ao outro e entendermos que nós também precisamos de limites. Isto implica inclusive saber lidar com as relações quando detemos alguma posição de poder.

Foto: Unsplash

“Aprender a dizer ‘não’ é necessário, e saber aceitá-lo também. Se você se identificou com as situações citadas, procure ajuda profissional. Não desista de você”, finaliza Aline.

Aplicativo Badoo revela tendências em relacionamentos para este ano

Conversas mais profundas e encontros mais longos são alguns dos comportamentos para ficar de olho no próximo ano

O ano de 2020 impactou diversas áreas da nossa vida, incluindo até a forma como nos relacionamos. Com as restrições da Covid-19 e medidas de distanciamento social, os encontros presenciais diminuíram enquanto os virtuais atingiam patamares nunca antes alcançados.

No entanto, o período de isolamento não impediu que as pessoas procurassem por uma nova conexão. O aplicativo de relacionamento Badoo viu mais de dois bilhões de conexões acontecerem e quase 3 bilhões de primeiros chats no aplicativo em todo o mundo em 2020*, provando que é possível conhecer novas pessoas e até iniciar um novo relacionamento no meio de uma pandemia global.

Para auxiliar quem deseja se aventurar e encontrar novas conexões no ano que vem, a analista de dados globais do Badoo, Priti Joshi, compartilhou as tendências de relacionamentos do aplicativo para 2021. Confira:

=Webdate: com certeza, 2020 foi o ano da chamada de vídeo, a ferramenta que promoveu conexões mais íntimas e seguras do conforto de casa continuará forte neste ano.

=Sexting: considerado um tabu antes, a relação entre sexo e tecnologia se intensificou no ano passado e, com isso, gerou mudanças na ordem e quantidade de interações sexuais antes de um encontro na vida real.

=DMs mais profundas: com restrições mudando diariamente acompanhadas de incertezas sobre o futuro, muitas pessoas se viram diante uma nova oportunidade quando o assunto é se relacionar. Se antes era necessária apenas uma conversa breve por mensagem para marcar um encontro e, então, duas pessoas se conhecerem melhor, agora os solteiros estão aproveitando o tempo para terem conversas mais profundas com suas conexões mesmo sem a previsão de um encontro ao vivo.

Ilustração: Studiostoks

=Desacelerar a paquera: a ausência de encontro na vida real colocou uma ênfase no momento pré-encontro. Com isso, a fase da paquera e da conquista online se tornou ainda mais importante e duradoura.

Dan Rentea/iStock/Getty Images Plus

=Dates mais longos: houve uma mudança nos hábitos de encontros em relação à duração e planejamento dos mesmos. A tendência é que agora os encontros sejam marcados com bastante antecedência, seguindo as novas medidas de segurança e com mais tempo para planejar atividades que não coloquem em risco o casal.

=Foco em mim: a maioria das pessoas tem usado mais tempo para refletir sobre si mesmo focando nas próprias necessidades e desejos mais profundos. A partir disso, surge um novo tipo de solteiro, alguém mais autoconsciente, com uma nova visão e mais aberto a conhecer novas pessoas. Afinal, saber o que você está procurando e quem você é são fatores importantes para criar uma conexão sincera com alguém.

“O ano passado foi completamente imprevisível no mundo dos relacionamentos. As pessoas tiveram que inventar novas formas para se relacionar e também criar novas oportunidades para isso acontecer. E mesmo com todos os desafios, fomos inspirados pela maneira como nossos usuários continuaram a se conectar uns com os outros em 2020”, comenta Martha Agricola, Diretora de Marketing do Badoo no Brasil.

Com o objetivo de celebrar as conexões dos usuários do Badoo e apoiar essa análise sobre tendência de comportamento nos relacionamentos, a empresa desenvolveu o “LoveMap”, uma plataforma que destaca todas as interações entre os usuários globais do app todos os dias. O site revela as respostas de acordo com a localização desejada, desde quais as frases de perfil mais populares no Badoo em determinada região, quais os interesses preferidos e até qual o gif mais usado no dia. Para acessar os dados em tempo real no LoveMap do Badoo, clique aqui.

*Dados Globais do Badoo de 1 de janeiro a 6 de novembro de 2020.