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Junho Vermelho: doar sangue pode salvar vidas e reduzir doenças do doador

Ato reduz o risco de alguns tipos doenças cardíacas e até de câncer, além de promover a satisfação pessoal pela boa ação

Doar sangue faz bem. Além de salvar vidas, o ato promove uma série de benefícios à saúde do doador, que vai desde a redução de risco de doenças cardíacas e alguns tipos de câncer até a satisfação em promover uma boa ação. Neste mês, quando é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue (14), o médico e intensivista do Hapvida, João Rodolfo, ressalta os benefícios dessa atitude, que já foi cercada de mitos e que hoje é um procedimento simples, seguro e indolor.

O médico explica que existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz a viscosidade do sangue, permitindo assim, que os doadores sejam menos propensos a desenvolver doenças do coração. Sem falar que, segundo ele, o processo funciona como uma espécie de ‘limpeza sanguínea’.

“O nosso sangue é produzido na medula e renovado a cada três, quatro meses. Nesse processo, de uma forma bem simbólica, é como se dentro desse período o sangue fosse para o lixo; a doação de sangue é pegar algo que é nosso, que leigamente vai para o lixo e ajudar pessoas. Um processo simples, seguro e indolor”, afirma.

A doação também colabora com a redução de certos tipos de câncer. “Já houve a comprovação que a doação sanguínea promove a redução de alguns tipos de câncer pela redução oxidativos. Com a doação há uma renovação das células, com isso, as células velhas são renovadas”, ressalta João Rodolfo.

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Outro benefício, conforme explicou o médico, é a possibilidade de fazer uma espécie de mini-check up, já que o doador precisa ser submetido a uma bateria de exames para identificação de possíveis doenças infecto-contagiosas, a exemplo de AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, contato prévio com hepatite B e C e vírus HTLV, permitindo que o voluntário esteja mais atento à saúde.

“Sem falar na satisfação de promover o bem: o sentimento de poder ajudar de uma a quatro pessoas com uma única doação. Não existe outra forma de salvar a vida de quem precisa de doação se não for doando. Dessa forma, é possível ter uma satisfação, fortalecer a autoestima e ter a sensação de felicidade”, destaca.

Junho Vermelho

João Rodolfo ainda aproveitou para lembrar que este mês é dedicado a campanha de doação de sangue, no movimento que foi denominado de Junho Vermelho. “Esclarecer a importância da doação é o principal caminho. É preciso levar informação clara e objetiva sobre a doação para combater as ‘fake news’, que muitas vezes afastam os doadores’, reforça.

Médica hematologista da Aliança Instituto de Oncologia fala sobre benefícios importância e tipos de doação

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O Dia Mundial do Doador de Sangue foi criado em 2014 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para homenagear o empenho dos doadores voluntários e conscientizar a população sobre a falta de doadores em todo o mundo. De acordo com o Hemocentro de Brasília, apenas 2,4% dos brasilienses são doadores de sangue. Em 2018, a entidade recebeu mais de 53 mil doações.

Dados recentes mostram que no Brasil 1,8% da população doa sangue, número que está dentro dos parâmetros de pelo menos 1%, mas longe da meta da OMS, que seria de 3% da população doadora.

A médica hematologista Nadia Misael da Aliança Instituto de Oncologia afirma que a doação pode trazer diversos benefícios também para o doador. “Com o gesto nobre, ele pode se orgulhar de poder ajudar muitas pessoas em situação de risco de vida, seja para sair da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), realizar uma quimioterapia ou até mesmo se recuperar de uma cirurgia. Além disso, ele pode ter certeza que a sua saúde está adequada e que a quantidade de células de sangue será reposta ao organismo”.

De acordo com Nadia há dois tipos de doação, por aférese ou doação de sangue total. A modalidade mais comum é a doação de sangue total, na qual, é retirado cerca de 400 a 450 ml de sangue. Neste tipo, o doador não entra em contato com o anticoagulante, diferente da aférese. Essa doação é rápida, dura menos de 10 minutos, com poucos efeitos colaterais.

Menos comum, na doação por aférese o sangue do doador é processado em uma máquina, para isso, é utilizado um anticoagulante. “Nesta modalidade, é retirado um grupo específico de células, apenas as plaquetas ou hemácias”, explica.

Segundo a médica, essa doação demora um pouco, cerca de uma hora ou mais, a depender do acesso venoso do paciente. Ela acrescenta que existe o retorno para o doador de anticoagulante, por isso, alguns pacientes podem ter alguns efeitos colaterais desta medicação. São candidatos a doação por aférese os doadores frequentes com bom acesso vascular.

Nadia destaca que para realizar a doação de sangue é necessária uma entrevista prévia para avaliação da saúde do doador, que precisa ter entre 16 e 69 anos e ainda pesar mais de 50 quilos. “Não é necessário jejum para a doação de sangue”, finaliza.

Oito motivos para Doar Sangue:

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1. Alguém precisa de sangue a cada 3 segundos. Uma média de 40.000 unidades são necessárias todos os dias no Brasil. Não há substituto para o sangue humano.
2. 60% da população necessitará de sangue em algum momento das suas vidas, mas menos de 5% da população doa.
3. Desastres como acidentes automobilísticos, incêndios e outros casos de trauma acontecem todos os dias e esses pacientes precisam de sangue, e raramente precisam de apenas um litro.
4. Se todos os doadores elegíveis doassem regularmente, quatro a seis vezes por ano, as necessidades de sangue seriam satisfeitas e a escassez poderia ser uma coisa do passado.
5. Durante décadas, o Brasil contou com um grande grupo de doadores de sangue mas, infelizmente, essa geração está desaparecendo rapidamente e outros novos doadores não estão avançando para substituí-los.
6. Doar sangue é seguro e saudável. Não só você recebe um miniexercício físico gratuito, incluindo a verificação da pressão arterial, a frequência cardíaca, a temperatura e os níveis de ferro, mas é o modo mais rápido de perder um quilo.
7. Para os homens há um benefício salvador de vidas para doar sangue. Os homens correm um risco maior de “hemocromatose ou sobrecarga de ferro”, um problema potencialmente mortal em que muito ferro se acumula no sangue. Pode levar a doenças cardíacas e outros grandes problemas de saúde. A pesquisa mostra que se os homens derem sangue 3 vezes por ano, eles podem reduzir sua sobrecarga de ferro e, portanto, o risco de um ataque cardíaco em até 50%.
8. Os doadores de sangue são verdadeiros heróis. Na verdade, sua doação de sangue será dividida em vários componentes, permitindo que você, com apenas uma doação, economize até três vidas.

Fisiologista do HCor aponta benefícios da atividade física em dias frios

Queda das temperaturas aumenta a queima de calorias, pois acelera o metabolismo para manter o corpo aquecido

Com a queda das temperaturas nas estações de outono e inverno muitas pessoas deixam a atividade física de lado, seja pelo clima mais gelado ou pela falta de motivação para encarar o frio. O que poucos sabem é que estas estações são ideais para se exercitar, pois há um aumento da queima de calorias para que o corpo fique aquecido.

“Para manter a temperatura do organismo o metabolismo acelera seu funcionamento o que, consequentemente, aumenta também o apetite. É importante destacar que os resultados podem variar muito de acordo com cada pessoa, pois dependem da quantidade e da intensidade dos exercícios”, explica o fisiologista do esporte do HCor, Diego Leite de Barros.

Outros fatores importantes são a alimentação adequada e também as roupas utilizadas. “Mesmo na prática de atividades ao ar livre é importante usar roupas leves de tecido como a poliamida, por exemplo. Muitas roupas podem abafar o corpo o que irá acarretar na perda de sais minerais em excesso, o que não é recomendado”, salienta o fisiologista do HCor.

Sem parar

Em média, a aptidão cardiorrespiratória diminui cerca de 20%, entre um e dois meses, caso seja interrompida a frequência da prática de atividade física. Para evitar que isso aconteça o fisiologista do HCor tem algumas dicas.

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1- Preparação – é preciso redobrar atenção. Aquecimento e alongamento devem ser mais demorados, pois o corpo levará mais tempo para atingir a temperatura ideal para a atividade física.

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2- Hidratação – fundamental antes, durante e depois dos exercícios, pois o corpo perde líquido com a transpiração, mesmo em dias mais frios.

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3- Proteção – use roupas e calçados adequados e confortáveis para o clima frio, que não prejudiquem a mobilidade e consigam manter o corpo aquecido. Uma das grandes preocupações é evitar a hipotermia, quando o corpo perde calor em excesso.

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4- Ar livre – verifique as condições do vento e temperatura antes de sair para um ambiente externo. O ideal é escolher um horário com sol e se não for possível quando a temperatura do dia estiver mais quente para estimular os músculos durante o exercício.

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5- Escolha – cada pessoa tem preferência por uma determinada atividade, mas o ideal é manter a regularidade. Nos dias frios, caminhada, corrida e futebol são ótimas opções.

Fonte: HCor

Sete dicas para ter pés bem cuidados durante o inverno

Botas e sapatos fechados no período criam o ambiente perfeito para micoses e unhas encravadas; especialista ensina como evitar esses problemas

Durante a estação mais frias do ano é comum existir um descuido maior com os pés, que deixam de ser exibidos e passam a maior parte do tempo cobertos. Essa condição cria o ambiente perfeito para a proliferação de fungos e bactérias, que causam as temíveis frieiras e micoses, além do também ressecamento típico do período. Segundo Cristina Lopes, podóloga e coordenadora técnica da rede Doctor Feet, é essencial existir uma rotina de cuidados diários nessa época, que exige atenção redobrada para evitar essas patologias.

“As pessoas se esquecem ou deixam de cuidar dos pés nesta estação por conta da pouca necessidade de exibi-los, mas a questão é que nesse período os riscos são maiores”, comenta Cristina, que lista abaixo sete dicas para evitar qualquer contratempo:

– Sapatos confortáveis

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Escolha sempre sapatos confortáveis que não apertem as unhas e os dedos para evitar o encravamento das unhas.

– Meias de algodão

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Dê preferência às meias de algodão, que absorvem melhor o suor dos pés e permite que eles respirem, evitando a proliferação de fungos e bactérias.

– Alterne o uso dos sapatos

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Troque os sapatos sempre que utilizá-los e deixe-os em local arejado por algumas horas após o uso.

– Hidrate os pés diariamente

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Use cremes específicos para a região dos pés e mantenha eles sempre hidratados. Durante o inverno é comum existir um ressecamento maior e por isso o uso de creme específico deve ser diário.

– Produtos bactericidas

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A utilização desses produtos nos sapatos e nos pés evita que fungos e bactérias se proliferam.

– Seque bem os pés

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Após o banho seque bem o vão dos dedos e os pés para evitar o aparecimento de micoses e frieiras

– Procure um podólogo regularmente

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Busque um podólogo ao menos duas vezes por mês. O corte correto da unha, seguindo o formato certo dos dedos, é analisado pelo profissional e impede o encravamento.

Fonte: Doctor Feet

Dia Mundial de Conscientização do Albinismo

Em clima de #tbt, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) adere ao Dia Mundial de Conscientização do Albinismo (13 de junho), relembrando o vídeo do músico brasileiro Hermeto Pascoal, que conta como é viver com a doença. A entidade também realiza uma campanha nos stories da SBD no Facebook e Instagram com vídeos depoimentos de conscientização de outros albinos do Brasil.

O albinismo é uma doença genética, não contagiosa, que ocorre a partir de uma deficiência/incapacidade de produção da melanina, pigmento que dá cor à pele, cabelo e olhos e protege a pele contra a radiação ultravioleta. Dessa forma, os albinos são altamente propícios aos danos causados pelo sol. “São pessoas que podem apresentar envelhecimento precoce, danos actínios e câncer da pele ainda muito jovens. É justamente a prevenção do câncer da pele, muito frequente entre os albinos, a maior preocupação dos médicos dermatologistas. Quanto mais cedo e regular o cuidado para evitar lesões cancerosas, melhor a condição de vida dos albinos.”, explica Sérgio Palma, Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

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Além disso, como a principal fonte de vitamina D é proveniente da exposição solar, os albinos precisam fazer suplementação para evitar problemas decorrentes da deficiência dessa vitamina, como alterações ósseas e imunológicas. A alteração genética também modifica a estrutura e o funcionamento ocular, gerando possíveis problemas visuais.

Os pacientes albinos podem e devem levar uma vida normal, apenas precisam ter mais cuidados no dia a dia para evitar complicações decorrentes das suas condições genéticas. É necessário se proteger muito bem do sol com medidas fotoprotetoras (protetor solar, roupas que cubram áreas do corpo que ficam expostas aos raios solares e óculos escuros com proteção contra os raios UVA e UVB, por exemplo) e se consultar periodicamente com um médico dermatologista associado à SBD. De forma simultânea, é importante que passem por consultas com médicos oftalmologistas.

Confira trechos dos depoimentos dos albinos

“As dificuldades de um albino começam pela baixa visão e a falta de pigmento da pele. Sabe como é difícil você estar no ônibus ou numa sala de aula e ser ignorada por todos? Assim foi a minha trajetória até hoje” – Verônica Melo

“Ser albina é conviver com uma sociedade cheia de preconceitos e admirações também, pois infelizmente muitos ainda não entendem sobre o albinismo” – Viviane Ferreira

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Os irmãos Marcos, Andreza e André – Foto: Gustavo Lacerda

“Nós necessitamos de respeito e dignidade de toda e qualquer pessoa com e sem melanina, pois temos direito à vida, ao trabalho e às relações humanas, assim como qualquer outra pessoa” – Andreza Aguida

“Gostaria que o Governo Federal e todas as esferas lançassem um olhar para a população albina do Brasil e começassem a fazer políticas públicas. É disso que a gente precisa” – Roberto Rillo Biscaro

Fonte: SBD

Sexo impacta positivamente no humor e na vida profissional

No Dia dos Namorados, especialista do Hapvida explica os benefícios de um relacionamento sexual saudável

O Dia dos Namorados é comemorado nesta quarta-feira, dia 12 de junho, e uma vida sexual satisfatória é fundamental para proporcionar bom humor, sentimentos positivos e estabilidade hormonal. O sexo, além de trazer benefícios à saúde, influencia diretamente no comportamento e na relação amorosa e afetiva das pessoas.

O psicólogo do Hapvida Saúde, André Isaac Assunção, afirma que o sexo pode ter impacto também na vida profissional. “Ter estabilidade de humor, uma vida sexual que satisfaça cada um, pode favorecer a saúde emocional nas relações interpessoais e no trabalho. Estudos apontam que o sexo gera felicidade. Isso acontece porque durante o ato o corpo libera sensações de bem-estar”, comenta.

Apesar de ser positivo, o sexo pode se tornar um problema para aqueles que, por algum motivo, não se satisfazem nesta área. Quando isso acontece, é necessário entender qual é barreira e buscar o melhor tratamento com urologista, ginecologista ou psicólogo. A psicoterapia é importante no auxílio de traumas, angústias, dificuldades e outros fatores emocionais que estejam acumulados e que proporcionam negatividade.

Existem casos em que as pessoas apresentam problemas comportamentais, mas não têm consciência de que eles estão relacionados à vida sexual. “Mudanças de comportamento, angústias, preocupações e sensações de incapacidade são fatores observáveis. Além disso, a autoestima e autoconfiança também precisam de investigação e autoconhecimento”, completa Assunção.

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Por fim, para comemorar o Dia dos Namorados com sexo saudável, vale destacar a importância do uso do preservativo. Além disso, o diálogo entre as partes envolvidas pode gerar uma experiência ainda mais prazerosa com resultados positivos na vida de cada um.

Fonte: Hapvida

Dia dos Namorados: dormir de conchinha é gostoso, mas faz bem?

Conheça as vantagens e desvantagens que a posição dos apaixonados oferece ao casal

Dormir de conchinha é considerada uma das posições preferidas dos casais. Faz as pessoas se sentirem acolhidas e seguras. A sensação é que ambos os corpos estão mais próximos e a união causa bem-estar, ainda mais no friozinho.

Dividir a cama com outra pessoa exige certos cuidados para que seja realmente relaxante e para que não comprometa a qualidade do sono do casal. “Noites maldormidas podem ser um gatilho para doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e envelhecimento precoce”, explica Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex.

Vantagens

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Pesquisadores comprovam que essa posição tem consequências bastante benéficas para o nosso organismo, especialmente em relação aos hormônios. Um estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, revelou que dormir de conchinha com o parceiro diminui o nível de cortisol no sangue, hormônio responsável pelo estresse. A razão, segundo eles, é porque, ao dormir com alguém, a pessoa se sente mais segura e protegida e o corpo não vê a necessidade dessa substância para lhe deixar atento.

Ao mesmo tempo, a posição estimula a produção de ocitocina, o mesmo hormônio liberado durante o sexo. “Esse segundo proporciona uma grande sensação de relaxamento, além de combater inflamações e ajudar no bom funcionamento do sistema digestivo”, complementa Renata. Outro benefício apontado por especialistas é que dormir de conchinha, mesmo que apenas no início da noite, contribui de modo positivo para a intimidade do casal.

Desvantagens

Quando o assunto é postura, é importante se atentar a essa posição pois ela pode causar formigamento e dores no braço e na coluna. “Quem fica atrás tende a colocar o braço por baixo do parceiro. Essa pressão afeta o nervo radial e depois de um período causa dormência e dor. O formigamento é sinal de má circulação sanguínea, por exemplo, e a exposição a longo prazo pode causar lesão no músculo do membro”, explica Renata. A tentativa de deixar o braço acima da cabeça também não é a solução, pois tenciona o ombro e o pescoço, e também pode causar dores. Utilizar travesseiros ou rolos entre as pernas pode ajudar a aliviar a pressão em algumas juntas.

Para quem fica na frente, a posição também pode causar alguns males. Com a cabeça apoiada no braço do companheiro, o pescoço não fica reto como deveria e isso pode implicar em alguns problemas de coluna ou dores. Nesse caso, a recomendação é apoiar a cabeça direto no travesseiro e não no braço do parceiro.

Como escolher o travesseiro e o colchão da casa

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Para que o casal consiga dormir bem, independentemente da posição, é essencial escolher corretamente os travesseiros e o colchão. No caso dos colchões, o ideal é que os dois estejam juntos para experimentar a sensação de conforto do colchão. Se o casal tiver grande diferença no biótipo de um para o outro, é importante considerar a maior estatura e peso para escolher o colchão de comprimento e densidade adequados.

No caso de grande diferença de peso, é indicado comprar um colchão com molas ensacadas individualmente, pois não provocam ruídos, garantem maior estabilidade e a mínima transferência de movimentos de um lado para outro. Assim, se um dos dois se virar na cama, o outro não irá sentir e não terá o seu sono interrompido.

Já no caso dos travesseiros, o modelo deve ser escolhido de acordo com às necessidades de cada um, levando em conta a posição em que dorme, o biótipo e, claro, o gosto pessoal. É apenas indispensável que o item preencha o espaço entre a cabeça e o colchão e proporcione alinhamento da coluna cervical com o tronco.

A espuma, por exemplo, é uma preferência de cada pessoa, e existem diversos tipos no mercado. Para quem gosta de maciez, a espuma Nasa é indicada. Automoldável e termossensível, o material se molda ao contorno do corpo, diminui a pressão e acompanha a temperatura corporal, oferecendo maior conforto térmico. Já para quem aprecia maior sustentação para a cabeça e um sono mais fresquinho, uma boa opção é a espuma de látex, extraído da seringueira. Moldada com furinhos, que facilitam a respiração e a ventilação, é ideal para pessoas que transpiram muito durante a noite.

O tipo de cama também pode influenciar na escolha do travesseiro. Se a cama for king size, por exemplo, o casal pode optar por modelos para fronha 50cmx90cm, que não deixarão lacunas entre o casal ou nas laterais, aumentando a sensação de conforto durante a noite. Já em uma casa de casal convencional, os travesseiros podem ter o padrão para fronha 50cmx70 cm.

Fonte: Duoflex

O que as relações nos ensinam sobre saúde emocional

Todo mundo acredita que tem saúde emocional, até que suas emoções sejam efetivamente postas à prova. E nada melhor do que estar em uma relação para que isso aconteça. Para Frésia Sa, fisioterapeuta especializada em Saúde Integrativa, quando nos relacionamos, entendemos que é preciso abrir mão de muitas “verdades” para construir uma vida juntos, aprendemos a exercitar a saúde emocional.

Em plena semana do Dia dos Namorados, é inevitável não falar sobre a saúde dos relacionamentos, que andam passando por mudanças drásticas nos dias de hoje, mas continuam sendo nossa maior escola. “É difícil resumir o que as relações nos ensinam sobre saúde emocional, porque elas são, realmente, a maior escola das emoções”. A frase é da fisioterapeuta especializada em Saúde Integrativa, Frésia Sa, que utiliza técnicas como Microfisioterapia e Psych-K para encontrar memórias traumáticas e crenças limitantes que estejam nos impedindo de viver relações saudáveis.

Estar em uma relação nos faz mais vulneráveis e nos proporciona entrar em situações em que o entendimento de si e do outro são fundamentais. Se você é refém do controle, do ciúme, da falta de amor próprio, da competição, como será um parceiro ou uma parceira no amor? Entende como se relacionar é quase um vestibular para ver quem tem equilíbrio nas emoções?

Segundo Frésia, o que mais vemos por aí, infelizmente, são relações tóxicas ou baseadas em jogos de poder: “quem manda mais, quem sabe mais, quem dita as regras, quem dá a última palavra. E isso é mesmo necessário na vida a dois? O que era para ser uma convivência amorosa se torna uma verdadeira zona de guerra. E sabem por que? Porque entramos no relacionamento sem saber exatamente o que queremos, sem conhecer nossas fragilidades e nossas questões emocionais”, explica ela.

Frésia lembra que é a convivência que traz tudo isso à tona: “nossos traumas, nossos medos, nossas incertezas, tudo aparece, amplifica e se torna mais “real” no dia a dia”. Então, a saída é não se relacionar? “Não, a saída é se conhecer, é entender as suas motivações na relação, como você lida com os sentimentos, o que é amor pra você. Essas são questões fundamentais para encontrar equilíbrio nas relações. E pouca gente procura esse caminho, de se cuidar e de criar seu próprio universo antes de se abrir para o outro”, explica ela.

As relações nos ensinam que saúde emocional também é uma forma de amor

Antes de amar o outro, precisamos nos amar. “Talvez aí esteja o maior erro dos relacionamentos”, lembra a fisioterapeuta. Começamos a nos relacionar pelo amor ao outro e esquecemos do maior amor que existe, o que precisamos sentir por nós mesmos. Dizem que a gente só dá o que tem, não é mesmo? Como você pode acreditar que dá amor, se não descobriu ainda o que é amor para você?

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O equilíbrio das emoções parte do trabalho do amor próprio, do entendimento da própria história, daquilo que nos machuca, que nos faz fugir do que é real e que, muitas vezes, nos faz cuidar do outro par deixar de cuidar de nós mesmos. Não cometa esse erro! “Cuidar de você é fazer crescer o amor, esse mesmo que você vai oferecer a quem estiver disposto a aceitar você como realmente é, a entender suas virtudes e seus defeitos e a ser um parceiro de vida. Para o que der e vier”, finaliza Frésia.

Fonte: Biointegral Saúde

Junho Vermelho pretende conscientizar a população sobre doação de sangue

Nesta quarta-feira (12), Dia dos Namorados, a Avenida Paulista será palco de ação que visa conscientizar as pessoas sobre a importância da doação regular de sangue. Conduzida por alunos do Senac Tiradentes, em parceria com o Movimento Eu Dou Sangue, a iniciativa acontecerá em frente a Casa das Rosas, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciado pela Poiesis, com distribuição de flores em tecido e apresentação de dados sobre funciona a doação.

“É muito satisfatório ver jovens tão engajados nessa causa. Quando criamos o Junho Vermelho, em 2011, nosso objetivo era, justamente, fazer com que os outros entendessem a importância desse ato. Nosso futuro está na mão dos mais novos, ou seja, é reconfortante saber que existe pessoas que vão defender essa bandeira com a mesma garra que nós tivemos e ainda temos”, declara Debi Aronis, fundadora do Eu Dou Sangue.

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Por que no mês de junho?

O mês, que tem baixas temperaturas, aumento na incidência de infecções respiratórias e marca o encerramento do período letivo em universidades e escolas como início das férias escolares, costuma registrar quedas significativas nos estoques dos bancos de sangue, públicos e privados.

O fato das pessoas estarem menos propensas a sair de casa não diminui, e por vezes até aumenta, a rotina dos hospitais que atendem desde vítimas de acidentes de trânsito e da violência urbana até os portadores de doenças que requerem transfusões sanguíneas com frequência, como câncer, anemia falciforme e outras patologias, incluindo os procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, como transplantes e cirurgias cardíacas.

“É importante ressaltar que a demanda de sangue permanece inalterada, apesar da redução da oferta nos estoques dos hemocentros”, afirma Debi.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que cada país tenha entre 3% e 5% de sua população doadora de sangue frequente. No Brasil, o índice fica em 1,8%, enquanto em alguns países da Europa, está em cerca de 7%.

Como funciona a doação de sangue?

Interessados devem ir a um hemocentro e preencher a ficha de cadastro, para verificar os requisitos obrigatórios: é preciso estar em boas condições de saúde; ter entre 16 e 69 anos; pesar no mínimo 50 kg.

No dia da doação, é preciso estar descansado e ter se alimentado normalmente. O doador deve levar documento original com fotografia recente, que permita sua identificação.

Quem teve Hepatite A após os 11 anos de idade não pode doar. Também não está apto para a doação quem teve em qualquer idade Hepatite B ou C, doença de Chagas, Malária ou é portador do vírus HIV.

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Movimento Eu Dou Sangue
Data: 12 de junho (quarta-feira)
Horário: das 9h às 14h
Local: Casa das Rosas
Endereço: Av. Paulista, 37 – Bela Vista – São Paulo

Como a microfisioterapia pode ajudar nos relacionamentos

Descobrir memórias traumáticas não é algo simples e nem pode ser feito por qualquer pessoa. Nosso corpo guarda essas informações com o intuito de nos proteger da dor. Mas, ao contrário, pode provocar dores e doenças sem que percebamos, e influenciar nossas relações.

Curar nossa forma de lidar com os relacionamentos pode ser uma urgência, ainda mais quando entramos em um mês de comemorar o dia dos namorados, e pode ser que você esteja em uma relação tóxica ou sozinho, fugindo de se relacionar. E as causas dessas situações nada ideais? Pode ser uma decepção recente, um amor que não deu certo e deixou marcas. Mas pode ser que as causas sejam muito mais profundas e que a mente consciente não consiga explicar. E aí, como fazer?

Ocorre que algumas situações, quando são muito traumáticas, acabam sendo apagadas da nossa memória consciente. É uma forma do corpo tentar nos proteger de passar novamente pela lembrança daquela dor. Mas o organismo não deixa passar nada. As memórias traumáticas varridas do cérebro acabam alojadas em células dos nossos tecidos. A microfisioterapia mapeou o corpo humano e conseguiu verificar em que partes cada tipo de memória fica gravada, possibilitando inclusive identificar possíveis causas e data-las.

E por que isso é importante? Segundo o fisioterapeuta especializado em Saúde Integrativa, Sergio Bastos Jr, que, entre outras ferramentas, utiliza a microfisioterapia para encontrar causas “escondidas” de dores e doenças, nossos relacionamentos refletem a saúde da nossa mente e da nossa emoção: “quanto mais buscamos entender o que realmente nos move na vida, mais facilmente vamos construir relações saudáveis”.

“Seres humanos com emoções equilibradas atraem relacionamentos também equilibrados e conseguem, de forma consciente, trabalhar para o equilíbrio da vida a dois”. Para ele, não há relacionamento saudável se uma das partes tem doenças da emoção: “quando não entendemos de onde vêm nossos sentimentos, podemos ser guiados pela inconstância, pela necessidade de controle, pelo medo, pelo ciúme, e mais, podemos desenvolver doenças que vão, também atrapalhar as relações, como alergias, distúrbios do sono, ansiedade, entre outros”, revela o fisioterapeuta.

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Buscar as causas primárias de dores, doenças e inclusive de comportamentos que não entendemos e que não nos fazem bem pode ser o começo de um caminho de relações mais satisfatórias. “Os casais podem se beneficiar e muito do tratamento das nossas memórias traumáticas, encontrando entendimento mútuo e criando vínculos ainda mais fortes”, garante o fisioterapeuta.

Fonte: Biointegral Saúde

Especialista indica alimentos com ação desintoxicante e antioxidante

Expert em implantação de spas no mundo e idealizadora do tratamento Detox Power faz seleção especial de alimentos benéficos para o organismo

Uma das principais consultoras em spas do mundo, certificada pelo The Chopra Center e idealizadora do tratamento Detox Power, Renata de Abreu, destaca alimentos altamente benéficos para o organismo, com ingestão indicada sempre que possível. De acordo com a Medicina Ayurveda, a qualidade dos alimentos, o tipo de alimento e o ambiente em que comemos influenciam na capacidade de digestão do organismo, tanto para o bem quanto para o mal. Para auxiliar e combater as toxinas diárias ingeridas pelo dia a dia, a especialista selecionou alguns produtos que irão auxiliar nesse combate. Confira abaixo algumas dicas.

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Foto: Pixabay

Cúrcuma: seu principal princípio ativo é a curcumina, que já apresenta diversas comprovações científicas a respeito dos seus benefícios à saúde, como antioxidante, anti-inflamatória, antiviral, antifúngica, antisséptica, com atividade contra Alzheimer, Parkinson, câncer, diabetes, alergias, artrites e auxilia no tratamento do colesterol aumentado, das doenças autoimunes e cardiovasculares. Na Medicina Ayurvédica é indicada para tratar distúrbios do fígado, reumatismo, doenças de pele, diabetes, anemia, gastrite, endometriose, colite, asma, bronquite e hipercolesterolemia. Quando utilizada externamente, é eficaz para o tratamento de dermatites, eczemas e psoríase. Age também como adstringente e purificadora.

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Chia: devido ao seu enorme poder antioxidante e nutrientes como ômega 3, cálcio, magnésio, manganês, fósforo, proteínas e fibras, as sementes de chia são úteis no processo de emagrecimento, prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes e tumores. A semente de chia é eficaz como agente detox, pois auxilia no processo de emagrecimento devido à sua capacidade de proporcionar a sensação de saciedade, evitando que a pessoa consuma calorias extras de outros alimentos.

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Limão: o suco de limão é um excelente desintoxicante para o organismo. Além de antioxidante e rico em potássio, clorofila e fibras ele ajuda a alcalinizar o sangue, eliminando toxinas do organismo, diminuindo assim os sintomas da fadiga e melhorando a disposição para realizar as suas tarefas diárias.

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Gengibre: apresenta uma substância chamada gingerol, dotada de propriedades, antioxidantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas que protegem o nosso organismo. O gingerol é responsável pelo sabor picante do gengibre. As propriedades terapêuticas do gengibre se devem à ação conjunta de várias substâncias, principalmente encontradas no óleo essencial do gengibre, rico nos componentes medicinais cafeno, felandreno, zingibereno e zingerona. O gengibre também é rico em substâncias termogênicas que ativam o metabolismo do organismo e podem potencializam a queima de gordura corporal e a eliminação de líquidos. Pode também ser utilizado para promover a secreção gástrica, aumento dos movimentos intestinais, os níveis de colesterol, regular a glicose no sangue e estimular a circulação periférica. Atua como um anti-inflamatório natural, melhora a saúde digestiva e tem efeitos sobre o sistema nervoso. O gengibre estimula os sucos gástricos e facilita a absorção dos nutrientes dos alimentos.

Detox Power

A técnica do Detox Power, criada por Renata de Abreu, reúne quatro terapias ayurvedas muito poderosas para promover a desintoxicação com foco na digestão e na correta eliminação, promovendo a desinflamação dos tecidos que ocorre pela permanência de toxinas no corpo. Renata de Abreu, por sua vez, é empresária e instrutora certificada pelo The Chopra Center, escola do renomado médico e escritor indiano, radicado nos Estados Unidos, Deepak Chopra.