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Shopping Penha realiza Silver Week com promoções exclusivas para pessoas 50+

Em comemoração ao dia internacional da pessoa idosa, iniciativa acontece entre os dias 29 de setembro e 9 de outubro

Entre os dias 29 de setembro e 9 de outubro, o Shopping Penha, localizado na zona leste de São Paulo, participa da Silver Week 2022, iniciativa com promoções e descontos exclusivos para pessoas com mais de 50 anos, em comemoração ao dia internacional da pessoa idosa.

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o número de pessoas com mais de 50 anos no Brasil é de mais de 55 milhões. Com isso, a primeira edição Silver Week foi criada em uma parceria da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), com o Fórum Longevidade e a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) com o objetivo de incluir a população idosa e valorizar esse público na economia brasileira.

O Shopping Penha irá promover serviços e ações com foco na saúde para esses clientes. “As pessoas com mais de 50 anos representam boa parte da população brasileira e possuem bastante potencial de consumo, por isso, iniciativas como a Silver Week são importantes para valorizá-las. Além disso, a campanha é uma forma do Shopping Penha estar mais conectado à comunidade, reforçar sua participação na sociedade e desenvolver ações relevantes com todos os seus públicos”, finaliza Renata Barros, Gerente de Marketing do empreendimento.

Silver Week
Data: de 29 de setembro a 9 de outubro
Onde: Shopping Penha
Endereço: Rua Dr. João Ribeiro, 304 – Penha de França- SP

6 dicas práticas para evitar ultraprocessados que podem causar 30% de perda cognitiva

Pesquisa recente revelou que comer alimentos ultraprocessados leva até 30% de perda cognitiva, publicado pelo Jornal da USP e pela CNN dos Estados Unidos. Para ajudar a melhorar a alimentação e a performance do cérebro, a Profª Drª Camila Rocha Olivieri, docente nos cursos de nutrição e tecnologia em gastronomia do Centro Universitário Unasp, traz algumas dicas práticas. Confira.

Pixabay

1Lista de compras de produtos in natura semanal: é importante que se tenha organização na compra semanal de alimentos in natura, como frutas e hortaliças, já que são alimentos que estragam com rapidez. Separe um dia da semana para sua ida ao supermercado ou hortifruti.

2-Disciplina na higienização e armazenamento de alimentos in natura: outra dica importante da docente é ter disciplina para higienizar e armazenar as frutas e hortaliças na geladeira.

  • Lave as folhas das hortaliças como alface, seque-as com ajuda de um papel toalha e deixe-as armazenadas dentro de um recipiente com tampa na geladeira;
  • Higienize as frutas e já deixe algumas picadas em recipientes fechados também, na geladeira. Assim você terá sempre alimentos frescos para o consumo.

3-Analise do rótulo dos alimentos industrializados: ao comprar alimentos industrializados, prefira sempre aqueles que não tenham ou que possuam menor número possível de aditivos químicos, como corantes, conservantes e realçadores de sabor.

4-Preparação dos alimentos em casa e adotar o consumo de marmita: o hábito de cozinhar em casa e preparar seus alimentos é, sem dúvida, a garantia de uma alimentação mais saudável. Você pode levar sua própria comida ou lanche ao trabalho e foge dos alimentos industrializados e fast foods, ricos em gorduras, açúcares e sal. Tendo alimentos higienizados e prontos em sua geladeira, fica fácil colocá-los em sua marmita ou lancheira pela manhã antes de sair de casa!

Foto: Goshadron/Pixabay

5-Substituir snacks por frutas secas: aposte na substituição dos famosos snacks, como salgadinhos de pacote, biscoitos recheados, barras de cereais e refrigerantes, por frutas frescas ou secas, nozes e castanhas, tomatinho cereja, cenoura baby, minibatatinhas cozidas, sucos de frutas naturais, além de granola e iogurte caseiros.

6-Consumir alimentos que melhoram performance cerebral: alguns alimentos auxiliam em nossa saúde mental, melhorando a performance cerebral, além da memória e concentração, por conterem substâncias naturais que atuam como neuroativadores. Dessa forma, agem aumentando o fluxo sanguíneo e o fornecimento de nutrientes para o cérebro, favorecendo as novas conexões e sinapses entre os neurônios. Alguns exemplos de alimentos que podem oferecer esses efeitos são as sementes de gergelim, de abóbora e de girassol; castanha-de-caju e do Brasil, amêndoa, aveia, cúrcuma, além de frutas como mirtilo, morango, framboesa, cereja, cacau e abacate.

Fontes:
Camila Rocha Olivieri: Graduada em Nutrição pela Universidade Metodista de Piracicaba – Unimpe (2005). Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Unesp/Ibilce. Doutorado em Ciências pelo programa de Nutrição em Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública – USP (2016). Docente dos cursos de Nutrição e Tecnologia em Gastronomia no Centro Universitário Adventista de São Paulo.
Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp)

Varizes e vasinhos: conheça os diferentes tipos e como tratá-los

A associação de técnicas é uma das formas mais efetivas do tratamento de cada caso, sempre com uma avaliação prévia de cada paciente

Você já deve ter ouvido falar de pessoas que fizeram tratamento de varizes e vasinhos. Mas você sabia que existem diferentes tipos e para cada um deles é recomendado um tratamento diferente? Basicamente, as varizes são classificadas em quatro tipos e para indicar o melhor tratamento é preciso antes identificar o tipo de cada uma delas.

A cirurgiã vascular e angiologista, Tatiana Losada, explica quais são eles:

Foto: Winzy Lee/Shuttestock

-Telangiectasias ou vasinhos: são vasos bem pequenos que estão localizados na pele. De coloração avermelhada ou arroxeada, são veias bem finas, superficiais e visíveis na pele.
-Reticulares ou microvarizes: de coloração azulada ou esverdeada, estão localizados logo abaixo da pele, mas são menores que as varizes. Possuem tamanho de 1-3mm.
-Varizes: são veias mais calibrosas, alongadas e, às vezes, tortuosas, que ficam localizadas entre a gordura e o músculo e possuem mais que 3mm de diâmetro.

As varizes surgem pela própria doença venosa, no entanto a forma de surgimento de cada tipo vai depender da pessoa, relacionado à genética, ganho de peso, gestação, entre outros fatores. “O tratamento é definido de acordo com o tamanho, localização do vaso, cor do vaso, tipo de pele, cor da pele, mas normalmente para os vasinhos menores, aquelas telangiectasias, tendemos a fazer aplicação e laser. Para os vasos maiores, espuma e laser. Porém, tudo isso vai depender realmente de todos esses parâmetros e o tipo de doença que o paciente tem e só conseguimos dizer qual será o tratamento adequado avaliando antes o paciente”, explica a cirurgiã.

Ela ainda afirma que normalmente é realizada uma associação de técnicas e não apenas uma para cada caso. A forma de prevenção será a mesma para todos: uma dieta adequada, prática de atividade física, acompanhamento vascular. Caso o paciente tenha algum histórico familiar, a recomendação é começar desde cedo a fazer o acompanhamento e, ao surgimento de pequenas lesões, o ideal é procurar o cirurgião vascular.

O alerta também fica para os casos de trombose. “A doença venosa, que são as varizes, quando está em estágios avançados, pode levar à trombose, mudança de coloração da pele da perna, inchaço e principalmente dor”, conta Tatiana. A doença venosa leva a uma dificuldade de retorno venoso, e essa dificuldade de retorno do sangue pode levar à trombose.

Para cuidar desses problemas, os tratamentos nos dias de hoje são os mais modernos, com uma associação de técnicas para evitar um procedimento cirúrgico e, principalmente, para o paciente também ter um resultado estético mais duradouro, há realmente um tratamento da doença.

“As técnicas que faço em consultório, como laser, aplicação, espuma, não precisam de repouso, o paciente faz e vai embora para casa. Antigamente existia apenas aplicação e cirurgia. Hoje temos diversos tipos de tratamento que posso fazer baseado no tipo de lesão que o paciente tem. O tratamento cirúrgico também é mais simples nos dias de hoje, já que o paciente opera de manhã e vai embora no final do dia. E mesmo os casos que precisam de um repouso maior, na verdade é relativo. O paciente não fica o tempo todo de repouso com a perna para cima, até estimulamos que o paciente ande para uma melhor recuperação”, conclui a especialista.

Fonte: Tatiana Losada é médica Formada pela Universidade de Uberaba – MG, especialista em Cirurgia Vascular e Angiologia. Especialista em tratamentos modernos de varizes e vasinhos. Cirurgiã Geral pela Secretária de Saúde do Distrito Federal. Cirurgiã Vascular pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular e Angiologia – @dratatianalosada

Dia Nacional de Doação de Órgãos: rim doado faz falta? Veja quem pode doar

Transplante renal é capaz de mudar a vida do receptor do órgão para muito melhor. E, acredite, se o doador for vivo, ele terá uma vida normal! Nefrologista explica tudo sobre o procedimento

Opção de tratamento para pacientes que sofrem com a doença renal crônica em estágio avançado, o transplante renal é uma cirurgia em que o paciente receptor recebe o órgão de um doador vivo ou falecido.

“A doença renal crônica consiste em lesão renal e perda progressiva e irreversível da função dos rins. Esses pacientes necessitam de diálise, mas aqueles que recebem um rim doado têm, geralmente, uma maior sobrevida ao longo dos anos. Por esse motivo, a doação de órgãos é uma atitude nobre e deve ser encorajada. E a boa notícia é que as funções renais do doador vivo podem ser realizadas de forma normal por um único rim”, explica a médica nefrologista Caroline Reigada, especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

A médica explica que, no transplante renal, o rim saudável de uma pessoa viva ou falecida é retirado por meio de cirurgia e implantado no paciente, de forma que o órgão passa a exercer as funções de filtração e eliminação de líquidos e toxinas.

“É claro que toda pessoa que se submete a uma cirurgia e anestesia geral corre riscos, mas estes são minimizados com os exames pré-operatórios e os avanços nas técnicas anestésicas e cirúrgicas, que tornaram o procedimento muito seguro. Por outro lado, existem cuidados que o paciente receptor deve tomar. Após o transplante de rim, os remédios imunossupressores são prescritos para diminuir a chance de rejeição do órgão que ele recebeu. Os pacientes transplantados devem usar medicações durante todo o tempo que forem transplantados. O abandono da medicação pode ter sérias consequências como a perda do rim transplantado e outras complicações”, explica a médica nefrologista.

Quem pode ser um doador vivo?

Parentes e não parentes podem ser doadores, mas é necessária uma autorização judicial. “Vários exames são feitos pelo doador para se certificar que apresenta rins com bom funcionamento, não possui nenhuma doença que possa ser transmitida ao receptor e que o seu risco de realizar a cirurgia para retirar e doar o rim seja reduzido. O sangue do doador será cruzado com o dos receptores, para evitar riscos de rejeição”, explica a médica nefrologista. “As condições necessárias para ser um doador vivo é manifestar desejo espontâneo e voluntário de ser doador. É necessário enfatizar que a comercialização de órgão é proibida”, destaca Caroline.

Como é a doação de um falecido?

No caso de doadores falecidos, os rins são retirados após se estabelecer o diagnóstico de morte encefálica e após a permissão dos familiares. “O Conselho Federal de Medicina tem padrões rigorosos sobre a definição de morte encefálica”, explica a médica. Para receber um rim de doador falecido é necessário estar inscrito na lista única de receptores de rim, da Central de Transplantes do Estado onde será feito o transplante.

Quais são as orientações para o doador?

A vida de quem doa é mais comum do que se pode imaginar. “Não há comprometimento da vida e da saúde, desde que, o outro rim continue saudável. Mas orientamos o acompanhamento frequente junto ao médico nefrologista”, explica.

O doador pode beber?

O doador do rim pode consumir álcool, mas não é recomendado, uma vez que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é maléfico para os rins e pode ser perigoso para o doador e o receptor do órgão.

A doadora pode engravidar?

Não há restrição ou impedimento para as mulheres que doam o rim nesse sentido. “Elas podem engravidar normalmente (não haverá nenhum impedimento). Porém, é importante estar atenta à pressão arterial, buscar evitar a pré-eclâmpsia, diminuir e controlar ao máximo fatores de risco como a diabetes, obesidade etc.”, explica a médica nefrologista e intensivista.

Precisa tomar remédio após a doação?

Diferentemente do receptor, o doador não precisa tomar medicações contínuas. “Recomendamos apenas remédios para o alívio de dor e desconforto após a cirurgia”, diz a médica.

O rim transplantado dura para sempre?

Segundo Caroline, alguns pacientes permanecem com os rins transplantados funcionando por vários anos (mais de dez anos), mas em alguns casos o tempo de duração de funcionamento do órgão não é tão longa. “Características relacionadas ao paciente que recebeu o órgão, como número de transfusões sanguíneas, transplantes anteriores; intercorrências ocorridas no momento do transplante renal e ao próprio órgão que foi doado terão impacto na duração do funcionamento do órgão. O rim transplantado também pode ser acometido com algumas doenças que poderão alterar sua função, como as infecções urinárias, obstruções na via de saída de urina e rejeições agudas ou crônicas (nesta situação, o organismo do paciente passa a reconhecer o rim recebido como estranho). Cada uma dessas situações tem um tratamento específico, e quanto mais cedo for iniciado, maiores as chances de manter o funcionamento do rim. Bons hábitos de vida são indicados para preservar esse órgão”, finaliza a médica.

Fonte: Caroline Reigada é médica nefrologista formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com residência médica na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e em Nefrologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Participou do curso “The Brigham Renal Board Review Course” em Harvard. Integra o corpo clínico de hospitais como São Luiz, Beneficência Portuguesa de São Paulo e Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Instagram: @dracaroline.reigada.nefro

Excesso de luz azul de dispositivos eletrônicos pode acelerar envelhecimento*

O uso excessivo de telas pode ser associado à obesidade e a problemas psicológicos. Agora, um artigo identificou um novo problema: um estudo em moscas da fruta sugere que nossas funções celulares básicas podem ser afetadas pela luz azul emitida por dispositivos como TVs, laptops e telefones. Esses resultados foram publicados em Frontiers in Aging.

“A exposição excessiva à luz azul pode ter efeitos prejudiciais em uma ampla gama de células do nosso corpo, desde as que compõem a pele e a gordura até neurônios sensoriais”, disse Jadwiga Giebultowicz, professora do Departamento de Biologia Integrativa da Oregon State University e autora sênior desse estudo. “Somos os primeiros a mostrar que os níveis de metabólitos específicos – substâncias químicas essenciais para o funcionamento correto das células – são alterados em moscas da fruta expostas à luz azul.”

Os pesquisadores da Oregon State University mostraram anteriormente que os insetos expostos à claridade “ativam” os genes protetores do estresse, enquanto as mantidas em constante escuridão viviam mais.

“Para entender o porquê a luz azul de alta energia é responsável por acelerar o envelhecimento em moscas da fruta, comparamos os níveis de metabólitos por duas semanas com aquelas mantidas em completa escuridão”, explicou Jadwiga.

A exposição causou diferenças significativas nos níveis de metabólitos medidos pelos pesquisadores nas células das cabeças dos insetos. Em particular, eles descobriram que os níveis do metabólito succinato aumentaram, mas os níveis de glutamato foram reduzidos.

As mudanças registradas pelos pesquisadores sugerem que as células estão operando em um nível abaixo do ideal, e isso pode causar sua morte prematura e, além disso, explicar suas descobertas anteriores de que a luz azul acelera o envelhecimento.

“Os LEDs tornaram-se a principal iluminação em telas de exibição, como telefones, desktops e TVs, bem como a iluminação ambiente, de modo que os seres humanos nas sociedades avançadas são expostos à luz azul por meio da iluminação LED durante a maior parte de suas horas de vigília. Os produtos químicos de sinalização nas células de moscas e humanos são os mesmos, então existe potencial para efeitos negativos da luz azul em humanos”, explica Jadwiga.

Trabalhos futuros esperam estudar os efeitos diretamente nas células humanas.

*Rubens de Fraga Júnior é professor de Gerontologia da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR) e é médico especialista em Geriatria e Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Fonte: Jun Yang et al, Chronic blue light leads to accelerated aging in Drosophila by impairing energy metabolism and neurotransmitter levels, Frontiers in Aging (2022). DOI: 10.3389/fragi.2022.983373

Quando as doenças bucais são associadas a distúrbios emocionais

Sempre ouvimos falar que a boa saúde começa pela boca. De fato, isso é verdade, mas ela também envolve outros fatores, principalmente o bem-estar físico, emocional e psicológico. Quando algo não vai bem emocionalmente pode afetar também a rotina diária, os relacionamentos e acabar atingindo a saúde de um modo geral, incluindo a saúde bucal.

“Nossas emoções dependem de níveis flutuantes de neurotransmissores, que causam a ativação de diferentes partes do cérebro responsáveis por diferentes humores, ou ativam partes do cérebro que desencadeiam a estimulação do sistema nervoso autônomo. Se isto não estiver em equilíbrio há diminuição do fluxo salivar, alteração do paladar e sintomas e sinais bucais poderão ser desencadeados”, afirma Dulce Helena Cabelho Passarelli, cirurgiã-dentista, mestre e especialista em Estomatologia e Patologista Bucal, autora do Atlas de Estomatologia Casos Clínicos.

Segundo a especialista, muito do estresse que passamos no dia a dia pode refletir também na saúde bucal porque muitas doenças bucais são reflexo de um estado emocional em desequilíbrio. Sem perceber, o paciente passa a sofrer de bruxismo, que leva aos desgastes dentários, aumentando a probabilidade de levar a perda de dentes. Isso sem contar que maus hábitos alimentares e falta de higiene adequada também aumentam a incidência de cáries.

É preciso ficar de olho em alguns sinais do corpo:

  • Ansiedade: é comum ficarmos ansiosos quando há uma grande mudança na rotina ou na vida. Mas quando ela é excessiva pode fazer com que se descuide da higiene bucal, escovando os dentes muito rapidamente, o que pode causar gengivites (inflamações nas gengivas), cáries e até retração gengival
  • Estresse: em excesso causa a diminuição da saliva e reduz a resistência às bactérias. Também faz com que o paciente force o apertamento e o ranger de dentes. Além disso, essa tensão pode levar a uma disfunção temporomandibular. Essa condição causa dor de cabeça e dificuldade de abrir e fechar a boca.

De acordo com a professora, tanto o sistema orgânico como o profissional são os responsáveis para diagnosticar doenças bucais de origem emocional. Mas não adianta tratar um e deixar o outro sem tratamento. “O diagnóstico preciso das doenças bucais direciona diferentes formas de tratamento e em alguns casos há necessidade de complementar os diversos tipos de tratamento, incluindo psicoterapia, entretanto este só pode ser indicado pelo profissional especializado”, aconselha.

Transtornos alimentares

Dos problemas emocionais comuns entre os brasileiros, destacam-se os transtornos alimentares, como a compulsão alimentar e a própria bulimia, quando em ambos os casos, o paciente consome uma grande quantidade de alimentos ricos em carboidratos, em especial, açúcar e não faz uma boa higienização após as refeições. Na bulimia há o agravo que após o consumo, o paciente se sente culpado e provoca o vômito como uma forma de expurgar o que consumiu. Ambos os casos podem levar a problemas bucais.

“Tanto a bulimia como a compulsão alimentar podem desenvolver doenças bucais. A bulimia em especial, pode provocar vômitos recidivantes e recorrentes que alteram o PH da saliva, causando desgastes dentários conhecidos como erosões”, explica. “A compulsão alimentar faz com que o paciente aumente a formação de biofilme ou placa bacteriana e consequentemente a cárie é instalada com muita facilidade”, considera.

De acordo com Dulce Helena Cabelho, o cirurgião-dentista é o profissional mais capacitado para diagnosticar doenças bucais e tratá-los. “Entretanto, alterações de fundo emocionais deverão ser tratadas por psicoterapeutas e psiquiatras, pela complexidade do tratamento”, afirma.

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Segundo a especialista, a prevenção sempre é o melhor remédio. Por isso, visitas constantes ao consultório odontológico, escovações diárias e corretas dos dentes, uso do fio dental após cada refeição fazem parte de uma boa rotina bucal. “Além disso, fazer uso de uma alimentação equilibrada com frutas, verduras e com pouca quantidade de sacarose (açúcar), hidratação constante. Evitar bebidas alcoólicas e tabagismo”, aconselha. “E em tempos de pandemia, manter a saúde emocional em equilíbrio, previne complicações bucais”, completa.

Fonte: Abimo

Dia Mundial de Combate ao Estresse: a forma crônica também afeta os rins

Estresse e reações descontroladas ao estresse também podem levar a danos nos rins. Como as unidades de filtragem de sangue do corpo, os rins são propensos a problemas com a circulação sanguínea e os vasos sanguíneos desencadeados pelo estresse crônico

O estresse é apontado por muitos como o mal do século. É difícil estar imune ao problema, que atinge cerca de 90% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde. Ligado ao envelhecimento, distúrbios do sono, doenças do coração e metabólicas, além de alterações de pele, o estresse também pode causar danos aos rins, conforme explica a médica nefrologista Caroline Reigada, especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

“Em situação de estresse, o cérebro estimula os nervos das glândulas adrenais para a secreção do cortisol, o que aumenta a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue. Essa reação química, que é uma resposta do cérebro para proteger o corpo em uma situação de aparente perigo, quando em excesso, numa condição de estresse crônico, provoca a excreção pelos rins de fosfato em níveis fora do padrão, o que pode acarretar em fraqueza muscular, alterações na composição óssea e até mesmo na função renal”, diz a médica, que integra o corpo clínico de hospitais como São Luiz, Beneficência Portuguesa de São Paulo e Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

De acordo com a médica intensivista, o cansaço excessivo físico e mental proveniente do estresse causa também prejuízos a órgãos vitais. “Exaustão, dificuldades em lidar com situações desafiadoras, sensações negativas e baixa produtividade são alguns dos sintomas da fadiga crônica. Em paralelo, há o comprometimento do funcionamento de órgãos vitais em função do descontrole hormonal causado pelo desequilíbrio nos níveis de cortisol, secretados pelas glândulas adrenais, localizadas uma sobre cada rim. É um ciclo vicioso, no qual fatores que bombardeiam o organismo e causam o cansaço crônico interferem no rendimento na jornada de trabalho, provocam apatia e desinteresse nas tarefas do cotidiano. E, ao mesmo tempo, afetam os tecidos do coração, pulmões, fígado e rins devido ao estresse oxidativo, danos celulares estruturais que podem prejudicar o funcionamento destes órgãos, vitais ao organismo”.

Em condições normais, a reação do corpo ao estresse não apenas ajuda com perigos ou crises imediatas, mas também pode servir como um motivador positivo ao lidar com os desafios da vida – quando canalizado adequadamente. “No entanto, quando seu corpo está sob altos níveis de estresse por longos períodos de tempo, essas reações físicas, se não forem controladas, podem prejudicar sua saúde. Os impactos combinados do aumento da pressão arterial, da frequência cardíaca mais rápida e do aumento de gorduras e açúcar no sangue podem contribuir para vários problemas de saúde, incluindo pressão alta, diabetes e doenças cardíacas e renais”, explica.

“Como as unidades de filtragem de sangue do seu corpo, seus rins são propensos a problemas com a circulação sanguínea e os vasos sanguíneos. A pressão alta e o açúcar elevado no sangue podem sobrecarregar os rins. Pessoas com pressão alta e diabetes correm maior risco de doença renal. Pessoas com doença renal estão em maior risco de doenças cardíacas e dos vasos sanguíneos. Se você já tem doenças cardíacas e dos vasos sanguíneos e doenças renais, as reações do corpo ao estresse podem se tornar cada vez mais perigosas”, enfatiza Caroline.

Portanto, a médica explica que qualquer pessoa que tem por objetivo prevenir doenças cardíacas e/ou renais, ou melhorar a saúde enquanto convive com doenças cardíacas e/ou renais, deve buscar formas de gerenciar o estresse. “Essa é uma parte importante da manutenção de sua saúde geral”, finaliza a médica.

Fonte: Carolina Reigada é médica nefrologista formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro, com residência médica na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e residência em Nefrologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Especialista em Medicina Intensiva pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Instagram: @dracaroline.reigada.nefro

Despreparo médico é uma das principais queixas no sistema público e privado

Para Wilderi Sidney, especializado em saúde pública, profissionais não recebem formação adequada

Quais problemas em comum os pacientes das redes pública e privada de saúde podem enfrentar no Brasil? Segundo uma pesquisa realizada pelo Ipec/Globo, parece que muitos. O levantamento feito com duas mil pessoas, revelou quais são as principais queixas quanto à saúde no país. Além da superlotação de hospitais, emergências e pronto-atendimentos, a falta de profissionais e a demora para a realização de exames, os entrevistados apontaram o despreparo médico como um dos grandes gargalos do setor. De acordo com o médico especialista em saúde pública, Wilderi Sidney Guimarães, a reclamação faz sentido.

O médico, com passagens por redes públicas e privadas, explica que a falta de preparo para o atendimento começa porque o profissional não recebe uma formação adequada na universidade. “Primeiramente, o profissional médico não recebe, dentro da faculdade de medicina e nem na residência médica, a formação necessária para atender bem um paciente. Somos ensinados a fazer diagnóstico e indicar tratamentos, mas não aprendemos a lidar com o público de forma humanizada. A maioria dos médicos não faz um mal atendimento de propósito, mas porque ele foi ensinado assim, a diagnosticar uma lesão ou patologia e não a cuidar de uma vida”, afirma.

Outro ponto que contribui para a reclamação dos usuários é a rotina extenuante dos profissionais. Guimarães lembra que muitos médicos possuem mais de um vínculo empregatício e vivem de plantões em hospitais e emergências. “Isso acaba deixando o profissional extenuado e estressado”, opina. Mas, para ele, esse gargalo tem solução. “Além do investimento em planos de carreira por parte dos planos de saúde e do sistema público para esses profissionais, o médico também precisa buscar conhecimento sobre atendimento humanizado” destaca.

Sobre os outros problemas apontados no levantamento, ele também crê que são passíveis de serem resolvidos. “A pesquisa apontou para a demora em conseguir consultas e exames e para a superlotação de hospitais e emergências. Esses são um gargalos que têm origem na falta de investimentos que se faz na atenção primária no Brasil. Quando a gente fala de atenção básica, a coisa mais importante é fazer um atendimento preventivo, para que o profissional consiga indicar outros cuidados, como mudança de hábitos, para que o paciente não precise de atendimentos mais complexos. Nos países desenvolvidos, onde a atenção básica funciona, isso desafoga o sistema secundário e terciário. Aqui no Brasil, como a pesquisa mostra, estamos distantes dessa realidade”, finaliza.

A pesquisa do Ipec/ Globo ouviu duas mil pessoas das classes A, B e C e com mais de 16 anos das entre os dias 20 e 27 de julho pela internet. O intervalo de confiança é de 95%.

Fonte: Wilderi Sidney Guimarães é formado em Medicina pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), com especialização em Medicina de Família e Comunidade. Também possui mestrado em Saúde Pública pela UFAM, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Entre 2011 e 2012, atuou como médico de comunidades ribeirinhas no interior do Amazonas. Entre 2012 e 2014, fez parte do corpo de médicos da Secretaria Especial de saúde Indígena (Sesai). E entre 2014 a 2020, atuou como docente de Saúde Coletiva e Preceptor do Internato Rural no curso de Medicina da UFAM. Sócio-fundador da Cuidado Integral da Saúde, que oferece cursos, mentorias e consultorias sobre medicina humanizada, marketing e gestão para médicos e profissionais de saúde.

Dia Mundial do Alzheimer: alimentos naturais são os maiores aliados da saúde

Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, explica que o consumo abundante de vegetais, peixes, oleaginosas, laticínios e grãos integrais funciona como estratégia nutricional para prevenção e auxílio no tratamento da doença

Estima-se que, atualmente no Brasil, existam 1,2 milhão de pessoas com a Doença de Alzheimer (DA). As vítimas costumam ter acima de 65 anos de idade e, em sua maioria, são mulheres. A doença, cuja principal característica é a perda progressiva de memória (decorrente da degeneração de células cerebrais), merece muita atenção. E é por isso que o dia 21 de setembro é a data escolhida para reforçar a necessidade de conscientização da sociedade. Além disso, há estudos que sugerem a estratégia nutricional como uma grande aliada tanto na prevenção quanto no tratamento a longo prazo.

O tratamento da DA é baseado principalmente em critérios clínicos, além de atividades que trabalhem a função intelectual e, usualmente, a memória. No entanto, de acordo com a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, existem diversas pesquisas que sugerem a dieta nutricional cetogênica como aliada na prevenção e tratamento do Alzheimer. Esta estratégia se dá, basicamente, por um maior consumo de gorduras boas e proteínas, em detrimento a uma menor proporção de carboidratos, principalmente os refinados, como açúcares e farinhas.

Um estudo recente elaborado pela Pubmed revelou que a dieta do mediterrâneo, um regime que consiste no consumo abundante de vegetais, peixes, oleaginosas, laticínios e grãos integrais, também funciona como uma medida interessante para a prevenção e auxílio ao tratamento da doença. Segundo Renata, essa mudança na alimentação proporciona benefícios para o corpo todo. “O que é consenso na literatura científica é que um padrão alimentar com o mínimo possível de alimentos processados e rico em alimentos naturais favorece a saúde do cérebro e ajuda na prevenção da demência. O principal mecanismo envolvido nesta proteção é a ação antioxidante desse tipo de estratégia nutricional”, afirma a especialista.

Vale dar destaque também às castanhas. Alimento saboroso e rico em nutrientes que colaboram para a saúde do nosso cérebro, estas oleaginosas contém proteínas que protegem as membranas das células, além de conterem selênio e zinco, que atuam pela forte ação antioxidante; e como bônus, possuem fibras que ajudam na saúde intestinal.

Portanto, é importante enfatizar que o intestino funciona como o segundo cérebro do nosso corpo. Como mostra um estudo publicado no ano de 2021, pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos (NLM), as bactérias que habitam nosso intestino têm interação com todos os nossos órgãos, o que inclui todo o sistema nervoso central. O metabolismo dessas bactérias pode gerar fatores pró-inflamatórios e alteração na produção de neurotransmissores. Com isso, fica claro que a saúde do intestino afeta todo o nosso sistema nervoso e há evidências sólidas de que ele colabora no combate de uma série de enfermidades.

Curiosidades sobre Alzheimer:
-38 milhões de pessoas diagnosticadas com Alzheimer no mundo;
-Mais de 1 milhão de casos de demência diagnosticados no Brasil;
-Até 2050, serão 131 milhões de pessoas diagnosticadas no mundo;
-No Brasil, de 4 a 5 milhões serão diagnosticadas com Alzheimer até 2050;
-A cada três pacientes, duas são mulheres;
-Alzheimer causa mais mortes do que os cânceres de mama e próstata juntos.

Principais FLV (frutas, legumes e verduras) que atuam no combate à DA:
-Todos os vegetais são fontes de antioxidantes e fitoquímicos, ajudam a reduzir inflamação e processos oxidativos no nosso organismo;
-Banana, cacau e frutas vermelhas são excelentes combatentes ao envelhecimento precoce do nosso cérebro;
-Vegetais escuros e uvas são excelentes opções, que além de gostosas, possuem alta concentração de nutrientes e compostos bioativos.

Pensando nisso, a nutricionista separou algumas receitas que têm como base os alimentos que combatem o Alzheimer:

Panqueca de banana com cacau

Ingredientes:
1 banana nanica amassada
1 ovo
1 colher de sopa rasa de farinha de aveia
1 colher de café de cacau em pó

Modo de fazer:
Misture tudo até formar uma massa homogênea. Cozinhe em uma frigideira antiaderente previamente aquecida.

Bolo integral com castanhas

Ingredientes:
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de aveia
2 bananas maduras
2 maçãs picadas
1 xícara de chá de castanhas picadas
1 xícara de chá de uvas passas hidratadas
50 ml de leite
3 ovos
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de fazer:
Bata tudo no liquidificador, exceto as castanhas e as maçãs picadas.
Acomode a massa em uma assadeira de furo, untada. Cubra a massa distribuindo os cubos de maçã e as castanhas picadas por toda a sua superfície. Leve para assar em forno preaquecido a 180ºC por cerca de 30 minutos.

Molho pesto com castanha

Ingredientes:
1 xícara de chá de folhas de manjericão
1 xícara de chá de azeite
1 colher de chá de sal
2 dentes de alho
½ xícara de chá de castanhas-do-pará
½ xícara de chá de queijo parmesão ralado

Modo de fazer:
Bata tudo no liquidificador ou mixer. Guarde em um recipiente de vidro e use acompanhando torradas, pães, saladas ou massas.

Fonte: Oba Hortifruti

Dia Mundial do Alzheimer: cannabis medicinal pode ajudar na desaceleração da doença

Com potencial neuroprotetor, anti-inflamatório e antioxidante, os fitocanabinoides auxiliam na prevenção e na reversão de lesões provenientes de doenças neurodegenerativas; todos os anos, no Brasil, cerca de 100 mil pessoas são diagnosticadas com a doença de Alzheimer, segundo o Ministério da Saúde

De progressão silenciosa, a patologia já foi pejorativamente chamada de “mal de Alzheimer” pois provoca contínua e acelerada degeneração das funções cerebrais, ocasionando em demência e redução das funções cognitivas. Não há uma causa conhecida para a doença, mas parece haver uma predisposição genética para seu aparecimento.

Segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer, há cerca de 1,2 milhão de pessoas com a enfermidade no Brasil. No mundo, o número é de aproximadamente 35,6 milhões de pessoas. A maior parte ainda sem diagnóstico, já que os sintomas se confundem com outras patologias, e é vista até mesmo como uma “confusão mental” natural da idade – já que tende a aparecer em idosos.

Por todas essas razões, com o objetivo de trazer à luz informações valiosas sobre a doença e conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce, 21 de setembro foi instituído como o Dia Mundial da Doença de Alzheimer.

Há tratamentos disponíveis?

Ainda não há cura para a doença de Alzheimer, porém existem tratamentos eficazes que atuam na etiologia da doença, retardam os sintomas e trazem qualidade de vida para o paciente. Um dos tratamentos disponíveis no Brasil é feito com a cannabis medicinal. As duas principais substâncias extraídas da planta: tanto o CBD quanto o THC, podem ser usadas em associação entre elas, ou a outros medicamentos alopáticos, e até mesmo sozinhas de modo isolado – a depender do caso.

“Os fitocanabinoides têm efeitos terapêuticos comprovados, trazendo benefícios tanto auxiliando no retardo da doença, como na diminuição dos sintomas, ajudando a melhorar a memória, o bom humor e diminuindo a insônia e a agitação, por exemplo. Os fármacos à base de cannabis são conhecidos pelo alto potencial neuroprotetor, anti-inflamatório e antioxidante – características que auxiliam na prevenção e na reversão de lesões provenientes de doenças neurodegenerativas como é o caso do Alzheimer”, comenta Mariana Maciel, médica especialista em Medicina Canabinoide e fundadora da Thronus Medical — biofarmacêutica canadense pioneira em nano THC e nano CBD.

“Importante lembrar que os canabinoides possuem enorme segurança farmacológica e apresentam toxicidade praticamente nula”, conclui. A utilização desses fármacos só pode ser feita sob prescrição médica. Dosagem e demais orientações devem ser determinadas pelo médico prescritor, que deve manter um acompanhamento contínuo.

Sobre a Thronus

Fundada no Canadá em 2018, a Thronus é uma biofarmacêutica focada na produção e no desenvolvimento de fármacos para tratamentos com cannabis medicinal. Com parceiros e distribuidores na América do Norte, América Latina e Europa, a Thronus conta com tecnologia exclusiva para aumentar a biodisponibilidade de óleos canabinoides, assim potencializando sua absorção pelo organismo e acelerando os efeitos dos ativos sobre os pacientes. A Thronus é uma empresa com DNA brasileiro, sonhada e liderada por Mariana Maciel, médica especialista em Medicina canabinoide.