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Parece, mas não é: entenda o que é perimenopausa, período que antecede a menopausa

Apesar de possuir sintomas similares àqueles da menopausa, a perimenopausa é um processo distinto que marca a transição para o fim da idade reprodutiva da mulher

A menopausa é um grande marco na vida da mulher, afinal, é caracterizada pela suspensão definitiva da ovulação e, consequentemente, da menstruação. Porém, o que poucas mulheres sabem é que esse processo não se inicia de maneira repentina. Na verdade, uma série de alterações que afetam o organismo da mulher devido ao envelhecimento ocorrem antes do início da menopausa em um período conhecido como perimenopausa.

“A perimenopausa pode ser definida como um período de transição entre a fase fértil da mulher e a menopausa, ocorrendo próxima à ultima menstruação e sendo marcada, principalmente, por uma grande oscilação nos níveis hormonais”, explica Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU.

Como resultado dessas alterações hormonais, a mulher pode sentir uma série de sintomas que são comumente confundidos com aqueles que ocorrem durante a menopausa, incluindo ciclo menstrual desordenado, ondas de calor, aumento da sudorese, principalmente durante a noite, redução do apetite sexual, surgimento de condições urinárias, tontura, dores de cabeça, mudanças de humor e aumento da pressão.

“Mas, apesar de possuírem sintomas similares, a perimenopausa e a menopausa são processos distintos, principalmente porque durante a perimenopausa ainda há ovulação, o que quer dizer que a mulher é fértil, podendo então engravidar. Além disso, a mulher na perimenopausa ainda pode sofrer com doenças comuns durante a idade reprodutiva, como a síndrome do ovário policístico e a endometriose”, afirma a ginecologista.

Outro fator que pode facilitar que mulher confunda esses dois períodos é o fato de ser difícil determinar o início exato da perimenopausa, que pode variar caso a caso, cabendo então ao ginecologista, através da observação dos sintomas, identificá-lo. “Geralmente, a perimenopausa tem início entre os 30 e 40 anos de idade e pode durar cerca de 1 a 3 anos, terminando quando a ovulação é interrompida e a menstruação não ocorre há mais de 12 meses, o que marca o início oficial da menopausa”, diz a médica.

Mas ela ressalta que, assim como a menopausa, a perimenopausa é um processo natural do envelhecimento feminino. Logo, não existem maneiras para prevenir ou retardar seu início, que é definido geneticamente. Felizmente, mulheres que sofrem demais com as alterações hormonais podem adotar alguns cuidados para diminuir os sintomas característicos desse período.

“Uma das alternativas, por exemplo, é a reposição hormonal, que visa restabelecer as funções normais do organismo, tornando a adaptação para essa nova fase da mulher mais tranquila”, destaca. Além disso, é importante que a mulher adote um estilo de vida saudável, que é essencial para auxiliar no controle dos sintomas da perimenopausa.

“Por isso, procure beber bastante água, durma bem e evite o cigarro e a ingestão excessiva de álcool. É indispensável também praticar regularmente exercícios físicos, o que contribui para o controle do peso, melhora a qualidade do sono e diminui a irritabilidade”, recomenda a especialista. “Investir em uma dieta equilibrada também é fundamental nesse período de transição, devendo ser rica, principalmente, em cálcio, fibras, frutas, vegetais e grãos integrais.”

Por fim, Eloisa ressalta que, apesar da perimenopausa ser um processo natural que afetará todas as mulheres em algum momento da vida, é indispensável que se consulte um ginecologista ao notar seus primeiros sintomas. “Isso porque apenas o profissional especializado poderá realizar uma avaliação para realmente confirmar que se trata do início da perimenopausa, excluindo assim a possibilidade de condições sérias que podem provocar sintomas similares”, finaliza.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, é formada pela Universidade de Ribeirão Preto; realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, faz parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Quais alimentos ajudam a combater a ansiedade?

Fabiano de Abreu, PhD, neurocientista e neuropsicólogo, fala quais são os alimentos que podem ser consumidos para diminuir o nível de ansiedade

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com maior prevalência de pessoas ansiosas no mundo, no qual aproximadamente 9,3% da população sofrem com algum transtorno de ansiedade. E se você faz parte desse grupo de pessoas, que vira e mexe é tomado por sensações de angústia e tristeza, saiba que é preciso prestar bastante atenção em sua alimentação.

Segundo o PhD, neurocientista e neuropsicólogo, Fabiano de Abreu, a ansiedade é um transtorno mental que se desencadeia por diversos motivos, podendo ser traumas, estresse, genética, doenças físicas e até mesmo a depressão. “A ansiedade constante, desregula outros mensageiros bioquímicos responsáveis por nosso humor, sono, temperatura corporal, fome, entre tudo o que fazemos para sobreviver. Isso acontece porque, como sabemos, tudo na vida provém de melhor resultado quando em equilíbrio e nosso organismo precisa estar em homeostase para que tudo funcione bem”, explica.

E como bem dito pelo neurocientista, ter equilíbrio é fundamental. Mas Abreu, entende que muitas pessoas para fugir da angústia recorrem a má alimentação e acabam ingerindo alimentos que ao invés de ajudar, pode piorar ainda mais o quadro emocional do indivíduo.

“É importante diminuir o consumo de alimentos que possuem muita açúcar e farinha de trigo, já que estão associados com alterações na glicemia e na produção de serotonina, conhecida como hormônio da felicidade. Por outro lado, consumir banana e chocolate, pode ser um bom aliado, visto que esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, promovendo o relaxamento e ajudando a combater a ansiedade”, acrescenta.

Abaixo, Abreu listou e explicou quais são os alimentos que ajudam a combater a ansiedade

Linhaça

Ômega-3: é uma gordura boa e rica em EPA e DHA, ácidos graxos que melhoram o funcionamento do cérebro e reduzem a ansiedade. Essa gordura pode ser encontrada nos seguintes alimentos: atum, salmão, sardinha, linhaça, chia, castanhas, e abacate.

Chia

Magnésio: alguns estudos sugerem que o magnésio poderia ajudar no tratamento do estresse e da ansiedade, pois melhoram a função do cérebro. Esse mineral está presente em alimentos como aveia, banana, espinafre, sementes de abóbora, gergelim, linhaça e chia, e nos frutos secos como castanha-do-pará, amêndoas e amendoim.

Salmão

Triptofano: é um aminoácido que ajuda na produção de serotonina, que é um hormônio essencial para evitar a ansiedade, o estresse, a depressão e a insônia. Esse aminoácido pode ser encontrado em alimentos como carnes, frango, peixes, ovos, banana, queijo, cacau, tofu, abacaxi, salmão, chocolate negro e frutos secos em geral, como castanha, nozes e amêndoas. Confira uma lista completa dos alimentos ricos em triptofano.

Fonte: Fabiano de Abreu é doutor e mestre em Psicologia da Saúde pela Université Libre des Sciences de l’Homme de Paris; Doutor e Mestre em Ciências da Saúde na área de Psicologia e Neurociência pela Emil Brunner World University; Mestre em psicanálise pelo Instituto e Faculdade Gaio, Unesco; Pós-Graduação em Neuropsicologia pela Cognos de Portugal; Três Pós-Graduações em neurociência, cognitiva, infantil, aprendizagem pela Faveni; Especialização em propriedade elétrica dos Neurônios em Harvard; Especialista em Nutrição Clínica pela TrainingHouse de Portugal.

Ansiedade tem cura? Confira cinco formas de aliviar sintomas e tentar se curar

Será que a ansiedade tem cura? Será que é possível ter um nível de ansiedade que seja saudável? Nos dias de hoje, muita gente precisa aprender a lidar com a ansiedade, que nada mais é do que uma emoção natural do ser humano. Emoção, entretanto, que pode prejudicar a qualidade de vida e o dia a dia das pessoas.

No texto de hoje, além de responder às questões levantadas acima, você vai entender mais sobre o fenômeno da ansiedade e de aprender cinco formas de aliviar os sintomas de forma natural ou com medicamentos.

A ansiedade pode ser saudável?

A resposta é: sim. Existem níveis saudáveis e funcionais de ansiedade. A ansiedade é uma emoção natural, que todo ser humano tem a capacidade de sentir. Então, se todo o ser humano é capaz de sentir ansiedade, não faz sentido dizer que a ansiedade é uma doença. Afinal, se a capacidade de sentir ansiedade é algo universal, deve ser porque ela tem alguma função. E se você estuda a fundo o fenômeno da ansiedade, você entende a função natural da ansiedade: ela prepara o seu corpo para um perigo no futuro.

Você já deve ter percebido que a sua ansiedade aparece, na maioria das vezes, associada a algum problema ou perigo futuro. Por exemplo, se você tem que se preparar para uma prova daqui a duas semanas e ainda não estudou, você sente ansiedade. Ou se você tem uma conversa difícil com o seu marido e ainda não pensou em como irá conduzir o diálogo, você terá ansiedade. Em outras palavras, a ansiedade é uma emoção natural que serve para avisar você de um perigo futuro, para que você se prepare para esse perigo.

Portanto, se a sua ansiedade não lembrasse você de estudar, talvez você não se sentisse pressionado o suficiente para se dedicar ao estudo e passar na prova; se a sua ansiedade não lembrasse você de que essa conversa difícil está prestes a acontecer, talvez você chegasse despreparada na conversa e a conversa se transformasse numa briga. Assim, a ansiedade pode ser saudável quando ela ajuda você a se preparar para um perigo real do futuro.

Ansiedade tóxica

Assim como a gente falou da ansiedade saudável, a gente precisa falar da ansiedade tóxica, que é quando a ansiedade passa do nível saudável. A ansiedade pode ficar tóxica toda vez que você tem alguns sintomas físicos de ansiedade e tem preocupação excessiva relacionada a um problema, mas essa preocupação não se transforma em atitudes práticas para resolver o problema.

Ou seja, quando, em vez de conseguir usar a ansiedade para sentar e estudar, você fica remoendo aquele problema na sua cabeça e nada de prático acontece. Ou, por exemplo, quando em vez de se preparar para essa conversa difícil com o marido, você fica remoendo ela na cabeça e chega para a conversa despreparada.

Tratamentos naturais para ansiedade:

Mesmo não podendo dizer que a ansiedade tem cura, vamos começar com os tratamentos naturais para a ansiedade. Selecionamos três para vocês:

Exercício físico

O primeiro dos tratamentos naturais é aumentar o exercício físico na sua vida. Exercício físico é um antidepressivo natural e um ansiolítico natural. Além disso, pessoas que praticam exercícios físicos regularmente têm de 30% a 50% menos chance de desenvolver um transtorno de ansiedade do que pessoas que não praticam. Isso significa que praticar atividade física, nem que seja uma simples caminhada dia sim e dia não, pode ser uma ótima atitude de prevenção contra transtornos de ansiedade.

Sono

O segundo tratamento natural para a ansiedade é melhorar o sono. Dormir mal causa uma piora nos sintomas de ansiedade na maioria das pessoas. Seguindo a mesma lógica, dormir bem causa uma melhora e uma diminuição dos sintomas de ansiedade para a maioria das pessoas também. E é por isso que você pode tomar, hoje, atitudes simples para melhorar o seu sono – atitudes que custam zero reais e têm um alto poder de impacto. Por exemplo, Você pode começar a fazer uma rotina de sono. Ou seja, ter um passo a passo antes de dormir que se repete, sempre igual, para acostumar o seu cérebro com a hora de dormir. Também, outra atitude muito útil para ter um sono melhor é escutar um relaxamento guiado todo dia antes de dormir. Confira abaixo o relaxamento guiado feito pela Eurekka.

Psicoterapia

Foto: Shutterstock

E a terceira forma de tratamento natural contra a ansiedade é a psicoterapia. A função mais importante da terapia para a pessoa com ansiedade é ensinar ela a se autoacalmar e ajudar ela a enfrentar as coisas que causam ansiedade, em vez de fugir. Porque, na terapia, você consegue reverter esse ciclo vicioso que cada vez faz você ficar mais isolado. Em alguns casos, o terapeuta ajuda você a fazer isso com técnicas da psicologia e você consegue enfrentar os seus medos e ansiedades, um pouquinho de cada vez. E de todos os tratamentos naturais, esse é um dos que mais tem efeito.

Tratamentos medicamentosos para ansiedade:

No tratamento com um médico e com um psiquiatra para ansiedade, existem dois medicamentos que são os mais comuns, ok? O primeiro tipo de medicamento são os remédios antidepressivos e o segundo tipo de medicamento são os remédios calmantes.

Remédios antidepressivos

Shutterstock

Pouca gente sabe disso, mas os remédios antidepressivos também são usados para o controle da ansiedade! Por isso, não fique assustado se o seu psiquiatra receitar um remédio antidepressivo e o seu caso for ansiedade. O objetivo desse remédio é equilibrar a química do seu cérebro, para que você tenha um pouco mais de ânimo e um pouco menos de agitação.
Esses remédios não têm efeito imediato, mas começam a fazer efeito a partir de duas ou três semanas de uso. Alguns dos princípios ativos mais comuns nesse tipo de remédio são: fluoxetina, sertralina, paroxetina, escitalopram, citolopram etc.

Remédios calmantes

Foto: Morguifile/Starblue


Os remédios calmantes, diferentes dos remédios antidepressivos, têm um efeito imediato. Geralmente, o remédio calmante é receitado pelo psiquiatra para ser usado durante um momento de crise ou logo antes de dormir para facilitar o sono.
Esses remédios não devem ser usados em excesso, pois podem causar dependência, ao contrário dos remédios antidepressivos. Nomes comuns desses remédios: alprazolam, clonazepam, rivotril e diazepam.

Fonte: Eurekka

Como montar um café da manhã low carb com opções saudáveis e deliciosas

É muito comum escutar que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, e por isso, independente dos hábitos alimentares de cada um, é importante tomar um cuidado especial com a escolha dos alimentos. E para ajudar àqueles que querem montar um café da manhã saudável e reforçado com opções low carb, a startup de alimentação saudável Liv Up resolveu dar algumas dicas.

Quando se fala no método low carb, ou seja, uma rotina de alimentação baixa no consumo de carboidratos, é importante frisar que o ideal é que não seja uma alimentação restritiva. Os carboidratos não devem ser extintos, apenas reduzidos, ou em certas situações, substituídos por alternativas de índice glicêmico menor. Isso porque os alimentos ricos em carboidratos, como pães, cereais, biscoitos, massas, entre outros, além de compor uma média de 50% dos nutrientes ingeridos diariamente, são importantes fontes de energia para o organismo.

Contudo, os carboidratos. quando ingeridos, viram açúcar no organismo e o consumo em excesso pode ser prejudicial à saúde. Assim, as opções low carb surgem tanto para quem quer perder peso, quanto para quem busca se alimentar bem e reduzir as porções de açúcar.

Viviane Kim, uma das nutricionistas da Liv Up, ensina: “Ao optar por uma rotina alimentar de redução de carboidratos, é necessário suprir os gastos de energia elevando o consumo de gorduras e proteínas”.

Dessa forma, enquanto alguns alimentos são cortados, outros são incorporados para ajudar no equilíbrio nutricional de uma rotina alimentar saudável. Confira algumas sugestões que a empresa separou do seu cardápio:

Quiche low carb de frango

O quiche de frango da Liv Up tem em seu recheio um extrato de tomate que traz um sabor especial e deixa o prato mais colorido. Alguns outros ingredientes como tomilho, salsinha, e demais temperos naturais, dão um toque final que deixa qualquer um com água na boca.

Ovos cage free

Foto: Scibosnian

Importantes fontes de proteína e ricos em vitaminas, para um café da manhã low carb, uma boa opção é apostar em uma omelete com queijo branco. Na Liv Up, os ovos são cage free, ou seja, as galinhas são criadas livres gaiolas e recebem espaço e condições para viver como se estivessem na natureza.

Frutas (seleção e orgânicos)

Além de ricas em nutrientes, também aumentam a sensação de saciedade e ajudam no bom funcionamento do intestino, porém, em uma alimentação low carb, é preciso se atentar à escolha de qual fruta consumir já que algumas delas possuem bastante açúcar. Na Liv Up, as frutas podem ser encontradas na opção de cesta de orgânicos ou ainda é possível escolher morangos ou laranjas orgânicos disponíveis à parte da cesta.

Castanhas

Sunnysun0804/Pixabay

São oleaginosas ricas em ácidos graxos, potássio, magnésio e fibras, que além de serem fontes de gordura boa, ajudam na regulação do colesterol. Uma boa opção da Liv Up, principalmente para quem quer algo prático, são as castanhas-de-caju ou as castanhas-do-pará – ótimas para consumir sozinhas, ou para incrementar iogurtes e demais preparações.

Fonte: Liv Up

Yoga para iniciantes: um guia para começar agora

Alívio da ansiedade, ganho de força, melhora na flexibilidade e equilíbrio. Esses são só alguns dos benefícios que o Yoga pode proporcionar.

Assim como tudo na vida, começar a praticar Yoga pode parecer um bicho de sete cabeças, não é? São tantas posturas e tantos nomes difíceis, que parece que a prática é tão complexa quanto, mas relaxe. De acordo com Priscilla Leite, maior professora de Yoga online do Brasil “basta enxergar o yoga como uma busca para toda a vida, em que você terá bastante tempo para aprender e inicialmente foque em algumas posturas essenciais, de modo que você se sinta cada dia mais confortável com a prática” – pontua.  

A maneira mais fácil de começar a praticar o yoga é por meio das posturas mais simples. A professora chama a atenção: “Todo mundo já foi um iniciante que começou tropeçando em sua primeira aula de yoga ou errando uma postura aqui e ali, isso é completamente normal, e se o aluno continuar, em algumas semanas verá a sua evolução na prática”.

E para não fazer ninguém fazer mais perder tempo, a yogini listou cinco posturas básicas de yoga para iniciantes, confira:

1 – POSTURA DA CRIANÇA:

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A postura da criança é ideal para aqueles que precisam desacelerar e relaxar após um dia cansativo. Simples de ser realizada, ela ajuda a fortalecer o sistema imunológico, sistema nervoso e parassimpático.

Veja como fazer: sente-se sobre os seus joelhos e os separe em uma distância maior que a dos quadris. Devagar caminhe o corpo para frente até encostar a testa no tapete. Relaxe profundamente e se conecte com sua respiração. Fique nesta posição por alguns segundos e sinta os benefícios do seu corpo relaxado.

2 – POSTURA DA CRESCENTE

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Essa postura auxilia no fortalecimento dos glúteos e dos quadríceps, dando aos quadris um bom alongamento. Além disso, essa asana também ajuda a abrir os ombros, pulmões e peitos, alongando-os. E, por fim, ela também tem como benefício melhorar o equilíbrio corporal, aumentar a capacidade de concentração e até mesmo aliviar dores no nervo ciático. 

Veja como fazer: em pé, leve o joelho esquerdo em direção ao peito e depois deslize-o para trás, é importante que o joelho direito não passe do calcanhar direito. Inspire e levante o torso. Em seguida, levante os braços acima da cabeça, com as palmas das mãos voltadas uma para a outra. Expire, você poderá sentir um alongamento na região frontal das pernas e nos quadris. Mantenha a postura por alguns segundos. E depois, repita a postura com a perna esquerda para frente.

3- POSTURA DA GUERREIRO II

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A postura do Guerreio II é forte como indica o próprio nome; a prática desenvolve firmeza, estabilidade e determinação. Essa asana fortalece as pernas, ajuda no alinhamento da coluna, alivia dores na lombar e ajuda no aumento da capacidade pulmonar por meio da expansão do tórax, e acompanhada de um mudra pode ajudar no aumento da concentração. 

A asana na imagem acima se refere a Postura do Guerreiro 2 em conjunto com o mudra gyanmudra que tem como objetivo reduzir a tensão e aumentar o nível de concentração. Essa postura é muito calmante e espiritualmente desperta.

Veja como fazer: em pé, abra as pernas e deixe os pés bem firmes sobre o chão, o peso do corpo deve ser bem distribuído pelos dois pés. Depois, leve o joelho direito para frente flexionando-o sem deixar passar do calcanhar e abra as mãos com a coluna ereta. Leve as palmas das mãos para cima e junte o seu dedo indicador com o polegar como mostra na imagem. Foque a atenção no dedo médio a sua frente. Mantenha a respiração profunda, soltando os ombros e relaxando os pontos de tensão do corpo e depois faça o outro lado.

4- POSTURA DO CACHORRO OLHANDO PARA BAIXO

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A famosa postura do Cachorro olhando para baixo auxilia o sistema nervoso, a circulação sanguínea e ainda aumenta a nossa imunidade. Além de ajudar a fortalecer os braços e ombros.

Veja como praticar: fique em pé, incline-se para frente, eleve os glúteos para cima e para trás até encostar a palma da mão no chão, a perna pode ficar reta ou flexionada (dependendo da sua flexibilidade – o importante é nunca ultrapassar o limite do seu corpo). 

5- SAVASANA

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Essa postura é poderosa e traz diversos benefícios para quem a pratica, como produzir grande relaxamento para o corpo curando os transtornos causados pelo excesso de tensão, reduz terapeuticamente o risco de arritmia cardíaca, de ataque cardíaco, de pressão alta e colesterol e tem um efeito excelente contra a fadiga física e mental, acalmando as ondas cerebrais e estimulando a endorfina, serotonina e melatonina, hormônios que atuam no bem-estar e rejuvenescimento corporal. 

Veja como fazer: deitada em um tapete de yoga, edredom ou até mesmo no chão comece se espreguiçando como se estivesse acabado de acordar. Feche os olhos se preferir e inale e exale profundamente. Solte cada tensão do seu corpo e deixe-o ficar pesado em direção a terra, se permitindo relaxar e aproveitar esses minutos consigo mesmo sem expectativas e julgamentos. Coloque as mãos sob o coração e preste atenção à sua respiração. 

Se você ainda se sente um pouco insegura para fazer ioga, a professora preparou uma aula especialmente para os iniciantes, clique aqui e assista.

Fonte: Priscilla Leite é percussora do Yoga online e gratuito no Brasil, criadora do maior canal de Yoga no país. Oferece semanalmente conteúdo exclusivo, humanizado, inteligente e criativo no Canal Pri Leite Yoga, no Youtube e na Plataforma Yoga.Co. Com formação em VinyasaFlow, Hatha Yoga e Yoga para gestantes, suas aulas são desenvolvidas de acordo com as necessidades e feedback da comunidade. Amante da natureza e engajada em acessibilizar a prática do yoga, suas aulas são divididas em categorias e podem ser praticadas em qualquer lugar, por pessoas de todas as idades, com ou sem experiência.

Confira alimentos ricos em proteínas que servem como alternativa ao consumo de ovos

Por ser rico em proteína, o ovo é geralmente consumido em grande quantidade por atletas visando o ganho de massa muscular. Porém, o alimento não deve ser a única fonte de proteína, já que, quando consumido em excesso, pode causar complicações

Não é incomum encontrar praticantes de atividade física que consomem grandes quantidades de ovos diariamente visando o ganho de massa muscular, afinal, o alimento é rico em proteína, nutriente que ajuda na reparação e desenvolvimento dos músculos. Porém, é preciso ter cautela ao realizar essa prática.

“As recomendações do consumo de ovos vão depender de uma série de fatores, como sexo, peso, altura e intensidade de atividade física. Mas, no geral, recomenda-se que um adulto deve ingerir cerca de 1 a 3 ovos por dia, independentemente da prática de exercícios. Qualquer valor acima desse deve ser acompanhado por um profissional especializado. Isso porque os ovos, quando consumidos excessivamente, podem causar ganho de peso, sobrecarga renal, alterações no perfil lipídico de pessoas que já possuem predisposição ao problema”, alerta Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Além disso, a médica ressalta que, para uma alimentação balanceada e saudável, os ovos não devem ser a única fonte proteica. A boa notícia é que, apesar do ovo realmente ser um dos alimentos mais ricos em proteína, com cerca de 6 gramas em cada unidade, existe uma série de outros alimentos que possuem quantidades iguais e até mesmo superiores do nutriente, podendo assim servir como alternativas para complementar o consumo de proteína.

A especialista listou algumas dessas opções abaixo:

Carnes vermelhas e brancas: as melhores fontes de proteína são de origem animal. No entanto, é preciso tomar cuidado antes de sair ingerindo carnes excessivamente. “As carnes vermelhas, por exemplo, apesar de serem ricas em proteína, também possuem grande quantidade de gordura saturada, que aumenta os níveis de colesterol ruim, elevando o risco de doenças cardiovasculares. O mesmo vale para o frango, que deve ser ingerido sem pele, dando preferência ao peito assado ou grelhado para evitar a ingestão exagerada de gordura”, destaca a médica.

Peixes: entre as carnes, uma das melhores opções para quem deseja aumentar a ingestão proteica são os peixes, já que tendem a ser mais magros e menos calóricos do que as carnes vermelhas. “O salmão é especialmente interessante, pois, além de ser rico em proteínas, também possui grandes quantidades de ômega-3, o que proporciona uma recuperação muscular mais rápida”, afirma a nutróloga.

Oleaginosas: para quem procura opções veganas, as nozes e amêndoas são uma excelente alternativa aos ovos, pois, de acordo com Marcella, são ricas em proteínas e ainda ajudam a regular o funcionamento do intestino e prevenir doenças cardiovasculares. “No entanto, é importante não exagerar no consumo das oleaginosas, restringindo a 5 ou 6 unidades por dia, já que também são ricas em gordura e altamente calóricas, favorecendo assim o ganho de peso”, alerta.

Quinoa: “A quinoa é uma excelente fonte de proteína, pois, além de ser rica do nutriente, também contém todos os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do organismo. Dessa forma, a proteína do alimento é melhor aproveitada. Como se não bastasse, a quinoa ainda é rica em outros nutrientes, como fibra, magnésio, ferro, potássio, vitaminas do complexo B e zinco.”

Leguminosas: de acordo com a especialista, as leguminosas, como grão de bico, lentilha, feijão, amendoim, ervilha e soja, figuram entre os alimentos com maior valor proteico. “Entre as leguminosas, vale destacar principalmente o grão de bico, que também é rico em fibras e colabora para saciedade, o feijão, que é capaz de reduzir os níveis de colesterol e açúcar no sangue, e a soja, que possui uma das maiores quantidades de proteína, com cerca de 34 gramas do nutriente a cada 100 gramas do alimento”, completa.

Leite e derivados: o leite é um dos alimentos mais nutritivos que existe, pois possui quase todos os nutrientes que o organismo precisa, sendo especialmente rico em proteína, cálcio e fósforo. “O mesmo vale para os derivados do leite, como queijos e iogurtes. Mas é preciso tomar cuidado devido à grande quantidade de gordura que esses alimentos podem conter. No geral, o melhor é optar pelas versões desnatadas e queijos brancos, como o queijo cottage, que também possui uma menor quantidade de calorias”, recomenda a nutróloga.

Por fim, Marcella ressalta que o mais importante para quem deseja aumentar o consumo de proteína visando o ganho de massa muscular é procurar um médico nutrólogo. “Apenas o profissional especializado poderá realizar uma avaliação nutricional, levando em consideração fatores como idade, peso, sexo, altura, histórico familiar de saúde e intensidade da atividade física, para recomendar a quantidade ideal de proteína para o seu organismo e a melhor forma de ingeri-la sem colocar sua saúde em risco”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Dieta baseada em vegetais e pouca quantidade de carne e laticínios ajuda a diminuir pressão arterial

Queijos e outros produtos lácteos, além da carne, são alimentos que devem ser consumidos com muita moderação por pacientes hipertensos. Estudo, publicado em julho no Journal of Hypertension, avaliou que mais importante que não comê-los é priorizar os vegetais na dieta.

“Segundo o estudo, qualquer esforço para aumentar alimentos à base de plantas em sua dieta e limitar produtos animais provavelmente beneficiará sua pressão arterial e reduzirá o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os pesquisadores da Universidade de Warwick conduziram uma revisão sistemática de pesquisas anteriores de ensaios clínicos controlados para comparar sete dietas à base de plantas, várias das quais incluíam produtos de origem animal em pequenas quantidades, a uma dieta de controle padronizada e o impacto que estes tiveram na pressão arterial dos indivíduos.

Foto: Olga’s Flavor Factory

“As dietas à base de plantas sustentam o alto consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, nozes e sementes, limitando o consumo da maioria ou de todos os produtos de origem animal (principalmente carne),” afirma a médica. A pressão alta é o principal fator de risco global para ataques cardíacos, derrames e outras doenças cardiovasculares. Uma redução na pressão sanguínea traz importantes benefícios à saúde, tanto para indivíduos quanto para populações.

Segundo a médica, dietas não saudáveis são responsáveis por mais mortes e incapacidades, globalmente, do que o uso de tabaco, alto consumo de álcool, uso de drogas e sexo inseguro juntos. Segundo o estudo, um aumento no consumo de grãos integrais, vegetais, nozes, sementes e frutas, como alcançado em dietas à base de plantas, poderia evitar até 1,7, 1,8, 2,5 e 4,9 milhões de mortes globalmente a cada ano, respectivamente, anualmente, de acordo com pesquisas anteriores.

“Já se sabe que dietas vegetarianas e veganas com total ausência de produtos de origem animal diminuem a pressão arterial em comparação com dietas onívoras. Sua viabilidade e sustentabilidade são, no entanto, limitadas. Até agora, não se sabia se era necessária uma completa ausência de produtos de origem animal nos padrões alimentares baseados em plantas para obter um efeito benéfico significativo na pressão sanguínea”, diz Marcella.

O estudo estima que uma redução na escala da pressão arterial causada por um maior consumo de dietas à base de plantas, mesmo com produtos de origem animal limitados, resultaria em uma diminuição de: 14% nos acidentes vasculares cerebrais, 9% nos ataques cardíacos, e 7% na mortalidade geral. “Esta é uma descoberta significativa, pois destaca que a erradicação completa de produtos de origem animal não é necessária para produzir reduções e melhorias na pressão arterial. Dessa forma, fica mais fácil para o paciente colocar em prática uma mudança em direção a uma dieta baseada em plantas”.

A pesquisa ainda sugere ações multissetoriais por parte de governos e sociedade para aumentar a disponibilidade e diminuir os custos de alimentos vegetais com a intenção de promover mudanças de políticas com foco na sustentabilidade ambiental da produção de alimentos, coleta de informações científicas e consequências para a saúde. “Introduzir mais vegetais à dieta trará uma série de benefícios à saúde. Independente da opção alimentar pessoal, as escolhas devem compor um hábito de consumo variado, equilibrado e o mais natural quanto possível”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Sete superfoods para complementar o seu cardápio diário

Além de nutrir o corpo, alguns alimentos contribuem para a manutenção da saúde mesmo em pequenas quantidades

Não é segredo que alguns alimentos são capazes de fornecer nutrientes essenciais para prevenção de doenças e manutenção da saúde. Nessa categoria entram as “superfoods”, que são os alimentos que concentram grandes quantidades de nutrientes em pequenas quantidades favorecendo o metabolismo, a saúde mental, o sistema imunológico e prevenindo contra o envelhecimento das células.

As superfoods podem ser facilmente encontradas e até entregues na porta de casa. A Boa Terra oferece este serviço, além de ter uma vasta lista com frutas, verduras e legumes que vão complementar o cardápio. Confira abaixo:

GreenMe

=Linhaça: a semente é rica em ômega 3, minerais como potássio, fósforo, magnésio, cálcio e enxofre e vitaminas E, D e do complexo B. O consumo favorece as defesas do organismo e reduz o risco de doenças cardíacas e na redução do LDL (o colesterol ruim).

=Chia: apresenta boas doses de ômega-3, antioxidantes, cálcio, proteínas, fibras, vitaminas e minerais. As sementes ajudam a controlar níveis de glicose no sangue, colesterol e triglicerídeos.

=Azeite: concentra vitamina E, polifenóis e ácidos graxos monoinsaturados, que ajudam a prevenir o risco de doenças cardiovasculares, ao mesmo tempo que favorecem o controle dos níveis de colesterol. Estudos indicam que o azeite também reduz o risco de Alzheimer.

=Abacate: a fruta é repleta de nutrientes, além de ter fibras, potássio, magnésio e vitaminas do complexo B, K e C, ideias para o bom funcionamento do organismo. O abacate também apresenta um aminoácido chamado triptofano que ajuda na produção de serotonina, responsável pela sensação de bem-estar no corpo.

Foto: Clara Sander/Pixabay

=Espinafre: as folhas apresentam boas doses de ferro, cálcio, fósforo, potássio, magnésio, fibras, proteínas, carboidratos, além de vitaminas A, K e B2. O consumo regular contribui para a saúde dos olhos e pode prevenir doenças cardiovasculares. Para a absorção de todos os minerais, é recomendado ingerir a hortaliça com alimentos ricos em vitamina C, tais como laranja, abacaxi ou acerola.

=Aveia: contém fibras solúveis que auxiliam no controle da glicemia, sendo excelente para os diabéticos. Os cereais também são ricos em cálcio, ferro, magnésio e vitaminas do complexo B. Entre os benefícios para a saúde estão: controle da pressão arterial, redução do colesterol ruim, melhora na digestão e na saúde do coração, incluindo mais energia e diminuição do cansaço.

Foto: Gadini/Pixabay

=Alho: é um dos temperos que mais colaboram para uma vida saudável. O alho é rico em minerais que nutrem o organismo, como potássio, cálcio e magnésio. A alicina presente ajuda a saúde do coração ao reduzir os níveis de colesterol e coágulos no sangue. As funções respiratórias também são beneficiadas graças às suas propriedades expectorantes e anti sépticas.

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Especialistas dão dicas de saúde bucal para o público 50+

Com o passar dos anos, problemas bucais podem se agravar, porém, hoje em dia, por exemplo, repor um dente perdido não é mais tão caro ou complicado

Com certeza você já ouviu falar que a pele que terá quando mais velho irá refletir os cuidados que teve quando jovem, como não tomar muito sol ou fumar. Pois com a saúde bucal é a mesmíssima coisa. Seu sorriso aos 50 anos é o resultado dos cuidados que você teve com a higiene dental, e com as visitas frequentes ao dentista, na infância e na juventude. Afinal, algumas coisas não têm idade, e cuidar da saúde é uma delas.

No entanto, questões que foram negligenciadas ou ignoradas podem piorar, e muito, com o passar dos anos. As mais comuns são as cáries e os problemas gengivais, além do aumento da sensibilidade, como explica Luciana Aparecida de Sousa Iwamoto, Presidente da Câmara Técnica de Ortodontia do CROSP (Conselho Regional de Odontologia de SP): “A sensibilidade pode se agravar com a idade, pois, com o passar do tempo, é normal haver retração gengival, que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental, e que podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias”.

Luciana Aparecida de Sousa Iwamoto

Ela também explica que pessoas acima dos 50 anos podem se queixar de boca seca (xerostomia). Isso surge em decorrência do uso de medicamentos ou algum problema de saúde não tratado. “Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) também podem afetar a saúde da boca. Qualquer doença existente deve ser informada ao dentista para que ele possa ter uma visão completa da situação e poder ajudar de forma mais específica”, acrescenta. 

“A doença periodontal – doença inflamatória causada pelas bactérias bucais acumuladas na superfície do dente ao longo do dia que causa sangramento gengival e destruição do osso que sustenta o dente, e pode levar à perda dental se não tratada – começa a predominar depois dos 40, 45 anos. Portanto, o problema bucal mais comum depois dos 50 anos é a perda de dentes por falta de prevenção e do não tratamento desta doença”, aponta Marcelo Cavenague, especialista em Periodontia e em Prótese Dentária.

A boa notícia é que a grande maioria dos problemas tem solução. Mas e o paciente nesta faixa etária? É mais disciplinado e se cuida melhor que os jovens? Cavenague afirma que não: “A esmagadora maioria dos pacientes cuida mal dos próprios dentes, independente de idade. Nem sempre este cuidado deficiente é culpa apenas dele. A higiene bucal exige um aprendizado que é de responsabilidade dos profissionais da área. Além disso, o paciente tem que querer aprender e mudar seus velhos hábitos para atingir um nível ideal de higiene. Só a combinação de orientação profissional e dedicação do paciente leva a um bom resultado”.

E quais os erros mais comuns? Segundo Cavenague são fazer a escovação rapidamente, sem dar atenção aos contornos e reentrâncias e sem alcançar corretamente o espaço entre a gengiva e os dentes; não usar fio dental, na maioria das vezes porque acha que machuca, pois sempre que usa, sangra; utilizar bastante pasta de dente achando que isso compensa a escovação rápida; confiar que o bochecho com antisséptico substitui uma boa higiene; achar que se não comeu nada não precisa escovar; não prestar atenção naquilo que se está fazendo, agindo de forma automática.

Fábio Sato, especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, conta que os cuidados básicos envolvendo a saúde bucal, com o passar da idade, devem ser aprimorados. Isso porque as defesas do organismo acabam se enfraquecendo, bem como a própria habilidade manual na higiene bucal. Dessa forma, o cuidado rigoroso com a escovação dentária, uso de fio dental e a atenção com próteses dentárias devem ser aumentados. “Além disso, a visita regular ao profissional cirurgião-dentista deve ter uma frequência maior, com intervalos ideais de seis meses. E, dependendo das condições de saúde bucal, até mesmo com menor espaçamento”, avisa.

Dentes alinhados

Se antes apenas crianças e adolescentes usavam aparelhos ortodônticos, agora vemos pessoas de todas as idades com aquele sorriso metálico. Sem contar aqueles que usam os alinhadores invisíveis e nem percebemos. Isso seria sinal de conscientização ou influência da Internet e das redes sociais?

Para Luciana, um sorriso bonito e saudável tem a mesma importância seja na adolescência ou na terceira idade: “Nunca é tarde para sorrir, felizmente, culturalmente, tudo melhorou. Idade não é empecilho para a colocação de aparelho. Creio que devemos envelhecer com as funções preservadas e otimizadas”.

Ela frisa que não existe uma idade limite para o uso do aparelho dentário, porém, lembra que o ideal é realizar uma avaliação ainda na fase de crescimento, pois quanto antes for detectado o problema, melhor o prognóstico. “Porém, como falei, nunca é tarde demais para corrigir o que incomoda. Contrariamente do que se pensa, não existe limite de idade para o uso do aparelho. Claro que uma avaliação criteriosa da saúde bucal e dentária deve ser realizada antes do procedimento”.

Também devemos levar em conta que, alguns anos atrás, os aparelhos ortodônticos eram mais limitados esteticamente. Mas hoje há mais opções. Por exemplo, os aparelhos ortodônticos fixos podem ser metálicos, de porcelana, de safira ou autoligado. “Há uma outra filosofia de tratamento ortodôntico fixo que é por meio do aparelho lingual que, como o próprio nome diz, é instalado por trás (ao lado da língua) e não aparece no sorriso. E, por último, o sistema dos alinhadores invisíveis, no qual o tratamento funciona por meio de uma sequência de placas removíveis e transparentes, facilitando, assim, as escolhas do paciente”, explica a profissional.

Fábio Sato

Sato acrescenta que, atualmente, muitos tratamentos odontológicos que, anos atrás eram restritos a uma pequena parcela da população, estão muito mais acessíveis, pela maior disponibilidade, inclusive no setor público. Há também a questão custo-benefício que, apesar de ainda parecer elevado, diminuiu em relação ao que era. “A Internet também tem um peso [na divulgação], pois torna a informação mais acessível ao público em geral em relação aos problemas de saúde bucal e formas de tratamento. Somando tudo isso, pessoas que no passado não tiveram a possibilidade de conseguir, por exemplo, um tratamento ortodôntico, hoje estão realizando o sonho de corrigir a oclusão e melhorar a qualidade de vida”.

Luciana menciona uma outra questão trazida pela Internet, e que vale para todas as idades: “Claro que as redes sociais fazem uma pressão por perfeição, o que tem afetado a qualidade de vida das pessoas, e termina por proporcionar maior desejo das pessoas em possuir um corpo e um sorriso perfeitos, mas é preciso cuidado para não se desenvolver transtornos psicológicos”.

E os pacientes? Se cuidam ou são relapsos?

Depositphotos

Para Sato, apesar de termos no Brasil o maior número de profissionais cirurgiões-dentistas do mundo, nossos números em relação à saúde bucal não são dos melhores: “Claro que isso é causado principalmente em decorrência da desigualdade de acesso ao tratamento odontológico, mas, de modo geral, observamos que o brasileiro não valoriza a questão da saúde bucal, não tem uma cultura de prevenção e vai atrás do tratamento somente quando a situação se agrava, necessitando de procedimentos mais invasivos e, consequentemente, de maior custo, e acaba não tendo condições de realizá-los de forma adequada”.

“Dificilmente se encontra uma pessoa que não cuide de seus dentes por opção. O que é comum é cuidar mal, achando que está cuidando bem, como, por exemplo, achar que não precisa de fio dental porque os dentes são um pouco separados”, conta Cavenague, acrescentando: “Na maioria das vezes, esta má higiene ocorre por falta de orientação profissional ou pela pessoa não ter dado muita atenção quando recebeu orientação do dentista”. 

Marcelo Cavenague

Para Luciana, o tema é mais profundo e engloba questões educacionais, culturais e socioeconômicas. Ela cita a mais recente Pesquisa Nacional de Saúde, feita pelo IBGE, em 2019, e divulgada em setembro de 2020, que constatou que apenas 12,9% dos brasileiros têm plano odontológico.

O mesmo levantamento apontou que, dos 162 milhões de brasileiros acima de 18 anos, 34 milhões perderam 13 dentes ou mais. Pior: 14 milhões perderam todos os dentes. “Além disso, menos da metade dos brasileiros consultou um dentista nos 12 meses anteriores à data da entrevista. Desse universo, apenas 36% das pessoas com renda menor que um quarto do salário mínimo foram ao dentista. Os dados são alarmantes em razão das consequências, que vão da perda dental até o acometimento de problemas de saúde mais graves”, lamenta.

Porém, nem sempre é uma questão financeira, pois há aqueles que mesmo tendo boa condição social, reclamam dos custos de um tratamento. “De fato, é muito comum ver pessoas de carro importado, telefone celular novinho, smartwatch, reclamando do preço de uma restauração. Mas esta situação tem a ver com o valor que se dá às coisas. Existem muitos pacientes que valorizam muito nosso trabalho também. Costumo dizer que não existe tratamento mais barato que a prevenção. Frequentar o dentista, mesmo sem nenhum sintoma, ajuda a diagnosticar problemas no início. Porém, se a pessoa passa anos sem ir a um consultório, é bem provável que a conta seja alta pelo acúmulo de problemas não diagnosticados precocemente”, afirma Cavenague. 

Perda dental

Freepik

Perder um dente, como a pesquisa do IBGE apontou, é algo muito comum para a população brasileira. Porém, não tomar providências para repô-lo é algo ruim em qualquer idade, pois a posição dos dentes não é fixa. E quanto mais os anos passam, pior a situação geral se torna.

“Com o tempo, os dentes vizinhos ao espaço que ficou, vão ‘tombando’ em direção àquele espaço. Quanto mais demora se leva para repor um dente perdido, mais essas mudanças são notadas, portanto, em uma idade mais avançada, a chance de ter maior acúmulo de alterações de posição aumenta”, alerta Cavenague.

Vale lembrar que a perda dentária não é exclusividade dos mais velhos. E ela causa transtornos em várias esferas, por exemplo, a funcional, com redução óssea, diminuição da capacidade de mastigação e de absorção de nutrientes, problemas de oclusão (mordida) e inúmeros outros danos dentários, musculares e articulares.

“Esteticamente, a perda dos dentes deixa a aparência do rosto mais envelhecida, a boca vai ficando murcha, o queixo vai perdendo a forma ideal. E todos esses efeitos causam um impacto emocional muito negativo, diminuindo a autoestima. A pessoa passa a ter dificuldade de sorrir, de socializar e até de conseguir um novo emprego”, afirma Luciana.

Ela gosta de lembrar que o tratamento devolve a função e a estética dentária, propiciando melhora na qualidade de vida do paciente. Esta reposição pode ser realizada por meio de tratamento ortodôntico, com fechamento de espaços, com próteses fixas e removíveis ou, até mesmo, com próteses sobre implante. 

Prevenção é o segredo

Foto: Zahnreinigung/Pixabay

Como foi dito no início da matéria, se uma pessoa cuidar bem dos dentes e se consultar periodicamente com um dentista de confiança, a dentição pode durar a vida inteira. “Independentemente de idade, essa pessoa pode ter dentes e gengivas saudáveis, mas, para isso, precisa fazer a escovação pelo menos três vezes ao dia e usar fio dental. Além de regularmente consultar o dentista para exames completos e limpeza periódica”, enfatiza Luciana.

Reforçando o conselho da colega, Cavenague comenta: “Tenha um bom relacionamento com um profissional de confiança e frequente o consultório, mesmo que não tenha nenhum sintoma. A doença periodontal, por exemplo, apresenta poucos sinais em seus estágios iniciais. No máximo, o paciente percebe um ligeiro sangramento gengival e acha normal. O diagnóstico precoce é de responsabilidade do cirurgião dentista. Quando for à consulta, questione sobre sua saúde gengival. Mesmo que ele não seja especialista na área, estará capacitado a orientá-lo e encaminhá-lo a um especialista, se for necessário.”. 

Divulgação

Sato finaliza, enfatizando que os tratamentos odontológicos evoluíram muito ao longo do tempo: “Por exemplo, os implantes dentários são excelentes opções de reabilitação para os pacientes que perderam os dentes, com tratamentos sem dor e com excelentes resultados. E a correção ortodôntica, como foi dito, é possível de ser realizada atualmente com uso de alinhadores sem a necessidade de uso de braquetes e fios metálicos, como no passado. Enfim, a idade hoje não é empecilho para o cuidado odontológico”.

Cuidados gerais para manter a saúde bucal

=Evite o consumo exagerado de açúcar (atenção especial para aquele “escondido”, como em pães, salgadinhos e biscoitos)
=Fuja de bebidas açucaradas ou muito ácidas
=Não fume
=Mantenha uma alimentação saudável no dia a dia

=Utilize fio dental e escova interdental
=Escove os dentes sempre após as refeições e antes de dormir
=Consulte um dentista regularmente (a periodicidade é individualizada e deve ser determinada pelo profissional para cada paciente)

Fontes:
Fábio Sato é formado em Odontologia pela Universidade de São Paulo, mestre e doutor em Cirurgia Bucomaxilofacial. Inscrito no CROSP na especialidade de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial; Coordenador do Capítulo do Estado de São Paulo do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial; Membro da Internacional Association of Oral and Maxillofacial Surgeons.
Luciana Aparecida de Sousa Iwamoto, formada em Odontologia pela Universidade Guarulhos, habilitação em Prótese Dentária, especialização em Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares ( ABO SP), Implantodontia (UnG) e Prótese Dentária ( UCLA), mestrado e doutorado em ciências da saúde pelo programa de cirurgia transacional, nota 6 CAPES, na Universidade Federal de São Paulo. Presidente da Câmara Técnica de Ortodontia do CROSP.
Marcelo Cavenague formado em Odontologia pela FZL, é Secretário da Câmara Técnica de Periodontia do CROSP; Especialista em Periodontia e em Prótese Dentária; Mestre em Anatomia.

Hoje é o Dia Mundial do Transtorno Bipolar: entenda importância de se lembrar a data

É fundamental entender a importância do Dia Mundial do Transtorno Bipolar para estimular a busca de tratamento, minimizando os efeitos desse transtorno e promovendo o equilíbrio emocional. Entre outras características, o distúrbio é marcado por sintomas relacionados à instabilidade do humor e ao nível de disposição do indivíduo para manter a rotina.

Neste post, Luciana Mancini Bari, médica do Hospital Santa Mônica, irá explicar o que é, como surgiu essa data e por que ela é tão importante para divulgar o conhecimento sobre a doença. Confira, ainda, algumas curiosidades acerca do tema em diferentes lugares do mundo e a importância do tratamento para conter os impactos desse problema na saúde mental.

O que é e como surgiu o Dia Mundial do Transtorno Bipolar?

Foto: MedicalNewsToday

O objetivo dessa data é chamar a atenção de todo o mundo para os efeitos dos transtornos bipolares sobre a qualidade de vida e o convívio social do paciente. Tão importante quanto levar informação sobre como lidar com esse distúrbio é trabalhar medidas educativas para eliminar o estigma social a ele associado. Tudo isso em caráter mundial.

O dia 30 de março foi escolhido em todo o globo como a ocasião oportuna para educar e sensibilizar a população sobre os riscos que essa doença representa, não apenas para o portador como para a saúde pública. Em resumo, o surgimento dessa data simboliza a chance de se trabalhar uma questão que desafia pacientes, familiares e profissionais de saúde.

Ainda que a causa exata do transtorno bipolar não seja esclarecida, pesquisas sugerem que a origem do problema esteja associada a alterações nos níveis de importantes neurotransmissores coordenados pelo cérebro. Esse desajuste seria a base para o surgimento de episódios eufóricos alternados com depressão, a principal característica do distúrbio.

Qual a importância do Dia Mundial do Transtorno Bipolar?

O objetivo da celebração da data é destacar a relevância do incentivo ao diagnóstico precoce e do tratamento. Segundo dados da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), entre 76% e 85% dos portadores de transtornos mentais não têm acesso a nenhum tipo de tratamento.

O maior problema da ausência de intervenção é que, com o passar do tempo, o paciente acumula significativos prejuízos e incorre no risco de evoluir para desordens emocionais e psíquicas mais graves. Além disso, a falta de suporte adequado para esses pacientes gera implicações sérias no aspecto pessoal, familiar, social e profissional.

Logo, falar da relevância dessa data é primordial para ajudar o paciente na aceitação do distúrbio. Infelizmente, muitos que têm acesso aos tratamentos ignoram os sintomas e não buscam ajuda. Por tal razão, divulgar conhecimento sobre o transtorno bipolar é de suma importância, pois é preciso esclarecer que é possível contornar o problema por meio de intervenções adequadas.

Como o tema é tratado nos diferentes lugares do mundo?

O Dia Mundial do Transtorno Bipolar é referenciado mundialmente, pois o intuito é disseminar informações sobre uma desordem emocional que ainda gera tantas dúvidas. O esclarecimento é fundamental, não apenas para motivar a busca de tratamento como também para combater, em caráter global, o preconceito sobre a doença.

Independente do local do globo, a proposta é a mesma: a data funciona como meio de promover a conscientização mundial sobre a doença. Assim, o objetivo é chamar a atenção para os transtornos bipolares e a relação deles com outros desequilíbrios mentais. Igualmente relevante é a contribuição da data para diminuir o estigma social inerente ao tema.

Quais são as principais curiosidades acerca do Dia Mundial do Transtorno Bipolar?

Autorretrato com Chapéu de Palha (inverno de 1887–88) do pintor Vincent Van Gogh

O dia 30 de março foi escolhido para celebrar o Dia Mundial do Transtorno Bipolar devido ao aniversário de Vicent Van Gogh, um dos principais expoentes da pintura pós-impressionista. Após a morte desse artista plástico holandês, estudos indicaram que, possivelmente, ele seria portador do transtorno bipolar. Por isso, essa data foi escolhida em homenagem a ele.

Demi Lovato e Mary Lambert são celebridades contemporâneas que utilizam suas redes sociais para divulgar informações sobre a doença, além de estimular o combate ao estigma do transtorno bipolar. Vale destacar, ainda, que os sintomas variam muito e, por isso, cada paciente requer uma análise diagnóstica muito específica.

Outro ponto importante a respeito do transtorno, e que exige uma investigação diagnóstica precisa, é que os sintomas são muito parecidos com os de outras desordens emocionais. Segundo um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tanto no Brasil como na esfera global há muitos subsintomas relacionados à doença.

Essa característica faz com que seja necessário um acompanhamento profissional constante para tratar o distúrbio antes que ele evolua para quadros mais graves. Na maioria das vezes, os sinais de bipolaridade podem surgir relacionados à depressão, à esquizofrenia, ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e também à ideação suicida.

Qual a importância do tratamento desse transtorno?

O diagnóstico final de bipolaridade pode ser demorado devido à semelhança dos sinais sugestivos de transtorno com outras doenças. Efeitos colaterais de tratamentos equivocados e falhas da família no fornecimento do histórico comportamental do paciente são fatores que comprometem a confirmação diagnóstica.

Contudo, o tratamento pode ser feito à base de ansiolíticos e antidepressivos usados para controle de distúrbios emocionais como depressão e ansiedade, que geralmente estão associados à bipolaridade. Combater os sintomas dessas desordens psicológicas ajuda a minimizar os impactos do transtorno bipolar sobre a rotina do paciente.

Igualmente relevante é a terapia em grupo ou familiar, visto que o tratamento em conjunto com o paciente ajuda a visualizar soluções para reduzir os conflitos que podem surgir como consequência da bipolaridade. Harmonizar as relações cotidianas e estimular o fortalecimento de vínculos de confiança é essencial para um controle mais eficiente desse transtorno.

Pode-se concluir, por fim, que celebrar o Dia Mundial do Transtorno Bipolar também promove maior conscientização quanto à relevância da avaliação diagnóstica precoce e da submissão ao tratamento. Aproveitar essas datas especiais para falar da importância da prevenção da saúde mental contribui para diminuir os estigmas e preconceitos sobre o tema.

Fonte: Hospital Santa Mônica