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Vegetarianismo: tudo que é preciso saber para considerar esta dieta

Uma dieta pode ser saudável mesmo sem a presença de proteína animal

Embora faça parte da mesa do brasileiro, as proteínas de origem animal não são as únicas fontes de aminoácidos essenciais que necessitamos para o bom funcionamento do organismo. É possível encontrar o mesmo nutriente em combinações simples.

Segundo a nutricionista da clínica Atual Nutrição, Cátia Medeiros, é perfeitamente possível alcançar as necessidades orgânicas diárias, por meio de substituições. “A famosa dupla do arroz e feijão consegue nos dar um suporte no consumo de um bom perfil proteico, pois o que falta em um alimento está no outro, e quando os unimos na refeição, chegamos ao que era esperado vir por meio de uma carne, por exemplo”.

Isso quer dizer que, apesar do nosso organismo precisar dos nutrientes que a proteína animal fornece, ela não é a única fonte. Com as adaptações corretas, o corpo com uma dieta vegetariana é totalmente saudável.

De olho nas vitaminas

Para retirar de vez o consumo de proteína animal da dieta, é preciso buscar orientação para substitui-la com alimentos que forneçam os nutrientes necessários para o corpo, e não se tenha o risco de ter uma deficiência proteica, desenvolvimento de anemia, alteração de sistema nervoso, entre outros.

Ao serem excluídos alimentos de origem animal, nutrientes como vitamina B12, cálcio, ferro e zinco, podem ter seu consumo comprometido. Também pode ocorrer deficiência de ácido graxo ômega-3, fornecido pelos peixes e ovos, por exemplo.

“Além disso, a grande ingestão de fatores antinutricionais, presentes em inúmeros alimentos vegetais que, se não forem inativados corretamente, ou tiverem sua ingestão devidamente orientada, poderão comprometer a absorção de vários nutrientes, aumentando o risco de deficiências nutricionais”, comenta Cátia.

Substituições que dão certo

Problemas nutricionais podem ocorrer com qualquer pessoa, por isso atentar-se às substituições é fundamental para oferecer ao organismo tudo que ele precisa, e com os vegetarianos não é diferente.

“Para substituição desses alimentos de origem animal, é preciso garantir um consumo diário de leguminosas (feijão de qualquer tipo, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico) junto aos cereais (milho, arroz, trigo etc.) é essencial para que se obtenha todos os aminoácidos necessários à síntese de proteínas pelo organismo”, explica Cátia.

Foto: Nicole Franzen

Quanto à ingestão de ferro, a nutricionista explica que as fontes vegetais do mineral não fornecem boa absorção como a de origem da proteína animal, por isso, é importante consumir alguma fonte de vitamina C para que o organismo consiga absorvê-lo.

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“Para garantir a ingestão diária de ferro é necessário o consumo diário de cereais integrais, aumento da ingestão de leguminosas e oleaginosas em geral, de sementes e frutas secas, usar melado ou açúcar mascavo como adoçante, e ingerir mais fontes de vitamina C junto às refeições principais”, acrescenta Cátia.

Foto: Everyday Health

A nutricionista ainda explica que é preciso evitar o consumo exagerado de fibras, pois elas podem diminuir o consumo energético, pois oferecem grande sensação de saciedade, diminuindo a absorção de minerais como ferro, zinco, selênio. “A dica é utilizar uma mistura entre cereais integrais e refinados”, completa.

Para quem está considerando o vegetarianismo, Cátia salienta a importância de se conversar com um profissional especialista, pois a quantidade de nutrientes que precisa ser ingerido tem como base de cálculo, idade, metas como hipertrofia, emagrecimento e manutenção de massa magra. “Mas geralmente de 0,75g a 1g /kg de peso/dia, já é suficiente. Lembrando que este cálculo é feito não por grama do alimento, mas por grama de proteína presente no alimento”, finaliza.

Cátia Medeiros tem 13 anos anos de experiência na área, formada em Nutrição pela Unitri – Centro Universitário do Triângulo, com especialização em Nutrição Clínica pelo Ganep – Centro de Nutrição Humana de São Paulo, especialista em Fitoterapia e Nutrição Esportiva pelo Cefit, assim como em atendimento Gestacional e Pediatria. É fundadora da clínica Atual Nutrição.

Conheça os principais vícios de postura e saiba como se livrar deles

Os principais vícios de postura, ou os mais conhecidos, são aquelas posições em que as pessoas se sentam ao usar o computador ou o celular. Mas, há vários tipos de posturas erradas que podem ocasionar lesões e traumas no sistema musculoesquelético.

Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, especialista em RPG e Pilates, ao longo da vida adotamos posturas que são mais confortáveis para determinados movimentos. Entretanto, o conforto pode ser inimigo da saúde musculoesquelética. “Quanto mais confortável a postura, maior é risco de ser um vício postural”, alerta a especialista.

A maior parte da população sabe que se sentar projetando o corpo para frente aumenta o risco de ter cifose, a famosa “corcunda”. “Porém, desconhece os demais vícios posturais que podem prejudicar outras partes do sistema musculoesquelético. O sinal vermelho só acende quando a dor surge, como um sintoma de uma tendinite, bursite, lombalgia, cervicalgia e até de uma hérnia de disco”, reforça Walkíria.

Por isso, a especialista lista com os 9 principais vícios de postura e indica como você pode se livrar deles. Confira:

Abaixar o pescoço para usar o celular: o celular se tornou tão popular que hoje quase todo mundo tem um aparelho nas mãos. Nas ruas, restaurantes, shoppings, academias, enfim, em todos os lugares há sempre alguém digitando mensagens ou navegando nas redes sociais.
E a posição mais comum para fazer isso é abaixar o pescoço. Porém, essa postura é extremamente prejudicial para a coluna cervical e a região dos ombros. O principal resultado pode ser o desenvolvimento da cervicalgia ou até mesmo de uma hérnia de disco.
Postura adequada: a principal dica é levar o celular na altura dos olhos. Se for um uso mais demorado, o ideal é se sentar apoiando os cotovelos em uma poltrona ou cadeira, para não sobrecarregar os ombros e aliviar a tensão nos braços.

Curvar-se e levar o tronco para frente ao usar o computador: para quem trabalha usando o computador, o principal vício de postura é projetar o tronco para frente, inclusive abaixando o pescoço junto. Quando isso se prolonga, pode gerar uma cifose (corcunda), além de provocar dores no pescoço, ombros e coluna lombar.
Postura adequada: a dica é apoiar a lombar no encosto da cadeira, sentindo o quadril se encaixar em equilíbrio dos dois lados do corpo. Os pés precisam estar encostados no chão, com as pernas formando um ângulo de 90 graus. O computador precisa estar na altura dos olhos para evitar que a pessoa abaixe a cabeça. É importante apoiar os cotovelos e antebraços na mesa para aliviar a tensão na cervical.

Foto: Dieter Robbins/Pixabay

Dormir de bruços: até na hora de dormir podemos adquirir vícios de postura. Um dos principais é dormir de barriga para baixo, com a cabeça virada para o lado. Isso prejudica muito a coluna vertebral como um todo. Além disso, devido à posição do pescoço, pode causar torcicolo e dores na região dos ombros.
Postura adequada: a posição ideal para dormir é de lado, com as pernas semiflexionadas e com um travesseiro entre elas. Claro que é preciso também usar um colchão adequado para o peso e um travesseiro que dê boa sustentação para pescoço e ombros. Porém, algumas pessoas só conseguem dormir de bruços. A dica, nesses casos, é dormir sem nenhum travesseiro para deixar a coluna mais reta possível.

Sentar-se em cima da perna: esse é um dos piores vícios de postura para a saúde da coluna. Essa posição causa alterações na base da coluna que impactam em todo o eixo vertebral. Além de afetar os músculos, sobrecarrega todas as articulações da coluna. Também afeta o alinhamento do quadril.
Postura adequada: não há, porque é contraindicado sentar-se nessa postura.

Dormir com o antebraço embaixo da cabeça: dormir com os braços embaixo do rosto ou da cabeça prejudica o alinhamento da coluna, além de comprimir veias e nervos. Uma das consequências dessa postura pode ser a síndrome do túnel do carpo, que pode ser agravada ou desencadeada por esse vício postural.
Postura adequada: os braços devem ficar alinhados com os ombros e relaxados, seja de lado ou com a barriga para cima. Um braço pode ficar relaxado na altura do quadril e o outro ao lado do travesseiro. O importante é evitar ao máximo colocar os braços e mãos sob o travesseiro e a cabeça.

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Andar curvado projetando a barriga para fora: sabe aquela barriguinha saliente que você não perde nem fazendo dieta e exercícios? Essa saliência no abdômen pode ser resultado de uma postura curvada para frente que projeta a barriga para fora. Além da barriga, esse vício postural pode levar à cifose (corcunda), cervicalgia, encurtamento muscular e dor lombar.
Postura adequada: ao caminhar, mantenha a coluna ereta, com os braços alinhados ao lado do corpo. Preste atenção ainda ao pescoço, que não deve estar projetado para frente ou para trás, mas sim encaixado no centro do corpo.

Cruzar as pernas: pode ser quase irresistível ao longo do dia. É um vício postural muito comum e igualmente perigoso. Quem passa muitas horas com as pernas cruzadas tende a se curvar para frente e forçar mais os ombros. Problemas na cervical e na lombar podem ocorrer por um desequilíbrio na pélvis e pelo aumento da pressão sobre a coluna vertebral.
Postura adequada: a primeira dica é não passar muito tempo com as pernas cruzadas. O ideal é sentar-se em uma posição ereta e trocar de lado para igualar o esforço muscular. Se puder evitar, melhor ainda. Evite também inclinar-se para frente e abaixar o pescoço quando estiver com as pernas cruzadas.

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Levantar peso sem dobrar os joelhos: o agachamento é um movimento muito perigoso para a coluna, caso seja feito em uma postura incorreta. É comum a pessoa abaixar-se sem dobrar os joelhos.
Postura adequada: para esse movimento de pegar algo no chão ou mesmo levantar algo que seja pesado, é preciso agachar, dobrando os joelhos lentamente, com os pés afastados e a coluna reta. Ao levantar-se, o objeto deve ser carregado próximo do corpo.

Varrer ou passar pano no chão com as costas curvadas: aspirar, varrer e passar pano. Atividades comuns no dia a dia doméstico podem ser vilãs da saúde da coluna. Normalmente, a tendência é abaixar-se, jogando o tronco para frente. Porém, essa curvatura pode gerar dores lombares e na cervical, pois sobrecarrega as articulações da coluna.
Postura adequada: opte por cabos de vassoura ou rodo mais altos e mantenha a coluna ereta. Como nem sempre os aspiradores contam com cabos longos, procure flexionar um pouco os joelhos ao curvar-se.

Rouquidão persistente pode indicar doença mais grave, alerta especialista

Sintoma está ligado a diversas patologias e pode representar riscos ao ultrapassar 15 dias

A rouquidão é um sintoma caracterizado pela alteração na qualidade vocal. Ela pode simplesmente estar ligada a fatores como o uso abusivo e o mau uso da voz, ou até servir de alerta para uma doença mais grave.

A otorrinolaringologista Isabela Tavares Ribeiro, do Hospital Paulista, chama a atenção para as diversas patologias associadas à rouquidão.

“Existem muitas doenças nas quais os pacientes podem apresentar rouquidão como sintoma. Entre as mais comuns, estão as infecções de via aérea superior, como gripes e resfriados; lesões benignas das cordas vocais – nódulos, pólipos e cistos -; alterações estruturais mínimas da laringe, geralmente desenvolvidas ao nascimento; doenças neurológicas e tumores benignos, como o papiloma; e, por fim, tumores malignos, como o câncer de laringe”, explica.

A especialista ressalta a importância de investigar a causa da rouquidão, principalmente em fumantes, pois o tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de laringe.

“Se descoberto precocemente, a chance de cura para esse tipo de câncer chega a 95%. Já nos casos mais avançados, o tratamento é complexo e até mutilante. Além disso, as chances de cura diminuem consideravelmente”, alerta a otorrinolaringologista.

Segundo Isabela, justamente por conta do risco aumentado de desenvolver câncer de laringe, os fumantes devem estar sempre em alerta para quaisquer alterações na voz. Porém, não são apenas os tabagistas que devem se preocupar com a rouquidão. “Todas as pessoas que apresentarem o sintoma por mais de 15 dias devem procurar um otorrinolaringologista o quanto antes”, recomenda.

Prevenção

Foto: Zing Images/Getty Images

Da mesma forma que manter um estilo de vida saudável previne o surgimento diversas doenças, com a rouquidão não é diferente. “Praticar exercícios físicos regularmente, optar por uma alimentação balanceada e manter uma boa qualidade de sono, além da hidratação oral, são formas de prevenir a rouquidão. Em tempos mais frios, os cuidados precisam ser redobrados, com o aumento do consumo de água para evitar o ressecamento da laringe.”

Isabela orienta ainda evitar o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Segundo a especialista, é importante também não gritar ou falar alto por muito tempo, assim como não cochichar ou sussurrar. Ela explica que esses comportamentos vocais aumentam a tensão na laringe e podem gerar rouquidão.

Tratamentos

Os tratamentos para rouquidão variam de acordo com a causa. As opções terapêuticas são escolhidas baseadas em evidências científicas e podem ser clínicas (com fonoterapia e medicamentos), cirúrgicas ou uma combinação das duas formas.

Segundo Isabela, os fonoaudiólogos são grandes parceiros dos otorrinolaringologistas nesse sentido. “A fonoterapia, quando bem indicada, é muito eficaz e se configura como peça-chave no tratamento da maioria das causas de rouquidão.”

“Cuidar da voz é tão importante quanto cuidar da nossa saúde em geral. A voz é a nossa comunicação com o mundo, nossa identidade”, finaliza a médica, alertando para a importância de buscar um especialista o quanto antes, caso haja rouquidão persistente.

Fonte: Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Dez sintomas que indicam que é necessário procurar um pronto atendimento

A pandemia da Covid-19 tornou o cuidado com a saúde prioridade, obrigando todos a adicionar novos hábitos ao cotidiano para prevenir a infecção pelo vírus. Mas essa precaução acarretou um novo sentimento: o receio de procurar um pronto atendimento por medo do novo coronavírus. A atitude, no entanto, pode ser ainda mais perigosa e acarretar consequências sérias ao organismo, até mesmo fatais.

O alerta é reafirmado pela gerente do Pronto-Socorro do Hospital Edmundo Vasconcelos, Denise Fonseca, que explica que o receio não pode estar acima de uma urgência médica. “No Edmundo Vasconcelos, o atendimento no pronto-socorro é seguro e efetuado em uma estrutura distinta daquela que recebe pacientes com sintomas de síndrome gripal”, explica. “Por isso, é preciso ficar atento aos sinais de que se necessita avaliação com rapidez e, em caso positivo, procurar ajuda”, acrescenta.

Para auxiliar nesta decisão importante, Denise lista dez sintomas que não devem ser ignorados e exigem uma visita ao atendimento de urgência. Ela lembra que a morosidade em buscar ajuda, nesses casos, pode gerar problemas sérios à saúde. “Ao verificar um desses indícios, não adie. Precisamos nos prevenir contra a Covid-19, mas não ignorar outras doenças. Elas não deixaram de existir”, enfatiza.

Dez sintomas mais indicados para procurar um pronto-socorro:

=Perda de consciência
=Sinais de confusão mental
=Dificuldade ao falar, enrolando a língua
=Perda de movimento repentino

=Visão turva, tontura, perda de visão
=Palpitação

=Dor no peito
=Dificuldade para respirar
=Tosse ou vômito com sangue
=Trauma e fratura

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Médico lista estratégias para se livrar da compulsão alimentar

Exagerar na quantidade de comida e continuar comendo, mesmo sem fome, é um comportamento muitas vezes rotineiro e nada saudável, mas que não deve ser confundido com a compulsão alimentar. Quem sofre desse transtorno consome grandes quantidades de alimentos de forma impulsiva em intervalos curtos e depois se sente culpado por essa prática.

O médico Paulo Lessa aponta que é necessário procurar ajuda profissional para resolver o problema. “Procure um médico que entenda do assunto e que tenha uma equipe multidisciplinar para te ajudar da melhor forma possível”, recomenda.

O profissional elencou cinco tipos de estratégias para lidar com a doença e fazer o tratamento adequado.

Descubra qual é o seu gatilho

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Será que existe alguma situação ou evento que acabe fazendo com que você coma mais? “Ansiedade e estresse são causas comuns para o desencadeamento de uma compulsão alimentar. Tratar desses problemas ajuda, e muito, a se livrar da alimentação desenfreada”, explica.

Invista em uma alimentação rica em fibras

“Alimentos ricos em fibras, como leguminosas, grãos, cereais, frutas e vegetais, promovem uma maior sensação de saciedade. Dessa maneira, a fome passará mais rápido e você terá mais tempo entre uma refeição e outra”, acrescenta o médico.

Não quebre o jejum com alimentos refinados

O jejum pode ser uma boa técnica para quem quer perder peso, mas ele deve ser quebrado com comida de verdade. “Nada de pão, bolo, macarrão e outros similares”, ressalta Lessa.

Coma sem pressa

A pressa é inimiga da perfeição e amiga da compulsão alimentar. “Quando estamos com fome e começamos a comer, nosso cérebro envia para o nosso corpo que estamos realizando essa ação e, então, começamos a sentir o efeito de saciedade. Porém, isso leva um tempo, então, quanto mais rápido você comer, mais alimentos você irá ingerir antes de se sentir satisfeito.”

Reduza o açúcar

O açúcar não causa problemas apenas no nosso corpo, como doenças ou ganho de peso, mas também modifica o nosso psicológico. “Alimentos ricos em açúcar liberam hormônios de relaxamento e bem-estar para o cérebro. Isso poderia ser bom, porém, a consequência é que acabamos ingerindo mais doces para prolongar esse prazer”, finaliza.

Saúde Ocular: profissional dá dicas de como manter a saúde dos olhos

Segundo dados da OMS, 580 mil brasileiros sofrem com cegueira

Neste sábado (10), é lembrado o Dia Mundial da Saúde Ocular ou Dia Mundial da Saúde Visual. A data foi estabelecida com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da prevenção e tratamentos precoces que podem evitar a perda da visão parcial ou total.

Dados da Organização Mundial de Saúde, demonstram que no ano passado, mais de 285 milhões de pessoas no mundo possuem incapacidade visual, dessas 39 milhões são cegas. Ainda segundo o estudo, 80% dos casos poderiam ter sido evitados ou curados, se houvesse uma rotina de visitas ao oftalmologista.

O oftalmologista credenciado da Paraná Clínicas, João Guilherme Oliveira de Moraes, alerta que as visitas a um profissional de confiança, devem ocorrer o quanto antes. “ A partir dos três anos de idade, todos devem fazer uma consulta anual com o médico especialista. A consulta rotineira não é apenas para conferir o grau ou necessidade de óculos, mas vários exames fazem parte da consulta de rotina, como avaliação do fundo de olho e medida da pressão ocular. Doenças silenciosas são detectadas na consulta de rotina, por isso é recomendável uma consulta anual”, alertou.

O relatório da OMS aponta ainda que no Brasil, mais de 580 mil pessoas sofrem com a cegueira e, geralmente, casos que poderiam ser evitados. De acordo com o médico, as doenças que possuem diagnóstico precoce são facilmente tratadas. “ Além da miopia, hipermetropia e astigmatismo, que são corrigidas com óculos, lentes de contato ou cirurgias, existem muitas doenças comuns que quando diagnosticadas precocemente podem evitar a cegueira, como a catarata, glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular”, ressaltou.

Assim como em todas as áreas de saúde, é preciso criar hábitos saudáveis para cuidar dos olhos. “Temos que lembrar que os olhos são os órgãos responsáveis pela visão e precisam ser cuidados. A saúde ocular é fundamental para a nossa qualidade de vida e de visão”, destacou o oftalmologista.

Confira outras dicas oferecidas pelo médico:

Healthline

=Evite coçar os olhos;
=Não force muito a visão, sem dar um descanso. Nos tempos de pandemia e com o aumento da exposição as telas de computador e celular, lembre-se sempre de piscar e fazer uso equilibrado desses equipamentos;

Foto: Beautynstyle

=Cuidados com a maquiagem: remover os produtos de beleza dos olhos antes de dormir; não usar produtos fora do prazo de validade; não usar produtos de outra pessoa; usar produtos antialérgicos e sem conservantes;

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=Cuidado com a automedicação: a automedicação ou a utilização de medicamentos sem receitas também deve ser evitada nos olhos. Os colírios quando usados inadequadamente podem levar efeitos colaterais graves e prejudiciais a sua visão;
=Use óculos ou lentes de contato apenas quando prescritos por médico oftalmologista;

Freepik

=Ao menos uma vez por dia, higienize a área em volta dos olhos, como pálpebras, cílios e cantos, para remover impurezas e secreções secas evita coceira, irritação ou até conjuntivite.

Fonte: Paraná Clínicas

Dia Mundial da Alergia faz alerta sobre a importância da prevenção

Amanhã, é celebrado do Dia Mundial da Alergia, criado para conscientizar a população sobre o problema

A alergia é um problema sério, que atinge, em graus variados, de 10% a 20% da população. Hoje, 8 de julho, é celebrado o Dia Mundial da Alergia, data criada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para conscientizar as pessoas sobre a importância do assunto, já que, em alguns casos, a alergia pode causar até a morte. A SMCC (Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas) está fazendo um alerta para que as pessoas entendam melhor o assunto e pratiquem a prevenção.

A alergia é uma reação exagerada do sistema imunológico, que desencadeia sintomas imediatos ou em longo prazo. É o mesmo mecanismo que o sistema imunológico utiliza para defender o corpo quando entende que algo nocivo pode atacá-lo, como as bactérias. Em alguns casos, há uma sensibilidade maior e, mesmo diante de uma substância inofensiva, o organismo tem uma reação exacerbada.

O diretor científico da SMCC, Antônio Condino Neto, que também é coordenador do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da entidade, explica as causas, os tipos mais comuns, os tratamentos e a prevenção da alergia.

O que acontece em nosso corpo em um processo alérgico?

Os fatores causadores de alergia, por exemplo, pólen e poeira domiciliar rica em ácaros, ativam a produção de anticorpos da classe IGE (imunoglobulina E) e esses, por sua vez, ativam células chamadas mastócitos, que liberam mediadores inflamatórios e causam sintomas de alergia, como, por exemplo, a coceira, a obstrução nasal, os espasmos da musculatura brônquica, a falta de ar, a vermelhidão na pele, o vômito e a diarreia, no caso dos alérgenos alimentares. Portanto, é uma reação inflamatória alérgica.

Quais são os tipos mais comuns de alergia?

Rinite alérgica, asma, dermatite atópica, alergias alimentares e urticárias. Em torno de 10% a 20% das pessoas têm alergia em grau variável.

Quais alergias são mais comuns por faixa etária?

As crianças pequenas têm, de forma bastante frequente, problemas com a pele, enquanto nas crianças maiores, adolescentes e adultos, predominam os problemas respiratórios.

Como é o tratamento?

O tratamento inclui a prevenção, ou seja, identificar as causas de alergia e evitar o contato dentro do possível. Existem vacinas, as chamadas imunoterapias para alergia, que é um tratamento que induz a tolerância àquilo que nos causa as alergias. Então são as chamadas imunoterapias ou vacinas para alergia. Além disso, existem os broncodilatadores, para asma; os anti-histamínicos, para as coceiras; corticoides inalatórios, para asma e rinite; corticoides tópicos, para as dermatites. E os próprios anti-histamínicos, para as coceiras.

É possível prevenir alergia?

Claro que sim. Se identificarmos as causas mais comuns, é possível evitar a exposição aos fatores alérgenos e, com isso, diminuir a incidência de sintomas e complicações.

Veja como higienizar corretamente roupas e ambientes

Entre as alergias mais comuns, a rinite se destaca graças as mudanças climáticas e chegada do frio. Para ajudar a controlar este e outros tipos de alergia, Ana Fabrícia Corniani Tiradentes, médica pediatra e parceira da 5àsec, preparou algumas dicas importantes que podem ajudar quem tem crises alérgicas.

Muitos não sabem, mas o Brasil está entre os países que apresentam as maiores taxas de prevalência de rinite alérgica no mundo. De acordo com dados do International Study of Asthma and Allergies (ISSAAC), a rinite compromete cerca de 26% das crianças e 30% dos adolescentes brasileiros. Já segundo a Organização Mundial de Alergia (WAO), cerca de 30% a 40% da população mundial sofre de rinite alérgica.

Aos que não sabem, trata-se de um problema que é desencadeado mais facilmente no inverno, devido às condições climáticas, que englobam o ar mais frio e seco, consideradas irritantes para a mucosa nasal. Tudo isso, associado aos ácaros presentes em grande quantidade na poeira doméstica e fungos, podem agravar os problemas respiratórios como rinite e asma.

Os sintomas podem incluir espirros, congestão nasal, coriza, prurido (coceira) nos olhos, nariz, garganta e tosse seca. Como esse quadro e a gripe são muito parecidos, é importante não os confundir e, se necessário, procurar atendimento médico. Porém, há algumas ações que ajudam na prevenção para aliviar os sintomas de rinite.

“Entre os cuidados, podemos citar a lavagem das narinas com soluções nasais fisiológicas de três a seis vezes ao dia, manter os ambientes limpos e arejados, evitando o acúmulo de poeira, ácaros e fungos, além de evitar cheiros fortes e poeiras. Evite varrer a casa, pois essa ação levanta a poeira. Utilize panos úmidos e aspiradores de pó na limpeza do ambiente”, revela a médica.

Outra recomendação é evitar a utilização de carpetes, tapetes, cortinas e bichos de pelúcia, pois são itens que reúnem muita poeira. Mas se não for possível, tais peças devem ser higienizadas de duas a quatro vezes ao ano, de preferência por empresas especializadas, como é o caso da 5àsec, que é a maior rede de lavanderias do Brasil com 468 pontos de venda em todo território nacional.

No caso das roupas de cama, a orientação é de utilizar forros impermeáveis em travesseiros e colchões. Dê preferência aos edredons a cobertores, fabricados com 100% de algodão, pois esse tecido é indicado para quem tem rinite e dermatite atópica. Os travesseiros podem ser protegidos também por capas impermeáveis e devem ser higienizados a cada seis meses, de preferência por empresas profissionais em lavagem para garantir uma correta higienização.

“É importante ressaltar que a limpeza das peças devem ser feitas periodicamente, as roupas de cama e banho, por exemplo, devem ser trocadas e lavadas pelo menos uma vez na semana. Se a pessoa estiver doente, o ideal é trocá-las em dias alternados, três vezes na semana. No caso de cobertores e edredons, estes itens devem ser lavados antes do uso se estiverem guardados, para que haja remoção de ácaros e eventuais odores, como o mofo. Se estiverem em uso, deverão ser lavados a cada dois meses, lembrando sempre de arejá-los a cada 15 dias. As almofadas poderão ter suas capas lavadas a cada dois meses e a higienização da almofada em si deve ser feita a cada seis meses”, explica Ana Fabrícia.

Mas atenção: as pessoas com diagnóstico de alergia respiratória e dermatite atópica, mais conhecida como alergia na pele, devem utilizar sabão neutro ou de coco na lavagem das roupas. Já o amaciante deve ser evitado devido ao seu perfume, podendo ser substituído por vinagre de álcool. Neste caso, a orientação é que sejam realizados de dois a três enxágues para garantir que não fiquem resíduos dos produtos de limpeza nos tecidos. As roupas devem ser secas ao sol ou em ambiente ventilado. Para finalizar, passe com ferro as peças de roupa para garantir a completa higienização.

Quando você opta em levar suas roupas e demais peças utilizadas em casa para uma lavanderia especializada em serviços têxteis, como é o caso da 5àsec, você tem uma higienização mais completa dos itens. Isso porque todas as peças são lavadas com produtos especializados, biodegradáveis e de alta qualidade, preparados para não causar nenhum tipo de alergia aos consumidores. Além disso, após serem lavadas, são inseridas na secadora que contribuem com a diminuição das crises alérgicas, pois as altas temperaturas ajudam a eliminar os ácaros dos tecidos. No caso de tecidos que permitem a utilização de água quente, essa ação também auxilia na melhor higienização das peças, que também são passadas e embrulhadas para serem entregues limpas e seguras aos clientes.

Banco de Sangue de São Paulo lança campanha de inverno para sensibilizar doadores

Durante a estação mais fria do ano ocorre a maior queda nas doações; unidade passa a atender também aos domingos

“O frio chegou e precisamos da sua solidariedade – a gratidão aquece o coração” – esta é a chamada da campanha de inverno do Banco de Sangue de São Paulo, que começou a circular em julho nas redes sociais – Facebook e Instagram, com o objetivo de incentivar as pessoas a doarem sangue neste período em que os estoques sanguíneos ficam ainda mais críticos.Se em razão da pandemia, já havia uma queda considerável nas doações, agora, com as temperaturas mais frias, as doações tendem a cair mais ainda, pois, no aconchego dos seus lares, as pessoas se esquecem de efetuar essa importante prática solidária que pode salvar até quatro vidas.

De acordo com Bibiana Alves, líder de captação do Banco de Sangue de São Paulo, com o início das temperaturas mais baixas, já é possível perceber uma queda de 30% nas doações. São necessárias 160 doações diárias, para atender com equilíbrio às demandas dos pacientes internados nos hospitais em tratamentos clínicos, o que raramente vem acontecendo.

“Isso é um fator preocupante, pois no frio temos um desafio maior para conseguir equilibrar os nossos estoques sanguíneos, já que todos querem mais é se ‘esconder’ debaixo de uma coberta. Porém, não podemos nos esquecer que os pacientes dos hospitais, que estão em tratamentos por diversas complicações clínicas, necessitam urgentemente das doações de sangue para se restabelecer”, alerta Bibiana.

O Banco de Sangue de São Paulo segue rigorosamente todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 e por isso conquistou o selo Covid Free de Excelência, concedido pelo IBES – Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde, em reconhecimento por manter as melhores práticas de prevenção e enfrentamento da pandemia de coronavírus.

Unidade ampliou o horário de atendimento, inclusive aos domingos

O Banco de Sangue de São Paulo estendeu o seu horário de atendimento e passa a funcionar também aos domingos e feriados, a partir de 1 de julho. Seu horário de atendimento amplo, feito diariamente das 7h às 18h, permite aos profissionais que têm um horário de trabalho mais restrito, e às pessoas em geral, organizarem suas agendas de forma que possam encaixar com mais conforto suas doações de sangue, inclusive aos domingos.

Requisitos básicos para doação de sangue:
=Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH, etc.) em bom estado de conservação;
=Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença dos pais no momento da doação);
=Estar em boas condições de saúde;
=Pesar no mínimo 50 kg;
=Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
=Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas. Não é necessário estar em jejum;
=Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e língua (12 meses após a retirada);
=Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
=Não ter tido gripe ou resfriado nos últimos 30 dias;
=Não ter tido Sífilis, Doença de Chagas ou AIDS;
=Não ter diabetes em uso de insulina;
❗ Consulte a equipe do banco de sangue em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.

Critérios específicos para o novo coronavírus:
-Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 30 dias após cessarem os sintomas para realizar doação de sangue;
-Aguardar 48h para doar, caso tenham tomado a vacina Coronavac/Sinovac e 7 dias caso tenham tomado a Astrazeneca, Pfizer ou Janssen;
-Candidatos que viajaram para o exterior devem aguardar 14 dias após a data de retorno para realizar doação de sangue;
-Candidatos à doação de sangue que tiveram contato, nos últimos 30 dias, com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico e/ou laboratorial de infecções pelos vírus SARS, MERS e/ou 2019-nCoV, bem como aqueles que tiveram contato com casos suspeitos em avaliação, deverão ser considerados inaptos pelo período de 14 dias após o último contato com essas pessoas;
-Candidatos à doação de sangue que foram infectados pelos SARS, ERS e/ou 2019-nCoV, após diagnóstico clínico e/ou laboratorial, deverão ser considerados inaptos por um período de 30 dias após a completa recuperação (assintomáticos e sem sequelas que contraindique a doação).

Banco de Sangue de São Paulo
Unidade Paraíso
Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 – Paraíso-Tel.: (11) 3373-2000
Atendimento: diariamente, das 7h às 18h; incluindo sábados, domingos e feriados. Estacionamento gratuito R. Tomas Carvalhal, 329 – Paraíso

Cabelos: como lidar com as alterações que a menopausa traz

Tricologista alerta para o cuidado com a alimentação e suplementação nutricional para a diminuição as alterações e perdas de cabelos

A menopausa é um momento importante da vida das mulheres. Não apenas pelas mudanças significativas no padrão endócrino que até o início do climatério se mostrava mais regular, mas também porque acompanha outras mudanças que são significativas no sentido da fisioanatomia geral do organismo. O médico e tricologista Adermir Leite Junior aponta que entre as alterações nessa fase da vida da mulher “Cabelos secos, quebradiços, distróficos, eflúvio telógeno crônico, alopecia androgenética e alopecia senil são frequentes e os cuidados para manter a qualidade dos fios e reduzir o risco de perda capilar passa pela alimentação”.

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Especialista na área tricológica há mais de duas décadas, Leite Junior cita um dos estudos onde as informações são esclarecedoras e ajudam a explicar essa associação. “Em um artigo publicado no periódico Menopause Reviews (2016), a médica Goluch-Koniuszy deixa claro o quanto a dieta é fundamental para a manutenção da saúde capilar. Partindo de uma base simples, a de que muitos alimentos têm nutrientes essenciais para a produção de hormônios esteroides, assim como para a formação de fios com boa estrutura proteica. Dentre os compostos que devem estar presentes nos alimentos para uma boa saúde capilar, os aminoácidos sulfurados, como a cisteína e a metionina, são precursores de queratina e estão em maior destaque. A L-Lisina ajuda a saúde da pele e da região do folículo piloso, conhecida como bainha radicular interna, responsável pela forma e volume dos cabelos”.

Ele ressalta o quanto uma dieta com compostos essenciais durante toda a vida é benéfica para manter a saúde capilar e que, durante a menopausa, essa alimentação não pode ser esquecida, mas, ao contrário, incrementada. O médico complementa ainda que no estudo a autora elenca duas recomendações:

– Alguns minerais são importantes para o crescimento capilar: zinco, ferro, cobre, selênio, silício, enxofre, magnésio e cálcio.

– Ajudam na saúde do cabelo: vitamina C, vitamina A e vitamina do complexo B.

Foto: Jeltovski

Sobre os polifenóis, a autora lembra que os flavonoides, classe de polifenóis mais estudada em mulheres na menopausa, são importantes antioxidantes. Neste grupo encontram-se as flavononas, flavonas, isoflavonas e as antocianinas. Na superfície da pele, essas substâncias agem com antirradicais livres e, nas porções mais profundas da pele, agem como protetoras contra as radiações ultravioletas. Também melhoram a circulação sanguínea, o que acaba por contribuir para a saúde dos cabelos, além de algumas agirem como fitormônios, podendo contribuir com a atividade das células da papila dérmica e da matriz dos folículos pilosos.

O tricologista destaca ainda que “os flavonoides do chá verde estimulam o crescimento dos cabelos por aumento da fase de anágena, a de maior atividade na raiz dos cabelos. Alguns flavonoides podem inibir a enzima 5-alfa-redutase, que tem papel importante no surgimento da calvície masculina e feminina, como é o caso do Saw palmetto, também conhecido como Serenoa repens”.

Alguns alimentos já são velhos conhecidos por aliar sabor e benefícios. É o caso do chocolate com cacau 70% ou mais, e vegetais/frutas em geral, que no estudo são apontados como boas fontes de flavonoides, e entram como sugestão alguns bem conhecidos no Brasil e que o médico considera de fácil integração na dieta: cebola, tomate, pimenta, pimentão brócolis, frutas vermelhas, maçã, frutas cítricas, uvas e grãos que, em geral, também são ricos em flavonoides.

“É muito importante lembrar que uma boa alimentação é a base de uma boa saúde. No caso dos cabelos, em especial das mulheres na menopausa, os cuidados com a alimentação são importantíssimos para que alterações de qualidade e quantidade de fios não sofram interferência. O processo de aging capilar, já descrito na literatura médica, não está apenas vinculado ao embranquecer dos fios, mas também às mudanças de estrutura que os fios desenvolvem, assim como ao surgimento de alopecias de severidade variada”, explica o tricologista.

Além da alimentação e suplementação nutricional, ele lembra que cuidados medicamentosos e cosméticos podem ser fundamentais para a boa saúde e manutenção dos cabelos, principalmente quando a mulher já tem predisposição à perda capilar ou sofre com outras patologias que, de certa forma, podem causar perda de cabelos direta ou indiretamente.

Fonte: Ademir C. Leite Jr. é médico, Presidente da Academia Brasileira de Tricologia. É certificado como Tricologista pela Internacional Association of Trichologists (IAT). Membro e diretor da IAT. Palestrante internacional e diretor da Classe nica HTRI e do CAECI onde ministra cursos em Tricologia. Autor de vários livros.

#Xixiacontece: campanha promove o fortalecimento da musculatura pélvica

A marca Plenitud convidou quatro especialistas de saúde e educação física para cocriarem aulas inovadoras, on-line e gratuitas para exercitar a região pélvica, ajudando a levar saúde e bem-estar

Segundo pesquisa, um em cada quatro brasileiros acima de 40 anos têm incontinência urinária – perda involuntária de urina pela uretra, que acontece também quando há pequenos escapes de xixi diários –, e que acomete principalmente mulheres. Como forma de ajudá-las a lidar com a questão da incontinência urinária, com informação, incentivo a procurar especialistas e a prática de exercícios adequados, Plenitud, marca de produtos para incontinência urinária da Kimberly-Clark, lança o treino Viva + Mulher by Plenitud.

A iniciativa, que faz parte da campanha Xixi Acontece, de Plenitud, tem por objetivo ajudar a romper as barreiras emocionais e o estigma social em relação à incontinência urinária, que ainda é associado a algo que acontece apenas com pessoas idosas. Para isso, a marca criou uma ação inédita ao convidar a educadora física Cau Saad, a fisioterapeuta pélvica Yasmin Xavier, a ginecologista Andrea Menezes Gonçalves e a ashtanga yoga Beth Pedote para cocriarem aulas onlines e gratuitas, que vão ajudar a promover a saúde da região pélvica feminina e o bem-estar mental em qualquer momento da vida da mulher.

“Algumas mulheres que têm essa condição acabam tendo a vida social muito afetada, o que impacta de forma negativa na sua autoestima e na realização de tarefas simples do dia a dia, por vergonha ou receio de que o xixi escape. Com o treino Viva + Mulher by Plenitud, queremos ajudar a levar informação e bem-estar com exercícios fáceis de fazer. Além disso, a campanha reforça a importância de procurar sempre um especialista para orientar o melhor tratamento para a condição”, destaca Patrícia Macedo, diretora de marketing da Kimberly-Clark.

No treino, as especialistas integraram suas expertises para que a mulher possa trabalhar desde a respiração com exercícios de ioga, movimentos de fortalecimento do assoalho pélvico com fisioterapia, a dicas de como se exercitar sem forçar a região pélvica, sempre com orientação médica.

Idealizado pela agência de PR, PROS, o treino conta com um making of de 3 minutos, revelando os bastidores da cocriação das aulas pelas quatro especialistas em uma narrativa que envolve segurança, liberdade e acolhimento para a mulher que tem incontinência, ou que possa vir a ter, mostrando que é possível ter uma vida normal.

“Para amplificar a conversa sobre escapes de xixi de forma empática, desenvolvemos um projeto educacional para levar conteúdo para as mulheres que já passam por essa situação ou para quem quer se prevenir. Selecionamos profissionais para cocriarem um treino especial, olhando para a mulher de forma completa, além de contar com a participação de mulheres que estão se preparando ou encarando a fase da menopausa e os desafios que ela possa trazer”, afirma Maria Claudia Mestriner, diretora de criação da PROS.

O treino Viva + Mulher by Plenitud conta com três aulas gratuitas que estão disponíveis no site e no canal do YouTube da marca Plenitud Brasil.

Todas as captações seguiram os protocolos de segurança recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Campanha

Além do making of, para potencializar a campanha “Xixi Acontece”, um time de influenciadoras e especialistas divulgarão os treinos em suas redes sociais, além de praticarem os exercícios estimulando seus seguidores a buscarem informações de especialistas e falarem sobre o escape de xixi.

“No processo de tratamento, os absorventes Plenitud se tornam aliados dessas mulheres, permitindo que as mesmas mantenham suas rotinas com conforto e segurança, pois a linha foi desenvolvida especificamente para absorção dos diferentes níveis de urina”, afirma Bruno Sparapani, gerente de marketing de Plenitud.

Com curadoria da agência PROS, participam da ação até julho as atrizes Fabiana Karla e Adriana Alves Anquier, as apresentadoras Maria Cândida e Regina Volpato, as jornalistas Mônica Salgado, Rita Batista e Tábata Contri, entre outras influenciadoras que conversam com o público ageless.

A campanha ainda conta com conteúdo das profissionais de renome na área da saúde e bem-estar, como a uroginecologista Lilian Fiorelli e a master em ioga, Angélica Banhara. Além disso, um conteúdo exclusivo para o site Viva Plenitud, como artigos assinados por profissionais de saúde, e ativação no ClubHouse integram o plano de PR da campanha.

E, como forma de também estimular o debate sobre a importância de não estigmatizar a pessoa com incontinência urinária e a existência de ferramentas que auxiliam a jornada, a campanha contempla também projetos de branded content na TV aberta. À frente das ações de mídia e conteúdo no ambiente digital está a agência FCB Brasil.